90 Dias Para Mudar Sua Vida e Alcançar Suas Metas Antes de 2027 | Sai da Média #287
57m 40s
O texto apresenta uma palestra motivacional sobre assumir o controle da própria vida. O palestrante argumenta que tudo o que temos atualmente é resultado daquilo que toleramos — desde um emprego insatisfatório até relacionamentos ruins e hábitos prejudiciais. Para mudar essa realidade, ele propõe um plano estruturado de 90 dias, com início ainda em 2026, antes de 2027.
A primeira etapa, chamada "Grande Café", consiste em um momento de reflexão fora de casa, onde a pessoa deve listar tudo o que está tolerando em sua vida. O palestrante enfatiza que não se trata de agir impulsivamente, mas de reconhecer padrões de tolerância que impedem o crescimento. Ele cita exemplos como tolerar um trabalho que causa burnout, um casamento indiferente, dívidas no SPC ou até mesmo uma barriga que não cabe na calça.
O discurso reforça que a vida é um jogo binário: ou você está no comando ou está sendo comandado pelas circunstâncias. Não existe meio-termo. O objetivo do plano de 90 dias é justamente resgatar esse comando, permitindo que a pessoa saia da "média" e alcance suas metas. O palestrante também interage com o público, incentivando comentários e compartilhamentos, e oferece um livro autografado como sorteio para quem ajudar o podcast a crescer. A mensagem final é de esperança e ação: ainda dá tempo de mudar, desde que se pare de tolerar o que não serve mais.
Tudo que você tem na sua vida nesse momento. Você só tem porque você tolera. Eu só tenho emprego bosta porque o tolero tem aquele. "Ah, então já está dizendo pra eu ir lá e correr e pedir nemesão." Paralimamente, é isso, é fazer uma coisa contributiva. Você pode até tomar o chate, camomila. Quando você não assume o comando da sua vida, você está sendo comandado pelas circunstâncias. O jogo da vida é um só. Ou você está no comando, está sendo comandado. Não existe meio termo. 90 dias pra mudar sua vida e você alcançar suas metas ainda em 2026. Ou seja, antes de 2027. Dá tempo. Já passou da metade do ano, mas eu vou fazer um plano pra você junto com você, esse é daqueles. Aqueles pode quebrar um curso. Eu poderia vender esse curso um plano de mudança de vida em 90 dias. E esse pode quebrar com data. O que fazer no dia 1, o que fazer no primeiro mês, o que fazer no segundo mês, o que fazer no terceiro mês. A gente vai ter um projeto de mudança de vida em 90 dias. Pra você alcançar suas metas do ano ainda em 2026. Antes de 2027, roda a via. Esse é o seu Geronimo Temer. Essa é a parte era hoje que você está no podcast. Sai da média, o tema de hoje é 90 dias pra mudar sua vida e alcançar suas metas antes de 2027. -Sabe o que achem, crive vocês até ainda esse ano. -Oi ainda esse ano. Acho incrível, porque muitos dos nossos alunos quando aprendem técnicas que você ensina pra eles, eles dizem a gente tem muitos depoimentos de isso. Cara, eu bati a meta do ano em 3 meses, em 6 meses, em junho. Eu já bati a meta do ano. -Ah, o que bateu a meta do ano? -Não, às vezes da empresa. A empresa me dá uma meta no auo, eu não em janeiro, já bati. -Já bateu. -E isso? E o que esse podcast propõe? Meio que é o acontecimento disso, mas não por antecipação, mas é uma prova de que dá tempo. Só preciso de técnica pra você correr atrás. Porque talvez você vai. Seja aquela pessoa que está na situação de que, "Cara, eu não sei nem que meta que eu criei, não sei nem o de eu botei, não lembro de nenhuma, meu Deus, Jerão. Com que vou bater a meta, se eu não lembro nem de que meta que eu fiz?" Aqui eu dividirei em 3 públicos, que vou assistir esse podcast. 4, na verdade. Público 1, não tem meta. Eu só estou vivendo a vida. Se existisse uma trilha sonora pra minha vida seria. Vizé capagodinho, deixa a vida me levar, vida leva, eu. Então, como cantor, eu sou excelente, escritor, beste seler. Eu falhei de trânsito de alternado sinal, pós-graduado em neurociência. Então, primeiro grupo é nem meta eu tenho. Segundo grupo é eu fiz meta pra 2006, mas nem lembro mais. Sabe se lá, onde. Eu lembro, brando agora quando vocês estão falando. E o terceiro grupo são 4. E o terceiro grupo é o grupo que já está, sabe a meta. Ainda não o cançou, está buscando, está trabalhando pra ela. Pra quem esse podcast? Pus três grupos. Esse podcast só não é pra quem desistiu de viver. Porque mesmo quem já alcançou a meta, eu vou te ensinar nos próximos 90 dias alcançar sua próxima meta. E o quarto grupo é o grupo da alma cebosa, que é o grupo que não. Já está aqui nessa altura do podcast. E ainda não curtiu o podcast, não comentou nada desse podcast. A gente queria lembrar que a alma cebosa é aquela que senta. Crosse meus bracinhos, faz uma careta e fica esperando pra criticar o raio do podcast. Então o que eu quero te propô? Já chega curtindo. Se eu ouvir alguma coisa pra se encerrar, essa pessoa que eu gosto tanto, precisa o vezes pode quejar, ela tem desejo, ela tem sons, ela é maior que ela imagina. Pega e manda um link pra essa pessoa, pra esse grupo, pra essa pessoa que você realmente chama. E a terceira coisa é toda vez que você ouvir uma frase que chama sua atenção, coloca-la nos comentários, porque a parte sempre pega comentários do YouTube, do Espoirai. Então é isso. E a gente tem uma regra aqui, que todas as vezes que a gente tá entre os 10 podcastes, mais ouvidos e negócios do Brasil, a gente sortem um livro autografado meu, pela parte, pelo João, pela Carol. E aí você chega na tua casa, você autográfica que você oufai, vai fecha a linha. Neste exato momento, somos 10 e 4 mais ouvidos do Brasil. Tá perto. Coen, coen, coen, coen. Ah, não vai ter seu. Então você dos Spotify, se você quer ajudar, ou você do YouTube, que quer ajudar, vai lá no Spotify, curte, segue a gente no Spotify, compartilhe o link do Spotify, pra que você, você dos Spotify, você é que mais tem chance de fazer a gente conseguir sortir a livro aqui. E quando chegar na hora dos comentários do Fav, já vou dar uma tez passãozinha só. Houve uma libertação no último podcast. Sério? Mas de muita expressão. Eu quero ouvir. Eu quero ouvir. Eu quero ouvir isso. Então, do que que já vai falar? A gente vai falar sobre como que você, em 90 dias, com plano estratégico do dia 1 ou dia 90, você muda sua vida. E por que você precisa disso? Pra uma razão muito simples. Eu vou começar a entrar aqui, no primeiro, eu vou dividir em 5 etapas. E a primeira etapa é o dia 1. E no dia 1, eu preciso que a gente, ele se chama "O Grande Café". Então, comvão lá. Pega aí. Pra quem gosta de papel e caneta, pega papel e caneta. Pra quem falar pra mim assim, de novo, eu não tenho como pegar papel e caneta. Não escreve, tô na academia, tô dirigindo. Tô dirigindo, não, né? Que você não vai escrever. Quando parar um cenário, tô dirigindo, tô no ônibus, tô correndo. Então, eu não consigo parar pra notar. Tudo bem. Ove assim mesmo. Porque você vai tirar muito proveito daqui. E aí, se você falar assim, caraca, bicho, isso aqui virou um curso. Aí você, em outro momento, você senta e toma as notas. E