O discursante apresenta uma reflexão profunda sobre a teologia aplicada, rejeitando ensinamentos abstratos e destacando a importância de viver a fé diante da realidade do deserto — momentos de dificuldade e desespero. A saída do Egito é usada como metáfora para mostrar como Deus, com presença contínua e poder, conduz o povo, superando o medo, a opressão e a ansiedade. O deserto representa uma escola onde o crente aprende a confiar, a louvar e a ver a vitória como certa, mesmo antes da batalha. A obra de Deus é ilustrada pela visão do cântico no Apocalipse, que antecipa a vitória, mostrando que a fé é um ato de esperança e coragem. O discursante enfatiza que o problema humano é enfrentado onde está o problema, e que Deus está atrás do desafio, não apenas à frente. Ele reforça que o crente não deve tentar resolver tudo com suas próprias forças, mas deve confiar em Deus para o que é impossível, enquanto se prepara para o que pode ser feito. A mensagem final é inspiradora: em Cristo, o futuro é promissor, e a vida é um caminho de confiança, louvor e avanço, com a certeza de que Deus está presente, guiando e protegendo em cada passo.
[Música]
Muito bem, querido dizer, é um prazer estar aqui.
Eu estive alguns anos atrás, num concílio da Paulista Central.
Na verdade, não era um concílio, era a quadre anal deles.
Me convidar para ser o Capelão.
E eu encontrei com o irmão, o irmão Bispo,
uma família conhecida lá da Bahia.
Ele viviu assim, mas o senhor é o pastor a mim, foi só ele, ele mesmo.
Aí ele se mais, o pastor a mim, aquele lá da Bahia.
Que ele mesmo, fez uma semana de oração lá em Tapajip.
Esse é o mesmo, ele começou a dizer, parece que quanto mais eu dizia,
menos o homem acreditava no que eu dizia.
Isso é mais o senhor, é mesmo o pastor a mim?
Aí eu disse, bem, o que sobrou dele.
Então queridos, é um prazer estar aqui.
Fui solicitado para falar um pouco da doutrina de Deus.
Mas eu vou fazer de um outro ângulo.
Não vou fazer como uma classe de caráter assim, de abstração.
Eu, na medida que estou envelhecendo o pastor Ronaldo,
eu estou mais e mais desconfiado da teologia, como é ensinada.
A Bíblia é o maior compenso de teologia, mas para quem que a Bíblia foi escrita?
Para que o homem de Deus seja capaz de praticar boas obras.
Então, a teologia, ela só tem sentido quando ela, de fato, tem uma dimensão aplicada.
Se for só pra falar de arcoíris e burbuletas e estrelas,
e então aí nós estamos, acho que distorcendo a própria noção do conhecimento de Deus.
A teologia tem várias áreas importantes.
A Christologia, pneumatologia, áreas ligadas a Cristo, a Espírito Santo,
a sotaerilogia, ligada a salvação, você estuda nesses capítulos a existência de Deus,
os temas sobre Deus, as alternativas, tais como a teismo, agnosticismo, deismo, coisas assim.
Fala-se das provas da existência de Deus.
As causas da ignorância do homem falam-se da revelação.
Revelação quer dizer "rei e velo" a "fastar o velo".
Deus se comunica.
Mas eu quero discutir essas coisas de um ângulo aplicado.
Como Jesus fez tantas vezes?
Jesus não falava de coisas abstratas, ele tirava lições práticas para aquilo que ele queria
ensinar.
E até hoje, um maior teólogo todos os tempos, ele aplicou sua teologia contando histórias.
Histórias sobre Deus, histórias sobre os homens, e as suas histórias nos inspiram até
hoje.
Para trás, um advogado mandou-me um e-mail dizendo, "A muita coisa que eu não entendo
em Jesus Cristo, eu despreio ele querido, e eu citei aí, Mark II, que disse, o que me incomoda
em Cristo, não é aquilo que eu não entendo, mas aquilo que eu entendo.
E um camarado descreveu um livro intitulado, dez coisas que eu gostaria que Jesus nunca
tivesse tido.
Jesus disse, "Puxer amar os seus inimigos, fácil, seria bom que ele não tivesse de ir desse
negócio, perdoar setenta vezes sete, quando pisam no seu calo tantas vezes, esse
você quer ser um discípulo de Cristo, você tem que aprender essas coisas, de caráter
prático, devencial, não apenas ser um fã de Jesus.
