O convidado, Paul Vintai, compartilha sua experiência transformadora em uma expedição à Amazônia, após passar um mês na Tailândia. A aventura começou de forma inesperada, quando um amigo o convidou para um workshop de sobrevivência na selva. Eles voaram para Manaus, onde passaram três dias se preparando com guias locais, comprando equipamentos como redes para dormir. Durante a expedição, eles acamparam na selva, pescaram piranhas, cozinharam em fogueiras e aprenderam sobre a flora e fauna locais. O convidado destaca a sensação de paz ao dormir ao som da selva e a importância de respeitar os animais, que geralmente evitam humanos. Uma experiência marcante foi a cerimônia de ayahuasca com um xamã de 71 anos, que ele descreve como uma viagem mental e espiritual que ajudou a resolver questões internas. Eles também visitaram tribos indígenas, onde experimentaram comidas como formigas e uma bebida alcoólica forte. A viagem reforçou sua conexão com a natureza e o desejo de proteger o meio ambiente. Por fim, ele menciona um novo projeto: restaurar uma caravana Mercedes 608 de 1980 para viajar por Portugal, explorando paisagens e criando mini-documentários sobre os locais mais bonitos do país.
A partir de agora, a NJ e Joanna Ferrajo abriu o guia de viagem. Mais uma vez, a NJ tem o teu passeaporte na mão? Consisteza, eu espero que ansiedade para cruzarmos oceanos, por que o retrilhos, zitalokais, conhecer tantos povos diferentes, foi isso que aconteceu aqui com o nosso convidado de o Rio de Janeiro. Muito obrigado, a Ana, a Joanna. Obrigado pelo convidado, é um prazer te estar aqui com vocês e partilhar experiências acima de tudo. Gostei tudo nosso, onde espero que cam o passeaporte em dia. Eu sabia onde é que camso hoje. Olha, vamos a uma viagem que, para mim, foi transformadora. Eu já estava sempre foi muito ligado à natureza e foi no maltor importante a minha vida, depois de onde eu gosto de amoroso. Ah, isso é doido. Compreiado, não. Não é mais. É extremamente importante. Eu acho ador, aquilo que nos faz crescer, mais do que as coisas felizes, sem dúvida e experiência de devido a darmos isso. É um momento, foi no maltor importante a minha vida e fui pra Amazônia, com um amigo meu, uma coisa muito inesperada, assim, muito do dia para o outro. Mas isso, escolhada a Amazônia, foi propositada ou apontaste do alho fechado, despechado, para uma apaidade. Não, olha, até vos posso dizer. Eu já conheci ao ángelo, que tinha me escrozado algumas vezes, mas não era aquele amigo que eu estava constantemente e muitas vezes. E eu fundi a que me cruzei com ele e ele disse assim, olha, estou a pensar fazer uma expedição à Amazônia, tenho lá uns contactos, uns guias locais, fazer um orque shop de sobrevivência durante uma semana na selva. Um orque shop de sobrevivência, se é outra conversa, se é outra coisa. Um orque, não sei o que o shop é, palavra, mas basicamente fomos viver para a selva com eles e aprender casa, o que que se podia comer, os perigos e respirar aquela energia maravilhosa a conhecer tribo. E tu comem emocionalmente, não estava muito bem, é pra olhar vos para mentar, deixa-me leir para a selva. É isso, eu acho que é a melhor coisa que eu fiz, vim completamente leve. Mas o fim, ela mais para frente, é muito para falar. E ele disse, olha, eu vou quer dizer alíneas, e eu disse, diz-me qual é a data que eu vou já comprar o voo. E passado uns meses, estavamos a ir. Maravilha. Eu fui para Amazônia com o ángelo, em estado 15 dias antes, um mês na Tai Lândia. Portanto, eu tive um mês na Tai Lândia, a conhecer o país, foi maravilhoso, foi muito bom também, fez parte do meu retiro, entrar às pras. E tive volta aí, tive 15 dias em Portugal e arranquei para Amazônia com ele. Então, fiquem por aí e já vamos ficar a saber todos os promnos, desta aventura na Amazônia com o Paul Vintai. Dia de viagem. Paul, então, de gostar moroso, Tai Lândia, Amazônia, Survivor Mode, da tua base é Manaus, que acho que ele deve ser o normal para quem vai a Amazônia e para a sua forma Manaus. Sim, sim, fomos, fazia-lo porque o ángelo já lá estava no Rio de Janeiro. Eu apanhou a avião aqui em Lisboa, sozinho, e fui ter com ele, encontrarmos-nos no aeroporto, no Rio de Janeiro. Uma pergunta importante, como é como a pessoa prepara a mochila ou a mala para ir para a Amazônia? O que que levaste na mochila? Levai. Lente, replente. Também, é uma coisa que tem que ser preparada, não