O episódio do programa "Inteligência Limitada", apresentado por Rogério Vilela, inicia com uma introdução descontraída, agradecimentos ao patrocinador Insider e distribuição de camisetas aos participantes. Em seguida, os convidados se apresentam: de um lado, defensores do design inteligente e criacionismo, como Marcos Eberlin, João Paulo e um físico criacionista; do outro, cientistas como Pirula (biólogo evolucionista), Felipe (astrofísico) e Sacani (geofísico), que abordam a ciência sob uma perspectiva naturalista. O debate é estruturado para discutir ideias de forma respeitosa, focando em temas como a validade do Big Bang e da evolução. Os criacionistas criticam o modelo do Big Bang, argumentando que ele carece de evidências sólidas e envolve fenômenos desconexos das leis físicas, enquanto os demais participantes se preparam para contrapor com visões científicas convencionais. O ambiente é de diálogo, com ênfase no embate de ideias sem ofensas pessoais.
[MÚSICA] Olá, terráquios! Como é que vocês estão? Sou Rogério Velhera, está começando mais uma inteligência alemitada, o programa da limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador e hoje, excepcionalmente por parte do mandíbulo, que está de volta, que também. E aí, mandíbulo! [Risos] Eu esperava, é sem mandíbulas. É, eu não estava esperando mesmo, me pegou de surpresa, não contrapé. Exatamente. E sempre trazemos pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais combativa do que a nossa, que estamos aqui nesse porão, já estão os entregando os pontos, não é, ou o Paquitô? É verdade, cara, a gente é mole no combate, né? A gente não é muito bom no combate, onde teremos um debate de altíssimo nível, vocês pediram e trouxemos só a seleção aqui. É final de Copa do Mundo, e vocês estão com a gente aqui, mas vamos falar do nosso patrocinador antes, que tem muito presente aqui. Não é o Paquitô, a gente trouxe aqui camisas, bastante coisa da Insider, não é? É verdade, tem presente para todo mundo aí, vai? Para todo mundo mesmo? Para todo mundo. Então vamos lá. Então você terá a cripta aí de caso. O episódio de hoje é novamente patrocinado pela nossa parcerona Insider, para divulgar essa camiseta que estou usando aqui, ó, Tech-T-Shirt. Você já conhece, né? É a melhor camiseta básica do mercado, sabe, por quê? Porque ela tem ação anti-odoro, ou seja, ela é produzida a partir de uma fibra nobre e respirável. Tem ação antibactericida no próprio tecido possui rápida, absorção e evaporação do suor, gerando um conforto técnico absurdo, absurdo em francesa ou mandíbula. Como que é absurdo? -infrançais? -E absurder? -E um. -E um. -Spanhol. É o absurdo. -Injaponês? -Ingashin. -O tesouro, não. -O tesouro. O tesouro é pelo menos duas vezes mais macio que o algodão, só de tocar, dá para sentir uma ciência. E aí, o tigimento é muito mais o queficiente e duradouro e além de ser ultra respirável, não precisa passar, pois o tesouro desamassa no corpo. E olha só, o sacanico está aqui com a gente, o Raim aqui está aqui também, está na outra câmera, vai aparecer daqui a pouco, já são também parcer dos Insider, não é? Serão da Insider, não sabe para a grande Insider história. Tem sempre a gente do Insider, é a coéquita também ou não? Cara, eu gosto muito da camiseta, principalmente da texte-church da performance, também que tem um estranho luzinho. -Tecnologia da NASA. -Eu roubei do pacote de vocês, porque nunca me mando a humêia. E aí, eu peguei. -Aa, achou que não gosta da seiaia. -É, é um que tiver faltando humê, eu fui o que peguei, tá? -Ele, está bom. -Pakeito, língua e a altura aí. -Língua e a altura aí. -Uma ação, mesmo. -Uma ação. -Aa, a outra pra cima. Ó, vocês, os outros que estão aqui ainda não são parceiros da Insider. Pois, Insider. Cadê a parceiria? Com o pirula, com o ebeli, com o João e com o adulto. Tá dando um molinho aí. E quem assiste em inteligência limitada tem vantagem, claro. Copão desconto maneiro para o pessoal. No SIDE da Insider, ainda tá rolando aquele kit de texte-church pra você aproveitar com 12% de desconto, utilizando o meu copão em inteligência a 12. Tem que ir recô de na tela, não tem? Exatamente, tem que ir recô de na tela e tem link na descrição. Exato, agora vamos aos presentes aqui. Então, olha que um kitzinho pra cada um. -Opa! -Ela, velhinho. Muito obrigado. Aqui, cadê o Ryan? -Nada com Ryan lá. -Era com o Sergei? Eu sei, já tenho cuidado. -Ama, que temos uma surpresa. -É. -Temos uma aqui no Sergeão. E aí, dá. -Cera. -Para ficar, claro, que tem tamanho. Tem pra todo mundo aí, né? -Eu acho que é setejeito. -Opa, isso, hein. Tem que mandar para os Estados Unidos aí para o adulto. -Ei, sim. -O insider. Nossa, essa camiseta é tão maravilhosa que eu acho que eu vou enquadrar. Olha só. Depois se deixa aí com a fabia aqui. -De mais. -Serra, então. Ah, seja a usa, né, se a gente já usa. Insider sabe o que é legal, né? Que ela faz camiseta do mil tamanho. Exatamente. O meu é G indo pra GG. -Pirou também, G, né? -Está pequenininho ainda. -Você. -M? -Eu creio que é Rm pra G. -Está. -Ependo o modelo. -É, velhinho. -M? Pra G, né? -Opa. [Risos] -E isso é pra GG. -Ainda mais para essas preturas aqui. -É, é, é. -Eu queria que cada um. -Satentação, hein, que. Quando é um programa especial assim, eu peço cada um de suas credenciais. Se apresentem. Se tem livros, já mostra. Já. Já descridenciais. Se apresenta por público aqui. Eu vou começar com. Eberlin, sua câmera é. Qual que é aquele? Aquela que é ela? Aquela da esquerda, né? -E só, olha. -É. Eu sou Marcos Eberlin, professor, escritor, cientista, químico. Sou presidente da sociedade brasileira do design inteligente. Mas queria deixar bem claro que eu tô aqui. Como Marcos Eberlin, então, no design inteligente, a gente defende que uma mente inteligente fez o universo, fez a vida. Mas fora do design inteligente, todo mundo do design inteligente pode ter só opinião filosófica e teológica. E eu aqui, eu vou expressar minha opinião filosófica e teológica. Eu defendo que o Deus descrito na Bíblia fez o universo, fez a vida, e os vezes prontos. Então eu sou esse heréje dos heréjeos dos heréjeos aí. Eu defendo também que o universo é novo, a terra nova, que a vida tem sinais claros de um design inteligente. E esse design inteligente bate muito bem com Deus descrito na Bíblia. Olha só. Então é isso, Marcos Eberlin, o heréje dos heréjeos que estará aqui defendendo sua posição com o meu amigo Pirula. Faz tempo que a gente tem um de Cv, né, Pirula? Sergião, ó, programa ser maravilhoso. Viu sergião, bacana. É algumas coisas que acho que a gente precisava acertar, mas é muito novo. - Oh, porra! - Ok! - Apa! - Apa! - Já começou! - Ei, eu pincou a legado ratinha, né? - É, privilégio está aqui de novo com Vilela, com o Paquito, né? - É, quero lidar. - O mandíbula, né? - O mandíbula da Santilla. - Eu sou um Paulo aqui, meu escudeiro hoje, né, João? - João, já é que já. Começou a primeira vez, já começa a se apresentando também tua câmera da direita, lá. Meu nome é João Paulo, eu sou cientista da religião, sou formado em ciências sociais, mestre em ciências pela religião. Sou, estou entregando minha tese de Deus quiser na próxima semana para o doutorar de ciência da religião também. Tem artigos e publicações na área de saúde coletiva, na área de. Segura nossa pública na área de ciência da religião. Segundo o Google, tem mais de 160 citações dos artigos que publicei. Tem um livro que é a minha descertação de mestrado que eu queria, inclusive, distribuir aqui para vocês, esse aqui é do Vilela. - Mostra aqui, ó, em cima dessa aqui, aqui que aparece lá na câmera, é coloca aí. - No lado da batata aí do molho. - Entre a batata, o molho e a gargada. - Vamos deixar aqui então. - É, tem um do sacan, e tem um depois do distribúlio. - O pessoal, isso aqui é minha descertação de mestrado. - É, é, é, é. - Essa aqui, tá tudo aqui. Essa aqui foi minha descertação de mestrado, em que eu trabalhei o sistema de criança dos Ateus, e com ele, com ele tem relação com a própria aprovação, ou. o Darwinismo virar um paradigma, como o cientificismo do século 19 ajudou o Darwinismo a virar um paradigma. E aí, na primeira parte, eu trato dessa questão histórica, na segunda parte eu trato só de genética, de como a genética, ela desmente vários montos da evolução, e na terceira parte eu trato de uma parte sociológica, onde eu falo "porque é que mesmo. tendo tantos elementos que contrariam a evolução, ela continua sendo ensinada e como um paradigma que. quase que não pode ser questionado". Aí eu entro com o FUCU, né, que é o sistema de controle de discurso. É, eu também há dois meses atrás, fui convidado para apresentar um programa, chamado Desse Frã da Ciência, lá no canal do TDI Brasil, se inscrevam lá, tá pessoal. E se vocês quiserem me acompanhar lá, acompanhar o professor, tá em muita palestra, muito vídeo, muita coisa legal lá no canal do TDI Brasil. Agora é com você, a douto, que tá aí direto dos Estados Unidos, que se dá a que você dá a doutor. Mas duas horas ao norte de atlantar. Estou escutando bem, rapaz, muito obrigado, viu pela oportunidade. Joga parabéns pela equipe em conseguir fazer toda essa conexão, aí vai minha gratidão, aí é todo esse povo que fez a coisa acontecer. Muito obrigado. Olha, eu sou formado em física, esses últimos 30 anos, praticamente, da minha vida, trabalhei para várias empresas, fazendo pesquisas, atualmente o trabalho aqui nos Estados Unidos, eu sou senior, application physicist, de uma empresa chamado Vertive. Estou colocando alguns, um laboratório praticamente aqui, de spectrometria e também de calorimetria. Trabalho com essas duas áreas, trabalho também com outras áreas relacionadas, com principalmente a ideia do criacionismo e coisas assim. Tem sido, já há uns 30 anos, aí, trabalhando em cima disso. Tem alguns livros publicados, um deles que é um dos mais conhecidos, como tudo começou, tem um sobre gênis de escapitulos 1 e 2, literalidade. E assim, só para dar um plano de fundo, eu já fui por muitos anos, evolucionista teista. E o abandonei o evolucionismo teista, porque estão em científicas e não religiosas. Então hoje eu estou aí na briga, defendendo essa ideia, porque a ciência sabe o que foi criado a diferença entre o que teria sido criado e o que teria surgido espontaneamente. Isso é fascinante. Em cima disso é onde eu trabalho.
[MÚSICA] Sendo. O. Aqui não sei se é o mandíbula, o Paquito vai estar com a tua imagem, é só levantar a mão lá que ele te joga aqui na discussão, tá bom? -Ela é a senhora, senhora, senhora. -Brigado, galera. Obrigado. Agora vamos com o outro lado, né? Do outro lado do corner, naquilo que vamos conversar pelo perula. Famoso por suas. suas lives, é. -Compós dizer assim. -Curtas. -Curtas, né? -Mumeras. -Curtas, né? -Mumeras. -É como é forma de formação nos espaços, né? -Exatamente. -O. -Ela se dura três, me gula oito bilhões de anos, é perulada. -É um pouquinho. -Muito tempo atrás! -Eu comecei. -Olava. -Tá câmera aquela lá. -Consegue vecinar de CNC, sem ter o comiço e o final, né? -Não, não é bem. Mas, bom, eu. Pra quem me conhece na internet, aí eu sou o Pirula, tenho o canal aqui no YouTube, eu sou biólogo, paleontólogo, né? Mestrado doutorado em paleontologia de vertebrados, né? E sou. Como eu falto, é uma doze anos fazendo vídeo com internet, já. E comecei falando, e batiu o recorde do Vilela de Live mais comprida. -Do mundo, né? -Mum de ar. -Tinha que lá e me sensesse essas comemorativas de somar os convidados. -E não, não é? -Semparapos, em nove horas, a braço puyapos. E aí, então, aí, pra conversar, né? Então, aí, pra conversar. Eu sou a teu, mas isso vai ser irrelevante hoje. -Promente. -Tá bom. -É. Jaime, cadê você, Jaime? Corta pro Jaime, hein? -Precate, eu tô aqui, tô aqui. -Pilipi, Jaime. E aí, agora é tua hora, aí, Felipe. E aí, Felipe, Jaime, pra quem não me conhece, eu sou a astrofísico, formação, e trabalho com divulgação científica há sete anos, fazendo vídeos, lives de lançamento de fogates e esclarecendo conteúdo relacionados a astrofísica em geral. E é muito legal estar aqui com todas essas pessoas que eu respeito todas elas, as todas elas incríveis, tanto dos lados, digamos, assim, adversários ou não. E eu gostaria de começar só dizendo uma coisa muito legal pra todos vocês. Isso aqui é um debate de internet, ok? Não representa a academia. E eu respeito todos vocês aqui adversários no sentido de que ideias não precisam ser respeitadas. Então, vocês podem bater a vontade big bang, o que vocês quiserem que eu não gostaria ofim. Eu gostaria ofim, de não levar em nada pro coração, ok? Exatamente isso, do Hagel High. O Jaime falou uma coisa muito legal, né? A gente vai debatear a ideia, ninguém pode ficar ofim dido por discordar de uma ideia, ninguém que vai falar do pessoal, na você, na atual, aquele dia você tomou uma multa de trânsito, então você não pode falar isso. Então, a gente aqui, pra vocês estão em casa, a gente, por mais que a gente aqui, vocês vejam em alguns momentos que pode ficar um pouco mais acalourado, mas em relação a ideia nunca a pessoa. É porque é ser formado naquela área, que você não pode falar daquela área. Ah, pesado. E o que ele falou não é a academia aqui, né? É um papo solto aqui, tanto que a gente até perguntou se precisava de cronômetro, tudo não falou que não precisa, todo mundo educado aqui, se alguém achar que. Erola, esse mequebra, querola, isso mequebra, né, virulana. Se alguém achar que está falando pouco, não lemontar a mão, a gente passa a palavra, vamos escutar o amiguinho terminar, pra gente comentar, as vezes só fala "putz", eu quero só depois pontuar isso daqui, deixar ele terminar e depois volta pra aquilo. E agora, faltou o sacane que já deve ter vivido tantas vezes aqui, também que é a segunda casa dele aqui, né, essa cane. Segunda casa, tanto que o porteiro aqui ele já vai lá, vai lá, foguei, já conhece. Já conhece, gordou foguei, está área aí galera, sumiu meu? Ah, lógico, isso aí tá certíssimo. Um sal aí pra quem não me conhece nunca vi viu aí, ser sacane, formado em geofísica, e tem um mestrado em engenharia de petróleo, doutorado em geocciências, trabalhei muitos anos embarcado, tirando petróleo aí, tem o, no meu currículo, a coisa principal, é eu adquirir o dado do pressal, entendeu? Então, o primeiro posto de pressal que forou foi no dado que eu adquirir. Então, um sal aí pra galera da petróleo, não, não, não processei, não fiz nada, não, só adquiriu, tava no navio que adquiriu. Eu peguei o dado, se não fosse eu, eu não ia ter o dado, o cara trabalhar. Tá vendo? Tá vendo, só? Mas, tô aí na internet, não, sou astrônomo, tá galera? Muita gente fala que eu sou astrônomo, não sou, sou, no máximo, beirando ali, astrônomo amador que a gente fala, gosta de observar o céu e coisa e tal, e tá aí junto com o Felipe, onde a gente faz vídeo, lançamento de foguete, fazemos vídeo aí de temas aí da área de astronomia, da geologia, da geofísica também, e não vai ter o problema, vilera, é quando começa a falar inglês, né? É. Aí dá problema. Então assim, ó, a douta que tá nos Estados Unidos, principalmente, você que tá morando aí, que tá vivendo esse tempo, tá proibido falar inglês, aqui tá? All right, all right. A gente vêmos aqui um debate que no meio do debate começou a falar inglês, então. Então tá falando em língua, né? É língua, exatamente. Mas é isso aí, não, falar que, cara, debates são sempre bem-vindo e conversar e discutir ideias, e tudo isso é. Um das coisas mais legais que tem, então tem que descordar, tem que descordar, imagina que só do mundo gostasse, todo mundo gostou, você é todo corinte, assim, é que é vindo, cara. Cara, a gente tá sofrendo, tá sofrendo. Só preencher mais. Mas é isso aí, valeu. Pessoal, aqui eu não sei como a gente pode começar, se a gente pode começar por um tempo, você quer. Ó, Vilela, eu queria presentear o Pirola e o Sergão e o Felipe com o meu livro, ó. Olha aí, vamos planejados, é uma é o descoberta científica de todo o tempo. Você mandava por meio cada capítulo que você escrevia. Verdade. Você escrevia um por um antes de publicar. Você escrevia na internet, um aplicativo, o Sergão, olha aí, pra você, tá? Faz tempo, né? Você começou a escrever isso aqui? Ó, eu escrevi, começou a escrever, faz. No 2001, não lembro mais. 10. Mas aí, um rapaz fez um. E esse aqui, pro Felipe, viu o Felipe? Aí, daqui também, a gente já tem. O. Graças não, porque não posso falar em língua, então. Vilela, obrigado. Vilela, você fala em inglês? Fala, fala, fala. E sim, só ler o suporço. É, esse aqui, o lanceiro de Estados Unidos, quando eu lancei em Estados Unidos, ele ficou. No número 1 em evolução, Pirola. Olha só. É, no Fortnite. Depois ele ficou número 1 e. Ciencias? Depois ele ficou entre os mil mais vendidos na Amazon, um período. Aí eu entrei na lista, ali, pra ver se o Paulo comia ele estava entre os mil mais vendidos da Amazon, ou não estava. Então, esse é meu grande orgulho, olha só. Pelo menos um período curto da história, eu ganhei do Paulo comia ele, olha só. E o Fortnite é o que foi publicado depois como a antevidência aqui no Brasil. Ah. -E isso. -Bela capa, já falando, eu também sabia aqui, né? -Es, ficou linda, né? -Ficou muito boa. E ele tem endócio de três ganhadores de prêmios Nobel, porque o pessoal acha que prêmio Nobel vai necessariamente ser naturalista, evolucionista. 90% dos ganhadores de prêmios Nobel, homens que criam, que creem, que continuaram, creem de Deus. 67% de cristãos, 22% de judeus, e eu brinco, né? Só 10% de ateus, eu digo que Deus dizem-o pros ateus. -Vamos ver, por isso. -E 90%, a ciência tem sido feita por homens que crêm em Deus. -É, vamos discutir. -Então, podemos discutir. -Então, vamos lá. -Ara, vamos. -Quem começar por isso? -Vamos lá, não, não. -Não, não. -Eu vou ter assunto mais legal. -Eu pedi para os dois grupos me mandarem temas e eu vi aqui logo de cara que um tema que os dois mandaram é sobre o Big Bang, né? -Sim. -A questão do Big Bang, o início ou não é o início, as fotos do James Webb, fiquem à vontade para começar, quem quer começar? -A gente tem uma bompa começar, porque vai indo de lá de trás para cá. -Vamos em começar? -Vamos começar, gente. -Vamos começar, vamos lá. -Eu vou ficar mais quieto nessa parte. -Eu fui Big Bang, por 40 anos, o Big Bang. -Bic Bangista pegou? -É, isso daí me pareceu, né? -Vamos no seonista, né? -O papito é Gang-Bang. -Vamos, está falando. -Vamos falar. -Deve ser do Big Bang, foi defensor do Big Bang por 40 anos. -Então, eu achava que deu, inclusive, dado a partida no Big Bang, que existiu Big Bang e que deu, era aquela faiz. -Ai, que deu. -E que, de fato, todas as evidências físicas e todas as evidências do cosmos apoiavam o Big Bang. -A chava que a radiação cósmica de fundo era uma evidência pro Big Bang, tudo mais, que as estrelas tinham se formados, galáxias estruturados. -É 40 anos da minha vida. Eu dava aulas sobre a evolução química, sobre evolução bioquímica, falava do Big Bang, -da nucleocíntese, como todos os elementos da tabela periódica teriam se formado nas explosões sucessivas de estrelas e tudo mais. -Mas, em 2008, eu fui desafiado pelo Augusto Nicodemos, né, Perú, lá. Foi seu chefe também lá na maquese, né, gente? -É, Perú, como é? -Mas, o Nicodemos teve aqui também. -Ele é muito legal. -Já conheci o Perú, porque ele me convidou, o Perú, me convidou para dar uma palestra. -Não, eu não te conhecia, foi o Augusto que fez a ponte para a vida. -Para, é, e eu dê uma aula de design inteligente na aula do Perú, olha só. -Ele foi em 2008, em 2009. -Então, às vezes, em 2008, o Augusto Nicodemos. -Ele viu algo?
- Estava lá. - Assistiu, por favor. - Assistiu. - Já não tanto? - Acho que não consegui convencê-lo muito bem. - Não deu certo, né? - Eu acho que meus argomias da época não eram muito boas. E em 2008, o Augusto Nicodemus me convidou para o Simpos e da Arvinhias Môs. E naquele momento, eu comecei a reavaliar minhas posições. Eu digo que eu comecei a estudar melhor o BigBank. E a começar a estudar melhor também a evolução. Aí eu percebi que, de fato, o modelo não tinha, realmente aquelas evidências sólidas que eu acreditava que tinha. Então, por exemplo, de repente, nada, pegou nada, pra nada, por nada, e bom, criou tudo. O início do BigBank é um fenômeno bastante. bastante desvinculado das leis físicas, inclusive dentro da singularidade, diz que a física nem se aplicava lá, que as leis da física nascem dentro daquela singularidade. Aí, como sou químico, depois que todo o processo ocorre, você tem uma nuvem gasosa em expansão. E essa nuvem gasosa é expansão, por tudo que eu conheço dos processos físico-químicos de dinâmica de partículas, de gases que eu estudei na física química durante o meu curso, ela deveria continuar a expansão eternamente. Aí eu percebi, como modelo, de repente, a pelava pra matéria escura, que não tem nem partícula fundamental, para que fazia com que aquela massa, assim, colapcense, e, sim, mesmo. Falei, "Pá, tem algum problema aqui". Aí, de repente, você vê que mesmo com a ajuda da matéria escura, você precisa de ondas de choque. Aí eu fui ver que ondas de choque seriam essas sênios explosões, e supernova, então é um modelo que usa estrelas para explicar o nascimento das primeiras estrelas. Aí, depois, você fala, "Não, mas a poeira cósmica ajudou, a poeira formada nas explosões das estrelas". Aí, depois, você vê que a temperatura do universo é homogênia, é a problema do horizonte. Como é que o modelo explicou? Ah, porque, em 10 a menos 34 segundos, até 10 a menos 36, ouvi-la, ouvi-la não sergê-lo, né, sergê-lo. É, teve uma inflação. Uma inflação, uma força misteriosa, faz com que o universo se espunda de uma velocidade muito rápida. Mas rápida do que a velocidade da luz para homoginizar toda a matéria, a temperatura. Falei, "Dal, onde surgiu isso?", mais um grande milagre do Big Ben. A inflação. Aí, essa nuvem gasosa, em expansão, formas as estrelas. Olha, nem a matéria escura ajuda. Você tem que ter ondas de choque, você tem que ter poeira cósmica. Aí, as galáxas se estruturam. Tá bom, tudo bem. De repente, como é se explodir, tem toda a núcleo, sim, se forma uma poeira cósmica. Aí, essa poeira cósmica forma os primeiros meteoritos, lá, primeiras roxinhas que, agora, pelo modelo da cressão, vem colite a energia cinética, transformada de energia interna. Aquela colisão funde as roxas e as roxas começam a se grudar. Eu brinco, né, eu acho que se eu efeito super bom, um decósmico, não é? Vai colando as roxinhas. Agora, uma roxa incandescente, esfria e forma o planeta Terra. Naquela estrela, naquela poeira cósmica que estricundas estrelas. E essa Terra, que se formou de uma roxa incandescente, esfria e não tem água. Aí disse, "Não, olha, vem, dá onde ver essa água". É uma das teorias aqui. Blocos de gelo foram atraídos pela gravidade de jupter e jogados na Terra. Eu digo, vai se que mira sensacional, não? Até pequenininha, os blocos, bate aqui. Fomos medir a razão isotópica da água da Terra, hidrogênio, oxigênio, num bático água que nós temos aqui. A lua, uma lua, ela é sobre natural. Pelo modelo, a lua não devia estar ali do lado da Terra, ela é grande de base. Ou ela seria atraído por gravidade, ela é repelida por gravidade. Aí vai no modelo, assim, um astro ateia, que bate na Terra, arranca roxa incandescente e forma a lua. Aí você vai ver a lua. Ela está do diâmetro certinho, ela está se certinha na gravidade certinha. Pra que a Terra tenha inclinação certinha de 23 graus e meios pra que as estações certinhas se estabeleçam na Terra. Foro fazer um cálculo da viabilidade dessa colisão da Terra, com a Terra é zero. Sede os limites probabilísticos de borel. A fórulha, acho que for o que tem que encontrar, foram na lua, pegar o material da lua, eu criei o que foi, mas pegar o material da lua, se a Terra estiver se colidido com a Terra, a composição química da Terra e da lua seria diferente, deu igual. Aí você tem um planeta Terra com mais de 1.200 condições, eu estou fazendo essa lista, únicas que só a Terra tem. Como que esse planeta absurdamente bem estruturado teria se formado nesse processo? Então nós temos nessa sequência do Big Bang, uma cascata de milagres sem santo, porque o meu milagre tem um santo, tá? - Que adiões. - É, sim. Mas uma cascata de milagres sem santo, que eu comecei a estudar a luz da química da física, e eu comecei a estudar também nessa região, um pouco de astronomias, cosmologia, porque eu digo agora que eu virei um multidisciplinar, não só químico mais, veis tudo biologia, tudo bioquímica, tudo biologia moleculagem ética, também a fundo, é cosmologia e tudo, quando eu comecei a estudar, eu percebi que o modelo não fechava as contas. Aí vem o James Webb, tira foto, o universo não deveria estar pronto, não deveria estar estruturado, você vai lá naquela foto magnífica do Hubble, o Hubble Deep Field, que o Bob Williams insiste um em tirar, porque é falado para ele nessa região, "Cara, não tira, porque você vai vir uma foto totalmente negra lá, assim, muita coisa, o universo prônico, - Essa foto que você está vendo. - Essa é. Não era para parecer nada, ver se é ver as estruturas, as galáxias estruturadas, massivas, brilhantes. Eu acho que mais para, é. - Comuncio de tvão, é pra eu ir um "heim" bem? - É. Eu estou falando de Big Beas, que melhor o "heim" dizer, então "heim" vem aqui. Isso. Aí eu falei assim, cara, "Está vendo, o universo está pronto, foi feito pronto, estruturado, e aí eu passei a não acreditar mais no Big Beas, e hoje eu entendo que o universo vai feito pronto, o estruturado pronto". Por isso que eu sou hoje. Não defendo mais o Big Bein. Tireu Big Bein da minha lista. A radiação cósmica de fundo, os outros modelos também explica. Tem problemas na radiação cósmica de fundo, tem o universo parece que não é tão homogêneo e isotrópico assim, né? Tem um polo mais quente com o outro, tem o correixo do mal, tem um buraco lá que é o. É que fala assim, "Nora, uma colisão com outros universos". Não tem essa festa suficiente para achar que esse modelo é cheio, aí as galáxias estão separando, afastando. "Ah, então é tal uma da energia escura". O modelo está sempre acurrendo atrás dos dados. Eu acho que o James Webb com o Raboko Deep Field, James Webb com essas fotos, foi a padcal, não foi a prova definitiva que o Big Bein não tem viabilidade científica. Foi a padcal, já havia acumulado uma quantidade imensa de evidências, contrárias ao Big Bein, que me fizeram convencer que não era um bom modelo pro início. Quando via as imagens o de uma da bifólica. Aí eu acho que as fotos, atropelaram-os com os módigos, que estão procurando até hoje a placa do caminhão que atropelou. Então a corra, vamos. E o apesar do saco e o saco é descerando. Vamos falar do caminhão. O modelo é exatamente o que a gente deveria ver pelo modelo, não foi. Foi um casasse. Vamos que a capota saí um artigo acessível. É isso. Para tentar explicar para quem não está a par, que foi quando que foi. É uma uma bifólica dessas imagens. Vamos começar a explicar primeiro um negócio, para explicar para a galera de forma geral, que tem uma palavra muito importante que o Eberlin fala, que é modelo, viu, galera? É uma palavra modelo. O que é modelo? O que é modelo? Isso é o principal de tudo, cara. Por exemplo, eu venho aqui para você e fala assim, "Cara, eu tenho um filho que tem 14 anos, cabelo, preto, olho, preto, você começa a fazer." Imagina. Você imagina. Isso que você está imaginando a gente dá um nome. O que é? Modelo. Isso é o modelo. É um modelo mental, é uma imagem. Você está fazendo um modelo do que. Por que você está fazendo esse modelo? Você conhece uma criança 14 anos? Sim, eu busco na minha mente. Exatamente. Aí eu trago o meu filho aqui. Você vai olhar o meu filho e vai falar, "Cara, eu acertei o cabelo dele." "Autura, ele realtura, o olho mais ou menos, o nariz, mas você acertou o meu filho?" Não. Você errou o meu filho? É, não. Você não falou que você acertou o cabelo? Sim. Aí já valeu. Não, aí que está. Isso é o início da cursa do modelo. O modelo, cara. Então o modelo, pois é o modelo, cara. É porque o modelo está ligado a um negócio chamado "proabilidade", entendeu? Ah, está. Se você olha a previsão do tempo hoje e a moça do tempo fala assim, tem 40% de chance de chover. Tá. Não chove. Ela acertou. Ela não deu um resultado. Ela deu 40%. Se não chove, ela acertou. Ah, não acertou. Isso não chove. Acertou. Pronto. Isso é um modelo. Ah, tá. Porque modelo tem probabilidade embutida ali. Então eu trago o meu filho aqui. No final você vai ver assim. Eu acertei 70% porque eu não acredito. A probabilidade do Paquite Semandá d'imbora esse mês é 71%. Pois eu sei. É exatamente. Se ele continue aqui mês que vem, eu errei essa probabilidade aqui. Não, não. É, eu vou ver. É isso, eu vou ver. Então a gente vai saber essa palavra, cara. Essa palavra. é muito importante porque boa parte da cena e eu brinco o pessoal seguinte por exemplo eu trabalho com reservatório de petróleo, cara. Eu tenho um prejuízo terrível, cara, que eu trabalho com o negócio que eu nunca na minha vida eu vou vir. Eu só tenho modelo que representa ele. Eu acerto. Às vezes acerto. Eu erro. Muitas vezes eu erro, entendeu? Mas tudo isso, a série de estar falando para explicar. Não, para explicar essa palavra aí porque o que a gente está falando é o Big Bang que a gente fala. Ele é um modelo que o universo pode. Ninguém nunca disse que o universo e o formo desse jeito. O modelo é igual que ele nunca disse que o universo e o formo assim não é um. É que é a discussão. Existe o programa de semântica em cima da palavra Big Bang porque se você pegar lá atrás na época do Jodila Matri ele é que deu uma interpretação exagerada para pegar as equações da relatividade geral do AIS, né? Rodava para o passado e chegar nesse universo compacto e danço e ele deu um salto além por conta das motivações religiosas dele em que ele concluiu que o universo surgiu ali. Só que o modelo Big Bang na parametrização que é padrão para todos os cosmólogos atuais, que é o Lambe da SedeM que a gente pode conversar um pouco mais sobre isso. Ele não diz que o universo surgiu com Big Bang porque isso inclusive aliás tem algum físico que diz isso, é uma pessoa que não deve nem ouvir porque isso já viu ela um dos. sabe coisas triviagens da física como como desde as conservações de energia e amaste. Então você tem um estado inicial, compacto, danço, em que tudo já existe e a ideia é o que acontece ao longo do tempo a forma que ele vai tomando e evoluindo. Mas as coisas já existem o Big Bang não se propõe a explicar o que como algo surgiu do nada. Não é o início Big Bang. Exatamente. Isso é uma coisa muito complica pessoal, entende? E o lance do modelo voltando o modelo de novo? Mas a palavra teoria não cabe para Big Bang. O Big Bang é uma das hipótese para explicar o início do universo tem várias outras. Eu falo do professor de matemática aqui da Unicamp, meu amigo Juliano vai estar sem sem fim cara. Ele é um cara que defende que o universo não começou pelo Big Bang, ele tem que atrabar o teoria, ele tem tudo que é o cíclico, o dele é o universo cíclico e aí ele está certo. Ele está errado, ele é o universo cíclico, professor Juliano lá da física da Unicamp, ele tem que trabalhar publicado. Tem um dos maiores. Tem modelos de gambos assim, parametrizações de Big Bang que não têm singularidade por exemplo, são tentativos, aí você tem o Lambo da CDM, tem o de matéria escura fria, matéria escura, tem os que não leva energizicura e matéria escura, a gente seria um Big Bang mais puro de gambos assim. Tem o universo estacionado de Fred Roy, só que ele explica por exemplo a radiação com a difundo. Tem o do Penrose, que é isso que o que o Weber disse, mas falou que ali na radiação cosgo de fundo, só o Penrose viu ali um espiral e ali ele fala que o universo encontrou no outro, cara ele está certo, está ercaja. Pelo dados que a gente tem hoje, no momento, é uma coisa. Então, a primeira palavra, cara, é incciência, que é muito importante principalmente nisso aí que a gente fala, essa palavra é modelo, entendeu? O modelo está embupido ali, um monte de probabilidade, um monte de coisa e ele tem que estar calcado nos dados. Por isso que eu brinquedo no meu filho, quando meu filho chega você tem o dado e aí beleza você vai repor, eu errei aqui, acertei aqui e tal, e não sei o que, aí fica uma dica de um livro muito legal, pessoal, que chama o andar do bíbado, onde tem toda uma explicação sobre os negócios de probabilidade e tal. Muito bem, isso é uma coisa, segunda coisa, Hubble Deepfield, vamos contar a história do Hubble Deepfield, aliás primeira coisa, vamos contar a história do que é um astrônomo, o reden fala que o cara jogou o Hubble ali, não é assim porque o astrônomo não faz isso, ainda mais corrabo, né? Por exemplo, se eu compra um telescópio e aponto ele para a lua, e na hora que eu ouvi a lua eu falo caramba, quanta cratera tem aqui na lua, entendeu? Eu já sabia que aquilo ia acontecer, e no caso do Robert Williams, quando ele apontou o Hubble, ele é porque que ele apontou o Hubble para aquele lugar ali, porque ele escolheu aquele ponto ali, porque ele já tinha feito, sido feito estudo os anteriores, principalmente no palomar, entendeu, usando o grande telescópio do palomar, que é um telescópio, um dos maiores telescópios da terra, até então, naquela região, e aquela região se mostrou uma região muito boa para a gente poder conseguir ver galáxias cada vez mais distantes. Quando veio o Hubble, ele falou, "Pah, cara, já que eu tenho o Hubble, eu vou apontar o Hubble para onde, pro campo profundo da onde eu estudei com o palomar, porque aí eu vou ter o palomar, que está aqui na terra, que tem um alcance, eu vou ter o Hubble que está no espaço com 100 horas de observação que ele fez, vai ter um outro alcance, então não é que ele jogou ali, "Ah não, eu vou jogar naquele ponto ali, aquele ponto foi escolhido, porque já era um ponto estudado durante muitos e muitos anos por pelos astrônomos". E aí, o Felipe Palomacó, o Felipe Palomacó conversou com o Robert Williams aí, essa semana, e até o endelho dele. - O que é meio dele? - Até trôsis aqui. - Ai, ó, ele trouci o meio, o Robert Williams, ó. - O meu galera do Chete, eu não precisa acreditar em mim, não precisa acreditar no surgeon. - Tá aqui, ó. - Tá aqui o Robert Williams, que é o meu amigo que é o meu amigo. - O que é que ele apontou para aquele lugar, você é. - O que ele fala? - Eu falo aqui, a me chamo, "Fipramam, extrafície, peraí, na na na na na na, a uma pessoa muito conhecida aqui no Brasil que está propagando na mídia e na internet, que o Hubble de Field, foi selecionado para gastar senhores de uma região escuro do céu sem qualquer embasamento. Ele está usando isso como argumento para se tentar idear do design inteligente e que nós astrônomos, não sabemos de nada sobre o universo, concluindo que a The Little Big Bench está completamente errado. - Muito bom ser. - Pelo que eu sei, em 1993, após o concert, algumas imagens do Hubble mostram objetos muito tendos, fracinhos que já sabiam ser engaláxias. - É verdade mesmo antes do Hubble, os cosmólogos astrofísicos já sabiam que alguns trabalhos teóricos mostraram que encontraríamos galáxias tão distantes, quanto o Hubble pudesse observar, isso está completamente acordo com a The Little Big Bench 201890. - Portanto, não é baseado em nada, já sabíamos que encontraríamos galáxias em regiões escuras do céu. O fato é que o Hubble e agora James Webb são muito competitivos para a locação de tempo de observação. - Estou apenas pedindo sua confirmação, se possível, porque haverá um debate online com milhares de pessoas assistindo na próxima, se estefere um pouco de cash no Youtube, e ter certeza de que eles usaram esse argumento de que os astrofíicos não sabiam que encontrariam galáxias no campo profundo. - Seria o útil pudesse responder isso com a confirmação da fonte. - Prezado Felipe, vocês está correto. - Nós já sabíamos antes de tirar a imagem do Hubble de Field que teitaríamos galáxias, o Sky Survey, famosa levantamento do céu do Palomar, realizado com conhecido 3copes mit cash group 488 polegados do observatório Palomar, revelou que havia galáxias no campo de visão. - A nexo 2 imagens da região do céu que fotografamos para o Hubble de Field, com o telescópio Hubble, e a esquerda tirada no início dos anos 1950. - O que para comparar? Como você pode ver, já sabíamos que observaríamos galáxias, mas não sabia exatamente quantas ou distante elas estariam. - Isso de forma observacional, porque estamos falando de 1950, 1950, a gente não descobriu a radiação quais no grande fundo, não existia a NASA. - E somente, só o finalzinho é que depois que fez a Hubble de Field, a gente pode verificar observacionalmente o cálculo de distância. - Então ninguém se surpreendeu com as fotos? - Não, aí uma outra coisa, a Hubble de Field, pessoal fala muito dela. - Só um ponto, não só eu que o responsável, e nem o cérebro. É o próprio Robert Willis. - E aí a Hubble de Field, ela não é nada, perto das outras que vieram, porque tem a ultra de Field, tem a Extreme de Field, e aí tem os campos profundos no infravermelho que o Hubble também fez, porque o Hubble observa o infravermelho próximo. Então eles pegaram essa região aí do céu, que já era com o que a imóvel que estou. - Essa é a Hubble de Field. - E ele vai colocar lá. Então ele se zero. - É que ele tem uma comparação com o do Palomara. - Mas quer colocar aqui o que é mandar para ele procurar. - É, você a galera quiser ver ali? Não, o que não tem que ver. - Não, é que não tem que ver. - É, na cama. - É, só virar o ultrário. - Como é a chapa fotográfica? É, lembrando que a gente tinha 50, era uma chapa, né? - O meu contrário. - É, cadê, tio? - De ponta capta de ponta cabezza. E. - O que isso daí explica para a gente? - Aqui, das plaga fotográficas do Palomara. - Chapa, viu? Era uma plaga fotográfica? - Eles olhavam, eles olhavam, e falavam, olha, esses pontinhos aqui são galáxias. E aqui está, inclusive, traçado aqui de vermelho, exatamente as margens aqui para comparar corraba de fio. Então você pega aqui, essa aqui, essa aqui, essa aqui, essa aqui, essa aqui, essa aqui. - Então, isso é. - Não, não, vamos. - Não, vamos. - Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos. - Não, vamos, vamos, vamos. - Mas aí tem, claro. - É, é. - Adelto, adelto. Comenta, adelto. - O seguinte, é. O que foi. - Modela é uma coisa fascinante, porque todo modelo tem que ser baseado em evidência. Isso é uma coisa espetacular. Então, essas imagens que nós estamos vendo aí, é algo fascinante, porque, quanto mais distante a gente olhar, mais próximo do início a gente vai ver. A pergunta é, o que nós estamos vendo? O que essas imagens estão nos mostrando? Porque é muito legal a discussão, ok, a gente está vendo galáxias no lugar, tá? Mas o que? Qual a consistência dessas galáxias? Qual são os elementos químicos nelas? E agora com o James Webb, a gente tem condição de fazer isso. Eu trabalho em um laboratório que a gente trabalha com inspectro metrônia, a ótica. Então, eu negócio muito legal, a única diferença do que a gente tem do equipamento lá e do James Webb, é praticamente a. são os compimentos de onda, tal, o resto é a mesma coisa. E é muito legal quando a gente pode pegar essa informação e começar a desmontá-la e começar a olhar o que essas imagens contam para a gente. E aí é o ponto, porque muitas vezes o que eu tenho visto e aí é uma ponta assim, meio sério, é que entra muito interpretação. Não, deixa a imagem contar o que tem para contar. O que nós estamos vendo nessas imagens? Por exemplo, quando a gente pega o Deepfield, Ultra Deepfield e tudo mais o Extreme Deepfield, todas as elas, o que nós estamos vendo? Que estruturas são essas. E aí, eu concordo, é por isso que o ponto principal nessa questão do que nós estamos tratando aqui, é o que nós estamos vendo? Aí é que a coisa fica interessante. Vou aproveitar esse ponto que o professor falou, porque aí quando vem a imagem do James O'Eb, que cara acontece um negócio muito interessante. O James O'Eb, o que ele faz primeiro? Primeiro ele faz a imagem. Pá. Quando ele faz a imagem, aparecer lá aquelas coisinhas vermelhinhas e tal. Então, pela imagem, primeiro pela imagem só, o pessoal começou a falar, "disco abrir uma galáxia mais distante do universo, aí na semana seguinte não, agora é a outra que é a mais distante, aí na outra semana agora é a outra que é mais distante." E aí, depois na outra semana, cada semana o recorde é quebrando. Porque só tinha a imagem. O pessoal falou, "Ese é a tia". O pessoal está vendo essa imagem, olha. Essa aí é uma outra coisa. Essa aí é uma. É porque nessa imagem o James O'Eb, ele usa um efeito chamado Lente Gravitacional, para poder trazer o que está muito longe, mas as coisinhas que ele analisou a gente não nem conseguem ver aí. Mas o que que acontece? Primeiro vem a imagem. E aí, o pessoal começou a analisar a imagem, era tudo vermelhinho, ali falou, "cara, essa aqui está num sei quantos bilhões, essa aqui está num sei quantos bilhões." De repente começou a cair tudo isso, entendeu? Começou toda cair tanto que eu fiz um vídeo no meu canal que chamava galáxias imposturas do James O'Eb. Porque quando eles passaram a analisar as galáxias com o espectro mitri, que é o que o Adalto falou, muitas daquelas pontinhos e hermelhos, eles viram, "cara, isso aqui não está tão distante assim". E aí o que está acontecendo? Tem explicação para isso. Existem galáxias que tem uma quantidade de poeira muito grande nela e essa poeira deixa ela vermelhada. Então na imagem você viu um ponto vermelho? Tá, beleza. É um ponto vermelho mesmo. É uma galáxia mais por astrometria que é a foto astrometria foto. Pela foto eles calculavam uma distância, quando veio o espectro, o espectro olamão, cara. Essa galáxia não está naquela distância que a astrometria mostrou. Ela está muito mais próxima. Aí tiraram da lista, tanto que tirou. Você pega, tanto que é, você pode entrar no meu canal lá todos os vídeos da semana, seguinte, do James Webb, eu teria que apagar, porque está todos assim, galáxia mais distante, porque era isso que era isso mesmo. É isso mesmo. É a conclusão da própria digamos assim, internet, porque se você pegar os artigos, você vai ver que tá escrito candidatos. É, exatamente. Porque primeiro faz foto mitri, mas você precisa da espectro espia que o Adalto tava ali para confirmar. Eu queria tentar traduzir isso de uma forma um pouco mais. Então, primeira coisa é a imagem. É porque a imagem, a visão do Ebbling e do Adalto aqui deveria ter menos galáxias aparecendo. Não deveria ter galáxias. Não, posso falar um pouco. Olha só. O Robert Williams deu uma entrevista, o que a gente fala, o Nuno inventei. Ele deu uma entrevista, disse que, inclusive, os coláeclados dele desaconselhavam a apontar o telescópio para aquela região. Agora, você está falando de outras coisas, ele mandou o Felipe mandou e-mail, o que ele confirmou e tudo mais. A entrevista está doar, a gente pode encontrar na internet. Não inventei essa história. É uma entrevista que ele deu. Aí, o seguinte, tudo bem, as intenções, as intenções, a gente não sabe muito bem julgar, certo? Intensões são intenções e cada um tem a sua interpretação de intenções. Mas o que a gente deveria ver ali? O que a gente chegou a 200 milhões de anos do início do universo. Não, não tem nada. Não temos galáxias confirmadas de 200. Aí, o que acontece? A Glacier 12 não tá confirmado. Não deveria ter. Exenta, ou seja, nenhuma dessas aí tá conviado. Olha, senão, mas não. Deixa eu falar. Deixa eu falar, pera aí. E ainda assim não viu. Deixa eu falar, o Sacanvons, o Parc, o Parc, eu escutei, certo? O que acontece? Nós não deveríamos ver ali galáxias. Se vcimos alguma galáxias, elas dividiam ser protogaláxias. As galáxias dividem estar pequenas, pouco massivas. Mas ele está colidindo uma com a outra, porque o modelo diz que as galáxias maiores formaram pela colisão dessas galáxias, a gente estaria vendo várias galáxias ali, uma colidindo com a outra, umas amassadas porque acabaram de colidir e tudo mais. O que a gente viu na foto? Galáxias formadas, estruturadas, suaves, massivas, plenamente funcionais. Vemos galáxias espirais com buracos negros super massivos dentro da galáxia. Tem um efeito bastante interessante, que é um efeito de ótica. A partir de dizer um ponto 7, pela expansão do universo, a gente deveria ver que essas galáxias estariam aumentando, que o seu tamanho, a relação superfície brilho dessas galáxias batiza exatamente com a distância, mas não batiza com essa expansão. O efeito da expansão do universo não está sendo visto naquela galáxia. Nós temos, então, o universo totalmente inesperado. Modelos devem fazer boas previsões. Todas as previsões que o modelo fez falharam. O Michel Kaku, você conhece muito bem, ele aparece lá e fala assim, "Temos que reescrever os livros de astronomia e cosmologia." Que que é isso? Eu acho que fora de contexto das opiniões. A gente tem que admitir. A gente tem que admitir que as fotos do James Webb, as fotos do Hubble causaram uma revolução na cosmologia. Foi um terremote, o quebrinco, que foi atropelotam por curando a placa do caminhão. Agora, se tentando reavaliar tudo isso, tentando acomodar, outro dia, está fazendo os cálculos de distância, mudando a massa média das galáxias. "Bem, já se erramos." Então, é um modelo que tem corrido atrás dos dados, tem adaptado o seu modelo à luz dos dados. Isso não é boa ciência. Acho que os modelos têm que. Bom os modelos fazem boas previsões. Bom os modelos têm que ser falsiados. Os dados falsei o modelo e eles acomodam o modelo que. Que que é falsiado. Você tem que ter uma maneira de ato partidos dados de hubo ao modelo. Quando. Qual a ciência, pessoal? Sim, era exatamente o que eu ia perguntar tanto para o sacânio como pro Felipe. Como é que pode ser falsiado isso? Porque se vai mudando a medida que vai entrar no idade. Veja só, deixa ter final. Mater escura, por exemplo. Fomos que se uma nuvem gasosa em expansão poderia colapsar em estrelas. Então a gente tem que ter a matéria escura. Vimos os agulomerados de galáxias. Olha, tem mais gravidade ali do que deveria ter. Ah, vamos colocar a matéria escura. As galáxias estão se afastando. Vamos colocar energia escura. O universo é homogênio. Não daria homoginizar. Vamos colocar em flação. Então é o modelo que toda hora corre atrás dos dados. Por isso que eu não gosto do modelo. Quando as fotos do Hubble e do James Webb foram lançadas, não dá pra dizer que aquilo lá confirmou o modelo. Foi uma comoção mundial. Vários e vários cosmólogos e astrônicos. Nenhum deles defensores dos design inteligentes ou de modelos criacionistas falaram rapaz. O Michel Cac falou assim, "We are back to the drawing board". A gente tá de volta pra gente. Não fala inglês aqui. É por uma primeira. É por uma dupla. É pra regra. Traduz pra nós. To the drawing board. É a questão de volta. A gente vai ter que ravalir ao modelo. E tem um modelo que tem pela história do modelo. E ele falou isso em sessão. Você reconhecer que é o modelo. Eu vou ter um legal, gente. Foi bem legal, pelo Sergão e Felipe. Porque eu achava que era uma teoria. Eu fui ensinado na realidade, que o Big Bang era mais lido que a lei da gravidade. Eu entro em debatos. Fala assim, olha o Big Bang, é um modelo. É total. É um modelo de postulidão. É o que eu fui ensinado, Felipe. Então eu estou dizendo. Em perigmentes aprendeu a agra. Nas escolas, a evolução é mais lido que a lei da gravidade. O L. Schwarz, mas escreveu um artigo na folha. O Peru-la sabe que ele disse assim. "Temos até mais evidências para a evolução do que a lei da gravidade". E o Big Bang também me ensinaram isso. "Ah, quando eu vou avaliar, não bate com os dados. A foto foi uma comissão mundial. Não foi marcos, não foi igual." "Mas eu não sou mundial na internet." "Mas internet." "Ema a ver o que eu acho que entendi." Eu conheço várias pessoas do Felipe Telecopo, não foi uma instituição. Não foi uma instituição para os astrônomos e os cosmólogos que têm o seu paradigma do Big Bang. Aí sim, aí eu concordo. Mas todos os críticos do Big Bang falaram post, acabou. Tem que se debate, né? É óbvio. A gente tem que colocar uma coisa primeiro, cara. Uma coisa bem simples a ficar. O James Web, cara, em momento algum, nenhum. Você pode procurar em qualquer lugar do objetivo dele estar lá para ele provar, desaprovar, comprovar o Big Bang. Mas, sério, gente. Tem sonhos, intenções. Não, man, cara. Eu estou falando. Não, ele até pode fazer isso. Mas até chegar nesse nível, tem muitas outras coisas que você precisa verificar. É, mas nós estamos falando sobre isso. Você pode ver. Você constrói, cara. E às vezes você tem um erro de calibração. Um telescópio, por exemplo. Eu mandei lá pro Bernardo Rydel, meu amigo, lá em BH. Bernardo, cara, constrói um telescópio pra mim com essas características aqui, porque eu quero caçar a steroid. Telescópio a caçar as terras.