toma as notas. Mas não para de ouvir, não. Só segue ouvindo. Então, eu dividi em cinco etapas e a primeira etapa é o Grande Café. E essa etapa é o dia 1. Ela acontece no dia 1. Então, o que que você vai fazer nesse o grande café? Você vai tomar um café com você mesmo, com você mesmo. Só que ela tem uma regra pra tomar esse café e ela tem uma razão de ser. Tô adorando. Beleza. Então, antes de explicar, qual é a razão de ser e qual é o café, como vai ser, eu tenho que explicar. Ele é fora de casa, é proibido que esse café seja dentro de casa, tem uma razão neuro científica pra ser fora. Pode ser no trabalho? Eu prefiro que você vá no lugar. Ah, não sei que você tem muito prazer pelo seu trabalho, você pode tomar. Mas a minha ideia não é no trabalho. A minha ideia é que você vai pra uma. Se você tem condições financeiras, tomar um capotinho, vá numa café teria que você gosta. Então, a gente, quando não há de inspiros de santo, te adorava aquela café teria. A América. era América, nenhuma coisa. Lembra aqui? É a invitória. A América, alguma coisa. A gente adorava pra ela. A gente tomava também café no shopping. A gente tinha uma chica feteria e a gente chamava. Se você tiver essa possibilidade, vai pra uma café teria que você gosta. Pessoa um bom capotinho, e sente com uma folha de papel. Não posso. Eu não tenho grana pra café ou não gosto de café. Vai pra uma praia, vai pra um parque, vai pra um banco de praça, vai pra de baixo de uma árvore, vai pra sentar no lugar que você acha legal. Eu sou a garrafinha. Vai do café pro celular, né? Do seu próprio café, né? Neste café lá, vai pro shopping, engraçado que é. Eu, Gerú Animo, o barulho do shopping, da praça de alimentação, é bom pra mim. Ele te concentra. Ele me concentra, né? Tem uma teoria de que existe um tipo de barulho, que ele some. E ao contrário dele virar barulho. Ele tem esse barulho, não tem. Salve engano meu, é o ruído branco que eles chamam, que é um ruído que some. É um ruído que desaparece, é como se fosse ruído transparente. Então ele deixa de ser ruído e acaba sendo quase uma onda de concentração. E eu escrevi, por exemplo, o mede certação de mestrado, eu escrevi ela todinha dentro de uma praça de alimentação de shopping, porque pra mim é aquele barulho. Pra mim virava silêncio, virava frequência de foco, de concentração. Então você vai pra onde você quiser, deixe que você tenha prazer. E qual é a primeira coisa que você vai fazer nesse grande café com você? Você vai revisitar a sua vida por uma única razão, e você precisa entender isso. Tudo que você tem na sua vida nesse momento, você só tem porque você tolera. A gente só tem aquilo que a gente tolera. Eu só tenho. O verdadeiro é a primeira frase já do podcast. Eu tenho a barriga que eu tolero. Eu tolero tem a barriga que eu tolero. Eu tolero, eu só tenho emprego bosta, porque eu tolero ter aquele. Ah, então já está dizendo pra eu ir lá, correi e pedir nemesão não. Isso é você que está falando essa merda na tua cabeça. Eu estou falando que existe um processo pra isso. O primeiro passo é revisitar aquilo que se anda tolerando na sua vida. Então a primeira parte do grande café é o que você está tolerando na sua vida. Talvez você esteja tolerando um trabalho que você não ama mais. Ou que você nunca mor. Talvez você esteja tolerando um trabalho que você trabalha 14 horas por dia que você não aguenta mais. Tá tolerando um burn out. Tá tolerando. Talvez você esteja tolerando um casamento que o silêncio é a marca dele. Você está tolerando um casamento em que a indiferença é maior do que o companhero. Então tem que acabar com o meu casamento. Quem está dizendo isso aqui? Aí o cara. Eu farvi pensar assim, você é mesmo na gerônio, porque eu não disse nada. Mas o fato é você só tem aquilo que você tolera. Talvez se estes tolerando um casamento indiferente. Com relacionamento indiferente. Talvez você esteja tolerando um ligações telefónicas de cobradores. Talvez você esteja tolerando. Não tem autoridade com seus filhos de indicar. Talvez você esteja tolerando que cada um come o que quede em casa. Não há uma família que sente ao redor da minha. Você está tolerando uma família que não. [MÚSICA DE FUNDO]
desconectar, talvez seja tolerando seu nome no SPC, seu nome sujo, talvez seja tolerando uma condição física de saúde que você não está olhando para ela, talvez está tolerando uma prédia aberta, uma resistência insulínica, talvez está tolerando inclusive o medo de uma doença que você não está indo fazer o checape, e tudo isso que eu estou falando para você é para você ir anotando, anotando, o ser aquilo que você é, talvez seja um vários aqui que eu estou falando seja um seus, né, e eu acho que se você não escreveu nada ainda nos comentários, eu escreveria que você só tem aquilo que você tolera, porque é esse alfato, você só tem aquilo que você tolera, se eu e tentando trazer isso para uma visualização, eu de óculos, sem óbvio eu não enxergo direito, e eu tenho que ficar a chanda posição para enxergar, eu só tenho isso porque eu tolero, porque se eu for num optometrista, noptomologista, e ele me deu um grau, eu puse um óculos, eu paro de tolerar, enxergar as coisas de forma distocida, eu paro de tolerar, ter uma vida na média, então é por isso que pode que a chama sai da média, para que você pare de tolerar aquilo, pare de tolerar aquilo que não serve mais para sua vida, cara, que o grande café é o grande café, o nome da. O grande café, poderoso, eu já vejo poder disso, porque das coisas que mais valem na vida e quem falou isso ouvi do vinhas, ele falou, eu não lembro exatamente a frase que ele trouxe, mas ele falou que as coisas que mais trazem transformação é você para pensar. Isso é um parar, para pensar. O que pode ser o grande café? Porque o contrário disso é você ir preenchendo com todos as atividades da vida e a gente ficar sempre ocupado. Você não para para dar aquela olhada, às vezes isso acontece quando se viagem da longe da sua realidade, sua rotina, se torna mais fácil. Se começa a viver uma vida um pouquinho diferente, começa a chegar aquela sua vida e se faz assim, nós, quando eu vou dar um estímulo. Eu acho que vou mudar isso, vou mudar aquela visão de longe. E esse café vai trazer uma visão de longe, só para estar nesse café refletindo, como está sua vida? Perfeito. Se a gente fosse dar um outro nome para esse café, eu poderia dizer que você está deixando de. Você passa a assumir o comando da sua vida novamente. Porque o jogo da vida é um sopate, ou você está no comando, está sendo comandado. Não existe meio termo, não existe meio termo. E estar no comando não quer dizer mandar na outra pessoa. Então, por exemplo, dinheiro ou você está no comando do dinheiro, está sendo comandado por ele. E não é sobre ter ou não ter dinheiro. Olha que interessante. Eu posso estar. Você pobre e devedor, e está sendo comandado pelo dinheiro pela dívida. Eu posso ser rico e está sendo comandado pelo dinheiro pela ganância. Eu posso ser pobre e ter assumido de novo comando a minha vida para sair da dívida