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ACOMPANHANTE

20m 29s

ACOMPANHANTE

Julia, uma moça tranquila e metódica, levava uma vida simples entre trabalho e estudos, sempre comprando cachorros-quentes na barraca da simpática Dona Lô. Certo dia, durante um engarrafamento, Julia viu algo estranho no mato, mas ignorou. No mesmo dia, Dona Lô, com um olhar preocupado, insistiu que Renato, amigo de Julia, dormisse na casa dela, mesmo sem ele ter levado nada para isso. Durante a madrugada, Julia acordou com barulhos na cozinha e viu Renato andando de quatro, como um animal, com os pés e mãos no chão. Ele a derrubou, rosnando e babando, mas sem tocá-la diretamente. Julia conseguiu se desvencilhar e se trancou no banheiro, enquanto Renato continuava a se comportar de forma estranha pela casa. Na manhã seguinte, Renato não se lembrava de nada, apenas de pesadelos com um demônio. No dia seguinte, Dona Lô revelou que sabia que Julia estava acompanhada por uma entidade maligna, que ela havia pego em algum lugar, possivelmente no acidente de trânsito. Como Dona Lô não pôde agir naquele dia, a entidade se transferiu para Renato. Ela então realizou um ritual com giz, desenhando um contorno ao redor do corpo de Renato e "amarrando" a entidade com correntes invisíveis. Desde então, Renato e Julia ficaram aliviados, mas a história deixa um ar de mistério sobre a verdadeira natureza da entidade e o poder de Dona Lô.

