O episódio do podcast analisa a saga "A Queda do Morcego", considerada uma das mais longas e impactantes do Batman, na qual o herói tem sua coluna quebrada por Bane. Os participantes contextualizam a fase da DC Comics nos anos 90, marcada por reviravoltas extremas, como a morte do Super-Homem. A origem de Bane é detalhada: nascido em uma prisão em Santa Prisca (alusão a Cuba), ele é condenado à prisão perpétua desde o nascimento, treina intensamente e desenvolve dependência do veneno, uma droga que também afetou o Batman em uma saga anterior. Paralelamente, é apresentada a origem do Azrael, um aliado do Batman com um passado ligado à Ordem de São Dumas. A discussão destaca como essa saga consolidou a "Família Batman", com personagens como Robin e Mulher-Gato ganhando maior protagonismo. A publicação da saga no Brasil é comentada, mencionando revistas como "Batman" e "Superpowers" da Editora Abril. O tom é descontraído, com piadas e referências à cultura pop, mantendo o foco na importância narrativa e histórica do arco.
[Música] Boa noite, Gotham! Estamos de volta no podcast que fala sobre o que mais importa, e o que mais importa é o Batman. E hoje a gente vai falar sobre uma das principais sagas do Batman, da história do Batman, talvez a mais longa saga que já existiu, talvez ali, se a gente contar terremota que erra de ninguém com uma coisa só talvez bata, mas essa aqui acho que já viste considerada em muitos lugares como a saga mais longa do Batman, que é a queda do morcego, a saga onde o Batman quebra a coluna e essa vestitura por uma nico psicótico, ou não, dependendo, hoje em dia tem muita gente que falaria que não, o Batman, que é, né, defensor de bandido e o de umas reitas, certo? Mas pra falar sobre essa saga, a gente reuniu aqui, a encyclopédia viva dos quadrinhos Leonardo Vicente. Vem nos notes, e hoje a pergunta é qual o Batman park? Boa pergunta. Direto a mente da hora suave, Roberto segundo. Cara, se você para pensar, o Ben eram cara marombeiro com coquisinho de samurai, ele é tipo leu estronda da época, né? [Risos] Direto da cavera do morcego, de volta aqui na manção, William Fabio da Luz. Vamos lá então falar sobre essa saga aí, olha, vamos, deixa eu pra falar pra depois. Olha, ela é longa. [Risos] Meu co-presentador, André Panseira. Fala pessoal, fala galera, bem-vindos a mais um programa, que queda no morcego, tem que lembrar que completa 25 anos esse ano, justamente quando esse programa está em da war. E acho que a pergunta todo mundo, o cara aqui nunca teve problema na coluna, porque ele se sempre considera um cara novo e forte de exercícios, Carlos Vázquez, hoje eu também. Cara, nunca tive problema por a sorte, cara, não faço um porra nenhum. [Risos] [MÚSICA] Então vamos falar, antes de começar a falar da saga, sempre que a gente faz esses resumões de saga, a gente tem que falar como que estava a situação das revistas do bati ou na época, como estava DC Comics, né? A DC estava naquela fase maluco, onde eles estavam vendendo mal pra cassette e resolveram que vão fazer coisas extremas com todos os personagens. Então, já começaram lá matando o super homem, o lanterna verde virou vilão, ali por aquela época, também ao comem, perdeu a mão, virou um cara barbudo e mais carranco do, e, mas isso é bom, né? Eu acho a comem dessa fase de capacacete. E o bati, man, conheceu o Ben, porra de um lutador de lute à líbrana, é mexicano, mas é. Cari bem, ó. Santa Prisca. Como chama que nasce em Santa Prisca? Ah, não sei, cara. Filho da. Filho à te dada de tatura. -Santa Prisquinha. -Chama de preso. [Risos] Enfim, o bati, man, quebrou a coluna. E ficou assim por um bom tempo. Quem quer. vamos começar, então, pela origem do Ben. Quem quer contar o Roberto? Você tem essa origem fresca, na minha memória? Se tem uma coisa fresca na minha memória, é origem do Ben, mentira. [Risos] Mas assim, a origem do Ben, em sido o padre eterno, nascido dentro de uma prisão, ter se criado lá dentro, tá? Eu só não lembro por que a mãe dele estava preso. Eu acho que foi uma revolta contra o governo. Foi uma revolução. Então, resumindo bem, na verdade eu relias essas histórias esses dias e eu lembrei de alguns que os cronou lembrava. Santa Prisquinha é claramente uma lusão à Cuba, né? -Sim, é bem óbvio. -Sim. Só que o que eles mostram lá é que o seguinte, tava tendo a ditadura militar lá em Santa Prisca. E aí, estourou uma revolução bem similar a que aconteceu em Cuba. Só que dessa vez, em Santa Prisca, os guerrilheros foram presos. E executados. E a mulher de um dos guerrilheros tava preso, tava grávida. E como o guerrilheiro foi executado e morreu, e não podia pagar a pena dele na prisão, eles prenderam a mulher grávida. E quando o filho nasceu, ele continuou preso ali, da seu já condenado a prisão perpetua. -E isso era válido para qualquer um. Não foi só no caso dela. Qualquer um, os filhos iam compre a pena pelo que me faz. -Exatamente, então como o filho nasceu na cadeia, ele nasceu já condenado a prisão perpetua. Bem, é nos 90, essa parada. -O abraço de a que diz que sou nosso ídolo. -E até o, aí, de Santa Prisca, que dá uma lida nas edições antigas que o Denis Olíso escrevia. Eu vi que ela já foi referenciada antes, eu vi ela em chamã, tem uma pequena referência. -E ela primeira vez em chamã. -E isso. E depois de um encontro de Batman veneno também, daí. -Sim, ela tá entendi na imbra. -Importante lembrar desse encontro do Batman veneno, porque ele introduz alguns elementos que são usados. -Denionil, quando encomendou a saga para o equipe de autores, ele falou, vocês vão ter que usar o veneno utilizado na saga veneno que eu escrevi. -Se queda uma resumida na história bem, bem álbente, bem rápida, Fabio. -Encontro, o Batman veneno, cara. Então, é o seguinte, Batman tá lá tendo que resgatar uma menina que foi raptada, só que o Batman acaba falhando. A menina acaba morrendo afogada, até uma cena bem trática no quadrinho. E quando vai conversar com o pai da criança que morreu, que é um cientista, esse cientista faz pouco caso da morte da filha dele. E ofereço umas drogas lá para o Batman para esse fortalecer, né? Batman fica meio assim, não sabe se vai usar a droguinha, mas que acaba usando. E ao mesmo tempo que ele vai se fortalecer, ele consegue levantar pedras, vários peios, etc. Fica fortão para a garama, e acaba começando a ficar louco, né? Até que o momento, enfim, quando ele começa a ficar muito ligado à droga, é muito dependente, e começa a ser usado pelo cientista e para um militar lá, ele acaba tendo que se livrar da droga, né? Aí ele se fica lá na caverna, na batica-verna preso, até que ele ficou mês lá, é como se é que se livrar da droga, o sistema acaba eliminando a droga dele. E enquanto isso, ele vai atrás depois dos vilões, né, tanto dos cientistas quanto do militar, lá que estava usando ele, na era de Santa Prizca, né? Para tentar aprender eles. E, enfim, lá ele vai ter mais uma vez esse dilema de usar a droga, não para ir para lá de uma enrascada que ele ficou colocado lá. Resumo bem resumido aqui. Sério, aí que foi apresentado pela primeira vez o veneno, que é o que o Ben usa, né? Que é uma coisa que a gente pulou um pouco na origem dele, mas ele tem esse contato com esse mesmo veneno, e além dele ser um cara que treinou para a cassete, todos precisamos na prisão, ele era um cara forte, é que na verdade ele não falou isso, né? A gente não chegou a nisso, né? A gente falou de Santa Prizca e não do Ben. É, é verdade. O Ben, o Ben e o Mônio nasceu, né? É verdade, é verdade. O Ben e o Ben e o Ben e o Mônio nasceu e dentro de Santa Prizca, da prisão, né? Ele ficava separado justamente por ser uma criança na prisão. Ele não tinha contato com os outros detentos, só que, tipo, a mãe dele morra e ele era, era que vai se olhar para que. Não, ele tinha mais não direi, não dormia na sela. É, não, depois ele disse. É, não, é isso. É, não, é isso. Ele tinha, se eu não me engano oito anos, ele teve que matar um dos prisionários do lado, porque o prisionário queria accedir a ele. Exatamente. É, e por isso ele ia falar. Esse moleque já está matando, não precisa ficar