O episódio fala sobre a essência da esperança como força de resistência diante de momentos de desespero, frustração e impotência. A narrativa afirma que, quando não se acredita que um desejo pode se concretizar, ele morre e o movimento desaparece, levando à apatia e ao desencanto. A autora mostra que a esperança não é um conceito abstrato, mas uma escolha diária de acreditar que algo é possível, mesmo quando o mundo parece oposto. Ela conecta esse tema ao voto, destacando que mais de 30 milhões de pessoas não votaram em 2016, e que cada um pode ser um agente de mudança, pois cada pessoa é a única representante de seu desejo no mundo. O texto critica o isolamento digital e o efeito de algoritmos que reforçam preconceitos e expectativas negativas, mostrando como isso gera desesperança. A mensagem é reforçada por exemplos pessoais, como a recuperação emocional após crise, e por promoções de marcas que promovem bem-estar e cuidado com a saúde. Além disso, o episódio incentiva o engajamento comunitário, especialmente por meio da divulgação de conteúdos para quem ainda não votou, e encerra com um chamado à ação de acreditar, agir e se conectar com o mundo, pois a esperança não é apenas um sentimento, mas uma prática constante. A autora conclui que cada pessoa faz parte da esperança coletiva e que a sorte está em movimento, reforçando que ações pequenas, com coragem e consciência, podem gerar grandes mudanças.
Oi, deixa eu adivinhar, sem dias que parece, e eu sei que você sabe do que estou falando,
sem dias que parece impossível, sem dias que simplesmente continuar parece impossível,
que parece que do momento que você acorda, até o momento que você vai dormir, você precisa
viver a sua vida com o peso do mundo nas suas costas.
E nesses dias parece que as coisas são tão grandes, que não importa o que você faça,
nada acontece.
Então, a gente segue a equação pra, se não importa o que eu faça, nada acontece,
então nada importa.
Já acertei, mas se você olhar pra dentro, e isso é um convite, se você olhar pra dentro,
por baixo de todas essas camadas, de desesperança, medo, frustração, raiva, desespero, cansaço,
tem algo, se você olhar bem, bem profundo, tem algo que fala, só mais um pouco, só mais
um pouquinho, só mais uma vez, só por mais um tempinho, só mais um pouquinho, vamos
tentar de novo.
Tem algo que fica pendente, quando você está nesse momento, só terrado, por desesperança,
tem algo pendente, se você prestar bastante atenção, e nesse episódio quero que você
preste bastante atenção nisso, é sobre esse algo que eu quero falar hoje, sobre essa
mini partizinha, que às vezes fica escondida nos escombros das coisas mais tenebrosas,
os sentimentos mais assustadores, existe alguinho ali dentro, que faz a gente segurar
mais um pouco, é sobre isso que eu quero falar hoje, esse algo se chama esperança.
E eu você, honesta e transparente com vocês, esse episódio, em específico, é um desafio
para mim, dos grandes, explicou por que?
O podcast é diferente de outras redes sociais, o tempo de consumo das pessoas é diferente.
As redes sociais, pelo menos o meu podcast, não são todos os podcastes, tá?
O comportamento com que as pessoas consumem os episódios é muito ao longo prazo, então
tem pessoas que estão ouvindo episódios de 2024, tem pessoas que o episódio sai na
terça e elas ouvem no domingo, na segunda seguinte, tem pessoas que ouvem na hora, então
eu preciso, e eu tenho esse cuidado com todos os episódios, não sei se vocês já perceberam,
que ele seja a temporal, que de alguma forma o que eu tô falando não fique preso em um tempo,
e sim que ele siga reverberando por muito tempo, e é por isso que a maioria dos episódios
fala de coisas muito, que parecem muito em individuais, mas quando a gente coloca em palavras,
a gente vê que são coisas coletivas, que são coisas que a gente não enfrenta a sozinha,
como tudo na vida, e aí spoiler, quando isso acontece, estamos falando de coisas coletivas,
que não são individuais, coisas que estrapolam a casinha do eu, estamos falando em diretamente
de política, e se não vai ser um episódio sobre política em si, mas tudo é político,
né gente, e dentro dessa episódio eu quero criar uma discussão que estrapolha o tempo
que a gente estava vivendo, mas eu não queria deixar de criar algo relevante para o tempo
que estamos vivendo agora, que estamos, vocês sabem, na semana das relaições do segundo
turno, eu queria fazer um parênteses antes de seguir, dois parênteses, o primeiro parênteses
só para trazer um pouco de leveza, gostar do meu microfone peludo, bem hoje é meu programa
de gravação do podcast programa que eu vou se pra gravar, o podcast deu pau, e aí eu tô
gravando no meu microfone de sempre, só que com outro microfone acoplado para garantir
que o áudio seja captado, porque eu não sei o que pode acontecer, tudo pode acontecer
aqui, porque meu programa deu o pau, e a segunda coisa que eu ia falar é que o meu podcast
tem essa característica dos temas, serem mais atemporais, mas existem outros podcasts
que eu adoro e consumo, que eu gostaria de indicar para você escutar nesse momento.
Então dois, se você tiver mais indicações, aceito aqui nos comentários, o primeiro que
eu queria indicar é o angú de grilo, é um dos meus podcast favoritos, eu já enriquei
várias vezes o outro podcast da Bella Reis, que é o conceito que você pediu, que está
em pausa para grande infelicidade da nação, mas a Bella tem com a mãe dela, que é a Flávia
ou, esse podcast que se chama angú de grilo, é um podcast semanal maravilhoso, esclarecedor
e muito relevante, especificamente, por esse momento também, que a gente está vivendo,
e o outro podcast que eu queria indicar é o calma urgente, se você não quis escutar,
recomendo muito, e acho que são fontes legais para a gente consumir nesse momento.
Parentes esfechados, gostaria de aproveitar este momento que estamos aqui, para declarar
com muita clareza que o meu voto é 13, desde que eu comecei a votar, quando eu tinha
16 anos, o meu voto sempre foi 13, e obviamente isso não é mudar agora, e para além disso,
se você está indúvida em quem você deve votar, eu sugiro que você pesquise os projetos
políticos, estou falando sério, bota no Google, o projeto político lula, e aí você vê,
e aí coloca da oposição também, e aí você vê, e decida por si mesma, qual é a melhor
opção de voto. E eu queria também fazer um apelo que esse episódio, ele foi estruturado,
já tocava vocês, atemporalmente, e individualmente, mas também pensando que a gente teve no
primeiro tour, no 30 milhões, quase 30 milhões, ou mais de 30 milhões de pessoas que não votaram.