Transcription

2766 Words, 15044 Characters

Portuguese
Shhh. Los Arceus está estarem estâmedos. Já estiguei para um lusa, a seza. Já vou andar para vocês a história da Julia. Então vamos lá. Vamos história. Julia sempre foi uma garota e muito pacata, muito tímida, muito nadela assim. Começo a trabalhar ali com seus 16 anos, entrou para uma faculdade, cursou-se, formou. E quando ela estava com seus 26 anos, Julia foi morar sozinha. Julia por ser uma garota muito tímida, muito pacata. Nunca gostou muito de balar essas coisas, mas sempre gostou muito de fazer cursos. Na área dela, qualquer curso que surgia, a Julia estava ali para fazer cursos. Julia começou um curso que seria aí de 6 meses e na frente. Do lugar onde ela fazia esse curso, tinha uma senhora que vendia cachorro quente. A gente vai chamar aqui essa senhora de donelô. A Julia comia a cachorro quente todo dia ali na bacinha da donelô. Às vezes quando ela chegava, às vezes na hora do intervalo. E às vezes ela comprava um cachorro quente no final ali quando ela saia do curso para levar para casa. Essa era a vida de Julia, uma vida muito regradinha, muito certinha, muito tranquila. Até então, Julia nunca tinha atido nenhuma experiência sobrenatural. Nada. Julia trabalhava num lugar. Como é que eu vou explicar isso? Ela pegava um mânebos fretado e ela ia para um lugar assim meio afastado da cidade. Durante esse trajeto, às vezes Julia se deparava com um ou outro acidente de trânsito. E numa dessas vezes que Julia estava voltando do trabalho, um trânsito já preocupada que ela ia perder a primeira aula do curso dela. O ônibus ali fritado parado, parece que ia demorar. Então aí o motoriz abriu ali a porta para ver se ali. E aí o que estava acontecendo e algumas pessoas deseram, Julia não deseu. Julia reparou que do lado de fora. Do ônibus tinha assim tipo um mato, alguma coisa e tinha alguma coisa no mato olhando. Nós era um bicho, temos uma gente aí fora que perigo. Mas ela estava meio sonolenta ali, não deu muita atenção e voltou a dar uma coxilada. Porque era uma oportunidade boa da coxilada no fritado. Demorou uns 40 minutos de trânsito a mais. Perdeu a primeira aula, mas não dava tempo dela comer um cachorro quente já para o segundo aula. Bom, como um cachorro quente? Não intervalo. Quando deu intervalo do curso, ela foi até a barraca, da Donelô, para comer-se cachorro quente. Chegando ali na barraca, Donelô olhou para Julia preocupada. Ela sempre conversava, andava um resado, enfim, Donelô. Uma senhora muito simpática, então todo mundo gostava dela, todo mundo comprava o que é o cheio quente com ela. Julia, o fronino. Nossa, Donelô, a senhora está com uma cara, aconteceu alguma coisa. Não, não, Julia, como é que você está, e tal. Conversou um pouquinho. E a Julia tinha um amigo do curso ali, onde vai chamar ele de Renato. As vezes o Renato, que morava mais longe, Renato, o amigo dela, gay. Durmia na casa da Julia para no outro dia, no trabalho, e direto, enfim. E mais perto, às vezes ele está muito cansado, enfim. E nesse dia, Donelô falou ali para Julia, falou. Mas Julia, hoje o Renato vai dormir na sua casa? Ah, não sei, não me falou nada, né? Mas eu estou me chegar atrasada, enfim. E nisso chegou o Renato ali, já brincando, ele brincava, tentava pegar Donelô no colo, que ela é baixinha, né? E umas brincadeiras, e ela perguntou, falou. Renato, você vai dormir na Julia? Não, Ti, a não vim, não nem vim preparar para isso, porque. Você podia dormir na Julia hoje. E ela estava com uma cara tão preocupada, que o Renato olhou para a Julia, olhou de novo para Donelô, e ele achou realmente que tinha alguma coisa, ninguém entendi, a bem, porque Donelô estava com aquela cara, mas ele falou, "Ah, tá bom, Donelô, você é sorar que eu tenho que dormir lá hoje, eu dormo lá hoje." Renato, não tinha levado nada, ele falou, "Bom, vamos passar." É. numa farmácia, para eu pelo menos comprar uma escova de dente, enfim, eu vim direto de casa, não. não estava pensando e dormindo a sua casa, mas Donelô estava com uma cara muito estranha, e eu voce iria dormir na sua casa, e amanhã, eu vo de hereto com essa roupa mesmo, enfim. ainda brincou, falou, "Vira qual é a cadua-vesa, hahaha!" E ficaram ali brincando e acabou a aula. Julia, não estava sentindo absolutamente nada de diferente, a não-seira conversa com Donelô, que foi muito estranho. Sforam ali conversando, pegaram um carro de aplicativo e foram para a casa da Julia. Chegaram na Julia, Julia fez um chale para eles, o Renato foi, tomar banho, tal, e apagar um pijama da Julia, emprestado, resolveu lavar a coecadelo no banho para ver se secava até um dia seguinte, enfim. Viste o pijama ali, ficaram brincando, rindo da coecadelo. Eles foram vendo onde pendurar, para seca mais rápido, né? E aí eles cederam conta que as geladeiras de hoje não tem aquela grande atrás para pendurar roupa. Só quem viveu sabe, se botava um atual e uma coisa para seca atrás da geladeira, era prejudicial para os geladeiras, sim. Era muito gênico, porque podia ter um pó, alguma coisa que pegava na sua roupa. Não era muito gênico, mas a gente fazia, né? Outra época, outros germos. E eles ficaram ali brincando, né? E o suando era um apartamento de um quarto. Tinha um bom sofacama na sala, e era onde o Renato dormia quando ele dormia