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#90 - O cavalo de Troia

from Noites Gregas

43m 40s

#90 - O cavalo de Troia

O episódio 90 do podcast Noites Gregas explora a história do cavalo de Troia, um dos mitos mais emblemáticos da mitologia grega. A narrativa detalha como Lices, com a ideia de Ulisses, planejou o cavalo como uma arma de surpresa, construído por EPO como um grande navio de madeira com 20 guerreiros dentro. A tática foi elaborada para enganar os troianos, que o transportariam para dentro das muralhas, onde o grupo entraria e abriria os portões. O personagem Sinon, recrutado por Ulisses, desempenha papel central ao contar a história da ofensa aos deuses, ajudando a justificar o ato. A reação dos troianos é dramática: o rei Príamo suspeita da presença do cavalo, e a intervenção de "Lá com ontes" resulta na morte de três homens por serpentes enviadas pelo deus Atena. O episódio também apresenta diferentes versões do mito — desde uma ideia divina até uma explicação racional — e inclui representações artísticas e esculturas que mostram a importância simbólica do cavalo. Para os apoiantes, há acesso a conteúdo exclusivo, como um curso completo sobre mitologia grega, com aulas sobre os amores de Zeus, heróis, a Saga de Troia e o livro Metamorfosis, além de imagens e textos detalhados. O conteúdo é complementado por reflexões sobre a narrativa mitológica e sua influência na cultura humana, reforçando o valor do projeto como um espaço de descoberta e transformação.

