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🟪🎙️A SUA INFÂNCIA EXPLICA SEU COMPORTAMENTO COMO ADULTO | Paulo Vieira

from Como Você Fez Isso?

1h 16m 29s

🟪🎙️A SUA INFÂNCIA EXPLICA SEU COMPORTAMENTO COMO ADULTO | Paulo Vieira

Paulo Vieira apresenta uma visão profunda sobre como as emoções e a vida são moldadas pelas experiências da infância. Ele afirma que quem manda nossa vida não é a razão, mas as emoções, que são profundamente influenciadas por memórias formadas desde cedo. Segundo sua teoria da "Geral das Memórias", 7 experiências fundamentais — como pertencimento, validação, sentido de importância e limites — são essenciais para o desenvolvimento emocional saudável. A infância é a raiz de muitos desequilíbrios emocionais na fase adulta, especialmente quando há rejeição, crítica ou abandono. O orgulho é apresentado como a principal fonte de conflitos humanos, responsável por impaciência, desobediência e falta de empatia. A cura emocional, portanto, começa com a consciência do erro, a humilhação autêntica e o pedido de perdão — ações que permitem reconstruir memórias traumáticas. Paulo destaca que a inteligência emocional não é ensinada formalmente, mas aprendida por meio da vivência de experiências significativas. Ele enfatiza a importância do papel dos pais, que devem criar um ambiente de afeto, limites e presença para que as crianças se sintam seguras e valorizadas. A vida adulta é, portanto, uma continuação da infância — e sua transformação começa com a consciência e a recriação emocional dessas primeiras experiências.

