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A Europa do princípio do século XX

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A Europa do princípio do século XX

O décimo episódio do programa "Histórias de Arte" explora o momento em que o colecionador Calusco-Benquian se confronta com os movimentos artísticos do século 20, adquirindo obras de artistas como Manet, Degas, Monet e Rodin. Destacam-se análises detalhadas de obras como "O Rapaz das Estrelas" e "Bolas de Sabão" de Manet, bem como o retrato de Madame Claude Monet de Renoir. A coleção Gulbenkian reflete a transição entre o Realismo e o Impressionismo, com obras que buscam capturar o efêmero e inovar na representação artística. A aquisição de esculturas de Rodin também é mencionada, mostrando a evolução da arte na virada do século. O programa promete mais discussões sobre a arte europeia representada na coleção do museu Calusco-Benquian.

Transcription

2910 Words, 17120 Characters

Olá, bem-vindos ao décimo episódio do programa Histórias de Arte. Eu sou Rui Ramos, esturidor e comigo está João Carvalhides, diretora de junto do museu Calusco-Benquian. Este programa é quinzenau e resulta de uma colaboração entre um museu Calusco-Benquian e a Rádio Observador. O objetivo, já sabe, é conversarmos sobre a arte que está representada na colação de um museu Gubenquian, sobre as épocas históricas em que essa arte foi produzida, sobre o modo como foi conservado e ainda sobre o impacto que teve e continuá a ter no nosso tempo. Chegamos agora um momento especial nesta traducía da história da arte através da colação de um museu Calusco-Benquian. É o momento em que o colestionador, Calusco-Benquian, se confronta com os movimentos e as modas artísticas do seu tempo. Até aqui, Gubenquian comprou obras de arte produzidas em tempos passados, consagradas por outros colestionadores e promuzeus. É o caso, por exemplo, de arte do Egitantigo, claro, mas também da arte do século 18 europeu, por exemplo. Mas agora, na primeira metade do século 20, estamos no tempo de vida adulta do próprio Calusco-Benquian, que tinha 31 anos, no ano de 1900. São os anos, estes anos, do princípio do século 20, as primeiras décadas em que ele faz uma grande parte das suas acusições. Gubenquian adquirem bastante estelas, a óleo de pintores franceses, diretos naturalistas, em miniatos séculos anóficos, como vimos no episódio anterior. É, digamos, o estilo que domina a pintura até a década de 1880. Mas a partir daí, começa a impor-se, em impor-se a força dos críticos, pela força dos marchãs, o movimento de experimentação do chamado impor-se unismo, um nome de origem jornalístical, que é o método para um quadro de clode monê de 1875. E podemos dizer que Gubenquian acompanha esta mudança de gosto, ou talvez, de vezes, vamos dizer, mudança de perspectiva, mas ela acompanha, não é? Sim, e tal como diz a primeira metade do século 20, é o tempo de vida adulta, de causa de Gubenquian, a década de 1920 corresponda a uma fase muita intensa da sua vida de cohesionador. Mas não creio que há uma mudança de gosto em relação ao que foi definido para a sua coleção, logo, em finais séculos anóficos. O Eclatismo mantém-se, o que se regista é um aprimuramento, digamos, das suas colhas, não há, efetivamente, uma mudança de perspectiva, há uma valoração, digamos, da sua própria coleção, uma tentativa de comprar aquilo que é melhor, em relação a aquilo que ele já possui, muitas vezes até por troca. O colecionador vai procurar, efetivamente, aquilo que é melhor, e que está disponível, e que poderá pagar, aliás, ele tem os seus tetros, os seus tetros. Eu teria pagado muito mais, mas os seus tetros são os seus tetros, e os impressionistas são, de seu interesse, interessam, eles estariam mesmo preparados, e agora falam de um não-impressionista, já é um pôr-impressionista, o Guggen. O que é conselho do Kevin Esclar, que ele mostra a possibilidade de virar a adquirir um Guggen para a sua coleção, a Ana Maria, ou a Vimeria, que hoje está no metropólico no Museum of Art in Oveor, é uma compra que acaba, não se concretizar, é da mesma coleção do seu manei, as bolas de Tobal e assim, ele vai concretizar, mas o Luis não vente, não altura, e portanto, o quadra vai acabar, por exemplo, no meto. É uma história muito importante. É uma outra história que era a história das obras da arte que Guggen quis comprar, e não comprou, que é quase uma outra coleção, mas podia ter existido. São por múltiples razões, oportunidade de gosto, não possibilidade de não concretizar esse negócio, porque não se quer vender, portanto, mas, no fim, nós temos essa coleção, e essa coleção está bem