A crise do Master, o Supremo e a sucessão presidencial
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A transcrição abre com um anúncio do programa "Foro de Teresina" sobre uma edição ao vivo no Recife. O cerne da discussão é a crise do Caso Master, um escândalo financeiro e político que envolve o banqueiro Daniel Vorkaro, cuja prisão está sendo julgada pelo STF. O programa critica a atuação de ministros da Corte, destacando que Dias Toffoli não se declarou suspeito apesar de vínculos com empresas ligadas a Vorkaro, e que Alexandre de Moraes não explica adequadamente suas mensagens com o banqueiro. A nota do escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barce, que prestou serviços caríssimos ao Banco Master, é considerada vaga e reativa, aprofundando as suspeitas. A crise revela um desequilíbrio institucional, com atritos entre o STF, o governo Lula e a PGR, sendo que o caso é instrumentalizado politicamente pela direita bolsonarista para atacar as instituições. Por fim, alerta-se para o risco de os EUA classificarem facções como PCC como terroristas, o que poderia servir a interesses geopolíticos externos em ano eleitoral.
Onde os contratos foram feitos? Essas empresas estavam entre as principais instituições financeiras do país. Eu fenômenos barros de cima da minha casa em São Paulo tem alegria de conversar com os meus amigos. Na clara Costa e Célcio Rocha de Barros no estúdio rastro no Rio de Janeiro. Olá, Ana, bem vindo. Eu tô infernando um eitessoal. Tem nada aqui que forja do governo Bolsonaro num centro do esquema que possui britou tanto o roubo de MSS quanto o escândalo do Banco Mastro. De Galá, Célcio, casca de bala. Fala aí, Fernando. Estamos aí mais uma sexta-feira. Mais uma sexta-feira, mas antes dos assuntos dessa semana a gente tem uma novidade para vocês. O Foro de Teresina vai passear por aí. Eu saírei de vez em quando da minha show pana e levarê os meus amigos para fazer alguns programas ao vivo pelo país. A gente vai começar pela querida cidade do Recife de 25 de abril. Recife da Maria Julia, nossa produtora, Recife de Manoau Bandeira, John Cabral de Meloneto. Recife de queimar esses Joaquim Naboco, Jigo Sain, Recife de Kleberman, nossa filha, claro, e do Agente Secreto. Onde Clarice L'Espector viveu 10 anos de sua infância. A gente vai fazer uma edição do programa Completéia ao vivo e nas próximas semanas a gente traz mais informações sobre o local, horário e a venda de ingressos. Guarda então a data de 25 de abril e fiquem ligados. A gente quer estar com vocês teresíners de Perna Boco. Agora sim, sem mais delongas aos assuntos da semana. A gente abre o programa pela crise do caso Master, que é uma constelação de crises envolvendo personagens do setor financeiro da política e do judiciário. A segunda turma do STF começa a julgar hoje sexta-feira, se mantenha ou não a prisão de Daniel Vorkaro. Ele foi preso em São Paulo no último dia quatro por determinação do ministro André Mendonça e transferido para Brasília. O ministro de Astófoli, que é da segunda turma, se declarou o suspeito e não vai participar do julgamento. Esse relator do caso Master, Tófoli deixou a função em fevereiro no acordo entre os ministros da Corte, que não declararam formalmente suspeito, apesar da revelação de que ele Tófoli era sócio da empresa que vendeu a parte do resort. Taya-a, afundos de investimento ligados a Vorkaro. Com a saída de Tófoli, desse julgamento sobre a prisão, o destino imediato do pirata da faria Lima será decidido por quatro ministros, o relator Mendonça, de armentes, cascronis Marx e Luis Fux. Se der imparte, Vorkaro será solto. Tófoli também se declarou suspeito nessa semana para analisar o pedido de instalação de uma CPI na Câmara sobre o Master. O Taya-a alegou o razões de foro íntimo e eu tenho até a flição de imaginar o que vai pelo foro íntimo de Tófoli e Cristiano Zanim foi sorteado para analisar o pedido da CPI. Além do Taya-a, quem continua com o foro íntimo enrolado é a Leixana de Borais. Na segunda-feira, o Escriptório de Advocacia de Viviane Barce divulgou uma extensa nota confirmando que foi contratado pelo Banco Master entre fevereiros de 2024 e novenvos de 2025. Nota que sem citar cifras deveria justificar entre aspas o valor escandaloso do contrato, que era de 129 milhões em três anos. Com fome sabíamos já há três meses ou mais. O texto, no entanto, pouco explica a respeito desencial e as dúvidas sobre as relações entre o casal Barce de Borais e Daniel Vorkaro seguem intactas. A Leixana de Borais deveu país explicação sobre as mensagens de WhatsApp que trocou com o banqueiro, o dia em que ele foi preso pela primeira vez e novenmo do ano passado. De tudo isso e das notícias sobre a reage, que a na clara acompanha de perto, a gente vai falar nos dois primeiros blocos. No último bloco, a gente vai falar da conexão entre essa crise e a sucessão presidencial. As coisas já estão conectadas, é óbvio. O Supremo será um assunto importante da campanha eleitoral e servirá como já está servindo para que a direita Bolsonaroista alimente o discurso antisplémico, esturando tudo para desligitimar as instruições e vender a versão de capisão de Jair, o pai golpista do agora candidato a golpista Junior Flávio Bolsonaro, tudo foi uma armação de juízes corrupters ou corrompidos. Cabinão é a esquerda, mas aos democratas o desafio de separar as coisas. O escândalo do Master é uma coisa, o julgamento dos golpistas foi outra. Mas cabe exigir ao mesmo tempo que todos os personagens, incluindo os dois ministros do STF, sejam investigados e respondam por seus atos. Contemporizar, de antes dessa lambança, não é uma opção. A gente vai falar ainda das pesquisas de opinião que mostram como desgaste da imagem do Supremo estar sendo metabolizado politicamente e vai falar também da investida do governo norte-americano para que organizações criminosas no Brasil como comando vermelho e o PCC sejam classificadas como terroristas ou narcoterroristas. Se isso ocorrer, o Brasil fica mais vulnerável no tabuleiro de o ordem Donald Trump. Depois o sequestro de Nicolás Maduro e da escala da militar contra Uira, o próximo território a sua escolha pode acabar sendo o nosso. O Itamarati entrou em campo para frear esse movimento, dependendo de como esse processo evolua, o Brasil pode ser arrastado para a estratégia de segurança desenhada em Washington em ano de eleição presidencial. É isso, vem com a gente. Muito bem, Ana Clara, vamos começar com você e eu passei a semana inteira curioso para tentar entender que vai pelas entrelinhas da nota da Viviane Barça de Morais, já que nas linhas não entendim muita coisa ou que entendim não é suficiente. Explica pra gente. Eu também não sei se eu entendi, mas vamos lá. Depois que as mensagens da semana passada foram reveladas, o ministro Alexandre de Morais tinha duas opções, ou ele reconhecia a conexão com o vorncaro e tentava explicar-la de alguma forma, ou ele podia negar tudo. Eu to pela segunda opção, usando esse argumento de que aquelas mensagens não foram para ele e como são mensagens instantâneas, elas não estão expostas ali, né? Enfim, ele criou uma perícia mede em gabinete dele pra dizer que aquelas mensagens não vieram de celular dele coisa que todos os peritos que foram ouvidos pela imprensa depois disseram que não fazia sentido, né? Eu estou aqui mantado pela notícia de que a gente vai para a Recife, estou pensando que esse mistério é pior do que a perna cabeluda do agente secreto. Só nos terem das mensagens do Alexandre de Morais. É, ele alega que não saíram do celular dele, mas a verdade é que as mensagens que foram enviadas pra ele batem com aqueles horários, daqueles inscritos no bloco de notas e a respostas dele em seguida, né? Enfim, isso aí vai criar toda uma discussão, mas vale lembrar que tanto a folha quanto o globo foram ouvir peritos que tiveram acesso ao mesmo material que imprensa e esses peritos não corroboraram essa justificativa dada por ele. E ele continua sem explicar nada, né? Porque se o contato convorcaram, era legítimo, dos eram amigos de charutos, sei lá. E está dentro do escopo do que se espera de um ministro da STF, porque não falar sobre essa relação? Se ele só jogava um poker, não sei, você pode falar, né? Olha, a gente era amigo de poker, de jogava poker no fim de semana. Você pode falar, mas aí que você continua sem explicar nada. E logo Alexandre de Morais, que conduziu em crédito das fake news, que combateu a desinformação no Bolsonaroismo, ele usa um argumento pra descredibilizar a polícia, quando ele fala que essas mensagens não foram do seu lado dele e tal, ele acaba jogando uma nuvem de desconfiança sobre o trabalho da investigação, né? Que é uma estratégia que é comum, não é? Não é o primeiro a fazer isso, inclusive ele foi alvo disso, né? Quando a viu em crédito do golpe. E de certa forma, isso que ele fez, azeitam pouco essa narrativa de que há um complou contra ele, de uma conspiração contra o STF, que a direita está fazendo uma conspiração contra o STF, tudo mais. E isso até pode colar, eu acho, pra quem tortura os fatos, pra fazer cabez, esses fatos, dentro de uma história que a pessoa quer acreditar, né? Mas o fato é que o Alexandre de Morais é um ser humano, seres humanos erram, ele fez um trabalho exemplar em um caso que ele conduziu e perrou, né? Ou dois seres humanos, segundo um colonista suspeito também, que. É, esse cara aí então. Escolonista, não sei não, hein? Colonista duvidoso, colonista duvidoso. É verdade, dois seres humanos. Bom, enfim, a derrubada do mito não é bem digerida por todo mundo, né? Eu acho que essa explicação que ele deu não explica nada e ela joga ainda mais fumaça onde deveria ver esclarecimento. E aí, o escritório da Viviane Barce, que nunca havia aceitado em um dia,