separado, já faz parte da galera e coloca o na sela. Essa administração de prisão é ótima, cara. Não, mas aí mata outro cara. Mas, é, é, matou outro cara, e aí ele vai parar numa espécie de solitária durante 10 anos. Que é bizarro, cara. E aí, vai ficar aí, e aí, que se for, tipo, o negócio. E fica com uma clara boia assim, com, com. Grate, e quando o chove inunda. E não dava por vida, não dava por nada. Não, ele matava o rato, matava o peixe, que entra. Não dava a água da praia. É muito, porque ele era um moleque meio pundão, né? E aí, quando ele tem que matar outro detento, que a cabeça dele começa a pirar, ele tem que ser mais forte, ele tem que se sobreviver, ele fica tremendo. O quê que não faz sentido você não ter acesso a conhecimento de porra, nem eu vou ficar treinando sozinho numa celebra a luta do mais foda-não. Não tem inteligentes pra caralho, né? Ai, tem gente isso, viu? É, ele até. É o. É o. É o. É o. É o que ele. É o que ele prezo que tá lá, ele fica enviando coisas pra ele, ensinando ele. É o no início. Até o Ben, quando ele tava criando sim a lá, ele ia ser atacado pelas pessoas, e tinha o. Acho que eu era o troque, né, que defendia ele. Até uma hora que daí ele tá lá com o ursinho de pelúcia dele, ele cai de um gala e acaba ficando em coma, né? Daí depois que ele volta do coma, ele fica mal caço e sai matando a galera. É verdade, é ver essa parada do outro. É o somente. Cara, vai te ver ele aí, cai, né? Ele cai. Tem uma cena parecida em The Walking Dead, né? Alguém cai do alto e cai de cabeça do chão, assim. Tinha um rica, tá? É. É um rica quando eu tava lutando com o Tyre, né? É, é uma cena bem similar. Você quer ver de onde? Eu gosto que não tem. Um blágio de cada um. Omenage, ou menário. (Risos) Ninguém nunca caiu de cabeça e desmaiou até a queda do morcego e o walk in dead está pra gente. Fazer um vídeo pro YouTube, né? Cinco referências à queda do morcego e tem walk in dead que você não tinha notado. Olha, o Goku bate a cabeça, perder a memória e a missão dele, como sair a dink quando chegou a terra. Tá, desculpa aí. O Goku pio também o patro. (Risos) Tá, tá. Faz um tanco, não sei. É. Mas voltando. Aí o Pen, ele tem esse apego cursinho dele, né? Ele é um corzinho dele, que é uma coisa engraçada, de vez em quando um gorroterista mostra. de novo, orçinho do lado, que eles falam de "oçoito", né, que é um. é um jeito bem tosco de falar orçinho para uma pessoa que não sabe como se fala orçinho em espanhol e eles fazem essa bizarrisa. - O orgulho da coleção tem um boneco do Benic que tem a ser sim. - [risos] - Verdade, qualquer que eu vou larobar na casa do Benic, esse boneco. - Só o foto dele no post. - Na tempo do boneco no post. - Enfim, aí o Benic acaba ficando mega treinado e vocês lembram como que ele sai da. - É, tem um momento que ele. - Na verdade, assim, ele queque esses 10 anos, lá, jogado com ninguém fazendo nada. Aí vão até lá para ver se está ruim, se tem alguma coisa pra ali, descobre que ele ainda está vivo. Nisso eles tiram, onde de lá, ele que meio que começa a assumir a parte criminosa ali da prisão, daí tem o pássaro e os outros dois, lá que agora, infuginou, desculpa. - O trogue e o trogue. - O zumbi. - Isso, o zumbi, eles começam ali a fazer as atimães pra começar a liderar de fato ali, santa prisca. O Benic começa a primorar o corpo dele, ele começa a estudar melhor com o pássaro, e nisso o pássaro começa a falar de onde que ele veio, que é gota. - Sim, sim. - E lembrando o que, o Benic, já quando criança, já sonhava com uma criatura morcego, e que ele seria uma espécie de salvador, uma espécie de alguém que fosse salvato no mundo. Aí com isso, ele vai fazer um teste que é convenendo na prisão e ele finge que está morto. Aí eles jogam o corpo dele fora, pro mágriz alimentavam os tubarões com os corpos dos regionais que eles fazem esse pedimento, nisso o Benic vai, consegue escapar durante a noite, ele vai, mata o diretor da prisão, começa a fazer um motinho, e aí eles ganham santa prisca. - E aí ele vira o líder da própria prisão? - Nisso. - Nessa fase ele treinamento do Benic, ele fazia mil flexões, mil barras, isso é o que? - Ele fazia o treinamento do One Punch Man. - Caralheu falar isso. - [risos] - Tá em mais um plágio. - E aí o pássaro trazia os livrosinhos pra ele ficar lendo lá e ter conhecimento do mundo, por isso que o Ben é um cara estratégico. - Eu acho isso, senão não. Oau, isso dei toda a teoria do mundo, isso é inteligente patar, ele agora. [risos] - Vem isso aí. - Nunca ficou na prática, vai ficar oau. - É muito bom. - E daí na inapisão também tem as experiências convenianos também, né? - Sim. - Aí que foi o contato, né, conveniano? - Isso. - Aí ele virou o cara malcão fortão. - E daí ele já vai direto pra gota, depois que ele domina, ele já resolve pra gota, pra ver qual é que é do tal de Batman. - Tipo, alguém fala pra ele "Não, você acha que essa foda, mas tem o Batman, mas fala que você, vai então volar e vou quebrar esse Batman, ele vai pra Batman. - Resumindo bem. - Masicamente a saga começa na quinta série, né? - Caralho, Roberto, você falou que eu falo também. - Não, mas eu. - O meu primo, ele zerou Street Fighter com Zangief, só uma ficha. - Ai, então, você era também. - [risos] - Foi bem isso, meu. - E aí, ele chega em Gotham, e o Batman está sozinho, ele está com um cara chamado Azrael, que é outra treta gigantesca que eu acho que ela essa vez, a gente pode deixar pro bud, e resumir bud, que é resumir a. - Você lembra da origem do Azrael? - Lembra, lembra. O Azrael foi um pouco antes da cara do morcego, na verdade, naquele surge, naquela meninha série, a espada de Azrael, que é o ateiro do Daniel Neil e desenhos do nosso homem Marvel de Orindil, de Oríquezada, ele é o James Paul Valle, que era um moleque comum, ele estava estudando na época, até que. - De computação. - De computação, porque todo mundo é gênero de computação, hein, bota, incrível. - Aí, do nada, ele se vem envolvido a uma intriga, porque ele descobre que o pai dele é o Azrael, que é o. - É o pai dele de Orindil, o Azracina. - É, as portas da morte, já. - Ele é um levo nome do Azracina, porque ele é o a gente principal da Orindil, São Dumas, que é uma orindiligiosa anticoísima, que conforme vai descobrir, tem sempre um Azrael por geração, que é criado em um aboratório e sofre uma lavaria cerebral, chamada Oso do sistema, que faz com que ele obedeça qualquer coisa que a Orindil manda. Só que o Jampão não teve toda essa lavagem antes, né, então ele entra no papel de Azrael, já to bate uma metida no meio da história, então a lavagem cerebral dele não chega a ser concluído. Ele é um garoto meio, o meu bastão, né, mano, não sabe lutar, a covada e tal, que é o extremo contrário do que a persona do Azrael, né, que é violenta, assassino, anda cacala, inicialmente a que ela espada a flaméjante, depois vilão Lâmina, as que sai das manoplas dele. E aí ele na verdade acaba aposentado, né, na espada de Azrael, da entender que ele não mais seja a al, aí quando começa a queda do Marcel, ele já vai começando a recebendo o treinamento tanto do Bruce quanto do Tink. Mas até do Tink, né? Mas é, até porque é mais próxima, né? Sim. Bati Mutávita tava cansada, né, essa época aí, né? É, tá, a gente tava viajando pra cacete, né, ali, ah, eu tô, ah, que curva, sei lá, fica tudo hora, tipo, tem algum lugar, aí ele dá pra você tomar conta, tem até uma história que eles estavam frantando os meu fiosos bem, bem x, eu não lembro sem nem se era, se já era aquele ar que eu quero relacionar com a, com o Máscara Negra, que o, que o Azrael chega a se vestir de Bati, mas por uma história só pra ajudar eles, é bem, ele tá bem nargado, Bruce, oi tá realmente deixando toda a mão do Tink nessa época, confio bem no menino. Mas é mais bem, hein? Estrei que o Tink é acabado de se tornar o Robin também, não, se fazia muito tempo. É, exatamente, né. E aí que era um Robin bem recente, assim, não, fazer muito usando tinta das tareas dele. Pra quem fazer a aula de carateiro início e ter vítimo dois meses de treinamento com Bati, vai ele tava muito bem, né? Tá bom. É isso porque