identificada, ainda pode vir a crescer, há sempre mais documentação a descobrir, mas, efetivamente, há uma coleção paralela, essa tal lista, essa lista de vontados, digamos assim, exatamente, um autor geralmente considerado de transição entre o Realismo e o Impressionismo, embora isso possa ser discutível até a utilização desses ismos, é do Armani. Mani é associada a vanguarda artística pelo estilo, que é algo que nos dizem simplificado ou inacabado, que é ao nível dos boços, em termos da pintura acadêmica, e pela recusa daqueles dos temas consagrados por essa pintura acadêmica, os temas históricos, religiosos ou mitológicos, em perfeito da representação realista da vida moderna, mas Mani também é associada a vanguarda artística pelo facto de ser, enfim, pela mal opinião que dele tem, são oportunidades acadêmicas, o que o leva, por exemplo, a integrar o salão de refizia em 1863, o salão da refizia é uma exposição alternativa ao salão da grande profissão, para torcer nada pela academia delas artes em Paris. No entanto, na coleção do Benken, o Rapaz das Srejas, de 1858 e as bolas de Sabão, de 1867, mostram como estes modernos, Mani, sabiam desenhar e compor ao nível dos grandes meses clássicos. Aliás, Mani teve uma educação acadêmica e passou muito tempo no luvo, a copiar ticiano e velásquez e aquados deu como a Olimpia de 1863 que referentemente ticiano e também góia de uma certa maneira. E é interessante porque Mani, apesar de ter esse gosto, pelo diário ou diadia ou prontos estas questões, que têm muito a ver com este período, ele tem algumas incursões na pintura religiosa e na pintura imitológica, portanto. De alguma forma ele pontua tudo, depois concentra-se em. Isso é interessante porque todos estes pintores, e acontecem mesmo quando degar, eles, efetivamente, são treinados para serem os pintores da sua geração, pois há uma vontade de ir para além daquilo que é, digamos, o acadêmico. E para muitos turistas, Mani é considerado o pai do modernismo, é muito difícil atribuir para a tranquilidade, há uma tranquilidade artística. Uma vez que os momentos que identificamos como, vamos chamar assim, de mudança, são fruto de uma multiplicidade de contributos. E dito isto é indigável o contributo Mani, para os capítulos indestastariados da pintura, e a recessão, placa de míia, plus alón da sua, é um excelente indicador da estranhesa deste seu contributo. E o escândalo, por exemplo, que produziu o Dejaneer Sir Lebe, uma senhora nua, em convivial, pique-nique, digamos assim, quando dois cavalheres completamente vestidos, ela olha observador, indecima-se está a confrontar, observador. Mas ela está muito tranquila na sua interpolação, portanto, nós é que estamos desconfortáveis, observador é que está desconfortável. E nem os seus companhages, digamos, de representação, estão a reparado, e isto é a faciladoramento moderno. As pinturas da coleção Gulben, que é o rapaz das estereis de dias bolas de Samau, estão separadas por uma década. E é engraçado porque Gulben canta também os comprou nessa sequência, quase cronológico, o rapaz das estereis de 1910, as bolas de Samau em 1943, já estava a viverem em Lisboa. A primeira, digamos que é uma obra de desvento de Manê, é uma natureza morta com retrato na tradição de caravágio, portanto, é uma espécie de dois em um. E o caravágio é um pintor de séculos acerto, portanto, alguma forma, aqui, um olhar para um passado, que já é um jingo. Enquanto a segunda, e a SEGA, uma linhagem de grande pintura, também referente do passado, francs also, charda, mas a crescenta é a subjetividade do tema. A portanto, este menino que está a superar, e que as bolas de Samau, até aqui, obviamente, um significado outro, anteste a questão da efemeridade, da vida. Tudo isso é falado pelos críticos, pelos estudiosos, não só estrangeiros, mas como nacional e aliás, os nossos próprios conservadores residentes, eu viso a São Paio, no último catalco, fala exatamente nisso, e há aqui uma vontade de representação, também, em pincelada sol, de evitar-lo por um menor, portanto, não se despendo muito tempo, no fundo, o que interessei, efetivamente, aquele o sujeito. E o sujeito é homenino, e a bola de Samau, não sei se a Deus não será a bola de Samau, em si mesmo, digamos assim. Outro autor importante, este movimento, embora ele não gostasse de ser identificado como impressionista, é de Gardega. Ele começou como um pintor de tema histórica, na maneira acadêmica, para se tornar um realista, sou bem influência da mania e da fotografia. E depois de juntar as exposições nos impressionistas entre 1874 e 1886, embora continuassem insistidos na sua reverência pelos grandes