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A influência das mulheres na eleição de 2026

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A influência das mulheres na eleição de 2026

Keskustelussa analysoidaan naisten äänestyskäyttäytymistä Brasilian presidentinvaaleissa. Naiset eivät äänestä ensisijaisesti ideologian perusteella, vaan heidän valintoihinsa vaikuttavat arkielämän ongelmat, kuten terveydenhuolto, koulutus, turvallisuus ja elinkustannukset. Vaikka naiset ovat perinteisesti konservatiivisempia esimerkiksi perhearvojen suhteen, he eivät hyväksy aggressiivista tai vihamielistä retoriikkaa. Tämä selittää, miksi Lula saa enemmän naisääniä kuin Bolsonaro, vaikka kyse onkin enemmän vastustuksesta Bolsonaron misogyniaa ja pandemian huonoa hoitoa kohtaan kuin varsinaisesta lulismista. Pandemia oli vedenjakaja, joka sai monet naiset kääntymään pois Bolsonarosta. Keskustelussa tuodaan esiin, että naisten poliittinen edustus on edelleen heikkoa Brasiliassa, ja naispoliitikot kohtaavat sukupuoleen perustuvaa väkivaltaa, mikä vaikeuttaa heidän pysymistään vallassa. Esimerkkinä mainitaan Michelle Bolsonaro, joka menetti asemansa PL-puolueen naisjaostossa, vaikka oli tehnyt merkittävää työtä naisten mobilisoimiseksi. Naisten äänestyskäyttäytyminen on monimutkaista ja vaihtelee sosioekonomisen taustan, uskonnon ja elämäntilanteen mukaan, mikä tekee heistä ratkaisevan mutta vaikeasti ennustettavan äänestäjäryhmän.