Ele tem um objetivo. Aí eu pego aquele telescópio e mire ele para a Lua. Aí a Lua aparece um borrão, eu falo, tá vendo aqui, ó? A Lua não é do jeito que ele salve, mas o telescópio não foi feito para aquilo. O James Webb em momento algum cara, ele foi feito para comprovar, desaprovar, e não. O James Webb tem os objetivos, eles são muito bem claros, entendeu? Que é estudar como as primeiras galáxias se formaram. Então ele quer olhar o mar. - O que seria isso, Serra? - O que seria estudar as primeiras galáxias? - Não é, não é o Big Bang. - Não é o que é isso? - Só um ministro. - É o do Cosmo. - É o do Cosmo. - O Adalto quer falar, mas eu acho que a palavra agora é seu Adalto. Só deixei eles terminar aqui, contra a Pou ponto do Ebene. - A gente já passa para o Adalto. - Rime e Sergião é com vocês, aí. - Não, não, porque fala, fala aí. - Eu ia responder uma outra coisa que tá lá atrás, vocês falam tanto. - Tem que ir, não, tem que ir, vou ter que ir, ir, ponto por ponto. - Está lá do que o Adalto falou antes. Como confirma, vê o que você está vendo aqui, através da espectro escopia. - Você liga uma educação? - E o Adalto como físico, como eu posso falar um pouco mais técnico com ele, pra ele pesquisar lá sobre que a área dele, que é a floresta de Lima, e a descontinuidade de Baume, e a descontinuidade de Lima, pra você confirmar as distâncias das galáxias. Esse é o primeiro ponto. E você falou sobre como isso aqui é falsiável, através do espectro, você tem a análise, o espectro de galáxia. - Não, não perguntei se sair a falseada. - Como é possível você é falseada? - Como o modelo do Big Bang mudando do jeito que ele muda, pode ser falsiado. - Mas ele não muda do jeito que se dá a forma que vocês estão falando. - Não é assim que acontece. - Não, como ele pode ser falsiado? - Em 1949, se não me fala a memória, começou com George Gamal, os dois estudantes de pós-graduação, os dois estudantes de pós-graduação dele, que são nomas que é Ralph e Ralph e um deles, eles previram a existência do. da rejeção de código de fundo de micro andas, a CNB, certo? Eles calcumaram pra 5 queilves, se não me fala a memória, inclusive. - É que ele é uma convidência. - Tem convidência. - Como, pessoal? - A doutor é a quarenta. - Oi? - O quê? - Era quarenta que é alguém que eles calcumaram. - Não, era 5. Não, ele se tirou 40, cara. - Então que George Gamal começou. - Tá, vai lá, vai lá. - Ah, não sei que se eu não estede considerando a expansão do universo, mas aí seria 3000 calvinz. - Tá, vai lá, tá. - Tá. - Isso é uma previsão de Big Bang. - Tá. - Isso é uma previsão. - Tá. - E aí, 15 anos depois acharam? - O Arnopensas. - Achare o som, né? - É. É uma previsão. Aí eu te falo, me diga. Sei lá, já que a pergunta é se é falsável ou não, me diga. - Então eu quero saber como o Big Bang pode ser falsilado. - Acabei de explicar, cara. - Não. - Você tem uma previsão, você que lá ele falha e não existe, isso já é um pequeno indicativo de você começar a achar que aquilo aí talvez não faz sentido. Mas não é que tudo não vai fazer sentido, porque a teoria para ela chegar no nível de teoria científica, ela não é uma ideia que a gente tem. A teoria científica é tipo uma caixa de ferramentas que você abre, ela tem chave de fina, chave de boca. Você tem chave estrela e você vai usar várias ferramentas postulados, que são os princípios ali nisso. Você tem teoremas matemáticos que você não envolvido, você usa as leis da física dentro da teoria, porque tem muita gente confunde achando que teoria vira lei. E não é. O que está a teoria, ela já é uma grande framework que carrega várias ferramentas ali dentro. - Bom, tem gatilha pra ciência aqui. Falo em inglês também. - Ah, ah, ah. - Framework, eh? - Ah, ah, ah. - É que ela é um reloj, que ela vai colocando. - E a teoria, ela é uma caixa de ferramentas. - Veja, eu ainda não entendi como ela pode ser falsiada, porque veja, o que você falou foi o seguinte, é que eu ouvro uma previsão e que se encontrou um ruído e se interpretou que essa e ruído é a previsão que gamove previo. Ele, os alunos previram. Essa é uma interpretação que foi dar daquele ruído. - Foto da um e três anos. - Mas ainda não entendir como é que a gente pode falsiar o modelo. - Vou te dar uma, por exemplo. - Um dos princípios básicos é o de isotropi, de universo isotrópico, que é igual a toda direção. Talvez o Abli vai falar isso daqui a pouco, que eu estou adiantando. Se você, em grande escala, dá o ardente de 200 megapáxicos para cima, você encontra uma quebra de isotropia, isso já é uma forma de você falsiar o Big Bang. E tem de que questiona isso. Só que você não vai encontrar isso em debate de internet. Você vai encontrar isso na academia. Você não vai encontrar isso. Nas pessoas que na internet se estão dizendo, as galáxias impossíveis. - Então, se não foi o isotropo, a gente falsou o modelo no Big Bang. - Sim, e tem pesquisas que mostram que quebra a isotropi? - E aí ele está errado? Não. - Não é que. - O Felipe, olha, isso aqui é o número de artigos que eu tenho lido sobre o James Webb e o Ruban. Eu não estou procurando na internet. A gente está lendo a literatura científico. - Não, para a crise. - Então, me diz aonde é que está o Micho-Caco falando aí o que você falou? - O Micho-Caco, eu citei porque eu ouvi falando na internet. - Não significa que estou basando toda a miada. - Não, mas eu falei do Micho-Caco. - Eu falei que eu eu estespec fiquei certinho. - E o chocão, o chocão. - E eu estespec fiquei certinho da galáxias impossíveis. - Não estou falando de quem você está com a Ixia. - Você estou falando aí que. - É um físico. - A gente tenta ler. - Tem a gente também procurar todas as literaturas. - Aliás, aquele que eu li o. - Isso pode pegar esse artigo que você. Eu vi ali, está a stress testing, linda CDM. Você pode pegar aquele ali? - Isso é o que é um artigo. - Eu vi, eu conheci. Eu conheci. Eu conheci. Eu vi ali escrito. Stress testing, que é exatamente esse artigo que é. É, acho que é um dos principais aí na frente da pasta. - Nossa, depois eu vou procurar com o carro. - Não, não, peguei, peguei que eu sei que está aí, cara. Stress testing. Stress testing, o linda linda CDM. - Isso pode. - Esse mesmo. Muito obrigado. - Vamos lá. - Esse é aqui mesmo, com licença. - Galáctrica vontade, Felipe. E depois a gente vai pro auto top para ele completar. - Isso é, é rapidinho. Esse aqui, cê leu? - Sim, ali. - Aqui está essas galáxias impossíveis aqui que está no limite, né? - É aí, como é que eles baixaram para cair dentro do limite? Agora eu estou dizendo que a massa média das galáxias. - Fum massa inicial. É, vejo bem. Não é mais a massa média que a gente está usando. Como essa galáxia está no limite da viabilidade, diminuir o cálculo da massa média para jogar ele um pouco mais para dentro. - Mas eu estou percebendo as estradas. Sabe o que estão fazendo, Felipe? - Mas eu. - De novo, de novo ajustando os parâmetros para que o modelo bata foi estável. - Não foi isso. - Eles ajustaram os parâmetros da massa média das boletas. - Porque os seminários colocam de 10. Antes do DEMBOS, o DEMBOS é observado, porque o IMF é algo que muita gente. - O IMF, exatamente, a função de massa inicial. - O IMF é o menor para você poder jogar isso dentro do diável. - Mas ninguém acreditava na academia dos astrônios, etc. - O que o IMF fosse universal. A galera já dizia que o IMF quebraria para a ligue ela que se desculpa mais um real no potinho, que são as galáxias antigas. E o DEMBOS Web é justamente para consertar isso. - Mas antes do DEMBOS Web, o parâmetro utilizado. - Não era o parâmetro utilizado. O DEMBOS Web foi justamente para consertar isso. - O que a gente precisa dos parâmetros para consertar. - O que a gente precisa de consertar. - A gente já era prevista que a dar errado e prevê. - Você sabe que é assim que. - Sim, cara. - Você se compre, é que tipo. - Claro. - Você tem diferentes institutos, diferentes pessoas, diferentes astrônomes, diferentes. - Como é o modelo do BigBens explicar antes de matéria? - Isso é um problema da antes matéria. - O problema? O modelo tem um problema imenso, porque metade do universo sumiu. - Porque toda vez que você pega energia, transforme matéria, você tem prótos e antiprótios, elétrons e anteletos e anteletros. - Simplesmente, a explicação da assimetria não me convence. Metade do universo simples-bede sumiu. O modelo previa que Galaxia com Z é maior que 10. E vence muito pouca. A gente está vendo fazendo os cálculos, aí está com 100 mil vezes mais Galaxias. As prótos Galaxias deviam estar se fundindo. - Ele dá da incidade. - Fala assim, não, tá bom. Elas são pequenininhas, a certou, a pequenininha. Mas em que momento, então, da história do universo, se fundiram, porque a gente tem foto até aquele momento. Não tem, tem todo o universo investigado. Então, não temos as funções, cadê as funções das prótos Galaxias? - Sim, então. - Os elementos primordiais, veja só. O lítio é muito mais baixo do que o modelo previo, certo? Não deveria ter metalicidade nessas Galaxias. E aí, a gente tem aqui, ó, tem todas as emissões de nitrogênio, oxigênio. Os elementos mais pesados estão lá. Então, foi se a núcleo síntese do modelo. A gerações, após gerações, após gerações de Galaxias, que deveriam de estrelas explodindo as supernovas, que deveriam ter formados esses elementos mais pesados. E eles já estão lá no início do universo. As estrelas de população um. - Tem? - No plação. - No plação de população 3. - No plação 3. - Que só deveriam ter hidrogênio. E ele nunca se achou. Outro saci-pererê da ciência. Todo mundo sabe que essas estrelas de população 3 existe. E ninguém nunca viu. Mas a população 3, o nome que recebe aí potas. - Ah. - Ah. - Pra cá, né? - Mas como elas estão achando. - Espera aí, eu. - Eu não sei se que. - Espera aí. - Por isso, eu não acho que o Big Bang é essa brastempe que a gente tá anunciando pro mundo, certo? - Eu queria saber quem anunciou essa brastempe. - É, eu queria saber o que eu disse. - Eu queria saber. - O seu programa. - Se anunciou, você falou que vai ter que mudar 10 os seus programas, aí que já estava todo errado. - Mas só porque, cara. Porque a ciência é, galera. Tem um negócio que é maravilhoso, só porque. Você faz uma equipe. um movimento novo e descobre coisa que você é às vezes, você é descobra que seu modelo está errado que você tem que atorar seu modelo não é E às vezes você pode atualizar seu modelo por exemplo, por isso eu acho que eu acho que o atualismo do Web, o Big Bang, fora de calpa de Rubel Bandello, a gente está sem modelo O modelo universal está acionário, eu não acho que o universo foi feito pronta, há pouco tempo, ele é jovem porque se não ele estaria totalmente desgastado hoje e pode ter estrela, se me dá uma pelagem dele, tem galáxia espiral dentro com os buracos negros super massivos - Mas segundo modelo, 1 bilhões de anos para formar essas galáxias já está extremamente envelhecidas hoje - Então, então, nós estamos confundindo aqui várias coisas, vamos com cá - Primeira coisa, primeiro coisa que é explicado, vamos só falar da outra - Vamos deixar o adulto colocar também mais linha na foguera e depois, sim, a gente volta aqui, vamos lá adulto, contigo - Legal, eu acho que tem bastante gente assistindo e tem um pouquinho de dificuldade de entender esse negócio, calcular distância e tudo mais Deixa colocar a seguinte forma, quando você pega por exemplo elementos químicos e você usa quece, uma temperatura muito alta, sempre de 10 mil graus Celsius Eles começam a emitir luz, é luz, quase que eu coloquei mais um real aí na nossa coisinha, eles vão emitindo luz Só que cada elemento químico, ele consegue, ele apenas emit certas frequências específicas, ou se preferir certos comprimentos de ondas específicos Então, por exemplo, a gente pega no laboratório e você aquece o hidrogênio, então você vê as frequências certinhas do hidrogênio Da gente olha para uma galáxia, essas galáxias bem distantes, e o que você vê ali? Você vê as mesmas frequências só que elas estão fora das frequências normais Eu que a gente chama de desvio espectroográfico da luz ou pro vermelho, pro azul, etc. e coisa e tal Bas de lado, nesse desvio, ou seja, o quanto isso está e saiu fora, a gente tem uma noção da distâncias, está relacionado com o efeito Doppler Então é um negócio bem legal, a gente consegue medir com grande precisão O fascinante, para mim, tem sido o seguinte, que o James Webb tem oferecido essas possibilidades Da gente ver, por exemplo, galáxias que estão a 13.2, 13.4 bilhões de anos de luz da gente aqui E a gente sabe isso porque, porque a gente mede, por exemplo, o hidrogênio, você vê o hidrogênio aqui, e o hidrogênio lá, você vê a diferença, é fácil a gente chegar e falar Tá aqui O problema com isso é que nós estamos encontrando nessas distâncias outros elementos químicos, por exemplo, vanádio, carbono, oxigênio, nitrogênio Isso é problema, porque no universo primitivo você deveria ter basicamente só hidrogênio e elho, basicamente Por quê? Porque você está aquela época da. a paz teria que falar inglês aqui, não vou falar, era negra, era Tá? Era das trevas, obrigado Então, ali não era para ter esse tipo de coisa O fascinante aqui, que o James Webb está nos mostrando, que naquele período nós já havíamos, já existia elementos químicos dentro da astronomia, a gente chama de elementos químicos metálicos, tudo aquilo que é além do hidrogênio e do elho Então, a gente já tem elementos químicos metálicos logo no comecei E eu acho que a discussão, em termos do modelo, aí é que a coisa fica interessante, o modelo estava prevendo o quê? nesse período O modelo estava prevendo hidrogênio e elho, praticamente e alguns traços de alguma outra coisa Nós não estamos contando assim, traços de alguma coisa Essa é a parte importante, fala Marx O modelo do criacionista e do design de gente estava prevendo o quê? Posso falar, não, deixa eu falar a doutes, depois se complemento, Jason Lyall, é um astrônomo, cosmólogo, físico, matemático, formado, com doutorado, tudo mais Ele publicou em 21 de janeiro de 2022, no seu site, Biblical Science Institute, nós falei a inglês de novo É instituto de ciências bíblicas, ele disse assim, farei uma previsão sobre as fotos do James Webb, essas fotos mostraram galáxias maduras, estruturadas, elementos metálicos, sem estrelas, populações, três Sem fusão de galáxias, essas prótogaláxias não estarão lá, elas estarão todas estruturadas, vamos ter galáxias espirais, buracos negros, bonitinho do jeito que o universo bons modelos fazem boas previsões Exatamente o que o James Webb mostrou, e ele disse assim, vou prever também como que os cosmólogos escaparão dessas A foto do James Webb mostrou que as galáxias se formaram muito antes do que pensávamos, isso que é bom, bons modelos fazem boas previsões, não é assim a doutor O modelo tem que fazer boas previsões, ele falharam essas previsões, modelos que falham nas suas previsões, tem que ser substituídos, ou tem que ser considerados, não modelos bons modelos científicos O nosso tema é que assim, o BigB&L modelo corroborado com a ciência, ele tem feito boas previsões que têm sido confirmados, não, está correndo atrás dos dados Eu não gosto de modelos que correm atrás dos dados, eu acho que a ciência tem que explicar o que não sabe como que a gente sabe Quando a gente fica explicando, depois que a gente sabe, fica explicando o que a gente sabe, não é um bom modelo científico, você não acha, Felipe? Eu tenho que programar a minha teste doutorado no vídeo, então agora, e pedir aí, meu chete aí, não quer ter na Raliburton, me desculpe, todo aquele petróleo que eu achei, ajustando o modelo com os novos posques, chegar a vão, cara, eu vou ter que derrouventar o salário pra você Você sabe o que são formado em tecnologia do petróleo, e trabalho com o petróleo, com a petrobras há 20 anos, a gente tem algo incomum pelo menos Aí você sabe que quando a gente tem um modelo que discreve um reservatório, e quando chega um novo dado, o que a gente faz com o modelo? A justa, ajusta o novo dado que chegou, é assim Mas o modelo anterior foi nessa, tem um novo modelo agora, mas a base do modelo ela continua Olha, para as galáxias, então massivas, tem tantas estrelas brilhantes, como elas estão agora, a gente dentro do modelo tem que jogar essa galáxia pra formar antes do Big Bang Não, pode, não, você não está na velocidade do cara, todo respeito, tem galáxias, pelo cálculo, toda a massa da galáxia foi transformada em estrela, a gente sabe que essa eficiência 100% não existe Aí eu fara assim, não elas estão formando estrelas numa velocidade absurda, a gente só tem a foto, não dá nem para medir a velocidade A gente só pensa que ela está formando estrela com uma velocidade absurda, porque a gente tá ainda ficando com o modelo O modelo equivocado, tá nos levando a fazer conclusões equivocadas sobre as galáxias que nós estamos vendo Então, mas aí. Você me olhou para as galáxias e eu quero ver como eu sou, que eu falei Vamos falar pra ele de lá, livrinho de introdução com as homologias Barbara Riding, lá dentro tem as continhas certinhas com as equações diferenciais O lás que eu não preciso ter E você vai ver se tem estrelas. Eu já passei da introdução, viu Felipe Então não passou, é bem, porque lá dentro do livro, eu estou escrito que você pode encontrar as primeiras estrelas em 50 milhões de anos após Big Bang A primeira galáxia você pode encontrar em 100, em 100 milhões, isso tá dentro do modelo O livro, sim, então você chega a falar que encontrou uma de duas vezes Que estariam colidindo umas quase outras formando as galáxias massivas, não era pra encontrar galáxias estruturada, galáxias espiral, com bura, galáxias maturais Não, era pra encontrar, era pra encontrar galáxias do jeito que a gente tá encontrando Era Então, porque aqui o Sergio Sacan fez um vídeo dizendo "seis galáxias que não deveriam existir?" Eu fiz um react e ainda batei nele Eu tenho tomando, porque. O que a Cânio falou? O Sergio Sacanio falou "mas que lado você está a ser, os Marsejarros, o Sacanio estão correndo atrás da cidade" Eu também ia me responder, não vai responder, aqueles vídeos Boa responder Deixa só colocar um ponto aqui, seria importante, que é o seguinte O que nós estamos observando, é que essas galáxias logo no início, elas já tinham uma quantidade de elementos químicos pesados Ou seja, metálicos como a gente chama na astronomia Se há 13,5 milhão de anos, as galáxias já tinham essa estrutura, hoje nós não estaríamos aqui mais O universo já teria morrido, não tem como? Ou seja, se você já tem um universo logo no início com toda essa quantidade de elementos químicos e tudo mais Um universo estruturado, como a gente tem visto através do James Webb, hoje não teria gente por aqui observando o universo O Sol, por exemplo, Sol, qual seria a vida útil do Sol? Nós estamos falando de 9 bilhões de anos, 10 bilhões de anos, nós estamos mais ou menos ali naquele que é chamado de meia vida dele Ou seja, daqui 4,5 bilhões de anos, não vai ter mais sol por aqui Por quê? Porque literalmente com essa quantidade de elementos químicos que ele possui, hoje ele vai morrer Ou seja, se no começo do universo a gente já tem uma quantidade de elementos químicos que ele possui, hoje ele vai morrer
tem encontrado essa quantidade de nanoposquímicos pesados. Seria muito difícil, a gente imaginar o universo existindo 13 bilhões de anos depois, isso não faz sentido. Você pegar, por exemplo, um negócio logo no início, já com toda uma estrutura montada, e achar que esse negócio vai durar para sempre. E deixa colocar de a seguinte forma, tem meu estudado principalmente essa parte de colisão de galáxias. Após me desculpa, mas, olha, pega dois carros, pega dois fiets, com 47 bat de frente, um com outro, e vezes vai virar uma macerate. Entende? Não faz sentido, não faz sentido explosão rapaz. Comparando uma nuvem de gás que não está nem na CNTPs, lá nos passam com dois fiets, é sério, cara. Não, está comparando a não. Eu estou colocando o que eu estou fazendo. Duas galáxias com dois, é sério, isso? As condições mesmo. Comparando o seguinte, quando você tem uma mega colisão como essa, a possibilidade de você ter elementos químicos muito mais pesados, é muito maior. Não menor. Axis. Quando você colide galáxias, o que vai acontecer? O número de elementos químicos pesados vai aumentar. Deve, devido. Devido. Você tem choque de uma estrela boa, tendo uma interação de duas galáxias fundindo. Na verdade, na verdade, o que você tem. Isso foi visualizado? O que você tem na verdade, sabe o que é? Você tem um aumento na quantidade de puirigás, tanto que você tem já observado, já comprovado aí, reativações de buracos nígros, que eram buracos nígros que estavam antes calmos, entendeu? E eles, a partir da colisão de galáxia, quando você aumenta a quantidade de material, esse buracos nígros se torna um ativo, entendeu? Então assim, é raramente uma estrela colíntico a outra, não? Mas a questão principal é o surgimento de elementos químicos metalhos, ou seja, independente do que você tem. Gente, na execuação chegou a ver na estrutura mecânica, intermo de nâmbica das estrelas, você tem três escala de tempo, né, que é a dinâmica, você tem a escala nuclear, tem até aquela de Kelvin Helmold, que era na época que, acho que foi inclusive com o Lord Kelvin, lá naquela época de 1900, né, você assim? Porque a ideia era que o sol iria morrer quando eu radeasse toda a energia, né, e se antes de a gente chegar no nível que a gente chegou de fuzando o nuclear com mecânica com anticatetretal, aí ele falou que o sol tem a meia vida ali, essa conta que vocês estão usando de cinco bilhões de anos, vamos redondar aqui, vem da escala nuclear, que a gente faz a conta. Exato. As aqueações de estrutura mecânica da evolução estela são elas que dão esse número de cinco bilhões, então vocês já estão aceitando por definição. Não, o contrário está aqui. A evolução de uma estreia nuclear. Não, não, não, não, não, não, não. Os elementos que estão lá não teriam tempo de ter esse formado dentro desse modelo que você falou, não é não. Isso faz o meu nosso sentido, né. Mas, normalmente você diz com um estrela, demora bilhões de anos e vai poder formar aqueles elementos que estão lá no poliço do universo. E o bilhões, janto que eu estou só citando o que ele disse, de cinco bilhões pra morrer, que é ináspira, né, porque vai virar uma gigante vermelha. Os argentinos também sabem que. O gigante vermelha é uma das fases, não vai ficar com uma vermelha. De posse cinco bi, porque acessa o hidrogênio ali, o combustível principal da fuzando o um, porque você vai ter Berilho, Lício, você tem a forma de instrelas maiores, você tem senho, ó. Aí tem um outro coisa também que talvez vocês não têm o lido. Eu só queria pedir pra vocês tentar ser mais digno, dá-tico possível, não ficar muito técnico. Então, a gente não está entendendo mais o que está rolando por aí. Eu tenho que defender meus vídeos ainda. Pode falar isso. A gente não faz atacar aqui. Eu estou se usando lá, só honra como o YouTuber. Você falou nessa região que você mudou todos os campeões, não? Quer falar? Quer me ver? Eu sou ele, sou ele. Eu sou ele, sou ele. Eu ia finalizar um negócio que é interessante também, que as estrelas, as equações de governos, ela é dita principalmente pela um parâmetro que é a massa. Quando você consta. O meu caderno de astrofísica ali que tem essas contas de derivando do início, é a massa que define praticamente toda a evolução dela. Tudo depende da massa, de ver nos ínsicos. É uma coisa que é interessante, é que nós temos aquelas estrelas do tipo "of raië", que são estrelas muito, muito massivas, que a pressão da radiação interna é tão forte, tão forte, que você joga ventos estelários para fora. E vai levando um pouco, um pouco, vai. Mas considera estatísticamente um número de estrelas, vai levando para fora no meio interestela. Os elementos químicos de carbono e trojando oxigênio antes de expulsar o pé nova. Vai ser em menor escala, vai ser em menor escala, mas também vai ter. Digamos assim, a metalicidade aumentando ali no meio interestela através disso. Mas isso é longo de bilhões de anos. Isso é o "of raië" agora, sem considerar as do tipo "3" que ela tem início do universo. Que elas sintetizam esses elementos. Mas não deveria estar sintetizado no início do universo, né, adulto. Isso é do ponto que o seu mencionado tem de início do universo. Deixa eu só finalizar o razo assim que é o seguinte. Eu estou falando "of raië" porque elas são muito massivas e a gente tem observação dela. E temos essa teoria, e a estrutura mecânica mostrando os ventos solares acontecendo, ventos estelários. Tem imagem, ó. E aí você pega e só esse parâmetro de massa muito grande, 50 vezes, sem vez a massa do só, para você ter a pressão da radiação interna sendo dominante e aplica nas primeiras estrelas da hipótese, das primeiras estrelas, tipo "3" que são massivas. É a que eu aplicais no hipótese. É, a estrela nem se for observada. Fogo que eu ia fazer aqui. O Felipe, as populações três nem se querem for observadas. É uma boa teoria, essa que parece uma hipótese. É uma hipótese. É uma hipótese que não é referendada pelos dados. O adulto queria completar com algo. Vamos lá, vamos lá. É como que não dá? É só ir acitar o seguinte, acho que tudo isso muito interessante. O negócio é explicar essa quantidade de elementos químicos metálicos que a gente está encontrando. O modelo tem que ter um jeito contra isso, porque primeiro, se você está dizendo que as estrelas teriam produzido isso, seria um negócio interessante. As primeiras estrelas teriam produzido essa quantidade absurda, o que a gente está vendo, de elementos químicos metálicos, que é o que James Webb está nos mostrando. Porque quando você pega, por exemplo, se você tem só elementos químicos leves entre aspas, hidrogênio e elio, eu entendo isso. Entende? Não teria nenhum problema com isso. O negócio é que a gente está vendo coisas que elementos químicos que estão pedálicos, são pesados, carbonos, nitrogênio, neonos, vanades, rapais. Adaltou, você me deu um número quantitativo? Porque em astrofísica, a gente tem "x" e "z" que utilizamos, que é a fração do hidrogênio em relação a resto, a fração do "L" em relação a resto, que é a fração dos elementos mais pesados que isso, em relação a todos os outros. E aí a gente usa as calorítmicas para fazer ferro, F/A/H, e também tem mais um que que eu não estou lembrando agora de cabeça. E aí tem a metalicidade, por exemplo, do sol que a gente usa como referência, tem a metalicidade da nossa galáxia que a gente usa como referência. Então, se o James Webb está encontrando galáxias com metalicidade maior que galáxias de agora no universo velho, minha ponticola é o artigo que sentiu que diz isso. Eu ele disse que ele falou maior. Não era para ter nada. Não, era para ter nada. Não, não, não. -Sos galaxas têm deveriam ter as estrelas de Vitoro Gene e Elio. -Nem um lítio que você com o que vai comer. -Não, as galáxias já estão depois das estrelas, já têm exprudeções no próximo. Não estão antes. Vai ficar quem veio primeiro houve a Galia, quem veio primeiro galáxia da estrela. As galáxias estão depois das primeiras estrelas. -Deja eu te ouvir. -Mas Felipe, você está falando de um pom da gente. -É pra isso que não são o Dímias. -Mas aí você está falando um negócio de ver, né cara? E aí na astronomia infelizmente cara, a gente está ligado a um limite tecnológico. Então, por exemplo, quando a gente fez o Hubble lá, o Hubble observou a galáxia mais distante dele, a Gene E11 lembra, né? Que ela foi até famosa quebrou o recorde tal e no seu quê, né? Ele estava num ponto. Aí imagina que a gente não desenvolve mais nada. Aquela ali seria o ponto que a gente havia de não ir via além daquilo. Quando foi feito o James Webb, o James Webb foi feito como eu estava explicando, tentando explicar os objetivos do James Webb, ele foi feito pra tentar avançar um pouco mais naquele nível que o Hubble estava. Em momento algum, o James Webb foi "ah não, vamos fazer o James Webb pra ver o Big Bang". -Tem isso aí, não existe, entendeu? -É ó, ó, é isso que vai ao ninguém de ele. Não, não tem como assim, uma laridade, como é que você vai ver no seu nome? Não, não foi feito pra confirmar. Não foi. -É, é que rápido, pra audiência é que, assim, pensa muito, você já fez vídeo, rádio, eu corrigi. -Não, descalba, não. -Não, eu não vou ter o jeito. -Eu me enche o palco. -Ele quer bater no você agora. -Tem meu vídeo. -A gente também já me tem um banho. -Não, estou tentando explicar, pessoal, o seguinte, que o "mastronomia", "ah, mas nós nunca vimos". Cara, até 1965, cara, a gente não sabia como era superfície de Marte, cara. Quando a primeira sonda Mariner 4 passou lá, a gente não sabia. Mas quando passou a sonda, a gente viu como era superfície de Marte. Até 1996, nenhuma sonda tinha pousado em Marte. Pousou a Viking.
no 1997 nada tinha andado na superfície de Marte, a gente não sabia nem se podia andar. Até 2021 a gente nunca tinha voado em Marte, a gente nem sabia se podia voar. Então assim nós estamos falando de coisas que a gente precisa ter, a gente está ligado a uma limitação tecnológica. Não vimos tais estrelas, porque ainda não estamos nesse nível. Quem sabe agora vai começar uma nova geração de telescópios aqui na Terra, vai ter o bingo que está sendo construído no Nordeste, e aqui na Terra, vai. Nós não tem um salto muito grande nos telescópios, que nós vamos para a geração dos 30 metros, que é o TMT, o GMT, o ELT, boa parte deles construídos aqui no Chile, um deles que está em dúvida onde vai ser construído, talvez das ideias canárias, isso vai ser um salto muito grande na astronomia, porque a astronomia hoje ela está presa no que a gente chama na geração de 10 metros, que a gente tem os telescópios de 8 a 10 metros só. Nós não tem um salto de 3, o James Webb tem 6 e meio. O James Webb é menor do que os telescópios que a gente tem na Terra, o Rubber menor ainda, o Rubber tem 2,5 metros, então nós vamos dar um salto gigantesco com essa geração de 30 metros. Essa geração dos telescópios de 30 metros podem mostrar coisas para nós que a gente talvez mostre as primeiras estrelas. - E mais a gente não pode fazer isso? - Não, não. - Mas aí. - Não há nada que esteja. - Mas a wink não possa ter o meu raio. - Mas a gente tem que. Não, cara, mas aí é que está a gente não vê desse jeito, porque a gente continua procurando, entendeu? A gente continua procurando. Vai que precisa de um telescópio maior ou a gente desenvolve um spectrômetro. - Está com muito tempo para achar, não está? - Não, não. - Não, não. - É uma janela muito estreita. - Exatamente. - E se você vai falar, - era a pergunta que eu ia fazer assim. Qual foi a galáxia mais distante na edificada até agora? A mais distante que a gente tem aí pelo James Webb, uma que está só que isso aí tudo precisa ser comprovado ainda, tá? - Não, tem um comprovado ainda. - Tem um ativo com os petros, - com que eles são. - E de quatro galáxias. - Mas é que eles vão fazer. - E se eu ter coisas que eles vão fazer outras coisas. Mas deixa só falar para ele. O que a gente tem é 330, 340 milhões de anos depois do quebr. Exato. Aí se você descontar a era das trevas, agora está enquanto 200 milhões, já baixou mais. Não, é porque descontar. Não vai descontar, não? Não precisa descontar. A era das trevas precedeiram a formação das estrelas. - Isso. - O que é da estrelas? - É uma tria que a gente não se viu. - Não, não. - Você não tem luz. - Ela termina com a formação das estrelas. Então, cadê a era das trevas nos trevas? - No tremente de 80 milhões. - Ela é po. - Alguém pode me explicar o que era da estrelas. - Não vamos ficar aqui. - Eu vou ficar com o lube. - Obrigado. - A era das trevas, não foi de. - Não, não, é de ser de novo. É assim, ouvia. - É da oi, beleza. - Essa era das trevas. Era das trevas. - É da. - E de que? - Comer um pouco desse tempo que o. - Viu lá lá. - Que o sacânico colocou aí. - 380 milhões de anos, você vai ter de 30 mil. - É, vai. - 380 mil anos. - 380 mil anos. - É a radiação. - É a radiação inicial. - Sim, mas quanto tempo gastou a era das trevas? - Como não? - Nesse período era só radiação. - É a sua ponta introdução da Econgima. - É. - É. - Nesse período de 380 mil anos era só radiação. - É o que diz o davão? - Nunca. - 380 mil anos já acontece ali a CMB e da inicio, da inicio, ao Dark Aid. Quero era das trevas. Mas um dólar que eu perdi aqui de novo. - Vamos explicar aqui, ó, para o pessoal entender. - Vamos lá, vamos lá. - Vamos lá, vamos entender. Existe o primeiro que é um modelo Rio Galer. De novo. Não ninguém está falando que é desse jeito, não. Mas o que a gente imagina é que. Vamos pegar pelo modelo do Big Bang. Tem o Big Bang lá, a inflação também é um negócio que é muito escutido. Tem um grupo que defende. - A de batera que você acha. - Não, para isso. - Isso é um problema. Mas o que eu falei. Qualquer físico, cara, falou que o modelo do Big Bang explica tudo. - É uma outra coisa. - É uma outra coisa que eu falei, cara. - O modelo lá quando estava explicando, vocês não deixaram terminar, que é o seguinte, cara. Modelo a gente brinca, que ele é um cobertor curto. - Tedeu? - Quando você puxa ele para a cabeça, você descobre o pé. Quando você puxa ele para o pé, você descobre a cabeça. É assim que o modelo é assim, cara. Não tem como. Modelo é desse jeito mesmo. - Não sei que ele está totalmente certo. - Aí ele deixa de se apoder. - Mas nenhum modelo é totalmente certo. Se você tem um modelo que ele está totalmente certo, a ele não é mais modelo. Aí ele é realidade. Aí ele é realidade. E tedeu aquela coisa que eu falei do meu filho. Na hora que meu filho chega aqui, eu te mostra a realidade. - Entendeu? - Entendeu? Antes não. Antes você só está com o modelo na cabeça. E uma coisa. Um exercício muito legal, cara. Isso aí eu faço na sala de aula. Eu pego todos os alunos e fala assim. E eu dou o exemplo, tanto do meu filho, meu irmão. Imagina meu filho, tal cada um, imagina do um jeito. E eu ponho a foto dele. E aí o que você acertou? O que você errou? Na média, eles acertam. Mas um acertou um pouco mais. Não acertou um pouco menos. É isso. Mas voltando à era das trevas. Então o modelo que a gente trabalha, ele disse que teve lá. E nisso aí teve aquele período da inflação, que é muito discutido também. Que tem o pessoal que busca, tem vários pesquisadores que tentam comprovar isso. - Nessa qual é um goço, né? - É, eu não sei. Tenta uma buscapolarização e tal, nos negócios complicados. Para caramba. Aí o universo entra no que a gente chama de era das trevas. Depois período da reunização. E assim vai. Então só provilela entender. Esse era das trevas que a gente fala. Seria um período mais história evolutiva do universo usando esse um modelo do Big Bang. - Aí. - E é um termo até ruim. E de certa maneira, ele é tão termo ruim. Porque o Dark, ele vem de desconhecidos, digamos assim. Mas não é desconhecido. Aí vem interpretando como algo escuro que também não é escuro. - Você está falando da que metam? - Não, da que escura. - Da que? - Não, a Whiz. - Da era? - É, porque. A douta pode me ajudar aqui a temperatura, sem considerar a expansão. Você estaria em cerca de 3000 Kelvin. Sem considerar a expansão cósmica. Ou seja, qual é a distribuição plank de plank lá para a temperatura de 3000 Kelvin? É quase, digamos assim, um pouco acima da superfície do sol. Então já tem um pico ali que você tira derivada, calcula a lei de vi, não é isso ou a douta. E você fala, qual é a cor mais ou menos que está acontecendo ali. Então não é nem escuro. - Tem uma coisa mais ou menos a laranja. - Mas eu queria ser de terminar. Mas eu queria ser de terminar, se aí a explicação dele. Então isso aí era do meu Zid. Deixa eu me defender. - É. - É. - Só um segundo. - Só um segundo. - Não, só um segundo. - Não, vocês não acabaram me falando. - Quanto tempo agora era das trevas? - Não, cara, assim, a era das trevas. A gente precisa chegar quando a gente descobrir qual foi a primeira galáxia ali. Vai terminar era das trevas, entendeu? Ou as primeiras estrelas. - Por isso que a janela está cada vez mais apertada. - A janela não. - A apertada. - Mas a janela está apertada. - Mas vamos lá, mas ela está apertada, cara. Esse é apertado. Ele está muito ligado à tecnologia, cara, entendeu? Olha só, o último telescópio de 10 metros foi construído quando, cara. O grande canáreas lá. Fale o quê? - Eu vou em cinco anos, 30 anos, entendeu? Nós vamos construir o próximo de 30 metros daqui. Vai ficar pronto daqui uns cinco, seis anos. Então são 40 anos da humanidade, cara. Que, se você conseqüência, nossa vida, isso é muito tempo, cara. 40 anos pra gente ter um salto giganteço desse, assim. Ela está apertada? Não sei se ela está tão apertada, não porque a nossa tecnologia. Se a nossa tecnologia avançasse, do falando de tecnologia observacional, tá galer? Até a nossa tecnologia observacional avançasse dessa maneira, assim, então, rapidamente, o bem. Mas demora, cara, porque é muita tecnologia e espelho. - Não é uma questão de tecnologia, não é? - Não é uma questão de tecnologia. - Mas a janela está tendo. - Não é uma questão de tecnologia, mas a janela está tendo. Porque na astronomia a gente precisa ver, cara. A astronomia, ela precisa ver. - Aqui. - Por exemplo, eu falo pra você aqui. Existe o planeta 9. Existe o planeta 9. Cadê o planeta 9? Está lá os caras caçando o planeta 9. Mora, dessas, estão lá no telescópter caçando. Porque a gente precisa ter a observação, cara. - Eu sou o treinado, um pouco de que ele quer que ele nasce. - Não. - Eu acho que tem observação, sim. - Não, não é o eero-juro que nós. A gente está falando de seguinte, que o tempo está cada vez ficando mais curto - para que essas estrelas primeiro se for, que elas explodam, que elas form os elementos mais peçados. E que elas começam a se formar e constituir galáxias. Esse é o grande problema. Cada vez mais essa janela que tem. - Não sei se está ficando tão apertados. - Aqui não, olha só. - A gente. - Não sei. - Não sei, eu acho. - É isso. - A gente também está ansiosíssimo a dar o todo o meio deve estar. Porque cada vez com um novo telescópio, é lançado, um modelo é mais abalado. - Não é? - Eu acho que o modelo é abalado, cara. - Não, não, não. - Claro que é. - Eu não vi os dois meus desenhos, que tem que correr atrás dos dados para adaptar o modelo aos dados. - Mas aí eu que eu te falei, cara. Então eu jogo toda minha tese, então você que vem da área do petróleo? - Como que a gente faz? - Não, não. - Furamos um novo posto. Eu tô lá com o meu modelo. - O que vem é único, mas eu tenho. - Não, não é? - Então. - Mas eu tenho. - Eu tenho uma coisa para acrescentar. - Fala aí, eu. - E não meio. - Eu me estava lembrando mais dele. - A gente esquecido do pirulho. - E o que é isso? - O pirulho. - O pirulho. - O pirulho. - O repiolo, ele pode falar da astronomia. - Não está aí embora. - Não, não. - Não vou deixar ele falar. - Não vou dizer eu continuar com a astronomia. Eu vou falar um negócio que eu não preciso saber de a astronomia para falar. - Isso. - Eu estava com uma enapidcia ali, fui. - Eu não estou indo lá na vida. - Eu aproveito. Não tenho muito que falar, quando eu estou falando de a astronomia, aí é essa parte de formação de elementos químicos, e tal, não sei o que eu sei é o básico, então está bem servido. O ponto que eu vejo aí, me corrida e se eu estiver enganado. Estou sendo uma discussão aí sobre a questão da aplicação do modelo, correção de modelo, para saber se o modelo vai servir ou não, o sacanhe falou uma coisa brilhante, que tipo se o modelo encaixa certinho, então é basicamente. Não precisa mais.
é uma de modelos, né? A realidade acertou, né? A acertou o negócio, tá lá? Tipo, é batalha na vál, né? Você coloca ali o negócio mais perto de vez em quando você vai acertar, né? Você vai. uma hora você vai acertar o cruzador lá do cara do outro lado, o lado inimigo, mas você vai passando perto ali, vai. vai. tá quente, tá frio. Eu acho assim, é. o princípio da ciência, exatamente você tentar descrever a realidade e explicar como as coisas aconteceram. -Matê. -A gente adaptar modelos a meu ver, é exatamente o que a gente deveria fazer quando a gente vai encontrando dados novos e esses dados vão mostrando, você tem que acrescentar a coisa ali. Você tem que. -Ratirá, né? -Tt, né? -Vamos retirar. -Oh, acrescentar, vou retirar, enfim, ou mexer, ou mudar, isso daí. Tá sendo colocado como se fosse um demérito, alguma coisa assim, quando na verdade não é, na verdade isso tem uma coisa mais. da coisa mais bonita que a ciência tem. Agora, acho que uma coisa precisa ficar muito claro aqui, muito claro. A tecnologia que vai aumentando, que Neo Sakane falou, e que vai permitir o que a gente descubra mais coisas. E no caso, a astronomia é que é complicado dizer que a astronomia entra na parte de história, porque da parte histórica, porque você está falando do passado. -As vezes a gente esquece um ponto muito simples, assim, trivial. A astronomia é uma ciência. ou observacional, não é experimental. -Não, sim, é observacional. E é isso que eu quero chegar. Quando você pega esse tipo de ciência que você depende de achar coisas, que a paleontologia nesse ponto está parecido, você precisa achar coisas, você preve coisas, você faz algumas predições quando possível, vai lá e procura. Se você não achar, não quer dizer que não existe, quer dizer que você não achou? -Que existe. -Então, às vezes, pode ser que ela esteja lá, você só não achou. Vai achar daqui 30 anos. Alguém que tava lá, cavocando num pedaço, lá bateu uma peda, não só olha só, achando. Então aí você confirma determinar a predição, determinar o modelo, determinar a coisa que você está querendo fazer. Então é esse que é o grande problema que você pode escrever a realidade dessa forma. Mas é assim que a gente tem pra trabalhar, é isso que a ciência tem, é isso que a ciência consegue fazer pra funcionar. Agora, isso é uma coisa que eu acho que é muito importante deixar muito claro que. Isso é o esperado, absolutamente nenhuma, mas absolutamente nenhuma correção que possa ser feito em qualquer um modelo que está sendo proposto no que diz respeito a galáxia mais antigo, alguma coisa assim, tal, o que nem se estou comentando? Absolutamente nada. A ponta pra idéia completamente estrongólica de que o universo tem 6 mil anos, ou alguma coisa nesse tipo. Pois é. Nada. E absolutamente nada. Porque é assim, você dizer que ajustar que não, é um bilhão de anamais, é um amêndo, é uma coisa ali, uma mexida ali. Mas assim, a gente não tá aqui discutindo o aspecto observacional da ciência e querendo refinar ela a discussão o que é? Evolution versus crenacionismo. Isso é o título do programa. A gente não tá aqui refinando pra saber se não, uma nova proposta teórica da idade nos dedos, e lá. Não, a gente está falando uma coisa que é simplesmente, tipo. possível dentro de uma avaliação científica como a gente conhece, a menos que você coloca como milagre, e aí milagre, outra coisa, e aí sai da ciência. A menos que você coloca nesse ponto, acabou, a gente tá. Eu não sei, eu preciso deixar isso claro, porque às vezes o público que está assistindo na gente tá falando, de uma grande discussão acadêmica, não, não, a gente tá falando sobre o aspecto que é esperado da ciência, que é final de essa antífica, para uma alternativa completamente. Mas isso que a gente tá falando não é possível? Não é, não é? Não é isso que é o bom, não é? Não, ó, porque então, mas isso tem uma palavra, hein? Hmm, diga. Eu ainda acho que o sacrâneo tem que explicar o que ele já quer. Direito dizer. A gente tá segurando essa pergunta aí do sacrântaro, tá marcado aqui, fala da outra. Tenha gente, quando a gente trabalha com um Big Bang, existe um período chamado período das leis da física, estranhas e desconhecidas. Então deixa eu aproveitar porque tem coisas que a gente conhece, aí eu acho que é do conhecimento, as pessoas estão nos ouvindo. Vocês devem ter ouvido aquela passagem da Bíblia, que diz que o Mar se abriu e o povo passou pelo Mar aberto. Como isso teria sido possível? A resposta é simples, por meio de leis físicas estranhas e desconhecidas. Porque eu estou querendo dizer o seguinte, que Big Bang começa com milagre. Ele começa com período de leis da física, estranhas e desconhecidas. Isso não é ciência. Isso é fé, isso é religião. Me mostra as leis que regem isso aí. Por exemplo, eu trabalho com termo dinâmica. Você compre um sapato novo daqui um ano, se o sapato vai estar novo. Claro que não. Com a tendência. A tendência das coisas não é melhorar que a medida que o tempo passa. Segunda Lei da Terminana, que claro nisso, é a única lei, a única que aponta para que lado o tempo vai. Não tem nenhuma outra lei que mostra isso. Ou seja, segunda Lei da Terminana, a gente mostra que se ainda esse universo é funcional é porque ele teria sido melhor e mais funcional no passado. Não tem como, a menos que vai jogar fora segunda Lei da Terminana, que é o base lado da física. Não. É aqui a gente usa pra prática nem. Não, não, não. Eu estava no boheiro, mas eu vi. Agora você pode falar da lei. Não, não, mas eu. Posso comentar o afala do Pirula? Olha, veja só, é criaçãoismo contra naturalismo, não é a Pirula. E o que eu creio? O universo foi feito pronto, por um Deus todo poderoso. Ele chamou o universo a existência pelo poder da sua palavra. Salmos 33 nofita escrito assim Pirula, porque ele ordenou e de pronto tudo foi criado. Salmos 33, 6 está assim, porque ele sobrou o universo com sopro de sua boca. Você vê na cronologia da Bíblia, você vê que o universo foi formado há 6 mil anos. Nada, prova o universo. Absolutamente nada, prova com o universo. É jovem. O universo estava estruturado no seu início. O Adalto falou aqui, as galacas estavam prontas, massivas, estruturadas. A gente sabe que pela entropia esse universo estaria invelecido, absolutamente invelecido agora. Então você vai falar, "Oh, uma bravata dessa, olha nada, nada, nada, nada, absolutamente nada, nada, nada, nada, que que é isso, Pirula? Deixa eu deixar terminar, deixa eu não ir ento, eu não ento, eu rompio você, não ento, eu peio você." Absolutamente, nós temos evidências clares no universo no início, estava pronto, estruturado, muito parecido com o universo agora. E há uma evidência muito forte de que esse universo é jovem, porque se não, ele estaria desgastado. Segundo, milagres, milagres, é o que o Big Ben assume. O milagre do nada pegando nada e boom, se explodindo, segundar o milagre do sumiço de antimateria. O milagre dos elementos mais pesados estaria em presentes no universo. O milagre da matéria escura que ninguém sabe, é um sassipereio da ciência que diz que não tem nem particular fundamental pra explicar tantos, vários teços que estão sendo lá. É a matéria escura que está fazendo com que essa nuvem casózia colapse. Então milagres, milagres, a gente tem um. A gente tem um. E um milagre, pera aí veru, e um milagre com um santo suficiente, com o poder pra fazê-lo. Você está subindo um monte de milagres que as forças naturais não têm força, não têm capacidade de fazê-lo. Então, em questão de milagre, Pirula, o quem assume o graalismo assume muitos mais milagres do que nós, sem santo pra poder fazê-lo, sem santo pra poder fazê-lo. Então, não dá pra fazer essa pravata, aí olha assim, perda só, perda só. Eles a subem milagres, a gente a subem fatos, já assim, né, Pirula? -A gente vai ir para o milagre. -Fala aí, Pirula. -Fala aí, Pirula. -Fala aí, Pirula. -Fala aí bastante. Agora fica contigo. -É parte da definição do que é um milagre, entendeu? O milagre implica numa, vai digamos assim, numa quebra das lisa da física, como o Adalto comentou, só que é intencional. Então, você precisa ter a intencionalidade, que aquilo que você sempre fala, diz que eu te conheço. Agora, o grande ponto é o. -O ponto muito rápido, não quebra assim da lisa de não. -Não, não, você continua, continua, continua. -Eu vou falar assim. -Eu vou falar assim. -Eu vou falar assim. -Eu vou falar assim, eu vou falar assim. Mas quando eu falando o seguinte, você. Até aonde me consta, não há uma garantia de que antes do Big Man, antes do Big Man, havia um nada. De que não havia algo antes do Big Man. A gente está falando sobre o começo do que nós entendemos hoje como universo, o que não quer dizer aqui antes? Não tivesse outra coisa. Aí, a gente está no limite daquilo que nós temos como conhecer com metodologia técnicas e com o tipo de filosofia que a ciência permite. -Mitalvez nunca conhece. -E é esse tipo de. Talvez nunca conheça. Mas aí, o fantástico da ciência é que a gente não pode. como se fala, instar por vencidos. E esse é o grande ponto. Agora o fato de que as leis da fície, como nós estamos tentando entender agora, a origem, então, não sei o que é uma, posso ser lá, não tem pouco que você tenha que dar uma ajustada para fazer isso aqui, e dizer assim, dentro da discussão acadêmica, dentro da discussão acadêmica, isso assim, é saudável, é a coisa que eu esperado, e de novo, como eu não sou astrônio, não interna nada disso, eu nem sei se essa discussão é realmente existente, o que eu falei com o Felipe ontem, agora. - A discussão de quê? - Com relação, agora, assim, o universo ter sido criado pronto, ele tem que romper uma série de evidências que a gente tem, tão grande, mas tão gigantesco, e aí eu acho que o Felipe, já que o ponto de. - Então, é isso, eu falei, me dá uma evanter uma. - Me fala uma evidência gigantesca que você tem, o pirulau, não, fala assim, deixa, fala do mais gigantesca. - Você, você, você, comentário que o grande ponto de que provaria, que não seria a lei na termoginâmica, porque O que você disse que você tem várias evidências de engantezcas, qual é ser um? Você tem várias citavôs. É de 6.000 anos que ele não poderia ser pronto? Que ele não foi formado pronto? Cuál é a Vinance? Ah não, não. A radiação quase não tem de fundo. E pirula, travou em pirula. Não pirula travou, vamos lá. Formado do jeito que você estava perguntando uma coisa sem ideologia para um piso. É contigo em tão raio. Deixa eu perguntar com a gente, "Pum biola", "Pum biola". Não, mas se ele fala que tem evidência de engantezcas, que ele devia citar uma, né? Mas no qual ela dá? Não, deixa colocar o seguinte. Olha, nós sabemos que o universo, ele é literalmente ele funciona como um corpo negro. A gente sabe disso, é por isso que a gente consegue, nós conseguimos, inclusive, medir a minha radiação de fundo. A pergunta que nós temos, que não pergunta, fascinante o seguinte, nós estamos praticamente quase três Kelvin's. A pergunta é, o universo está esquentando ou esfriando. E como determinar isso? É a seta, né? Na segunda lei estamos no ângulo, certo? Tá esfriando. Depende. Não, depende. Depende. Universo fechado com toda a radiação produzida pelas estrelas. Perto, a entropia pode ser, localmente, negativa, desde que há de uma compensação, né? E uma outra, em uma outra região. Depende, numa, não vem molecular para a formação de estrela que vocês dizem que não existe mecânico. Universo ou sistema verde? Depende de a forma que você quer fazer esse modelo. Não, não, não, não é a resposta simples. Você pega a micro-radiação de fundo, você sabe que ele é fechado. Não, não. Se eu fizer, se eu fizer, por exemplo, a lei de Planck que você falou da distribuição, se eu usar com o primeiro de onda ou frequência, vai mudar a distribuição? Mas o que tem a vez que você vai fechar de aberto? Uma descrição matemática da natureza que a gente tenta fazer para explicar um fenômeno e está dizendo, não, isso aqui é assim no universo. É por isso que eu usei o exemplo da distribuição. Mas o mais sentido é pegar uma distribuição de Planck, de. Eu falei inglês de novo. De cidade petrol de energia ele faz sentido você para que ela interpreta como coisa física na natureza, porque muitas das coisas ali, o que a gente usa são ferramental matemático. Mas um nem vai se fechar, não é, mesmo? Não sabemos. Não sabemos. Não, mais eu fiz com a história de Zemos que quer fechado, mais eu te fiz com a história. Planck desse isso. Não disse. Não disse, até porque. A ideia de você falar de um universo aberto fechado. O que é um universo aberto em um universo? Você considera tudo. É a estrutura. A estrutura com espaço tempo. O universo aberto seria a universo que é infinito. E que está recebendo energia de algum lugar? Então você me desculpa infinito ou adoutce, conversa com os matemáticos. Em física, em infinito geralmente são problemas nos teorias, né? São buratas. Você quer considerar um universo infinito para trabalhar na física? Não, universo não é infinito. Universo é finito. Então você diz que é do universo infinito. Não, então você diz que é do universo infinito. Então, mas deixa eu explicar. Deixa eu explicar. A ideia de um universo fechado ou aberto, isso não começa a implanque ali, não é um cara. Você pode ter até a galera. Não, não começa a implanque. Você perguntou o nome de um universo que disse isso. E começa depois da relatividade geral. Começa com o Holandês, inclusive o Ila Decíter, que começa a pegar as equações de campo do Einstein, que trata da estrutura do espaço tempo, e começa a trabalhar em como seria o formato universo aberto fechado. Então a morte do universo não foi prevista antes disso. É porque isso tem a ver diretamente com a segunda lei da termo dinâmica, com o universo aberto fechado. A morte térmica do universo é uma das possibilidades. Você quer que eu te deu outra? Você tem a Fanton Energy, que é a energia escura acelerada. E nessa você tem o Big Rip, que é o rájago, digamos assim, dos pastinhos. É um viagem de sandês, estou ligado. Tem várias, tem várias vejas. É uma possibilidade que a gente está dizendo que não sabemos tudo, tipo, matar a escura e energia escura. Vocês perguntam o que que é? Não sabemos. É, no caso é isso que é complicado, que eu estava perguntando para a fosse. Não é você, Deus. O problema de falsia é isso. É que vai se jogando, e pode ser uma da outra, de outra, de outra, de outra, de outra. É isso que eu ia explicar nesse desenho aqui. Sim. O fim do Oodarkie diz é a época em que surge as primeiras estrelas. Isso. Essa é a definição. Agora qual é o número exato de período de anos? Você tem duas coisas para fazer. A primeira é uma análise estatística teórica de qual seria a faixa de valores para você começar a trabalhar. E é uma medida física, então vai ter mais de erro. Segundo, vamos lançar um James Webb para observar onde é a questão? Em composição a primeira estrela. Tá bonito isso, mas quanto do tempo? Sim, mas acabou de lançar o James Webb. É porque é o seguinte cara. Eu fui estudar a história da era das trevas. Ela começou com um bilhão. Durou um bilhão de anos. Aí caiu para quentos minutos. Aí caiu para poderes. Para poderes ser lívoes. Cara, o livro que eu li isso tem um acerto de artigos de coisas. Porque eu não vou lembrar agora exatamente o que eu tenho. Mas pode procurar. Então com que era das trevas? Com todo o carinho todo o respeito. Foi, você deu errado. Não foi não, Zé. Aí era das trevas. Não foi cara, bilhão de anos. Esses limites aí, carês, não são assim, entendeu? A gente tem limites, por exemplo. O que eu estou fazendo, que está caindo de um bilhão de anos. Hoje é de já tão em que cem doio 200 milhões. É, não, mas. A parte folha, cara. Deixa eu querer explicar uma coisa antes aqui, cara, que eu fui anotando aqui muito. Mentalmente. Vamos deixar o Selle falar. Isso é legal. Que é o seguinte. Na primeira coisa é o seguinte. Falam do. Ah não, porque tinha galáxias, que é sado, né? Existe um negócio na evolução de galáxias, né, cara? Que a gente sabe que é as galáxias. E o que? Tinha galáxias no começo do futuro. É, que falo que não, tinha galáxia ali, a galáxia já constituído, tal. Na evolução galáctica, né, que a gente estuda e tal, as galáxias mais velhas e mais tal são galáxias elípticas, entendeu? Então, por exemplo, as galáxias espirais e tudo mais, elas não são as galáxias mais antigos que a gente tem. Vem a tradução. São as galáxias elípticas. Sim. Porém, isso temos certeza. Nem gente tem certeza, mas se por acaso a gente olhar-se naquela imagem lá e ver se galáxias elípticas, aí sim, a gente tem um grande problema. Por quê? Porque aí, para galáxias ser elíptica, ela tem que passar por todo esse processo que o Eberin falou. Existem processos, né, que a gente conhece hoje no universo, que o universo começou as galáxias ali, as galáxias formaram, formaram primeiras galáxias espirais e tal, essas galáxias começaram a colidir com a outra, a fundir com a outra, uma cannibalizar a outra, porque tudo isso vai depender do tamanho das galáxias. Se são galáxias de tamanho parecida, elas se fundem. Se são uma galáxia, por exemplo, a Via Láctia, deve ter engolido aí várias pequenas galáxias. Isso aí é um processo que foi acontecendo durante as épocas, que o universo foi passando e tudo mais. Até chegar em galáxias que, pessoal tava falando aí, eu esqueci o termo agora que vocês falaram, que era o universo, tipo, cansado velho, se o universo tá cheio de galáxia elliptica, que são as galáxias já que, num forma muito estrela e tudo mais, aí isso seria um grande problema, se a gente contrasta aquele imagem do James Webb, um monte de galáxia elliptica ali, aonde não tem mais estrela se formando, aonde tem mais nada, ai, que eu falo, né? Aí tem um grande. Contraram uma estrela se formando? Não, encontram um galáxia elliptica, cara, entendeu? que as galáxelímpicas.