é mojoso, não é uma viagem qualquer. Mas fizemos toda essa preparação também lá em Manaus. Quando chegamos à Manaus com o guia, tivemos três dias em Manaus a fazer toda essa preparação com eles a comprar o equipamento que seria necessário, a ver se estava tudo pronto para arrancar-mos. Mas, esse sempre foi muito desmude desse espírito. Aventureiro. Sempre gostei muito de natureza e da campar na praia e. Se eu jogue-te aos guiais. Mas a campar na praia, na caparica e a campar na Amazônia, deve ser diferente. É, porque, por exemplo, eu não gosto de além de janas, a campai muitas vezes na praia sozinho e com amigos. Tenho uma tenda. E na Amazônia não teníamos tenda a nós a única coisa que levávamos na nossa mochila era uma rede. Aquelas redes onde me enumerou de Itávez. Que as redes, como aprendemos no marvo, aprendemos no outro arvo. E teníamos uma rede muscular que tapava a nossa rede. E era assim que nós dormíamos elevados do sol com as redes a balançar um aqui, outra linha, um metro até dois metros fazíamos o nosso círculo e era essa forma que dormíamos. Percontanto no esquito nessa mochila mangas curta as calções. Normal. Sim. Que não se não for tot picado. Não há aquelas pessoas que são um que tem mais. Sim, assim. Atraia muito mais esse sincete e os mosquitos. Eu lido bem com eles. Alfinmente, até um certo ponto. Imagina. Mas eles não se se dá. Acho que não gostam muito do meu sério. Não gostam muito do meu sério. E foi tranquilo. Então vamos retomar o raci-cinio da Joana. Essa música que eu ouvimos. Estava relacionada. Estava falar que o arranqueio do aeroporto é um Lisboa sozinho e encontrei-me com o ángelo no Rio de Janeiro. Até penso que tem uma foto com o ángelo quando arrancamos do Rio de Janeiro para Manaus. Sim. A foto com ela à porta do avião. tem tantas recordações disso. E essa música da Maria Gado, o Chimaleia, foi uma das músicas que me recordo ter a caminhar no aeroporto Lisboa sozinho, a ir pro avião e a ovela. E a sentir já a espiritia, essa vibe, essa paz e tranquilidade. E depois do Manaus? Depois do Manaus arrancamos para lá. Conhecemos os nossos guias. Para lá, mas espera aí onde é que é isso lá. A gente jogamos a Manaus e temos cerca de dois, três dias a fazer a nossa preparação com os guias. Fomos a certas lojas que foram conosco para comprarmos algum tipo de equipamento que seria necessário e arrancamos para a selva. Arrancamos. Eles tinham um guia e um assistente. E uma canoa. Era um assistente e uma canoa. Eramos os quatro. Tínhamos as nossas mochilas com o nosso equipamento. Eles estão perfeitamente à vontade naquela ambiente. Sabeem. Conhecem aquela natureza de trás para a frente e foi maravilhoso perceber isso tudo e entrar naquele espirito de selva mesmo e de não ter. A fazer a ideia era acampar e fazer a limpeza que a selvaja. E depois que a selvaja enquece chama-me. Sim, buscarmos piranhas. E buscarmos piranhas, cozinhamos. E comeram. Sim. As piranhas. E mesfogueiras. Mas fizeram um turplo rio. Só para nós sabem de perceber em vocês, preparam uma espécie de despedição, com os guias. E fazer um turplo rio, não é? Pô, mas não. Espanhando em algumas povoações. Exatamente. Para havamos em alguns estes específicos, comíamos cacá-lo logo amanhã porque arrancávamos cacá-lo da árvore. Oau, acâmaram. Comíamos. Podar aquele bustezinho. Sim, cassamos. Cassamos a noite, tivemos. eles apanharam uns jacaréas pequeninos para a noite para pervermos. Fomos à casa, buscarmos piranhas. E que l'anaram no rio, não daram num barco qualquer, daram na famosa piroga. Na famosa piroga, exatamente. E depois fomos aqueles tibos. E as novelas quando eram as maiores miusos. Eu via, estaricando, no senhorzinho malta. Não, eu estou a dizer, chega-se lá. Eu não tenho que ter mais que fazer ver o rio. Algumas novelas que. Nós fomos em um dos 10 horas. Não, mas tem cenários na uma zona da. Ou seja, quando chegar-se lá, pensar-se-tu a onde. Eu vi isso numa novela. Exatamente. Exatamente. E viajá em um cadinho no tempo. Fomos em uma casa, um terreno que tinha sido usado para gravar precisamente isso. E eu viajei ali. Parece que para o no tempo. E eu gosto muito desse tipo de aliás. Com a idade eu ficaram com o cadinho mais saldo de vista. Acho que não. Eu não gosto tanto do caminho do. Celal, o caminho que tu distalvar as. O mundo e a humanidade, essas coisas. E então fica cada vez mais saldo de vista com. como era antes. Mas também