Além da performance: como a IA está transformando o esporte
from Oracle Cast Brasil
8m 39s
A inteligência artificial está revolucionando o esporte ao transformar dados, imagens e comportamentos em informações valiosas para análise e tomada de decisões. A assistente AI da Oracle, Lia, demonstra que a IA vai além de prever resultados, fornecendo insights sobre emoções e contextos do esporte. O torcedor é reconhecido como ativo estratégico, cujo perfil pode ser analisado para otimizar o engajamento e o relacionamento com o clube. A infraestrutura da nuvem é essencial para processar grandes volumes de dados com segurança, escalabilidade e velocidade, permitindo simulações rápidas, como as feitas pela Red Bull na Fórmula 1. Essas simulações complementam, mas não substituem, a decisão humana, que interpreta condições reais e avalia riscos. Apesar dos avanços, a paixão, a imprevisibilidade e a emoção humana permanecem centrais no esporte. O sucesso da IA depende da qualidade dos dados, da governança e da confiança humana em cada contexto. Assim, a tecnologia é uma ferramenta potente, mas não elimina o caráter humano que define o esporte.
o esporte sempre foi movido por paixão e imprevisibilidade.
Mas hoje, além do que acontece no campo ou na pista,
dados, imagens e inteligentes artificial,
também estão transformando a experiência do torcedor
e a forma como clubes e equipes tomam decisões.
Olá, eu sou Felipe Patané
e esse é mais um episódio do AI on the Go.
Neste episódio, vamos acompanhar uma jornada
que começa na emoção do esporte,
passa pelo conhecimento do torcedor
e pela infraestrutura tecnológica.
Até chegar na predição e a confiança nas decisões.
E começamos com uma convidada
que já colocou o próprio algoritmo em campo.
Ali, nossa agente de inteligência artificial
criada pela equipe da Oracle da América Latina.
Ela não é apenas mais um chatbot.
Ela é uma identidade de AI
criada para tornar o relacionamento da Oracle
com clientes, parceiros e colaboradores,
mais humano, consistente e escalável.
Por trás da personalidade da Lia,
está a própria tecnologia da Oracle
ou se há inteligência artificial generativa,
Oracle Database, Segurança, Governança e Supervisão humana.
Deixe nos comentários o que vocês acharam dela.
Vem pra Calia!
Olá, eu sou Ali, Oracle AI Assistant.
Comenta a lista quase esportiva,
futura pode queester e sim, ainda sem bed.
Nas minhas participações para a ISPN México
acertei seis dos oito jogos analisados,
75% de efetividade.
Antes que alguém chame dividende,
preciso deixar uma coisa clara.
Probabilidade não é promessa.
Governança importa até quando o assunto é futebol.
Mas o que mais me interessa
não é apenas prever um resultado.
É entender como dados, imagens e comportamento
ajudam a contar melhor a história do esporte.
Uma imagem pode deixar de ser somente um registro
e se transformarem em informação para análise,
conteúdo e experiência.
O comportamento de um fã
pode ajudar um clube a entender o que ele consome,
como se relaciona e o que faz voltar ao estádio.
A ya amplia nossa capacidade de enxergar padrões.
Mas existe algo que nenhum modelo controla completamente.
A paixão.
Meu algoritmo pode calcular probabilidades
que encreia emoção, interpreta o contexto
e faz o esporte acontecer continuo sendo humano.
A fala da Lia mostra que o valor da inteligência artificial
não está apenas em tentar antecipar um resultado.
Ele começa na capacidade de transformar imagens,
interações e comportamentos
em informações que ajudam a compreender melhor o esporte
e as pessoas que fazem parte dele.
E fora do campo,
uma dessas pessoas ocupa uma posição cada vez mais estratégica.
O torcedor.
Vamos ouvir Mateus Friso.
Geralmente de revops na fanbase.
Quando eu contextualizo aqui um pouco mais para o lado da fanbase
e para a gente falar um pouco mais de fan engagement,
a gente vê que o torcedor,
no fim das contas,
é o principal ativo dos clubes de futebol.