informar os serviços perestados ao máster, como a gente falou várias vezes aqui, inclusive, de antes dessas mensagens, resolveu emitir uma nota contando que serviços foram esses, eles contrataram uma assessoria de gestão de crise, porque realmente fica complicado depois daquelas mensagens, porque havia as mensagens instantâneas trocadas no dia da prisão e havia as mensagens em que o vorncaro conta que iria se encontrar com Alexandre de Morais, conta que iria conversar com Alexandre de Morais, então assim, além das mensagens instantâneas, há outras mensagens, né? E só depois que essas mensagens foram expostas, é que veio a nota do escritório. Essa nota do escritório veio de charrete, né? A crise veio de fogueite, a nota veio de charrete, desvagar, pelo estrada. Eu ia falar um negócio, mas Fernando foi muito mais direto e três, mas depois chega de claro que o ano, exato. Não, mas a questão é, eles teriam enviado uma nota, se as mensagens tivessem continuado em sigilo, ela iria se explicar, ela iria explicar o trabalho que foi feito. Não sei, mas a impressão é que dá que eles só se dispuseram a explicar qualquer coisa do falando do escritório especificamente, porque não tinha saída, fica pra vocês avaliarem como vocês quiserem, né? E aí, assim, a explicação, as 94 reuniões presenciais ou virtuais, 36 pareceres, a elaboração de um código de conduta e complains do banco que claramente não foi colocada em prática. Código este que tem sido reverado pela imprensa nesses últimos dias e a trechos copiados juntos códigos, imagens da internet que são gratuitas, ou seja, a imprensa é ficar procurando fora nos justificar o preço do contrato, né? E foi isso que foi apresentado. No manote complice, não sei se vocês leram diz que não pode roubar, se ver, não pode subornar a autoridade pública, se tivessem seguido o contrato manude complice. Bom, só atitude de comparação, um relatório de inteligência do coaf, sobre o master, o qual eu tive acesso, mostra que entre outubro de 2024 e julho de 2025, o escritório do valfrido Vard, que até pouco tempo atrás era o principal escritório de advocacia do master, e que coordenava, inclusive, a defesa do vorkaro, fazia parte da interlocução do master com banco central, com a CVM, enfim, todos esses órgãos que o master gostava de atuar, o escritório do valfrido tem esses funcionários desses órgãos no seu escritório. Bom, segundo esse relatório, o escritório do Vard recebeu do master nesse período de 10 meses, cerca de 40 milhões de reais, o que dá mais ou menos 4 milhões por mês. Um valor muito parecido com que recebi o escritório da Viviane, segundo o contrato firmado com o master, de 3,6 milhões por mês. Ou seja, o escritório dela recebeu o mesmo valor que o principal escritório do master, por um trabalho que, enfim, não somos nós avaliassem o trabalho merecedor desses honorários ou não, mas, de fato, o trabalho que foi executado pelo escritório dela não parece seu trabalho prioritário, para um escritório de advocacia, no caso do master, principalmente porque está bem claro que o banco não tinha qualquer intenção de cumprir regras de compuais. Ainda falando em perspectiva, para a gente ter uma noção do que são honorários, segundo esse relatório de inteligência, o master era o principal cliente do Vard. Um outro grande cliente do Vard era a JBS, que pagou nesse mesmo período 2,6 milhões de reais, por escritório do Vard em 10 meses, dividido por 10 meses, ou seja, 260 mil por mês, se a gente dividir igualmente. O que mostra como já o valor pago pelo master, pro Vard já era uma coisa bem extravagante para o que se fala de honorários, se a gente comparar com outro grande cliente que é a JBS, então só estou falando esses números que estão nesse relatório do qual, para colocar em perspectiva o valor voltoso que foi pago pro escritório dela, só para a gente entender que não é banal, esses honorários de quase 4 milhões por mês. E aí, depois dessa explicação do escritório, o ministro continua sem qualquer coisa de explicar nada, independientemente dele ter feito algo pelo master ou não, e é vamo aqui trabalhar com a presunção de nocência, que ele não fez nada, nesse cargo que ele está, que carrega a constituição nas costas. Você tem que ter alguma prestação de contas, né? No final, são agentes públicos que se encontram em situações ambigas para dizer o mínimo. E eles tem que dizer o que eles fizeram e porque eles fizeram, né? Tem que se declarar suspeitos, se há alguma relação pessoal, tem que ter uma relação pessoal, eu não consegui entender até agora, porque o ministro de Astófoli não se declarou suspeito desde o princípio, sabendo que ele tinha uma relação financeira e pessoal. Eu acho que assim, numa tentativa de si protegem, individualmente eles acabaram colocando uma bomba atômica dentro da instituição, o que não é bom para ninguém, para o Brasil, para democracia, para a instituição e si. E essa crise que o Supremo vive agora, ele culpa em parte do governo por ela, eu já falei aqui na semana passada, alguns ministros da Corte estão totalmente indignados com os arquivos enviados pela PF, para a CPI do NSS. E eles atribuem essa atitude da PF ao governo. E eles também ficaram indignados com a visita do Andrei Alfaqim para falar do Tófoli. E essa sissão de certa forma entre o governo e a Corte vem desde a época da lei Magnitsky. Porque naquela época, este F achou que não foi suficientemente defendido pelo governo, que o Banco Central queria mesmo que eles fechassem as suas contas sobre temoros de risco sistêmico. Então, assim, é uma coisa que vem desde lá atrás. E já o governo tá aí apanhando da opinião pública justamente pelas razões opostas, ou seja, por ser de certa forma visto como simpático ao Supremo. Então, você tem uma situação totalmente esquisofrenica entre o que de fato está acontecendo na relação entre governo e Supremo. E como a opinião pública está vendo a relação em governo Supremo, não é? Bom, a gente vai falar no segundo bloco, mas eu acho importante colocar esse ponto aqui porque ele é fundamental para o que está acontecendo no Supremo hoje. E o André Mendoza acabou determinando que os delegados que cuidam da investigação não compartilhem nada com seus superiores, ou seja, ele impôs um dever de se gilo sobre esse material que exclui superiores herárquicos. O que é muito comum, né? O juiz da esse tipo de ordem para a investigação. Mas tem uma questão que é a seguinte, né? Depois da relação que se criou do ministro relator com a investigação pelo Alexandre de Morais, no caso do golpe, nas investigações que ele tocou no governo Bolsonaro. Como é que o Supremo, Faquim, chega lá e fala "pondermem não só olha, acho que você tá exagerando, você não pode fazer isso com a polícia federal". O cara vai achar que ele pode fazer também no mesmo jeito que o outro fazia. E aqui eu não tô fazendo o juiz de valor se está certo errado. Eu quero que era possível naquele momento. E eu acho que a procuradoria geral da república tem uma parte importante nessa questão, porque para você ver como o sistema de freio contra peso está desequilibrado. A dinâmica que se estabeleceu na época do aras no inquérito do golpe, que ele não fazia nada, né? Basicamente que era não fazer nada. Nada. Comvidou o Supremo a ter a conduta que ele teve, né? De certa forma, de procurador, de todo porque você tinha uma PGR que não fazia nada. O aras é o nome de resort, né? Eu chamaria o Supremo Rizorte, a área, se ele é o próprio sinônimo de ouciosidade. E o Congresso também não fazia nada. Exato. Que é monte de coisa de fiscalização contra o golpe, deveria ter sido por Congresso que tava comprado pelo Sá-Meta-Secretta. É que não parecia nem estar preocupado. É não estar preocupado com o golpe. Bom, e aí, vamos lembrar que aconteceu naquela época e hoje isso meio que se repete, não porque o Gonequeira necessariamente passar pano para o caso. Mas uma vez que aquela dinâmica se alterou, você não consegue mais falar assim, olha, STF, e agora volta para seu lugar. Agora eu decidi atuar, entendeu? Agora tá desequilibrada a relação. E a PGR não ajuda as coisas quando a gente fica sabendo, no caso pela Folha de São Paulo, que