e fazer o que tem que ser feito. Eu posso ser rico e estar no comando a minha vida para não deixar que o dinheiro se torna em ganância e acabe com a minha. Com a amor que existe dentro do meu coração. Faz sentido, não você? Então esse é o jogo da vida. Isso é para tudo. Ou você está no comando da alimentação, alimentação, das comandando. Mas tem que ver as sensações que tem. Você está no comando da sua vida. É isso. Meu Deus, como é bom. Isso acontece em coisas simples. Para mim é muito visual. A vida pode ser aquela pessoa que sai da areia, você está na praia. Aí você está na cadeira de praia e se faz assim, vou dar uma orgulha. Aí você caminha até a praia, você entra no mar, né? Dá uns passas, às vezes a água vem assim, até perto da cintura e tal e você dá uma orgulha. É uma vida bem no comando. Você disse que ia fazer esse, vai lá, você fez aquilo aquilo aconteceu. Cara, tem aquele momento da vida que você perde o comando que você vai dar esse orgulho. Marcará, ca onda, te pega, te dá um cachote, você engolha umas areias e você chamava cachote. Chamava cachote e recifta, era cachote. Não, eu acho que nem sei de onde que vem, já morri alguns lugares, né? Mas não sei se era cachote. Eu falo sempre falei cachote. Rio de Janeiro era cachote. Eu sei. Eu sei que você volta desnorteado, não sabe nem onde está o seu bikini mais direito, se ele cana, então saiu, não é cheio de areia pra todo lugar. Temara, você não sabe se você está pra cima ou pra baixo, né? A gente na onda está te levantando, não sabe se você ia puser o pé no chão, saibotar no chão, saibotar pra coro da água. A gente vai dar uma olhada na praia ver se todo mundo viu aquela vergonha foi só sua, porque você está longe, está no comando. Tem momentos na vida que a gente está assina. Assim, tomando um cachote dela. Então, o grande café, o primeiro passo do grande café é o que você anda tolerando na sua vida, porque você só tem aquilo que você tolera. Qual é o segundo passo desse grande café? No primeiro lugar ainda, estamos falando sobre o grande café. Aí, vocês criviam tudo, e cara, eu diria pra você, né? De teve um podcast que a gente botou sobre descarregar aquilo que está incomodando da tua cabeça, e eu disse que algumas pessoas que puseram tinham quatro coisas que estavam incomodando, é porque eu não pensou direito, né? Eu lembro que teve gente falando, "Cara, eu escrevi 40 que estavam tirando a minha paz, então, sobre tolerar, eu vou te dizer a mesma coisa. Eu acho que se você não escreveu 10 coisas que você anda tolerando na sua vida, é porque você não parou pra tomar um café direito com você, porque, às vezes, é aquela tolerada mínima, sabe? Cara, eu não tolero, às vezes é assim, ó, eu não tolero, né? Aquela calça que não fecha, eu tô tolerando, ou melhor dizendo, né? Eu estou tolerando aquela calça que não fecha, eu tô tolerando, percar minha barriga pra ficar, calça fechar, eu tô tolerando, é, ficar puxando a camisa pra, pra, pra, num me incomodar lá perto da barriga, eu tô tolerando o óculos errado, que eu já deveria ter ido ver, eu tô tolerando um chefe babaca que abusa mentalmente de mim, né? Eu tô tolerando não ter dinheiro no final do mês, então tudo isso, e às vezes, é, eu quero que você fave, você desmembre, é, eu tô tolerando não ter dinheiro, o que que tolerar não ter dinheiro, o que faves que que tolerar? Tu tô tolerando morar na apartamento que eu não queria, tu tô tolerando, não poder levar meu filho pra comemorar o aniversário dele, tu tô tolerando, o, você tolera não só o nãoter dinheiro, você tolera toda cascata que vem por não ter dinheiro, você não tolera uma família desconectada, você tolera um filho que não se atana a mesa, um casamento que não tem conversa, você tolera que cada um faz o que quer dando de casa, que ninguém se ajuda, você tolera uma sequência de coisas a partir daquilo. E quando você fica duas horas de rede social, três horas, eu tido desafio, fave, apagar seu celular e ficou um tempo, você ficou no Instagram na última semana, quando você tolera ficar 10 horas de Instagram, você tá jogando 10 horas da sua vida no lígion, se você sabe disso, você pega um livro. Como esse, meu, por exemplo, arte de falar e fazer, tu não entiendendo ele, mas poderia, aliás, eu compraria se eu fosse você, a arte de falar, aliás, eu te me deixava o link desse livro. Pronto, eu me enanhei, foi, foi, eu dizer, era sem bem rápido, né? Mas isso era ser, a tua cara, isso vai melhor de tu, eu não estou nem te venhando, até poderia, vou pedir para o meu time deixar o link para você, vou deixar o link desse livro para você, mas o que eu quero dizer o seguinte, é esse livro em 8 horas, você ler ele. Então, olha o que você tá toleraando na sua vida, você tá toleraando, ficar engolido pela rede social, e deixar de adquirir o melhor conhecimento do que eu já escrevi, sobrevencer a procrastinação, por exemplo. Deixa o link aqui embaixo, time, dura a arte de falar e fazer, porque o que eu quero te dizer com isso, compra esse livro, compra, compra ele, ele deve custar, sei lá, 50 reais, 40 reais, 30 reais, nem sei, na promoção, e quanto você vai ganhar com esse livro, o dinheiro é o animo zero, porque eu dou ele 100% do direito autoral desse livro para o combate a fome infantil, ganho zero com isso, ganho um baita conhecimento e alguém vai comer por sua causa. Então, vou deixar o link aqui embaixo, nesse livro, para você. E vou dizer mais para você. Então, quando você tolera ficar horas na rede social, você tá toleraando não adquirir conhecimento, que pode mudar a sua vida. Então, tudo isso é tolera, pegou, ficou claro, parte. -Cê fez. -Então, o tolera. Você tem que explodir, não tolera o meu trabalho. Eu não tolero mais acordar a segunda feira, me sentindo mal com o dor no corpo, a gente tem dor no corpo quando vai para trabalhar. Não tolera o meu dinheiro acabar no dia 20, ficar 10 dias que não tem. Tem que. A gente e eu e a parte, o João em Carol, a gente tem ido ajudar a fazer comida e dar comida para a homeless aqui nos Estados Unidos. As pessoas de situação de rua, as pessoas que estão vivendo em situação de rua. E eu fiz uma pergunta para Miss Karen, que é a coordenadora do projeto. Eu perguntei para ela assim, por que que eu gostava mais? Ela falou assim, "Ois tem menos gente". Então, não prepara tantos pratos. Aí eu falei, "Como é que você saiu?" Aí eu fiquei curioso, porque não tinha aberto ainda. -O. -E ela já sabia. E ela já sabia. Porque, Miss Karen, sou realmente um cara curioso, um cientista social, eu quero saber as coisas. Porque. Eu falei assim, porque está no começo do mês. As pessoas ainda têm salário. Eu falei, "Então, quem vem com mim aqui, não é só um orador de rua". Se não, o dinheiro da pessoa não dura até o final do mês. Ela não tem que comer. Ela vem comer aqui junto com os moradores de rua. Porque é uma boa comida, né? A gente tem comida realmente de qualidade. A gente comeria tranquilamente aquela. Acho muito admirável aquele serviço. É cristão, aquele serviço. Não religiosa, é um serviço cristão, não religiosa.