Transcription

13095 Words, 70916 Characters

Portuguese
Como colocar a vida e as emoções em orden? Quem manda nossa vida não é razão. Quando as pessoas sabem que tem que parar de fumar e fumo? Então, racionalmente, as suas pensas, o meu sucesso está no racional. Não está, não é uma pessoa burra, racionalmente. Também tem a burra emocional e a porra emocional, ela faz tudo que não deveria fazer. E o que deveria fazer ela não faz. Ao 30 anos, ele estava falido. Hoje, comanda um império educacional. É autor de 14 best sellers, entre eles, o poder da ação e o poder da auto-responsabilidade. E tem uma missão usada, transformar 1 bilhão de vidas. O convidado de hoje é Paulo Vieira. O quanto do desaninhamento das pessoas nascem na infância? - 100%. - Não. - 100%. - Não. - 100%. - O que você vive na fase adulta a estar na infância. Eu tenho uma tese chamada teoria Geral das Memores. E as memórias vem das experiências. Eu cataloguei 7 experiências fundamentais. Primeira, pertencimento. A segunda, a crescimento é cincenticaio. Importante. A terceira, conectada em toque e amor e afeto. E a quarta. Não, o ramor pode ter. [música] Turma antes de começar o episódio, eu tenho um recado muito especial de um dos patrocinadores do como você fez isso, que é a trinca, que agora está em cartaz no Vibra São Paulo. Se você não garatiu o seu passaporte, agora, sessões novas, temáticas, cada dia com um tema diferente. Você pode adquirir várias sessões ao longo do ano inteiro. Só clica no link, a trinca foi um sucesso mais de 80 mil empresários passaram pela túnel ano passado. E esse ano vai ficar também muita gente de fora, se você deixar para a última hora. Então clica no link, veja todo nosso calendário e garanta agora seu passaporte para você estar em apresentações que são únicas, temáticas e, obviamente, a maior formação de empresários do Brasil vai acontecer no Vibra São Paulo com a trinca. Tá bom? E agora, vamos ao nosso episódio. Fala pessoal, turma maravilhosa, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do como você fez isso, um episódio muito especial, onde a gente vai colocar em ordem muita coisa, convidar esse amigo querido, o que amo o trabalho dele, admiro, gosto, é um cara que vive o que fala e tem um conteúdo maravilhoso, fora que os resultados dele são inquestionáveis, um profissional, empreendedor, excepcional, empresário, de muita relevância, que faz um trabalho bem díssimo dentro da área e, obviamente, um cara que faz o impacto da diferença na vida de tanta gente. Então, como vocês viram na nossa abertura, mas eu queria, agora, que nos nossos estudios palmas para o meu amigo Paulo Vieira, palmas para o meu amigo Paulo Vieira. Eu já não vou falar de novo, é bom, né, cara? Nós estudos primeiro, obrigado, meu amigo, estamos juntos. Obrigado por estar aqui. Acho que trouxe um como muito importante que estamos usando muito tempo, já, né, que nós somos parceiros, né? Boa, chão. Tão tempo. Eu lembro a primeira vez que eu vi você pessoalmente, eu acho que tava de. Eu não sei que quando você veio para a sua paula, você sabe, eu não sabia que você era o dia 21? Eu acho que foi até um pouco antes da sua mudança, talvez foi em 2018, em algum evento que a gente se encontrou, eu puxida um livro para você, você me deu um livro seu, né, cara, você lançou, eu adorei o poder dação, foi um baita livro. Acho que, de todos eu sou mais vendido, o poder dação foi um, não foi mais vendido. Não, vende muito até hoje, vende muito, né, eu poder e alto responsabilidade. É, está me verão muito, né, cara? É, 4 anos e meio lugar, na área de negócios. Não, muito, muito, muito, muito, muito, muito. E eu tô muito feliz por que a gente vai trabalhar um coma aqui. Muito importante. E o amo-como. Você gosta, né? Claro. Eu já me falo isso aí, mas é como colocar a vida e as emoções em ordem. Que bicho, se suas emoções não tão em ordem, não importa, meu amigo, qual que é tu em preso, o que que você faz, quais são seus planos, se as emoções não estão em lugar, eu acredito que nada está em lugar, né, então é um coma que às vezes as pessoas não sabem nem por onde começar, né, e eu falei pra você, né, o coma é a palavra mais dos cara da internet, as pessoas como, e quando a gente fala de emoção, é difícil, parece que tem um playbook das emoções, né, assim, do jeito eu gosto muito de seu trabalho, porque você consegue falar de um assunto onde, imagina, não é ensinado na escola, como que a gente lita com as emoções, ninguém fala na faculdade, ou, por exemplo, uma faculdade de administração, te ensinam como é gerar um relatório, mas a gente ensinam como gerar as emoções com o relatório, pode gerar em você, ou seja, tem esse lance, então queria começar primeiro por esse papo, primeiro como que você enxerga as emoções, onde você tomou essa decisão, assim, cara, eu vou ajudar isso nas pessoas, na sua história muito forte, eu conheço, então quero começar por aí, essa conversa nossa, você começou pelo lugar certo, a primeira coisa é entender que quem manda a nossa vida não é a razão, as pessoas pensam "ah, racionalmente, a razão, nada", quando as pessoas sabem que tem que parar de fumar e fumam, tem que parar de beber e, racionalmente, eu tenho que parar de fumar, mas continuo fumando, eu tenho que parar de beber e continuo a beber, eu tenho que comer menos e não come e sabe racionalmente ele fazer, não posso mais ser impaciente como meu filho e é impaciente, eu tenho que sair da zona de conforto, trabalhar com mais afinco e não trabalha, eu tenho que ir ali, deixar meu correco e não vai, então racionalmente é a sua pensa, o meu sucesso está no racional, não está, o meu sucesso está nas emoções alinhadas, emoções inteligentes, não é uma pessoa burra racionalmente, também tem a burra emocional e a burra emocional ela faz tudo que não deveria fazer e o que deveria fazer ela não faz, então é isso mesmo, o primeiro passo a se alinhar na vida para o sucesso não é a razão, é emoção, porque se fosse acionamente, toda a pessoa que estudou bastante seria próspera, é verdade, toda a pessoa que fez sua faculdade bem feito, toda a pessoa tem uma fase de rotissão, seria próspera não é, você vai ver pessoas muito bem formadas numa vida precária, nas finanças, na profissão, no casamento de todas as áreas, você vai ver psicólogos deprimidos, médicos, doentes, imagina você ver um médico, o beijo, doentes, sedentário, cara, você não sabe tudo em fazer, sei tudo, e por que que não faz, o senhor é psicóloga, não sabe tudo em fazer, sei, e por que que não faz, por que quem manda são minhas emoções, e eu não aprendi ainda, não gerenciar, que ninguém gerenci a emoção, emoção não é número, que a gente gerencia número, o processo, é muito comum as pessoas falarem, não é nada, se alguém tese a gerenciar a emoção, tá falando bobagem, porque é que isso não tinha o contra verdade, porque as emoções elas são, é uma linguagem própria, tá? Qual é a linguagem das emoções, experiências, qual é a linguagem da razão, fatos, números, conceitos, então sim, Paulo, eu quero mudar minhas emoções, então vai ter que viver experiências, vai ter que viver experiências, ninguém vai ficar com inteligência emocional, porque ouviu falar de inteligência emocional, vou abrir agora um quadro, vou falar o que é inteligência emocional, você sabe o que é, mas daí para ter, porque ela não é co-ignitiva, ela é emocional, e as suas pessoas não entendem isso, querem ensinar na escola, inteligência emocional de uma forma co-ignitiva, quem fala isso não tem noção do que a inteligência emocional? Paulo, como é que o ensino inteligência emocional, é com o experience igual a minha mãe, sua mãe, estão suspais, aquele abraço que eu tive a experiência do abraço, vai me conferir inteligência emocional, aquela surra desproporcional, aquele grito, aquele berro, vai proporcionar uma disfunção de estrutura emocional, as minhas experiências para moveram meus resultados, bons ou ruins, é isso você quiser mais tecnicamente, é bem simples, é bem simples, eu vivi uma experiência, então vamos dizer uma experiência, você tem algum experiência que possa falar, forte, forte, mas com a minha mãe, nesse mesmo tempo, a minha mãe, de perverência de dor, de dor, a cara, tem uma muito forte, assim na minha mãe, minha mãe ela teve um AV6 quêmico no dia do meu aniversário, você tinha quantos anos? Eu tinha uns 25, não, não infância, lembro, eu lembro quando o entrega do boletinho, tinha nota baixa, não só nota baixa, até aquela observação que o caio não pressa atenção, o caio fica no mundo da lua, o caio está, ta, ta, ta, ta, ta, ta, e a minha mãe com tanta raiva foi dar um soco no banco, eu abaixei, o soco pegou no meu nariz cara, é pau, ele começou a sangrar, no nariz, e aí eu não tinha muito melhado naquele dia, perdi a talvez uns, cara, foi quem tá a sério uns 10 anos talvez? É, 9, 10 anos, os 9, 10 anos. Então olha só, a experiência, sua mãe zangada, foi um pouco fora de controle, foi bater na mesa, bater a sertão em você, a experiência passou, então passa a experiência, o que ficou da experiência, sobre forte, pacto emocional, ficou o que você viu, ouviu, e sentiu um nariz machcado doendo, sangrando, ficou, ficou é, veja que é uma memória, sensorial, o que eu vi, a raiva, furia, o morro, o que eu vi os gritos, as palavras de acusação, grítica, e o sentimento, a sensação da dor, ok, mas passou, não passou, a experiência, mas o que ficou depois, a memória? E a essa morte, a gente tá de snabs, não é hora, é, eu gosto de fazer essa memória, se não é hora, não é, o apre. Eu lembro até do onde eu estava, onde eu estava sentado. E quanto mais impactante, mais neurônios no processo, maior é a memória. Mas você não ficou só com a memória. Você teve também dessa experiência, vê alguns significados. Qual significado que o caio de nove anos deu a levar um morro da mãe? Não você é adulto, homem, inteligente, generoso, sábio, onde é uma criança que não tem cognizão. Qual significado que o caio pode ter dado, poderia ter dado? Posso ajudar? Eu não sou bom o suficiente. Eu sou fácil besteira. É, você vê muito forte. Eu não atendo expectativa da minha mãe. O que mais? Vá lá. A minha mãe é cruel. Ela não me ama. São 6 adultos significados. Nas minhas pesquisas, 6 adultos significados. Agora eu tenho uma experiência senáptica, né? Tenho sido nas senapas de orais. E essa é a memória. Foi incutida de 6 adultos significados. A minha mãe não me ama. Eu não merei as coisas boas. Eu não sou um menino bom. Eu sou o pior da torre. Eu sou burro. Eu sou onde significado? Só que não vem só significado. Bem, os sentimentos. Qual são os sentimentos que o caio daquela idade sentiu? Cara, eu senti raiva. Raiva. Ah, eu senti indignação. Indignação. Eu senti. Um milhação. Inferioridade. É cada criança que eu criança. É. Eu fiquei muito peda-vida. Raiva, frustração, indignação, milhação. E isso entrou também. Tá agora, tá assinapticamente esses sentimentos, os significados. E a memória. 