A edição de hoje do WW analisa a recente manobra política de Davi Alcolumbre, que encaminhou ao Senado duas propostas caras ao governo Lula: a PEC das bruxinhas e o fim da escala 6x1. Essas medidas, vistas como essenciais para a reeleição presidencial, prometem benefícios populares como importados mais baratos e mais folgas trabalhistas, mas geram controvérsias. Especialistas alertam que escrever um modelo de escala na Constituição é inadequado para uma economia moderna, e a aprovação antes das eleições é improvável, apesar do gesto positivo de Alcolumbre. A reaproximação entre Lula, Alcolumbre e Alexandre de Moraes, intermediada por este último, é fruto de vulnerabilidades políticas compartilhadas, já que todos enfrentam investigações ou riscos eleitorais. Essa união estratégica visa proteção mútua, mas o cenário é incerto, com pesquisas mostrando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, agravado por escândalos como o caso Lulinha e as joias de Marcola. Paralelamente, o programa discute a crise dos fertilizantes, impactada por ataques no Estreito de Hormuz, elevando custos e reduzindo importações no Brasil, o que pode pressionar a inflação de alimentos. A alta do diesel nos EUA também ameaça a economia global. A análise destaca que, apesar dos acenos políticos, as matérias devem ser adiadas, e o foco imediato está nas investigações e na volatilidade eleitoral, com um setembro previsto como complexo em Brasília.
[Música] Boa noite, esta cena em Brasil, este é o WW. O presidente do Senado, da Vial Columbre, colocou hoje para andar duas matérias caras do ponto de vista da Releição de Lura. É alguma delas e atache das brusinhas, e a outra é o fim da escala se expurou. A campanha do presidente acha que são essenciais para ele ganhar a reeleição, pois prometem em conjunto coisinhas importadas mais baratas. Quem não gosta? Mesmo que isso custa ao físico, embora, fosse para aumentar a receita que se tinha decidido tachar as brusinhas lá atrás. E prometem aos trabalhadores mais folgas sem diminuição de salário. Quem não gosta? Mesmo que isso causa estrago nas grações de trabalho, pois especialistas dizem que diminuir cargourária é uma coisa, escrever na constituição qual o tipo de escala para essa carga é outra, simplesmente não faz sentido numa economia moderna. A decisão de Alcoulubre, em ajudar a Lula, conquendo obrigando, começou por uma costura do ministro do Supremo Alexandre de Morais. Os três sofrem de uma considerável vulnerabilidade política. São as investigações da Polícia Federal, em várias frontes, com o potencial de torpediar a permanência de cada um deles onde hoje se encontro. Porém, uma acontece na política, não interessa com quais sejam os possíveis motivos por mais plausíveis que possam parecer para essa união. O que interessa é a convergência de interesses e os fatos que essa convergência cria. O comando do Congresso e a ela relevante do STF enxergam hoje em Lula uma esperança. Adiciu que as coisas continuem com estão. É uma aposta ambiciosa e de risco. No WWO, hoje vamos falar também do sufoco do agro com a questão dos fertilizantes e da disputa entre China e Estados Unidos pela influência sobre a América Latina. Estamos com o time completo hoje. Sempre me dá um grande prazer Daniel Reed em Brasil e Ebano Eit, a Israede e a Caio Junqueira aqui na bancada em São Paulo. O presidente do cenário da Alcoulubre assinou despachos que encaminham a peca da segurança e a proposta do fim da jornada 6 por 1 às comissões da casa. As medidas são de forte interesse do governo. Chegam depois de uma série de articulações com presidente Lula. Detalhes com a nossa reporter Carol Rosito. Boa noite, Carol. Oi, William. Boa noite pra você. Boa noite já todos. Foi mais um passo burocrático, né? Que faz parte do rito regimental, que da ver o columbo e diz que cumpriria. Então assinou hoje o despacho pra encaminhar essas pautas as comissões. Elas ainda não chegaram. Viu nos colegiados, isso deve acontecer nos próximos dias. Não aparece ainda no sistema do cenado. A ideia, inclusive, segunda a pração da própria CNN. É de que da ver o columbo deve se reunir com os cenadores pra definir os relatores dessas propostas, dessas matérias pra que depois elas sigam. Vamos lembrar que na semana passada a gente acompanhou as reuniões de re aproximação entre Lula e Alcoulubre. Depois do terceiro encontro, presidente do cenado anunciou que encaminharia, por exemplo, a proposta que põe fina escala 6 por 1 para a comissão de Constituição de Xista. Seguindo a prioridade do Palácio do Planaldo, apesar da velhação de cenadores, aliados governistas dentro do Congresso já entenderem que apesar da sinalização positiva, esse texto não deve ser aprovado antes das eleições. Muito pelo contrário, deve ficar pra depois ali de outubro, mas foi o gesto já positivo avaliado por aliados de Lula, esse de Alcoulubre de garantir o encaminhamento para a CCJ, que era o caminho que eles esperavam de fato. Já sobre o pele, por exemplo, que trata sobre minerais críticos, que também estava ali na mensagem de Alcoulubre, da o encaminhamento sobre essa matéria, deve passar pela comissão de Constituição de Xista e ainda pela comissão de assuntos econômicos, mostrando também que isso deve ficar pra discussão depois das eleições. Além da reaproximação, pra garantir o encaminhamento das pautas, essas reuniões também renderam frutos políticos, digamos assim, o ilha relação ao primeiro encontro público de Alcoulubre e Lula ontem, por exemplo, no Amapá Reduto do presidente do Senado, o aceno também que os dois esperavam depois do Anúncio da Petrobras, de ter encontrado ali em disso de petróleo na Fósula Amazona. A gente segue e acompanhando. Vamos ver quais serão os próximos passos quanto tempo vai demorar de fato pra essas matérias começarem a tramitar. Volto com você. Obrigado, Caroa Bono, de pra você em Brasília. Daniel Retinerou os três aos quais nos referimos. A Caroa não estava falando do Morais, mas eu estava no começo do edição. Ela estava falando de Alcoulubre e Lula e essa. Como é que nós vamos dizer, esse reencontro entre esses dois personagens, eu estou pôr um pouco de ironia aí. Os três são velhos, o suficiente na política, pra saber que um não pode confiar no outro jamais. Porém, qual é a postura do palácio do Paranáutro de Antideça e Reencontro? É de cautela ou de intuzeas? É um misto, uma irandiverdade das duas coisas. Tem cautela, mas tem uma esperança. Acho que a esperança maior era de que Davi Alcoulubre