As galáxias que não formam mais estrelas. A gente tem várias aí que a gente observe tudo mais. É só um ponto que eu queria incrementar. Acho que talvez nem se ajuntei a pressa atenção nisso. Às vezes a gente se perde nisso. E eu mesmo me perde nisso. A gente tá discutindo. Olha só, isso é a gente tá discutindo com eles. No universo de sei lá. Vou botar a estimativa de dois trilhões de galáxias. A gente tá discutindo se o Big Man tá errado ou não? Com seis galáxias? - Ah, lá no começo. - Tem um dia que nem tá convimada ainda. - Então isso aí é uma espéctrica de um dia. - Sim, com certeza. - Não dá pra refutar. - Não, então isso aí é uma faculdade. - Não, deu tempo de observar, cara. - Porra. - Isso aí é uma coisa. - Não, não. - Não, não. - Não, não. - Você tem galáxias que ele derrubi, nem? - É, não esperar pra outra coisa, nem outra coisa. - Não, não. - Aí existe. - Não, eu acho que só falava que ele. - E ela foi ter erro. - Eu sou o primeiro designo. - A primeira foi ter erro. - Vamos dizer. - A moistudo. - No estudo de galáxias, então a primeira coisa tem isso. A gente estuda as galáxias evoluem. Então elas começam no jeito. Um se fundindo, vão engolindo. Aí as galáxias vão que a gente diz, né? Um termo horrível. Mas o pessoal usa que as galáxias vão morrendo. Ou seja, vão deschante formar esteio. Vão ficando velhas, velhas. Vão ficando elípticas e tal. Existe também nesse mundo de galáxias, um outro tipo de galáxia, que são as galáxias que a gente chama de diério. Eu não vou falar inglês, não. Quase que eu falei. - Mas o dole. - São as galáxias água-viva que a gente chama. Então o rumbo, ele tem um grande projeto de observação de galáxia água-viva. O que é que é uma galáxia água-viva? Então o pessoal em casa sabe o que é uma água-viva, né? É aquele bicho que achei de tentáculos assim. Então a gente começou a ver galáxias, cara. Que tinham uma forma meio espiral e tinham esses tentáculos. E esses tentáculos eram regiões aonde ocorria uma grande formação de estrelanomola. aquela galáxia daquele jeito que ela existia, ela não poderia formar estrela. Então, quando a gente observa o Ciotelescope, aqui da Terra ou Palomar, a gente viu só a forminha espiral dela, e ela tinha muita estrela ali. E aí, falou "Caramam, cara, isso aí tem algum problema em isso." Quando a gente colocou o "Hub" ou "Nella," a gente viu que ela tinha esses tentáculos, tanto que é um estudo muito famoso do "Hub" que são das galáxias aguais vivas. E aí, estudando ali, falou "Caramam, isso explica essa formação "anomana" de estrela que acontece nessas galáxias. E ele registrou alguma formação de estrela? Sim, registrou. As estrelas se formando nesses tentáculos aí. O observado, a formação de estrela. O observado. O que que a pessoa fala? Só cuidado, porque o observado é fotométrico ou espetroscópico, não é? Não é visual do olho, nossa. Vinha aqui, a estrela na cesta. Que irmã existia e ela existia, o possuí existia? Isso, existem características daquelas aglomerações de estrelas ali que você vê. Nesses tentáculos você vê várias aglomerações de estrelas e aquilo ali está formando estrela e tal. São aglomerações de estrelas que vão gerar estrelas para aquela galáxia e isso explicaria a formação anomala de estrelas nesse tipo de galáxia. Isso é que isso é uma registro de. Que é que elas tentam de estrelas? Não, isso existe um projeto do Rebo Gigantesco que é a observação de galáxia. A água vivas, né? Então, estou dizendo que a formação de estrelas é hipotético. Espera, espera. Essa é um negócio muito legal. É de milhões de anos. Aí é um tempo. Eu lembro que o Virial se expere o campo gravitacional, o DGDT, e vocês colocam como sendo zero. Não pode fazer isso. Qual é a evidência que é zero? Oi, Berlim, eu estou falando especialmente porquanto ele falou de. Eu não quero falar o Felipe. Eu estou falando de uma maluco aqui. Desculpa, douto. O que eu estava falando aqui era especialmente do João Paulo falando que não tem. Registro de formação de estrelas. Aí logo, já que não tem, então a teoria está errada da formação de evolução. Uai, não. Não? Você está dizendo que não existe um vídeo de gãoro assim. E a gente está lá. A observação de formação de estrelas não existe. E isso é que é interessante. É que estrelas demoravam milhões de anos para se for. Isso não é desculpa, isso é. Quando a gente coloca a conta nas galáxias super massivas que estão próximas do início de Big Bang, você tem milhares de estrelas se formando por ano. Segundo os próprios astrômen da nada. E cadê não vai ser bom? É que eles não deixam explicar. Eu vou fazer um vídeo explicando isso aí. Não, não, não. Deixa eu. Vamos deixar o céu de ter que me enancer. Vamos começar a falar. O que você pode dar ao todo o teoremo do vireão? A operou não quer deixar o sérgio. Fala, fala aí pro sérgio. Eu vou estar só pro sérgio. Só para dizer que eu estou procurando até agora. Eu não achei lugar nenhum. Nada dizendo que a Dark Aid deslava durou um bilhão de anos. Até agora. Se achou que. Se achou que. Nem do ponto de vista histórico. Eu estou procurando faz dez minutos. Mas enfim, eu estou. Eu vou deixar o sérgio. Eu quero um bilhão. Está encurtando. Só para dizer. Agora vamos lá. Vamos lá, sérgio. Então, esse estudo da. Eu estava falando das galáxias, que ela tem essas aglomerações de estrelas e tal. E isso mostra a formação anomala de estrelas que você falou agora. Que foi observado no James Webb. Então o que é que o pessoal hoje está estudando? Será que essas estrelas aducomias são? Essas galáxias aducomias não eram tipo de galáxia também. Pode ser, porque aí explica isso aí muito bem. Então isso aí. É uma hipótese. É uma hipótese que eles estão trabalhando nisso. Porque tem vários estudos, vários dados já adquiridos de galáxias. A água viva é um negócio muito recente. Isso entendeu? Que explica a formação anomala de estrelas em galáxias. Então eles estão vendo se isso pode ter acontecido lá. Pode ser. É um negócio que estudar e é para isso que está aí. Defendendo meus vídeos agora. Ih! São os que eu estou em metadei. Não, o Glazer 12. Ela é um água viva? Então a gente não sabe ainda, cara. Esse é o negócio, entendeu? Por isso, e aí eu até complementar a sua pergunta com o negócio que está acontecendo. Aliás, essa semana é um negócio muito legal. O que acontece? E ele começou a operar cientificamente em julho de 2022. Júlio de 2022. Ele fez o que a gente chama de Ciclum, de pesquisa. O que é esse Ciclum de pesquisa? Era apontar o James Oéb pra coisas que a gente já conhecia. Então, por exemplo, apontar um apontão para o trapische. Por que é que apontei para o trapische? É peda de tempo que o diz oéb. Não, cara. Porque com melhor equipamento nova a gente está aprendendo as coisas. Tem uns problemas de calibragem. Isso, calibrações e tudo. Vamos apontar ele para coisas que a gente já conhece. E vamos começar a calibrar e tal. Essa semana está acontecendo a escolha. Aliás, hoje terminou, né? Onde você está feio, exatamente. Hoje terminou a escolha dos trabalhos ou dos projetos que vão rodar o Ciclum 2. E aí, cara, eu estava até dando uma passada ali para ver esses trabalhos. Tem muito trabalho para investigar galáxias com o Zé maior que 10. É tirar o espectro dessas galáxias todas. Estudar a galáxia 12. Todas essas aí, amesses, né? Também que o cara ladeu o nome da filha dele. Então, tudo isso aí vai ser contemplado nesse Ciclum 2. Por que o pessoal entender, o James Web, ele está aí. Desde julho de 2022 fazendo trabalho científico. Ele vai entrar no Ciclum 2 dele de trabalhos. Aonde vão ter vários trabalhos relacionados a isso? Porque o pessoal quer entender isso aí. Vamos ver se a galáxia 12 tem aquela idade mesmo. Será que ela está naquela distância mesmo? Na verdade, ela foi classificada por dois laboratórios diferentes. Por dois observatórios diferentes como o Zé 13. É, então, mas vamos confirmar agora. Então, ela vai entrar a galáxia 13. Ela está nesse Ciclum 2. Porque eles vão observar ela melhor. Vamos observar com outros instrumentos do James Web. Porque nesse Ciclum, você usa o James Web com um equipamento com o espectrólogo. Depois você usa com outro equipamento. Ele tem o Anir Kent, que é do infravermiro próximo. Tem o Miri, que é do infravermiro médio. Então essas coisas vão se completando. Então, eles vão continuar estudando essas galáxias aí. Para a gente ver, será que é mesmo? Será que ela vai cair ali naquele ponto mesmo? Será que ela é mais nova? Os audacios conseguiram entender como que se tudo estiver errado, logo significa desainter a gente. Está quieto que a terra tem sido em o ano. Mas está aí, o outro, o outro, o outro, o outro. Mas só vocês falaram isso. Vamos deixar o cérebro terminar. Aí eu saí daqui, o pirula senta aqui. Aí, isso aí é um ponto. É só para pontuar isso é importante. Porque a gente está falando de James Web, James Web, James Web. O pessoal fala, "Pô, James Web está aí a 30 anos trabalhando, não. Quem está a 30 é o Rubo, o James Web está 10 meses aí. Então isso aí é um ponto. Essas galáxias todas vão ser reanalizadas. Para ver, acho que a Z12 foi reanalizada justamente. Ela foi reestudada. E aí ela foi colocada em que 13,6 foi isso. Ela foi reestudada. Ela foi reestudada. Mas usando o mesmo, está no site da NASA. Sim cara, mas ela foi estudada com o mesmo, ela foi estudada com o mesmo equipamento. Agora eles vão usar a Miri, o Miri, no infravermiro médio.
para poder ver se consegue. Será que é isso mesmo? Será que confirme? Porque aí tem uma palavra brinha, agora que eu vou defender meus ídios, que tudo isso aí a gente chama de candidato. candidato. -Coco foi o vídeo que eu fiz, é o seguinte, eu fui lá e escreve assim, James Webb descobre galáxias que não deveriam existir. Todo mundo caiu matando, foi só o Felipe Paul, não. Todo mundo caiu matando, mas aí entra num ponto que Felipe fala, que nós estamos longe, nós também teremos que ir. Eu senti um poço tito com o cara. Agora eu vou colocar lá James Webb descobre galáxias que podem ser que, para um janeu, o cara já não clica. -Titli já, janeu, janeu. -Mas é, no caso vocês colocam isso pra ganhar clique. -Tem que ganhar. -Eu não. -Eu não. -Tem que ganhar. -Mas o que que falava o vídeo então? -Não, não. -Eu tenho uns slides aí de coisas que falavam no vídeo. -Mas o vídeo eu explico que são candidatas, entendeu? Aqueles são candidatos, precisa ser comprovados. -Tem que ter. -O que são vocês? -Colota o vídeo. -A apresentação e idade do universo, favor. -São seis galáxias que tem lá, que elas estão sendo analisadas, que elas são um, que elas caem todos, e esse tem voz que não está falando. Mas, aí, quando realizar elas, a casal continuam ali, lembra das galáxias impostoras? Várias daquelas primeiras lá que eles salaram? Caíram? Sobrou essas seis. -A só queria lembrar tudo no chat, que ainda vai ter a parte da biologia daqui a pouco. -Ei, é isso. -Pois que o que já encaminhando pra gente fechar? -Eu vou sair daqui. -Não, é calma, calma. -Vamos falar da idade da terra, o sacanhe não pode escapar, porque. -E ainda tem gel, -Poisse o Laca dele, -Já bem. -Eu vou falar. -É, falou. -Para sua. -Pois, não posso falar rapidinho? -Pois, sim. -O sacanhe falou. O tema vem de uma publicação do Scientific American. Foi de fevereiro desse ano. Galáxias que não deveriam existir. -Eu copiei. -Eu copiei. -Eu copiei o título dele. -Já não vai fazer o seu motivo. -A ideia é principal, que realmente elas não deveriam existir. -E quando você vai pegar o artigo, não fala que são galáxias, -que são candidatas. -Ai, olha só, lembra o momento que eu falei, "Belim, pega aquele artigo que eu li, "erio o tito que você me chamou naquele artigo, "aqui está essas galáxias impossíveis, "que está dentro do nitido, "aqui não saiu, "eu não saio essa irmã". -E não saiu essa irmã. -Eu não saio, eu saio essa irmã. -Ela é uma homologia, não foi isso que você disse? -Sim. -Ai só que a gente vai mexer aqui não pode. -Não, vim, não. -Vim, sei não, por centros modelos com as homologias. -Só isso. -Ai o próprio sacanso aqui é do sacanso, não está no artigo. Os pesquisadores falaram que encontraram algo tão inesperado, que na verdade sucrindo grande problema pra ciência deles. -Pois? -E qual que o problema? -Pois aí a gente está falando aqui, você diz que não tem problema nenhum. -Mas cara, aí só mudê-los, cara. -Vai mais uma vez, não entendo que só mudê-los aqui. -Ela é uma adoresse aqui, que é o sustamento com o Pedro Láu. -É. -Que é o maior canal de divulgação de ciência, né? Aí ele também coloca lá, essas galacas não deveriam existir. Aí ele coloca assim, adorem isso aqui. Alguns dessas galacas têm idade para serem mais velhas do que o próprio universo era na época. Ou seja, colocando em dúvida o próprio Big Bang, a insigida. Essa ideia de que galacas já nasceram grandes imassivas, inclusive já eram hipótese que alguns austrômen levantam antes mesmo dessa descoberta. -Oso é o nosso modelo? -Tão mais lá, só você levantou de me desculpar, mas são obíblos, funcão e maconincial? -Não, e outra coisa, são alguns astrônomos defendem uma coisa, outros astrônomos defendem outras coisas. -E o seu modelo que a gente está defendendo, Sergio, que elas nasceram prontas e maconinhece. -Elá, vocês que têm exaginhe a gente, que não tem problema de ter problema de contas. -Não, aí é o modelo que a gente está. -Quando você chama o nosso modelo de piseu do ciência, você está dizendo que o nosso modelo está errado? -Não, não, o modelo. -Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não é o seu dispositivo. -Não é errado, você é o dispositivo, está fora da discussão. -Você tem um modelo, cara. -Você tem um modelo? [Risos] Você tem um motoreiro? Não, não, eu estou falando da ideia. É, que a gente está mostrando as coisas toda com ciência. Aí, eu sei que chega no pilário, vocês. Não, não, porque estão coxotando, gente. Vocês não estão mostrando nada. Eu pego um tem cadeia pros cípes, os corolares, cadeios teoremos, cadeias lejos das físicos, nada nesse modelo. Eu pedo perguntando. Tem uma maneira bem simples da gente ver isso daí. Olha no início o que nós temos visto. Nós temos visto o quê? Era para ter átomos pesados logo no início. O resposta é não. O modelo não permite que isso aconteça. Estamos encontrando. Que a elementos pesados de suje de apoiar mais das primeiras estrelas. Que isso pode falar. É, gente. É para falar, porque ela não é um discurso. Desculpe e desculpe. Sim, sim. Mas, dá onde teriam vindo essas primeiras estrelas para que elas explodissem e produzissem esses elementos químicos pesados. Isso daí é um salto no escura. A gente tem que pegar o processo. Ou seja, a gente está vendo o quê? Nós estamos vendo no início elementos químicos pesados. Como isso vai ser interpretado aí é outra área? O fato é, existem elementos químicos pesados. Existem pesados chegaram ali. É isso que a ciência faz, entendeu? E outra coisa. E repisa em abandonar o modelo. Se a gente tivesse visto ali na que. Na que. O que para mim seria a parte de que vocês gostam falar? Que iria detonar tudo, cara? É que na hora que o James vai mostrar essa imagem, vai aparecer isso um monte de galáxia elliptica. Isso aí para mim, aí. Eu não sei o que é outra coisa. É porque vocês assumem que as ellipticas são mais velhas. É uma coisa assim. É uma coisa assim. É um elliptica azadalto. Fala aí. Isso aí foi um salto. A gente está olhando o início. Bom, olhando o início. Qual são os elementos químicos nessas galáxias no início? Se elas são espirais ou não? Isso aí é irrelevante. Não é, não tem como ser irrelevante. E o seu mago mesmo, você está assumindo que o modelo de galáxias ellipticas é mais velho do que o antigo. Não é um modo assim. Não dá a sumir no ponto. Cara, o pessoal estudou da evolução da galáxia. Pois é, parte desse princípio de que ela é vindo niu. A gente está dizendo exatamente o contrário. Eu posso também saber. Tá aí onde que estavam as galáxias ellipticas lá no universo pronto. Porque tem que ter galáxias ellipticas. É isso que eu estou dizendo que esse negócio de galáxia elliptica é dentro do modelo que vocês têm. Não, não. A gente não pode ter galáxias que vocês têm, cara, você colocou para a mesma pessoa, de chão, de chão, de chão, de chão, de chão. É, é impossível de refotar isso. Que é dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica, dinâmica. A gente pensa em que trabalham com as galáxias ellipticas hoje, certo? Aonde elas estavam lá no início do universo? A gente não tem resolução ainda para esses. Ótima resposta. Ótima. Então vamos que? Vamos esperar um próximo instrumento. A gente marca, já é uma novo. Então você vai chamar ele. Eu vou saber. Mas eu posso falar de uma galáxia. A HD1, que está segundo a previsão usaria dela, 13,5 bilhões, ou seja, já estaria 300 milhões do Big Bang. Ela é tão gigantesca que se o HD1 estaria atrás a cerca de 300 milhões do Big Bang. Ela está a 13,5 mil milhões. Ela é tão gigante que está lá perto no pozo. Pois é, estão gigantesca que se acredita que tem um buraco negro no centro dela de supermassivo de mais de 100 vezes a massa do sol. Para efeito de comparação. A beleza a massa do sol não pode ser supermassivo, cara. Supermassivo a classicação é 200 milhões. É, 100 milhões vezes a massa do sol. Aí para efeito de comparação, a ViaLacta tem 4,5 milhões de vezes a marca do sol, né? O supermassivo. Ótima pergunta. Ou seja, o tamanho dessa galáxia. Deve ser tão gigantesco que assim não dá nem para contar. Porque se vocês dizem que a ViaLacta. Você devia abrir um sevatore. Não, não, não. Não, mas vou ensaíram. A ViaLacta, segundo o modelo atual, eu acho, né? A um dos modelos. Teria levar 13 bilhões para o tamanho que. 13 bilhões de ano para o tamanho que está. A galáxia? A ViaLacta. A ViaLacta. A ViaLacta. Sim. E aquela galáxia já tem um buraco negro que é. Sei lá, 50 vezes mais remassivo do que o buraco negro que tem aqui. Isso indica, ok? Uma quantidade de estrelas absurda em volta desse buraco negro. Oh, não. O buraco negro tem que se alimentar da massa da galáxia para crescer. Não é não. Não é necessário mesmo. Não. Porque. É uma das coisas que a gente. Uma das coisas que. Aliás, o James Webb também é um outro objetivo. Dei por isso que eu falo, cara. Tem que entender o objetivo desses negócios. Um dos grandes objetivos do James Webb é justamente esse. É entender. Porque, por exemplo, os quássas, né, que são buracos negros supermermassivos ativos, que estão muito longe. É uma coisa que o pessoal tenta explicar. Como que você tem um buraco negro? Tão massivo perto do início do universo. Pessoal, está estudando, cara. E ela não importa se. Como é importante para. Mas a gente tem que ter a reunião? Não tem que ver nada disso. Não importa o que a gente tem, porque a gente tem um motivo de razão na nossa voz. Tem que manter o modelo enquanto ele explica. Quando o modelo não explica, se deixa ele de lado, fica esperando. Ele explica. Uma explicação que bata com o modelo e puxa ele de volta. É assim que a gente faz isso em si. Então a gente tem que. Mas a gente tem que explicar isso. Não, não. A gente tem que explicar isso. Quando você não tem explicação, você deixa o modelo de lado. Você não usa o modelo enquanto ele não explica. Mas a gente usa vários modelos, cara. Não, o seu modelo é único. Eu. Você não usa o meu que bem, não é? Eu não. Eu. Qual é o modelo, então? Cara, a gente tem vários. Não. Não estou concordando você. O BigBEM está errado ou está certo. A gente não sabe. Ele entendeu? O universo é cíclico. Será que o universo é cíclico? Se eu trouxe um cara que defensou do universo cíclico. Mas são hipótese, é absolutamente enfalciável. Não dá pra falsiar isso. Ele vai ficar aqui falando que o universo é cíclico. Se eu trouxe o outro que fala qual que é uma outra teoria modificada que a gente tem, o cara vai defender, cara. O negócio é que. É. A gente. A gente vai estudando, cara. Então vamos observar. Vamos tentar fazer um igual, por isso eu estou concordando comigo. Temos que fazer um instrumento mais sensível. Quem sabe a gente descobre uma galáxia elliptica lá no começo? Ah, e aí? Ah, e beleza? O dia que a gente descobri? da outra criança. Imagina que chegou um esterec na terra e ele vê só bebê. Depois de tantos anos, o outro esterec ele vier adolescentes. Depois ele vier ao adulto, depois ele vê velho. Ele vai entender que aquele ser ali foi evoluindo com o passado tempo. Ele vai envelhecendo. Mas não é um novo centro que a gente tá falando. Não é um novo ser. Mas a gente que sabe que a gente fez com. um da cara que teríxicas, cara, daquela galáxia. Sabemos que a gente fez com o James Webb, a gente focou o nosso telescópio pro início do universo, era para ver um bebê e vimos lá uma velhinha. -Prova do horizonte. -Não é isso, cara. -Foi uma velhinha. Não foi a data. -A gente teria visto uma velhinha, se a gente vésse visto uma galáxia libre. -Ah, é uma galáxia -Sos ambassivos estruturáreas. -Achei o de elemento pensado. -Elemente os metálicos são todos lá. Galáxia é um espetro, não é? -Ele acha que é uma punta. É uma velhinha que está lá. -Ama fundindo aquelas galáxias. -Ele acha que você está confundindo aquelas galáxias que a gente vê com pontinhos, com as galáxias dos Max, ali, que é de 5 bilhões de ano depois. -Não. -Tá tudo? -Não. -Tá tudo na minha maninha divisada. -Se quiser o bot de novo slide aqui, daquela mermanel, só falando da GNZ11, que ela ficou impressionada com a forma daquela galáxia. -Ela não sabe também se ela é ali. -Quero propô uma coisa, não sei se não é? -O que é o seguinte, se não a gente não avança processa. -Vamos passar a sua sessão. -O que é o catatópico de um oráxia? -O que é o pirulão? -O pirulão está dormindo. -Vem aqui, o pirulão. -Franco. -Apa, estou aqui. É tremendo. -Perei ser de onde? -Perei ser de onde? O que eu pedi agora é para cada onde vocês ou, então, pelo menos, o Rime ou Sérgio, e algum de vocês ou outro. -Soda um fechamento, então. -Ve tudo, foi falado, sem contra pô o outro. A visão de vocês, em tudo, foi falado e a visão de vocês, então, fica a vontade para morrer. -Vamos começar. -Sérgio, o que é o Sérgio, o que é começar? -Como essa, cara. -A minha visão é bem simples, cara. Eu acho que o James Oéb é um equipamento super recente novo. Acabou de fazer aí poucos mesmos que está trabalhando científicamente. -Obserou coisas muito interessantes em vários aspectos da astronomia. Agora foram aprovados os trabalhos para o Ciclo 2. -Vai ter outros ciclos, o James Oéb também. Vamos esperar para ver o que ele vai realizar tudo isso com outros equipamentos. Os métodos também que a gente nem chegou a falar, mas usar algoritmos, janários, isso aí tudo evolui. Hoje a gente tem técnicas que amanhã desenvolve outras que melhoram a qualidade da informação. E eu acho que isso é a ciência, cara. É evoluindo. -Então, vamos para o universo de equidade mais ou menos hoje em dia, novos onde vocês. -Ojo. -Pessoal fala 13,77 bilhões de anos. -Está. Rime que é completar. Até isso também é outra coisa propagada, digamos assim, no imaginário da sociedade, que o universo tem uma idade. O Big Bang não dá uma idade do universo, ele dá um estante, um intervalo. -Vou dar um apenas surgeon que ele vive dos helíficos. -O intervalo de. -Mas eu falo com ele. -Esco uma ilegal no estante. -Ero falo do corpo que ele é. -Era o mandando, cara. E daí qual é o problema? -Ele só está dizendo que quem se parece, eu não vou resolver. -Ele está me corrigindo. -Ele não está me corrigindo. -Ele não sou doing da verdade, não, cara. -Ele também me parte. -Ele não sou doing da verdade. -Ele só está dizendo que essa história de que essa precisão toda de 13,7 bilhões. -O senhor falo, não, também. -Falo mesmo. -Sem. Sabendo que não tem essa precisão toda. -Eu falo que é o pessoal do que nós temos ali. -O que nós temos ali. -Cara, pô, você acredita em mim. -Valando e pergunta o PhD com o cosmólogo que ele vai dizer a mesma coisa que eu e depois você vê. -Sou tão mentindo ou não? -Ela está o idade do universo, é um intervalo de tempo entre o universo agora. -E um estado em que está tudo concentrado, num ponto que tende a um infinitoro. -Tudo já existe, não é que criou do nada. As coisas já existem. Se você encontrar um físico que diz que as coisas surgiram do nada ali no início do Big Bang, não é um bom físico. Simplesmente isso, porque isso já vi, olha as leis. -As coisas que existem no menos. -Ans as coisas que você faz as coisas já existem. -Tudo, tudo, tudo. -A estrutura dos passos nevos matéria, energia, radios. -Materias já existia, já, no ato, no modelo. -Ela já existia, o que o modelo do Big Bang explica, isso, ele não se for. -Mas é justamento que já estamos mostrando aqui no explica. -Vamos fazer as considerações finales. -Não, não tenho ideia, eu estou a responder a pergunta. -É concluindo, Felipe. -Não, não, concluindo assim. Só queria deixar bem claro que eu respeito você está. Pode parecer acalorado, tal mas é só nas 10. -Portudo que é só pelas 10. -E na minha avaliação, fico o ser já tentando explicar de uma maneira mais fácil, fico aí tentando responder de forma técnica, porque vocês estão falando de forma técnica, só que não sei como está o público, mas, sabe, fica meio estranho tentar responder tudo de uma vez, porque vocês soltam tudo uma coisa atrás da outra, e não dá tempo de ficar notando e falando um coisa, por exemplo, coisa de tudo que vocês estão falando errado, velho. -Tudo que é da forma react para responder. -E para mim, na minha avaliação são coisas triviagens astrofísicas, por isso que eu falei do vídeo. -Não tem produção com as modias. -Não tem como o universo ser jovem de como é o modelo de. -A gente nem discutiu isso. A gente não discutiu isso, quem discutiu foram artigos científicos que vocês acham. -Tá. -Muito, a gente discutiu, descoberta-se, o universo. -De o James Webb, mas vocês não me proporam aqui qual é o modelo do desanitrejeente que eu falei. -Midá e os príncessos postulados, os coroários. -São mais clarizimentos de design inteligente. -Tudo design inteligente não fala nada sobre a idade do universo, nem fala sobre a idade da Terra. -Por isso, gente, é uma teoria minimalista, Felipe, que você não conhece. -Mas deixa-se clarecer, deixa. -Ela é muito importante para quem já está ouvindo. -Tá, terminou, então. -É uma teoria minimalista que só quer saber se o universo é inteligente ou não. Se ele foi feito por design inteligente, ou foi feito por processos naturais. -Tá, essa questão de design. -Por isso que não é científica. -Och! -Por quê? -A questão da idade, a questão da idade. -Tá muito deixado de vir. e radia para o universo duas vezes mais que o que.
calor do que ela absorve do sol. E a temperatura de jupiter hoje é -153 graus Celsius. Mas, ao menos, ele está 120 graus Celsius acima da temperatura do universo. Ele é uma batata quente no freezer. "Ou, a Dautolônia se falou sobre isso. Olha, a Lua se afasta da Terra, 4 centímetros por anos. Se você pega essa Lua, né, regridia ali, é 1,5 bilhão de ano, ela colídica a Terra. Olha, a gente tem uma expansão do universo por 13,8 bilhões de anos, o efeito de ótica das galáxas nós não vimos. As galáxas estão pequenininhas. Parece que esse universo não está se expandido nesse tempo todo. O campo magnético de jupiter não tinha que ter campo do magnético em jupiter. Passamos lá com a voia, a gente tem um campo magnético imenso. A Terra, nós temos imensas evidências que a Terra é jovem. Eu falo nas minhas palestras das várias e várias evidências. A gente vai discutir. Vai chegar aí no segundo. Então, o James Web, pra mim, foi a padical. Porque o James Web mostrou o quê? Um universo estruto padical do modelo. Paz de no big bang. No modelo do universo antigo, de bilhões e bilhões de anos. Por quê? Porque ele está estruturado muito parecido com o universo que nós vemos hoje. E se ele tivesse bilhões e bilhões de anos, ele estaria jovem lá e muito diferente aqui. Eles estão muito parecidos. Então, ao ver, é mais uma conformação do meu modelo, do modelo que eu defendo do que o universo é jovem. As estrelas estão massivas, estruturadas, estão brilhantes e tudo mais. Então, a conclusão que eu tenho, olha, eu tinha eu uma vida muito mais fácil se eu defender esse big bang, certo? Se eu defender esse universo de bilhões e bilhões de anos, com muitos criaçãoistas defendem. Eu tenho um grupo lá que eu participo, que tudo me chama de "éreja", tudo criaçãoista, tá? Ou "murro", que você vai lá, você vai. Invergonhar os criaçãoistas, porque o big bang é um modelo super bem estabelecido, fala, "cara, mas eu não gosto de defender modelo que não é buente, super bem estabelecido, que tem tantas problemas assim." Eu acho que o modelo do universo jovem bate muito melhor com as evidências, a gente tem um monte de evidência assim, apesar do perula dizer que a gente tem absolutamente nenhuma evidência, a gente tem um monte de evidência do universo jovem. Eu tenho certeza, absolutamente não, o seu cientista, você é o manhã a gente sentar aqui, tiver umas novas imagens do novo telescópio, que mostrar que o universo é velho, fala a gente, "éreio", "éreio", "éreio", mas hoje vamos colocar. Vamos colocar na mesa as evidências que nós temos, o melhor modelo que o universo é jovem foi feito pronto, o universo é jovem foi feito pronto. Bate com a minha percepção bíblica, claro que bate, mas isso é uma inferência do modelo, eu não partia do preço posto que o universo é jovem, eu descobri que o universo é jovem, e eu estou defendendo essa posição porque eu acho que eu tenho muitas evidências científicas, muitas evidências científicas, e que eu acho que o outro modelo está pelando para milagre atrás de milagre atrás de milagre atrás de milagre, está com monte de deficiência, não me explica antes de matéria, não me explica a inflação, a inflação é um milagre mais que milagroso, não é? Eu consigo nem construir de chinas, aí, mas explica, vai no profinamento, não é? É, já a gente quer bater o recorde, a hora do perula, a matéria escura, ninguém tem partícula fundamental para explicar, isso aí a explicação adorque, é uma explicação que surgiu para explicar o inexplicável, a matéria escura, a energia escura, espera aí, eu não gosto dessas coisas, então eu acho que o meu modelo, o modelo que eu defendo hoje pelas evidências sobre a mesa é o melhor, a manhã pode mudar pode, claro, a gente tem uma situação cientista, estou a reavaliando as minhas posições, mas de longe o universo jovem é a melhor evidência científica hoje que tem, então vamos lá, João, depois a doutora, depois de perula, vou dizer três coisas assim, primeiro como a gente viu o modelo do Big Bang não é refutável, faço o que você fizer, tem uma saída, vai se mudando o modelo, e, de acordo com a filosofia da ciência, um modelo que não é refutável não é ciência, é simples assim, e se, se, se, se, tudo o modelo e vários modernos existem, vários modernos como a gente viu já tem modelo até de galáxia pronta massiva, porque é que o nosso modelo não é ciência, mas ele pode ser derrubado, claro, só é mostrar que a essa evolução, por exemplo, eu vou fazer um desafio aqui agora, mas um ano de dar para o desafio aqui agora, no dia que me mostraram uma única estrela na essendo, no universo, eu retire tudo que eu disse, eu só preciso ver uma única estrela na essendo no universo, só isso, e no meio de trilhões e trilhões e trilhões de galáxias, isso deveria ser facil e muito de observar, a questão é, procurem, vocês que estão aí em casa, procurem qual foi a estrela que se observou na essendo, só vocês procurarem, vão lá no chat TPP, eu dei até uma bugada naquele negócio quando eu fiz essa pergunta, o que você perguntou? Eu perguntei qual foi a estrela que a astronomia registrou seu na essimento, ele bugou, ele falou de uma supernova, que é uma morta estrela, a gente registra direto, tem uma supernova tal, Adalto é contigo agora, legal, o seguinte, eu gostei de só te colocar de uma forma filosófica para a gente pensar, tá vendo aqui minha lapiseira? Ela foi criada, ela surgiu espontaneamente. O fato de eu aceitar que esse objeto foi criado não me faz, não me torna religioso. O fato de eu aceitar que esse universo foi criado não torna uma pessoa religiosa, nós precisamos olhar as evidências. As evidências que nós temos até o presente momento são as leis da ciência, incluindo o primeiro e segundo leio da termo dinâmica, pode pegar a leis zero e a leis três também. O teorema do vireal que foi dito aqui, o DGDT não é zero como tem sido o proposto, isso aí foi uma pré-supposição. E de uma forma geral, a evidência que nós temos visto é o que o marco sumencionou, com respeito a quantidade de elementos químicos, não a quantidade, mas quais elementos químicos. Nós temos encontrados mesmos elementos químicos presentes aqui no nosso Sol, na nossa galáxia, e nesses objetos extremamente distantes. Isso mostra o quê? Se objetos distantes possuem a mesma quantidade de elementos que, ao mesmo tipo de elementos químicos que nós encontramos aqui na nossa desenhança, isso mostra que o passado e o presente são praticamente iguais. Dés pessoas falam assim, mas passou muito tempo, rapaz, se a gente pegar o período inflacionário do Big Bang, a proposta ali é que radiação teria expandido numa velocidade de 10 elevada a 60 km/s, isso é espontâneo, instantâneo, desculpa. Ou seja, quando nós tratamos do modelo Big Bang, e eu fui, daqueles que defendeu o modelo Big Bang por muitos anos, o razão deutelo abandonado foi justamente pelas questões científicas, é a primeira delas e eu deixo bem claro, eu tentei colocar as equações da termo dinâmica dentro das equações do modelo, não funciona, pode procurar qualquer publicação científica, não se coloca as equações da termo dinâmica no modelo Big Bang, se você colocar, se destruiu o modelo. Agora, as equações da termo dinâmica estão bem estabelecidas, nós conhecemos, nós trabalhamos com isso, como pegar um jogo de equações que são extremamente conhecidas e você aplica o modelo e o modelo se desfaz, há uma necessidade da gente pegar e retrabalear essa questão. Até que pessoas consigam ou alguém consiga juntar as coisas, o que nós temos é que o universo antigo e o universo atual são iguais. E isso, para mim, tem sido um negócio assim fascinante, é o que o Marcos disse, eu tenho visto através do James Webb, tenho avaliado vários dos projetos que estão nessa fase 1, que é um negócio espetacular, simplesmente usando a mesma tecnologia que eu uso lá no laboratório para avaliar o tipo, ou seja, quais elementos químicos nós temos encontrado nessas estrelas. É impressionante. Infelizmente, as publicações científicas não contam toda a história. Seria muito legal se o pessoal mostra-se quais são os demais elementos químicos que a gente tem encontrado. Minha visão é que o universo começou pronto, é o que a gente tem visto, continua funcionando e faz pouco tempo, porque a segunda lei da termo dinâmica é fascinante. Não daria para continuar por bilhões de anos sendo que é. Só um ponto que eu gostaria de deixar, com respeito ao que João Paulo falou, a respeito de estrelas na senda, as últimas estatísticas que nós temos mostram que no universo morre pelo menos uma estrela por segundo. Deve da quantidade estrelas que nós temos, praticamente dez vezes mais o número de grãos de areia que nós temos o nosso planeta. A existência de uma única estrela já seria um negócio absurdo. A existência dessa quantidade estrelas, dá para imaginar. Então, o contexto que nós temos realmente, a gente precisa separar fé crença daquilo que é evidência científica. A evidência científica aponta numa direção muito simples. Bem tranquilo. Esse universo foi trazido a existência pronta, completo, como. complexo, perfeitamente funcional e não faz muito tempo não. Obrigado, obrigado, obrigado professor agora, Pirula, com moderação, tá, Pirula? Tá com a cara de puta, né? É muito lógico, não sou dessa área, então não vou me aquiscar a falar grandes coisas. Eu achei a conversa interessante, achei só que, bom, eu não sei, na minha cabeça, eu tento aproximar isso daí tudo, da parte da física com aquilo que eu estudo, que eu entenderia que sei lá, de todas as alternativas para tentar corrigir algo que está tendo, sendo visto, não sei lá, para você quebrar o modelo para estabelecido ou o modelo que explica melhoras, coisa, você precisa achar realmente alguma coisa que quebra o modelo na lapada. Se você ainda consegue esticar o modelo para lá e para cá, é porque ainda não quebrou o modelo. Então, eu acredito que eu não sei nada. E, bom, segunda coisa para falar, para ser rápido e breve. Como esse negócio de GMI do Web é muito recente, quando foi que saíram as primeiras resultados? - A ano passado. - Júlio, ano passado, isso então. Eu sempre tomo muito cuidado quando tenho alguma coisa nova, descoberta, até passar um bom par de anos para poder ter certeza do que as pessoas estão vendo e do que está acontecendo. Já a gente vê, eventualmente, sempre o pessoal como é descoberto incrível, não sei o que é lá, depois o pessoal vai ver e sempre tem como reinterpretar algo, outra coisa assim, e viu que sei lá, como eu falei, eu não sou da parte de astronomia, então eu não vou me meter muito. Mas sempre é bom tomar um certo cuidado, eu pelo menos estou com um certo cuidado quando é coisa nova, é mais observo, e aí depois de um tempo você chega e vê e tira alguma conclusão do que pode ser. Eventualmente, ano que vem, não precisa nem ser ano que vem, talvez sei lá, em setembro, tudo que a gente está discutindo aqui seja completamente obsoleta. Então, tipo, e aí nenhuma das conclusões seja conhecida, seja válida, e talvez o modelo do BigBee, não seja colocado de nenhum desse tipo de cheque, e a meia dos digabingados que defende que o universo em 6.000 anos também não vai conseguir ter. Mas sei lá, não tipo de confirmação, mas enfim, é isso aí, que eu te vou falar. Vamos marcar o retorno, tem um ano que vem, não é? A gente volta, tem um lado de dois, fase 2, ou retorno. Eu queria pedir para o mandíbula, dar uma lida aí, em algum super chat sobre esse assunto, e aí eu pidi para o RAM e já trocar aqui com o pirula, a gente vai falar um pouco sobre idade, da terra, sobre dinossauros, alguma coisa, e você continua participando lá, e depois troca com. - Depois de um dia de super chat, depois de um dia. - Pode ser agora, ele vai lendo lá e se tiver alguma coisa que você quer comentar, vamos lá. Mas dá uma passada aí, por favor, é mandíbula. - Beleza, ouvi-la, cara, primeiro a gente fez um enquete aqui. - Cara, que disputa, né? - E loucura, cara, tá cabeça a cabeça, e mais de 33.000 votos, e agora tá com dois por cento de diferença, tá? Ficou 50. Começou o evolucionismo ganhando, 51,49, ficou até. Tá, agora 51,50. E agora passou o criacionismo para 51,49. Errou! Mais um terminóu. Não terminou, mais. -Vou primeiro, o primeiro, homem. -Não. Bias, podemos chegar ainda na madrugada. -Vamos lá. -Vamos lá. -Vamos. -Vamos lá. -Gol, Adalto. -Valiu, hein. -O Adalto é o grande pioneiro do que eu tenho. -Feliz. O criacionismo no Brasil, não sei se sabe, meu gente. -Vamos lá. -Tá correcto, ganhando. A gente tá correstre, Teague, volta, Adalto. E tá no sasonismo, a gente quer ir de volta aqui no Brasil. -Vamos daria de dizer uma coisa só pra. -Vamos lá. Deixa bem claro, pro público, né? Que é assim que é só uma. -Corte de versão, né? -É uma diversão. -O significado. -Vamos ficar. -Nem um provado. -Ve ir à cidade da argumentação. -Não é mais que é importante falar. -Porque muita gente que tá na torcida é isso. -Vem ser novidas. -Vamos. -Vamos. -O julgamento de juízo, né? -O julgamento de juízo. Também é uma mera decisão de juízo, não é? -Não, mas aqui. -Aqui tem a ver com as pessoas que estão hoje nesse momento, sem essa pesquisa durasse um ano. -Seria outro resultado. -Não, porque é mais uma brincadeça. -Vamos pensar. -Vamos ser sem ser. Se não é a verdade do universo, não é a verdade do universo. Pessoal que estuda, questão dos universos, tudo isso daí. Então, nenhum de nós aqui, salvo talvez o Raim. -Ninho de nós aqui é gabaritado pra ficar decidindo ser o seu outro. -É o seu favor, ele já usou esse corpo. -Ele já usou esse corpo. -Oh, é, tu tá fazendo isso. -Ela é exatamente diferente antes do ano. -Ela é uma autoridade, hein? -Não, mas não é uma melhor apelida. -É, é uma apelida. -Ela é um nome de "relivar o polinômico". -Carol, estudo isso aqui em uns anos. Eu leio todos os artigos, ele é os livros. Eu fiz todas as introduções que eu Felipe Mikó acusou de ser o principiante. -E o sérgio falou exatamente o contrário que você tá dizendo agora. -O que você não precisa ser esse técnico de você não precisa ser. -É, você não precisa ser. -É, não, não, não. -Ela vai estar contendo isso assim. -Não, não, não. -Oi, vou falar da evolução. -É, não, não. -Ela deu aula, Felipe. -Oi, eu não, não. -Vamos ver uma informação mesmo. -Ela não é isso. -Ela não é isso. -Ela não é isso. -Ela não é isso. -Ela não é isso. -Ela vai ter uma questão de uma quantidade de conhecimento. -Ela não é com o qual você diz, não é? -Ela vai ter um dia de reesquente. -Ela vai ter uma questão de reesquente. -Prensa, que me putou um negócio, que o Evelita falou que é o cozer de principiante. Sim, porém, astrofísica. Em químico eu não duvi o donado, de que você seja um puto químico, entendeu? Mas em astrofísica, introdução de cosmologia de tabáter. -O filete tudo é química, é química de tabáter. -Ainda é química de tabáter. -Munos dos poderos da astrofísica e da cosmologia envolvem princípios e conhecimentos químicos. Que muitas vezes os astrofísicos como cosmólogos e astrônomos não têm. Então eu me sinto muito à vontade de falar sobre cosmologia astrofísica, porque eu estudo há 15 anos, intensamente, filipita, ou vez, eu estudo. Não sei, mas talvez eu tenha tenha lido mais artigo que você é. Agora você me chama de principiante que eu não fiz o básico, -pera aí, né, ou feliz que não fote. -E não fote. -Você fala a essa da gente, olha, eu falo que a batendo-os pode ser a tua vida. -Cê falou que a batendo-os pode ser a tua vida. -Não, não, não, não. -É um desce de sair para a hora. Eu quero dizer o seguinte, que não é a pela autoridade, quando a gente está falando nesse nível. Porque o grande problema é o seguinte, o pessoal junta, um monte de gente para discutir uma série de coisas. Para você ser um outsider que vai chegar lá e fazer uma hipótese completamente diferente do que todo mundo propõe, o médico e o bâlete que chega lá e vai propô alguma coisa assim. -Você tem que ter. -A sim. Como é que se fala? Mas do que uma leitura de uma pessoa que seja. O que seja, vai digamos assim, interessada no assunto, por mais que você vai para dentro. Eu conheço um monte de gente na minha área, que não é nem formada em biologia, mas que manja para cacete e ela consegue colocar suas hipóteses dentro do campo profissional, dentro do campo acadêmico, e essas pessoas elas são, depois obviamente, que demonstraram todo o seu conhecimento, elas são obviamente reconhecidas, porque aí é o Onor Scalda, né? É aquela pessoa demonstra. É aquele Oscar que você dá. -Pelo conjudo da obra, né? -Pessoa. Não fez um filme só bom, mas aí se junta tudo aquilo. Então, isso não impede outras pessoas de leirem a vontade em casa, de se interessarem, inclusive pessoas da academia também, com outros assuntos que sejam com o interior. Eu não sou outro de data nessas áreas aí, por exemplo, poderia ser, mas não sou, porque não foi a coisa que mais me interessou. Porém, a gente tem que tomar um certo cuidado, para não soar arrogante, de achar que com todo esse bando de astrofisco que tem no mundo, a gente sabe mais que eles. -É isso, é isso que. -É o que é isso, não é? Mas eles estão dedicados. O apel autoridade, uma falada muito delicada, porque a gente não pode trocar o apel autoridade pelo qualquer merda vale. Então, tipo. É. Que é outro extremo. -É isso, é isso. -É, é o que é o mesmo. -A merda não pode trocar, também. -Eu estou dizendo. -É, está no meio do que a vida. -A merda não pode estar nesse modelo que está perdendo. -É, mas não tem outra coisa que eu não vou trocar. -Eu estou falando assim, eu não vou imaginar desse assunto, por isso que eu não nem quis me meter. Eu estou falando assim, você tem o apel autoridade, ele não pode. -Com posso dizer. -Vou em pirula. Não, não, eu estou tentando achar uma palavra, vai me falar merda, não vou falar mais falar. -É, ele não pode. -E ele não pode anular. -E ele não pode anular o conhecimento de pessoas que estão a década dos estudando o ingestido. -É, é o piruloto. -Então? -Então, não é um liel. -Deixa o falar. Não, Jason Lyall, ele é formado em física, astrofísica, ele tem mestrado, doutorado, pós doutorado.
Danny Falconer é um astrofísico químico, ele é físico, eu não sei, todo, tem um monte de qualificações, a douta é físico, nós temos no answers in genius, é um grupo imenso de astrofísicos físicos, nós temos no criacionismo, um conjunto imenso de gente. Tem um pimento. É, muitos, nós temos mais de 100 e 200, 300, mas o que eu comparo é com a quantidade físico que eu tenho, acho que não é a pela autoridade. Quando o pastor fez o experimento, você sabe, perola, toda a academia por 17 séculos defendia a geração espontânea, foi o único cientista pastor com o único experimento que derrubou o modelo. Não é verdade. Mas várias pessoas já abrumam a doco as as antes do pastor. O pastor foi um autoridade, o pastor foi o que fez o experimento mais adequado naquele momento, que depois foi a primorado para uma série de outras coisas. Não é. Então não é um modelo do marcos. Mas tem uma definida. Não é um modelo do marcos. O modelo do Jesus, o Lá, o do Danny Falconer, é o modelo do Adalto, o modelo de uma grande quantidade de físicos, astrônios e cosmólogos que defende o universo. O universo jovem feito pronto. Você não pode chegar aqui e falar que isso daí é uma coisa absurda, que é a caliminoria que defende o de. Mas é esse caboto, a minoria, a minoria. Vamos até nos dar. A minoria, a minoria, a minoria, vamos até nos dar. A minoria precisa estar certa para você conseguir o propo. Não, eu não sei o que é errado. A primeira coisa que eu falei é que não. O negócio é o seguinte, quando você tem uma ideia muito disruptiva, tem que tomar muito cuidado, porque eventualmente a probabilidade de você está redondamente enganado, é muito maior do que de você usar. Como o passeiro também deve ter sido esse propo. E a gente vai rar. Alguém lembra do calor. Você estudou isso? Calórico? Não, é uma teoria. Não, era uma teoria que o calor passa de um corpo quente para um corpo frio por meio de um processo químico. Essa é a teoria predominante. Sugiram uma minoria de uns carinhas que criaram chamado termo dinâmica. A minoria estava certa. Esse negócio da maioria estar certo, isso aí nunca foi base para a gente chegar e defender que uma teoria está com o lado. E não tem nada. Eu não estou dizendo que a minoria tem que estar errado. Eu estou dizendo que tem que tomar muito cuidado quando não tem nenhum astrofísico aqui, chegando e falando coisas que estão fora daquilo que. E tipo de coisa que a gente entende. Que tipo de é? É, tu está voltando a gente. A gente trouxe a palavra de astrônom, a gente trouxe a palavra de. Mas não, é mais porra. - Eu sou que eu não sei. - Vou tedaia. Você, Peru, conhecido como o Rei dos Espantalhos. Você vai criando espantalhos, não é? Vai batendo no espantalho. Por que a gente tem que estar errado a priori? É, que é um assusto corvo. Não. Não vou díver. Não, eu tenho respeito, Peru, você consegue vender geladeira para esquimol. Você convince muito bem. O seu discurso é maravilhoso. - Eu me fazê-lo nos dados. - Eu também perou. Não, mais. Vamos lá. Vamos passar por algumas comentários e perguntas aí. Desde que não jerem mais discussões de cada uma. - Tá bom, não tá? - Mas, você foi sobre a folha. - É, você não está divertindo ali nesse urge, não é? - Eu só não posso falar, mas é tudo bem. É, é. Não estão deixando sério falar e agora nesse. - Estou assistindo. - Vai ter que ter que ter. - É, é. - É. - O Bruno mandou o seguinte, aos criacionistas. Se todas as pés surgiram a menos de 10 mil anos e se a explicação da Avenista é verdadeira, como a taxa de novas espécies não é? - É, isso tá em sua área. - É, é. - Eu posso fazer uma, que eu me engevo, que eu vi. - Claro. Mas, legal de todos, se o universo tem 6 mil anos, cara. Rau, 6 já está errado, cara. - Ai, ai, ai, ai. - Ah, não, não. - Ai, eu não. - Eu não, não. - Eu não, não. - É, eu não, não. - Cara, com essa a gente se renascito a 10 mil anos. - E se a pela autoridade não está pra ter! - A má se alterou da área, isso é isso. - É, cara, realmente, provoca. - Essa é a facada. - Perdi, perdi, perdi, provoca. - Vamos lá, pelo autoridade. - É, uma louco beleza, né? - É, assim. - O Trulando, a sua maluquia, misturada com a lucidez, nós vamos lá. - E do ladrão, a gente vai agora, então, pra falar sobre o planeta Terra, - Sobritmo. - O último. - Evolução de noçalrosidade da Terra. Como a gente começa isso, Pílula, que como você quer começar esse assunto? - Boa, eu acho que isso. - Vocês querem falar alguma coisa? - Uma fala sobre a idade da Terra. - Sim, já que eu comecei. - Bora lá. - Olha, eu acreditava que a Terra tinha 4,5 bilhões de anos, que a vida da Terra tinha surgido a 3,5 mil, eu dava aula sobre isso, eu falava que o petróleo tinha sido formado, ao longo de milhões de milhões de anos. Hoje, você vai no laboratório, você coloca lá a matéria orgânica, a água e a precisão, você forma o petróleo em poucas horas. Então, eu era um, também, um defensor da Terra antiga. Mas eu comecei a estudar, se dê um pouco mais, eu comecei ali, comecei a investigar. Aí, a gente vai olhar as evidências de que a Terra seria jovem, seria antiga. Aí, o que nós vimos? Por exemplo, os continentes, os continentes estão se afastando, deriva continental, isso acontece a milhões e milhões de anos, segundo modelo. Mas, agora, você pega os continentes, eles se encaixam perfeitamente. As bordas são alto encaixantes. Esse processo não pode ter ocorrido a milhões e milhões de anos, porque, se não, as bordas já estariam desgastadas, era o ozão. A gente vê camadas de registro fósso depositadas sobre vários continentes, que se encaixam, é o mesmo fósso. O processo é lento, gradual e sucessivo, não, não, não, não, não, deixa eu falar, tá bom? Não, não, tudo bem, não só que repeti-se, só pra eu não vou compensar. Claro, eu tenho paléça sobre isso, viu, perula, você pode assistir também, você quiser. Algumas de gente. Tem um podcast, tudo mais. Os continentes, a deriva continental não faz sentido, ao longo de milhões e miligentes, eu criditava nisso, eu dava aula sobre isso. Fafapol, mas seus continentes se encaixam perfeitamente. Tem camadas de fósses que se propagam pela América do Sul, passa pela Europa, ao Straal e tudo mais, o mesmo tipo de fósso, significa que toda essa fossilização ocorreu muito rápido em cima do mesmo continente, que a gente chama popularmente de Poyngéia. Você tem um afastamento da Lua, da Terra, ou a doutofeizus cálculos, o Jason Lai, ou fez os cálculos, um ponto cinco bilhão de anda, a Lua bate na Terra, não faz sentido. Você tem o Delta dos rios, os continentes se separaram, os sedimentos não sendo levados para o mar. A gente calculou a taxa desse sedimento, viu que esse Delta não passa sequer da metade do Atlântico, deu seis mil anos, seis mil anos. Os radisotos estão se decompondo aqui na Terra, a derrata da Lua fala bastante sobre isso. Tá bom, então a gente tinha uma quantidade de elio na atmosfera, que é o produto final da decomposição dos radisotos, vocês conhecem bem esse campo perula. E a gente tem o que, tem muito pouco elio na Terra. Olha, tem os saus nos os oceanos, o pessoal fala assim, olha, o sal ocorre para o mar, os rios levam sal para o mar. Ah, mas os mecanismos de retirada desse sal estão em equilíbrio por bilhões de anos, não pode gente. O sal ou o universo, os nossos oceanos já estariam sem sal, estariam extremamente salgados. A gente vê o carbono 14, tem um tempo de meia vida de 5.730 anos. A gente foi procurar na Terra, não tem nada que não tem a carbono que não passa de 70 mil anos. Não passa de 70 mil anos. A gente foi pegar o diamante, tem carbônio 14 em diamante. Ah, o perulo disse que a deléia é contaminação. Ah, o carbono 14 em força, o carbono 14 veio e grudou no material orgânico. Você falou sobre isso, perula. Não, mas a gente fez testes de contaminação, por exemplo, no diamante, a gente pegou os pedacinhos. Ah, pode ser que o urânio produziu o carbono 14? Você falou isso no menos dos seus vídeos? Pô, a gente tem evidências claríssimas que não foi o urânio. A gente tem. A gente tem. O distante, pessoal, o próprio artigo que levanta essa hipótese do urânio, você torna em carbônio 14, diz que ele não é suficiente para explicar o carbônio 14 que é encontrado nesse local. Aí, a gente vai olhar assim na terra, por exemplo, tem árvores que supostamente seriam eternas. Por exemplo, peneiros secórias não têm uma mecanismo de morte, de apopitose. Qual é a árvore mais antiga na terra? É o peneiro Matuzalena Califórnia, tem 4.800 anos. Ah, um outro que concorre com ele é o peneiro bizavôno Chile, que tem aproximadamente 5 mil anos. Fomos ali na Austrália, tem uma Bahia dos Sharks ali, perdi um ponto. Perdi um ponto aí. Tem uma grama que cresce lá, fomos calcular 4,5 mil anos.
A história das civilizações, a história escrita, não passa de 6 mil anos. Você vê a Babelhonya, 2334 anos antes de Cristo. Centro-enem-o-esgito, 2888 anos antes de Cristo. Agressa, 2889 anos antes de Cristo. Fomos sequenciar o deniado das mitocondras. Descubrimos que todos os humanos vêm da mesma mulher. A Eva mitocondrial, que habitava ali o Nordeste da África. Fomos sequenciar o Curomossomo Y. Descubrimos que todos os humanos vieram do mesmo homem que habitou a Terra a 6 mil anos. Temos os trabalhos do Adão Y, publicados na Nature na Saia. A Eva mitocondrial, a gente ainda saísse. O projeto genomo humano descobriu que estamos acumulando mutações deleterias. E as mutações são defeitos que causam defeitos. Não tem um exemplo de uma mutação que tenha causado um aumento de complexidade. A mutação só causa defeitos. A gente sabe disso. Defeitos causam defeitos. A gente percebeu que cada geração passa. Estamos acumulando de 50 sem mutações por geração. Todo o filho é de 50 sem mutações pior com seus pais. Fomos sequenciar todo o genomo humano de vários humanos na Terra. Fizemos a conta de quantas mutações nós temos. Quanto sabemos que é de 50 sem mutações por geração? Descubrimos que estamos acumulando mutações deleterias na Terra a 6 mil anos. O que nós temos em toda essa história? Eu só dei uma pincelada aqui. Vocês podem assistir as minhas palestras onde eu discuto cada um desses pontos. As evidências são claríssimas de que a Terra é. Então claro que a pessoa que trabalha com isso. Porque parte do meu princípio que você procurou vai usar que tem uma multidão. Tem o 80 feitos. O registro forso. O sacane falou que tinha um forso. Não quer parar aí. Não quer parar. Não, é que eu criei numa canda no sergão. Não pode ter. Não vou explicar o primeiro. Não, não vou falar de vontade. Não, na verdade. Você já deixa falar depois. Você vai falar de vontade. Deixa falar. Deixa falar de vontade. O registro forso. Você vê lá no registro forso. Tudo prudinho. Você vai fazer a datação do carbono 14. Tem carbono 14, em praticamente o tecido mole indino a salro. A gente vai discutir isso obviamente. Vamos por parte. Tudo, tudo. Tem que ir. Tem que ir por mostrando. Mostrando que a Terra é realmente jovem. Mas vamos lá. E eu me rendi aos dados. Eu me converti a Terra jovem. Eu não era um defensor da Terra jovem por questões religiosos e tudo mais. Você teria uma vida muito mais fácil. Se eu defender isso em uma Terra antiga. Se eu fosse evolucionista, teista e tudo mais. Não gosto de defender teorias que não são corroboradas por dados. A Terra jovem parece que no balanço das evidências a Terra é jovem. E na sala cura, tem que não diga. -Vim, deixa, cara. -É, é. -Vamos. A minha maluquia, né? Controlada, me leva a concluir com a Terra jovem. -Então, vamos lá. -Vamos pegar cada um dos pontos que você levantou. Se soltou vários ali amuntados, alguns, vamos discutir a parte do registro FOS. Tem outras coisas que eu tento entender qual seria o problema. Para começar, deriva continental. Qual o problema deriva continental? -Perola, se isso tivesse contascento. -Vamos explicar o. -Trem contas, é. -Ela só explica rapidamente. -Ela deriva continental é o quê? Na verdade, hoje não se usa mais esse termo. O pessoal usa teectônica de placas. O original era, ó, frede-veg, propós, lá atrás. Não sei o que. Baseado numa série de evidências que os continentes se separavam. Isso daí, de um, baseado em evidências que ele tinha visto. Não só do contorno de os continentes, fósseis, enfim, camadas geológicas e tudo mais. O cedo, nesse que consegui ter dado mais dados para isso. E aí depois foi constatado através de vários estudos geológicos, que, na verdade, você não tem ali, porque a ideia original seria que teria um liquido alguma coisa assim, que se movece embaixo. -O fato que se constatou é sim a crosta terrestre dividida em várias placas. Ela tem várias placas divididas. Ela conta as macropalas e tem as micro placas, eu não me lembro agora. E essas placas no começo, o pessoal propunha que elas nadassem, boiassem em cima de um líquido. Hoje a gente sabe que não é bem assim que funciona, porque o magma que está subterrâneo, apesar de ser rocha de evitida em boa parte, se comporta como o sol e do jogo, há maneira de uma maneira, por causa da pressão, tal, são o tamanho da crosta terrestre, etc. Mas isso ainda faz com que, por baixo da crosta terrestre, você tem uma movimentação ali de pressão e de. Toda movimentação que acontece ali na rocha líquida, eventualmente. -Eventação, comporta, etc. Faz com quem alguns pontos de pressão, certas ádias da crosta se afastem e do outro lado se aproxime, óbvio, a carteira não está em expansão. Isso vai fazendo com que crosta se cridiam lado e crosta se perca do outro. E aí a terra não pode, não dá pra terra ficar com um buraco ali sem crosta, então, no fim das contas, a coisa vai andando e a consequência disso é a movimentação dos continentes, que nada mais são do que áreas mais grossas da crosta terrestre. É basicamente isso, não é o continente, é uma área em que a crosta terrestre é mais grossa. Então é basicamente essa que é a ideia da teectônica de placas, vai ter que a gente usa hoje em dia, o termo que a gente usa hoje em dia. Isso provo que? Como assim, isso provo que? Não, não, não. Ah não, tá, tá, não, eu dei o resumo da ideia. Tá pra cridar em tudo da ideia. Eu dei o resumo da ideia. Você falou sobre teectônica de placas sendo você um biólogo? O que? É porque você disse que a gente não deve falar sobre áreas que a gente não conhece. Ah não, mas eu sou da porontologia, eu estou de hoje hoje. Então só explicar qual o problema é pirulho. É o seguinte, por exemplo, lá em Recife tem uma área chamada "Piedade", uma tá avançando. Tá cada vez comendo mais um pedaço do mar, inclusive já é um problema, é um pedaço da terra, a área da prática. O nível tá constante, mas ele tá avançando em alguns lugares. E aí tem até um problema com prédios que estão a beira-ma, porque eu não gostava de estar tentando se colocar a terra para cobrir novamente o negócio. Um pouco e meses foi embora aquela terra toda. O que a gente está mostrando é justamente isso. Se a terra tivesse bidon em de anos, se você pegar uma grande bloco de área e colocar dentro de uma bacia de água e for mexendo ela mexendo ela mexendo ela, uma hora essa área vai se dissolver na água. É isso que a gente está mostrando. Ou não? E a forma de se convidar. Descantemente. Descantemente devia ter de sovido. É uma forma de ter de sovido. E as bordas têm bordas que são auto encaixantes ainda melhor. Não fica certinho, mas tudo bem, que seja. Eu só estou dizendo uma prova, estou dizendo uma boa evidência de que esse processo acontece há pouco tempo. Não milhares, não milhões. Para começar, a gente teve vários evidências que foram coletadas, que não eram conhecidas e não foram. É como se fala, enviesadas quando foram descobertas e que demonstraram que efetivamente os continentes se moviam ou que já estiveram ligados. A gente está considerando esse fato. A gente só quer saber rápido isso. É um momento que a gente está entendendo que não tem esses bilhões de anos. A América do Sul e a África foram grudadas. É um único continente. Só que essa é muito mais rápido. É justamente isso. Todos concordam o modelo da Panjeque. É claro que você parou. É que você é milhões e milhões de anos? Não, mas pelo menos, então me fala. Em 6 mil anos, 4 taxas de distância. É, ali nisso. Isso não colapsa a crosta. Como você abre um buraco gigantesco em um lado e afundando do outro lado. Só o problema. A quantidade de energia que você libera quando você afuma. Qual a colpa energia? Porque meu Deus do céu, onde está falando? Está falando? O monte de 30 quilômetros. É vários e vários físicos que estudam isso. É exatamente isso. Exatamente. Você tem um processo inicial extremamente violento que separou os continentes. Eles borrou e continuam de pesado a crosta terrestre. Aí não tem como. Você tem que dar o buraco ali no mecão. Não, então me canto terrestre. Pra terra. Pra terra. E por isso que aconteceu o seu sabe o que é. A sua dimensão. Você não tem a dimensão. Não saiu nada da linda. De quanto, então, não. Não, que moro pra outro. Não, não, não, não, não, não. Vamos para o caô daqui, porque se não achar. Se você abrir o seu negócio. Se você abrir o seu negócio, não vai ver. E vai ver uma placa nova ali no meio. Virula. Um primeiro pra estarem. Se você pegar a projeto e comparar com a cor de derrociante. Você vai ter que abrir a taxa inicial. E aí, que era? Quanto foi? Temos vários físicos e com os milagros. Não, não, não, não. Não, não, não. Eu quero saber qual é o que é. É porque você perguntou pra gente quanta que foi. A gente tá perguntando quanta que foi a taxa.