eles souberam em novembro que eles estavam sendo rakeados pela turma do vorncar e não fizeram nada. E aí, depois agora nessa operação da semana passada, em que o André Mendoza pediu a manifestação da PGR sobre a operação que prendeu vorncaro, e a PGR não deu essa manifestação no prazo ali que foi dado. Enfim, a situação tá de certa forma conflagrada ali, né? Essa coisa, PGR, Supremo Governo, as coisas não estão equilibradas. E agora não se sabe se atitude do André Mendoza, quando ele proibi, os delegados de compartilhados, informações desse inquérito, tem a ver com a indignação dos colegas dele com o governo, ou se ele não quer que o André Rodrigues, que é o diretor geral da PER, saiba o que tá sendo investigado, informe o planalto sobre isso. Quem tá acompanhando o tema em Brasília acredita que a segunda opção é mais plausível. Que o André Mendoza acredita que o André possa informar o Lula e ele não quer que o Master sirva de munição pro governo. Quem tá acompanhando aqui da Chopin em São Paulo também acha que essa segunda opção é mais produtiva. O André Rodrigues hoje tá numa situação delicada, porque ele se aproximou muito do Alexandre de Morais durante a investigação do golpe, trabalhava em Paralina e agora ele chefia ao órgão que pode vir a encontrar provas que me dedudei quem morais. E o André Rodrigues estava numa das muitas viagens ao redor do Globo, esta nessa que foi proté o penísoleo em Londres, que a gente já mencionou em outros programas, tomando macabre,
tava fumando charuto. Sim, essa degustação de whisky foi revelada essa semana. Não é moralismo barato, nada disso, mas não é um comportamento adequado para pessoas que estão. Não é bom. Agora o Andrei que prendeu o cara, né? Sim. Andrei que prendeu o cara, é. E tem gente, enfim, sem prova nenhuma, porque o Alexandre de Morais não admite nem que conversa foi com ele, mas quando o vôo caro pergunta, conseguiu bloquear, tem gente que fala, "O que é que ele tá falando?" Só pode ser para o PF, que o CPF conseguiu bloquear. Enfim, eu estou falando aqui, suposições, né? A suspeita é essa, né? A suspeita é essa. Agora o fato que o PF prendeu o cara. Foram abertas brechas, e aí eu estou falando nessa relação PF, PGR e etc. Que foram úteis para desarmar o golpe, mas que agora podem ser um problema diante do envolvimento desses ministros, e aí eu não estou falando de um envolvimento necessariamente listo, com esse grande investigado que é o Daniel Vorcaro. Embora os ministros estejam, em modo de auto proteção, eles não tão unidos no discurso. Entendeu? Então, assim, você tem a Carmen Lucio Fakim, que são absolutamente refratárias, ao jogo que tá sendo jogado ali. Você tem o Fux, que tá achando bom, que não seja com ele, porque ele foi o foco meses atrás. Enfim, cada um tem o seu calcanhar ali para olhar, entendeu? Então, assim, não existe uma união no discurso, como havia na época do golpe, na época do golpe, era o suprame inteiro, totalmente alinhado, para se defender do que tava acontecendo. Agora, isso não é a mesma coisa. As ações não tão sendo coordenadas, e o desfecho é imprevisível. A gente não sabe exatamente o que o caso Master vai expor, mesmo porque as investigações não tão só nos relatórios da PF, elas estão alimentando a CPI do NSS, a CPI do Crimerganizado. Parece aquela cena de barragem que vai furando aqui ali, tem vários canais de investigação. Você não consegue, por um lado, faz pelo outro. Enfim, então, a confusão é difícil, até para a gente acompanhar onde tá saindo o quê? A CPI do Crimerganizado, a CPI do NSS, a coisa da PF. Enfim, tem várias frontes e você vai montando um negócio, né? Exato. As mensagens que foram divulgadas na semana passada elas mostraram essas relações com o suprame, e também confirmaram o que a gente já sabia das relações do vorncaro com políticos da direita, né? E aí, essa semana já começou a sair alguma coisa sobre isso quando o Globo revelou que pagamentos foram feitos para a CM Neto, que não tinha cargo público de passagem naquele momento, a título de consultoria e esse pagamento foi feito pela REAG, que a gente já tá esquadrinhando, na verdade, que a REAG era o veículo em que as transações republicanas e não republicanas eram feitas. Então, apareceu a do a CM Neto e a gente, enfim, não sabe se aparecerão outros nomes. Mas o fato é que essas pessoas que estão nas mensagens o rueda, presidente do Nihom Brasil, o cironogueira, presidente do PP, são fregueses, né? De todos os esquemas que tem aí o Breno Pires e o Arthur Guimarães informaram na última edição da Piauí que o rueda trocava mensagens com esses empresários ligados ao PCC que lavavam dinheiro na REAG, em que eles falavam de movimentações financeiras de mais de 5 milhões de reais. Então, assim, são nomes que falta as investigações sobre a REAG mostrar, e, na verdade, o que eles significam nesse esquema. Mas aqui, eu queria, com muito amor discordado, meu amigo Celso, porque eu acho que, embora, a direita seja, numericamente, maior nesse esquema, vou citar uma situação hipotética, né? Imagina que o senador do centrão ou da direita seja pego numa das mensagens, ou seja, capturadas, transações financeiras, compras de participação in hotel ou coisas parecidas nesse caso. Aí esse caso chega na segunda turma onde está o Tófule, onde está o Nunes Marx, que tinha contato com o vorncaro, vamos porque eles declaram suspeitos, né? De julgar qualquer coisa em relação ao senador. O senador vai se perguntar peraima, porque eu estou sendo julgado os três ministros que se relacionaram com o cara, estão aí só se declarando suspeitos. Isso na melhor das hipóteses, porque talvez nos declara, né? Como que esses três ministros da segunda turma vão julgar esse caso? Lembrando, Ana, que lá no início, antes do caso, se surtiado pro Tófule, o Faquim decidiu surtiar a defesa do vorncaro pediu para que fosse o caso Nunes Marx, o ministro, né? Porque os advogados têm esse direito de pedir o presidente da cor, de acolho, o pedido ou não? Eles falaram, o caso Nunes Marx já está cuidando de um outro caso, o que tem a ver com esse negócio aqui. Enfim, quer dizer alguma coisa, você pediu para ser um ministro, não? Por que eles queriam que fosse o caso Nunes Marx? Fica essa pergunta, não vamos avançar em relação a isso, fazendo justiça ao pró, o caso Nunes Marx. Vamos por, você descobre que um senador tal vendeu um apartamento que vale cinco milhões por dez milhões para o master via reage. Ou seja, cinco milhões ele ganhou de corretagem, né, para dizer que não vão ter um exato. E aí, como é que você vai dizer que o caso do Taya-A é melhor, entendeu? Então, o que está acontecendo no Supremo? É tão grave que tem o poder de preju-de-caso investigações sobre os parlamentares que pode ser que tenham sido pagos da mesma forma. Foram pagos, né? Assim, é isso. Pode ser que tenham foram. Bom, diretora já estava me cobrando aqui, a gente vai encerrar o primeiro bloco do programa, fazemos um rápido intervalo na volta, a gente segue falando da crise do master. Tchau botamos. [Música] Que tipo de mundos Estados Unidos estão construindo sob o comando de Donald Trump? Um mundo onde conflito seja por armas ou pelo bolso parece ser a regra número um. A gente já viu esse filme no século 19, um mundo marcado por intensa competição e confrontos entre nações, em que os países menores não têm vez. Na Pauí de Março, o autor Robert Keegan analisa o que vai ser do planeta agora que os Estados Unidos decidiram abrir mão do papel de fiatur da segurança global. O que vem por aí pode ser uma nova ordem com 5 ou 6 potências armadas disputando cada palmo de influência. E Keegan diz que a gente não tá preparado para isso. O assinante da Pauí leia e outros artigos no papel nos celularam no computador. Saiba mais em revista pauí.com.br. [Música] Oi, ouvintes do Foro de Terazina, aqui é a Stephanie Rock, editora na companhia das letras e apresentadora da Rádio Companhia. Tá chegando a guardado segundo volume da biografia do Lula, escrita por Fernando Morais. Com acesso direto e franco ao presidente, o autor na Ravinte anos fundamentais na vida do líder sindicalista, que se tornou uns políticos mais influentes do mundo. O livro Cobra, o período que vai dar disputa pelo governo paulista ainda na ditadura, até a conquista do Planalto em 2002, passando pela campanha das direitas já e pela eleição presidencial de 1989. E a notícia em primeira mão para vocês ou vinte do Foro. O livro já tá em prevenho e chega às livrarias agora em março. É só entrar em www.compania das letras.com.br e garantir seu exemplar. O link também está na descrição desse episódio. [Música] [Música] Muito bem, estamos de volta. Seu suco deixa eu te ouvir. Então Fernando, para começar vamos falar uma obra, essa é a ligação entre o vocar e o Alexandre Morais, ela vergonha. [Risos] Como disse, o Rafael Mafei, grande Mestre, foi a Mafei. Na peolinha, com essa pergunta, conseguiu bloquear, não é sobre o jogo de vole, certo? Então, assim, não tem certeza