garantisse a votação, principalmente da PEC 6 por 1, ainda antes das eleições absolutamente disputadas, três pontos, percentuais separam Lula de Flávio Bolsonaro no segundo turno. É muito menos do que o governo previa quando houve a sucessão à valanche de desgastias contra a Flávio Bolsonaro, mas é uma medida que muito dificilmente passa nesse próximo esforço concentrado do Senado. Até mais uma semana de trabalho, antes das eleições últimos, esforço concentrado, teve muito de concentrado e pouco de esforço. Nem deputados, nem ensinadores apareceram por Brasília, então, com todas as obstruções regimentais possíveis, é muito difícil que a 6 por 1 passe, efetivamente, antes da eleição, que seria o cenário ideal para o palácio do Paranáutro. Mas ter um presidente do Senado que ajuda, que não coloca obstáculos para uma série de questões, inclusive depois de uma eventual vitória de Lula, é bom para o palácio do Paranáutro. É melhor ainda para um supremo que vê uma possibilidade real, mesmo que Lula ganhe de um Senado com maioria de direita, que pode fazer avançar o processo de impeachment. O columbo é um sujeito absolutamente próximo, já deixando de morais, que é o alvo preferencial da direita, junto com Tóforo, mas acho que Alexandre é o alvo preferencial da direita para um eventual impeachment, e ao columbo é muito, muito próximo. E aí tem um acordo de conveniência, num Senado de Direição de Lula, que é o seguinte, um Senado e Davi Olcoulumbri descobriram que podem rejeitar nomes, até de superimpensional federal. Mas tem um monte de cargo ali que o palácio do Paranáutro precisa destravar, desde presidência do Cádio, até a gente reguladora, e aí, isso precisa passar para uma articulação entre executivo e Senado que estava absolutamente travada. Mas no curto prazo, o palácio do Paranáutro faturamento. O memória se caiu. O Ilhão é um casamento que o caso Master Unil, estendificidades, não tem afinidades ideológicas. O Olcoulumbri subiu, vamos dizer assim, politicamente, alçado pelo ônix, o Lorenzo Zone, no começo do governo Bolsonaro, Alexandre de Moral, esteve a carreira toda política, ligada ao PSDB aqui em São Paulo, portanto em oposição optismo, mas Brasília e as circunstâncias fizeram, criaram essa união, e é uma estratégia de defesa e de sobrevivência política. Porque os três, um tem uma eleição para enfrentar, e os outros dois tem investigações contra si em curso. Então é a saída que conseguiram visumbrar para tentar sobreviver. É legítimo, não é a primeira vez que fazem isso, pessoas que são ofreem investigações, tentassem por que o cargo deles é muito relevante, os três têm muito poder. E aí se uniram, porque tem essa expectativa do que vem do lado de lá, das investigações, pode prejudicá-los principalmente da vivela, Alexandre. Possivelmente, talvez a gente se você está lembrando um ponto importante, que é possívelmente, a aja, sobretudo por parte da motivação do Davi ao columbre, algo realmente decisivo, para explicar a postura dele em relações calas se expuram. Até aqui, boa parte do Senado, acordou depois da votação da Câmara sobre a sua expulção, assustado. A gente precisa estudar isso daí melhor, no mínimo. A gente precisa dar uma freada nessa tramitação, temendo evidentemente o que os especialistas apontam, como graves distorções, totalmente desnecessário colocar na Constituição fin de escala. Regular jornada semanal é uma coisa. Colocar escala para essas jornadas na Constituição não faz sentido por isso, inclusive o Davi acabou sendo aquela referência para todos esses, digamos, esse é a cúmulo de interesses, que há seis por um não passados, para ele fazer passar o que está acontecendo. O William, quando ele tratou da seis por um depois de ter sido cobrado, ele disse que queria um projeto sem transição. Então, ele, para ficar mais bem na foto, para ficar melhor, desculpe mais bem, ficar melhor na foto do que o próprio governo, na própria camera dos deputados, e assinar para os trabalhadores.
Por ele, não haveria nenhuma transição. Que foi a única coisa que o setor privado conseguiu negociar na votação na câmera, para que houvesse o mínimo de transição para a entrada em vigor. Da escala, e da jornada, ambos. E o David Ocolombri, quando se pronunciou sobre isso, não, eu por mim não teria transição nenhum. Então, esse foi um sinal. Outro sinal dele que deu a entender de que ele estava ouvindo o setor privado, que ele levaria esse debate em sério. Sim, foi em preceboso nós vivemos. Então, mas aí agora a gente está vendo que ele fazia parte de uma estratégia política, não sei que durante essa tramitação, se vai ser curta, se vai ser longa, ele abre espaço para algum mudança. Mas assim, ele primeiro disse que não queria transição nenhuma, depois ele segurou a votação. E agora ele faz esse, que talvez certamente é resultado da que ele jantar para o movido pelo Alexandre de Morais, que, como você disse, agora ninguém conseguiu explicar o que foi aquilo, porque de republicano não tem nada, não é papel do ministro, e a gente não sabe o que foi discutido. Mas agora a gente está vendo, a gente está assistindo, uma aproximação muito rápida e uma troca de favores. Agora tem um ponto que nós mencionamos desde começo dessa edição que são as vulnerabilidades políticas desses três personagens, nos quais estamos nos referindo. Elas estão diretamente associadas à investigações, que têm, digamos, o centro e seus relatores dentro do Supremo Tribunal Federal. Até aqui, Daniel, até aqui o que eu quero dizer, da velocidade da nossa crise, uma semana, um bocal de tempo. Nas últimas três, quatro semanas, esse cenário parece relativamente tranquilo no sentido de que não vimos nenhuma grande explosão relativa a morais, é o colume. Porém, em relação a Lula Sim, leia-se, investigações em relação ao seu filho, o Lulinha, o que isso tem capacidade de alterar essa convergência de interesses a partir do que você viu hoje. Não quero ver você também. Tem um dado importante, a gente falava de pesquisa, e é óbvio que todos os partidos falam muito das suas próprias pesquisas internas. Mas o track em hoje, do PL, deu pela primeira vez em algumas semanas deu o Flávio Bolsonaro na frente. Isso não tem a mesma confeibilidade de uma pesquisa de instituto tradicional, mas é um sinal de que as coisas estão indo melhor pra Flávio do que pra Lula nos últimos dias. E o principal calcanhar de aqueles reconhecido pela campanha do PT é o caso Lulinha. E hoje a gente teve mais coisas a saindo e sendo descoberto em