Transcription

8667 Words, 48949 Characters

Finnish
Sistää! Mitä tämä joukkaina rikki? Sami fixa se just. Sami huu! Meidän talo mestare. Sujuu kuin Sato. Huokraa elämäsi koti. Sato Pisteffi. Tien näillä kaptini pasa on enttot tosi kaikillaan olttoi Kimukauhan lentaa, luottamme pienläheestymisen parin siinä punkitunoksen, joon 1,24, 4,7, ja pikkori 9,6, kannelja, saa pari se soikea, mukava lämmin ja. Ei! Jaan kaikki ei oo pakko jakaa. Miksi levitellä punkitunuksia kun verkossa Maxi missä erittäin mobile pain? Ei tarvitse käyärinding Wednesdayhosten. Spłychäis pythonkeepers ja uskait luohon kauisen pros. Lusi AAА lemni et steeksiust ja likelyvien todennäksiikad. Lusi AAA voitte näyttää, kertaa käyäröd Antona ja tuttu kaksi jotain kohtaan加油 saaminen. -Tooli alkuuta mでは vaikka tärkeä. Ms. Suos Willens advising novosaurusin. -Pregada on todennäksi. -Kiitos, Lusi AAA. -Braseria on todella nousea. -Tä on jääntää. -Kiitos. -Lusi AAA. Lusi AAA, onko semmin? -Brasil on 8 miljoen maailman ja muistaa. -Kiitos, onko semmin? attendingaksilajia, mikä sitten on portani sensei. ação ao voto e aí que a ela sai da direita e vai caminhando dentro dessa perspectiva mais caminhando porque a gente chama do Gué Pí de Gênero Moderno. Então é muito séfera isso, na ideologia você percebe um pouco esse, essa tramitação. O que tanta cilla e o renato falar uma coisa que é muito interessante é mudança, é o comportamento em relação ao voto, a escolha do voto propriamente dita, tá? A gente tem algumas, algumas estudas internacionais e a gente percebeu isso no Brasil também que mostra no filme. As mulheres, mesmo as mulheres conservadoras, elas não gostam desse discurso do ódio, o discurso do inimigo, do adversário e do ataque, tá? Então isso faz com que elas tenham um comportamento de evitar o que a cilla falou de evitar o extremo, né? Porque ela não gosta da agressão, ela pode até compartilhar de alguns valores, mas ela não gosta da agressão. Então quando você tem para um extremo uma candidatura que tem um tom mais agressivo ela recua um pouco. E sem dúvida ela participa, ela que está na frente para o serviço público de saúde, a saúde, a educação, mais do que os homens, bem mudando isso também nos homens vem participando um pouco mais, mas as mulheres ainda estão na frente e isso faz com que elas tenham um voto mais embasado na realidade e um pouco menos ideológico, então a cilla quanto Renato falou. É agora interessante, né? Na as pesquisas, pelo menos o data foi uma essente nesta universo da Lula na frente do Flávio, 52 é 37, ou seja, 52% das mulheres votariam no segundo turno, no Lula, e 37% das mulheres e as diferenças, você colocou isso no artigo recente entre 9 e 19 pontos, né? Acho que toda a consequência de tudo que você se falar até agora aqui está desembocando numa preferência da mulher brasileira pelo Lula e não pelo Flávio Bolsonaro, num segundo turno considerando esse cenário para esse ano. Dá para dizer que a mulher brasileira virou lulista, é isso? Não, não diria isso, mas de fato se a eleição fosse hoje só votar sem mulheres o Lula teria leito, né? O que não acontece entre os homens onde a disputa, como a Luciana falou desde 2018 esse universo entre o voto feminino e masculino, se sim, viu? Ele vem mais de trás, né? Quando a gente olha pro mundo, a gente olha ali que desde 2008 com mitu, com as mulheres ficando mais vocais, vindo pro Brasil, a gente tem o fenômeno da maior escolaridade hoje que é entre as mulheres, é no público todo, aliás, eu recomendo muito livro do professor Jair Unicola, que ainda não leu e gosta desses temas, é uma leitura obrigatória em que ele traz todos esses dados, inclusive o dado de que as mulheres estão mais escolarizadas, o dado também de que são as mulheres que mais aparecem para votar, então as mulheres são ali perto de 53%, a acaba ficando um ponto a mais de não a abstenção entre mulheres do que homens fazendo com que elas sejam novamente fundamentais para a eleição, mas eu não diria que elas são lulistas, mas desde 18, pelas falas misógenas do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente por conta da pandemia, da administração da pandemia, e especificamente não ter vacina para as crianças ali realmente o mundo se abriu porque Bolsonaro ganhou entre as mulheres em 18, mas ali o mundo se abre, eu diria que é um voto muito mais anti-bolsonarista do que um voto lulista, apesar disso ser uma hipótesia. Eu queria só somar o que a Sila está falando e colocando um outro componente na mesa, ou tirando um componente na mesa que é o componente ideológico. Nós aqui adoramos falar a esquerda direita, parei aí, então a mesma mulher que fala que é contra o aborto, é contra que uma mulher que fez o aborto seja preso, ou que tem seu obrigado a ter um filho fruto de um estupro. É, por que? Porque ela conhece alguém que fez isso, ela já fez um aborto, a vizinha dela já fez um aborto. Você vai discutir, "Ah, elas não estão preocupadas com a violência, que é um dos grandes temas da campanha tão, só que a violência para ela caiu, não vai ser resolvida com parte de arma, porque ela tem medo do filho tomar uma bala perdida que um coleguinha na escola, pegar arma do pai, ou que ela mesma seja vítima de algum tipo de violência do marido, do um vizinho, com o uso da arma de fogo". Então, o que a mulher bota do lado, acho que mais do que a questão ideológica, é a forma de se apresentar a solução para os problemas reais que ela tem. E essas mulheres são bem diferentes. Então, você tem uma mulher que sobrevive de uma pensão do governo no interior de Pernambuco, uma outra que é empreendedora aqui no grande abecência, são pessoas que pensam de uma forma diferente. Mesmo quando você vai olhar para uma mulher evangélica, você fala muito do voto evangélico, as mulheres são a maioria absoluta do voto evangélico, a diferença de homens e mulheres do evangélico, as próprias e mulheres no total de aleitorado. Maior entre números de mulheres evangélicas, esse gap aumenta proporcionalmente, mas ela também é quem está acostumado a acolher um primo distante que é o egresso do sistema penitenciário. Eu sou toda um desembro concreto de que são muitas variáveis que interferem ali, no sato de uma questão ideológica. E ela pode falar que é mais esquerda, falar que é mais de direito, mas não entende o que é isso. É, não, então, é que esse me permite, no Congresso, a gente vê a nossa bancada feminina, a pífia, é uma vergonha na minha visão, a gente tem aí 13% de representação feminina no Congresso, quando, no mundo, são quase 30, e nós somos a maioria da população. Mas nos temas que dizem respeito às mulheres, as mulheres entram muito mais em consenso, justamente porque são temas como Renato citou. Eu gosto muito do exemplo da Argentina, onde o Renato falou de aborto, aborto não assunto no Brasil, ninguém escute, nenhum candidato é o favor do aborto no Brasil, é um não tema. Mas a Argentina resolveu enfrentar esse tema e a campanha que as mulheres fizeram lá, que juntou mulheres de esquerda e de direito, foi exatamente isso que o Renato falou. Elas disseram para as meninas, jovens, iram perguntar em casa para as suas mães e a voz, se alguma já tinha praticado o aborto e muitas tinham praticado o aborto, aí elas diziam as meninas, mas é que é o passe pelo que você passou com o aborto clandestino e assim elas foram ampliando em mulheres de esquerda e de direito, se reuniram inclusive a Cristina Kirchner, que era religiosa, que era super contra o aborto, mas que presidia aquela seção, acabou votando a favor, estou falando tudo isso para corroborar com que o Renato disse que a gente olha no Brasil desde lá do Lóbio do Baton, eu cobria constituinte, tinha o Lóbio do Baton em que mulheres de esquerda e de direito se reuniram em torno desses temas, então acho que também são coisas para a gente olhar isso sobre. Luciana, o que tanto a Cila conta a Renato coloca, talvez a gente está caminhando por uma conclusão de que é menos uma questão idológica, uma questão mais da forma como os candidatos, os políticos encaixam, os discursos se apresentam e ali, ao fim ao cabo, quem vai resolver na prática, os problemas reais que essas mulheres têm, você