na casa da Julia, no sofacama. Então ela arrumou ali o sofacama, para eles conversaram um pouco e agora era hora de dormir que no outro dia os dois trabalhavam cedo. Eles foram dormir ali por volta das 11 e meia. Da noite. Ela pegou no sono muito rápido e Renato também, inclusive Renato romcava um pouco e a Julia escutou o Renato romca. Como que era a casa da Julia? Sala e cozinha, um corredor onde tem um banheiro e no final do corredor um quarto, de frente para esse corredor. E ela tem um abajur no corredor. Não move, né? No corredor. Fico se esmada, sim, que também tem um abajur no corredor. Dela, a luz ali daquele corredor acende quando você passa. É uma luz com sensor de movimento que ela após uma abajura, enfim, um abajur com sensor. Por que ela fez isso? Porque a quitnet dela, não corredor, não tem uma lâmpada, não tem um de acende à luz. Então ela após esse interruptor que quando você passar acende. Quando foi mais ou menos umas duas e pouco da manhã, ela escutou barulhos na cozinha, que era junto com a sala, e barulhos assim, gente vasculhando as coisas e ela pensou. Meu Deus, Renato? Ela achou estranho, mas o Renato tava com ela, então assim. Um adrão, difícilmente o Renato sempre muito escandalou, seria gritado. Julia, desceu da cama, colocou o chinelo e se virou de frente para o corredor. Quando ela se virou para o corredor, elas costumam barulho de quem vem correndo e a luz automática do corredor acendeu. E ela viu seu amigo Renato de quatro, mas daquele jeito que você fica com a perna esticada. Então pensas, as pernas esticadas são as mãos no chão, precisa ter uma boa flexibilidade, que se sou eu já, ficou meio arqueada e ficar horrível. Mas ele tava muito esticado com as mãos e os pés no chão, não os joelhos, né? As mãos e os pés no chão. Ele tava já se movimentando perto daquela lâmpada do corredor. E assim que a luz automática ele acendeu, ele veio andando daquele jeito meio correndo para cima da Julia. A Julha não teve tempo de gritar. Renato derrubou a Julha no chão e ficou rosnando. Julha no chão, ele dá aquele jeito, os pés e as mãos no chão, rosnando. Rosnava tanto que ele babava em semana a Julha. E a Julha, de olho fechado, sentindo só que estava caindo nela alguma água, com um líquido que depois ela viu que era baba, do seu amigo, rosnando. Ela tinha que sair da li, porque o Renato não estava tocando nela. Derrubou na no chão e ficou em cima com as pernas abertas, com ela no meio, mas ele estava em pé. Então ele não encostava nela. E os braços também involta ali da cabeça dela, mas sem encostar nela. E aí ela abriu o olho, ela percebeu que ao mesmo tempo tinha uma cara de ódio, o Renato, tinha também uma cara de desespero. E a Julha conseguiu se desvensilhar da lido o Renato e correr e fechar a porta do banheiro. Ela escutou o Renato Rosnava mais uma meia hora e andada aquele jeito pela casa, e ela chorando no banheiro. E depois da repente silêncio, um silêncio. Julha foi tomando coragem e quando ela saiu do banheiro, o Renato estava dormindo normal no sofacama. Julha ficou na dúvida. Se quem veio para cima dela, foi o Renato mesmo, porque ele estava arrumcando, dormindo profundamente. Por ver das dúvidas a Julia entrou no quarto e trancou a porta do quarto. De manhã, Renato estranhou que a porta do quarto estava fechada. Julha também levantou e ela não tinha nem coragem de contar para ele o que tinha acontecido. E aí o Renato falou que tinha dormido muito pesado, mas ao mesmo tempo ele tinha sido muito pesadelos, com uma criatura que ele não conseguia ver muito bem, mas que ele sabia que era um demônio. E que ele estava sentindo esquisito, enfim. Julia também muito cabreira, já se arrumou rápido ali e eles saíram para trabalhar cada um. Para um lado, Julia passou aquele dia trabalhando muito preocupada e sem entender o que tinha acontecido, porque não tinha nenhum risquício no Renato de que ele pudesse fazer qualquer coisa com ela. "Taca, Julia, enfim, né? Nada nesse sentido." As horas foram passando, ela meio que esqueceu. Troquei mensagens ali com o Renato, perguntou se ele estava bem, ele falou que ele estava com muita dor de cabeça. Muito cansado, parecia que ele tinha bebido muito. No dia anterior ele estava com uma mega ressaca, conversaram ali mais um pouco, o red social mesmo. E foram se encontrar no curso. Dessa vez, Julia chegou ali um pouco mais cedo e falou, "Bam, vou comer no cacholquente, antes de ir para ela." E aí ela foi ali na barraca do Doneló e Doneló começou a perguntar. Aí, como foi, a sua noite, foi tudo bem? Julia inicialmente. Fouou, foi, foi tudo bem. Mas assim, né? Estranha. Doneló, olhando para ela, assim, de uma maneira mais. Analisando, sabe? Quer saber? Eu vou contar para Doneló. Julia contou para Doneló, o que tinha acontecido. E Doneló falou. Eu sabia, sabia. Que alguma coisa ia acontecer. E aí, o Renato chegou. Normalmente, eles comiam ali um cachorro quente. Do lado, tinha uma barraquinha de bebidas. Então, tinha refrigerante, cerveja, tinha tudo ali. Assim que Doneló viu o Renato, ela falou. Renato, não bebe. E quanto é a minala, você vem aqui? Que o Renato, às vezes, tomava uma cerveja. Era uma quinta, feira. Eles não tinham esse curso de sexta. Mais de sábado de manhã, eles estudavam que o horrível, na escurso, também. Melhor