torno da figura do marcola. Joias mal explicadas, influência de Lulinha na Comuncia. E era o chefe de gabinete do PT. E era o chefe de gabinete do presidente, só pra as pessoas saberem de quem estamos falando. Importante pontuação. Então isso tudo vai se somando em interesse, e a gente pode afirmar com toda a segurança para os nossos telespectadores que existe muita coisa ainda do caso máster que pode vir atona. Talvez não antes das eleições. Isso vai ter perdendo muito do grande eleitor da seleção que é a polícia federal e do gabinete de André Mendoza, mas tem muita coisa pra sair. E essas coisas podem pegar tanto suprematribunal federal quanto da violculumbre, porque tem ido também pra um caminho em que as relações do máster com fundos de previdência estaduais podem chegar ainda a violculumbre no amapal ou de seus indicados e afirados políticos. Então ele também precisa se proteger. Caiu. O Iliam, tem uma previsão muito grande em Brasília de um setembro muito complexo, complicada, essa travessia até o sete de setembro, que é quando se concluia a primeira fase da campanha eleitoral, por investigações pra todos os lados, na verdade. Hoje, por exemplo, eu convencer, no Palázo do Plano, convencer no PT, eles têm uma percepção um constrangimento da situação, principalmente do marcólogo, porque o Lulinha é um personagem já antigo, tem ricole em agenda negativa, mas um constrangimento, mas eles avaliam que é preciso que virar a chance grande de viadados e vazamentos também contra Flávio Bolsonaro em razão da investigação do Doc Ross, os recursos que o Daniel Vercaro deu pro filme sobre o pai. Então isso neutralizaria um pouco essas denúncias, esses vazamentos contra o Lulinha. E eles acho que se expor o Flávio Bolsonaro, isso tem um potencial grande de reverter e neutralizar. Mas já tem uma percepção de que as próximas pesquisas vai vir um cenário praticamente empatado, que é o que a gente acredita aqui está no ar. O fundo está instável, hein, Caiu. Isso aí a gente olha as pesquisas, e eu vou ser um pouquinho, vou puxar essa linha do tempo um pouco mais lá para trás. No fundo, no fundo, no fundo, se a gente olha a situação dele de janeiro, as alterações são pequenas. Tem duas alterações significativas, né, três, na verdade. Primeiro, na lagada, Bolsonaro anunciou Flávio, o Flávio dispara. E passa o Lula, até maio. Maio, peração, cirunogeira e Doc Ross, o Flávio caiu, o Lula passa, o Flávio. E agora, final de julho, começo de agosto, o caso do Lula, e o caso do Marcolas, o Flávio volta a subir o Lula caiu. Mas se você olhar as diferenças, você traçar a linha, ela é ali próximo. Sim. As usilações, não são de um cismógrafo que está registrando na escala "Rister 7". Ponto, não sei que é para cima para baixo. A gente vê algo, tá isso? Você fala? Existe uma certa monotonia, como a gente tem tratado, que são das pesquisas assim, o que só aumenta a sua impervisibilidade, porque a diferença entre as pesquisas é muito pequena e a diferença de votos entre eles também. Eu acho que o movimento de perda de votos, de intenção de votos do Flávio Bolsonaro revelou, e a volta dele tão rápida, revelou que ele tem um piso, o Flávio Bolsonaro tem um piso que ele não vai perder, pelo menos 35% do eleitorado, ele vai ter de qualquer jeito. E o Lula tem um teto, que ele não consegue passar dos 45%. Nem conduce o adversário de espenca, numa acusação de corrupção, nem quando ele entrega as melhores coisas, os melhores programas, os melhores projetos, ele também não consegue subir. Então, primeiro veio Joax Wagner, que não acabou não tendo uma leitura muito negativa, mas aí quando vem Lula e agora o Marcola, veja hoje, hoje, por exemplo, o governo poderia estar comemorando essa história da 6 por 1, está andando, o ministro tudo dando entrevista, falando, olha, agora vai, tal. Mas no mesmo dia, essa informação sobre Joia, do Marcola, que ninguém consegue entender, porque de abos a colobista. - O Marcola de Canapas, o ministro de Canapas, o ministro de Canapas. - Não, a lobista tem que comprar a Joia para mãe do chefe de gabinete, do Presidente da República. Como é que essa correlação aí não dá nem para entender? - O nosso novo normal, tantos. - Não dá nem para fazendo, sabe? Olha, vamos desenhar para explicar, para a audiência, assim o que está acontecendo, desculpe, não dá. É difícil mesmo. E a história do Lulinha, a história do contrato, do Ministério da Saúde, conversas. Então, e tem mais uma coisa só que eu queria colocar, que vou jogar para a roda, que é a coisa da onda dos vazamentos. - Não, não vai ficar o último palavra, tem que encerrar o segmento. - A primeira onda foi o vazamento contra o Flávio, com Dark Horse, com os diálogos todos, a Icai, vem a onda do Lula. E eu vou sonar o Cai. - Então, em algum momento, será que vai curzar de novo? - E, pelo andar da carroagem, essas informações do Lulinha significam que já há um relatório da Polícia Federal. E o que significa que, nas próximas semanas, se a gente considerar todo o processo de perseguição penal, de investigação, pode virar ter o depoimento. E, tecnicamente, estamos falando tecnicamente, alguma andada, alguma busca preenção, alguma prisão, alguma coisa. - Tem considerando a ordem dos. - E atrás de tudo isso, a gente ouve o som de um celular, o Duvor-Caro. - Sim. - Sim, que está negociando a terceira delação premiada. - Mas parece que o celular dele fala mais. - Tá, isso, eu me despeço, não. Você não me despeço, e você cai. - Sim. - A gente está encerrando a parte política hoje. Nós vamos pro intervalo. - Beninha, Altair e eu, e na volta vamos falar da alta do fertilizante. Se ela coloca em um perspectiva inflação de alimentos no nosso radar, até já. - Estamos de volta do intervalo da Alucunosco, agora, a participando do programa, a engenhar a grônoma Maiza Romaneilo. Ela é especialista em fertilizantes da consultoria Safras e Mercado Maiza, obrigado por estar conosco e boa noite. - Olá, boa noite. - Eu que agradeço. - Vamos ao assunto já anunciado a vocês. É grave. A gente está só lidando com coisas graves, às vezes a gente fica até meio. Nossa, blavamos, nós, chatear o pessoal com mais alguma coisa grave, mas essa aí tem uma consequência muito ampla. É o aumento do preço dos fertilizantes. Isso daí tem uma consequência direta, óbvia, qualquer o entende, que é ampliar a pressão dos preços dos alimentos. Ao longo dos próximos meses, ninguém aqui torce contra, isso é ruim para todo mundo. Os produtores precisaram reduzir a compra dos insúmeros.