acha que é meio por aí? É, na verdade eu acho que o eleitorado, assim que a gente fala de esquerda e direita, tem essa discussão, porque efetivamente o eleitorado não é o eleitorado, né, o eleitorado, você tem apenas um pequeno segmento que efetivamente é o eleitorado, quando a gente pega os valores que der terrinha na esquerda e direita, na verdade as pessoas são muito incoherenides dessa perspectiva, mas não da perspectiva da vida, mas da perspectiva de você ver os valores, alinhar os valores, as pessoas não seguem essa cartilha precisamente, né? Então ao mesmo tempo que eu tenho, por exemplo, uma mulher que é conservadora, assim, os funos, né? Por que, enfim, ela, é, vão pegar essa questão, talvez o eleitorado que seja mais, seja mais na mira dos dois candidatos a presidente, é essa mulher evangélica e de uma classe mais baixa. Por que que essa mulher evangélica é de uma classe mais baixa? Então ela veio um concluído, né? Ao mesmo tempo, porque ela tem uma perspectiva mais conservadora em relação aos costumes e isso nasce de uma percepção, aí volta até a história que eu falava da educação dos filhos, da socialização das crianças, dessa maneira tradicional de verapulítica, isso pode ajudar ela nesse processo de pressa, mas ao mesmo tempo essa mulher é uma mulher que enfrenta todos esses rispulhos. uma mulher aqui em última instância vai fazer a compra e volta com a só com a linha para casa, que veio o custo de vida. Então ela é uma mulher que em um determinante instância ela está tanto apienada no desempenho dos governantes e aí uma coisa, não pergunta o que você trouxe antes que acham que é importante dizer que juntando também com uma coisa que o Renato diz. Você fala assim, então quer dizer que essa mulher é a mulher é lulista e aí eu respondo, trazendo isso um pouco uma falando antes do do remar. Quando que o Lula começa a crescer, é claro que ele tem uma resistência, uma queda da resistência antes da eleição de 2002, que possibilito ele a chegar com o presente, mas depois com as políticas sociais que muito voltaram para as mulheres e resposta a essas políticas elas começam a cada vez mais a derrira aí. Então ainda tem um risquício desse processo, uma percepção de quem faz mais ainda é o presente Lula então ela fica, elas ficam meio assim entre uma agenda mais pragmática de entregas e que percepção de defesa de interesse, que estão ali no seu dia a dia e ao mesmo tempo empareliadas com essa questão um pouco da agenda de costumbre. Então assim, não é que não tenha problema da ideologia, o problema da ideologia tem só que é o mesmo tempo ela fica, ela não considera só isso, mas ela pontua um pouco mais digamos assim sobre bastante pernumção. Agora tem há um momento em toda a linha que a gente traçou aqui, principalmente nesse século em que esse voto feminino lulista ele desgara do Lula e ele vai pro jair Bolsonaro e depois desgara de novo, em que momento vocês consideram, Cila primeiro que tem esse afastamento do voto feminino talvez ali na década de 10, na década de 10, no século 21, gente já está falando desse livro, né? Na década de 10, a gente elegeu a primeira mulher presidente do Brasil, mas em 18 o voto feminino foi pro jair Bolsonaro. É que 18, uma eleição completamente diferente das outras como 89, uma eleição também totalmente diferente das outras porque 18 foi a eleição da Lava Jato, em 18 tinha uma questão moral que paírava e que era representada por jair Bolsonaro com Lula preso que não se eu não vejo paralelo em outras disputas, então ali realmente teve um apoio muito grande a esse tema Lava Jato acima de ideologias, de entregas ou de qualquer outra questão, né? Então as mulheres superaram as falas de misogenia, teve aquele movimento grande do ele não, mas que eu considero bastante importante nessa trajetória em que as mulheres se uniram ali para protestar, foi um movimento grande no Brasil, no entanto ele não se materializou na urna porque de novo, né? E nas questões morais quando a gente vai falar de evangelicos e de mulheres evangelicos, ela é a central, né? Essa questão, né? A Luciana falou muito da questão da família, dos princípios, de tudo isso, quando você fala de corrupção, esse é um tema muito importante nesse público, né? Então acho que isso foi acima de qualquer outra questão lá em 18. É nato antes de a gente ir para o presidente. Acho que o Lula estava preso e o debate não foi, não foi o debate, se eu sou lembrado, 2018, não foi o debate em que se colocou a discussão sobre programas sociais, concordendo com a Cila colocando o outro elemento disso, quando o debate é corrupção e Lava Jato, você colocou o debate eleitoral no território dos costumes. Quando o debate não está no território dos costumes, o debate está no discussão de projeto de país e aí você tem um campo que defende mais abertamente os programas sociais, é natural que o voto feminino vá para quem defende mais os programas sociais nesse sentido. E o Adadi não era capaz de falar isso, a campanha do Adadi estava para soltar o Lula, então o tema era o tema corrupção e o Bolsonaro estava no hospital, então não se discutiu isso. A pandemia também faz um divisor de águas também, a administração da pandemia é um divisor de águas. Tem uma coisa só de desculpa que apareceu em várias qualias nossas na eleição passada que foi um sentimento de algumas mulheres, olharem para o ex-presidente, ex-presidente Bolsonaro, com uma sensação de que eu não tenho mais isso em casa, eu não vou ter no Brasil. No sentido de um imaginário de uma agressividade, de imaginário de um tipo de imposição, de uma falta de sensibilidade com o social, que na visão dessas mulheres, verdade ou não, mas na visão dessas mulheres dificultavam um apoio ou o voto ao Bolsonaro que tinha acabado a sair da bulpa da pandemia. Sim, perfeito. Eu preciso fazer um rápido intervalo e daqui a pouco a gente continua nosso debate até já. WWI, o especial de volta nessa edição, estamos debating a influência da mulher e do voto feminino nas eleições presidenciais de 2016. A gente passou o primeiro bloco aqui, vamos dizer em termos mais macro, mas agora eu vou tentar, com os meus colegas, fulanizar mais, falar mais de nomes, pessoa física, candidatos, candidatos, políticos e políticas. A gente chegou, acho que numa conclusão, mais ou menos aqui no primeira parte do nosso debate, Luciana, de que a mulher brasileira caminhou naturalmente por diversas variáveis, por uma aproximação mais do campo lulista, vamos dizer assim. O que eu queria te provocar? Porque a respeito disso, a gente tem visto o surgimento em nível nacional, talvez de mais lideranças e fiquem à vontade para descuidar de mim, a direita do que a esquerda entre mulheres, eu coloco aqui Michel Bolsonaro, coloca Senadora Teresa Cristina, quando a gente olha pro outro lado, e eu vejo talvez a taba tamaral, se vocês notam esse fenômero, por favor, fiquem à vontade para de vergir. Eu acho que, assim, você tem o crescimento, tudo quando a gente pensa em termos de representação de mulheres do Brasil, tudo ainda é muito pequeno, tudo é muito aquê ainda que se esperaria de um país como o Brasil e comparando com os outros países latinoamericanos. Então, assim, ainda é tudo muito pequeno, mas levando em consideração o que você está apontando, eu acho que é um pouco reflexo do macro que está acontecendo tanto entre homens e quanto entre mulheres, eu acredito também algumas lideranças, como se é a direita, a dia de 18, ela vai se organizando mais, ela vai se ganhar mais espaço, ganhando mais visibilidade, via redes sociais, isso faz com que você vai aumentando também a representação no congresso. Eu acho que a maior representação de mulheres de direita, ela vai um pouco na faunda de uma maior mal crescimento e uma maior representação, uma maior visibilidade da direita nos últimos anos também, mas a liderança de esquerda continua crescendo, continua surgindo, continua estando, a alguma coisa que é importante, quando a gente pensa em termos essa representação, é não apenas nos chegar, mas não permanecer, que a gente tem que ficar bastante atento, quanto que essas mulheres, tanto da esquerda, com que eu consegui permanecer, elas chegaram