sobre o que é, mas. O que seria, certo? Me digam, pode não ser prisão, pode ser uma outra coisa qualquer, pode ser. O ganho já especulou, por exemplo, que seja alguma operação que ele estava querendo fazer para arranjar um financiador, para cobrir o rombro do mar, sei lá, alguma coisa. Pode ser, mas enfim, o que não tá com cara é de senada bonito, certo? Então assim, o ideal seria o Chandã e o Tofe de Cé-Fastáreo do STF, pelo menos, para responder as acusações, para ter uma investigação. Isso não vai acontecer, entendeu? Mas provava que essas instituições continuem sangrando, creedibilidade, o Brasil se férreo de algum jeito. Bom, o que tudo parece indicar, mas que o meu departamento jurídico interno, que é muito vagabundo, trabalha muito mal, tá me dizendo aqui para não dizer com certeza, é que o vorcaro dava de aeroprosminhisto do STF para que eles acobertassem a sua espicaretagem. Não tem a menor evidência disso, tenho certeza que a mentira entendeu, jamais eu correria com os acos, qualquer juiz de qualquer época do mundo de ter feito uma coisa dessa. O tipo de crime em questão, por exemplo, se tem corrupção, se é a divulcacia administrativa, tem vários crimes possíveis para encodrar aqui. E enquanto isso tudo pode ser provado, que é importante também, por exemplo, tem coisa aqui que a empresa por "O" em "OF", entendeu? Isso, pro jornalismo é 100% ok, mas não para. e o judiciário, certo? O judiciário não tem of. Então, enfim, tem coisas aqui que podem até ser as suficientes para provar que o cara fez uma mutreta do pão de fio da opinião pública, mas pode-nos se sustentar no tribunal, certo? Então tudo isso é o desco para os juristas discutir. Mas o que está claro é que o chaldão e o tofoli se meterem alguma coisa feia e que eles me vão sem investigar, pelo menos. Agora, se você está impressionado com quanto o vórcaro pagou para o escritório das expôs do Alexandre Morais, 129 milhões ou pela parte do tofoli no taia-ia, que pelo que está apurado até agora pela imprensa e algo como 15 milhões, você imagina quanto o banco master roubou, né, amigo? Porque isso tudo é para bafar o que do aniel vórcaro e o banco master fizeram. Então, você imagina o que esses caras fizeram. E aí, que eu acho importante a gente colocar a história do STF em perspectiva, até para conversar com o que a Ana falou antes. O STF entra na história do master no final. O master já roubou o dinheiro todo mundo, com os palámetros de direita do Congresso. Já fizeram tudo que expudiam para livrar o master de quebrar o governo de direita do distrito federal, já tentou salvar o master com o dinheiro público, o dinheiro do banco de Brasil e derrado, o banco central não deixou. Aí entra o STF na história. E eu até STF entra de maneira horrenda. Entendeu? A atuação da STF dessa negócio foi horrorosa. Isso que a Ana falou aqui, quer dizer, o cara tá lá causado e aí com o imoral que os ministros do Supremo vai jogar o cara, entendeu? Isso aí é tudo verdade, isso aí não tem o que dizer. Não tem que passar pando para nada do STF, tem que passar pando para ninguém. Enfim, é isso aí. Sobre isso, acho que não tem muita, muita más de parte de coordança. Agora, o master teve um rombro de 52 bilhões de reais, que foi o que o FGCT é que cubri. Só o Claudio Cástico, o General do Rio, bolo quase um bilhão de dinheiro de aposentados do Rio de Janeiro no banco master. A escala dessas quantias de digíduo do banco master é um dos pouquíssimos escândalo que você consegue comparar ela com grandesas macroeconômicas. Então, por exemplo, o superávice do governo aí, o janeiro, foi o 86 bilhões, que é da minha mezcala de número do que o master tirou do FGCT. Isso é raríssimo. Nenhum desses escândicos opção, você consegue comparar ele com uma coisa de macroeconomia ou coisa que eu vale. Então assim, a gente tem que contar a história do STF fazendo merda no caso master, super do meu francês. Mas ele é o final da história do banco master. E na história do banco master, além de ter um picareta da faria ali, dando golpes nos clientes e soços, etc., tem bastante político. E aí, a oposição é ou a direita ou STF, a oposição da direita é a esquerda. Então, a comparação em que a direita está muito mais envolvida que todo mundo é como com a esquerda. Mas, esse é o óvio que é uma crise do STF também, né? Agora, eu acho muito importante a gente ter a noção de que o STF chega na história no final. Por exemplo, a gente pensar como vai ser essa CPI do banco master caso ela aconteça. Pode não acontecer, ele tem outras propostas de pizza acontecendo dentro do Congresso. Mas para me concentrar no caso da CPI que o senador Alessandro Vieira está propondo. Não tem nada, o consenador Alessandro Vieira, enfim, no princípio parece um cara bem intencionado até que me proveem o contrário. Agora, eu tenho certo medo dessa CPI. Eu não gosto da ideia de uma CPI do master que seja só sobre os ministros do STF. Exatamente. Exatamente. Aí a e força muita impressão. Porque não a CPI do master. Exatamente, isso que eu quero. É isso que eu quero. Eu quero uma CPI que corte na carne do Congresso, porque, cara, final da ano passado, estavam todos os partidos de grande direita. Espegaram um projeto meio de esquerda, essas coisas contra o torno do banco central, que daria autonomia por Congresso, tirar direitores do banco central, os partidos de direita resucitaram isso no final do ano passado. Enquanto o banco central estava decidindo sobre o banco master, pedindo urgência para esse tross para a intimidade direitoria do banco central. O Ciro Nogueiro, todo mundo sabe, tentou a imenda master, que teria quebrar do Brasil, basicamente, que seria aumentado a cobertura do FGC de 250 mil para 1 milhão. Brasil tinha quebrar. O Felipe Barba, acho que eu citei aqui no último programa, aprendo um projeto de lei que faz exatamente a mesma coisa. O Felipe Barba é do Partido Bolsonaro. Pé, ele do Paraná, acho que vai ser candidato, é deputado, vai ser candidato ao Senado, é o que eles se querem. Exato, tem chance de ganhar assim, dúvida. E o cara está basicamente tentou quebrar, quando o meu brasileiro ia passar o volto master. Então você vai fazer uma CPI do master, seria urgente, seria super necessário, mas assim, quem vai fazer a CPI do master, se ela ocorrer no mundo real, são esses caras. Na hora de começar a abrir, para ver quem vai ser os membros da CPI, vocês acham que vai ser quem. Eu teria uma lista de parlamentários honestos, não é uma lista longa, mas eu tenho que poderiam fazer uma boa CPI do banco master. Eu duvido que qualquer um deles entre se fotei uma CPI do master nesse congresso que a gente tem. Então já acho isso bastante complicado. Então eu tenho certeza que é por isso, porque o Alessandro Vieira sabia que jamais passaria uma CPI do master, que ele está tentando fazer só dos ministros do STF. Eu já não acho isso bom. Mas pelo menos pegou alguém, mas aí eu acho que esse desequilibrio de quem pegou ele não pegou pode ser ruim pro Brasil, assim pode queimar as instituições do jeito que eu não gosto. Agora mesmo essa CPI que eu tenho seríssimas dúvidas se conseguiria fazer alguma coisa, o pessoal do central, da direita do congresso está um tafim de fazer. Nem o governo federal também quer fazer, porque eu não quero marolar, não quero que descobre um negócio de petroda, mas isso, sobretudo, é que esse assunto morra que já percebeu que queimar o STF e queimar o ludo. É, nitro de seria na preeleição. Então nesse caso ninguém está querendo dessa CPI. Quem não está querendo também é a família Bolsonaro. O Eduardo Bolsonaro chingou o Alessandro Vieira de Cínico no fim do semana. E o Flávio Bolsonaro fez um negócio que eu achei particularmente bizarro que ele acionou a CPI e se declarou contra. Sim. Sei lá, né? Enfim. Vai ver que é isso que a gente vê se o pessoal confunde achando que ele é moderado, né? Porque ele não consegue ter uma posição. E se não negocia lá no dia seguinte, sei lá, ele veio falar que a CPI é legal, que não pode investigar, enfim, atro de ser lá com o argumento pecareta que ele usou. Também xai, saiu chamando o Alessandro Vieira de Pocre, tá? Então. E, enfim, a possibilidade maior é que esse negócio acaba numa pizza qualquer. O que é muito ruim, porque vai ficar aquele mal estar antes sistêmico fermentando na população e sabe Deus o que vai acontecer. E ali, só, no meio dessa confusão em que você tem, basicamente, uma maioria parlamentar no Congresso que vem apoiando o Masta e você tem ministro do Supremo já começa o Issin hoje milíacos a falar, por exemplo, Plumerva O Pereira que está incomodado do Lula não enquadrar os ministros do STF. Amigo milíaco, você cai sobou, a minha mãe, entendeu? Está maluco. Quem é você para dar palpito sobre isso? Exato. O que é que o poder executivo faz exatamente para enquadrar o STF? E olha só, você está ganhando se meter a Masta, vai puirar, cara. Vai para o crânia, está cheio de guerra aí para você dar tira aos pessoas, vai lá, meu. E