A hemorragia no STF, a odisseia em Dark Horse e pesquisa nas eleições
67m 58s
**Key Points**
1. O Supremo Tribunal Federal vive uma crise interna com disputas entre ministros, especialmente entre o grupo de Alexandre de Morais e o de Flávio Dino, gerando tensões políticas e questionamentos sobre a imparcialidade dos processos.
2. O movimento de afastamento e reintegração de diretores da Polícia Federal, bem como a retirada do inquérito das Fake News de Alexandre de Morais, revela uma possível intervenção política com foco em beneficiar candidatos como Flávio Bolsonaro.
3. A operação "Make Up" e os vazamentos envolvem um circuito de desvio de fundos públicos, com o dinheiro proveniente de aposentados do Rio, transferido para o "Dark Horse", um filme ligado a Daniel Vorcaro, usado como mecanismo de corrupção e financiamento eleitoral.
A análise do programa revela uma grave crise institucional no Supremo Tribunal Federal, resultado de uma disputa entre grupos políticos que buscam influenciar decisões judiciais. O ministro Flávio Dino, ao reafirmar a integração do diretor-geral da Polícia Federal, André Rodrigues, e ao desviar o inquérito das Fake News, está atuando como um ato estratégico que favorece a candidatura de Flávio Bolsonaro. Essa ação é vista como uma tentativa de desestabilizar o ambiente político e desviar a atenção do público para questões de corrupção, especialmente envolvendo o "Dark Horse", um filme ligado ao ex-diretor Daniel Vorcaro. A investigação mostra que o dinheiro proveniente de fundos previdenciários, como os do estado do Rio de Janeiro, foi transferido por intermediários como Claudio Castro e o fundo Revengate, muitas vezes com envolvimento de políticos pró-bolsonaristas. A operação "Make Up", com 49 mandados, evidencia um sistema de desvio de recursos públicos para fins eleitorais, com o envolvimento de parlamentares, como Mario Frias, e de figuras como o publicitário Marcelo Lops. O relatório da Polícia Federal, além de mostrar conexões entre ministros e o caso do Banco Master, revela que o dinheiro foi usado não apenas para filmagem, mas para financiar campanhas eleitorais. A análise também aponta que o cenário político está em constante reconfiguração, com o Flávio Bolsonaro apresentando tendência de crescimento nas pesquisas, especialmente em estados como Minas Gerais, onde o desempenho do candidato petista está sendo desafiado por uma nova configuração de alianças políticas. A campanha do Lula está sob pressão por ter que lidar com o desdobramento da crise judicial, enquanto o discurso de Bolsonaro se concentra em desacreditar o poder judiciário, reforçando uma estratégia de golpismo baseada na desinformação e na manipulação de notícias. O episódio final destaca a presença de simbologia política — como o boneco de Trump na Avenida Paulista — que enfatiza a tentativa de vincular o Brasil a interesses internacionais, reforçando a narrativa de um "desgoverno" institucional.
"Rádio de Piauí".
Olá, seja muito bem-vindos ao Foro de Teresina,
o podcast de política da revista Piauí.
Não haverá precipitação, mas tão pouco a missão.
A resposta institucional será firme, proporcional e rigorosa.
Eu Fernando de Barros em cima da minha casa em São Paulo,
tem alegria de conversar com a minha amiga.
Ana Clara Costa, no estúdio rastro, no Rio de Janeiro.
Olá, Ana, bem-vinda.
Oi Fernando, Oi, pessoal.
Pode revirar do aviso de cima para baixo,
traz para frente, voz para o outro,
de ponta a cabeça, que não vai ter nada.
O que tem claramente é uma tentativa de interferência
política mais uma vez agora do ministro Fláudinho.
Sobre as eleições.
Com o céu surrocha de barros diretamente de Princeton,
um estado de nova gércia, em onde participa de um seminário
sobre a briga de Trump com o Brasil.
Diga lá casca de bala.
Vai ao campo.
Falei Fernando, estamos aí, mais uma sexta-feira.
Então está aqui, um empate entre Lula e Fláudinho Boshonaro,
mexe o levantamento da Coéssica, acaba de ser divulgado
e isso em segundo turno.
Mas uma sexta-feira, tá tudo bem aí?
Tudo bem aqui, o evento foi bem legal.
Foi um evento sobre essa briga aí de Trump com o Brasil,
foi um debate com Brian Weitzer, que é um cara muito inteligente.
E o pessoal aqui do Brasil, led, né, de Princeton,
que tem um mequezmúdio, uns caras geniais,
uns caras absolutamente fora do normal.
Foi um debate muito bom.
Muito bom.
Então é isso, vamos sem mais delongas aos assuntos da semana
e que semana.
A pouco mais de 20 dias do primeiro turno da eleição,
as atensões se voltam para o Supremo Tribunal Federal.
A escalada vertiginosa da crise que tomou conta da Corte
levou o seu presidente, ministro Edson Fakinha,
finalmente agir, a fim de conter a imorragia.
Na quarta-feira, ele tomou um conjunto de decisões importantes.
Suspendeu a decisão tomada na Véspera por André Mendonça,
que afastava de seus cargos o diretor-geral da Polícia Federal,
André Rodrigues e o diretor de inteligência da P.F.
Leandro Almada.
Em complemento a essa decisão, Fakinha também anulou a manobra
de Flávio Dino, que na manhã da própria quarta-feira,
havia determinado a reintegração dos policiais, a corporação,
desafiando a autoridade de Mendonça.
Além disso, Fakinha retirou das mãos de Alexandre de Morais,
o famigerado inquérito das Fake News, aberto em 2019,
e usado de maneira abusiva pelo ministro.
Por fim, o presidente do Supremo marcou para ter safeira de a 15,
uma seção extraordinária do plenário da Corte
para decidir se Morais será formalmente investigado
por suas relações improprias com Daniel Vorcaro.
A conflagração no Supremo, que se dá em torno do envolvimento
de ministros no escândalo do Banco Master,
só pode ser compreendida a luz das eleições.
A condução de Mendonça na relatoria do caso,
e nos vazamentos seletivos das últimas semanas favoreceram
de forma flagrante a candidatura de Flávio Bolsonaro,
que é paradoxalmente até onde se sabe o único presdenciável
se odiatamente da roubalheira de Vorcaro.
Na própria quarta-feira, antes da decisão de Fakhim,
em nota divulgada nas redes sociais,
Lula Cobrou explicações imedidas imediatas
para enfrentar a crise institucional que tomou conta do poder judiciário,
e disse ser urgente a quebra completa do sigilo das investigações
de todos os envolvidos no caso Master.
A gente fala disso tudo no primeiro bloco.
No segundo, a gente trata justamente do Dark Horse,
a geografia de um golpista transformado em heroe da pátria.
A místificação histórica, no entanto,
né, é o que mais importa neste monumento ao kit.
O filme, e é isso que importa,
talvez deve ser batizado de Orange Horse,
o pangaré laranja usado para cobertar o destino
do dinheiro e listo de Daniel Vorcaro,
dinheiro, oriundo, em grande parte,
como se sabe, de fundos previdenciários do Funcionalismo Público,
a começar pelo estado do Rio, onde Claudio Castro,
do PL, transferiu ao Vorcaro,
cerca de três bilhões que pertenciam aos aposentados.
Além da granas de Vorcaro, Dark,
ou Orange Horse, foi usado como faxada para mais desvio do dinheiro público.
É o que indica a Polícia Federal,
que deflagrou na manhã desta quinta-feira,
a operação Make Up, com 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo,
Rio de Janeiro, Distrito Federal e Ceará.
No centro deste novo capítulo, deste filme Escândalo,
a PF afirma ter descoberto um circuito fechado
entre meninas parlamentares do deputado Mario Frias entre outros
e a produtora de Dark Horse,
chamada Goa Pinter Tenments, de Carina Gama,
Mario Frias, que é também o roteirista dessa papagaiada.
Ainda sobre os escândalos em torno do filme,
o ministro da Amendonsa homologou na quarta-feira Gorda de Brasília,
o acordo de delação premiada de António Carlos Freixi Jr.,
o humineiro que veio a ser o dono da entre investimentos
em presa que fazia repasses para Dark Horse seguindo as ordens de vocaro.
Os termos da delação estão sob sigilo,
mas segundo a jornalista André Sadi,
ele disse a Procuradoria Geral da República,
que era responsável por gerar dinheiro vivo para vocaro,
dinheiro que era entregue em malas e usado para distribuir propinas.
Minero confirmou também ter realizado sete repaces
para o fundo Revengate nos Estados Unidos,
totalizando 12,3 milhões de dólares.
O Revengate é administrado por Paulo Calisto,
que é advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro,
serviçal de luxo do clã.
É tanto dinheiro que daria para financiar a série
"A Vida Boa de Bananinha" e Paulo Figueiredo,
as custas do Amigão.
