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A História do BARBEIRO que virou MILIONÁRIO (Seu Elias) | JOTA JOTA PODCAST #267

94m 17s

A História do BARBEIRO que virou MILIONÁRIO (Seu Elias) | JOTA JOTA PODCAST #267

A transcrição apresenta uma entrevista com um empreendedor do setor de barbearia, fundador de um ecossistema que engloba serviços, educação (com a Barber University) e uma linha de cosméticos masculinos. Ele explica que seu modelo de negócio é baseado em múltiplas verticais que se retroalimentam, como capacitar concorrentes para, paradoxalmente, fortalecer sua própria rede e garantir um fluxo de profissionais alinhados com sua cultura. O entrevistado enfatiza a importância do branding e da criação de desejo no cliente, criticando empresas que negligenciam a experiência visual e a percepção de valor. Além disso, ele detalha como construiu uma comunidade de mais de 100 mil barbeiros no Brasil defendendo a causa da valorização profissional e da melhoria de vida, iniciada com eventos que promovem essa filosofia. A visão central é que qualquer negócio, independentemente do tamanho, pode e deve evoluir para um ecossistema integrado, gerando mais resiliência e margem.

Transcription

16205 Words, 87589 Characters

Portuguese
Tem alguns sonhos que eu não realizei ainda, né? Eu chamaria o assessor do Cristiano Ronaldo, perguntaria para ele como que eu faço para cortar o cabelo do Cristiano Ronaldo. Só falta aí, ele pode fazer algo, ele tem ele. Você é um cara conectado, João. É, eu não sabia que você tinha esse desejo. Ó, ai, ó. Já tem deus mais de 200 jogadores football incluindo o Cráxfono Messi, Nem Marro, Ronaldinho, Gaúcho. Fundador da Barbiaria que leva seu nome. E do maior é com o sistema que Barbiaria do Brasil. Fala estrante nacional, internacional, impactou mais de 100 mil alunos com treinamentos em todo o Brasil e mais de 15 países. Idealizador do Barbidê, maior evento de Barbiaria do Brasil que já reuniu mais de 15 mil pessoas sem dedições. Receba no Jota Jota, pode que acha completa, seu Elias. Eu não ensino coisas que eu não sei. Então, as que as pessoas, elas perdem muito por não se capacitar, por não aprender com quem já fez o que elas querem fazer. Acho que fica muito dinheiro na mesa. Jogado, desperdiçado, por às vezes a gente achar que. Não precisa, que não consegue, que não dá. Pra mim não é. Eu crio capacitação pra minha concorrência. Calma aí, calma aí, está pra muito boa. Capitação pra sua concorrência. Fala um pouco mais disso. Eu não vejo problema nenhum, em capacitar meus concorrentes, em ensinar pra eles, em contar pra eles o segredo. Boa. Como faz pra criar um homem tão espetacular? Como a senhora criou meu pai? E aí, baseado nesses conselhos, eu criaria minhas filhas. O padrão no comportamento de quem tem sucesso é a disciplina. Essa é a frase do meu convidado de hoje, como uma pessoa especial, gosto muito, respeito. Tem um carinho, tem um proximidade. Mas, excelente empresário, um pai dedicado, um líder comprometido e que tem uma história maravilhosa. Antes de falar no Jogado de Podcast, agradecer todos vocês pela audiência mais uma vez, esse é um podcast, que daqui a pouco eu vou falar pra vocês, vou mostrar ali, o aturma que veio aqui, mas sem mais delongos eu vou falar o currículo do meu convidado no dia de hoje. Hoje você vai ter que fazer o podcast com a percaneta, porque eu tenho um papai que é nem torcida também, tá gente? A gente já notava, aprendeu bastante no dia de hoje. Fundador da Barbiaria que leva seu nome e do maior ecossistema de Barbiaria do Brasil. Se ouda Barbour Day University, a maior universidade de Barbérios da América Latina e uma das maiores do mundo e da Babun, marketing cosméticos masculinos de alto padrão. Líder da Codex, mentoria focada em gestão, marketing, excelência técnica, expansão de negócios para Barbérios, eleito, maior empreendedor do mundo, você é toda a Barbiaria dos Estados Unidos, pela ConnectCut, BarberExport 2020 gente, palestrante nacional, internacional, impactou mais de 100 mil alunos com treinamentos em todo o Brasil e mais de 15 países, idealizador do Barbour Day, maior evento de Barbiaria do Brasil que já reuniu mais de 15 mil pessoas em seis edições, autor do livro que está aqui, também, ouze transformar e também a arte de empreender do zero. Já tem de mais de 200 jogadores football incluindo o Cracks from Mass e Nem-Mar, Ronaldinho Gaúcho, especialista em branding, especialista em ecossistema, empresário, ensina vários outros empresários, furou a bolha gente, furou a bolha, e hoje ele é um educador, um mentor, um empresário, que ensina empresários a criar os seus ecossistemas, aumentar sua margem, paturamento, educação, motor 1, motor 2, e assim por diante. Recebado no Jota Jota, pode quejar, completaia, seu elias. - Um glúteo! - Obrigado, obrigado, - E correco, legal mesmo. - E que é de grita, você botou para mim, hein, cara? - Que correco, local. - Pra você está aqui, só aqui abrindo o meu bloco de notas. Então, senhor, espégon, bloco de notas também. Gente do Jota Jota é o seguinte, tem plateia aqui, ou seja, a plateia são convidados, exclusivos aqui do Jota Jota, que são convidados, nos seus elias. Seu elias, porque vamos começar, porque seus elias? - Bom, a minha profissão das mais antigos do mundo, e quando a gente foi criar algo desruptiva, assim, eu procure uma agência de marketing, procurei pessoas especialistas, e, cara, eu quero criar uma barbearia, quero criar algo conceito, quero criar algo bonito, algo chique, que tem estacionamento, barbeiro trabalhando de gravata, negócio diferente do que eu estava acostumado, né? E aí, tomando café, assim, em uma mesa de guardanã, que é uma caneta, uma pessoa que eu procurei, e falou assim, cara, tinha que chamar seus elias. Barva cabê ele e bigó, gente, não trocadilho ainda, eu falei, cara, não tem nada a ver, eu tenho 26 anos, todo mundo vai pensar que eu sou um velhinho, um bobozinho e tal. Não, cara, aí que tas, vai resgatar o velho numa embalagem nova, e não, sem chance, não quero. E aí, cara, passou de matrungar, eu acordo sonhando com aquilo, e aí, eu vou para a internet, seu elias, eu acho um butéco, você naonde, no Brasil, chamado seu elias, está vendo? Seu elias, seu elias, não dá. E aí, no outro dia, falei, cara, eu não saio da cabeça, pegou, eu não me fácil de falar, tem a ver com barbearia, você lembra de ser, de barbearia, você lembra do seu zé, do seu jão e tal. Sim. E aí pegou, cara, aí foi isso, fizendo uma marca, lançamos, pelo cura. Seu elias. Seu nome elias, né, fala para todos. Elias torres da Silva. Que é isso? A gente pensa que aí, meu pai, meu voo, meu tio, é aí, meu, o que eu pensava de você falando, mas, né, se fosse seu. Não, quase, ficando velho já, né, agora, pode ser o seu, seu joel. [risos] Não jota, jota, seu jota. Preparam a papel mecaneita porque a gente vai falar sobre ecossistema, negócios, marca, brand, marketing, logístico, que eu passo pela vida, é, do convidado, e mas vai ser um. vai ser um. eu posso clasificar como uma expansão da sua consciência com relação ao seu negócio. Eu queria começar do fim, cara, em que iria não quer, né? Então, eu quero começar do fim. Eu quero que já, galera, já sinta aqui o peso. Seu é. Eu quero. Eu quero. ver o seu éco-systema, hoje, tá? E aí, a gente, lá para a essência, lá para o começo, lá para. para o nascimento. Seu éco-systema, hoje, ele é composto de quantas verticais e quais verticais, tá? Hoje, são 28 frontes de negócios, né? Todas elas ligadas, por favor. E esse éco-systema, ele é traicionado por três motores. Tá bom. O motor número é serviços, o motor número 2 é uma educação niixada, o motor número 3, cosméticos, e o motor número 4 é uma educação muito setorial. Tá bom. E aí, ele dentro, a gente tem desde formação de profissional até Mastermind para dentro do segmento, e a gente ensina tudo que ele precisa para escalar o negócio, para cortar melhor, para fazer atendimento, para se posicionar, para trabalhar brand, para trabalhar posicionamento, e aí, com a linha de cosméticos, a gente alimenta tanto nossos clientes lá na ponta das barbearias civiliza, quanto os alunos e os clientes deles também. Então, tudo nosso transita, tudo nosso conversa, uma coisa ou para outra. Seu lhes, você não atende apenas o setor da barbearia, você hoje atende o empresário. Então, você divide, assim, ó. O nicho de barbearia, ele atendido 360 graus. Sim. O nicho do empresário, ele atendido do ponto de vista, de tudo que se aprendeu a fazer aqui, ó. Como você construir um ecossistema 360 graus para o barbeiro, você consegue ensinar todos esses empresários, também construir a consistência. Eu estou certo, Ernesto. Certíssimo. Bom, falar então de ecossistema, tá? Muito se fala de ecossistema. O que você define como ecossistema, e por que que todas as empresas deveriam pensar sobre isso? Tá. Ecossistema é um conjunto de frontes que se retrolimento. Ou seja, por exemplo, se eu tivesse uma barbearia, uma loja dessa ir, uma borracharia, uma loja de sapato, eu era um multimpresário. Exato. Eu tinha vários negócios. Essas coisas, elas não transitam entre atos. Agora, quando eu crie uma barbearia, quando eu crie o capacitação para a minha concorrência. Quando eu crie o capacitação, eu trago profissionais que aprenderam comigo para trabalhar dentro da barbearia. Calma aí, calma aí, sapato é muito boa. Capastração para a sua concorrência. Quando a gente, às vezes, começa a ensinar, a gente tem medo que as pessoas, as vezes, copiam a gente, fazem as coisas parecidas com a gente. Eu tinha esse medo. E aí, engraçado que quando eu tinha esse medo, eu tinha uma loja hoje, e hoje é um ecossistema com 28 franjinha e gosto. Eu não vejo o problema nenhum, em capacitar meus concorrentes, em ensinar para eles, em contar para eles o segredo, sabe o tempero ali que a gente faz e tal. E quanto mais eu faço isso, parece que mais gente chega. Mais coisa acontece, mais frente a gente abre isso para mim. É transformador, porque quando eu estou ensinando para eles, eu estou ensinando pessoas também que nunca vão ser meu concorrente. Mas que podem ser profissionais que trabalham comigo, entende? Então, a maldor do meu segmento hoje é profissional. A minha é menor, porque eu não tenho dificuldade nenhuma em arrumar profissional. Se saiu profissional, eu pego uma lumeu, que aprendeu comigo, que tem minha cultura, que tem meu modelo, que tem minha essência ali, e coloco para trabalhar comigo. Então é consistência meio isso. Você criar soluções para atender o mesmo cliente. Então, por exemplo, quando eu crie o produto, eu vendo o próprio cliente, vendo os meus alunos, e eles vendem para os clientes deles. Quando eu crie uma conferência, eu pego todo mundo, que encontrou o produto, que fez o primeiro curso, que fez o segundo. Quando eu crie o mentoria, eu pego esse cara que aprendeu, a cortar melhor dentro da minha universidade. E ele teve muito movimento, eu cheguei um problema para ele, de gestão financeira. Então, ensino ele a fazer de gestão financeira. Ensino ele a liderar, ensino ele fazer marketing, melhorar o brand, melhorar o posicionamento dele. E isso vai se retroalimentando. É uma cadeia, uma coisa valimentando a outra. Eu acho que respondeu a sua pergunta, né? Por que que todo o empresário deveria ter? Porque, quando se o perem é consistência, você opera numa outra camada, você tem mais independência emocional, ou seja, se um negócio está devagar, você não fica tão chateado. Você tem outro que talvez vai suprir que ele lhe lhe lhe lhe vai mandar cliente pra aquele outro negócio. Então, assim, você tem mais margin, o setor de serviço do meu segmento é uma margem muito pequena. Só que quando eu pego educacional, que está progado, o pego cos médico que está progado, o pego tudo isso que está progado, uma margem do ecossistema inteiro, ela é muito maior, entende? Então, eu acho que, acho que todo o negócio pequeno grande, tem potencial para virar um ecossistema. Deveria começar a pensar em ecossistema, às vezes, se eu pessoa "ah, meu negócio é muito pequeno", coisa mais pequena que uma barbiaria, talvez é difícil até te achar. Sim, é, a gente conseguiu ver tantas frontes de negócio e se deixar, eu crie o coisa nova todo dia, cara. Se deixar, a minha mulher fica me freando ali em algum simnamo, chega, calma, vão focar nessas outras coisas aqui, que eu gosto disso. Vamos fazer o seguinte, então, alguém aqui que é dentista? Adentista. Tem algum médico aqui? Médico. Tem algum corretor de móveis? Corretor de móveis tem? Mobiliária. Tá bom, mobiliária. Corporador. Incorporador, legal. Tem alguém que é psicólogo, ter apelta, educador físico, os educadores físicos, sou conheço aqui, legal. Tem alguém aqui que é. Astronauta? Astrona. Tem alguém aqui que. Ah, tem uma boa