agora, o que que esse bonitão está querendo fazer dando esses recados na empresa? Os caras estão querendo dizer assim, olha só, a gente está aqui de guardião da ética, é o Nulex que dá um jeito nisso, entendeu? Isso é cada desconsoparamente golpista. Exato. E esse desconso tinha que ser abortado, basicamente, para as instituições funcionando, assim, basicamente o adicion do morage e o topo tinham que sair do STF para responder essas acusações. E bom, aí, eu nem sei o que poderia acontecer no Congresso para estomar o vergonacar e investigar o Maestra série. Mas enfim, sei lá. Espírito de luz podia um baixa imassa ali dentro do Congresso Nacional e obrigar os caras a fazer isso. No mundo real, as coisas estão complicadas. É. Ana Clara, vamos lá. Falando em CPI, essa semana o João Carlos Mansur, dono da Rehague, foi ouvido na CPI do crime organizado. João Carlos Mansur, que nunca tinha parecido desde das operações coasar, carboa, no 14 ano passado, em que descobriu-se a relação dos fundos dele com PCC. E ele estava fora do Brasil quando isso aconteceu e também estava curiosamente fora do Brasil quando veio a complar esse zero. Bom, ele negou tudo na CPI, inclusive a parte de trabalhar para o PCC. E ele usou esse argumento que o Maestra também usou muitas vezes para culpar o BTG por tudo que aconteceu, esse argumento de que eles estão sendo atacados, porque eles são independentes, porque eles não fazem parte do sistema, porque eles são novos e tal, o Mansur fez a mesma coisa, de que eles são autosiders do mercado. E de fato, eles são autosiders, porque eles sempre operaram no limiar da legalidade. E agora, as segundo as investigações da PF fora da legalidade. A Rehague era conhecida na Fária Lima por operar fundos que captam dinheiro de institutos de pensionistas de estados e municípios, coisa que o Maestra passou a fazer. Foi um dos principais negócios dele com os governadores de direito aí, que são chamados RPPS, que são os regimes próprios de prevenência social. Essa turma que pega o dinheiro dos aposentados desses institutos e coloca em fundo cheio de ativo podre, ela sempre foi considerada meio que a escória da Fária Lima, porque, em geral, para pegar esse dinheiro, você paga a propina pro gestor público e no âmbito municipal estaduals, controle são menos eficazes do que no federal, que já não é tão bom assim. Então, tudo que é fundo de RPPS é considerado lá do B, lá do C, do mercado. E a Rehague era especializada nisso. Então, economista, gestor, ninguém queria trabalhar na Rehague. Ninguém renomado assim, minimamente. Tanto que a primeira reportagem dá com suelo sobre o Master em outubro de 24, já falava de um caso flowagrante de fraude em RPPS, envolvendo o Tanuri, a Rehague, o Banco máxima, que foi o Banco que o Vorcaro comprou e transformou em Master. E esse esquema acontecia entre 2010 e 2017, ou seja,
naquela década a reage já operava esse esquema de RPPS. E aí, o Ministério Público abriu uma investigação, foi feito uma operação, inclusive chamada Fundo Fake, na época em 2020. E nada aconteceu, nem com o vorncar, nem com a reage, nem com o tanuri. Virou uma grande pizza naquela época, pelo contrário. Enquanto essa operação acontecia, o vorncar recebeu a autorização do banco central para ter um banco, banco master, diante dessa operação. Entendeu? E a sua operação nunca deu em nada. Ovo da serpente ali do que aconteceu no master, vem da parceria da reage, contando o uricão o banco máximo, e convorcar o que ainda não era dono do banco, em Belo Horizonte, na década passada. Então, pro João Carlos Mansur chegar na CPI, e ter a coragem de negar tudo e dizer que eles estão sendo perseguidos porque eles são independentes, é realmente chocante, assim, para dizer o mínimo. Só para concluir, nunca ouve um pedido de prisão contra o Mansur. Enfim, eu não toque para questionar, enfim, a polícia que sabe o que ela tem. Mas, diante da o envolvimento da reage, diante do fato das pessoas que foram alvo de pedido de prisão ali, diante do fato de Mansur estar no exterior, é maior parte do tempo, me causou estranhamento o fato de nunca ter a vida um pedido de prisão contra ele. Tem bons advogados, né? Quem é advogado dele mesmo? É o juca, o mesmo que defender o braganeto. -E só o juca? -Do Mansur é o juca. Bom, então, com este pupo rio de emoções e revelações, nós vamos encerrando esse bombástico plóquido programa, fazemos um rápido intervalo, vamos falar da conexão dessa crise com a sucessão presidencial, já voltamos. Olá, eu sou Rodrigo Pederneiras, coreógrafo do Grupo Corpo. O Grupo Corpo completou uns 50 anos e a gente não chegou aqui sozinho. Quero agradecer a todos que caminham conosco e convidar aqueles que querem fazer parte e apoiar esse nosso trabalho a participar do programa Amigos do Corpo. Para maiores informações, visiti o site AmigosDoCorpo.com.br Um grande abraço e muito obrigado. Muito bem, estamos de volta. Celso, vou começar com você. Tivemos aí rodadas de pesquisas, relacionando essa crise do Master e o impacto dela no supremo, com o impacto da crise por sua vez, no processo político eleitoral. Saiu pesquisa da quest, sai agora a pesquisa da tafolha, elas mais ou menos convergem nas conclusões, nos resultados. Vamos lá. É isso mesmo Fernando. Que as pesquisas vão mostrar que o escândalo tenha afetado mais a reputação do STF, do que de qualquer outra instituição, o que até é mais ou menos compreensível, falou que é um escândalo do STF também, a atitude dos ministros é escandalosa mesmo, então é ter a mente compreensível que é o opinião pública, vir e contra o supremo no moral dessa. Agora, o que surpreende no certo sentido é o fato de que isso está batendo muito mais no governo lula do que na direita. Então a direita está ganhando com o escândalo Master até agora. Isso também é compreensível até certo o ponto, porque o STF garantiu a democracia, que o GOLP, quem ganhou a eleição democrática, foi o Lula, então na cabeça de quem não gosta ainda o Lula, o STF foi o STF que colocou o Lula na presidência. Agora, só para lembrar que colocou o Lula na presidência foi a maioria delitorado brasileiro. O STF só garantiu que a vontade da maioria delitorado brasileiro fosse respeitado impidindo que um bão de marginal destruísse a construição brasileiro. E quase não impidiu que o que aconteceu com a PRF, exatamente. Então, enfim, o sal da esse, o escândalo está batendo pesado contra o governo lula. E aí, se vamos comparar o SEMR repetitivo, mas eu acho meio escandaloso que a direita brasileira esteja com grande chance de ganhar a presidência da República como recompensa para ter quebrar do banco. Porque se você vão lá, vamos pegar aqui os envolvidos nesse caso. Eu já falei aqui, entre os centifederativos que aplicaram dinheiro aposentado no Bão com Master. Mas, ao mesmo 90% são de direita. Com deputados na lista de contato do vocaro, 100% de direita. Deputados que apresentaram o emenda constitucional ou projeto de lei para aumentar o limite do FGC e salvar o Master. 100% de direita. Governadores que tentaram salvar o Master com dinheiro público só têm um tudo bem, mas é o direita. É o ibanês. E o que eu acho mais interessante? Pega, por exemplo, o Zéter, o Fabiano Zéter, o Conheado do Vocaro. O Conheado do Vocaro deu dinheiro e botou a avião de exposição para vários políticos. Ele é um odor individual da campanha do Tarsiz, da campanha do Bolsonaro. Ele deu já tinha, para unícolas, viajar pelo Brasil fazendo campanha para o Bolsonaro. E aqui tem uma diferença importante. Se você pegar, por exemplo, o escando das empreiteiras, o escando do Calavajato pegou. As empreiteiras se eram ecuméricas. As empreiteiras davam um dinheiro, para o PT e um dinheiro, para o PSDB. E o trato era, eu vou continuar aqui fraudando licitação da Petrobras e das outras obras públicas todo. Qualquer um dos dois aí que ganha ele, só não me esche o saco. Vou nomear um cara meu aí, para garantir que eu vou continuar roubando aqui numa boa. Não há nenhuma registra até agora. Do Zéter, eu tenho emprestado a avião, o odado de dinheiro, para qualquer candidato, já não digo nem da esquerda, mas assim, mais por centro. Ele só botou esse aparato toda a disposição de candidato de direito. Isso é muito diferente do escando das empreiteiras. É o ciro ao amigo da vida, né? Exato, exatamente. Amigo, devido, a pior ainda do que da vida. Já falando bloco passado, que enquanto o Banco Central estava julgando o caso master, partidos no Congresso Nacional assinaram um requerimento de urgência para um projeto que despermia demitir diretores do Banco Central por maioria simples no Congresso. Eles, obviamente, queriam demitir o diretor do Banco Central que impediu a compra do master pelo BRB. Quem são os partidos? São o PP de direita, o PR de direito, o republicans de direito, o MDB, que vamos lá, centro. Sei lá. Na esquerda, você tem o quê? Você tem. O Mântega Feijlobe pelo master fez mesmo se quiser prender o Mântega por mim tudo bem. Até vai melhorar