A tecnologia e a esperança cristã – BTCast ABC2 075
57m 20s
A conversa aborda a relação entre tecnologia, crises globais e esperança cristã, criticando o otimismo vazio que muitas vezes é apresentado como solução para problemas ambientais, sociais e econômicos. A esperança cristã não se baseia na expectativa de progresso humano ou na inovação tecnológica, mas na fé na promessa fiel de Deus, como demonstrado no exemplo de Abraão. O mundo atual vive crise ambiental e social agravada, com limites planetários já ultrapassados, especialmente em áreas como desmatamento e emissão de CO2. A ação individual é insuficiente diante dos sistemas de poder e grandes corporações que controlam as decisões globais. O pessimismo realista, ao reconhecer a gravidade dos problemas, não anula a esperança, mas a fortalece, pois permite um olhar honesto da realidade. A esperança cristã está em Deus, não nos nossos esforços, e é alimentada em comunidades, famílias e práticas de lamento e fé. A conscientização das novas gerações, embora importante, gera ansiedade e desespero, não esperança. A reflexão crítica sobre a tecnologia, as indústrias e os lucros de grandes empresas mostra que o progresso não resolve os problemas, muitas vezes agravando-os. A recomendação de livros como *Nossa Vida Sagrada* e *Teaching at Twilight* destaca a importância da esperança em comunidades e na educação para enfrentar a crise, com base em uma visão cristã realista e profética.
Sendo que a esperança cristã, de fato, lembrando lá quando Paulo fala de Abraham, que
criou conta de esperança, ele esperou conta de esperança dele, porque a esperança
dele tinha a ver com outra coisa, ele tinha a esperança de Abraham e a esperança cristã,
ela tem a ver com uma promessa, não com as expectativas que criamos por causa das coisas
que produzimos, por causa das atitudes que nós tomamos, por causa das nossas obras.
A esperança cristã é baseada na promessa de um Deus que está cumprindo os seus promessas,
de um Deus que é fiel para cumprir os seus promessas, então a nossa expectativa está numa
nova Jerusalém já realizada, o livro de apocalipse mostra isso, a nossa fidelidade no presente
que era se baseia numa concretude do futuro.
Oi gente, eu sou o Thiago Pereira e entre o copo está mais cheio ou o copo está mais vazio,
na verdade eu estou começando a desconfiar do copo.
Nós estamos aqui com esse tio março da ABC2 para falarmos sobre a tecnologia e a esperança cristã, já fizemos vários episódios sobre tecnologia que no BTK é a ABC2 galera, são mais de 75 episódios tratando do tema fé e ciência.
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já falamos sobre inteligências artificiais, transhumanismo, enfim, temos vários temas que de alguma forma arranham, que nós vamos tratar hoje aqui,
o tema é a tecnologia e a esperança, mas antes é claro, os recados laboratoriais da ABC2.
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Agora, aproveite o episódio.
Muito bem, meninos! Estamos aqui para falar sobre a tecnologia e a esperança cristã, mas eu quero começar com essa entrada de vocês,
que é entrar da geralmente ela pauta um pouco ritmo da conversa, e eu sei que eu já estou furando a pauta, mas eu estou aqui para fazer isso, para não seguir a pauta de vocês.
Mas eu quero entender isso, porque o otimista é um mal informado, gente? O que é isso? O que está acontecendo? Como assim?
Eu acho que, assim, você leia as notícias, você leia sobre ciência, você está informado sobre o que está acontecendo,
onde vem a sua tecnologia, os problemas ambientais, o pandemia que a gente passou, todos os problemas que a gente tem passado de maneira ambiental,
problemas até de saúde, neurológica, por causa dos impactos da tecnologia, acho que não tem como você está bem informado,
e você ser um otimista e falar que está tudo bem, está tudo bem, como aquele cachorrinho que tem, o meme do cachorrinho que está sentado,
tomando uma chica de café, tudo pegando fogo em volta dele e ele fala, está tudo bem, está tudo bem,
que isso é uma pessoa desenformada, né?
Eu acho que a gente está num momento de grandes crises, né?
Existem muita gente falar assim, a gente sempre houve crises, mas eu acho que existem bons argumentos para dizer que a gente vê um aumento em várias crises,
crises, assim, ambientais, institucionais, mesmo psicológicas, que as pessoas têm passado,
então um autor que eu lhe mostrei, talvez, que falava de um roupion, um roupa mais opion, caramba mano, que isso é sassacional.
Seria, é uma junção assim de palavras, que é aquela esperança assim, mas como um opion, é uma coisa assim calma galera,
tudo bem na certa coisa da copa de 2014.
Roupion, cara em português, segura a porta, segura a porta, rôdor, não deu mais inglês, ficou sassacional, né?
Roupion, caramba mano, uma esperança, que é mais um ópio, de sensibiliza, né, para o que está acontecendo.
Então você sabe que se lança, eu sei que não é a pauta, mas agora vira a pauta, porque eu sou conhecido com uma pessoa meio otimista,
às vezes, para algumas coisas, né, a pessoa fala que eu sou meio otimista, mas eu posso ser só mal informado mesmo,
é que eu acho que é exatamente isso, né, que a gente se agarra muitas vezes, caraca galera, não é que a gente seja desesperançado também,
a gente vai falar sobre isso hoje, mas é quando a gente se agarra e dizer que está tudo bem, né,
eu sou aqui, por exemplo, na questão tecnológica, mesmo os problemas tecnológicos, que são criados, né, por causa da tecnologia, podem ser resolvidas.
Por mais tecnologia, esse é otimista, então vem aqui um problema que a gente está tendo questões ambientais, né, questões de poluição,
ah então vamos inventar um filtro para que melhor isso, melhor e os gases na atmosfera, né, então sempre o otimista, ele vai ver que tem um jeito, tem uma maneira.
Então, muitas vezes, ele acaba sendo um passivo, né, muitas vezes acontece que o otimista ele acaba sendo passivo, porque ele está acreditando,
"não, vai ter um jeito, vai dar", né, isso não quer dizer que a gente tenha que ter desesperança, que a gente acha que "não, não vamos fazer nada também"
e cruzar os braços e pronto, porque o mundo vai acabar e também isso é uma posição ruim, inclusive, isso não é uma posição cristã.
Então, a gente está em formado, né, parece que a gente está vivendo mais crises hoje, eu acho isso muito curioso, né, e da verdade sempre tem essa coisa, né, a gente está no momento em que nós vivemos, obviamente, onde nós estamos experimentando a realidade do mundo,
a gente fala antigamente não era assim, antigamente eu não estava lá também, né, e a gente tem essa ideia, ele está em formado, tem muito a ver também com a globalização da coisa, né,
a gente conhece as crises em escala global, é, pensar nos antigos, pensar no tempo de Cristo, por exemplo, pelos autores bíblicos, eles não tinham noções de crises globais,
porque eles não tinham nenhuma noção de globo de outras civilizações muito distantes ali do ambiente, do anti-orient próximo e tudo mais, né,
e hoje a gente tem notícias o de inteiro de catástrofes que estão acontecendo e desastres ambientais, pessoas sendo atingidas todos os lugares do planeta,
ou seja, a gente está, de fato, muito informado por isso, né, e a gente tem uma estrutura social e uma população no planeta que desde a revolução industrial explodiu, né,
se a gente tem um crescimento exponencial de população humana e que é algo sem precedentes, né, a gente já falou isso também em algum episódio anterior,
sobre a impacto humano, sobre a terra, e o impacto humano hoje, sobre a terra, ele coloca um peso, né, uma exigência de sobre a terra muito grande, né,
de energia, de recursos que são explorados, então assim, existe uma informação muito maior, mas sim, existe também um impacto que geram crises muito maiores por causa do papel humano sobre a terra,
e a gente tem essas crises, e ao mesmo tempo a gente tem uma tentativa muito grande de gerar esse otimismo, né, de fazer isso que o Fernando falou, de tentar amenizar essas coisas com essa esperança,
ou esse otimismo que parece ser vazio, né, eu acho que esse talvez seja um ponto central do nosso
da nossa conversa aqui hoje, é tentar entender o quanto esse otimismo, o quanto a esperança
que nós tratamos, ou que a gente vê sendo tratada nos jornais, na mídia e tudo, mas
o quanto ela é vazia. E se ela é vazia, de fato, como é que a gente pode encher isso
com alguma coisa? Você falando das crises, né Thiago? Eu até lembrei da pandemia, né?