Transcription

5648 Words, 32044 Characters

Portuguese
Olá, amigo. Seja bem-vindo. Eu sou o professor Moreno, e você está ouvindo o Noites Gregas. Este pode cesta dedicado aos mitos e as narrativas querdamos do Monantigo. Olá, ouvintes do podcast Noites Gregas, o meu nome é Felipe Speck, carinhosamente conhecido como o Hermes. E nós chegamos ao episódio 90 do Noites Gregas, o episódio em que a gente vai falar do cavalo de Troia. Antes de eu falar sobre o episódio, eu tenho uma mensagem importante, o Hermes é o Deus das Mensagens. Então eu estou aqui trazendo uma mensagem pra vocês, especialmente pra quem sempre pede informações sobre as próximas viagens pra Grecia com o professor Moreno. A Porto Brasil Viagens, que contratos o professor pra conduzir as turmas, tem duas viagens confirmadas agora. A primeira próxima é aquela clássica viagem pelos mitos e pelos deuses, que tem um quarto disponível. Então se você tem interesse, pode viajar agora em fevereiro, chegou a sua vez. E a segunda é uma novidade, que é uma viagem por mar, um cruzeiro pelas rotas da mitologia grega. A viagem vai ser em maio de 2006 e as inscrições foram abertas agora, então é uma turma novíssima. Essas viagens são promovidas pela Porto Brasil, viagens aqui de Porto Alegre. Lembrando que é um projeto paralelo do professor, que não tem relação com o Noites Gregas, mas eu já fui e recomendo muito. O link pra falar direto com o pessoal da agência está na descrição deste episódio. Eu também coloquei lá no menu do site do Descregas.com/br, um grande abraço pessoal da agência. Bom, dito isso, hoje nós chegamos a um dos episódios mais esperados de toda a saga de Troia. O cavalo de Troia é certamente um dos símbolos mais famosos de toda a mitologia grega. Eu, inclusive, acho que muita gente vai acabar conhecendo podcast por meio deste episódio. Então eu quero fazer um pequeno aviso para você que acaba de chegar aqui. Olá, meu amigo, seja muito bem-vindo ao Noites Gregas primeiro. Esse episódio, digamos assim, é a culminação de uma série de eventos, de uma saga, que começou lá por volta do episódio 40. Mas você não precisa ouvir, não precisa voltar ao episódio 40 para entender o que vai ouvir agora. Pode seguir tranquilo, episódio está ótimo. Mas eu quero reforçar o convite para você voltar lá no começo da saga depois que ouvir. Se você gostar, é claro, né? Ou se tiver coragem e paciência. E lá no episódio número 1, episódio que se chama "O Que é Um Deus?" Que é o nosso episódio de Fundação. É um melhor lugar para começar uma jornada irreversível de descoberta, encantamento e transformação por meio da mitologia grega. É uma longa jornada, mas é o tipo de jornada que vale muito a pena. Eu volto lá no fim para falar do material exclusivo, que hoje está especialmente recheado. O professor Moreno começa logo depois da publicidade do Spotify. Um bom episódio. Por alguns segundos, um organismo de chato é o "Lemonati" que se tornou o "Lemon" em cima e o "Lemon" em os chatos. Seja louco, o "Lemon" é um "Soda" e mesmo "Lemon" é um "Soda". Nós tiramos os "Tracos" e nos desceram e nos desceram e desceram o "Truth". O "Lemon" é um "Lemon" que se tornou o "Lemon" e desceram o "Lemon" Mas agora, 7 Up Is Fighting Back, com o seu novo Lime Lemon Soda, adorando o 7 Up Rising, flip o 7. Ah, eu hatei, Mondays. King's Alliance in a Man's World by? Taylor Hanson? Sure, I'll try one. Hmm. Bites, super top, ba. Hey, let's get back to work, please. But Taylor Hanson's making my day way better with these new soft and swirly King's Alliance in a Man's Bites. Taylor Hanson? Nice. Try one. Hmm. do. King's Alliance in a Man's Bites. There's nothing like it. Uma semana inteira, os gregos estavam entusiasmados, saíam para a planície, crentes que logo em um terminar com tudo. Afinal, Paládias estava com eles, e agora não teria nada mais se interpondo a sua vitória. O estroiano, até, por causa disso, está mariscos. Eles adotaram a tática do tatu. Eles se entocaram dentro da cidade, e por isso também, os gregos não tinham muito o que fazer lá fora. Essa situação de impasse teria continuado, talvez para sempre. Se não fosse o Lices, dizem uns que, por inspiração de aterna, que a Deus, a protetora dele, e vai ser a Deus, a protetora dele em toda a odisseia, se não fosse o Lices, recorrer a sua astucia, que era famosa em todo o mundo grego para sair dessa situação. Seu plano era simples, construí um cabalo de madeira, grande o suficiente para esconder, dentro dele, um pequeno grupo de guerreiros decididos, e dar um jeito de engambelar os troianos para que o carregassem para dentro das muralhas. Era um ovo de pazca com o recheio, digamos eu sei. Uma vez lá dentro, esse grupo, quase como comandos militares, ia dominar os guardas, ia abrir os portões, e aí o exército todo teria acesso ao espaço que eles nunca tinham pisado, interior das muralhas de tróis. Como você pode ver, quem não é informática, batizou de cavalo de tróis, aquele malware, que se usa bem-vadios computadores alheios, acertou bem na mosca e aproveitou a tradição. Para executar essa tarefa, Ulysses, que era o don da ideia, e que por tanto tinha o direito de escolher, ele egeu o EPO, que era um artesão, constructor de navios, muito respeitado, e deu a ele o poder de requisitar tudo que precisasse e todos os homens que necessitasse para deixar esse cavalo pronto em menos de sete dias. E o EPO acostumado a fazer cascos de navios, não teve problema nenhum de adaptar, já que no fundo esse cavalo seria como um navio apoiado em quatro patas. Em poucas horas, o monte Ida ficou colhado de homens que extraiam das florestas, a madeira necessária, formando dois carreiros paralelos, como formigas, um que subia o outro que descia. Talvez, para uma aeronia divina, foi exatamente dessas florestas que pares mandou extrair a madeira com o que construiu o navio que o levou até Helena e até Menelau. Aproveitando as folhas e galhos que sobravam, EPO mandou fazer um grande tapumi, para impedir que os troianos visse o que eles estavam fazendo. A acostumada a vergar as longas prâncias de madeira para fazer o costado do navio, ele logo, logo, tinha aprontado um navio fechado como se fosse um grande porão. Numa das extremidades, ele pendurou uma espécie de calda, feita de crina, transada e com flores infectadas, como se fosse um cavalo de parada. E na outra ponta, ele fez um pescoço em cima a cabeça e, dentro desse pescoço, um tubo que