30 minutos depois, depois que as emoções voltam a ter estado anterior, isso virou uma bola. Um novelo de crianças. Sim. E essa criança foi implantada em você e vai até o resto da vida, se você não mudar. Ao resto da vida, não sou bom suficiente. Não sou meritidor, faço besteira. Minha mãe não me ama. Minha mãe é mulher e são mais. Mulheres são grosseiras. Mulheres são frias. Cara, só deu sabe o que esse menino botou aí. Só que isso virou uma crença, sináptica. E vai até o final da vida. Tio fazendo que ter duas decisões e escolhas para fazer essa verdade acontecer. Que você inferiou aqui, isso aqui, isso aqui. E agora tem uma luta. Sim. Uma luta de outras experiências com essa experiência. Da tua personalidade, da tua opção, da tua genética, mas tá lutando com isso. Isso é a minha vida e a sua vida e a vida de todos nós. E o que eu faço é a minha tese. Eu estou no pozo doutorado, sábado do viagem, para defender meu pozo doutorado dos Estados Unidos. É bem mal. E em a minha tese é essa. Eu posso entrar na sua experiência, na sua memória, e refazer isso, refazer essa experiência. Eu não tenho mais como você não tem uma vivência que a experiência com a sua mãe, voltar a ter 9 anos, só que o cérebro, ele não te tinge o que é real do que é imaginado. Não te tinge. Se você souber conduzir a experiência, torná-la viva, na sua mente, o suficiente, trazendo impacto emocional, repetição, eu posso entrar nessa experiência e refazer a experiência completa. Cara, você falou uma coisa muito forte agora, porque enquanto eu estava revivendo, eu nunca mais esqueci essa passagem da minha vida, só que, porque eu quero perguntar, eu quero perguntar se a qual é a sua visão técnica, e, obviamente, tanto estudar sobre isso, que eu cabetei numa benção. O mesmo tempo que eu relembro dessa passagem e eu não relembro com as sensações que eu senti. Por quê? Porque eu lembro que aconteceu isso, isso era a meia-dia hora da escola, eu lembro cheiro que a gente ia comer, o feijão que ela estava fazendo. Eu não cheguei forte. Eu lembro exatamente onde já estava, com o que mão que foi, foi com essa. E aí, eu fui com o meu quarto, eu chorei, e depois de umas 3, 4 horas, minha mãe subiu, a joelha eu pediu perdão. Pra mim, e falou que a mãe errou, você. Não é isso, ela falou uma coisa que eu nunca mais esqueci que eu ensino os meus filhos. E essa foi uma coisa muito forte para minha mãe, ela falou assim, nunca eu deixo alguém você falar que não pode. E mesmo que essa pessoa seja, eu não acredito em mim. Eu não tenho esse direito. Então, eu vi que minha mãe, obviamente depois, hoje já entendendo, eu vi que ela se arrependeu. E eu vi que ela, quer dizer, esse processo de cura, acabou, por mais que ela me deu o veneno, ela me deu antídoto depois. E meu que ela me preparou, que se mais alguém fez essa isso na minha vida. Neuros que eu tinha mais intenso. E eu lembro dessa passagem, por isso que, quando eu tenho tempo chá uma coisa na minha mãe, eu fui numa coisa ruim, mas eu já comecei a lembrar a colegria. Porque eu nem preste que eu não preste nem ressignificar, preste que ela fez aquilo para mim. Ela me fez isso. Eu lembro que ela não jolhou. Eu lembro da minha mãe, a jolhando para mim, e limpando meu que assim, porque acabou pegando o anel dela no meu dedo. Nem fui um soco tão forte. Mas, por que eu sanguei a criança, quando eu ver sangue, eu me deu de céu, né? Como bateu o anel dela, a criança dela, aqui, a canhó e escorreu. Aquela cena, né, aqui ficou forte. Então, ela jolhou, pediu perdão, e, enfim, fez toda essa passagem. Então, parece que faz o. Parece que ela quebrou assim. Ela mesmo quebrou essa bolinha, que você falou assim. Olha que loucura que ela fez. Só que eu acho que não é todo mundo que tem essa chance. Oh, papai! Ah, quantos pessoas o pai foi pedir perdão por não ir à mãe? Quanta. Quanta. O que aconteceu? Quando ela fez isso, ela criou uma estrutura synáptica. Mas não as minhas synapses neurais, que a conexão, um aprendizado, ela produziu neurogênese. Neurônios foram produzidos para abarcar tanto aprendizado dessa experiência do significado. Sentimento não é uma. Nessa idade, que é a instrução de instrução synáptica. É muito farta. Então, entendeu? Não é só conexão. É geração de novos neurônios. E ela fez. E seria péssimo. Só que ela montou. Olha o tamanho da estrutura synáptica. É grande, intensa, poderosa. Só que agora ela veio e botou um novo comanda em essa estrutura poderosa. Então, entendeu? Que é que. Olha que loucura, Paulo. Como Deus é bom com o Diego? Primeira vez que eu percebi que eu fui grosseiro com o meu filho. E eu lembrei do que minha mãe fez. Quando eu fui grosseiro, eu falei de um jeito mais grosso e eu não devia. Acho que eu passei no ponto. Ok. Eu lembrei dela depois alguns momentos e indo lá. E eu fui lá no quarto dele pedir perdão pelo que eu falei. Quer dizer direito de falar isso. E se algum momento. Comprendizado, alguém. Falar, mesmo que você eu não acredita, porque ninguém pode dizer que você não pode. Olha que loucura, cara. Eu gravei até o antíduto. Então, parece que eu me inflou assim. Um dia você vai ter veneno também. Um dia pode ser que você fale coisas que você não queira. Mas. Sabe que se você dobrar teus vores e pedir perdão para alguém? E o que ela fez? É um dos segredos do sucesso humano. Lembrando, a experiência dura o significado, cara. O sentimento. Mas quando eu perdou o sentimento que era de raiva ira e tal, ele se dilui. E você não se perdoa. Ela veio de pedir perdão. Sim. Ela veio reconhecer, falar, verbalizar, se humilhar. Só mais se humilhou de andi você. E se humilhar, ia legal. É maravilhoso. E ela quebrou os sentimentos. Imagina se você já traz sentimentos suíns a vida inteira disso. O prejudice que te causaria. Exatamente. Porque aí a criança da reforma, ela disse, fez. Ela aproveitou a stultamã e da criança. Mas mudou o sentido dela. Antes era prejudice. Agora foi para os ganhos. Eu acho que a coisa mais difícil, a pessoa, primeiro, perceber que tem esse. Com você falar no vilha emocional, é esse. No vilha emocional. Primeiro, você entendeu que você tem. Se você entende que você tem, pra mim, você já está na frente de muita gente. Eu. É a minha história. Eu sou filho de pais ricos, no Rio de Janeiro. Meu pai quebrou, tinha 17 anos, voltando meu pai no orzeis de ano, voltando para o monor deste. E dos 17, eu estou tentando fazer necessidade, muito, fazendo faculdade, mas muito necessidade e tal. E aos 27 anos, 27, 28 anos, eu entendi, é criança. É só eu, não é nada. Não é um mundo lá fora, né? É só eu. Eu quero essa ficha sozinho, você. Cara, foi um conjunto de coisas. Acidente carro, fome, cachorro. Foi um monte de coisa na minha vida. E. Só que. E agora, como é que eu mudo? Eu passei um ano e meio, quase. Inlouquecendo, eu sabia que o problema estava em mim, mas eu não sabia mudar. Está entendendo? Quer você ver, minha vida, eu tenho 30 anos, quase, minha vida não dá certo, 17 anos, trabalhando 12 horas por dia, não tem mulher, minha mulher me deixou, a gente comer, como mar�os familiares, não tem nenhum que vestir. Sabia que eu sabia que o primeiro era eu, mas não sabia como mudar. Não tinha um Google pra dar crianças, como é o mundo de minha vida, algo não tinha nada. E aí, Deus me pegou, e eu pedi tanto, e Deus me muda. Eu sei que pronunçou, eu carquei. Deus, o que é que tem que fazer? Aí as coisas foram acontecendo, e eu vivi em uma mudança. Como que a gente. Como pessoas sabem que as emoções eram desalinhadas? Sabe, como que eu sei que a minha vida não está em ordem? Vê essa disfusão, de muitas maneiras. A primeira coisa é, minhas emoções são positivas e constantes. É a primeira coisa, boa. Não nascemos para ter emoções positivas constantes. Não é normal de vez que gostarmosmos, não é normal. É normal se está mal de vez em quando. E quanto mais mal você fica, mais é normal. Mais é normal. Um dia eu estou bem onde eu estou mal, é normal. Eu estou sempre mais ou menos, é normal. Eu estou sempre mal, normal. Eu estou bem, às vezes eu fico mal. Não é normal, normal você está bem. Bem, no meio e muito bem. A baixa da linha não é normal, nem na linha normal. Então as emoções são positivas e ter a fego no positivo. Isso. O segundo é resultado. Tem muitos problemas, caiu. Tem problema, não está bem emocionalmente. Problema com vizinho, problema com cachorro, problema com a esposa, problema com a marido, problema com a mãe, problema com a irmã, problema financeiro, problema profissional. E o cara vive em meio a problemas e é um termômetro muito grande. Você não está bem. Por que que não está bem? Por que faz escolha e suíns? Por que mesmo são ruíns? Por que quem escolhe não é razão é a moção, lembra? Mesmo escolhas vão ver isso pela razão, só fez pela emoção. Se minha emoção estão ruins, mesmoções estão ruins. Mesmoções estão ruins, mesmoções estão ruins. Por que mesmo são ruins? Porque não é razão que escolhe. Então os emoções estão ruins. Enquanto eu não corrigi, mesmoções? Enquanto eu senti raiva. Quando não era paciente? Enquanto eu senti raiva ou não intensidade? Enquanto eu senti medo? São segundos. Então o forte é isso que você falou, não é? Então o forte. Pode falar a mim? Não, isso que você fala é muito forte, não é? Tanto a gente pensando que eu estou frutando no positivo, não é? Como é que está minha linha? E as pessoas estão dizendo que é normal, não está bem? É normal, está triste? É normal, tem uma depressão de vez em quando? Você é uma loucura? Você é uma sociedade doente falando bobagem? Pode ser comum? Como é normal ou não? Então tem que saber de ti, o que é normal o que é comum? Tem que entender? Muito, muito, muito. O que você acha que é uma raze? Uma vez, a gente conversou sobre ego e sua visão, você falou assim que vai tudo de ego. Como você falou assim que. Eu vejo que quando uma pessoa vai, ela está de alguma certa maneira buscando resolver, ela já está num campo de muita pura hora, já está a melhor dos pessoas. É, ou? Ou? Não, então. Mas por que, enquanto fazendo a cor é a consciência? Real do problema. Ah, isso que eu queria que você. Quanto fazer a cor é a consciência real do problema? Cinquenta vezes a cor. E quando você acha que a pessoa tem consciência? Cara. Apecer tem consciência. Quando doide mais. Ou tem uma faculha divina. Muito bom, é. Ou é uma faculha divina ou quantador foi demais no meu caso? Foi a dor extrema. Não tinha mais que doer. Não tinha mais para onde doer. Cara, quando doeu. É. É. É mais uma assim. É. Imagina, tá? O falando de ego. Tá. A criança foi rejeitada. Tá. A criança foi abandonada. Se sentiu rejeitados, se tinha abandonado, ele vou suras ainda conta. A mãe criticava demais, o pai brigava com a mãe, a mãe chorava. Porque o pai traia bebia, o pai bebia, que é prava casa. Ou era sentia sozinha. Regição. Vamos chamar todos de rejeição. Quando a criança é rejeitada? O que ela faz para não viver mais a rejeição? Ela constrói uma fortaleza em torno dela. Quando ela não precisa fortaleza? Orgulho. Ó, orgulho. Você tá entendendo? Então, assim, cara, ninguém vai gritar comigo. Ninguém vai mais me abandonar. Ninguém vai mais dizer que eu não sou capaz. Ninguém vai me bater. Ninguém vai me molestar. Então, a criança rejeitada, rejeitada pela maus tratos, pelo abandono, pela solidão, pela acusação, pela crítica, pela surra, pela. E quer que seja? Foi rejeitada. Ela vai crescer. E vai dizer, ninguém vai me fazer isso comigo. O que ela estava fazendo? Construindo uma fortaleza. Não precisa fortaleza orgulho. Então, alguém vai falar de. Olha, você fez. O que você vai dizer que eu fiz errado? O que é isso? Eu não vou ser criticado como fui criticado na minha infância. Aí, custa o orgulho. Olha, você não é boa. Quem disse que. Constra o orgulho? Quer você para me abandonar? Então, orgulho nasce das exjeções. Não tratadas, não curadas. Pelo tudo que você estuda, pelo tudo que você pesquisa, pelo tudo que você viveu, treinando gente para a caramba, o quanto do desaninhamento das pessoas nasce na infância. 100%? Não. 100%? Não. 100%? 100%? O que você vive na fase adulta? É a raiz. A raiz está na infância. 100%? 100%. Atenção paizem. 