Foi uma coisa, assim, global, né? Ficou muita gente e eu lembro muitos das discussões,
sim, claro que é voltar em toda a bagunça que foi, né? Todas as discussões e tal. Mas
eu via muita gente falando assim, calma galera, não vai ser aquela coisa, não, fica tranquilo,
né? E chegou, e chegou e foi uma coisa assim, que afetou, né? Leolém. É, daqui a seis meses, tá tudo normal de tudo, certo? E se acha, uma coisa dessa não
acontece, né? Meica que ela é dessa, isso não acontece, essa coisa de filme, né? Porque
nunca aconteceu, né? Então assim, é verdade que muitas vezes as machetes exageram, né? E
o pessoal apelava pra esse tipo de coisa, né? Ah, é, os jornais gostam exagerar essas
coisas, isso aqui não vai chegar na gente, né? E chegou. Então, mesmo com as questões ambientais,
né? Isso é só, ah, mas desde a década de, sei lá, 1920, 1910, os cientistas estão falando
que vai ter um grande colapso climático e tal e nunca chegou, então, ah, vestir isso aí,
né? Calma, né? A gente já tá começando a ver muita coisa séria acontecendo, né?
Eu pessoal até falo assim, ah, porque aí estão, por exemplo, esse lance aí estamos acabando
com a vida na Terra, né? Cara, eu vi alguém falando seguinte, olha, a gente tá, a gente tá
acabando com a nossa vida na Terra, né? Porque a vida na Terra continua depois a gente,
entendeu? Mas a gente tá tornando o planeta complicado para nós, eles humanos, claro,
pra várias espéstas, também que estão aí em insinção e tal. Mas assim, o pessoal quer dizer,
cara, aqui no fundo, a natureza vai ser, ela vai se adaptar e vai continuar, né? Talvez nós
passaremos, né? Mas a, a, a, a, a, nós passaremos se continuarmos esse, mas o, e o,
e o lance lá do turn point, tá? Acho que o garros uma vez falou isso que a gente meio que já
passou um ponto, tipo assim, não dá pra recuperar muita coisa agora, assim, né?
Existe, existe que eles chamam de limites planetários, tem uma pesquisa de 2009 para cá? Tem
um cento de pesquisa, se eu não me ganho na, na Suécia, não lembro exatamente. Na verdade,
é algo que tem no mundo todo, né? Pessoas que trabalham no cima e diz, mas é um cara que proposa
a ideia de limites planetários, e aí ele colocou ali uma lista talvez de, ou a, se eu não me
ganho, são nove limites planetários, né? De limites que, que não deveriam ser ultrapassados
para que a, ou continua se, continua se ouvir, havendo um equilíbrio ecossistêmico e de forma
geral no planeta, né? Assim, quantidade de exploração de recursos, quantidade de CO2
atmosfera, quantidade de lixo produzido, de energia demandada, e então tem várias questões
em, quantidade de lixo produzido, né? Várias questões, eles tentarem estabelecer quais são os limites
pra essas coisas? Até quando o sistema da Terra ou os ecossistemas conseguem lidar com essas
coisas em ritmo de sustentabilidade. E a partir de que momento esses limites podem ser ultrapassados,
e aí a gente começa a ter problemas. Desde 2009 pra cá esses limites têm sido quantificados,
né? De acordo com as metodologias que eles têm, praticamente todos já estão sendo, já foram
ultrapassados em algum nível, né? Alguns foram bastante ultrapassados, alguns estão perto
de ser ultrapassados, mas a maioria deles já foi ultrapassado. E a partir do momento que esses
limites são ultrapassados, o retorno se torna cada vez mais difícil, né? Assim, um retorno
para um equilíbrio, para uma situação sustentável, né? Se torna cada vez mais difícil. Um deles,
por exemplo, a questão de desmatamento da fute floresta, né? Você pensa a Amazônia, grandes
ecossistemas que têm um papel no equilíbrio terrestre, eles chegam num ponto que a Amazônia tem
esse ponto. A Amazônia tem um ponto de não retorno, que, se o desmatamento passar de determinado
ponto, ela não volta. Ela não se regenera com a mesma facilidade que ela se regenera se ela
estiver totalmente mantido ali. Então, a gente está bem perto desse ponto, por exemplo, na Amazônia,
assim, a gente está em 80% ali de capacidade, mas se abaixa disso, ela já fica com dificuldade
de regenerar. Isso significa um problema global. Não é um problema só no Brasil, não é um problema só
para uma floresta que está aqui na América do Sul, não é um problema para a estrutura do
ecossistema global. Então, a gente tem ultrapassado esses limites. Então, assim, para quem está
acordado esses limites, eles também acendem uma alerta muito grande. Exatamente isso que eu ia
falar. Eu vou falar isso, por isso que o otimista é um mal informado. Quando você começa a ler
sobre essas questões, começa a ver sobre os problemas, você fica realmente indignado e percebe
como nosso modo de vida hoje no mundo é problemático. Então, eu tenho pesquisado também sobre essas
questões, as substâncias químicas eternas, que são aquelas substâncias que elas não vão
aparecer. Então, por exemplo, Teflon. Então, a gente tem plásticos que estão lá você encontra nas
forças marianas, foram encontrados microplásticos. Então, o nosso modo de vida, ele não é condizente
para a continuidade da vida humana na Terra, né, ou Rãs Leónas. - Falava sobre isso. - É um problema
para você também, porque você come isso negócio. É por isso que você é assim. - A minha frigideira de Teflon
não é um problema, a minha frigideira é. - É um problema para você, para a saúde, né,
porque ela já tem um filme que é bem legal, é com Mark Rove? - É que a amor, qualquer
nossa frigideira é de Teflon, eu estou preocupado. Se for, que estou ouvindo aqui que Teflon
não é bom. Vamos conversar em casa, vamos conversar séria. - É. - Eu sei se vocês viram aquele filme
do Waters. Eu não lembro como é que foi. Acho que é o preço da verdade com Mark Rove,
o Hulk, né, na Marvel. É um filme muito interessante, muito interessante, porque ele é um advogado,
e ele vai ajudar uma comunidade que começa a ter vários problemas, começa a vários ademas
morreirem, e tal, ali. - Ai, tipo, a frigideira. - O filme da Julia Roberts, lá, Eric Jojo-Vitch,
né, é. - Broco-Vitch, é lá. - Exatamente. E foi baseado em fados reais, né,
e tal advogado processando a do Ponte, que era uma empresa que fabricava, né, Teflon,
e os resíduos químicos eram jogados na água, né. Então, assim, você vai vendo esse monte de
problemas desses, de como a gente, por exemplo, a gente compra um celular, né. E a gente pra onde vai
esse celular? Eu tanto de minerais que tem ali de minérios, que tem ali nesse celular, nesse
aparelho, que você joga, descarta, ele, a bateria, né, o lítio e tal, que tem causado impactos muito
grandes. Se vocês perceberm, não sei se vocês sabem disso, mas tem aumentado bastante a quantidade
de cânceres, normalmente, aumentou bastante. Então, tem se pesquisado, por que tem tantas, né, tem aumentado
tanto. Então, você vai vendo, é o nosso modo de vida, a alimentação que a gente come, os produtos que a
gente joga fora, né, que a gente usa e descarta, tem um grande lixão lá no chile de roupas que são
novas, mas que as grifes, né. - É chocamente, gente. - Procure a imagem desse negócio, é chocante. - É absurdo.