pintores do passado. Na coleção de Gubain Ken, está o seu retrato de Henri Michel Levy, de 1878, e é um quadro extremamente interessante, porque eu retrato um pintor, um retrato um pintor que é representado entre telas, tinta, esmanquins, no Atelier, digamos assim, com as mãos nos bolsos. Estrangementos, ao mesmo tempo desafiador e vulnerável, como imaginem provavelmente que de gás se pudesse sentir com as suas inovações, perante aquele mundo acadêmico. Effectivamente, era um pintor que se refugiava, não era alguém que gostasse da perceia como, por exemplo, manê, de Gardega, mirava manê, é um ídolo para de Gardega. Quando o contrário nem sempre é muito evidente, se manê reconhecia em de Gardega, este grande pintor com um estatuto igual ao seu. É, efectivamente, uma ideia da pintura dentro da pintura, ou a representação do metia do pintor. O pintor no seu Atelier, por tanto, no sitio, onde ele se sente confortável, portanto, é muito interessante como é que ele está nessa exitação, porque aquele parece-nos, exitante, em relação à sua obra, aquilo que vem de construir. Esta obra foi adquirida por Gilbenquian, no mercado Londrino, em 1909, tendo, relativamente, longe, com, quer dizer, no seu precurso de colecionador. O de gás é um pintor extraordinário, nesta captura do movimento, que não é muito caso desta pintura, que é uma pintura mais estática, o movimento é todo intelectual. E, para isso, mas em termos da sua obra, vai certamente estar acento no seu fascínio pela fotografia, que dava os primeiros passos para todos os efeitos. Estamos ainda numa fase, não diria que é um barionária, mas que os fotógrafos ainda copiam os pintores. Sim, ainda não são verdadement os fotógrafos, ao ponto de dos fotógrafos, os pintores, os poderes seguir, ou ser influenciados por Deus, ou aos próprios fotógrafos de fotógrafos, também é muito interessante. O de gás é alguém que explora muito a matéria, alguém que se interessa muito pelo design, pela exploração dos pigmentos, usando muitas vezes os dedos, para misturar as tintas, aos olhos, ou por aí fora. Os creons, o pastel credão, uma quase continuidade da sua mão, portanto, em que há que uma plasticidade que a própria mão emprega no ato de fazer, no ato de criar, no ato de pintar, digamos assim, o próprio regabra, sua gravura, a escultura, tornando um pouco um experimentalista. E uma escultura com matriás e que tem a ver com o movimento, tem a ver com a natureza humana, com a anatomia, que depois te faz e faz, portanto, é muito interessante, e tem a ver com esta observação do cotidiano, da dimensão, digamos, psicológica, do sujeito citadinho. Não é o homem do campo, como vimos, por exemplo, a míeio, é a cidade, é a cidade, é a cidade, é a cidade, é a cidade, é a cidade, é a cidade. Gubenken, adquiriu ainda, e aqui, a envida do pintor, telas de, enfim, dos principais, talvez o pintor, principal pintor impressionista, Claude Moni, como o de gel, um quadro de 1880, e o de gel é um grande exemplo desta tentativa, não apenas do obter representação através de uma impressão, mas de uma coisa mais ambiciosa que é representar o efemro momentâneo, não é? Essa tentativa da captura do efemro, vou realizar séries, estou pensando na catalão do ruim, mas também, este quadro, de que estamos a falar o de gelo, existem várias representações, digamos, da mesma, do mesmo episódio, se podemos chamar assim, que é exatamente o de reter do gelo. Portanto, nada permanece, é um manifesto a isso mesmo, o transitório, uma maneira pintuoso, e as telas nesta inverno, de 1880, nesta localidade de Veteye, que é perto de Paris, e é cada registro de Moni encontrou seu tema, o rio, cena, gelado, os pedaços de gelo que se vão desagregando, criando movimento, o nosso quase conseguimos seguir os pedaços de gelo, tal é extraordinária essa forma representante, que não é fotografica, é apenas sugerida pela sua pincelada, mas que, da alguma forma, esse movimento vai nos trazendo pedaços de céu refletido na água, os cambientes cromáticos que vão se alterando de forma luminosidade, portanto, com as diferentes paletas de cor ao longo do dia, portanto, novamente, nada permanece, portanto, é tudo passa, é esta uma aventura que goben que adquirem em 1925. Finalmente temos, para contaminar o salado pintores, Pierre Auguste Renouar, o retrato de Madame Claude Monet, 1862-74, que também talvez podéssemos ver como uma espécie de cintes, do que nós hoje identificamos como impressionismo. Na década de 1870, Renouar pintou vários retratos de Camille, Camille Claude Monet, Camille Monet, a pintura na coleção, querida em 1937, e é um retrato muito intimista de uma mulher moderna. E, portanto, com