comunicava com o ar exterior. Por ali, entraria o ar necessário para os guerreiros que estariam lá, talvez por mais de um dia. Ele emfeitou todo o animal, como se fosse um monumento, colocando em feitos de metal, girlandas de flores, e com isso, aliás, ele camuflou, a abertura de um alçapão que ele abriu e uma escada desmontável por onde os guerreiros entrariam e sairiam de dentro do cavalo. Feito isso, o EPO, então, acrescentou rodas nas patas do cavalo. Porque isso permitiria puxá-lo até a praia no local onde os troianos pudessem chegar lá da Moralha e também permitiria, já que ia ser o plano, que os troianos se caísem na armadilha levá-se o cavalo até o interior da cidade. Quando tava tudo pronto, EPO se afastou alguns passos para admirar a sobra prima. Emponente, assim, emfeitado, assim, era um animal de aparência prodigiosa. Ele ia causar admiração e medo, ao mesmo tempo, em qualquer pessoa que o contemplasse. Se fosse possível, o pessoal, EPO, animá-lo da livida até o Ares, o Deus Ares, que gostava muito de cavalo e ia pedir pra andar nele. No fundo, EPO, como artista, tava satisfeito com a sobra e foi prestar conta para o lices. Sem imaginar, não poderia mesmo, sem imaginar sequer um minuto que acabava de construir o cavalo mais famoso da história do mundo. Pronto, cavalo, pergunta a seguinte era óbvia, quem vai entrar nele? E quantos vão experimentar esse cavalo zero quilômetro, que acabou de sair da fábrica? Quantos, em um poder contar para seus netos, que estavam dentro desse cavalo, na única viagem que ele fez da praia até o interior de Troia, porque ele seria destruído junto com a cidade. Quantos? Bom, como todas as versões posoméricas há muita variedade e há autores que estimam em 15, 20, 25, uns até 50 dentro do cavalo. A sensatés da tradição mais ou menos fixou por volta de 20. Era um 20 e não seria necessário mais do que isso, porque a sua função era derrotar os guardas e abrir os portões, o resto o exército faria. Bom, é claro que ali dentro fizeram uma seleção, o listo era o técnico e anunciou a lista dos convocados. Evidentes que só tinha ali guerreiro raiz, guerreiro cascudo. Menelal, primeiro é claro, porque no fundo a guerra era por causa de Helena e ele queria entrar lá para ver a mulher e acertar as contas com ela. Depois de O Médio, nós vimos um grande herói, quase um herói do nível de um aquilis, e o Áxax pequeno, porque o Áxax grande, vocês lembram, já tinha posto fina para pervido. Neoptole, uma jovem estrela agora da seleção, filho de aquilis, dois guerreiros não muito famosos entre nós, mas muito importantes, que eram acamas e o demofão, porque eram filhos de tezeu, eram os representantes do grande herói de atenas que estava lá. E mais alguns outros, cujo nome aparece em toda a ilhida, mas que nós almencionamos aqui no Noites, porque não eram protagonistas de ações de destaque, e é obviamente o epel. O construtor seria muito útil ter por perto, no caso de alguma varia, no trajeto do cavalo. Mas de dirigir em uma pressa coletiva à atena, pedindo a sua proteção, eles começaram um a um a entrar no cavalo. O lysis foi o penúltimo a entrar, se posicionou ao lado de uma festa, por onde ele podia enxergar ao menos o que estava na frente do cavalo, para saber o que estava se passando. E o último, claro, foi epel, que sabia como abrir e fechar a abertura. Colheu a escada e fechou cuidado adazamente o alçapão por dentro. Então, na quase total obscuridade caiu sobre todos aquele silêncio solene de quem vai enfrentar a morte. Evidentemente, a Gameno e o Nestor também tinham se apresentado para fazer parte desse grupo. Mas imediatamente, o pedido deles foi recusado pelo próprio Conselho, porque era indispensável que ficassem lá fora, como comandantes de todas as áreas, numa operação que estava apenas começando. As ordens de a Gameno foram bem claras. Em vez que estão fora do cavalo aqui comigo, vamos por fogo as tendas todas, as extrebarias aos currais dos cavalos, e vamos preparar os navios para deixar essa praia. O plano é muito simples, como vocês vão ver, enquanto tiver luz do dia e os troianos puderem nos enxergar, nós vamos nos afastar ostensivamente levando tudo conosco, vamos dar uma impressão real de que abandonamos troia para sempre. É importante fazê-los pensar que nós desistimos para sempre de troia. Vamos sair daqui e vamos em direção aquela pequena ir lá, tendos, vamos nos esconder atrás da ilha e ficar em absoluta imobilidade. Ali nós vamos esperar, talvez um dia inteiro, até que alguma fogueira no topo da muralha nos avise que exportou e estão abertos e que é a hora de atacar. Lá, onde nós vamos ficar encorados, vamos ter que tomar todo cuidado para não ser vistos ou ouvidos em momento algum, para um troiano que olha do alto da muralha, os gregos foram embora, isso quer dizer que ficaremos um dia inteiro a manhã, desde o rear do sol até no itinho, esperando ver a fogueira brilhar no topo da muralha. Esse vai ser o sinal de que eles conseguiram abrir os portões. Aí, bom, aí chegou o momento, aí a cobra vai fumar e a gilipoca vai piar, vamos atacar com todas as forças que nós temos. Eu quero ver principalmente vocês, remadores, dando tudo que vocês têm e vocês ganharam uma porção dupla na partilha depois dos dispositivos de Troia, terminou a nossa espera. A manhã vai ser tudo ou nada, é a hora de honrarmos a fama que o nosso povo desfruta em todo mundo. Em seguida, Agameno ordenou que demolisse o tapumi, para que os Troianos pudessem de longe ter uma visão dessa obra prima e tivesse a sua curiosidade despertada. Obedessendo as ordens, na hora em que o sol começava a se por, os araltos começaram a percorrer a pré-atoda, avisando aos timoneiros para soltar as amarras dos navios, e o servos, com tochas acesas, começavam a por fogo em toda aquela estrutura que este tinha armado ao longo desses dez anos. Na última claridade do dia, pouco a pouco, ainda se pudiam enxergar os gregos, começando a atravessar a reabentação, deixando centenas de fogueiras iluminando a praia agora deserto. Pilar longe do outro lado da planícia, os Troianos apinhados no topo da Morália ficaram a noite toda contemplando entre atônicos, esperançosos ou desconfiados aquele espetáculo das chamas atissadas pela brisa do mar. Mal conseguiu esperar que o dia clareasse, e todos constataram que não havia o menor movimento na praia, não havia o menor trácio de navio inimigo, só havia fios escuros de fumaça que