Não, pra mim nem é a taxa velocidade, eu quero saber qual foi a taxa de desaceleração. Eu quero saber o presente, eu quero saber o presente, me mostra que esses continentes se encaixam perfeitamente. E a tua homensão não estamos se movendo? Não, não está preparando, mas está muito a desacelerando. Não qual é a taxa de desaceleração. Sei, eu vou. Eu quero saber o que eu vou sentir. Você quer que eu lembro, você me lembro. Não tenho que falar uma coisa. Se tivesse desacelerado, eu vou saber os números. Vamos lá, vamos lá. Pra gente, qual foi a velocidade de separação? Vamo lá. No cidadia atual, de mais ou menos, mais ou menos 3 centímetros por ano. Aí é que é um negócio que é interessante. Pega um carro, por exemplo, eu vou usar uma analogia. Pega um carro e viagem a 3 centímetros por ano e bate num post. Qual vai ser o estrago no carro? A 3 centímetros por ano. Para te me lembrar. Mas se você mover um pouquinho mais, é a 70 km/h. O que acontece? Vai acontecer aquele dobramento que você vai ver no carro. Deve dar impacto. Está relacionado com a inércia de movimento. Você transforma inércia em deformação, quase que falar inglês. Quando você olha, olha que coisas interessantes. Pensipais cadeias de montanhas, você olha na América do Sul, as cordilheiras dos Andes do lado direito. Quando você olha na África, você vai achar as principais cordilheiras de montanhas do lado esquerdo. Você vai perceber uma segunda cordilheira de montanhas menor do lado oposto. Em outros palavras, você pega, por exemplo, na América do Sul. Você vai ver a cordilheira dos Andes, lá na autos e planistas aqui no meio e logo depois você tem a serra do mar. Quando você vai para a África, você vê exatamente o oposto. Isso significa que hoje um movimento nesse sentido de separação e mostra que a inércia, pela inércia, a velocidade em exce alta para produzir todo esse dobramento, para produzir essa quantidade literal de montanhas que a gente tem, cadeias de montanhas. Você ainda não dá para ser devagar. Devagar jamais isso iria acontecer. Isso deve ser difícil. As forças são do lado das montanhas, as maiores forças marítimas são do lado das montanhas. É porque é uma placa entre um embaixo e uma outra. É só. Não, não é. É só que tem choque. Tem choque, tem choque, tem uma placa de baixo da outra. É a subducção. É só que tem choque. A placa de passífico está entrando embaixo da placa da América do Sul. A gente usa o choque que indou o acontecendo. O que que é subducido? Uma entra em baixo da outra. Mas a gente está falando da velocidade que isso aconteceu. De dizer para todo mundo, é que está se. Qual é a quantidade de energia que sairia de uma coisa? Porque hoje a gente sabe, com essa velocidade que sai, os vocões que estouram. Esterem mortos e tudo mais. Ah, a adequação disso daqui. A adequação disso daqui numa velocidade rápida. Rápida quanto? Rápida quanto? Calma, cara. Você faz um calco com a termos de. Porou para a América do Sul e a América do Sul e a África. Ficar em a metade do caminho que elas estão hoje. Por isso só pega a área do momento da área. É, eu falei que você calcula a índice de estupro. Você fizer o cálculo a 3 centímetros por ano, gargiu mais ou menos 150 milhões de anos. O negócio é provar que essa velocidade foi constante o tempo todo. Bem, mas eu estou falando assim dentro do que vocês estão propondo. A distância da África para a América do Sul. Quando que chegou. 3 mil quilômetros mais ou mais agora. 3 mil quilômetros. Bem, mas eu estou falando assim. Quanto tempo levou para chegar na metade disso? Pelo cidade inicial. Então é isso que eu estou perguntando? Sim, como é que a gente pode fazer esse calco, retroagir e ver uma probabilidade daquela. E qual foi a velocidade inicial? A piruleta, vocês têm. O que vocês têm? Não, não é. Como ele levanta e clarequeira. Por exemplo, você disse que é 50 km/h. Você conseguiria de. É claro que é relevante. Placa de terra! É! Que quilômetros andando a setenta quilômetros! É! E a terra tem tira! Não está inteira, ela tomou. Ela tem a terra tomou. É a terra tomou. É a quantidade de energia que sai. Calma, falado. É, não é um palavra ou não. Não, não é. E aí, eu não entendi só uma coisa. Tem a colapsada com o S.T.S. Não corto o S.T.S. Não corto o S.T.S. Não, que eu só queria entender o seguinte. A cordelheiro dos Andes, o oposto dela é a serra do Mar é isso? Não, quando. Ah, tá. Eu entendi que você tinha falado que. Que tem uma pra mim o oposto da cordelheiro dos Andes, é lá a mesma asoatlântica, não é não? A Dorsal Mesocéne, que é outra coisa. O que é? A Dorsal Mesocéne, que a gente tem que esperar e pensar. Se você tem. Sai, eu quero sair agora, vamos. Porque a Dorsal Mesocéne, que é um negócio interessante. Vamos pensar o que seria então. E você tem um movimento. Se você tem um continente fechado, como isso daqui. E você tem uma rachadura e você começa as duas placas se moverem. Você tem a América do Sul indo pra cá, a América do. E a África do Otuado. A barra de onde agora começa esse formal o S.T.S. Não tem mais a pressão. Sem essa pressão, você tem um processo de levantamento desse meio, onde você encontraria essas rachaduras latitudes na Ásia e Longeito, de na Ásca exatamente o que a gente vê. Ou seja, ouviu uma fata-me. A façando. Sai, beleza, que é o que a gente até mede. Sim, isso. O real é. Não entendi quando se eu falou assim que tem os Andes e o lado contrato dos Andes tem a Serra do Marque Menona. Isso aí está em Nércia. Você pega, por exemplo, um trem. Só vou usar de novo uma analogia. Se um trem bate de frente com um selão anteparo, só perceber que alocou motivos, primeiros vagões, eles se encavalan. Aqui no meio vai ter que valer um caído pra lá e pra cá, lá no finalzinho tem um pequeno encavalamento. Daqui é o Ricochet. Terto mar. A ideia é se o sistema se movimentou. É um cocheiro. E o sistema tivesse se movimentado rápido. Nós veríamos exatamente essa mesma. Esse mesmo tipo de evidência que a gente olha na inércia de movimentos rápidos. Ou seja, você teria que ter uma camada muito grande nesse ponto aqui, seria literalmente a cordilheira dos Andes, planautos e planícias aqui no meio e uma cordilheira menor do lado. O Andes não foi. E a subduction, eu não entendi onde ela entra aí. Ela não entra. Não tem isso de levantar. Essa cadeia de montanhas. E isso pega o tamanho do negócio. Você não tem sobre a opção? Só um novo modelo pra terra. Mas eu. Não, não. Porque eu vou olhar o adouto. Adouto está dizendo ali. O adouto. E a astrofísica, que sempre falou desde o início, como por exemplo, a evolução de galáxas, parte das coisas que a gente faz. Para justamente sustentar os modelos, são simulações computacionais em super computadores com algoritmos bastante complexos. Então a minha pergunta seguindo no que o Sergio estava te questionando ali, é o seguinte, essa proposta de vocês tem alguma, pelo menos, em simulação computacional em um super computador. Algum de cientistas aí, não, estou falando nossa, é algum dos cientistas que defendem essa ideia. Porque é uma ideia, assim, no meu caso, que sou de utilidade, é um negócio ultra revolucionar. É falar que não tem subductionção. E essa velocidade, isso aí já foi. Isso aí já foi simulado em algum super computador ou alguma coisa como um terra. É principal, na verdade, não foi feito nenhum processo, nenhum projeto nesse sentido, o que seria algo fabuloso fazer. Só porque nós vemos isso em pequena, a gente vê isso em pequena escala, a gente tuta isso em pequena escala. Desculpe. Dinheiro não falta. O que foi, para a pessoa que. Fazer não falta. É só um falta de muda. Espeção aí que financia que ajuda da dinheiro, pô. Para quem? Procô, oé, bô, descobre a gente que está com o descobre, a instituto tem dinheiro lá. A tempo eu estou falteixo, andado dinheiro, se você fizer uma loja, mas. Não, espera aí. Pos falar do mais, tudo que não está falando. Desculpe, está esperando aí. Uma vez o arco, espera aí. Não, agora fala o arco. Agora fala o arco. Agora fala o arco, se você não tem um pion. Não, vamos lá. Se você tem uma ideia altamente, porque essa é uma ideia que o piruloto está falando, você é um negócio altamente desruptivo, queria mudar sem a história do planeta Terra, entendeu? É isso. Você propôr isso num projeto, você consegue grana tranquilamente, provavelmente não consegue. Que nada, você consegue? Consegue. Então, uma sistema de controle que não termina, que a gente coloca uma surpresa. Isso aí, cara. Não tem fucô, fala isso. Isso aí é provar o palco, tem que falar isso. Não tem, mas não, mas o sistema. Não, mas a gente propô que esse negócio aconteceu em milhares de uns centros. -Para ver se a gente vai se apelar. -Não, não, não, não, não. -Falando disso, não, eu não estou falando disso. -O que eu não estou falando disso? -Não estou falando disso, não. -Não, não, não, não. -Pra você propô uma coisa pedidinha da fapez. -Eu estou falando disso, né? -A gente está falando que se você está defendendo uma coisa que um studying computational já poderia ajudar a fazer um modelo, o que eu sei se o que é o modelo é você fazer o -mão para fazer? -Fazer esse modelo rodado, que tem que ser totalmente tecnológico. Exatamente. Achar alguém que pague isso, não é difícil. -Não é difícil. -O que você não precisa dar academia científica para isso. -Pessoa. -Cê não precisa dar academia científica para isso. -E mesmo que você precisa dar academia, você não precisa chegar e proporcionar. Eu quero provar aqui que até tem 6 mil anos. Olha só, eu tenho uma ideia aqui de gel dinâmica, né? Isso aí que a gente está falando, a área de gel dinâmica é um modelo baseado em que é. Isso aí vai lá e mostra lá, eu tenho dados aqui que mostram que isso pode ter acontecido e tal.
Se montam um projeto desse que vai ser um negócio altamente desruptivo, só aí você consegue tempo em computador, você consegue facilmente. E isso seria super legal, é só porque a gente tem posses de perfuração. É assim que o Daniel já surgiu. A gente tem posses de perfuração cola, por exemplo, 12 quilômetros de profundidade. Foi encontrado o água lá embaixo. Como que pode isso? O água. É equidade, em estado líquido. O negócio é que a densidade das rochas, quando se chega mais ou menos, o sérgio conhece bem isso aí, chega uma hora que a densidade devido à compactação é tão grande que a água não passa mais. Como que essa água tá lá embaixo? Existe vários fatores porque a terra, lá em espacar a terra não é um negócio assim, guintinho, tudo, mas tem muita coisa. A minha questão é voltando naquele negócio, porque esse negócio é expropõe, isso aí é uma coisa alta, isso aí, eu te mudaria a história do planeta terra, entendeu? Isso aí é um negócio, isso aí, porque ninguém até quanto tempo tem essa ideia mais ou menos? Essa hipótese de vocês. É um dia. Fica dança. Mas isso aí, vocês irão conseguir alguém para rodar ou pelo menos alguém para prototipar isso numa simulação computacional mesmo que em pequena escala você conseguiria mostrar essa deriva de placas numa velocidade tal e no seu quê e com essa, nessa primeira uma velocidade rápida, depois uma desaceleração e tudo, que com um pequeno protótipo desse você conseguiria por isso, não estou achando a ideia genial. Mas só um pedaço, quem está escutando o nosso podcast é quem estiver disposto a financiar esse projeto, a gente quer fazer isso. Você escreve um projeto, o primeiro se inscreve o projeto, tem projeto. Você já escreveu o projeto, não é? Você tem que elaborar o modelo todo para fazer um computador, o que vai ter que fazer, quais são os computadores, eu não mesmo. Agora é o computador. É o negócio mesmo que a gente fizesse isso, a gente não publicava. Você teria um dado para colocar, publica na revista da Cri- e o que? Mas alguma coisa se publica. Mas a gente não tem nada da revista da Cri- Agora tem internet, o gente tem alguns dados, se você tiver os dados, você publica. Tem certeza, se você tiver os dados, você não publica na Niche. Não tem, não é assim que funciona. Não é isso. A Cri- Eu estou falando da Cri- Eu estou dizendo que publica a Bernuano. Não, mas a Cri- A Cri- A Cri- A Cri- E você não pode publicar seus dados para qualquer pessoa poder ler? Aí quando vocês levem um artigo da Cri- Da Cri- Você diz o que? Aí ele é outra coisa, você está falando uma coisa que você não tem. Nem a publicação. Não, não, não, não. Não, não, não, não. Porque eu estou mostrando para nada. Eu nem estou dizendo. Em publicação, em publicação, em corriqueiras, Com o que eu estou dizendo a você que para a gente publicar um artigo, a gente precisa estar dentro do paradigma. Porque que vocês não fizeram isso? Não precisa, hein. Você não publicou. Então a Cri- Você não precisa arrumar esse jogo no lixo, aí você está falando. O cara não toma a palavra no mesmo. O cara não toma a palavra no lixo. Lógio, tá. Não isso. É o cara fora do paradigma. Não importa o que você tá, meu Deus do céu. Se você pega uma ideia desuptiva que é provada com você numa insubada. Você levanta, o fator de empavas, ou revista. Você levanta. -É, não importa o revista. -Dar uma revista. O PMD Xwatis quanto tempo ela demorou pra publicar os tecidos molhos que ela encontrou? Mas não importa, porque o Edtodizie aqui não aceitava que eles dava de jeito nenhum. -Ela diz isso. -É o que você tá fazendo. -Está bom quando é assunto. -Vamos falar com o jeito claro, aqui porque não estamos fazendo entender. -Coitado, certo. -Siguente. -Siguente. Você está dizendo que não dá pra publicar numa revista formal, digamos assim. -Rivista padrão. -Padrãozinho. -Rivista padrãozinho. Você não tem como publicar nessa. Pensando nisso, grupos diferentes que pensam diferente, criaram outros periódicos como a Creation Research para publicar coisas que eram impedidas de serem publicados usando os termos que você, o ponto vista de vocês, que foram impedidos de serem publicados em revistas tradicionais, certo? É isso. Vocês concordam que os eu tô falando? Vocês criaram não só Creation Research. Tem várias outros periódicos, perivio, criacionistas, certo? -Certo, está certo. Beleza. -Como é isso, dor? -Você está me dizendo que tem um modelo novo de movimentação de crosta terrestre, de dinâmica tectônica, e este modelo novo não seria aceito numa revista normal. E eu falei, você pode publicar numa revista, criacionista, e deixar estes dados disponíveis para que qualquer pessoa pudesse ver. -É possível ver, mas o que você falou que não tem como publicar? -De revista de fato, de impacto. -E eu falei que esse modelo era importante, eu falei que o importante é pelo menos publicar, porque por enquanto esses dados estão aonde? Onde estão esses dados, por enquanto? -O que é? -Os dados da. -Os dados da. -Os dados da decadência. -O que é a velocidade de quando eles pegam onde estão esses dados? -Sim, não. -Não é um processo. -Nas só cabeça. -Não é um processo. -Vamos voltar. Para mim não tem nada de ser negócio de criacion de nada. Isso aí é um problema de gel dinâmica, entendeu? E dentro da área da geofísica, você tem várias áreas lá, tem pessoas com toda a simulogia, tem que. Existem periódicos dessas pequenas, eu não estou falando se eu publicar num negócio de coisa geral, Nature, Science e so, que são incerentes revista, mas é um negócio geral. Eu estou falando se você tem uma proposta dessa, que é um negócio altamente escupitivo, e vai mudar isso aí, está dentro da área de gel dinâmica. Dentro da área de gel dinâmica existem os periódicos lá que você publica, entendeu? Se você mandar os seus dados, porque hoje para publicar, se manda seus dados, o cara vai pegar seus dados, vai passar pela auditoria deles ali e tudo, e mostrar que aquilo lá está belido, você publica isso, entendeu? Eu estou falando de criante de nada disso, eu estou falando do problema específico aqui, da movimentação das placas textões, só um problema de gel dinâmica. E dentro da área de gel dinâmica existem dezenas, centenas de periódicos que são muito relevantes e muito importantes, porque a galera da gel dinâmica, porque aí nós vamos um problema de gel dinâmica, beleza? A galera da gel dinâmica queria se interessar muito por isso aí, porque isso é uma coisa, que reescreveria, então, o negato é o terminatimento. -Vou? -O negato é o terminatimento. -Tudo bem. -E aí você tá me colocando os dados. -Não, só depende dos dados, não depende de política, depende de achar, de os dados. -E se você publicar. -Não, cara, não. Se você, de novo, você tá falando um negócio geral, assim, eu estou falando dentro da gel dinâmica, não tem isso, cara, porque você tem conferências ali muito pequenas de gel dinâmica, onde pessoas apresentam, chegam a apresentar modelos de um jeito do outro e para você publicar você mostra seu dado, você coloca seu dado lá disponível, pega aí, você escreve um, o professor aí deve programar bem para caramba, cara. Mas um pequeno modelo, joga isso num gith-rub da vida, entendeu? Gith-rub, e hoje já é aceito em todo lugar, tanto que os periódicos todos colocam gith-rub ali para você baixar, e você começa com todo esse processo, e dentro dentro de um periódico da área de gel dinâmica, você publica isso, cara, não tem esse negócio. -Remember que você tem já dizendo que a Terra não tem esses milhões de dados? -Você não tá dizendo que você tá publicando os dados. -Não, eu de novo. -Que hora que eu falei de dados da Terra? -Não, eu tô falando de dados. -Não, eu tô não ponhível. -Não, eu tô falando, cara, isso é um conclução de cemilias, amém. -Não, não, não, não. -Ai, você pode dar a gente, não dá, não dá, não dá. -Se eu adentro do seu arco, você pode defender ali e tal, não sei o quê, mas o problema é o principal, é o problema de gel dinâmica, entendeu? -E o da área você coloca, você consegue publicar, cara. -Mas isso é o negócio legal, seria muito bom isso acontecer. -Mas você faz, não? -E essa parte da gel dinâmica, ela por mais de 100 e poucos anos, ela tem seguido um modelo, só. Mas evidências que nós temos hoje, principalmente me mediando movimentação, com a direção da movimentação dos continentes, essa questão de águas, de terrâneas e tudo mais, sabe? -É coisa fácil. -Montam código, entendeu? Você faz um código, hoje você faz em um pato em uma sentada, pega esses dados, joga isso aí, o código e os dados no Guit-H-H-H-H, não tem os dados, não estão disponíveis. -É, não é bem assim, sabe por quê? -É a questão da triangulação toda, para você montar um continente, tamanho dos triângulos, que você vai precisar medir e tudo mais, para fazer as forças. -Grides, né? -É o que você faz? -É o que você faz, cara. -É o que você faz, tranquilamente. Hoje, tem os pacotes aí, aliás você for mexer em grits, você não precisa pegar o Python, você pega o Matelab da vida, entendeu? E você faz ali os grids, você não precisa fazer o modelo completo, no começo, entendeu? Você pega onde se eu tenho os dados, ali melhores, e tal, monta isso aí, joga num Guit-H-H-H-H-H-H-H-H, porque isso não gosta aí, é um negócio que ia ser. -Supê desruptivo, desruptivo, entendeu? -Tenho a chamar, boa ideia. -O "Him" está tentando falar o Felipe lá, só quer ter uma palavra para o Felipe. Eu queria incrementar três. A primeira é que é o argumento do próprio Aeber, em que o chefe da sensação é ajudado, e até agora não tem dado nenhum do que eles estão falando, tá dizendo que é difícil de triangulação, não sei o que, etc. Tritão, segundo ponto, não precisa nem ser uma revista científica, vervisada por paredes e tudo mais, que você pode começar a publicar isso no próprio archive, como o rascunho, que é o que as pessoas fazem. E terceiro, lembrem-se de Boltzmann, que se suicidou com a parte da teoria cinética das moléculas, aquela coisa toda, e ele tinha uma teoria que também que era. No mesmo chulo que você achou que está falando ali, revolucionária que vocês estão dando aí, mais hoje em tio, os acontecentes de Boltzmann. Temos relatividade de Einstein também, que não foi mil artigos que são quatro, que cada um gerou uma área da física diferente. Então assim, todos eles foram revolucionários de algum sentido. A diferença é que eles escreveram os artigos. Não ficaram de "não, mas a nature não vai aceitar, mas a science não tem como, porque não sei o quê. " Não, eles escreveram e falam aqui. E foram correr atrás. É isso. - E nem estamos falando de milhões de dólares. - Exatamente. - É isso que estamos falando. - Porque eu estou falando, é um negócio que Michel Foucault e eles clarecem no livro dele. Ele tem um livro chamado "A Ordem do Descurso". Ele coloca aqui na sociedade, existe sistemas de controle de discurso, que impedem determinados discursos. Por exemplo, ele fala de algum em sistema de controle de discurso. O primeiro sistema de controle de discurso é dizer que a pessoa é doida. - Hmm. - É conhecido a alguma coisa ou não? - Sim. - Quantas vezes a gente já foi chamado de doida, né, professor? Aí você diz que a pessoa é louca, então tudo aquilo que ela está falando não tem validade. O outro sistema de controle de discurso é que são palavras proibidas. Criação, design, tudo proibido, não sei publicada, eu estou a ficar. Aí você vai para a chamada "publicações científicas". Não sei não publica o que você quer. Você publica, muitas vezes, o que o editor está querendo, o que ele permite publicar. Isso você consegue fazer mudando de revista. - Tem certeza. - O que a gente faz, meu Deus, tem um monte de revista. - Então você vai ver até os cariços de revista. - E você se publica. - Que você. - Cara, eu posso falar um monte de coisa sobre o fucô. Mas tudo bem, deixa pra lá. O pessoal, a questão é. Você tem por isso, você tem 300 mil revistas. É por isso também. Você sempre vai ter uma. que seja uma revista, pegue e pague. Não importa. Aí você vier. - Aí você tem uma. - Aí você vier. - Ela embeda. - Pelo menos 15% de revistas que têm uma relevância. Completamente nenhuma. Que é só porque os caras pagam pra colocar lá. Então tipo, impossibilidade de publicar, não é. - O alternativo. - Hoje não tem mais. - Não tem impossibilidade. - E tudo bem. Você vai falar "não, mas isso é isso, é uma revista muito bunda, ninguém vai ler". Pra começar aqui hoje, você ler por distribuição. Se o que você falou foi bom demais, você vai fazer com que aquela revista bunda lá tenha um artigo muito lido. Que é o seu. Então tipo, isso já vai acontecer. Quem nunca publicou em revista bunda, levante a mão. Então tipo, agora, quando você. - Vai olhar. - Pelo perspectiva do. do. do. do. do. sergio. Você vê que não precisa nem. da publicação inicial. Você precisa primeiro dos dados, colocar os dados ali disponíveis pra esse pessoal. - O pessoal vai replicar. - Vai querer dar um alvorosto. - Pessoal, não, não. Vai replicar os dados. Se não você nem dá uma explicação, você só joga os dados lá. As pessoas que pegaram seus dados vão olhar e falar assim, "Pero, é isso aqui". E aí você pode publicar um resumo de congresso. Não precisa nem ser um artigo, você implica um resumo de congresso. - Que valor tem. - Não, cara, tem um valor de você começar. - Boa, sim, mas fala do bozo, mas não vou ver. - Mas, em casa, tem um valor. - Foda-me. - Você está indo pra essa sensação que tem que ter. - Mas é o que se usa contra o ambiente. - Não. - Eu não me lembro de um vídeo do Pirula que ele diz assim. - A gente. - A mãe revista tem obrigação de publicar um bucado de merda que o cara junta lá e coloca um bucado de referência lá. Tem obrigação de publicar aquela merda? Isso, você fala não tem um vídeo. - Você sabe o que é fácil de arrumar na vida? - Ah. - Desculpa. - É isso, é verdade. Então, junta os dados e publica os dados. - Cara, isso é com a marca. - Uma revista está aceitando. - A Criência do insert vai aceitar. - Fala. - Desculpa, é bem legal. Isso aqui é um exemplo de prática. Você percebe que uma ideia nova ou voroso que causa. - Só? - Olha, o pior que eu acho que tem dados publicados sobre isso em revistas criaçãoistas. Se o dado tiver lá na revista criaçãoista, o cálculo foi bem feito. - Você vai acreditar, Pirula. - Olha, sim. - Bom, eu não sou a pessoa que faz os cálculos, tá? - Você sabe que o docus está a esperar. - Mas que as pessoas se. - Sim. - Os cálculos forem replicados por vários acadêmicos. - E os alcôridos, sim. - E os alcôridos podem utilizar - essas pessoas, esse replicado por vários acadens. - Não, mas tem que ser. - Não, não, não. - Camalá, você está propondo uma coisa muito, muito, muito fora do padrão. E que vai contra os dados que a gente acumulou. - Nos últimos décadas. - Grande desaligações, exige-se em grandes evidências. - Por isso precisa de uma evidência muito grande. Então é óbvio que uma ideia nova vai gerar uma dúvida no começo. - Toda ideia. - Foscina, cara. Foscina, hein, vem, só que o que acontece. Por que essas ideias novas que geraram dúvidas hoje são consideradas pela academia científica? - Quais? - Por que que uma ideia nova? - Que nem é. - Portanto, de boas. - Porque é o idade da relatividade. - Não sei que é. - Porque só por causa. - É isso que é continuenta. - Porque ele vai continuar. - É, por exemplo, a gente é que elas. A própria atura da libo continental. Por que que hoje a ciência, o Wagner? O Wagner morreu pobre e desacreditava no meio. - É o acreditava nisso. - Agora, quando? Porque. porque que as pessoas passaram a aceitar as ideias do Wagner? Não foi porque do nada acharam um "pei-pear-vei" e o "life" falaram. Eu acho que esse cara é legal. Não foi por causa disso. - Você sabe disso, meu professor. - É que o modelo contrário dele se colapsou. Se colapsou e não só isso. Porque as evidências que foram encontradas corroboraram o modelo de. Quando Wagner propôs as ideias dele, ele publicou em 1915. As datações radiosotópicas estavam no começo ainda. - A primeira. - 1917. - É, foi o "Romes" lá. - Não, bom-tudo. Bom-tudo. Lembrava do. Quem criou o método rádio químico? Foi Bernad Boulthoud. - Em 1917. - Foi em 1917. Já foi na viradinha do século, porque eu acho que o "Romes" tinha que. Bom, enfim, que foi a primeira proposta da idade da Terra, a Tálmussi que eu abava, a Usanda, a coisa que é para substituir o modelo do Lord Kéil, o Tálmussi que. Que acontece? Quando começaram a fazer as datações de fundo de océano, os caras foram lá desde a cor de ler a mesma Atlântica. E eu não estou falando só do "O Céil Atlântico", né? E o "Gadorto". Começaram a fazer as datações lá. O que seria esperado de se encontrar, caso a idade deriva continental, estivesse correta. Que quanto mais perto da cor de ler a mesma Atlântica, mais nova seria a crosta, e quanto mais longe da cor de ler a mesma Atlântica, mais antiga seria a crosta. Isso vocês mesmo vão concordar. A gente está fazendo uma discussão de velocidade aqui, e não de fato. Pessoal, foi lá, fez essas datações. Cada um dos pontos do Soalho Oceânico até chegar na crosta e chegou a conclusão de que, olha, a proposta fazia sentido. A gente está vendo que. E inclusive. É mais. Como eu estou falando. É mais bonitinho, até do que poderia se esperar. Fica aquele miolinho lá. Bem novinho, bem mais novo, novinho entre aspas, né? Tois a gerando. E vai se afastando da cor de ler a mesma Atlântica e das áreas de criação de nova crosta, não só na cor de ler a mesma Atlântica, e vai ficando cada vez mais antigo, quanto mais você se afasta. Então o pessoal chegou e falou assim, "Olha, isso era algo predito pela teoria do Veg, né, pelas ideias do Veg, ainda não era uma teoria". E essa predição está se confirmando, certo, por causa dessa questão da afastamento. Mais antigo, como é que sabe que é mais antigo? É mais a datação radizotação. Exato. É a questão que o pessoal vai ato. Então, mas. E onde é que vem? O quê? De onde é que vem a ideia de que é a datação, por exemplo, o chumbo, o urânio para chumbo, como é que eles sabem que demora centenas de meninos de anos para um exótubo caí? Mas aí é um monte de cálculo. Não. E se isso é um monte de cálculo? E se isso é um parâmetro que eles pegam, um parâmetro primordial, com a ele. - Meia vida. - Não. Como é que eles sabem que demora meninos de meninos? Alguém ficou sentado lá esperando? Não é lógico, que não. Então como é que eles sabem? É. É que eles pegatrometria. Especatrometria não é Nepal? Então o que paramos, o que eu estou querendo dizer? É o parâmetro, é justamente as estratos geológicos. Não é certo? Ah não. Não, não, não, não. O parâmetro, a iluminação, aí primeiro vem o Nicològis tendo que disse, olha, esses estratos aqui, são mais antigos do que os estratos tão ensinos. Tá, tudo bem. Que é o chamado princípio da sobreposição, em stratigraphia, aí. E aí, é isso? E as datas, como foram estabelecidas, por exemplo, o peiro triásico. Mas no começo, no começo, antes das datações radisotópicas, as datas eram ou postuladas, ou elas eram. elas não estavam próximas daqui, o que a gente sabe. A próxima, ela tá exatamente. é isso que eu estou mostrando. Não se mudou, não se mudou essas datações. É o maior de que elven, propunha 100 milhões de anos. Sim. E já se sabia do período triásico, o pretaço jurásico, enquanto disso. Então, mas ninguém dava a datas certo. Quem é que colocou?
sabia a sequência dele, mas não a idade de cada um deles. O quê? Ele coloca a idade. Quem coloca a idade? Charles Lilleu, 1830, princípios da geologia. É uma. Mas ninguém propunha ele. Ele propõe no propô com 4 bilhões e meio de anos. Ah, ele propõe o próximo. Ah, mas claro que não chegava a 4. Mas ele propõe o período triásco, com quantos milhões de anos? Ah, eu não lembro. Eu vou lembrar, 140 milhões de anos. Ele acertou? O triásco. O triásco. É, entre 130 e 160 milhões de anos, não é? Triásco? Não, não. Tá, qual é o período? O triásco é de 252 a 211. O os dinossauros não viveram no período triásco, não? Eles surgiram no triásco. Então? Não era 60 milhões, 70 milhões, aquele período todo ali que vai aumentando. O que a tua dizer é o seguinte, o Charles Lilleu, que você falou, mas você não vê. Porque eu estou dizendo, é o seguinte, esse Charles Lilleu é o propôs esses períodos que a gente tem como base. E de lá pra cá, simplesmente. O que foi só ele que propôs, né? Foi ele que propôs. Você tem um mojo de gente, foi ele que propôs. Não, foi ele que propôs, inclusive propôs no princípio do uniformitarismo. Desenquece as coisas precisam ser explicadas de jeito que ela era pra se contrapô o princípio do casterrofismo. Casterrofismo, que era do comido. Mas é isso, não é isso? Isso, que era do comido. E o princípio do uniformitarismo hoje, tá correto? Cara, o negócio é ter que ver o seguinte, né? A quantidade de dados que a gente tem hoje. Não, eu estou perguntando a coisa. O princípio do uniformitarismo hoje, está correto. E o simbologia de alta resolução, tomografia, sísmica que a gente faz, cara. Tedeu? A gente mostra que o planeta Terra, ele é muito mais complexo do que qualquer coisa. Ok, mas está correto no uniformitarismo. Cara, não sei se vai estar correto ou não. O que você está propondo com relação ao uniformitar? É justamente na mesma época em que o chá-liu é o propós o uniformitarismo. Algum, acho que uns 20 e 30 anos depois, um cientista bastante conhecido com o vier. Ele vai pro. Não, depois não, antes. Não, o chá-liu slide, ele é de século 19, mais por final, ele foi mentor do dar. É, no começo no século 19. Comver, ele já foi mostrando justamente de que a proposta dos estratos, ela apresentava uma descontinuidade muito grande. O que mostrava mais a característica de catastrofismo. E isso foi se confirmando. É que não era várias evidências. Não tinha nem distinidade. É, não tinha distinidade. O covi, ele falava só que havia evidências de mudanças. Catastrofismo. De fauna, mudanças de fauna e flora encontradas no registro fósso, dependendo do estrato que você estava olhando. Então, você tinha pacotes ali que você tinha determinado momento uma extinção de falo e depois uma outra. Que foi uma coisa que depois a gente foi explicar de maneira um pouco mais detalhada, mas que o covi, de uma maneira incluído. Existeções. O covi, não enxegou nisso. O covi, ele estava olhando um pacote de rochas muito mais estreito, na verdade. Ele trabalhava principalmente com megafalma. Então, a gente estava falando do senozóico. Quando o covi fez essas histórias, não fez essas coletas, né? Essas avaliações, o modelo que você tinha antes, que era o modelo bíblico, modelo bíblicista, catastrofismo. Que você tinha uma catastrofismo específico, porque segundo o modelo que era usado, só tinha tido uma catástrofe. Isso é o de Lúvio de Noé. O coviê, ele colocou ali várias outras catástrofe, anteriores ao de Lúvio de Noé, para que o de Lúvio de Noé fosse a última delas. Porque ele via que aqueles pacotes, todos e aqueles fósseis, que ele estava e não podia ter morrido tudo uma vez só numa catástrofe única. E o que ele propôs foi bastante desgupitivo naquela época, porque a gente está usando muita palavra desgupitivo, mudar um pouco, isso foi bastante revolucionário para aquela época, porque inclusive o coviê, ele propôs não só que poderia haver mais de uma catástrofe, ele também cutucou as pessoas naquela época sobre a extinção de espécies, porque dentro do paradigma científico vigente daquela época, que era biblicista, eu sei que hoje as pessoas que defende, o criaçãoismo não defende mais isso, mas naquela época defendida, que não era possível que o espécie pudesse ter sido extinta, porque isso significaria que ela estava fora da arca de Noé, então portanto um erro na Bíblia, então não poderia haver espécies extintas. Isso era o paradigma lá no final do século 18, como é o século 19, o coviê veio e falou, "Oh, esses bichos aqui estão extintos e ponto". E aí ele foi criticado na época por pessoas que realmente não estavam ali, né? Ok, mas ele não descordou exatamente no uniforme tarinho? E ele descordou. O coviê? Não descordou, não? Frontalmente o doido uniforme tarinho. Ele colocou só que não era uma única catástrofe. Ok, mas como é que se explique? Como é que se explica, o Charles Liel tem acertado de primeiro período triásico, porque não mudou? Ou será que pegar o parâmetro dele e utilizar para fazer uma série de outros parâmetros? Que é o que é mais provável? Mas isso. Não é não. Não, porque essas coisas foram tudo. Ele acertou de primeira. Ele não acertou, meu Deus. Você falou que ele colocou 140. Sim. é. é. é. é. é. é. é. é. é cretácio! Você está falando do triásico? O triásico é 252 do 21. - Bom, eu me lembro que ele está me anteco. - Ainda é bem. É bem depois. aí o jurásico, do 211, a 145, e depois 145, 365, é o cretácio. Então. não faz sentido, então, nós está falando. Bom, o que ele propôs continua valendo até hoje. - São o parâmetro? - São o parâmetro. não, não, não, um parâmetro, o que ele utilizou. - Parâmetro, o que. - Não, não tem jeito que. - Você está querendo chegar a coisa? - É, o parâmetro que o Charles leu é o utilizou. - Hmm. - Foi. foi pego. pelo. é. - Bolt Wood. - Ele não sabia qual era a idade daquela rocha que ele começou a medir para poder saber quanto é. - Mas você sabe que é o. - Você não med. você não mede radiosotópicos por rocha sedimentar. Você mede por rocha por. por derramamento. - Isso. - O padrão radiosotópico não é por rocha sedimentar. Não é puser calno? Não, não é puser calno. Mas você não acha na rocha sedimentária isso daí, pelo menos não com uma quantidade de visente pra você conseguir datar. - Não é o serrreducão? - Não, isso daí é. é. é. é muito lucânico, acho que não é. - É um indicânico? - É um indicânico. - Ocha Ignic. - É um indicânico. É um indicânico que você tem que achar. E os ircônio está em rocha Ignic. E se você encontra os ircônio e rocha sedimentar, ele é de uma outra idade que não tem a ver com aquela rocha. - Ele foi. ele foi. - É, não é o galeno. -. removido. ele foi removido por erosão. -. do marrocha de derramamento. do erramamento qualquer Ignic, qualquer coisa assim. - É. E aí, depois, é que caiu na rocha sedimentar. Você não data de maneira absoluta, quer dizer, tem maneiras diferentes anos ali, mas você não data de maneira absoluta, baseado na rocha sedimentar. Porque senão você vai estar encorrendo em contaminação. - Você tem que datar o pacote Ignic mais próximo anterior ou considerado? - Exatamente isso. E isso é uma coisa interessante. Porque se esses métodos de ratações fossem tão corretos como você diz, você não precisava desses dados extras nenhum. porque que dá do extra? O dado extra de qual o cedimento que ela estava, qual era a roxa que estava doite? Não, não, não. Pera lá. Você precisa ter o princípio da sobreposição para saber qual foi o derramamento anterior o posterior? Para poder medir o isótop? Não, não. Não para poder medir o isótopo, mas para poder saber qual que. Você faz uma medição do isótopo. Ah, você precisa disso daí para você saber qual que está em cima e qual que está em baixo? Exato! Por quê? Porque os derramamentos, em geral, eles não estão igualmente distribuídos pelo mundo. Então, quando você faz um estudo, por exemplo, nas trapas de decã lá na saída, você faz? Você vai fazer um estudo lá e vai ver qual foi a datação. A datação é 66 pontos, sei lá, quanto milhões de anos atrás. 65 tantos. A datação principal dele é ó. Você chega lá e faz aquela datação numa rocha ígnea. Um derramamento ígneo. Aí você faz essa datação. Aí você vai lá, e o laio nem sabia das trapas de decã. Quando ele viu, ele nem sabia, eles não estão com saber nada. É para o decão, é muito anto. Do mesmo jeito que os trapseberianos, que aí os trapseberianos tem a ver com a outra extinção em massa de 252 milhões de anos e tal, não sei o quê. O cara for o laves, era a datação e beleza. Se você folhar um que está lá na Siberia ou outro que está na Índia, você não vai conseguir observar isso daí de uma maneira imediata. Mas você tem as sequências de estratos que são os mesmos em vários lugares independentes da data. A gente sabe a sequência dos estratos. É exatamente como. Camarama. Meu Deus, sendo geólogo olhando. Você vai no problema, cara. Você está igual o leonar de Big Ben Theory. Acha que geologia não é ciência. Você está no próximo. O cheio dela é isso. O cheio de rochas tem que ir para o meu. O cheio acha que ovo é um erro em 1840. Com esse cara. Não, não, não. E só a neceio foi persistido para o meu que era isso. Não, não, não. Não teve erro. Cara, o único optarinho foi rejeitado. Não, não. A gente sabe reconhecer um triásco em qualquer lugar do mundo. Não vou falar da idade do triásco. Então, até que o nome dele triásco deriva, desse tão fácil reconhecimento, porque são as três grandes camadas, tá? Tudo lá. É muito simples reconhecer um triásco para uma pessoa que, enfim, é formado em geologia. É uma coisa extremamente simples. Nem precisa ser formado em geologia. Só precisa ter ele por campo conhecer as rochas. Você sabe onde está o triásco. Na Siberia, você tem um derramamento de lava, um baixa e chudo os pacotes do triásco.
em baixo dos pacos do triáxico. Você vai lá e data essa coisa, da 250 e 2 milhões de anos. Aí você tem. - Sei lá, puta, agora tem que achar algum lugar que tem um derramamento. - Tis, vamos inventar aqui que é um evento de cabeça. - Tis. - Sei lá. - Entendi, eu chile impossível. - Não. - Mas coloca sei lá, na América do Norte, lá. - No centro, no centro. - Os assos. - Tem um derramamento lá, mas não é doendo. - É, não, é outro derramamento. Enfim, vai, suda, suda os Estados Unidos lá, novo o México, aquela região lá. Você tem acima desse pacote de roches, você tem um outro derramamento, que não é o mesmo que tem na Siberia, e esse derramamento tem 21 milhões de anos. Aí você chega e fala assim, olha, a gente tem um pacote mostrando que o triáxico tá em cima, e um pacote mostrando que o triáxico tá em baixo. Então, o triáxico está entre 252, 21 milhões de anos. O que eu lá mostrou foi aonde estava o triáxico relativamente em relação às outras coisas. - E a data que foi dada, não foi dada, baseada no triáxico. No sentido assim, que foi a data do triáxico que inspirou a data dos derramamentos. Você acabou de me falar que a data não é? Você falou o badato que não é. Então, abre a internet e confere. - Abre aí e confere a data, porque 140 milhojeia não é a data do que o triáxico. Então, isso que eu tô falando. Se você tá confundindo e tá dando uma data coisa, então a melhor a gente tá uma conferida. - O Charlie Leewell, que determina isso, de certeza absoluta. Isso tem vários geólogos falando isso, que as datas, essas datas de geodatação, tem todas disso, desse cara da proposta que ele fez. - Mas é impossível. - É impossível. É impossível, porque você não data rocha esse de mentar. - Como é que você sabe como você não data o triáxico de mentar? - O rano ali, cara. - O rano não tá na rocha de. quer dizer, tem o rano na rocha de mentar. Mas esse o rano não é. não serve para a datação. - Aquele o rano. - A gente quer que serve para a datação? É o rano encontrar em rocha eguinha. - A mostra geológica, cara, é um negócio muito complicado, dia de querer, entendeu? É que a gente fala assim, para o pessoal que tem casa, acho que é um negócio que é só sair no campo e catando o rocha. Eu brinco o pessoal lá, meus alunos, assim, não é sair aqui na rua e catando qualquer pedra, cara, entendeu? - Então, você tem que saber a rosta, que sabia a história dela, o lugar onde ela tá, o tipo de bacia que foi e tudo. Se ela é uma rocha eguinha mesmo, ou se ela é uma rocha eguinha que tava ali no meio do marro de mentar, ou se veio um pacô, ou se aconteceu algum dobramento, ou se aconteceu alguma movimentação naquela região. Então, assim, adquirir amostras geológicas é um trabalho muito complicado. Por isso que a gente se mete aí nos matam no meio do sin de mundo, para poder pegar aquele pedacinho ali, porque é aquele pedacinho ali que pode talvez seja a única no mundo em alguns lugar, alguns tipos de rocha, até são. Para a gente poder a que, a esse aqui é o cara que nós não conseguimos fazer tal medição, entendeu? - Você não, a gente começa a misturar uma coisa com a outra e isso vai dando muita confusão. - Você admite que essas datas de centenas de milhões de anos, ela vem justamente dessas datações de centenas. - Você disse? - No período de. - Isso é um triásco e depois do período do carbonifel que está assistindo. - Não, não está aquele que vai para 500 milhões. - Ah, para 500 milhões é carbonifel. - Carbonifel, carbonifel. - Que foi colocado em 1890, eu acho, eu não me engano a mesma hora. - A sequência é conhecida mais tempo. - Não é a partida dessa contagem de estratégia gráfica, é ou não é? - Não, tudo bem, você tem a. - A estratografia conhecida mais tempo. - Exato, você tem. - Estratografia temberada. - Cambrilhado. - Estratografia, hoje. - O Cambriano, que foi em tragégrafia. - Hoje. - A gente tem estatografia de altíssima resolução, cara. - Entendeu? - A gente tem vários equipamentos, dados para caramba, milhares de dados de estratégia, cara. Fazendo, a gente faz campar caramba, faz estratégia de sequência, tudo que é lugar. - Mas tem que ter um mundo que não dá pra fazer antes. - Antigamente não dá, entendeu? - Então a gente pega a fura poço, só para a gente fura poço, cara. A gasta é milhões de dólares para produzir nada, nem para produzir petróleo. É simples, mas pode tirar no pacote de rosto, para dar ali a gente tirar esse dado e montar esse negócio que a gente chama de estratégia gráfica de sequência, entendeu? - Mas o tempo é igual, se você tiver duro, se tiver duro, vai de um tempo. - Não, esse fosse negar ele com alguma problema. - Eu não entendi o parâmetro do século XIX, é a sequência. - Exato. - A sequência assim. - Nossa sequência, as datas também. - Então, abre o coisa, ele está procurando. - Eu tenho, eu tenho, eu tenho, eu tenho. - Coloca idade da terra e o negócio da idade da terra. - Porque a idade da terra foi proposta, foi proposta várias vezes, mas você falou assim, ela só chegou perto do que a gente tem hoje com as datações radios atópicas. - Exato. - E chegava nisso, e lá eu fui anterior a isso, e ele não propôs uma terra. - É, é que a gente quer dar falando, o que ele está falando, o seguinte, o geólogo lá, ele propôs uma determinada sequência, e a gente usa sequência até hoje, quase. - Não, ele está falando da data. - Quase data, quase. - Mas o lá eu não propô. - Não, vamos por, ele propôs sequências e datações ali de centenas de milhões de anos, o que ele está falando é o seguinte, que a gente usa essa minha sequência. Quem disse que esse cara estava certo, entendeu? - Mas a questão não é essa do cara está certo ou não, cara. - A questão que já foi proposta, que ele está errado. - A gente vai medindo a sequência, está errado, a sequência. - Com muito comentarismo que ele propô está errado, como? Uma das maiores explicações para isso é justamente como os estratos estão. - Um. - Os estratos estão paralelos certinho por quilômetros. Como é possível isso para o Nicolau estender? - A ontem é bota e idade da terra, por favor? - Procurou? - É. - O. - Não. - O paco dá uma olhada aí. - O que é isso que a gente tem que ver, cara? - O que é a louca aí não? - Veja o senjo. - Você tem uma boa olhada aí? - Fala aí, é a douta. - Perguma a toda. Essa é a sequência de estratos. Como ela é proposta, ela aparece em todo lugar do planeta, ou em alguns lugares do planeta. - Em que sequência de pleneta? - Com a sequência completa está falando de zero. Assim, do pré-cambriano até o Oloceino, está. - Você pega, por exemplo, o Brancane, então faltam 100 milhões de anos geológicos lá. - Mas faltam em extremidade ou no meio? - No meio. - Tá, tem como explicar. Você tem períodos do planeta em que você tem mais atividade, é vulcânica, císmica, que seja, que é que seja, em que você tem maior formação de crostas, ou seja, você tem mais extrusão de material do subsógo e isso vai formando crostas. - É. - Porque lá você vai indo lá do fundo e indo para cima. E você tem etapas períodos da época da Terra, que pelo menos partes estão um pouco mais calminhos que você tem a erosão da crosta. Então, a crosta vai se desgastando. - Se desgastando. - Tanto é que é um exemplo. O caso, eu estava conversando, falando que a Serra do Mar seria uma onda de impacto, que vai de alguma coisa. - Um rebote, ali, no rebote. - É, mas a Serra do Mar, na verdade, ela é um terreno. - O cristalino, que você tem ali uma metamorfism, metamorfismo do terreno, que já foi muito desgastado e erodido, porque é mais antigo. Então, ele foi muito erodido e, portanto, porque é mais antigo. Enquanto que os antes, que são muito mais recentes, são muito mais altos, porque não teve tempo. - Mas os antes ainda estão subindo em determinados lugares. - Então. - Então. - Porque ele está subindo ainda, como é que é muito mais antigo? - Como é que você sabe que é muito mais antigo que você está subindo? - Não, como é mais novo. - Mas não é mais novo. - Mas o que é todo dizendo é que você sabe que é tão antigo. Se esse está ainda nem parou o processo. - Não estou entendendo. Não, como lá, estou falando assim. - Serra do Mar antigo, cara. - Tem reino cristalino, a gente sabe? - Não, eu estou falando só que sim. Que a gente sabe que a Serra do Mar é mais antiga, que o terreno é cristalino, e que ele foi mais erodido. Enquanto que na extremidade da placa, que você tem ali o seu erguimento dos antes, os antes são muito mais recentes. E que eles ainda estão subindo, porque o encontro da placa aqui é. - Ele é antigo. - Ele é antigo. - Ele é antigo ainda. Serra do Mar não tem vulcão, mas. Você tem ali uma. Sei lá, uma. Você é que nem usar palaches lá na América do Norte, sabe? - Tem vulcão. - Tem vulcão. - Está para quase não aberta, para ser do Mar aqui, no litorado de São Paulo, aqui? - Está para a Chica Menino, e da placa, né? - Exato. Agora, o que acontece? Quando você. Como se fala, quando você observa esse tipo de fenômeno, da construção. da criação de mais placa, de mais crosta, ou da erosão de mais crosta, você tem, então, alguns períodos do planeta, em que você teve mais derramamento de material do subsolo, e menos erosão, na verdade. E menos erosão, menos oportunidade de erosão, né? Porque a lava vai lá e ela. Ela atrapalha todos os processos possíveis ali, e momentâneos, e os processos momentâneos. Até porque a gente tem que levar em conta que alguns desses derramamentos de lava levaram centenas de milhares de ano, porque quando você está ajustando duas placas ali, o negócio vai que vai. Então. - Peguei aqui, peguei aqui. - Eles são os segundo, eles não são determinantes explicações. - Está, está. E aí que acontece, quando você observa isso, tem períodos em que você está tendo formação de placa, informação de placa, formação de crosta, em que você não consegue ter uma deposição de material ali naquele lugar em que ele era deposto antes. Então é por isso que em alguns lugares,
você tem eventualmente algum pacote faltando ou está se voltando a parte de cima ou faltando a parte de baixo, porque você tem que olhar ao redor de toda aquela região pra ver onde que estava se formando o crosta e por que que não ovo deposição naquele lugar, mas o. - beleza, você diz que tem que ver, mas por que? - Humm, você diz que tem que ver, mas por que? - Como assim? - Porque não tem essa continuidade ainda não ficou explocado não. - Por que o planeta negra não é constante? - A Terra é um planeta vivo, ela não tem as teiras que você. - Tem hora que você tem greitas, a tua vida, a tua vida, a sua vida, a sua. - Tânicas, tem hora que essas erupções param, aí começa a ter uma erosão muito grande, depois em uma outra camada gigantesca de lá, trapa de decã, por exemplo, um derramamento gigantesco de lá, vai ter que lá na Índia, cobrir um monte de coisas, entendeu? Depois você passa um tempo sem ter opções, entendeu? A Terra é um planeta vivo, um planeta dinâmico. - Mas ainda não explica as pessoas. - Estamente na questão da Índia, a espetão derramamento daquele tamanho. - Só mais de 500 mil. - Ali era uma província vulcânica, e aquilo ali em saís aquilo, só foi possível, da auto, aquilo só foi possível, porque aqueles derramamentos aconteceram no intervalo de centenas de milhares de anos. - Exatamente. - Se todo aquele derramamento tivesse sido de uma hora para a outra. - Mas há alguma coisa, né, entre um derramamento e outro, não? Mas tem uma série de coisas ali, você tem as trape de decã, não são negócios que você chega lá e vê, "Oh, nossa, putsa, aqui temos o pacote completo." Não, você vê uma coisa que eu culpa a Índia, tem dois terços, um terço da Índia. - O terço a Índia. - Você faz um estudo em vários pontos ali, e nesses estudos você consegue concluir o tempo de duração, que foi aquilo ali, óbvio que tem pedaços em que aquilo lá tem uma descontinuidade, mas aquilo, quando você pega toda a área em que aquilo aconteceu, você vê que foi uma coisa mais ou menos contínua, não contínua em tudo, mas contínua como vai. - O que você tem? - O que você tem? - O tempo geológico, vai? - É, você é assim, nunca parou de ter derramamento ali durante todo esse período, só que esse derramamento tinha momento que ele tinha cair do tomado, cair do tomado, pois cair deu outro, é. - Putsa, que você está simplificando muito, mas você entendeu, é isso que eu estou querendo dizer, entendeu? Você tem ali, sempre tinha alguém funcionando ali, então eventualmente em algum pedaço pode ter feito alguma sedimentação, mas curiosamente a gente não encontra praticamente nada sedimentável entre esses pedaços. - Então, é curioso, isso, né, pessoal? - Não, mas o que é interessante é mirar para nós, o decana na Índia, é que justamente se você tem esses derramamentos, você tem a solidificação que dá esse derramamento em cima, isso teria fácil a gente encontrar essas múltiplas camadas, porque você não vai manter uma rocha perreta, você não vai manter uma rocha perreta, desculpe, desculpe, desculpe, - Perdão, desculpe, desculpe, pode terminar. - Não, você não iria manter uma quantidade de lava vulcânica, por exemplo, perretida por centenas de milhares de anos, isso não faz sentido. - Justamente porque foi constante, adulto, você coloca essa sequência e a solidificação superior do que veio depois, não necessariamente vai formar um estrato, porque as coisas quando a gente está falando de rocha aí, que não funcionam do mesmo jeito que rocha sedimentar. Então, você tem partes ali que você detecta uma outra coisa diferente, mas em princípio o que você tem é um derramamento que foi acontecendo durante tanto tempo e que foi simplesmente sobrepondo o derramamento anterior. - Esse é exatamente o ponto, quando você olha, por exemplo, os vulcões no avai, e você percebe derramamento de lava, você percebe que existe uma sobreposição, ou seja, ouve uma solidificação daí você tem novo material em cima, para lá não ter. - Que os vulcões do avai é o esquema de hotspot que a gente chama, ou seja, eles estão caminhando junto com a placa, então você tem o ponto ali e aí você vai criando todas essas camadas aí, esses estratos que você está falando. - Não, mas o que estou me referindo a pena, isso aí é só uma questão de solidificação de rocha. - O outro tipo de vulcão, porque vulcões também, porque é isso a gente entrar em vulcão, nós vamos ficar aqui 10 anos, entendeu? - Porque é, porque. - Você vai ter tempo em vulcão, caro. - Não, caro. Vulcão, vulcão, tem. - Era verdade se a gente estava em vulcão. - Tem de sair. - Tem de sair. - Não, por que? - Tem diferentes tipos de vulcão, entendeu? Tem vulcões que são explosivos, tem vulcões de derramamento, tem vulcão que é de escudo, tem vulcão que é de esquema de rotosport, tem províncias vulcânicas que é uma outra parada, entendeu? Então, cada situação dessa gera, essas camadas, essas estratificações de setos maneiros, isso aí tem, vulcão, eu tenho um livrão, assim que já é em cicloperge de vulcão e a energia, entendeu? Que é um negócio de umas duas, quase três mil páginas. E ali, o cara vai passando, então você pega um vulcão do avai, é totalmente diferente do um vulcão aqui do Guatemala, que é um outra coisa do vulcão lá das trapas de decã, que é uma outra coisa, aí não você vê a estratificação, no outro você não vê, entendeu? No outro você vê uma camada gigantesca, no outro você vê camada, então aí é outra da auto, você sabe, você sabe se em todos os pontos das trapas de decã você não vê aí, porque assim, eu nunca estudei tão à fundo assim as trapas de decã pra saber, mas me parece muito estranho que você tem uma coisa completamente, digamos assim, igual em todo aquele período, em todo aquele pedaço, em algum pedaço tem que ter uma diferenciação de um pro outro, porque as pessoas não afirmo simplesmente que tem milhares de anos de um pro outro baseado no nada. Não é isso, não é isso o ponto, o ponto que eu estou fazendo é o seguinte, quando você tem um derramamento, existe uma solidificação, a menos que você tem um derramamento contindo que não há tempo suficiente pra solidificação, ok? Mas não necessariamente, a auto, sendo essas distâncias pequenas, não necessariamente vai formar um estrato, necessariamente formar um estrato e precisa ver se toda a área da trap de decã não tem esses estratos, eventualmente eles existem lá, dependendo da situação. Mas de mais, eu fico aqui só falando de vulcão, eu estou no vulcão, eu adoro vulcão, cara, vou te dar pra mim, eu vou te trazer um camôna de sódio, mas no mundo vulcão, cara, pra mim é um negócio que manda em tudo, entendeu? Vulcão, acho um negócio, peta colada. Só que eu só iria. Vamos ficar aqui até assim, pra amanhã só falando de vulcão, quer falar do resto, não, pecido molho, isso, por carinho, eu to nem ir pra isso. Vamos para o traçoto, gente. É, ó, posso só rapidinho, só depois ele falar o dado, que ele. O pirula falou bastante, todo mundo falou, posso falar um pouco? Fale, fale, é, vale. Tem um grupo nos Estados Unidos que se for bom, ele chama "Rate", "Research of the age of the Earth". Perdeu mais um pouco. Perdi. Pesquisa sobre a idade da Terra, eles testaram todos esses modelos de datação, com radisótipos em rochas, ígneas, sedimentares e tudo, mas eu sou da área e realmente nunca estudei muito a fundo isso, por isso que não todo me metendo pra falar, tá? Mas eu leio os artigos deles, eles foram publicados, viu, o pirula, no Instituto of Creation Research, você não vai gostar, obviamente, no "Ensers in Genesis", no "Ontros Journal of Creation", já publicaram vários desses artigos. O Lomés não tiveram preguiça. É, não tiveram preguiça. Eu acho que já tenho, viu, se eu encontrar vai ser muito legal, viu, o pirula. Eu assisti uma vez um vídeo sobre essa encaixa dos continentes, tinha muitos cálculos, eu acho que já publicaram isso. E eles pegaram, por exemplo, uma rocha ígneas, quebraram em pedacinhos, mandaram para laboratórias diferentes, e cada laboratória deu uma idade diferente dessas rochas ígneas. Fizerem a datação com diferentes métodos de decaimento isotópico. Aondeu 516 milhões? Alguma coisa muito rada que não está certo nesses métodos, esses artigos. O nos dados entendeu, ou nos amostras, que as amostras têm de ser descarramed. Não é de novo aquela para sempre, não estou falando de certa ação. Mas antes da gente chegar no problema do parâmetro, a gente tem que pegar, da onde que vieram esses dados como que eles foram preparados, porque uma amostra para ela ser datada, entendeu? Se eles estão fazendo um rádisoto, é preciso ser preparado para isso. Como que ela foi preparado? São todas as nação no ove. Giólogo, é tudo gente boa. E eu já errei muita visão desse. E eu já perdi muita amostra. E eles publicaram os artigos e tudo mais, eles dizem que os métodos estão realmente sobre suspeita. Outra constatação que eu mencionei aqui, por exemplo, o elio, que é um produto de agredação desses rádis outros, e a terra fosse realmente extremamente antiga como a gente acha. De ver que tem muito mais elio na atmosfera. Então tem várias evidências. Eu acho que eu apresentei um conjunto de minhos de evidências, só na primeira a gente ficou assim com horas debatendo aqui. E por que? Por que é que é legal isso? Porque a gente tem, às vezes a gente já vê a gente falando por aí, olha, é certeza absoluta que a terra antiga. O sacanhe disse que ela é vala por Rodrigo. O forso que provava que a terra era jovem. Eu não levei o meu. Não mesmo!