e os retores de todos os mais de 30 anos, frente a considerável alta deles, o que ajuda a reduzir a produtividade no longo prazo. Segundo o J.P. Morgan, uma longa interrupção no fornecimento de fertilizantes afetaria o plantil e reduziria a produtividade das lavouras. O resultado seria, com atraso, uma pressão nos preços dos alimentos. Os fertilizantes de plantil médio. Isso porque, o estreito de hormus é uma rota estratégica para o transporte dos materiais. Quase metade do insôfrio transportado por vías marítimas cruzava a região antes do início dos ataques. O fechamento da passagem reduziu o comércio e aumentou os preços desses produtos. A cotação da oreia chegou a bater 600 dólares por tonelada nos piores momentos do conflito, por exemplo. O resultado da variação é desfavorável ao produtor. Ele se vê diante de menos em sumo chegando ao país e concusto maior. Entre janeiro e junho, o Brasil importou 22,4 milhões de toneladas de fertilizantes, 7,4% a menos que no mesmo período do ano passado. Mas a despesa foi para o lado contrário, uma alta de 7,3% para 8,8 milhões dólares. O país tem uma série de vulnerabilidades no setor e depende do mercado externo para abastecer a agricultura. Entre 80 e 90% de todo o ensumo usado pelos produtores brasileiros vem de fora, aumentando riscos de oferta e logística. Antes de impactos na produção, as oscilações vão reduzir a margem do produtor, alterar a área plantada ou o uso de ensunos. Para o Brasil, o risco também envolve a decisão de compra dos fertilizantes para próximas afras, que pode sofrer com a mudança nos custos. Outro aspecto que deve afetar o setor, ao aumento no preço do diesel. Nos Estados Unidos, o combustível se aproxima de uma máxima histórica nas bombas, atingindo 5 dólares e 47 centavos, segundo o Financial Times. O jornal afima que a disparada ameaça provocar um novo surto de inflação antes das eleições de meio de mandar-se Americanas em novembro. Na semana passada, o diesel ficou mais caro que o que Rosene para a viação na Europa pela primeira vez em um ano. Além da guerra do Iran, o conflito entre Russia e o crânia já causava danos importantes à produção, transporte e custo dos combustíveis. Grande mudanças no mercado internacional têm força para afetar o Brasil, já que entre 20% do combustível consumido no país, depende de importações. Antes de eu passar a palavra nossa convidada Maiza, isso está na eleição, está na campanha e o Daniel Ritman preparou para nós um breve resumo. O que os candidatos estão falando de fertilizantes nas campanhas, Daniel? Muito rapidamente o ele a gente mostra aqui numa arte que todos os cinco principais candidatos que estão pontuando nas pesquisas mencionam o tema em comum e eles falam sobre a necessidade de diminuir a dependência de fertilizantes importados e aumentar a produção nacional. Mas, Lula, assentua muito o papel da Petrobras estratégico, segundo a campanha do PT, nesse processo, com mentes, por exemplo, que a Petrobras aumentou o retomou a produção em sérgipe na Bahia, no Paraná e está com obras reiniciadas em matugroço do Supraum, uma unidade de fertilizantes. Hoje, por exemplo, presidente do Ben-Less, falou que é desejo colocar o banco e a Petrobras para explorar lítio, terras rairas e aí algumas pessoas falam porque não potácio, por exemplo. Flávio Bolsonaro, assentua muito também essa questão da produção nacional, mas talvez por dedo de seu mentor na área de energia de reenupiris, coloca muito ênfase no escuamento do gas para o interior do país, minas gerais, centroeste, como energia disponível para novas plantas diferentes antes. Os outros três candidatos da direita têm mais ou menos o mesmo tom, que conseguia também com o Flávio Bolsonaro, que é de fortalecer a produção nacional, mais flexibilizar o licenciamento ambiental e alguma exploração controlada em terras indígenas justamente porque boa parte das reservas nationais diminuires de potasco, por exemplo, estão vizinhas ou dentro de terras indígenas e hoje pela desização haveria muita dificuldade de exploradas. Agora sei mais o que peça estamos. Bom, a gente tem essa grande dificuldade na produção nacional de fertilizantes, isso é histórico e a gente viu poucos avanços no último ano. Em 2022, quando tivemos a guerra lá entre Russia e Ocrania, teve lançamento do plano nacional de fertilizantes, a sender o debate sobre os fertilizantes nunca antes a gente tinha olhado para a importância desse consumo, da nossa dependência por importações, só que esse plano também não teve grandes avanços. A gente tem agora essa retomada da petrobras no setor, que é algo importante, mas para isso, para a serviável precisa competir estratégicamente com os fornecedores internacionais. A Rússia, por exemplo, a China também, tem custos de produção muito baixos, então fica muito difícil para o Brasil competir com esses fornecedores internacionais. Então, o principal fator seria a gente conseguir trazer essa competitividade para a indústria local. A isso, o que a gente registrou e o que, a explinação que a mãe esacaba de nos da hoje, é que na ponta, quem vai ser afetado em primeiro lugar o produtor brasileiro, cuja rentabilidade está caindo. Está espremida por vários fatores, né, mas porque são as financeiras, basicamente, a gente tem a cor de dípedidos de recuperação judicial, está certo que a recuperação judicial acabou virando um instrumento de gestão financeira e não um reflexo de uma situação de estrangulamento, mas ainda assim é uma situação de baixa rentabilidade. E o choque pro Brasil e pro outros países não é diferente, mas para a nossa que dada a nossa baixa competitividade, a nossa altíssima dependência, há um choque de custos hoje em voga para qualquer setor produtivo, mas para o agro negócio, mais ainda, porque tem díseo e tem transporte, ambos com