subiam das fogueiras que estavam assistindo. E no meio, aquela figura estranha e imensa, que servitavam inclusive o topo da Morália, sozinho, sem nada em volta. Todos foram tomados em uma coragem que há muito tempo, mas não sentiu, pouco a pouco foram saindo por tão afora, uns apé, outros acabá-lo, se aproximando daquilo lugar que durante 10 anos representava uma ameaça mortal pra eles. Eles estavam no acampamento grego, com aquela alegria começar a correr e a identificar posições, aqui acamparam os cretenses, dizia um, olha, aqui foi onde aqueles armótonos era dele, esse aqui deve ser o lugar nas assembléias, comento ao outro, a que era o campo de treinamento pra luta, eram turistas alegres visitando o antigo campo de batalha. Siguiram-se horas de pura euforia, abriram-se os portões completamente, e as pessoas foram correndo até o acampamento, a maior atração, naturalmente, era o cavalo. Os que chegavam perto em um ser montuando ao redor, estavam impressionados com altura e a imponência, a força daquele monumento, todos elogiavam a beleza, nunca tinha visto uma coisa tão bela, não vamos esquecer que os gregos nessa época não tinham ainda escultura customou famosa, o máximo que se faziam é a estatuetas de terra-cota, de pequeno tamanho, ali em grande escala, tinha que chamar atenção realmente todos o que chegasse em perto, era uma anonymidade, era uma obra belíssima, mas ninguém tinha certeza o que deveria ser feito com ele, por que que estava ali, por que os gregos tinham deixado aquilo lá dentro, no silêncio do cavalo, oulices seus campanheiros ouviam, com respiração, suspensa, a discussão, talvez o destino deles ali dentro, uns treinanos que tinham perdido pessoas da família, estavam amargurados e não criam nada com algo que pertencia o inimigo, então a ideia, vamos usar para queimar como lenha, para cozinhar, vamos jogar no topo de um rochedo para que se patifela embaixo, e lá dentro eles ouvindo, outros também sugeriu que aquela trackitanda fosse jogada no mar para fazer uma ironia, a poseidão, que é o Deus do Cavalus, e que tinha ajudado os gregos durante a guerra. Qualquer uma dessas escolhas significaria a morte dos que estavam lá dentro. E eles ouviam, em silêncio, sem poder dar um piu. Por sorte, vieram outros, fascinados, aquela obra imponente, sugeriram, preservala, e recomendaram que fosse transportada para a praça central da cidade, como um monumento aeróbica resistência truiana. Enquanto os populares estavam nessa discussão, que eram só opiniões de comentários, apareciam dois pastores do monte I, trazendo um personagem diferente, um homem com as mãos amarradas atrás, com sangue escorrendo no peito de la cabeça, cheio de ferimentos, que vinham agritando desesperadamente pelo nome de Primo. Primo! Primo! Este homem era Sinon, a jogada de Messi de Ulysses, o queijo que atraiu o rato para a ratoeira, e levar a orgulhosa tróia para o abismo. Como alguns pintores modernos, que eu conheço, eu acho que vocês também conhecem, Ulysses sabia que o cavalo, a obra de epeu, não podia falar por si mesmo, e que os espectadores, no caso os tróianos, não entendem a mensagem contida neve. Como só imagem, não era suficiente, era necessário usar palavras, era necessário uma explicação verbal, você sabe? Como nessas exposições modernas, a gente encontra textos tipo neste quadro, a agradação de todos que vão dos cintos até o preto, representa a tragédia da existência, no seu rumo inesorável em direção ao nada. Você sabe? Aquele blá, que já ouvimos muitas vezes, pois nesse caso, o blá era o próprio Sinon. Quem era Sinon? O Sinon foi recrutado por Ulysses. Ele tinha anunciado que precisava dar um voluntário por uma ação muito arriscada, mas teria uma recompensa muito grande. Sinon, que era um jovem que, em busca de fama, porque ele era um jovem mais humilde, ele se apresentou na hora como voluntário. Ulysses gostou dele, mas a visão, olha a quê? É uma missão difícil, uma missão muito dura. Primeiro, ele ia ter que levar uma sova de pau bem caprichada, uma tumba de laço, como dizer a minha avó, e seria cortado um pedaço da orelha dele para sangrar bastante e empapá-lo de sangue. Depois, assim já todo machucado, ele passaria escondida à noite inteira nos arbús, que ficavam próximos, para entrar em a ação somente de manhã quando os troianam se aproximassem. A partir daí, era tudo com ele. Pois agora, depois de chamar por primo e ser levar a presença do rei, que olhava com curiosidade, uma figura miserável, lamentável, diferidas, Sinon desempenhou o seu papel. Ele realmente era muito esperto, e Ulysses tinha enxergado isso nos seus olhos quando o recrutou. Chora Mingann, limpando o sangue do rosto, ele implorou ao rei que fosse climente com ele, que o popasse, que o deixasse viver. Ele tinha escapado por pouco, muito pouco, de ser sacrificado pelos próprios companheiros para aplacar a ira de atena. Agora, fala a Sinon. Não vou mentir mais de estar de eu sou grego, mas agora não sou mais o grego inimigo, e na meu orgulho disso, eles quase me mataram ontem. Eu não tenho pra onde ir. Eu imploro, grande rei, que me acolhas entre os teus. A história estava ficando interessante, e primo mandou os dois pastores soltarem o Sinon e lidarem um pouco d'água. Não precisas mais ter medo, jovem. Eu garanta tua vida, e a tua segurança. Mas conta pra nós, por que queriam te matar? Vendo que a atenção estava toda voltada pra ele, Sinon desenrolo com um talento, o roteiro que ele tinha combinado com isso. Sinon continua seu relato. O problema é que eles tinham roubado o palágio, e ao fazer isso, diz o Sinon, eles esperavam um ter grande vantagem, mas ao contrário, eles despertaram a ira de Atena. Eles profanaram a estatueta dela com as mãos manchadas do sangue dos guardas que tinham matado. Era uma verdadeira sacrilegio. Então, o que eles pensavam obter de Atena, que era o apoio, ao contrário, agora eles tinham ofendido gravemente, e por isso surgiu a ideia geral há muito tempo escondida no coração dos soldados de voltar pra casa. Eles não iam conseguir vencer, agora tendo como opositor a Deus Atena. O problema é que, quando tudo estava pronto pra partir, eles consultaram o oráculo pra saber qual seria a rota mais propícia, e a resposta foi totalmente inesperada. Foi com o sangue de figênio que vocês acabaram os ventos que os impediram de chegar à Troia. Pois será com o sangue também que vocês devem buscar o retorno, onde seus