uma caba de dizer, ela é uma cintes de impressionismo. Camille é uma impressão de Camille, está tudo lado a lado, digamos, até o japonismo está lá, e o japonismo é um movimento muito invogado neste período, que muitos pintores utilizam, portanto, criando ambientes orientalizados com esta matriz japonesa, através das gravuras, etc., que estão muito presentes. E eles também estão presentes, como vimos, exatamente, há uns episódios atrás na coleção do bem que é. E ela, aqui, tem uma chave na que está desplicente, ó lá, e, portanto, ela intervala entre um gol de xai e a leitura de ficar roubo. É um quase magistral, e, portanto, hipóteses ficaram em qualquer enciclope, como modelo da obra de Renouar. Renouar não tivesse continuado a produzir, eu acho que a obra estaria feita aqui, e percebes que entre esse gol de xai e adquirir um quadro de xai também. Isto era a ideia da coleção dele, era ter quadros, mas não vale a pena ter uma sessão dele de xai ou de xai ou de xai ou de xai ou de xai. É uma forma, era tudo que eu queria que Renouarra de xai ou de xai ou de xai ou de xai. O bicho, por exemplo, do preciso, é que o 20 espéi não há um Picasso, um sessão, não lhe interessou, quer dizer. Não lhe interessaram, de facto, nem o matisse oriental onde está que poderia dar alguma forma a ter aqui alguma solução para o classe em edor. Mas também digo, tendo manê, de gá, manê, Renouarra, crec que os imprecinistas estão bem representados na coleção. E a questão da vanguarda, hoje o que a vanguarda existe, efetivamente, não na pintura, na escultura, existe efetivamente ao nível das articulativas e da alguma incursão na Ardeco. E aí é o mar de vanguarda, porque é o mar de sotempo. É o mar de sotempo. Uma nota ainda sobre escultura, com bem que encoleci o no escultura contemporânea, do tipo, relativamente clássico, digamos assim, embora já não fosse clássico, provavelmente como obras de Jean-Baptiste Carpou, incluindo a famosa flora de 1873, mas no caso, a escultura interessou-lo um escultor que domina o fim do século XIX, o princípio do século XX, o gus de Rodan, que digamos aí sim, que é um forçou completamente a representação convencional. E Gubenken comprou diretamente, a cabeça de Legault, de 1910 em Brunz, isso aí comprou diretamente a Rodan. A Rodan, exatamente. Com Carpou, no caso de Carpou, é alguém que torna a escultura mais livre do academismo, e eu acho que é isso que agredou ao Gubenken. A flora tem apesar da sua amitologia classica, é uma menina. É uma menina que é cocorrada, está efetivamente no movimento, em movimento, a um sentido de imediatismo nesta escultura. Com Rodan, Rodan adquiri um estatuto muito predominante na escultura europeia, obviamente sim, é um pouco com o dono que tinha feito no 18, e portanto, alguma forma, o Gubenken tem estes momentos, absolutamente extraordinários que o certo está lá. E ele tem várias esculturas de Rodan, na sua coleção, o Alfonso se legou a um pintor, e portanto é um pintor amigo Rodan, que ele representa. Estas esculturas terá sido feitas em Inglaterra, a primeira, obviamente, que estão múltiples, mas há uma curiosidade que é, o Gubenken escreve efetivamente a Rodan, pedindo que escutassem exemplar a idêntico, aquilo que ele vira. E, portanto, é a outra que cabeça Rodan, e existe no arquivo uma carta de Rodan, dirigido ao colecínio, era mergifestalho prazer que seria recebendo na Rivaren, e portanto, nós não sabemos se efetivamente, então, alguns dias se encontraram isso, não está achado. Talvez um dia se vem a encontrar um bilhete, qualquer coisa assim, mas o facto de ser um múltiplo, e o facto de ter utilizado a palavra idêntico, e muito a ver com esta vontade do singular do Gubenken, quando se tem qualquer coisa, pode ser idêntico, mas não é coisa, digamos, não é um igual, é outra já diferente, e as patinas, muitas vezes, resolviam isso, ligeiras alterações e que tornavam a obra distinta. Obrigado, João Gravalho, dias, voltaremos daqui a 15 dias pra falarmos de outra dimensão da arte europeia, muito bem representada na coleção e num zeocaus Gubenken, que é a arte do livro, até lá, e contemos consigo. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Apresentação do programa "Histórias de Arte" com objetivo de discutir arte representada na coleção do museu Calusco-Benquian.
  2. Momento em que o colecionador, Calusco-Benquian, se depara com movimentos artísticos do século 2
  3. Aquisições de obras de artistas como Manet, Degas, Monet e Rodin pela coleção Gulbenkian.
  4. Análise de obras como "O Rapaz das Estrelas" e "Bolas de Sabão" de Manet.
  5. Destaque para a obra "Retrato de Madame Claude Monet" de Renoir.