- Lixo no chile. - É. - Tem uma ilha. - Carno, é num deserto, é uma ilha. - Eu acho que era um deserto que tinha
também roupas no deserto. - Isso. - Não, isso. Esse é doido chile, é num deserto lá. - Um deserto.
- Não tá cama, uma ali naquela região no chile mesmo. - Cara, né, não balando. - Eu vou até precisar isso agora.
Lixo no chile. É difícil falar lixo no chile. - E o Thiago tava até falando, né, que tem esses cálculos,
e a galera pode até falar assim, "Ah, mas eu não concordo com metodologia, com o cálculo." - Mas eu acho que, no geral,
eu posso estar errado, mas o Thiago quer ler mais sobre isso. Mas a gente viu uma mudança no discurso
nos últimos anos, que não é nem mais aquela coisa assim, "Ah, galera, vamos mudar o nosso jeito pra ver se
a gente evita a crise, meio que o discurso agora tá, ó, gente, já foi, já era. Segura agora, vamos ver
como é que a gente vai sobreviver, porque a crise já tá vindo. Não tem mais jeito. Eu lembro até na bíblia,
né, quando eu falo "Profeta, fala assim, ó, você já vai um pesílio, não tem mais jeito agora, não.
Vamos ver como é que a gente vai sobreviver aí isso, como é que a gente vai receber, porque a crise já
veio, já não dá mais pra voltar atrás, né? Então, sou a pessimista, né, mas é aquela coisa,
o traque também não é realista, né? - Tem uma coisa importante. - Eu quero saber o que vai entrar a esperança
a crise, por enquanto é só desespero. Eu tô vendo, a gente vai chegar lá. - Pô, o deserto da Takama vira
semitérios de roupas usadas. Mano, parece a recadação de roupa da pandemia, que a galera levava até
coeca a suja pra doar para os pessoal das enchentes do meu grande suco. Cara, que ser humano, mano.
Mas uma coisa que eu queria trazer aqui, essa relação com a crise, né, muitas vezes ela é muito
pessoal, de fato, muito individual, isso também é reflexo do mundo individualista que a gente tem hoje,
né? E muitas vezes a gente cria esse otimismo ou essa esperança como se nós como indivíduos,
ou como sociedade mesmo, mas nós conseguimos resolver alguma coisa, né? Nós com o nosso esforço vai ser
capaz de resolver. E aí eu acho que entram um outro elemento, que talvez seja o elemento que faltava
aqui para o conversa, que envolve essa esperança, essa desesperança, ou talvez uma frustração quando a
gente se dá conta, ou a medida que a gente tá mais informada, a gente vai cedando mais conta disso,
né? De que parece que mesmo lutando bastante a gente não consegue, né? Porque a gente esbarra em
coisas que fogem da nossa alçada, enquanto indivíduos, enquanto seres humanos nas nossas vidas diárias, né?
Que são os grandes sistemas, né? E a luta contra o sistema, vai ter sistema. Porque quando a gente
vê as crises ambientais, por exemplo, é quando a gente vê o problema do petróleo, por exemplo, né? E
guerra que a gente vê sendo tratada do mercado entre empresas que querem continuar explorando petróleo,
empresas que não querem mais explorar, que não acho que não devem explorar mais petróleo,
o conflito ali entre governos, e aí a gente vê associado a isso, né? O que a gente chama de das Big
Texts, né? As grandes empresas que parece que controlam os sistemas e a gente vê, puxa,
se todos os seres humanos da Terra se unirem, parece que eles não conseguem fazer frente a esses grandes
sistemas que estão organizados para que a coisa gira em benefício próprio do sistema, né? E
aqui eu não tô falando, né? Enfim, né? Existe muita coisa relacionada que a gente tá falando de
sistema, né? Mas a gente tem que falar de grandes empresas que controlam de pessoas chave, né? Que
que são formadoras de opção.
opinião e que controlam governos, a gente vê, por exemplo, o exemplo que a gente tem percebido
ali na gestão do governo do Estados Unidos agora, você pensa lá na pósse do Trump e com os grandes
líderes das empresas de tecnologia presentes na pósse dele. Então a gente vê como que existem
elementos girando e que parece que fogem da nossa alçada. Isso gera uma frustração grande, né? A gente
vê há pouco tempo, a gente vê muito do discurso na parte ambientalista da coisa. Aquela coisa é
"ah, eu trocar o canudinho, eu parar de usar o canudinho de plástico para usar o canudo que é
sustentável". Mas aí, de repente a gente se dá conta, meu Deus, né? Isso aqui, mexendo
o canudinho não vai transformar o mundo, mas vai causar um impacto em algum nível. Eu vou continuar
fazendo isso, mas. Então a gente tem essa ambiguitade, talvez de perceber o que eu estou fazendo
muito importante, mas não resolve os grandes problemas. Então, eu acho que quando a gente entra
nesse ponto, a gente começa a perceber que aquele otimismo ou aquela esperança vazia de alguma
forma parece que não resolve nosso problema. O que vocês acham disso também? É um assunto que vem
muito com os alunos, né? Eu dou aula de tecnologia, né? Com a programação e tal. E muitos alunos
falam, olha, professor, eu uso, por exemplo, uma plataforma, uma serviço, um produto de uma empresa
do Discord, que é complicado, né? Sei lá, uso Twitter, X, né? Sabendo de coisas do. "Se eu do Twitter, né, do X hoje, né?" É muito difícil, porque se sentem os dois extremos,
né? Eu falo um extremo e você aceitar tudo críticamente e "Ah, só segue fluxo". E o outro
é você se isolar completamente, não usar nada. Então agora, eu vou virar um "M" totalmente
ali, ou qualquer questão tecnológica, saí do sistema completamente. Só que eu acho que existe
uma parcela de responsabilidade que é nossa e existe uma coisa que passa. Realmente sozinho, a gente
não vai conseguir mudar as coisas. E aí, as que entra a gente refletir, eu acho que tem uma
termo chave que eu uso, né? É uma ética cristã da complicidade, né? Complicidade nos sistemas
hoje. Você tem toda uma história do pensamento cristão sobre esse assunto. Então, por exemplo, na época
da escravidão, você tinha cristãos que não compraram a sugar, por causa que sabiam que esse
sugar vinha do trabalho escravo, né? Essa ética do boycott, e tal. Ela funcionou até um certo
ponto, naquela época. Hoje, a gente tá nem sabe até que pontos um boycott vai funcionar, né?
É uma empresa. E muita gente, às vezes, nem tem o dinheiro, nem tem a possibilidade de comprar um
outro produto, né? Que sei lá, seja produzido de uma forma justa e tal. Então, assim, é uma questão, ao
mesmo tempo, a gente se sente com um pouco o poder de, em muitos casos, né, de fazer uma diferença
e é complexo, complexo, depende de cada pessoa. Essa questão de mudanças, né? Acho que tem vários
níveis, né? Que a gente pode pensar. Primeiro, eu acho que, como eu falei, né, que o otimista
é um mal informado, eu acho que a primeira coisa é se informar, porque muitas dessas informações
não chegam a nós, não chegam a maioria das pessoas. Formações de, o que que causa os problemas
da mentais, da onde que vem os elementos que compõem a ferramenta que eu tô usando no caso
do celular, meu computador, o que que causa no meio ambiente, o que impactos que causam.
Acho que a gente tem poucas informações disso. Então, o Jacques Lou, um cara que até escreveu bastante
sobre esperança, inclusive, que é tipo com o cara pessimista, né? Exatamente. Ele era tido como um cara
bastante pessimista. E ele falava assim, olha, eu sou aquele pessoa assim, tudo que eu tô falando aqui
do ponto de vista tecnológico, se vocês vão fizer em nada, vai quando sei se eu tô meio que
te usando aqui, fala, olha, vai só, vai piorar, né? Então ele falava que ele tinha esperança, né?
Ele tinha a esperança de que pessoas pudessem mudar as suas tecnologias, pudessem mudar,
mudar a tecnologia, não só ser moldados pela tecnologia. E eu acho que isso vai de pensar
desde as nossas ações locais, né? O Jacques Lou, ele falava, pense globalmente, mas ája localmente.