não é pra dizer antigamenta que era boa, né? Não, é o muito antigamenta. É o ser limite. À coisas boas e coisas mais em todas as épocas, né? Exatamente. Mas é normal nós sermos saldo de vista, né? E talmente não conta este natureza. Sim, é natureza. Tem que fazer parte sempre e agora. Não, é. Tento passar isso muito à hora. Também. É verdade. É verdade. Falar na hora será que uma visita ou a mais honesta será que você lava para crianças? Com três anos e meio. Que é? Isso que era não. Mas, sei lá, cinco, seis, sete, já. já. já ia comigo. Eu adorava vir com ela. Mas não vai fazer o que fizeste. O que? A garrada, aquela. Aquileiro que eu. humana com. humana com, da com o noventa. mas ela, elas não fazem mal, lá está. elas são fosquidas. não, acerto. aquilo que mais repara nós. nós deitávamos nas redes a noite. e távamos naquilo lúscvo fosquedua noites e ali funcionamos muito com o lúscvo sol. acuradamos com o sol, deitávamos conversávamos, torcávamos experiências, foi maravilhoso. e ovímos os. os aguários. - Essonoridades da selva. - Essonoridades da selva, que é. amera-felhose. É amoravilhose. E uma das coisas que aprendemos e eu já sabia como é óbvio, de um bem com tudo. que é raptas e animais e de todo tipo e espécie. Os animais não te querem fazer mal ideias. Antes de todos saber que eles estão ali. eles já sabem que tu estás ali há muito tempo e eles não se querem aproximar. Eles querem estar afastados de alguém que está ali com intruso. Portanto, é seguro, não há nenhum animal que não seja, não seja, algum verminoso. que nos cruzamos com muitos. Por exemplo, a Ana conta de 9 metros. Só nos faz mal se tiver muita fome e não era o caso. E como é que tu sabes que ela tem muita fome? - Ele sabia. - Quando ela já está contado. - Mas por outro lado. - Por outro lado. - Por outro lado, cruzamos com uma cobra que tinha 50 centros. muito fininha e o rambo que era o nome do nosso guia. Ele disse-me aquela se nos picar, temos duas horas para chegar ao hospital. E nós estávamos na medacela. - Uma vez, duas horas. - Vimos arañas, vindo nós, está mais, vimos álbums. Mas obviamente com cautela e conhecimento é possível, ali é maravilhoso. - Para além dos animais, como é que a flora? - A flora é muito dense, tem muitos rios e reais. Tumávamos bem nos reais, água super limpa. - E tu e a espiranha? - As piranhas estão nos lagos maiores, naqueles rios não havia. Era um pequenas correntes de águas extremamente limpas. Tumávamos bem ali e toda aquela ambiente, muito umido, muita festeça, muita natureza. - Andamos nem lianas como tarzadas. - Tava de ser? - Sim, quando tivemos um matrivo? - Mas quando dizandas, salta a estar abrenhar pendurada. - Sim, mas assim um balanço gigante. - Não imagina. - Eu tenho vídeos disso. - Exatamente, o Paulo enviou-me o vídeo. - A série que uma olhana pendurada, não é? - É sério, aqui o está. Olha, eu que estava com o ouvinte de mim sem agarra. - Fala se está a rir, sim, com as mãos na camessa. - Polaro. - Porque está deliciosa aquela imagem. - Sim. - E aumenta os dois ali, agarra a olhana no apodio. - É uma experiência. - Eu faço paraíhas que me faz para o pucar de um corto. - E tu não me ligas, meu amor. - Sim, eu tenho um pequeno trailer dessa viagem. Para além disso, posso continuar? - Pósco. - Tivemos experiência e era uma coisa que um amigo meu, um grande amigo meu, quando soube que o eu para a Amazônia, ele disse. - Se por acaso, tu cruzares com a Iwasca? - Desculpa o que é isso. - A Iwasca é um chá que as tribos fazem, as tribos em vísmas. - A coisa é uma base mexicana também, não é? - Sim, mas o peça. - E aquilo é uma coisa que purifica. Elevando-nos um cadinho ao nosso. ao nosso subconscious. - É uma viagem muito mental e muito espiritual. Ajuda-nos a curar certas coisas que não estavam resolvidas lá para trás e limpanos. - É uma tripe pronta. - É uma tripe. É uma tripe. Mas a atenção. Foi uma experiência maravilhosa. Fizemos-os dois. - Eu já acho que mesmo. - Vamos chamar. - A cabeça saiu do pescoço. - Soltou-se do pescoço. - Sim, durante 4 horas. - E nós filmamos toda nossa experiência. Tivemos contacto com o Iwasca. Dice "Olhamos um pouco outro. Eu e o Angel, tipo sim. Vamos experimentar. Temos um sitio certo." - Claro, com certeza. - E foi maravilhoso. Foi uma viagem muito. - Muito. - Vou adorar. - Vou adorar muito. - Vou adorar muito. - Você começa a ver coisas psicacadelicas. - Não, começamos a viajar nos