aqui. Tem alguém que tem alguma loja física? Loja física. Tá bom. Que não tem franquia, mas gostaria de ser franquia? Tá, ele levantou, legal. Tudo isso aí, ó. Você consegue ajudar? Exatamente. Pega alguém aqui que não tem braço educacional na sua empresa, mas gostaria de criar um braço educacional na sua empresa? Consega ajudar. Tem alguém que não tem evento no seu setor. Você não tem um evento, sabe, evento de comunidade galera que não tem gostaria de ter, deixa eu ver. Que evento cria comunidade, comunidade, protége de defenda marca. São todas essas questões e atúmas que está assistindo, escutando todas essas questões, você consegue ajudar. E muito mais. Exatamente. Aliás, ó, não vai por aqui, quando eu vou criar um produto, vai por aqui, por exemplo, eu vou fazer uma pergunta. Imagina o seguinte, eu sou um personal trainer. A pazera da Linha, tudo personal trainer. Legal, conheço. Eu sou um personal trainer. Quero criar uma marca de suplemento. Vou pro mundo dos produtos. Fala três coisas assim que você sabe que seu ele fizer certo. Ele vai ter vantagem com o petitiva e a maioria erra. Ele pode ter o melhor pretreino do Brasil. Ele pode ter a melhor creatina do Brasil. Ele vai errar na marca. Ele vai errar em que o marca feia, marca ruim, não vem de nenhum melhor produto. Então, eu começo sempre pela marca. Então, eu vou avaliar a identidade visual logo. Eu vou ver se isso tem, se gera desejos nas pessoas. Marca para mim, precisa ser atraente. Sexo. Marca que é atraente, sexo, ela vai por coração do cliente. Não vai para a cabeça. Ou seja, então, eu começo por aqui. Cria a marca, cria o nome, registra, faz toda a identidade visual, faz todos os protótipos, todos em balais. Não lança e vai procurar os fornecedores. E aí vai procurar preço. É uma. É uma. É uma. Como eu digo, né? É uma sequência de coisa que tem que fazer. Terceira coisa, um lançamento. Programa um lançamento, chamar pessoas influentes. E quando a gente fala pessoas influentes, eu não estou falando só. Por exemplo, o Baza Dondo da Dairão Berge ali, ou então o Cariane. Não, caras vezes tem os personais, lá da sua cidade, que são pessoas influentes. Eles são micro influenciadores locais. E aí uma festa grande, um negócio legal, um espaço legal, com música, com DJ, com identidade visual, com painel de lédia, com tapete vermelho, com fotógrafo, videomaker. E aí, mais influenciadores locais, tá lançando a mar. Agora dá escala nisso. Aí vai pro ícôme-se, loja. Vai ter loja física, distribuição, nível Brasil. É isso. É o que eu fiz no meu cosmético. Caras. Exatamente assim. Muito bom. Porque olha só marca, branding. Depois, vai pro fornecedor, faz uma bata de uma festa um lançamento, assim, pudiente. E vai. Manda produtos de presente para influenciadores de nível Brasil. E aí vai para escala. Para bancar um negócio desse, o teu motor não tem que estar funcionando. Ou você tem que estar acumulado o dinheiro, tem que ser bom em venda, tem que ser bom em recorrência. Tem que ser um baio de empreendedor. Porque tem gente que palha num lado aqui, nas vendas. E já quer criar um novo produto aqui e falha de novo aqui. O que você vê de erro, assim, quando a pessoa quer, por exemplo, criar um produto, assim. O primeiro erro que ela não deve cometer. Quando ela quer criar um produto. Ela vai criar um produto físico ou qualquer que seja. Não é rame isso. Você falou que são as coisas importantes para acertar, mas o que não é? Aqui não deve errar. Cara, eu acho que tem que criar algo que não seja tão. Como eu digo, comod, por exemplo, sabe? Todo mundo tem. Não tem diferencial. Competitivo não tem uma. Não resolve uma dor, talvez, do cliente. Eu acho que isso aí é um tiro no pé. Então, quando eu vou criar alguma coisa, vou falar, "Cê vai acertar em escala, "Cê vai acertar em escala, " "Cê vai acertar em escala, " "Cê vai acertar em escala, " Eu preocupo muito com isso, cara. Na geração de desejo, na geração de percepção de valor sobre aquilo que a gente está criando. Isso diminui muito tempo de decisão do cliente comprar ou não, sabe? As coisas que são bonitas, que são. Não só que resolve o problema, mas que tem esse outro lado atraente, assim, ela resolve muito a sador. Então, eu não arraria de jeito nenhum, uma percepção de valor, voltando ali o brand, eu acho que isso é muito forte dentro de mim e não como o característico, eu sou bom nisso. Mas isso queima no meu coração. Não sei fazer nada de qualquer jeito, nada feio. Eu gasto muito com a identidade visual, papelaria, sabe, com a experiência do cliente. Esse dia, eu fui tomar um sorvete numa sorveteria, até fiz um vídeo falando sobre isso essa semana. E aí, minha filha estava linda, foi ele filha. Deixa eu tirar uma fortinha, suai, tirei. E eu não estou falando mal da sorveteria, porque é um sorveteria muito boa. Mas aí, em balagem, era um isopo branco, sem alogo, sem nada. Um sorvete era um sorvete comum. Eu postei a foto, por isso, eu tirei a foto, por isso. Não vou apostar. Sabe, não está legal. E aí, eu fiquei imaginando, mandei da Iá, falei assim, "Aa, coloca pra mim esse porte de sorvete maravilhoso, coloca uma marca traente, faz um pote mais bonito, com papel, mais grosso, sabe, coloca um canudo diferente, coloca uma cobertura especial, deixa esse produto Instagramável. Ela me devolviu uma foto. É linda, eu falei assim, cara, já pensou essas. Donde essa sorveteria não tivesse errado em branding, ou tivesse tido uma consultoria, ou direcionamento de alguém que tornasse esse produto Instagramável. Não tinha só eu, lisa e me esposa, mais umas duas pessoas aqui dentro. Talvez isso que estava lotado dando fila. Como tudo que começa muito bem, tem fila no lançamento. E às vezes, essa fila não permanece, que aí deixa cair qualidade. Sabe, não treina o time, não treina uma. Não crio um pop ali, que é o procedimento operacional padrão. E aí vai perdendo qualidade, e aí as pessoas acabam fechando negócios. E é muita coisa. Esse é o tipo de orientação que vale a pena pagar para ter. Vale a pena confiar para ter. Vou fazer só uma outra aqui, por exemplo. Imagina que atoma aqui que tem um evento, comanidade. Porque é só. Vamos falar um pouco de número aqui. Você tem um evento para barbeiro. É. Nichu do nicho do nicho do nicho. Outras pessoas vão ter um evento de barbeiro? Depende do evento. A gente tem um evento de 25 até 4 mil pessoas. 4 mil pessoas. No mesmo lugar. Se ano foi no vibra, que é o barbeiro deicon, o infernici. E aí 4 mil pessoas. Porque se tivesse isso, faz para 5 mil, você coloca assim como eu. Varia para 5 mil. Eu queria fazer isso para 7, mas aí eu falava "Não, México isso, cara. Não faz para 7. Vai para 4." Faz lá no vibra. É isso. E. Como que a pessoa pode conseguir agora comunidade? Você é um cara muito bom de comunidade. O que tem numa comunidade? "Você, olha, eu vou criar uma comunidade." Não é bem assim. Quais são as premistas? Quais são os credos, a cultura, a filosofia? Primeiro não é assim. Acordei e vou criar uma comunidade. Hoje, eu vou criar uma comunidade. É um processo que leva anos. Para pelo menos, se quiser quiser uma comunidade forte e robusta, comunidade tem que ter causa. Comunidade tem que ter. Tem que ter um líder que representa aquela causa da comunidade, tem que defender uma causa. Por exemplo, a causa que eu defendo. Cara, o barbeiro tem que mudar de vida. Tem que conquistar coisas. Tem que morar numa casa doida. Tem que ter um carro bom. Para mim, era uma humilhação muito grande. Eu ia entender um jogador de futebol, tinha um fórde de carros de 6 mil reais que bibi, fumava e domina a rua. Não eu, tá, gente? O fórde de carros. Eu vi um jogador de poxa para as gintes. Por que que o barbeiro não pode ter isso? Eu ia entender os caras em condomínio fechado nas casas lindas, lá dos condominhos de BHV. Por que eu tenho um bonadiloguel? Eu comecei a defender isso. Nos primeiros vídeos que eu falava, eu falava, cara. O barbeiro tem que ter sim em ter casa própria, ter carro, ter casa doida, viajar para a Disney. Não é só viajar para a Disney. Tem que dizer que o tipo de profissional pode ter um Rolex. Ele pode comer dos melhores restaurantes. Vem comigo, eu fui criando isso. Entendi todo o evento, eu falava isso. E aí, cara, foi crescendo aparada. Eu já amo a comunidade mais de 100 mil barbeiros no Brasil. É, mas tudo começa com o evento. O evento pequeno, a associação de imagem, trazendo pessoas da sua área ou não para a transferência de autoridade para essa associação de imagem. Aí esse evento um ano, ele é menor. Talvez com o tamanho que a gente está aqui. Mas, em na próxima edição, cara, você vai trabalhar para dobrar ele de tamanho. E aí, traz uma pessoa mais famosa que você, a autoridade dela vem para você e aquela troca do segmento que você está ou não. Por exemplo, o dentista, tenta levar o Igor Alves dentro do evento, tenta levar o. Não sei quem lá, do que é muito famoso, no segmento. Paga 800 mil na palestra do Joyal Jota. - Esses. - Paga 800 mil na palestra do Joyal Jota. E aí, cara, você vai criando isso. E faz uma camisa, bota para todo mundo vestir e fala que é uma comunidade. Eu nunca estudei comunidade, só, para criar uma comunidade. - Sim, eu perdi o que eu vi. - Eu perdi o cara a viver. Eu vejo muitos criadores de comunidade que tem muita teoria. Mas você vai ver a comunidade, o cara tem de 100 pessoas. É uma mini comunidade. Mas quando você crie com naturalidade, vai fazendo as coisas acontecendo com muita verdade. Eu acho que a parada acontece, assim, muito natural. Mas tudo começa pra mim, começa com o evento. Pa, eu vou querer que você fale aqui da tua mentoria, pra galera que está assistindo. E eu vou pedir pra você, a gente vai colocar aqui um link pra atuar uma sem escrever. Mas antes de você explicar da tua mentoria, você tem um lado muito forte também. Família, espiritualidade, que, por exemplo, você não abre mão. Você não só, você é um excelente homem de negócios, mas você não é só um homem de negócios. Você tem transformações reais profundas que você faz na vida das pessoas, através da família, você não abre mão com essas pessoas cuídios dos seus filhos, que protejam sua festa, sua espiritualidade, que quando uma pessoa escolha um mentor, você também tem que saber essa, esse lado. Eu gostaria que você fala assim, um pouco disso, da tua relação com a tua família, com a tua. Quase que você acredita que você defende, você protege, porque isso vai fazer diferença na escolha de quem vai falar, "Eu quero caminhar com seu Elisa, eu vi verdadeiro, eu gostei nisso dele." Cara, pra mim, tudo isso que a gente está falando aqui, Rolex, avião, casão, dinheiro, pra mim sem Deus, você é a futilidade, total. A gente vê muitas pessoas, principalmente, que em alfa, riquíssimas, melhorárias, que tem que. Tem que ter que. É só aí. Então é uma vida meio cinza, sabe? Uma vida meio estranho, uma vida meio. E eu não quero falar aqui de greja ou de. Não, eu estou te falando de encontrar sentido, não que faz, verdade. Então, pra mim, pilar que a gente tem em casa, Deus, assim, de todas as coisas, né? Em segundo lugar, vem a minha esposa, não. não. No que cite "familha, vem a minha esposa, como mulher, como mulher dos meus sonhos, como uma menina que fez tudo acontecer do meu lado, na sequência vem minhas filhas, depois vem meus pais, e depois vem em todo o resto. Trabalho, e greja, todo o relacionamento. Repara que eu não coloquei Deus em quarto lugar, Deus em primeiro, e greja vem em quarto lugar, mas não significa que eu não vou na igreja, né? E tudo que a gente vai fazer no mundo dos negócios, é pautado nisso. Então, por exemplo, se eu migro do simples nacional pro lucro real, eu vou ter que pagar muito mais imposto, eu vou ter que aumentar a minha magia e não vai dar, porque eu vou perder muito de imposto. Mas, às vezes, me oferece, em talvez, uma manobra contábil pra eu abaixar meus imposto. Cara, eu sei que isso é muito comum, mas eu sei que isso não devo fazer. E não é porque eu vou na igreja, porque não devo fazer, cara. Saber, eu não faço. Eu prefiro, esperei minha magia, ganhar menos, mas manter minha consciência tranquila, deitar, dormir, saber que a receita federal não vai bater na minha casa, vai dar tudo certo. Por exemplo, tudo que a gente faz é pautado nisso. Então, eu sei que lá no meu cosmético, se eu mentir pra envisa, falando que não tem uma matéria prima, mas que, de fato, tem, eu não vou dormir em paz, eu não vou ter tranquilidade em vender aquilo ali, então, a gente prefere vender menos, mas não falar mentira no produto, falando que tem alguma coisa que não tem. Isso não é ser santo, vamos dizer assim, eu sou santo, não é isso, cara. Eu aprendi assim, é assim que eu tenho construído a minha história, meus valores, meus princípios, a gente, como família, não abre mão do tempo