num número grande, no semer, grande, em sentido de crescimento, como eu disse, tudo ainda é muito pequeno, mas o quanto elas vão conseguir permanecer ou o informe, o que a gente está percebendo aí nessas últimas semanas é que as mulheres começam de direita, começam a ser vítimas, política de gênero, o que elas não conheciam muito até então, o que a ententora muito focado nas mulheres de esquerda, nas políticas de esquerda, e ainda isso tem um ser empato eleitoral, então eu trairia um pouco essa questão para falar verdade. Efeito Luciana, esse ponto é importantista, como as mulheres entram na política? Em geral é através dos seus pais, dos seus irmãos, dos seus maridos para ocupar uma posição que interessa ao grupo muitas vezes esse mandato, inclusive sequestrado por esses homens, a mulher não tem autonomia para realizar o mandato dela, ela é espelhida quando deixa de interessar, a gente está vendo isso e aqui eu vou afolomizar no PL, o PL e mulher vejam esses puxadinhos que eu chamo, partido x mulher, é um puxadinho ali, elas não têm um protagonismo, nenhum apoio, nada disso, eu desconheço. Michel Bolsonaro vai para o PL e mulher para um arranjo familiar ali na derrota do marido, em que cada um ali foi absorvido ali. pelo partido, só que ela faz nesse limão uma limanada, né, Michel Bossanar, que foi uma primeira dama muito discreta, né, não teve, não foi vocal durante o mandato do marido, né, ela foi mais vocal durante a campanha, porque se precisou dela pra falar com mulheres evangélicas e com evangélicas, mas, no momento que ela assume o carro que ela tem verba, ela faz um trabalho impressionante na minha visão. Ela traz ali mais de 70 mil filhadas, ela viaja, ela tem um resultado expressivo na eleição municipal, ele é janto prefeitas, visprefeitas, vereadoras, e, no momento em que ela bate de frente com o enteado homem, simplesmente o P.L. e mulher deixa desistir, ela é retirada do salário, lhe é ameaçado não lidar a legenda, para qual ela é praticamente uma considerada uma barbada, ela é assassinadora, é um desce federal, e o P.L. e mulher deixa desistir, eu acho essa história assim, ela é um exemplo, do que a União Europeia diz que 44,5% das mulheres não vão a reeleição, porque, justamente, ela só afrem violência política de gênero pelos pares, ela só afrem violência política de gênero pela população pelo eleitor, ela só afrem violência de gênero pelos outros políticos, até, por exemplo, um país como México, que lá desde, acho que é 2002, ilusiano, ilusiano deve saber, tem a paridade de gênero, que não é cota, é a paridade, 50 a 50, em tudo, nos judiciários, nos conselhos, em tudo, que diz a água na eleição de uma mulher, que é a Claudia Eleita hoje, que veio não por homens, veio porque ela era uma cientista ambiental, que vai ocupando espaço, e que hoje ocupa essa presença, não vai isso, que é muito machista, que é violento, mas é um processo que a gente não passou aqui no Brasil, a gente é número 133, em representação feminina no Congresso, então a gente está muito longe, eu acho que essa questão que a Lucia natural é fundamental, não é só o problema das mulheres entrarem na política, como é que elas permanecem. Sim, é, a gente pega as duas lideranças, uma de cada lado, toda a primeira dama, o Jean-Jedassivo, e também em tudo que ela passa ali no governo, que dá um rejeição de Marusef e a Michel, porque a Michel é o que aconteceu com ela, pelo menos eu tenho essa percepção, a minha leitura, uma das mesleituras sobre esse episódio, é muito mais humedo, a ponta muito mais humedo, da machosfera bolsonar-se em relação a ela, porque ela é, tanto que o Palácio Planalto teme, que ela seja trocada. Mulher, bonita, Evangelica, origem humilde, periférica, como é muito bem, de C.I., C.I. Lândia, né, Clantua? C.I. Lândia, porque aí não sabe, é periferia de Brasília. C.I. Lândia é a Rudes, né? Ela como um produto eleitoral, vamos dizer assim, ela não tem um teria em principi, para muitos, inclusive, dentro do PT, um potencial eleitoral, muito maior do que o do Flávio, mas vamos lá, vamos falar sobre o Michel, porque para mim, ela é uma. Ela é uma representação clássica, de dois fenômenos, um pouco mais novo, o PT não clássico, e o outro mais clássico. Vamos entender que, para os homens, a maior participação das mulheres significa perder espaço de poder. Então, vamos discutir o poder. Vamos discutir o somaz machista, a mesma chista, e tal. É o espaço em que ele está perdendo, para uma mulher. E como você fala de disputa de poder? Nós temos falando de algo que alguém que é seu amigo deixe de ser. Você está discutindo a cadeira lá. Então, três pessoas para duas cadeiras, aí é amigo, você vai tirar quem? Conjunto de barreiras que a mulher tem tanto na política, quanto no mercado de trabalho, de que não são. Ela não construiu. Ela não teve oportunidade de ter o capital social, que os homens têm, para conseguir, por exemplo, fazer os conchavos necessários, para provar uma lei no parlamento. Então, acho que a primeira coisa, é que quando de vem essa violência de gênero que as mulheres sofrem, vem do medo dos homens de perder espaço de poder. Então, acho que é a primeira coisa que tem que estar bastante claro quando você fala de mulheres na política. Mas eu queria falar sobre a ponto de vista da eleitora. A briga da família Bolsonaro, a briga da Michelin conflável, é muito mais. muito mais do que perder determinados votos, ele perdeu a chance de uma narrativa e de um cabe eleitoral, que talvez fosse a única forma de ele entrar nos mulheres mais pobres e reduzir essa vantagem que o Lula tem nas pesquisas. Porque a Michelin. esse programa vai ficar na internet, vocês podem me cobrar isso mais para frente. Ela tem um jeito muito novo de falar para as mulheres, de mulher falando para a mulher, um jeito de escolher as polêmicas que entra, um jeito de ser conservadora, mas eleve, e ela tem posturas, inclusive, algumas mais conservadoras até do que os filhos do Bolsonaro. Mas ela fala isso com leveza, ela fala isso ouvindo, ela escuta como regra, homem não sabe escutar a mulher na política. Esse como rego, o cara vai lá, ele não ouve, ele toma lá, toma cafézinho, faz uma pergunta genérica e vai embora. É diferente do que uma lógica que vem no culto, é diferente do que uma lógica que foi a construção do pele mulher em que ela trazia mais pessoas para organizar outras mulheres e a partir disso discutiu o que é o Brasil, discutiu como que estava rua, de usar as igrejas para também distribuir os programas sociais que muitas vezes são feitas por organizações do terceiro setor, pro cadastramento. Então ela foi, se fortalecendo, como uma mulher que era assim o aspiracional da mulher evangélica? Ela se tornou o aspiracional da mulher evangélica. E uma mulher evangélica que é a conservadora, né? - Não, é que cúlbio é a conservadora. - Não, é que cúlbio é do marido que não deixou. - É a conservação de uma mulher do paleronaje. - Ela teve toda potência relacionada a mulher sem relacionar do que a Bíblia fala sobre o que é uma mulher virtuosa, sem ter as coisas contrárias que os estereótipos feministas muitas vezes causaram na outra parcela da sociedade. - Acho que todo isso a gente acaba desembocando e é uma reflexão que eu tive ao longo dessa cobertura, do caso Michel, Luciana C, o que foi feito com ela, o que aconteceu com ela foi mais disputa de poder ou mais machismo em misoginia. Porque o que está aí também em disputa é um pós-bolsonar, que a gente fala muito do pós-lula, mas tem um pós-bolsonar. E ela, com todas essas características aqui, mulher bonita, evangélica, origem-me, ou de periferia, é um potencial fenômeno eleitoral, que assusta o que é o petismo, o presente e o luro para as planalto. É possível ser a medir o quanto é essa disputa bruta da política, de macho, né, que a gente é o que suma da companhia e a cobrica é bruta, que é matar o morrer, mas a gente vê a consumada vez entre homens, que domina a política, ou quanto teve esse componente também e preponderante de machismo em misoginia. Qual que é sua leitura, Luciano? Não, tá, aí. Na sua própria pergunta fica assim, é difícil de ser parado uma coisa da outra, tá? Porque se a