devem ser sacrificados. Se não continuou seu relato, quando recebemos a resposta do oráculo, um terror sagrado tomou conta da gente. Quem seria a vítima escolhida? Ulisses, tirânico como sempre, fala mal do Ulisses, né? Ulisses, tirânico como sempre, pegou calcas pelo braço e exigiu o que ele dissece, que ele era o adivinho, quem os deuses tinham escolhido. O velho calcas conseguiu ficar 10 dias sem dizer nada. Ele estava protegendo, evidentemente, algum, ele estava protegendo algum de nós. A ideia de apontar o que deveria morrer não agradava ao adivinho. Mas o Ulisses, o mal tratou tanto que terminou não dizendo, mas apontando com o dedo. Era eu. Me amarraram, cortaram o meu cabelo, começaram a preparar os ritos do sacrifício, e aí algum deus, talvez por saber que eu era inocente e que eu nem tinha tocado naquele palade, mandou uma tempestade terrível, uma confusão geral, ser monocampamento, e eu aproveitei pra fugir e me enfiar dentro de uns arbustos que ficavam na encosta do monte, onde não me encontraram. A noite estava caindo rapidamente, e logo no escuro, eu já comecei a ouvir barulho de remos e timoneiros gritando para os navios próximos. Eles estavam indo embora. Tinha um resolvido, não me esperava, o acharam que eu estava perdido pra sempre. Essas ordens, esses gritos, eu fui ouvindo cada vez mais fraco, até que finalmente não escutei mais nada. Ali, de noite, eu não podia saber o que estava acontecendo. Simplesmente, me acocorei ali, me enrolei e dormir o que eu pude. Primo ouvi a calado relato de Sino, sem imaginar que tinha sido elaborado em todos os seus detalhes pelo astutulícias. Aliás, um excelente inventor de histórias, como veremos quando o Noites Gregas entrar na Odcêia. Tudo o que se não tinha narrado era verossímino. Todos os detalhes fechavam, e os sangue e os ferimentos eram reais. Mas mesmo assim, o sexto sentido de primo ainda pescava uma luzinha vermelha. Havia muitas perguntas ainda sem resposta. Esse cavalo é uma máquina de guerra, porque é que dá um alto? Quem teve essa ideia? Quem eu construiu? E para quê? E para o quê eu deixava aqui? Sino teve de se controlar para não sorrir. Bingo! O Lices era um gênio e os troianos tinham abocanhado o anzol. Quem construiu foi peu, mas a ideia foi de calcas, o nosso divinho. Quando o Lices de Omedes guarda o tempo e roubar o palágio, nós todos os gregos, a princípio ficamos cantados, esperançosos com a ideia de que, agora, teríamos o apoio da grande palasateno, lendo engano. Nossa sorte só piorou. Depois da Lico, começou a decadência do nosso exército. Naquela noite, a Deus estava zangada com aquele imenso sacrilegio de rapidar a estatueta com as mãos cobertas do sangue do assassinato dos guardas. E por isso, em vez de nos apoiar, ela nos negou qualquer favor. quem entendeu isso aí primeiro não foi o Lices, foi calcas, ele se deu conta antes dos outros e avisou os chefes que nós tínhamos que sair dali o quanto antes porque a nossa sorte estava traçada e se algum dia pensávamos em voltar a tróia numa segunda expedição na segunda tentativa nós teremos que usar tudo o que pudéssemos para aplacar a ira de aterna e conquistá-la de novo como nossa protetora, senão eu não adiantaria nem tentar vir de novo aqui nessa costa e calcas vendo que estava sendo levada a séria acrescentou que seria ideal deixar adjar naquele momento uma espécie de desculpa uma oferenda uma espécie de compensação por termos levado o palágio do seu templo e a ideia foi esse cavalo esse cavalo seria um monumento dedicado a aterna e era muito importante esse ouvir dizendo várias vezes que fosse muito alto muito mais alto que as muralhas de tróia porque ele disse se não os truianos levam esse cavalo para dentro e aí quem vai parecer que está oferecendo essa obra de arte para a deusa são eles eles vão terminar lucrando com o nosso trabalho se não olhou para o roço de primo tentando esconder o artre um falo o rei estava convencido a um sinal dele os truianos colocaram tiras de couro e fortes correntes ao redor do cavalo para rebocá-lo pela planícia até a cidade os eixos das rodas feitos de bronze rangiam terrívelmente pelo peso que eles tinham que suportar porque além de toda aquela madeira pesadíssima peso de um navio ele levava no bojo quase uma tonelada e meia de recheio humano 20 homens 20 guerreiros com as suas armaduras esperando a entração se o ruído dos eixos era alto mais alta ainda era a algasar daquela multidão que com gritos risadas arrastava o novo brinquedo a reação portão principal era uma festa era um desfilifestivo alguns até tocavam flautas e batiam pandeiros no meio do trajeto com tudo eles foram atalhados por lá com ontem que não estava junto com eles que eram influentes sacerdote truiano sacerdote de apólo e ele entuindo que estava acontecendo veio parar o cortejo com sua voz fortíssima é treta é treta não estão vendo paren paren aí está a nossa perdição ele tinha precentido que havia algo errado naquela pretensa diferente tinha algo que cheirava mal e ele talvez por não ter compartilhado entusiasmo dos torianos que sentiram cilívores nos gregos ele que vinha do templo e só viu aquele cortejo inusitado ele enxergou o outro lado e gritou indignado pro primo com a sua ingenidade de rei e de todos os outros ele gritou uma frase que entou para sempre no repertório cidental desconfinho dos gregos até mesmo quando trazem presentes essa frase é a mãe da nossa conhecida expressão presente grego sempre que usarmos é um presente grego lembre-se de lá com ontes do cavalo de troia quase chegando nas muralhas de troia e lá com ontes para tornar sua frase ainda mais vermente usou como pontes clamação a sua própria lance que ele arremessou com toda a força quanto costado do animal o choque da ponta de ferro na madeira provocou um ruído surdo viram é oco é oco a o que um gaiata matou no peito com uma piadinha e queria que fosse maciço é provocando o riso de todos que já estava rastando aquele cavalo a meia hora e agora não íam desistir por causa do palpito de um maluco mas quem venha acompanhando a operação de perto era palas aterna que não gostou da intervenção de lá com ontes porque ele poderia ter posto tudo a perder ao ver que ele tinha se afastado do grupo meio desanimado com a recepção que teve acompanhado por seus dois filhos ela resolveu agir por garantia porque ele ainda podia tentar começar alguns correligionários ela mandou que saíssem duas gigantescas serpentes