choques de custo muito forte. Então, existe uma preocupação, acho que a mãe da Pajoté falar mais sobre isso, se eu puder fazer essa perrondinha para ela, mas a preocupação do momento da chegada, não só da quantidade que consegue chegar, mas do tempo que consegue chegar, o quanto isso pode impactar, por exemplo, produtividade das lavoras e quantidade mesmo, qualidade, enfim. Sim, a logística, né, como você estou, é realmente algo bastante importante por ser algo demorado. A gente demora aí 2, 3 meses para importar esse produto. Então, os agricultores às vezes ficam esperando uma melhora nos preços em momentos de crise, como é isso que a gente está vivendo de antes de uma guerra, né? Mas tem toda essa questão logística que tem que ser ponderada, além de todo esse aumento também nos custos de frente marítimo, frente rodoviário, todo o processo oneroso, que temos desde a importação da compra desse insumo com os fornecedores internacionais até esse produto estar internalizado e ir diretamente lá para as lavoras. Então, é algo um processo bastante demorado com custos muito elevados, por isso que a produção interna seria algo que melhoraria todo esse custo também, mas para isso, realmente, de estar com novamente, que a indústria precisa ser competitiva. A gente tem toda a questão dos impostos da matéria prima, dificuldade de obtenção de matéria prima, foi citado ali na reportagem o potássio que está localizado na Amazonia, a gente tem toda a questão de legislação que precisa avançar para que a gente consiga ser competitivos e ter um fornecimento mais viável aqui no mercado interno, porque a gente fica muito refém de tudo que acontece no mercado internacional. Então, essas questões de alcolícitas, a gente está vendo nos últimos anos influenciarem muito nos preços dos fertilizantes e quem paga conta é o agricultor com todas as dificuldades como vocês comentaram sobre o crédito também, né? E isso reflete também no mercado com a alta no preço dos alimentos. Daniel, se inscreveu na filha para fazer perguntas a você, mas. É verdade, eu queria saber, mas o seguinte, enquanto a produção nacional não ganha corpo e não se fortalece, é possível ter fornecedores no mercado internacional mais seguros. A gente passou muito tempo privilegiando importações da rússia, e a China superou a rússia como uma fornecedora, mas o Canadá é um grande produtor em tese, seria um fornecimento mais seguro. Esse é um ponto, a gente poderia privilegiar esse tipo de fornecedor ou, no final das contas tanto faz, porque o que importa é que o custo é caro, o dólar e isso afeta a preço. Bom, a gente importa muito da rússia por ser uma das origens mais competitivas, bem como a China. Sobre o Canadá, o Canadá é uma importante origem de cloreto de potássio. Já para os nitroagenados e fosfatados, ele não tem uma produção significativa para ser uma origem para a gente, mas para o cloreto de potássio é a nossa principal origem, assim como a Rússia e B.L.Rússia. Em 22, quando teve a guerra da Rússia, que acendeu todo um temor, quanto a falta de disponibilidade, justamente pela Rússia, ser o nosso maior fornecedor, nós fomos em busca de outros fornecedores. Então, conseguimos a iguas relações comerciais com a Mãe Qatar, a países do Oriente Médio, que são importantes hoje no fornecimento, principalmente, de nitroagenados e tanto.
também fosse fatado, o Arabia Saudita, enfim, outras origens. Inclusive, essa questão da guerra no IRA também, para que estou bastante nesse ano, justamente porque, boa parte dos fertilizantes nitrogenados e fosse fatados, vem desses países do Oriente Médio. Maíze, eu também estou na fila para fazer perguntas. Você tem condições de nos dar um horizonte, de quais safras serão inmediatamente afetadas. E o que isso significa em termos de pressão de pressos? Bom, a safra dos Estados Unidos já foi afetada nesse ano, porque o plantio deles acontece em abril, que foi justamente no principal período em que os pressos explodiram, né, diante da guerra no Oriente Médio. Aqui no Brasil, a safra 26-27 vai ser impactada principalmente pelo alto custo dos fertilizantes fosse fatados, por conta do enxofre, que não está conseguindo ser esquado ali pela estreito de hormuz, já que 45% da matéria prima para a produção de fos fatados passa pela estreito de hormuz. Inclusive, a Mosá é que outras empresas importantes para a produção de fos fatados aqui no Brasil, está com a produção reduzida e paralisar a produção e importantes fábricas aqui no Brasil e também no exterior. Então, o impacto principal vai ser em relação ao custo da adubação fos fatada, em que a gente já está reduzindo as compras comparado nos anteriores e isso pode trazer aí prejuízos contra a produtividade caso o agricultor não faça essas reduções de forma moderada e cautelosa para não perder em produtividade. Aisa queria começar por você o agradecimento pela participação aqui no programa, a Maísa Romanelo, a Especialista Infertilizantes da Consultoria, Sáfase e Mercado, muito obrigado, Maísa Boa Noite. Meu quer agradeço, Boa Noite. O Daniel está aí, queridos, Boa Noite, são meus colegas. O Daniel. Não, o Daniel não está dispensado no Daniel, está de castigoso. [risos] Pô, assim quando, né? Vamos lá, o Daniel, não, na brincadeira. A gente relaxa pouco. China e Estados Unidos, a nossação sobre o Pôes do Brie, guerra pela influência aqui, América Latina e Brasil, até já. [Música] Nós estamos voltando ao intervalo da Árbrica, nosso com a agora Thiago de Aragão, analista político, se o Dark Wild Vice Internacional é nossa parceira de conteúdo no site do W Thiago. Boa Noite, obrigado. Você está falando de remote de San José, capital da Costa Rica? Exatamente, prazer falar com todo mundo. Estamos também aqui com o nosso Lurival, Santana Boa Noite, Lurival. O presidente do Equador, Daniel