gente pega assim a violência de gênero na política, ela tem sete componentes, né? E alguns componentes que parece que alguns componentes psicológicos eles também estão presentes. Então, até você falou assim, essa maneira mais dura da política, essa maneira mais áspera da política, a misoginia, na verdade, ela já traz, ele tem de que você quiser dizer, mas eu estou mostrando como que é sutil a diferença, né? Porque. Eu acho que a saída dela, eu acho que a maneira como ela sai de pele, mulher, tá? E a maneira como ela recua, né? É uma saída muito digamos assim de mulher, ou seja, de evitar muito o imbat de evitar ela entra, faz o vídeo. Depois ela não segura a repercussão do vídeo. Então ela sente, ela recua, porque depois começa uma agressividade, né? Que talvez um homem, talvez tivesse mais. Tá, tu, né? Ou seja, mais acostumado, ali, dá? E que ela não tá. Então ela vai recuentar essa maneira, é uma maneira de como que as mulheres não gostam, não estão exigem menos adaptadas, essa maneira mais agressiva. Lembrando que. que se sucedeu depois do vídeo foi uma sequência de violência de gênero nas redes sociais e uma das coisas que a gente destaca muito é quando você começa a atacar a vida das pessoas, então a vida privada das pessoas é muito recorrente tanto ela passa por isso, isso começa a a sustentir a dar maris e começa a sustentir a outros mulheres, então tem uma disputa de poder, é disputa de poder por candidatura, disputa de poder por recursos de campanha, no caso específico ainda tenha dolegado no ex-presidente de Bolsonaro, tudo isso tá em disputa, mas sem dúvida também tem um pouco desse componente de machismo, Sila Flávio vai perder volta com isso? Sim, quer dizer, não sei se ele vai perder, ele já perdeu, quando a gente olha a pesquisa, a minha ideia dessa última dessa semana, o que a gente percebe é uma flutuação, porque vejo quando a gente olha a pesquisa, números da área, é não a impressão que a gente tem, que são os mesmos eleitores, a perder ou entre os mesmos eleitores, não é verdade, os eleitores vão e voltam, então o que a gente vê nos nossos curiosamentos ali é que quando dar com o arco aquele áudio sobre o filme, o áudio com o vorncaro, ele perde no público masculino, ele perde em cima superior, ele perde em várias faixas, o que acontece de uma pesquisa para outra que alguns homens voltam, mas as mulheres saem, então é a mesma perda, mas é uma perda diferente, eu acho que ele pode perder também, é quando esse trechinho do vídeo forusado em campanha, no momento que ela diz, eu fui humilhada, eu fui mal tratada, é o que é uma mulher acente, é o que é uma mulher sofre em casa, é o que é uma mulher sofre no dia a dia, é quando se fala, na isso que a Luciana trouxe que é importantíssimo dessa agressividade nas redes sociais, é o que uma mulher sofre, todas nós sofremos, eu sofro quando eu divulgo uma pesquisa, as pessoas usam a mesma enginham, presidente é partido, inclusive blogueiro, não tem a menor constrangimento de me chamar de coisas, eu acho muito interessante é uma mulher na política que é a Jacinda, que era a primeira ministra da Nova Zelândia, fez o trabalho extraordinário na pandemia, era super popular, de repente, um dia para outro, saí, aí eu estou no mundo que esquisito, porque isso é não, questiones privadas, aí se descobre depois que ela estava sofrendo uma violência de gênero nas redes sociais que tinha aumentado em 200% naqueles últimos meses, e ela não aguentou, uma mulher daqueles tamanho com aquela popularidade não aguentou, então isso que a Luciana fala, é muito importante, no entanto eu não vejo a Michelle saindo da política, eu não vejo Michelle saindo da política, porque de novo a gente tem uma situação no Cidro Federal que é muito curiosa, Renato a gente pode ter, e é muito provável que tenha três senadoras conservadoras do mesmo partido, chamado PL como senadoras do Cidro Federal, que havia quises, a Damales, que já é senadora, e a Michelle, essas duas eleições da B, da Michelle são dadas como barbada no Cidro Federal, então acho que por um partido perdeu uma senadora, vai pensar bem do tamanho que ela ficou. -Mas do que ter perdido o voto ou não, e hoje perdeu, e toda essa explicação que é assim lá deu, o Flávio perdeu o que talvez fosse a principal, talvez fosse a única, mas pelo menos a principal forma, ponte, porta voz, cabo eleitoral, para conseguir conquistar as mulheres, essa é a maior perda. -E o Sevangelho que são os Sevangelhos também? -E o Sevangelho também tem dificuldade diferente. -As duas grandes dificuldades que ele está tendo, ele está perdendo os Sevangelhos, perdendo comparado o que ele tinha antes, tá perdendo os Sevangelhos e toma uma surra entre as mulheres, e a palavra surra, que ele toma entre as mulheres, a única chance dele reverter isso era uma narrativa feita pela Michelin. Era Micheli falando, olha, calma porque eu estou aqui também, nós estamos todos do mesmo lado, eu estou cuidando da família do meu marido, eu estou junto com ela fazendo isso, e eles perderam isso, então para mim é esse o ponto de vista, e não é que eles perderam e pronto, depois que eles perderam eles não souberam perder. Então acabar com o P.L. e mulher é um tiro no pé sobre todos os pontos de vista, aparece uma truculência que é o que tirar a voto entre as mulheres, perde uma estrutura orgânica que foi construída, que daria a voto entre essas mulheres, e dá discussão para as que não eram mais, tá vendo? É tudo assim, por isso que eu não voto nele. É verdade, olha, não é trivial que nessa última pesquisa, a minha ideia, 15, mais de 15% das pessoas falam espontaneamente que a mulher mais poderosa do Brasil chama-se Michel Bolsonaro, não é trivial, isso, segundo lugar vem a Jeanja com 9%, também muito bem posicionada, mas enfim, Micheli adquiriu aí um tamanho, a gente não tá aqui falando se gosta ou se desgosta, mas é um tamanho, é para se observar, e eu queria chamar atenção também de que essa vai ser uma campanha muito disputada, o que os números e o cenário mostram. Então a gente calcula que vai ser decidido ali entre 3, 4% do eleitorado ali no final. Esse eleitorado em disputa ele é feminino, 69% desses eleitores são mulheres, mulheres que já votaram Bolsonaro, se desencantaram com ele, por causa da pandemia, votaram em Lula em 22, então desapontados com o governo dele. Então esse é o eleitorado em disputa, e esse eleitorado é fundamental para Flávio como é para a Lula. Então eu, assim, eu vejo a campanha do Flávio tentando resolver o problema, mas aí aparece o blogueiro falando que mulher não sabe votar entre outras coisas, eu acho curioso que nessa pergunta nossa é muito raro, né? Renato, a gente teve traço entre mulheres que concordam com as afirmações dele, sério, zero mulheres entre mil e 500 pessoas que a gente fez que usou concordo mais 24% dos homens concordam, né? Mas enfim, de qualquer forma a gente tem ali um cenário em que ele vem dizendo, então vou colocar uma mulher de vici, não é sobre isso, é muito interessante, é muito legal ter uma mulher na plataforma, a gente inclusive nunca teve uma vici presidente, né? Que eu lembre teve a Rita Camata, que foi que a ditada do serra lá em 2002, não me lembro de outras vici presidentes, competitivas, de qualquer forma ótimo ter uma mulher, mas não é sobre isso, não é por causa disso que as mulheres não votaram candidato, então eu acho que a campanha do Flávio tem que correr bastante atrás desse tema e fazer o que eu vou ter em Martengüinto, vamos tentar fazer a paz, a manuco a verdade a manuute feito tem toda razão, tem toda razão, mas tentar fazer essa paz e seguir em juntos até a ação três meses né gente? Deixa eu fazer um segundo intervalo e daqui a pouco a gente continua nosso debate até já [Música] WD especial de volta nessa edição do Baté numa influência da mulher e do voto feminino nas eleições presidenciais de 2016, Luciana, vou contigo agora no final do último bloco a gente estava analisando impacto ali desse problema que teve a campanha do Flávio com a Michel Bolsonaro eu queria a sua perspectiva né você, na sua percepção talvez, colocando como uma possibilidade uma eventual rejeição do Lula preponderaria sobre