Crega-te muito fã de Jesus, estão torcendo até por Cristo, olha, histórias por Corinthians,
por Santos e por São Paulo, e eu quero falar de um ângulo em que eu possa aplicar a
doutrina de Deus entendendo de fato como Deus age, e o título que eu dei para essa minha
pequena discussão é que é a Universidade do deserto, a Universidade do deserto, alguém
aí passando para um deserto, que leções que você pode aprender lá.
Isso aí eu gostava assim, devo de Jesus do capítulo 14, 13 e 15, leia comigo.
Jesus do 14, 13 e 15, Moisés respondeu ao povo, não tem mais aqui estáis e verde o livramento
do Senhor que hoje vos fará, porque os egípcios que hoje vedem nunca mais.
Os tornareis a ver, o Senhor penejará por vos, e vos vos calareis, e disse o Senhor a Moisés
porque clama a mim, dizem aos filhos de Israel que marchem.
O livro de 14 do livro de Jesus, reconta a formidável história da libertação do povo, história
bíblica extraordinária, centro da narrativa do Jesus do agracioso, libertação de Deus,
e do início ao fim o esto é um ato de Deus.
Não ajuda de Moisés, às vezes, mas às vezes, a pesar de Moisés e muito mais do povo.
Dois eventos estão aqui intimamente ligados relacionados.
Primeiro, a saída do povo do Egito, antecedida pelas plagas que culminam com a morte
dos primogênitos egípcios que está descrito no capítulo 13.
Segundo, a vitória de Deus sobre o exército de faró com que trata o capítulo 13 e parte
do catorce.
Israel não está salvo ou a salva fora do Egito, fora do Egito, a menos que Deus destrua
a capacidade de faró e de levá-los de volta.
No livro do Apoga Lips, no novo testamento, faró é um símbolo do diabo, que não abandona
as suas vítimas, que não tira férias, que age 7 dias por semanas, 24 horas por dia.
Perfeito o símbolo, simbolizado aqui por faró, um tipo do diabo.
Israel não está salvo fora do Egito, a menos que Deus destrua a capacidade de faró
e de levá-los de volta.
Deus não havia chamado Israel para deixá-lo por sua própria conta, tentando fazer o seu
melhor.
Essa é uma teologia ou parte de uma teologia que nós encontramos hoje, alguns dizem
que quando a porta da graça é fechar, veremos isso mais tarde, estaremos por nossa conta,
abandonado, lutando com as nossas baterias e muito adventista, curvado ao peso.
Desta teologia precária, Deus não está no negócio dos primeiros socorros.
Poxa do Paulo diz que aquele que começou a boobro em nós, ele vai terminar.
Posteriormente Deus haveria de proveiras evidências do seu constante presença, de dia uma nuvem
protegendo do Sol Escaldante, de noite uma coluna de fogo e através de uma ou de outra,
ou altíssimo nestas teofanias, manifestações da sua presença, ele estava dando evidência
de que ele não havia abandonado o povo.
De dia ele sabiam para onde iam, de noite ele sabiam onde estava, exatamente o posto
de si está perdido, porque a pessoa perdida não sabe nem onde está e nem como chegar
ao seu destino.
Recha o três, no capítulo 14, fara o, é quem diz, os filhos de Israel estão desdorteados
no deserto que usem seu rol, a
A escola, a universidade do deserto, a escola do deserto tem muitos cursos, desde aqueles
da escola primária, até aqueles outros, pós-doltorados, uma grade extraordinária, formidável,
o bubo de Israel está desnorteado no deserto, e Israel estava preso, apertado, sem ver qualquer
possibilidade de escape, é igual a isso que for a Deus que conduzir o povo a essa situação.