nossos pensamentos. Vamos muito lá atrás. As coisas que se cadaram ficaram bem resolvidas. Vamos pensar nela, tentar aprofundar, tentar clarificar algumas coisas que não sabíamos. Porque aquilo é uma coisa. É a folha do cipó com a. Tem uma lima mistura, mas é tudo natural. - Sim, tudo planta. - E é um chá que sabe assim a terra e passado 30 minutos. Começamos a entrar assim no. - A viagem muito. - A ver assim, tudo é no voado. - Sim, mas no fim dessas 4 horas, -Centos, alguma lavequiasa. -E, no fim dessas 4 horas, foi uma paz inigualável. E foi uma experiência muito idêntica. A mini do ángelo foi muito idêntica. Tínhamos outra pessoa com o que fizemos um chamado. -Corrioso um chamado. -Chama, que é quem enfaca. -Eu sei. -Então guia aquela experiência. -Sim, mas deve ser uma experiência de facto fantástico. -Não, é uma experiência toda. Eu estudei muito os chamãs entre purgias, o antropóloga de formação. E se deve ser uma coisa fantástica, conta como é que é ver um chaman a atuar, a agir. Foi. Nós conhecemos-lo, entramos um carinho na casa dele e ele tinha a casa numa energia. Mas os guias para um voslado propósito? Sim. -Tua a falar com o que ele ia se perguntar. -Não? -E a gente ia mataria com o chaman? -Não. Isso também pode fazer, mas o que acontece foi eles não nos levaram lá. Eu, no primeiro dia, no segundo dia ficava muito amigos e muito próximos deles, logo quase em mandado. E eu gostei de não ir mesmo. Eu havia uma coisa que eu gostava de experimentar e era aqui. Não é outro sitio, é que há e eu acho que ele disse que conheçam o chaman. O senhor tinha 70 e 11 anos. E então foi uma serimônio muito particular, era um show 4 a 5 e foi uma experiência de vida. E ele deve fazer tudo esse ritual com certos determinados pacientes. Há músicas canticos, ele também tomou a chá conosco. Aliás, ele faz isso com a mulher dele, todas as semanas. Todas as semanas ele faz a mim. Todas as semanas viagem. Eu acho que quando for, pois dá-me um contacto, porque é experimentar, quero me fazer uma tripe dessas. Claro que sim, Aliás, eu quero lá voltar. Quero lá voltar. E nós vamos descansar um pouco nesta descoberta impactante da Amazônia. Já recebemos para ficar a conhecer mais deste território com o palvinho da Imbia. Dia de viagem. Eu não fiz essa tripe, mas estou muito bem da feteira esta viagem quando me ia. Mas ainda agora de uma viagem mais interior voltamos ao exterior. Tudo isso é acho que travessavam o Rio, passavam o Rio, mas visitavam algumas povoções. E quando eles estavam ficavam lá, tinha a oportunidade de andar a espular um bocadinho. Eu não faço muito bem, porque aqui é uma povoção no meio de Amazônia, assim, não será o que. Assim, há certas aldeias que têm famílias. Fomos a uma tripe mesmo indígena assim mais afastada e inóxpita. E depois conhecemos aqueles cítios, para onde tivemos a nadar os botos, os gulfinhos cor de rosa. Tivemos contacto com perguiças, com as anacondas. Fomos a junção do Rio Amazônas com os solimões. Não há iguanos que não se juntam e ali por tempo. Sim, encontram o brengue e o brengue. E temos a diferença. Você lá, visitamos tantos cícitos. Não, vocês nãoavam bem. A vossa logística, como é que o Rio, vocês dormiam na esrede, era mesmo no Rio. Era mesmo no Rio que tomávamos banho. E a na que faziam as vossas necessidades. Na secauta. Por tudo, transforma. A dubo. Exatamente. Tudo, de transforma. É uma viagem fora de conforto. Mas isso é que nos faz a na pá frente. Eu acho que seira das anos de conforto, é tão inscial. Não é para toda a gente, sem dúvida. Sem dúvida que não é. Por exemplo, no outro dia mandei um vídeo para os meus pais, porque encontrei uma pequena cobra lá em casa. Eu era fico ao campo. E encontrei uma cobrinha que navalá, assim, me mandei um vídeo e me me amei. Ai, mata, mátil. E eu meio. Deixa a estar na vida dela. Ela não faz mal, não é venosa. Deixa a estar. Ai, a hora, a hora sabe o que está tudo bem. Eu sou muito assim, porque eu acho que nós temos que dar todos os ligados e interligados. Vivemos todos ao fio ao gajo do mesmo mundo. E acima tudo. Se nós e as novas gerações tiverem conhecimento sobre naturários e os animais, vão realmente conseguir proteger-las. Se não tiverem qualquer tipo de conhecimento, isso é um pouquinho complicado. E de acordo com aquilo que está a falar agora e falando na biodiversidade, estivesse mesmo em preenhar da selva ou conseguir-se ver um pouco daquilo que