- Estromatório, tem que ter estromatório. - É, acho que a gente tem que pelo menos ter um milidade de reconhecer, que é uma debate, é uma discussão, a punta e contra a punta. Acho que é o que é legal na ciência, é o que é legal na ciência na gente. Mas eu não estou fazendo aquilo. Não é atualizar, sim, eu agradeço de mais você sacan, por isso que eu gosto. Mas de ser agora. - Deem aí, aí, cara, pega esses status todos, faz um fórum, faz um fórum, - então, haste de mim também, que às vezes ele fala ao do Marcão. - No grupo de vocês, tem gente que programam muito bem, legal, não vão fazer esses status. - Você faz um programinha rap de ingente, é só uma pessoa que não pera aí, pera aí, cara, pera aí, calma, calma. - Você fala bastante em perudo, meu Deus. - Tenho até domingo pra ver aqui. - Estou do muito bom comer cara, comecei a falar, meu ali no par, você viu? - Então, a gente tem que reconhecer. - Eu vou mostrar um imányter, não pera aí, não acabei. - A gente tem que reconhecer. - Não, vai. - Que é uma disputa, que é uma disputa, a uma disputa, que os dois lados têm evidências, têm evidências, há uma predisposição dos dois lados, dos dois lados, interpretar os seus dados, a favor da suas convicções, e que a gente tem que debater mais, a gente tem que discutir mais. Esse grupo, por exemplo, eu cria na terra antiga, eu cria na radiação, na adaptação com radizótopo, isso é o químico. Essas datações, muitas vezes, são feitas com espectrômes de massas, tem tequintas que eu trabalho. - Todos os visita. - E carbonocatorzo, por exemplo, é um espectrôme de massas, trabalha com essa técnica. Então, eu crie nisso. Mas quando eu comecei a ver o outro lado, os evidências, passei a não crer. E olha, não é só da atação, são várias e várias, é um conjunto de evidências que mostram que a terra é jovem. E a gente está fazendo experimentos e tudo mais. Por exemplo, Pirula, você falou uma vez que o Markus tem espectrôme de massas, mas nunca foi estudar o proteôma dos chimpanzes. A gente estudou Pirula. A gente estudou na diversidade. - Eu falou. - Quando eu falei isso? - O que eu falei? - A bararia lembrar disso. - Quem bate não leva, só quem é a brunha que lembra. - Tem uma de chimpanela, lembra de ter falo. - Você falou com o Markus tem um espectrôme de mass e nunca foi fazer as anagens no barato de nada. - Tem que ser confundido, pode ser outra pessoa que foi empurida. - Quem bate não lembra, só quem é a brunha, Pirula. E a gente foi fazer, por exemplo, o proteôma do chimpanzé é comparado com humanos. Deu uma diferença absurda. - Depois a gente vai falar de chimpanzé humano. - Aquela história de que nós somos, assim, pseudo-scientistas, heredis, que nos estudam, que não lêm, que não sabe nem se que é o básico da astronomia, e tudo mais, não é assim. Nós somos humanos, que está procurando nas ciências, procurar as melhores evidências, a gente está fazendo experimento, tentando publicar, você sabe muito bem como difícil que é. - E a gente quer chegar na melhor conclusão. - Eu acho que a gente tem um monte de evidências de cadera e jovem, confio na sua sinceridade. - Inclusive com radiação de radisótopos, com a datação com radisótop, carbonocatorze e tudo mais. É muito legal a gente estar discutindo isso, porque pela primeira vez, pelo menos que eu me lembro, que a gente tem uma mesa aqui na Vilela, com três criaçãoistas e três naturalistas debatendo frente a frente, e a gente está mostrando que as evidências não estão só do outro lado. A gente não tem absolutamente zero devidências, viu? - Na verdade, eu ainda acredito que estão fatores, é um exemplo, eu fui até anotar aqui para lembrar, é um exemplo da Lei de Brandoline. - Que que é? - A Lei de Brandoline, quer dizer que, quando alguém fala algo, como é que se fala, alguém fala algo sobre uma determinada área, que possui um erro, mas que requer um certo línguajar técnico que poucas pessoas entendem, você para corrigir este erro precisa gastar um unidade de grandeza a mais para isso. Então, para você afirmar uma coisa errada de um assunto complexo, você gasta cinco minutos, para corrigir essa coisa errada de algo complexo, para um público ligo, você vai gastar cinco horas. - Então eu vou gastar umas dez horas para rebatê o que o Pirula falou, que o tecido não era mole, vou querer dez horas de pílula. - Vamos lá, vamos lá, vamos lá. - Que o bicho que o bicho que as molecas que estavam lá, que as molecas que estavam lá, não eram molecas, veja bem, fiz a proteína do cheiro, do tecido mole, a gente sabe que todos os repetidos estão intactos, a usa minuasca. - Da capô, da capô, da capô, - E há 10 horas que morrer, segundo além do Pirula, eu tenho 10 horas para rebatê-lo. - Eu queria mostrar uma imagem. - Não, mas calma lá, deixa eu. - Isso aqui é o filipão, aqui é um artigo, né, filipão? - É, esse é o que eu coloquei na tela para vocês, hein? - Está na tela, onde? - Não, não, não, não, não, não, não, eu te fiqui. - Não, não, não, não, não, eu te fiqui. - Não, é, vocês não pediram para pegar o artigo sobre a idade da filha. - Não, ele pegou aqui um artigo aqui, ó, que fala aqui, ele dá uma, ele faz um histórico bem legal até, viu, está passando o olho aqui? - É, é bem legal um histórico sobre como essa ideia, né, ou os cálculos ou as estimativas, sobre a idade da terra, foram evoluindo com os anos, com as décadas, com os séculos, até chegar na idade que a gente tem hoje aí, usando os dados que o pessoal adquire pelo mundo todo e tal. Muito legal, depois vamos tentar deixar a idade hoje que a gente considera. - Qual a importância de xágio do eló? - Quatro pontos e cinquenta e seis, né? - Quero é só, eu não vou explicar o negócio. - Fala aí, Felipe, ó. - Eu não sei se, é que talvez ele não saiba disso, então eu vou explicar que agora, você tem artigo científico, você também tem aqueles reviews sistemáticos que faz aquelas análises de vários artigos ao mesmo tempo, e pega um resumo, por exemplo, e cria uma história ao longo do tempo, inclusive de evidências contrárias ou não há uma certa hipótese que é construir num testão pra você dar uma estudada. E eu coloquei ele para o sério, e eu apresento aqui a edadeira, que eu falei que tem pedido. - É uma review, vai para a tabel, Arthur Holmes, 1911. Foi quem chegou mais perto da idade, a tua orgânia tem da terra, o Bolto e o Wudm, 1907. - Mas já chega nisso. - Aí quem vai chegar, eu, claro, perto. - Chega, são com aquele Keni-on-diábolo. - Onde? - É o que é, claro, perto. - É a irpéria, vai evolucar. - Que aí ele vai, aqui vai se, depois de Hubble, porque gerou uma briga muito grande entre astrônomos e radioquímicos. Quando LeMetre, ele propõe a primeira idade do universo em 1,2 bilhões de anos. E já era menor do que a idade que os radioquímicos estavam datando as rochas. E aí pouco tempo depois, dois anos depois, não causou muito conflito, porque era um padre me falando da teoria criação nesta d'eira, então não tinha problema. O pessoal não rejeitou tanto. Mas quando o Hubble em 1927, ele confirma que as galáxias estão se afastando e que a teoria do Big Bang, porque a maior prov, a maior evidência que a veria da teoria do Big Bang não é nem a radiação com a imicari fundo. É o afastamento das galáxias. É o afastamento das galáxias, mas só que quando ele calcou o afastamento das galáxias, ele calcou o idade do universo em 1,8 bilhões de anos. 1,8. E isso gerou um conflito tremendo com o pessoal da radioquímica que já adaptava a terra em mais de 2 bilhões de anos. Então, Helena, esse conflito perdurou. Aí vem um cara chamado William Baad e muda os parâmetros que Hubble utilizou nas velas padrão. Não foi isso. Aí é um mudar, ele se permitou brou e dade do universo. Ela saiu de 1,8 bilhões para 3,600 bilhões. Só que há um pouco tempo depois veio essa hipótese que o pessoal assumiu de que os meteoritos que caem na terra são restos da formação do sistema solar. Aí eles começaram a adaptar esses meteoritos. Aí vem um cientista super famoso na época chamado Peta-son, que ele brigou muito com as indústrias mostrando o perigo do chumbo. E aí ele fez uma adaptação de um meteorito chamado Kenny, um Diablo. E nessa adaptação chegou essa idade de 4,55, se não me engano na época, era uma briga entre radioquímico e astrônomos. E aí ficou aquela tanto que o Hubble morreu frustrado porque nunca ter recebido um Nobel. Porque o pessoal do Nobel não considerava a astronomia uma ciência séria. E principalmente por causa do conflito dela com os radioquímicos. Aí um tempo depois, eu acho que em 1940 ou 1950, a família Rockefeller construiu um telescópio extraordinário, que foi com o telescópio mais poderoso do mundo na 50 anos. Não sei se você sabe disso. E contratam o cara chamado Alance Sandeij para poder justamente acabar com essa briga entre radioquímicos e astrônomos. Aí esse radio, esse Alance Sandeij, ele introduz um tal de parâmetro de desaceleração e vai mudando os parâmetros das velas padrão. E ainda por cima, joga a velocidade de afastamento das galáxias que Hubble tinha medido em 530 km/s, por segundo, por Megapassec. Ele cai isso para 75 km/s. Aí é onde que vai ver.
essa idade de 13 bilhões de anos do universo. Essa idade de 13 bilhões de anos do universo foi mais uma briga entre a astronum e radioquímico do que a ciência de verdade. Ele saiu no mudando os parâmetros de acordo com o que o radioquímico diziam. Isso é história da ciência. Tá, terminação. Fala aí, terminação. Fala aí, que eu achei, que eu achei, que eu não era o próximo. Posso só dar uma. Eu falei alguma coisa. Não esquece, não esquece, não. O bom que vai te falar. Você levanta aí, você quer terminar o assunto depois eu. Eu falei. Eu não sei o que eu laxei, eu não posso lhe dar. Eu não posso lhe dar. E ele aparentemente. É laio, é. O que fala? Eu quando. Eu ouvi laio, não sei o que você pode fazer. Eu devo estar aí a pronunciar. Pode ser, porque tem dois heres no final, mas não sei. Eu sempre ouvi como laio. Então, o que eu ouvi aqui, o atabela do laio, sem nenhum tipo de tentativa de data para cada um dos estratos. E em um outro lugar, nesse clopé de abritânica, eu encontrei que ele estimou em várias centenas de milhões de anos, mas sem colocar uma data específica. Então, o laio, de fato, fez uma sequência estratégática, que está realmente muito parecida com o que a gente tem hoje. Falta o ordo-viciano, então, não está exatamente igual a que a gente tem hoje. Ah, não, e o senozoico também está faltando coisas. É, é o odiante do triásico, ele não tem o colocado. É, o odiante do triásico tem aqui. Não, o teu permiano, o carbonífero, mas está faltando o ordo-viciano. E. Essa é a gênero depois do. E no caso do senozoico, está faltando paleozoico. Não, é, é, no caso do senozoico, está faltando paleoceno, playstoceno, enfim. E ele colocou como centenas de milhões de anos, ele não colocou. No número, não colocou um número. -Pelo que eu estou vendo. -É, mas isso é o que está a gente. Não é o que está no precinho, do geológico, de que é o livro dele. Ele vai fazer estimativas. -Bá, então. -Tai de pegar o livro aí, mas eu nunca. -Quero que a gente. -Ele colocou. Se ele colocou várias centenas de milhões de anos, tem que ver quantas centenas são. Se ele pôe 140 milhões de anos, ele não chegou nem no jiasco. Tendeu a isso que eu estou falando. Aí ele compactou 500. 500 e 60. E quanto que é o comecinho do. do. do. do cambrano, é? -Aquim é. -Não, mas ele não estava falando. Mas ele não fala que não existem outras camadas embaixo. Só estima. Só estima a partir dessas que encontram. Mas ele. Mas ele começou no cambriano. Então ele tinha que ter estimado em 500 e. -E essas. -É, essas dades. -É, essas dades do cambriano, venherem. -Venherem em trás depois, em 1890. Mas partindo do princípio do. do laio ainda. -E. -Aquim. -Aquim. -Aquim. -Aquim. -Aquim. -Aquim. -Aquim. -Esa daí a publicação dele derrata? -Tá aqui, uma. -Não, uma. -Que 1855? -Que 1855. -Mas é porco, esse 1830. -A Bridget Table of Forceliferous Straita. -Perdido. -É, não. -Dose. -Dose Quetta. -Cês. cinco palavras aqui. -Mas é que é o altato. -O livro vai publicar em 1830. -Tá bem. -Então, mas aqui é um. de 1855. -Então, é. -Não, você está vivo. -Não, não, lá. -Mas é. -A fala aí, Felipe, você aí fala. -Dise. -Tou cara, é que assim. -E ele começa a falar de destronomia. -Nelho morreu em 1875. -É que ele começa com um negócio errado -E. -E segue uma estrutura lógica que vai. -Então, tudo, então. Não precisa chegar lá no final. O início que falou já está errado, já derruba tudo. A principal revidencia do Big Bang, essas coisas. Tudo. Não é o Redshift. Não é. Até porque o Redshift de Galá que vocês foram descoberto por Vestos Life, que eu falo em vídeo toda hora lá no canal no YouTube. Vestos Life, e Slife 1.912, antes. antes mesmo da relatividade geral, que é fundamental pra poder descrever a estrutura do universo em larga escala, que é todo início da cosmologia moderno. -Tá não vou voltar a falar de universo. -O principal. O principal do Big Bang, o principal. é você prestar atenção ali nos princípios, que é o desotropia, homogeneidade, em larga escala. E a CMB é o principal. Aí ele começa dizendo que o Redshift vai falando muito de uma etralha de ouro, uma coisa atrás da outra, uma coisa atrás da outra. "Tá tudo errado, então de sem cara, tá absolutamente dia metrômeitudo errado que você falou." E o ponto que designa um pouco as vezes, aí vocês estão vendo que eu estou meio caladinha que só ouvindo todo mundo falando? Isso é por um motivo sem ir piscar. Eu sei um pouquinho de astronomia, o pirula sabe um pouquinho de bilhões, e o serrgão ali sabe de astronomia, mas também saca a minha de alfísica, agora para debater com vocês, a gente tem que trazer aqui todas as arras do conhecimento, porque eu tenho certeza que vai ter alguém no chat de teologia, que vai estar bolado com vocês, eu tenho certeza que vai ter alguém de filosofia, que vai estar bolado com vocês. Eu tenho certeza que vai ter, sabe? Muitos de gente, várias áreas diferentes. -Tendendo qual a como é isso? -Que vocês saem falando tudo de tudo, cara, como se vocês soubesse tudo. -Tá o canal não quiserer falar não, me deixa dar. -É, tá o canal, não é? -Está vendo? -Eu vou trazer aqui, ó, ciclopeide, alvoca, nois, de 3 mil páginas, cara. -Mas, deixa eu fazer uma pergunta aqui, Felipe. No caso, não foi o Hubble que confirmou a teoria do átomo primordial. -R Hubble confirmou a teoria do átomo primordial. -Sim, quando ele tenta. -O átomo primordial, você está falando do Norte. -Tornou no Big Bang, de. -Bem, pelo George LaMátria. -Sim. -Tá, o George LaMátria. Ele interpretou. interpretou o Redshift. do Vestor's Life, hein? Juntu depois, que foi em 1929, com a lei de Hubble, ele interpretou dando um salto, digamos assim, de fé, chegando a dizer que o Big Bang é a criação de tudo. E quem fez isso foi ele com a motivação, "Re-lid-o-za". Tanto que. Cara, eu acho que se tivesse vivo aqui agora, o George LaMátria, o Fred Roy, do nosso lado, eles estão se contorcendo aqui, porque a discussão está o contrário agora. É tipo. vocês querendo sustentar o modelo de um universo estacionário. -Está se espantado, né? -Tá, então é o universo que é? -Está se espantado. -É o universo que é? -O universo criado pronto, mas a gente nem. -E foi a diferença de pronta. -Então me diz o que qual é a diferença de pronta para o estacionário? -Porque o estacionário quer dizer que ele está parado, que ele não se desgasta, que ele não entra em entropia. E não é isso que a gente está falando. -Então você também sabe a diferença de estacionário. -Tá, então você também não concorda com o princípio básico da física que as coisas hoje estão em movimento retiro uniforme, hoje estão parados e depende do referencial. Isso também não importa. -Mas tu quer, tá bom. -Ai, é a parte da física que a gente vai ter que sentar e conversar com o que nessa firmação. -E fica, né? -Ai, é sério. Eu tenho que chamar aqui vários colegas cada um de uma área, para ficar discutindo todos os coisas que vocês falam. -Vamos para o sábado, vocês sabem que falam de tudo, velho. -Vamos, vamos. -Vamos continuar aqui. -Vamos continuar. -Vamos continuar. -E eu queria só mostrar uma imagem sobre esse negócio de estratos que é a respeito de por que é que o Nicolau estendo, negou a própria teoria. Só pode ser. Coloca aí a idade da terra. Eu acho que é o segundo ou terceiro slide. -Tá. -É o Paqueta, viu? -Tá aqui, não é? -E o Pequeta que ficou chamando, o Jamão. -Fala a ser de um. -Fala, agora é sua hora. -Tá? -Não, eu ia falar. -Pinuta pra correndo com uma coisa aí. -Pinuta pra correndo com uma coisa aqui. -Mas o Adalto tá ouvindo, não? -O Adalto, ele falou o banheiro. -Não, tá aí. -Não, estou falando aqui que eu estou procurando artigos sobre stratigraphia das treps de decana da Índio. Eu estou achando, viu? Então, acho que o negócio não é uniforme, não, viu? O negócio tem as marcas no terreno de diferentes derramamentos sucessivos. -Tem vários estudos. -Trapas de decana. -Não, mas tudo mais estudoso. -É, mas eu tô falando assim que visualmente. -Tem os traços dos derramamentos. -Tem as imagens. -Tão que dá uma. -E hoje é legal pra caramba, porque. Ainda a terra ser um planeta vivo e tal, a gente tem o ser humano ainda em cima que detona tudo. Mas ainda bem que tem um equipamento hoje, o Lider, né? O Lider, que a gente fala, que ele consegue. Então você passa com o Lider no helicóptero, no avião, em cima do lugar desse. E com esse Lider, e hoje os Liders de Altíssimo, aliás, com o drone, né? É um negócio sensacional que a gente faz hoje. E os Liders de Altíssimo, a resolução, eles pegam essas camadas, coisa que a gente não conseguia ver antes, entendeu? Porque as vezes ali aconteceu tem uma cidade construindo em cima, no seu quê? Por um Lider aquilo ali não existe. Então ele para atravessa aquilo ali, e ele vai pegar ajustamentos e as camadinhas, e tal. Então esses equipamentos aí na geologia, hoje, eles são sensacionais para a gente, porque a gente não precisa lá se metendo meio do nada, entendeu? E essa é a mesma coisa que para mim é muito fascinante, o que o equipamento está trazendo, os novos equipamentos estão trazendo para a gente. E na física, uma das coisas principais que a gente tem, é o que nós chamamos de fatores limitantes. Ou seja, não pode ser mais do que isso, ou não pode ser menos do que isso. Então toda a teoria tem que passar por essa questão de fatores limitantes, ou seja, qual o limite da coisa? Independente da interpretação de foidada, esse aqui é o limite. Você pode falar de, vou usar um exemplo assim teórico, você pode falar de um bilhão de anos, mas o limite são 100 mil anos. Ou seja, independente de você querer trabalhar a ideia de um milhão de anos não vai funcionar, porque são 100 mil anos, esse é o limite da coisa. Então, isso é uma parte que para a gente é muito importante, tratar dessa questão. Por exemplo, de tudo que foi dito até aqui, uma coisa que o Marx se torna agora de pouco, foi bem legal, é a quantidade de elio, radioativo,
É, desculpe, é elio radiométrico na atmosfera. A gente está falando de mais ou menos 5,2 partes por milhão. A gente tem uma noção do coeficiente de difusão do elio nas rochas do planeta. A gente tem uma noção de quanto isso é produzido. Mas quando você pega essa quantidade tão pequena, 5,2 partes por milhão por volume, rapaz isso daí mostra que um negócio não está acontecendo há muito tempo. Não teria condição de se estar acontecendo há milhões de anos. Muito menos há bilhões de anos. Ou seja, o elio, por exemplo, não tem. Você não consegue produz energia cinética suficiente para fazer com que ele sai da nossa atmosfera se perca no espaço. Não tem como fazer isso. Mesmo se você ionizar o elio, ainda assim, não tem como se fazer com que ele passe pelas curvas do campo magnético e seja lançado no espaço. Ou seja, nós temos um reservatório praticamente fechado aqui. Então seria muito interessante a gente. Não tinha doutor. É elio, elio mesmo. Não é elio, né? Não é elio. Mas não é com os elétrons e tudo lá. Não é igualzinho. É. Não é. Como chama? Não, não é. São dois prótons, dois neutrons, mais sem os elétrons. Não é assim que fala. Os dois neutrons, dois elétrons. Produz de caímetro radiotivo? Não, isso daí é fruto de caímetro radiotivo. E quando você pega por exemplo. É de caímetro de urânio, dos NZ-8. Você acaba com um, praticamente, literalmente, se acaba com um elio, um átomo de elio. Dependendo de qual o urônice está falando, é um número diferente de átomos de elios que são produzidos. Ouça. Tá. E a gente tem ido essa quantidade da difusão do elio, que tem umas rochas, vários tipos de rochas. Geralmente, o que mais a gente vê é no silicato de urcônio. Então ali é um dos jifos de pego e ve o quanto que ainda está lá dentro, o quanto que já saiu. Então dá para ter uma ideia de ver a mediaça de difusão. E esses valores que são extremamente pequenos de elio na nossa atmosfera, sendo um reservatório praticamente, e a gente poderia dizer hermeticamente fechado, mostram que se é um fator limitante, o sistema de decaímento e tudo mais, ou ele não está acontecendo desses bilhões de anos, ou. O planeta tem que ser jovem. Percebe, isso é uma questão de fator limitante. A gente não está tratando do absolutamente nada de religião e idade. Ou seja, tem uma quantidade de elio na nossa atmosfera. A gente sabe da onde esse elio vem. A gente tem os coeficientes de difusão, nos vários tipos de rocha. E de repente, se olha e fala assim, "Pere, alguma coisa aqui não está batendo". Porque essa quantidade mínima de elio na atmosfera, isso daí não faz sentido. Se o planeta é velho como se diz, deveria ter muito mais elio na atmosfera. Vou. Eu só queria falar um negócio. Eu vou fazer um exercício de humildade aqui. Eu não sei sobre esse assunto, mas eu prometo que vou fazer um corte react. Vou pesquisar. E se for verdade, eu falo lá no. Também. Igual vocês não tentam correr. Eu quero falar de erros. Caio aqui no meu direito. Vamos fazer um epitom só sobre o vulcão. Com o pilão. Eu estou curioso. Eu também não sei nada de um fio pro meu sinto. Eu vou prometer que vou colocar um olhar e estúmei. Claro que vocês mereceram, quando falaram três centímetros. Durano. Quero dizer que muita gente. Muita gente aí. Três centímetros, faz muita diferença. Mas tem muita diferença. Três centímetros, mais eu faria o estágua. Vai, vai. Vamos lá. Não, eu falava. O que é isso? O guadal. Quando você vai ver esse negócio do zirconho, que formam cristais, você encontra o elho lá dentro. E aquela quantidade de elho que vai determinar o princípio. Você vai usar o zirconho para dar o que está lá dentro. E aquela quantidade. É o urânio, ele se chama o chumbo. Então você pega o chumbo. Mas você não. Vai. Não vai lá. Não, eu ia falar só que o urânio pro chumbo, ele é o último estágio. Você tem, não sei quantos elementos intermediários de decaimento ali, no seguido e dizer que lá. E. É que a gente sabe do urânio até o chumbo, independente de quantos estágio. Tem quantos átomos de elho serão produzidos nesse. Estágio. E é assim que a gente sabe. E é assim que a gente sabe a datação do zirconho. É por isso. O conhece a quantidade de elho. Não tem congruência a quantidade de elho. Não, mas o que é legal é você medir a quantidade de chungo que está lá dentro. Então você sabe a quantidade de elho que foi produzido. E aí você medir a quantidade de elho que ainda está lá dentro. Porque agora você sabe o quanto dia ele saiu. Aí você tem uma taxa que são as taxas praticamente. A atmosfera. É. É só. Mas o que está dentro do zirconho faz sentido? Sim, é por isso que você tem que medir o quanto. Portanto, senão, não tinha como fazer a datação. Por real, então. Então o que você está dizendo? Não, a datação não é pelo elho, mas se ele está falando que a proporção de elho dentro no cristal do zirconho tem que ser proporcional ao tanto que decaio do urânio pro chumbo, e isso daí não há uma incongruência interna dentro do cristal do zirconho. Então faz sentido. Não poderia ter um incongruência interna. Não tinha o teriosado essa datação no momento. O que eu entendi é que o adouto está falando é do elho exterior ao zirconho, que está na atmosfera, que está em valores muito baixos. E isso. E isso. E isso. Porque. Já que a gente está falando de bilhões bilhões de anos, porque não pode ser um elho que saiu da atmosfera. Porque você está falando de uma camada de. Tipo, qual a idade do elho atual do planeta tect? O planeta tect? Que está fora do zirconho. Não que está dentro do zirconho. É por isso que é importante a gente saber, por exemplo, qual são os coeficientes de difusão do elho? Em zirconho, por exemplo. Você mete a quantidade de chumbo que está lá dentro. Você mete a quantidade de elho que está lá dentro. E você, por isso, consegue saber quais são esses coeficientes de difusão. Quando você junta esse negócio, você tem que fazer um cálculo, ou seja, quanto de elis está saindo por ano, indo para a nossa atmosfera. Daí você tem que fazer um cálculo e ver o quanto tem comparado com essa quantidade que está entrando na nossa atmosfera, a medida que o tempo passa tendência e diminuindo a quantidade de elio produzido e para a nossa atmosfera. Isso deveria ser normal. Essa é. Pois não. Não, eu queria fazer uma pergunta, porque eu. Não é pergunta provocativa, nem nada disso não. Esse é o que você está falando, é qual exótipo, L3, L4, L4, L4. Porque tem um comportamento bosônico também, certo? Não é elho como núcleo, certo? E aí será que a estatística não muda? Principalmente. Não, porque a gente está medindo a atitude, a gente não está medindo literalmente. Como é que eu posso colocar isso? O comportamento. Essa é a diferença. É do atomo, né? É porém, a estatística muda, né? Mas a gente está falando de elio atmosférico. O comportamento dele faz diferença. Tem que ter que vir de que o meu lugar. Não vou dar. Ele vem em algum lugar. Ele vem do decaimento muitas vezes. A maior parte, pelo menos, eu imagino que tem a vindo do decaimento. Mas a manutenção dele na atmosfera é que me causa estranza. Essa manutenção dele na atmosfera deve variar, dependendo do tipo de movimentação que esse atomo faz na atmosfera. A questão é bem simples. Ele não tem energia cinética suficiente para sair da nossa atmosfera. Isso a gente sabe. Então, se não tem energia cinética praticamente para ser fugida à nossa atmosfera, isso significa que o elio que está sendo produzido está sendo mantido na nossa atmosfera. Agora a gente precisa saber. Então se você quer saber se é um plantiga, a quantidade de elis na atmosfera não está batendo. Está faltando. Isso é que eu quero ver. Porque certamente isso não é um questionamento novo. E certamente isso já foi levantado em algum lugar sobre uma possível explicação para isso. Em 1557, o primeiro artigo de respeito de ele. Isso. E o que respondeiro? O pergunte é onde está o elio faltando. Alguém fez alguma proposta depois disso. Não é possível que não tenha feito. Isso não é desprezível. Se a pessoa fez uma proposta para onde foi o elio, a gente tem que levar em consideração nessa discussão aqui. Se apresenta o problema, apresente as soluções para as soluções propostas e vejamos se essas soluções fazem sentido ou não. É por isso que eu disse que até o presente momento não ouve nenhum mecanismo proposto que mostraça que o elio consegue sair da nossa atmosfera. O problema é persist. Por que o problema é persist? Porque isso causa um grande problema numa terra antiga. Ou seja, se a terra é antiga a quantidade de pessoas que não têm a ser antiga.
de diélio tinha que ser muito maior na nossa atmosfera. É só uma questão, a conta não fecha. Mas também a gente tem que ver a proporção de urânio na Terra. É por isso que a gente tem que saber o quanto que tem. Para poder saber eu, para fazer o calco, tem que fazer um cálculo para saber o quanto que tem, para saber o quanto que foi produzido o diélio, para saber o quanto que tem no teu svela. A gente fazia o cálculo que o cara fez. E o que ele pediu para a gente fazer é que ele fura os possas por aí, pega camadas diferentes de rocha, você tem os valores lá, você consegue saber por essa diferentes camadas, você consegue determinar quanto tem, desculpem quais são os coeficientes de difusão. Ou o que você precisa. Eu só queria pedir o pessoal do chat que não leve pro lado político, porque tem uma divisão entre bozole, agora, e faz o elio. [risos] Mas aí sabe o que eu tenho para, pessoal, faz o Elon. Que Elon Musk. - Boa essa foi boa, Elon. - E o que eu tenho? - Aqui na área da obra, e aí. - Na vida das transmissões de fórum. - Na hora que eu falo com o 9, decolha, eu falo aí, galera, faz o Elon agora. - Ah, tá. - Bem emocionado naquele dedo de colagem lá, eu vivi o Sergio. - Vai, vai, vai, vai, vai, esse é potrício, não ficou ta bem. - Tá, então tu é semínios, e agora vamos para o trossuto, - Eu só mostro aquela imagem, que eu acho que é uma massa mais da imagem. - Ah, verdade, tá bom. - É, da estratégia afria. - Tem aí. - Pronto. - Começa com esse cara, né, Nicolas Tendo, e com essa obra dele sólidos. - Sobre sólidos naturalmente contidos dentro de sólidos. Eu adoro esse título. - Passa para o próximo. - Isso aí é o que é os estratos. - Tá vendo aí as camadas aí, bem definidas, e como elas são absolutamente paralelas? - Sim. - Puh. - Teóricamente milhões de anos. - Então, mais a calma. - Calma. - Essa camada da onde é? - Deixa ele falar, o Batrula. - Deixa ele falar, pelo amor. - Vai tá onde é? - Essa daí eu não peguei a referência, - Então, pode botar aí. Não, esqueci de botar aí, não é a questão de idade, eu estou mostrando o paralelismo dos estratos. - Isso é independente. - Por que o paralelismo seria impossível? - É, pelos milhões de anos, seria impossível. Mas calma. - Mas quanto de milhões de anos tem aí? É isso que eu quero saber. - Ah, não. - Por que eu vou botar um mínimo aí? - Vamos botar um milhão de anos, impossível. - Então, por quê? - Porque na medida que você vai passando o tempo, você vai ter no erosão. - Se você vai ter no erosão, - Mas a que é essa coisa? - Mas aí é porque aqui é o mar de deposição. - Caírosão é nos lugares e se depõe ali. - E que eu daqui como que, - Sabia que um dos grandes problemas do Nicolau esteno. - E o justamenteamente, de onde vem toda essa matéria? - O quê? - Mas dos lugares onde tem instrução? - Dos lugares mais altos, da onde você tem erosão? - E ela vai se deposando assim. - Para o alimento bem bonitinho assim. - Porque você tem um lugar que seja baixo - e que tem pouca energia - e aí essas camadas vão se depositando aos pouquinhos - e bem devagar. - É. - Esse lugar tem que estar calmo por um tempo suficiente. - Milhônia. - Geralmente o mar raso, por exemplo, - é uma coisa que é bem proposta, - porque o mar raso. - É só que ele não está só assim em todo lugar. - Mas é porque eles foram formados em lugares assim. - Mas eles foram formados em lugares calmo. - Porque lugar que é muito complicado não forma camada. - Cara, não faz isso. - No lugar que tem muita energia assim, - não forma camada. - Porque isso aí são a gente se chama de tranquilidade. - Para formar camada. - Exatamente. - Você não forma camada em lugar com muita energia, - inclusive você tem até estudos em relação a quantidade, - a tamanho do grão dependendo da energia, - que foi muito enquitada. - O que é a rasta, esse material, então, para aí. - Então, vale-se. - E tem vários estes ricanismes. - Porque isso aí é a geologia. - Isso aí é a geologia sentimentar que deixa cá. - Pode ser, por exemplo, a gente não sabe onde que é, - não tem ideia de onde que é isso. - Mas pode ser corrente de turbidez, por exemplo, - então tem os turbiditos. - A gente faz aqui na bacia de campos, - cismo e cadial da resolução hoje, - e a gente pega tudo para a época por quê? - Por qual dos turbiditos? - Então você tem corrente de turbidez. - Você pega lá ou vocês vêm, isso se for. - A gente vê isso aí. - E ela faz essa parada. - E ela faz por quê? - Porque indeterminado o momento. - Isso não. - Isso não, dentro não. - É fora. - Embaixo da terra, na terra né? - Esquece o marca. - Para mim, geólogo, eu não vejo o marca. - Entendeu? - O mar para mim, eu tiro o erro da minha situação. - Então essas camadas foram observadas sendo feitas? - Fourou observadas lá. - Tá tudo lá? - Bonitinho. - Não, que ela tá um lá, sim. - Mas foi observada ela sendo feita. - Sendo feitas? - Sim. - Não, sendo feita com. - Então você vai ter o princípio de caso. - Ela não foi petrificada, né? Se você pegar uma camada que foi feita a ontem. - Ela não tá petrificada. - Mas é o que eu tô dizendo, é justa. - Vai falar? - É um ponto aí que também é interessante também. Aliás são dois. O primeiro é quando a gente trata de fósseis polístis tratificados. Ou seja, fósseis que atravessam várias. - Mas vamos falar disso daqui a pouco. - Deixa eu só ver aquela imagem lá. E o chuto. E agora é o chute que eu vou dar. Que essa camada e essa foto te atirou. - É o varvito de tu. - É o varvito com certeza. - Eu tenho um chute que é o varvito. - Então é o varvito. - O varvito é um mar raso do permeano que existia. E esse mar raso, - ritimado muito amplo e calmo, foi depositando esses materiais orgânicos, inclusive essa diferença de coloração que tem, tem a ver com a quantidade de matéria orgânica. Usualmente com mais matéria orgânica a camada tende a ficar um pouco mais escura com menos com matéria orgânica a camada tende a ficar mais clara. Você consegue ver períodos mais longos, mas é camadas mais largas, que teve mais deposição, foram períodos de maior errosão e portanto mais deposição. E aí que acontece, esse sedimento cai no mar, o mar era calmo, porque era raso e ela fundou tranquilinho. - Tá bom, passando para ver se cabe essa explicação. - Calma, mas aí é outra região. - Vamos ver. - Olha o que está a uma olhada nisso aí. - Meu Deus, mas lógica e calma. - A tela em cima, o meu Deus. - O problema, tá. - Está a pose. O esteno quando olhou na górdia desde, ele nem nem me negou, olha, para a coisa dourar. Esse tempo que a gente tá dizendo que ela durou, para se formar, e ter essa coisa toda paralela, só tem alguma coisa que faz isso. É água. Só tem alguma coisa que faz isso. - Calma. - Agua, calma. - É água, calma. - É água, calma. - É que marcando ela. - Marcando ela. - Mas aí você ia cortar esse negócio e não ia ter nada dentro. - Por quê? - Você já viu como é que água marca, não é? - É uma marca por fora, não marca por dentro. - Ela não marca por dentro? - Comece ela a fazer isso daí. - Ah, não, você é que marca. - Que ela tava toda sobri água. Aí a água foi descendo. Tanto é que asquelas montões que a gente tem dobradas, mostram isso que elas estavam em nessa água. Como é que vai dobrar o negócio aqui? Se não tiver imesse e água ainda tiver molho. - É, sério. - Olha, olha. - Olha isso. - Ah, calma. - Ah, calma. - Não, as dobras não. - As dobras não. - Não tem um coçao o mecanismo, não tem como isto ter sido deposto desta forma por causa de tipo água que vai secando. - É? - A água que vai secando, isso tá falando? - Se você puder correr para uma das últimas fotos que tem, eu vou mostrar isso acontecendo. Isso aconteceu no Vucão de Santa Helena. - Vamos lá. - Vamos lá. - Pode adentrar, adianta bem. - Matante. - Adaltou. - Só pra gente explicar o negócio. - Ah, sim, só só só só um pouquinho. - Ele tá misturando vários tipos de mecanismos e de tipo de rocha, tá? - Um das coisas legal aqui. - Eu não sou falando de rochas até morro. - Porque ele tá falando de rocha ígne agora que ele vai mostrar o Vucão de Santa Helena, é rocha ígne. - Não, rocha ígne, não, vou mostrar cinza. - Vucão de Santa Helena é rocha ígne? - Não, porque eu vou mostrar cinza. - Cinza, bucânica. - Cinza, bucânica. - Tudo bem, é uma coisa. Rocha sedimentária é um outro processo. - Só daquele negócio que a gente falou antes, queria colocar. - O geoquímico Edmund Spaker, que esse cara é bem respeitado, era pelo menos. - Eu me pergunto quantos de nós percebemos que a escala do tempo foi congelada essencialmente em sua forma atual em 1840. - Tá. - Aí outro cara chamado Stephen Holland, que é professor da partamento de geologia de Universidade ou era pelo menos, diz o seguinte, a escala de tempo básica permaneceu inalterada desde 1879, quando o período ordou do Luciano. - Foi inserido entre o Cambriano e o Siluriano. - Mas esse é o ponto, tá? Você está falando da escala de tempo. - Ok, então a escala de tempo é a sequência. - A sequência foi observada como verdadeira, não fala nada de data. - Ele está falando justamente, da data, só de forma colocada nessa. - Ele está falando sobre a escala de tempo. - Tá. - Ele não está falando, tipo, a sequência de tempo. - Tá, pode até ter isso. - E isso, gente, se for ver que a tradução estiver correcta, mas tipo, o colando que esteja. - Os polis. as árvores podem ser certificadas, ó, a volta. Como é possível um árvore ter sido petrificado em sua base e continua a viva a ponto dos outros estratos chegar em ela? - Quem disse que ela estava a viva? - Não, não ficou lá para a vida, não. - Segundo como que ela se inseriu ali. - Por causa da sua filho. - Que ela pode ter entrado, essa não precisa necessariamente ser o lugar em que ela estava a quando ela veio. - Que está a astrofírio? - Que que é caso? - Não, as camadas já estavam feitas. E ela veio a árvore e saiu ali. - Essa é a esade. - Agora, para a suprossa, vamos mostrar essa teoria. - Deixa eu dar um que falar, fala, dá. - Sabe isso? - Essas camadas ainda não estavam solidificadas. - As poderiam estar solidificadas e aí. - Não colocam mais. - Quebrou, promô. - Quebrou, promô. - Não, não, não, não. - Essa vem, por que essa árvore não está bom? -Ele está aí, por favor. -Ele está aí, cara.
É porque é o que eu estou falando. Isso, as camadas foram formadas com a árvore já em estado de melhor ainda. Melhor ainda. Sabe por que eu tenho que defender minha área, cara, porque vocês não tratam geologia, infelizmente, vocês não tratam geologia como ciência, cara. Entendeu? Porque, assim, não tem um barco que é geologia. Geologia, você, por exemplo, não te explicar. Geologia, você tem que pegar aquela árvore petrificada, onde que foi. Cadê o lugar que foi? Você tem que ir lá e fazer "Var", não é olhando, cara, olhando, né? O cara chega pra mim e fala isso aqui, isso aqui é o meteorito. Eu não sei, cara, onde você coletou ele? Ele já existia ali, que é região que é e tal. Então, na geologia, cara, a gente tem que ir para o lugar, estudar ele. Não é só pegar um de. Não, não, não. Não, o fato continua, ali. Eu estou vendo uma foto aqui que está num zoom. Eu quero ver como é um aponte que eu não sou treio diferente, aí. Mas cadê a escalante? É uma coisa que é muito legal. Eu tive na Virginia e eu pude ver vários desses fósseis polestalastificados. É muito interessante a coisa. Principalmente, porque dá pra perceber que a facilização, o processo de facilização, ocorreu enquanto a árvore ainda estava viva. Essa é a parte interessante. E dá pra gente perceber isso. Isso é bem legal. Então, esse. Como que dá pra perceber? Pelo tipo pela estrutura que você tem da. Como é que chama? Não quero usar a palavra no inglês, pra não querer perder mais um dólar aqui. É só a camada mais externa da árvore. Deixa que eu lá o cadê se jeito. Não tinha passado por erosã, nada disso. Você percebe assim, as fissuras muito, muito bem preservadas. O slide seguinte já detona essa teoria. O slide seguinte, já detona. É. É uma outra pergunta que eu tenho. Quais são as datas disso daí? A datação da árvore e a datação da rocha encaixante ali. Olha, eu que sei relevo. Eu não tenho aqui comigo. Não, porque se for encamadas é super relevante. É breve. Você sabia se é uma coisa anterior ou posterior? O pior, pode ter sido a árvore potentecido, soterrada, em pés, se for o caso. Sofreu o merosão ao redor dela, mas não é um inserobérgio, alguma coisa assim. E depois foi recuperta depois com outras camadas. Mas aí se tivesse acontecido isso que você tá falando, a lateral delas deveriam estar diferente. Como assim? A lateral, porque se ela sofreu. A caí, vamos dizer assim, num buraco, num local ali, aquelas laterais ali não deveriam ter as camadas. E tem. Por que? É, isso é um bom importante. O que não deveria ter as camadas? Porque se abriu aquilo ali. Ou ela caiu certinho, aquela ali abriu de certinho. Não, mas eu não estou falando que ela caiu certinho. Eu estou falando que ela pode ter sido fossilizado em pés, uma possibilidade. Eu tenho sido fossilizado em pés. E continuou. E continuou. Eu estou falando que ela é uma peroceração posterior e ter ficado a árvore lá, por causa de estar mais. Isso é uma coisa que acontece muito com o fósso de árvores. A gente tem uma formação no tocantinho que mostra isso daí, que ela fica mais resistente do que a própria rocha circundante. Ah, o redor. A rocha circundante, erode. A rocha encaixante, erode, e ela fica. E aí depois. E aí depois os estratos, que se formam depois lateralmente. Então, no caso ela teria que ter sido fossilizada, com um monte de estratos, muito antes, por isso que eu perguntei a dança. E esses estratos teriam que ter desaparecido. Por isso que eu perguntei a data. Por isso que a data não é inerovante, cara. Ah, mais? É isso, que ela não é. É aí, é um espetidiano muito interessante. Se você tem um processo de fossilização por camadas, obviamente você iria ver o desgaste dessas camadas com as erusões. Ou seja, cada camada que foi formada, a parte que não estava ainda coberta deveria apresentar sinais de erusão. Você não faz sentido. Você não vai saber se ela fica lá milhões de anos ou milhares de anos. E. Ah, não, não. Ah, não, não. Ah, tá. Não trompa da árvore. É isso que a gente não observa. Quando a gente olha. O traú. Deixa eu mostrar o slide seguinte. Eu estou procurando a satelina. Porque a gente sabe. É do Monte Santelena? Não, é. Veu o seguinte aí. Vei isso lá no parque Elastone. Vei se encaixa dentro dos modelos que vocês estão falando. Pô, pra mim. Isso é uma montanha inteva, é a mingo. Pra mim encaixa exatamente no que eu acabei de falar. Exatamente. Erodiu tudo, menos arrar, menos de um caro. Erodiu de mais. É só, tem mais resistência maior. E forcolar em 12 milhões de anos até não faz sentido isso. Não, mas é serosão. Ela não precisa ter demorado tanto tempo. A erosão. Então é catastrofilo. Não, meu Deus. Não, meu Deus do céu. Eu estou falando que essa árvore não precisa estar esposta. É, estou se apontando. A folselização tem que ter tido milhões de anos, porque não teria condições. Mas a exposição dessas árvores pode ter sido absurdamente. Eu estou falando esposivamente. Porque eu estou dizendo. Eu estou falando da exposição. Mas eu não estou falando da exposição. Eu estou falando como elas foram fossilizadas encamadas polestratificadas. E aí, está mostrando isso. E outro detalhe que. Aí, não está parecendo polestratificado pelo desenho. Acate muito. É do desenho da onda colocando lá. Cada árvorezinho está no sua camadinha. Tem uma história de galilê que eu acho maravilhoso. Que quando adaptou a lanterna. A luneita para poder observar os planetas, eles chamavam uns cara contra o eluocentrismo e diziam, olha aí, para ver que tem planeta que rodando em volta. É o cara olharva. Tava lá o planeta e o cara voltava e viu, não, não virada. Cara, está aí, porra. Está aí mesmo. Era o quê? Ponto aneras, luz de júpiter. Pronto. Exatamente. Isso aí está demonstrado. E outra coisa que demonstra que isso foi catástrofismo. É justamente um fal. É justamente o falto. Dessas árvores estarem fora do lugar delas. Elas estão arrancadas do lugar dela. Então sem cópata, sem base. Mas existem ladas ali arrancadas e colocadas no parado, é no lugar. Ou seja, vamos se dar. Você está colocando catástrofismo como uma catástrofismo mundial global etc. Como que a catástrofismo existe em muitas razões e elas fez a camada e nunca a catástrofismo. O termo catástrofismo é muito específico. Ele é utilizado para aquilo que propôs Jorge Covier. Vários catástrofes globais. Seqüenciado. Seqüenciado. Não, mas é porque é a determinação da ideia. É uma ideia que vem antes de Covier. E que é o quê? Qualquer catástrofismo. É, a formação. Se cair a casa do Vilela e todo mundo morrer aqui, é o catástrofismo. E fiz é uma formação? Aqui, só aqui. É catástrofismo. E se fiz é uma formação daquela. É uma aeropissão vulcânica é um catástrofismo. É. Então, então. Não? Não, estamos estabelecendo o termo. A extensão dos noçados foi catástrofismo. Entendi o que eu disse. É porque é esse aqui ao ponto. A definição de catástrofismo, que eu tenho. Definição de catástrofismo, que eu tenho, é aquele negócio lá do Covier de várias extinções globais em cima da outra. Em cima da outra. Em que você teve ali depois, no caso do Covier, eventos de criação do que vieram depois. Eventos de criação. Ou seja, no caso do Covier de uma forma, por exemplo, por extinções em massa, o que temos é a sobrevivência daquilo que não foi extinto. E principalmente você não tem taxas de extinções constantes ao redor do planeta inteiro. Então, podemos dizer que é uma catástrofe dentro da sua definição que se acabou de dar. É um desafio. Mas não tem a traduquia de um desafio. Mas a teoria do Covier. É se o catástrofismo faz esse tipo de estrato. E faz. Vamos lá. Não. Vamos voltar e tal. Aí se puder ir para um dos últimos slides, para mostrar o negócio do mundo de Santa Ana. Mas eu. Quer discutir aqueles slides ainda? Pode ser. Não. Isso não faz sentido. Entendo. Dentro da sua lógica não faz sentido. Não faz sentido a tua explicação. Agora, o pessoal já perguntou essa exissão para o genocero. Não é catástrof. E não é catástrof. Porque catástrof. Então você faz um dia de risco. Não teria nenhuma árvore em péssio e fosse uma catástrofe. Por quê? Por quê? Não. Ora, ela foi parando no meio daquele catástrofismo toda naquela lama. Por que ela não pode parar a impedeitada? Ah, então está falando que não é a posição de vida isso. Você está falando que. Não é a posição de vida. Isso é que eles mostram. Aquela foi arrancada que tanto que ela não tem copa, nem tem caís. E não pode ter sido uma coisa posterior. Posterior como? Tipo, ela está na posição de vida. Se ela tiver em posição de vida. Sim, o que que tem? E aí, então não pode ter perdido a copa depois? A poder pode. A questão é que ela se marca. E aí, mas o que as imagens mostram justamente um bom apresenta clara de casas sofismos. Que essas árvores foram arrancadas do lugar que elas estavam. Rolaram perder o galho, perder o aiais e se perificaram ali. Elas não estariam em pé desse jeito. E nem deitado. Não, deitado poderia o estar. Deitado poderia o estar. Porque se não teria que ser a posição de vida. Ter que ser posição de vida, a quantidade de árvores em pé não teria como ser dessa daí se fosse uma questão catastrophismo. Não teria como ser. Para estar cheio de galho, deitado, a infocilizar do lado do lado do lado do lado do que estão em pé. Por isso que eu estou falando. Isso daí pode ter sido árvores que morreram e foram soterradas depois. Tudo bem, não precisa de água. Não entendo sua criança. Não precisa de água. É, é. Deixa eu só mostrar o último mistão. Hoje, lá, do. - O modo de sante de alô. - Qual é o modo de sante de alô? - O processo de facilização é um processo muito interessante, porque ele não pode ser demorado, senão você tenha a putrefação do organismo. No caso, não pode é folha, é justamente essas coisas que ele está falando que não tem. O tronco consegue. - Não, eu entendo que o tronco consegue, mas existem evidências a respeito disso, desse período todo, que foi o período de formação do fósselo. Não dá para ser um negócio muito demorado. Tem os sistemas de troca dos químicos dentro das células da árvore, com o que está do lado de fora, ou seja, não vou entrar nos detalhes aqui, para não cançar o pessoal que já está aqui nos vendo aí, já por uns sei quantas horas. - Falando para o pessoal da auto, é exatamente isso. A própria presença de fósseis, inclusive de sim matérios fósseis gigantescos, é um sinal claríssimo de catastrofismo. - No seus modos de catastrofismo, sim, pode ser. A gente tem evidências de, sei lá, vai. Enfim, nouvins de areia, de coisa. - Tem peste de estádio. Uma coisa assim que tenha feito uma trombada água, qualquer coisa assim que tenha levado uma quantidade de xx de animais para um canto, mortos, animais, vegetais, que seja, para um canto que é calmo, que tem uma água parada, né, e caio. - Caralho, aí não dá, porque aí. - O exerro é calmo, eu. - Não, lógico, não, meu Deus do céu, para para pensar. Você tem. Ah, então, eu vim dessa semana. O Teve em 2011, acho, uma catastrofila no Japão, numa cidade em que teve um deslizamento horroroso, sim, uma coisa horrorosa, sim, o deslizamento veio, e uma chuva fora do normal, ou se lá se os caras eles. Eles. Comece falando, impermeabilizar muito o chão ali, sei lá. Eu sei que. Blah, blah, blah, destruiu a cidade inteira. E aquele monte de lama, uma saroca de coisas que caíram, que morreram, estão no seu caso lá, elas pararam em um lugar específico. - Estaram ali, naquele lugar. - Quero lugar? Calma. - Era um lugar que não tinha energia. - E fez a estratos com água. E aí o que acontece? Aquilo ali, depois, se a calma, e fica tranquilo. Esse aqui é o postrato, não foi formado com água, então. Como assim, formado com água? Sim, não foi a água que formou estratos, ele formou um som. Não, não, não, não, lógico, sim. Se depositou ali, e aí. - Ficou ali, retinho. - Porque senão não tem nem como petrificar. - Aí deve ter vindo. - Tem que ser assim. Dentro dessa lógica, então deve ter vindo um tempo depois, ou a catastrofígio, né? Para levar aquele negócio ali, também vai depois estar ali, calvinho e fez aquele negócio. Mas você sabe que você tem lugares no mundo hoje, em que você vê certos eventos extremos de tempos em tempos. - A cada 10 anos, a cada 15 anos, ou sei lá o quê? - Eles estão formando estratos a certinho. - Por exemplo, o estratos só se forma quando você tem um ambiente de pouca energia. Se você tem um ambiente de muita energia, não forma estrato, por a própria definição do que é um estrato. - E porque tem estrato em todo lugar? - Porque em vários lugares você tinha um ambiente de pouca energia. - Caramba! - Em vários lugares você tem. - Só que quando você tem um. - Com um som interro, não. Não, diga nenhum, meu Deus do céu. - Com tradição. - É a conta de um gá, cara. - E tudo é calminho. - Meu Deus do céu, olha o teu mundo hoje. O que você tem? Aqui hoje tem muita entropização, mas. Mas se você tirar todo o ser humano daqui, olha quantas partes do mundo você tem tranquilidade para a deposição e outras que você não tem. - Isso é normal. - É, mas. - Não existe como por uma a extra. - Mas que você não tem? É onde é que tão essas que você não tem? - Como assim? - Onde é que tão essas que não tem? - É que não tem que não tem camadas. - É por isso, cara. Porque você tem um ambiente diferente. - Você tem um ambiente diferente. - Olha só falar um pouquinho sobre os estratos. - Eu quero ver um monte de um monte de um ambiente. - Nós temos. Não, deixa eu falar sobre isso. Nós temos 75% dos continentes cobertos por rochas sedimentares, essas deposições. Liza suaves paralelas. Tem regiões. Tem 75% dos continentes estão cobertos por essas drogas. - E do planeta inteiro. - E elas são bem paralelas do sentido. - Dos continentes é disso que dá parte de terras. - É. - Dos continentes. - Mas e do resto. - É o cara val, que é o valor que eu quero dar sobre os continentes. - Mas não vai ajudar. - Então eu te percente. - Não vem para um par de 5% dos voces. - Não vem de todos os fóssemos. - A gente faz medidas. - A gente vê os estratos sobre os continentes. - E a animais vai. - Espera aí, deixa eu falar. - Cerdão. 95% dos voces de animais marinhos. Você vai no topo dos álpios, por exemplo, de vários montes bastante altos na terra, tem restos de animais marinhos. Aí o pessoal fala assim, "Não, sabe o que aquilo era um fundo de um ciano que lenta gradual e sucessivamente foi sendo erguido na deliva continental, nas placas tectônicas". E que agora é um alto monte, mas você vai lá e tem restos de animais marinhos. Aí a erosão come esses topos desses montes, 3, 4 milímetros por ano. Se fossem milhões e milhões de anos, esses topos teriam já sido lavados por pelo menos 100 vezes. - Se não sabe qual era o altura original. - Então, eu estou falando do topo. - Sim, mas. - A existência de restos de animais marinhos, a gente vai em várias regiões bastante altos da terra. - Tem restos de animais marinhos, no alpes, dos grandes montes da terra. - Não, não. - Esses animais marinhos não é novo. - 95% dos continentes cobertos, 95% dos voces de animais marinhos em cima de continente. - Mas vocês não filam? - Foi uma grande catácia. - Vocês não colocaram lá no começo, que tudo dobrou e tudo, e tal. - Estava aqui, não dobrou? - Era fresca e a movimentação das placas que dobrou essas. - Mas daí arraca a peixe-abissal lá debaixo de botar lá em cima. - Todas as camadas juntas. - Então nós temos um modelo, nós temos um modelo como o padel, tudo deixou muito claro aqui. - De um afastamento desses botes. - Então aí esse modelo aí não é muito discutido, isso aí você não tem que fazer. - O código. - Isso mostra que um. - Saiindo o moceano, um fundo do oceano, se transformou rapidamente no topo de uma montanha. - E ainda tem o reasco de animais marinhos. - O Elis, vocês vão que trazem o código pra nós. - Não, não. - Vão trazem o código, pra trazer em pai, porque eu manjo pai, então eu gente. - Animal marinhos, você quer que eu traga também? - Não, não pode trazem. - Eu vou trazer. - Cara. - Ó, não rio do rastro, da Serra do Rio do Rastro, você vai na Serra do Rio do Rastro, tem restos de animais marinhos. - Mas o marco, você tem que ver exatamente de qual é a época que você tá falando da onde são esses animais. - Que época é a época evoltiva? - Mas é lógico, a gente tá estudando um gênero. - Mas a gente tá dizendo que isso não aconteceu. - Não, não, não, eu tô falando que não aconteceu, eu tô dizendo assim, "Usalps em algum momento se sou ergueram". "E algum momento eles sergueram". Ou seja, por vulcanismo, ou seja, por dobramento, o que é que seja? - Particularmente, a gente é o gênero e geológico do "Usalps", eu não sei, eu não tenho isso de cabeça. Mas, seja outros lugares em que você tem fósseis de animais marinhos bastante altos. Isso, dependendo da idade daquele fósseo, isso é inclusive descrito naquilo que a gente conhece do que aconteceu. - Eu não conto mais velho pior, né, perula, porque o topo desses muitos altos são um lava. - Você não sabe o que já foi. - Se usar o pistol, vamos dizer, "x", vamos dizer, "x", vamos dizer que o alpa aqui tem um quilômetro. - Você fala bastante, eu não entendo. - Desgamos que aqui tem um quilômetro de altitude. Vai, aqui na ponta, e o fósseo tá aqui. - Isso vai falar nossa, mas em todo esse tempo, o erodínio é aqui. Mas, originalmente, tinha dois. Tudo isso aqui foi erodido ao longo dos milhões de anos. E o fósseo estava aqui, esse fósseo estava longe do superfície, agora ele está ficando mais perto da superfície. E como ali, uma região que deve ter sido, obviamente, ativeu em algum ponto de alguma coisa, tipo, sei lá, se quebrou um pedaço lá e esposa aquela parte, algo assim. - Tipo, você não sabendo a altura original que tinha antes, você não tem como saber, tipo, "Ah, tá perdendo 4 milímetros por ano". "Cê lá quanto por ano?" Qual era a altura original anterior? Não sabe. - Você pode fazer um calco. - E aquelas camadas de animais marinhos é relevante saber quais são. Qual é a espécie que está ali? - Porque você não encontra as mesmas modernas. - Não, não são animais modernas. - Não pode dar uma olhada. - Caracol, caracol, caracol, e sei lá quantas milhares de espécie de caracol, qual é? - Não é moderno. - Não, não, não. - O moderno é o que está vivo hoje. O moderno é que está vivo hoje. Você está falando de formas, formas que ainda estão vivas, mas não o animal moderno. Você sabe a diferença entre as rochas dos animais que a gente encontra, as rochas não, as constas dos animais que a gente encontra, e não se atiram molúsicos, por exemplo, elas não são idênticas das dos molúsicos atuais. - Ela se deferecem. - Ela se deferecem. - Se diferencia um monte de características anatômicas. - Por exemplo, um monte de características taxonatos. - Eu não sou molúsculo para saber. Mas você tem o monte de características animais. - O que você fizer falar de botão também. - É quem? - Mas é verdade. Não adianta você olhar com essa cara de deboixa. Achando que um taxonomista não sabe nada.