do casal, por exemplo, porque a gente trouxe a minha sogra pra cá, pra que a gente tenha tempo, já não tá. pra que a gente tenha tempo de ir para uma pousada, ficar dois, três dias, só nos dois sem criança, esses dias eu tava numa viagem e aí, Liza tava no andar debaixo da casa. Eu tinha lido pra elas, um versículo, e eu falo que a gente tem que fechar a porta do quarto, quando eu vou falar com o papai do céu, aquela coisa toda e tal. Ela falou com a clarinha, falou assim, clarinha, da licença do quarto, eu quero falar com o papai do céu. Ela saiu do quarto, a mais uma viação do quarto, ela fechou a porta, ela pegou a Bíblia, não sabia ler, tinha cinco anígidade, abriu a Bíblia, alguém viu esse vídeo, meu Instagram? Abriu a Bíblia, simulou que tava lendo, igual eu faço, simulou a leitura, fechou a Bíblia, colocou na instante, ela colocou na cama, começou a falar com o papai do céu, a gente ouviu que ela tava falando, de repente ela jueia, coloca a texinha no chão, começa a orar e levanta, tipo enxubando as lágrimas, assim, ela tava chorando ali, falando com o papai do céu. E aí, quando ela sai, a outra viu, o exemplo dela, foi lá e fez a mesma coisa, pegou, e tal, ourou, e tal, o cara aqui no enxobro, de tanto alegria, eu falei assim, não é só ensinar o caminho que ela deve andar, é ensinar no caminho, porque ela me vê fazendo isso. Ela me vê falando com Deus, ela me vê orando, lendo à Bíblia para elas todos os dias, e tal. Então, é muito legal ver o fruto disso, você carregar isso e tal. E valores de princípio, cara, ele não pode estar em trínsico, só quando você tá na sua parte religiosa, ela tem que, ele tem que, ele tem que reger todas as vertentes ali da sua vida, se ela não é consistima, familiar, tem que estar em trínsico ali, se é no, se com seus funcionários, eles vão ver isso, ela não adianta você pregar uma coisa e viver outra e falar outra, né? Então, a gente é muito criterioso com isso e volta a dizer isso, né? Não faz melhor do que ninguém, isso não faz ter uma metodologia de vida, que eu acredito, que eu gosto, que eu ensino para elas, que eu aprendi assim, eu tive um privilégio maravilhoso de ter bons pais, e minha esposa teve privilégio maravilhoso de ter bons pais também, e a gente é fruto disso hoje, né? Então, eu não quero que as minhas filhas não tenham o ensinamento que eu tive, né? Desculpe, eu não quero que elas não tenham o ensinamento que eu tive, quero que elas cresçam, né? Nessa mesma mentalidade que é nosso. Muito bom, muito bom, excelente. Perguntei isso porque as pessoas vão querer saber mais ainda do que você acredita. Então, essa cabeça de acusistema que você construiu o maior, mais completo, 360 graus no mundo da barbiaria, você consegue emprestar essa cabeça pro mundo dos negócios. - Estou pronto. - Aliás, você diga. - Nego, você diga. - Só muda o. - O niche o método é o mesmo. - Qual foi o momento que você percebeu que deveria construir acusistema? Porque você não nasce como o acusistema, você nasce como um barbeiro. - Tô certo, né? - Total. - Ou já nasceu com o cabeça de acusistema? - Não é igual, nasceu com o cabeça de cortador de capino. - Tá. - Acho que não teve um momento assim, sabe, eu digo, cara, eu vou criar um acusistema. A gente foi criando coisas até que no início era até muito meio desorganizado, se eu não tinha essa visão 360, assim, de tudo que a gente estava criando. Primeiro coisa que a gente criou foi um curso. E aí, depois de tanto fazer aquele curso, isso se tornou eventos pelo Brasil. E aí, de tantos eventos crescerem, eu fui para a forma e capacitar e quando eu voltei, falei, cara, preciso criar um modelo educacional que tem na fora, a academia física. Aí nós criamos uma academia física. E aí, de tanto, e criando aqui, nós criamos uma conferência. Eu fui criando coisas. E quando eu vivo assim, cara, que isso é um acusistema, porque está tudo complementando uma coisa com a outra, tá tudo. E aí, o Cosmético veio, depois que eu fui fazer um evento em Santa Catarina, e aí eu estava palestrando, e tal, em hora do almoço, tinha um estândil a fora com produtos de cabelo. E o cara falou comigo assim, "Ele é isso, use esse produto para mim lá no palco, porque eu estou com um estândil, que eu queria muito vender isso, até te fiz vender e tal." Eu falei, "Beleza, bem, dá que esse zero maldade comercial, vamos dizer assim, folhar o seu produto." E aí, 18 horas na hora da eu ir embora, eu passei assim uns vendedores, suco com as caixas, eu estou tudo vazia, tudo muito feliz, todo mundo alegre. Eu falei assim, "Ei, rapaz, deu certo, eu acamei a mochila nas costas e ir embora." Mas tu é, desculpa, Santa Catarina, no nordeste. Mas tu é, "Dôito, não tem naoção do teu potê divendo, rapaz." Eu falei, "Mem, vem, vem, vem, de tudinho." Eu falei, "Olha só, interessante, mas. " E aí, eu saí da líquia, "O que, cara, eu vou criar minha linha de Cosmético, vou criar uma linha de produto." E aí, eu falei, "Entanto, a dificuldade, né?" E aí, eu falei para um médico, "Estava no vertical, falando assim, "Cara, o que você não queria uma. uma indústria formasseu, o que eu para fazer manipulado?" Eu falei, "O que eu vou num médico, ele me dá uma receita, eu gasto 2 mil de manipulado." "O que você não cria o seu?" "Ah, mas é muito difícil e tal, o CRM não deixa. " Eu falei para o dentista, "O que você não cria uma marca descova de dentes, uma uma. um creme dental, alguma coisa para você alimentar o seu cliente ali, né?" Aí, "Está pensando sobre isso, vou caro, não conseguir ver essa ideia, "não que a gente tinha nem pensado nisso, mas é muito caro, "não faz gente tudo é caro, tudo é difícil, tudo é complexo, "tem a visa, eu enfrentei a visa, enfrentei tantos desafios, "para criar um produto, né, mas criou, está funcionando hoje, "fatura mais, que eu motor um, né, e tem escala para o Brasil todo, "e até fora dele." "E do que a sal?" "Não, o produto, produto de cabelo." "Pai, que é uma linha, né?" "Que é uma linha completa para o homem." "Cabeiro, cabelo, barba, creme de pele, que é o que ele precisa." "Fatura mais que motor um?" "Fatura mais que motor um." "Margens melhores, entendeu?" "Onde é?" "Onde você tem sedes, filiais, franquias, "quanto é esse modelo do motor um?" "Tá, motor um, a gente começou com lojas próprias, né, "e aí, teve um dia que eu falei, cara, "vamos criar uma franquia, porque todo o nosso modelo de negócio é desenhado "para ser uma franquia desde o início." "É, verdade." "Só que eu nunca quis isso, por causa das margens mais baixas, "e aí, até numa conversa com o Fláver, "me tirou de cabeça." "Por causa de franquias, e tal." "E aí, nós já tinham os vendidos cinco franquias." "Então, a gente pausou as franquias "e continuamos a escala com lojas próprias." "Então, hoje nós temos lojas próprias e franquias, "mas não pretendemos, pelo menos, "por agora, soltar 100 lojas no Brasil, "tá, por causa de margens, né, "e a complexidade ali do negócio entende." "Tá, então vamos lá." Você fez o serviço isso? "Pra primeira camada que você fez, "fuer coisa óbvia rápida prática, "você sabia fazer uma coisa, "cortar cabelo, fazer a barba, "deixar a pessoa, após um rosto bonito, "benho morada, confiante, "o que a gente faz, normal." Depois você foi para produto. Você percebeu que se usava o produto dos outros, "er, se você usar seu seu produto, "e esse é legal, porque produto por produtos, "as pessoas iam usar, então, que seja o seu, "cato a marca, quatro, ou." A verdade, depois eu fui para o educacional, comecei a fazer eventos, e aí depois, dos eventos que veio o produto. Então, aí, então você quer um evento educacional para atrair pessoas e para os seus pras lojas. Isso. E também ensinar. E também ensinar aquele legal que tem mais que é bacana. Depois disso, você faz o quê? Você quer ir à linha de produto. Isso. Depois que você quer ir à linha de produto, você já ficou conhecido. Quando é que entra que o jogador de futebol, quando que entra que a galera que, porque corta sempre com você, jogadores começaram em 2008, 2009, desculpa. Eu estava lá trabalhando, cobrava 12 reais, um corte cabelo, baberinho de bairro com um, ali. 12 reais. 12 mil reais. 12 mil reais. 12 mil reais. 12 reais. Alguém já pagou 12 reais para cortar o cabelo passado, hein? Era essa faixa de preço. 12 reais? Por que eu. Curosos, acho que eu estou com a costa, cortar um cabelo hoje. Aqui, eu favi 150, mais em BH 90 reais. E aí, cara, eu estava trabalhando uma tarde, ali, normal, cansado, e tal, que chega um segurança do Atlético, com uma criança. E ele foi o cara da para cortar o cabelo desse menino, foi claro, pode ser daqui. E aí, comecei a cortar o cabelo do menino, me initava meio agitado, meeneirvoso, rasgou, me reservista, tudo, chupou pirulito, bala, acabou com tudo, de hubo água no chão, fez aquela. Aquela é o gazar, né? E aí, quando terminou, ele foi cara, esse menino é filho do marcho, era o uso. Foi o jogador do Atlético. Foi legal, nem sabia quem era o macho, cara. Eu não era pegar a futebol. E aí, quando terminou, ele foi cara. Depois, traz o macho aí, para cortar com a gente, então, não, pode deixar que eu vou trazer assim, então. Porque o meu parme se inou, joia, eu fui tratar sempre todo mundo, igual e mesma coisa. Eu não cresci aprendendo a fazer a sepção de pessoas. Então, se era um cara de carro velho, se era um cara de porche, se era uma pessoa de bicicleta, eu tratava todos iguais. E aí, ele foi muito bem tratado, como todo mundo, depois ele todo mundo, depois ele trouxe o marcho. E aí, o marcho gostou, e aí teve uma synergy legal, depois o marcho me chamou para a ICT. Eu fui atender os jogadores, depois começou uma. Um jogo de indicações ali, aí, cara. Aí foi todo o time do Atlético, todo o time do cruzeiro, profissional. é, jogadores do América, depois, vê se ele é um brasileiro, por quatro vezes, aí depois vê o Neymar, depois vê o Messi, nem o Messi de novo, ou. Ai, carrer a vez, eu pás. E o Messi foi onde? Messi a primeira vez foi em 2014, no Mundial, eu já tinha aberto os seus alheídias, eu estava com uma dívida de 600 mil reais, parcelado, que era loucura toda e tal. E aí, eu trabalhando, eu vi na televisão que o Messi pousou em BH. A seleção a gente não pousou em BH. E aí, eu vi aquilo ali, cara, cara. Já pensou se eu cortava os cabez do Messi. E aí, eu vi que ele estava no CT, que eu ia toda semana. E aí, eu fui pegar meu telefone, liguei para o Supervisor General, foi o caso aberto. Eu vi que a seleção a gente não chegou, se precisar de um profissional, eu to aqui. Eu quero ir e cortar o cabelo da gente da seleção. É claro, ele é isso. Não vai ninguém me acordar o cabelo aqui, é não ser você, pode ficar tranquilo. E aí, eu trabalhando, 2 minutos depois eles me ligo. E aí, eu fui não para cortar do Messi, cortei do de Maria, do Aguero, do Lavés, e de todo mundo da seleção. E eu fui 13 vezes ao centro de treinamento. Na última vez, na última vez, aí eu cortei o cabelo do Messi. Cheguei a atrasar 11 minutos por causa do trânsito, nervoso, comecei a colocar os negócios em cima da bancada, deixar tesoura cair, e eu tava nervoso, aí ele calma a irmã, não tranquilo, não é problema, não, tu estou nervioso. Não, não é problema. Não é Messi, não é esneimar. Esmesse, porque eu nem mais, eu já tinha cortado, nem me vocei foto. Para aí, aqui é progê-lo, e aí, cara, eu corto no cabelo dele, lembrava da minha dívida, lembrava o tanto que ler a rico. E aí, pensamento intrusivo, pulando a cabeça, pede ali 600 mil em prestado, e aí, tá repredido, rapaz, e aí, pede dinheiro em prestado, me dizer "Cô, pidi-lo". Não, tá maluco, joia, é pra minha pã. Eu não te peço nem foto, rapaz, eu não pidi dinheiro com Messi, eu tava grato, você pediu. Comércio, tem que ser itinhos aí. Todo duro. Imagina, é, tudo em permuta, permutere de cabelo, é a três gerações que é o elumércio. Ah, aí, cara, eu tinha um fit, um 100% financiado, devendo até os cabelos da cabeça, cara, sai de lá, falei assim, "Dê-os, abençoe essa foto". Pai essa foto muda a minha história. E aí, visionário, eu já era um cara visionário, cara. Porque eu peguei aquilo ali, mandei numa assessoria de imprensa, falei assim, cara, eu quero que você coloque essa foto em todas as matérias que você conseguia nível nacional, internacional. Foi o que aconteceu aí. Me colocaram 36 matérias nationais, 8 matérias internacionais. Eu fui na Globo, fui, em GTV, fui várias vezes. E aí, como é o chocado? SBT, aí, eu estava com 15 mil seguidores, foi pra 40, 50, 60, 100, 200, 300, como a loucura. Sim, loucura, loucura. Aí, fui chamado pra na Fátima Bernadis. Aí o Brasil vai perto de 7 a 1. Eu tava num aeroporto pra aí na Fátima Bernadis, da entrevista e tal, aí me cancelaram. O progno é um Brasil perdeu, não tem clima mais pra falar de "Bol, loucura, eu voltei pra trás, cabas baixo, aí eu tudo