o Bati, não queria que ele fosse Robin, né? É, tá bem. Uma coisa que é interessante sobre essa saga é que eu, quando eu tava preparando a pauta, eu recebi, nunca tinha tipo a pensar, é que depois dessa saga que se estabelece um pouco, a Bati família, como é hoje, né, com o Tink, mais prazer, com o Tink, lá como Robin que tem história solo, o Dick um pouco mais presente, né, que ele tava bem sumido nessa época dos Estados do Bati, chebe bem bem interessante o Azrael, o próprio mesmo. É, é um mulher gato com mensal. É, mulher gato, mas presente também. É que na sépula começou a surgir as mensais dos parceiros, né, do Robin, da mulher gato, né? É, tá títulos, né? Sim. Pois é, até o Azrael e até a revista depois também. Exato, exatamente. E essa saga aqui no Brasil foi publicada em, principalmente duas revistas, né, que era o Batman, que acho que era a terceira série, né, da editora abriu, terceiro quarto. Quarta, né? A terceira era aquela formata americana, saiu com. É a quarta. É, começou com. começou com o League da Justiça e Batman. League da Justiça, né? Exato, exato. E teve uma outra história solta, tipo, no Batman do Desenho da TV aí, tem uma história backup do Azrael. Só oé. Isso. Que tá acontecendo aqui? Noelo, essas publicações da abriu, né? Até a Batman, quando começou a ser publicada, além de ir pra banca lá, a revista lá que era bem grossito, um máximo de espagens, ela via um kit também, que tinha um boomerão, né? Sim. De até que tive contas lá, a 27, 28, 29 e 30, é uma revista lá falando sobre o Batman também, assim, tem essa revista, não tem um boomerang. É, que é o que eu tinha, cara, o periodista, um boomerang, é que eu tenho. Carlos perdeu a melhor parte da revista. Eu adquirer meu boomerang, ele nunca voltou. [Risos] Meu, quando é verdade? [Risos] E a verdade? O pequeno bote jogando boomerang, eu acho, de cima do canal do Pé, nunca caiu nesse conto, né? Não, joga aquele volta. Fuuuui. [Risos] Ah, até aproveitando essa origem do bem, ela foi publicada no Brasil em Superpowers número 32, não nessas revistas do Batman, onde a Grinchia se bateu. É verdade, Superpowers, não é que elas revistas que serviam como, na verdade eram especiais, só que eles colocavam dentro dessa revista, né? Exatamente, estarem continuando a ser uma da outra. A Panini chegou a fazer isso com o DEC, presente Marvel, apresentado, era um bimestral que era um saga fechada, ou minissérie, que era Marvel, presente, em DEC especial. Era muito bom, deu a tal muito, mas foi presente, teve muito material bom, e a própria Superpowers tinha, a Europa começou no Superpowers, sim, as Superpowers não é revista bem legal. A Bril teve várias dessas, né? Porque eles também tinham uma que chamava DEC especial, tinha Superpowers, tinham algumas edições assim. A DEC especial até o primeiro número é a morte do Robin, desabrindo. Exatamente, exatamente. E nessa mesma época teve o Crepúsculo Ismeralda, que também saiu numa DEC especial su nome gana. Enfim, aí o Ben, chega em Gotham, está essa bagunça do Batman, deixando tudo na mão do Robin e do Asaél. O Asaél, mega influenciável, ele tem uma história que um capoeira do Mascara Negra, que é o Metalhead, ou cabeça de metal, que ele tem uma roupa toda preta espinhenta, com uma bola, um que chama aquela Morning Star na cabeça, ele fica girando a cabeça, sim, localmente, e bate nas pessoas. E aí o Asaél vem enfrentar esse cara e logo depois que o Robin faz, eu acho que essa roupa de Asaél, que está te dando, está te ativando o sistema, vou te dar uma roupa aqui, parecida com aquele Metalhead que você enfrentou, e aí dizem que subliminar mente, isso fez que ele começa a se pirar de novo. -Aus sistemas. -Aus sistemas.
- E essa é a história do Batman dar um pouco de agonha, porque ele ficou com a história inteira com o nariz sangrando. - Sim, ele não tem um peninho, ele não tem nada, né cara? - Minha agonha antes, hein? - Jampou, o mexer nunca não tem alguma. - Peta não tem um lença, não sei, ele é utilidade, né? - E essa é aquela fase que o Dinha Paro já estava começando a dar uma decadência, né? - É, né? - Ele não sei se ele tá com muito aprensa. - O dia parava ele, ele dá uma mudança, uma página tá mó bem desenhada e na outra nossa cara, parece que ele pegou, colocou como um esquerda assim, - Se grotou tipo macaco com raiva e foi desenhando. - Isso é quando não aparece um bem ne desenhada por ele, que é tipo um cara, é uma bola de pelo com músculos. - Tem coisa muito bizarra. - Parece um balão, um bem ne dele, horrível. - Os dois Ed Maguinis não é tão balão como isso. - Olha que é o Ed Maguinis. - Você dá por uma criança desenhar um cara forte, ele vai fazer o bem ne do dia paro. - E é interessante que ele chega, ele chega em gota, ele começa a observar o batinho, né? - Sim, ele quer saber, ele vai analisar tudo como que ele é, o jeito que ele anda, o jeito que ele age, como que ele luta, ele vai analisando completamente. - É aquelas cenas do bem ne sentado numa pautrôna com os capões em esarredora, tomando um isque e vem analisando tudo. - Que em beleza direita que o bem está abreixando o batinho. - Existe, quando o moleque estará descolhando a vizinha pela brecha da. - O brecha não passa. - Essa é a cheirinha polícia. - Terra boa, terra onde se for nessa ir direita. - Terra onde se brecha. - O bem ne fica nessa, só observando, curiosamente o batinho já estava bem acabado nessa fase, porque o mais cara negra estava dando muito trabalho para ele. - E o bem ne percebe, acho que é pelo movimento do andar. - Pela. - Pela como que fala lá, linguagem corporal. - Linguagem corporal. - Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Isso é muito portado, mas já estava forçado isso, né. - Primeiro que o bem é um covarde do cara. Não, não vou apetar o batinho no auge dele ali que no andar. - É, vamos, vamos, vamos, para que cida aí, não é? - Desfricolhando, aí fica "não, vamos, vamos, esperamos". - Aí explode o arcan de berra fo. criminoso para cacete, o batinho tem que ir caçando e o batinho não quer dormir e o batinho está estressado. Aí chega um ponto, que é muito cliché. - Quando o batinho fica cansado, aí alguém, acho que é o bássaro que olha lá aí. - Ah, ele já está a quebrado, não sei o que, é o bem, não. - Só o seu corpo ainda falta sua alma. - O meu Deus! Nossa cara, que frase horrível! - Bem, né, poético. - Mas é importante lembrar o jeito tusco que ele explod o arcan, cara. - Ele roubam os roubou, feio para caralha. - E aí? E aí, tipo, o guarda do arcan, ela tranquila, "Nossa, aqui roubou feio, pode criar, roubou entra, explod de tudo, cara". - Isso não se bonito, assim, que freio. - Mas eu roubou, lembra aquele roubozinho, né? - O conchão acho que era Emilio, sei lá, do Goku, que era um roubozinho que havia com bandejinha, assim. - Lembra dessa coisa? - Oh, referente! - É, gente. - É igualzinho, cara, é muito trâchevã. - Ah, se o senhor. - Eu acho que era Emilio do Goku, era um roubozinho que havia com bandejinha, que a gente precisava de uma coca, - e alguém tinha que estar lá o outro lado, colocando esse roubozinho, ele sempre ia contra o remoto, ele vinha até você. - Bom, bom, mesmo, mas eu ia esse roubozinho. - Eu joguei no Goku, cara, meu Deus! - Trouxo! - Meu Deus! - É Emilio com gente, poem Emilio! - Não! - E o pior que parece mesmo, caralho, cara. - Parece que esse pra caralho é muito trouxo, cara. - Muito trouxo, cara. - Caralho, cara, para com isso, bicho. - Isso aqui é diferente que você está trazendo pro programa, cara. - Eu vou colocar no post. - Olha o link! - O cara está vendendo, o mercado livre, gente. - Ah, só nós só se quisermos pro tio Arcan. - O Carlos vai compurar. - É muito bom, eu vou ler a fala do guarda do Arcan. - Ei, o que é aquilo ali? Aí vem um roupazinho de Goku. Não sei, mas está vindo para cá, identifique-se. Aí mostro trogue, num canto com um controle de remoto ali, ando de longe. Aí aquilo, aquilo está atacando, abram fogo. E aí, o roubo continua indo, eles corram, corram, todos os quartos sem correndo. E ele bate na porta de explode. E aí, pronto, ele já se prodiu uma porta do Arcan, que todo mundo