sécia, porque sábado de manhã, né? E o Renato, que já estava com muita dor de cabeça, muito cansado, ele falou. Não, nem a beber, não estamos sentindo bem, tal. Tiveram a aula meio que o Renato, que sentou longe da Julia. Não entendeu muito bem, porque. Depois que acabou a aula, ele nem esperou a Julia para sair junto. E foi lá na Donelô, Donelô já tinha fechado a barraca dela. Coisa que era rara, porque ela vendia os cachorquentes também para a galera da saída. E ela tinha uma combi, que ficava ali no estacionamento do lado do curso. E aí ela falou. Renato, vem comigo. O Renato foi com ela até a combi, ela pegou. Ele não sabe se era um giz. Um negócio branco, falou para ele ficar em pé ali, diferente para ela. Ela desenhou, em volta dos pés dele no chão. Como sua espalhosa continuidade, subiu com aquilo fazendo uma volta sem riscar a calça dele e nada, mas como se tivesse desenhando, em volta da calça dele, toda de uma perna. Depois fez em volta da sentura, braço, cabeça, desse outro braço, desse outro perna, voltou e bateu aquele giz no chão. E falou. Agora você pode ir e não olha para trás. Vai embora. Renato foi embora, não olhou para trás. Eu não sabe o que ela fez ali, quanto tempo ela ficou ali. Depois que ela fez isso, e aí sim ele mandou mensagem para a julha. Agora, já normal, já que ele era felizinho e tal. E contou para a julho que aconteceu. E aí a julha contou para ele o que tinha acontecido a noite e ele ficou bem assustado. No dia seguinte, não tinha aula e donelô. Não ia. Sava do dia de manhã. Então agora ele só ia um ver, donelô. Terça que costa era terça, quarta e quinta. Quando foi na terça-feira, eles foram falar quando o donelô. E aí a donelô contou para eles o que ela viu. E até hoje eles não sabem que religião que ela é, que ela faz, porque ela foi muito poucas palavras, sabe. Quando a julha chegou aqui naquele dia, eu vi que ela não estava sozinha, que ela estava acompanhada, e que não sei onde ela pegou e esquelatrou-se. A julha acha que foi do, daquele acidente e da aqueles olhos que ela viu no meio do mar. Não sei de onde, que ela trouxe aquilo, mas eu sabia que ela, indo para casa sozinha com aquilo, podia ser fatal. A palavra que donelô usou foi fatal. Fatal para mim é morte, né? E aí ela botou o coitado. No meio. Eu me surpreendi porque eu achei que isso ia continuar com a julha, mas quando vocês chegaram aqui, eu vi que estava com o Renato. Então, o que eu ia fazer com a julha? E eu não pude fazer naquele dia que eu vi com a julha, porque eu tinha bebido uma cerveja. Então, eu não podia fazer. E aí, aquele dia eu vim preparado, porque eu sabia que aquilo vinha com a julha, mas quando eu vi a julha, não estava com a julha, estava com o Renato. Ela não contou para eles, então, essa ação demônica, ser um espírito, ela só diz que ela tirou e amarrou. Tirei amarrêi, e hoje, por onde ele passar, vai ser mais fácil de ver porque vão escutar o barulho das correntes. Então, ele está todo amarrado, seja lá o que for isso. Donelô prendeu ele com correntes e não ficou pior agora com corrente. Ficou mais assustador, donelô. Aí, você faz o que? Você vê um acidente, então, é melhor se não olhar para lugar nenhum, porque se você cruzar o olho com qualquer coisa aí que tenha o olho, acabou para você. Agora, a julha acha que não era tipo o espírito de quem estava lá. Murtu sabe, era alguma coisa a piora, sim, era alguma coisa do mal, não era de quem estava lá morto. Então, o que vocês acham? Oi, não, enviabilizers, mas esse é de São Paulo, aqui, querida, julha. Que livramento menina, seja lá o que for isso que a Donelô ajudou a retirar, era realmente assustador, me lembrou aquela história da legião, eu estou, sabe? Eu espero que você fique bem, seu amigo também. E olha, muita fenda do Donelô em poderosa. Beijo. Oi, não, enviabilizer-es. Aqui quem fala é a "Mara de Campinas". Gente, eu fiquei extremamente tensa. Quando o Ricardo ficou em cima da julha, fiquei pensando, meu Deus, ele vai atacar. Mas acho que também em alguma força interior do laço que os dois tinham, essa criatura ou entidade, sei lá, fazer algo com a julha, né? Donelô desde sempre muito certa de ter levado o Ricardo para proteger ela, que bom que no final deu tudo certo, né? Beijo grande. da Julia, comente lá nosso grupo telegram. Deus me livre, donelô, concorrentificou bem pior. Fejam gente com a Julia, um beijo e eu vou te imureve. Quero sua história contada aqui? Escreva para não ir de [email protected]. Luz acesa é mais um quadro do canal não em ebilize.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Julia, uma jovem tímida e pacata, vivia uma vida rotineira entre trabalho, cursos e cachorros-quentes na barraca da Dona Lô.
  2. Após ver "algo" no mato durante um engarrafamento, Julia começou a ser seguida por uma entidade demoníaca.
  3. Dona Lô, a vendedora de cachorro-quente, percebeu o perigo e forçou o amigo Renato a dormir na casa de Julia para protegê-la.
  4. Durante a madrugada, Renato foi possuído pela entidade, agindo como um animal, rosnando e derrubando Julia no chão.
  5. No dia seguinte, Dona Lô realizou um ritual com giz ao redor de Renato, prendendo a entidade com correntes invisíveis.
  6. A história termina com Julia e Renato aliviados, mas sem entender completamente o que aconteceu.