É tão bem para essas pessoas que eu estou fazendo esse episódio, então se você conhece pessoas
que não foram votar, manda esse episódio para elas, divulge esse episódio, porque quem sabe,
isso pode mudar a opinião delas, ou simplesmente pode ser um episódio gostoso de ouvir,
porque vão falar sobre esperança, tá? Parentes esfechados. A gente vive, hoje eu não sei se vocês
já perceberam isso, mas, rolando o TikTok muito rapidamente, a gente percebe que um dos
desejos coletivos que a gente tem, a gente, nossa geração que tá à frente das redes sociais,
na maior parte dos conteúdos que chegam para a gente, geração zemeleíneos e um pouco da geração
boomer, existe um desejo muito latente de não criar expectativas, se já perceberam isso,
aparece muito vídeo de experimento, como não criar expectativas, ah, você se misturou,
então é melhor você não criar expectativas, não entre em relacionamentos com expectativas,
não crie, como não criar, e aí vira uma coisa assim de uma doutrina, mas assim, um
mood geral de expectativas igual a ruim, expectativas igual a não, expectativas, mico, é
micoso você ter expectativas, você ter, você criar expectativas sobre alguém, sobre algo,
sobre qualquer coisa que você simplicar, qualquer coisa que você deseja, porque é como se fosse
cafona criar expectativas, porque mostra algo de você que é muito vulnerável, aí isso é
minha interpretação, que é muito vulnerável, que é o seu desejo, que é muito cool, você
não se interessar por nada, você não querer saber de nada, você tá bem no seu canto e não precisar
de nenhum tipo de carencia, sabe, quando eu falo na pessoa, eu odeio falar essa palavra,
você já sabe né, quando eu falo com, eu tenho que falar com, pra não confundir
com outra coisa, mas sempre acaba confundindo, vamos mudar pra descolada, quando você pensa
é uma pessoa descolada na festa, que que você pensa, qual a imagem que vem na sua cabeça,
porque pra mim vem uma pessoa no fomódromo de aqueta de couro, recostada assim naquelas
grades de ferro, com um cigarro na mão, e aí você vai falar com ela, faz uma cara assim,
de desinteresse, fala pouquíssimas palavras, isso pra mim é a imagem de descolada, pelo menos
é a imagem que foi vendida pra gente nos filmes, em oposição, qual é o extremo oposto,
qual é uma pessoa que não é descolada, uma pessoa cringe, digamos assim, é aquela pessoa que
tá sempre falando, que tá sempre implicada em alguma coisa, tá sempre envolvida em alguma
conversa, que é saber, e que é falar, e que não para, beleza, agora vamos pensar em quem é
mais feliz, é possível viver uma vida sem querer nada, é possível viver uma vida sem expectativas,
como que a gente para de criar expectativas, entrando em depressão, como que a gente vive sem esperança,
entrando numa apatia gigantesca, conformismo, e num dânice que não te leva a nenhum movimento,
te deixa estagnado, porque é senada do que você faz importa, então nada importa, então
para que eu vou me envolver em alguma coisa, porque eu vou dedicar minha energia, ou implicar
minha curiosidade, ou sair da minha casa, ou falar com tal pessoa, senada importa, você
sentiu assim, e o que é esperança, para mim, esperança é acreditar, ver se você concorda
com essa definição, tá, que eu inventei aqui, esperança é acreditar que o que você deseja
é possível, quando você acha que não é possível, eu não tenho porque você fazer nenhum
movimento em direção a isso, então o oposto é desesperança, apatia, e aí vai, a gente vai
aumentar, né, depressão, frustração, todas essas outras coisas, se você não acredita
que o seu desejo pode acontecer, que ele pode ser possível, o que você acredita que
seja melhor para você, ou para o mundo, ou para a sociedade, se você não acredita
Isso é possível? Ou seja, se. Você tem um desejo e não acredita que ele pode se realizar, o desejo morre.
Não tem como um desejo sobreviver, se você não acredita nele.
E é por isso que eu sempre trago aqui a coisa do Vision Board, que todo o fim de ano,
sempre falo que eu faço um novo Vision Board.
E eu sempre, quando eu falo de Vision Board, porque não sabe que a Vision Board é uma colagem que eu faço,
mas se pode fazer de qualquer jeito, eu faço uma colagem com coisas que eu quero realizar naquele ano.
E eu nunca coloco no meu Vision Board coisas muito distantes do tipo. Você sabe que meu sonho máster, assim, máster.
Meu sonho máster é ter um rancho.
E eu sei que eu não vou ter um rancho neste ano, de 2016, no ano de 2017, muito provavelmente também não.
Então eu nem coloco isso no meu Vision Board, porque é muito distante, ele está na minha mente como um objetivo.
Mas não é hora de realizar ele ainda, e eu tenho esse desejo.
Mas não é um desejo. Não é ele que vai fazer o me movimentar no dia a dia, levantar pra trabalhar,
levantar pra tocar minha vida, sair de casa, me arrumar.
Não é ter um rancho, é realizar outros sonhos que eu vejo que são mais possíveis.
E o rancho fica ali num background, porque se eu abrir esse mão de todos os meus sonhos,
eu deixasse só o rancho, eu ia passar anos me frustrando, sabe, porque eu tenho consciência de que ele não é possível ainda, pra mim.
Então eu ia passar anos frustradas, tipo, meu Deus, mas eu trabalho tanto, eu trabalho tanto, eu faço tanta coisa.
E o rancho não vem, o rancho não chega, não chega, mas tem tantas outras coisas que podem chegar.
Então talvez seja melhor focar nessas outras coisas e dedicar esse espaço do movimento quando o outro sonho tiver esse lugar.
Todo ano a gente escreve um milhão de hábitos e metas pra viver a tal da vida saudável.
E todo ano elas ficam de lado, por aí também assim.
É só no exercício físico, é comer bem.
Difícil é segurar todos esses pratinhos ao mesmo tempo, né, minha filha.
Por isso, que nos períodos mais corridos eu tenho que facilitar a minha vida do jeito que dá.
Uma das melhores coisas é manter minha geladeira abastecida de livope.
Eles têm várias opções de refições prontas e saudáveis pra garantir que mesmo no meio do caos, a gente vai se alimentar e vai se alimentar bem.
As receitas da livope são todas feitas com ingredientes naturais, sem conservantes e ultracongeladas pra preservar o sabor e a textura da comida.