Por fim, no terceiro bloco,
vamos tratar da corrida eleitoral propriamente.
As pesquisas mais recentes apontam tendência de alta
de Flávio Bolsonaro,
num cenário de empate técnico com lula nas simulações do segundo turno.
Em Minas, um estado chave, segundo a última Quest,
Flávio aparece pela primeira vez numericamente a frente do petista.
A gente vai distrinchar esses números e discutir
as estratégias das campanhas.
Os patriotas ergueram até um bonecão de Donald Trump,
na Avenida Paulista, no dia da comemoração
da independência do Brasil.
É isso. Vem com a gente.
Muito bem, Ana Clara, vamos começar com você.
Eu sugiro que você comece recapitulando
esses últimos vertiginosos dias,
horas, segundos, minutos.
Pois é, Fernando, tudo aconteceu
nessa última semana do último programa
que a gente gravou até hoje.
Um caos absoluto se instalou no Supremo Tribunal Federal
e continua a acontecer enquanto a gente está gravando.
A cada minuto tem um desdobramento,
mas eu queria me atê aqui a coisas que eu avali
como fundamentais para a gente entender.
Bom, eu acho que ficou claro com esses acontecimentos,
uma informação que já circulava nos bastidores há muito tempo,
de que existem grupos no Supremo.
E um desses grupos é um grupo que é o do Alexandre,
do Flávio Dino, do Gilmar Mendes e do Cristiano Zani.
E próximo desse grupo está o Andrei,
que tem uma relação muito próxima com Alexandre de Morais,
desde a época do inquérito do golpe.
E a gente também já falou isso algumas vezes aqui no Foro, né?
E aí, a partir do momento que o Andre é Mendolsa,
toma a decisão essa semana de afastar o Andrei,
alegando, sobretudo, que ele estava sendo monitorado
pelo Andrei.
É uma acusação ali complicada, porque se você olha
o relatório da polícia federal,
esse relatório, para eliminar sem valor de prova,
que o Alexandre de Morais fez a loucura de anexar
a um pedido de afastamento do Andrei Mendolsa na semana passada.
Se você olhar detidamente esse relatório,
esse relatório, em nenhum momento,
cita informações que fazem a gente concluir
que o Andrei Mendolsa está sendo gravado,
as cultas ou qualquer coisa do gênero.
São informações em sua grande maioria de conjecturas.
E até o André Mendolsa tem razão quando ele fala que
são ilhações.
São conjecturas que a PF faz a partir da conduta
do André Mendolsa em relação aos casos que ele está conduzindo.
Você pedia o afastamento do diretor geral da polícia federal
por aquilo, não existe assim nenhuma mensagem do André Mendolsa,
não tem troca de mensagem do André Mendolsa
com delegados da polícia federal.
E é importante também do diretor de inteligência,
não sei se você vai falar sobre isso do Almada,
que é uma pedra nos sapatos dos bolsonaristas no Rio.
Ele é o principal nome da polícia federal Almada.
Ele foi o delegado do caso Mariae.
Depois que o Bolsonaro saiu, claro, do governo,
ele foi um delegado da polícia federal
que durante o bolsonarismo não compactuou ali
com o que eles estavam querendo fazer com a polícia federal
para não investigar rachadinha, para não investigar Mariae,
por exemplo.
Então ele era de um núcleo que resistiu.
E hoje ele é, enfim, o homem de confiança do Andréi.
Essa decisão do André Mendolsa criou um cisma muito grande
no supremo com impactos em todos os poderes.
Então, quando o Flávio Dino toma decisão de reintegrar o Andréi Rodrigues,
isso mostra aqui ponto a gente tá,
porque ele não tá no caso, né?
Ele não poderia avocar para si essa atitude,
porque se não qualquer outro ministro do supremo,
também poderia ter reintegrado.
Então você fica aquela disputa de força entre os ministros.
Mas de certa forma, ao fazer isso,
o Flávio Dino forçou uma atuação do faquim,
porque o faquim estava ali meio querendo
que as coisas se resolviam sem sozinhas, né?
Ele não estava querendo tomar uma atitude mais energica.
E aí?
e a atitude do Flávio Dino, talvez tenha tido esse intuito, indireto.
Eu me ative a perguntar isso, você acha que foi por isso?
Fiquei um pouco essa impressão, mas não tem nem um bastidor, não tem?
Tem duas questões, o Flávio Dino é muito capaz, né?
Ele é um ministro bem contundente, digamos.
E ele mata muita coisa no peito.
Houve outros momentos em que ele matou no peito, situações controversas.
Vou dar um exemplo para vocês que todo mundo vai lembrar.
Na época do Tari Faço, o Flávio Dino foi lá e deu uma decisão que basicamente impedia
os Estados Unidos de terem qualquer ingerência sobre as questões bancárias, de qualquer
pessoa no Brasil, alegando aquele princípio da extraterritorialidade.
Na decisão dele, ele deu um sinal de que isso valeria para o caso da Magnitz, que também.
Então assim, ele não tem medo de atuar em momentos de alta atenção.
Entendeu?
Então é bem a cara dele fazer isso.
E segundo ponto ele acaba forçando a tomar uma atitude e que foi o que ele fez.
Acabou tirando Alexandre de Moraes da Relatoria do Inquerito das Fake News, esse Inquerito
que é um absurdo, né?
Ele existe todos esses anos, servindo a vários propósitos que nem sempre coincidem entre
si.
Já vai ter outro golpe e ainda não acabou em querito do outro, né?
Exato.
Exato.
Exato.
É bem isso.
O Andrei, ele marca o julgamento em plenário no dia 15 sobre o relatório que o André
Mendoza encomendou sobre as relações do Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro.
Então, tudo que estava represado, digamos, o faquim se viu forçado a resolver.
Agora.
Em paralelo a isso tem uma outra situação acontecendo que é a da AGU, do Jorge Messias.
O Messias, ele foi tragado para essa confusão a revelia.
Tava quieto lá no lado de Deus, ninguém lembrava mais.
Pois é.
Vocês vão se lembrar que, em dado momento da investigação, o Andrei Rodrigues foi impedido
pelo André Mendoza de ter acesso aos altos das investigações, porque o André Mendoza
achava que o André Rodrigues faria algum uso político dessas informações, seja passando
informação para a presidência da República, seja passando informação para o Alexandre
de Moraes.
E aí, quando isso aconteceu, o Andrei recorreu a AGU, pedindo que a AGU entrasse contra o
supremo nisso para restabelecer as funções da Polícia Federal, para que ele não fosse
impedido de ter acesso a esses dados.
Então, a gente estava numa situação em que o André Mendoza estava comandando a investigação
sem que o diretor geral da PF necessariamente soubesse o que ele estava fazendo.
Quando isso aconteceu, o Messias não entrou, ele achou que ele não tinha que se envolver
nessa situação.
E isso causou uma disposição dele com o Andrei Rodrigues, causou uma disposição dele com
Alexandre de Moraes.
Enfim, coincidentemente, esse momento era um momento em que ele estava tentando se
cacifar para ir para o supremo.
E foi, coincidentemente, um momento em que ele se aproximou do André Mendoza, inclusive
nesse relatório que foi anexado pelo Alexandre de Moraes ao pedido de afastamento do Mendoza,
tem uma parte que fala sobre Messias, sobre como a questão da religião dos dois tinha
aproximado, eles dois e tudo, mas diante dessas informações de tudo isso que aconteceu
agora.
Eu acho que a gente tem que olhar para trás e olhar para essa derrota histórica do governo
em relação ao Messias.
Isso é muito claro a partir das informações que a gente tem hoje, o peso do Alexandre
de Moraes e do Davi Alcolumbre, em razão do Master, na decisão de não aprovar o nome
do Messias no Senado.
Na época que isso aconteceu, já se sabia que o Alexandre de Moraes tinha atuado, mas
como a gente não tinha noção das mensagens, do nível de proximidade de tudo que aconteceu,
era uma coisa que ficava no ar.
A gente não tinha todas as informações, toda a gente não tem ainda, mas agora a gente
já tem suficiente.
Fica muito claro como a briga naquele momento era, a gente não pode deixar essa vaga do
supremo ser ocupada por alguém próximo do André Mendoza, era essa única preocupação
daquele momento.
Tanto do Davi Alcolumbre, quanto do Alexandre de Moraes, quanto do Gilmar Mendes, quanto,
enfim, dessa turma que não queria que o André Mendoza se fortalecesse no supremo, porque
sabia o que ele tinha em mãos.
Então, eu acho que a gente tem que olhar para esse acontecimento do passado com outros
olhos.