Eu posso ligar agora para uns 4, 5 molos códigos, né? Malakólogos que se chama. E eles podem te dizer quais são as diferenças taxonomicas entre uma espécie estinta X no lugar tal do período tal e as espécies atuais. A gente pode parar por alguns minutos. Agora, gente pode parar por alguns minutos. Abrir aqui agora uma revista de malacologia a qualquer. E dar uma olhada e ver quais são as diferenças anatômicas do pessoal faz. Arvo desse filogenética sobre isso. E você sabe o que são árvores de filogenéticos. É interessante que se você quiser estudar aquele negócio ali, você só pela tabela de comparação de caracteres, você nem precisa levar em conta se você quiser, tipo estrutura evolutiva, não sei o que, porque eles são postulados que podem ter que aposar. É, é só um comparação, aquela comparação. Vocês dois tendo os olhinhos, esses dois tendo os olhinhos, não é bom, é bom. Só que o problema é, se você for falar de dois olhinhos, o olhinho aí fica parecendo uma coisa muito simples. Quando na menada a gente está falando de comparações que vão em invés de detalhe. Então quando você vai olhar essas tabelas filogenéticas, essas tabelas que a gente faz de comparação, os matrises filogenéticas, você vai ver exatamente a quantidade gigantesca de características que são utilizadas para fazer comparação entre um focio e um animal atual. Para isso, tem que ter uma puta noção da biodiversidade atual de animais, sabe quais são conseguir detectar naquele focio. Olha, isto aqui não existe mais porque é diferente, entendeu? E por causa desta diferença, vamos ver quais são as diferenças. Aqui grupo pertencia, tem grupos que hoje nos existem mais, tem grupos que existem, mas estão muito diferentes, tem grupos. Assim, você está aí, você está questionando a avaliação de pessoas especializadas ali que sabem. Uma. que tem uma. - Descação da sede. - Descação da sede. - Que você está falando. - Descação da sede. - Descação da sede. - Não, não, não. - Você não está só questionando. - É. - Você sabe por quê? - Você está dizendo que. os animais que foram encontrados nos alpes são os mesmos que existem hoje. - As caras que eles têm. - Eles são as mesmas que existem hoje. Com a sessão do tamanho. - É isso. - E isso aí? - Qual é a espécie? - É, cara. E uma das coisas que você estudando ter sido mole. Você percebe, justamente isso. Quando os caras estão estudando ter sido mole, meu salvo. Eles começaram a perceber que aquilo que eles acreditavam, que havia etapas evolutivas para um determinado organismo, não existe como. Quando os caras vão lá, aí, por exemplo, os fósseis que foram encontrados com 125 milhões de anos, - com o tecido mole, com pele, com pelagem. - Tá, bem, facilizado. - É, é. - E aí ele chega lá e mostra que aquelas características são iguais a dos modernos. Aqueles peixes que foi encontrado. É, é. E aí, aquele peixe que foi encontrado. Por exemplo, um peixe que foi encontrado com uma série de órgãos. O cara ficou impressionado como ele é exatamente igual o modelo que é hoje. Ele ficou impressionado, é com isso. E em que. E não coração onde então. Você tá esperando lá, você tá jogando um monte de caras tríthicos aqui de coisas que provavelmente não foi exatamente. Tá falando exatamente. Não, não, não, não, não. Eu quero ver o mundo tá provávelmente. Você tá provávelmente desviando ali. Toda a arte chega nos índem. - Entire, não tá vendo? - Só. Só. Provavelmente. Mas é porque não faz nenhum sentido isso do falando. - Falada. - Falada. O próprio dar, ele quem conheceu a ideia de fósseo vivo. Ou seja, são animais plantas que você encontra no registro fósseo, mas você encontra hoje. Pequenas. Pequenas variações podem ocorrer. Inclusive, nós observamos essas mesmas variações nas espécies do organismo. Pequenas variações. Ou seja, a essência do organismo que é encontrado no registro fósseo é a mesma essência que é encontrado no organismo. Uma chamada baú plen. O baú plen é o formato corpório básico daquele organismo. O baú plen de alguns organismos sobrevive hoje, às vezes em centenas de espécies, vezes em milhares de espécies de 1 ou 2, que por algum motivo x específico continuaram habitando algum lugar em que as condições ambientais ainda eram favoráveis para eles lá, entendeu? Então, por exemplo, quando o pessoal pega um que eles chamam entre aspas de fósseo vivo, tipo o selacanto, por exemplo, o selacanto, que é um peixe que hoje só vive lá na África do Sul e não pedaça assim, da malásia. Quer aquele que saiu andando e vê um peixe que não dá. Que era a forma transicionada nos vídeos biologiados. O selacanto, ele possui sim características intermediárias, assim como a maior parte do selacanto, igual. Seja ouleu os fósseos do selacanto, sabe se ele tem igual, ele não está igual. E não é por favor, e não é por favor, e não é por favor, só que o que acontece, só que o que acontece, não não é por favor. - usem milhões de anos a pirou na 200 milhões. - Não é, eu ourei para ver as minhas palestras. Era amarelo, esverdeado, virou, é verde, é amarelo. - É márbato, basicamente isso. - O negócio é o seguinte, você teve modificações ambientais que não foram favoráveis para este baú plan dele e ainda maior parte dos lugares. O bicho era uma forma transicionada entre os reptos, os anfibios orgôs. - É que é o mais marfos, o furola. - Eu vou fazer um paralelo com o. Era a forma transicionada entre reptos e anfibios. - Estava reposito. - É, não, não. - Estava reposito. - Peixes e anfibios. Depois de 5 horas, fica trocando até os meus marcos. - Estava no livro de biologia, como a forma. - Ele está ficando mais exerce. - Mas ele tem caracelhante. - Ele tem caracelhante. - Ele tem caracelhante que ele já era da peteza. - Por exemplo. - Mas ele não precisa se adaptar a sua ambiente continuou mesmo. Os tubarões, por exemplo, eles se colocaram em linha gerais. - 200 milhões de anos. - 200 milhões de anos, perou lá. - Você disse o que só falou? - Não, eu gosto do seguinte. - Você lá é tão grande problema. - O selacano de cada vez. - Ele não é um problema, Marc. - Não é um problema. O selacanto. - Assim, não tem nada no selacanto que faça questionar. - Vou se machucar. - Vou se machucar. - Vou se machucar. - Como modelo do Big B. - Mas não, Marc. - Eu vou se machucar. - Ele estava. - Ele estava no livro de biologia. - Sim, o selacanto. - Como uma forma transicionada. - Mas ele não é uma forma transicionada. - Ele é uma ligagem estinta. - É diferente. - Que descobriu-se que não foi estinta. - Mas era uma ligagem à parte. Não é o ancestral de nada. - Ele conta de uma coisa. - Esse é o ponto. Ele está vivendo num ambiente que mudou pouco durante esses milagrinos. - Cara, isso não faz si. - Ele não faz se sobreviver. - Não faz sentir você saber de forma diferente. - O selacanto é uma saldinha. - O meu irmão, 200 milhões de auto vai me dizer que ele está ali. - Mas é uma forma transicional? - Não é uma forma transicional. - Meu Deus, é uma forma. - Perfeitamente adaptada para o ambiente que ele vivem. - Aí eu concordo. - Perfeitamente adaptar o ambiente que vivem. - Eu não é o problema que o ambiente que ele vivem. - Não é a referente. - A maior porquê é transicional que você está falando? - Ele tem características intermediárias. - Por exemplo. - Características intermediárias. Por exemplo, ele possui nadadeiras com ossos internos, nadadeiras pares, - ou seja, nadadeira petróvia, nadadeira péuca, as quatro nadadeiras com ossos internos. E estes ossos internos possuem homologia com os ossos dos membros dos tetrapos - que são os vertebrados. - A homologia a ciência da parecência. - É uma ciência da parecência. - Não é só parecência, mas. - Claro que você tem esse. - O homologia é. - Você possede ver isso na genia. - O homologia é um argumento neutro. Ele favorei essa evolução e o designer. o mesmo designer comum. - Com a diferença que uma hipótese faz sentido que seria científico ou tranão. - É uma opinião, né? - É uma opinião, né? - E a opinião, né? - É uma opinião, claro. - Mas a homologia está por uma lanação. - E como você é que. - O homologia que o final foi. - O que você é que é. - Está por uma lança história de boa cheia, mas não tem muita gente que fica. - Toda hora que chegue o leão, você escaem fora, cara. - Para ir, para o que matar o ful. - Eu vou estar teleno, depois eu esconder isso. - Aí, um fulgissão na ceda aqui, cara. - O cela canto foi mais um. - O proponamento. - Oito, o cela. - Um porando até a moarapolica. - Oito, oito, oito. - Você estava no livro, por que você estava no pôr-o? - Eu estava no livro. - Você quis esta jogando pra poteia? - Não tinha um puto de um pioro. - Eu estou jogando por isso. - Não, eu estou jogando por poteia aqui. - Eu estou conversando com vocês. - Se eu jogar aqui. - Santelena. - Vamos só colocar uma coisinha rapidinha. - Eu acho assim, estatísticamente falando, impossível dos uns milhões de anos não terá vida mudança no meio ambiente. - O problema é que a gente sabe a distribuição original das linhagens de cela canto que existiam. Nesses ambientes, em que eles foram estintos, o ambiente mudou. E por algum motivo, em alguns lugares, eles conseguiram se eu viver curiosamente, fundo de océano, que não mudou tanto assim no mundo inteiro. - Então, quer dizer, você conseguia ter ali. - Vamos tratar de estar tratando de fundo dos océanos. Porque é a profundidade em que eles só encontrasam, não é fundo de océanos. - Hoje, onde eles estavam encontrados, quando teve aquela mudança e outra. E, sabe, a gente precisaria fazer agora um estudo de coisas que, obviamente, eu vou conseguir tirar agora da cartola, entendeu, tirar do bolso. Um estudo sobre o histórico geológico dos lugares, em que são encontrados os cela canto. O estudo biogeográfico sobre qual é a proximidade entre as duas espécies atuais de cela canto que existem e da onde que veio o supostamente o ancestral. Tem um negócio do congelamento d'antática, que ainda não tinha congelado. - E depois se publicou uma série de coisa. - O meu perô, o perô, o que a gente provavelmente já existe. Isso é que é um boto. - Tem uma cacetase de gente que trabalha com cela canto. - Como quem foi o vestigo? - Não, eu vejo o necessário. - Se você for para pensar com relação ao cela canto, então todas as formas de vida seriam.
Então não é assim que funciona. Eu é assim que funciona, não tem um puto do biólogo preocupado com isso. Não tem. Não, o Dino Sauro também é sido 60 milhões de anos. A gente vai lá, pega o oso. E a gente descobriu que tinha tecido mole. Não tinha proteína. Não tinha tecido mole. Vale, não tinha tecido mole. Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Você já contou na vida por aquele seu vídeo que você falou que não tinha tecido mole. Pode parar, cara. Ponte lendo. Contou uma grande pelo. Vamos para a sua pelo. Vamo para a sua pelo. Âンド receive paralelo um um muito caminho no O que ele gostou daonda? -Esポir a ilusão todas como contigo动á milhares. -Ele vai se了. -F truth. O quêיה? Deput tractor. -O playful? -R Sophia de적으로 não! -E perfecto e o modo de ter一直 tango um semac quatre anos? - Cory roze a��. -É. -Gabi de fillets pesticores, guia de o seu oxonho útero. - caseiro, ó. -O ser SIM, cheio de você de carração e perro, hein, é a tangatura. -É né? - vou mynth. -Espoquei por��. -Olá, transporte. Esse bili待って. -Em quotes. -Bichomon. para a conformidade, para a conformidade, olha, está a camada aqui, ela sumiu, porque foi a erosão que levantou, certo? Okay, levou embora, a erosão de minha ter feito o que é, olha, uma irregularidade aqui, mas tá bom e estinho, paralelo também. Não tem de escaparalelo, não é roma, espero lá, eu não estou entendendo, eu não estou saindo desenze, quero lá. Isso é que também tem que explicar, explica, esse é o meu sacamada aqui, meu. Ah, tá, vira assim, tá? Sua camada aqui, não sei o meu, qual a camada roja, a marrô, a marrô. A desqui foi a erosão que comeu, certo? Tá, a marrô, sim, sim. E aí ela depositou aqui? Aí é isso que tá faltando. Cadê, essa é uma outra camada que veio de uma era geológica superior, que depositou aqui, ela simplesmente não aparece. Então, não depositou aqui, essa daqui. É, porque a erosão tinha que ver de convido, não deveria. Não deveria ter. Isso aqui não foi a essa, não foi a ideia. Então tem que ter o problema, eu não vou conseguir entender, vamos lá, cara. Vamos lá, cara. Você tem aqui a montaninha aqui, certo? Essa camada aqui, ela deveria estar aqui, todo dia. Tá, essa aqui é uma montaninha, é como se fosse uma montaninha, isso vai ser mais rosa. É um estrato, um estrato. Ah, então, pera, então tá pior ainda. Tá, então tá pior ainda, eu não dou falar. Não, porque deveria ter uma continuidade aqui? Você não sabe como é que era um ambiente de deposição? Mas ela não sabe como é que era um ambiente de deposição aqui. Não, mas a explicação, o que eu não tinha, é que a erosão que que comendo. A questão é pra onde foi erosão. Que é o que acontece, olha, dá um olhado desse espalhado, cara. Eu não entendi, cara. Agora, ter. Tem vários tipos sobre as. Tem vários tratos, porra. Pá, palha conformidade, isso é um negócio que é isso. Isso, pra caramba, é importante, pra caramba, no petróleo até, e principalmente fazer reconstrução estrutural. Entendeu? O negócio, cara, é que vocês misturam várias áreas da geologia e um dos que não tem nada, que não tem nada com a outra, entendeu? Mistura uma parte que é geologia estrutural, que cuida disso de como que estruturalmente as camadas vão se modificando na Terra, tem falha, tem movimentação, cara, tem N-processe, com outras coisas que vêm de geologia sedimentar, com outras coisas que vêm da parte ígria. Então, são coisas totalmente diferentes, entendeu? Igual eu tô brincando aqui, né? Vulcão, cara, é um negócio, a parte de muita coisa. Sedimentologia, então tem a galera da sedimentologia, cara, se você mostrar um negócio desse aqui pra um sedimentólogo, cair, não tem nem de nada, é que você está falando, entendeu? Se você mostrar isso pra um cara da geologia estrutural, o cara vai, ó, tá, beleza, estruturalmente é isso. Então, são coisas que, às vezes, elas não se encaixam dessa maneira como pode parecer que encaixa. - De ver o que? - Porque não encaixa. Não é que deveriam, cara, é porque elas podem parecer porque a Terra, cara, e geologia, ela é um negócio complicado pra caramba, entendeu? A Terra é infelizmente, por um lado, infelizmente, por graças a Deus, por outro, ela é um planeta vivo, por isso que a gente está aqui, porque se ela fosse um planeta morto, cara, ia ser tudo tranquilo da gente estudar, entendeu? - Que nem morte, é. - Que nem Marte, tudo isso. - Tudo isso. - E isso seria uma beleza da gente estudar, mas não, cara. Até aí, uma im arte também foi vivo durante um bom tempo, né? - Mas a Terra é peroso. - Mas a Terra é vivo, cara. Então essas coisas estão mudando, tem movimentação de placa tectônica, tem erosão, tem vulcão pra caramba. - Só pra essa gente tá falando isso. - Como é que faz um negócio desse todo para o lado? - Não tem problema, cara. - Não tem problema nenhum. - Tem problema nenhum. - O ambiente, a sua incapacidade de acessar. - Não quer dizer que impulsive. - É exatamente, cara. - É, por que você tem um ambiente com o que foi depositado a energia desse processo sedimentar que depositou essas camadas, entendeu? Que região que era, o que que aconteceu? Às vezes é um lugar fechado, às vezes é um sistema lacústre. Então você tem vários ambientes que a gente precisa saber, entender. Pra poder saber se aquilo lá faz sentido ter que camadas, plano paralelas ou subparalelas desse jeito e tal. Bem, nesse ambiente com essas características aqui, sim, entendeu? Em outros ambientes, não, entendeu? Se fosse, se fosse, cara, o planeta, todo paralelo igual a você e sala, porém eu não teria emprego, entendeu? Porque seria a coisa mais simples do mundo achar petróleo. Era só achar uma camada aqui e acabou, cara. Sai furando naquela linha toda, cara, e vai embora, cara. Mas não é, entendeu? Porque o furo abacia de campos aqui e quem é o equibatista. Por que que se ferrou? Porque ele trouxe um cara da petrobras que conhecia abacia de campos, só que ele conhecia abacia de campos, não pedaça dela. E ele pensou que ele é furado lado ali? E não, cara. Tinha uma baita de uma falha gigantesca ali. Entendeu? Que mudou tudo aquilo lá. Então aquele depósito aqui, do campo de roncador, por exemplo, porque o equibatista foi tentar explorar. Ele não achou nunca, cara. Você faliu, sim, não, Maro, é. É por não mar? Não caso a gente não está falando não. Não, isso é cara. Mar pra mim ou não. Não, não tô nem aí. Não tô nem aí pra mar. Tá forma continental. Aí você vai, aí você vai furar o pressal, cara. Se você faz um. Se tem limúlio de sondagem no continente, faz o testemúlio de sondagem no mar. Você vai achar também sedimentações muito claras, tanto no lugar contra o outro, derramamento também. Claro. Porque você teve uma agressão aqui, cara. O pressal, cara. O pressal, o reservatório do pressal, ele tá seis, sete quilômetros profundidade. Você tem montanhas de sal, que tem três quilômetros profundidade, cara. Entendeu? Isso aí não é que eu tô chutando, não. A petrobraço vai lá e furou. E a sonda dela desceu por três quilômetros de sal, cara. Entendeu? Então quem dera que a terra fosse do jeito que vocês estão falando, cara? A planeta inteiro, plano, ou subparalei, olha o que a gente fala, né? Porque aí, cara, eu meti um poço aqui, cara. Fazia um poço de 300 quilômetros na horizontal. Imagina, Leon. Imagina que aquela camada mais. Mas não se está falando isso, cara. Não, vocês, né? Não, não se está falando isso. O que eu te tá, é contestando essa terra plana, para a linha, que você tá até a terra plana, né? Isso aí, olha, meu óleo. Saiu até uma coisa que eu perguntava para vocês, até a plana. A ver, Maria. Não, não, não. Eu ia ser que eu ia perguntar, pra mim, pra mim, isso aí eu principal, principalmente pra galera da religião. Mas não é óleo, porque. Não, vamos, vamos. Até a plana se espantar. Que que é plana? Que que é plana planismo de Estados Unidos e a Teu, não sei se sabe, viu, Sergio? É, é. Mas eu não se está falando a solução. Eu não se eu me contemplar. Eu não se eu me contar, não, mano. É o que eu tenho. É o que eu tenho. É o que eu tenho. É o outro. Mas o que eu tô falando é o seguinte, que pode ter. E exatamente isso, cara. Tanto que a gente fura reservatórios aqui, que a gente mete um poço para um poço horizontal, e ele vai, cara, por 400, 500 metros horizontal, dentro da mesma camada. Porque aquela camada naquele pedaço ali, entre duas áreas geológicas, elas estão paralelas, legal. Entendeu? Não tem problema nenhum, isso. Isso aí não tem problema. É, mas você tá dizendo que o foto existe. Não, mas ninguém tá falando que não é paralelo. Mas você tá tentando ter tentando que o voce. Que um processo lento, gradual, isso, isso. E é fazer coisas paralelas. É um processo capaz de fazer uma coisa dentro. Tá bom. Ah, vamos lá. Não, não, não. O onde é o momento? Tem ramavinha pro GD-Lava. Vamos ver o que eu tenho em explicação. Vamos passar para o outro. Vamos ver. Vamos ver. É uma coisa que chega a ser cómica da minha parte aqui. É que, tipo, eu conheço o Sergio desde novembros de 2015. É a primeira vez que eu vejo ele chegando, quase no modo full range. Tem que ser o que você está conseguindo fazer, não é, não, cara. Varam, morando o Sergio da zona de com o humor. Vocês tinham conseguido fazer o Sergio um capulho, cara. Por favor, eu coloco que não gostava de me dar. Eu não gostava de me dar. Eu me ferrei, cara. Anos trabalhando embarcado, cara. Sem dormir, virando dois grandes dias para a plataforma. Cair de tentamento de plataforma, cara. Me ferrei, buchando o petróleo, buchando a mostra de 7 km de profundidade, cara. Que é isso? -Vamos ver. -Mão de setelena. Tá, vamos lá. Em 1980, teve essa erupção no modo setelena, lá nos Estados Unidos. E o bliteron pedaço da montanha, viu, galera? O bliteron pedaço da montanha, lá, o modo seteleno.
e ele jogou uma quantidade de cinzas na atmosfera absurda e essas cinzas se depositaram na beira de um rio e a água que provocou o catástrofe do europei a aeropção é uma catástrofe pra você tá beleza aí essa essa catástrofe da aeropção jogou tanta cinza nesse nesse leito e esse leito foi coberto por água quando a água baixou marco é exatamente mas a gente tem que ver nos fara é dois não cara você pode ver isso nos fara é dois olha do jeito que está esse aí foi formado esse paredão foi formado em menos de três horas o que a gente tá dizendo é só que essas esses essas camadas esses estratos podem ter sido formados muito rapidamente eu entendi o catástrofe mesmo mas aí a minha sonou teria uma diferença granulou é exatamente a composição de uma coisa é tudo uma coisa é tudo uma coisa moro anterior lá ai é que tá que não é o vilela mas o vilela mas o vilela matou não é só visual a viola é cinza sob a cinza aqui se vai fazer um estudo dessas camadas a cada uma de que você tem a renita você tem folhê ele você tem a renita de grão de grão fila a renita de grão grosso você tem folhê ele de um tipo folhê ele de outro parecia parecia parecia beleza cara parecia porque você não que luta isso não sabe granulometriça a cara você tá esquecendo tudo o ar da ciência de um monte de gente que explodem geologia e falando assim do bolso que tipo a olha eu não sei eu olho pra isso aqui e eu não sei como isso aconteceu logo do bolso logo só pode ser também para não eu tenho fotos já florelito que eu já fui eu tenho fotos minha que eu fiz já florelamento que você vai no campo que se eu te mostrar foto você vai achar que é tudo a mesma coisa na hora que a gente pega rapel e desse ali fazendo um trabalho um negócio muito legal com o geólogo faz que a coluna estratégática você é uma primeira coisa quando o geólogo chega na frente de um parede que é fazendo um negócio chamado coluna estratégática o que é ele vai pegar as camadas que tem aí ele vai chegar ali perto daquela rocha e vai ver que rocha que essa um arenito de grano no mitri afina aí ele marca aqui na coluna aí é de cima ou pare bonito grano no mitri agroça e vai marcando e essa aqui é um folhê ele é uma outra coisa então o vilê ela matou a charada cara não é uma inspeção somente visual você tem que lá e fazer a estratégia de sequência que é uma área da geologia cara extremamente importante da o trabalho e da um trabalhera do mesmo jeito que a gente pode lá nas cinzas do monte num monte Helena e fazer a mesma estratégia de sequência não é o que eu quero dizer para você o seguinte que você olha a foto entendeu e a foto está te dizendo que a cara parece que é igual não sei lá em cima tem um negócio que está mais escuro dá pra ver que tem uma intercalação que tem coisa que é mais porque ele é mais marrom tá mais tá você tá falando que é chuve sol beleza se eu levar você nesse paredão e a gente vê que aquela camada que é mais clarinha o grão dela é mais sino do que a camada que é mais marromzinho que tem um grão mais grosso e aí aí eu posso dizer que isso foi um processo de separação dos grãos em função da da prazer e como acontece essa separação que acontece é a água sim mas então é o padrão é é um padrão na água quando você não tudo bem mas a água gera um padrão é então como e tá e qual seria o padrão que a água geraria por tá bem é vai depender daquela sentimentação que tava na na na no no no momento da catástrofe e na hora que a água sobe tem inclusive experiências mostrando isso na hora que a água sobe o grão se afasta e quando a água sobe muito novo se compacta a nova e a nisso ele vai formando os estratos e nisso ele vai formando porque não tem uma mistura do da do tamanho do grão de uma pra outra essa é para a sombra de física mas a dar a dar uma tem a tamanho do grão se tem a cidade se tem a estrutura superficial dele e todas as coisas e tudo entre a essa lógica então dentro do paredão inteiro você deveria ter então uma a diferença que obedecesse um padrão grano o lométrico é e porque não é desse tem certeza que pode ir em paredua e não tem tem a gente faz isso o garoto que eu tenho certeza a gente faz coluna e mostra essa grava de exemplo de cabeça mas eu tenho certeza que tem isso aí eu já fiz a eu te dou exemplo a indial do sul a quem Santa Catarina cara eu eu eu fiz estratégia de sequência em quilômetros na caja do Rio e ta já aí e de 30 metros para um outro muda e aí muda esse padrão e continua o estrato continua tem estratos mas eles mudam o padrão mudam o padrão do grão e tudo e aí vai acontecer no estrato no estrato no mesmo não é porque não é o mesmo estrato cara é isso que eu estou querendo te dizer a forma estrato que juntou as cotas ficou pará-los e a essa tem um que uma microfratura ali entendeu a gente usa esses esses afloramentos para estudar por exemplo fratura em rocha ou microfraturas mas que o mais complicado ainda seja um pouquinho tá dizendo que primeiro vem um estrato ficou paralelo depois vem outro estrato ficou paralelo e isso pode ter fraturado mas isso é numa época em que a coisa não estava fraturada quando fraturou quando fraturou isso o negócio é eu acho que colocar mais um negócio isso para gente pensar uma coisa que me fascina são literalmente rochas sedimentares onde você encontra dobras e não existe fratura então tem fratada isso mostra que nem microfratura nem microfratura a mais vai diferente ou um dos maiores reservatórios dos Estados Unidos cara de petróleo ele é produzido por microfraturamento sabe adiante isso não porque ele está falando que ele tem dobras que não tem fraturas eu tenho que não não mas que quebrar o meu a ponteu não eu quero saber o que são um microfraturas mas a ele é a gente queria que pegar e conversar respeito de todos os detalhes mas para mim o que é interessante é você ver camadas de praticamente dinte e trinta até quarenta centímetros de espessura perfeitamente dobradas que mostra que o sistema não havia solidificado ainda porque não são rochas metamórficas o sistema estava totalmente formado passou com algum mecanismo de compressão produzindo essas dobras isso para mim tem sido uma área muito interessante porque eu encontro muito nas montanhas nas orchosas indo em direção ao Canadá tem muita coisa desse jeito lá e a gente está falando de montanhas inteiras a gente encontra também no chile tem algumas montanhas essas dobras agora é isso aí a gente está falando de dezenas de milhares alguns estados centenas de milhares de camadas que dobraram o adalto qual a altura qual a altura montanhas de um quilômetro isso então se você se você coloca aqui uma montanha de rocha não compactada no caso meio meio molenga dobro desse jeito não ia formal uma montanha ia formal um pastite como diria uma teavô minha não teria como não mas isso que eu estou falando se for uma rocha já consolidada dada a demora suficiente você consegue fazer isso porque se não for uma coisa com uma força um impacto muito mediato vai formando essas microfraturas e aí você não precisa fazer uma fraturamento inteiro são microfraturas cara a gente faz estudo de microfratura você não se está desacreditando todo uma grande ciência que existe e que produz petróleo cara que é de microfraturamento se você falar que então todos a que ele está no microfraturado não se está descobrido a sua dor bra rocha a gente então professor a gente teria que nessa rocha e analisar ela para ver se a gente encontra com a sua corfratura media direção de tudo isso media direção da dobra atitude da dobra entendeu então medindo atitude da dobra analisando se tem microfraturamento ou não ou pequenas fraturas podem ser fraturas milimétricas ou centímetros de pouco centímetros e ver isso a isso e aí eu chegar numa conclusão entendeu mas é possível essa questão é possível e acontece a gente tem evidências na terra de áreas em que houve um dobramento de rocha se alimentar e não necessariamente houve uma falha ou uma quebra uma coisa sim porque foi feito e tem reservatórios até o tempo demora e tem reservatórios no orientemente que aconteceu exatamente o seu falou explicado esta forma não é uma das as infrafraturas não tem reservatórios no orientemente que aconteceu basicamente que professor falou e por conta das microfraturas a gente consegue produzir petróleo hoje porque o petróleo ele permeia por essas microfraturas que tão nessas dobras aí que é basicamente esses afloramentos que a gente encontra então assim o que eu tô falando na geologia porque de novo muita gente fala que geologia não é ciência geologia não é simplesmente se você olhar uma foto geologia não é simplesmente você você tem que lá você tem que medir aquilo entendeu estudar você fica pendurado lá você passa fome você passa frio no campo entendeu você tira medidas o dia inteiro você faz fotografia você passa com drônico um líder em cima você passa com magnetômetro em cima você passa com gravim e trouxima e depois com você
coleta todas as amostas, vai no laboratório, estuda e aí a partir disso que é o experimento, por isso que geologia uma ciência, né, e o pessoal acho que não, porque esse geologia não fosse ciência, cara eu olhava a foto aqui e falava, por isso aqui é um sério broma granada. -Ois dois. -Pra mim, não, pra mim não é nenhum dos dois, pra mim é um pato de cabeça pra baixo aí, aí nós vamos ficar aqui, entendeu? Mas eu vi aqui, me dir, o que importa no lugar que você é, exatamente. -E que você surge um fumo? -Você tem que lá medir. -Você tem que olhar o pato com o traje. -E que eu tenho um exemplo. -Ata, eu estou com a fúgio, eu ventei, eu procureu o pato na também. -Mas isso é que é legal, cara, porque muita gente não entende, por exemplo, cara, isso eu já passei no campo, fala, cara, por que você ficou olhando meia hora pra esse barranco aí? -Porque esse é o trabalho, cara. -Cê não tem nada para fazer. -Cê não está olhando meia hora. Cara, não é tudo igual, cara, muita gente, cara, cara, isso aí é tudo a mesma coisa, eu falo, cara, não é, entendeu? E o geólogo fica olhando, então, assim, como responder só no visual, não tem como, entendeu? Cara, eu recebo por dia uma srinta, quarenta fotos de gente perguntando se aquela pedra que o cara pegou é um meteorito, fala, cara, como você. -Ois, já existe pedra? -Como você saber? -É, pedra, é. -Como você saber, cara, se é um meteorito? -Face ideia, tem que levar no laboratório, tem que medir, então, esse é o negócio, entendeu? Então, por exemplo, na física, a gente aceita que o seu não faz o equipamento da despectomitria? -Ei. -Porque, não precisa, pra eu sou geólogo, não precisa disso, é. Eu olho pra aquilo ali, eu sei o que é, mas precisa, não precisa. -É a mesma coisa. -A gente usa até a parte de florecência, pra eu quem tem na rocha, exatamente com a sensação de médicos. -É a mesma coisa. -Pois na geologia, então, por isso que eu estou falando, tem "ah, dobrou, vamos lá, vamos ver a atitude da dobra, vamos ver a extensão dela, ficou a fratura, não ficou, as fraturas estão orientadas, não estão. E a partir disso, a gente tirou as conclusões, entendeu? -Aí, eu não sei o que eu acho. -A gente acha parte fascina, sabe, sacanit, porque a gente encontra, sem, as vezes, 10, 20 camadas e todas elas dobradas. -Então, você não tem uma quantidade de inença de camadas, se haviam se formado, ainda não haviam solidificado e passaram por esse processo com pressão. -Não, mas o adulto, se você está falando de uma montanha de um quilômetro de altura, não tem como aquilo não tem solidificado, adulto, senão aquilo lá não ia formar uma montanha. -Não é legal que a gente se olhe, você vê as camadas certinhas ali, essa é a parte que é legal, ou seja, os temam. -É legal pra mostrista, mas o porcinho, mas vai passando ali do lado de cá, mas o postulado de que aquilo tinha que ser líquido, é uma. -Não, que tinha tamolho. -Não, tinha líquido não, tal, o que é tipo, não havia solidificado, é um postulado que não se justi. -Paste todo. -Não se justi, vai sentir, pra quem não estudou, o lugar. -Exatamente. -Se você não foi lá na rocha fez as medidas, pode fazer sentido, -Está falando uma montanha de um quilômetro. -Eu estou falando que pode fazer sentido pra você olhando. É isso que eu estou falando, o professor vai passar lá como turista, tá indo pra Canadá, mas não, salia ali, cara, quem é interessante que ele gostou do brô, "Pô, eu só podia tamolho, faz sentido?" -É louco. -Todo sentido. Agora vamos lá estudar a rocha, vamos pegar os grãos dela, vamos fazer, vamos passar um líder ali, vamos passar um magnetômetro, vamos ver se tem fraturo ou não? -Não, eu acho que faço isso, mas tem uma parte que é a parte básica da física, que você sabe que literalmente corpo sólido, se você tentar dobrar, quebra, dependendo da. -Quis que o corpo não tá quebrado, é isso, é isso que eu estou perguntando. -É, tem isso. -Exato, por isso que eu estou dizendo que quando você olha a imagem, algumas delas eu tive condição de estar próximo, de ir próximo, não fiz análise nenhuma, mas quando você olha, você percebe que não tem microfraturas, você vê camadas, diga, não é? -Microfratura é um negócio complicado de ver. -Não vai ver ou não. -Não, não tem a pratura que deveria ser. -Não vai ver ou não. -Não, cara, eu deveria ter outra história. -Eu deveria ter um com o que você tem que simular aquilo. -Você tá postulando o que deveria ter. -Carra, eu não preciso simular uma rocha, eu não vou ter para poder pão prender essa vaca-cisa, lógica que precisa. -Então, existe rocha que é uma esdura. -Pero é um arénito um folhélio. -Então, então, existem. -Por que o rocha é mais duro, um arénito um folhélio. -Eu sei lá. -Então, se você tá aqui postulando que não sai, a dobrar uma rocha, você não sabe a diferença do arénito e do folhélio. -Que eu quero saber o seguinte, qual foi a experiência que mostrou uma rocha só lidificada que você pressiona ela, a dobrar e não quebrou. -Mas você aturou? -É, não quebrou. -Mas a estrutura, cara. -Exato. -Porque aí, aí o professor falou, -O professor nem tudo tem que tentar. -Então, todo o que está falando, todo o que está falando é o seguinte, vamos lá nessa dobra que você falou e vamos ir, você não ficaram fraturas. -Porque, pela fratura, aí o professor é essa melhor que eu, nós vamos conseguir descobrir a tensão, a direção de tensão e nós vamos conseguir medir tudo isso. Qual foi a força aplicada para ter aquela dobra? -E por quanto tempo? -E por quanto tempo? -A gente pode ficar aqui, cara, ele é louco, -Brando. -Ah, foi muito, foi pouco, foi exquismo. -Mas é exquismo. -Se a rocha vai acontecer, o que acontece, -Vamos vai dar um basta, outro quebrar, cara. -Não é porque você não consegue conceber que não foi assim. -Exato, cara. -Giologia, cara. -Eu estou te falando. -Giologia, você vê um negócio de outro. -Eu estou te falando, cara. -Eu tenho uma matéria na Géu Ciências. -Já uma licenciatura para a geologia. -Quando, se você tiver um pouco de tempo, por que você vai lá e faz. -E aí, a gente tenta dar uma elaborada um pouco maior -Naquilo que você consegue enxergar como plausível ou não. -Como possível ou não. -Var as coisas que a gente acha que não é possível. -O esses dias, no flow, o cérebro me mostrou a lava azul. -Eu nunca tinha ouvido falar da lava azul. -Vá lá azul. -Vá azul, eu achei que aquilo, -se você tivesse me olhado e falava uma lava azul, -Fala, cara, isso é impossível. -Ai, o cérebro falou que é impossível, né? -Só reconhecida muito tempo, é ficou lá do distício. -Muito bem. -Falta alguém que te explique direito. -Falta alguém que me chiro como é que uma rocha solida, dobra. -É um medo falto. -Aplicação de foda, cara. -Aplicação de foda. -Não quebra. -Ela primeira, ela fratura. -Qui em manja de a rocha é uma barulhada. -Ela fratura, cara. -O professor vai saber. Você faz ensaios na engenharia mecânica ou na engenharia de minas. -Aquina pola que você coloca, um pedaço de um bloco de concreto -E vem com aquela coisa de pressão hidráulica ali. -E aí, a medida que ele vai pressionando, -Vou bom, irmão. -Ele vai criando, você vai vendo as microfraturas aparecendo. -Ele vai vendo as fraturas aparecendo. -E se você soltada aquele jeito ali, -Você vai ver pequenas doabrinhas. -E eu tiro do aquilo ali, te pronto. -Mas não é isso que a gente viu. -Quando a gente olha a professor, -Não é uma pequenas fraturas, né, gostando. -Mas você foi lá ver, cara. -E não foi a gente. -E não, a fratura. -Não, foto. -É o que eu tô falando de novo, cara. -É não a questão da que a foto no segundo sério -A foto para o geólogo, cara. -Ela não revela, cara. -Eu não posso fazer uma análise de tensões -E de forças que foram aplicadas naquele pacote -Que seja de 20 metros de 30 camadas -De não sei quanto, baseado simplesmente numa foto. -Tenho? -Eu não posso fazer isso. -E isso é totalmente contraditório com a ciência, cara. -Com a metodologia científica. -Se não, cara, você acaba com todos os cursos deologia no mundo -E você só vai tirar foto? -Tendeu? -E se eu desajero, seu. -Não, é uma. -Se não, eu vou lá e tirar um foto aqui. -Ah, esse parede é um aqui dobro. -Ah, não. -Só aqui, só pode ser tal coisa. -Não pode ser assim, cara. -Você tem que lá e ver, porque às vezes cria fraturas -Antos dela quebrar. -E às vezes a força tava sendo aplicada -Pero um determinado tempo criou aquelas fraturas -E a força parou. -Então a rocha ficou dobrada com fraturas antes dela quebrar. -Ai, você vai em outros lugares, você vê a rocha quebrada. -Você vai em outros lugares, você vê a rocha dobrada sem fratura. -E aí você vai analisando isso pelo mundo e aí você vai estudando, cara. -Ok, eu acho. -Não pode ser simplesmente por uma foto. -Tá lá. -Ele tá mostrando uma foto. -Tá, beleza. -Oh, beleza. -A foto aí? -A foto aí, a gente conhece. -A gente conhece. -Alobra, já tô vendo uma foto. -Não, que é uma turona ali, ó. -Já viu uma fratura aqui, ó. -A gente viu uma fratura ali, ó. -Sin, não é que não nossa vê uma fratura outra, -que é a gente tá aquela, não quer ver. -Mas a fratura, mas aí o professor vai falar, -Cara, dependendo da quantidade de pressão que você aplica. -E pelo tempo que essa pressão tá sendo aplicada. -E depois ela para de ser aplicada, -a rocha dobra, fratura, antes de quebrar. -É assim que acontece, cara. -A gente estuda aí sem mecânica de sol, -mecânica de rocha. -A gente faz ensai, centenas de ensaios aqui na polha aqui, ó. -Entendeu? -E se acontecem várias camadas. -E isso acontece pelo mundo a todos. -E tem lugar que quebra. -E isso é. -E aí depende, cara. -E pior que isso é bunda, cara. -Com esse metubundo é um troço que você tem no mundo inteiro. -Depende todos os geólogos, -tém, e você vê exemplos disso ao redor do mundo inteiro, -de dobra de rocha sedimentar que dobrou. -E se assume que ela. -E se assume. -E as microfraturas lá dentro. -Não, ali eu já vi uma fratura gigante. -E naquela foto que ele mostrou, -eu já vi uma fratura grande até. -Mas é que é parte que é legal, -que são várias camadas. -A gente não está falando de uma rocha. -Não, são várias camadas e pode ter em vários locais do mundo, -e pode ter outros vários locais do mundo, -que a rocha está quebrada. -Porque que a rocha que está quebrada não vai pro livro? -Rapaz. -Não, porque ele está quebrada. -Porque ele não vai pro livro. -Porque ele está falando. -E se assume que é tão braço. -Não, porque ela é feia para caramba. -Uma rocha, um lugar que teve uma dobra e a rocha quebrou. -Caramba, não gostou feio, -e é um barranco desboronado. -Não vai pro livro, cara. -Mas é isso, mas eu estou falando. -Sabe por quê? -O cara não vai pro livro. -Não vai pro livro. -Então, no caso, essa quebrou e as outras. -Cara, tem isso aí, tem exemplos pelo mundo a fora, cara. -Mas que roxa que é aquela? Qual é a roxa aí, professor? Qual é o tipo de roxa? -Não, mas qual tipo? Qual? Folhê, ele o arenito, folhê, ele o arenito, agilhamento. -Então, aí tem que ver, porque cada tipo de roxa tem um fator de tensão, tem um fator que ela aguenta pressão e aí é assim, cara. -Sim, sim. -Infelizmente a terra é um lugar complicado, cara. -Claro, de novo. -Cada camada. -Ela fala. -Não fala. -Ela fala. -Excuse me. Uma coisa que para mim é importante é o seguinte, encontrar as rochas com fraturas, está aí tranquilo, um negócio é explicar as que não tem fratura. E a gente encontra também. -É, os que elas dizem aqui, só que nós temos que explicar. -Só que nós temos que explicar. -Isso é um visíveis, meu Deus, a gente está falando que você está achando a tepetróleo. -Cara, a gente pega, a gente pega dobramento, aí pode procurar, tem lugar que você pega e está lá, a rocha está lá dobrada sem fratura ou com microfraturas dentro dela. -Sim. -E às vezes você tira a foto e aí você não vê a fratura. Quando você faz um levantamento nela ali, uma cismo que é de alta resolução, né, bem pequenininha, aparece as microfraturas. Aí você fala, "Ah, tá aqui, ó, ela fraturou daqui para cá, porque aí a gente ainda na física, que se eu sabe o melhor que eu, veio uma pressão de um lado, ou veio uma pressão de outro, que é no louco, uma outra coisa e tal. E aí, a gente estuda, entendeu? Por isso que eu estou falando, cara, geologia não pode ser feita só tirando a foto do negócio." -Ema questão aí, Sejão, do. -Tou uma pergunta aí, né? -Só de salante de foto aí. -Mandar aqui o seguinte, falando que o Sejão explicou bem que não dá pra gente fazer toda essa análise a partir de uma foto. Mas por exemplo, hoje a gente manda uma sonda para a Marte, como que a gente faz análise desse solo a partir das fotos e dos vídeos que a gente recebe de lá? -Porque a gente não faz só com foto. Aí é que tá. Porque a sonda que vai pra Marte, aí o professor vai falar melhor que eu, porque ele pode até desenhar o equipamento que ele desenvolve e vai na sonda. A sonda leva um espectrômetro. -Vai fazendo outras análises. -O que vai fazendo outras análises além da foto. E isso engana muito, porque você vê uma foto e aí você vai falar "ah, aí entra nesse negócio que a gente tá falando." "Ah não, isso aqui só pode ser tal coisa." -Cê teve uma foto. -Lá hora que você passa o espectrômetro, lembra o rosto, lembra o rosto? -Marceano, a vaik em 76 fez uma foto e apareceu um rosto em Marte. E aí, tá um rosto ali, cara? -É o ser do Nihonia. -E isso? Tá lá, tá lá o rosto. -Tá. -E aí? Depois passaram uma outra sonda com alta resolução e viram que não tinha rosto, não era uma montanha. O que eu tô querendo dizer é o seguinte, a foto só, a foto só, ela não vai te dar nada, cara. Ela vai te dar um começo de uma informação. Mas depois a gente tem que ir a cháu do gêrdio, tá? -Vai lá, quer um falho sobre ele? -Di no sal. -De no sal. -Felipão. -Vai lá, vem que você tá aqui um pouco, tá? -Felipão. -Não, preste o senão. -Vai lá, só pra que eu tô lá. -Vai lá, comendo nada. -Vai lá, comendo um pouco, cê. -Nesse que precisaram desmineralizar. -Pregarde o amor. -Vai lá, o tecido omole, bem molinho, sem sequer desmineralizar. Temos vídeos, tudo na internet. O Mark Armiteij montou um laboratório específico em centro de estudos de tecidos moles e nos Estados Unidos. E o que isso mostra? A gente sabe muito bem que o tecido omole com seus constituintes bioquímicos não duram 60 milhões de anos no meio ambiente. -Calma, calma, calma. Calma que você falou bastante. Tem o meio a hora. -Tudo bem. -Estou desmitindo uma mentira que você falou no seu vídeo. Então eu tenho pela sua lei, lá, o direto de 10 meses. -Tou falando a mentira. -Dese, claro que você falou. -O que acontece? Tem muitas evidentes, mas 300 artigos científicos. Só se o seu subtecido omole deve ter uns 45-60. -O subtecido omole que está molinho, -O molinho. -O molinho. -Molinho. E aí, o que aconteceu? Começaram a investigar esse tecido omole. Olha, fora fazer, inclusive, tem um review sobre proteoma de dinossauro. Sabe o que é proteoma? Pirula. Não sei se você sabe muito bem, porque você falou que não sabe muito bem sobre biologia molecular, né? E nem sobre genética. A gente tem que estudar genética, tem que estudar biologia molecular para defender a evolução. -Ah, fundo. -Como eu faço desde que eu me vejo defendendo o design inteligente. Foram fazer o proteomando de dinossauro. O que perceber? Os peptídios estavam intactos. -O peptídio é fragmento da proteína. Formado de aminoácidos. Os aminoácidos desse tipo de proteína. [MÚSICA DE FUNDO]
os espetidios que são os elos fundamentais que conectam esses peptídios, estavam intactos. Alguns aminoácidos, a gente sabe muito bem que ele se degradou muito rapidamente, eles estavam lá, fizeram o sequenciamento viu perula por MSMS desses peptídios, as fragmentações foram deligações peptídicas. Os fragmentos B, fragmentos Y, não sei se seja isso do isso, sobre fragmentação e sequenciamento de peptídios. A Mary Schwarz, que é uma evolucionista, diga-se de passagem, se não, isso é realmente preservou por 60 milhões de anos. Todo mundo sabe, que proteína não se preserva por 60 milhões de anos. -Não, em qualquer caso. -Cá, uma cama. Dizem que só preservaria sobre condições favoráveis. Porxa, mais no Hell Creek é o pior lugar do mundo para se preservar isso. -O Shiffre é encontrado em todo lugar. -O Shiffre foi retirado pelo Mark, peraí, peraí, peraí, peraí, deixa eu falar que agora fiquei bastante quieto poder falar no dinossau. -Ah, tá bom, não vai guardar a pele. -É, claro, posso falar, né, perula? -Vou. -Tá bom. -Jão, então segura aí também. Ó, a gente sabe que proteína não se. Sabe, quando descobrir, falar assim, sabemos que proteína tá no artigo da descoberta, que fizer o proteoma. Olha, sabemos que proteína não se preserva por muito tempo no meio ambiente. É óbvio que não. Sabemos que, de noção, os forestintos há 60 milhões de anos. Olha como o paradigma nos leva com conclusões totalmente equivocadas. Portanto, os dinossauros não foram os estintos há 60 milhões de anos. Ah, portanto, temos que reavaliar a nossa posição de que as proteínas, de fato, conseguem ser preservados por 60 milhões de anos no meio ambiente. Olha, fora o fazer o proteoma, estavam intactos. A gente sabe muito bem que proteínas não podem ser preservadas. Ó, há situação em que esses tecidos moles e várias biomoleculas. Você vai lá, a cor que são as células dióso. -Os teóso. -Os teóso, estão lá. A gente vê, tem filme na internet, tem vídeo, tem tudo. A gente sabe que isso não poderia estar lá. A proteína. Olha, tudo bem. A "Merge" Vartes falou assim, foi reação de fento. Você sabe, você falou da reação de fento. Você não estuda química, você não sabe da reação de fento, então, né, pirola. Porque reação de fento é um reação. É um reagente extremamente oxidante. E aí deveria ter oxidado. Ela falou assim, a "Face Cross" link, deixei por dois anos no meu laboratório. A proteína, ficou estável. Cara, dois anos, a jáfé para acreditar que no negócio de dois anos possa ser estrapolado. Você sabe que a gente sabe que reação de fento, por isso, tu de reação de fento, publicue, reação de fento e tudo mais, é um meio extremamente oxidante que deveria ter oxidado dos aminoácidos. E os peptidos não deveriam estar mais intactos. Se foi reação de fento, o proteína do dinossauro não deveria funcionar, tem artigos e artigos e artigos, tem artigos de revisão sobre proteína de dinossauro. Pior, foram lá encontrar o DNA em dinossauro, cromatina, cromatina DNA, enrolado nos carretéis lá, como que esqueceu o nome do carro e até agora. Cromatina e de DNA, encontramos fragmentos de DNA no dinossauro. E esses achados que começaram com a "Merrys" foram se acumulando ao redor do mundo. Então não só em dinossauros e vários animais da camada sedimentado, registro, forço e tudo mais. Então não tem como fugir hoje, depois que a gente encontrou o tecido mole, encontramos um vídeo aí, se o pirula começar a falar que não tem a gente mostrar, ele não se trouxe. Mas o pirula não vai acreditar, perguntar por Richard Dawkins o que faria ele acreditar, de fato Deus existe. Ele falou assim, "Nem se está à tua da viagem Maria, você sabe dessa, né, pirula?" "Nem se está a tua da viagem Maria, a de crivida que do meu lado, fala assim, olha, sua mãe de Cristo acreditaria, eu acho que eu estou tendo uma ilusão. É um problema muito sério também, das vezes a gente quando tem um paradigma é muito bem estabelecido na nossa vida, não podemos mudar. Eu mudei, eu era evolucionista. Então olha, então o que acontece, não tem como fugir, viu Vilela, não tem como fugir Vilela. Deixa eles falar do cheiro, porque ele falou assim que olha o cheiro, não sei o que. O Marcos falou que estava pingando o sangue, o oso cheirava mal, todos os ossos, o lado de denunçados do Hell Creek, cheira mal, porque cheira mal, porque cheira mal, 60 milhões de anos não era mais para ter cheiro de morte, que a Merit vai te escutar, calma, pirula, calma, pirula, 60 de boa, porque ele vai vir para cima de mim, né, vai tentar me refutar, vai jogar todas aqui, né, e vai falar alto, indo o seu queitado, mas porque ele vai querer convencer, vai, "Oh, o que acontece, pirula? Cada verine putrecina, são moléculas volateis, são diaminas extremamente volateis, do cheiro que ela sentiu no laboratório é cheiro de morte, cheiro de morte é cada verina, porque que tochou a mão, calma, calma, calma, calma, calma, calma, se precisa detectar, você não se sente cheiro, pós, o nariz é um detector, o nosso nariz é um detector, um dos mais eficientes se conhece no mundo, o nosso ofato, e principalmente o ofato de gente que trabalha com essas moléculas, sabe que cada verina é cheiro de cada verina, não dá pra confundir, não dá pra confundir. E ela sentiu, mas cada verina, gente, cada verina, é uma molécula volate, volate por 60 milhões de anos, se tava todo dia mineralizado, aí fala assim, não, sabe o que é, a reação de fenta um preservou a proteína, a gente sabe que em certas regiões tem uma incidência muito grande de raioscosmic, 60 milhões de anos sendo bombadiados por raioscosmicos na superfície, muito próximo da superfície, destruiria qualquer tipo de molécula orgânica. Eu tô dizendo que eu tenho certeza absoluta, absoluta, absoluta, bem, de não, tem uma máquina pra viajar no passado, mas as evidências são fortes demais nos tecidos molestes, nas biomoleculas, na paleontologia molecular, de que de fato de noçar os forestintos há poucos anos, até em reláduos, poucos milhares de anos, virou-la disso assim, o marcos falou que aqueles ossos lá são de 500 anos, absolutamente não foi isso que eu falei, eu falei com aqueles ossos são de 500 anos, não, numa entrevista que eu dei aí, o cara lado, é, que programa que foi aquele, já nem lembro mais, né, casa do, casa da ciência aqui em São Paulo esqueceu o nome, eu vou lembrar, eu falei assim, olha, ele falou assim, quantos tempo você acha que o desnossar os forestintos? Eu acho que uns 500 anos atrás, eu acho que eu erei, porque agora comecei a estudar os relatos históricos de avistamento, de denossar os na terra, o marcopo, vai se vai achar um absurdo, obviamente, mas é o óbvio, o seu paradigma, o seu paradigma, impede isso, eu vou ler, eu sei, ó gente, eu vou dar uma paleona com os somos riscos, eu quero que você vá lá, vi o, eu vou convidar todo mundo aqui, eu vou dar uma paleona, eu vou dar uma paleona na igreja presbiteriana de peneiros, dia 21, só falando que a inquete voltou para 50%, 50% de água, e parte está ótimo, 60 mil votos, ó, ouveleira, sabe o que aconteceu? Quando a gente entrava no debate desse, a gente perdi, a gente perdi, a gente perdi, de 90 a 10, o melhorou o meu amigo, olha só, eu vou dar uma paleona, dizendo que o seu deputado, as evidências de relatos históricos sobre dinossautos, mas a copol, quando chega na China, ele fala assim, olha, dragões puxavam as carroças dos reis lá, não era rei, né, naquele tempo, imperador, imperador de China, é, tem vari, só deu spoiler aqui, nós temos várias, ó, é, é, mas você falou que corrigirola, sabe? Mas quantos artigos você tem publicado? Até 1,600, quantos artigos você tem publicado? O pirula é muito mais que você, não é lógico? Não, mas eu não estou questionando o pirula, sabe o que é? A sua criança de que denunciar os forens, te impede de ver o óbvio, tinha dragão puxando o carro na China, mas copol, mas copol, rejito, e lá na China não tem muita história em hoje, muitos historiadores, Joséfus fala sobre isso, sobre os dragões e tudo, mas que eram denunciados que estavam entre nós, tá bom, tudo bem, meu Deus do céu, é aquilo que você viu, que eu tinha sido bom, não tava lá, ai meu Deus do céu, e achar que um ter sido mole pode sobrevivir.