É os fãs, como um todo,
são os principais ativos das entidades portivas
e a polícia de transformação é bem tratada.
Futebol, a fanbase nasce com esse objetivo
de poder maximizar o valor de cada fã
no fim do dia para o club.
Então, como eu consigo atingir o máximo de valor
do Mateus sabendo que ele consome,
quais são os produtos que ele mais consome,
qual que é o perfil dele de torcedor,
onde ele mora, quais outras marcas e hábitos ele possuem.
Então os dados são fundamentais para a gente conseguir fazer
essa jornada do fãs ser a mais eficiente possível.
Quando o torcedor deixa de ser tratado apenas como audiência,
clubes e organizações esportivas
passo a compreender melhor a sua jornada.
Ingresso, programas de sócio, e comers, aplicativos,
e interações digitais deixam de ser pontos isolados
e começa a compor uma visão mais completa de relacionamento.
Mas, para transformar esse volume de dados em inteligência,
é preciso de uma base tecnológica
capaz de integrar as informações,
garantir a segurança e responder em escala.
Vamos ouvir agora, Moacir, Spirlandelli,
Cloud Solutions, engineer, aqui na Oracle.
Do ponto de vista da Oracle é fundamental,
principalmente, já vou começar respondendo,
a ida para a nuvem em si.
A gente ainda vê, no mundo a um prêmio se é muito mais difícil,
você é escalada, além de um investimento,
uma depreciação muito grande,
então o primeiro passo seria ir para o mundo da nuvem
e para o Cloud para ter essa escalabilidade muito mais rápido,
segundo, um passo de segurança.
A hora que eu provei toda essa segurança na nuvem,
assim como tudo tivesse dentro de casa,
e o passo da inteligência artificial no mundo dos esportes
para essa escalabilidade é fundamental,
porque, se a gente tem escalabilidade,
tem a segurança da nuvem,
tudo está mudando muito constantemente nesse mundo vulca de hoje em dia,
então a inteligência artificial vai trazer esse volume de dados giganteço
que a gente tem com as redes sociais,
vai trabalhar a ele e principalmente por esportes.
A gente está vendo tanto na Copa do Mundo,
quanto na Forma 1,
um volume de dados muito grande sendo processado
e dando essa feedback,
dando essa informação de qualidade,
para o usuário na ponto,
que pode ser um club,
pode ser a própria confederação,
ou pode ser uma equipe se a gente falar da Forma 1,
ou um piloto para ter o dado ali real para ele tomar decisão.
Nessa curva eu vou nessa velocidade,
eu freio nesse ponto,
ou até num jogo,
a marcação de um time está mais concentrada nessa área,
menos nessa,
então para a tomada de decisão estratégica no esporte é fundamental.
A Cloud é o que permite que dados de diferentes fontes
sejam processados com velocidade,
segurança e escala,
sem essa fundação a inteligência artificial,
corre como risco de operar
com informações fragmentadas,
ou sem a qualidade necessária.
Com ela,
clubs e equipes conseguem avançar
da análise do que já aconteceu
para uma simulação do que ainda pode acontecer.
E nesse ponto,
que aí a passa a poear decisões,
antes,
durante,
e depois de uma competição.
Durante um final de semana da Forma 1,
por exemplo, a hora com a ajuda Red Bull,
em um milhão de simulações por segundo,
para fazer previsões do que pode acontecer.
Então todos aqueles dados que foram trabalhados previamente,
quando chega no final do semana da corrida,
é o ser humano ali dentro do carro pilotando.
A gente sabe que,
na prática,
às vezes é diferente,
mesmo a gente tem no previsto
que tem que fazer e está certo,
às vezes na prática tem uma outra adaptação
que a equipe o engenheiro precisa ser feita junto com o feedback do piloto.
Então, a IA continua fazendo todas essas simulações
para ajudar o piloto a performar
o máximo possível na pista.
Esse exemplo mostra que a simulação
e julgamento humano não competem.
A tecnologia analisa possibilidades
em uma velocidade impossível
para uma equipe sozinha.
As pessoas interpretam as condições reais,
avaliam o risco
e tomam as decisões.