Summary:

Julia, uma moça tranquila e metódica, levava uma vida simples entre trabalho e estudos, sempre comprando cachorros-quentes na barraca da simpática Dona Lô. Certo dia, durante um engarrafamento, Julia viu algo estranho no mato, mas ignorou. No mesmo dia, Dona Lô, com um olhar preocupado, insistiu que Renato, amigo de Julia, dormisse na casa dela, mesmo sem ele ter levado nada para isso.

Durante a madrugada, Julia acordou com barulhos na cozinha e viu Renato andando de quatro, como um animal, com os pés e mãos no chão. Ele a derrubou, rosnando e babando, mas sem tocá-la diretamente. Julia conseguiu se desvencilhar e se trancou no banheiro, enquanto Renato continuava a se comportar de forma estranha pela casa.

Na manhã seguinte, Renato não se lembrava de nada, apenas de pesadelos com um demônio. No dia seguinte, Dona Lô revelou que sabia que Julia estava acompanhada por uma entidade maligna, que ela havia pego em algum lugar, possivelmente no acidente de trânsito. Como Dona Lô não pôde agir naquele dia, a entidade se transferiu para Renato.

Ela então realizou um ritual com giz, desenhando um contorno ao redor do corpo de Renato e "amarrando" a entidade com correntes invisíveis. Desde então, Renato e Julia ficaram aliviados, mas a história deixa um ar de mistério sobre a verdadeira natureza da entidade e o poder de Dona Lô.

FAQs

Julia é uma garota tímida, pacata e muito dedicada aos estudos, que sempre gostava de fazer cursos na sua área profissional.

Durante um congestionamento, Julia viu algo no mato olhando para ela, mas estava sonolenta e não deu muita atenção, achando que era um bicho.

Renato começou a andar de quatro, com o corpo esticado, rosnando e babando, e derrubou Julia no chão sem tocá-la, até que ela conseguiu se libertar e se trancar no banheiro.

Donelô percebeu que Julia estava acompanhada por uma entidade maligna quando ela chegou à barraca, e por isso insistiu que Renato dormisse na casa dela para protegê-la.

Donelô desenhou um círculo ao redor de Renato com um giz branco e o amarrou com correntes espirituais, dizendo que ele agora estaria protegido e que a entidade estaria presa.

Donelô explicou que não pôde fazer o ritual naquele dia porque tinha bebido uma cerveja, o que a impedia de realizar o procedimento.

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