Então, você vai pensar no questões globais, mas agora como que se impacta na minha vida, né?
Eu tô consumindo e informações em quem eu vou votar, tá? Isso é interessante. Em quem eu vou
votar, em quem eu vou cobrar criar políticas públicas, né? Pra as vezes questões ambientais e tal.
Então assim, você vê coisas que foram sendo proibidos por causa da lei, né? Então fumar. Era uma coisa
normal, né? Então, as pessoas fumavam e tal, beleza. Aí foi, foi palotinamente tendo várias
informações. Hoje, um dos problemas para a nossa saúde, que são causados pelas grandes corporações.
Por exemplo, ali um livro assim que eu fiquei bastante chocado que a gente huta processada.
O autor vai mostrando como a gente se alimenta mal e como esses alimentos altamente palatáveis,
que é, dizer, que são alimentos que são feitos para a gente adorar, né? Gostar demais,
assim, a gente, mas eles não saceiam a gente e vão causando vários problemas, inclusive,
são relacionados a câncer, que eu tinha falado, né? Que tem aumento de câncer, vários problemas,
causa ansiedade e depressão. Então, a gente tem um problema de mais informação. Ou, quando a gente
recebe informação, a gente recebe muita informação sensacionalista nas redes sociais, gera uma ansiedade
muito grande também. Então, as pessoas, agora, tem um termo até que se chama ansiedade climática,
né? Que são as pessoas. Então, agora o mundo vai acabar e tal, o que a gente vai fazer. E aí, a pessoa
tem ação. Eu acho que a visão cristã é, é uma visão de que saber que o mundo está errado,
que tem um problema dentro do ser humano, né? Nós somos profundamente errados. Então, quando você
olha lá, a Auschwitz, porque aconteceu, né? As pessoas se tiveram muitas depressões, inclusive
empençadores, né? Todo o existecialismo francês era muito, muito deprimido, né? Falar não tem mais
jeito. E ao mesmo tempo, você tinha personagens ou autores, lá como os ingleses, né? O Tolkien,
do Silúis, que estavam falando, olha, está caindo bomba da nossa cabeça, mas a nossa esperança não está
nesse mundo. Mas nós podemos fazer coisas para aliviar as dores desse mundo, né? O Silúis, ele tem um
capítulo no cristianismo por simples, que ele fala sobre esperança. Capítulo 10 é muito legal,
muito bom. E ele tem uma frase que eu acho que resume bem, dá para a gente pensar bem como que a
esperança cristã, ela não é uma, simplesmente uma coisa assim, otimista nas coisas desse mundo,
pensando em outras coisas transcendental. E o Silúis fala assim, os cristãos que fizeram mais pelo
mundo presente foram justamente aqueles que mais pensaram no porvir, né? Então, às vezes a gente pensava,
os caras estão pensando na outra vida, então eles não vão fazer nada nessa vida. Não, mas você vai ver,
vai estudar história, vai ver os grandes, né? Eles estavam pensando, Martin Luther King, o
Tim Keller cita bastante também, o Bill Schuhann também cita bastante, Martin Luther King,
pessoas, Uber Force, né? Vários pessoas que trabalharam, aí eles estavam pensando no porvir,
no outro mundo, mas eles estavam agindo agora, vamos tentar diminuir os problemas, né? E agora a gente
precisa pensar nisso, né? Nos problemas tecnológicos que são gerados, hoje na tecnologia é
grande culpada, né? Pelo problemas ambientais, pelos problemas de saúde, né? Pela crise que a gente
tá vivendo em vários sentidos, né? Então a gente precisa realmente pensar, começando desde a base,
da maneira como a gente vive nosso cotidiano até aí impactando grandes, grandes posições,
né? Grandes posições políticas e que estão fazendo as leis, né?
Então, ouvindo vocês, eu lembrei, eu vi recentemente aquelas coisas de internet, né? Não fui atrás
pra ver se é verdade, então calabou, que não fala nada, eu sei, eu famoso cara, se não tem certeza
não fala, mas já que eu estou com especialistas aqui em Apocalipse, a questão é seguinte, não, gente,
Apocalipse não é sobre o fim do mundo, tá bom? Foi só uma piada, Apocalipse é esperançoso, inclusive,
mas vamos lá, vamos lá pessoal, eu vi essa, eu vi alguma matéria, alguma reportagem, mas vamos verifiquei
a veracidade dela, mas que as novas gerações já estão com uma consciência ambiental bem melhor do
que, por exemplo, a minha geração, assim, então assim, será que isso é uma ponta de esperança também,
em termos, eu sei que não é uma esperança cristã e tal, mas é uma esperança humanitária, por assim,
dizer, ou seja, as novas gerações estão mais conscientes e tal, tem até uma ideia de que o minimalismo
tá voltando, algumas coisas mais minimalistas e tal, isso é positivo, essa pesquisa não tem nada a ver
e tal e nas leituras de vocês isso nem apareceu e essa pesquisa aí no fundo nem tem nada a ver.
Isso aí tem muito a ver, vivo, com o que o Luiz falou sobre ansiedade climático, as novas gerações
elas estão mais conscientes, mas isso não necessariamente é algo de uma forma positiva, elas estão mais
conscientes no sentido de que elas estão mais desesperadas, porque elas estão percebendo que o futuro delas
aqui está comprometido, porque as pessoas mais velhas, as nossas gerações aqui de velhos milênios e enfim,
são gerações que daqui a pouco não estão mais aí, mas eles vão estar, vai chegar ao final do século 21,
eles vão estar, eles vão receber um planeta com crises muito maiores e se as coisas continuarem do jeito
que estão de fato, a gente vai ter uma situação muito crítica e muito caótica até no final do século 21
e nós não vamos estar lá, mas eles vão estar, eu vejo os meus filhos aqui hoje, eu estava até pensando nossa,
eles vão provavelmente, eles vão ver até a virada do século e eu não vou estar mais aqui, isso gera um desespero,
então essa, a conscientização das novas gerações não tem trazido esperança e não tem gerado necessariamente um otimismo,
tem trazido um desespero, tem trazido duas coisas, tem trazido um pessimismo e esse pessimismo tem gerado um desespero,
eu acho que é isso que a gente vai tentar mostrar aqui, sobre como lidar com esse pessimismo,
porque esse desespero tem gerado uma ansiedade, é o que se chama de ansiedade climática ou tem alguns chamados de equo ansiedade,
é um termo novo, e eu acho que a gente nunca tratou aqui no BTS, mas a gente pode trazer isso depois de uma forma mais objetiva,
mas é um assunto muito importante, existem tratamentos já, pensando nisso, existem tratados psicológicos falando sobre
[MÚSICA DE FUNDO]
de climática e como que isso é uma condição já presente nas novas gerações e como que
a cada vez mais a gente precisa lhe dá isso de um ponto de vista psicológico também, né?
Então a gente tem, na verdade esse assunto ele é muito pertinente para BC2 porque ele realmente
é um assunto transversal, né? Ele pega aí questões científicas, mais questões econômicas,
questões ecológicas, questões políticas e questões de religião envolvidas nisso, né?
E psicologia e tudo mais. Isso tem a ver com esse talvez esse processo também de secularização
da sociedade, né? A sociedade cada vez mais secularizada, mais afastada da religião,
tentando encontrar esperança ou tentando encontrar algum caminho em livros sagrados do secularismo,
né? Que são, ou seja, não existe isso, existem autores que vão sendo trocados de tempos em tempos
porque as coisas não existem o fundamento de uma tradição religiosa no pensamento secular,
me parece isso, né? Então aí isso é um problema que a gente precisa lhe dá.
Eu acho que vem muito dessa percepção de que assim, não tem o que fazer, né?