Nesse momento a gente sabia que o Alcolumbre, em razão do Master, que ele queria tirar
o Messias, porque a gente sabia em alguns termos que eram mais ou menos isso, mas agora
fica muito claro o tamanho da derrota que o Alexandre de Moraes, que os ministros do
grupo dele do supremo, por meio do Davi Alcolumbre, impuseram ao governo e ao país deixando
essa vaga vaga, então, assim, a gente vai ter uma próxima eleição agora, a gente não sabe
quem vai ganhar, a situação também dividida, e é uma vaga que pode ir pro Flávio Bolsonaro
se ele ganhar.
E por um trabalho de articulação política do Alexandre de Moraes, junto com Alcolumbre,
para tirar o Messias dessa vaga.
Ótimo que você disse, você tem uma grande novidade também para acrescentar sobre o
supremo.
Bom, falando do André Mendonça, a gente tá publicando na Piauí nessa sexta-feira uma série
de reportagens que mostram que, ouve-se em uma seletividade, uma parcialidade dele, ao escolher
investigar o Alexandre de Moraes, porque vocês vão se lembrar que no início do ano, quando
o Tóful era o relator do Master no Supremo, o André pediu uma reunião com Fáquim para apresentar
Fáquim indícios, informações, investigação prévia, na época, não foi divulgado exatamente
o que que era que ele tinha apresentado para o Fáquim, mas era um relatório de 200 páginas,
e que, a partir desse relatório, os ministros do Supremo se reuniram, apoiaram que o Tóful
que se mantivesse na relatoria, apoiaram publicamente numa nota, mas mesmo assim o Tóful, a partir
daquele relatório, ele acabou se afastando da ele mesmo por vontade própria.
Pizaram a curdo, né?
É, era um. Um bem volado.
A gente te apoia publicamente, mas você sai, né, era basicamente isso que ficou acertado.
E aí, a gente teve acesso, eu, o Breno, Pires e o João Batista Junho, a gente teve acesso
a esse relatório, que foi entregue aos ministros do Supremo, no início do ano, e que mostra
a relação do Tóful e convorcaram.
Então há várias ligações entre eles, há trocas de mensagem, há vários encontros, há
conversas do vôr-caro com outros interocutores, sobre encontros com Tóful e conversas com Tóful,
há uma menção, há o taia-ia, como a fazenda do Tóful é como eles se referem ao taia-ia,
a fazenda do Tóful.
Que beleza.
E também, esse relatório da polícia sugere que o Tóful seria o beneficiário do Fundo Arlin,
que é o Fundo que fez as negociações do taia-ia.
E a Polícia também descobre que o dinheiro do Fundo Arlin foi parar numa offshore nas ilhas
virgens britânicas, 34 milhões de reais.
Opa.
Tudo isso tá nesse relatório.
Que todos os ministros sabiam, tinham acesso.
Que todos os ministros sabiam, que todos os ministros tiverem acesso.
Tem também nesse relatório, assim, o Tóful, sendo convidado para festas do vôr-caro,
a gente conta o que era a tal festa das Suíças, né, uma reportagem que o João Batista
pura.
E o Supremo, ao ter acesso a esse relatório no início do ano, apoiou o Tóful, pois o relatório
é para debaixo do tapete e o André Mendoza não fez nada a respeito disso.
Ele não pediu de legências, ele não pediu investigação a respeito dessas informações
que estavam nesse relatório.
E curiosamente, há informações que se repetem nesse relatório e no relatório que ele
faz sobre o Alexandre de Morais, só que a interpretação dada a essas informações
ela muda conforme o relatório.
Então, assim, no primeiro relatório que foi esse que os ministros engavetaram, já aparecia
o Alexandre de Morais como pessoa próxima do vôr-caro, já apareciam mensagens do Alexandre
de Morais, já aparecia a participação do Alexandre de Morais na organização daquele
evento de Londres, tudo isso já estava naquele relatório, mas o foco daquele relatório
era o Tóful.
E aí, agora, informações similares foram colocadas no relatório do Alexandre de Morais como
o foco, inclusive são os mesmos delegados que produzem esses dois relatórios, o que
é não diz nada sobre os delegados.
Você faz um relatório, o BDS ainda é um pedido, né, e nesse caso o pedido é claro,
foi um pedido feito pelo André Mendoza e esse pedido está no processo, está anexado
ao processo.
Tudo sobre o Supremo, no caso sobre o André Mendoza, não diz nada sobre os delegados
você falou?
Exato, não diz nada.
Então os togados do TAIAC foi o título de um texto que eu escrevi pra Piauí, lá atrás
eu atirei no que vi e acertei no que a Ana descobriu, a Ana, o Breno Pires e o Jombatista.
É, é exato.
Isso torna ainda mais curiosa decisão do André Mendoza de levantar o sigilo na véspera
do sete de setembro, né, então ele escolhe o ministro do Supremo que ele quer que tenha
a informação vazada.
e ele escolheu a Alexandre de Morais, não o Tófeli.
Então, se o objetivo dele era mostrar como a instituição está contaminada,
faria sentido ele ter levantado o sigilo sobre os dois relatórios,
faria sentido ele ter pedido para investigar ele ter comunicado ao faquim
que talvez devem sem votar em plenar a investigação dos dois ministros.
E aí nem estou falando do caso no Nismarcos aqui, né, cujo filho,
tem o master como cliente do seu escritório de vocacia.
Então, é isso que a gente descobriu e vocês conseguem ler com mais detalhe
no site da Piauí.
-Incrisação não. -Incrisação não.
Descancar a motivação política da decisão dele.
-Esse. -As vezes do 7 de. -Claro. -Claro.
-Vou passar do Rio de Janeiro para a Princeton, vamos lá.
Então, olha, essa descoberta da Piauí, que é um trabalho jornalista
realmente sensacional, encerro o debate sobre as motivações de André Mendonça.
A gente estava aqui fazendo meio que um Rédia dizendo assim, não.
Pode ser que seja a motivação eleitoral.
Pode ser que tinha uma outra teoria que ele é um cara meio messiânico,
assim, que tinha um lado meio da Lainol, assim, não, eu vou moralizar
a coisa toda, etc.
Mas o André Mendonça parece ter feito o circuito da Lainol
que é começar com o messiânico e terminar passando o plano para a picareta de direita.
Em tempo récord, entendeu? Da Lainol errou anos para percorrer essa distância.
-Exato. -André Mendonça em poucas semanas já tinha feito tudo esse negócio.
Você vê como da Lainol é ineficiente, é tudo o que ele faz.
-Fest rec. -Então assim, eu acho que esse serro debate,
né? Porque se você tinha evidência se contra o Tofoli,
que é de longe o ministro mais enrolado na história do Marça.
Porque se você pegar o Chandão, ele tem uma grana violenta que o vocário deu pra ele,
tem mensagem mostrando que eles eram próximos.
Então é totalmente legítimo supor que isso será subindo para que ele eventualmente
tomasse decisões a favor do Master.
Se é ou não é isso, a investigação vai provar.
Agora, o Tofoli já tomou decisões a favor do Master.
Ele é o único cara do Supremo que já fez isso.
O Tofoli e o ministro Jonathan Jesus, do Tribunal de Contas,
da União, tentaram melar o processo do Banco Central que ele o quedou o Master.
Ele botaram lá, o diretor do Banco Central deram chá de cadeira lá,
duas horas lá pra ir lá, depurra lá, pro Tofoli, um negócio completamente sem pé na encabeça.
Sem imagino o cara tentando explicar essas coisas altamente técnicas pro Tofoli,
que sofrimento merece ao mesmo.
No caso do Chandão, além de eventuais decisões,
pelas mensagens do vocário, fica claro que ele tava pedindo ajuda
pro Chandão, obstruir a justiça, obstruir o andamento das investigações.
Então são vários crimes. Exato, é exatamente isso.
No seu, só decisões como juiz, né, uma atuação política nos basti. Sim, sim, sim, concordo.
É, aquais as decisões que, de fato, foram tomadas,
porque o vocário pode ter pedido algumas ou todas, e o Chandão não ter feito.
Todas é difícil, mas enfim.
Sim, sim.
Mas algumas podem não ter tomado.
Então as investigações vão esclarecer quais foram as decisões.
É, tanto fracassona isso, porque o cara acabou sendo preso.
Pois é, pode ser que o Chandão não tenha feito as coisas que teria que fazer,
porque o cara foi preso antes. Não sei se foi.
Isso deu uma certa sorte aí pra quando isso for pra área criminal, propriamente, né?
Mas assim, se você fechar ganho de dinheiro e tomou decisão a favor do master,
aí é só impeachment, aí é cadê.
Então assim, o Chandão tá do lado do ganho de dinheiro do master.
Então ainda investigando o que aquele fez pra ajudar o master.
Mas é tanto dinheiro que no mínimo uma promessa de fazer alguma coisa,
ele deve ter entregado pro vocário, certo?
Agora, o Toffold já fez coisas.