Por aqui a gente se alimenta saudável e com comida gostosa, tá? Eu hein.
Eu tente variar, mas não tem jeito. Sempre acabo voltando pro estrogonove de frango, sério. Só experimenta aí depois você me conta.
A melhor parte é que você escolha suas favorites pelo site ou aplicativo da livope, a agenda entrega e pronto.
Tem comida de verdade, pronta em minutos. E pra as divas CLT, eles também aceitam VRVAT, tá?
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Obrigada, a livope, por patrocinar esse trecho do episódio. Voltando.
Se você não acredita que o seu desejo pode se realizar, ele morre.
E sem desejo, não tem movimento, pra que você vai levantar da cama, se você não deseja nada.
Se você não quer nada, se você sabe, não quer nem o que você tem, você não deseja navas coisas.
E também não tem consciência das coisas que você já tem, que você gosta.
Pra quê? Pra quê que você vai viver? Pra quê que você vai continuar? Pra quê que você vai acordar?
Então essa é a importância de ter um desejo e acreditar que ele pode se realizar e cultivar a habilidade de ter esperança.
Porque qual que é o lado oposto? Se você não tem um desejo, eu sei que você tem um desejo.
Eu sei que você tem. Ele tá aí, junto com a sua esperança.
Se você não tem um desejo, ou não percebe que tem um desejo, e não tem uma esperança, ela não gera movimento.
O que acontece quando você abre mão de tudo isso, quando você fala, "Ai, desisto! Ai, deixa pra lá então."
Foda-se, danice. Nada do que eu faço importa, então danice.
O que temos do lado oposto da esperança? Desesperança, óbvio.
Desânimo. Desistência, apatia. E aí, meu povo? Essa é a arma do inimigo, seja ele qual for o seu inimigo.
Desesperança, apatia, acreditar que nada pode ser feito e nada importa. Tudo isso é instrumento.
Pro inimigo, fazer, com que o seu desejo nem passe pela sua cabeça que ele pode se realizar.
Então, se você é a força que vai fazer, o que tem aquela frase da minha cidadria, que é,
você é o único representante do seu sol na faça da Terra.
Se isso não se fizer, correr, meu chapa. Eu não sei o que vai.
Se você não se apropriado o seu desejo, aliar ele a esperança, gerar movimento, não tem nem batalha, minha amiga.
Há ganho, ninguém vai fazer, acontecer por você. E o que acontece, que esse caminho do desânimo, da desesperança da apatia,
te faz acreditar que o problema para fazer acontecer o que você quer, o caminho é muito maior do que você, é impossível.
E dado que é impossível, não tem nada que você possa fazer, e aí você não faz nada, porque nada importa.
E aí o que acontece quando você acha que é impossível e não tem nada que você pode fazer, e aí você não faz nada?
Você se esenta da responsabilidade de agir em direção ao que você quer, ao seu sonho, ao que você deseja,
o que você acredita que seja bom para você, para a nação, digamos assim, para o que for.
Dito isso, mais de 30 milhões de pessoas não foram votar no primeiro turno de 2016.
Certamente, cada uma dessas 33 milhões de pessoas pensou em algum momento. Ah, é só um voto, não vai fazer a diferença.
Eu não tenho responsabilidade, porque o país é muito maior do que eu, o mundo é muito maior do que eu, eu não tenho nenhum poder de ação no mundo.
Só eu estou pensando assim, eu posso me safar dessa responsabilidade, eu não tenho nada a ver com isso.
Eu posso ficar, e aí X e X11, e certamente pensando que o seu voto não faria diferença.
Minha mega faz diferença. Podemos ver, por a mais bem, que faz diferença. Você importa.
Você é a única representante do seu sonho na face da Terra.
Você é a única pessoa que pode apertar as teclas da urna, inclusive falando desse tópico de apertar as teclas da urna.
Que delícia. Eu fiz até um vídeo na Instagram falando isso. Que delícia, que é votar a gente, assim, não só exercer a cidadania, mas que delícia apertar as teclas.
Todo ano de eleição, eu penso a mesma coisa, mano.
Como eles conseguiram tomar a Deus, tomar a que nunca mudam para touchscreen as urnas eletrônicas?
porque as teclas mecânicas, a largura das teclas, o barulho de apertar as teclas,
na hora que você confirma que faz um primeiro que faz um plínio, não tem nem,
e aí no final faz "perelilililililililililililililililililililililililililililililililil
e no final faz, gente, que delícia, que experiência analógica satisfatória. Então fica o
incentivo também, se você não foi votar, vota pela delícia que é apertar as teclas,
é deliciosos, e aqui a gente acabou de criar um movimento aqui, que é gostosa também votam,
e posso sucontar com a certeza, posso ficar tranquila aqui da minha casa, de que você vai votar,
você vai atrasura, você vai votar, vai fazer o seu diversível, vai ser cidadã, vai apertar as
teclas deliciosas da democracia, para que a gente continue tendo uma democracia e celebrando
a festa da democracia, podemos? Posso contar com isso? Mas voltando, queria ler um trecho desse
livro aqui que eu estou obcecável, que se chama, o desaparecimento dos rituais do B.U. Shunran,
que ele fala justamente sobre essa coisa, dessa oposição, eu, versus o tamanho do mundo,
e como essas coisas são distorcidas especificamente, ela usa isso dos rituais aqui, que é a defesa dele,
mas também pelas redes sociais, pelo smartphone e todas essas coisas que a gente faz na internet.
Figuente, na origem da depressão, ao contrário, está uma relação consigo mesma, exageradamente
tensa, nela se é incapaz de sair de si mesmo, de se ultrapassar em direção ao mundo, e acaba
se encapsulando em si mesmo, o mundo desaparece, com uma angústia ante sensação de vazio,
circula-se apenas por si mesmo, rituais ao contrário aliviam o fardo de si mesmo, eles despsicologizam
e desinteriorizam o eu. E aí o que ele defende no livro, basicamente, não no livro todo,
mas nessa parte específica que eu li do livro, é que esse cluster de coisas, mas esse é
aglomerado de coisas, que é a depressão de desesperança, a patia, você sabe que eu tenho
o favor de a patia, que eu já passei por dois períodos específicos, um de 2022 e um de 2024,
de extrema a patia, e ambos tinham a ver com eu olhar para frente, eu olhapas nas problemas,
mas problemas, e achar que eles eram muito maiores do que eu era capaz de lidar, então era
melhor não fazer nada mesmo, porque se qualquer coisa que vocês exesse não importa nada, e senti
que eu não tinha forças para fazer o que precisava ser feito naquele momento, e eu tenho
o favor, eu prefiro ficar triste do que ficar atática, e o que ele fala no livro é que
que esse aglomerado de sensações vem de uma ideia que a gente tem, de que o eu,
está isolado do mundo, de que o que eu faço não tem impacto do mundo,
e o que o mundo está fazendo não tem impacto em mim, essa isolamento,
que é um dos sintomas mais cafonas que a gente vive, por conta das redes sociais,
que é como se a gente fosse capaz de viver sozinho, ninguém é capaz de viver sozinho,
a gente vive em sociedade, tudo que a gente faz afeta o outro,
e eu estava até falando com o Victor outro dia, sobre aquela série,
não sei se vocês assistiram os outros da Global Play,
que série boa, gente, assistam, se vocês não assistiram, achei uma das nossas séries favoritas,
e aí a gente ficou pensando assim, cara, onde é que a pessoa vai achar pais?