A pessoa se sente assim, eu tenho que agora cuidar do ambiente, mas não consiga derrumar emprego direito,
né? Topei com cinco faculdades nas costas, não consiga nem emprego, e agora ainda tem que cuidar do
ambiente comprar o produto orgânico, gourmet, com mão de obra justo e tal, a pessoa se sente assim
bem pressionada, e a gente vê páginas de humor aí, eu reconheço esse gênero de humor que já
existe hoje, né? A calma, galera, tudo vai dar certo depois da cópia de 2014, tirando sarro,
assim, desse otimismo bobo, assim, né? E rindo da própria desgraça, né? Com praticamente.
Só que eu fico pensando, vários profetas, né? Quando a gente ler a Bíblia, sei lá, a gente pensa em
gerenias, né? Gerenias era um cara pessimista, no livre de lamentações, né? Cara, assim, é bem
realista, né? E é bem assim, dark, né? Bem, sombrio, abacuque, né? Vendo assim a destruição que
tá por vir, né? Mas a gente ainda encontra uma esperança ali, só que antes da gente chegar na
esperança, talvez existe esse papel mesmo do lamento, né? A disciplina cristã do lamento, talvez seja
recuperada. Em vez de você só ficar vendo página de meme aí, rindo da própria desgraça, né?
E ao mesmo tempo assim, ah, tá tudo já era, tá tudo dando errado e depois mudam pouco, né?
Igual naquele filme lá, olha pra cima, né? Ó, vai tudo da errado, aí passa dois minutos, ah,
vamos ver o filme novo da Marvel e tal, que tá saindo, esquece? Tenta se distrair, né?
Do problema? Eu acho que existe uma virtude cristã de realmente reconhecer, olha, gente.
Que tá feia, né? Leia ali os livros de lamentações e ter uma prática genuína do lamento, só que nessa
prática genuína do lamento de reconhecer a nossa situação complicada, existe uma esperança cristã,
né? Quando a gente ler lá em abacuque, né? Toda via, eu me alegrarei no Senhor e saber que ainda
tem um futuro que que não depende da gente, né? Realmente não vai depender da gente mesmo, porque
a gente não tem mais jeito, mas tem esse futuro que a gente espera contra as evidências, mas que
é uma fé genuína mesmo na redenção. E pensar nisso nessa questão profética, né? Que o Fernando
falou, eu acho que a gente precisa de líderes, né? Proféticos, hoje no mundo evangélico, de falar
sobre esses problemas, de tratar sobre essas questões, né? BC2 tem tratado bastante sobre isso,
né? Tem um lançamento de livro, né? Eu acho que aqui do que a gente tá falando um livro que é
importante, é o do Wiesber, né? Do Norma Wiesber, ou nossa vida sagrada? Acho que ele é fundamental
porque a gente tá falando que até ele trata dessa visão profética e até realista da natureza,
nós estamos vivendo uma época, o homem causou, tem causado problemas muito fortes na Terra, né?
Nós estamos vivendo na Era do Antropoceno, que ela era que a gente tem vivendo que o ser humano
alterou as questões climáticas da Terra, né? Então eu acho que precisamos, porque a gente vê
muitas vezes na maioria do mundo evangélico, às vezes é uma abraça das tecnologias de forma crítica,
né? Não tem essa crítica cidade da tecnologia, ou Fernando mencionou os M's, né? E é interessante
que os M's, eles não são totalmente contas da tecnologia, mas eles refletem sobre a tecnologia
que eles vão usar, né? Então eles têm, por exemplo, telefone, então eles pegam uma tecnologia, eles
julgam essa tecnologia, ela vai, ela tá fazendo bem pro nosso modo de vida, ela vai colaborar
com o nosso modo de vida, ou não. Às vezes a gente adquire, pensa assim, em casa mesmo normal,
vou dar um celular para o meu filho, tá? Que isso vai impactar na vida? A gente não julga isso,
não pensa, né? Então eu vou usar certas coisas, vou comprar um carro, eu quero trocar o carro, né?
Já faz dois anos que eu estou com esse carro aqui, já tá na hora de trocar, né? Então assim, esse
telefone celular, né? Já tem ele, todo ano sai o celular novo da marca lá, específico que você
está falando, então todo ano você vai mudar. Não vale a pena e fone de 16, galera, não vale a pena
de vez, só dizendo aí, não vale a pena, se você já tem um 14 pro Max ou pro, não vale a pena
e por 16, só, não é que aconteceu comigo, tá? Mas um amigo meu muito próximo, teve essa
realidade e viu com o Valer. Continuada, só queria deixar registrado essa antiga nação.
Tem uma, e não compre em Kicks também, não compre em Kicks, um amigo meu comprou, você
tem, o esquema é gente desinventar, né? Usar menos essas coisas, né? E durar mais tempo,
essas tecnologias que a gente usa, a gente não tem essa necessidade de estar comprando coisas
novas todos os anos, né? Então esse consumismo é impacta demais e a gente vê assim dentro
do mundo evangelho com essa ausência, de uma critisidade, né? Então essa desesperança também
que o Tiago falou, é uma coisa, entre os adolescentes, ficou muito grande, essa desesperança passiva
até, né? Você vê pelos filmes que têm surgido. Em épocas de crises surgem as distopias,
tanto em livros quanto em filmes. Então se você vai ver lá, no período de entreguerras surgiu
lá, admirável mundo novo, o próprio Sesselúis escreveu sua trilogia cósmica, então vai surgindo.
E agora a gente tem um monte de jogos vorazes, né? Tem vários, inclusive voltados pro público,
a adolescente, né? No final, então o que é dizer? Tá pegando essa questão de. Desencaponei, tipo até que não tais, assim, é tudo, tipo, não tem mais jeito, já era, né?
E eu desespero, assim, retratando esse desespero, de não tão fazia.
Exatamente, então. E aí eu preocupa mesmo, né? Porque eles são consumistas de notícias,
os adolescentes, de notícias, principalmente as outras redes sociais, através de YouTube e Instagram, e tal.
E não leva eles a realmente fazer uma mudança, leva eles a pensarem, de maneira desesperançada,
não tem mais o que fazer. Então, ansiedades, não vou mais ter filhos, porque eu vou colocar um filho nesse mundo,
se o mundo tá pra acabar, né? Sendo que o movimento de esperança, na área, a gente falava sobre isso,
né? Ela lava vivendo pós-guerra, né? Ela falando, "Um das coisas mais, que traz mais esperança, é a natalidade, né?"
Ou na ser uma nova pessoa, ok? Aí você pode, você tem esperança, porque tá nascendo uma pessoa que pode
vim colaborar com ajudar a diminuir os problemas, né? Então, eu acho que essa é a visão que a gente tem que ter.
A gente tem que ser pessimista, realmente, com a natureza humana, porque a caída, pessimista, com o que as Big Techs estão fazendo,
as grandes corporações, se você vai analisando a história das grandes corporações, aí, tantos de tecnologia,
de agricultura, de farmacia, Big Pharma, dos alimentos, você fica assim, indignado, se você começa a ler essas coisas.
Você não tem como ser otimista esperar que um cara desses bilionários vão te entregar um produto maravilhoso pra você sem custo,
"Ah, que legal, rede social, não tem custo, não pago nada, mas os custos, na verdade, se você analisar pra saúde humana, pra mente humana."
São muito piores, são horríveis do que o preço. Então, seria melhor você pagar por esses produtos.
Se você pagasse, tem o Jason Leneer, que é um cara que é bem bem pessimista, ele fala o seu voto para as redes sociais,
quando eu pagar para elas, porque enquanto eu não pagar, eu sou o produto, eu sou o cara que é explorado ali, né?
Então, cabe nisso, esse pensamento de a gente analisar essas empresas, e claro, criticar, criticar desde dentro da igreja,
mas tem esse pessimismo esperançoso, né? Que eu acho que é um ponto que a gente até queria falar, né?
Bastante que vários os autores que a gente gosta, aniterite, o sessiluz, biochurra, Timoth Keller,
já que eles são autores que a gente gosta muito, que são autores que pensavam dessa forma.
Eric Fron, que nem é cristão, pensa dessa forma, né?