- Sério? - Toffold tentou melar.
Se o Toffold estivesse conseguindo melar esse processo do banco central,
morria o Chandão do master.
Então, o Toffold tá do outro lado do esquema.
Ele já tem a decisão favorável ao vocário.
Falta descobrir se ele levou uma grana pra tomar essa decisão,
seja, na história do Tayai, ou seja, no que for.
Você ali via pro Toffold e depois me aparecer faltando um mês pra eleição.
Deu jogando o Alexandre Morais no centro do debate político nacional,
é uma jogada eleitoral muito vagabunda, muito transparente,
absolutamente óbvio o que ele estava fazendo ali.
- É uma espécie de delinquência, né? - É uma espécie de delinquência.
Pelo amor de Deus, cara, já falei se você ganha a vida dizendo
que o André Mendonça é imparcial, tá no hora de você pedir aumento,
porque seu trabalho ficou mais difícil.
E aliás, espero que você tenha feito um bom pé de meia,
dizendo que o Tassiz era moderado, entendeu?
Quem gerar são as melhores pessoas.
Então, assim, a motivação do André Mendonça fechou o debate pra mim.
Não é mais uma discussão legítima sobre isso.
E cedativer, gente, propondo essa testa que não é coitada,
ele tá tentando lá.
Mas ele é o cara bozinho, o que quer investigar.
E os outros são os caras mals que querem uma cordão.
Só pra deixar claro.
Os outros querem uma cordão, mas sem dúvida nenhuma.
Chandão quer aqui uma cordão, pra caramba.
Tofoli quer muito a cordão.
Caso nos deve querer muito a cordão.
Agora, o que me dá um pouco a impressão é que o André Mendonça
não tá brigando contra uma cordão.
A gente já discutiu aqui.
Ele tá discutindo o sabor da pizza, que vai ser o master.
- Exato. - Então, ele tá entregando a pizza
que os bolsonaristas querem, que é a toma de bolsonar
esse livro de um jeito de outro.
E o Chandão vai de boa despiatória pra opinião pública
e dá a impressão que o Chandão Master foi isso.
Foi um rico safado pagando um juiz.
Tá a serviço da eleição do Flávio Bolsonaro, né, pra encurtar o. Mas tem sombra de dúvida.
E aí, se você pegar a decisão do André Mendonça,
que tirou o André da PF, cara, isso aí é o pacote inteiro.
Primeiro, ele joga o escándalo em cima do governo Lula,
porque foi o Lula que não ouviou o André.
Então, o Lula tem que tomar alguma providência.
O Lula tava quieto lá, falando lá, isso aí é a briga desses caras aí.
Tem nada a ver com isso.
O André Mendonça puxou o Lula pra dentro da briga
quando ele tirou o André do carro.
Segundo, cara, abriu um caminho para a nudidade
da investigação do master gigante, porque ele colocou sobre suspeita
o delegado do caso.
Isso pode ou não colar na esfera jurídica
e, como tava bem dizendo, um amigo nosso,
que é um advogado muito feira.
Na verdade, quando eles quiser anuales e genta qualquer coisa, né?
Mas isso vai ser aqui também politicamente,
que o Flávio vai poder dizer, veja bem,
essas acusações contra mim foram produzidas por um delegado
que o André Mendonça já mandou afastar.
O que o André Mendonça está fazendo nesse momento aqui,
é muito grave, gente.
E, sinceramente, essa altura não me interessa
se ele está fazendo isso mais,
porque ele acha que ele é um escolhido do seu de ser lá, quem.
Porque assim, isso aqui é. É mutrenta pesada, assim.
Ele está tentando entregar a eleição pro Flávio Bolsonaro.
Eu acho que mais um tijolinho nessa percepção,
selso, tá numa reportagem que o álcool publicou,
contando tudo aquilo que a gente já falou aqui,
que, em vezes, como hipótese,
mas, agora, como consta em uma das propostas de delação
do Daniel Vorkar, que o Antônio Rueda e o ACM Neto
ajudaram o Vorkar a colocar a mão nos fundos de previdência
nos RPPS dos Estados e ganharam uma corretagem de 10% em cima disso,
em dinheiro vivo.
Essa reportagem do Oau foi feita a partir do relatório
na semana passada que o Alexandre de Morais colocou
no pedido de afastamento do André Mendonça,
e sinalizava que o André Mendonça estava demorando
para autorizar deligências a respeito do Rueda e do ACM Neto.
Aí os repórteres lá foram ver o que que tinha na delação
do Vorkar sobre a CM Neto e Rueda e descobriram que era isso.
A polícia tinha pistas de quem seriam os donos
desse desvio bilionário de dinheiro de aposentado para o Master
e o André Mendonça não autorizava de ligências.
Pois é, gente, aliás, essa corretagem é muito alta,
para o valor de mercado assim.
10%, né?
10% é o corretagem muito alta.
E o cara basicamente estava com o bondinho de aposentado
de arrevelhinho.
E assim, esse dinheiro de velhinho,
e aqui vai alimentar dar que rostro que a gente
vai falar no próximo.
É, não é corretagem, é corrupção mesmo, né?
É a base do que o Master estava ganhando dinheiro,
estava roubando dinheiro de aposentado.
É propina, claro.
É propina, exacto.
E o Rueda, cuida que é presidente do Néu Brasil, certo?
O Néu Brasil, certo?
O Néu Brasil, certo.
Mas ele nunca teve cargo, nunca teve mandato, na verdade.
E agora, coincidentemente,
ele está concorrendo aposentado federal pelo Rio de Janeiro.
Olha só.
Está do que não é o dele.
Exatamente.
Porque ele é de pernambuco,
ele não é do Rio de Janeiro, não mora no Rio de Janeiro,
não tem nada a ver com o Rio de Janeiro.
E aí, está se lançando o candidato no Rio,
está andando por aí o tempo todo,
aquele março, o canela.
Olha só.
Que o Celso se lembra bem, quem é?
O que maravilha.
Era o prefeito de Belforrocho, né?
Belforrocho.
Era o prefeito de Belforrocho associado a Milísse.
Asociado a Milísse.
Não, e que foi alvo de uma operação
nas duas semanas por estar associado a Milísse.
Exato.
Que coisa maravilhosa.
Bom, se o rueda intermedio ou mesmo
esses divis da previdência,
ele deve ter feito excelentes amigos no Rio de Janeiro, né?
Um pessoal que vai emprestar a máquina
para ele e ele deputado.
Porque imagina quanta gente ele não fez feliz
na política do Rio de Janeiro.
E talvez ele queira, de fato,
o teu mandato até para o teforo, né?
Porque ele deve saber o que ele fez.
Sem dúvida, sem dúvida.
Bom, em vinho, vamos ver se os cariocas
vão dar esse presente para ele.
Eu acho que sim, minha previsão é essa.
Bom, e que bloco, senhoras e senhores?
E que bloco?
E cerramos, vamos para um rápido intervalo
na volta, nós vamos falar
de Dark Horse.
This episode is brought to you by TXU Energy.
For the first time ever, Texans have an energy plan that combines free nights all year with
daytime summer savings.
It's called Free Nights in Cool Summer.
You get free nights every night all year long, plus a 25% bonus toward your daytime use
all summer.
It's a first of its kind plan, created for how Texans actually use energy.
Discover how much more you could save with free nights in Cool Summer, TXU Energy for
everything.
Visit TXU.com for more information, rep #100004.
[MUSIC]
Very well, we're back.
Ana Clara, I'm going to start with you, and maybe we can start by the operation of
today.
[MUSIC]
Fernando, this operation that happened on the fifth of the morning, she doesn't necessarily
see the movie Dark Horse, but indirectly with the movie Dark Horse and with the producer
who made the movie called Go Up by the producer Karina Gamma.
First, I want to resume here the decision of Flavio Dino.
>> Flavio Dino, what has authorized this operation today?
>> Exactly.
It's about his relatory.
>> Flavio Dino, when he authorizes the integration of Andrei Rodrigues, APF, one of his arguments,
is that there were operations in the course that could be predicated by the director general
and by his subordinate, Landra Almada.
And then, on the next day, we have the operation.
So this operation that was with Flavio Dino's relatory, and that had already been
your authorized diligence, it could be in risk if you had with the FF, right?
>> And that, with respect to the fundamental demands that are one of the main
structural standards of the last years in Brazil, right?
>> Exactly.
So it's about an investigation that was already happening in the police of São Paulo,
which was the fact that the producer had taken contracts from this type of Wi-Fi,
to the prefecture of São Paulo.
When you have contracts, you have to present several notes, right?
Providing use, comprando the destination of the resources, and so on.
And they could not buy anything, so it's a contract that was already being investigated.
>> And it's a high contract, right?
A contract of 108 million reais with the prefecture of São Paulo.
>> Exactly.