100% vem da família, do núcleo familiar, pai e mãe. 100%. As pessoas chegam assim. Ah, eu fui traída, mas eu nunca vi traição na minha família. Tem, você viu? Não, eu não vi, meu pai não traiu minha mãe. O seu pai não traiu você. O que que é traição? O não cumprimento de uma promessa. Inclisto, explista. Eu prometi a cuidar de você, prometi te amar, prometi te estar com você. Eu nunca teve comigo. Isso na traição. E aí esse homem que traiu ela hoje, o marido, ela foi traída pelo pai, o pai prometeu no cumpri, o pai disse que a mãe não amou, o dia está com ela não amou. E ela só está replicando, nós replicamos na juventude, na fase adulta, ou é circunstância, nós vivemos na infância, ou o sentimento da infância. Você está entendendo? Na fase adulta eu replico o que eu aprendi na infância, ou as próprias circunstâncias, ou os sentimentos. E essa traição na fase adulta, a mãe não foi traída, ela não viu traição, é sexual, mas teve uma traição de promessa, uma traição de complicidade, uma traição, uma traição, uma promessa não cumprido. Isso é a traição. E agora tem muito pai e mãe, que estão ouvindo, foi assim, cara, eu não quero errar. Não quero errar, não quero errar, não quero errar. Mas faça com o homem do gai, vai lá e peça desculpa, porque vai errar. O que a gente tem que estar atento? Os pais, o que tem que estar atento? Sabe? Eu acho que é muito mais as experiências, os significados, ter atenção diária, o que você recomenda. Porque obviamente tem muito pai, que o filho já está. está adulto. É. Não é um momento 6. Não tem mais que fazer. Não é um momento 6. É um momento 6. Mas o cara que tem lá, tem um, dois, três, quatro, a fase criança que você não é até aqui, daria. Cara, a primeira infância, segunda infância, é 12 anos, as crianças estão formadas. Tá? O que você quiser fazer, faça antes dos 12. Até os 8. Depois dos 12, a poberdade chegou, a estrutura se nafte será brautava formada. Aquela é criança que é uma esponjinha, já não é mais a esponjinha, ela já absorveu tudo, tinha para absorver. Agora é um cuncertar. Agora é o cuncertar. O que nós pais pensamos ter atento dessa fase? Olha só. Eu tenho uma tese, que é do meu segundo mestrado, chamada Theoria Geral das Memórias. Eu cresço a tese. Nós vivemos a partir dança os memórias. Eu tá falando lembra que eu falei da experiência passou? Exato. Então existem. Eu cataloguei 7 experiências fundamentais, 7 experiências curativas que vão manter a pessoa viva, feliz, saudável, 7 experiências. E 7 experiências que o pai tem que ser intencional em vivê-las. Intensional em criar as experiências. Intensional, cara. Eu vou criar uma agenda, eu tenho 7 experiências para criar, eu vou criar e eu vou planejar. Eu não vou ter já acontecido essa experiência com o meu filho. Eu vou intencionalmente criar as experiências. Então quais são experiências? Primeira. Pertencimento. Nosso filho precisa se sentir pertencente ao núcleo pai e mãe. Ele tem que sentir que ele tem acesso. Tá pai? Tá mãe? Entra com a caneta aqui. Ele tem que saber que entrou no núcleo. Porque senão você vai ver muitas crianças que giram em torno de pai e mãe não entra. Ele quer entrar, o pai não tem tempo. A mãe não tem tempo. A mãe não tem tempo. A mãe está fazendo muita tarefa. O pai está viajando, o pai está trabalhando. O pai está ventilizando. A mãe está no celular. A mãe está com as amigas. A mãe está na academia. O pai está trabalhando. Ele se vê a margem. Não pertencente. E aí a gente entende porque tem tantos jovens. Que de zonal de deninquentes na classe média e classe alta. Ele é marginal. Virou marginal. Não, ele já era em caso marginal. Imaginar quem vive a margem. E ele vive a margem de pai e mãe. É só uma replicação do que ele aprendeu a ser na infância. E essa é a primeira experiência. Que é pertencimento. A segunda, a criança se sentia caio. Importante. Pertencente a primeira. Importante. A criança precisa ser em algum momento sendo das atensões. Porque se ela não for sendo das atensões. Quando ela é criança, ela vai buscar. Queria ser constantas ridículas egoicas, bairdosas. Para receber as atensões. Ou então ele vai se esconder de todo mundo. Porque não é o sendo das atensões. Ou ele vai para o extremo. Ou ele vai querer a plausos mentir. Para dizer que é, causa de marca. Bolsa da falsificada. E a afirmação afirma. Para sentir importante. Mas se o pai tratou de sentir importante. Pertencente importante, cara, esquece. Essa é a segunda. São 7. A terceira, conectado em toque é mori afeto. Pai tem que tocar, pai tem que pegar, mãe tem que tocar, tem que beijar conectado em amor afeto. Pai tem que estar gostando, vai para o metodicismo, vai aprender tudo isso. Mano, animal, animal, animal, cara, muito bom. E a segunda é conectado, toque é mori afeto, validação, uma criança validade, não precisa ser alto validar. Uma criança que sabe o valor que tem, não precisa ficar buscando botar uma calça apertada, arribitar a bonda botar uma roupa hiper decotada, se expondo, se expondo, um homem no seu botar um camiseta grudada no corpo, uma criança que tem músculo, não, eu tenho o valor, meus pais é me improvisar, que eu tenho o valor, porque eu sou, não precisa disso, esse exporço, mostra dinheiro, mostra fama, mostra carro, não, eu tenho o valor. Então, a primeira experiência de pertencimento, a segunda é conexão, afeto, validação, a terceira, se sentir importante, mas a graça se sentir importante e a quarta, essa é a quarta mais importante, só as quarta mais importantes, limite, regra. Hoje nós vemos o mundo de jovens que estão dizendo que me identificam um gato, é filho, então não vai ficar no meu camarão. Eu fico imaginando que quando você vê um vídeo desse, o que passa a sua cabeça. Compajando esse pobre coitado que não teve um pai que deu limite, se identificam um gato, agora tem que entrar até ele como um gato, não vou tratar como um gato, é uma pessoa com discussão de identidade, porque não teve limite. Qual é para mim? Deve ter um presidente como você quiser com um gato, mas não peça para te tratar como um gato, eu não vou tratar. Quer dizer, não me identificam com um piloto do avião. Não vou te tratar com um piloto de avião, nem vou deixar sentar na cadeira do avião, filho. Problema tem o sessão de um piloto, com um gato, com um cachorro, com um lagartista, é um problema seu, porque seu pai não te deu limite. Então, não vem, não vem te conversa comigo, não, porque a paciência curta nesse aspecto. Então, tem uma mão, tem um compaixão, mas porra, meu brigar chamou alguém de gato, porque ele se identificou como um gato, com um cachorro, como lesma. Tem um cara no metor, acho que é no avaior, que ele fica no chão do metor, "Cara, eu já carê o piso na cabeça, filho." Se você já carê lá, fazendo minha meiaçando, eu vou dar uma pautada nesse cachorro, vou dar uma pautada no cachorro. Você quer se variar um cachorro latindo pra você? Se eu acreditar que ele é um cachorro, latindo pra mim, "Cara, vou dar um pau, se eu acreditar aqui, se ele quer que eu traquei ele como já carê, eu acredito que ele já carê." Nesse eu ver esse vídeo na internet, "Cara, vou dar um chute na cabeça dele." Então, é melhor não acreditar que você, se você é um gato, vai comer ração, você acreditar que você é um gato, você vai comer ração fora de casa, lá na varanda, lá na varanda no quintal, "Pau, porque é isso que a pessoa tem? Porque o pai não deu limite?" Entenrupeu essa programação oficial desse podcast pra te lembrar de seguir o nosso perfil aqui no Spotify e deixar as suas cinco estrelas, porque você vai espalhar esse podcast para mais gente e vai garantir que você não perca mais nenhum a partir de hoje. Feito isso, voltamos à programação normal. Bom, se dá pra não falar, mano, isso. Então, essas são as quatro experiências. Muito de não contar um exemplo, eu cheguei sábado, teve aquele vento de mulheres muito grande, sua esposa foi, eu falou que era maravilhoso, eu preciso ir mal. Conferência para a Initude, foi maravilhoso, 25 mil mulheres ao todo. E depois nós vamos pra Salvador, um outro momento de mulheres, um haitíquete, e eu cheguei no sábado, sábado, meudia, cara, cheguei grudei no meu filho, eu tenho três filhos, uma casou, um tá nos Estados Unidos na desfaculdade, e um de nove anos que é apaixonando pelo irmão que tá nos Estados Unidos. Cara, cheguei, sábado, meu sábado, sábado anoito foi todo com ele, domingo, malhei sendo, cara, cheguei. Pois é que eu lembro que eu fiz com ele, cheguei, vamos ver o vídeo que ele gosta de Star Wars, depois disso, vamos procurar pokémon lá no condomínio, caçar pokémon com cachorro, depois voltamos, vamos tomar banho de piscina, com os cachorros também, depois do banho de piscina nós fomos um shopping, aí depois fomos no shopping, passear no shopping, aí encontrar uma mãe dele chegou, na minha esposa, a camina chegou, a irmã foi tá com ele, cara, foram 24 horas, desde a noite que eu cheguei, Paulo, por que? Porque intencionalmente eu tava dando pertencimento a ele, intencionalmente tava neles sentindo importante, amigos me chamaram, vamos jantar, vamos sábado, não, traz o Dani, cara, é o meu momento, eu e ele, intencionalmente criado, para ele saber que faz parte do núcleo pai, ele faz parte do núcleo mãe, ele faz parte do núcleo pai e mãe, é mais complexo, ele não faz parte do núcleo, família, não, eu e ele somos o núcleo, ele é a camila, é um núcleo, nós seremos um núcleo, eu e ele os irmãos somos um núcleo, e ele sente pertenciante em todos ambientes, e ele se sente importante, ele viu largando, eu não sei dizer, larguei, não fui com os amigos, não, não, ele sabe que eu não fui, e ele sabe que eu tava com ele, por que? Porque ele se sente importante, ele se sente pertencente, ele se sente importante, ele se sente, eu sabe o valor que ele tem, eu vale do elogio, mas ele sabe, tem limite, ele sabe o que pode, que não pode, e o não lá em casa, não é em fresco, não, eu te erno todo o canto, não, não, não, você vai ver assim mesmo, você vai fazer assim mesmo, eu faço, pai, pai, pai, deixa eu pensar, aí olha, não, pai, sabe quando deixa eu pensar, ele já sabe, ele sabe que vai ser não, e aí ele vai tentar o argumento, por outra coisa, e o não é bem fácil, então, se um pai viver esses quatro espectros aqui, esses quatro modeiros de experiência intencional, é uma coisa, nada bem com o tema, mas vou usar a sabedoria do meu amigo, o, principalmente com o tel, a, qual é a idade do tel, o tel tá com oito agora, né? mas toda vez que a gente se erna o shopping, isso desde quando ele tinha as, pai, começou uns, uns cinco, seis anos, então ele quer ir no shopping, ele queria dar no meio da, de mim, na fabia, no meio, moldada assim, né? Não, eu, bom, pertencemento, ou, unindo vocês, e aí, e aí, eu ia fabia, ele foi nas duas pontas, a gente precisa fazer ele, ele se sente pretescente, mas a gente precisa saber que ele não pode dividir a gente, sabe aquela coisa do, eu vi, por exemplo, vejo muitos casais, e obviamente, acho que cada um que ele o seu filho da maneira com quiser, mas. mas vai ter consequências, mas vai ter consequências, mas vai ter consequências, mas quantas vezes o, o nascimento de um filho, há o afastamento do casal, nas relações, em casal que importa todo dia, o filho pode dormir no meio da cama, não tem mais tempo como ele é, vejo muita bobajo, então qual que é sua visão em relação, esse eu sempre tinha muito, assim, eu preciso fazer ele pertencer, mas eu também preciso da limite, da limite pra ele, e foi tão bonitinho que eu ia fabia, ficou muito orgulhoso, e é como, é como se agora, foi agora, foi isso na segunda semana, eu estava em viagem, eu cheguei, aí deu um beijo nele, deu um beijo na beira, deu um beijo na minha, e ele foi uma beijo na família, aí ele veio correndo, que me chamava de fazer uma outra coisa, só que ele viu também, ali, dando um beijo na família, aí, na hora que ele viu, ele falou assim, não vai pai, pode ter seu tempo como a mãe, eu te espero aqui, então aí ele me esperou um tempo ali com a Fabia, contando como foi, depois eu fui lá e fui brincar com ele, ele sabia, então qual que é sua visão pra todo mundo que tem filho, essa linha tem, em pertencer, mas também, sem ser invasivo, e afastar. Exato, é muito, é muito, é muito, é muito, é muito mais de, de tato, fim, mas o que eu posso dizer pra você, é, uma vez eu tava, eu tava lembro, tava na beira mais de fortaleza, tava chateado com a Camila, tava com a mão dada na Camila, a Julie