Por vezes amigos, nós somos levados a desertos e eu chamo isso a universidade do deserto,
quando você olha para os lados e parece não ver solução, olha para a frente um mar enorme,
atrás é desertos inimigos, direi de esquerda, montanhas inescaláveis, uma grade curriculares
complexa, e a primeira que lição que nós temos a aprender sobre Deus, é que nós temos que
aprender a confiar nele, se nós aprendermos isso, se nós aprendermos isso, não teremos
aprendido nada, o que podemos aprender no deserto, primeiro lugar devemos aprender a permitir
que Deus seja Deus, eu tenho relembrado muitas vezes que Deus tem saídas das quais nós não
temos a mínima ideia, às vezes nós formamos um Deus pequenininho do nosso tamanho, eu pergunto quem
poderia imaginar que a abertura, a divisão do mar vermelho fosse uma alternativa, quem poderia
imaginar nessa alternativa? Ninguém! Ele roide no livro "Patriarchas e Profetas", ela diz que Deus tem
mil chaves das quais nós nada sabemos, até você preocupado, um problema em casa, família, trabalho,
problema na sua igreja, nessa sessão aqui nós temos cinco frases, que para mim é a melhor
demonstração da teologia de Deus, Israel estava intimidado, o próprio Falaó comanda a perseguição,
ele provavelmente pensou que com essa demonstração de poder, ele havia de conseguir uma rendição fácil,
os carros e as carruagens, com tudo podemos aprender no deserto, que quanto maior o inimigo,
mais retumbante é vitória, o altíssimo às vezes aguarda na penumbra o seu momento de agir,
Israel está terrorizado uma reação natural de antigos escravos, de uma demonstração do
apressor, do seu desespero, eles começam a bormorar, melhor fora, morrer no Egito, tal é a reação
humana típica de pessoas que foram condicionadas sobre a opressão, eles haviam sido condicionados,
mas o Roberto Freire, no seu livro intitulado, a pedagogia do opresso, ele fala de que o
opresso, ele tem que ser alvo, não apenas de libertação externa, mas também de libertação
interna, porque ele foi condicionado a pensar como escravo, precisamos não apenas de libertação
externa, mas de libertação interna das forças opressoras, mas Israel não precisava
então de condenação, mas de boas novas, e é isso o que Moisés faz, movido pelo comando
divino, quem de nós, irmãos, numa circunstância ou outra em momentos de desincorajamento, não
teremos borborado, considerando a relativa, a segurança do Egito, melhor do que a distante
terra prometida, e essa é outra lição que nós temos que aprender, que o deserto não é o
nosso lar, aqui nós encontramos cinco frases, encontramos nessa pequena sessão cinco frases
fundamentais para nossa compreensão de Deus, que nós podemos incorporar na experiência
cristã, comando divinos, que são relevantes para todos os peregrinos cristãos a essa altura
da história, a primeira aparece no verso 13, não temas, Deus começa aqui, porque aqui
o povo está, o povo se encontra emocionalmente amedrontado, essa é a primeira resposta de
mediante do terror do inimigo, o medo paralisa as forças, Martin Luther King, o grande
herói das lutas por libertação, por direitos civis da América, ele cunhou a frase intitulada
paralisia da análise, às vezes a análise da situação nos paralisa, consideramos determinadas
situações que nos envolve nos tornando paralisados impotentes, diante de forças invasivas, dirê
que vocês levassem desse ponto três versos, geremias 32, 17, geremias 32, 27, geremias 33, 3, nada
impossível para aquele que criou o universo, aquele que sustento o mundo no espaço, aquele
que colocou o brilho nas estrenas e colocou o perfume no viludo das pétalas. Não se esqueceu
de você, esses versos falam de que nada é impossível, Israel está envolvido em trevas e não
pode imaginar a soluções divinas, no antigo testamento nós encontramos pelo menos 10 nomes
para Deus, sabe porque 10 porque 1 não descreve quem Ele é, os nomes e Deus, um dos métodos
que Deus utiliza para revelar a natureza da sua perfeição, nomes compostos, e arrué, o
Deus do Conselto, aquele que é capaz de suprir todas as necessidades, e arrué geré o Senhor
proverá, e arrué nesse, o Senhor é a nossa bandeira, nós não estamos irmãos caminhando
por aqui, lá pelo Vale do Paraíba, paraíba, como se nós se véssemos aí num passeio, passeio
no parque, sem direção, sem propósito, Deus tem mil chaves, revelada muitas vezes nesse
lamias, os nomes e Deus são parte desses estudos da doutrina de Deus, e arrué, o Senhor
é a nossa paz, ele chadá o altíssimo, o todo o suficiente, aquele que provee forças,
ele honra aquele que habita na eternidade entre o louvor, já vimos como nós somos, na primeira
dificuldade, tudo que a gente começa a fazer é murmurar, queixar, real aumentar, nós
temos que aprender a louvar a Deus, porque o louvor a Deus em circunstâncias normais
é poder, louvor a Deus em circunstâncias alteradas é super poder, mas o louvor a Deus em
situações impoderáveis, nós poderemos utilizar linguagem dos meninos da computação, é mega,
é gigapoder, porque, sabe por quê?