vai. - Sendo que o Ben tinha saltado um lugar que ele tinha roubado lança misto e o granada para que o roubo. - É! - E aí, bom! - Depois que o roubo que é a bravota, todos os quartos saem correndo, aí começa a gente dentro de um curinho, já pega uma arma, já sai matando guarda. Aí o Ben e sobra uma colina, explode, o Arcan de longe também mesmo um pouco. Aí fica essa putaria, mas depois os preços já fazem tudo sozinho. - E aquela do morso que eu não viado, começa aí, né? Essas redes são aí do Ben e destruindo o Arcan, antes é só tudo. - E aí, quando começa de vez, né? - É, porque hoje em dia os encadernados, começam a ir exatamente nessa história, e vamos ao homem, vamos dizer. - O da Panini começa com o Arcan sendo explodido. - É, aquele que é o lance para o Arcan para o cartonado, então. - Faz tempo, hein? - Eu acho que até. eu tenho que ver que eu tenho formatinho aqui, que ele tem um primeiro, o que é do músico, também começa aí, né? - Que ele já coca-pado do que ele de onde, e tal. - Eu acho que não, eu começo na líquida de cheia-se bátima, número 6, essa do azil-arca, - Distanciando os Trids. - E a edição gringa é bátima, 490. - Figo aí, perguntando se ele te planejaram, porque na 500, que o AJA é o viro, aquele bátima, todo o paramento, acho que é, acho que é, na 500. - É, ele deve ter sido desejado, vamos. - Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos. - Aqui, na bátima, quinto. - É, o azale primeiro, eu estava com aquela. - Primeira, aquelas luvinhas, né? E estava com o informe de bátima, mas só os aquelas luvinhas que ele faz. - Sim, sim, sim. - O bátima, tipo, frisa, né? Tem várias formas, assim, né? - Sim, vai pro nirminha a forma final. - Essa forma final, ele é. - A gente vai chegar lá, mas ele se transforma bastante. - Sim, então a metrô é a dora de bati ranga, esse mostrinho, isso. - Mas essa primeira fase da Cádula do Morsegu, que é assim, aqueles que colocaram todo como Cádula do Morsegu, e só a fase final que eles separaram em pequenos arcos, mas na grinca eles separam como se fossem pequenos arcos. Então, esse primeiro que a gente pode preparar, da Cádula do Morsegu, foi todo compilado aqui no bátima número 1. - Abril, teve primeiro esse da ligada de Cícela Bátima número 6, 7 e 8 tem esse preludio, mas a partir do bátima 1 já tem toda a preparação mesmo pro Bêni e realmente atrás do bátima. Tem uma história que ele dá veneno pro charada. - Isso. - Pra testar-se como o que o bátima reage aí. - Isso, nada dura porradir, meu Deus. - Tem todo aquele arco do bem enfrentando o crocodilo, que a gente falou no nosso programa especial sobre o crocodilo, do qual tenho muito orgulho. - É porque o bem ele vê qualquer desafio. - O crocodilo. - Como o crocodilo, corretamente o bânido, lembrando, mas o bem ele vê qualquer personagem mais forte como desafio pra ele. Então, quando ele vê o crocodilo que ele está vindo com tudo, acho que não chope, alguma coisa assim, é ele, pois o cara grande pode ser o desafio. Ele vai quebrar os braços do crocodilo só pra provar que ele mostra a probação. - É nessa hora que foi a primeira vez que o asaio colocou o manto de bátima. - É, todo aquele, ele dá uma leve cagando na calcinha de caral bem tipo, "eu, pá, amigo". - É, é bem isso mesmo. - Eu acho interessante, essas primeiras histórias que mostra o bátima enfrentando os vilões, porque tem uns vilões que aparecem um pouco e foram bem trabalhadas. Toda aquele arco do curinho, amorando com junto com o espantálio, num trailer, é divertido pra caralha. Eles têm uma dinâmica meio citicônia. - Esse é o escuro do momento antes do bem-niquebrao bátima. - Parece bem os jogos do arco, né? Frentando vários vilões de meus tempos, um bátima, até chegar bem. - É bem videogame, né, negócio, tipo, o façante faz. Tem aquele do Ventrilo, que é muito bom a maior é que o Ventrilo que está procurando de escarfei e ele coloca uma meia, né? - É muito bom. - Que é o. - O maia, né? - Maia? Eu não sei como é inglês, mas em português é maia e. - Não sei se foi bom, que não é o demais. - Só que saca. - Ele anda com a mida lá, né, que é um vilão bem poucosado. - É, que vira bem capanga dele por um bom tempo, né? E aí eles encontram escarfei e se a escarfei fica puto dele detraído, do Ventrilo que o detraído, ele com maia. E aí tem uma hora que ele está, tipo, no hotel vagabundo. E um cara está passando corredor e ovo e ovo e ovo e ovo, olhando pela festa da porta com o que é que vocês falam em belas. - Brechando, né, assim? - Oberto. - Brechando. - É, brechando. - Ovo, ele fica ali brechando o Ventrilo. E aí mostra, tipo, o maia e o escarfei, se cada um numa mão do Ventrilo, segurando uma arma e um atirando no outro. E aí o Ventrilo, que o desmaiado, com as 2 mançã grandes, né? E ele nunca mais foi vista, né, por um bom tempo. É bem legal, cara, tem uma estrada com o vagalô, e tem várias histórias que ele enfrentam os vilões que são bem interessantes. Mas aí chega no fatigio como momento em que o Batman já está todo quebrado na Bática Verna e o Beni vai na manção Enne, em show ofres de porrada, porque realmente como Roberto disse, ele é um puta covagem, caráginho. E aí ele aparece e infee o Batman de porrada, sem dó, ele não consegue reagir. - Ah, mas não tinha nem como ele reagir. Ele dá um soco no Beni, o Beni nem sente, de tão bosta que o Batman está ali. - Cara, o Beni joga o Batman naquela moeda gigante, a moeda cai no meio das costas do Batman de porrada. - Já era pra ele parar de andar, porque a costa só com isso, né? - É até nos momentos que quando o Batman descobre que o Beni usa o Beni, a Terra tem uma referência a um ponto de Batman venhando, que o Bruce Fálic conhecia muito bem a droga também. - E aí tem um momento dramática quando ele dá o golpe mais forte, que o Batman cai desmaiado.
batendo na vidraça do onde está o uniforme do Jason Todd e ele cai quase desmaiado com a roupa do Rob e morto em cima dele. Jason Rob. é. fica assim, é tipo. é muito dramático. E aí eu bem levanta ele e fala aquela famosa "eu vou quebrar você" e aí ele quebra ele no Juelo assim com tudo. - O nome desse cara, tu falou. - Não, não, não, não, não. não, não. - O que é isso? - O que é isso? - É. é uma cena emblemática do universo do Batman. - Foi reproduzido em tudo aquele lugar, né? Por geralmente não ficou uma consequência tão trágica, né, querendo original, mas até no desenho de lado dos anos 90 tem o Batman levantando ele, batendo o jogo. - É, toda vez que o Batman pega o Batman, é sempre faz essa pôs. - Sim. - E ninguém lembra, mas ele fez a mesma coisa com o Judo, que nunca mais apareceu, deve ter ficado para a plagem da hoje. - Se não tinha a fioja, é que. - O Judo que morreu ali. - O Batman morreu? - Morreu? - Morreu? - Meu Deus, o que eu ia ter? - Você é grande personagem. - Boa. - Vai regressar que o Batman morreu. - Vou a área de encarações e eles. - Pode, ele vai enfrentar o bem, olha lá, vê ele, de novo. O Batman já colocou uma placa de titânio com espinho, né, nós. - Aí vai forar o Juelo dele, esse é um bado. - É só lembrar daquele episódio do Flango Robor, que o Ben e a Lange, o Batman, dezenas de vez. - É muito bom esse episódio, colocar o link no bóis, porque é muito bom. - Até a gente esqueceu de falar a personagem importante, que é chão, que também é que é pareciante, né? - Sim. - A chão já está cuidando do. - É, na verdade, está em paralelo tudo isso, ainda a origem do Tim Drake era recente. Então, pai do Tim Drake, o Jack Drake estava para a plédica, estava numa queda de rodas. E ele tinha uma médica que era chondra, Kim Solvin, que estava ali cuidando dele. E quando o Bruno Següone começa a ficar muito quebrado, ele chama essa médica também por indicação do próprio Tim para cuidar dele. E aí ela fica inventando aquelas desficupinhas que estão apada, "Ah, eu tô ando escalando muito, isso está me deixando assalto, por isso que eu tô assim, batiu carro outro dia, é sempre mais desculpa, assim, e ele acaba se apaixonando. - Eu cara, e ama, a botona é vio 2 segundos, já, é uma de paixão. - Ele fica. - Ah, roda a privilha a vista. - Fica apaixonada. - É muito estranho. - É muito