sei." Cara, mano. Que história. Você obviamente não corta hoje? Não, hoje não. Hoje não mais. Mas se fosse cobrar de 12 reais, quanto quer cortar o cabelo? Então, eu tenho uns serviços que eu sei o Elisex Pionis. De vez em quando vai um doido ou outro lá, que quer falar comigo e tal, e aí é uma reunião que eu faz de 2 horas o cara cortou o cabelo aí, 10 mil reais. Ah, então é. O cortar o cabelo é um pretesto, né? É, exatamente. Bate um papo com ele. Exatamente. Geralmente empresário. É empresário que eu falar de acosistema, que eu falar de escala, que eu falar de criação de braço educacional e tal. E aí a gente troca uma ideia, o cara tem muito roi. Pô, mas cara, 10 mil, 2 horas. Dá pra ser assim, né? É até 2 horas, né? Mas mesmo, a hora e meio e tal. O cara for muito chato, libera ele em 40 minutos. Mas é um investimento que vale a pena. Que vale a pena? Me dizem que sim. Me dizem que sim. Por empresário, né? Vóxico, quem empresário, imagina, vou ali, cortar o cabelo. Ou eu vi o seu Elias. Provavelmente ele deve ter assim umas 2 ou 3 perguntas na cabeça dele. Exatamente. E o outro cara fala de emgar. Resposta é bem maior do que 10 mil reais. Já tive cara falando de cara, eu não quero cortar o cabelo. Eu falei, "Pô, aí é mais cara, aí tem que cortar, pra ficar mais barato." Mas aí troca uma ideia e tal. Não é um negócio formal, é uma mentoria, não. É um cabelo de 10 mil reais. Eu não corto, mas se quiser que eu corto, eu isso valor. E aí eu falo, "Cê, cara, se for pelo cabelo, não vai não, cara." Mas se for pra gente trocar uma ideia e tal, eu acho que vale a pena. Porque se for pelo cabelo, pode pagar 150, vai cortar. Mas eu acho que você. É legal. Você não faz muito isso, né? Não tem muito tempo, né? É uma coisa mais que se escolhe. É uma coisa que você ama selecionar, a pessoa vale a pena e tal. E vale a pena e faz. Não é um foco agora também, entendeu? Sim. É uma coisa nessa vibe de. de ficar fazendo isso constantemente. Então vou voltar pra cadeira, ó, que eu não quero mais. É assim como, por exemplo, eu não sei se tem alguém dar a Aralodontologica aqui, é dentista e barbeiro no passado, arrancava dente e cortava a cabelo, né? Era uma função meio dividida. E o tempo passou e o desafio continuou mesmo, né? A cadeira, por exemplo, dentista tem muita dificuldade de sair da cadeira, assim como profissional do meu segmento. Eu consegui fazer isso. Eu consegui sair da cadeira e deixar o negócio funcionando. Se eu voltar a atender, é que eu vou fazer? Vou voltar pra cadeira e é algo que eu não quero. Eu perco muito tempo fazendo isso. Então não é algo que interessa muito voltar mais, entendeu? Muito bem. É excelente. Não precisa abrir os números. Abre só o que você se sente confortável em abrir, tá? 2025 pra 2024. O teu éco-system até o grupo cresceu quantos por centros? Cara, a gente sempre fala sobre isso, né? Eu acho que o negócio certo no lugar errado nunca vai chegar a um de Malaysia. A gente mudou pra São Paulo, tem um ano, né? Um ano e três mesmos ou menos. E a gente vê muito intencionado. A gente vê muito focado em dobrar de tamanho. Financiero. É dobrar de tudo, assim. Foi o que aconteceu. Nesse ano nós crescemos 100% o faturamento, ou seja, nós dobramos o tamanho do grupo, com novas frontes, novos produtos, novos braços educacionais, novos faturamentos, coisas novas, isso fez a gente dobrar de tamanho. A expectativa que no próximo ano aconteça novamente. E esse ano, né, 2000? Então, 24% para 25% dobrou. E 23% para 24%? 23% para 24% não foi um crescimento, tipo, 100%. Mas foi ali seus 30% mais ou menos. Então, 23% para 24% 30% 24% para 25% isso. Se você pudesse atribuir uma, a duas coisas mais importantes que fizeram você do braço tamanho, quais são essas coisas? Excelente pergunta. Basado naquela resposta, né, gosto certo, no lugar errado, nunca vai chegar onde me lhe se. O que mais fez nós dobrarmos de faturamento, foi o educacional. E a gente sumou universidade, que era uma academia, especialização, que era em BH. E BH é uma cidade maravilhosa, tem pessoas aqui em São de Belo Horizonte. Mas, pro meu segmento, que recebo alunos de todo o Brasil, o cara tem que descença um Paulo, pega um avião, vai para BH. A isso não era muito custo para ele. Ele acaba desanimando. O fato da gente montar universidade aqui, inclusive, é na torre, que dá 40 passos, fez com que ele pega um avião só. Fiz com que ele, sabe, gacha muito menos para vir. E ele se interessou mais pelo produto, entendeu? Mas, para a Lelo é isso. Fiz um rebrande de marca, ou seja, nós desmembramos a marca em vários produtos. Fizemos um rebrande do espaço, fizemos um rebrande de toda a nossa entrega, trabalhamos o posicionamento para atingir novos públicos. Então, veio novos produtos, veio novas marcas. Então, eu atribuo muito essa dobra de faturamento ligado a isso. Estrutura, rebrande de marca, reposicionamento para atingir novos públicos e localização. Isso aí fez o jogo mudar completamente. - Completo, nacional, né? - Tudo educacional. Com barbeirias, a gente não abriu mais unidade, apenas uma equipe de alfavílio, mas não tem um resultado expressivo na dobra de faturamento. - Então, vamos lá. Fiz um novo posicionamento de marca. - Legal. - Escolho com quem eu quero falar. - Exatamente. - Descato com quem eu não quero falar. Além de escolher o que, com quem eu quero falar, eu escolho o que eu quero falar. Legal. Aí, depois que eu faço essa escolha, eu me posiciono no meu branding, e eu acordo que quando eu apareço com a minha imagem, aquilo. aquilo. Reflette, por exemplo, você fala a universidade para vocês que estão aqui assistindo. Vocês vão conhecer lá o espaço. Quem não conhece espaço, não conhece. - É grande maioria. - É grande maioria. - Mas pelo red social mesmo. - Cara, é lindo. Vocês vão ver na prática, o que ele está dizendo. É lindo. - A gente vestiu cinco milhões em estrutura. - É bem. tem bom gosto. É limpo. - É, mas acho que a pessoa que já corta, ela já tem essa abertura de corta, é limpo. - Ela já é limpo, é o que é isso. - Mas tem estética, tem beleza, tem design, tem. Isso te posiciona muito bem, tá? Para a santo-casional, com quem que eu vou falar, o meu posicionamento de marca, time, pessoas, estrutura, beleza. A vinda para cá para São Paulo era o fator também. Eu preciso fazer tudo isso em São Paulo, ou daria para fazer tudo isso em BH. - Cara, não é que eu falo, não daria para fazer tudo isso em BH. Mas São Paulo acaba sendo um polo do Brasil hoje. - Sim, é. - Mas faço, chega a fio mais fácil, tem mais centralização de pessoas. - Eu sei que tem mineiros aqui, meu amigo, ela de BH tá aqui, tem outros ali também, e tal. Mas parece, com tudo respeito a minas de BH. Parece que o dinheiro ele chega aqui, e o que sobra vai por outros estados. O rolê é o mesmo alucas, sabe? Obvo que BH tem, poxa, tem milionário lá, tem gente rica lá, e tal. Mas para o meu mercado, e como eu falei, que atende gente vindo de todas as partes do Brasil, aqui ficou muito mais fácil. - Sim. - Quando você diminui a barreira de entrada, você vende mais. Tudo acontece com mais facilidade, assim. Então, eu não vim para São Paulo também, Joana. Não é só, tipo, você tá ouvindo aqui, então também vou para São Paulo, porque a gente já vive casos aqui do cara vim, empolgado, se dá muito mal, tem que voltar, e volta endividado, volta todo errado. - É importante fazer isso. - A gente teve esse insight de vim para a São Paulo em 2022. Estava num evento aqui, de um amigo, e aí, cara, ele falou, e tal, e falei, velho, "Vou notar num papel, eu não tenho num papel." "Mudar para São Paulo um dia, a gente tira uma foto, mandei para o WhatsApp da Liza, e aí ela mandou só aqueles dois olhinhos, assim, tipo, da São Paulo. O menino é barista, sabe, tipo, não posso mudar daqui, e tal. Mas não falou, não, Liza, nunca fala não assim de cara, né? Mas vamos conversar com Deus, vamos orar, vamos tomar essa decisão com o embasamento. Eu comecei a vim, comecei a frequentamento a orias aqui, a coisa toda e tal. Até que um dia eu trouxe ela, e ela pisou aqui, e disse que a cabeça pensa onde os pés pisam, eu falo muito sobre essa frase, e isso é muito verdade. Aí ela viu o lugar, ela falou, "Amo, não sei se a gente vai mudar agora, mas pelo menos uma seu Liza, eu acho que a gente tem que ter aqui." "Goa." E aí, começamos a pesquisar aquela coisa toda, e aí eu fui vindo para cá várias vezes, e trazia ela em alguns momentos, até que um dia a gente tomou decisão completamente em paz, completamente seguro financeiramente do que a gente ia fazer, e com o plano totalmente traçado, e a gente vê, cara, e a gente trouxe 25 pessoas da equipe para cá. Detalhe, ninguém voltou para trás, até hoje, ninguém é rependido. Todo mundo ganhando muito mais do que ganhar avanantes, ou seja, está todo mundo feliz em estar junto com a gente. -Feliz. -A gente não fez qualquer promessa para as pessoas, a gente não saiu, falando, "Vamos aventurar". Quando a gente foi convidar, galera, por que no slide, o projeto já estava tudo pronto, assinado, tudo alugado, sabe o que é, vem de som e mesmo? Ali é um pítico, cara, é um vem de som para eles. E aí, todo mundo, cara, e talvez se eu tivesse vindo sozinho, não teria sido sucesso que está sendo assim, entendeu? Tem muitos bons insens aqui que você traz, né? A família, a cabeça pensa onde o pesistão, onde o pesistar. Agora, o que mudou na sua cabeça, quando você realmente morou em São Paulo, que você não sabia que ia acontecer, obviamente, que você não morava aqui, qual o teu novo modelo mental aqui? Conta aqui para a turma. Por que que eu fiz essa pergunta? É sobre a importância de estar no ambiente, que faz você crescer, que tem uma mentalidade de crescimento, que te incomoda no começo, e mais eu queria saber o que aconteceu dentro de você. Primeiro que aconteceu, eu passei muito à raiva, com o transo, né? Doas horas, põe para com um monhas, é duas horas, duas horas para ir para a guarulhos, brincadeira. Mas eu vim em si muito uma criança, cara, de tipo, o primeiro paguei língua, porque eu falei que eu nunca ia morar em São Paulo, decia que eu ficava desesperado para não assugar aqui, não dá para mim, cara, e tal. São Paulo é inevitável, uma hora em São Paulo chega. Exatamente isso. E aí, assim, eu achei que tem muita dificuldade de adaptação, achei que eu até dificuldade com as crianças, com a lisa e tal. Cara, sabe quando todas as coisas coperam, assim, tipo, lisa, você adaptou super bem, as meninas você adaptaram super bem, e aí eu trouxe até minha sogra, cara. Minha sogra, meu sugo, para cá, você. Ela você adaptou bem, é sogra, né? Inselesmente, que isso, cara, tu me. Não, você adaptou super bem, é só, é uma segunda mãe, para minha esposa estar de me complica, não, cara. É. É a minha sogra, mano. A minha sogra moro com a gente também. Não, mas é uma segunda mãe. A gente gosta muito dessa rede de apoios, né, cara. Isso não gosta de deixar as crianças com qualquer pessoa e tal. E a gente investe nela para ela estar aqui com a gente, né? A gente investe na despeza dela ali, meu sou. E meu sou que cuida de todas as obras para a gente, então, a gente não to afombo com vontade de comer. Mas assim, cara, eu. Eu tinha pensamentos aqui, estou tendo, na verdade, e visionando coisas que eu jamais teria visionado se eu tivesse no mesmo gaca. Sabe, por exemplo, cogitando coisas que eu falei assim, cara. Isso aqui, eu cogitava, quando morava em BH, a gente não todos me enoxpezando, menos pesando, BH pela morte de Deus, tá? Sim, sim. E o amo BH radicalmente. É aqui que eu amo, é aqui que eu quero, temos aquela música. Mas eu falava assim, cara, talvez se eu tivesse no mesmo mundinho até hoje, isso aqui eu ia estar visionando daqui 10 anos. Sim. Em um ano eu já estou aprovisionando, para daqui 2 estar concretizado, um anime está está certo que eu estou sonhando, que eu imaginava que era 10 anos, entende? Então, esse lance de falar, cara, a cabeça pensa onde os pés pisam, isso é muito verdade. Sim. O lance de falar, a pessoa certa no lugar errado, nunca vai chegar onde me merecia. Isso são bordões que eu uso, como estabilidade não existe, como trabalho. Sim. Outro realidade, entende? Se eu tivesse sido aquele cara, igual você colocou ali, de 10 anos atrás, ficado na cadeira, sem investir em conhecimento, informação, sem leitura, sem pisar nos lugares certo, talvez eu estava lá até hoje, cara. Como correntes meus locais, quando eu passo em BHV estão lá até hoje, o que a gente construiu é muito grande, cara. Não está falando de dinheiro apenas, né? Estou falando do legato que a gente vem deixando na vida das pessoas, portanto que a gente já falou com profissionais do Brasil todo, cara, que às vezes estava desanimado até de viver, desanimado com a família, desanimado com os filhos, falo que a gente fala