Porque o diabo não está preparado para ouvir louvor em circunstâncias difíceis.
Vocês se lembram várias vezes quando Israel enfrentou suas situações difíceis.
Eles reis que cairam sobre seus rostos e adoravam a Deus.
Paulo Iscilas, marcados pelos vergonhos do martírio, louvavam a Deus na minha noite.
O diabo não está preparado para isso, porque o diabo espera quando você enfrenta a situação difícil.
É a amorboração e a queixa e a reclamação, e no caso de Paulo Iscilas Deus provocou um terremoto à minha noite.
Abreu tudo que é porta. O artíssimo não conhece limites, mil chaves das quais nós nada sabemos.
Eventualmente ele abre o coração do Marvermelho, que eu disse quem poderia contar com essa alternativa.
Não temas é a ordem divina, não temas ainda que é a sua mensagem para os santos hoje, porque eles sabem que nós somos criaturas de medo.
Não temas, estatiscos dizem que essa expressão não aparece no antigo texto, ou em toda a Bíblia 366 vezes, uma para cada dia do ano e mais uma extra para esse ano, 2016, ano de sexto.
Você pode levantar-se, querida irmã a cada dia. Você pode se acalmar que o senhor ainda está sentado no seu trono, e ele é o Deus do livramento preparado para qualquer desafio capaz de destruir os obstáculos e mudar-se rostâncias.
A segunda frase aparece ainda no verso 13, está Iquetos. Este é a ordem que, logicamente, segue a primeira, quando nós nos libertamos do medo, nós podemos nos acalmar, observe a ordem, não foi para Israel lutar, mas para permanecer calmo.
Nada de afobação, de ansiedade, de retrocesso. Todos nós estamos irmãos marchando no campo de batalha, minado todos os lados.
E nesse tempo do fim, o diabo não vai tornar isso mais fácil. Não pense nisso, mas eu dizia, nós não estamos apenas caminhando ao acaso, um passeio no parque, nós estamos marchando para a cião, para a Terra prometida, para o nosso lar final e eterno, sobre infalível liderança daquele que não pode falhar, daquele cujas mãos não tremem.
Se você está onde Deus quer que você esteja, você está no lugar certo, e você pode contar com a certeza de que você pode permanecer calma, calma, Deus está dizendo, estou levando você para a casa.
Fitorugo dizia que a imaginação é a doida da casa, a gente às vezes fica cheio, não dorme de noite, pensá-lo nisso, pensando no pior, vivemos numa cultura da pressa, que do latra o ativismo, nós preocupamos em estar ocupados, ou parecer que estamos ocupados.
Tentando resolver nossos problemas com as nossas próprias forças, com os nossos recursos, com o nosso discernimento, com a nossa sabedoria, o coração humano, irmãos, é uma fábrica de ítulos.
As pós-novas do Evangelho, o Evangelho anunciam a falência dos nossos deuses, WW Prescott, foi um dos pioneiros adventistas, um homem extraordinário, um dos mentores do sistema de internados adventistas.
Ele escreveu um pequeno livro intitulado vitória em Cristo, que infelizmente não está traduzido para português. Nesse livro, ele disse por muito tempo, eu não entendi a vida cristã, eu vivia tentando fazer o que eu não posso fazer, o que Deus não espera, o que eu faço e o que ele prometeu fazer por mim.
E enquanto eu vivia tentando fazer o que eu não posso fazer, o que Deus não espera, o que eu faço e o que ele prometeu fazer por mim, eu não estava fazendo aquilo que eu posso fazer, o que ele espera, o que eu faço e o que ele prometeu fazer por mim.
Está percebendo a coisas que você não pode fazer, mas há as coisas que você pode fazer. Você pode planejar a vida da igreja, sou certo da igreja, claro que você pode fazer, e Deus te dará assistente que isso vem.
Você está desempregado, não vai fazer como sujeito, que toda a quarta-feira pedia a oração pelo desemprego dele, finalmente um irmão, isso mais escuta, você está procurando o trabalho, mas depois é, eu acordo, levanto-as, as 10 horas, aí vou tomar o café, quanto termino, já está quase na hora do almoço,
depois do almoço eu vou dormir, e quando eu acordo, já são quatro horas, já está quase na hora de jantar de novo.