né, porque tem aquele agitado, o inferno são os outros,
se o inferno são os outros, onde é que a pessoa vai achar pais, porque?
na série vou dar um spoiler, mas não é um spoiler de trama, tá?
é um spoiler de estrutura de narrativa, digamos assim,
a série começa em um prédio, e aí depois, é sobre perigas de vizinhos,
que é uma pauta latente aqui na minha vida,
começa em um prédio, e aí tem muitas brigas que vão se agravando entre vizinhos,
e aí eles pensam assim, ah, um prédio é muita proximidade,
vou mudar para uma casa, porque aí, pelo menos cada vizinho tem sua casa,
dentro de um condomínio, aí tem briga de condomínio, no segundo temporário,
e na terceira temporada ele fala, bom, eu vou mais longe, eu vou para um rancho,
vou para uma fazenda, e aí começa a briga entre fazendas,
então assim, não tem para onde escapar, se você não sai do grid,
você precisa conviver com outras pessoas,
você precisa da convivência dos outros, isso é uma condição da nossa humanidade
na civilização, tipo assim, não existe, não conviver com outras pessoas,
e a internet faz com que a gente acha que acha que dá para viver,
e aí a gente vê um monte de coisa acontecendo, né, indícios de suicídio,
indo pro teto, porque o isolamento causa por várias motivas,
mais um dos motivos é o isolamento, e esse contato com o outro só através de uma tela,
e aí você não mede os impactos do que você faz,
porque você não está vendo outro, você está vendo a tela,
e aí a tela não tem nada a ver com que você está passando aqui daqui da sua casa,
então você não mede muitos impactos,
mas eu garanto que tem impactos, assim como que o outro faz também tem impactos, e você.
Desde se a gente vai falando de relações, etc,
e de o jeito que o outro fala com você através da internet,
ou as decisões, por exemplo, numa reunião de condomínio,
se você não vai na reunião de condomínio,
podem ser decididas coisas que você não concorda,
e vai mexer no jeito que você abita a sua própria casa.
Então, existe esse impacto muto, que a gente não tem por onde escapar.
Que somos todas obcecadas pelos nossos pets, a gente já sabe.
Mas vamos combinar que esse pacotinho de amor também envolve muita responsabilidade,
e uns belos gastos surpresas, se você não se organizar.
Por aqui, o Billy e o Cocada estão sempre aprontando uma nova,
só para testar minha estabilidade emocional, Juro.
Esses dias precisei correr pro veterinário,
porque o Cocada engoliu um risso alho de queijo inteiro.
Vocês ouviram isso no podcast?
E lembrei, na paz, no coração que é ter o plano de saúde petlobe para essas queanças.
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Voltando.
E quando a gente está nas redes sociais, e isso é uma coisa que o Bio Xun Han fala bastante
o menino do brilho dele, as redes sociais fazem um eco de si mesmo, né?
Ela são o algoritmo, é feito, pra que você receba mais de você.
Então, você recebe o que você concorda, você recebe o posicionamento que é a semelhente
ao seu, basicamente isso, e quando algo sai dessa equação, é de um jeito que você
recebe conteúdo através da reação dele.
Finge alguém, fala, você gosta muito de massa, e aí a gente está numa sociedade que
só pode gostar ou de massa, ou de mamão.
Não pode gostar de outra coisa, só massa e mamão.
Aí você recebe um monte de conteúdo sobre torta de massa, você vai de massa.
Suco de massa, doces de massa, tudo o que você pode imaginar, saladas com massa, tudo
de massa.
E aí alguém faz um conteúdo sobre mamão.
Aí, em vez de você receber o conteúdo sobre mamão, você recebe o conteúdo de alguém
que gosta de massa, reagindo sobre o conteúdo de alguém que gosta de mamão.
Então, já vem com esse VS, e o que te leva a acreditar que todo mundo gosta de massa
e que gosta de mamão é a exceção.
Não é verdade, se não é verdade, porque o povo que gosta de mamão tá pensando a
mesma coisa sobre quem gosta de massa, entendeu?
Se não é verdade, então, e agora voltando para a esperança, às vezes a gente fica
pensando, né, como eu posso ter esperança se eu tô diferente para uma batalha na minha
vida ou em sua cidade, tô diferente para uma batalha que tem chances de eu perder e tem
chances de eu ganhar.
Se você tem esperança, você acredita que tem chances de você ganhar.
Siente, agora muito mais do que esse ente, de que existem chances de perder.
Como que a gente mantém a esperança nesse cenário?
O que eu tenho para dizer isso é uma coisa pessoal, assim, não é uma verdade, nada do que
eu digo a verdade, que vocês sabem que não sou autoridade em nada, é que não existe
jogo ganho, não existe como você entrar num jogo com a certeza de que você vai ganhar.
E que as batalhas vão existir, as batalhas que você pode ganhar e as batalhas que você
pode perder, as duas coisas podem acontecer.
As batalhas vão acontecer ao longo da sua vida, assim como derrotos, vão acontecer.
Não existe uma vida em que você enfrente todas as batalhas e você ganhe todas.
É preciso ter consciência e clareza disso.
O que importa agora?
Não é tanto pensar que é preciso vencer a essa batalha ou não há alternativa.
O que importa agora é ter plena clareza na sua vida, de que a batalha que você está
enfrentando precisa de você, a batalha que você está enfrentando é sua responsabilidade
na sua vida.
E é preciso agir com a esperança de que o resultado seja o melhor e saber que existem
outras pessoas que têm o mesmo sonho e a mesma esperança que você caso acontece
melhor, se a batalha for perdida, isso não desaparece, esse desejo de sonho não desaparece.