de família, eu falo muito sobre isso. Eu me dedico muito a isso, não ser só um empresário ali que vai falar para ele, como que fatura mais, mas como que ele pode também não perder o bem mais valioso que a família dele, que é os valores dele e princípios. Então acho que eu não estou falando que BH não tem coisa boa, tem muitas coisas maravilhosas, mas para mim a minha experiência está sendo maravilhoso. E eu não me imagino saindo daqui agora. Tem alguma coisa em São Paulo que te deixou. "Meu Deus, como assim, isso é muito grande, ou é muito caro, ou é muito maluco, ou não está na hora, e te assustou. " "Se que tomar uma decisão, você tem culpar isso." "E o teu carme chamou Amigo Ocudo de Rolex, gente." "Final do ano, agora, com Amigo Ocudo de Rolex, eu fui calma, pera." "Vamos, calma, aí deixa eu começar a camir a mulher, Amigo Ocudo de Rolex, aí me bota nos grupos que se rola de 1,5 milhão, 2 milhão, é que isso, caro, calma." Isso aconteceu. "Amigo ocudo de Rolex, nada mal, né?" "Mas imagine, eu te chamo a gente, bora fazer um amigo secreto, Amigo Ocudo, você de bão." "Eu tô com o somar com o cacauxô, né?" "Sim lá, em BH, cacauxô, o acompanhago." "Eu falo já de Rolex." "Ou, só que o que aconteceu?" "A gente chamou de amigos, né?" "Ele alguns vamos, vamos, vamos, aí outros, ou, ou, calma, aí meu." "Mas vamos lá." "Cara, mas isso muda sua cabeça." "Exacto, isso muda, isso que eu queria falar." "O primeiro impacto, a primeira instante é como, ou calma, depois o negócio começa a encajar." "Que mais que você sentiu aqui, que você achou grandioso demais, impactante demais?" Essa é uma pergunta de praina no âmago da crença, sabe gente? No âmago da crença. Eu só quero fazer uma observação antes de te abrir pra você responder. Eu lembro, a primeira vez do âmago da minha crença, nós estamos gravando aqui, em 2016, foi em 2019. Cara, 2019 ou surpresa? Eu já estava bem, eu já estava rico, eu já estava conhecido, e eu falo rico, sem tabul, sabe? Eu não tenho tabul pra falar sobre ele, claro, riqueza, não tenho. Eu já era um cara que já tinha feito um resultado, sem algumas, múltiplos milhões de reais, eu morava em Santos, o meu custo de vida era baixo, minha receita era alta, minha margem era alta, eu estava feliz da vida. E eu olhava, eu falava, cara, dá, eu vou conseguir, e a palestra costava 10 mil reais, era o cachê, 10 mil. Todo 2019, 10 mil reais, é muito dinheiro, porra, pra falar uma coisa que eu domino, eu fui palestrando a Louis Vuitton, confidado pro amigo meu, palestrando a Louis Vuitton, para um grupo de arquitetos, o real apalestra vai ser dentro da Louis Vuitton, ok? Ou tem meu blazer, fui pra Louis Vuitton, cidade de jardim, shop cidade de jardim. Cheguei lá, os arquitetos estavam chegando, desse dia estava até o reinal de Anakin, foi bacana, e aí eu olho pra Vitrine, tinha uma bolsa, 14.700, da Louis Vuitton, liguei para lá, las, FaceTime, amor, tudo bem, ela já começou a palestra, eu falei ainda não, olha essa bolsa aqui, 14.700. Desse pode, 14.700. Aí ela está faltando um zero aí, é 147 mil, essa bolsa, aí eu olho assim, eu não tinha visto zero, a bolsa era 147, ali pra mim foi o mar, porque eu podia ir pra um lado e falasse, onde já se viu, alguém pagasse 147 mil reais, uma bolsa, onde já se viu, será que se personutem em noção do dinheiro, será que as pessoas não têm noção, poxa vida, o Brasil tem tanta dificuldade, eu podia ir pra esse lugar, porque eu tomi um choque, foi um choque assim, mil deus, mas eu preferi escolher o outro lado, se alguém cobra 147, é porque alguém paga, eu quero gerar tanto valor no meu negócio, a ponto de cobrar caro, e ali eu tomo uma decisão de entender qual que é o caminho, não pressiona um palestrange com cachê, mas um dos palestrantes, com cachê alto. E se eu não tivesse visto aqui, se eu não tivesse olhado aquela bolsa, se eu não tivesse leu, não ia tomar aquele choque de realidade, eu te faço essa pergunta, porque foi um choque de realidade, mas eu não dei pra trás, eu não fui pra trás, entendeu? Foi um choque de realidade que muda, ajusta a tua forma de pensar, acessa o que você precisa aprender. Eu queria saber um pouco mais sobre isso, com você, porque isso acontece, mas o que aconteceu não acontece mais? O que acontece toda a hora, eu não passado, eu se meia ligação do Neymar País, ela foi assim, desse jeito, e aí, joia tudo bem, tudo bem? Cara, quer comprar uma lancha comigo? Um yacht, não falei conta, ele tem tantas milhões? Eu falei, 80 milhões num yacht, é, vamos aí? De novo, né? 80 milhões, tem gente que poxa, será que eu voltei 80 milhões? Será que eu vou comprar alguma coisa? Se for 80 milhões primeiro, vai ser o que é uma casma fazendo, um prédio, nunca um yacht. É a última coisa, não é? Eu nunca tinha recebido uma ligação. Eu já tinha recebido uma ligação. Vamos ver uma casa de 80 milhões? Eu já tinha recebido essa ligação, mas eu nunca tinha recebido uma ligação. Vamos comprar um yacht de 80 milhões, para você comprar um yacht, você tem tanta coisa, né? Quanto custa, quanto custa manter, quantas. E aí, você fala, "Cara, eu quero que você me explique mais sobre isso, precisa acessar aquele lugar, isso acontece com você também, né?" "Entesse, acontece sempre." E como que você é vida, cujo? Eu fico meio bobado, às vezes, porque não era a minha realidade até pouquíssimo tempo atrás. A gente trena na aeromberg, aqui, você tá sempre lá, tá em tal. Ali, eu ambiante de muita conexão, de muita amizade, e a gente tem que saber com quem se conecta também, tem muita gente estranha, muita gente estranha. Mas, e aí, eu recebo propostas, assim, vamos comprar um avião junto? Vamos entrar comigo aqui. "O choteiro de peito." Um, dois, três. Quer comprar um avião que vem? Mas já recebi umas duas ou três vezes, propostas, assim, como é? Na cada vez. E aí, na primeira vez, eu falei, "Cara, ele tá me confundindo com alguém, ele só pode comprovir um comigo, como assim, cara?" Agora eu já tô cogitando. Olha como é que vai mudar, não, tô falando sério, gente. Coisas, que. Coisas que um ano atrás, dois anos atrás, eram impossíveis e imagináveis, hoje já tá no radar. E talvez não é nem de comprar junto, de comprar, de tede, porque eu vejo pessoas que, às vezes, faturou menos que a gente tendo e viajando o Brasil e ganhando tempo e organizando as coisas, vai caracabar. Eu jamais teria essa possibilidade pelo menos de pensar nisso, né? E eu gosto muito de uma frase, eu falo isso para meus, alunos que eu seguinte, enquanto você tiver ouvindo histórias e realidades dentro da sua realidade, dentro do seu alcance, vamos dizer, você nunca vai enxergar a possibilidade de viver uma outra realidade. Ou seja, sabe quando a gente tá sempre nivelado, não tem essas ideias malucas, não tem um convite para um podcast de Rolex, não são um. Amigo o culto de Rolex? Não tem um convite para um avião, por ele em copo, o problema do que tem isso para caracabar. Eu estou sempre na mesma realidade. Então isso acontece comigo, acontece sempre, não de propostas, mas de ter esses insights, assim, sabe? Poxa, mensalidade de escola aqui, de BH, é completamente diferente, o que você paga numa conta aqui, e você paga numa conta lá. E aí, poxa, você acaba se obrigando a faturar mais para você conseguir, realizar essas coisas. Era isso que eu queria falar agora. O ambiente estica muito, assim, sabe? São Paulo tem misticado muito. E quanto mais você é esticado, mas você que percebe, principalmente você vai crescendo conforto. É esse lugar que eu quero chegar agora e pedir aqui permissão para vocês que estão na platede e pedir permissão para você que tá assistindo, tá? Porque eu a pergunta que eu vou fazer para ele é uma pergunta. Madura, adunta, e é o que é. É o que é. Eu gosto sempre de minha propria da realidade. É o que é. Uma pessoa te convida para comprar um avião, fazer um amigo secreto de Rolex, para comprar um iate. Ela tá provocando em você desconforto, ampliando a sua visão. Mas ela tá falando para você, "Vem dar mais, fatura e mais, vem dar mais caro, vem dar mais vezes." Eu sei que nem todos aí que escutam Jota Jota Podqués, pessoal, são empresários e empreendedores. Mas eu tô te provocando a refletir sobre performance do seu trabalho e coloque mais dinheiro no seu bolso, porque você não vai comprar com as ideias. Não vai comprar com as ideias. Porém, tem uma coisa. Você vai comprar com dinheiro novo. A coragem de comprar com dinheiro novo. Levanta a mão aqui na plateia aqui e que já comprou uma coisa sem ter o dinheiro. Olha só, porque se você só for comprar algo que você tem dinheiro, você deixa de absorver várias oportunidades importantes. O meu primeiro imóvel, eu comprei e eu não tinha o dinheiro. Eu passei lei, eu não tinha a justify, eu me acabei de vender mais. Então quando a sua visão é do tamanho dos seus recursos, você ainda está pensando pequeno. Agora, quando a sua visão é maior do que os seus recursos, você fala, "eu não tenho esses recursos dessa coisa que eu já vi, você está pensando de maneira adequada." E é isso que faz você criar coisas novas. Eu não passado, você criou algo novo, que eu quero que você fale aqui para a turma por um site, por uma visão que você teve. Eu vou criar uma coisa aqui para adquirir aquela coisa lá. Eu queria que você. O quanto que cada um site desse que amplia a sua visão e não necessariamente você tem um recurso, faz você criar o recurso para ir atrás da visão. Você consegue ter tenta que eu estou dizendo? Você cria o recurso para uma visão que você já viu porque se você se paralisa pelo recurso antigo, pelo dinheiro velho, você perde a oportunidade de ampliar a sua visão e criar. "Cara, eu vou criar, eu vou criar a mundo para quem cria." O mundo é para quem cria. "Eu vou criar, eu vou criar, eu vou criar." E você já me contou que ano passado por uma visão que você teve, você criou uma coisa e foi rápido. Você viu o dinheiro da mesa. Porque existem três dinheiro, pessoal, o dinheiro, sobretudo com empresário. Três dinheiro. O dinheiro que entra, ele é óbvio. O dinheiro que sai, ele é óbvio. E tem um terceiro dinheiro que eu digo que está na mesa. Ele não é óbvio. E aí, um clique em você se coloca, e se, e se, conta um pouco dessa história. É. O Joel me ofereceu algo de muito valor. A gente faz uns negócios, vezes em quando. Então, ele me ofereceu um negócio de muito valor. Eu falei assim, "Mã, como é que ele tem a audacia de meu oferecer?" "E se está achando que eu sou um flável busto, ele está achando que eu sou o Joel adib, que que isso?" "E se achando que você é o seu enlízo." E aí, cara, eu falei assim, "Beleza, valeu pela confiança." Tipo, a minha é uma propós-lada da viãoza. Como é que o cara tem que chorar e de falar isso comigo? Aí, "Beleu, fui embora." Mas aquele negócio quando a minha cabeça, eu falei assim, aí falei pra lisa, né? Ela. Aí, ela ocura, né? Aí ela ocura, né? Mas nunca duvidou assim, né? Só que eu falei assim, "E se eu criasse tal coisa?" Que eu sei que eu vou vender, que eu sei que vai dar certo. Se eu fizer. Pra tantas pessoas vai dar certo. Eu fui lá, fiz a proposta, né? Então, vendia exatamente pra as mesmas, pra as pessoas que eu queria e acabou dando jogo, né? O nosso negócio lá. E aí, você acha que se você não tivesse recebido aquela proposta minha, aquela. aquele convite, foi um convite, não foi nenhuma proposta convite. Você teria criado isso aí, que você queria? "Já mais." Olha aí, que coisa. "Já mais." "Já mais, jamais, jamais." Eu conto pra vocês. "Dá que eu vou quinto." "Dá que eu vou quinto." "Dá que eu vou quinto pra vocês." "Dá que eu vou quinto." "Dá que eu vou quinto." "Gera-te conforto, mas depois sem caixa." "Gera-te conforto, aí devem você ir e caixa." "Gera-te conforto, aí depois você encaixa." "E assim vai, vai, vai, vai, vai." "É lógico." "É amigo, é sócio, te adora, conversa com você toda hora." "Cê tava com ele, acho que eu mando uns semanas atrás de Orlando." "Vamos ter um papo sempre falou de você, sempre gostou de você." "Mas não deixa de ser uma pessoa que estica, gente." "Eu apanho em toda a conversa, eu fico apanhando." "Estica, estica, estica, é muito importante a gente ter pessoas que nos esticam, que nos provoquem, que esmóstra, que a gente pode ir mais longe, dá pra ir mais, não se contenta com isso." "Pra você hoje, qual é o jeito que o seu iria se, qual são as situações que você se coloca de mandra em tercional pra ser esticado?" "Porque você é um cara que investe em mentoria, viagem, você é um esticador de pessoas." "Você já é um esticador de pessoas, se estica muita gente." "Quais são as situações que você se coloca pra você se esticado?" "Como é que funciona isso na sua cabeça?" "Eu tenho uma característica muito forte, assim, que eu sei ouvi, eu gosto de ouvi." "Eu gosto de ouvi, eu tenho essa. não é todo mundo que gosta