e aí, cara, fiquei apaixonado para aquele lugar. Já foi várias vezes lá, cozinhar, fazer pratos, ser vi, eu sou normalmente o cara da bebida, o cirro da bebida, tal? Ah, água, ou seja, o que foi pra bebida do dia. Então, onde eu quero chegar com você? Imagina, aquela pessoa está precisando tolerar, comer num lugar, que pessoas de situação de rups não comer, porque o dinheiro dela não dá pra comida dela chegar no final do mês. E aí, você está criticando essa pessoa, não, eu estou dizendo que ela está tendo que tolerar aquilo, e que a gente, o primeiro passo para mudança, é você perceber que você está tolerando aquilo. Então, o que eu quero de você hoje, Favé, é que você percebo o que você está tolerando. Nesse primeiro grande, o grande café, é pra você perceber o que você está tolerando. Depois que você escrever tudo que você está tolerando na sua vida, vem o segundo passo, ainda no grande café. O café ainda está ali, o caputino ainda está ali. Tem que ficar em, o que faremos depois de que. - Estou na água. - Estou na água. O que faremos depois de registrar? Você vai decidir declarar, assumir o comando sobre algo daquela lista. - Uma coisa. - Uma coisa. - Uma coisa. - Não adianta ficar uma louco de "Não vou tolerar mais nada disso". Cara, não faz isso. Calma, tudo tem um passo a passo. - Esse papo de mudar. - Não é virar. É papo de influência que quer te vender um programa melagroso. A verdade é essa. Você não vai mudar tudo na tua vida de uma vez. Você tem que escolher qual é a batalha da vez. Tudo na vida, você não vai ter energia infinita, tempo infinito, em disposição com as pessoas que estão acostumadas com aquele sistema infinito em todas as áreas da sua vida. - Resumindo. - Escolha a batalha que você vai ter apada nesse momento. É isso, Pat. Então o segundo passo é o que você vai assumir o comando e parar de tolerar. Esse é o segundo passo. - Perfei. - E ainda não estou falando o que você quer. Eu estou falando "parar de tolerar isso". E aí, às vezes não é dentro da falta de dinheiro. Pode ser que seja, mas às vezes não é. Não vou tolerar mais de não ter dinheiro. Às vezes não vou tolerar mais o dinheiro acabar antes do final do mês. Não vou tolerar mais. Entende, eu quero dizer. Então não necessariamente você vai pegar o macro daquilo. - A dizer uma das etapas. - Uma das etapas daquilo. Então o ponto é, aonde você vai assumir o comando da sua vida para não tolerar mais aquilo. Nesse aspecto, pů, escolhita. Geno, a anima não estou tomando nota, estou correndo na estere. Então escolha agora na esterepo. Escolha agora na estereo, o que você vai parar de tolerar na sua vida? E aí vem a terceira pergunta. Você sabe que eu sou colte profissional e colte pergunta. Então, esse é a arte do colte em profissional e a arte de perguntar. E aí, se isso que você acabou de me dizer, você não vai tolerar mais, o que você vai ter no lugar disso? - Ah! - Então a gente ainda está na parte do que eu toleiro, o que eu assumo o comando para não tolerar mais e o que eu vou ter no lugar disso que eu não vou tolerar mais. Então vamos dizer, eu não vou tolerar mais a minha família cada um, um canto com o celular. O que que eu vou ter no lugar disso? Um jantar, 8 horas da noite. Todo mundo sentado na mesa. Sem celular. Quer dizer que vai ser fácil? De jeito nenhum, mas a gente não está na etapa ainda da realização. Então a etapa da decisão, da intencionalidade, no poder da intenção, que muitas vezes é mais importante do que o poder da própriação. Então o poder da intenção é venha antes. - Ele tem. - Ele antecipa. Então a pergunta que eu tenho para você até agora, 5, sei que está no podcast, sai da média, é para que você. E eu espero que você não seja uma uma sebosa e tenha sem que estrelas no Spotify, sem ser que a gente. Eu vi que mais de 50% das pessoas que houve nosso podcast não assinam a gente, não os pode fazer no YouTube. De falar uma coisa sobre isso. Fala. É fácil saber se você quer, às vezes a gente ouve, vá lá procura, a gente nem sabe se assinam, não, né? Se tiver ali para você, no YouTube, aquele botãozinho de "Inscrever-se", "Inscrever-se", lá, como é que se chama, mas assim, te dando opção de "Inscrever" porque você não é inscrito. É simples assim. Cali agora. Simples assim, estou tentando olhar aqui, aqui, em tempo real, mas o canal que eu acabei abrindo já sou escrito, então não deu para aparecer. É isso, e nos Spotify segue a gente, dá cinco estrelas no episódio, e na ca. Ah, ja não, eu estou assistindo, não há itunes. Então faça o que mostra para o iTunes, que esse podcast você gosta. Posso avançar. Então, o grande café, ele só tem essas três etapas. -Increível. -É tapá-1? -Bota na lição. -É tapá-1, tá limita. Então tem quatro etapas agora. Etapa-1, fazer o café ou comprar ou ir para uma café-deria. Etapa-2, bota todo no papel que você não vai tolerar mais. Etapa-3, decide qual dessas. dessa lista, você vai assumir o comando e vai parar de tolerar. E a última etapa é, inno lugar disso, que eu vou parar de tolerar o que eu vou ter. Vou parar de tolerar essa barriga. Calça aqui, não feste. O que você vai ter? Vou usar a mesma calça. Ela vai fechar tranquilamente. Eu vou parar de tolerar uma camisa. Ao invés de eu comprar uma camisa maior, eu vou emagrecer para aquela solte na minha barriga. -É, que é ver uma coisa que eu acho que as pessoas têm muito trabalho. E já vou deixar até uma ideia simples de nossa, de caístra. Às vezes, quando a gente precisa achar um documento importante para alguma coisa, aí já fica aquele negócio. -Tolerou muito tempo. -Meu Deus não está o documento. -Não, só de saber quem vai fazer uma coisa que tem no banco. Você vai achar uns três documentos e já fica pronto. Um dia da minha vida, senhor, são longuens, são longuens. Você já fica com a preocupação ocupada. -Galera, são alguém? Dá por link na caba mapa para o deixar. É, aquilo que deveria ser, em algum lugar, pegar o negócio e levar, vai tomar um tempo na sua vida e que você não tem nem de fazer coisa boa, que irá para achar aquele raio daqueles três papéis que você precisa. -É isso. -E a dica extra de ouro, que é de ouro, viu? Simples, foi ideê gerônimo na época. -Cê lá com o. -Depor que a gente já não colherava mais. -A gente já me filho ainda. -É, eu acho que foi antes disso. -Cara, você assim, vamos comprar uma caixa e todos os documentos importantes irão para essa caixa. Não foi um arquivo, não foi em ordem alfa-bética, não foi nada assim, foi só uma caixa que a gente botou de ploma, -Cê se dou de nascimentos, não de cada momento. -E não tem um contrato de atrapadamento, -Eu tem um contrato de atrapetura, -Passa porte. -Passa porte, cara, -Tú quer importante estar. -A gente virá a flor, -Vamos ver a jada naquela caixa. -Cada, você passa bora? -Dendo da caixa. -Dendo da caixa. Cara, tem que apresentar a certidão de casamento, lá no sei aonde onde está dentro da caixa. -A gente sabia onde estava. -Estava dentro. -Em que lugar da caixa? Não tem ideia. Você pensava numa mesa, procurava numa caixa. -E a mais fácil você pegar essa b naquele único, não tinha três lugares que podia estar. Tinha um lugar que podia estar. -Era dentro daquela caixa. -E isso? Posso avançar? -Sim. -Então a gente acabou de falar, "E isso era o mais complexo que você precisa fazer. Agora a gente tem mais quatro etapas, que elas são rápidas e diretas. A segunda etapa acontece é assim que o grande café acaba e ela vai acontecer dos primeiros sete dias. -Dembro que só uma venta de dias? -Tomei o grande café, decidiu que eu assumiu comanda minha vida num ponto que eu não vou tolerar mais. Agora vem os sete dias, que é a fase da validação e clareza. O que é a fase da validação e clareza? Ele é uma fase que eu vou fazer duas coisas. Primeiro, validar que eu acertei. Não quero mais tolerar isso mesmo. Então, o que vai acontecer comigo? Eu vou começar a perceber o quanto aquilo me incomoda. Porque aquilo tinha ficado aonde. Ele tinha ficado no normal. Sabe quando você