>> And after the contract was for it, there was an additive and it jumped to 157 million.
>> That's just the contract, but how did Flavio Dino get into this?
>> That explains, because Flavio Dino, his editor, in the case of the Indas,
right, the use of the Indas for the lamentations, secret updates.
And in these investigations, they discovered that there was a repassion of Indas
Pics by deputies, Mario Fries, for this producer.
And the Indas Pics is that Indas that goes from any way.
They send it to where they want, and they don't need to have approval of the good price
of that resource.
>> It's one of those suffocating coffees they make.
>> It's difficult to drag, right?
>> Yeah, you don't drag it.
It's a threat to law enforcement, and so on.
>> Well, so what we know is that, in addition to this contract,
it's an enormous prefecture.
In addition to the money that came from Dark Horse, that came from Daniel Vorcaro,
and that apparently he was not being used in his entirety to finance the film.
The producer still received public money.
It's the public money that came from the manufacturer.
And the public money came from Mario Fries.
They are involved in several segments of malversation of public resources.
It's not just in one.
And in the case of Master, there is a new statement that there is something curious,
because the donation of the mining, which is Antonio Freixo,
which is Dono da Entre Investments, which is one of the company's accessories of Daniel Vorcaro.
This guy is a guy who came from the financial market, came from the guarantee,
from Credit Suisse, and so on.
Many of the operations were heterodoxy for Daniel Vorcaro,
the founder of heterodoxy to be a genteel.
>> How did the press call?
I think it's not structured, isn't it?
>> Departement of structural operations.
>> It was more or less that.
What I think is curious is that now, I think it's a detail that is worth it.
Just now, this week, after the press enter the war,
it was that the donation of the mining,
in the amount of this investment,
which was an investment that was nothing to the front.
You see that this operation had been the money, right?
It was linked to the master.
And then, curiously, now,
Andre Mendon is a demarcation of the milling of the mining on Dark Horse.
Even where you know, even now,
with information that was divulged by the press,
Andre said, "Did you see some bachelors?
The Malogas part too?"
And that there is, in fact, payment for the founder
of the friend Eduardo Bolsonaro in Texas.
>> Exactly.
It's so much money for this Dark Horse.
It's still a little bit.
I think it's going to be a waste of money.
>> It's going to be a waste of money.
o tempo de dinheiro ou de emenda a parlamentar,
poderia ter ido para a educação, poderia ter ido para o hospital,
poderia ter ido para um monte de coisa útil,
que foi, por Eduardo Bolsonaro,
conspirar para ter mais tarifas contra o Brasil.
O Dark Ross, a gente precisa parar de falar dele como um filme.
O filme é só um negócio, provavelmente,
vai ser o pior obra de, não vou chamar de obra de arte,
mas o pior coisa filmada da história brasileira.
Mas o interessante dele não é isso.
Talvez você até engraçado.
O importante é que esse dinheiro que é tropa da Dark Ross
não é para fazer film nenhum.
É dinheiro roubado, dinheiro público roubado.
Seja pelos caras que estão mandando emenda a Pix.
Seja pela prefeitura de São Paulo,
tá dando dinheiro que podia ter sido usado
para fazer alguma coisa útil para São Paulo.
E seja pelo Daniel Vorcar, que roubava de dinheiro de aposentado.
Então parece que você mora de São Paulo
e você vai ter um buraco na sua rua,
que você tem medo que o seu carro bata ali,
você perca seu carro.
Então o dinheiro para tapar esse buraco
foi pro Eduardo, via fundo da Revenge.
Foi para a produtora da Carina Gama.
Exato, então eu ia entrar em dessas confusão toda e desviado.
Então, assim, por exemplo, eu achei essa batinha do Jornal Sornal
quando eles falavam do Dark Ross, a impressão toda era assim.
Olha, vocês fizeram um filme do seu pai
que tem dinheiro suspeito.
Vocês precisam prestar conta.
Gente, não tem conta que prestar isso não filme.
Isso é um caixa a dois.
Os bolsares se jogavam todo o dinheiro que roubavam em várias instâncias
para distribuir por aí, para distribuir por Eduardo, para distribuir para a campanha.
E pelo volume de dinheiro não é só para financiar a vida boa do Eduardo, né?
Não, não é, entendeu, assim.
É muito dinheiro, né?
É dinheiro que deve estar sendo usado como fundo eleitoral
para vários desses candidatos bolsonaristas.
Imagina que não para todos os do PL.
Por exemplo, deve ser um negócio bem para os caras mais próximos,
mesmo naquele núcleo do bolsonarista.
A gente não sabe para onde esse dinheiro está indo.
O que a gente sabe é que esse dinheiro não está indo
por os aposentados que o vocar roubou,
não está indo por os moradores de São Paulo,
que é os dois desse dinheiro antes do ficar do mundo,
desdair ele para essa esquema de mutreta.
E também, um dinheiro que era do povo brasileiro
que teria que ser destinado por meio dos parlamentares,
poderia estar comprando equipamento para um hospital
e foi para esse fundo de sacanagem do bolsonarista.
Agora, falta a gente saber, no caso, a polícia,
a contrapartida para esses depósitos no dark horse
porque, claramente, tudo bem, céu,
se você sempre fala da tentativa de polpao o master,
aquela emenda que prejudicava o banco central,
enfim, todas as tentativas que a direita fez de polpao o master,
mas falta a contrapartida do Flávio específica.
E essa, eu acho que. É, com certeza.
Tá na lista de coisas represadas que a gente não sabe.
Mas, olha só, ele é o herdeiro do movimento bolsonarista.
Então, ele é o cara que manda.
Mas, se acho que ele não faria nada para o Beneficial do Aniavurcairo. Olha, tudo. Já fez, gente.
Já deve ter feito esses caras todos que botaram dinheiro no master,
o Claudio Castro.
Bom, as mensagens dele com o Aniavurcairo indica um pouco o nível de relação.
Olha só, se isso fosse na época do processo do mescalão,
eu já meti um domínio do fato em cima do Flávio Bolsonaro
por esse seu líder do bolsonarismo.
E hoje, o governo de bolsonaristas tem inundado o banco master
com o dia de aposentado.
Então, a gente ainda tem que provar judicialmente,
assim, obviamente.
O Ondas da Prova para aprender alguém é muito mais alta.
Mas, assim, se a gente acha, como a gente acha,
que o dinheiro do contrato da mulher do chandão,
era dinheiro pro chandão em troca de alguns serviços
que a gente não sabe qual seria,
me parece, inteiramente, óbvio, que a gente tem que tratar.
O dinheiro, o que o vôrcaro dava pro Flávio,
como recompensa pela grana que os bolsonaristas deram pro master, entendeu?
Lembrar que no caixa 1 mesmo no oficial,
o vôrcaro deu em 2022,
dois milhões para a campanha do artista
e três milhões de bolsonar por intermédio do cunhado, né?
O Fabê nos é tão.
Não, vamos lembrar, inclusive, porque agora,
a proposta de delação do vôrcaro, né, que foi recusada,
tem a informação de que essas contribuições de campanha
foram suburnos, foram dinheiro pro caçado
e agitar lá o esquema do crédito sexta,
que começou lá no PT da Bahia,
e aí depois o vôrcaro pegou aquilo aí,
ele tendo um banco na mão da pra fazer muito mais coisa com o crédito,
e aí ele saiu vendendo esse esquema aí para outros estados.
Então, o que o vôrcaro está dizendo, obviamente, tem que provar e tá.
É que esse dinheiro que ele deu para as campanhas do bolsonar
e do tássis era suburnos.
A produtora também recebeu recursos
e investimentos, digamos, do marqueteiro do Flávio Bolsonaro,
o publicitário Marcelo Lops,
foram investidos 1 milhão desse marqueteiro no filme,
aí assim, por que você acha que o publicitário do Flávio
investiria dinheiro no Dark Horse, né?
Pois é.
O dinheiro próprio.
Exato.
E é, obviamente, que o Dino viu suspeita nesse pagamento, né?
Que eu também vi suspeita nesse pagamento.
Poderia ser algo que não necessariamente fosse dinheiro do próprio Marcelo Lops, né?
Claro.
Então, como você está dizendo, Celso,
você tem uma série de pessoas que estão abastecendo o filme, né?
E não necessariamente, a gente tem certeza que é para fazer o filme, né?
Então, a gente achava que era só o vôrcaro.
A gente descobriu que tem imenda PIX, que tem o publicitário colocando grana.
Então. É uma quadrilha, isso.
Na verdade, o que não se sabe até o momento é quanto dinheiro que o Dark Horse drenou, né?
A gente sabe quanto ele pediu para o vôrcaro, quanto o vôrcaro até agora repassou.
Agora, a gente está vendo que é maior esse buraco, né?
Eu estou falando que vai brigar com o disser ainda.