forçado esse romance, cara, é muito forçado. Mas aí, corta pro Ben, levando. Aliás, não mostra que levando, o Ben, e aparece de repente, no topo de uma torre alta de Gotham City, e com todo mundo olhando, ele tipo, "Ah, agora eu sou do Gotham, tá aqui o seu batido, joga ali, de cima do prédio, se ele não queria matar o Batman, ele não tava se esforçando para isso. - Talvez não tinha sido nem na jolhada, o Batman ficou delegado, né? - Porque ele não levanta depois da moeda. - Então pode ter sido a moeda, pode ter sido de jolho, pode ter sido caídos, dez andares, mas existem várias teorias, né? - Tem várias teorias, tem várias possibilidades, - O Batman é sobrevivido, sim, é surpreendente. - E inclusive nesse meio do caminho, parece um personagem pela primeira vez que é a Montoya, né? A René Montoya parece para a primeira vez nessas histórias. - Ah, não, não. - Nessa preparação para aquela morsego, ela inclusive tá lá embaixo quando o Batman é deu jogado do prédio, tá lá tentando chamar o Mambulance. - Ela faz aquele papel de policial de Gota, que sei lá, de anos e anos aparecem, novo policial que vai fazer parte de Gota, que é aquele policial que é certinho, mas não tem 100% de confiança do Batman. - E sempre aparecendo no Boulô também. - Sempre, o Boulô é sempre desses parceiros. - E aí aparece lá o. uma ambulância que ninguém chega a nada, simplesmente coloca o Batman. A ambulância vai embora, que era o Alfred, eu acho que era o. o Dimpo Vale dirigindo, né? E o Tim Drake também, ajudando. - De onde eles se uniram tão rápido que cada um tava num lugar, o Alfred tava nocauteado, eles conseguiram a ambulância de ver a ter na mansão, beleza. Mas como eles se uniram, eles chegaram lá antes de qualquer pessoa mexer no Batman? - Ah, bem, isso é que o Beni saiu a peda, a batica peda na carriácia. - A batica peda. - É um prédio. - Subiu no prédio. É, eu acho que eles hemorou um pouquinho. - Tem um prédio. - Tem um prédio. - Esse filho da puta é pesado, caralho. - Esperou toda a mídia aparecer pra tá lá afilmando. - O Alfred quando apareceu, ele tá com uma faixinha na cabeça, né? - Ele tá, ele tá meio lado. - O seu não tô te empoderia a tuação, né? - E aí, você de volta tava um caos, então até uma ambulância chegar de fato no Batman e demorar tanto que a montanha até esse surpreendico com um rápido, eles chegam, né? - É verdade. - Sim. Mas a gente vai entrar num ponto interessante da saga, que é o Batman que é brado, né? E o escolha dele por o de Jampová a estornar o sucessor dele, né? Como um novo Batman. - É, que começa com o Dic, porque o Dic tava em. Reven tava com os titãs, né? - É, ele tem suas próprias. - E o Dic tá em blanque? - É, ainda não. - Ele tava com os titãs, né? - Não, ele não tinha acabado de dar aquele galho que foi casar com a estelara, e ela foi possuída lá pela sementos de azarate, que a Ravenna tava vilã, e o Dic tava numa bad viajando por aí, sem saber o que tava acontecendo em volta, porque o Batman não falou nada. - É aí, e. - E porque ele não tem TV também. - E é muito estranho, né? Porque tem um diálogo mais pra frente, bem depois que o Aja já tá com o Batman, que é tipo de que. "Ah, essa é, mas porque o Bruce não me escolheu?" "Ah, eu tinha. " "Ema você ir, receita ali. " Não, ah, o Batman sabia disso, porque ele não me escolheu, não ia aceitar mesmo, mas cara. - Mas. - São dois pontos. - Fazer isso aqui. Eu pensei. A ideia. Eu entendo, ele não escolheu Dic na época, porque o Dic não era mais integrado a nada, ele não ia fazer sentido também. O Dic era novo, porra entre o Dic, eu djempo, ainda era melhor no Dic. Mas isso aqui eu lembrei de um personagem que pelológica não ia servir nada a história, mas pelológica e a ser até ironico, ele está lá, uns anos antes de ser um arco do Batman, que é superman, que é uma superpowers, inclusive, que acho que até o arco que o Batman pega o anel de criptonita. Tinha o predador, aquela vigilante de metrócolis, e o Batman. - Sim, que é. - Fala ele, Lali, falar que a Dimira força dele, e tal, e ele é outro arco que ficou parado a pléis que vão tandaia, assim, ele não ia ter, porra, se você ele vai ia fazer muito mais sentido dentro da história sem ele e ao invés de djempo. Eu acho que não, eu acho que tinha que ser o personagem que apareceu na história seguinte, que é a narquia. - Não, porra. - Porque eu sempre tenho que falar da narquia. - Quando eu conheci o Carlos, ele só falava da narquia, era impressionante. - Porra, narquia. - Mas, para pontuar o que acontece, esse é um dos pontos mais marcantes da história do Batman, que saindo do Vida-O-Guma, tanto que aquela saga que é ruim, mas você recomenda para quem quer se tornar a fã do personagem, para entender o que acontece, e é interessante a gente ver que a gente está no início, no ponto de mudança da saga a gente já falou bastante, que era uma época em que essas megas sagas de personagem tinham todo um contexto, não é hoje, que você vai ter uma saga e parece que tudo para para aquela saga acontecer. Naquela época, a gente vê que tinha uma megas saga com tudo acontecendo ao mesmo tempo, e ainda assim existiu um trabalho de edição para fazer aquilo minimamente, fazer sentido. Porque tem umas coisas ali que ficam perdidas, mas no geral, é bem compreensível o trabalho que a saga faz. - Inclusive, uma crítica que eu tenho àquela do Mossego, é as histórias da mulher gato, era uma pontaia, e às vezes você tinha que acompanhar uma história muito merda, porque o ar, tipo de repente, tinha um ar que importante daquela do Mossego, que se interligava totalmente, - Cara, eu vou te mostrar. - E é assim, aproveitando o que você falou da mulher gato, eu estava justamente folhando aqui, o parei numa história da mulher gato, cujo nome do saga é caminhoneiro de ninja, - Ah, essa boa. - E que. - Mas era. - O cara. - É isso, é um dos pessoas que faziam que parei se tem que o Batman do Israel era de fato da imedio, que era o Jim Ballant, e o que desenhava a sombra do Mossego. Cara, toda vez que eram esses dois desenhando o Batman do Israel, é tipo assim, isso não é mais de ser, isso daqui é a imedio, é tipo senão Jim e isso, que era vendo essa bosta, sabe? - Mas o Jim Ballant incrível que ele nunca foi da ima, né? É imenas clutáveis. - Que? Ele desenhava tão mal de imedio, é, não é? É, não é? - É, o seu Bret Bladins, né? - Isso não está enganado. - O Bret Bladins sempre foi ruim, lembra quando ele fazia novos motantes, ele sempre foi garante, né? - Ah, mas ele até combina com o Batman, né? - Isso ele faz um. - Ele está passando o pano, não está passando o pano. - Eu acho que ele faz todo um momento sustador. - É que a foda aí que você vira. você vira página e você vê o graça nolla no seu auge. - É, é, é uma imparação. - O começo tinha o Narbran Foreign, o comissinho, os nossos preludes. - Narbran Foreign, né? - É, as histórias, ele era o Narbran Foreign que desenhava. - Oh, ao nível! - Mas o graça nolla nessa época, que estava um fila puta, né? - Tá, velho, ele era muito melhor de essa insa que tinha nessa época, não é? - Mas é engraçado como, apesar de a gente está falando que o trabalho de edição era muito bom, caralho. Estava faltando um editor pra virar pra alguns desenhos, e se vira caro, então. Não é assim, porque não é difícil, mas todo mundo desenhava essa máscara do ajá, é o de bandeira diferente. Tem uma capa do Tom Grumet, cara, que parece que o que a máscara do ajá é o que está saiu do tronco. Ela está toda condensada e tem um visor vermelho maluco, cara, quem aprovou isso, velho. - Mas então essa transformação do ajá é o né, que. - É, não, ele vai mudando de forma, meu irmão. A máscara, de repente, vira pra. - Não, não, não, não, não, não, cara. Eu vou mandar isso pra você no Skype, tipo, o Tom Grumet estava usando drogas, porque não era máscara, que foi a jovem. Parece que ele foi desenhado um batmóvel e no meio do caminho, lembro que era uma máscara. Mas vamos voltar pra história, vamos voltar pra o trama. O "Azrael" se veste de batmóvel meio que pra quebrar um gálio na primeira história, né? - Tipo, não é. - Não é bem, ah, você vai ser um novo batmóvel.