bota um tênis que sempre te machuca? E daqui a pouco parece que era normal? Porque você é. É o famoso "E assim, irmão". Aceita aqui doi menos. Então, a primeira semana é da validação e clareza. E o que você vai fazer nessa primeira semana? Só ficar presente para aquilo que você disse e que você não toleraria mais. E você vai ver aquilo acontecendo na tua vida. Só que você vai perceber que talvez ele seja a repita mais vezes. "Cara, olha isso, olha a minha família. Olha a minha família, cada um em um lugar. Olha o café que ninguém toma junto. Olha o almoço que ninguém ta atirando nenhum prato da mesa. Olha a minha família que eu não sei nem o que o meu filho fez hoje que ninguém pergunta sobre ninguém. Ninguém pergunta nem se dormiu bem. Ninguém ta nem boa noite para dormir. Estou dando um exemplo. Isso é para ter raiva e jornalismo. Não é para você ter certeza que você não quer mais tolerar aquilo. Mas você vai fazer uma coisa muito contributiva junto com isso. Toma, chate, camu-me-la para afuendo. Ah, não é? Depois que você percebe, aí você vai ter. Vê o filme dos inferno acontecendo, você vai tomando raiva. Poderia ser, né? Você vai vindo aquilo que você. É vai tomando chate, indica-me. Porque você vai ver mais coisas você imagina. Cé sobre grana, você vai ver mais coisas na tua ca. Ah, eu não tolero não ter dinheiro para reformar minha casa. Você vai ver que ele buraco que você não aguenta mais. Aquele pedaço de papel de paritre ratigado. Aquele banheiro que eu acho lejo quebrou. Você vai ver as coisas que você não aguenta mais. Você não tolera mais. Paralimente, isso vai fazer uma coisa contributiva. Você pode até tomar o chate, camu-me-la. Mas você vai ter uma meta nessa primeira semana. Sabe qual é? Organizar as coisas simples da tua casa e da tua mesa de trabalho. Ah, como assim? Vou explicar. Então, sabe aquela mesa de trabalho bagunçada? Então, você vai preparar o teu cérebro para que. algo diferente está acontecendo. Então o teu quarto que está sempre com a cama desfeita, começar a ficar com a cama feita. É uma coisa para pessoas que não é a organizar-se na sigua. Então, tomei o grande café. -OK. -Descidiu que eu não tolero mais. -Sim. -Estou prestando atenção naquilo que eu decidi que eu não tolero mais. E paralelamente estou organizando a minha vida metafóricamente para o que vem pela frente. Então, o que que eu organizar minha vida? -Sim. Eu estou a peixe de consulta de uma da mesa. Agora eu vou começar a colocar eles organizados num cantinho. Se eu não faço a cama, eu comecei a fazer. Se eu não tira o prato da mesa, eu comecei a botar lá dentro da pia. Por que que estou fazendo isso? Porque eu estou preparando o meu cérebro que algo diferente está acontecendo. Eu comecei a organizar que algo diferente na minha vida. Não é porque o cérebro é programado para repetir. O cérebro é uma máquina de repetição. Então você está começando a preparar ele que algo diferente vai acontecer. -Ocê está tomando impulso. É uma ótima definição. Se fosse um foguete, você está ligando as turbinas. Para decolar, tem isso acontece essa semana na primeira semana do dia 1 ao dia 7. Vamos dar um pulo? É só isso. Só isso. Então o que eu faço na primeira semana? Valido aquilo que eu não tolero mais, começa a perceber de forma intencional. Não me lembrava mais aquela infiltração que está ali. Vai acontecendo assim. -Vai se ativar. A gente vai se ativar nem enxergar. Quando você abre os olhos para ver. A gente vai ver aquela infiltração. Quando no meu chefe me trata, olha como meu marido. Não é para fazer nada, não é para ter raiva, não é com o começo da mudança. E junto com isso você vai entrar em ação. Por que parte? Porque a ação cura e nação aduesce. Então eu já estou começando a perceber e agindo. Como que eu age? Apaz. Esse negócio de postite sempre fora do lugar. Agora o postite tem um lugar. Agora o meu prato, eu sempre termine bota ele na venda pia. Agora a minha cama eu faço. Agora a minha toalha não é mais jogada. Ela é dobrada e colocada. Todo o que você conseguir, minimamente organizar, faça. Porque isso vai dar o seu sistema o senso de. Eu entrei em ação e algo está acontecendo. Algo vem por aí. Inclusive não, algo vem por aí. Eu preciso dizer isso, mas vou te falar já já. Vem algo novo por aí. Eu preciso de falar disso já já. Não é agora. Então esse é do dia 1 ao dia 7. - Fechado. - Fechado. Terminou a minha primeira semana. Deu uma semana do grande café. Do mingo passado, eu tomo o grande café. - Passou uma semana. - Uma semana. O que eu vou fazer agora? Eu vou entrar num ponto mais relevante e mais crítico do sistema. - Faz 3. - Faz 3. Qual que é a fase 3? Acho que todas as vezes que essa frase volta ao podcast, ela é mencionada como o "a frase no podcast". Qual que é? Que é do James Clier, o seu sistema e hábitos. Eles não se elevam ao nível dos seus sonhos. Os seus sonhos que descem ao nível dos seus hábitos e sistemas. - Desabam, né? - Eles desabam. Então o que eu tenho que fazer para meus sonhos se realizarem é elevar o nível dos meus sistemas e dos meus hábitos. É isso que eu tenho que fazer. Só que isso é complexo. A conseguir elevar o nível dos sistemas e do hábitos é complexo. E toda vez que eu falo isso, - é quase sempre a frase do podcast. - É muito muita frase. - Chua dessa frase. - Clier, você não marcou nenhuma marqueça. Meu sistema não se eleva ao nível dos meus sonhos. Os meus sonhos que descem ao nível dos meus sistemas. Marque essa frase. E a gente fez por muito tempo um treinamento chamado "Dextravel Cult" que existia em você. Isso sucesso absoluto, absoluto, absoluto. Muitas pessoas transformadas de eventos com mais de mil pessoas. - Linha, linha, linha, linha, linha. E eu acho que chegou a hora. Tanto as pessoas vão jornalmente como que eu elévo no meu sistema. Como que eu elévo os meus hábitos que eu estou querendo fazer um treinamento. Desses acessíveis que qualquer um consegue pagar, pra preço de uma pizza ou menos, pra que a gente aprenda a elevar os nossos hábitos e sistemas. Fave, deixa eu fazer uma pergunta honesta pra você. Se eu pudesse te ensinar a criar hábitos de forma automática na sua vida, que vão elevar o seu sistema, pro seu sonho poder crescer junto. Você toparia passar algumas horas comigo, ou uma hora, duas, três, quatro, pra eu te ensinar a criar um sistema pra você ter hábitos automáticos na sua vida, pra você. Porque lembra, né? Você não constrói nem sucesso nem fracasso. Você constrói hábitos. E os seus hábitos constrói seu sucesso na sua fracasso. Você toparia, gostaria de ter um sistema de criação de hábitos? Se sim, eu estou pensando em fazer esse treinamento acessível pro Five, bem acessível pro Five, diga isso de passagem. - Há hábitos bons, é uma coisa tão poderosa, que devia poder, aí vem patrícia e arruçoeu, né? A gente podia passar como erança, não seria incrível, né? - Tô me luesa assim. - Aí você pegar quando você o avô assim, é assim, é assim, é. - Essa é o peloinjo. - Esse hábito de fazer toda organização financeira, não sei o que eu vou deixar pra mim. - Esse hábito de correr todos os dias de manhã, eu vou deixar para. - De tão valioso que é, né? - É tão valioso porque esse hábito de fazer dinheiro esse hábito. - Estruir um palácio daquilo naquela área. - Que coisa incrível, né? - O pai tinha nunca te a pensar sobre isso, mas se a pessoa que maravilhosa seria. - Isso é muito maravilhoso. - E essa fica pergunta pra você, se eu pudesse transferir pra você, o meu. - A capacidade de construir hábitos que me tiraram do coxonete, me trouxeram até aqui, você toparia fazer esse treinamento. É uma curiosidade, não existe o treinamento, não tentá estar marcada, não sei se vou fazer, mas você toparia. Me bota assim, eu toparia fazer o treinamento de hábitos, só pra eu saber. - A toparia fraco, inclusive, viu? - É tipo assim, cara, eu ia amar. - Pronto. - Porque topar é a coisa ruim, você topa a coisa ruim. - Você topa a coisa ruim, né? - Toparia, você topa a. - O