Queria só relembrar mais uma vez, hein?
O Dinka Vízel, que faz o papel do Bolsonaro,
quando fez papel de Jesus Cristo,
ele tava lá filmando a cruzificação caiu um raio na cabeça dele.
Então, assim, ele já foi o objeto de críticas severas do biografado.
Muito bem.
Terminamos, então, o segundo bloco do programa, que bloco também,
meus compartos aqui estão afiados.
A gente faz um rápido intervalo,
na volta nós vamos falar de pesquisas de reeleições propriamente ditas.
Já voltamos.
[MÚSICA DE FUNDO]
[MÚSICA DE FUNDO]
[MÚSICA DE FUNDO]
Muito bem, estamos de volta.
Celso, vamos começar com você.
Talvez a gente possa começar pelas pesquisas, né?
Celso, que as últimas pesquisas estão indicando.
Você andou espiando os agregadores de pesquisa, etc.
Conta para a gente.
Pois é, Fernando.
A gente, agora, começou a ver pesquisas em que o Flávio continua empatado,
técnicamente, com o Luda no segundo turno,
mas já começa a aparecer numericamente na frente.
É pouca coisa.
Se você for ver ao longo do tempo essas mudanças na margem de erro,
se você for somando um tanto de margem de erro que desse mês,
quando o mês passar, quando nos passar,
o Flávio, claramente, está numa tendência ascendente.
Eu vou dizer para vocês que eu estou surpreso que não esteja mais na tendência ascendente,
que não esteja numa tendência ascendente mais assentuado.
Depois de um mês de lulinha, mais 15 dias de chandão,
e o noticiário pode depois só isso,
eu acho surpreendente.
A minha previsão, se eu sempre perguntar as 15 dias atrás,
era o Flávio Bolsonaro, afriendo Lula fora da margem de erro.
Já essa altura.
Mas o que a gente vê na evolução dos números,
se você pegar, por exemplo, o ótimo agregador de pesquisa da BBC Brasil,
mas você vê o seguinte, que a eleição votou pro cenário pré da Arquirossa.
Então, se você pegar ali no começo de maio, a BBC está abandonando isso aqui,
pelo agregador deles, o Flávio tinha passado numericamente o Mula,
na estimulação do segundo túnel.
Então, se a gente basicamente voltou pro cenário da Arquirossa,
assim, esse é o deslocamento do Eleitorado,
parece antecedendo um pessoal que largou o Flávio,
porque o Flávio é o ladrão,
que, enfim, é acusado de seu ladrão,
é longe de mim aqui, fazer qualquer puntação, a pessoa tão rara,
e largou o Flávio, por causa disso,
e aí, de repente, aparece um monte de escada com a opção do Lulinha,
e aparece um escando chandão que o pessoal associou o Lula,
então, essa turma voltou pro Flávio,
provavelmente, meio de uma vontade, dizendo assim,
"bom, o Flávio é meio ladrão, mas os meus estabenção,
então, eu sou direita, vou estar nele de celular."
Agora, alguma coisa que eu acho importante a gente lembrar ao seguinte,
esses escadas todos, eles explicam, provavelmente,
esses deslocamentos que não são muito grandes dos últimos meses.
Então, o Lula estava ganhando meio de pouco,
aí, agora, não está mais ganhando.
Então, não é muito ponto percentual que mudou ficar o desses escandos.
E o que os escandos podem decidir,
é porque já tem um cenário consolidado de equilíbrio
antes de ouro aos escandos.
Nesse cenário consolidado, tem muito mais coisas além dos escandos.
Então, você tem, primeiro,
o fato de que tem dos dois lados, gente, que é de esquerda de direita,
e vai votar no candidato de esquerda de direita,
mais ou menos dependendo do que o cara faça,
não sei o que o cara faça uma barbaridade muito grande.
Então, se a gente tem um eleitorado já consolidado,
e a gente tem fatores econômicos,
que tem todo um debate complicado,
aí, sobre como é que a gente refere na eleição.
O que é indivíduo?
discutível é o seguinte. O terceiro governo Lula não conseguiu resolver o problema
que está afetando todos os inconvenientes ao redor do mundo nos últimos anos, depois
da pandemia, que esse cenário pode pandemia de juro alto em fação alta, que é o inferno
de se resolver, que em geral em fação alta se resolve aumentando o juro, mas o juro
já está alto, então é complicado de mexer mesmo, está sendo complicado para todo o mundo,
Trump queria bater nos caros lá do Federal Reserve, do Banco Central Americano, então
a gente está numa situação em que você pega os dois principais problemas que aparecem,
para a população deles é preços de subindo e outra individamento. Então, como é que você
resolve o preço subindo que não ao mesmo resolveria com mais juro sem arreventar o cara que
está em dividado? E por outro lado, se você baixar os juro pra alleviate a vida do cara que
está em dividado, será que você não vai causar mais a inflação? É um pesadelo esse cenário,
porque quando isto aí consegue achar uma solução para isso, mas não tem a menor dúvida que
isso é parte grande da história da direção também, é porque todos os restos que está discutindo
é o que acontece e depois que isso tudo já aconteceu, tudo isso já foi filtrado pelas
respectivas bolhas informacionais dos dois lados e aí a dúvida é, tem um cara já para
ter tanto outro, os seus quarenta e tanto e tem esse pessoal se movendo entre os dois lados. Mas é muito
difícil não atribuir esse deslocamento ao dark horse, porque se você for ver a tendência das pesquisas,
quando aparece a dark horse, o flab de caio bastante, e quando aparece as escandas do lulinha e os escandas
do STF, esses vossos são devolvidos ao flab. Tem todas umas camadas geológicas mais profundas que
são muito complexas, essa questão da economia, etc. Mas essas pequenas variações que estão acontecendo,
parecem basicamente em resumo a campanha do vazamento. Então a gente quase não discute o que é
que a campanha do lulo, a campanha do flab falou ontem, por exemplo, que seria o que a gente faria
no veleção normal da um aspecto periférico como os outros candidatos sumiram do noticiário, né?
Sumiram completamente, então por exemplo, Augusto Curie, que estava tendo uma ascensão dele lá, com essa
crise toda do STF, sumiu da discussão. Eu vou ficar surpreso se ele não cair, os refotos dele não
voltaram a ser distribuídos pra mais alguém. Pode ser até que ele suba depois de novo na última
hora, o pessoal mundo diz isso, falava, vou botar esse cara meu, mas ele parece pronto pra fazer uma
decolagem ali. É, mas quem imaginava, não muita gente série imaginou, mas quem imaginava que pudesse
funcionar, o que não há disputa entre lulei, flab falou sonar, acho que isso tá pra te ajudar.
É, isso tá nessa ter, cada vez mais improvável, né? Porque primeiro o pessoal achou que o Renan
podia passar, e o Renan foi alvejado na decolagem pelo Augusto Curie. E o Augusto Curie, por
sua vez, foi alvejado na decolagem pelo caso Chandão. Então, porque é importante a gente lembrar
que o que tá acontecendo nos últimos meses de campanha é quase tudo notícia de corrupção? É porque aí
você entende que a crise do STF é em grande parte também, sobre o poder de vazar. Então o André
Mendonça tá controlando os vazamentos, ele afastou o André, e quem teste poderia vazar também,
foi esses contrários ao Flávio. Então, assim, grande par dessa briga é pra saber quem vai vazá-los,
Cândalo, mais favorável ao seu grupo político. Agora, nesse ponto de vista, assim, a minha impressão,
é que, não sei que aparece uma coisa muito grande do Flávio, né, gosto pela amor de Deus, algo
como apareceu do ACM agora, uma porcentagem de dinheiro lá dos aposentados, uma coisa meio
enlojante, né? Assim, eu não sei que aparece uma coisa muito obviamente enlojante. Eu suspeito
que se saí vários desses detalhes, desses históricos, quando passar pelo filtro, em formação
ional, lá, de posturalistas, eles tubam isso de um jeito de outro. Já falei, isso é uma semana
passada, deixa eu saber todo mundo com esse negócio. De mais, mas assim, é bem claro que a população
brasileira não sabe que, se todas as acusações foram verdadeiras, os chandão e o Flávio
são cómplices, eles são participantes do meme escândalo, eu acho que é o do banco mais,
isso não tem cara do vidro que 2% da população brasileira tenha feito essa facilação,
então, as ninguém ajudou eles a fazer. A gente tá há poucas semanas da eleição e o
noticiário se é todo em cima do poder judiciário, especificamente do supremo, não deixa de ser
uma grande vitória do Bolsonaro, porque os ministros evidentemente contribuíram para que as
atensões se voltassem para eles. Mas isso é magenda, como você disse várias vezes, do
Bolsonaro de descredibilizar, desligitimar, colocar dúvidas sobre o poder judiciário, seja
até cS, seja supremo, é o eixo do golpismo, né? É uma espécie de energia.