É só preciso se articular de outras formas, independente do cenário.
Então nesse momento da sua vida em que você está enfrentando alguma batalha ou a batalha
contemporânea que estamos vivendo agora, é de extrema importância trabalhar na sua
habilidade, porque é uma habilidade de se abrir pro mundo, de novo, apesar das derrotas,
apesar dos inúmeros cenários possíveis, é decidir ter a coragem de acreditar que
existe uma luz no fim do túnel, mesmo que você esteja no meio dos escombros, sem nenhuma
pista de luz, nenhuma, se você mesmo se esteja assim no fundo do posto do caralhamento
mental, pense no meu deus do céu, como é que eu vou sair daqui, eu não vejo luz do fim
do túnel, é preciso acreditar sem ver, é preciso ter dentro de você, procurar dentro
de você, fé, digamos assim, na falta de outra palavra, a crença de que a luz no fim do túnel
existe, apesar de que você racionalmente não consiga ver ela, e isso é um ato de coragem,
é um ato de coragem, porque é muito mais fácil desistir, muito mais, infinitamente mais
fácil desistir e falar, não tem nada a ver comigo, isso chega nem aí, que se dane, e
te digo uma coisa como base na minha própria experiência, tá, é nesse momento nos escombros,
nos escombros dos caralhamentos mentais e das esperanças, é nesse momento que a esperança
é mais importante, e é onde ela fica mais poderosa, o momento que ela é mais poderosa,
e eu digo que eu falo com base na minha própria vida, porque eu citei pra gente no episódio,
momentos da minha vida que foram muito difíceis, que foram 2022, 2024, em 2022 especificamente
eu tomei um bact da vida, foi pra quem acredita nisso, foi meu retorno de Saturno, foi ó,
eu vou te falar, não desejo isso pra ninguém, pra algumas pessoas eu desejo, mas, assim,
pra ninguém que eu conheço, e eu lembra assim que quando isso aconteceu eu perdi um chão,
[MÚSICA DE FUNDO]
grande, quando eu comecei aqui, que eu não sabia o que fazer, eu ia pra análise e falava
pra minha terapê, eu não tenho força, estou no meio de uma merda federal, eu não sei,
tipo assim, eu não sei nem por. não é nem que eu, tipo, tenho um caminho e eu sei que
eu preciso traçá-lo, eu não sei nem por onde começar a procurar o começo dos caminhos,
e eu não tenho nem força pra levantar da cama, pra começar a procurar esse diabo desse caminho.
E enfim, fiz muita zerapia, tive muito suporte das pessoas que eu amo naquele momento,
e no auge, assim, no fundo, no fundo do poço, eu escrevi um tweet, ele está lá, pra quem quiser,
pra quem quiser ler. Mas eu escrevi um tweet em 2022, que recentemente uma seguidora me mandou,
eu quase chorei, que eu falava assim, escrevendo pra lembrar minha eu do futuro, que eu estou enfrentando a pior
fase da minha vida. Pra quando eu tiver lá na frente, feliz e tranquila, ela lembrar como eu fui
forte de enfrentar tudo isso. Lela do futuro, eu te amo, estou passando por tudo isso, por você,
que bom que eu tenho isso registrado, mas essa estrutura de pensamento, de eu passei anos da minha vida,
seguindo, não, porque eu era naquele momento, porque aquele momento eu estava na merda e não tinha
perspectiva de eu sair daquela merda, sim, não sabia quanto, spoiler só esse ano, eu saí da merda,
2022 pra 2006, dessa merda específica, desse tefundo do poço, quatro anos, tá, foi a semana passada,
literalmente semana passada, tá, tipo assim, aconteceu semana passada. Naquele momento, eu sabia que eu
não estava levantando da cama e fazendo, e seguindo a minha vida e continuando, porque eu era naquele
momento, naquele momento eu estava construindo, com a força e a ferramenta que eu tinha disponível, naquele
momento, alguma condição para a Lela do futuro, poder olhar para trás e falar "oh, obrigada, vem,
obrigada". E hoje eu olho para trás, honestamente, olhando para trás, 4 anos atrás, eu tinha 27, 28 anos,
digamos assim, eu olho para essa Lela, com o que ela sabia e a ferramenta que ela tinha, e eu
fico pensando assim cara, da onde essa mulher, da onde essa Queen tirou forças de continuar,
como que eu continuei levantando e seguir minha vida, como que eu continuei tendo sonhos e ainda
atrás deles, como que eu continuei acreditando que a vida poderia ser melhor mesmo depois de tudo
ali que eu passei. Eu não sei onde eu tirei forças para ser quem eu precisei ser, naquele momento.
E durante todos esses 4 anos eu segui, claro que as coisas foram, eu fui conseguindo criar uma certa
estabilidade mental em relação a esse assunto, porque enfim, foram 4 anos treinando, né? Mas todos
esses 4 anos eu continuei, não com a ideia de que eu estava continuando, porque eu sabia que o resultado
dessa batalha ia ser positivo para mim, e que é da certo que eu ia sair daquele fundo do poço.
Eu não tinha como saber isso, honestamente, tipo assim eu não tinha como saber se é da certo
errado, mas eu garanto, e aí eu falo por experiência própria, eu garanto que o que você fizer,
o que você escolhe fazer, acreditar, o jeito que você escolhe se movimentar nesse período vai
ficar como você, pro resto da sua vida. Você vai olhar para trás nesse período, dessa batalha
que você está enfrentando agora. Se você não tem força para fazer por si mesmo agora, faça
pela sua eu, do futuro, faça pelas pessoas que vem depois, faça pelo terreno que você está
ajeitando para daqui a muitos anos, você pode usar o fruit e desfrutar dele, porque é o garanto que
você vai olhar para trás, e o jeito que você lidou com a situação vai ficar como você, vai ficar.