Ele vai falar que é Brown Gale. Mas aí o Batman acaba. Quem que sequestra a Chondra? Eu tô lembrando aqui. Não, irmão da Chondra. É! Questa é ela e o pai do Team Drake. É, não é? E porque ele era um cara aleatório. Tem sequestrado pai do Team Drake e a Chondra. Isso foi a galera que. De onde? Porque ele ficou para plásticos ao ser sequestrado. E ele volta, por exemplo, para essa coisa de novo. Não, não. O pai é assim. O pelo menos agora não fica alejado, não é? Não é de se se ganhar aqui quando o pai do Team Drake. Volta a entrar a plézica. Não é de se estranhar quando o pai do Team Drake descobriu que o Batman estava fazendo o que o filho dele fosse o Robin. Fosselar na casa do Bruce Wayne com uma arma. Querendo matar o filho da puta, né? Tipo, caralho velho. Do um ano de um homem que como Robin já foi sequestrado duas vezes levado pelo outro país para ser torturado, querendo. Foi tada. E até nesses momentos assim, a gente vê que o Team Drake não fala nada pro Batman em relação ao pro Bruce Wayne, né? Em relação ao que o Asa El tá fazendo em Gotham. E nem o Bruce fala sobre o sequestro do pai do Team, né? O Bruce vai falar. É, é de vez que você vai perguntar ali, "Oh, não, estamos trabalhando nisso." Ninguém se conversa ali, né? Ficam um negócio meio. Tem só uma mão da caralha. Não quer trocar informação. Não fica muito a mão da caralha, cara. Então, tu é que eu acho que no momento que o Batman fala pro Team lá que por colocar o Jampo Vari com o Batman, eu acho que o Team Drake tinha até pensado assim, acho que o Bruce Wayne tá sobrefeito de drogas do mais que o Bruce pra ele pensar melhor sobre a ideia, né? É, então, porque é muito. É muito aos poucos, né? Tipo, ele fala, "Ah, não, deixa o Asa El como Batman." Mas que na história, eu não entendi que é tipo. Deixe ele aí para cumprir o meu papel, mas ele não vai ser o Batman. Tipo, você que vai tomar conta dele. Só que ele vai viajar e o dimpoval e liga o foda-se, né, cara. Ele fala a ponto de socúmula, é que sai da minha caverna, expulso o romeo da caverna. É, parece que ele subiu na cabeça dele, né? Sim. E também a coisa do sistema deve ter tomado ele mais ainda, né? Que a gente achava que ele supostamente ou tinha deixado do. É, ele tava superando. Ele. É, ou ele tava superando aos poucos, mas ali, a partir do momento, o cara pirou total. Com o local. E fazendo paralelo com outra saga de um grande heroe que foi substituído, que eu acho até mais coerente na queda do Mossego, nunca pensei que fosse dizer isso. [Risos] Que, por exemplo, o homem herenha superior, eu comecei ele recentemente, né, os encadernários que isso aíram. E eu tava até comentando com um bote, que eu acho muito pisarro, que é assim, o homem herenha sempre foi no símbolo do. do heroe que. Apesar de todas as dificuldades, ele sempre faz o que é certo, ele alegre, e tal, ele faz uma piadinha. O Homem heranha, quando o vírgula do Walktops, ele pega e mata um vilão. O primeiro arco ele mata um vilão. Ninguém te confia, tipo assim, os vingadores acho que ele criou ele e faz "ah não, então tá de boa". Ninguém questiona. Ele mata mais uns dois vilões e cara sabe, se o Bátimo fizer isso, vai pensar, "Ok, o Batman talvez esteja pirando". O Homem heranha faz isso fora da realidade do personagem, e o Bátimo, as pessoas "Ok, esse talvez não seja o Batman". Todo mundo sacou isso, sabe? Quando ele começou a parecer com uma armadura gigante, o que eu acho mais estranho na verdade no Bátimo, nessa arco, e a gente vai chegar lá daqui a pouco, aqui sim, tem um momento que o uniforme dele está totalmente descharacterizado. Então, tipo, não tem mais nada a ver com o uniforme do Bátimo original. Aí as pessoas venham na rola e olha, é o Batman, não o cara, é o cara aleatório que você nunca viu na vida aqui. Ah, mas naquela época tinha aquela mania boba de falar que ele era lá em Bourbon, né? Ah, ele, tá. A indicionamento do. É meio de óbvio. A toma isso dentro dessa coisa. Essa desculpa faz sentido, vai. Sim, dentro disso, vai sentir, né? Mas aí, o Israel tomou o lugar do Bruce Wayne, como o Bátimo, aos poucos isso. O Bruce Wayne vai lá tomar conta do resgate, da chondra e do pai do Dick, do Tim. E aí o Israel vai pirando. O Israel começa a ser, tipo, super extremo, com os vilões. E o Robb fica, tipo, "Não, o Bátimo jamais faria isso, o Bátimo não torturaria desse jeito, não sei o que ele é, tal vez seja hora de começar a fazer isso, tá?" Ele começa a virando, tipo, o Bátimo no cavalo das Trevas, sabe? O Bátimo do Frank Miller. E tem um crescimento, né? Dele tornando cada vez mais extremo até ele, de fato, matar um bandido, né? E ele começa a ilusinação com o pai dele, com o espírito do pai dele, com o espírito de São Dumas. Tem essa parada toda, ele está pirando completamente. E é o mesmo tempo. O Bruce já deixado com o Múnica Regra, tipo, fica longe do Ben. Eu cuido dele quando eu voltar. E ele fala "Foda-se, eu vou atrás do Ben, e ele vai atrás do Ben, e ele realmente derrota o Ben." Ele começa a primeiro ter mudando a lua, né? Colocando que a lua bizarra, com garras, garras, que é o sistema, né? Que faz a lua, que deixa de desenhar a lua, e a de sete. Mas tem que ele virar um gênio também. Ele tem um sistema e ele é um estudante de computação, então ele sabe fazer essas coisas. É porque estudante de computação é rapidamente constrói uma manópula, metralhadora de batalhantes. E daí para derrotar o. E até tenta enfrentar o Ben em primeiro, né? Daí se ferra lá o de Impovari, aí de desenha o sino uniformo, que tinha poche, et, tudo mais. Eu vou ficar se te acertar quatro, né? Aí sim, ele vai. Ele for o mesmo de enfrentar o mundo. Não, não, porque tinha o cable, né? É, esse supera. E até aquela capa que é o de Impovale e de Batman, com o Batman, com o Ben e caído na frente dele, assim, desenha pelo que ele é de Ones, que é a vingança do novo Batman, saem Batman 4. Isso me deixa muito pouco, sabe? O Ben não ganha do Jampovale, cara. Não, eu quero ser o maior vilão de todo um ganha do Jampovale, picho. Não, e ele vem, isso é muito fácil, né? Mas tem que lembrar que o Ben derrotou o Batman, porque ele fez tudo aquela estratégia de libertar os vilões. Sim, mas eu estou falando, cara, que é seu foda, não, mas hoje a estratégia dele, cara. Sabe aquele tweet, "Bulhins do futuro", você lá pro Ben e você. Eu tenho pai que perder o Pudião Povale. E depois de enfrentar o Ben e derrotar o Ben, que ele começa essas visões do Sondul, mas do pai dele direto, né? Até ter uma história. Ele supera o Batman, ele se tornou o superior ao Batman, venceu o cara que quebrou o Batman. Na cabeça dele, é isso, né? É, tem uma história antes que o antes dele entrou na saramadura toda, o Jampovale, que ele está enfrentando espantário, né? Cadê a escrita pelo Alangrant? Sim. Que até, nesse momento, o traduz bem o que quero o Jampovale, porque tem um momento lá que até apareça o Anarkia, que. Aí, o Jampovale com o Batman lá, tentando enfrentar a alvilão na história, que é o espantário, não verdade? E tem uma hora que tem uma criança lá, um jovem que vai ser jogado do telhado, lá, e o Jampovale prefere ir atrás do espantário, deixar criança morrer, quem salve lá na Arquia, daí. Sim, sim, verdade. Para ver como é que estava a situação, né? Pois é. Está maluco. Vamos falar o Batman, já. Ele é o Batman, agora está, galera. O Azrael já era. Ele começa a enfrentar a Mafia, e aí a Mafia começa a ficar com medo, e eles contratam um mercenário, que é o codinome Mécros, que é um cara com uma armadura metálica bizarra que fica o tempo todo, só a Fenix sobrevive ao caos, e ele fica repetindo isso, tempo todo. Isso é bem, mas ou menos cara. Ele é quase um coach, a vontade é tudo a verdade, a tentação é de lembrança, de lembrança, de não ter a ajuda. Não pense em crise, de trabalho, mas do que dar o peixe, você tem que ensinar a pescar. Isso aí que fiz a noco bem, naquela parada na prisão que ele ficava pescando. Foi pescando que ele aprendeu, alutá, que nem um lixo, que ele é para perder podião por valer. Eu estou muito revoltado, agora, vai tomar nocorrendo essa porra, cara, o bem é um merda. Eu sempre digo que o bem, ele é o venon do Batman, ele é pior que o venon, cara. Até que esse bem, quando ele é inteligente, é