de uma grota que ficavam nos roxidos sumarinos ali perto da praia e que fosse atrás dele deslizando na superfície da água como se fosse no caso de hoje dois torpedos lançados por um sumarino quem estava ali perto e viu os dois monstros se aproximando saiu correndo deixando lá com ontes seus dois filhos sozinhos foi tudo muito rápido enlaçando os três com seus anéis possantes e gravando as suas grandes presas afiadas elas mataram os três em poucos minutos a cena foi immortalizada por três escultores gregos que criaram o famoso palpito que era um palpito com dois filhos a cena foi immortalizada por três escultores gregos que criaram o famoso grupo lacuonte que você pode ver no museu do vaticano e os apoiadores vão ver no material exclusivo desse episódio os que rebocavam o cavalo e assistiram a cena não se como veram muito não a cena do velho era mais ou menos umânime tá aí foi a tirar a lança no cavalo e foi punido por a cena ao ser aproximário da muralha eles constataram que aquilo que se não tinha falado era verdade que calcas o adivinho tinha um calculado corretamente a altura do cavalo para aquele ultrapassasse em quase um metro a altura do marco superior do portão sem problema em todo o trajeto eles haviam falando nisso e com a concordaça de primo mandaram rasgar aquele trecho inteiro da muralha acima do portão deixando vão livre com a altura necessária até de sobra para o cavalo entrar não havia pirego os gregos adiviriam está longe e tudo seria reconstruído em uma semana não entanto quando só o raíasse no dia seguinte eles finalmente veriam que tinham cometido o maior erro da história de troia a gente esse foi de longe um dos episódios mais trabalhosos claro tem episódios muito vive dos e com muito mais ação mas esse especificamente o diálogo do sino exige que se cria uma tensão que vai construindo na cabeça de prio e dos troianos a convicção de que aquele cavalo é um presente de a cena e não a perdição dos troianos eu espero que você tenha gostado desses forços nosso extra aqui para finalizar para quem apoiador o material exclusivo de hoje está especialmente robusto a gente mergulha em várias versões do cavalo de troia vindas de fontes que quase nunca chegam ao grande público algumas vocês que são vinte já conhecem mas eles vão ver que tem outras aqui que mostram como mesmo acontecimento podia ser interpretado de várias formas você vai ver por exemplo uma versão essa é bozinho uma versão que não foi o lices que teve a ideia mas foi a própria deusa a cena que é um grande conselho do lices não seria muito estranho mas ela teria parecido num sonho essa é a versão do quinto de esmerna que é o autor da pausomérica depois tem a explicação racional de uma outra pessoa para life dos que é a gente falou sobre ele aqui ele é um autor daqueles que tenta explicar o mito tenta buscar uma explicação racional e ele tenta provar que nunca ouve um cavalo de troia e que tudo foi apenas uma operação militar camuflada essa história vem do livro que ele escreveu que é o histórias inacreditáveis onde ele tenta concertar os mitos dizendo que são todos exageros inventados o paláfito e seu déficit de imaginação tem também o trecho do livro Troia uma descrição vive da ibellíssima e literária da construção do cavalo feito pelo epel e uma seleção visual com esculturas cerâmicas pinturas e outras representações do cavalo de troia vocês devem imaginar que tem muita coisa desenhada e feita e pintada sobre o cavalo de troia e lá a gente fez uma seleção bem bem esperta e tem também claro o cérebro de grupo lá com o ante citado pelo professor Moreno. Bom, se você não é apoiador, ainda, olha, eu vou dizer que essa é uma excelente hora para se tornar apoiador, porque esse material está ótimo e além desse material, hoje, se você apoiar, tem acesso a todo o conteúdo exclusivo que a gente já publicou até hoje, centenas de textos, de menos 2 ou 3 ou 4 textos na verdade por episódio, além de imagens sobre os episódios, e tem um curso também mitologia na arte, e lá tem muito material, como eu sempre digo, vou repetir, porque vale muito a pena, olha só, tem toda o primeiro módulo que é os amores de Zeus, que têm lá são 8 aulas sobre os amores que Zeus teve com mortais, muitas já citadas aqui, mas tem muitas que a gente nem falou aqui, que estão lá apenas, tem os heróis, todas as histórias dos heróis lá com as imagens, lá tem bastante detalhe, bastante coisa que a gente não trouxe no episódio também, depois a gente contou toda a saga de Troia, ou seja, tudo isso que você ouviu aqui, agora você pode lá ouvir, assistir de novo com as imagens, inclusive lá já tem as coisas sobre as quais nós não falamos aqui, porque depois do cavalo de Troia tem a destruição de Troia, depois tem os retornos, e claro, depois dos retornos, o que vem ao Odyssey, e lá no curso mitologia na arte, nós temos toda a 8xC, e agora a gente está gravando as aulas do livro Metamorfosis, que é o maior compilado de mitos já feito, um livro do vídeo Metamorfosis é, sem dúvida, o grande catalogo da mitologia grega, indispensável para quem quer conhecer todas as histórias, então já tá lá também, a gente está gravando, todo mês a gente lança uma aula nova, a gente está mais ou menos, já foram umas 20 aulas, mais ou menos, temos 20 aulas só das Metamorfosis, e no total, juntando todos esses modos aqui que eu falei, vai dar pelo menos mais setenta aulas, então assim, vale muito a pena recomendo, e mais importante do que tudo isso é que se você apoia o podcast, você nos ajuda a manter esse projeto no ar, como você sabe, eu e o Moreno a gente tem outras atividades, e a gente tem que abrir mão de fazer outras coisas para acreditar o podcast, e na medida em que a gente vai ganhando mais apoios, a gente vai conseguindo se dedicar mais tempo, a gente vai produzindo mais material, e vai criando essa comunidade de pessoas que é apaixonado por mitologia grega, essa cultura que nos leva aos sentimentos mais atávicos do ser humano, o link para apoiar está na descrição desse episódio, no próximo capítulo a gente vai descobrir, então, que acontece entroia depois que os gregos entram na cidade, até a próxima pessoal. #Cococola #ForTheBig #ForTheSmall #TheShort and TheTall #PeaceMakers #Ristakers #ForTheOptimus #Pessimus #ForLongDistanceLove #FrencherVerts #AndExtroVerts #TheThinkers #AndTheDoors #ForOldFriends #AndNew #Cococola #ForEveryone #Pick up some Coca-Cola at a store near you