se andava passar na amazônia, de todo o mundo, não sentimos nada disso. Não sentimos nada disso, era no trajudo, no trajudo. Sabe bem que, obviamente, que. Temos que aprofundar essas notícias. Hoje em dia, por exemplo, é sempre propondo ter um conhecimento no maior e real do que está realmente a acontecer. Muitas vezes ouvimos coisas que não são bem dessa forma, ou são contadas numa certa forma, porque interessa. -Damos de uma alegria. -Tamos na era da guerra de informação. -Espera, verdade. -Ela diz informação. -Ei, portanto, se termos essa noção também. -Ele desfobos indígenas com quem tivesse de contato. São mesmo indígenas ou já são a cultura? -Oi, para turistas. -Sim. Aqueles eram. Nós tivemos nas casas deles. Mas eles já estavam habituados a receber pessoas. Já estão habituados a receber pessoas. -Ele também precisam de doutorismo, né? -Claro. -Claro. -Claro, maltorim que precisam de doutorismo. -Agora. -Ele precisam de poder a gente viver. Se nós formos mais para dentro, há trius muito mais isoladas e completamente isoladas. Aqueles eram muito mais elevagens, mas já tenho algo em um contato com a nossa civilização. Então, fomos lá, passamos dois dias com eles, trocamos preências, comemos a comida deles, aprendemos. -E o que é? -Eu comi formigas, -O cadas. -Parecem pipocas. -Saba pipocas? -Sim. -Tá bem formeido. -Ebemos. E comemos. Jantámos todos. Jantámos todos agachados no chão. -Retirar a comida das tacinhas deles de madera. -Como é que oomão? Sim, fomos ver. Ah, bebemos uma vida que é destilada, de sabá na nas, mas tem um tio da alcohol de gigantesco. -Ela? -Eles fazem lá. -Sim, interessante, né? -Mera. -Eu teo tema aqui. -Bois, pois é. É maravilhoso. -Saba na nas. -Saba na nas é doce, mas tem muito alcohol. -Então, o grau de vi alcohol é de vinho, é mais pago ardente. É doce, é mais poveinho. -Aquilo fica. -O grau de alcohol. -Mas pago ardente. -É. É, era muito forte. -Mas muito bom, muito bom. -Tá bem, também deu pra viajar. -Pas de expressão, nós que estamos tudo em vídeo. O ángelo posteriormente acabou por agarrar nas imagens e fez um documentário. -Comentário. É maravilhoso viajar aí. E foi um grande experiência mesmo. É aquela viagem que nos faz. Fazemos pensar em tudo, sabe? O regresso. Eu já estou a falar no regresso, não sei se é peipai. Vamos falar mais lá dentro. -Oi, ainda temos tempo. -Temos. Mas, pronto, eu lembro que eles boi e entrarem no transitor de círculo, e pensei assim, "siguei a selva". -É o que aconteceu, nem que eu vá madri. -Elgo madri, regresso. E sim, teve uma coisa que eu estou quer fazer. É igual. -Mas coisas que vocês querem saber. Eu sei que tu gostas no apenas do andar de pirogas, mas também de caravana. -Sim. -Não é bem na selva, mas. Mas também vai ser muito natureza, na vida. Eu comprei uma caravana, uma Mercedes 688, de 1980 na pandemia. - Deixe-me ter que recuperar. - Sim, Danica. Mechanica e chapa já estão novas. Agora estou a começar a parte da casa indriora, mas tenho um projeto, já fez-te o verão, até o final do ano. Com o turismo Portugal que vou viajar por certos pontos do nosso país. E vou fazer os 10 concessores mais meninos Portugal, que são mini-showcazes ao sante-se, naquela luz perfeita. Em certos locais de Portugal, certas aldeias e vou andar com o avanho, toco, arranque um pouco de sítio, toco, e vou fazer mini-vídeos e episódios disso. Isso, culturismo Portugal, e depois é o baralho mais, mais informações. Portanto, mas tu não ficas em altéis? Vai, na Caravana. Sim, tem todas as condições ali para. Sim, claro. Aliás, tivesse só uma rede também, tava bem. Não, atenção. Só uma rede dá para estar naquele ambiente e naquele habitat. Que fora dele. Os dias, por que? Os dias. Mas o dia-de foi quando tempo? Eu estava. foi uma semana na selva, mas eu estava muito tempo lá. Ah, outra coisa, aquele. a saí que nós comemos. O a saí sim, que é moda. A saí do oce. eu tive contacto numa de das puvações onde fomos. Passamos lá também, duas dias. Pois é, tudo o casinho este de madera, tudo muito simples, muito natural. Pás pessoas terão. e também tem que fotos disso. Sobimos a um árvore. Retiramos o fruto do a saí. São umas bolinhas tipo mirtilas. Retiramos as bolinhas, posemos numa sexta grande. Depois temos que esmagar tudo aquilo. E daí saí o a saí natural. A saí à sèria. Sério mesmo. É, superalimento. Mas não sabe nada a esta saí que nós comemos aqui. Não tem nada a ver. Saa um cadinha