Ah queridos, as coisas que eu posso fazer, Deus espera que eu vou fazer, mas adianta eles onde, o povo vai que marcha, ou alguns são como aqueles, na liderança, lá da sua igreja do seu grupo, como o sujeito, que estava de baixo de um marro de péssego, com a boca aberta.
Alguém passou de, mas o que que você está fazendo aí assim, eu estou esperando um pesco caí, na minha boca, uma hora, duas horas depois, o sujeito passa a estar ele com um pesco agora da boca, só mais e agora, o que você está esperando?
Ah, agora estou esperando outro, caí para empurrar esse para dentro, não se porte, não se pode viver assim, não se pode liderar assim.
Ah, as coisas que você não pode fazer, Deus não espera que você não pode mudar a sua natureza, isso ele prometeu fazer por você, isso ele fará por você.
E isso ele não espera que você faça, mas há as coisas que você tem que se preparar melhor, para ser um líder melhor, está quieto, as coisas que nós não podemos fazer.
Está quieto, não é um chamado ao passivismo, mas há total dependência naquele que tem nas mãos todo poder, todas as chaves, significa submissão naquilo que nós podemos fazer.
E absoluta dependência daquilo que nós não podemos fazer, às vezes isso significa sair do caminho, cruzar o braço, esperar que Deus haja, Deus trabalha melhor nas trevas, nas nossas trevas.
Veja o livramento do Senhor e a terceira frase que aparece na sequência, olha para trás, olha para trás, considera as intervenções divinas na sua vida, espere coisas maiores.
Pastor Ronaldo, a sua família, passou lá os desabores de um aprisionamento absurdo, e eu tenho certeza que Deus colocou na sua retina, na sua memória, a certeza de que outros desafios podem ser enfrentados.
E assim é, olha para trás, veja o que Deus já fez para você, espere coisas maiores. Seu conhecimento da fragilidade humana, Deus deseja que nós aprendamos que a salvação vem do Senhor, Deus deseja que aprendamos a confiar, a confiar naquele que é o alfio homem, aquele que é o pastor das estrelas.
Nossa batalha são as suas batalhas, nossas dores são as suas dores, e Deus tem um código de honra imutável, ninguém que confia nele estará sozinho, e quando você chorar, Ele sentirá o gosto de sal nos lábios.
Uma pessoa com Deus querido.
Uma pessoa com Deus é maioria, confie em mim, ele diz, confie em mim, confie em mim, eu, seu apelo.
Eu, inimigos, que sugere que não há esperança de antes dos "beco sem saída" da vida,
o Senhor em todas as ocasiões das escrituras em que Ele se revela, parte da Sua natureza é essa, de que é o grande otimista.
Eu liberarei você, o Senhor do universo arranjará circunstâncias a seu favor, Ele apagará o fogo ou vai entrar dentro do fogo com você.
Ele poderá fechar as bucas do leão, ou poderá estar com você, no ventre da Baleia, no peixe.
Ele pode fazer o ferro flutuar, ele pode abrir o coração do oceano, ele pode colocar inimigos em fuga,
e proteger-lo de qualquer mal, e, nas suas mãos, você está seguro, não há caso perdido, não há caso sem esperança.
É certo quando, sistemáticamente, nós alimentamos a dúvida, a incredulidade.
Eu visitei alguns meses atrás, um estado do Sul, esse ancião da igreja foi me buscar no hotel, eu iria pregar naquela sexta-feira de noite, na sua igreja.
E ao passar do lado de um grande shopping, ele parou o carro e disse, "Fastor, faz algum tempo, eu vim aqui nesse shopping, negociar com os traficantes pela vida do meu filho."
O menino havia comprado drogas, entrado nesse submundo, estava ameaçado de morte, esse pai foi lá, discutir com os traficantes, negociar a dívida do filho, e esse homem então baixou a cabeça no volante e começou a soluçar.
Eu coloquei a minha mão esquerda sobre o seu homem, disse que ele e o irmão "deus não nos deu filhos para que com eles a gente acabe povoando o inferno."
O perdido pode ser encontrado, o morto pode rever.