E aí eu quero que você aja de acordo com essa clareza e essa consciência. Então, últimos conceitos,
é preciso, quando você está nessa situação que estamos coletivamente, o que você pode estar
individualmente em alguma batalha, que parece muito maior do que você, é preciso ser estratégico,
não pender para o desespero e nem para desesperança, são duas coisas diferentes. Desespero é a
fobação e fazer qualquer coisa assim, pensar, desesperança é desistir e não fazer nada, não ir para
nenhum desses lados, ser estratégico, faça a gestão da sua energia, nem tudo vale a sua energia,
você precisa pensar na suas prioridades, e no que precisa da sua energia nesse momento,
a minha energia, por exemplo, eu estou analisando aqui para esse episódio, e eu acredito que ele pode
fazer a diferença, na minha insignificância, mas sabendo também da responsabilidade do que eu
consigo, de quem eu consigo alcançar com esse episódio, é preciso ser estratégico, não
cair no desespero e nem na desesperança, é preciso fazer gestão de energia, cuidar de si,
está se alimenta bem, tenta manter algum tipo de rotina, tenta ter para onde voltar, ligar e desligar,
muito desafiador, mas é preciso, a gente é ser humano, não dá para esquecer disso, e é preciso
torcer pelo melhor, acreditar no melhor, se movimentar, acreditar no melhor,
sabendo que se o cenário pior acontecer, estamos juntas, temos coisas juntas, temos
umas as outras, no pior dos cenários, e a gente vai dar um jeito, é preciso dar um jeito,
minha amiga, e a gente vai dar. Vamos falar sobre roupas confortáveis para mulheres, vamos falar
sobre algo, nada político, moda, moda feita no Brasil, com condições justas de trabalho,
moda e arte, mulheres artísticas brasileiras, vamos falar sobre uma coisa absolutamente
nada política, gente, a notícia, diretamente do mundinho, lela brandão com essa empresa
cofundada por mim, uma mulher feminista, eu acinto a saúde, e com a equipe, basicamente
100% brasileira, tem um vitor que confundou comigo, mais de resta, todo mundo Mulher
que trabalha por aqui, meu povo, mas então a notícia de hoje veio na hora certa, porque
eu sei que você está precisando de uma boa notícia, e tem gente de volta, quem está de volta,
se você me segue nas redes sociais, ou segue a marca, você já sabe, a nossa histórica,
apoteótica, babilônica, colabe, colaboração, com tarcila, sim, a do Amaral, tarcila do Amaral,
acho que não tem momento melhor para fazer roupas, feitas por mulheres, para mulheres ficarem
confortáveis de seu corpo, e de quebra valorizar uma artista mulher, voltar a falar do legado
de tarcila do Amaral, uma mulher brasileiríssima do que agora, a tarcila é uma das poucas
artistas brasileiras, mulheres que a gente estuda no colegio, porque que acontece, a história
apaga as mulheres, acontece um fenômeno místico, digamos assim que as mulheres são apagadas
da história, as mulheres que conseguem criar uma carreira como artista, na históricamente,
formam apagadas, e ainda assim a nossa diva modernista latino-americana resistiu a tudo isso,
e resistiu ao tempo, e continua tendo uma obra extremamente importante para a nossa cultura
brasileira, e para mim é uma honra inenarável, ter uma colaboração oficial com a tarcila do Amaral,
e sobretudo revisitar essa colaboração que foi uma potéosa aqui na nossa mundinho, a gente
lançou a nossa primeira edição dessa colab lá em 2024, que a gente fez bikines, eles
esgotaram muito rápido, foi assim a gente não esperava que ia ter uma aceitação tão maravilhosa,
e a gente sempre fica namorando a ideia de trazer de volta a nossa colabora com a tarcila,
e a gente trouxe ela dessa vez muito dessa vez revisitada, e as peças, gente, tem um monte de camiseta nova,
tem camiseta da Bapuru, tem camiseta da Lua, tem camisetas honrando legados de tarcila de várias formas,
e o que eu acho mais legal da coleção, que é o Jins, não sei se vocês conhecem o nosso Jins confortável,
que pra mim é um grande marco da marca, também é um marco da marca, que a gente criou um Jins que se
ajusta o seu corpo, e depois de uma vida tentando caber num Jins, 36, 38, criar um Jins que se ajusta o seu
corpo independentemente, do que acontece, se você enxar, desenchar, ganhar os quilinhos, perder,
ele continua servindo, pra mim isso é uma das coisas mais, tipo assim que você consegue sentir a
revolução na pele da marca, inclusive enquanto eu estou com o Jins da marca, então a gente trouxe dois
Jins inspirados na tarcila, com interferências da obra da tarcila, os Jins ajustáveis e a gente tem um com
uma lavagem mais escura, com a obra da Lua, que é uma das minhas favoritas e o outro com uma lavagem mais clara,
com a obra do Bapuru, com a estampa no bolso traseiro, gente ficou lindíssimo até os detalhes,
tipo assim tem até estampa da tarcila no bolso por dentro, pra quando você tirar a calça, você lembra da
tarcila, você ficou estranho essa frase, vai ser entenderam, então temos novas estampas, temos Jins
ajustável de tarcila da moral, coleção limitada, e eu queria te convidar pra passar lá no site,
apoiar uma mulher empreendedora, seguir amplificando legados de tarcila da moral e valorizar a cultura
do nosso país, seguimos brasileiríssimas por aqui, e a nossa colabe com a tarcila foi lançada
Tem já está disponível em www.lelabrandon.co
E eu espero que vocês gostem e vocês têm desconto, sim.
Vocês têm desconto com um cupom tarcilela, tá bom?
É só incluir no check out o cupom tarcilela da desconto, na coleção com a tarcila da
Marala no site.
Tá bom?
Agora sim.
Vamos para o Choro da Semana.
Gente, o Choro da Semana é só para descontrair, não pode ser.
É o trecho da episódio que eu conto algumas graças que eu passei, como gostosa e chorono.
Só para a gente estar arrisada mesmo, que é o seguinte, gente.
Tem uma gaveta aqui na minha casa, que é uma gaveta tão assim que fica na minha dispensa,
que é a gaveta dos cachorros, que a gente guarda todos os remédios, todos os champus,
todas as coisas.
E aí, vir e mexe.
Eu e o Victor, a gente se descontrola individualmente ou eu ou ele.
E a gente vai no pet shop e compra um monte de brinquedo de uma vez.
E aí a gente, eu tenho dois cachorros gigantes, não é?
Não é gigante, não é assim?
Eu tenho um godo em um viralata.
Grande.
E aí, o que acontece é que eles destróem todos os brinquedos assim, questão de minutos.
Então, o que a gente faz?
E eles adoram de esturir brinquedos, então a gente compra brinquedos para eles destruirem
mesmo.
E aí, o que eu faço?
Eu compro um monte de brinquedo e coloco nesse gavetão.
E aí, quando eles estão entediados ou quando eles estão muito agitados ou quando choves,
a gente não consegue levar eles para ciar, eu tiro um brinquedo novo e dou um para cada
um para eles se distrair, engastarem um pouquinho de energia e tal.