pé na parede, né? - Mas me ajuda na minha mudança, beleza, eu topo sou teu amigo, vamos lá, mas assim, cara, eu ia amar. - Boa. Então, entramos na fase. bota aí, eu vou amar, eu vou gostar. Eu toparia, bota o que seria o teu caso, né? De zero a dez, se não. Se o dia. A questão financeira não fosse um problema, quanto você faria esse, né? É a eu faria. Mas tem que botar, eu faria dez, eu faria 11, 20, pra gente saber que é disso que você tá falando, a gente se perde aqui. A terceira fase, ela vai dar. Quando termina a primeira semana, até o dia 30, né? E ela tem a ver com o que eu acabei de falar. Os seus sistemas de hábitos não se elevam o nível de seus sonhos. Os seus sonhos dessem ao nível do sistema do seu hábito. Então, a semana da primeira fase 13 é do dia 8, né? Depois de uma semana, ao dia 30, você vai escolher comigo agora, 5, um simples hábito que vai levar você minimamente na direção daquilo que você não quer tolerar mais. O que eu quero de. Vamos falar de neurocientificamente, que eu quero. Eu quero que você comece a assumir o comando da sua vida naquele micro hábito. Da exemplo, de um ano, então o hábito precisa ser. Tem três características. Ele precisa ser pequeno, fácil de realizar e diário no mínimo dia sultais, que tem hábito que você não só tem durante o trabalho. Então, me dá um exemplo, John, hein? Do, então, todo. Quero emagrecer, quero que calça o feste, não vou mais tolerar a roupa apertada, eu vou emagrecer sem ter que gastar dinheiro corro. Não vou tolerar comprar um tamanho maior, eu vou emagrecer. Comprar o tamanho que cabe em mim, vou usar o tamanho que cabe em mim, e você tem que comprar um tamanho maior. Todo dia, no meu trabalho, eu coma sobremesa. Quer gratuito? Não tem comida aquilo que é sobremesa, é gratuito. - Ah, é fluido. - Está incluído, né? - Você pega ali um docinho. - Tem que mesmo, você é lá. Então, eu vou decidido, vou ficar na boca da sobremesa. É pra minha ser difícil esse hábito. Mas eu não vou comer sobremesa depois do amoso. Então, do dia 8, ao dia 30, você vai estabelecer de 1 a 3 pequenos hábitos que são simples de realizar, que sejam diários ou no mínimo no dia sultas, pra que você possa começar o teu processo de mudança daquilo que você não tolera mais. - É incrível, mas eu lembrei de um hotel que a gente ficou umas duas vezes, talvez mais, lá em São Paulo. E era um buffet, né? Assim, pra um muçáito, do mais, e as sobremesas tinham várias sobremesas, assim e tal. Mas não tinha só a sobremesa. - Tinha um moço aqui a tendia nossa mesa? - Que a gente tem mania de sentar na mesa, a gente vai gostar de sentar na mesa. - E fica na mesma mesa. - E daí vem a mesma pessoa daquela área. - E faz amizade com esse nome da. Eu teve até um hotel em São Paulo que o cara gostou tanto de mim que ele trouxe do último dia. Ele sabia que gostava doce de leite. Ele trouxe um pote doce de leite do hotel pra levar pra casa. - Você tem que ser menos, menos legal. - Menos expressivos, né? - Então, fica. - Aí essa moça, ela vinha e ela dizia assim, "Não, olha, aí é sobremesa, já escolheu lá sobremesas e a gente não vai pegar sobremesa, não, pegada, não, mas tem que pegar, né? Porque você veja, hoje se você come, nem vai engordar, então você quer ir sobremesa não afrutar, não adianta, então você quer, ela botava uma corda e já tá incluído, você vai pagar nada por ela, é só você pegar. - Coenjindo, né? - O enchindo, pega sobremesa, pega. - E não me venha com fruta, que é fruta, não é sobremesa, olha cá, rapá, há uma sevoza, é. - É uma perigosa. - Perigosa. - Cara, fruta não é sobremesa, se fosse um fôsse um fôsse. pode que este, eu teria posta essa frase aliás, talvez ganha a frase do pode que este, fruto? Não é sua brilhza. Cara, era isso aí. A gente chegou na terceira fase pra 90 dias você mudar de vida e alcançar as metas do ano. Então, veja, eu não tinha a meta. Agora tem, porque você já decidiu aquilo que você não vai tolerar mais, essa é a tua meta. Não vou mais tolerar a barriga, não vou mais tolerar, não ter dinheiro, não vou mais tolerar, a família é desorganizada. E aí eu falei pra você fazer o quê? Dizer o quê? Você vai botar um lugar disso, ó, você tem uma família que senta na mesa, vou ter uma calça que fecha. Isso é a tua meta. Isso é o que a gente tá trabalhando pra ser a sua meta. E a gente teve três etapas. E agora, as últimas duas etapas é o que vão garantir que a meta acontece. Então as primeiras três foi o grande café, pra você entender o que você não tolera, a semana da limpeza e da preparação da tua mente, pra mudança, a inclusão do hábito, na tua vida, até o dia 30, agora falta o quê? As duas últimas etapas, do dia 30, ao 60 e do 60, ao 90, que é o que vai realmente garantir que você alcance a meta que você tá estabelecendo junto com a gente aqui. Então você precisa ficar até o final, porque você não vai ter sido inútil que você ouviu até aqui. -Opa! -Mas agora chegamos na metade do podcast. Mada metade do podcast, passamos na metade longe, no podcast. -Vamos para a metade do podcast. -E eu falei que nesses comentários vocês vão ver que tivemos uma grande libertação. -Uma liberta, eu quero ver essa liberação. -E do mesmo jeito que a parte não sabe o tema do dia, muitas vezes ela senta, começa a gravar, sem saber qual o tema. -Eu não sei quais são os comentários. Eu trouxe comentários do podcast à fórmula de seis passos pra mudar de vida e parar de aceitar a mediculidade. E o primeiro, já comentário, é da Siu Souza. Ela falou que curtida um, e é tempo que eu não tinha uma pessoa que botou curtida um, curtida um. Sou 5.9, já estou fazendo a de vez de casa. Primeira curtida e primeiro comentário. -Vamos! -Azó! -Deboa ser! Você chegou chegando. E a nem dinha rosas falou "Patrgerônimo, esse vídeo não é uma boia, nem o Jetski, é uma búscula de moço do caminho, certo?" -Aquais pode ficar de fã muito incrível. -O Alison falou lá "Patrgerônimo", que é o Alison falando de verde landia, interior de Minas Gerarias. -Verdela landia. -Verdela landia. Passando aqui pra confessar que sou um 5-alma-seboza. -Eee! -Ou, su seu programa há três anos. -Eee! -E raramente para pra curtir, compartilhar. Mas estou incomodado com esse apelido de -alma-seboza. -Não tolera mais vezes. -Não tolera mais, exatamente. E de agora, em diante, vou curtir e compartilhar todos os programas. -Sava de fã! -Porque? -Sava de fã! -Ele poderia usar esse podcast pra isso. Não tolera mais ser chamado de alma-seboza. Qual é o hábito? Curtir assim que começa o podcast, encaminhar pra uma pessoa querida e sempre deixar um comentário que inclusive será lido aqui. -Amei! -E que espero que esteja na sua lista. Não tolera mais isso. E aí ele falou que vai compartilhar todos os programas, porque. -Pelo importância do conteúdo que vocês entregam. -Qui incrível. Desde que passei a acompanhar vocês, minha vida mudou pra melhor, mais foco, mais disciplina, porque a vida na média sufoca. Mudança de vida já. Vamo! -Vamo! -E aqui o comentário do Spotify da Carla. Parei a minha prancha na academia pra deixar ser uma seboza. -Pate, Geronio, vocês tornaram a voz do meu subconsciente que manda a calários meus sabotadores. -Incrijam. -É. -Estava fazendo cor pra quem não sabe, estava na prancha. Fazendo porquê você falou fazendo prancha? Eu parecia até porque a parte aqui em casa tem uma característica. Ela sempre pensa segundo e pôtesi. -Mas eu imaginei a prancha. -Ovo hoje fui eu, por que que exercicei? Será que aquela prancha era fazendo prancha? Aquela que fica retinha com braça, fazendo cor. Procurando aqui meus novos hábitos que vão sustentar minha mudança de vida. -Vamos ver. -Está começando com a gente para esse até que agora na gravação da Carla. Olha só, amo vocês. Vamo! Fala Geronio e pático, comentário da Valentina. Minifive aqui. -Me chamo Valentina, é do Spotify também. Tenho 13 anos e sou 5 a 1 ano. -Oi! -Oi! Hoje que deixei de ser 5 a 1 a sebosa. Depois de tanto tempo, inclusive me desculpe por isso. Mas quero