um esforço da campanha do Flávio de tentar atrair esse voto feminino após esse episódio? Então eu me sonaria ao que foi falar do antes concordando com o que foi falar de trazendo um ponto também que acho que é muito importante né a comunicação, a comunicação digital em campanha é segmentada né e isso quer dizer que você tem que elaborar os estratégias para pensar na campanha do Flávio né você elabora os estratégias vejo para segmentos que são segmentos mais à direita e que trazem esses valores fortes e que são capazes essas emoções fortes que são capazes de mobilizar as redes sociais isso esteve presente também na campanha do Bolsonaro de maneira muito forte mas você também precisa ter neta segmentação de comunicação é uma comunicação que seja menos dura uma comunicação que seja mais moderada e você passa essa comunicação para aquele exigimento que você quer conquistar que é um segmento mais esse perfil das mulheres que nós estamos falando a Michel fez muito muito isso, particularmente no segundo turno em 2022. Era recorrente, ela iria aos cultos e era recorrente, ela mencionar quando se tinha as mulheres se mostraram alguma insatisfação, como Bolsonaro e alguns momentos saiu na imprensa, ela falou, "não desculpe meu marido", né? Então, ou seja, quando ele tinha um comportamento, mas agressivo, que talvez as mulheres não gostasse, ela colocava de alguma maneira, ela pênuava aquela situação. E isso podia ser usado de maneira uma comunicação pré-se público específica. Então, eu considero que essa foi talvez uma das maiores perdas que o Flávio teve nessa campanha. Colocar outra mulher, não sei se outra mulher substituiria tanto porque dadas características específicas que a Michelle tinha nesse salinho. Então, cússigamente, a gente estava falando dessas mulheres que já votaram em Lula, votaram em Bolsonaro, votam em Lula e agora a questão do bolso, eu acho que a questão da satisfação com o governo e a questão da percepção da economia, eu acho que ficam votam mais tradicional que a gente conhece, que era muito presente até 18, ou seja, votam muito de satisfação com o governo. Eu acredito que essas mulheres vão mais ou menos por aí, e se o governo souber comunicar a resultado para essas mulheres, o seguramente ele pode sair na frente e talvez aí o Flávio sentir mais falta de esse processo. É uma coisa que é importante, é um comporto tal casilo. Eu acho que a Michelle não saiu da política, ela saiu o fui do PL, mulher, né? E uma última ponto que eu queria colocar é que eu também achei lamentável que terminasse com a direção nacional do PL e mulher, porque vai fazer falta para a estrutura do partido e mostra o quanto de alguma maneira é uma muito personalizada e não era uma coisa fortemente sinal ainda que você continuou com os diretores do Eduardo. Agora eu queria olhar um pouco o campo, a gente estava falando bastante aqui da direita, mas queria olhar para a esquerda. Eu noto, eu já fiz reportagem sobre isso, o governo Dilme especificamente, era uma mulher presente da República, eu lembro que a Dilme tinha um programa, a casa da mulher brasileira, e foi assim, eu não sou três, quatro, cinco, enfim, era muito pouco, né? Não foi um governo de uma mulher do PT, que a gente possa dizer que tiveram ali uma proliferação de políticas, digamos, ligadas políticas de gênero, e no governo Lula três também, a gente não vê assim, a Ministério das Mulheres, por favor, se fossem tão ser vontade para de ver de quem quer, a Ministério das Mulheres, qual é a grande política, né? A questão de aburto, a esquerda consegue abrigar a causa, pelo menos a defesa da causa, mas na hora de brigar, ir para cima, nessas questões, em outras esferas, principalmente com o gresso, não compre essa briga, você tem essa percepção. Pensei-la. Tem antes disso eu vou fazer uma errada aqui, porque eu esqueci de várias mulheres que foram candidatas à Vissa, a gente falou aqui da Amélea no intervalo da Guajajara, de várias mulheres, a gente não teve, foi uma Vissa presidente, e nessa eleição a gente não tem mulheres competitivas, a gente tem apenas uma mulher que concorre num partido, que não pontua entre os primeiros, quando a gente já teve muitas mulheres competitivas, marina, tèbete, muitas outras aí. Mas eu concordo com você, a gente vê essa diferença, a gente é de direita a esquerda, a gente que não tem comparação do tanto que a esquerda andou nessas políticas e na presença das mulheres, no entanto a gente está muito longe de ter uma situação satisfatória mesmo na esquerda, agora que a gente está em campanha, a Jean já conseguiu colocar o tema do feminicídio, que é fundamental, eu tinha uma expectativa que esse governo coloca essa sistema no dia 1, isso não aconteceu, o campanha bom também, porque os temas vem, então agora o tema do feminicídio, que é uma epidemia, que a gente está enxergando, ele está colocado, está sendo enfrentado e vai ser assunto de discussão durante a campanha, mas eu concordo também com que você diz, a respeito de Dilma, que Dilma é uma mulher que chegou a onde chegou não pelas pautas femininas ou fí, ela chegou onde chegou, a Lerma, a ministra Plana Jamento, conselho de Petrobras, ela tinha um outro perfil, e eu não vejo que as mulheres também sejam obrigadas a trazer as questões de gênero quando elas estão num espaço de poder, no entanto tem um livrinho muito legal da Melinda Gates, esqueci o nome dele, no Livro Impequiniminho, em que ela fala que só quando mulheres estão na política determinadas políticas se desenvolvem, mas eu diria que isso é muito também no legislativo, mas de fato acho que Dilma é um assunto que a gente pode aqui passar um programa discutindo, que aconteceu com Dilma, e não quando eu estudei o student atro-joginton university lá atrás, a Hillary Clinton ia ser candidata ao Senado se discutia, isso é a primeira da, o Clinton era o presidente, e a mulher não professores ainda assim, a mulher na política é muito difícil, porque elas são vistas como frágil, e daí como aquela mulher que não vai ter condição de enfrentar uma greve, da segurança, alguma coisa assim, ou elas são vistas, e aí vou falar que uma palavra já é depois das 10 da noite, elas são vistas como BIT, BIT, em inglês quer dizer uma mulher arrogante, não é? Eu acho que Dilma caiu nisso, ela era uma mulher vista como uma mulher desse segundo, e aí teve um preconceito, e eu não estou aqui discutindo das qualidades do governo, do impito, não estou falando nada disso, estou falando do preconceito que se tinha com Dilma. Eu ouvindo vocês, e vocês especificamente, eu tenho duas reflexões para colocar e já jogar para o Renato primeiro, que o presidente Lula tem uma série de declarações também que a gente considera as são não-sonar, os mil sonhos, e que aparentemente não choca a esquerda como declarações machistas misóginas dos Bolsonaro, né? Parece que quando Lula fala, a mulher é de casa, enfim, esse ano tiver algumas, sem falar de outras passadas grosseiras inclusive, parece que choca menos, né? E aí a esquerda se choca mais com machismo do Bolsonaro, do que com machismo do Lula, esse é um ponto. E outro ponto que eu acho interessante, quando a gente pensa no governo Bolsonaro, a gente tem uma mulher forte, que é a Damáres, que cresceu, que veio a partida, me cheio, inclusive. E quando a gente pensa em governo Lula 3, a gente fica buscando, talvez a Simone Tebete, né? Que não é propriamente uma mulher de esquerda, né? Eu não sei, essas reflexões como lecaem assim, Renato. Da seguinte forma, caiu, o machismo é superapartidário. Precisa ter esse entendimento. O machismo não surgiu só por conta da política, mas foi o superapartidário. Tem a ver com uma lógica de poder e que uma lógica de poder em diversas dimensões da sociedade, inclusive na política. E é por isso que ele aparece em governos de esquerda e em governos de direito. Talvez a forma dos governos lidarem com isso, seja um diferente. Talvez a vergonha pública seja diferente, mas ele efetivamente existe. Como existe na sociedade brasileira? Como existe em coisas banais, quando um técnico de futebol, um professor de educação física, numa escola pública do P.O.I. Quando um menino se machucle, ele