o nível de debate aconando, podendo PT. O Lewandowski, teve um contrato completamente moral, lá com o master, sendo também totalmente injustificável. Agora, o Lewandowski também, a gente não pegou nada que a gente tem a feita. Tudo de lá, a favor do master. A polícia federal continuou, livre para fazer o que quiser, assim, enquanto isso. E o Lewandowski, cara, tem um monte de meio de comunicação botando o Lewand em manchete, cara, sobre o banco master, para dizer que esquerda e direita tão envolvidas, o Lewandowski fez uma reunião convocada na presença do Galípolo e do Rio do Mântego. Segundo todos os relatos disponíveis, o Lewandowski falou que alguém vai resolver isso Galípolo se vira aí. Não tem nenhum até agora, não sai nada que indica o contrário. Aí você vai dizer, "Ah, mas eu não acredito nisso." Tem todo direito, não acreditar, mas é o que é relevante. A gente conhece algum desdobramento prático dessa reunião. Tem alguma medida do governo Lula que foi tomada para salvar o banco master, até agora não tem nada. Se você abrir todo o celular do vocá, pode ser caparim essa com uma coisa ófica e pôr, aí a gente revisa esse diagnóstico. Mas com os dados que a gente tem até agora, é o que eu estou dizendo, há mais de um mês, então, cada dia que aparece mais dados, os dados só reforçam isso que eu estou dizendo até agora, desculpa, a gente saquei, "Não, não é um acriso do sistema político brasileiro, isso é a crise da direita." E eu acho que você não dizer isso, é muito ruim por vários motivos. Minha que você está escondendo uma coisa do público. O público tem o direito, saber disso. O público não é obrigado a fazer essa tabelinha que eu fiz, dos sei lá, quantos entes federativos, ver quem está governando o cidade do interior, por aí, para saber quem é que tem mais, quem é que tem menos. O público não é obrigado a acompanhar a imenda para lamentar, para saber quem quer aumentar o valor de cobertura do FGC. Então, enfim, eu acho que ele merece ser informado, que a maioria desses caras são direitos, porque isso é verdade, actualmente falando, contando quanto estende cada lado, fazendo uma tabelinha, com quanto estende o lado, com o quanto estende o outro. E se você que exesse rigoroso, mesmo, numa análise constativa, você não tem que só que contar cada um de cada lado, sem que ponderar esses números, por quanto cada um fez, de fato, pelo máster. Cara, aí a diferença é que é maior ainda, meu amigo. A direita é que eu estou mudando a constituição para o brigado de Cécobreo, o rombo do máster. O IBANHIST tem que tocar brau o banco de Brasília, o Claudio Castro deu o dinheiro dos aposentados, por que o cara cuidou, entendeu? Então a diferença é muito gritante. Então a primeira coisa é simplesmente, você tem que dizer que eu estou com a direita, porque isso é verdade, não custa nada, de verdade, sempre serve por alguma coisa, é verdade. Agora, além disso, se você não contar esse pupu, vai acontecer o que está acontecendo. Que é? As pessoas não vão saber o que é óbvio, que é o Supremo Federalista, se está protegendo, esses caras que ficam estinguando o Supremo, tempo todo, no caso do máster. Se você pegar a lista de deputados na lista de contado vocar, o pessoal do calmo urgente, o podcast do Gregorio, do Brun Tortói, da Alessandro Orofin, notei bem isso. Vários daqueles caras a começar pelo úniculas, é gente que fica o dia inteiro estinguando a lista de morais. Basicamente, o pessoal é percebendo, é que o jeito, como, por exemplo, úniculas, de dia fica lá estincando a lista de morais e de noite, antes de dormir, resa para o Senhor, para que o nosso amigo a lista de morais nos livros das investigações do banco máster. Unículas,
Por exemplo, certo que tá lá envolvidíssimo nesse negócio, que pegou a vião do Vorcaro. É muito próximo, o pessoal da igreja da Lagoa Inia, que tá totalmente envolvida nesse negócio. Unículos claramente, se o Chandão, por exemplo, matar o máximo, peito, unículos tatu a cara do Chandão na bunda, meu amigo. Assim, esses caras aí estão todos torcendo para dar pizza. Esses caras que estão pedindo CPI, estão pedindo CPI e torcendo para dar errado. Isso é tudo teatro, isso é tudo insenação. Enquanto você não contar para as pessoas, que é a direita que tá sendo protegido nesse caso, vai continuar essa interpretação na opinião pública, que eu acho inteiramente normal dar a informação que as pessoas recebem de que o problema basicamente é das expissões, que o problema é basicamente que olha só a democracia, uma pouca a minha, os caras do S/F estão se donando lá, drânsaro. Não, e os caras do S/F realmente não estão saindo bem nessa foto mesmo. Mas se você só contar essa história, você tá fazendo muito mal para democracia brasileira. Perfeito, muito claro, é na clara. Bom, eu estava em Brasília na semana passada antes da divulgação dessas mensagens, né? Mas já tinha saído a pesquisa da Atlas Intel, que falava sobre o empate entre Lula e Flávia. Então Brasília já estava sob impacto dessa notícia, né? De que talvez não seja tão fácil, assim, pro governo sair dessa. E era assim um clima de bastante frustração, assim, sabe? Frustração com supremo, frustração com o governo, conversei com algumas pessoas de vários cantos de Brasília. E o tom era assim, o governo precisa se dissociar do supremo, criar algum tipo de narrativa que o coloque fora do grupo supremo, né? E até essa semana a Blumberg publicou uma reportagem sobre o Alexandre de Morais, uma reportagem da Marta Beck do Daniel Carvalho, que fala em fim do escândalo, né? E é publicada na Blumberg lá fora, em que eles apuraram que o Lula tá cogitando o apoiar o código de conduta do Fakim, como sinalização de que ele não compactua, né, com o que alguns ministros do Supremo estão fazendo. E em Brasília, eu já tinha ouvido que se o Lula colocasse uma peque para determinar mandato para ministros do Supremo, que é uma coisa que ele já falou lá atrás, também como sinalização, mas criar uma peque que poderia ser também uma alternativa para se dissociar dessa crise. O barroso deu a entrevista essa semana defendendo isso, né? Mandato de 12 anos, como na Alemanha, a segundo ele. Exato, agora essa peque até o Congresso pode enviar, né? Então, né? Peque, Congresso também pode estabelecer mandato para ministros do Supremo, né? Se Congresso está tão insatisfeito, ele pode fazer isso, né? Mas eles não querem, porque daí significar a teculá, significa fazer política, e não é bem o tipo de coisa que eles conhecem, né? Mas o fato é que assim, o Lula não quer essa briga, pelo menos até semana passada, era uma briga que ele não queria ter, porque o ano eleitoral é um ano mais curto, não, no Congresso, então assim, ele vai usar todo a cervo, né? Do governo para viabilizar uma peque como essa, em tão pouco tempo, em segundo semestre, não tem mais nada, está todo mundo fora. Então assim, não é o que ele queria, mas em Brasil é um pouco esse o tom. E aí, depois que saiu, data for, ele saiu pesquisa da Quest, e eu estava conversando com o Felipe Nunes da Quest, que é inclusive nosso ouvinte viciado. Grande Felipe. E ele fala muito isso, Celso, essa questão do público enxergar o caso master como um sintoma de um sistema podre, né? De um sistema contaminado. E o Lula seria uma figura desse sistema, né? E a oposição fica se colocando na posição de mudança desse sistema, e que daí vinha a contaminação de se enxergar o Lula como uma figura que integra o sistema. Mesmo que o master tenha crescido e florecido no governo Bolsonaro, na gestão do Campos Neto, isso parece que não chega, as pessoas não fazem as conexões, entendeu? Las enxergam assim, "Ah, o Supremo, a gente não dá para confiar." É, banco central a gente não dá para confiar. Congresso a gente não dá para confiar. Governo não dá para confiar, e a NSS não sei que. E aí vira todo um bolo de insatisfação com tudo que tá aí, né? E essa é a avaliação do Felipe. Que eu descordo. E por que eu descordo? Eu não descordo que a avaliação das pessoas seja essa, mas eu descordo que isso seja uma visão ampla do que tá acontecendo, porque a gente tá no momento de muito ruído, né? De muito barulhas, coisas estão saindo, tá todo mundo sendo impactado por isso. Então, a gente esquece que há seis meses, o Flávio tava lá defendendo tarifasso, a magnítica, defendendo a invasão dos Estados Unidos no Brasil, na época dos navios que ele estava atacando os navios, que ele na semana passada defendeu a Nistia do pai, então, a gente teria ali em um governo Flávio, hipotético, o Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, não sei, tô chutando aqui, entendeu? Então, assim, essas questões não tão na pauta, né? Por que? Porque o governo tá fazendo campanha, e não pode estar fazendo campanha. A verdade é essa, o governo tá governando, tá agindo para concluir as coisas que eles queriam concluir, para justamente depois fazer a campanha dessas coisas que eles fizeram. E pelo test, é obviamente o governo não pode fazer uma campanha contra o