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio 90 do Noites Gregas foca no cavalo de Troia, um dos símbolos mais famosos da mitologia grega.
  2. A construção do cavalo foi planejada por Lices, com a ideia de Ulisses, e realizada por EPO, que o projetou como um navio em quatro patas.
  3. Dentro do cavalo, ficaram 20 guerreiros, incluindo Menelau, Áxax, Neoptole e outros representantes de heróis atenienses.
  4. O cavalo foi usado como arma de surpresa, com o plano de entregar os gregos ao interior da cidade após os troianos o transportarem.
  5. Sinon, um voluntário recrutado por Ulisses, desempenhou papel crucial ao contar a história da ofensa aos deuses e justificar a ação.
  6. O rei Príamo, ao perceber a presença estranha do cavalo, reagiu com suspeita, e a intervenção de "Lá com ontes" desencadeou uma tragédia com a morte de três homens por serpentes.
  7. O episódio apresenta várias versões do mito, incluindo uma de origem divina, uma explicação racional e representações artísticas do cavalo.
  8. O podcast oferece conteúdo exclusivo para apoiantes, com aulas completas, histórias detalhadas e um curso completo sobre mitologia grega.

Summary:

O episódio 90 do podcast Noites Gregas explora a história do cavalo de Troia, um dos mitos mais emblemáticos da mitologia grega. A narrativa detalha como Lices, com a ideia de Ulisses, planejou o cavalo como uma arma de surpresa, construído por EPO como um grande navio de madeira com 20 guerreiros dentro. A tática foi elaborada para enganar os troianos, que o transportariam para dentro das muralhas, onde o grupo entraria e abriria os portões.