ver por 60 milhões de anos na Terra. - Mais de 60. - É, acho que. - A moção com ele é o bimjanei. - É isso, eu acho. - O que eu acho, o Jornos Salos. Eu acho o Jornos Salos. Já acreditei em nos milhões de anos. Já acreditei na extinção da extinção dos Jornos Salos. Mas os achados mais modelas. - Eles existiram mais. Foram instintos a não tanto tempo quanto os imórios. - Milhares, não milhões. - Milhares de anos. - Milhares de anos. Acho que eles já foram instintos, obviamente. Os registros históricos de avistamentos de dinossauros vão até 1.600. Os últimos foram instintos em 1.600. Os grandes depósitos de dinossauros, milhares de anos atrás. Então, a ex-evidência é muito forte. E contra a proteína, gente. - E não savida. - O dinossaur acabou até com a negócio. - Então. - Quo. Pera aí, pera aí, quando acabei. Falei com o preciso de 10 horas. - Tá bom. Contra proteína, peptídios, sequenciamento, inspecta de trométria de baças e dados publicados em revistas científicas. Não tem argumento, Pirola, não tem. Não dá para ser preservado. - Então, argumento, então, nos próprios artigos que explicam isso. - Ninguém que publicou esses artigos, postulou que isso daí é porque é o negócio da lua. - A merditivar, se falou assim, olha, 60 mil. - Não calma, não terminei. - Tá, perdão. - Então, nós temos nos dinossauros uma evidência muito forte de que, de fato, a vida é recente na Terra. - Porque os 60 milhões de anos se foram. A gente não tem como negar que evidências ao nível molecular são incontestáveis. - Os peptídios estão intactos, os aminoácidos estão intactos, eles não estão oxidados. - O sequenciamento por MSMS mostra exatamente a fragmentação desses peptídios nas ligações peptíticas, elas estão estávives, cai por terra essa preservação por reação de fenton por dois anos. - Isso é absolutamente impossível. E os fatos são incontestáveis. Agora, Pirola pode falar o que ele quiser, mas contra esse fato ele não ter argumento. - Com relação a reação de fenton, ela é uma das possíveis explicações, porque aquilo que ela preservou, e com relação a que ele negócio da merditivar, o experimento realmente com uma mostra pequena, - Então, eu abacoi vários tipos de composição ali, umas com sal, outras tamponadas, outras não sei que isso que ela fez uma com a molécula M ali, para fazer a diferença, para ver se faria diferença a teferra ou não na mostra. - Conseguiu uma diferença de dois anos, e aquelas que não tinham, são três dias. Então, mesmo que você queira colocar, que são 240 vezes em grandeza, mesmo que você queira colocar, que essas 240 vezes, - As 240 vezes, maior do tempo, não são milhões de anos, é com certeza mais de 6 mil. Então, só isso já demonstra que, e pode dizer, da coisa tão recente, não é. - E outra, está esquecendo de contar que é um, é uma simulação, não é uma simulação, e simulação não consegue isolar todas as variáveis. - E a pergunta que ela tinha qual era, o ferro poderia ajudar a preservar por mais tempo uma material ali, não mineralizado. - Os peptidos não estão oxidados, as ligações estão oxidados, a menos as que não estão oxidados, o perrola. - Mas a reação não oxida todos os aminoais. - As fragmentações foram exatamente as esperadas pela fragmentação do peptidio, esse argumento tirado do seu cardápio, o perrola. - A merdação, ela percebe que a gente não é expulsível. - Mas é óbvio que aquilo lá não explica, mas ela conseguiu demonstrar um ponto, o ponto que ela tinha de que o ferro ajuda a preservar por dois anos. - E por isso, você acredita no seu sério. - O problema não é a possibilidade de ninguém fazer um experimento para esperar milhões de anos. - Eu estou falando assim, você tem duas comparações, uma com ferro, outra sem, uma foi três dias, outra foi dois anos. - Ela conseguiu comprovar que o ferro. - Aí você fala 200 e 40 vezes mais, espera aí, ela parou em dois anos, o dado aí é dois anos. - Não é quarenta, 240 vai. - Porque quando ele fala, 240 vezes a mais, o cara fica nós. - E aí, é dois anos. - E aí, você está falando 2,60 milhões de anos, o perrola. - Não, tudo bem, mas eu estou falando que a proposição dela era mostrar que o ferro consegue preservar por mais tempo. - Isso é fato. - Você não mandou dois anos, claro. - De três dias para dois anos. - Consegue preservar uma coisa que parece, proteína. - Mas estava oxidado, os peptitos estavam destruídos, ela não fez, proteína daquela reação, daquela. - Trato com o óxido de ferro. - Por que ela não fez? - E por que canete o públicoorte, o açais? - Não sei, é o aça, por que? - Porque eu precisava de uma explicação. - Para um paradigma predominante, qualquer porcaria que você quer, publicasse, publica na açais e na natureza, você sabe muito bem. - Aí a gente pode. - Porque porcaria, aquele artigo da Mayor de Farts com o óxido de ferro, mal porcaria. - A gente pode publicar na açais e na natureza. - A gente pode discutir sobre. - Você também fala, né? - Não, você está em uma ter problema. - Mas a gente só pivou lá agora. - Eu falo que a gente pode. - Não, não, não, não, quer para não ter romper, para não ter romper. - Você tem uma. - Você tem uma. Como se fala. A gente pode falar sobre a política a gente envolvida em publicações e em revistas muito. - Mas que é isso, daí? - Muito ferradas como saem-se na natureza. - Que deve ter. - É, claro que tem, tem, tem. - Tem ponto, estou falando, tem política a gente em cima, isso aqui. A gente entra daqui do tudo lá que você estava falando, que mesmo que não tivesse, seria complicado. - Sim. - Mas. Mas assim. A explicação que ela tentou dar é completamente dentro do que se espera. Da ciência. - Por que completamente peruda. - Não, mas para começar, Marta, espera. - Você acha um negócio? - Você acha um negócio que você não sabia que poderia se preservar por tanto tempo dado do que a gente sabe até agora? - Essa cheia que fala, "Oh, tem uma explicação, tem que ter uma explicação, vamos buscar." - Tem que se for a primeira. - Está vendo o seu paradigma que está te elevando, achar que tem que ter. - Não tem que ter. - Mas, Marta, você não tem alguma. - Se você acha uma coisa que não tem explicação dentro do paradigma vigente, você vai tentar achar essa explicação. - Lembra que eu falei? - É isso, você vai tentar. - Olha só, está. - Você vai tentar achar a explicação. - Está no primeiro artigo assim. - Que coisa você não acha? - Que perola. - Perola, está no primeiro artigo assim. - Mas, mas. - Olha só. - Sabemos que proteínas não se conservam por 60 milhões de anos do meio ambiente. Principalmente no real creek, que nós temos o oso perto da superfície com umidade com grandes variações de temperatura. Serto. Sabemos que os dinossauros foram estintos da 60 milhões de anos. - Espera aí. Olha aí. O que você tem que fazer? Boa ciência. - Eu acabei de descobrir que os 60 milhões de anos estão destruídos. - Algo é que ele falou assim. "Temos que reavaliar a nossa posição de proteínas são. " - Mas a gente tem que procurar. - Porque você não. - Porque você não quebra um paradigma científico, qualquer. - Simplesmente do arco. - Uma reação de fento, você acha que foi a solução? - Eu não estou dizendo. - Não, não. - O que você tem que ter oxidado os repetidos, os repetidos não poderiam estar intactos. Ou proteína feito por espectrometer de massa, porque são vários artigos, não poderiam dar os fragmentos dos repetidos intactos. Teriam outros fragmentos, não seriam os bias e os ípsilos que foram observados. Tem lá o espectro. Eu tenho aqui, mas vou pegar, não vou querer mostrar foto, mas aqui porque foto é meio desacreditado. - Mas é artigo. - Era eu, vou mostrar um artigo físico. - É a ser artigo científico, perula. - O talá, os fragmentos bipsil. - Perula, nessa. - A evidência é extremamente forte, perula. - Mas o artigo da Mary Schwartz não deveria ser publicado. Qualquer um que sabe o mínimo de química sabe que a reação de fento para preservar de três dias. - Ah, três dias. - Mas você sabe que não for exerce. - Foi o artigo dela falando da reação de fento. - Deve outro. - A pessoa gostaram da reação de fento. - Você sabe por que a. - A Mary Schwartz evolucionista, ela quis defender o evolucionismo dela. - E o Zoom. - Ela quis achar uma explicação, para aquilo que ela achou. - Só que não foi uma explicação. - Mas sabe por que eu chamo isso de desesperação, uma explicação desesperada. - Não é assim, mas é claro que é. - Você tem que achar uma coisa absurdamente, - Ela ia dizer um negócio bem larga, você vai encaixar uma coisa que explica isso. - Não, você tem que achar uma coisa. - Uma coisa justifica o que você achou. - E aí você precisa, para isso, tentar fazer todo o que você está fechado no seu paradigma. - Você só quebram o paradigma. - Se todas as outras explicações. - Eu acho que. - Foi um. - Você precisa. - Foi o exercício legítimo. - Foi um exercício legítimo. - E isso. - Só que isso foi publicado. - Isso não foi ciência. - Não foi ciência. - Fui.
- Não exerci-se os achados. - Eu tenho meu modelo, eu tenho que tentar salvá-lo tudo bem, mas não salva a correação de fenta, o pirula, não salva. - Isso tá. - Confia no seu amigo aqui, eu sou químico. - Isso. - Dequímico, eu sei falar. Ninguém vai poder falar que eu não estou falando da área agora, certo? - Bem. - Não quis falar da rocha, dobra rocha, que você acredita que a rocha pode ser dobra. - Eu confio sem essa. - Tudo bem. - Tudo bem. - Não é a questão de acreditar no seu químico. - É que ele tá indo o barrocha todo um pôde. - Então o ideal é o que eu acredito. Agora é químico, nós estamos falando de químico. Nós estamos falando de spectrobetria de massas. Nós estamos fazendo falando de sequenciamento de pepititos. Nós estamos falando de fragmento bem ípsil, que é uma área que eu dormi, - que eu já publicaria em mais artidos. - Eu não estou desenhando. Tudo bem, Marco, não estou desenando. - Aquele adiço. - Se eu fosse o revisor, não é a minha questão de acreditar ou não acreditar uns 60 milhões de anos. Se eu fosse o revisor, eu fosse, cara, devolvam pensar em mulher. - Tudo bem. - Que essa mulher tá falando. - Você já mal feito, mas eu estou falando que você. - Mal feito, não, - totalmente equivocada. - Você não pode dizer que ela tá errada, - em tentar procurar a saídas para aquilo que a gente não sabe explicar, que é isso que você, isso é faz. - Você tem que encontrar a saídas para que o proco. - Assim, essa é quando a sua hipótese refutada, ela abandona. - Ai, claro, por isso. - Mas você consegue refutar. - Se você não achar nenhuma explicação. - E não foi achada, hein, por isso você vai morrer. - Não foi no só. - Mas não vai buscando. - Olha, achar o biomoleclus, achar o céu. - É, é, é, é. Deixa eles falar um pouco. - Mas vão encontrar uns slide, mas quer mais mais legal. - Mas é mesmo a coisa, Marta. - A gente também teve. - Pode para ligar os íbios, quero ir lá. - Eu tô gostando, vai, vamos lá. - Que ainda tem, até tem bom. Tem, eu vou nem entrar em outros aspectos, que poderiam ser coisas com relação aos artigos da, da Merch壆, mas uma coisa que, que precisa ser colocada é. não é que simplesmente achou-se uma molécula, é, é. de ter sido mole ali no negócio, é uma molécula, é um pepitilho, alguma coisa assim, e portanto, logo, o forço é novo, e todo o resto do paradigma tem que ir. A gente está falando uma coisa que está sustentada, não é em poucas evidências, está sustentada em evidência para cacete, que são. como se fala, que se sustentam mutuamente. Então para você conseguir com uma evidência só quebrá-tores paradigmas, você tem que chafur dar essa evidência de tudo que é jeito, para você conseguir demonstrar. Mais de 17 tipos diferentes de bil moléculas que já foram encontrados em dinossauros, em outros animais, em um registro foço intactos. Sim, mas a gente está falando de bil moléculas não só. - O que? - Em pídeos, já foram encontrados açúcar, já foram encontrados vários outros tipos de bil moléculas. - E nenhuma delas? - E uma delas? O vaso sanguíneo que você falou que não era um vaso sanguíneo, claro que era um vaso sanguíneo, tinha re. - Não, eu falei que não era vaso sanguíneo. - Não, eu falei que. - Eu falei que ele parede de vaso sanguíneo, você falou. Eu falei que o que eu falei que não foi comprovado é a senula do sangue. Aquilo ali não foi comprovado, aquilo lá é meu máceo. Aquilo não foi comprovado. - Cara? - E eu sei que a gente que argumentou também que aqueles vasos sanguíneos ali pelo menos em algumas amostras não era vaso sanguíneo também, mas não vou entrar no sanguíneo. - Não, os críticos no início. - É, o críticos no início. - Obviamente, perula, obviamente, quando ela ficou 12 anos, aparentemente, para publicar o primeiro ortego. Porque o revisor falou assim, ela perguntou por revisor, que evidências que eu teria, então, que eu te convenceria, ela falou assim nenhuma, nenhuma evidência, nenhuma evidência, ela ficou tempo a publicar, ela tinha várias e várias e várias e várias repetições dos experimentos. - Enquanto ela. - Mas isso é importante. - Porque isso é importante, se você é cientista, se você não é importante. - É, você é importante. - Você é para você publicar um negócio que pode estar. - E sim, sim. - Pode estar contaminado, contaminado, contaminado, você. - Sim, sim. - Enquanto ela não achou, uma explicação, ela não publicou. - Enquanto ela não achou a explicação. - Mas se a explicação vai publicar. - Mas o primeiro ortego não tinha uma explicação. - E o primeiro ortego. - O primeiro ortego não tinha uma explicação. - É, aquilo foi encontrado assim. - Sim, tinha que era o tal do biofilm, e que foi abandonado depois. Era uma, que biofilm já era uma coisa conhecida em outros fossaes de ser firme. Eu estou falando, ela só conseguiu publicar quando ela encontrou algum tipo de explicação que ia entrar. - Explicassei essa explicação, era uma explicação. - Porque ela não foi deixada. - Já era. Já era uma explicação. - Ela foi deixada na época. - O biofilm. - Sabe a história da pés. - Eu só queria deixar. - Com begino evento, só que eu só sabe da explicação. - Só queria deixar. - Só queria deixar pra audiência explicar porque. Essa. Esse. Esse tecido mole, ele comprovaria ou não que os dinossauros foram insituidos a menos tempo. - Essa era minha pergunta agora. - Porque tecido mole. - Pô, ela. Pego-ta por qualquer mês. - Pego sobreviviu. - Serrou-jão plástico, por exemplo. - É da sua outra. - Vilela. Colágino. - Ele rapidamente perde a sua ilha. - Elasticidade, a sua plasticidade. - Tá, gente. - Sério, se tirou do corpo humano. - Ah, não é, não é, essa. - A gente não está falando. - A gente não está falando de tirar do corpo. - Acharam. - Está falando. - Ele entra no corpo. - E acharam colágino. Elástico e plástico. Proteína. Toda dona de casa, sabe? O pessoal que está nos escutando aí em casa. Se você pegar uma proteína e deixar no bem ambiente, vai duas, três horas. Por piste fora da geladeira. - Mas já está falando de um material. - Aí. - Interrapidamente. - E alguns poucos dias. - Agora, rápido a você já começa a escutar. - Mas, assim. - Não, só terraamento. - Excerrâvida. Comece a sentir cheiro de morte. Putre cínica, da verina, são duas diaminas, quatro e seis carbonos. É compostos volates. Cheiro de morte, inconfundível. Quem sentiu cheiro de morte sabe que é cada verina e putre cínica. O designer, quando que fala assim, "A nutoca que é tecido morto, colocou duas moléculas, lá que se detecta, assim, poucas moléculas no meio ambiente, é um cheiro tão repugnante que você não escreve publicas. - Mas, na verdade, as moléculas são geradas por meledores. - Eu acho que é a área de. Aí, quando você pega um coloço de noçouro, você leva a pessoa laboratória, está cheirando o bau, putre cínica da verina ou vilelo. - O que é isso? - Coisa volar. Coisa voler. É uma molécula que. - Que. - Cheiro horroroso. Tem um monte de ebulição muito baixo, a pressão de vapor é muito alta, e ela se perde muito rapidamente. - O que não era essa molécula? - Claro que. - Claro que. - Era o ocho. - O que era o ocho? - Era o ocho. - O que era o que era? - Era o seguinte. Era o seguinte, a Lerich Wighter, que é essa pesquisadora, que foi a primeira que publicou sobre esses tecidos encontrados no interior de ossos. De ossos fósseis. Falou que tinham cheiros quisitos no fósseo. E que o fósseo tinha cheiro estranho, que que ela abriu, cheiro cheiro podre. - Cheiro demorche. - Tenha a recordagem de aquilo. - Mas o cheiro demorche. - Tudo bem. Ela. Isso seria detectável no manálise. Ela poderia ter feito manálise. Ela detecta isso daí. - Outra. - Ela usou um detector. - O nariz é detectável. - Mas detectão. Detector para poder publicar o negócio, né? - É isso quando eu falo. - Vamos, vamos. - Ela é um bom. - Ela é um bom. Ela é um evolucionista. Você tem alguma dúvida que ela tem algum interesse. Pode ser exagerado, talvez. - Tá bom. - Eu sei. - Acho que é só uma boa diferença. - Agora. - É uma boa diferença. - Eu não sei. Agora o que acontece, é que ela foi perguntar para o Jack Rohn. Para você, eu estou sentindo um cheiro esquisito nesse fósseo. Ah, todos os fósseis de Real Creek têm esse cheiro. Sim, porque são jovens. Inclusive aqueles que não têm nenhum tipo de tecido mole preservado. Quem disse isso? Então o que acontece? Se não tem nenhum tecido mole preservado dentro do fósseo. - Como é que ele está fedendo? - É uma coisa. - O outro coisa. - Pesa a desmineralização. - Forma de. - Como é que ele sabia que não tinha tecido mole preservado? Mas que está fedendo a mineralização, deixaria de fedendo. - Então. - Esse tem bote do cheiro. - Eu acho absolutamente relevante, cara. - É. - Não, não. - Se não achem. - Isso é do mole. - Vamos mostrar um slide lá. - Não, e outro, e outro. - Esquece o cheiro. - O dobro é definitivo. - Não, pera só um segundo. - Só para terminar do cheiro. Sim. "Pequenos vasos sanguíneos, deixaria fedou." "A gente tenta a fonomia que estuda, a morte dos seres vivos." "Quando já está só no oso, já parou de fedê." - Entendeu? - "Aquele cheiro não é. não é com o que eu vás o venho." - Não é com o que você é. - Não é com o venho. - É de toda o material. - Eu achava outra coisa ali, Marcos. - Taria achado outra coisa. - Qual outra coisa? Alguma coisa externa o oso. Por exemplo, mole, sai lá que fosse. Para você conseguir ter o cheiro. Quando você pega um bicho hoje que morreu e você tira toda a carne dele, eu espelha a podrecer, não sei dizer, só o oso não fede. - Você quer que. - Só o oso não fede. Então o cheiro, que ela sentiu, se é que é esse mesmo, que ela sentiu, que ela falou que sentiu, esse cheiro tem outra explicação. Não tem a ver com o que está preservado dentro do oso. - Até porque está dentro do oso. - É. - Então o cheiro. - O cheiro tem outra explicação mais dura. - E esse oso que foi levado para lá, estava cortado, você sabe muito bem, né? - Tudo bem, mas então como é que todos os foces cheiram assim, meu Deus? - Agora, vamos esquecer os outros materiais que têm. - Eu só quero dizer uma coisa assim. Eu concordo com o pirula. Sinceremente concordo com o pirula. Nesse sentido, cheiro concordo com o pirula. Porque tem outros lugares do planeta que foram encontrados ter sido mole e não tem esse cheiro. Não tem fedou nenhum. Sinceremente concordo com o pirula nesse ponto do cheiro. Mas o oso que ela levou cheirava. - Ela disse que cheiro. - Cheiro de molho. - Na mala. - Poderia ter contaminação. Poderia ser coisa que caiu lá depois. - Onde vai saber? - Se já estava aberto, quer dizer que ele estava. - Não, ele não estava tudo bem. - Não analisava o oposto. - Só que o cheiro de morte. - Paquito. - Paquito. - Não, eu tenho pé quando você tirou, pode mostrar aquela merda. - É. - A gente tem cheiro de morte. - A gente tem a merda. - A gente tem que encontrar em cider. - Não, é pra ver.
- Filtral F12. - É, é, é. - O que era uma belezinha, viu? - É, é. - O pirula não deixa só falar sobre a proteína de novo, cara. - Vamos lá. Ó, tem vários, tem review sobre proteína de nosso valor. "Petidos intactos, aminoácidos preservados não estavam oxidados, e o MSMS mostrou que a sequência dos fragmentos B e Ips são somens, exatamente o que estavam previstos para os peptidos. Isso significa que essa reação de fento nunca ocorreu, nunca ocorreu. E isso foi um experimento que a maior estivarde fez no laboratório, tentando salvar os milhões de anos que a maior estivarde. - Mas outras pessoas também fizeram isso depois. - Mas o prote. - Pode fazer. - Pode preservar por 20 anos. - Por 50 anos, corre ação de estrapola para mim. - Mas quando você vai fazer o experimento com a mostra real, porque isso foi uma simulação de laboratório. - Quando você vai fazer com a mostra real, a reação de fento não está lá, então significa que não foi a reação de fento. Ah, foi outro processo, qualquer não foi, porque os raios cósmicos tenham descozinhos. - Mas esses raios cósmicos, eles, eles. - Da onde eles viriam, porque a gente está falando do processo. - Isso não tem nem um processo de concentração. - O mar deia terras direto. - Não, é o criito com ele, mas eles foram soternados. - Ou. - Ou. - Os animais. - Os animais real criques foram soternados. - Quando eles foram soternados. - É, aí, então você já vai falar. Quando eles foram. quando os materiais de real criques foram soternados, eles não estão mais expostos aos raios cósmicos. - Tudo bem, os raios cósmicos penetram em algum momento. - E em etapa, assim. - Mas isso. - O Mark Armitage foi lá, pegou um. - A 30 centímetros do sol. - O. - O. - Cavou com a mão, de todo o tamanho. - Chefreu lá, do. - Então não estava consolidado o material? - Ele tava lá no vídeo. - Ele foi super feliz. - Fala-se um ataque, ó. O ostra quebrado, está aqui o material elástico e plástico. Ele tá esticando. A gente vai mostrar o vídeo, aí, tá. - Porque o João tá falando. - É mais ali. - Mas ali, óbvio, um. é. é. - Que ele passou pelo processo de de mineralidade. - Não, não tinha de mineralizado. - Ele fala nem se quer descalcifico, né? - Ah, no caso do. - Nem descalcificado, está. - É muito evitência. - Essa daí, essa daí. - Ela é descalcifico, bom, mas. Pode pôr um a zero, gente, pôr um nosso lado aqui. - Eu queria ter. - Essa pergunta eu queria fazer. - Até onde eu sei, na biologia de nada, eu falei assim, de sem evolução. - Exato. - Ah, com um artigo, de ser um nó de ver. - Deixa eu ter uma pergunta. Com um artigo, que vamos para o que você já. Completamente rada e joga na lado do lixo. - Um artigo, você quer ter um artigo. - Um artigo, sabe o que que. - Sem pena, sabe? - Porque, sabe a pena. - Porque isso é que vale exatamente o que eu falei. - E. - É. -. que eu falei, "Ei, do Jimmy's Web". Com 6 galac, sem 6 galac, você quer ter um barato, - tipo 2, 3, 1 galac, sem 6 galac. - Ou seja, eu sou um barato, - e uma fotinha bem pequena, né? - Sim, é muito fácil. - Então nós temos bilhões dessas galac, que você não diverso, né, Felipe? Porque você pegou 6 naquela fotinha pequena. Deve ter bilhões no universo, né, Felipe? - O seu maior momento foi, você. - Olha só. - O sabe o que. - Tem que. - O que você falou, cara. - Tem uma foto pequenininha, não foi. - Não, o que eu disse foi o seguinte. - Você tinha 6 lá, quantos tem não? - Eu não tinha 6 lá, foram. É um trabalho de redução de dados, foram selecionados 6 para trabalhar. Vamos voltar para o que existir na energia. - A única uma summarização na biologia faz sentido, senão é a luz da evolução. - Obe Hensky, né? Sabe o que isso tem? Você é uma boa declaração que um bom cientista faria. Nada em ciência faz sentido senão a luz dos dados. Você não falou lá que o chefe aos dados. Isso é. Isso quando você fala nada, vai ser a sua idade da luz da evolução. - Mas eu só faz uma faci sentido senão a luz da evolução. Isso é isso aí que você está falando. Meu dogma é que guia minha ciência. Isso aqui, nada faz sentido no tecido mole senão a luz dos 60 milhões de anos. Então eu tenho que encontrar uma reação de fento para preservar. - Você não te pessa uma ciência. - É, percema ciência. Para a digma, baseado em algumas coisas que você não sabe explicar. Depois que você sabe explicar, aí que você chega e fala, "Olha, eu acho que talvez a gente deve se revei isso daqui." - Porque. - Eu acho que talvez a gente deve. - Quando a gente reveu, você senta uma gente de anos. - Quando a gente tem buracos de compreensão. Esses buracos de compreensão, vocês não serão preenchidos. Antes disso, a ciência tem que ser extremamente cautelosa. Isso aqui é o ponto, entendeu? Grande revoluções não costumam acontecer. E quando elas acontecem, você tem que ficar a culpa e atrás. - O chepanzece é um nosso esparinho. - E não vai ser por causa disso aqui. - A gente se pencece nos nossos parientes. - Ah, e a gente já quer pular, precisou. - Eu só queria entender. - Porque ele falou assim que a gente precisa de várias evidências. - Para ter um balo paradigma. - A parte do tecido mole que eu não entendi ainda. O que é esse lance do tecido mole? - E se ele comprouva realmente. - Eu posso mostrar alguns slides. - Pode ficar mais sobre slides. - Vá lá, vá lá. Vota e dá da terra aí. Pronto, esse daí. Vê se tem um anterio só para conferir. - Vota só. - Não, tem não, pronto, beleza. - Vá lá, vá lá. - Vá lá. - O que são, né? - A solução. O que são, você tem qualquer tipo de tecido ou moleco orgânica original daquele ser que foi fossilizado. O que foi encontrar até agora? Uma coisa importante de dizer aí é que a gente não coloria essas fotos, não. Tá do jeito que está lá no artigo. Porque tem pessoas que estão dizendo que a gente coloriu para poder dar uma cara mais de novo na escolha. Tá do jeito que está no artigo. O que foram encontrar até agora? Vá do sanguinhos, pele ao pelaginho, tecido os conjuntivos, células inteiras, glóbulos vermelhos, células ósseis, sangue num dos artigos, DNA, proteínas. Do sangue até onde eu tinha visto não era confirmada. Bom, proteínas, colagem, no keratina e várias outras tipos de proteína. Principalmente, o colagem não é um tipo de proteína. - Passa o próximo aí, por favor. - Que possui características que são mais resistentes. - Porque não é qualquer colagem, é o colagem no tipo um. - É, uma coisa que eu achei interessante quando eu comecei a estudar a questão do tecido mole, é que o artigo foi publicado em 2005. Mas esse fato ficou em cima em 1993. Não, na verdade. Ela começou a encontrar tecidos moles em 1993. - Na verdade, eu tinha visto 99, que ela tinha achado tecido mole nos fósseis. Essa declaração é 93. Ela estudava antes, de neu, em desde 1993, mas ela achou tecido os moles a partir de 1999, pelo que eu tinha entendido. - Bom, ela diz o seguinte. - Tive um revisor. - Isso é um revisor de artigos científicos. Tive um revisor que me disse que ele não se importava com que diziam os dados. Ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse, "Vem, quais dados convenceriam você?" E ele disse, "Nenhum. " - Mas isso é. - Isso é mostrando que não é aquilo que você falou no vídeo. Porque eu disse que "Ai, isso aí a gente é conhecido esse um bocado de tempo." - Inclusive. - É, é um bocado de tempo, mandando o céu 2005. - O que você falou? - Tem 1954. - Você disse que é 1954? - É, porque eles estão sob os séculos. - De 1954. - De 1954. - Ah, mas é problema do cara, hein? - Ah, vou saber. Desde 1994, já tinha sido encontrado sequências DNA no suposto fosse de 80 milhões de anos. Na verdade, antes, desde 1990, está se encontrando DNA em fósseis que supostamente tem 10 anos de milhões de anos. Isso próprio pirula diz que não aconteceu. - Desolha. - O que? - Desculpa, todo isso no vídeo. - Que o DNA é um tecido muito, muito, muito, muito frágil. - É um tecido, né? - É um molecola, muito, muito, muito fácil. - É. E que ela não sobreveria 1 milhão de anos. - Que ela usou 1 milhão de anos. - Pois a gente tem uns certos de artigos mostrando que tem. E que não há, é, mas o que eu falei é que havia suspeitos de tecido encontrado DNA em alguns tecidos fósseis, mas que eles não eram suficientes para conseguir. - Mas eles acham que eles foram encontrados. - E fizeram inclusive o PCR. A técnica de PCR foi aplicada e aquele DNA que foi encontrado foi reproduzido. - E. - E o que? - E foi demonstrado que, nesse DNA? - Que o DNA tava lá. - Não, não, não. Mas o que, que informação deu esse DNA? - Não, é só aquele trecho que foi encontrado e ele é reproduzido por técnica de PCR. - Só o trecho. - Que o animal foi estinto a 60 milhões de anos, não era passar DNA lá. E como que sabe que não foi contaminação? Então, se você não tem como saber de qual de que que você tava falando. - É uma mesma coisa do que a mão você tava falando. - Você tava falando que a mão você tava falando. - Da mesma nerds-whats. - E você tava falando, não me deu. - Eu. É o que eu tô dizendo. No caso você quer justificar todos os exatírios. - E todas as coisas que eu encontro. - Entendi, você tem que isolar todas as possibilidades. - E você acha que ele não fizeram isso? Que não são cientistas que fizeram isso? - Não, não sei. - Não, os caras que eu não me engançaram esse na nitro e tal. - Você acabou de falar que publicaram essa na nitro e que foram publicando a porcaria. - Dependeendo do que. - E o que eu não disse? - Desistivei comprovando o que a pessoa quer. - É ainda mais quanto você. - O pode não publicar. - O pior é que você confronto um paradigma que é mais. - Lei do que a lei da gravidade. Que nada faz sentido na evolução. - Você não ha luzes de 60 milhões de anos. - Você que você não pode publicar, então é que passou por isso. - Não, só pra gente se apresar de treinamento. - Congiram que a lei da gravidade não está. - Não, quando você não tem uma. - Que eu ia dar gravidade. - Oê? - Não vem com essa de lei da gravidade. - Ah, é. - Mas é uma coisa que. - Tá bom, a semântica foi. - É porque esse tá colocando um palavra, gente. - O que não é? - Tá bom, é. - Que eu queria entender. - Não, não, não. - Com falar com o astro-piseio. - Essa é uma coisa, Felipe, esse negócio, nada faz sentido à luz da evolução. Tu sabia que Mendo era contra Davi? - Não, cara, nem. - Não, era bem assim. - Era assim, não. Era assim. - Sim, eu tenho uma pesquisa suficiente. - Publicação. - Exato, tudo. - É uma emédia rocha de biologia. - Não pode no fim. - Tá proivê-no, agora? - Não, tá proivê-no. - Tá, tá. - Tá sete, gente. - Tá bom. - Você chama. -E não pode, mas eu quero saber o seguinte, dá para ter sido, sem encontrado e mesmo assim ainda ser de milhões e anos. -Porque não poderia. -Essa é a gente que está em questão. -Ela mesmo diz, deixa passar aí. -Poderia. -Apparentemente pode, né? -A gente não pode. -A gente não pode. -Essa é a gente que tem entendendo qual é a discussão entre vocês. -Porque não se querem. -A gente não tem pleno conhecimento sobre todos os processos de preservação que aconteceram em todos os lugares. Se fosse uma coisa muito, muito, muito comum, a gente achar e entro o contecanto. Tanto que demorou muito tempo pra gente conseguir achar esses materiais aí extremamente bem preservados em nível biomolecular. Quando foi encontrado, que a gente vai fazer quando você ter um dado novo, é tentar achar motivos pra que ele tá ali. -E não vai achar, mas é um bileiro. -É uma coisa aí. -É uma coisa aqui. A primeira vez foi publicado, foi entre 93 e 95. -Não, entre 2013 e 2005. E depois, o pessoal começou a achar em outros cantos também. -A maioria dos achados que a gente tem. São achados que inclui, por exemplo, o formato da organela. Mas você não consegue extraíbil uma molécula de lá. Você tem fósseis com uma extrema preservação em que você não consegue extrair uma molécula de lá. Agora tem outros que você tem como extrair, e isso é algo que não é comum. -E aí é por isso que a gente precisa. -A possível, porque foi achado? -Exatamente, na cabeça dele é possível, porque foi achado. -Não é possível. -Obileira. -Obileira. -É sangue não tem evidência com o mar. -É possível, não tem evidência comprovada com o sangue. -Tem vários experimentos feitos em laboratório de preservação de proteínas. E hoje nós sabemos mais ou menos quanto tempo que as proteínas podem ser preservadas. As proteínas são moléculas que nós temos no nosso laboratório. Você pode ir para o laboratório, você pode fazer experimentos controlados e pode fazer uma estimativa da preservação de proteínas. -Mas você não sabe exatamente qual as foram as condições. Se você encontrar uma condição, você não consegue te metir com toda a explicação com uma rocha do mundo. Todos os experimentos de laboratório mostra que proteínas são degradadas em poucos anos. -Mas não em qualquer condição, mar. -Se senta mais ou menos de 1 ano. -Era precisa saber com a mar. -Se for uma 20, 2 anos. -Solado, 3, 4 anos, 5 anos. Outra, os raios cósmicos têm experimentos que foram feitos. Eles bombaram bem. -E não agora que saiu para o banheiro, não vai falar em algo cósmico. -Espera ele voltar no banheiro. -Era melhor. -Deixe falar com o banheiro. -Era melhor. -Mas você sabe que o raios cósmico deveria degradar, então não dá para se apelar para conservante. -Vamos falar em uma raio destruidor físico. -O que destruiria a reação de fenton, que a proposta já falei bastante aqui. Tem os experimentos que são feitos com DNA, que é o nosso molécula que guarda o código da vida, que é outra evidência absurda de que uma mente inteligente nos fez. -E os experimentos de laboratório têm sido feitos, dá 500 anos, da milhão de ano, no máximo dos máximos dos máximos, um milhão de ano. O próprio pirula falou isso no vídeo dele. -O 60 milhões de anos tem fragmentos de DNA preservados. -Ninguém tem certeza. -Nosam. -Nosam. -Nosam. -Vam colocar as evidências na mesa. "surdamente improvável de que esse. " - Peza muito, muito, muito, muito mais. - É óbvio que pesa. Então foi o. Quando você vê o. - O tesaste não. - Pera lá. Os evolucionistas foram atropelados, estou procurando a placa do caminho. - Estou tentando. - Estou tentando bolar uma analogia aqui para demonstra. Porque é que. - Vamos tocar o vídeo. - Então, vamos tá lá. - O Virul é bom de isso, ele vai bolar. - Você tá meio travado, Virul. - Tá mais travado, não sei. - Você tá demorando por responder, Virul. - O que você vai falar? - E agora que você está. - Que é isso aí? - Vamos já ouvir isso aí. - Vamos. O adulto que eu falo alguma coisa. - Ai, é o adulto. - É isso. É uma coisa importante que é o seguinte, a ciência deve trabalhar com aquilo que ela conhece, não com aquilo que ela desconhece. Para dia do momento que nós começamos a trabalhar com aquilo que nós desconhecemos, para tentar justificar aquilo que nós não sabemos, daí a gente encorre no problema de virar dogma, ver a religião e tudo mais. Então, é muito importante trabalharmos em cima daquilo que nós sabemos. O que que nós sabemos? Por exemplo, a respeito de ter sido mole, de proteínas e etc. E tal. Tá, mas talvez tem um sistema, talvez tenha ocorrido alguma coisa, e se nós não sabemos. O que nós sabemos é isso ou que nós sabemos. Ou seja, nós sabemos que proteínas e estipli coisas não vão durar 60 milhões de anos. Se a gente sabe, independente de qualquer outra coisa, a partir do momento que a gente sai dessa esfera daquilo que assim é, se conhece, daí nós estamos tratando de fé. É aquilo que eu acredito, é aquilo que eu acho. E quando a gente entra nesses caminhos, a coisa fica bem complicada. Então, por exemplo, na questão do que o Marx estava apresentando, tem coisas que nós conhecemos. Nós sabemos. A gente testa isso em laboratório. Então, isso é conhecimento científico. Então, nós temos que fazer nossas decisões baseadas em conhecimento científico. Você concorda que também há muito conhecimento científico, que ele é essencialmente tudo, que você não vai concordar com isso. Mas enfim, há muito conhecimento científico, feito em laboratório, que, por décadas e décadas sustentou a idade da Terra com vilhões de anos. Inclusive as datações, inclusive todas essas coisas, a estratigraphia que corrobora, e aí os tipos de fósio que a gente encontra em cada camada, e depois os estudos evolutivos e tal. Enfim, tem todas essas coisas que a gente consegue fazer para sustentar que a Terra tem bilhões de anos. Isso não foi um paradigma construído do dia para o outro. Isso daí foi uma coisa aos poucos e que todas as evidências de que a Terra era jovem, que era o que se acreditava antes. Todos as evidências de que a Terra era jovem foram caindo uma por uma, porque elas não se adequavam a realidade que a gente enxergava. Não, porque mesmo antes das propostas evolutivas, o pessoal já estava vendo que não fazia muito sentido uma Terra de uma Terra de álcool. O mouse até estratigraphia. Mas então, e muito antes de propostas evolutivas, mais robustas, as pessoas já haviam que. Mas antes de estratigraphia, as pessoas já esterem. Até anbo. É um pessoal que não está me manipulando. Eu estou falando, eu sigim. Eu estou falando de noção. Dado que tudo isso daí é conhecido, quando você encontra uma evidência, que parece não se encaixar ali no que você está falando, o mais provável é que tem alguma coisa errada com aquela evidência. Você tem que testar ela direitinho. Antes de você dizer que todo o paradigma está errado, isso não é dogma. O dogma é quando você começa a montuar muita evidência de determinada coisa, e aí você acaba depois negando que era o que estava acontecendo. Que era o que estava acontecendo, um pouco antes do Darwin publicar origem das espécies, depois publicou daquele monte de gente que não quisa aceitar o que ele estava falando, sendo que as evidências de que a Terra era mais antiga, e que uma espécie virava a outra, essas evidências estavam começando a ficar muito claro. -Ele diz que não tem nenhuma evidência. -Ele diz que não tem nenhuma. -Ten nenhuma, é. -Estava claro o processo. -E isso não é dogma. Eu você que imaja ordendo brúrro na ira, ou dizer que as uterstrinas são igual. Mas o que acontece? Quando você muda e quando você vê a descoberta da gente, quando você vai vendo as descobertas depois da genética, da paleontologia e de todas as outras coisas que aquilo vai somando com a ideia que tinha, as ideias contrárias que eram as ideias vigentes acadêmicamente falando, aquelas foram sendo quebradas, isso não foi um processo fácil, foi um processo super difícil. -Ninguém queria aceitar a evolução. -E dá. -Ninguém queria ter essa tipo. -É para a sua fé. -É para que a pessoa não tivesse a se sufrir. já estava observando!
travando essas evidências nos materiais que eles tinham coletados, e não tinha ainda encontrado uma maneira de conseguir colocar isso de maneira organizada. Perdão, tanto agora, uma das prefácils, na verdade, o prefácil da origem das espécies, o Darwin agradece a uma série de pesquisadores antes que já tinha. - A prefácil, no final. - Que já tinha. - Ata isso, é. - Que já tinham publicado coisas que dava a entender exatamente aquilo que ele estava querendo propô, porque isso já estava ficando muito evidente. Então, o conhecimento, ele foi sendo construído aos poucos e foi sendo acrescentados outros dados e houve uma mudança do paradigma antigo que não estava mais conseguindo se adequar aquilo. E houve predições, houve predições, pessoas chegavam lá assim, olha, que isso daqui, foi verdade, então vai ter que acontecer isso, até que acontecer é que. O DNA foi o que foi ali isso, não é lixo? - Não é lixo, não é lixo? - É lixo, mano. Claro que é um cedo, é um outro de coisas. - É o planeta que haver. - É um planeta. - Informação, a informação de usar. - É uma coisa que já foi. - É um cínio, mas. - Tá bom, tá bom. - Mas tá voltando na história pra fugir do dinossauro. - Pra fugir. - Não, vou fugir do dinossauro. - Pra você e pro chat. Vocês conhecem a navalha de oca, né? - Exatamente. - É que dá pra aplicar isso aqui. - Oca, perprei. - Que tá pra. É que dá pra aplicar isso aqui. Tipo, pro design, entre a gente fazer sentido, a gente tem quebrar biologia, tem quebrar astrofísica, coisa. - Mas a navalha de oca, né, isso. - É, isso. - A geologia ainda tem que demitir o sejão. - Não tem que demitir o sejão. - Mas a navalha de oca é. - Não tá ainda. - É, a gente vai indo. - É, a gente não vai. - Não vai ter mais pedaço que a teoria é uma. - Então, você quer ter uma vacaliação de teorias de hipótese que vão montando um em cima da outra. - É, tá. - Isso é a uma vacaliação de hipótese. - É, é a uma vacaliação de teorias de hipótese que vão montando um em cima da outra. - É, tá. - É, tá. - Isso é a uma vacaliação de teorias de hipótese que vão montando um em cima da outra. - É, tá. - Isso é a uma vacaliação de teorias de hipótese. - Meu caral! - Ele disse um pouquinho! - Agew, ele disse? - Essa é toda a vermelha Apradressive, ele disse руки! - Olha só! - Desculpe esse pakиру Crossing?
اء É uma vermelha! będzieia aqueção dele. Giants, ninja do Bracão e a Mona 봐ra, O perigo Komens. Кто gostei dessa! O 45 e a Zella boiled o 5 de pr��ade no sprayed emухias de jovens tem a molécula orgânica aí, olha, tem aqui, DNA, DNA - Tem a vio, esse material é isso, é isso! - Essa é a das suas, a gente descobriu que o bicho era vermelho - O bicho era vermelho, o bicho era vermelho Descobriro, o cúdinossauro era vermelho o cúdinossauro é um corante, um pigmento orgânico como é que 60 milhões de anos, o pigmento orgânico está lá na pele do bicho Olha só, evitências dele, evitências dele proteínas, cromoçomos e marcadores químicos do DNA em cartilagem, desde o nossoauro - Prezelado, é excepcionalmente - Foi o DNA foto do seu. - Foi a reação de fento que preservou os cromoçomos cromoçomos são estruturas de DNA em roladas em estonas e todo mais ó, proteína, cromoçomos são mais de 17 diferentes tipos de bil moléculas que já foram encondadas - E essa é da Chivate, também, ali é de aluna da. - E noauçauro, é o que é vermelho - Você vai ter que publicar mais de 17 artigos com a reação de fento na saíance de dois anos para tentar de alguma coisa salvar isso carbônocatorze em dinossauro você falou que grudou o carbônocatorze - Não, é ele, você tem isso na caixão, não - Dá um acaféu, não a conteúdo - É, expliquei para mim, o que está rolando o carbônocatorze - Pegar o tecido molho do dinossauro forolar a ver se tinha o carbônocatorzo - O tempo de minha vida é 5.730 anos - No máximo do máximo do máximo do máximo do máximo do máximo do máximo do máximo do máximo do 60 anos - O que é vermelho? - Vile ela, depois de 60 anos, você não deve mais - Deixe ter que estar carbônocatorze - No depois de 70 mil anos - Acharam no tecido o carbônocatorze Ou seja, estabelecemos um limite 60 mil anos Para 60 milhões de anos é ordens e ordens de grandeza O que está acontecendo? - Ó, cada dia que passa de viagem - Outra live aqui dos anos 30 mil, agora não sei, 30 ou 60 - Eu sou fiável, eu sou fiável, eu sei que eu era 30 mil - 60 mil anos, sabe que está - Você está com o sinal quase no ruído É a gente sabe, por como químico analítico Você tem que se ter um sinal 3 vezes mais corruído - Não, não é o seu sinal, se não é o ideio - Não é o que é o sinal ruído - Você é 60 mil, assim, se esfutando o balde Se esquecendo as suas leis de se der relação o sinal ruído, tudo mundo - Mas você chega a se sentir. [Muzaca] O razoável é 20,30 mil no máximo. Agora você acha que carbono 14 não é um sono, é um sono. - Deixe eu perguntar. - Deixa eu perguntar. Essa é o carbono 14, o cara da ataro deu quanto? O tricerato, pésenta e 31 mil e 42 mil. Então qual é a dica? Você vai falar isso? - Ela é 60 mil anos. - Se você é 60 mil anos. - É 60 mil anos. - E 30 mil. - E agora só 40 mil. - Sabe por quê? - Porque o carbono 14 elimina essa ilusão dos milhões. Mas não quer dizer que ele seja a precisão que se diz que tem. - Por exemplo, a gente tem. - Então, agora ele vai pra mim dar-se um confio. - Não confio no carbono. - Eu confio que ele mostra das datas até me variar. - Não, não, não. - Então, eu me não e se o filho não confio. - Vou responder aqui. Volta pra mim que você perguntou pra mim. - Isso. - Olha só. - O que acontece? Como é que o carbono 14 se forma? É através de uma reação em que você tem um bom bardeio com a atmosfera do que. - Do. - O que? - Pô, não, pera, deixa eu lembrar. É o carbono. Não, é o nitrogênio 14. - Sim. - Não. - O nitrogênio 12. - 15. - Estou tentando lembrar. - O nitrogênio 14 é o trogênio 14. - Ataxasado um pouco de pés. - E pésenta. - Faz tempo como o dualo disso, meu professor. - É. - O nitrogênio 14 é bom-bardeado. - Sim. - Você tem um pé de um próton e aí você tem a liberação de uma parte falada. - Carbano 14, certo? - Carbano 14, que é instável. - E como é que ela chega no organismo? - É o organismo do carbono, certo? - O ciclo do carbono. Vai. A planta vai lá com o som e o carbono. - A gente consegue me dizer esse processo onde quando, aqui, no presente, certo? Você acha que o presente é chave do passado? - Eu acho que o que a gente tem, sabendo, a fisiologia das pessoas. - O presente é chave do passado? - Isso é boa ciência, se extrapolar para o passado. Se acha que é boa ciência? - Absolutamente não. A gente não sabe também as condições, certo? Olha, veja bem, eu quando falo de 6.000 anos, eu falo como criaçãoista bíblico, certo? Criaçãoista bíblico, que acha que houve um dilúvio global nesse planeta. - Você vai. - Você vai cair da sua cadeira aí. - Mas eu sou um criaçãoista bíblico, o adulto também. - O planeta que ia. - Isso é o que é putão, é só que é putão uma coisa. - O que acontece? Se houve um dilúvio, como a gente assume que houve, as condições prédio-luvianas teriam nessas condições prédio-luvianas uma absorção de carbono 14 que levaria todo o organismo prédio-luviano, a envelha ser muito mais do que recentemente nos datações. Então a gente explica dentro do modelo. - Mas você está postulando por lá. - Você não é tão evidência mesmo. - Você é esse nenhum, não. - Aí na tua feta, em 2006. - 60 mil anos. - Agora, 60 mil, 60 mil não passa, certo? Vamos esquecer os meus 6 do ano? - Não, mas esse criaçãoista sabia, dá para confiar o não no carbono, carbo-cato-luvianas. - É justamente isso que é o ponto. - Se você está. - Ah, se você percebe que o uniformitarismo não é uma boa estratégia científica. Imagina o que a gente está observando aqui é igualzinho. Você mesmo falou que muitas coisas mudam, não foi? É igualzinho a 6 mil anos atrás. Dentro do modelo do criaçãoismo bíblico, tem muito teórico que fala assim. O antes do dilúvio, a gente tinha uma condição de carbono-cato-luvianas bem menor. Então você vai achar menos carbono-cato-luvianas, vai achar que é velho. - Vai achar que é velho. - Agora, eu vou de caligração. - Só esqueça minha posição. - E a minha posição mesmo me fala uma. - Esqueça minha posição bíblica. - Então 60 mil não passa. Mas todas as carbono-catorias é usado demais. Todas as anárias de carbono-catorias, que são usadas desde sei lá, para dar uma multia até sarcofago, até sei lá o que. Enfim, se você é o arqueológico com restos ali de carvão, essas coisas todo, e carvão é uma coisa que se preserva. - Rás de uma vez, obviamente, bem. - Que tem carbono-catorias também, né, Záud? Não, e é uma boa mostragem para o negócio. Cara, quando você olha isso daí, você chega e fala assim, "e aí?" E todo mundo está errado? - Todo mundo está errado. - Não deu-no-no. - Está errado, calibrado. - E se tiver ativo, até 60 mil anos? - Só até 60 mil anos. - Não, não, espera aí. - Ninguém está falando. - Não colocou por que? Ninguém está falando que os métodos estão errados, que as análises estão errados. Nós só estamos dizendo que. Os cálculos que são feitos são baseados nas taxas de hoje. E essas taxas de hoje não necessariamente estariam prevalecendo no passado quando você tem. - Quando você tem. - É isso. - Quando você tem correlação cruzada? Quando você tem correlação cruzada? - Você faz. - Você faz um. Você faz. é quando você junta dados de natureza diferente. Então, por exemplo, você. "Ah, vai, eu posso explicar daqui a pouco que você fala, não?" - Não é ela, hein? - Não, quer falar a fala. Não, eu ia falar assim. Quando você tem uma coisa cruzada. Então, por exemplo, você tem cellar. O carbono 14 é usado muito arqueológicamente. Então, vamos pegar, por exemplo, você lá. Uma. "Posibilidades dos indígenas terem chegado aqui nos américas há 30.000 anos". Então, beleza. Você chega aqui e você faz estudos que são. que possuem uma. como eu já falei, evidências simultâneas. Você não vai pegar só o carbono 14. O carbono 14 não vai ser a única. O único dado, você vai pegar. - Você pode pegar dados. - Você não pode pegar dados de carbono 14. - Para 60 milhões de anos. - Dados de. Dados de. não, milhões não. Fala um narcológico. - Mas você pode cruzar com 60 milhões de anos. Mas você prova de te mostrar que quando você tem as. para trás do dilúvio, não necessariamente a coisa correu com tempo diferente. Porque você tem corroborações, por exemplo, que vão da genética quando há material. Linguística quando eu sou um povo, que você sabe de onde vieram. Corroboração de outros grupos. Domésticos, por exemplo, então, seja um animais de um plantas, domésticas, estamos aqui. Você vai somando todas essas evidências. Você pega mais de uma forma de datação, que hoje o pessoal também tem datando por luminescência, tem uma série de outras. - Isso é o pergunta que eu ia fazer. - Você tem um entendendo a ficção por carbono 14. - Você tem um que ele é de idade? - Posso arredir o metrido, você usa vários dos dígahos. - Porque você é levando para o meu lado, e eu vou tentar escapar do órgobén. - Vamos lá. - Vem só, dá outro. - O que você tem? - Tem a ver com a natureza do que se data. - Mas tem a ver com a natureza do que se data. - Vamos lá. - Esse é o ponto. - Você consegue datar o cedimento, carbono 14. - Você data o material. - Ah, o material, o material. - Porque ele é sido mole, que é encontrado no ebra datado. - Todo esse cedo mole. - O viler. - Eu ia comer esse franguinho aqui, mas não é datado para o cabelo catulho. - Eu ia comer esse franguinho aqui, mas faz umas três, quatro horas que ele está aqui. - Já está decomposto, cara. - Vamos lá. - Vamos escutar o lado alto. - Vamos lá. - Eu falei ali, um pouco, sobre fatores linditantes. - Carbonocatorza é um deles. - Carbonocatorza é confiável até entre seis e sete mil anos sem precisar de curva de calibragem. Até 20 mil anos usando curvas de calibragem. A cima de 20 mil anos não é confiável. Agora, se tem car. - O usada! - Porque várias pessoas fecham mesmo. - Mas tem a mesma. - Que mais as pessoas. - As pessoas utilizam. Mas você tem que tomar mais cuidado quanto mais meia vida passa. - Mas não quer dizer que é não confiável. - Você está na cada vez mais não confiável. - Que seja, 60 mil anos que é o limite lá. - Mas não vamos colocar 60, coloca 40. - Não, tudo bem. Vamos colocar 60. - Cara, puxa um saio de inputilado. - Não, não. - Vai puxar muito. - De a gente encontrar carbono em uma mostra, qual seria o máximo dessa mostra? - Não sei. - Porque tudo tem a ver com a quantidade que possa ser. - É uma quantidade que possa ser para se medida. - 60 mil anos é um limite máximo. Não dá para medir mais. - Carbono em mais do que 60 mil. Você só não consegue usar para dar. Mais do que 60 mil, você tem carbono 14. - Dentro da crença de que ele é mais antigo do que isso. - Não, você tem. Você tem até. - Tem que ter carbono. - Se existe carbono 14, o que você está avaliando, independente do que for. A sua amostra não poderia ter mais do que 60 mil anos, porque ele é detectável. - Tendo detectável, a amostra não pode ter mais do que 60 mil anos, todo ano, assim, é o benefício do 60 mil. Na verdade, serão só 20 mil. A gente tem encontrado carbono 14 em diamantes, que são rochas do pré-cambriano. - Porque. - É, porque não é impossível um diamante passar. Tem que ter contaminação. Tem como carbono entrar no diamante. - O carbono 14. - O pior que quebraram o diamante, pegaram vários pedacinhos da todos eles com mesmo data. - Qual eu, Artigo? - Cadê o Artigo? - Vamos mostrar, vamos mostrar. - Vamos mostrar, finalmente. - Porque. não, pera, pera. - Não, vamos mostrar. - O pirulano nunca entrega os pontos. - Tem um diamante, eu não sei por causa disso, pirulano. - Tem um diamante. - Com certeza, puta, que esse pré-cambriano não sabia. Porque diamante daria para explicar tranquilamente. Agora, do pré-cambriano, tem que ver o Artigo. - É bom que o diamante está encostrado numa rocha pré-cambriana. - Ah, mas então o diamante pode não ser pré-cambriano. - O quê? - Não sei. - Quando posso estar na rocha da rocha, quando não está, não está. - Bom, vamos lá. - De que viu uma coisa. - O seu modelo realmente não falciável, não tem como. - Vamos só dar uma olhada nos tecinhos. - Vamos lá, olhada. - Aí passa o próximo, e isso aí foi o que foi encontrado. Aí acho que tem graças, você falou, "Ah, não foi um pedaste de carne, que foi encontrado." "Caro, que não foi um pedado de carne." "Mas olha, pô, olha, gostei." - Mas que se se preste. - Aí você está aí, você também está aqui. É de novo a sua vontade de achar que o que você está olhando é o que parece que é. - Porra, não parece que não é. - Fizemos o ponteu, mas. - Caso o PCR do DNA. - É passo próximo, aí, pô. - Aí não é imagem. - Ah, isso aí foi a coisa que você falou lá, né? - Esses materiais, porém, encontrar dentro dos ossidilação. - Pegou menos foto também, né? - Aí ele é bem mais bonitinho, tá parecido naquela forma. - Não, foi essa caragem, não foi essa caragem. - Ele só favorece o Pedro Lolo. - Não, você bem mais bonitinho? - Isso, Pedro. - Uma coisa tem que admitir. Você bem mais bonitinho que tá parecido naquela forma. - É, viu, viu. - Ele tem que admitir, foi essa caragem. - É uma amoura. - Vamos lá. - Chatando. - Aí ele diz assim no vídeo. Infelizmente, o DNA é uma molécula muito, muito, muito, muito, muito frágil. Não tem evidência de DNA, intensivos possem de com mais de um milhão de anos. Na outra, diz assim, essa daqui foi foda, Pedro. - O. - A variável aqui não é o tempo. Tanto faz o tempo pra preservar, não, puta, velho. - Ela tá falando, não é? - Mas, é. - Tá, mas você tá esperando o texto, fora do golpe. - Porque eu foses igualmente, antigos, tem uns que tem esses elementos pra preservar e tem outros que não têm. - Aí teria que ter todos. - Mas, mas o é. Você tá falando, você tem o. - Você tem um grande quantidade que tem. - O bicho morreu ali. - Tá falando, milhários de anos. - Porque que só uma quantidade tão pequenininha tem. - Tem milhários de anos. - Essa material preservado e os outros não. - E a facilização é muito rápida. - É uma milhários de anos. - E tá falando milhários de anos. - E que consegue preservar em uns e não nos outros. - Então, se o negócio morreu tudo igual. - É natural. - Então, nós temos restações. - Mas, então, mas porque que eu dei esse exemplo? - Per exemplo. - Não, calma, calma. - Eu dei esse exemplo. - Por quê? - Para mostrar que a variável não é o tempo. - Não é o tempo que vai determinar quem preserva, quem não preserva. - Se você tem um bicho que morreu na semana passada e ele não tem o material preservado. - E um bicho que morreu há um ano atrás. - E ele não tem o material preservado. - É um ambiente. - É o ambiente e não o tempo. - Ah, de variável não é o tempo. - Porque se o fato de ter molécula é porque é novo. - O fato de não ter molécula que é execentigo não faz sentido. - Não, quer dizer que ela já sofreu para as suas tideras da rolação, que deveria sofrer. - E o que acontece é o seguinte. - Então, significa que ter ou não a molécula. - Não é o tempo não é a variável. - É óbvio que para ter o nome de. - Não ter a molécula. - Vai, porque é o ambiente. - Você senta meu nome. - É óbvio que é variável. - É o tempo variável. - É o final da sexta-se. - Não, é óbvio. - Não, quando você compara com materiais que tem o que não tem. - Quando você não era. - Não era o tempo variável. - Aí foi o tempo variável. - Aí sabe como é que é isso. Antes da. - Chewite, eu não sei falar onde é. - Está Mary. - Isso mesmo. - Antes dela publicar, você praticamente não encontrava ter sido mole em nenhum fósselo. É porque não encontrava, é porque não procurava. - Aí depois. - Aí depois. - Isso não procurava. - Aí quando passou a procurar? - Acho que se achou. - Você se achou na Espanha, na China. - Acho no Brasil. - E qual a porcentagem disso em cada um desses materiais? - Mas a porcentagem, cara. E isso que eu estou dizendo, e eu estou falando de milhares de ano que aquele negócio está enterrado, é óbvio que ele sofreu da processa de deterioração. Se ele está milhares de anos e basta da terra, não vai ter tosinho mesmo não. Agora que vai ter mataria mole, pode ter mataria mole. - Ainda. - Agora, milha o entendre. - Quando esse morreu tudo junto. - E impossível. - É. - Se você está vendo que tem as pequenas quantidades, são pequenas quantidades. E o que ele fala é isso? - É. - É, claro que é possível que em outros fósseis tenha que isso não quer dizer que invale do fato. Pelo contrário, você tem 60 milhão e diante. Isso não é mínimo, porque eu vou mostrar coisa muito maior. - Você tem 1.200 milhões. - Não, não tem mais. Você tem 1.000.000 milhão e diante. É que não é concebível isso. Isso não é concebível fisicamente. - Do mesmo jeito que não é concebível, o camado é sedimentar do braço. - É, claro. - É, fugindo, não precisa de novo. - Mas vamos lá. - O argumento da inconsabilidade, tipo "eu acho inconcebível", logo não é. - Eu acho que eles dizem que não é possible. - Não é possível. - É, eu quero saber dos dragões. - Calma. - Ae, ver só essa daí. - Isso aí é palavra da Melvin. Fiquei arrepiada. Era exatamente o que ele disse.