fala, "Ei, até chorando igual menina, joga aqui nem homem, rapaz." O que quer dizer? Está chorando igual menina, joga que nem homem, rapaz. Que só menina chora, que só homem sabe jogar bola, que se você quiser, então o machismo começa aí. E não tem nada de política no jogo de futebol do colégio, da preferência de proí. Então, isso é uma travessa diferentes dimensões. E não resiste a real política. Vamos lembrar a quantidade de mulheres que tinham no governo Lula no começo do mandato, e as que têm agora as substituições que foram feitas com isso. A Renato, você está dizendo que o Lula e o Bolsonaro têm a mesma concepção das mulheres longe disso. O que eu estou dizendo é que se é necessário, para os projetos de manutenção de poder, não olhar para as mulheres da esquerda da direita, não vão olhar para as mulheres. É assim que é assim muito bom que você falou Renato, mas a Simone Tèbit tinha como senador um projeto que eu achava muito interessante. Era de paridade na executiva dos partidos, porque ali que se tomam muitas decisões. Tem várias. Eu fui setorista de congresso, morei dez anos em Brasília, meu lugar de trabalho por anos era com a Comité de Imprensa, ali do Congresso Nacional. E naquela época, a gente está falando o governo de. principalmente, mas ainda no governo Lula 2, a agenda da bancada feminina era muito contraditória. E a gente viu esse ano especificamente algo muito interessante que foi uma transversalidade, principalmente na época digital. O época digital, o nível da Mares, as parlamentares do PT e do pessoal. Isso foi um movimento mexicano. - Com um pobreza menstrual também, chamou. - Sim, sim. - E tinham coisas absurdas. - E o época digital está envolvido nessa brilhada. - Sim, esse é consistido. - O todo o sistema. - A Da Mares, sendo chamada de pessoal do PL, Luciano, você nota uma aproximação maior dos dois campos políticos de gênero na política brasileira? - Então, isso é interessante porque agora você trouxe para essa discussão para o legislativo. Quando a gente traz para o legislativo, quando a gente fala de representação de mulheres, a gente tem que pensar não apenas o número de mulheres, mas que tipo de representação estão levando ali dentro. E tinha uma discussão até um autor de chamos supermades, ou seja, como essa agenda do cuidado, ela está presente nesse segmento. Se você faz uma investigação, você percebe que as mulheres conseguem mais participar mais de comissões que são voltadas para o cuidado, seja questão da criança, seja questão da saúde, da educação. Então elas participam, tem menos acesso a outras comissões que estão mais gestantes dentro dessa realidade da cuidada. E eu acredito que a linda instância do cuidado é mulheres de esquerda e mulheres de direita se aproximam. Então eu acho que é mais um corte temático do que qualquer outra coisa. Então esse presente é um exemplo bastante interessante dessa perspectiva da proteção da socialização das crianças que initenta a esquerda quanto a direita. Pegando o gancho do que disse a Luciano, é interessante de fato as mulheres fazem parte dessas comissões ou são convidados a serem secaretárias também desses assuntos e tem um tema da penúltima legislatura, o Creeu, Adeniela Ribeiro, que é uma senadora da Pará Iba, ela foi a relatora presidente da comissão de orçamento. E aí como presidente da comissão de orçamento ela pegou um recurso grande para ir contra o feminicídio e criou um programa chamado antes que acontece. Então é isso que acontece quando você tem uma mulher num lugar de poder desse tipo. Mas mulheres na política, só isso. Isso é bom não para as mulheres. Essa história tem mostrado que uma participação maior das mulheres é bom para a sociedade. Os homens ganham com isso. E essa discussão tem que ser feita não pela lógica de esquerda verso direita, não pelo falar flu na política, mas é por o entendimento do pra que que deve servir o estado. E o que as mulheres na noelatorado feminino, mas concorda é que o estado deve servir oferecer uma vida melhor para as pessoas, oferecer igualdade de oportunidade. Então se a gente esquecer um pouquinho do que virou esse flaflu na política e entender, o que pode mudar na vida das pessoas, a conclusão óbvia é que é fundamental ter mais mulheres na política e para termas mulheres na política não basta apenas elas se candidatarem, tem que não serem tão sabotadas como são sabotadas pelos homens que hoje dirigem a política nacional. Então para quem está nos ouvindo, se você não está satisfeito com a política nacional, vote mulheres. É muito bem. Eu tenho três minutos, eu queria jogar uma pergunta genérica e ampla para a gente projetar para que nos assiste na prática Copa do Mundo Acabou, e a eleição começou. Luciana, a sua percepção da campanha eleitoral em si, aqui saindo um pouco mais a questão de gênero, o que você projeta que deve ser determinante para quem nos assiste observar daqui até o turo, na prática, o que vai definir essa leição? Eu acho que é ter apenas meio um consciência de pensar que vai definir esse 4, 5% aí, que vai ficar o que andando por um lado, o que andando por outro. E eu sempre acredito que esse 3, 4% ele é um eleitorado que uma coisa interessante, ele não é um eleitorado, ele diz interessado, ele é um eleitorado que fica sob pressão, ele ainda não está claro para ele o que ele vai priorizar, ele vai deixar mais para frente, mas ali na vez para ele fica muito sob pressão. O que ele vai colocar aqui, ele vai pontuar e ali as mulheres vão estar, as mulheres de geral retardam mais a pomada de decisão, elas têm mais de uma vida porque elas conseguem poderar mais. E eu vou ao outro dizer, eu acho que a questão do desempenho de presidente, a capacidade, o impacto dessas políticas na gestão do dia a dia delas, isso vai impactar na hora da decisão. Fatisfação ou insatisfação? Sim, lá. Nós temos uma campanha bastante única, não é, a gente tem um presidente da República que não conseguiu trazer um único eleitor do Bolsonaro, do seu opositore, em 22, um presidente que a maioria da população julga, que não merece um novo mandato, o que eu quero dizer com isso, que a reeleição é sobre o incumbente, ou que continuaram não, então ele tem dificuldades, tem melhorado, tem melhorado visivelmente, tem estificado estável, tem metade do eleitorado, não adúvida disso, o presidente Lula que está no campo da esquerda, dessa vez sozinho, ele não tem o cirugômes, ele não tem um garotinho, ele não tem uma marina para dividir esse campo, ele está sozinho com boas chances de ganhar a eleição e do outro lado aparentemente a gente tem um candidato com grande rejeição assim como do presidente, então a gente sai num país dividido, o que a gente viu agora quando os eleitores saíram de flávio por conta dessas crises de campanílio, foram pro branco inulo, então eu ao contrário de muitos analistas assim, a gente não tem a ideia dessa eleição acabar em primeiro turno por conta disso que eu falei do presidente Lula está sozinho num campo e de aumentar em brancos inulos e portanto menos votos válidos, né, e terem dois candidatos competitivos, mas campanha campanha a gente, a campanha só vai começar no dia 15 de agosto, a gente já viu em campanhas brasileiras muita coisa acontecendo, então deixamos a campanha se movimentar para o eleitor fazer a grande escolha dele e eu sublimo aqui a fala do Renato de que precisamos de mais mulheres na política inclusive lembrando que nos judiciaram no STF a gente deixa tem mulheres agora e que Carmen Lucia foi a terceira mulher mais votada como uma mulher mais poderosa Renato, Renato, caiu muito brevemente, por favor, vai ganhar quem é Raminos foi brevi, né, é mais forte, é brevi, bom eu queria agradecer muito aos três, começar pela Luciana Vega, cientista política, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fundação de Aturo Váglos, Luciana muito obrigado, Sila Chumansiou do Instituto de Pesquisa Ideia, Sila muito obrigado e ao Renato Mireles, presidente do Instituto Locomotivo, meu caro, sou em prazer uma honra muito obrigada a prende muito com vocês e há vocês que nos acompanharam até agora uma excelente noite, muito obrigado pela companhia, excelente semana todos