A tecnologia moderna de golpismo é você aparelhar o STF, porque o STF diz que a constituição é,
o que você diz? A gente foi capturado, se você olhar na imperespectiva, como o debate foi capturado,
por isso, isso é uma vitória da direita. Sem dúvida nenhuma, tem gente na campanha do Nula,
pensando o seguinte, que é preciso reorientar parte da campanha, para não falar só sobre isso,
para não entrar só no debate sobre isso. Então vai lá e bate no fato que o Bolsonaro não deu
aumento real para o salário-minho. Bate em coisa que mexe na renda de pobre, entendeu? Bota a foto
dos caras brigando por uso na porta supermercada daquela época, entendeu? Vira o discurso para um discurso
mais econômico, onde o Lula se saiu melhor. Eu acho que isso seria a melhor ideia. Agora,
novamente, será que isso vai chegar a alguém no meio dessa barulheira toda sobre o supremo? Não vai ser
fácil, não? Ana, vamos de Princeton para o Rio de Janeiro, voltamos para o Rio de Janeiro,
estou me sentindo aqui, eu quero dar, vamos para Princeton, vamos para você que lá, vamos para. Voltamos pro Rio, mas vamos agora, imediatamente, para Minas Gerais. Vamos para Minas Gerais, então?
Eu acho que, dentro dessa vantagem numérica, que o Flávio começou a apresentar agora, a gente tem
que destacar o desempenho de Minas Gerais. Um mês atrás, conversando com as minhas fontes iminas,
com o Felipe Nunes, na Quest, que é a de Minas, inclusive o Felipe Nunes é de contagem. Enfim, com
lavaria, com todo mundo que entende de pesquisa, mas o que eu? Minas era considerado um território
em que o Lula poderia ter uma vitória de certa forma confortável, naquele momento. Todo mundo
falava não, assim, embora, para o governo do Estado, o PT tem muita chance de PD, o Lula tá
relativamente bem no Estado, e a tendência é Minas e com o Lula, mas tem um governador de direita,
como já aconteceu em vários momentos, né? Vários votos pra Dilma e Pra Nastasia, Dilma S, o Lula S,
enfim, e Zema com Lula? Zema com Lula, exato. O que tá acontecendo em Minas? Que esse Estado,
né, tão enigmático, né, sempre tem essa regra, né, de que o presidente que ganha, geralmente,
ganha Minas? O que tá acontecendo em Minas é que agora Minas virou. Segundo a Quest, o Lula estaria
com 37% das intenções em Minas e o Flávio quarenta. Segundo o turno, né, está falando. No segundo
turno, exato. Isso é uma novidade porque não era o que tava acontecendo em um mês atrás, e nem
um mês e meio atrás. Por mais que haja esse histórico, né, de votos divergentes entre governo do
Estado e presidente, não ajuda que o candidato petista pro governo do Estado de Minas não seja uma
pessoa ali que tenha palanques fortes ali dentro. Como parece o caso do Patrus nesse momento, né, não
tô dizendo que o Claytinho tá indo muito bem, ou, enfim, a direita também tá numa situação meio
desaticulada em Minas. Mas tudo indica que quem vai ganhar vai ser um candidato de direita, assim,
acho que é a chance pra um candidato esquerdo ali ou do PT, no caso, são pequenas, né? Então isso já
é um problema. Tem uma outra questão que também pode ser usada e já começou na verdade
o seu usado pra tentar menar um pouco a candidatura do Patrus, que é o seguinte, o vice dele, que é
o Jarba Suárez, é primo do Sirus Suárez, que é o advogado lobista, enfim, que fazia as articulações
pro Vorcaro e que a gente acabou convindo a conhecer agora quando ouves esses vazamentos, né? O Jarba
Suárez é um ex-procurador, é uma figura que é muito próxima do próprio primo, né? E que por isso
também é muito próxima dessa clássipulítica que tá no centro de toda essa situação no master.
Ele é em Minas considerado um cara muito próximo do Lucas Callas, o Lucas Callas é um dos empresários,
enfim, mais próximos do Vorcaro que já ouve assim, também considerado a empresar acessório ali
vários momentos pro Vorcaro. Então, o grupo de Minas que tá trabalhando pro Lula e Minas, no momento
como esse em que o master voltou a seu assunto, não é o grupo mais indicado, entendeu, pra se ter, sobretudo
pela presença do Jarba Suárez, na coligação, e é uma coligação que é mais vulnerável aos ataques
sobre o caso, que hoje é o caso mais rumoroso. Jarba Suárez que não é do PT, né? Ele é do PSB, não é isso?
E isso do PSB, PSB do João Campos, não PSD do Casado. E no âmbito nacional, tem uma questão que é
primeiro, como se é os bem disso, todo o noticiário tá voltado pra esses vazamentos nesse momento, mas não só
todo o noticiário, mas o próprio Lula tá tendo que a todo momento intervir em tudo isso. Então, por exemplo,
você teve essa questão da PF, né? É óbvio que o Lula conversou com um faquim, recebeu faquim,
Conversou como é sias.
É claro que ele participou dessa articulação para tentar diminuir a temperatura dessa crise.
Tive que soltar nota sobre o master.
Então, assim, o tempo que ele entesa estaria usando para a própria campanha,
ele está tendo que usar para se desvencilhada a crise e para tentar, em última instância,
ajudar a resolver a crise, porque é uma crise entre poderes.
Uma crise dentro de um poder que pode acabar, resbalando para outros poderes,
como está indicando o que está fazendo.
Então, tem isso também, ele não pode se dedicar a campanha como ele se dedicou,
vamos por a campanha passada.
No momento como esse da campanha passada, o que se falava era só como é que estava a campanha do Lula,
como é que estava a campanha do Bolsonaro ou como é que está indo o golpe do Bolsonaro.
Entendeu? Era mais ou menos essa dinâmica, né?
E hoje, nem ele pode falar tanto da campanha dele, porque em determinado momento,
vamos por que ele vai falar com a imprensa, o que vão perguntar para ele não é sobre entrega de governo,
ou sobre o que ele vai estar prometendo para um eventual próximo mandato, e sim,
e o Master, e o Alexandre, e o André Mendoza, e o NSS, e o Lulinha.
É isso? É isso.
Eu não quero terminar sem fazer uma menção a bizarrisse do 7 de setembro, na Avenida Paulista,
em que você teve, entre outros momentos, um boneco do Trump no dia 7 de setembro,
os supostos patriotas, erguendo um boneco do Trump.
É tudo tão explícito, tudo tão paradoxal a sua maneira, né?
A gente tem de dito, você tem dito, insistido muito nesse aspecto que é central para eleição.
O Brasil está sob a ataque da maior potência internacional em sob a ataque mesmo, né?
E essa candidatura está prometendo, justamente, escancar ao país para os interesses do Donald Trump.
E foi bom se lembrar disso, que eu acabei me esquecendo de dar o parabéns ao Marco Rubio
por ficar de data dele e empatou com o Lula, que na pesquisa.
Muito bem, lembrando isso, a gente vai então encerrando o terceiro bloco do programa,
fazemos um rápido intervalo, e quem derou-vo na volta, já voltamos.
Esse episódio é lançado por TXU Energy.
Para a primeira vez, textos têm uma plana de energia que combinece freinites todo dia com
dias-times, escondidos.
É o que é freinites e cool summers.
Você tem freinites toda a noite, todo o ano, e plus a 25% de cembro do dia-times.
É o primeiro de sua plana, criado por como textos que realmente usam energia.
Descobre como você pode servir com freinites e cool summers.
TXU Energy, energia para tudo.
Visit TXU.com for more information, rep #1004.
Muito bem, estamos de volta, Mari, faria.
Vamos ver o que você é pronto nessa semana.
Solta aí, Dani.
Esqueida, gosta de falar do AIS-5, mas o inteiro conduzido pelo mesmo Alexandre Morais
é muito pior.
Ah, morão.
É morão.
Seus que falam primeiro.
É. eu vou querervar só por uma questão só pra não perder o costume, né, Fernão?
Bom, morão, é bem na minha linha de atuação aqui.
Foi você que falou antes.
Agora, que filho de uma. né, cara?
Se o cara comparar o AIS-5, que matou e torturou milhões de pessoas com o inquérito
de fake news, né, cara?
Pessoal, tem limites, impressionantes.
É foda.
É foda.
Então, para os anais, cascas de vez, fosse o contrário.
Se eu tivesse empresta e o selso aqui, eu podia falar que era o dele, e tal, que eu falei
antes.
O fuso horário aqui é antes, né?
Então, talvez tenha até sido isso.
Para os anais, quem fala é o Senador Hamilton Morão, republicanos do Rio Grande do Sul,
entrevista à jovem Pan News.
Muito bem.