Noboa, se encontrou nessa terça-feira com o presidente de Chines, Xi Jinping, em Pauta, estava nos interesses econômicos da China, não apenas do Equador, mas em toda América Latina, uma preocupação importante para Pekim Mas, os Estados Unidos se preocupam ainda mais com isso, os detalhes com a nossa correspondente em Washington, Mariana de Andáquimo. Xi Jinping disse a Noboa que os tatos de zona da paz da América Latina não deve ser abalado, e que os países da região tenham direito de escolher seus parceiros de forma independente. O Equador é um dos cinco países da América Latina contratados de livre comercio com a China, mas a relação entre ambos vai além da balança comercial. O sistema de vídeo vigilância nacional do Equador foi implementado a mais de uma década com financiamento chinesse, e é mantido até hoje por novos produtos chineses. O crédito chinesse também foi responsável por erguer a usina hidrelétrica de Coca-Code Sinclair, que tem capacidade para fornecer até 30% da eletricidade consumida no Equador. A operação da infraestrutura é mantida por uma empresa chinesa. No encontro em pequinho, Xi Jinping se anobou a que a China e o Equador devem seguir implementando projetos de cooperação em áreas como energia, mineração e infraestruturas. O caso do Equador é um exemplo da influência chinesa que os Estados Unidos buscam agora a conter na América Latina. O tema vem preocupando Washington desde o primeiro mandato de Donald Trump, passando pelo governo democrata de Joe Biden, e agora, na segunda gestão Trump, a Casa Branca endureceu o Tom. A Diplomacia Comercial Chinesa é uma das principais preocupações de Juan Pablo Segura, americano Filho de Pais Argentinos, o empresário assumiu o cargo de secretário-assistente dos Estados Unidos para assuntos do hemisferio acidental. Ele é agora o principal responsável no departamento de estado pela política para os países das Américas, sobre a chefia de Marco Rubio. Em sabatina no Senado americano a dois meses, Segura disse que a China sim filtrou no continente por meio de participações em infraestruturas críticas, e que pretende trabalhar com empresas americanas para deixar elas bem posicionadas para disputar licitações e projetos da região. Há algo que hoje está caindo no colo da China. Thiago Diaragão, como é que vai ser essa quadratura de círculo? Gente, olha para o Segura por um lado, no Boa de Outro. Como é que eles vão quadrar o círculo? William, há mais ou menos 7 anos que eu falo com o Congresso americano, com diversas comissões, e vários órgãos do governo americano sobre estratégia e influência a China na América Latina, inclusive o livro meu vai ser publicado sobre isso. A grande diferença é que o mecanismo americano, ele não é um mecanismo equivalente ao mecanismo chinês. Enquanto a China ela investe, o Estados Unidos alerta sobre o risco dessa dependência que é gerada em relação a China. Esse alerta está correto. Qualquer nível de dependência é absolutamente negativo, seja na nossa vida particular, seja num país. Agora, o que acontece é o grau de investimento e o grau de crédito que as empresas chinesas têm para investir, os Estados Unidos não conseguem fazer por várias razões, a principal razão estrutural. Quando você tem uma participação direta do governo chinês, que acaba subsidiando muitas dessas empresas, travestido de pesquisa e desenvolvimento, isso dá um ganho muito grande para que essas empresas elas possam queimar caixa e ganhar um mercado diferente em cada um mercado que cresce em cada um desses países. A grande diferença é a métrica do sucesso. A métrica do sucesso das empresas ocidentais e das americanas é o lucro, muitas vezes identificado de forma semestral. A métrica de sucesso de empresas chinês é o tamanho do mercado que eles conquistaram. Isso dá uma vantagem muito grande e é difícil para os Estados Unidos conseguir um competir com a China na América Latina. O que eu chamo é de quadratura de círculos, exatamente o ponto que ele está levantando. É a fatura que favorecem a este ou a que ele neste tempo de competição. Agora, é um fator predominante hoje, que é por isso que nós só vamos usar uma versão do segura como o título oficial dele é secretário assistente. No departamento do Estado, é uma mão direita do Rubio na relação da América Latina em função da China. O departamento do Estado pretende compensar essas vantagens intrínsticas que o Tiago acabou de levantar. Eles pretenderiam oferecer equipamentos que fossem competitivos, mas é tarde demais e eles não vão conseguir. A China já penetrou profundamente na infraestrutura de segurança crítica de toda a América Latina. Inclusive do Brasil. Lembre-se que o insuspeito já ir Bolsonaro, tentou impedir que a Huawei operácio 5G não conseguiu por resistência das operadoras. As quatro grandes operadoras tinham entre 40 e 60% de equipamentos da Huawei. Na Alemanha não consegui não fazer isso. O Aterra foi uma briga. E isso, a gente está falando de telefonia, estou falando de telefonia, mas olha as câmeras de monitoramento da segurança pública em todos esses países, em todos os chineses, o Rio de Janeiro contratou a RICC e a DARWA, o Claudio Castro, o governador, foi até a China. E não é só o Rio, não é só o Brasil, está usando o Equador, os países todos aqui usam as câmeras corporais e as câmeras de monitoramento para a segurança pública que são chineses. E pode haver não está comprovado isso, e os chineses negam. Mas é possível, técnicamente, que esse conteúdo, toda essa inteligência esteja em nuvens, que os chineses tenham acesso. Sistemas de eletricidade, sistemas de transporte público, de saúde, todos esses software, todas essas infraestruturas de comunicação, de gestão, em sua maioria, são chineses. Isso chega até o México, que faz fonteira com os Estados Unidos. Lá.