Um grande auditorio pode ser que ajam irmãos enfrentando problemas com filhos, não perca a fé, naquele que tem todo o poder.
Talvez o seu problema seja outro, mas não perca a fé.
"Frazo número 4, no verso 14, o senhor penejará por você." Esse do 13 de 18 sugere que Israel havia levado armas do Egito, mas elas não deveriam ser utilizadas agora.
Israel não precisa lutar, porque é Deus quem, nesta batalha, peneja por eles, entregue o seu caso.
Depõe as armas. Israel, em silêncio, veria a poderosa libertação boldíssimo e, finalmente, o quinto elemento, a quinta frase, vem como uma instrução, diga o povo que eu acho, aqui estava a parte humana, Israel deve cruzar o mar.
O povo é instruído a ter calma, mas não ficar inativo.
Este é a hora de avançar.
Amigo, está a você no deserto? Que leções sobre Deus? Você pode aprender aí? Eu poderia descorrer, por um muito tempo, sob a doutrina de Deus, onde eu prefiro falar de uma aplicação prática do nosso conhecimento de Deus.
E eu quero terminar com dois pontos.
O livro do Apocalipse utiliza a tipologia do exdo para reproduzir essa extraordinária situação dos santos e deus nos últimos dias.
O capítulo 15 do livro do Apocalipse Verso 2. Você se lembra que no capítulo 15, verso 1, o povo de Israel canta, quando ele já atravessar o mar.
É isso. No outro lado, na outra praia, o povo em reverência, por aquela extraordinária libertação canta o Cântico, ele moisés.
No livro do Apocalipse, o livro do exdo Cântico é depois das plagas, sem intuado depois das plagas.
No livro do Apocalipse, o Cântico, ele moisés do cor, é intuado no outro. No outro lado, o mar de vidro, mezclado de fogo.
E o que é um mar de vidro mezclado de fogo, senão um novo mar vermelho. Mas aqui tem um gato, aqui tem um gato que você precisa entender.
O Cântico no livro do Apocalipse, ele é intuado antes, não depois da libertação e das plagas.
As plagas só acontece no capítulo 16 do Apocalipse, quem fez catologia comigo se lembra muito bem em uma longa discussão sobre essas plagas.
Mas você pode cantar a vitória antes da batalha.
É claro que você pode tentar explicar isso aí como sendo parte da mente ebraica, que primeiro apresenta um sumário, diferente da nossa cabeça ocidental.
A gente faz o sumário depois de relatos fatos. Mas eu prefiro o Cântico que o Cântico acontece antes da batalha como uma afirmação de certeza.
A vitória é tão certa que você já pode começar a cantar, amém e amém. A vitória está tão definida.
Você já pode começar a cantar. Mesmo antes desses lança finais da história, ao invés de andar por aí, mentalidade morcego, vendo o mundo de cabeça pra baixo.
Ou mentalidade daqueles que parece que foram batizados novinagre. Às vezes estão sempre reclamando de alguma coisa. Isso não está bom, essa igreja está postatada.
Alguns que estão vivendo no passado. Eu fui diretor M.V. naquele tempo. M.V. Mas hoje é J.A.A.
Alguns vivem aí, saldozismo, enfermo. Ah, no passado, essa igreja estava muito boa. No passado havia gente que dizia que era no passado deles.
Eu não gosto muito desse negócio de aposentado, sabe por quê? A melhor definição para aposentado é o sujeito que tem muito passado e pouco futuro.
Então, em Cristo nós temos mais futuro, verdadeiro futuro. As melhores coisas estão na frente. Então você pode cantar, querido, pode cantar.
7 minutos, o tempo está perfeito. Mas a outra lição, eu quero que você leia no capítulo 14 do livro de Jesus no verso 19.
E alguém aí leia pra mim com voz FM.
Eu, irmão, então o anjo de Deus, que, a diante do exército de Israel, se retirou e passou para trás deles.
Também a coluna de nuvem se retirou de diante deles e se posta atrás deles.
Ah, leu, por muito tempo, liga-se, deixa-lhe eu não entendi, e eu me perguntar, mas Deus é sempre apresentado como um líder!
O líder vai na frente, não há trás, essa é uma contradição de termos, mas um texto de sequênia que ia na frente, hoje do Senhor, nada menos que eu próprio Jesus Cristo.