Podcast Summary

Key Points:

  1. Naisten äänestyskäyttäytyminen Brasiliassa ei ole yksiselitteisesti ideologista, vaan pragmaattista ja arkipäivän ongelmiin perustuvaa.
  2. Naiset suosivat Lulaa toisella kierroksella (52 % vs. 37 %), mutta kyse on enemmän antibolsonarismista kuin lulismista.
  3. Naisten korkeampi koulutustaso ja äänestysaktiivisuus (53 %) tekevät heistä ratkaisevan äänestäjäryhmän.
  4. Moraalikysymykset (perhe, uskonto, abortti) ja käytännön asiat (terveydenhuolto, turvallisuus, elinkustannukset) vaikuttavat naisten äänestyspäätöksiin ristiriitaisesti.
  5. Politiikassa naiset kohtaavat sukupuoleen perustuvaa väkivaltaa ja vaikeuksia pysyä vallassa, kuten Michelle Bolsonaron tapaus osoittaa.
  6. Brasilian naisedustus kongressissa on vain 13 %, mikä on matala verrattuna maailman keskiarvoon (30 %).

Summary:

Keskustelussa analysoidaan naisten äänestyskäyttäytymistä Brasilian presidentinvaaleissa. Naiset eivät äänestä ensisijaisesti ideologian perusteella, vaan heidän valintoihinsa vaikuttavat arkielämän ongelmat, kuten terveydenhuolto, koulutus, turvallisuus ja elinkustannukset. Vaikka naiset ovat perinteisesti konservatiivisempia esimerkiksi perhearvojen suhteen, he eivät hyväksy aggressiivista tai vihamielistä retoriikkaa. Tämä selittää, miksi Lula saa enemmän naisääniä kuin Bolsonaro, vaikka kyse onkin enemmän vastustuksesta Bolsonaron misogyniaa ja pandemian huonoa hoitoa kohtaan kuin varsinaisesta lulismista. Pandemia oli vedenjakaja, joka sai monet naiset kääntymään pois Bolsonarosta.

Keskustelussa tuodaan esiin, että naisten poliittinen edustus on edelleen heikkoa Brasiliassa, ja naispoliitikot kohtaavat sukupuoleen perustuvaa väkivaltaa, mikä vaikeuttaa heidän pysymistään vallassa. Esimerkkinä mainitaan Michelle Bolsonaro, joka menetti asemansa PL-puolueen naisjaostossa, vaikka oli tehnyt merkittävää työtä naisten mobilisoimiseksi. Naisten äänestyskäyttäytyminen on monimutkaista ja vaihtelee sosioekonomisen taustan, uskonnon ja elämäntilanteen mukaan, mikä tekee heistä ratkaisevan mutta vaikeasti ennustettavan äänestäjäryhmän.

FAQs

Sato Pisteffi on asumispalvelu, joka tarjoaa koteja ja sujuvaa asumista. Se mainostaa 'huokraa elämäsi koti' -konseptilla.

Sami on henkilö, joka korjasi jonkin rikkinäisen asian joukkaina. Hän on 'talo mestare' eli talon mestari.

Se on iskulause, joka viittaa siihen, että asiat sujuvat hyvin ja vaivattomasti Saton palveluiden kanssa.

Naiset eivät pidä aggressiivisesta ja vihamielisestä puheesta, jota Bolsonaro edustaa. He suosivat ehdokkaita, jotka keskittyvät todellisiin ongelmiin, kuten terveyteen ja koulutukseen.

Naiset äänestävät usein pragmaattisemmin ja vähemmän ideologisesti kuin miehet. He painottavat konkreettisia asioita, kuten julkisia palveluita ja turvallisuutta.

Naiset eivät ole välttämättä lulisteja, mutta he vastustavat Bolsonaron misogyniaa ja pandemian huonoa hoitoa. Heidän äänensä on enemmän protesti Bolsonaroa vastaan kuin tuki Lulalle.

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