65% das câmeras de monitoramento são de fabricação chinesa, só 5% são americanos, para o horror dos americanos que proibem os destas câmeras nos Estados Unidos. Países ricos, como fez a Noruega, por exemplo, que retirou todo o seu sistema de ônibus elétricos quando constatou que esses ônibus chineses poderiam ser paralisados por um aperto de um botão, de um clique da China, eles conseguem fazer isso, o reino unido conseguiu tirar esses sistemas dos seus serviços públicos. Agora, países mais pobres, olha para o preço, olha para disponibilidade, policiais, brasileiros e latina americanos, são treinados hoje na China, ainda são mais treinados nos Estados Unidos que na China, mas cada vez vão ser mais, porque os sistemas que eles utilizam são chineses. A gente transporta isso que você estava agora, o que você estava agora se referindo para desinvolver esta inteligência artificial, esse problema todo é exponencial, pelas ofertas que os chineses fazem, mas aí está o ponto, Daniel, que o Thiago e o Loli-Bau já vem tratando. Há uma realidade, gente, eu não acho que é, a capacidade que a China tem por razões que o Thiago nos detalhou, de expandir e consolidar suas vantagens competitivas. Mas há uma disposição política americana, traduzida em alguns nomes, como por exemplo esse novo secretário assistente de Estado, ou quem antes trabalhava com o rúbil, ou a Cristinômia, como o enviado especial para o escudo das Américas, que identifica para o parte dos Estados Unidos, ser, de um lado, ao reconhecimento por parte deles de dificuldades de competir com a China, de igual para igual, em conquista do mercado, há uma disposição política claríssima de aplicar todo tipo de coercão possível para se contrabalançar a China. E o governo brasileiro? O governo brasileiro olha com extrema, desconfiança e insegurança, suspeita todos esses nomes do governo Trump, mas paradoxalmente foi uma figura da direita moderada, senadora Teresa Cristina, que quando estava preparando há pouco mais de um ano uma missão do Senado, no primeiro tarifácio de Trump contra produtos brasileiros, levou a seguinte mensagem para alobistas, para empresas e para congressistas americanos. Quanto mais houve uma postura coercitiva e, de certa maneira, hostil do governo americano em direção ao Brasil, o Brasil cairá no colo da China. Caio no colo da China não só em termos de comércio, comércio tem crescido, substancialmente, a China e o Brasil intercabeavam entre se a corrente de comércio gerava um bilhão de dólares em trocas, exportações e importações de cada lado, cada 4 meses, 25 anos atrás com da China e tronoia em C, hoje é mesmo fluxo dura 48 horas para ser completado. Mas é verdade que o Brasil também concentra muito suas exportações incomotes para China. Mas se você for olhar a China hoje detém no Brasil, além de tudo o escolorival já comentou, o maior terminal portoário de Paranaguá, por exemplo, detém investimentos em mineração, a maior sócia de um projeto de iníbeo no país. A maior empresa de energia hoje do país é controlada por chineses e essa empresa já diz que quer comprar ainda o São Paulo, que opera na região metropolitana da maior capital do país. A molinha de transmissão de energia chinesa e os Estados Unidos não assenam com nada que seja apetitoso na visão do atual governo brasileiro. Então quando a gente fala de terras raras, por exemplo, você teve a compra da Serra Verde, que é o único projeto hoje operacional de terras raras, mas, essencialmente, para extrair uma comódica e não para separar terras raras, para refinar que é algo que poderia falar a língua mais desse projeto que um governo brasileiro gostaria de trabalhar com os Estados Unidos. Portanto, volta aquela mensagem de terrasa Cristina, quanto mais coercitivo e osteopostura, mais se jogo Brasil no qual da China. O que a gente vê te é um ímpeto coercitivo, sobretudo, nesses nomes que a gente citou aqui, sem paralelo na história recente da relação entre os Estados Unidos e Estados Unidos. Estados Unidos e o emissério em viral. O que a que você detecta em Washington em termos de como que os americanos querem avançar o que eles consideram a causa deles? Olha, o Trump ele tem uma leitura em relação à América Latina que parte do presuposto de que existe um desejo intrínseco e de alto nível de todos os países de expandir e melhorar as suas relações com os Estados Unidos. Isso pode ser certo, pode ser errado, pode variar de país a país. No entanto, o mecanismo de aproximação, ela muitas vezes é lida de forma equivocada por Washington. Washington interpreta muitas vezes que vários desses países ou na figura de seus governantes, ou na figura de determinados líderes da oposição, eles buscam validação por parte de Washington. E que essa validação tem um valor muito alto e que esse valor existe uma discrepancia na interpretação desse valor por parte de Washington e por parte das capitais latinoamericanas, onde o preço do valor dessa validação deve ser feito de uma forma onde você abriria mão de vários níveis de relacionamento com a China e se colocaria a disposição ou aberto a vários níveis de relacionamento com os Estados Unidos, mesmo que eles não sejam executados. Por que que esse é o ponto central? Porque como uma democracia, os Estados Unidos não conseguem obrigar as suas indústrias a investir em determinado país. A China ela consegue se impressionar as suas empresas a investir em determinado país, mesmo que ela sofa uma perda de caixa, recorrente mês após mês. E é justamente por isso que mesmo com milhei, por exemplo, na mesma semana que o milhei recebeu o cheque de 25 bilhões de dólares do Bessent, ele fez exportações recorde de carne trigo para a China. A China é o Trump de Twan Django, que é o grande construtor da nação, justamente porque eles interpretam que não só as tarifas, mas esse tipo de pressão dos Estados Unidos faz com que a leitura de milhei, de Bolsonaro e de vários outros na região acabam sendo pragmáticas em relação à China. Basta lembrar que alguns anos se falava muito sobre direitos humanos em Changjiang, sobre repressão, sobre todos esses pontos que não se fala mais. Então a China está passando por uma limpeza na sua imagem, determinado os países, mesmo países da direita, liderados pela direita, porque os Estados Unidos não conseguem oferecer uma contrapartida equivalente ao que a China oferece. Mas aí está um problema sério, Thiago. Se a gente considera a situação que você acaba de descrever, e contrapõe a essa situação o que o mundo político aí, que parece ser consenso entre os dois grandes partidos democráticos republicanos, e em cara como sendo vital para a defesa dos interesses americanos, freaxina, seja onde for, o que resta então para os americanos fazer em relação a nós? Bom, os americanos não têm boas opções, porque eles não têm como fazer isso que a China faz que é o damping. Não tem isso, está claro. É o subsídio, o sistemático, inclusive em relação aos minerais críticos que são a base de