ouvi, cara." "Eu estou desafi, estou diante, eu pego de trago muita coisa, as vezes levam pro Flávio, levam pra lisa, levam pra lisa." "Levo pra um Michael, que é meu braço direito." "E aí quando eu pego opiniões, ali, opiniões não, quando eu pego sugestões que são realmente relevantes, eu não faço o mesmo." "Pode estar quem manda no meu coração, que começa pela lisa, lisa é o meu termômetro." "Ele é algo muito grande, mas ela não concorda, eu não faço, acredito que a casa dividida não vai prosperar." "E aí eu gosto disso, sabe, gosto de perguntar, gosto de. isso já me evitou fazer muita besteira grande, sabe?" "Então ouviro as pessoas, principalmente quem já chegou onde você quer chegar ou já construiu algo que você quer construir." "Esperamente é muito importante, se eu invisto muito nisso, em acesso, em estar com a pessoa, em estar com as pessoas." "Eu acho que todo mundo que quer fazer as coisas sozinho demais, sem orientação, sem andar com pessoas que estão fazendo que elas querem fazer, acaba correndo muito risco de fazer coisa errado." "E poxa, não tem ninguém velho aqui mais, não tem ninguém novo aqui mais, todo mundo velho." "Um erro dependendo do tamanho dele em uma certa fase da sua vida pode custar tudo, cara." "É, você demora anos para construir as coisas, e aí uma vacilada, você perde tudo, é desse jeito." "A gente tá com uma carreira poxa, que se consolidando, fazendo as coisas e tal, e uma característica que a gente tem bastante de antecipar ameaças." "Entende, então a gente é muito ligado a o que pode ser uma ameaça de futuro, que pode ser um problema no futuro, e a gente vai pegando isso com conselhos, com informações, e fazendo as coisas com pés no chão, preservando os valores, preservando os princípios e tal." "Então, respondendo a sua pergunta, eu não faço nada sem buscar conhecimento ou orientação de quem já fez o que eu quero fazer." "E aí você pega a sua orientação, aplica um teu negócio, que tem 28 verticais, fonte de receita, unidade de negócio, cresce, cresce, vertiginosamente, e você pega esse conteúdo que você agora você tem no ral, e também explica para os teus mentorados." "Explica a tua mentoria, primeiro explica por que você que você é mentor, e explica o que a tua mentoria tem de característica, o que que ela faz com a turma?" "Cara, primeiro eu não sou um mentor de carreira, ou seja, eu não vivo de mentoria, eu tenho um ecossistema, e que eu ensino as pessoas a fazer o que eu fiz." "Mei, a mentoria não é mentoria de PowerPoint, ou seja, que você tem conceitos ali prontos e formas, eu passo a vivence." "Então, a mentoria que eu tenho do segmento, o que eu ensino, cara, criar um negócio, a liderar, a fazer gestão financeira, a fazer o marketing, a trabalhar a marca, o posicionamento, a contratação, trabalhar dentro da lei, como da escala para isso, como criar um braço educacional dentro desse mesmo negócio." "E ele vai criando motor 2 dele, por ensino ele é criar um motor 1, depois de ensino ele é criar um motor 2, e aí tudo com muita vivença, tudo com muita experiência que eu estou falando, faz muito sentido assim." "Eu observo muito quando eu vou investir num grupo de mentoria, por exemplo, lá no clés, eu observo quem está direcionando a gente, quem está falando isso e tem vivença naquilo que está falando e tal, eu gosto muito disso." "Então, por exemplo, nós temos uma semática que é muito setorial, eu não ensino coisas que eu não sei sobre, o que eu ensino a pessoa, criar um modelo parecido com o meu dentro do nicho dela, por exemplo." "Masberia é o que menos importa, que importa a metodologia, que eu usei para criar ecossistema, franquia, produto online, produto físico, universidade, trazer reconhecimento, contratar pessoa, evento, conferência, comunidade." "Tá, mas é barbearia, eu sou dentista, eu sei porquê que tenha a ver com isso, o flavo não é barbeiro." "Exatamente." "Ele é donde mais colhe de inglês, entende? Você não é barbeiro, eu aprendo muito com você." "Cê ainda?" "Ache que os empresários, nichados, cometem, queria aprender somente com pessoas de dentro do segmento dela." "Ah, eu sou, sei lá, eu sou tal coisa, vou procurar uma referência para mim." "Você nunca vai ser tido como desruptivo, como inovador, como diferente, no meu mercado, eu sou tido como diferente." "Mas porquê? Porque eu não fico procurando coisas dentro do meu nicho, sempre procuro fora, sempre procuro, pessoas que já avenciaram algumas barreiras que eu quero vencer." "Então, acho que faz muito sentido assim, você aprender com pessoas que não são do seu nicho apenas." "Eu quero que você fala aqui olhando para a câmera, convida as pessoas a conhecerem empresários, você empresário." "Eu vou fazer o primeiro convite, vou fazer o que eu aprovo." "Pri de se você empresário, enquece acompanhado por um outro empresário que tem resultado, que tem experiência, que ensina, que gosta de ensinar, que os resultados comprova, que tem uma comunidade que é o maior do que faz no seu segmento." "Se você quer aprender a abrir uma fraquia, criar produto, fazer evento, fazer negócios, cobrar mais caro, a fazer uma arquitetura de produtos legal, conhecer pessoas legais." "Tem uma proximidade com uma pessoa que tem resultado, que é conhecido, que é respeitado, não só no mundo dos negócios, mas também no mundo da bola, no mundo dos artistas." "Nunca vim ninguém falar mal de você, cara." "Prigado, isso é muito importante eu dizer." "Pero contrário, eu só vejo nente falar bem de você." "Prigado." "Se você é essa pessoa que está no momento, eu quero caminhar com alguém que vai esticar minha mente, vai fazer o meu negócio crescer e atingir resultados melhores." "Entenda, vender mais, servir melhor, ocupar espaço vazio, eu crec que você precisa ser um convite para as pessoas participar da sua mentoria, conta a tua mentoria, como ela funciona?" "Caro, o espaço é teu, cara, use isso aqui, porque eu sei que ela é boa, ela é incrível, ela é maravilhosa, eu participei um pouco dessa concepção dela, então eu falo com o conhecimento e falo com muita tranquilidade." "Cara, eu criei um produto que, como eu digo, a proposta de valor dele é ensinar você a cobrar mais caro, entregar uma melhor experiência para o cliente sem perder a paz em casa." "Afaça o dinheiro, essa é a proposta, todo mundo quer subir de preço, todo mundo quer cobrar mais, todo mundo quer ser valorizar por isso, e aí junto com isso, todo mundo quer atrair e boas pessoas para estar do seu lado, todo mundo quer ter mais valor de marca, mais valor de posicionamento, todo mundo quer saber vender mais, às vezes, sem precisar de colocar um anúncio, vender no orgânico, as pessoas querem entregar melhor experiência para seu cliente, eu acho que está muito escassos isso no Brasil hoje." "A atendimento, experiência, vivência, e as pessoas não querem perder a paz em casa, porque eu vejo pessoas às vezes construindo coisas gigantescas, mas tem que sacrificar a família, tem que sacrificar os filhos, tem que sacrificar os valores, os princípios, e essa não é a minha proposta, proposta que eu tenho é de "poxa, você quer criar um micro-system, eu criei, eu posso te dar conselhos sobre isso, se acho que isso é interessante, venda comigo." "Se quer criar eventos, poxa eu criei, eu criei eventos há dez anos, eu sei como fazer isso, você quer fazer isso também, eu posso te ajudar." "Se quer cobrar mais cavo, poxa eu cobrava 12 reais e hoje um coxe cabelo de 10 mil, eu posso te dar indícios ali, de que você vai conseguir cobrar bem mais cavo." "Se quer fazer tudo isso, não quer perder a paz em casa, poxa eu estou casado há 18 anos, âmbro me expôs, assim, uma de todas as coisas abaixo, somente Deus, tem duas filhas maravilhosas, e honro meus pais, eu sei como fazer isso de forma natural, de forma que você não percar linha, vamos dizer assim." Então, cara, eu acho que quem entrega a verdade, quem fala de verdade, quem vem de verdade, não precisa, como que eu digo, termedo, de venda, acho que vender servia as pessoas. Então eu sou muito tranquilo com relação a isso, então essa proposta é ver de "Calclub". "Vertical Club", gente, Link está na built, tá? Link está na descrição, Link está aqui embaixo, mas esse link que a gente vai colocar vai cair onde? Esse link cai em um suporte, que a pessoa vai trocar uma ideia com nosso time, vai marcar uma call, vai entender um momento dela. - Ou seja, tem ainda uma apresentação, vai entender um momento, então dá-me-te-me-te. Então gente, clica todo mundo aí, que gostou dessa proposta de valor, clica, entra na página, marca uma call com o time do seu elías e aí eles vão te apresentar no detalhe, o quê quando, quando, onde, quem, porque, tudo? Daver o seu momento e se for o seu momento, cai pra dentro, você vai adorar. Resconvite também, fixe tendido pra todos vocês, mas daqui a pouco vocês vão. É mais fácil tirar a dúvida cuento que vocês vão estar com ele, né? Vai ser mais fácil. E eu, sim, eu sou suspeito pra falar de mentoria. Eu vou explicar pra vocês, porque eu sou suspeito de falar sobre mentoria. Mentoria é ter um mentor, mentor é um treinador, minha vida inteiro tive um treinador, gente. Eu sou suspeito. Desde que eu tenho 12 anos de idade, alguém me orientou, falou, "Vai pra aqui, não vai pra ali, faz assim, não faz assado, fui atleta." Eu não conseguia viver uma vida ser um técnico, não tinha como. E cadê o meu técnico? Porque ele, que sabe o que eu tenho que fazer na dosagem, no volume, na quantidade, ele que vai olhar de fora, vai falar como é que também é abraçado, a minha pena, dele que vai dizer o feedback do "Por que que eu não abachei meu tempo não ganhei?" E ele que vai me dizer, "Por que eu não abachei meu tempo não ganhei?" E quem era o técnico? Qual alguém que tem resultado que você não teve? O alguém que já treinou outros que for pra que eu peguei nada, se eu não fui. Então, quando eu parei de ser atleta, eu serrei minha carreira com uma atleta, a gente, 2007 a 19 anos. Mas muito tempo eu não sou mais atleta, mas o atleta tá em mim. Eu não vai embora. Então, eu vou ser um empresário? Quem é um empresário que eu vou seguir? Qual a referência que eu vou seguir? E a gente hoje tem programas de mentoria, formais, mas 20 anos atrás não tinha. Tinha, não tinha. Você aprendeu só na faculdade. Você aprendeu a faculdade. E ali lá, se li um livro, você não sabia onde tava o mentor, hoje tem internet, ele falou, "Eito aqui, não tinha programa abertos, eu ia pagar, se eu pudesse, eu ia pagar, porque eu pagaria pra não errar. Quando você pagaria pra não errar, eu pagaria o que eu tenho, porque eu não vou errar, agora o que custaria seu errar? Se custaria minha vida, que isso dá ruim, às vezes, pessoal, o preço é tão alto que é a da tua vida e da tua família, o preço é muito alto. E como eu entendi que se eu aprender a vender mais caro, quem vende não depende? Quem vende não depende, gente. Aprendeu a vender? Aprendeu. Não vai depender de nada. Então eu vou aprender isso. Aí eu perguntaria, você aprendeu a vender, você aprendeu você nasceu, você aprendeu. Ah, então você aprendeu, você quer me ensinar? Você falou assim, então eu vou aprender também. Essa é uma cabeça, uma mentalidade muito importante. Então, reforço a eu convite, sou suspeito pra falar, também estou nessa área, não sairei dessa área, o conhecimento libertador, o conhecimento não vai embora, eu gostou de dizer, eu tenho um investimento pra entrar num programa educacional de um ano. Esse conteúdo, esse aspecto vai sair de você, não, então você deveria parcelar mentalmente até sua morte. Porque você parcela no Business in 12, in 10, in 6, in 2 vezes, mas aqui dentro, tá parcelando pra sempre, poxa. Meu óbvio hoje isso pra mim. Se eu me lhe ver, tem um momento aqui, agora que a gente vai tomar um cafézinho. Você toca? Claro, dos nossos amigos. Cheirinho bom. Esse é um quadro que eu gosto de fazer, oferecimento cheirinho bom, então beijo aí do Milton cheirinho bom, toda a comunidade do cheirinho bom, maior é com o sistema de cafés, capeterias do Brasil. Amigo nosso, tinha que seme neiram, né? Me merei cheirinho, bão. E poxa, recebo tantas mensagens vocês aí do cheirinho bom que gosta, que explota jota, jota, portquete. Então se você quiser saber mais como ele vai, lembra? Não é com o sistema da turma do cheirinho bom, o link também está na descrição. Cheirinho bom tá com a gente há três anos, cara. Três anos, os caras. Aqui fazendo publicidade, ele é liguei pro. produa essa semana pro Rio, eu falei "Nossa, o contrato bem secuando". Eles não, o contrato não bem, senão o contrato é renova. Coisa boa, né? O contrato é renova. Você nunca mais vai usar um outro café no ano nosso. Ah, tem café, tem char, eu gosto de tomar no char agora. E aí eu queria um quadro café com o conselho. Seu iria estar precisando de um