interéssico, até que ele é interessante, o pior é que quando ele ficou, a cara um bem, como só um genérico fortão, mais para a frente. Aí acaba com o peixe com o personagem. Isso não é bom, eu dou seu centro secreto, o chocadinho que só não gosta, mas é bom. Eu estou muito incomodado a folhando essa história, que aparece um codinome mecros, porque ele é realmente muito coach, cara. Tem um aqui que parece frase de "autorjuda de Big Brother", cara, "sirva o príncipe sem exitação enquanto o príncipe pagar". Isso é maquinha velha, cara. Isso é interés, que fato maquinha velha, e psilíterisch. Ele daqui a pouco ele vira para o Batman, e faz assim levanta a cabeça, assim não acorou a caí, ele vai falar assim. Que é sua estrela ou não brinha, que não tem de pagar a minha. Ele vem da sacó de apuê, ele dá volta por cima. Antes eu sofria, agora sou fria, né? Não, ó, ó. O nível do podcast. Cara, ela perfeição násse da mente, puta, que. O que é o que é o professor? Claro, claramente, espurro. O roteio de vista estava lendo esses livros de autoajudo, e eu estou sem der nenhuma preciputa. Aí pegava, abria na página com a 66. É isso aqui que vai. É a gente que era certeza que ele fez esse vilão para asoar algum amigo dele que ficava falando coisa de autoajudo em torno. Aí até me receia, né? Se fosse hoje em dia, até ele, você não sabe a dificuldade de. de se empreender no Brasil. É muito bom que justamente o personagem empreendedor e coach aparece perto da história do Anarchy, né? É, é uma característica capitalismo. Olha aí. Ah, não tenho no meu roteirista. Sim, com essa gente que você não percebeu em a queda do morcego. E apriu tirou o nome do roteirista. Está aqui no Dog Monte. Dog Monte. Dog Monte, com desenhos de Mike Mendes. É assim, escanei um desenho, eu não conheço ele. É isso. É uma estara bem qualquer coisa. Mas é só promostrar como o novo Batman enfrenta a vilões da nova geração. Agora usam armaduros e falam para as pessoas. Mas eu quero que quase todas as histórias do Dog Monte era qualquer coisa, né? Ah, tem piores, viu? Tem piores. Eu sei. Tem piores. Como o roteirista da mulher. Não foi muito bom do Dog Monte, mas ele teve estaraboso no passado. Mas dessa época até hoje quase tudo que ele fez no Batman é muito ruim. Dog Monte fez assim, ficou marcado. Foi cada trilogia do Vampiro lá, né? Isso não tem nada. Eu não souva rubra. É, é isso. Mas para que a sua bombera é boa, não acham as outras duas boas, não? É, é muito que ele é idiota. É, porque ele é idiota. Os caras virou. Cara, o que ele é idiota no desenho Batman. Um recebo, isso é a gente fazia esse o Batman sim um vampiro, né? Mas isso é assim, para outro podcast, né? Mas vocês estão falando mal do Dog Monte, tem o roteirista que é o Joe Duffy, que eu nunca vi mais nada pelo menos que eu lembre, que foi o roteirista da mulher gato nessa fase toda. E ele é responsável pelas piores por carias que têm durante a cada um do seu cara. Mas aí, você tá colocando a base de comparação lá embaixo também, né? É o coisa que eu quero, não, o PVS não é ruim, pô, olha a gente quadrão suicida aí. Não, mas cara, perca a mulher gato depois tem fase de ser gás. Mas nós. Essa história é uma gato que ficava tentando pular, cara, que não é assim. Tudo era ruim, cara. O desenho era uma merda, o roteiro era muito ruim, cara, preparando para a gravação, eu pulei muita história da mulher gato, cara, devo compensar. Eu li as primeiras para que tinha um pouquinho de coisa do bem, e tal. E assim, depois você percebe que é inútil que não queria ser entenada por história. Depois é só um fiapo de conexão para dizer que. Sim, sim. É aquelas histórias que conectam só para que eu contraisei coisa que foi de ter outras histórias. Não tem nada importante, ele. Mas uma coisa, esse uniforme roxo da mulher gato que ficou bem marcada até começou nessa fase aí. Isso é isso, isso é isso. Isso é isso. Isso é isso. Isso é isso. Tanto que tem umas histórias do começo da cada do morcego que apareceu naquela showcase que é a mulher gato para quando informe cinzas ainda. Ah, verdade, tem razão. Aí, então. De certa forma, é a fesa aí, o histori, então, esse forme é um bom tempo, né? Ah, ficou com isso uniforme até o tempo. É. Com bom tempo. Até tem estátua doiro de estudes também nessa uniforme aí, da brigade. Eu acho bonito isso uniforme. E principalmente quando você vê outros desenistas fazendo isso, você fala, "Porra, uniforme é legal." Quando alguém que desenha bem durante a cada morcego tirando. Tirando quando. Com que chama? O dia a paro desenha, que fica muito estranho. Porra! Seria bem. O dia a paro estava na coelherinha, Jalina. Tava a foda. Mas quando restam dos caras fazem, quando o Grahanola desenha um mulher gato que se uniforme, tudo fica legal para caralho. Aquela história que o primeiro encontro de impovale e com mulher gato, que ele fica assim, sentindo uma culpa cristã por ter sonhado com uma mulher gato naquela noite, e ele fica estarem inteirando o sonhei com ela, me chicotei de manhã por ter sonhado com ela, tipo as coisas mesmo. Mas basicamente o seu polvale é um bolso mínimo de 14 anos hoje em dia. Por isso que a gente essa raiva presa dentro dele. E o moleque não comia ninguém. Mas é isso mesmo. Ele fica sentindo muito mal por ter sentido atraído pela molegada. E fica nessa trama que é basicamente de impovale sendo extremo. De impovale sendo extremo, de impovale sendo extremo, o hobby fica no puto, o hobby começa a ser só um solo que são muito legais, mas que não tem tanta ligação com a saga principal curiosamente. Ele conhecendo a sorteador, aquela coisa toda. Nessa fase do Batman surgiu aquele vilão chamado talião também. Talião, essa estrada legal. Que é o cara que chama a lei de talião na ele, que é matar, galera. Eu olho por olho dentro de impovale e ver atrás dele. Eles deviam ter sido um pouco mais para frente que o talião tivesse surgido, o de impovale vai ser ali com ele, mas nesse ponto ele ainda não estava nessa pegada. Só para pontuar outra coisa sobre a saga até aqui, que eu acho que nesse ponto já dá para a gente fazer levantar essa questão. A gente percebe que a gente passou muito tempo conversando sobre a preparação, sobre o que estava acontecendo com Bruce, com Jin, com tal. E aí quando passa para o jampo valer basicamente, são várias histórias do jampo valer em ser do extremo. É basicamente isso. É isso, é isso. Então concordando. Então eu estou concordando. É um questionamento que eu até deixei de fazer antes de a gente gravar para a gente fazer um podcast, que eu te passo em. Vocês acham? Existem três opções aqui. A queda do mursegu era para ser uma crítica à explosão imed, ela acabou sendo, ou ela era para ser uma saga da imed, ou ela começou como uma crítica e aí se estendeu ao ponto que de que fatalas tornou uma saga nos 90 querendo copiar imed. Eu acho que não era crítica não, acho que foi realmente para aproveitar o ondo mesmo. Tipo não é o que a gente tem. É o que a gente tem, mas isso também é. Eu também acho que ainda não dava para fazer uma crítica para o negócio que estava acontecendo naquele momento, sabe? E aí não tinha essa. Só a gente não tinha medo de ser um histórico. Ele estava seguindo a tendência, só, não era. eu acho que não era uma crítica não. Eles queriam ganhar dinheiro. Eu até cheguei a ver umas entrevistas que o Denise e o Nil fala, não sei se também só é o papo dele também, porque é depois, né. Eles diziam que tinham umas. Olha a classe antes. É, exatamente. Não, o mal de propósito. Não, não. É, por isso tinha paro. Não, eu desenhei ruim que era para combinar com o roteiro da época. Mas eu acho que assim, é só consigo. a premenha cara do Moro se segue boa entre aspas. Até essa parte que o Dímpovol derrota o Benio. Aí depois ali que o Asrael enfrentando outros vilões, mas cara, dar uma decaída assim. Aí, por em relação assim, a gente precisa entender essa pôr. Tá bem, tá bem. É em relação, meu, né. Porque é muito bobo, o Tinder, o revista também, só dele, ele não tá fazendo nada quanto ao Dímpovol. Ah, nada, tá com a caçadora. Tá com a caçadora. O Robin o aguenta mais a do lado do filho da puta, ele vai embora, tá? Fica com essa pôr aqui, um aguento mais você, seu carário, filho da puta, sabe? Um