vem, no lado, pega nas dois, e fica se urancer a mão, eu tava com a mão, que dá da Camila, só que tava sangado, ela a Julie vem, pega a mão e vai andar um tempinho, aí que ela pega assim, põe assim ó, aí aperta a nossa mão, criança é espetacular, a sensibilidade de uma criança, ela conectou de novo, só que de deformar o carro tava chateado com o outro, ela comunicou da maneira correta, outras vezes ela foi e queria um espaço entre nós dois, é meio que sentiz, o que é que a criança tá buscando? Assim, já dei pertencimento, porque se não tiver dado, amigo, dá, dá, tá em dívida, dá, porque aqui eu fechei o meu domingo inteiro com o Daniel, meu ar 9 anos, cara, porque eu tava em dívida, foi ó, eu cheguei a noite, fiquei com ele, cara, não li um livro, eu disser estou lento estudando, não li um livro, não peguei nada, não fiz nada, única coisa que eu fiz, no domingo foi malhar, cheguei a noite com ele, fiquei com ele, eu fui da palestra, tinha que ir correndo de uma palestra e voltei, cara, fiquei com ele a noite, fiquei com ele domingo de manhã, domingo a tarde, até a Camila chegar dentro dentro, dentro dentro, e nós passamos dias viajantes, aí dormi nosso quarto na cama, no chão, tá entendendo? Que é, é um presente, dormi no chão, nosso quarto é ó, e dormi no quarto, né? Porque é onde ele dorme, no quarto dele, na cama dele, né? Um erro que vou dizer que muitos pessoas cometem por ingenuidade, outra coisa, não quero babar, não quero babar, Para mais! Você está pronta para não ter babá. Você tem paciência, para não ter babá. Você tem paciência para acordar no noite toda, para dar de mamá. Você tem paciência para estar cuidando do seu filho 24 horas. Você tem essa pítidão e ainda continua casada. E ainda continua casada. Uma mulher que cuida de filho, amigo, um filho é difícil. Dois filhos, sozinha, exaustivo. Aí o que acontece? Não quero babá, porque quero ter o meu momento com o meu filho. Tem paciente, grosseira, rispida, zangada, malviar e se larga. Estou tão cansada e se larga. Não cuida mais de sino, faz macademia, não se alimenta bem. E vai se deixando, é perdeu o destino na maternidade. E o casamento, e o marido está bonitão, trabalhando ganhando dinheiro, prosperando com pessoas, e ela está lá em casa naquele trabalho massante. E é massante, pode ser recompensador, pode ser belíssimo, mas exaustivo. E aí está lá, grita com os meninos, berra com os meninos. Uma conhecência que assim, não tem ele babá. E se amiga, aí eu via ela tratando os filhos numa festinha dos familiares. Se quer ter a babá, não, não tenho. Por quê? Porque eu não quero botar ninguém em teu e meus filhos. Mas com o nível de paciência, grosseiria. Então a filha fica "mãe, mãe, mãe, você não dá atenção a ela". E quando você deu, você foi com o grito "que que é que é que é que é que é não?". Cara, põe uma babá e descança. Deixa a babá entrar para fazer o trabalho mais pesado, tá entendendo? Por trabalho mais pesado, você venta para ir do caio e amar. Mas dizer que vai ser maior integral e não tem competência emocional para ser maior integral de vida e tarefa. Tem vezes que tem muita desafio de pedir ajuda, não é, no geral, né? É uma intenção muito bonita. Sim, é nova. Não, meus filhos, eu quero ter esse tempo, mas tem condição emocional. Tem preparo emocional para estar com os meninos. Esquenta água, nasceu. Esquenta uma madeira, escalda uma madeira, escalda isso, escalda aquilo, escalda aquilo. Prepara a frauda e tal. Acama, xixi, limpa, cocô uma vez, limpa, cocô duas vezes. Acabou de fazer que cocô. Faz cocô, você sabe o que é esse pai? Aí faz cocô em tudo, dá lá mãe, limpando tudo. Ah, não, agora em um marido não ajuda. Miga, esses me perfis e papéis. Papel do homem não é limpar, cocô de criança, ele pode ajudar e deve ajudar. Mas não é o papel de um homem. Não é a sabedoria do homem, não é ficar cuidando de nenes, sem nascido. E seu trabalho feminino, e não é pejorativo, é uma benção, é uma dadeva, tá entendendo? Aí a mulher não tem babá. E o brigo homem agora, a divide todas as funções, dá babá, e dá mãe. O cara fica faltando explodido em um apartamento, não aguenta mais de um sufocado, o casamento entra em conflito, o sexo acaba, porque eles estão querendo não, querendo a casa, é nós, o nosso filho. É uma linda, assim, de fora, que, em vez de eu, em meus filhos, o cara que um divineto cansaço dos dois, o casamento indo por água abaixo, a impaciença com os filhos, não fazem sexo mais, por um romantismo. Papel, você tá dizendo que eu tenho que ter babá? Não, você tem competência emocional. E técnica, porque ser babá é técnico, tá? Tem muita coisa técnica, como dá um banho, como se calda uma madeira, chupeta, e a guinha quente, garfinha térmica, com a guinha quente, tem mãe que nem sabe disso, que devem andar com a garrafa de água térmica, e quente, parece que é o da tudo, que aí nos chão escalda. Não é nem sabe. Tem muito. Então, a resposta é, a qualidade do seu tempo é mais importante do que a quantidade de um tempo com uma qualidade. Ah, isso é muito forte, vamos dar pra substituir qualidade como quantidade, não dá? Não dá. Não dá. Como você enxerga, as emoções na parte dos cêncio de merecimento, assim, um cêncio de merecimento. Veja como merecimento é uma coisa que bloqueia tanta gente, Paulo, tanta gente emocionalmente falando, você tá, obviamente vocês estão acompanhando esse papo, vão pegar mais que um Paulo chegou, de ter um passeio aqui pelo vento, se você é escritório, foi até o time de vendas, eles são. Troninário, eles passaram. Super solista falou com o time comercial, a gente tá gravando um fechamento de mês, ele mandou uma mensagem a incentiva ali pra turma, foi super bacana, e ele tá contando que na área comercial, cara, a sua autoconfiança, o cêncio de merecimento, que você pode, não tem classe de nível do patinho feio, nem o impostor, porque que é uma parada que pega muita gente, né, e como trabalha? De novo vai refletir nossa da infância, de total, sem, não tem, ó, nós temos três crenças primais, base, basais, ser que define a crença de identidade, quem eu sou, sou bonito, sou inteligente, sou burro, sou rico, sou pobre, sou legal, sou legal, a segunda é o fazer que a crença de capacidade, do que eu sou capaz de fazer, e o quanto eu sou capaz de fazer, e a última é que você falou, é o ter, é o crescimento de merecimento, então o que que perfais o ser humano, é o ser fazer e ter, em outra linguagem, é a crença de identidade, é a crença de capacidade, é a crença de merecimento, e tudo isso, as experiências do meu passado até os 200 definidos, quem eu sou, identidade, você é burro, menino, quer ver, olha o que frase poderosa, menino, burro, faz tudo errado, por isso que a panha, olha só, menino, burro, faz tudo errado, por isso que a panha, menino, burro, até com a identidade, faz tudo errado, até com a capacidade, por isso que a panha, coisa ruim, merecimento, numa frase, os três. Os três, as tutores de crenças mais importantes foram atacadas, aí você imagina quantas pessoas, quantas meninos, meninos, mas ai meninos, sai, sai daqui, se faz tudo errado, em capacidade, tranquilo de capacidade, ai que menino, mal educado, burro, você não tira uma nota que preste, olha, eu trabalho de inteiro, pra tirar uma escola boa, você não tira uma nota que quer, burro, então é mais assim, a crença nasceu perfeita, porque em imagens, em imagens de Deus, aí eu pai, ela mãe, nós, pais com as nossas paradiridades e ignorâncias, histórias de vida, né, aí começa a jogar, imagina uma flecha com uma tinta grossa, ele joga no filho, puf, aí pega aqui a cratita vermelha, aí daqui é pôr o seu burro, sendo parado de direito, aí a crença quer um tempo para ela de qualidade, a mãe não tem, não tem um tempo para você, se não tá vendo que eu tô ocupada, e essas acusações, as críticas, as resistões, é como se você fosse jogando tinta, massa tinta grossa, e daqui vai essa crença se olha no espelho, libarulho olha no espelho, ela nem sabe quem ela é, muito distante do que ela nasceu para ser, porque pai e mãe, nos seus erros, dores, crenças não curadas, traumas, sem querer, foram deturpando a sua real identidade, não tem como mexer no ter, sem mudar a identidade, não tem como mexer no ter, sem mudar a identidade, né, até tem, mas é sem feliz, eu e você, e seus filhos, e os meus filhos, nós precisamos perceber valor, eu preciso ver, ninguém que tá aqui no nosso auditório consegue respirar e viver, não perceber valor nela mesmo, não vive, literalmente, meu tesê não vive, não morre, não vive, eu tenho que ver valor, e onde é que tá o valor dessas moças tão bonitas, onde tá o valor delas, em quem elas são, no que elas fazem, no que ela tem, olha, olha como ela é inteligente, como ela é leal, como ela é amiga, como ela é valorosa, como ela é inter, como ela é verdadeiro, é quem eu sou, e ela vai ficar super feliz, eu tenho valor, mas é só que tem gente que não percebe valor em quem ela é, e ela vai percebe valor em quem ela faz, e passa o dia inteiro fazendo, fazendo, quer ver uma coisa, quem é que vocês estão aqui conosco, que são meio viciados em fazer, tá sem fazendo alguma coisa, fazendo isso fazendo aquilo, fazendo aquilo outro, quem levanta mal vai, porque que 90% levanta sua mão, porque a mãe delio pai convenceiro elas lá atrás, que o valor dela não dava em quem ela era, senão que ela tá fazendo, que ela tá fazendo, vai dormir em menina, se ela não dormir, levar uma bronca, então tem que fazer o que ela fazer, vai escovar o dente, vai estudar, vai deitar a corda, vai varrer, vai fazer isso, fazer isso, fazer aquilo, e ela descobriu na vida dela, que ela só tem valor para a pai e a mãe quando ela tá o quê, fazendo, e ela, e quando foi que o pai parou para elas filha você, uma criança linda, mega inteligente, amorosa, você é tão cuidadosa com seu irmão, você é tão generosa, ou corrigiu comportamento filha, você não combina com você, esse que você fez comportamento não combina com você, porque você é uma menina amorosa, carinhosa, isso não combina com você, quanto o tempo nossos pais dedicaram para nos mostrar e construir quem nós somos, nada, eles passaram o dia inteiro dizendo que é que nós vimos fazer e nós descobrimos que o nosso valor tá no que nós fazemos, como descobri isso, porque quando eu não fazia, eu levava um castigo, levava um grito, uma bronca, então para ter valor eu tenho que estar fazendo fazendo, fazendo, só que tem gente que nem não fazer, se eu não consigo perceber o valor em quem eu sou, no que eu faço, cara, só amistou outro valor no que eu tenho, e vai comprar bolsas cada 25 de março, vai ter que comprar um carro que não tem dinheiro, vai botar um peitão, uma bundona, botar Eu não me ropa de juxta pra perceber valor! a coisa não dá sexo, não tem nada, mas quando você precisa ter sexo, para sentir feliz, precisa estar extremamente sexo, sensual, quase pornográfica, para sentir valor, claro que tem problema, quando você precisa de ser feliz, uma pessoa que precisa espou o corpo de uma forma vulgar, exagerada, é porque ela nem percebou-lo em quem ela é, nem o que ela faz? Não, o Rabo foi de geste. E no métodismo nós fazemos todos a reconstrução, o que chega gente rica, bilionária. Não quero dar rapaziada, cara, que na necessidade que compre um carro tem que mostrar o carro e trocar o carro e os tentais e tal, e tal. Uma coisa você tem um elogibão, tem um elogibão, é porque eu posso pagar, é do mexido de viso, é do meu padrão, é o meu padrão, eu não estou fazendo loucura, eu não deixei de comprar nada, eu não deixei de fazer minhas contribuições, eu não deixei de desmanar na igreja, eu não deixei de minhas hongues, tatumias hongues são todas aí, as minhas de meus dizem, eu estou todos aí, as pessoas que eu mantêm estão todos aí, eu não estou a fazer isso, meu estilo é o que eu posso, meu padrão de vida é esse, eu não estou me