Como que a gente vai ter um pessimismo, realmente, com relação à natureza humana, com relação ao tudo que a gente for fazer,
vai ser caído, não vai ser perfeito, vai ser perfeito, vai gerar problemas, mas que a gente tem esperança que a gente pode melhorar,
e que a gente não vai trazer o paraíso para a Terra, né? Não é assim, né?
Com nosso esforço que a gente vai trazer o paraíso na Terra, e muitas vezes, uma atimista tecnológica, ele pensa isso,
né? Eu vou trazer immortalidade, vou trazer paraíso aqui para a Terra através da tecnologia, e a gente vê que não está dando certo.
Eu vou até bater de novo na tecla dos profetas bíblicos, né? Eu acho que não tem exemplo melhor do que pessimismo esperançoso, né?
A gente leiza aí as dilemias, esse aqui é, eu acho que talvez sejam livros para a gente explorar mais as nossas igrejas, né?
Envista aí de grandes crises, vindo, né?
São textos que podem falar muito à nossa geração.
É, eu tô lembrando aqui do Jürgen Moteman também, né?
Ele tem a teologia da esperança, e ele fala muito sobre isso, né?
De muitos cristãos constrói um tipo de esperança, que é baseado numa expectativa na nossa força, né?
Assim, naquilo que nós podemos fazer, naquilo que onde nós vamos fazer,
Vamos chegar, se nós continuámos fazendo assim as coisas vão chegar num ponto, ok?
E parece que de fato muitos cristãos têm essa constrói uma teologia de forma um pouco deturpada,
mas não intencionalmente, mas enfim, que coloca muito na uma mérito a crescia nossa,
assim, nas nossas obras. E a gente tem esse rânso constante na nossa construção teológica,
né? O quanto que as nossas obras atuam para a nossa redenção.
E muitas vezes a esperança que nós cultivamos, a esperança que nós criamos,
ela tem a ver com essa expectativa nesse trabalho, né?
Sendo que a esperança cristã, de fato, ela, lembrando lá, quando Paulo fala de Abraão,
que criou conta de a esperança, que esperou contra a esperança dele,
porque a esperança dele tinha a ver com outra coisa,
a esperança de Abraão e a esperança cristã, ela tem a ver com uma promessa,
né? E não com as expectativas que nós criamos por causa das coisas que nós produzimos,
por causa das atitudes que nós tomamos, por causa das nossas obras.
A esperança cristã é baseada na promessa de um Deus que está comprindo as suas promessas,
né? De um Deus que é fiel para cumprir as suas promessas, então a nossa expectativa
está numa nova gerosalém já realizada, né, assim, o livro da Apocalipse Mostre,
né? A nossa fidelidade no presente era se baseia numa concreto de do futuro,
né? Na promessa de Deus que está sendo cumprido, né?
E aí o Luís falou de vários autores aí, né? E eu lembrei de uma frase que eu lido
Stanley Howard, que, eu não sei como é que pronunciou o nome dele,
que ele fala e falando sobre ter filhos, né? E ele fala que os cristãos eles não
depositam a sua esperança nos seus filhos, mas os filhos são o sinal da esperança,
porque Deus, uma esperança, acho que Deus não abandonou esse mundo, né?
Então isso é muito importante, né? A gente não tem filhos e a gente vai
depositando a nossa esperança nos filhos. Nós temos filhos porque nós já temos uma
esperança em Deus, né? E Deus continua cuidando do mundo, a gente não tem medo
desse futuro ou de colocar filho no mundo, não, a gente tem uma esperança concreta,
e essa esperança ela está em Deus mesmo, de baixo desse pessimismo que nós vivemos,
né? E aí esse ponto, né, do pessimismo esperançoso que vocês têm falado,
é, me pegou muito, quando vocês falaram, comentaram isso comigo a primeira vez,
e tal, e falei, nossa, a gente precisa trazer isso aqui no BTK. Porque parece que
é uma coisa meio fora da linha Evangelica, em geral, ou dos pensamentos cristãos
que a gente tem de tipo, nossa, mas espera lá, a gente fala tanto em oitimismo,
né? Nós temos a esperança, ela está sempre ligada a esse oitimismo, então a gente
pode ser pessimista de alguma forma, né? Sim, tá liberado para o crente de ser pessimista,
porque é possível, né? Então assim, a questão é como que nós preenchemos a coisa,
né? Porque se a gente tem um otimismo, mas esse oitimismo é vazio, ou se a gente tem uma
esperança, essa esperança, ela está em outras coisas que não na promessa de Deus,
não vale de nada, né? Elas os fundamentos são muito fracos. É oitimismo que às vezes pode
confiar muito na força humana, né? E aí ele acaba, assim, perde o sentido, né? Eu acho que
quando a gente reconhece mesmo a nossa condição, aí que vem mesmo esse mesmo, genuínio, né?
Só que com a esperança da ação de Deus, eu lembro-os que é rana antes mesmo que falam, né?
Que a esperança, ela não está interessada no como, ela não visualiza mesmo, ela realmente
espera, espera. Eu acho que esperar, né, confiar, né? O problema às vezes, quando você vê no
otimista, né, é que ele é o cara, que ele é problemático até para pensar o mundo,
ou para pensar soluções, porque, se está tudo bom, né? Se está tudo ok, está tudo,
nós temos o melhor dos mundos tecnologicamente falando, ecologicamente falando, né?
Então já não precisa fazer nada, está tudo bem. E o pessimista, ele é a pessoa, né? Ou o
encorformado, digamos assim, com a situação que vai, né? Pensar não é fatalista, tá, né?
O pessimista não é um fatalista, né? Que vai acabar o mundo mesmo. Não, ele vai trabalhar.
Mas eu acho que o cristão, ele tem isso, realmente, que é importante focar, né?
Ele tem essa, essa esperança é transcendental, né? Que não está baseado neste mundo, né?
Nós estamos esperando que este mundo fique perfeito, mas nós podemos trabalhar enquanto isso, né?
Podemos fazer. Então, acho que não é você pegar simplesmente aceitar, né? Ali as questões, né?
Então, o que a gente vai tendo? O mundo está assim, né? O ano quente, o ano mais quente
é registrado, incêndios, tá? Então a gente não vai fazer nada, não, o cristão.
Ele tem que estar lá, né? Nessa questão, por exemplo, de questões ambientais, a gente tem que
ter um reencantamento da natureza, por exemplo, né? O Alistair Mark Grewf fala nesse sentido,
porque eu acho que às vezes falta, né, no secularismo, das vezes, no pessimismo secular, né?
Que você tem, porque eles ficam depressivos e tal, observam as coisas como simplesmente objetos, né?
Ou as pessoas, ou a natureza, tá ali a disposição, então não tenho o que fazer.
E se a gente está pensando de uma maneira transcendental, né?
A gente vai cuidar, a gente vai tratada aquilo, a gente vai ver o que a gente tem feito errado.
E acordar, né? Volta, não, eu preciso me mexer aqui, né? Eu preciso fazer alguma coisa.
Então a gente não pode simplesmente lá, um dos grandes pensadores, existencialistas a Deus, né?
O caminho que ele falava, né, é do mito do Cisifo, né?
Ele falava, "Ah, é preciso imaginar Cisifo feliz, né?"
Então Cisifo é aquele cara que ia levando a pedra lá pra cima, né?
Foi condenada, levar a pedra morro acima, chegava lá em cima, a pedra rolava e ele tinha
de começar tudo de novo, né? Então é uma tarefa as repetitivas.
E no mundo que a gente estava, a gente tem muito assim, né?
Essa tarefa as repetitivas parece que não tem sentido que a gente está fazendo, né?
Muitas vezes. E o Camilo então ele falava, "Ah, se tem que imaginar esse cara feliz,
se cara que está fazendo coisas repetitivas e tal, então por isso que ele vai vendo que
uma das únicas soluções, né, pra condição humana, era o suicídio.
Ele era um pessimista, né? Não tem os suicídios, sim ou não, né?
São os, ele falava eram as únicas perguntas filosóficas importantes, né?
Então você vê assim que isso é um pessimismo ruim, né?