terra, mas sentimos que estamos a beber uma coisa que é super importante, boa e forte para nós e é um superalimento. Lá está. E tive a oportunidade de fazer a saí e buscar a árvore. Eles ensinaram os técnicas de subir e por acessar também. E você soubeste? Sim. E não cair isso? Eu soubido. até. é muito difícil atenção. É muito difícil. E depois ver um índio com. de sala. Eu não sei. ele tinha 60 itais e nós uns jovens. E ele chega ali e tinta-tinta lá em cima, tirou a saí das. Ah, sim. E nós para subir. Tento de ver com o conhecer, o saber e o viver ali. E quando andaste na piroga no rio? Atenhaste alguma pororóca? Que é isso. É a árvoreca olha pra mim. Eu não estou a dizer-as neira em humana. Não, pororóca é a monda. É hora verde? E também eu sei. Nada de mal. Não. Gostava muito aliás. É uma onda em que uma onda é. de maréco, sobre o rio. Sim, exatamente. Não era naquele local. Gostava ter apañado também. É maravilhoso termos uma onda gigante que dura por 1 min de horas. Pode atingir os 4 metros da altura, né? Sim, mas é. das imagens já vi muito. E se você vira essa piroga e lá vai estu. Sabe o que significa pororóca? É a senhora, a naturedada, eu posso acandar e a pesca de palavras. É, lá, cuidado. Acabou. Significa grande estrondo. Drogam. É um grande estrondo. Mas a só em certas júnes é que a onda cresce mais. De resto é uma coisa muito suave e lasta, não é tanto para andar de piroga nem que não é. É mais de prensa de ser. Isso, é que deve ser. Sera-farl naqueles rios também deve ser bem engraçado. Vamos falar de coisas práticas para um guia de viagem. Se você chegar a esta manalhos, aí é que ta arranjaste mais concretamente a tua mochila com aquilo que era necessário levar. Já. De facto para a selva. Sim, já levávamos algumas coisas daqui lá. Mas antes disso, o vasto vacinas. Cá, ó, não. Fiz esta própria laquecia da malaria. Não, não lve. Não, não lve. Não, não lve. Como já já fostebeu o. o chá. Oai, eu acho que limpa tudo. Limpa tudo. Qual o que quer ouvir, os latérias. Não, por causa não lvei. Mas por exemplo, o que é que lvás? Lvás de um canivete. Coisas práticas, o pensado. Não, não derrias, e tal. É, não, talvez. Ele vai que a selva. Ele vai. Lvei as tipo de coisas. Ois, com as práticas. Que prasas. Se lá, uma canecca de alumínio. Calçado confortável e para podermos andar, obviamente. Depois de lá, vamos buscar umas botas específicas. Mas até colheres com uma da era, ele nos ensinou a fazer. Vamos fazer uma subrivivência, levámos o mínimo em desmançável. E fomos aprender. É que é que é que o pião. O que é que. Debião água do. Tinhamos. Comprável de rafas de água, né, nas povoas vocês. Sim, eles tinham. Não eram supermercados, mas tinham sempre. Sítios onde a gente não sabia. A venda. A fazer refil de as coisas. Mas havia rios onde podíamos beber água. Eu sou muito dessas coisas. Não vou beber, não, não. É para beber, bora. Vamos beber. Eu sou muito selva, né, essas coisas também. Não tivesse nenhum desarranjo. Não, não, não. Não, não, não. Não mandava na céu aqui, entretencia. Não, uma coisa muito interessante. E obviamente, já foi há uns anos a viagem, não temos. Contácte telefólicos. Ai, maravilha. Ai, tão bom. Não há nem sequer um piquinho de rede. Não há um piquinho de rede, né, nada. É tão bom. A gente é importante, porque nós os fomos. Uma coisa que eu vou fazer com as câmeras de filmar graficas. Mas é importante para nós só vintos, porque pensar em uma viagem dessas. De desconforto e altes conhecidos. Vocês tinham alguma preparação, algum grupo, algum apoio, algum contacto, pro caso de fazer uma coisa? Nós estávamos a marcer do nosso guia, que era o nome dele, era Rambo. Portanto, não era de ter mais nada. Se dêam os seguros logo desde o início. Não era preciso dizer mais nada. Estávamos bem entregos. O Rambo de Trata, portanto. Sim, apanhamos chuvas torrenciais. Tivemos aliás, foi giro que montamos o campamento. O o campamento. Nós já tínhamos feito o campamento de agir. A manhã de montarmos. Fogarinha e tudo, final tarde, deitados, quase dormir. E começamos a ouvir uns truvões lá ao fundo. E o nosso guia, olha, vê o vento. Bora, vamos arrumar tudo e vamos arrancar. A meia da noite. O que é certa é que arrancamos. Ele foi por um trilhão onde tínhamos um trilheiro, onde posemos as nossas redes e nos protegermos. Mas era uma coisa feita de balha e pauos d'argos. e ainda bem que fizemos isso porque foi uma chuva da fio.