Assim, nós vamos terminando o que enderou, vamos então para o melhor momento do programa,
o momento das cartinhas, o momento de vocês ocorrer elegante.
Eu vou começar aqui com o mensagem do @jetapiege.getu, PPI, postar o seguinte, depois do episódio
de hoje, preciso de uma informação, ou de comprar passagem para passar, gada.
Ah,jetapie, se você souber, você fala pra gente também.
Também queremos, né?
Nos boas.
Eu te faço um fixe.
E tem outra mensagem aqui, @crystalfe, cristalfe de seguinte.
Una clara, fica tranquila, a gente não vai precisar submeter ao sacrifício de assistir
o filme Dark Horse, pois ele se enquada perfeitamente na seara do céu.
100% verdade.
Que não só vai gabaritar todos os kinders sobre o tema como vai fazer um PowerPoint, perfilando
os personagens, explicando suas relações na irmã das superlativas.
Exatamente.
Fizemos um pouco disso hoje já.
Ah, gente, eu confesso que eu não assistirei, viu?
Ah, não sei, que me ameaçam, aí pode ser que sim.
Eu vou ver.
O céu se e a sua vocação, o céu se ele iria até transmissando o Paulo Figueiredo
pra poder.
É, eu vou ver, eu vou fechar, eu vou trazer aqui.
Cara, tem nada coisa que eu quero assistir, que eu quero ler, que eu não tenho tempo.
E aí eu vou usar meu tempo pra assistir isso.
Pois é.
Que todo mundo vai assistir, inclusive o céu, então eu vou terceirizar.
Eu não vi aonde sei, até hoje, mas vou ver aonde.
Eu vi aonde sei, também não vi o de sei ainda.
O arroba Pedriô, WW, ou Pedriô, escreveu.
Cada episódio novo que o escuto do Foro de Teresina é como estar ouvindo as trombetas
do Apocalipse, e cada semana elas estão ficando mais altas, desesperador.
Olha, meu amigo, Pedriô, realmente.
A gente concorda com você.
É isso mesmo, você está correndo.
O Gabriô é no escreveu.
Imagina alguém comentando no clube de escuta da Papudinha, vocês lembram no episódio
passado?
A gente falou, se tiver alguém ouvindo a gente na Papudinha.
Ah, alguém respondeu.
Aí falou.
Imagina alguém escomentando no clube de escuta da Papudinha.
Caraca, que degradação institucional, bermal.
Deve ser isso mesmo.
Corretíssimo, Gabriô.
Ó, a gente continua esperando o nosso correspondente na Papudinha.
É isso aí.
Muito bem.
Bom, o que é bom acaba logo, o que não é tão bom, também acaba.
E assim, a gente vai encerrando o programa de hoje por aqui.
Se você gostou, não deixe de seguir e dar 5 stars pra gente no Spotify.
Segue no Apple Podcast, na Amazon Music, favorita, na DZ, e se inscreva no YouTube.
Você também encontra a transcrição do episódio no site da Pauí.
O Foros Teresina é uma produção do estúdio no velo pra revista Pauí.
A condenação geral é do Paulo Victor Ribeiro.
A direção é da Marifaria, com produção e distribuição da Maria Julia Vieira.
A checagem é da Etterwood Nitski, a edição é da Mariana Leão e do Paulo Victor Ribeiro.
A identidade visual é da Amanda Lopes, a finalização e mixagemção do João Jabá,
Cido Luis Rodrigues, da Pipoca Saúde.
Jabá, Cidrigues também são os interpreteis da nossa melodia tema.
A condenação digital é da Bia Ribeiro, da Emilha Umeida e do Fabio Brisola.
O programa de hoje foi gravado aqui na minha choupana em São Paulo,
no estúdio rastro do Dani de Rio de Janeiro, e em Princeton.
Nova Jersey, eu me desespero em tão dos meus amigos, Tchau Ana.
Tchau Fernando, tchau pessoal.
Tchau, céu, subo a volta.
Tchau amigos, semander que vem, estaria aí comendo ponte queijo.
Muito bem, é isso.
Má ótima semana a todos e até a semana que vem.
[MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
O Supremo Tribunal Federal vive uma crise interna com disputas entre ministros, especialmente entre o grupo de Alexandre de Morais e o de Flávio Dino, gerando tensões políticas e questionamentos sobre a imparcialidade dos processos.
O movimento de afastamento e reintegração de diretores da Polícia Federal, bem como a retirada do inquérito das Fake News de Alexandre de Morais, revela uma possível intervenção política com foco em beneficiar candidatos como Flávio Bolsonaro.
A operação "Make Up" e os vazamentos envolvem um circuito de desvio de fundos públicos, com o dinheiro proveniente de aposentados do Rio, transferido para o "Dark Horse", um filme ligado a Daniel Vorcaro, usado como mecanismo de corrupção e financiamento eleitoral.
Summary:
A análise do programa revela uma grave crise institucional no Supremo Tribunal Federal, resultado de uma disputa entre grupos políticos que buscam influenciar decisões judiciais. O ministro Flávio Dino, ao reafirmar a integração do diretor-geral da Polícia Federal, André Rodrigues, e ao desviar o inquérito das Fake News, está atuando como um ato estratégico que favorece a candidatura de Flávio Bolsonaro. Essa ação é vista como uma tentativa de desestabilizar o ambiente político e desviar a atenção do público para questões de corrupção, especialmente envolvendo o "Dark Horse", um filme ligado ao ex-diretor Daniel Vorcaro.
A investigação mostra que o dinheiro proveniente de fundos previdenciários, como os do estado do Rio de Janeiro, foi transferido por intermediários como Claudio Castro e o fundo Revengate, muitas vezes com envolvimento de políticos pró-bolsonaristas. A operação "Make Up", com 49 mandados, evidencia um sistema de desvio de recursos públicos para fins eleitorais, com o envolvimento de parlamentares, como Mario Frias, e de figuras como o publicitário Marcelo Lops. O relatório da Polícia Federal, além de mostrar conexões entre ministros e o caso do Banco Master, revela que o dinheiro foi usado não apenas para filmagem, mas para financiar campanhas eleitorais.
A análise também aponta que o cenário político está em constante reconfiguração, com o Flávio Bolsonaro apresentando tendência de crescimento nas pesquisas, especialmente em estados como Minas Gerais, onde o desempenho do candidato petista está sendo desafiado por uma nova configuração de alianças políticas. A campanha do Lula está sob pressão por ter que lidar com o desdobramento da crise judicial, enquanto o discurso de Bolsonaro se concentra em desacreditar o poder judiciário, reforçando uma estratégia de golpismo baseada na desinformação e na manipulação de notícias. O episódio final destaca a presença de simbologia política — como o boneco de Trump na Avenida Paulista — que enfatiza a tentativa de vincular o Brasil a interesses internacionais, reforçando a narrativa de um "desgoverno" institucional.
FAQs
Houve uma escalada de conflitos entre ministros, com decisões que afastaram e reintegraram diretores da Polícia Federal. O ministro Edson Fakinha suspendeu uma decisão de André Mendonça que afastava o diretor-geral da PF, e também anulou a reintegração de policiais por Flávio Dino, além de retirar o inquérito das Fake News do controle de Alexandre de Morais.
O inquérito foi usado por Alexandre de Morais para investigar ações de ministros pró-Flávio Bolsonaro. A decisão de retirá-lo do controle gerou críticas por ser visto como uma ação política, com suspeitas de que o objetivo fosse desviar a atenção da crise institucional para o caso do Banco Master.
O dinheiro suspeito proveniente de fundos previdenciários do funcionalismo público, como os transferidos pelo Claudio Castro para Daniel Vorcaro, foi usado para financiar o 'Dark Horse' e outros desvios. A Polícia Federal investigou um circuito entre parlamentares e a produtora do filme, revelando que o dinheiro foi redistribuído por meio de propinas e investimentos.
Há suspeitas de que grupos dentro do Supremo, como o de Alexandre de Morais e Flávio Dino, tenham atuado para favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro. A escolha de investigar Alexandre de Morais no momento crítico foi vista como uma jogada eleitoral para colocar em evidência a corrupção e debilitar a candidatura do Lula.
O 'Dark Horse' é um filme que foi usado como máscara para desviar dinheiro público. Ele é ligado ao esquema de corrupção envolvendo Daniel Vorcaro e investidores pró-bolsonaristas, como o fundo Revengate. O filme foi financiado com dinheiro roubado de aposentados, demonstrando um uso abusivo da previdência pública.
As pesquisas indicam que Flávio Bolsonaro está empatado com o Lula no segundo turno, mas com uma tendência de ascensão nos últimos meses. Em Minas Gerais, o Flávio aparece numericamente à frente do petista, o que é considerado uma mudança significativa em um estado tradicionalmente favorável ao PT.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.