O personagem Sinon, recrutado por Ulisses, desempenha papel central ao contar a história da ofensa aos deuses, ajudando a justificar o ato. A reação dos troianos é dramática: o rei Príamo suspeita da presença do cavalo, e a intervenção de "Lá com ontes" resulta na morte de três homens por serpentes enviadas pelo deus Atena. O episódio também apresenta diferentes versões do mito — desde uma ideia divina até uma explicação racional — e inclui representações artísticas e esculturas que mostram a importância simbólica do cavalo.

Para os apoiantes, há acesso a conteúdo exclusivo, como um curso completo sobre mitologia grega, com aulas sobre os amores de Zeus, heróis, a Saga de Troia e o livro Metamorfosis, além de imagens e textos detalhados. O conteúdo é complementado por reflexões sobre a narrativa mitológica e sua influência na cultura humana, reforçando o valor do projeto como um espaço de descoberta e transformação.

FAQs

O cavalo de Troia foi um monumento construído pelos gregos para enganar os troianos. Foi feito por um artesão chamado EPO, que o construiu com a forma de um cavalo, com um interior onde 20 guerreiros estavam escondidos.

A ideia foi de Agamemonte, o líder grego, que viu a necessidade de uma estratégia para entrar em Troia. No entanto, o cavalo foi construído por EPO, um artesão conhecido por sua habilidade em construir navios.

Dentro do cavalo estavam 20 guerreiros selecionados, entre eles, Menelau, Ájax, Neoptóleo, Acamas e Demofão, todos guerreiros experientes e importantes da expedição grega.

Os troianos foram impressionados pela aparência do cavalo e ficaram em dúvida sobre o que fazer com ele. Alguns sugeriram queimar, jogar no mar ou preservá-lo como um monumento.

Os troianos, ao verem o cavalo, o colocaram para dentro das muralhas, acreditando que era um presente dos gregos. O cavalo foi então usado para abrir as portas e permitir que os guerreiros entrassem.

O Sinon foi um homem recrutado por Ulisses para contar uma história falsa aos troianos, explicando que os gregos haviam cometido um sacrilégio e que a ira de Atena os havia afastado da vitória.

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