esforçando, parcelando algo que eu não posso, ainda vim se março comprar uma bolsa no Louis Vuitton falsificada, olha só, dois casos, eu vou compro um produto com dinheiro que eu não tenho, para mostrar para as pessoas que eu não gosto, que eu sou joelho de que eu nem acho que eu sou, ou então está gastando o dinheiro que não tem por mesmo, porque esse esforço, para perceber valor nele, para que ela percebe porque sou esse percebo, porque isso não foi construído na infância, porque não viveu essas quatro, sete experiências que eu te falei, se tivesse vivido as sete experiências intensamente, é muito difícil alguém passar pela infância central, mas nenhum, é muito difícil chegar um apelzinho branco, aquela folhinha branco que foi boletida, dez, dez, assim, pertencimento, dez, importante, é muito difícil, não é? Muito difícil, assim, quando você vê um pessoa desse é perigoso, eu tenho medo, é um, a chance em um psicopata é muito grande, verdade, sério, sério, sim, Paulo, por que? Meu pai erro comigo, errou, errou, meu pai tem oitenta e quatro anos, minha mãe tem oitenta e dois, somos apaixonados, apaixonados, apaixonados, mas não quer dizer que foi fácil, estou indo para os Estados Unidos, defender meu pós-doutorado agora sabe, estou levando meu pai e minha mãe, compramos uma casa nova de Estados Unidos, a gente tem outra casa lá, temos outra casa lá, comprou uma casa nova, linda, maior, quando comprei meu avião já, a primeira pessoa que andou meu avião foi meu pai e minha mãe, eu quis honrar eles, na casa nova estamos meio que inaugurar agora, levando meu pai, então a gente dá muito bem, amor mesmo, cara, meu pai errou, meu mãe errou, tá entendendo? Ah eles são culpados, não cara, são vítimas de outras vítimas, eu sou vítima, de uma outra vítima, eu sou vítima, de pai e mãe que também são vítimas e meu pai se falha, meu pai e minha mãe são heróis, porque o que eles passaram, eles passaram, eles filtraram muito, eles eram melhor deles, que eles tinham do que eles viveram, imagina se eu fosse o filho do meu avô, meu Deus, e da minha avó, e se eu fosse ter naquela época deles, na cidade do interior deles, lá no maranhão, no interior do maranhão, com aquele homem, ao estero, que era meu avô, que surrava meu pai, quase todos os dias, meu pai era sorade, meu avô era muito rico, vai a 4% do maranhão, mas ao estero violento, tá entendendo minha avó, meio nascesista, fria, tá entendendo, mas eles meus avós fizeram melhor que eles podiam, e meus pais, cara, heróis, e eles erraram, mas fizeram melhor, e eu sei que eu errei com a minha filha, agora minha pergunta é, eu torrando menos de meus pais, esse é a pergunta que eu tenho que fazer, eu torrando menos de meus pais, eu estou descendo mais sabedoria, mais estruturação emocional, mais amor, pelos meus filhos, e eu já disse meus filhos, ó, vocês vão ter que acertar o todo e olho e vocês meus netos, eles vão nascer, eu estou de olho, ó, faça direitinho, faça melhor que eu fiz, faça melhor que eu fiz, pai do preço, faça melhor que eu fiz, eu não admiro que ele seja, eu brinco com eles, porque nós somos vítimas de outras vítimas, então assim, dizem que alguém, o meu pai foi perfeito, quando alguém diz isso, eles contém, só 1% me diz isso, e eu disse que ia dizer que você é o problema de toda a tua geração, né, você é um problema, porque levando conta que Deus não errou ou te fazer, e eu te conheço e vejo todas seus problemas, então quer dizer que você é o origem de Deus próprios problemas, o erro está cometendo seu filho e você que criou, não, não, não, porque se seu pai não errou com você e tua mãe não errou, você quer afonte todo o erro, porque você está cometendo o seu casamento, os seus filhos na tua vida, a obesidade, os maus tratos, com você próprio, os seus problemas financeiros, quer dizer que você, hoje, todos seus problemas, porque Deus não é ou, Deus faz o erro, então você é a fonte dos erros, né, e tudo bem, os pais seriam errado, muito bom, se eu basei, é uma vítima de outra vítima, uns vítimas de outras vítimas, aquela coisa que foi saber que, cara, bichão, vai ser com você, mas liberar isso que eu queria falar agora, você acredita na frase que todo mundo está a um, eu te perdoo ou me perdoei de distância, que todo mundo tem alguém ou para pedir perdão ou para perdoar, todo mundo, todo mundo que está ouvindo a gente agora, todo mundo, todo mundo está ouvindo a gente agora, ou você está num grupo do que você tem que falar, eu te perdoo, ou você tem que falar, me perdoa, e é muito direcional e sequencial e combinado é, lembra que falei que a criança é rejeitada, aí ela custa uma fortaleza, vai se proteger e essa fortaleza se chama orgulho, lembra disso menino, e essa fortaleza se chama orgulho, eu to aqui me proteger do orgulho, ok, toda fonte do mal da humanidade orgulho, toda fonte do mundo, as guerras veram pelo orgulho, adultério orgulho, guerras orgulho, pobreza orgulho, morte para corso orgulho, é tudo orgulho, se eu fotecer aqui sobre orgulho, todo o mal da humanidade vem do orgulho, se você quiser uma, eu poderia fazer isso neurologicamente falando, mas eu posso usar espiritualmente falando, qual foi o primeiro problema bíblico que aconteceu, o diabo, que isso é igual a Deus, e por causa de quê? orgulho, ele foi expulso do céu, ele é um texto do céu, foi expulso, vai embora diabo, foi expulso ao derrador da terra, que foi o segundo episódio de queda, a danha eva, e eles quiseram ser o quê, igual a Deus, e de novo o quê? orgulho, orgulho, isso você vai ver com me diga uma pessoa que você conhece que caiu, pensa numa pessoa, lembra que alguém caiu, foi orgulho, pode pensar qualquer um, qualquer pessoa que caiu caiu por causa de orgulho, orgulho, ninguém tem problema na vida que não for orgulho, e aí tem uma tese longa, Paulo, então toda pobreza, miséria, morte, guerra, orgulho é, vitimização orgulho, é autoficência orgulho, rebeldia orgulho, não pedi perdão orgulho, vai dar de orgulho de prepotência orgulho, é de zon orgulho, é, diz respeito orgulho, em paciência orgulho, você vê alguém em paciência orgulho, então orgulho eu tenho estudado isso, mais de 40 maneiras de manifestação que orgulho se manifestam, caramba, 40, mais de 40, e aí Paulo, quer dizer que hoje eu passo para um problema aqui, para ir na câmera 1 aqui, falando para você, quer dizer que os problemas que eu vivo hoje, é por causa do orgulho, é, e eu nem sabia assim, porque você não sabia que o orgulho é, desobediência, impaciência, desonra, diz respeito, vai dar de prepotência, é, é, é, é, é autosuficiência, invinerabilidade, não enriquei, nunca erro, então, quando você entende isso, agora pergunta é, e como é que eu curo orgulho, já que o meu problema que eu vivo, meu casamento orgulho, para me financeir, orgulho, para fazer orgulho é, moio orgulho, aí você vai para a bíblia, a bíblia vai dizer assim, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, olha só Lucura, se o meu povo se chama pelo meu nome, e se ele se humilhar, aí Deus diz, então, se ele se humilhar, aí depois orar, buscar a minha face, intimidade com Deus, e se arrepender dos seus pecados, é assim eu ouverei do céu, perdoerem seus pecados, e sararei sua terra, sua casa, sua família, mas esse processo que Deus diz, é primeiro se humilha, olha, buscar a intimidade comigo, isso é arrepente, mas para orar, buscar a intimidade que Deus me arrepender, começa onde, se é humilha, e a bíblia inteira cheia disso, é só não perceber todo o tempo se humilha, se humilha, se humilha, porque, quando eu me humilho, eu destruvo orgulho, e não tem terapia maior do que se humilhar, "Paulo, como pedindo perdão, eu me humilho, perduando eu me humilho, pedindo por favor eu me humilho, desnobrigado eu me humilho, reconhecendo o erro eu me humilho, fazer com sua mãe, o que sua mãe fez, a cura que sua mãe teve, quando ela chegou para você, se ajoelhou na cama, olha o que coisa de auto humilhação, se ajoelhou na cama, de uma criança que tinha tirado nota da ruína na cama, e ela se sacrificou, ela se esforçou, ela fez mil coisas, por sua expectativa dela, para ter uma boa nota e era por sou bem, também, ela se humilha, porção de auto humilhação, ela se ajoelha, por exemplo de auto humilhação, e de pé desculpas, cura, ela mueu orgulho, e quando sua mãe orgulho se torna o mild, assim, errei. Ei, Ei. Ai, meu milho, meu milhei. Agora, meu milhei. Aí, me torneu milde, me torneu milde, me torno sábia, me torno sábia, me torno santa. Aquela pessoa conectada com Deus e me torno próspera. Então, a sabedoria é a fonte toda origem. Mas, cara, você não vai ver sabedores se você não se omelhar. Isso, acho que muita gente tem mal entendimento do que é perdão. Quanto pessoas fizeram para o alguém, mas fala assim, "Ah, mas eu não concordo o que ele fez, como que eu vou perdoar ele?" Claro, isso vai ver do ar, porque não concorda, se concorda, você não sava a perdoar, né, assim? Ei, falando de loucura isso, mas eu não sei onde está, claro que não sabe, se você soubesse me pedir para procurar, "eu despega, tem que perdoar, perdoar não perdoar como tomar veneno, todos os dias, acho que ele coto morra. Aquela é justiça própria, não perdoar uma justiça própria, não vou perdoar, porque eu faço justiça própria, orgulho, não vou perdoar, porque ele errou comigo, cara, perdoa, não pediu perdão, problema dele, perdoa, libera você dele. Tira essa, essa, essa é o gêmo que você está com essa pessoa, está te matando, matando suas emoções, matando teu corpo, teu cérebro, teu teu neurônio, se perdoa, se livre a disso. Paulo, por quê? Porque o sentimento forte, ele só recorrente na memória. Tudo, pensa, sentimento forte, fica recorrente. Se imagina uma maga, lembrar da maga todo dia, porque eu não perdoei, tudo de memória, rememora, rememora, rememora, rememora, rememora, rememora, só que quando eu rememoro eu vivo de novo, a cena, a experiência. Lembro da experiência? Eu não perdoei, minha mãe, não perdoei a esposa, não perdoei o meu essocio, com você não perdoa e sentimento fica guardar. A flor da pele, ele volta, eu lembro da traição, eu lembro a mãe, eu lembro o soci, e quando eu lembro, é como se eu vivi estudo de novo, imagina você, eu quero viver a traição, todo dia, uma traição não perdoada, ele revivera todo dia, e por sério, não tem distinção do que é imaginado, é real, imaginado, por sério, está sentraído, imagina a pessoa sentaria de todos os dias, durante anos e anos e anos. Só foi uma vez, mas quando eu não perdoo, o sentimento traz a memória, traz a memória, traz a memória, quando vem a memória, como se eu senta de novo, de novo, de novo. É melhor morrer. Se não perdoar. E o que você falou de experiência, né? Tem caso que se você não passar por algumas vivências e experiências, você não vai te assinar, se você precisa, vai ser muito difícil você achar ali a resposta, apenas uma leitura ou no vídeo, você tem que viver aquilo ali, né? E o segredo, não é viver coisas boas, é da bom significado. Cara, bate o carro e estou vivo, Deus é bom. Como mesmo, bate o carro, eu quase morri. Vite morro. Cara, o significado que a gente dá as experiências, só que criança não sabe da significado, por isso foi importante só mãe vim e dá um significado bom. Exatamente. Nós adultos podemos dar significado bom. Se acho que o significado ele sempre aparece logo após o corresse, ou a gente tem uma janela que aparece, por exemplo, aconteceu alguma coisa. Pá, geralmente logo depois que se aconteceu, o jeito que eu encarei jacol, se encado, é jacol. Jacol, na hora. Depois você pode até querer mudá-lo racionalmente, ficar ensaiando e tal, não quer dizer que vai conseguir mudar. Eu tive agora nesse evento de mulheres, tinha uma luna e ela estava no palco. Minha mãe me chamava de. Ela estava grávida de mim, muito ador, muito ador. E ela me chamava de. de. o nome de uma doença. O mulher tinha 