Só que, eu já falei isso em um episódio, é "Noia Minha", que eu gravei com a Camila
e com o Dr. Pet, não sei se vocês viram essa raridade ou da internet, mas existiu esse
episódio maravilhoso.
E eu falei, nesse episódio, que eu tenho o bilho cocada, ambos dois, igualmente.
Mas acontece, sim, um fato inegável de que o cocada tem muitos neurônios e o bilho
nem tanto.
E eu vejo que o cocada compreende coisas inacreditáveis, sim, no nível de que as vezes
você fala uma palavra que ele não conhece e ele fica ansioso, que ele não sabe o que
significa aquela palavra.
Ele é absurdo, é muito inteligente mesmo e isso causa muita ansiedade nele.
Mas não é sobre isso que eu queria falar.
O que eu queria falar é que ele associou essa gaveta, abrinquedos novos, muito rapidamente.
E na cabecinha de que eu jorro dele, ele acha que é uma gaveta mágica, que é qualquer
momento eu abro a gaveta e tira o brinquedos novos de lá.
E agora eu arranjei o novo problema, porque pelo menos umas três vezes por dia, eu perco
o cocada, onde está o cocado, comeceu a ouvir um choro, e quando eu vejo, o cocada está
deitado em frente a gaveta mágica, que a gente apelidou de gaveta mágica, deitado olhando
fixamente para a gaveta mágica, esperando alguém passar por ali e ouvir a suplica dele de
abrir a gaveta mágica e entregar um brinquedo novo.
O que acontece é que eu não tenho brinquedo novo o tempo todo, e aí eu comecei a fazer
o exercício de pegar a brinquedo, assim, ele tem uma, não, uma, tipo a sexta, uma caixa
de brinquedos, vários brinquedos, né, que eles ainda não conseguiram destruir.
E tem brinquedos mais antigos que eles não ligam tanto e tal.
Aí eu comecei a quando eles estão distraídos, pegar a brinquedos antigos e jogar na gaveta
mágica, porque aí ele acha que é brinquedo novo, e aí por um tempo isso distraiu ele,
até que não estraiu mais.
Agora eu pego o brinquedo antigo e dou para ele, ele olha e ignora e continua chorando
para a gaveta mágica, esperando brinquedos novos.
Então, eu não sei o que eu faço, se eu tenho muita dose de deixar ele la chorando, então
eu sempre arranjo alguma coisa, se eu la faço algum brinquedo de rolos de papas de ele,
alguma coisa assim, eu dou para ele, ou então eu vou ter que achar alguém que dá brinquedos
novos infinitamente, sem macinaturas de brinquedos novos, para não frustrar o cocada na sua
gaveta mágica.
O dilema da mãe de pete de hoje, gostário.
Eu vou mandar, vou tentar gravar e mandar lá no nosso grupo do WhatsApp, o cocada, uma
que chamou isso, que uma pessoa fica devoto, cocada devoto do gaveta mágica, acho que a religião
dele é aquela gaveta.
Vamos ser a obsessão atual?
Gente, o Victor me observou em uma coisa que eu nunca imaginei que eu ia me obcecar,
que é na série "American Horror Story".
Vocês já assistiram essa série, gente.
Eu nunca gostei de filmes de terror, eu já falei isso mil vezes, e eu sempre que eu
falo assim.
Já falei isso mil vezes, é porque eu tenho medo de você aí, do outro lado, está me achando
no repetitivo.
Mas vamos convém-mos, gente, 180 episódios de podcast falando por uma hora, sozinha,
meio impossível, humanamente impossível, não repetiu uma coisa, mas é isso, eu não
gosto muito de, eu não gostava muito de filme de terror, comecei a pegar um gosto
por filme de terror, especificamente quando eu assisti, assim, eu achava que eu meio
que tolerava filme de terror, mas aí quando eu assisti a obsessão, eu até indiquei
aqui para você, eu filme a obsessão, que ela quebra um negócio, que ele quebra o negócio
dos pedidos e tal, eu fiquei especialmente obcecada, ironicamente.
Obcecada por filmes de terror, e por algum motivo, assim, tem esse filme a obsessão
fiquei muito medo, não consegui dormir direito, nessa mente, até hoje, assim, se eu estou
em um lugar, estou dormindo em um lugar que eu não conheço, eu, minha cabeça vai para
um lugar do tipo assim, a Nick está a Nick, que é a personagem, fica procurando a Nick
nos cantos, assim, que ela é bem assustadora.
Mas então, aí quando o Victor viu que eu estava tolerando filmes de terror, ele falou
que a gente precisa assistir a minha série favorita, que é American Horror Story, ele sempre
fala desse jab da série, a gente fez 10 anos juntos recentemente, e nesses 10 anos,
ele fala repetidamente dessa série, eu nunca tive, eu assisti uma temporada que foi
se chamar Azilun, que é a segunda temporada, e há muito tempo atrás, morri de medo.
E aí o Victor falou, "mano, agora que está com uma. uma tolerância maior, vamos assistir
American Horror Story, aí a gente começou a assistir essa última temporada que ele falou
que nem é tão boa, que ironicamente se chama 13, a gente começou a assistir logo antes
do primeiro turno, e é a história de um cara que tem medo do número 13, o número 13
aparece em todo lugar em oposição, a namorada dele é viciada no número 13, e aí eu fiquei
tipo, "meu Deus, o momento para essa série de lançar uma temporada que o nome da temporada
é 13, mas enfim, ele falou que não era tão boa essa temporada e a gente começou a assistir
retro ativamente, desde o primeiro temporada, e eu estou amando, é uma coisa louca, a gente
quer assim, manter os atores e mudos personagens, enfim, estou achando a interessante, uma produção
é ótima, fiquei sabendo que tem uma temporada que aqui em Kardashian participa, me falaram
que não é muito boa, mas eu estou ansiosa para chegar nessa temporada, e essa é a minha
precisão atual, se vocês já assistiram, temos aqui fãs de American Horror Story, se sim,
comenta aí, qual que é a melhor temporada, porque eu estou, a gente começou a ver, eu estou
a primeira, agora eu vi a última, a saindo agora, o episódio, né, agora eu voltei para
a primeira, tá bom? Então, tá bom, meus amigas, nos falamos na semana que vem, dependente
do que a conteça, tem episódio novo na terça-feira, terça-feira que vem, eu vou trazer
uma episódio mais leve, sobre, será que posso dar a esposa, é meio nostálgeco sobre infância,
eu decidi trazer um episódio mais emocional e leve na semana que vem, eu não sei qual vai
ser o resultado, né, das eleições, mas eu, dentro de mim, senti que seria melhor
para a nossa comunidade, logo após as eleições, né, logo após o dia dos eleições, a gente
ter uma certeza de alívio que vai ter um episódio, de gostoso também choram, para fora
desse tema, para a gente conseguir respirar, porque estamos no jogo do longo prazo, correto
de, estamos juntas no jogo do longo prazo, e é preciso ter momentos de descanso e depois
momentos de implicações, e depois momentos de debates, e depois momentos de descanso,
e continuamos assim, vocês podem contar comigo aqui, toda terça-feira, tá, e sem falar
que na semana que vem, também, dependente do que aconteça, eu vou finalmente poder falar
de um projeto, que é, basicamente, o maior projeto da minha carreira, até agora, é uma
coisa que me parecia impossível e inacreditável, e a gente vai conseguir realizar, não sei nem como
isso aconteceu, mas aconteceu, e finalmente vou poder falar sobre isso na semana que vem com vocês.