conselho, bater um papo com alguém, chamar essa pessoa para tomar um cafézinho. Lá na café teria do cheirinho, bão lá em Minas, lá em Belo Horizonte. Eu quero saber. Quem é a pessoa que você vai chamar? Que conselho se você pediria ou pergunta você faria? E o que você acha que essa pessoa te diria? Pode ser qualquer uma. De fissa pergunta, hein? Qualquer uma, tá? Qualquer pessoa do mundo. Do mundo vive a morta. Da história. Bom, eu tenho alguns sonhos que eu não realizei ainda, né? Eu chamaria o assessor do Cristiano Ronaldo. Tá? Perguntaria para ele como que eu faço para cortar o cabelo do Cristiano Ronaldo. Só falta aí ele, cara, para fazer alguém, entendeu? Mas olha. Ronaldo, de enleimar, Messi. Será que você, assessor do Cristiano Ronaldo, está ouvindo Jota Jota Pode Cache? Será que você que está ouvindo Jota Jota Pode Cache que tem algum contato com o Cristiano Ronaldo ou com o assessor do Cristiano Ronaldo? Poderia levar. Você é um cara conectado, João, você é. Tá notado no meu bloco de notas, cara. Eu conheço a cátia, a irmã do Cristiano Ronaldo. Olha aí, olha aí. O Cátia é uma querida amiga. A ver como é com café é importante, galera. A Cátia é. A ver como é que tem acesso a importante. A Cátia é. É o que é irmã dele, irmã dele. Você tem um ato dela, hein? Irmã dele. Você trouca sua gente boa, estudiosa, gosta dos conteúdos de estuda bacana, sua riso não vou se dar pouco. Com as várias pessoas legais, Cátia. Beijo para Cátia. A Lucátia, eu já abençoe querido, um abraço. Valendo aqui um bebo. Então você perguntaria como faz para cortar o cabelo do Cristiano Ronaldo? Tá. É pergunta que o mais recebo, cara. Sabe? "Pô, você cortou do mestre do Cristiano Ronaldo." "Vai, pois. " Ele está sempre na regua, né? "Ela sempre na regua." "Ela sempre na regua." Eu fui para do Bae agora, mandei um direto, mas não viu o seu que de tapa. "Mandeu direto, cara, vai aqui, né? Vai que está aqui do Bae mal olheu?" É verdade, ó, você que eu estou com a velho do. Tá bom. O que você acha que o acessor do Cristiano Ronaldo tinha responderia? "Pô, pois. Um consigo." Não sei, cara, não faço nem ideia. Só pergunta difícil, olha, cara. Está besticando aqui. Pois é. Pois é. E eu não sei o que ele responderia. Não sabe. Mas ficou riosos para saber. Tá bom. Mas. Agora eu vou querer que você faz uma pergunta, um conselho, para alguém que você. Não tem mais acessos. E já se foi. Não tem que já morreu. Mas se você gosta que você admira, e aí imagina na sua cabeça que você entrou numa máquina do tempo, e foi até a época dessa pessoa, vive com ela e poxa perguntaria para ela. Mas ela já se foi. Ela já partiu. Eu acho que para minha voo. Para a sua voo. Para a minha voo. "Mãe do meu pai." Tem. E eu falarei com ela assim, voo. "Como faz para criar um homem tão espetacular?" Como a senhora criou meu pai. Ou seja, óbvio que adaptando para a realidade, era uma que perguntou boa. Da minha referência de homem é Jesus e depois de meus pai. Meu pai. Minha mãe, nem se fala também, mas falando de homem assim, é o cara que eu quero ser parecido com ele. É o cara que é casado com a minha mãe é 54 anos. Eu vejo ele fazer carinho, né? Da beijinho na testa, abrir a porta do carro, ajudar na escada detalhe. Meu mãe já teve três infartos, dois avisês, quatro pontos da feira. E já tirou pedra na vesícula, ela toda é problemática assim de saúde, né? Meu pai é o mesmo amor, o mesmo carinho que eu nunca vi diferente. Porque ela tá nessa situação, na sensação. Eu acho que essa pergunta que eu faria para ela. "Vou a me falar com que crie um filho dessa forma." E que senhora fez que o meu pai virou esse cara assim? É um cara que sabe aquela carreira ilibada? Sim. Que ela pessoa ilibada, meu pai, vejo 30 anos, cara. Eu nunca ouvi nada a questionar sobre o seu toninho, eu vou butitões. Eu nunca ouvi, sabe, nunca vi ele levantar a voz para minha mãe. Nunca eu vi ele falar mal da minha mãe. Nunca, nunca, nunca, nunca. Cara, eu quero conhecer seu pai, cara. Ele é um de Deus, cara. Quando fala, salmo 128, né? Deleita-te no senhora e ele considera o desejo de seu coração. Desculperei-se, são. Bem-aventurado, o homem que tem meu senhora e anda nos seus caminhos. O mundo vai bem, é meu pai. O pai é um homem que anda nos caminhos, senhor. E eu não tenho motivo nenhum para ser um cara, sabe, diferente do que eu sou assim. Se folhar, por exemplo, o paterno, o meu maior exemplo é meu pai. Que lindo, que bonito. A sava de palmas, por pai do seu Elias. Eu lembro quando eu fui abrir o seu Elias, né? Eu peguei 30 mil no banco. Eu não tinha dinheiro, zero formalidade, sem cartão de crédito, tem nada. Eu peguei 30 mil reais na pessoa física. E aí eu levei ele na loja vazia, assim, né? Então, por aí, pai, é aqui que eu vou montar esse negócio. Meu pai foi motorista de um ano da vida toda. Aí ele falou comigo assim, eu falei assim, "Quê que só acha, pai?" E falei, esperando que ele ia falar, "Meu filho vai, com cuidado. " Ele virou pra mim e falou assim, "Meu filho, vai nessa tua força que o senhor é contigo." Você vai conseguir, para dar tudo certo. E cara, eu lembro disso até hoje. Eu peguei o espaço aqui, que eu quero que vocês bom pra lá pra conhecer nosso ecosistema. E aí, quando eu vi que eles passam mil metros de estrutura, a gente mexeu cinco milhões da venta. Eu vi aquilo tudo, parece que foi nito da voz dele, assim, no ouvido, de ver essa tua força que o senhor é contigo. Eu ia assim que eu abri uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, dez, dois, milidade. Eu acho que tem muita gente perdida no mundo hoje, galera, por falta de pai. Por falta de paternidade, sabe? A gente que é homem, não sei se são gulagendários, a gente aprende muito sobre isso, né? Sobre esse lado tão importante da sociedade, que é o lado masculino da família ali, né? E tem muita mulher perdida, muita menina perdida no mundo, sem fazer boas escolhas, porque não teve um bom pai ali pra se referenciar, né? Eu luto todo dia pra ser um pai, sabe, com elas, se orgulho de futuramente escolher um homem, sabe? Eu levo pra jantar só eu e ela, depois eu levar o outro, eu abro a porta do carro, eu dou flores. É cinco ninhos, mas a gente faz isso, já pra criar uma referência nelas. Eu acho que isso é muito importante. Eu vejo quanto isso foi importante na minha vida como homem, eu vejo quanto isso foi importante na vida da lisa como mulher. Lisa é apaixonada pelo pai, é apaixonada pela mãe, e eu vejo tanto que ela respeito o pai, tanto que ela me respeita como marido, né? E assim, eu vejo os frutos disso dentro da família, né? Então, paternidade é algo difícil, mas é maravilhoso. E eu não podia ser pai, necessário desse história, né? Nem eu podia neliza, podia ser mãe, né? Com dois miláveis. Copa aí. A gente casou em 2008, nós fomos criado numa cultura cristã, né? A sua criação até hoje. E a gente se conheceu no cítio da igreja e enfim, enquanto nos casamos, a prioridade era uma filho, ou seja, a gente tinha que esperar tanto os anos, a gente queria um aninho em dois ali, já era uma com o meu filho. Meu primeiro ano, meu segundo, meu terceiro, meu quarto, meu quinto, meu sexto, todos os nossos amigos engravidaram, tiveram filhos e a gente não. E a gente teve três diagnósticos médicos de infertilidade sem causa. E se essa infertilidade na época era minha ou da lisa, não importa, que a gente é um só, então se fosse minha dela também, se é dela, minha também. Só que a gente nunca julgou uma ou outro por causa do problema, ou nada, a gente sempre encarou como algo, né? Sim, que no tempo certo iria acontecer. E em 2012, não sei se viram papel, a gente escreveu uma carta, falando tudo que a gente queria viver como carreta empreendedora, como empresários e tal. E a última coisa da carta que a gente colocou foi que a gente queria filhos, porque já tinha a pôr. Em caso em 2008, 2012, já tinha um quatro anos que a gente estava tentando, engravidar e não conseguir. E a gente colocou aquilo ali. E só, somente em 2019, que aconteceu, ou seja, 7 anos depois que a gente escreveu. E 9 anos depois que a gente casou. Não, uns anos depois que a gente casou. E aí veio a catarina, veio aquela linha e dois milagros maravilhosos, não precisando de fazer inseminação, né? Infertilização foi milagre mesmo, assim. O mais se precisasse a gente ia fazer, a gente acredita que só Deus que dá a fôlego de vida, então se fosse de inseminação, seria enviado por Deus também da mesma forma. Isso trouxe, poxa, nosso casamento era uma benço, mas trouxe uma nova fase, né, pro casamento, pra rir, e elas são maravilhosas. Uma fala que é CP de atras, outra fala que quer trabalhar comigo, empreender, que é, enfim. Então, isso, cara, acho que Deus faz milagros mesmo, né, só prova a real disso. E é maravilhoso, né, quando você consegue um estatuto que você tem sem perder o bem mais valioso, que temos, né, que a família, que são os filhos e as valores, com a roupa e a mãe, acho que você é. Pois é tão básico, mas às vezes a gente vai se perdendo, pelas amizades, pelas lugares que frequenta, pela. pelo excesso de compromisso ali, né? E muito importante não nos perder. Muito bom, excelente, muito bom. Ficava. Eu, Elias, papo maravilhoso antes de eu te fazer a última pergunta, deixa aqui, fazer os sociais, quem quiser conhecer mais sobre o teu trabalho, o teu é com o sistema, tá. Como é que pode te encontrar? Meu Instagram é seu Elias? Muito simpio de achar. Aparecido. Um 15 lá por causa das unidades, mas o meu é o principal escrito de seu Elias. Sorte o nosso www.seulis.com. Isso, acho que não tem tanta coisa, mas o link é dins, seu Elias também. Seu Elias te acha. Seu digitor seu Elias no Google vai me achar. Então tá, gente, seu Elias aqui você acha, seu Elias segue ele, comenta, marca ele, manda mensagem, vai chegar a seguir do novo, falar que veio do João Jota, vai tentar interagir lá. Então fala bem, escutei o João Jota para te cashe, foi muito legal, marca, fala de onde que veio o RIS, vai ser muito legal, é muito bom, atormos com o vidado, senti o carinho de todos vocês, a comunidade está um grande que do João Jota Jota, que escuta a gente todas as semanas, é um prazer ter aqui, tu há cinco anos fazendo isso, cara. Sem errar um, e não vou errar, eu adoro, eu aprendo, eu anote, não toto, é rala, é maravilhoso. A última pergunta que eu faço aqui para os convidados é o seguinte, você tem a oportunidade de mandar uma mensagem pra 8 bilhões de pessoas, essa mensagem vai chegar, e ela é uma mensagem direta, curta, grossa, rápida, como se fosse um slogan, e vai chegar para 8 bilhões de pessoas, e a destas 8 bilhões de pessoas vai saber que foi você que mandou, que mensagem seria essa. Cara, eu acho que está muito escasso, por exemplo, as pessoas se entregaram pra tudo que faz, e eu gosto muito de falar pra as pessoas o seguinte, dar menos do que o seu melhor, essa que fica o dono que deu xD, - Nossa, muito bom, ou seja, dá sempre o melhor, mas o que você puder fazer pra sempre fazer o melhor? - Dar menos do que o seu melhor, é sacrificar o dono que deu xD, que forte, cara. Nossa, muito boa, gostaram gente, nossa. É, muito boa, eu sei o que se eu, se eu algum dia, eu fico imaginando umas coisas, imagina que o morri, ai, vou para um outro plano, e tem uma possibilidade de fazer uma pergunta pra dança. Eu acho que eu só vou ver se faz uma pergunta pra mim, ai, vai rápido que tem uma fila aí, tá? Eu já até já sei a pergunta, eu só quero perguntar pra ele assim, eu fiz justo ao dono que você me deu mal, essa é minha pergunta pra ele, né? Eu não sei se isso vai acontecer, mas se acontecer, eu sei o que eu quero que ele me indiga, então sem saber o que se vai acontecer ou não, eu já faço para receber o sim, eu fico, eu tenho muito orgulho de você, e tem relação direta com o que você falou aqui, fazer jus ao dono que deu xD, e também sacrificar o não dar o seu 100% o melhor, essa é sacrificar o dono que deu xD, obrigado meu irmão. - E isso eu quero agradecer? - Uma honra, aprendi muito com você, obrigado por ter ido. - Sempre, estou em Jota Jota Podcast, obrigado pela audiência de vocês, gente, obrigado, gente um abraço, a gente se vê no próximo Jota Jota Podcast, valeu, abraço, tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O entrevistado é fundador de um ecossistema de barbearia com 28 frentes de negócio, incluindo serviços, educação e cosméticos.
  2. Ele defende a capacitação da concorrência como estratégia para fortalecer o setor e gerar profissionais qualificados para o próprio ecossistema.
  3. A criação de uma marca atraente e com identidade visual forte é considerada fundamental para o sucesso de qualquer produto ou negócio.
  4. A construção de uma comunidade sólida requer uma causa defendida por um líder e leva tempo, sendo essencial para fidelização e crescimento.