Passou para trás e a coluna, a nuvem protetora foi para trás também, porque se Deus é um líder,
o que que ele foi para trás, pensei muitas vezes, acho que eu tenho a resposta, Deus foi para trás, porque era atrás que estava o problema e Deus está onde está o problema.
Onde é que está o seu problema? Na sua liderança, lá com uma cião da igreja, como diretor de um grupo, com um pastor, onde é que está o seu problema?
Na família, com os filhos, relacionamentos, Deus prometeu estar com você aonde estiver o seu problema.
Então, nunca mais olha o seu problema, como algo que não tem solução. Eu gosto muito o Inúino com um grande esto, que pode ser apresentado, entendi-te como uma afirmação, ou como uma pergunta.
Se como uma pergunta, com um grande ajusto, muito grande, muito grande. Deus é grande, não é escala desconhecida.
Deus abençoe você. Comece a cantar a vitória, se você estiver em Cristo. Comece a crer que a cada dia ele vai estar, seu problema está lá no seu trabalho,
com um chefe de trabalho, relacionamento com pessoas, o fardo que é pensado para você levantar em alguns lugares desse estado de madrugada,
para atravessar a cidade, para trabalhar, voltar tarde, encontrar a sua família dormindo, e você vai se alianando, peça que Deus já presente soluções, que eu não tenho, mas ele tem.
Deus abençoe você.
Podcast Summary
Key Points:
A teologia tem sentido apenas quando é aplicada na vida do crente, como Jesus ensinava através de histórias práticas e experiências cotidianas.
O deserto é uma metáfora para momentos de dificuldade, onde o crente aprende a confiar em Deus, mesmo diante do medo, da falta de soluções e da sensação de perda.
Deus não abandona o seu povo, como evidenciado na saída do Egito, onde Ele demonstra presença por meio de sinais e proteção, como a coluna de fogo e nuvem.
A liberdade não é apenas externa, mas também interna
A vitória de Deus é certa e antecipada, como visto no cântico do livro do Apocalipse, onde a vitória é cantada antes da batalha.
O crente deve reconhecer que algumas coisas ele não pode fazer, mas Deus promete fazer por ele, enquanto outras ele precisa desenvolver como líder.
Deus está presente onde o problema está, e o líder deve buscar Ele, não apenas no futuro, mas no momento em que o desafio se manifesta.
A fé exige louvor, especialmente em momentos de adversidade, pois o louvor é um ato de superpoder e de rejeição ao diabo.
Summary:
O discursante apresenta uma reflexão profunda sobre a teologia aplicada, rejeitando ensinamentos abstratos e destacando a importância de viver a fé diante da realidade do deserto — momentos de dificuldade e desespero. A saída do Egito é usada como metáfora para mostrar como Deus, com presença contínua e poder, conduz o povo, superando o medo, a opressão e a ansiedade. O deserto representa uma escola onde o crente aprende a confiar, a louvar e a ver a vitória como certa, mesmo antes da batalha.
A obra de Deus é ilustrada pela visão do cântico no Apocalipse, que antecipa a vitória, mostrando que a fé é um ato de esperança e coragem. O discursante enfatiza que o problema humano é enfrentado onde está o problema, e que Deus está atrás do desafio, não apenas à frente. Ele reforça que o crente não deve tentar resolver tudo com suas próprias forças, mas deve confiar em Deus para o que é impossível, enquanto se prepara para o que pode ser feito.
A mensagem final é inspiradora: em Cristo, o futuro é promissor, e a vida é um caminho de confiança, louvor e avanço, com a certeza de que Deus está presente, guiando e protegendo em cada passo.
FAQs
É uma metáfora para as lições que podemos aprender em momentos de dificuldade, como quando estamos presos em situações sem saída, como o povo de Israel no deserto.
Porque a teologia só tem sentido quando é usada para guiar a vida e as ações do cristão, como Jesus fez ao ensinar com histórias e lições concretas.
A importância de confiar em Deus mesmo quando estamos assustados, pois Ele está presente e guia os que caminham em tempos difíceis.
É uma ordem divina para acalmar o medo diante das adversidades, lembrando que Deus está com os seus e é o Deus do livramento.
Por meio de sinais e manifestações como a nuvem de proteção ou a coluna de fogo, mostrando a sua presença constante e cuidadosa.
Que Deus possui poderes e soluções que não podemos imaginar, e que Ele abre as portas onde parecem estar fechadas.
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