Flávio nesse momento. Então, o Flávio tá sozinho, o Flávio é oposição o PL, no caso, né? Tá todo mundo sozinho batendo, sem que eles possam ser atingidos pelo passivo deles. E se eu tô falando passivo de seis meses, tá? Não tô falando ainda a rachadinha da loja de chocolate, dos imóveis, da Casa que o Flávio comprou em Brasília, que vale o dobro do valor que ele anunciou na escritura, ajuros de pai para filho do BRB, o que me deixa bastante entregada nessas pesquisas é que a turma, que o Felipe, a questa, monjuza, independentes, né? Que são os eleitores que decidir a eleição passada, no caso, né? E que, em teste, poderiam decidir a eleição esse ano também, que eles não tão olhando para a democracia como um ponto de preocupação. A questão da democracia que a gente falou aqui, você falou, se é o seu inclusive, que talvez a gente tenha que tem uma eleição sobre democracia de novo esse ano, né? Porque é um trajeiro, né? Exato. O que ele diz é que, pelo menos esse núcleo mais independente, é um termo que ele usa, mas é o pessoal que não é do esquerdo, né? Direito que pode votar em um outro, sem nenhum problema, esse pessoal, a democracia não vai ser assunto para eles nessa eleição. E eu achei isso um dado importante para a gente. -Cendo. -Enisso assim, o Flávio tá ali anunciando o ministro da Fazenda, tá se reunindo com o mercado, já tá com o marqueteiro, que vai fazer a campanha dele, que é o Paulo Vazconselos, que é o mesmo que fez a campanha do ramagem no rio e a campanha do cloudcastro. O do da Lima, que é o marqueteiro do PL, que era esperado, que fosse o marqueteiro que faria a campanha do Flávio, não foi escolhido, e recentemente declarou que encontrou Jesus num evento em Brasília, e que isso o isenta de trabalhar com política, né? -Naram deputados, Jesus, talvez, né? -É aquele cara do TCU, né? -Ele colocou um slide. Mas assim, o pessoal do PL não acredita muito que ele tenha saído do jogo porque ele encontrou Jesus e sim, porque o Flávio escolheu o Paulo Vazconselos, que é um cara que ainda não encontrou Jesus, né? -Aparentemente não. -Essa história me lembra uma charge maravilhosa do Angeli Deputado Urânio, diante da notícia, né? Um riquecimento do Urânio, talvez que história essa de riquecimento do Urânio, não? Calma deputado, dessa vez não é com o senhor, tá? Essa história do Jesus lembra o deputado Urânio. O Paulo Vazconselos é conhecido por ter uma abordagem não bolsonarista na campanha. Então, assim, o Claudio Cássio ganhou no Rio no primeiro turno, sem se colar tanto quanto ele poderia na imagem do Bolsonaro. E isso é uma ideia do Paulo Vazconselos como marqueteiro, assim, de que você pode vender a direita sem ser ultra bolsonarista. E o Flávio tem escolhido o Paulo Vazconselos também já indica, eu não sei até que ponto ele pode se desencilear do pai, enfim, acredito que ele faça isso. Mas é uma abordagem menos contundente do bolsonarismo, a do Paulo Vazconselos. Queria falar um pouco sobre isso, porque a imprensa tá ajudando o Flávio, assim, se desencilear do pai um pouco, né? A gente tem algumas coisas importantes nesse momento. Primeiro, a consolidação do Flávio como opção da direita ou antilula, por enquanto, é a consolidação dele e o fracasso até a segunda ordem. E acho que, provavelmente, definitivo para esse ano da alternativa caçabiana, né? A gente vai ter uma campanha entre um candidato democrato, a descreva da descentrosquira daquelulula, contra um candidato de extrema direita, que é o Flávio. Não vamos ficar fingindo que o Flávio não é extrema direita. Ele é distraio de extrema direita, ele vai soltar o pai dele, ele tem uma agenda completamente atrelada ao que tem de mais radical na direita mundial. Trump, Millay, Boqueli, etc. O que é que a gente tem de mais radical na direita mundial, que a gente tem de mais radical na direita mundial,
mistos, eles acolhem. Então, que a gente tem um candidato de extrema direita como candidatura do campo democrático. É, e olha só, e tem gente que diz assim, "Ah, eu me recusa a identificar a democracia com o Lula." Bom, então lá é só do candidato, cara. O nosso candidato de direita democrático, a gente dá tempo, vai lá. O Eduardo Leite tendo o PSD, tá a fazer. Pega um cara desse lança, pronto. Um discurso claramente divergente dos outros dois candidatos. O Eduardo Leite é um candidato de direita. Sim. -Democrático. -É contra a nichia, foi contra o golpe. Exato. Agora, o ratinho Júrner e o Caíado, eu não diria o mesmo, não mesmo. Até onde eu posso ver, as coisas estão cidando dentro do script que o Lula planejou. Sem o Tarsísio e Conflável. O governo não tá batendo no Flávia até porque, quando chegar a abrir o e a desincompatibilização não for mais possível, né? O Tarsísio certamente vai ser candidato ao governo do São Paulo, etc., né? Júrner começa pra valer. Esse último mês, esse mês de março é o mês pré-desincompatibilização. O Tarsísio tem 99,9% por 9% de não ser candidata à presidência, mas a coisa ainda não tá definida. Então se o Flávio imbecaça pra baixo, a coisa poderia mudar, já ouvi isso dentro do PT. É melhor que o Flávio se consolide do que a sombra do Tarsísio possa ressurgir. Acho que isso não vai acontecer mais, mas já está nesse momento. Eu queria só pra completar esse raciocínio, eu acho que dá pra gente fazer um paralelo entre o que aconteceu quando o governo se beneficiu ao mês atrás do desastroso, o movimento do Eduardo Bolsonaro, das sancões contra o país, que deu o discurso da defesa da Patria a Lula e o que tá acontecendo agora quando a direita se apropria da crise do supremo pra reanimar o ressuscitar ou dar nova dimensão ao discurso antisistêmico. Eu acho que tem um paralelo entre esses dois momentos um sendo o negativo do outro, a vez. Ana Clara. Bom, essas pesquisas que têm saído, esse fortalecimento do Flávio, né? Até a vitória do Flávio dentro das primárias da direita pra ser o candidato, isso de certa forma animou a turma bolsonarista que tá em contato com o departamento do Estado, né, do Eduardo Paulo Figuere, do toda essa turma. Eles viram ali uma brecha no enfraquecimento do Alexandre de Morais no Supremo com a crise do Master e no resultado das pesquisas feitas sobre o Flávio, eles viram uma brecha pra voltar aquele ataque ao governo brasileiro por meio do departamento do Estado e de certa forma tentar ajudar o Flávio nesse ponto. Então, o que eles fizeram? Eles começaram a fustigar ali a procurar o pessoal do departamento do Estado, do mesmo jeito que eles fizeram no passado sobre o Tari Fácio, Magnitski, pra vender essa ideia de que comando vermelho e PCC são organizações terroristas e que o governo americano precisa se manifestar sobre isso e classificá-los como tal. E que é uma coisa que o governo brasileiro não quer de jeito nenhum, porque a partir do momento que há essa classificação, os dados passam a ter uma certa inderencia sobre essas áreas consideradas como áreas de organização terroristas. Eles podem lançar mão de várias ações em relação a essas áreas que podem ferir a soberania do país. Até por isso, porque existe também essa atuação da estrema direita nesse ponto, que o governo tanto quer encontrar com o Trump pra discutir justamente um acordo sobre o narcotráfico. E é a pauta principal do encontro do Trump com Lula caso se encontra o acontece. Inclusive também foi pauta das duas ligações que eles fizeram no final do ano passado e em janeiro desse ano. O Paulo Figuere do Eduardo voltaram a tocar nesse assunto a levantar esse assunto. Muito porque os Estados Unidos acabaram deslocando pra cuidar do Brasil dentro das secretarias ali que cuidam de América Latina no departamento do Estado. Um cara super próximo da família Bolsonaro e supermaga que é o Darren Beary que foi, enfim, demitido no primeiro governo Trump por ser fascista demais. E esse cara, primeiro ele foi designado pro departamento do Estado e ele tá em contato com o Paulo Figuere do Eduardo Bolsonaro. A imprensa brasileira, especificamente o Globo, ao ver essa movimentação acontecendo, questionou o departamento do Estado sobre as intenções dele em relação ao comando vermelho e PCC e o departamento do Estado mandou uma nota dizendo que classifica essas organizações como a meiaça regional. Ou seja, fica a indicação de que uma próxima etapa pode ser de fato a classificação como organização terrorista. Isso não tá sendo tratado no âmbito da diplomacia. O Marco Rubio e Mauro Vieira não estão discutindo sobre isso. O Marco Rubio não está antecipando para o Mauro Vieira que isso tá na pauta. Mas você tem uma galera de setores do baixo escalão ali dentro que tá borbulhando essa ideia, né? Então você tem a direita se movimentando também nesse aspecto da política externa. E vendo essas brechas tanto do Alexandre de Morais quanto na questão do Flávio e do Fortalecimento do Flávio nas pesquisas. E agora o que eles estão pedindo de novo é a Magnits que pro Alexandre de Morais. Se o governo americano tá disposto a isso, tá preocupado com isso nesse