no aguenta mais. -Vamos! -Vamos, vamos! Segura o Andrés! Segura o Andrés pela moda de Deus! Eu acho interessante que são as coisas que o que abriu não colocou nome, mas que quando você vai pegar como que se organizam hoje em dia, saca daquela do Moro Sego, essa fase do Asrael como Batman chamam de "acruzada", né. Night Quest. Night Quest. -Ana aia, porque Night Quest são a isso e a busca, né, que é a saga paralela que tava rolando do Bruce Wayne e no atrás da galera. -Ei. Até essa parte do Bruce Wayne prefira um pouquinho mais, até porque tem aquela formação da Liga da Xça Força Tarefa, né? -E quando a Liga da Xça Força Tarefa é a melhor parte da saga. -Tá fora. -Eu gostava de ler o taim da Liga Detroit, né? Até a história da Liga da Xça que apareceu as Bruce Wayne, que tu pelo Deus Ounil, até que ele brada assim, cara. Até nesse mesmo período aí o Dianpovile fechou a mansão Enne também, né? -Ele fechou. -Ele fechou a caverna, tudo mais. -Ti jolou tudo, né? -Exato, né? -Ti jolou tudo, né? -Exato, né? -Ti jolou tudo, né? -Ele fechou o metrô de Gotham, que eu fico imaginando os caras que fazem manutenção do metrô de Gotham, não percebendo que tinha uma saída que ninguém nunca olhava. -Ah, ele encontra a tua incompetentes, né? -É cara, porra, tem linha de metrô, os caras ficam fazendo manutenção toda hora, qualquer coisinha. -Scaras sabem todas as entradas. -Ah, tem uma linha de metrô que vai para fora da cidade, né? -É, então, não. -Eu acho que nos quadrinhos e nos filmes super-heróis, o metrô é abandonado, né? -Ponso filmes do super-herói, é clássico também, né? -O Lex Lutertia Basel lá numa portinha no metrô, porque ninguém nunca ia lá fazer manutenção de nada, porfoto isso. -Ela é verdade. -É muito bizarra. -Esquece-me de tirar uma poquinha. -Não tinha aquela poquinha, somente o pessoal autorizado, então, não é ninguém mexia. -Pode ser. -Linha secreta, não é entre. -Ojá cara, saga como eu estou com uma quinta série, né? Eu quero escrever o que é mexia, que é viado, hein? -Tocado. -Ah, daqui para frente, sobe, xa aí. -É, ninguém. -É, né. -Due nível do argumento que pesa a saga, não duvido não. -Ah, é. -Casso. -Ai, fica sem rolação aí do As Rael. -Ele vai incrementando armadura, basicamente o que muda isso. -Tenha uma outra história interessante no meio, porque tinha roteiristas bons, tinha o Alangrante lá no meio, fazendo umas coisas boas. -Que são basicamente ignorando o que estava rolando e usando as estadas boas nos pressores do Alangrante, usando esse fanatinho. -Ele é pregioso. -Mira que tem mata é interessante, né? O matador, né? Que ele deixa uma morrer. -Ele não tinha uma morrer. -Ah, né? Ele deixa ele lá para morrer, né? -É, é um conhecido. -A gente tem outra boa história também, que é quando o batiasa é o enfrento coringa. -Sim, que é um exceio no especial. -Marte de batemam o filme. -E isso, até mesmo. -Casso que é a última edição do Superpowers? -É, a Superpower, a gente tem isso. [MÚSICA DE FUNDO]
- O humor aí pra gente fazer? - É, basicamente, o Corinha quer fazer um filme e esse filme é a morte do Batman. E ele acaba sequestrando os produtores lá e começa a criar situações onde ele vai colocando o Batman em perigo para tentar matá-lo. Basicamente é isso. E até, eu acho estranho porque o Corinha nessa história está com o rabro de cavalo, né? Eu pensei que fosse uma homenagem ao George Schumacher, mas o Batman eternamente, acho que nem tinha sido filmada nessa época aí. Eu acho que era bem visual de cineasta, direto de cinema, meu irmão. Tipo, ele está de boné e rabro de cavalo, viu? O pior é que isso é bem comum, se a gente for procurar desenho de cineasta, cara. Sim, está em nitun, cara. Está em nitun, sempre nos trava cineasta, assim. É, o Spieuber, direto. - Spieuber, com bonézinho dele. - É, animania, que você está bem. - Então, se fosse Spieuber e a estar com boné pra frente, eu um pra trás ao mesmo tempo. - Pra mim é o Papa daquele bíblia, mas acho que tem foto dele filmando assim. Até o desenho do Gran Hanol, nesse histori, o Txuk-Txun escreve. E, poe, pra mim, o Corinha do Gran Hanol é bem emblemático, assim, sabe? O desenho que ele faz o Corinha, eu acho muito ser lá, sabe? Quando veja, às vezes eu penso no Corinha do desenho do Gran Hanol. Ele faz uma cara demoninha que o Corinha é forte. Pois é. Se me lembra também aquela Corinha divulgada de abro também, que é do Granol também, cara. - É bom, o desenho. - É bom, também. - Também tem uma história que a gente pulou, que eu gosto bastante, que é até do Alanguete, que é do desenho de Txuk-Txun, que é depois que o Arcan foi destruído os detentos, do seno atório, vão pra prisão Black Gate. - Muito bom. - E lá que começa a rolar uma atreta entre tantos diretórios, né, quanto os detentos lá, tanto da Black Gate quanto do Brasil. E no final eles deciden e tirar a desforra e através de um jogo de baseball. É muito bom, cara. O vagalume, com o luvinha de baseball, voando pra pegar a bola que tá saindo, é genial, cara. E o diretor do Black Gate puto, vai ser a trapaça, eu doutor Arcan, "Não, tá tudo certo, ponto nosso." É muito bom, cara. É muito bom. É engraçado que tem um cara que, na verdade, acho que deve ser um maluco qualquer do Arcan que ele tenta sempre ser suicida, deixe a bola que ele pega lá, um garfo, uma faca, na verdade, só aquele plástico, ele não consegue se matar e fica passando lá, tudo mais. - E aí os detentos. - O doutor fósseis, né, que ele acha que ele é immortal, né? - Ah, tem uma itens do doutor fósseis, também. - É muito bom, cara. E o Alanguete, ele trabalha bem essa parada psicológica dos personagens, então ficou muito bom. E com esse jogo de baseball entre o pessoal do Black Gate e do Aziluark, a gente encerra a primeira parte do especial sobre a queda do morcego. Na semana que vem, é, sepcionalmente, a gente vai estar de volta na quinta-feira com a conclusão, então, fiquem de olho, no seu feed, fiquem de olho no site e até lá, um abraço.
Podcast Summary
Key Points:
Discussão sobre a saga "A Queda do Morcego", onde o Batman tem sua coluna quebrada por Bane.
Contexto da DC Comics nos anos 90, com reviravoltas extremas nos personagens, e detalhamento das origens de Bane e Azrael.
Análise do impacto da saga na formação da "Família Batman" e sua publicação no Brasil.
Summary:
O episódio do podcast analisa a saga "A Queda do Morcego", considerada uma das mais longas e impactantes do Batman, na qual o herói tem sua coluna quebrada por Bane. Os participantes contextualizam a fase da DC Comics nos anos 90, marcada por reviravoltas extremas, como a morte do Super-Homem. A origem de Bane é detalhada: nascido em uma prisão em Santa Prisca (alusão a Cuba), ele é condenado à prisão perpétua desde o nascimento, treina intensamente e desenvolve dependência do veneno, uma droga que também afetou o Batman em uma saga anterior.
Paralelamente, é apresentada a origem do Azrael, um aliado do Batman com um passado ligado à Ordem de São Dumas. A discussão destaca como essa saga consolidou a "Família Batman", com personagens como Robin e Mulher-Gato ganhando maior protagonismo. A publicação da saga no Brasil é comentada, mencionando revistas como "Batman" e "Superpowers" da Editora Abril.
O tom é descontraído, com piadas e referências à cultura pop, mantendo o foco na importância narrativa e histórica do arco.
FAQs
É uma das sagas mais longas do Batman, onde o herói tem sua coluna quebrada por Bane e é substituído por Azrael.
Bane é um vilão que nasceu e foi criado na prisão de Santa Prisca, treinando intensamente e usando a droga Veneno para se tornar fisicamente poderoso.
O Veneno é uma droga que fortalece o usuário, mas causa dependência e loucura. Batman a usou em uma saga anterior, enfrentando seus efeitos colaterais.
Azrael, originalmente Jean-Paul Valley, é um personagem treinado pela Ordem de São Dumas. Ele assume o manto do Batman após Bruce Wayne ficar incapacitado.
A saga ajudou a estabelecer a Bat-família como é conhecida hoje, com Robin, Mulher-Gato e outros aliados ganhando mais destaque nas histórias.
Foi publicada principalmente nas revistas da editora Abril, como a série do Batman e em especiais como Superpoderes e DC Especial.
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