Então, força à coragem, esperança, amo vocês, nos vemos na semana que vem, se você não
segue nas redes sociais, é @lela.brendão, eu perdi de muitos seguidores nas últimas
semanas, então, se você quiser repouro dos meus seguidores lá, estou aceitando a minha
comunidade maravilhosa no meu Instagram, @lela.brendão, minha marca de roupas confortáveis,
para mulheres, é @lelabrendão.co, www.lelabrendão.co, você tem desconto com com com gostosa
de chorona, e compra o meu livro Vertige, tá aqui, é esse divo, o link que sempre fica
aqui na descrição, mas você também pode comprar na liberaria mais próxima a você ou a
sua favorita. Tá bom? Então, tá bom, então, nos vemos na semana que vem, pode ser? Tá bom,
então, um beijo, um, uma, e chão.
Se você ficou até o final da episódio e faz parte do seleto, clube das mais mais, das maiorais, das minhas
divas, icônicas, quins, maravilhosos que estão com mim, pra o que darem vier? Eu estou com vocês,
pra o que darem vier também, vocês fazem parte da minha esperança, se eu acredito que as coisas
que eu sonho podem se realizar, isso significa esperança, vocês fazem parte da minha esperança,
Porque vocês fazem muita coisa.
acontecer para mim. Então, neste tom e neste tema, eu gostaria que você comentasse o
emoji de trevo de quatro folhos, como o símbolo da esperança. Pode ser? E que a sorte
nos encontra em movimento, gente, lembrem disso, tá? Que a sorte nos encontra em movimento.
Então tá bom, minha gente, um beijo, fiquem bem, até semana que vem e tchau.
Coca-Cola, para o maior, para o maior, o maior, o maior, e o maior.
Pesca-mas, risca-mas, para o optimismo, pesca-mas, para longa distância, para versas e extroversas,
para thinkers e os dures. Para old friends e novo. Coca-Cola, para todos. Pega um Coca-Cola em um
store near you.
Podcast Summary
Key Points:
O episódio explora a importância da esperança como força motriz diante do desespero, da frustração e da sensação de impotência.
A esperança é definida como a crença de que um desejo é possível, mesmo quando parecem impossíveis, e sua ausência leva à apatia, desistência e depressão.
A autora destaca que cada pessoa tem um desejo interior, e que ele só sobrevive se for acreditado, reforçando que o movimento começa com acreditar que algo pode mudar.
O podcast é construído para ser atemporal, refletindo temas coletivos e políticos, mostrando que tudo na vida é político e que ações individuais têm impacto coletivo.
A mensagem é direcionada especialmente para quem não votou nas eleições, incentivando a divulgação do conteúdo como forma de despertar a esperança em outros.
A dependência das redes sociais e o isolamento digital são criticados como fatores que geram depressão e desesperança, por reduzirem o contato real com o outro.
O episódio promove a cultura do consumo consciente, destacando marcas como a Livope e a Petlobe, que valorizam saúde, bem-estar e sustentabilidade.
A narrativa é enriquecida por histórias pessoais, como a do retorno da esperança após momentos de crise, mostrando que a coragem de acreditar é fundamental para a transformação.
Summary:
O episódio fala sobre a essência da esperança como força de resistência diante de momentos de desespero, frustração e impotência. A narrativa afirma que, quando não se acredita que um desejo pode se concretizar, ele morre e o movimento desaparece, levando à apatia e ao desencanto. A autora mostra que a esperança não é um conceito abstrato, mas uma escolha diária de acreditar que algo é possível, mesmo quando o mundo parece oposto.
Ela conecta esse tema ao voto, destacando que mais de 30 milhões de pessoas não votaram em 2016, e que cada um pode ser um agente de mudança, pois cada pessoa é a única representante de seu desejo no mundo. O texto critica o isolamento digital e o efeito de algoritmos que reforçam preconceitos e expectativas negativas, mostrando como isso gera desesperança. A mensagem é reforçada por exemplos pessoais, como a recuperação emocional após crise, e por promoções de marcas que promovem bem-estar e cuidado com a saúde.
Além disso, o episódio incentiva o engajamento comunitário, especialmente por meio da divulgação de conteúdos para quem ainda não votou, e encerra com um chamado à ação de acreditar, agir e se conectar com o mundo, pois a esperança não é apenas um sentimento, mas uma prática constante. A autora conclui que cada pessoa faz parte da esperança coletiva e que a sorte está em movimento, reforçando que ações pequenas, com coragem e consciência, podem gerar grandes mudanças.
FAQs
Esperança é acreditar que o que você deseja é possível, mesmo quando parece impossível. É acreditar que seus desejos podem se realizar, o que gera movimento e ação no dia a dia.
No momento de desespero, quando tudo parece perdido, a esperança se torna mais poderosa porque é nesse instante que a pessoa precisa acreditar em algo, mesmo sem ver a luz no fim do túnel.
O narrador afirma que cada voto é um ato de esperança, pois cada pessoa é a única representante do seu desejo no mundo, e ao votar, ela está agindo com coragem e responsabilidade.
O isolamento virtual, como o uso de redes sociais, cria uma sensação de desconexão com o mundo real, levando à depressão, pois a pessoa perde o senso de que suas ações afetam os outros.
O narrador recomenda o podcast 'Angú de Grilo' por ser claro e relevante, e o 'Calma Urgente' como uma fonte importante para o momento atual.
O Vision Board é usado para representar desejos reais e alcançáveis, ajudando a focar na realidade do que é possível, em vez de sonhos distantes e impossíveis.
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