momento. Até agora a diplomacia brasileira não tem notícia disso, mas eles estão tentando. É isso. Bom, a gente vai encerrando o terceiro bloco do programa, fazemos um rápido intervalo na volta o momento da diretora que lerou. Oi, eu sou Vinicius Luís aqui da Rádio Novilo. Em fevereiro a gente convidou os assinantes do Clube da Novilo a enviar em perguntas para nossa equipe. Agora tá no ar o episódio "BONOS" do Rádio Novilo apresenta com as perguntas, custas e as postas a gente não sabia que vocês queriam ouvir. Deve de tudo, pergunta sobre como a gente conecta as histórias dos episódios, quanto tempo a gente leva na produção de cada programa e também dúvidas mais urgentes. Do tipo, se o cabelo da flora é ruivo natural e se apaule escarpim só usa sapatos com o nome dela. O "BONOS" com as respostas a essas e outras perguntas já tá disponível para quem é assinante no "Feed" do Rádio Novilo apresenta no Spotify e na página do Clube da Novilo. E se você ainda não é da tempo de assinar e ouvir também. Os assinantes do Clube da Novilo ainda tem acesso a uma newsletter especial aos episódios do Rádio Novilo apresenta antecipados, cupões de desconto em marcas parceiras e eventos exclusivos com a nossa equipe. E quem é sinal planonual ganha de brinde uma bolsa da Novilo. Muito bem, estamos de volta, vamos para o quender ovo diretor, você tem ganhado de lavada aí nos últimos. E o Flamengo ainda ganhou ontem, né? Aí a gente tá gravando na quinta, selso e a diretor estão felizes, minha amiga Renata Ventura Minera está triste porque cruzerem-se, enfim, balá diretor. Deseditado que o Brasil não é paramadores, mas espera lá, né? Não precisa profissionalizar tanto. O Brasil se tornou uma espécie de "House of Card" misturado com o poderoso chefão. Não já iré não, não, né? É algum ornicula suerreira, algum amigo do ornicula suerreira. Renata é velho? "House of Card" É carioca. É carioca. Caso, Jordi? Caso, Jordi. Eu sabia que era um desses pilantrinhas. É, se eu sabia que era do meu setor aqui, né? Deixa que eu estalhidei. Quando eu ouvi eu falei isso aí, eu já ouvi muito em YouTube. É da sua reserva de mercado, né? Exato, exato. É do meu segmento de atuação. Agora, o que é que a carqueza quer dizer? O Brasil não é paramador, mas não precisa profissionalizar tanto. Como assim, carque? Bom, para os anais, quem fala o deputado federal, caro Jordi, do PL, do Rio de Janeiro, o segmento do casca de Vala em seu canal no YouTube. Ah, é, mais uma derrota da classe superária, puta merda. Não aguento mais perder aqui em deruvos. Você faz um friendly para mim, dá para a sua vez. Bom, pelo menos o casca ganhou dessa vez. Fazer tempo, não é? É. Bom, vamos então, encerrando o que em deruvos para o melhor momento do programa, correr elegante, momento das cartinhas, momento de vocês, e eu vou começar já, além do que a mensagem do Ian Felipe. O conteúdo das mensagens do celular do Vorcaro foi uma curtinha de formasse para o céu, isso não comentar o verdadeiro crime cometido dessa semana. A demissão do Felipe Luís. Finalmente, uma pauta importante nesse programa. Saludos de Recife e saudações, santa cruzenses. É isso aí, concord. E a gente quer ver aí no programa de Recife, então, e a que tu as piscas está cruz, e está a profil e pelo isso. Valeu, Ian. A Maria Jaqueline Vasconcelos escreveu. Oi, pessoal, sou ouvinte do Foro, desde a pandemia. E sempre tive vontade de escrever para vocês, mas daí penso. O que mais posso acrescentar depois de ouvir tantas análises inteligentes e certeiras? Ganhei um incentivo quando minha filha mais nova, Sofia, me disse que passou a ouvir o Foro, que alegria. Agora, só falta vocês me ajudarem a convencer meu marido Adriano e a nossa mais velha Beatriz. A também ouvirem vocês. Um beijo. Adriano e Beatriz.
-Vem ouvir a gente. -Oo, Adriano e Beatriz. Veja só a Sofia aí. -O Sigo, exemplo, da Sofia, que já tem no nome a coisa da sabedoria. -Exatamente. -Oi, Adriano e Beatriz. Não percam tempo. Bora lá. A pessoa que se identificou como "Chef e ponto rosa postou". O episódio dessa semana foi tão tenso que se fizer uma mistura do céu, os cunho é do ar do cunho, virar algo do tipo. Então, Fernando, que Deus tem a misericórdia dessa nação. É isso mesmo, chefe, é isso mesmo. É isso, gente. O que é bom acaba, o que não é tão bom também acaba. Não é isso? Assim, a gente vai encerrando o programa de hoje por aqui. Se você gostou, não deixe de seguir dar 5 stars para a gente nos Spotify. Segue no Apple Podcast, na Amazon Minus, favorita na Dzer. E se inscreva no YouTube. Você encontra também a transcrição do episódio no site da Pauí. O Foros de Teresina é uma produção do estúdio novelo para a revista Pauí. A coderação geral é da Carolina Morais. A direção é da Marifaria com produção e distribuição da Maria Julia Vieira. A checagem a partir de hoje é da Etterwood Nitzky, que vai substituir o Juberto por Sidônio, que continua na Pauí fazendo outras coisas. A gente quer deixar então o nosso abraço e menso para o Gangeuberto. -Grangeu, Bé. -Giu. -E as boas vindas para Etterwood. -Seja bem-vindo, Etterwood. Olá, Etterwood. Muito bom ter você aqui. A edição é da Carolina Morais e da Marilhão. A identidade visual é da Amanda Lopes. A finalização é a mixtagem de João Jabácei e do Nusro Driggs da Pipoca Sound. Jabácei Rodrigues também são os interprits da nossa melodia tema. A coderação digital é da Pierre Ribeiro, da Emilha Umeida e do Fabio Brisola. O programa de onde foi gravado aqui na minha chupana em São Paulo e no estúdio rastro do grande Danidino Rio de Janeiro. É uma despeço, então, dos meus amigos. Ana Clara, Tchau Ana. Tchau Fernando, tchau pessoal. Tchau, selso. Tchau Fernando, até semana que vem. É isso, gente. Uma ótima semana a todos. E até semana que vem. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O programa "Foro de Teresina" anunciou uma edição ao vivo no Recife em 25 de abril.
O foco principal é a crise do Caso Master, envolvendo figuras do setor financeiro, político e judiciário, com o julgamento da prisão de Daniel Vorkaro no STF.
Há questionamentos sobre a conduta de ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, devido a suas relações com investigados e valores de contratos.
A nota do escritório de Viviane Barce (esposa de Alexandre de Moraes) sobre serviços ao Banco Master é vista como insuficiente e tardia, levantando dúvidas sobre transparência.
A crise expõe tensões entre o STF, o governo e a PGR, com acusações de desequilíbrio institucional e uso político do caso na sucessão presidencial.
Há preocupação com a possível classificação de facções criminosas brasileiras como terroristas pelos EUA, o que poderia afetar a soberania nacional.
Summary:
A transcrição abre com um anúncio do programa "Foro de Teresina" sobre uma edição ao vivo no Recife. O cerne da discussão é a crise do Caso Master, um escândalo financeiro e político que envolve o banqueiro Daniel Vorkaro, cuja prisão está sendo julgada pelo STF. O programa critica a atuação de ministros da Corte, destacando que Dias Toffoli não se declarou suspeito apesar de vínculos com empresas ligadas a Vorkaro, e que Alexandre de Moraes não explica adequadamente suas mensagens com o banqueiro.
A nota do escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barce, que prestou serviços caríssimos ao Banco Master, é considerada vaga e reativa, aprofundando as suspeitas. A crise revela um desequilíbrio institucional, com atritos entre o STF, o governo Lula e a PGR, sendo que o caso é instrumentalizado politicamente pela direita bolsonarista para atacar as instituições. Por fim, alerta-se para o risco de os EUA classificarem facções como PCC como terroristas, o que poderia servir a interesses geopolíticos externos em ano eleitoral.
FAQs
O caso Master é um escândalo financeiro que envolve o Banco Master, figuras do setor financeiro, político e do Judiciário, incluindo investigações sobre Daniel Vorkaro e possíveis conexões com ministros do STF.
Alexandre de Moraes está sob escrutínio por troca de mensagens com Daniel Vorkaro, mas alega que não foram enviadas de seu celular, criando dúvidas sobre sua relação com o banqueiro e a investigação.
O escritório prestou assessoria em gestão de crise, com 94 reuniões e 36 pareceres, mas o contrato de 129 milhões em três anos é questionado, especialmente após revelações de mensagens.
O STF enfrenta divisões internas, com ministros como Tófoli se declarando suspeitos, enquanto outros, como André Mendonça, impõem sigilo nas investigações, gerando tensões com o governo e a PF.
O caso se conecta à sucessão presidencial, alimentando discursos antissistema e deslegitimando instituições, enquanto desafia democratas a separar o escândalo do julgamento de golpistas.
Se o PCC e Comando Vermelho forem classificados como terroristas, o Brasil pode ficar vulnerável a interferências internacionais, com o Itamaraty tentando frear esse movimento em ano eleitoral.
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