Summary:

O décimo episódio do programa "Histórias de Arte" explora o momento em que o colecionador Calusco-Benquian se confronta com os movimentos artísticos do século 20, adquirindo obras de artistas como Manet, Degas, Monet e Rodin. Destacam-se análises detalhadas de obras como "O Rapaz das Estrelas" e "Bolas de Sabão" de Manet, bem como o retrato de Madame Claude Monet de Renoir. A coleção Gulbenkian reflete a transição entre o Realismo e o Impressionismo, com obras que buscam capturar o efêmero e inovar na representação artística.

A aquisição de esculturas de Rodin também é mencionada, mostrando a evolução da arte na virada do século. O programa promete mais discussões sobre a arte europeia representada na coleção do museu Calusco-Benquian.

FAQs

Calusco-Benquian é um colecionador de arte e o programa Histórias de Arte tem como objetivo discutir a arte representada na coleção do museu Gubenquian, abordando épocas históricas, conservação e impacto da arte.

São mencionados movimentos como naturalismo, impressionismo, pós-impressionismo e realismo, entre outros.

Mani é considerado o pai do modernismo na arte, sendo associado à vanguarda artística por seu estilo simplificado e foco na representação realista da vida moderna.

Na coleção de Gubenken, são mencionados artistas como Claude Monet, Pierre Auguste Renouar e Rodan, representando o impressionismo na pintura e escultura.

Nas obras de Claude Monet mencionadas, como 'O Gelo', são destacados elementos como a captura do efêmero, movimento, luminosidade e a transitoriedade das cenas representadas.

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