45 anos, já tinha feito o laquiatura, achava que nunca ia engravidar, 45 anos engravidou. E ela chamava. A gente, aqui está a minha doença, chamava o nome de um problema, feminino. Essa é a minha doença, a minha doença é a descalza, isso me machuca tanto, machuca tanto. Não, como? Pá, para ela me dizer que eu era a doença, você não entendeu que você estava dizendo? Quando ela disse que você era a doença, ela estava dizendo assim, "Gente, eu tinha feito 45 anos, não fazia plantos engravidar, tinha feito laquiatura nas trompas, e o que primeira doença é essa benção aqui, esse presente de Deus aqui, sua mãe estava querendo dizer dela, engenho é que você é um presente, o que ela achava que era a doença? Está aqui, a minha benção." Ela disse que a gente faz sentido, não dá o dia acontecer, isso outra vez aconteceu isso, era isso que ela queria dizer, e aconteceu isso realmente é isso, teve vezes que minha mãe falou isso com essas palavras, agora eu estou entendendo, e aí eu consegui mudar o significado, ela vai ter repetido isso muito para curar esses 38, 40 anos de dor. Eu acho que uma das coisas mais fortes, o que você falou ao começo, que não é a razão que vai determinar muito o seu sucesso, nada, as suas emoções, as emoções falando das contas, a gente é um bicho emocionante. É um bicho emocionante, é um bicho emocionante, uma posta de pau ele disse assim, o que eu queria fazer foi justamente que eu não fiz. E o que eu não queria fazer? Está fazendo essa dualidade e razão emocionamente, eu sei que eu deveria fazer cara, mas eu não consigo fazer, por exemplo, porque as emoções são unidos sonais, emoções distorcidas, uma identidade que eu não sei quem eu sou, o que é que uma criança inteligente faz, coisa inteligente, o que é que uma criança obedeente faz, coisa obedeente, o que uma criança especificais faz, continua, identidade, identidade determina o que eu faço, mas quando eu não sei quem eu sou, como é que eu faço com as certas? Muito bom. Até após para Paula Viera. Paula, para Paula. O que vai fazer a pergunta? Quem tem a pergunta? Você fez metosis? É ainda não. Eu tenho dois filhos, um Johnzum de 14, e a gente cuida muito desse ambiente de casa, mas a minha pergunta é como controlar o que a gente não tem controle do ambiente externo. Não exemplo. Ah, o que eles aprendem na escola, então, por exemplo, às vezes em grupo de mães ou próprio grupo de escola, venham umas coisas que eu falo para a gente, mas como é que a criança tem acesso a isso? Hoje dá um exemplo. A 1 ano atrás, a preocupação era que as crianças estavam cheirando borracha, sabe quando raspa, borracha cheirar, tipo uma escola particular, uma escola boa, tipo, onde que a criança está vendo isso? Eu, mas filhos não têm acesso a isso, mas eles têm acesso ao que outras crianças estão trazendo, como é que nós pais controlamos esse ambiente que a gente não controla na verdade, né? Primeiro tem que ser isso na escola. Eu não, eu troquei. Mas o segundo, dessas 7 experiências que eu falei, pertencimento, faça o seu filho se sentir pertencente, importante, conectado em amor e limites. Depois disso, faça ele se sentir, percebeu progresso na sua vida, na generosidade e em uma missão. Mas primeiro, aquelas 4, e esteja perto, esteja perto, você tem que saber o que ele está assistindo, no tablet, na televisão, no YouTube, você tem que estar perto, você tem que gerenciar o que chega até ele, você tem que gerenciar as amizades e você tem tempo de qualidade, eu vou muitos sazunidos, né? E os sazunidos está no processo de esfacelamento da sociedade, porque não tem mais tempo em família, o tempo que nós tinha era um tempo que uma família tinha, onde que era, na prática, na mesa, no almoço, no café da manhã, hoje não tem uma refeição em conjunto, meus filhos estão até 4 tarde, igual com o colégio americano aqui, mais novo, isso tudo é quadro da tarde, então chega, já não tem uma café com ele, nem é nem a musei, então nem casa, tem o jantar, toda a quarta e quinta, tem um jantar da família, todo domingo tem um momento da família e nós sentamos na mesa e a sua família, o meu gêner enturou, mas é só meu gênero, minha filha, meu filho, meu outro filho, eu e a Camila, cara, é o nosso momento, um tempo de mesa, tempo de mesa cura, é um crescimento com seus filhos, tempo de mesa cura, estabilizamos uma rotina, o maior, eles estão em manhã, então tomem a acorde, mas se ele tomem a café com eles, sentem na mesa, na mesa, almoço, queriam uma rotina de almoço de jantar, na mesa, mesa cura, então tem um tempo com ele de qualidade, olhando os olhos, respirando, entendendo, sem celular, sem distrações e gêneres, tudo chegando eles, gêneres sim, gêneres sim, gêneres sim, gêneres sim, tem um tempo de mesa cura, eu gostei nesse lance do jantar da família, encara, encara em casa, o melhor talha, o melhor talha é a melhor comida, o melhor prato, não é pra visita, é pra esses dias que estamos só a família, cara, melhor comida na casa pra gente, eu falo porque a gente janta junto, mas tem um nome assim, a quarta e quinta da família, que é um evento, é um evento na agenda, tá na agenda, tá na agenda, muito bom, ótima pergunta, Paulo, eu entendo a importância do método cis, todo esse processo de impacto emocional, pra gente ressignificar algumas coisas, mas algo que a gente vive com constância, essa dificuldade de aceitar os sonhos e dizer isso que você tem, que fica em congruência de onde você veio, do que você vê, o que você dire pra alguém que tinha essa crença muito enraizado, de. Eu entro a mulher pessoa, peguei, peguei, você viu que é o prato rápido, né? Pelo rápido, bem na primeira pessoa, você assim se dispindo na pergunta, eu tenho dificuldade pra me permitir sonhar, de ir, talvez imaginar coisas que você tem. são distantes da realidade onde eu vim, de que forma que eu pratico isso diariamente para que eu não caia nessa. Olha para mim. Quais dures você vê a sua infância? Acho que briga dos meus pais. A noa lembra que eu falei que as experiências passam, mas a memória fica. Nós impilhamos nossa mente de memórias, boas e ruins. Se sua dor, se o que você viu ou viu e sentiu na sua infância, se o que você viu ou viu e sentiu na sua infância, foi duido, foram recorrentes, foram fortes. Agora você tem uma luta do que você quer, do que sua ambição quer, do que você quer viver, e do que você aprendeu dentro de você. Nós não somos, não vivemos que queremos, nós vemos que nós somos, que essaquela base da pirâmide, então, você precisa mudar quem você é, a sua identidade. O que você não está falando é de merecimento. Você vai ter que fazer essa jornada de transformação. A Bíblia fala que traga a memória aquilo que te traz esperança, mas pelo visto, tem traz a memória aquilo que te traz, desesperança. Teu passado tem vindo recorrentemente, as dures têm vindo. E eu poderia dizer outras coisas que eu não vou dizer em público. Ok, e essa dor te traz culpa. A dor específico que eu estou falando de você, ela traz culpa. A culpa gera não merecimento. O não merecimento gera autosabotagem. O dizer de novo. Cupas que nos colocaram, porque nos maltratário, porque nos feriram, na infância, essa culpa nos traz não merecimento. O não merecimento nos traz autosabotagem. Eu não mereço, eu não me sabote para não viver aquilo que eu acho que eu não mereço. E depois, quase é o canção do me sabote, o caso é o canção do me sabote. É um processo. Se eu dizer que é simples, é um processo, você tem que ver esse processo. Mas é possível, né? Eu sou fonte, eu passei 17 anos numa vida de não merecimento total, passando necessidade. Sento que eu vesti indo comer na casa de familiares, comer na casa de amicleta, eu não tinha nem um comer. Eu tinha que se encarar, vou para a evô, mas não tem nada para vestir na praia. Cara, se o fucuz vou passar vergonha, eu tinha a opção, vou passar vergonha com isso, é só que o tempo a usar, ou não vou. Dani, se eu vou passar vergonha, mano, vou ficar mais tranquada que idã de casa, dessa casa, que nem me era, ia para praia e passar vergonha, então eu não me sentia merecedor. E eu consegui aí, você tem hoje, eu desbravei uma área de conhecimento humano que não se estia. Hoje, aqui é de ter um caminho de cura, de transformação, de restauração das crenças. Não é significar, é reprogramar as crenças. Você pode fazer isso. -Vou. (aplausos) -Metro de cista. -Agora. -Eu quero. Posso dar pra aquela música, primeiro falei o métro de cibrela, que ela está morrendo de raiva de mim. -É. -Posso dar pra ela. -Ou. -Caco, sim. -Metro de cista pra você, da filha. -Vau, mas. (aplausos) Que animal, que legal. Que legal. Vai ter quantas pessoas no próximo dia de São Paulo? -É umas 14 mil. -Vamos bater creio, vamos bater um recorde lindo, tremendo, missão de vida. -Todo bem se que eu vejo um evento, sabe porque eu vivo pelo Tavaitor, sempre torso pra creio pra você, caco. -Ema, irmão, você. -Ema, caco, você. -Você. -Você é muito de você, obrigado. -É esposo falar Paulo Vira, que episódio maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso. Ó, antes do Paulo deixar a mensagem final dele, que ele vai estar linda, pra falar o que ele quiser. Foi a audiência do com você, fez isso. Eu quero falar que todas as mídias sociais pra você, cara, você que não acompanha, mas é louco. Tem que acompanhar, ele gera muito conteúdo, muita coisa de muito valor, tá? E acompanhar mais trabalho, ver agenda, de eventos, tá tudo aqui na descrição, então acompanhe o Paulo Nacional de Sociais e eu queria deixar a mensagem final pra essa turma que tá aqui. -O que tiver no seu coração. -É mesmo. -O que eu digo assim, não desista da vida, não desista de ser feliz, não desista do seu sonhos, né? -Tempo na minha vida e o que desista da vida, de ser feliz do sonhos. Cara, é impossível, já tentei, tentei tantos anos, tentando, tentando, pode desistir. E grasis não desistir, né? Tem ferramenta, tem método, busque. Você não pode ficar assim, fazer nada diferente, achando que não tem jeito, dizendo que eu já fiz tudo. Claro que você não fez tudo. E essa feitura já tinha dado um resultado, então não desista. Busque ajuda, busque solução, busque-lhe libros, vem fazer o método 6, sai do lugar, sai do lugar, faça algo diferente, ficar dizendo que já fiz tudo, não, você fez a mesma coisa, a vida inteira faz a mesma coisa, faça algo diferente, busque algo diferente, porque tem jeito, né? Eu sou prova, eu tenho um ponto 7, um ponto 8, milhão de alunos no método 6, que são provas disso, então busque-se do lugar, não desista, nem de ser feliz, nem de ser o sonhos, nem da sua vida. -Pau, é engração. -Graci dão para o seu carinho, para sua amizade, antiga, já estamos aqui na, este celebrando a vitória do outro há tanto tempo, né? Obrigado, obrigado, vocês sabem que você tem, passa aberto, vai ser um prazer, sempre vai se receber aqui, dora papo com você, eu tenho certeza que esse papo mexeu com você também, eu tenho alguns convites, primeiro, compartilhe esse episódio no grupo de WhatsApp de família, de trabalho da galera, que tem muita gente que precisa, como você, ouvir papos como esse, se você está assistindo pelo nosso canal, não deixa de se inscrever, para você não perder nenhum episódio, e se você está ouvindo, ouvendo para nossas plataformas de streaming, não deixe também de acompanhar, nós estamos muito felizes e segue no Spotify e comenta, então um bronca aqui da produção, que a produção, estamos se elevando cinco estrelas, e é isso, porque estamos crescendo essa semana, tivemos nos episódios mais assistidos da semana, esse aqui vai bombar, toda vez que o Paulo vem, bomba, porque a galera adora e não só isso, todo mundo sabe que precisa, a gente é emocionada para a vida, uma vida feliz, uma vida de realização, e é o que a gente deseja para vocês, então até semana que vem, fica com Deus, até um próximo episódio, um beijo e tchau!