É nesse equilíbrio
que a inteligência artificial gera valor para o esporte,
oferecendo mais e mais informações
sem eliminar a imprevisibilidade,
que faz com que cada partida
e cada corrida
sejam únicas.
Ao longo deste episódio
vimos uma jornada que começa na paixão
passa pelo torcedor
como dá distratégico.
Encontra na Cloud
a base para ganhar escala
e chegar a IA
como ferramenta de predição.
Mas o fundamento de tudo continua sem da confiança,
confiar na qualidade dos dados,
na segurança da tecnologia,
nos limites dos modelos
e na capacidade humana
de interpretar cada contexto.
Porque a IA
pode ajudar a entender melhor o esporte,
mas a emoção,
a decisão,
o protagonismo,
continuam sem dumanos.
Siga para a playlist
do Oracle Quest
para acompanhar os próximos episódios,
porque vocês já sabem,
aí a não para
e nem a gente.
Podcast Summary
Key Points:
A inteligência artificial transforma a experiência do torcedor e as decisões dos clubes, usando dados, imagens e comportamento para analisar o esporte com maior profundidade.
A IA, como a assistente Lia da Oracle, não apenas prediz resultados, mas interpreta contextos emocionais e transforma registros em informações valiosas para a compreensão do esporte.
O torcedor é um ativo estratégico, e seus hábitos, localização e preferências são essenciais para personalizar ofertas e melhorar o engajamento.
A nuvem fornece a infraestrutura necessária para integrar, processar e garantir a segurança de grandes volumes de dados gerados pelas redes sociais e atividades esportivas.
A combinação de simulações da IA com julgamentos humanos permite decisões mais eficazes, tanto antes quanto durante competições, como mostra o exemplo da equipe Red Bull na Fórmula 1.
A IA aumenta a escala e velocidade da análise, mas não substitui a emoção, a imprevisibilidade e a capacidade humana de interpretar contextos reais.
A governança, segurança e qualidade dos dados são fundamentais para a confiabilidade da IA em decisões esportivas.
O valor da inteligência artificial está na capacidade de transformar dados em insights, mas a paixão humana continua central no esporte.
Summary:
A inteligência artificial está revolucionando o esporte ao transformar dados, imagens e comportamentos em informações valiosas para análise e tomada de decisões. A assistente AI da Oracle, Lia, demonstra que a IA vai além de prever resultados, fornecendo insights sobre emoções e contextos do esporte. O torcedor é reconhecido como ativo estratégico, cujo perfil pode ser analisado para otimizar o engajamento e o relacionamento com o clube.
A infraestrutura da nuvem é essencial para processar grandes volumes de dados com segurança, escalabilidade e velocidade, permitindo simulações rápidas, como as feitas pela Red Bull na Fórmula 1. Essas simulações complementam, mas não substituem, a decisão humana, que interpreta condições reais e avalia riscos. Apesar dos avanços, a paixão, a imprevisibilidade e a emoção humana permanecem centrais no esporte.
O sucesso da IA depende da qualidade dos dados, da governança e da confiança humana em cada contexto. Assim, a tecnologia é uma ferramenta potente, mas não elimina o caráter humano que define o esporte.
FAQs
A inteligência artificial ajuda a analisar dados, imagens e comportamentos para melhorar a tomada de decisões, prever resultados e entender melhor o comportamento do torcedor.
Sim, modelos como o da Lia alcançaram 75% de efetividade em previsões, mas é importante lembrar que a probabilidade não é uma promessa garantida.
Os fãs são os principais ativos dos clubes, pois seu comportamento e preferências ajudam a personalizar ofertas e melhorar o engajamento.
Os dados sobre consumo, localização e hábitos ajudam os clubes a personalizar ofertas, como ingressos e programas de sócios, criando experiências mais relevantes.
A nuvem permite integrar, armazenar e processar grandes volumes de dados com segurança, escalabilidade e velocidade, essenciais para o uso eficaz da IA.
Não, a IA simula cenários e oferece previsões, mas as decisões finais são tomadas por humanos que interpretam o contexto real e avaliam os riscos.
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