ficou tudo cheio da água e ela está. Ele sabe respirar aquilo mais do que ninguém, importante sávamos bem entregues. E depois não há bicho? Ah, muitos. Durante a noite vocês tinham aquele bandas cenário de fundo. Haviam os bichos, as onças? Haviam-nos as onças aquilo. Então bom, a das onças. A distância no seu. - Daí já os lástis. - Daí já os lástis. Sim, mas elas nunca se iriam aproximar de nós. Não. As redes elevadas eram um precisamente por causa dos reptes e estármos protegidos e isso também. Aranhas, surpreendos. Uma vez eu lembrar uma novela que é o pantanal. Se passava na Amazonia e havia sido uma coisa. Por falar em novelas e todo este imaginário que nós português estemos, vocês tiverem a oportunidade de ter o contacto com o fó color local, fó color, seja, música, pimentes. Tivemos. Como é que se chama o tipo. Ai, como é que eles chamam a pessoa que está lá tocar aquilo? Não, não. Não é o interesse. Vocês percebem. Sim. O boiadeiro, o cara boiadeiro. Ah, o setanã é a gente. E não sei o que. Isso não é o minas gerais, sempre a mulher. Não, a música lá que tivemos contacto foi de tribo indígena, onde fomos que sim, tinham os canticos instrumentos no trailer que eu tinha em viagem, os primeiros canticos que se oavei. Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah. Foi o áudio que eu gravei na tribo e coloquei lá. Aquilo são mesmo eles e fomos nós gravados. Sabe-se o que vocês ajudam a fazer? Um túio ágil é um trabalheto no gráfico. Recolha de tradições, da cultura, indígena, em plena-se alva-masólica. Sim. É um trabalheto no gráfico. Nem eles que meiam. O que estavam a fazer? Estava só maravé, a eu estava a absorver. Sim, mas sempre foi muito do vídeo, do audiovisual e da fotografia. Então, eu não sei. Ah, vamos ter uma questão importante. Então, nem que carregava das máquinas. Vamos para o "Power Banks". Ah, tá vendo? Não vou vacina, não foi a profilacia, mas vou para a gente. Mas não vai para, bem, porque por que esse resisto não podia fechar, né? Não acho, giro. Passagem, mas é importante que isso seja dito. Vocês foram mesmo para o desconforto total, no sentido de que não havia modernismo, não havia acesso a uma tomada, é um. Sim. Um ponto de letra, sim, é de la cidade. Portanto, vocês já sabiam disso e foram preparados, porque não tinham telémoda, mas queriam captar e na altura também. Houve dois pontos durante a viagem onde tínhamos rede por que uma das povoações tinha uma antena que conseguia captar um odo extracínio de neto. Então, era aí que nós conseguíamos fazer o contacto e postar algumas coisas. A de resto era carregar os power banks principalmente para captar e fazer o registro da viagem. Tal como as bananas já refriu para se fazer uma viagem destas é preciso ter uma potência natural para fazer, porque se não. É muito. É muito difícil. Não seja. Não, não seja. Esquece que o pautar aí. E tu fazias, ou não? Fazia se a redes tivesse ao maldura de 8 andar. Pois, porque tu já haviste as imágenes, tu viste realmente o ambiente do ano na Starve. Mas aquilo fazia se a redes tivesse uma altura de 8 andar e mesmo assim não sei se estaria livre, se acobra, se conseguisse por em pé. Bom, a única coisa de facto que me assustaria seria umas cobras. Ok. O resto até fazia. Mas como eu estava a dizer, é preciso ter uma potência para de facto se fazer a viagem que vocês fizeram, que consellos daria. Convence-me-la a fazer essa viagem. Ah, não. Eu acho que tem que ser uma coisa tão natural. Para mim foi transformadora, mas eu sempre fui muito já de esses ambientes e da natureza e tudo o que é fora de. Se aquilo que nós conhecemos. Por ter sido tão fora da caixa. Não é manãos. Há muitas agências a fazer essas viagens. O contacto até foi do ano e do que o rambo. Que é um contacto. Não é uma agência muito particular. É muito fácil ter acesso a este tipo de viagens entre aspas e de experiências. Quer seja de forma mais particular com o contacto de pessoas que lá existam. Quer seja com agências, obviamente, é preciso ter cuidado de comento do lado. Há citéis mais turísticos, outros mais tradicionais e locais. Mas por isso. Mas por exemplo, ali isso não tem esqueteira que ele cuidadou. "Ah, vamos robar, vamos saltar." Tive este que ter