Podcast Summary

Key Points:

  1. Quem manda nossa vida não é a razão, mas as emoções, que estão ligadas às experiências da infância.
  2. A teoria geral das memórias propõe que 7 experiências fundamentais moldam a personalidade e o comportamento adulto.
  3. Experiências como pertencimento, validação, sentimento de importância e limites são essenciais para o desenvolvimento emocional saudável.
  4. Muitas das dificuldades emocionais na vida adulta têm raízes na infância, especialmente em situações de rejeição, crítica ou abandono.
  5. O orgulho é a principal fonte de conflito humano, gerando desobediência, impaciência e outros problemas emocionais.
  6. A cura emocional envolve reconhecer erros, pedir perdão e se humilhar, o que permite a transformação das memórias traumáticas.
  7. A inteligência emocional não é ensinada na escola, mas construída por meio de experiências vividas, especialmente na infância.
  8. Pais têm o papel crucial de criar um ambiente seguro, com limites e afeto, para que as crianças desenvolvam autoestima e conexão emocional saudável.

Summary:

Paulo Vieira apresenta uma visão profunda sobre como as emoções e a vida são moldadas pelas experiências da infância. Ele afirma que quem manda nossa vida não é a razão, mas as emoções, que são profundamente influenciadas por memórias formadas desde cedo. Segundo sua teoria da "Geral das Memórias", 7 experiências fundamentais — como pertencimento, validação, sentido de importância e limites — são essenciais para o desenvolvimento emocional saudável.

A infância é a raiz de muitos desequilíbrios emocionais na fase adulta, especialmente quando há rejeição, crítica ou abandono. O orgulho é apresentado como a principal fonte de conflitos humanos, responsável por impaciência, desobediência e falta de empatia. A cura emocional, portanto, começa com a consciência do erro, a humilhação autêntica e o pedido de perdão — ações que permitem reconstruir memórias traumáticas.

Paulo destaca que a inteligência emocional não é ensinada formalmente, mas aprendida por meio da vivência de experiências significativas. Ele enfatiza a importância do papel dos pais, que devem criar um ambiente de afeto, limites e presença para que as crianças se sintam seguras e valorizadas. A vida adulta é, portanto, uma continuação da infância — e sua transformação começa com a consciência e a recriação emocional dessas primeiras experiências.

FAQs

Porque quem manda na nossa vida são as emoções, não a razão. Podemos saber racionalmente que devemos parar de fumar, mas continuamos fumando porque as emoções desalinhadas controlam as escolhas.

Dois sinais principais: emoções negativas constantes (não é normal estar sempre mal) e resultados ruins em várias áreas da vida, como problemas financeiros, profissionais e relacionais.

100% das disfunções emocionais nascem na infância, principalmente no núcleo familiar. As experiências vividas até os 12 anos definem crenças de identidade, capacidade e merecimento.

Pertencimento, sentir-se importante, conexão com toque e afeto, validação e limites claros. Essas experiências devem ser criadas intencionalmente pelos pais.

O orgulho é a raiz de grande parte dos problemas humanos, como guerras, pobreza e conflitos. Ele nasce da rejeição não curada na infância e se manifesta como necessidade de proteção.

Através da humilhação voluntária: pedir perdão, reconhecer erros e se humilhar. Esse processo destrói o orgulho e permite o desenvolvimento da sabedoria e prosperidade.

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