dizer que já dei 5 estrelas. Estou seguindo vocês aqui no Spotify. -Que isso, valido. -Demitado de 10 anos. -Já tem 13 crescendo junto com a gente. Sava de pão pra falar no cima da pático. -Mera, é, é, é. -Pour uma alimentação. -Vou ir apagar. -Vava muito fácil que deixou uma seba. Eu trouxe isso, mas tem ainda muito mais. -Deixando ser uma sebaosa. -Mas ele olha ali. -Olha ali. -E aí? -Não, não tem, né, possível. -A sebaosa. -Aposto, há uma sebaosa. -Corte os rindos. -E se liberta de ajuda a tua vida, rapaz. -Cari, o Neri Net trouxe uma coisa do podcast. -A gente teria faltado. -Aqueles são. -O Neri Neto, ou Luis de Verdade. -Estão lá, Luis de Verdade, Ingresso, todo mundo filme forte. -O Neri Neto falou, cara, uma assunto da Uoto Podcast. Essa pessoa que reclama das perguntas de esmartização é minha esposa, Débora. Jerônio me defende aí. Eu tô tentando ajudar. Neri Neto já é coach. Eu tô tentando ajudar mais quase dormir na casinha do cachorro. -Perganta de esmartização, pra quem não é coach como Neri Neto, é. É quando a pessoa fala assim, "Eu quero ser feliz". Aí você pergunta, "Qui que é ser feliz pra você?". -Ah, é ter uma vida financeira melhor. -E o que é ter uma vida financeira melhor? Parece que a gente tá implicando com a pessoa, mas não é. É uma boa meta. É aquela que você consegue medir claramente. Então, por exemplo, eu vou emagrecer 10 quilos em 6 meses pra que aquela calça azul da loja tal, feche-me em essa meta. -Ai, seu cérebro entende quando você chega na meta. -É isso. Ele está tentando te ajudar. Confia. -Confia, já ferrei muito antes com a parte. A parte é sofrer. Primeiro, primeiro virado, o dia que a gente passou a junha. -Pou falar em meta. -E aí, Melinda, com essa meta. -Tivinei tuvida. -Tava na rede. -Você estava dormindo na rede. -De galinha. -Pour de galinhas. -Eu falei, "Ser feliz". -Ser feliz. Eu com muita amor, perruntei. "O que é ser feliz pra você?". -Ai, bom pensar. -Ai, bom pensar. -E assim começa o processo de colting. -E a frase, esse podcast não pode faltar, "Anna-calde a bombo foi. Tem a empatia. Todo mundo está passando por alguma coisa". -Tem empatia, todo mundo. -É uma pura verdade. Todo mundo está passando por alguma coisa. -Ele foram os comentários do FIPE. -Bom, entramos na fase do 31 ou 60. Ou seja, no segundo mês, é a fase da ortodontia. Sabe qual é a fase da ortodontia? Fé assim, ó. -Ajuste a pertínios. -É também. Quando você puxa o dente pro lugar, certo? E você tirou a parelho? O que acontece com o dente? -Vou até ficar torto. -Vou pra onde ele era torto. Então você tem que fazer as contensões, fazer os ajustes. A fase do dia 30 ao dia 60 é a fase da ortosabotagem. É a hora que você começou a fazer a cama. E aí o cérebro começa a achar aquilo ali meio normal. Aí você começa a dar aquela relashada. -Eja pegou o hit. -Eja pegou o hit. É a fase mais relevante. Tem um estudo que mostra que, em média, antigamente se dizia que os hábitos eram formados em 21 dias. Acho que quase todo mundo já ouviu isso. Mas nunca até ia. E eu fui buscar base científica pra repetir isso. Porque acho muito legal dizer que os hábitos se formam em 21 dias. Porque até raso, obviamente, simples. E aí, obviamente, não se vingou. Não existia essa base científica. Muito pelo contrário, a base científica mostra que um hábito. Ele se forma em média, ou seja, alguns hábitos demoram mais do 36 dias. Então esse 30 ou 60 é bem a hora que você. -O vai criar o hábito. -O vai. -O vai reinar. -E estrenar e o dente vai voltar a plugar a torto porque tirou o aparelho. -Então cuidado. Então, a fase do 30 ou 60 dias é a fase em que você vai ajustando o plano. Em que você vai fazendo a correção, faz o aperto do aorta ou dão tia, corrigi, "Ah, Geronino, mas tá tão difícil. A gente tem uma comunidade, uma da comunidade, não comando, que nós temos 21 princípios pelos quais eu vivo a minha vida. A Paulinha abreu, um pessoa muito querida, né? Ela diz "Giorno, você é um manifestador. Você traz pros seus alunos aquilo que você vive na tua vida". Então eu vivo a minha vida por 21 princípios, dos quais eu divido na comunidade, não comando. E o princípio número 5, ele é "Faço melhor que você pode com aquilo que você tem". Não é um princípio meu, ele tá filosofia, tô atéca, mas eu uso pra minha vida. Nesse eu tô num desafio, tipo "Ah, não dá pra correr uma hora". Pô, mas dá pra correr meia. 20 minutos, né? Meio é melhor do que nada. Por que? Faço melhor que você pode com aquilo que você tem. A gente já gravou o podcast aqui. Cara, que a gente não queria gravar o podcast. A gente quer quebrar a gente. -Que é a câmera que ele puder. -Ahh, tá. E gravando, fazendo melhor que a gente pudia com aquilo que a gente tinha. E a nossa. Hoje não, hoje tá que feliz gravando. Pra gente. Essa conversa que eu tô tendo com a parte aqui, a gente podia estar tentando tomar um café literal. E tá conversando sobre isso aqui. -O cara. -O cara. -O cara. Em qualquer lugar, aliás, eu diria que se a gente tivesse uma câmera e um. -E um microfone no carro, teria de melhor expontantes. -Se eles melhores episódios infinitos de né, de podcast. E as pessoas quando tiver a praia, praia, praia, fica uma hora daqui, e não, dava um episódio fácil. E na marca da parte das as viajadas dela, note. Aí que a gente vai meia. A parte faz umas perguntas e. "Meu lindo, se tivesse que acabar um esporte no mundo, você preferia que a cabaço futebol forna um, que são dois que eu gosto." "Fam por cá, a água tá onde saiu isso, dá?" E aí a conversa, e aí, não sei por que. Eu não sei como até que eu faço, eu pergunte a bufai, eu pergunte a bufai. Pergunte a bufai. "Mas eu não sei por que merda as d'água aí, eu respondo, mas eu respondo sério, porque eu começo a perguntar assim, porque. Porque eu pergunte sério, é uma potenda intenção, para saber se o é o que eu vou fazer. "Pandar para o pai, uma pergunta da tua pergunta." "Faiba, eu já sei qual é." "Deficio, você fez para mim tomando banho, não foi?" "Oi, eu desfeste que escolhei." "Olha essa, pai." "A cabarde não existe mais o mar." "Mar, caba, não tem mar mais." "Não tem mais mar, ou a água quente no chuveiro." "O que que você prefere?" "E o ador o mar, tendo o ador a acabar." "O que que você prefere ter, o outro é a cabez?" "O que você vai ter água quente no chuveiro, ou você vai ter água de mar?" "Mar." "O que que você prefere?" "Vive a minha vida, pai, por cinco minutos." "Pessoal, agora isso, não dura cinco minutos." "Eso dura 40." "Para mais, aí, quer dizer, aí eu falo a raparte." "Meu Deus." "Deixa o pai, veja o que eu vou fazer." "E aí eu vi com o raparte." "Então, vive a minha vida por cinco minutos." "A fase 4, ela vai, é a ortodontia, eu ajuste, eu finda a auto-sabotagem." "Onde que eu comecei a me distrair?" "Vamos dizer que eu decidi que eu não vou mais usar o celular nos primeiros meia horas do dia." E aí, daqui a pouco, já fiquei todo tempo sem usar, que eu tenho a sensação, que tá agora tá tudo bem, eu pegar. "Vai responder só essa pessoa aí aqui." "É, só hoje." E aí, vem um perigo da exceção. A exceção é muito perigosa, porque eu venho a 30 dias sem pegar o celular, e aí eu me distrai e pego. Então, do 30 ao 60 é a fase dos pequenos ajustes. "Cara, eu tô pegando um, ainda tô pegando muito no celular." Então, bota aí em outro quarto, em outro ambiente. Ah, não tem outro quarto na minha casa. Eu entendo, eu moro em 26 anos, numa casa que não tinha um outro quarto. Então, bota dentro do armário. Bota no banheiro. Bota no armário do banheiro. Bota outro lugar que você não acorda, que não seja do lado de onde você acorda. E dessa forma, eu. "Cara, não me java coisa, agora, eu fiz o contra, de quando eu dormi no coxonete, já levei um choque. Já levei um choque de verdade. Não é choquinho, é uma descarga elétrica que passa de um braço para o outro." "Acho que não." "Eu vou te contar minha hora, eu achei que eu ia morrer mais ali do que quando eu levei o tiro na barriga." "Não, eu achei que eu ia fazer