Summary:

A transcrição apresenta uma entrevista com um empreendedor do setor de barbearia, fundador de um ecossistema que engloba serviços, educação (com a Barber University) e uma linha de cosméticos masculinos. Ele explica que seu modelo de negócio é baseado em múltiplas verticais que se retroalimentam, como capacitar concorrentes para, paradoxalmente, fortalecer sua própria rede e garantir um fluxo de profissionais alinhados com sua cultura. O entrevistado enfatiza a importância do branding e da criação de desejo no cliente, criticando empresas que negligenciam a experiência visual e a percepção de valor.

Além disso, ele detalha como construiu uma comunidade de mais de 100 mil barbeiros no Brasil defendendo a causa da valorização profissional e da melhoria de vida, iniciada com eventos que promovem essa filosofia. A visão central é que qualquer negócio, independentemente do tamanho, pode e deve evoluir para um ecossistema integrado, gerando mais resiliência e margem.

FAQs

Um ecossistema é um conjunto de frentes de negócio que se retroalimentam, atendendo o mesmo cliente de formas diferentes. É importante porque traz consistência, maior margem de lucro e independência emocional ao empreendedor.

Capacitar concorrentes pode atrair mais pessoas para o setor e criar uma rede de profissionais alinhados com sua cultura. Além disso, facilita a contratação de mão de obra qualificada e fortalece o segmento como um todo.

Os principais erros são não criar um diferencial competitivo, não resolver uma dor real do cliente e negligenciar a percepção de valor e o branding. Produtos comuns e sem atratividade visual tendem a falhar.

Para construir uma comunidade forte, é necessário defender uma causa clara, ter um líder que a represente e criar eventos que promovam a conexão. O processo leva tempo e deve focar em valores e cultura compartilhados.

O branding é crucial porque gera desejo e percepção de valor, reduzindo o tempo de decisão do cliente. Uma marca atraente e bem posicionada conecta-se emocionalmente com o público e se destaca no mercado.

Os motores típicos incluem serviços, educação nichada, cosméticos e educação setorial. Eles trabalham em conjunto para atender diferentes necessidades do cliente e gerar múltiplas fontes de receita.

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