Esse é um pessimismo negativo que não, eu acho que não combina com o cristianismo.
É, o Thiago até falou, né, do caso dos filhos, né?
Como um sinal da esperança, é a nossa própria família, né?
E o Harvest é interessante que ele tem essa ideia da polis alternativa, né?
E a gente pensava o nosso lar como uma polis alternativa.
É um lugar onde te vivencia o amor, a comunhão e a igreja também, como a nossa família
maior, né, a família Cristo, que dá realmente esse vislumbre do reino vendedor, né?
Claro que muita gente hoje em dia também acaba tendo muitas feridas vindo da igreja
e muita gente desiludido também com a igreja, mas eu acho que a gente deve reconhecer
também a graça de Deus em colocar a gente em comunidades onde essa esperança
possa ser alimentada, né? A partir de alguns sinais não perfeitos,
mas que a gente vê na nossa própria família, na nossa igreja, sempre fala assim,
a gente às vezes vê as notícias na internet e aí a gente cai nessa noo do camis, né?
Suicídio, não tem mais jeito, né? Já era, não faz mais sentido viver, né?
Porque é um desespero, mas a gente larga isso e vai pra um culto na igreja do Mingo,
em contos irmãos e conversa e mesmo olha pros nossos filhos, né?
Tras nossas nossas famílias, pais, amigos, a gente tem esses vislumbres do reino de Deus
que ele já está errompendo, né? Ele irronte a partir de coisas assim pequenas,
mas que ele está aí, né? E a gente pode ter esperança, base nesses sinais.
Então, eu tô lembrando aqui de uma frase do Ariana Suasuna,
que circula bastante, né? O Suasuna, ele fala sobre, falando sobre isso,
ele fala que, tipo, "O otimista é um tolo e o pessimista é um chato".
E aí ele fala, "Eu sou um realista esperançoso".
Mas aí ele tá falando de ser um realista esperançoso.
Eu acho que muita gente gostou dessa frase dele, dessa formulação, como um realista.
E talvez muitos dos nossos ouvintes aqui tejam pensando nisso, né?
Muita gente tem, nossa, mas não dá pra ser um realista, eu preciso ser um pessimista.
Qual que seria a diferença entre essas duas coisas?
E, tipo, talvez ser pessimista não é muito além assim, ser realista não basta?
E que vocês acham? Eu fiquei com essa dúvida aqui.
Então, ser um realista, se você olha e examina os problemas que a gente vive,
eu acho que você acaba sendo um pessimista, né?
Porque você vai observando os padrões?
Você vai examinando que os otimistas chamam de progresso?
Você vai vendo que progresso tem trazido só problemas ruins.
Então, assim, você pense pra natureza, o impacto.
Saúde humana, pra saúde mental humana.
A gente imaginava que a gente é ter mais tempo livre.
Então, o que era a imaginação que a gente pensava?
Sei lá, os seres humanos pensavam sem 200 anos atrás do que seria os anos 2000 para frente.
Então, a gente teria mais doença.
A gente não teria mais fome, porque a gente resolveria os problemas alimentares do mundo.
A gente teria mais tempo pra viver, pra fazer outras coisas que não trabalhar.
E aconteceu o contrário, né? A gente passou por uma pandemia.
A gente passa por questões ambientais que estão fugindo o nosso controle.
A gente tem menos tempo, porque a gente agora está com o rede social, com o internet,
ligada conectado 24 horas. Isso vai afetando a nossa mente.
Então, o progresso, na verdade, trouxe muitos problemas pra gente.
Então, quando você exame as questões, a tecnologia, a big tech, as big techs,
as big farmas, as grandes indústrias que produzem alimentos,
que produz tudo que a gente consome, alimentos, tecnologia, carros, roupas,
você vê drogas, né? Você vê lá, não lá, a big farm, né?
Se você é sítio aqui, vários filmes, né, várias séries interessantes.
Eu queria ver aquela série "Dopsick", acho que tem no Apple News,
que ela é muito boa, cara, essa série.
É uma dessas drogas "Dopsick", acho que é o nome.
"Dopsick", né, que é. Tem um perro da dor também.
"Dopsick", mas que essa é melhor essa da Apple, que essa é muito boa, cara.
a da dopsi que eu não lembro onde está, mas enfim, ela é uma das melhores dessas,
estou mostrando as big farms, grandes empresas, como que foi gerado o problema dos opiácios
nos Estados Unidos, então a indústria e farmacêutica gerou essas pessoas tomando remédios
para a dor ficando viciadas, então essas empresas elas não estão interessadas no bem-estar,
elas não estão interessadas assim, vou produzir essa tecnologia porque eu gosto dos seres
humanos, eu gosto do planeta, eu quero melhorar a vida do ser humano, não, eles querem lucros,
eles buscam lucros, e aí nessa busca por lucros você vai fazer cada vez mais barato, você
busca produzir, tem o lucro máximo possível, então produzir então desde um alimento, vou produzir
da forma mais barata possível e mais viciante possível para as pessoas, desde da medicação
no caso esses opiácios que foi gerado de forma artificial, tendo uma crise nos Estados Unidos
dos opiácios, a crise dos opiácios, então tem vários filmes mostrando isso, só dopsi
que é uma série dopsi que fala desse problema dos vici em opioides e tal nos Estados Unidos,
e essa está na Disney Plus, até onde eu vireguei, mas aqui eu estava me referindo a The Dropout,
que é com a Amanda Saifield, que dizem que é muito boa e ela está no Disney também,
eu achei que estava na Apple, The Dropout é o nome, eu achava que era. porque tem uma boa
na Apple tive também cara, agora eu não sei qual que é, era do Star né, era do Star
que é esse Netflix, eu acho que é o Imperio de Adolfo, exato é, mas me disseram que essa
com a Amanda é mais legal, enfim eu vi alguém comentando, mas trata desse problema
do opcic e The Dropout, acho que o Imperio de Adolfo é. e os dois tratam do mesmo tema
inclusive, né, da Adolfout na verdade era uma startup lá no vale do silício, que é
legal pra você ver como é o ambiente cultural do Vale do Silício, que ela diz que ela vai
inventar uma máquina que consegue fazer uma série de exames com apenas uma gota de sangue,
por isso que é esse The Dropout, uma gota só de sangue, e na verdade ela gasta muito dinheiro,
ela é uma empresa que consegue juntar como uma startup bilhões e na verdade era uma grande
e furada, ela inventou muitos dados e tal, né, então você vê essa cultura, assim, bastante
tóxica do Vale do Silício, né, nessa busca por lucro, e os caras confiam em coisas absurdas,
promessas absurdas de melhoria, né, ó, segundo eu vi aqui tanto The Dropout, tem na Apple
TV, então deve ter na Disney, tem também na Apple TV, enfim, assista aí, eu quero ver
essa do Amanda Safe, o pessoal vai te ser bem legal, bem legal mesmo, ocura, meu Deus,
como é que é a palavra que a gente começou esse episódio, Fernando, roupion, cara, roup,
roup, mas roupion, cara, sensacional, a gente tem que achar um trocadilho em português
para isso, eu não vou dormir, eu continuo consegui, é esperem car, esperem car, tipo, esperança
com o despe encario, a droga da esperança, a droga da esperança, cara, é muito doido,
é muito legal, muito legal, esperançanha, é, sei lá, caramba, esperandelo, sei lá,
hoje gente, é isso, alguma literatura para indicar para a gente se abraçar junto em posição
fetal aí?
O Luís já comentou sobre o livro "Nossa Vida Sagrada", que é um livro do Norman Weiss,
que a gente lançou, o WC2 em parceria com a Thomas Nelson na nossa coleção, e então vale
muita pena, o autor lá o Norman Weiss, ele vai tratar disso, ele vai tratar de esperança,
ele vai construir essa ideia de comunidade, de como que o trabalho esperançoso ele é
também alimentado em comunidade, essa ideia não ela nunca pode ser perdida, então vale
a pena "Nossa Vida Sagrada", e eu falei aqui do último, né, com a teologia da esperança
que ajuda muito a gente a situar essas coisas.