tudo que nós estamos discutindo, quer dizer tudo, todas essas tecnologias, todas esses equipamentos, eles consomem minerais críticos. E a China tem a condição de baixar o preço, de jogar o preço para baixo. Então a estratégia dos Estados Unidos, lá pros minerais críticos, por exemplo, é essa uma estrutura aí, um consórcio, vamos chamar de mais de 50 países, que haveriam um monopólio para levar esses minerais críticos para os Estados Unidos, principalmente, para serem beneficiados lá, e eles garantiriam preço. Já destinaram 10 bilhões de doses para isso, seria só o ponto de partir do Brasil. Por exemplo, ficou de fora, porque como Daniel estava apontando, deseja que haja o beneficiamento aqui dentro do Brasil. Então é uma estratégia dos Estados Unidos que demora anos para dar flutos, e esses anos são extremamente imbaliosos do ponto de vista da inteligência artificial, dos desenvolvimentos das centes, de toda essa estratégia que está sendo montada, que vai consumir muitos minerais. E a China, nesse sentido, está muito na frente dos Estados Unidos. Então é por isso que no início do nosso conversa eu disse, é tarde demais. Agora, a gente está. O Thiago chamou atenção para isso também com a expressão que ele usou a validação que cada país encontra ou não encontra, visavi com os Estados Unidos. E para essas vezes, Thiago quer que essa validação é muito mais baixa do que os americanos pensam, seja o efeito eleitoral em cada política doméstica na América Latina, é bem menor do que eventualmente em Washington, se calcura e que possa ser, mas aqui no Brasil, Daniel, a gente tem talvez a primeira recente eleição presidencial com esse impacto. Do interesse, do olho dos Estados Unidos sobre as eleições brasileiras. Agora, eu acho que a pergunta é até superfora que nessa época de campanha-letra, ninguém vai falar coisa séria mesmo. Você identificou nas campanhas até aqui algum tipo de postura, frente a esse dilema estratégico que o Brasil está vivendo? Não, William, a posição das campanhas é muito mais ideológica e já está claro, quem se alinha, e quem não se alinha com os Estados Unidos. Mas, só trazer aqui, para encerrar um diplomato americano ainda nativa, mas que já morou no Brasil e não mora mais, ele colocava o seguinte, que dizer, apesar de toda essa postura dos Estados Unidos do Atual Governo americano em relação ao Brasil, não tem um funcionário de relevo no departamento de Estado, dono e o STI, um departamento de comerci, um departamento de tesoura, um no Conselho de Segurança Nacional, que tem realmente vindo, para ter apesar de em São Paulo, o centro mais pujante econômicamente do país, para ver o que é a realidade brasileira. Qual o tamanho do setor privado, qual o tamanho das empresas americanas, com a capacidade de influência e ter uma percepção maior da realidade? Os poucos funcionários americanos que tentaram virar alguns deles com os vistos negados, se interessaram muito por eleição e não pela vida real. Queria começar por você, Thiago de Aragão, a nariz da Política, o senhor da Arquadvá e a Centraena, o nosso parceiro de conteúdo no site da AWS, meus agradecimentos, obrigado pela participação, boa noite, Thiago. Muito obrigado, e boa noite a todos aí. Volmente, é meus colegas, Daniel, obrigado, boa noite, Louribal, obrigado, boa noite. Como sempre, o meu recado a vocês tem muito mais material para vocês, além daquilo que a gente, põe no ar na TV, no site do AWS, na Senhora e Brasil, Valar e Visite. Essa é de São agora, fica por aqui, boa noite, obrigado.
Podcast Summary
Key Points:
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou duas propostas de interesse do governo Lula: a PEC das bruxinhas e o fim da escala 6x1, visando apoiar a reeleição do presidente.
A aproximação entre Lula, Alcolumbre e Alexandre de Moraes é motivada por vulnerabilidades políticas, incluindo investigações da Polícia Federal, e envolve troca de favores para sobrevivência mútua.
A tramitação do fim da escala 6x1 enfrenta resistência no Congresso, com especialistas criticando a inclusão de um modelo específico na Constituição, e deve ficar para depois das eleições.
As pesquisas mostram um cenário eleitoral instável, com Flávio Bolsonaro recuperando terreno devido ao caso Lulinha e ao escândalo Marcola, enquanto Lula enfrenta dificuldades para ultrapassar seu teto de intenções de votos.
O aumento dos preços dos fertilizantes, agravado por ataques no Estreito de Hormuz, pressiona os custos agrícolas no Brasil, que importa 80-90% desses insumos, podendo elevar a inflação dos alimentos.
Summary:
A edição de hoje do WW analisa a recente manobra política de Davi Alcolumbre, que encaminhou ao Senado duas propostas caras ao governo Lula: a PEC das bruxinhas e o fim da escala 6x1. Essas medidas, vistas como essenciais para a reeleição presidencial, prometem benefícios populares como importados mais baratos e mais folgas trabalhistas, mas geram controvérsias. Especialistas alertam que escrever um modelo de escala na Constituição é inadequado para uma economia moderna, e a aprovação antes das eleições é improvável, apesar do gesto positivo de Alcolumbre.
A reaproximação entre Lula, Alcolumbre e Alexandre de Moraes, intermediada por este último, é fruto de vulnerabilidades políticas compartilhadas, já que todos enfrentam investigações ou riscos eleitorais. Essa união estratégica visa proteção mútua, mas o cenário é incerto, com pesquisas mostrando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, agravado por escândalos como o caso Lulinha e as joias de Marcola. Paralelamente, o programa discute a crise dos fertilizantes, impactada por ataques no Estreito de Hormuz, elevando custos e reduzindo importações no Brasil, o que pode pressionar a inflação de alimentos.
A alta do diesel nos EUA também ameaça a economia global. A análise destaca que, apesar dos acenos políticos, as matérias devem ser adiadas, e o foco imediato está nas investigações e na volatilidade eleitoral, com um setembro previsto como complexo em Brasília.
FAQs
Ele assinou despachos encaminhando a PEC da segurança e a proposta do fim da escala 6 por 1 às comissões do Senado, após reuniões de reaproximação com o presidente Lula.
Porque prometem importados mais baratos e mais folgas aos trabalhadores sem diminuição de salário, o que pode ajudar na reeleição.
Especialistas dizem que diminuir a carga horária é uma coisa, mas escrever na Constituição qual o tipo de escala é outra, e não faz sentido numa economia moderna.
É vista como uma união de conveniência, motivada por vulnerabilidades políticas, como investigações da Polícia Federal, e pela busca de sobrevivência política.
O Brasil importou 22,4 milhões de toneladas, 7,4% a menos que no mesmo período do ano passado, mas a despesa subiu 7,3%, para 8,8 milhões de dólares.
O país depende do mercado externo para 80 a 90% dos insumos usados pelos produtores, aumentando riscos de oferta e logística.
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