assim." "Morri, morri, morri." "Eu te conto como foi, e foi uma coisa inteligente que eu fiz." "Ah, eu acho que eu sei o que você fez." "Muito inteligente." "Avis cura, não tava." "Avis cura, morri." "E foi muito inteligente que eu fiz." E aí do dia 31 ao 60, você vai fazer esses ajustes. No dia 61, cara, você já tá. Aí vamos dar um 50 e última fase. É a fase do dia 60, 90. Eu tenho que ser o mês. É a fase do I agora. "O que é a fase do I agora?" "É agora, construímos." "É, e agora, e agora." "Cara, três coisas que podem acontecer na fase do I agora." "Um, deu merda." "Não, não aconteceu." "Não está ali o hábito." "Porque que você faz?" "Volta pro começo." Tem uma fase do Ilyandoglas, um desembargador federal que eu estudei ele para passar no concurso público. Um cara ali, acho que eu admiro muito. Acabamos o Jananda Amigo quando ele vem aqui, a gente almoça e ele tinha uma frase que dizia assim, "Não há quem não passa em concurso, há quem desista." Eu trago pra quase tudo na minha vida. "Não há quem não viva de coach, há quem desista." "Não há quem não consiga construir um sistema de hábitos para sustentar os sucessões há quem desista." "Não, então não há quem não consiga chegar lá." "A quem desista?" "Então você vai ter que escolher se você está no clupo de que não alcançou o que queria." "Vai ter que escolher, voltar a tolerar." "Eu começado a dozer o de novo." "Salve-se, podcast, ovelho de novo." "Dá que é 90 dias." "Não, não zerei, não mudei minha vida." "Então ovelho de novo." "E começa a dozer, toma o grande café, faz a lista do que toleira, faz de novo." "Grupo 2, está em andamento." "Cara, a coisa está acontecendo, então é hora do que do e agora continuar." "Porque a gente vai sempre se perguntar, é hora de começar, recomeçar ou continuar." "Pra muita gente agora é hora de continuar." "Então continua, cara." "Que fica mais fácil, né?" "É isso, você já está, continua, continua." "Iva ter um terceiro grupo." "Grupo animal." "Ah, aconteceu." "A aconteceu?" "Eu consegui, a calça está fechando." "A aconteceu, minha família senta na mesa sem celular." "A aconteceu, eu tirei o doze e eu. " "A gente, é coisa maravilhosa, é a fenta de dito." "Eu vejo a gente ver, a gente entra na comunidade num comando, tem um lugar lá da gratidão." "A gente estava até esses dias, você estava na cerronia, que estava o cartô e convido." "Pelo deixe eu mostrar pra vocês a área da gratidão." "Cara, eu fiquei rolei, rolei, rolei, rolei, não acabou." "De quantas pessoas transformaram sua vida na comunidade num comando e não conseguiu chegar no final." "Eu falei, tá bom, parja, aí tem dito que tem muita gente grata lá, porque a vida dela foi mudada." "Então, algumas pessoas vão ter a sua vida mudada, porque fizeram esse simples sistema." "Porque, seguiram esse simples passo a passo." "Ah, gerou uma migui por esse processo, migui pra eu saber aprender a construir hábitos de forma consistente." "Os mesmos hábitos que te trouxeram até onde você tá." "Mensina, elevar o nível dos meus sistemas, pro meu sonho crescer junto." "Mensina, é isso que quero saber." "Cê quer que eu crie um treinamento baratinho, preço simbólico, porque eu não quero mais trabalhar com curioso que só reclama." "Se eu criar esse treinamento, você vai pra ele, você toparia, me deixa saber, cara." "Cara, é tão gostoso, é tão gostoso. Às vezes a gente acha que só uma coisa muito extraordinária vai fazer a gente sinto no topo do mundo." "Mas você defini que você vai fazer uma coisa, você fazia aquela coisa aquilo acontecer e traz o resultado que você quer." "É muito bom, você se sente no topo do mundo, você sente, cara, em dia, no comando, é muito gostoso." "Aquela conta, aquela conta que você não sabe aí, você pega, resolve, cara, as vezes é uma coisa assim, o pneu do carro que tá furado e você tá no step e não resolve o step. Agora ficou furado, porque você botou, né?" "Cê só umas três coisas assim." "Cara, a vida volta pro comando imediatamente, né? Se o próximo passo, me deixa saber esse treinamento ser curtia." "Cara, eu deixei pra você aqui, vou te me achar, procurar uma promoção que exista, achar algum bom preço, pelo menos algum lugar que você consejo comprar arte de falar e fazer. Uma teoria revolucionária pra vencer a procrastinação baseada em evidência científica, isso aqui é sem dúvida nenhuma, o melhor livro, tem mais de 100 pesquisas aqui dentro, e você vai conseguir vencer a procrastinação a partir de um livro e. Se você trocar rede social em uma semana, você ler o livro, tá muito gostoso de ler o livro, então compra e ainda tem coisa boa. Meu direito autoral não recebo, eu pego ele, doupo, combate a fome infantil e eu e você ainda vou me alimentar algumas pessoas. Compro o livro, me deixa saber se você quer o curso, bota em prático que a gente acabou de ensinar aqui e encaminha o raio do podcast pra alguém que você ama e para de tolerar ser uma cebosa. Um abraço, a gente se vê por aí e. Vamo, vamo, vamo!
Podcast Summary
Key Points:
A frase central é
O podcast propõe um plano de 90 dias para transformar a vida e alcançar metas antes de 202
A primeira etapa é o "Grande Café"
O palestrante divide o público em quatro grupos
A mensagem final é que a vida é um jogo de comando
Summary:
O texto apresenta uma palestra motivacional sobre assumir o controle da própria vida. O palestrante argumenta que tudo o que temos atualmente é resultado daquilo que toleramos — desde um emprego insatisfatório até relacionamentos ruins e hábitos prejudiciais. Para mudar essa realidade, ele propõe um plano estruturado de 90 dias, com início ainda em 2026, antes de 2027.
A primeira etapa, chamada "Grande Café", consiste em um momento de reflexão fora de casa, onde a pessoa deve listar tudo o que está tolerando em sua vida. O palestrante enfatiza que não se trata de agir impulsivamente, mas de reconhecer padrões de tolerância que impedem o crescimento. Ele cita exemplos como tolerar um trabalho que causa burnout, um casamento indiferente, dívidas no SPC ou até mesmo uma barriga que não cabe na calça.
O discurso reforça que a vida é um jogo binário: ou você está no comando ou está sendo comandado pelas circunstâncias. Não existe meio-termo. O objetivo do plano de 90 dias é justamente resgatar esse comando, permitindo que a pessoa saia da "média" e alcance suas metas. O palestrante também interage com o público, incentivando comentários e compartilhamentos, e oferece um livro autografado como sorteio para quem ajudar o podcast a crescer. A mensagem final é de esperança e ação: ainda dá tempo de mudar, desde que se pare de tolerar o que não serve mais.
FAQs
O 'Grande Café' é o primeiro passo de um plano de 90 dias para mudar sua vida. Consiste em sair de casa, ir a um lugar prazeroso (como uma cafeteria ou parque), e refletir sobre o que você está tolerando na sua vida, pois você só tem aquilo que tolera.
Sair de casa é importante por uma razão neurocientífica: ambientes diferentes, como uma cafeteria ou praça, podem gerar um ruído branco que ajuda na concentração e no foco, permitindo uma reflexão mais profunda.
Significa que tudo na sua vida — emprego, relacionamento, saúde, finanças — existe porque você aceita a situação atual. Para mudar, é preciso identificar o que está tolerando e decidir agir para transformar.
Os grupos são: 1) quem não tem meta; 2) quem fez metas mas esqueceu; 3) quem sabe a meta e está trabalhando nela; 4) quem já alcançou a meta e busca a próxima. O podcast é para todos, exceto quem desistiu de viver.
Curta e siga o podcast no Spotify, compartilhe o link, e deixe nos comentários frases que chamaram sua atenção. Quando o podcast estiver entre os 10 mais ouvidos do Brasil, um livro autografado será sorteado.
No primeiro dia, realize o 'Grande Café': vá a um local agradável fora de casa, pegue papel e caneta, e liste tudo que você está tolerando na sua vida — desde problemas no trabalho até hábitos prejudiciais.
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