Eu quando sempre indico o livro em inglês, né, mas é que é para provocar as editoras das
veras, mesmos tradutores, publicar mais livros, mas teve um muito interessante que eu lhe
esse ano, chama "Teaching at Twilight", ensinando no crepúsculo, o subituto dele é o significado
a educação na era do colapso, Ahmed Afzal, um livro aí publicado em 2023, ele fala sobre
a nossa, até a tarefa do educador, né, a informar as próximas gerações para entender
o problema que a gente se enfiou, né, e desenvolver a mesma habilidade de liderança, de fazer
a mesma diferença, e saber também, lamentar a situação, em vez de cair nesse "Hopion".
Muito bom, muito bom.
Eu estou lembrando aqui, e não posso deixar de recomendar um artigo do nosso amigo Thiago
Melo da BC2, que está no site da Unos Mundos, na revista ou nos mundos, que é como
o pessimismo contribui para a esperança, é um artigo de 2023, a gente vai botar o link
aqui, no nosso descrição.
Eu quero indicar também um, também, publicado pela BC2, com o ultimato, já alguns anos
atrás, do Eggbert Skirman, que é fé, esperança e tecnologia, de que é legal esse livro
porque o autor vai mostrar numa visão, assim, tecnofóbica, né, de medo da tecnologia,
mas como que a gente pode desenvolver tecnologia também de uma forma responsável, né, tendo
essa esperança, mas não depositado nossa esperança da tecnologia, mas nossa esperança,
né, no mundo por vir, mas que a gente pode pensar as nossas tecnologias de uma forma a servir
o reino também.
Muito bom, gente, é o link dos livros que a gente consegui linkar e estar aqui, com certeza
é isso que o Luís acabou de falar, a gente tem link, tá, o do Fernando, provavelmente
não, mas o link também do artigo do Thiago vai estar aqui na descrição deste episódio.
Obrigado Fernando, por mais uma participação aqui neste BC2, meu irmão.
Agora, estamos junto.
Luís, você em breve vai lançar o livro também, que vai arranhar um pouco esse tema
da tecnologia, se eu estou lembrando disso?
Sim, eu vou falar sobre transumanismo, vou citar a Tolkien, vou trabalhar com Tolkien,
Luís, fala sobre questões ambientais também, então vai tocar essas questões e essa visão,
né, especimista, esperançosa também.
Muito bom.
Então em breve, galera, acompanha aí também, vai estar os arropas do pessoal aí, vai ter
o canal do Luís também linkado, vamos linkar tudo aqui, e acompanha o que é o autor
nacional, escrevendo sobre esse tema, Luís aí, é um acadêmico, professor universário,
então, tem algo pra somar, e é um tema que tem pouca literatura em português, tá, transumanismo,
praticamente, temos que, eu sabe, existe um livro, só deve existir outros, tá, ou algum
subtópico em livros de bioética, mas com esse tema transumanismo, a gente tem pouquíssima
literatura em português, ele é legal que Luís escreveu recentemente esse livro, então,
tá até atualizado, é com as discussões atuais sobre esse tema.
Nossa, não sei que é transumanismo, joga aí transumanismo, bibotal, que houve aí o nosso
episódio, e acompanhe Luís em nas redes sociais pra ficar ligado quando o livro sai.
Chegão, então, junto, até o próximo ABC2, se Deus quiser.
É nós, valeu demais, gente, obrigado, então, vamos junto.
É isso, voltamos a semana que vem com mais podcasts, ou dependendo da semana, quando
seis episódios se for antes da sexta, já tem o BTPapa da sexta e ter safeira, tem
o BT Cash, fiquem todos na paz do Senhor Jesus.
Esse podcast foi editado por bibotal que produções.
Podcast Summary
Key Points:
A esperança cristã não se baseia nas expectativas humanas ou nas nossas obras, mas na promessa fiel de Deus, como demonstrado no exemplo de Abraão.
O otimismo vazio ou o "opion" (roupion) é uma ilusão que obscurece a realidade das crises ambientais, sociais e psicológicas do mundo atual.
O mundo atual vive uma série de crises globais, como mudanças climáticas, desmatamento e poluição, muitas delas já ultrapassando limites planetários estabelecidos.
A ação individual, como trocar um canudinho ou usar tecnologia sustentável, é insuficiente diante dos sistemas de poder e grandes corporações que dominam as decisões globais.
A esperança cristã é transcendental e esperança de um futuro já realizado (Nova Jerusalém), não uma expectativa baseada no progresso humano ou na tecnologia.
O pessimismo realista, quando combinado com a fé, gera uma esperança genuína, pois reconhece a condição humana e os limites do mundo, mas não se desespera.
As novas gerações são mais conscientes dos problemas, mas isso gera ansiedade e desespero, não esperança, mostrando que o mundo está em crise profunda.
A teologia da esperança cristã se fortalece em comunidades, famílias e práticas de lamento, como forma de reconhecer a realidade e confiar na promessa divina.
Summary:
A conversa aborda a relação entre tecnologia, crises globais e esperança cristã, criticando o otimismo vazio que muitas vezes é apresentado como solução para problemas ambientais, sociais e econômicos. A esperança cristã não se baseia na expectativa de progresso humano ou na inovação tecnológica, mas na fé na promessa fiel de Deus, como demonstrado no exemplo de Abraão. O mundo atual vive crise ambiental e social agravada, com limites planetários já ultrapassados, especialmente em áreas como desmatamento e emissão de CO2.
A ação individual é insuficiente diante dos sistemas de poder e grandes corporações que controlam as decisões globais. O pessimismo realista, ao reconhecer a gravidade dos problemas, não anula a esperança, mas a fortalece, pois permite um olhar honesto da realidade. A esperança cristã está em Deus, não nos nossos esforços, e é alimentada em comunidades, famílias e práticas de lamento e fé.
A conscientização das novas gerações, embora importante, gera ansiedade e desespero, não esperança. A reflexão crítica sobre a tecnologia, as indústrias e os lucros de grandes empresas mostra que o progresso não resolve os problemas, muitas vezes agravando-os. A recomendação de livros como *Nossa Vida Sagrada* e *Teaching at Twilight* destaca a importância da esperança em comunidades e na educação para enfrentar a crise, com base em uma visão cristã realista e profética.
FAQs
A esperança cristã não se baseia nas expectativas humanas ou nas obras individuais, mas na promessa fiel de Deus. Diferentemente do otimismo vazio, que confia na solução humana, a esperança cristã está na confiança na realização de um futuro prometido, como a Nova Jerusalém descrita no Apocalipse.
O otimismo muitas vezes ignora as crises ambientais, sociais e econômicas reais, como o desmatamento da Amazônia ou o aumento dos cânceres ligados ao consumo de produtos químicos. A falta de informação ou a desinformação faz com que esse otimismo seja passivo e ineficaz diante das realidades do mundo atual.
O pessimismo esperançoso é a consciência real das crises do mundo, combinada com a esperança na promessa de Deus. É importante porque reconhece a condição humana problemática, mas não desiste da fé — ao contrário, acredita que o futuro é bom por causa de um Deus fiel, não por ação humana perfeita.
A tecnologia, especialmente nas grandes empresas, pode gerar impactos negativos, como poluição, uso excessivo de recursos naturais e produção de substâncias químicas perigosas. Exemplos incluem o uso de plásticos como o Teflon e a indústria farmacêutica que produz vícios com opiáceos.
A esperança cristã encontra expressão na família e na comunidade, pois esses espaços são sinais tangíveis da presença de Deus. A família, como 'polis alternativa', mostra que o reino de Deus já está se manifestando em pequenas realidades cotidianas, mesmo diante das grandes crises.
A ética da complicidade exige que os indivíduos reconheçam sua participação nos sistemas que geram problemas, como o consumo de produtos tecnológicos ou de alimentos. Isso impede a ilusão de que a mudança individual é suficiente, promovendo uma responsabilidade coletiva e crítica.
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