isso, escolhi-te de equidade, não? Não, não, não. Aliás, também não tem nenhum tipo de coisa. Não acho. Não, mas é. Lica, você iria ter sido este termino, só. Aliás, a gente improvisava. Ah, por ser. A ideia era essa, era improvisar. É, tu e o que vocês improvisaram? Foi giro. Olha, assim de repente. A certa altura eu falei. Tavamos, estavamos no nosso acampamento, sem final de tarde. E assim, foi que estava tanto ter trazido um drone para ter uma imagem, assim, superior da nossa cena. E o ramo diz assim, "Bora, vamos já resolver isso." Então, prendemos a nossa câmera a um pau, tinha peio seis metros, ou mais. Não, tinha mais, tinha peio mais dez metros. Então lembram de estarmos nós com um pau gigantesco, a câmera na ponta, a por aqui o MP, para ter um zoom imagem, de cima, quase a copa das árvores, a ver o que é que se passava e para baixo. Conseguiram? Conseguimos e ficou diferente. E para o vizar um drone. Temos coisas tão giras, tão giras. Foi muito fico que era la volta. É a idade descoberta. Quero la voltar, sem dúvida. Paul Vintain foi um gosto de receber-te aqui no guia de viagem. Igualmente, muito obrigado. Agradecemos também o apoio técnico do Flip Pinto. Eu e a Joana Ferrar regressamos na próxima semana para explorar outro tutorial nesta esfera terrestre, sempre na companhia de quem já parlando. Ou só nos narrádio com música, na RTP Play, nas plataformas digitais e na Radio Player. Até lá, boa viagem. Boa viagem. Boa viagem. Boa viagem. Guia de viagem.
Podcast Summary
Key Points:
O convidado, Paul Vintai, descreve uma viagem transformadora à Amazônia, após um mês na Tailândia.
A expedição incluiu um workshop de sobrevivência na selva, dormindo em redes e aprendendo com guias locais.
Eles pescaram piranhas, cozinharam na fogueira, e visitaram tribos indígenas, experimentando sua comida e bebidas.
O convidado participou de uma cerimônia de ayahuasca com um xamã, descrevendo-a como uma experiência espiritual intensa e curativa.
A viagem destacou a importância da conexão com a natureza, o respeito pelos animais e a simplicidade da vida na selva.
Ele também menciona um novo projeto de viajar por Portugal em uma caravana restaurada, explorando paisagens e fazendo mini-documentários.
Summary:
O convidado, Paul Vintai, compartilha sua experiência transformadora em uma expedição à Amazônia, após passar um mês na Tailândia. A aventura começou de forma inesperada, quando um amigo o convidou para um workshop de sobrevivência na selva. Eles voaram para Manaus, onde passaram três dias se preparando com guias locais, comprando equipamentos como redes para dormir.
Durante a expedição, eles acamparam na selva, pescaram piranhas, cozinharam em fogueiras e aprenderam sobre a flora e fauna locais. O convidado destaca a sensação de paz ao dormir ao som da selva e a importância de respeitar os animais, que geralmente evitam humanos. Uma experiência marcante foi a cerimônia de ayahuasca com um xamã de 71 anos, que ele descreve como uma viagem mental e espiritual que ajudou a resolver questões internas.
Eles também visitaram tribos indígenas, onde experimentaram comidas como formigas e uma bebida alcoólica forte. A viagem reforçou sua conexão com a natureza e o desejo de proteger o meio ambiente. Por fim, ele menciona um novo projeto: restaurar uma caravana Mercedes 608 de 1980 para viajar por Portugal, explorando paisagens e criando mini-documentários sobre os locais mais bonitos do país.
FAQs
A Amazônia é uma floresta tropical densa no Brasil, com rios, animais e tribos indígenas. Foi o destino de uma expedição transformadora.
Prepare uma mochila com rede, mosquiteiro e roupas leves. É recomendado passar alguns dias em Manaus para comprar equipamento com guias locais.
É uma experiência de uma semana vivendo na selva, aprendendo a caçar, cozinhar e se proteger, com guias locais.
É um chá natural feito de plantas, usado em rituais para purificação e viagem mental. Pode ajudar a curar questões emocionais.
Sim, os animais evitam humanos. Com cautela e conhecimento, é seguro, mesmo com cobras ou aranhas.
Dorme-se em redes com mosquiteiro, suspensas em árvores, sem tenda. Isso permite ouvir os sons da selva.
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