com uma olhada para uma fatia de ouço moderna. Mas é claro, eu não consegui acreditar. Eu disse ao técnico do laboratório, afinal os ossos têm 65 milhões de anos. Como é que se a Los Sanguína pode ser para viver tanto tempo? Aí embaixo ela diz. A pude Morel. O que é esse Morel? Morel é o cara que escreveu artigo que fez em 33. Que foi a ver artigo que fez em 33. Ela falou isso aí em 1993. Esse artigo é de 1993. Eu também estraio. Não confunda uma entrevista com artigo sentido. Não, nem que ele está confundindo. Isso é uma coisa que ele faz ali. Isso é uma declaração dela. Vamos lá. A questão é uma declaração dela. Aí na outra aqui. Você quer saber um pouco mais de tecido mole? Procurar esse documentário chamado Nova Science, que é o programa do New Tyson, o episódio 30, T.Rex Blood. Para poder ver a quantidade de coisa que ela sai mostrando. E ela diz assim, quando você pensa, aí é aquela tua pergunta, vilã. Quando você pensa sobre isso, as leis da química, da biologia, e tudo mais que sabemos, dizem que deveria desaparecer, deveria estar completamente degradado. Essa palavra dela. Mas aí também, é muito mediático. Mediático. Aí tem um vídeo aí. Tem como dar play nesse vídeo? Ó, o tecido mole. A mole é um pouco insuído. O spongy. A travou, vim. A travou. É um flexão lançado. A legcibo, mas isso foi desmineralizado. Sim, mas o texto mole está lá. Mas é porque a estrutura interna estava lá? É, mas o texto é mais facilitar. É um texto, mas foi facilitar. É um texto, mas foi facilizado. Mas tem o arme. Você preservou o arme. Arme para tal. É um reportage do chifre lá. É o seguinte, essa. Se quer desmineralizou e o tecido estava molho. Vamos ver. Agora, desmineralizar, claro, precisa fazer. Porque o parcial. Ele acrimineralizado depois de 2,3000 anos. Teria que estar, obviamente. Agora o que não pode é ter. Não pode atender. Mas o tecido mole. Tem material de 2,3000 anos que não está mineralizado. É absolutamente. 2,3000 anos, vai comparar com 1 milhão. Então ele acabou de falar. Sim. tem material que está ali, eu não sei, eu não sei quanto tempo que está lá, mas está sem descalcificação, sem desmineralização, ele mostra no vídeo, a gente não tem um vídeo aqui depois o timando, mas. Eu vi o completo de um da, mas ele começou a tomar, esse aqui se quer desmineralizei, está aqui, eu lastico, e. E eu vou te dar um pouco, tem como, tem como dar um pé aí para ver se solta, ver se vai, vai pra frente, é o documentário, óh, óh, ele vai travando um mineral dinosaur, essa é a barixóra, a desfóra, ela repetiu o experimento de 18 vezes, ela pegou 18 pedaços daquele tirano a nossa arrexa, que ela não acreditava, se não pode estar certo, exatamente, só que aí quando se viu que realmente estava lá, vão me inventar alguma coisa, inventar meu Deus do céu, você tem que achar a explicação, e a explicação não vai ser o material morreu ontem, explicação não pode ser, se teria que ter uma coisa, olha esse daí é o do tecido, esse é o do tricerado, esse não foi desmineralizado, esse aí é o, como é que eles chamam, o Mark Armateige, esse aí, eles encontrar o tecido, fribilar, fribilar os vídeos, aí toca o vídeo aí, clica no, ai, e não playa ali, actual dinosaur tisho, na surpresa, se isso não é um fósforo solido, esse é o tisho cariturista, se você se vê como se flexa o seu back, isso é, claro, muito interessante como você pula, se flexa o back, pula o que se flexa o back, isso é o tisho cariturista, isso é o que o tisho vai fazer, agora Mark, então era able a extracção de alguns muito senhores de uma matéria de material de intercorro de o horno, mas ele não tinha que calcifar o horno em lugar de fazer isso, você pode ver, é stretch, é flexo, em fact, olha, notice se é stretchado, é stretchado almost twice, its original sites, o que ele tinha, se isso é, é original dinosaur tisho, que ele pula direto de fósforo, para o descalcificado ou ter sido, de tirou o dinheiro do mundo, o que? para esse molho no helio, não, não, se você não conhece o bilhão, não tem esse jeito, mas o, mas o, mas o, isso daqui é ficar circulando em cima dos momentos que já foram utilizados, esse tipo de coisa, esse tipo de coisa, ele está, mas o seu disc não tinha no seu vídeo, não foi isso, mas o ter sido não está molido, não é molido, isso daqui, ele está falando de xícitos, ele está com alguma elasticidade, ele está com alguma elasticidade, que é uma característica da própria molécula, a molécula se preservou, acontece, isso daqui é o que colágeno, isso é colágeno, isso é colágeno, isso é colágeno, isso é colágeno, isso é o colágeno, isso não precisa ser exatamente colágeno, a loja que você conhece, colágeno, rapidamente perdeu elasticidade, a plasticidade, mas aí depende de qual tipo de colágeno e de como, mas vamos ver, vamos ver só mais algo, eles estão milhões de anos, ele molhou. Não é aquele molho. Ele tá num gel aí pra poder preservar. Não, tudo bem, tá? Mas tem que vir pra poder. É o trick com um tilo de pirmação, que é isso. E no caso da. Tem a situação que temperatura imotana. No enverno é gelado, no verão é quente. É úmido, tá, na superfície do sólido. Ele mesmo fala no vídeo, fala assim. Então nas piores condições possíveis de preservação e o negócio tá lá. Aí posso prosperar? Isso me leva a pensar em outra. Mas eu não ver isso, é melhor todo mundo para o próximo junto. A gente vai laxerar a loja. O que você falou que não tinha DNA com mais de um milhão de anos. Em 1990 DNA encontrada em magnolia, datada entre 10 e 17 e 20 milhões de anos. Nem. Mas depois acharam de novo. Porque tem uma série de coisas que o pessoal acha. 820 partes de base, eles fizeram PCR. Eles fizeram até o que é de PCR, mas até aí bom, tá? É, né? 1943 DNA encontrada em plantas tinta, datada entre 36 e 40 mil diante. 346 partes de base que foram encontrados. Fizero PCR. Science. E na seguinte, na science DNA encontrada em nosso salvo, datado de 80 milhões de anos. Passa o próximo. Esse é justamente da. da Schweitzer. Ela tinha encontrado características em 2013. Aí as pessoas não queriam acreditar justamente porque o DNA é feito, você falou muito, muito, muito frágil. Não queriam acreditar. Só 7 anos depois, é que ela conseguiu mostrar e conseguir um fotógrafa e as imagens, trazer as imagens para mostrar que realmente se encontrou aquilo ali. Com a explicação. Oi, eu vim ver o voo. [Risos] Ou aja, veio em pirula. Isso é um homem de fé, é uma bem maior que a minha. Com certeza, é uma coisa melhor. Ai vai, vai. O próximo, o próximo, o próximo. O próximo, vai. É um homem de fé. Esse é de 125 milhões de anos, mas esse eu não vou falar muito não. Esse é extra-oddemari, vem com pele, com tudo. Aí pigmento. É, dá. Bota pronto. Bota pronto, milhões de anos com pigmento. Tá, mas o que que encontrou aí? Bota o próximo. Aí esse. Bota com mamífero. O que que encontrar no mamífer? Encontrar o pele pelagem em uma série de outras estruturas. Tá, tudo bem, mas isso daí. Esse preserva faz. Não faz. Ah. Ah. Cuidado. Um frecuente. Um frecuente. Mas desse jeito assim? 950 milhões de anos. Desse jeito que eles encontraram? Ah, esse tá aí. É, fungos. É, fungos desse tá aí. Qual a esse é do nosso? Eu quero falar um pouquinho. Fala, é, é. Não, é só. Só tô impressionado. Rapaz, se a gente usar esse cip de argumento, tá sendo colocado aí a favor do evolucionismo. Colocar pro criaçãoismo, a gente ganhou a batalha. Por que que vocês não montam isso tudo? Coloca numativo científico e público? Com o nome de vocês. Tem vários artigos publicados. A gente tá tentando escrever livros. Não, não, não, não. Livro é um antigo científico que manda por mais bicho. Não, não, não. É, é, é, é, é. E aí, Bruno, não. Livro também, legal. É, é, é. A origina precisa. É uma maneira de pensar. É uma oportunidade necessariamente ter um fator de pacto legal. Só precisa deixar. Só precisa deixar os dados. Porque isso é que é o problema. Para você conseguir demonstrar que isso daqui, é, é, é, é novo. Você precisa quebrar uma série de argumentações que estão em volta disso. É que estão em volta disso. É que a gente tá fazendo isso. É que você tem que mostrar, por exemplo, que a rocha, ou que a da rocha, a da na tação do material que foi encontrada, está errada. E para isso. -E para isso, da rocha? -Mas meu amigo, é justamente o que a gente vai entrar novamente naquele parâmetro que vocês assumiram de centenas de milho de anos. -Ela está sumindo que ela está certa. -É óbvio que você não pede a milho de anos. -Ela se você tem uma adaptação bem corroborada entre os que entre as partes que foi encontrada a rocha de sedimentar, tipo você tem uma adaptação boa antes ou depois, e tal, onde você consegue ver o negócio da rocha de sedimentar, você tem uma recuperação, você tem que a gente está falando, é porco, tudo bem, então você tem uma recuperação muito boa de idade. -A primeira eipótese, a primeira eipótese, tem que se devaliar, qual é a preservação do material e como ele se preservou. -Então, você viu? -Muita pisa, eu convidei o meu que deu mais possível. -Ojão, não é por viruladíssimo. -Ela está dizendo, ela disse, ela acredita na adaptação da rocha, mas que não é isso. -Ela disse que não é por viruladíssimo, ela disse que não é por viruladíssimo. -Ela disse que não é por viruladíssimo. -Ela disse que não é por viruladíssimo, ela disse que não é por viruladíssimo, ela disse que não é por viruladíssimo, ela disse que não é por viruladíssimo. -O que acontece? Quando você adorar um paradigma equivocado e coloca Deus dentro desse paradigma, o que você faz? Você destrua e Deus isso é destrua a evolução. -Ela disse que ela fez. Ela tinha uma grande chance para mostrar por mundo que a Terra é jovem, inclusive, na sala de chão jovens e tudo mais. -Não, mas ela estava presa num paradigma equivocado. O que que ela fez? O que que ela fez? Ela destruiu essa grande chance porque ela estava presa nesse paradigma equivocado e ela coloca Deus para agora para guiar uma evolução que está sendo refutada pelos dados. -É o pior compromisso, você é evolucionista, tem isso. -Pra evolução, para evolução, você é refutada, você precisa de muita coisa. -O que a gente está acumulando ao longo dos anos. -É o que a gente está acumulando ao longo dos anos. -E que a gente está acumulando ao longo dos anos. -Abi surda. -O problema é o seguinte, você não conseguiu provar que até rejovem. Você não consegue provar que até rejovem nos anos. -Por que? -Por que para isso, você precisa quebrar toda outra sequência. -E a gente precisa quebrar a crença das pessoas de que isso atrapolam. -A gente precisa quebrar a crença das pessoas de que isso atrapolam. E que assim. Isso aqui é o ponto, por exemplo. Não, não, esse aqui é o ponto, por exemplo. Vamos falar dos tipas S, somos os humanos. A gente tem. Não, não, não, não é que tá! - Nos tipas Sérvamos. - Não, vamos. - Não, vamos falar. - Tem mais uma evidência. A gente tem moléculas orgânicas que encontraram no caso desses dois artigos finais, você vai encontrar realmente moléculas. Nos outros eram moléculas. Era uma quantidade absurda de dados. Nesse você vai encontrar moléculas pelo seguinte, porque você está falando já de seres microescopos. Então você, naturalmente, vai só encontrar moléculas. Mas era encontrado em que a maria de terra tem um bilhão e 600 milhões de anos de datação. Como é que 100 milhões de anos, aí passa o próximo. Cara, vê, moléculas orgânicas embarqueutárias que teriam de camaraderde um vícola, 88 bilhões. - O bilhão. - O bilhão. - Nem, irmão, é sinceramente assim. É legal olhar dentro da aluneta e dizer que não tá vendo o planeta, nem, irmão. Cara, olha o próximo aí. Toi bilhões e meio de anos. Existe um negócio desse. M moléculas orgânicas no pré-cambriano. - Pre-cambriano. - Se um negócio desse um terra, uma coisa que a gente dá, o que que pode ter, um baco? - Se você tem boa explicação de como que você está aí se preservando. - E tem? - 2,5 bilhões, essa travou em liga. - Você tem, você tem tanta, mas tanto material demonstrando a idade do pré-cambriano. E que são coerentes em todas as rejões do planeta, em todos os lugares. - Se você não tomou do reparador, meu Deus. - Em todas as coisas. Então, isso daqui, esse tipo de coisa, se é que é realmente uma coisa que foi corroborada, porque a gente tá pegando um artigo só de 2003. - A gente precisa ver se esse artigo é que leva da série. - É só o cheiro. - Tem que ver o que está escrito em direitão artigo, tem que ver se é outra. - Tem que descualificar o artigo. - Não, caro. - Mas tem um monte de carteira. - Quando você acha uma coisa que é. - Tem uma coisa que é. - Não, tá tudo bem. Pega esses dos bilhões de anos aí como exemplo. Para você ver se isso daí faz sentido ou não, isso daqui tem que deixar outras pessoas ver. Então, você quer avaliar para ver se isso aí não é a contaminação. - E elas, sim, não tem explicação. - Tem. - Esse primeiro não é encontrar explicação. - Esse material. - Sim, esse material. - Não tem nem. - Eu ainda procurei para vocês de alguma explicação, não achei nenhuma. - Eu não achei nenhuma. - E quantas pessoas restudaram isso daí? - Aí tem que ser outras pessoas que restudaram isso aí. - Mas é o quê? - Mas assim que a ciência avança mesmo, que o perulano. - Que qualquer geochímica é cosmoquímica à acta. - Por que que é a evolução ainda? - Se alguém revisou isso daí. - Por que que a evolução ainda é para o soto? - Predominante. - Pera deixa falar isso. - Por que que ele ainda é para a predominante? Eu reconheço, a gente não conseguiu ainda acumular essa quantidade de evidências. Mas esse acumulo está aumentando a cada dia, perula. Almentando, exponencialmente. Eu não sei quanto tempo vai durar, mas, olha, vão marcar daqui 10 anos, seu filé. - O fisto de você é um. - Sim, olha. - A mídia é um perdoxama que é esse ano. - Aquele do. - Vai ser. - Tem que ver o que é o que é o ano. - Tem essa quantidade de evidência. Agora a gente está assim, olha, cada vez crescendo mais perul. - E assim que a ciência avança. - Uma seleção é de uso. - Que é uma seleção. - É bem mais importante. - Uma seleção. - Não é a seleção. - Você está ignorando tudo aquilo que ocorra o ano. - Não, é. - Todas as coisas. - O único que corrobora isso aí é esse parâmetro do Liewel. É a única coisa que corroboram. Não é. Não é. - Você não sabia a gente dizer a data do rosto, você sabe, ela corre o lá. - O lá, o lá, o se ele errou. Toda essa crença de vocês cai por ter. Não é isso que funciona. Você acabou de ver o que ele fez foi a sequência estratégia. - É, é. - A gente não conseguiu achar a evidência, a gente colocou uma data ali. - O de quais foram as datas? - De quais foram as datas, mas então, você deu os quisitos. - Você teria que me dar um livro dele, o princípio da geologia vai lá no livro. - A geologia vai ser uma bototata. - No Cambriano. Você não tem formas de vida, tem formas de vida. - Exatamente. - Não, você tem bastante coisa. - Aí, de repente, praticamente todos os vídeos. - Tem um monte de gente trabalhando com força de acarano. - O monte. - São bem interessantes. - Eles teve famais que ele vê ao livro. - Não, não havia um vazio pré-ambriano. - Quer ver um vazio do que a gente. Um vazio pré-ambriano. É, pré-ambriano. - Quer ver, é um vazio de encontrar as coisas. - Encontraram alguma força de transição. - Difícil preservar o vazio. - Em outras tributas. - Em outras tributas gigantescas no idiocarano. - Sim, mas eu quero saber o seguinte. - Ou seja, encontrar as posses de transição. - Cambriano não é exatamente a coisa. - Contraram posses de transição para outra ilobita. - Você sabe que essa é uma da. - E por que precisaria. - Porque devem desprestar. - Para provar. - A evolução precisa de transição em todas. - Dávamos de transição. - A gente achou um posto de transição. - Ou com características intermediárias. - É. - Numa cacetada de aliagem. - Por exemplo. - Se a gente encontrou uma cacetada de aliagens. - Então, só porque a gente não achou num ou outro. - Isso que diz foi, dávamos. - A show do morceiro. - E porque o Darwin falou é. - É um teste de falsos de habilidade que ele propõe. - Não, mas o Darwin falou se você encontrar um. - Organismo. - Que não seja possível de ser gerada. - Não, isso é outro local. - O Flasianos. - O Flasianos. - O Flasianos. - O Flasianos. - O Flasianos. - Qual foi exatamente a frase do Darwin? - Ele disse que se não encontrar seus fósseis de transição, que levasse outro ilobita, a teoria dele estaria falida. - Tá, mas ele usou outro ilobita com exemplo. - É. - Porque logo depois. Porque logo depois, dois anos depois da publicação, da primeira edição da origina das espécies, ele foi encontrado, por exemplo, o Arque Optérix, que tinha lá a característica de transição. - O que é uma característica? - O Arque Optérix, que é uma idiota. É o único que vocês têm, ou. - Eu devo ser o clarista, mas de centenas. - É o mais de centenas. - Tu faz os debates. - Define uma ave para mim. Ótimo. Vamos entrar nessa onda agora. - Define a ave para mim. - Tem pena. - Ois são os características. - Tem gente que fala o que a ave. - Não precisa definir. Tem artigos que falam que a ave. - Não, não. - Vai vários. - Eu não vou dizer que é uma ave. - Tu não estou dizendo assim. - Eu não estou dizendo assim. É uma ave como as abdes atuais. - A única coisa que tem diferente das abdes da atuais é o denti. - É a única. - O rabo cheio de oso não. - É. - Agarra os dedos isolados. - Não. - Você sabe que não já consiga nados? - Não, não, não. - Tem. - O jacuzigano tem uma garinha. - Exato. - Mas os dedos são fusionados. - Sim. - De dos soltos não fusionados. - O Arque Optérix tem as abdes atuais não tem. - O cheio de mais ciência tem, você tem uma ave que tem esse dedinho lá. - Você está fechado, você está lento. - Isso não é. - É, você tem uma darinha. Isso não é trivial. A garinha tá lá e tem vários. -Cremos que aquilo é uma geração. -Avestruz tem uma garra. Não, aquilo é um fóssio com características intermediárias. E como é que tem a avião a te dele? -Oi. -Tinha a avião a te dele, oé? -Oi. -Ah, não, não. -Pero lá, antes do arqueoptéreque? -Sim. -Não, as arqueoptéreque a gente não tem a avião. -Garanta você que tem. -A gente não tem a avião a acidadas do arqueoptéreque. -Garanta, que tem. -A gente tem um gruito antes. -A gente tem um grupo de animais que tão ali próximo do arqueoptéreque chamam de anque ormitídios. Então, se alguém procurar aí na internet agora, alguém que tem em casa, procurar e encontrar aaves. Anterior de arqueoptéreque, você está errado. Qual aaves? -Eu, garanta, você que tem. - Qual aaves? -Não trouxe ela. -Não dá um nome, dá. -Não trouxe ela. -Eu não tenho o arqueocéreque. -Não trouxe. -Tem aí, professor. -Fala aí. -Tem aí o "dira um" esclama em signis. Não, longe esclama, não é uma aave. Mas nem a pau. Aquilo ali tem três. Na verdade tem um grupo de paletontólogos. Trimamente tem mosos que tentam se esmarque o longescoma de uma pena. E outra, ainda que o longescoma. -Ainda que o longescoma. -Ainda que o longescoma tivesse uma pena, porque a gente não tem como provar que aquilo lá era uma pena. Isso não faz dele uma aave. Porque pena não é a definição de aave. -Apaz, eu tenho pena o que você está falando. -É, também. Cara, não, não, não, não. O longescoma, o longescoma, ele é extremamente. Vai. Descordante, aquilo ali. Assim, não tem cara. Assim, tem uma probabilidade de ínfima daquilo ali, isso é uma pena. De fato, uma pena. Como a gente considera a pena em aves. É uma pena. É uma coisa. Assim. Pra não. -Para não. -Para não. -Tem um que lamentável, número. -É um grupo. Então, chega um ponto assim. Que eu não sei. A evidência você olha o negócio, é uma pena. Não, não, mas a doutra. -Tem. -O desculpa. -Não, desculpa, não, alto. -Não. É sério. O longescoma é muito pouco provável que aquilo ali seja uma pena. Você tem que estar com uma certa forçaçãozinha de barra. -É o que eu ia tomar, então. -Tomar uns dois dedinhos de vórica. -Mas aquilo ali. -Aquilo ali. Provavelmente, é um acessório epidérmico. A gente não sabe explicar exatamente o que é aquilo. Mas é algo que. Não tem outros bichos que tenham. É um acessório epidérmico, possivelmente, sei lá, o meio. A gente se lá, o meio, se que eu vou modificado, ou qualquer outra coisa daquilo ali. Mas aquilo ali. Não, isso é uma pena. -Uma pena. -E uma pênia. Não, isso eu não sei lá, nele. Uma linha de lá que não preservou, vai saber. Eu não sei. Mas aquilo ali não tem nenhuma cara de pena. -E mesmo que fosse uma pena. -E tem uma pessoa. Nem o que fosse uma pena. Aquele bicho. Ele não tem absolutamente nada de ave. -Cas. -Nada. Físicamente falando, anatômicamente falando, não tem nada de ave. Tipo, o leim não é só aquele bicho. Não, eu tenho mais de um época. Eu não trouxe aqui, porque eu não pensava que fosse falar de arqueopterics. Mas eu já encontrei mais de um dos diferentes de datações, de arquantigular, mostrando que. A ave é anterior, que é o arqueopterics. E tem, não é um odor, não. E não são os anquionitídios lá da China. -Practicamente. -Não, praticamente. Contemporã. Não são contemporâneis, são anteriores. Tá bom, então vou esperar aí, porque eu não sei. -E olha que eu estou sentindo. -E olha que mandado a você. -Tá aí uma coisa que eu estudei. Posso. A questão que o Ebelim falou de. De a gente ter 1.500 anos antes, né, relatos de dragões e tal, isso você prova de que os dinossauros. dura. são recentes. -Não, é sobreviveram ao um e meio dinossauros após esse evento para gastar. -Pra começar que a gente fica muito antes de qualquer coisa, mas eu vou puxar um assunto aqui que talvez não seja. pessoal fica muito tolado com dinossauros, né? -É. -Dinossauros é um grupo que é muito famoso, mas é só um grupo da extraordinária diversidade fósfa que a gente tem. É só um grupo, e nem é um grupo mais numeroso, mas é um grupo muito mediático. Então, por exemplo, é só falar de dinossauros. Mas só de limagem sinápida, só de outros tipos de diápido, só de. sei lá, tem meus pontilhos e outros. É como é que fala, crocodiliformes, crocodilomorfos, que é o grupo que eu trabalhei. Então, não sei que é só desses outros grupos de outros tipos de diápido também, a gente já teria, assim, a gente tem uma quantidade absurda de fósseis e de diversidade conhecida. Mas, enfim, dinossauros são mediáticos, dinossauros são mais famosos, dinossauros tem uns bichos muito bem preservados, então, realmente, o pessoal acaba lembrando de dinossauros. Fais filme, fais coisa, não sei o quê. Olha, agora falando dessa questão de dinossauros que sobreviviram, isso é um troço que, assim, dinossauros vai. - Eu nem uma prova. - Grande, grande. Cara, eu cadeirudo. Sei lá, eu. - Qualquer coisa. - É um chupacabro. - É um troço de aqui um ponto. - É só um espantado. Não, não é um espantado. É que é completamente fora da casinha. - É um espantado. - Mas é fora da casinha, vou fazer o que? - É fora da sua casinha. - É a sua casinha. - É uma casinha. - É uma casinha, um falando que você é louido. - É uma casinha de uma casinha. - É do seu muparadinho, mas realmente é totalmente fora da casinha. - É óbvio, a gente está defendendo de justiça. - É pra dragão. - Sei lá, quantos, quantos mil anos, quatro mil anos? - Até 1600. - Até 1600. - A gente tem 1600, o ano de 1600, vamos lá. - É, absolutamente. - E só olha, é a gente que eu quero. - O Vilaela, você vai assistir a Péra. - Quem fez o Vilaela? - O Vilaela. - Eu tenho todo o que é em uma do Regista de 1600. - Que isso foi depois das navegações. - Tem vários relatos. - Posso colocar um ponto aí. - Um. - O ponto é o seguinte, eu vou usar o mesmo argumento que eu estou vendo sendo usado, pelo perula e tudo mais, que é o seguinte. Quando nós examinamos os dinossauros, principalmente os fósseis, qual seria a região onde esses animais teriam vivido no passado? - Qual o dinossauro? Você tem mais de 1300 espézs conhecidos. - De forma geral, pegar os maiores, que é o que o pessoal mais conhece. - Pega lá os diplodocos. - Ah, gente tem. Então, aí depende. A biogografia desses bichos é variável. - Você tem. - Geralmente, na na. Geralmente são florestas tropicales. - Não. Não. - Tem. - Quer dizer, os primeiros, os menorzinhos, a gente tem uma associação geralmente com uma teria de floresta. Geralmente tem as sociações de uma teria de floresta com os menorzinhos. Os maiores não. Os maiores você tem de variações de lugares mais variados. Inclusive, local florestado é o menos propício. É o menos propício. Você tem alguns de tamanho pequeno a médio, que realmente você associa com florestas. Os outros não. O diplodoc, a formação Morrison, lá do. Daí, né, dos Estados Unidos. - Deu de plodocos, é. - Estegou. Estegou saora essas coisas todas. - Ah. - Isso daí não é associado com floresta tropical não. No máximo assim, um sistema mais aberto. Não, mas quando a gente encontra os coprólitos, sem contra material, ali, que é de floresta tropical. Mas o. Não, você tinha eventualmente e feito de borda. Por exemplo, que nem elefante africano. Elefante africano não vive em floresta, mas ele chega em borda de floresta para se alimentar eventualmente. Agora, também, espera lá, vamos ver um por um. Qual o material de floresta tropical que é encontrado, em coprólitos, com pólicos de quais bichos e por quê associado? Não vou lembrar, eu não vou lembrar literalmente cada um. De eles eu não estou com a. É só para ver, porque às vezes cada casa é um caso. A gente precisa ver, mas. Vamos esperar de forma geral. Tá, porque qual o coprólito, de qual bicho, de que formação? Porque isso faz toda a diferença. - Olá, o cláudio faz. - Um negócio seguinte, você encontra o material. Você sabe que aquilo lá é material de floresta tropical. Você tem semente, você tem pedaços de folha, você tem tipo de coisa, você sabe, dá onde ver aquilo. Então, a gente não tem dúvida da procedência. - O que dá da do ambiente que existia? - É. Agora, a pergunta que a gente faz é o seguinte. Se a gente extrapolar isso, e vou usar a mesma argumentação que vocês têm usado, se a gente pegar a extrapola hoje, no planeta Terra, existem 13 e meio milhões de quilômetros quadrados de floresta tropical. De tudo isso, menos de 1% foi pesquisada até agora. - Tá. - A gente sabe o que tem lá dentro. - É, é um lugar bem baixo. - Não sei se é só 1% não, viu? Eu acho que tem bem mais. - Depende do grau de pesquisa. - É, porra. Depende do grau de pesquisa. Exato, estou pegando assim, principalmente pela quantidade de novos organismos que são descobertos ano a um momento. - Tá, tudo bem. Nesse ponto, nesse ponto, ok, podemos ter um concordança porque a maioria desses organismos são pequenos, tipo, selar tropo, desitava. - Isso. Então, a pergunta que a gente faz é o seguinte. Você tem uma área tão grande assim, e você pega a firma que, literalmente, eles estão extintos. Você está jogando toda uma probabilidade fora, deles ainda não estaram extintos. - Vivos. - É, porque ainda nós não precisamos, todas as possibilidades. Por exemplo, eu estava vendo um artigo esses dias atrás, de alguns organismos lá na Austrália, que a pessoa tinha certeza que estava extintos. Então, lá. Entendi. - Ah, parece. - Eu to com um dia.
- Eu não me disse essas perguntas, que me ouçaram essa hora. - Não é, mas era unice celular, pro unice celular? - Não, era um, assim, pequenos organinhos que estou falando, é assim tipo sapo, coisa desse jeito. - Tá, ok. - Tá. - É, o que acontece, especialmente com estinções recentes, é que os biólogos, eles geralmente são muito cuidadosos em afirmar que determinado vista extinto. Justamente por causa disso, foi um bicho pequeno, que vive numa área muito grande. A probabilidade dele tá extinto começa a ser aumentada quanto mais tempo passa que ninguém é a vista, aquele bicho. E eventualmente quanto mais vai encolhendo a área em que ele acontecia. Então, por exemplo, tem alguns bichos que são muito difíceis de observar, porque o bicho for hoje, porque sei lá alguma coisa assim, e esses bichos, o pessoal vai fazendo por área de sobrevivência. Então, por exemplo, que nem aquele picapeau de ganteias culada dos sudos Estados Unidos, lá da Florida. Aquele picapeau, ele tá provavelmente extinto, já faz uns 70 anos. Não menos do que isso. Só que ele só foi. Vai, o pessoal só teve coragem de pular na piscina, vai digamos assim, de declarar aquele realmente foi extinto, faz de que quatro anos, máximo. Porque os caras falaram se, olha, agora, realmente não tem como esse bicho estar vivo. Esse bicho aqui, olha, se ele tiver um vivo, tá pra morrer. Mas a gente tá falando do bicho que é bem conhecido, fotográficado. Bem discrito, etc. e tal. E nós temos, inclusive a espécie irmã, que era na incuba, não sei o que, enfim, tem todas essas coisas, no caso, especificamente, do picapeau. No caso de qualquer animal, mesozóico, ainda mais de grande porte, não. Tá desculpa, doutro, não tem como. Tá, eu tô tentando ser. eu tô tentando ser o máximo educado por cima. Grande porte. Eu tô falando ao grande porte aí, por mim, tem a negócio que é bem interessante. Por exemplo, os dinossauros, eles faziam parte desse mesmo grupo de répteis que nós conhecemos que o tamanho é proporcional à longevidade. Por exemplo, sim. Não tem como saber, não tem como saber. Porque quer dizer, não, minto, minto. Tem como saber assim, aparentemente eles. Mas aparentemente eles não eram tão mais longevos quanto. Sei lá, um. Sei lá um crocodilo atual. Aparentemente eles não viviam tão mais, tão mais. Mas pelo tamanho, provavelmente, eles viviam bem mais. Não, não. Aparentemente não, porque você tem os estudos com o crescimento de oosto. Você tem. o interessante é que desses sauropos são os maiores. Você tem. Eu vou dizer que tem ontogenias completas, mas você tem animais indivíduos de diferentes idades. Então, a pessoa faz lâmina de os. desses bichos aí, descobre. Mais ou menos a velocidade do crescimento. Então, descobrir os que esses bichos cresciam muito rápido, muito rápida. Tipo, sabe, desde quando na CIA até ficar grande, tipo, bruxo, tipo, baléia. E depois, o crescimento deles era absurdamente mais lento. É possível que eles crescessem até o fim da vida, porém cresciam numa velocidade tão pequena que a longevidade deles não deveria ser muito diferente da longevidade de um crocodilo atual, por exemplo. Isso levando em conta. Isso levando em conta de nossos sauros não terópolis. Porque aí, quando você vai olhar em terópolis, o padrão é parecido com o diav. Eu, praticamente, igual. Tá. - Não sei. Não sei. - Não sei. Só posso finalizar dois slide ali, que eu queria saber a opinião do pirula. - Vamos lá. - Bota ali o slide novo. - Paquito. - É o mesmo. - Próximo. - Isso. Aí pode passar isso também. - Tá em uma da. - É uma das coisas. Uma das coisas que eu acho interessante é que o pirula falou da questão de que a gente precisa confiar nas rochas e ver a medicão da rocha. Só que uma coisa não faz sentido. Vocês dizem o seguinte, que carbônocator se aplica em material organo. - Materior organo. - E porque raios não faz isso quando encontram tecido mole no de nosso sauro? E porque aquilo que encontra nele não é valido? Não, mas fizendo um determinado carbono 14, e no tecido mole do material que foi encontrado. Fizero, toca mais um aí, por favor. Volta um, volta duas, da verdade. Volta o outro. Esse aí, por exemplo, do armitage. Não foi nem ele que fez. Foi uma outra pessoa que pegou um pedaço do chifre do Tricerato. Mandou para a Universidade da Géógia, e a datação foi essa aí. Depois que uma terája tinha sido aberto. O material, pegar o material, negoça, eles sabem fazer, peraula. Não são idiotas que não sabem fazer preparar um material. Mas não é uma coisa fácil. Cara, mas não são idiotas. Não são idiotas. Cara, não tomam laboratórias, que estava sendo super proteger. Até publicar esse artigo. Quando ele publicou esse artigo, ele estava sendo super elogiado pela direção da Universidade por tudo. Quando ele publicou esse artigo, que pronto. - Quem? - O armitage. Não, não, o armitage até onde eu sei. Ele. eu estou com medo de confundir ele com outra pessoa. - Ele acabou de ganhar um processo contra a Universidade que diminuiu. - Que demitiu ele. Mas o que eu sabia dele é que ele era. ele trabalhava como técnico do laboratórico. Mas como é que você explica, por exemplo, mas quem fez a datação, você falou que não foi ele. Foi o Universidade da Géógia. Você falou que não foi ele. Não, mas. Quem fez a datação? A Universidade da Géógia, isso aí é o como é que chama o. E como foi feito essa coleta? - Da mesma forma que se faz em todos os outros. - Pirula. - Da mesma forma. Esses caramonçam idiotas, pessoas não são sindistas. Eles sabem preparam a mostra. Essa coisa de tudo dizer que a contaminação, a contaminação, a contaminação não faz sentido isso. - Mas o pessoal encontra a força, a contaminação. - Então é a contaminação. - Você acredita que. - Encontrou o tempo todo. - Você acredita que eu não sei. Eu não li esse artigo. Mas eu acredito que é a contaminação. - Mas eu acredito que é a contaminação. - E se não falou a dominação. - Isso é colocado para comunidade. - Para tentar resolver o problema. - E o pessoal vai tentar resolver o problema. - Vamos tentar encontrar isso aí. - Isso aí não é nem definido. - Uma coisa e nem outra. - O pessoal está estudando essa questão de ter cabô no 14 e no 18. - Mas ainda não encontraram. - Algumas explicação razoaam. - Não, estão estudando. - Enquanto isso nosso modelo pode ser aceito. - E quanto isso aí. - Por conta disso aí acabou todo o resto. - Que todo o resto. - É isso que eu estou dizendo a vocês para. - Esse todo o resto. - Esse todo o resto de vocês. - É isso que eu estou dizendo a douta. - Quantas amostras de diamante foi encontrado com a carbonicaturza. - Quantas amostras você precisaria para se convencer. - Isso aí tem que ter uma quantidade de amostras estatísticamente. - Não é um tipo de diversinho. - Não, cara. - Não acho que não. - Por que? - Porque você tem que ver. - Da onde que veio esse diamante como que foi feito. - É um tipo de satú. - Tudo isso. - Eu até achei esse artigo aí. - Eu até se aparelho. - Ele falei um vídeo sobre o cavolo de todo o dia. - Faz sobre esse aqui também explicando. - Porque a única explicação que eles dava era a contaminação. - Não, eles já existem outras explicações. - Não é a contaminação. - Eu tenho que ler ali, cara. - Mas não está escrito a contaminação e nada que eu li. - Que eu li rápido aqui. - Não está escrito a coisa que você falou. - Aí eu queria só responder aqui. E eu tenho certeza que seja a Jean, Perú, esse tiver alguém de cência no chat, vai concordar comigo. Se você quer que, enquanto isso o seu modelo seja aceito, foi como falei antes. Escreva o artigo e mete a cara pra publicar. - O tempo já está escrito. - Não tem a gente. - Mas cadê no archive, por exemplo, como o rascunho. Porque foi assim que aconteceu com qualquer revolução científica. Relatividade geral de Einstein. O mecânico estatístico do Boltzmann. Dá pra te dar vários. O próprio teoria do Big Bang e com o Jorge Lamatra sempre foi assim, cara. Então tipo, existe um processo científico que se dá através da comunicação por artigos científicos. - Não vai ser. - Não vai ser aqui um slide para a gente. - Não vai ser aqui no YouTube que você vai conseguir. - Não, isso aqui não. Existe o artigo. - Enquanto você está falando, eu estou dando uma pesquisada rápido. - Existe em artigos e tudo. Só que já existe em artigos.
que tentam explicar como que eles encontraram. E não é só que. Sim, é a ciência. Que tá bem linda, cara. E vamos ler tudo agora para entender. Eu não tive tempo a encontrar. Mas vamos ler. Vamos ler esse aqui. Eu já separei esse aí e já separei os outros que eles explicam. E em um momento algum tem a palavra contaminação. Existem outros explicações. Vamos ler um comparador. Esse caso aí foi um teste de contaminação que ele fez. Sim, porque a legação era de contaminação. Porque a primeira coisa que eu disse, pega uma amostra. Cara, ela parece alguma coisa. É contaminação. Porque preparar uma amostra, cara, é um negócio muito complicado. Cara, eu perco a. Já perdi a amostra para caramba, cara. Eu já per. Cara, se somar assim, a quantidade de amostra que eu já perdi transformar em dinheiro, cara. E eu ia estar devendo para a universidade, para a minha empresa e tudo. Porque preparar a amostra não é uma coisa fácil, cara. Qualquer coisa pode encontrar. Cara, qualquerco, qualquer coisa. Às vezes você vai fazer. Não é como ir a vergonha da atação. É confiar, meu cara. É confiar, viu? É confiar, viu? Mas você consegue. Essas pessoas que você considera confiar a metodatação, elas sabem fazer a preparação da amostra. Aí essas pessoas aqui não sabem fazer a amostra. Claro que não, é. Então ele pode ter preparado o que o cabelo vai falar. Vamos ler o "Vol ler o artigo", que ele mostra isso aí. Eu já separei ali e "Vol ler o artigo" também que tem. E não é só um que tem esse do carbono 14 de amante. E não é só um também que tem que mostra. Porque não é a contaminação que existem outros processos. Vamos ler e vamos tentar entender o que está acontecendo. Entendeu? Perfeitamente. Perfeitamente. Então tanto que é algo que ainda é uma coisa indúvida. É uma coisa idosa. Por que? Porque são poucas amostras que forem encontradas. Tem poucas testas. Tem testes que têm precisam ser feitos. Existem outros pares que escreveram artigos explicando outros. Mechanistas, são uns satisfacos. Até que você acerte, fala assim. Não, cara, realmente está aqui. Fizemos tudo, estudamos tudo que tia que estudar. Realmente tem carbono 14 de amante. Agora vamos entender o porquê que ele está lá. Esse cara mesmo teve um prejuízo tremendo com esse diamante. Porque ele teve que partir o diamante todo. Aí ele pegou de fora para dentro e mostrou que todas as taxas estavam equivalentes. Ou seja, não teve contaminação. Mas beleza. Por isso por isso que eu te falei que a explicação que eu já achei no artigo não é a contaminação. Existem outras explicações. Vou pegar o artigo e prometo que farei um legiociciano. A sua obra é o seguinte. Tá bom que a torça de alante. Mas esse artigo que você mostrou agora da contaminação. E do elio já me mandaram três artigos ali, viu? Como que o elio escapa na atmosfera, eu vou fazer também. Esse artigo que você mostrou de 2007. Pô, em. Você lá quanto? Mais de 15 anos. Assim, não encontraram de novo, ninguém falou mais nada. Não vou ver o artigo. O que a Ana está a isso, meu amigo. O que a Ana não. Ah, não, ele viu. Mas ninguém ia querer pegar que o negócio falou assim, ou carcar. Vai pegar o já provor e a galera tá querendo ignorar? Um artigo. Não acharam mais. Não nos caram mais. Tem dois artigos aí, inclusive o outro. É com mais de. Esse ano me engano é 12 amostros. Que ele pega. Pô, pessoal. É muito pouca a mostra. É a mostra que não tem terminado o local. Tem que entender tudo isso, cara. É o que eu falo. Só mais é dar errado, né? Não pode ser, é. Pode ser que seja. Isso e foco ao meu problema. Ah, beleza. Ah, e o problema é grande pra você ir. Pra eu ir pro meu problema. Não é, depende de qual foi a idade. É ela. Esse é o que eu ponto. O negócio tem que entender, cara. É isso que tem que fazer. A grande questão que eu vejo de todo esse problema é. tentar pegar coisas que nós não sabemos explicar e colocar como está tudo errado. E isso é que é uma coisa que nós podemos deixar. Não, não. Que é isso. Nós não fizemos isso aqui, né? Não, claro. Tá. Tudo isso não falou só que. Eu quero que eu não esqueçamos de se dar isso. É a nossa terreno. Eu quero que a gente não tenha a gente não faz isso. Não, não. Não. Eu não falei nem que vocês que vocês estão defendendo de vocês. Eu falei porque não sabemos explicar logo está tudo errado dentro da proposta do que é feito na ciência. Ah, está tudo errado. Não até renovam. Então, agora não tem que. Não, nós temos evidências, os conditárias que apoiam o modelo diferente. Só isso. É você que está colocando isso na nossa boca. Você colocou palavras no nosso. Não, não é que apoiam o modelo diferente. É criticam eventualmente o modelo vigente. É uma coisa que não apoia nem o outro modelo. É a minha require de todo sentir o modelo de criado. Você sabe disso? O modelo de Mende, o geneto que a Mendeleana não se sabe, é o que eu falei antes de Mende, ele discordou. Não, não é o notimento de. É o que eu pus o Mendo agora. Porque o modelo que a Mendeleana está precisando é o que Mendo é o apresento. Que os códigos genéticos foram criados separadamente. Cara, mas a gente não usa a Mendeleana mais que a Mendeleana. Não tem pão. É, mesmo. A gente tem. A gente tem, não. Claro, uma parte da Mendeleana, mas só que a gente descobriu que isso. A gente é baseada na Mendeleana. Isso é o. Sei lá. Primeiro de grau. Primeiro de grau. A maioria das coisas não são herdadas. As são três leis de Mendele. Tu conhece as leis de Darwin? Cara, tinha as leis de Lamarque. Sim, tu conhece as leis de Darwin e leis de Darwin. Tem a lei de Mendeleana, que não foi. E o momento. Só que a Mendeleana. Praticamente não vale pra mais quase nenhuma da sua. É de Mendeleana, não vale. Não é que não vale. É que assim. É de mão. A gente descobriu tanta coisa sobre o genética depois. Que a gente descobriu. A própria molécula, não é assim, é porque a gente é que o Mendo não se. Vale, não é? A gente não sabia que as coisas não eram tão simples. A Irança não é uma Irança simples do jeito que o Mendo mostrava. Claro, com algumas características muito particulares. Você consegue demonstrar isso de uma maneira. Vai, digamos assim. Mais. Illustrativa. Como foi que cacharam Mendo ainda? Quanto as outras coisas? Hmm? Como foi que cacharam Mendo em Darwin? Quando perceberam que o código genético podia ser copiado com erros. Porque o grande ponto da lei de Mendo. Então a sua agrença é que esse grande complexo. Essas coisas ultra complexas que a gente vê. De Do DNA, inclusive com padrões matemáticos, vieram dos erros. Na verdade. Você está colocando uma maneira errada. Tá vendo? Ou erro, ou erro? Ou erro, ou erro. Não, então, o negócio é o seguinte. O Mendo, quando ele mostrou as leis dele. Aquilo que ele tinha observado. É desculpeu a cerveja. Que ele tinha observado. Ele partiu de um pressuposto de que as coisas funcionavam sempre do jeito perfeito. Porque era a maneira como ele tinha para observar aquilo lá. Ele não escreve nada. Tanto é que. Não, não, não. Escreve as pessoas, viram depois os artigos lá e estava escrito. Ele não postulou o erro. Em nenhum momento, o erro de copia. Até porque ele não sabia como era feita, serança. Então. Ele não tinha a menor ideia de como a coisa era feita. Ele não postulou isso. E obviamente, se você não fizer como ainda mostrar o gigantesco, você não vai conseguir perceber as exceções do que estavam colocados ali. O Mendo fez os seus trabalhos, e os trabalhos dele ficaram meio que esqueci, ou menos. Eles foram rejeitados. Eles foram. Eles foram for esquecidos, foi rejeitado. Eu tenho todo. O Mendo ele não. O Mendo ele não. O capito ele ele. Tem mais de 100% da cheque de viagem, que ele queria a respeito. O Mendo ele não é rejeitado. Tá, mas o Mendo não. Vamos lá, Raim. Não, não, não, não. Assim, na boa. Vai mudar de assunto? Não, ainda não é mais assunto. O auge. É porque assim, vai. Vamos supor que vocês estejam corretos em tudo. Só tem uma coisa que eu realmente preciso perguntar o olho do Eber. Você realmente acredita que esteja um T-Rex vegano dentro da arca, cara. Oh, caramente tem uma dessa não-venha com a conversa. Tem um "T-Rope 1" né? Nossa, que é isso, que é isso. É o "Feliz" não é isso, porque eu fui. Fui um "T-Rex" e depois ele ia te dar pra eu. Não, guardei, guardei, guardei. Não é questão de fé. Eu acho que a gente tem algumas evidências que. Ouviam de luve o global. Os dinossauros entraram na arca, são 60 tipos básicos. O "Pirula" falou que tem mais de 800 esmerços. Mas os tipos básicos não se sentam. E eu tenho uma palestra sobre isso, bem legal, porque uma hora mais ou menos. Eu não vou querer falar uma hora, mas nós te vai bater aquele réper do "Pirula" querido. Então eu queria quase bater do que eu queria convidar você, "Feliz". Eu coloquei o "Pirula", o sacan, e todos que estão nos ouvindo. Na IPP TV deu uma palestra no "E", a arco de luve, os dinossauros. O que eu coloco toda a minha argumentação. O "E" é o "Pirula". Os dinossauros, como a gente falou aqui, eles são grandes, mas a maioria é pequena, tem dinossauro, tamanho de galinha. Com a "Pirula" galinha. "Pirula" nasce de o ovo. E provavelmente se entraram na arca, colocou um casal jovem. A arca é imensa, é 500 por 300 por 50 por 30 covados. Tem um parque nos Estados Unidos, o "Arkin Counter". O outro é um curto. O curto é um curto aqui para o conto vê lá na monta do dedo. Tem um curto. Hoje tem uma merda de 50 metros antigamente a mão. O "Arkin Counter" nos Estados Unidos, que eu estou querendo fazer uma excursão junto com a douta. Não vou fazer essa excursão, é uma arkin imensa, maior que eu te tenho. Você viu, não? Tem um museu da criação do lado, viu? Bem legal também, viu, viu ela, você precisava visitar. É do "Kennem". É do "Kennem". "Encers in Genesis". E se você pega os 60 tipos básicos jovens, caberia num quarto dentro da arca. Agora, será que eles eram. vegetarianos. Eu tenho alguns artigos aqui, todos os dinossauros que falaram que eram super carnívoros, encontraram restos de vegetais no seu. -Quais? Tem aqui, depois eu te mostro. "Unica excêção é o T-Rex". -Ah, o T-Rex ou todo o seu promoção. -Esco que eu tenho de T-Rex. -Ele tem o T-Rex. Agora sim, veja bem. Algum ponto dentro da perspectiva bíblica, algum ponto durante a história do T-Rex na Terra, ele se tornou carnívoro. Sim, eu não estou dizendo isso. Qualquer animal carnívoro é herbivoro também, eu não posso comer. -E existe algum animal que é carnívor e não pode comer. -Não, mas você deixa eu falar. Eu estou escuto, vocês falam, esse dois aqui, em cima, era um cara aqui. -Ele vai explicar. Eles entraram na arca, sairam da arca, o mundo se tornou totalmente hostil aos dinossauros. -Cadei as plantas. -Cadei as plantas. -E as plantas estavam muito pouca planta. -Quanto pouca da onde? Como que plantas sobrevisa a 8 km de altura de T-Rex, e que coisas? -O perula. Você não conhece a história. -Tou a história. -Ele não conhece toda a história. -Ele vai virar todo um departel. -Adulto quase caiu. -E aí adouto. -E deixa continuar. -Deixa continuar. Tem toda uma dinâmica do dinúcio. -Perei preadalto. -E aí adouto. -Ele está escacando. -Ele só câmbio. -Ah, e o acabeira. -Era feira. -Ele voltou. -E o acabeiro. -E o acabeiro. -E o acabeiro. Ele sai da arca. O mundo é completamente justiú. Se torna necessariamente carnívoros. -Tá viva. -Tá viva. -Tá viva. -Tá viva. Tem toda uma explicação. Eu não consegui nem lembrar mais. -Dem nove horas de basis. -Estão lá onde tem as populações. -E assim tem. IPPTV no canal do YouTube. -Tem aqui também. -O EAR, de moves. -O que eu falei aqui no programa do Vilela. Tem vários palestras sobre o Vilela. -Tem no canal do Tedevi, não é? -O Dinosauros. E há uma argumentação que a gente pode construir bastante racional. E não é nada. -O Dinosaur. -O Dino-O-Vio. Olha, olha, olha os Dinosauros na arca. -Ou, não pode entrar com a rede. -Não é, também. -Não acho que depende de ferro. -Ear basicamente. -Eu acho que tem que ter ferro para dar a chá aqui. -Ei, eu estava falando de perola, já entrou a dinâmico. -Mas eu, falando de um vidando da minha fé. -Eu duvi da tua, perola. -Mas eu, para o programa, era aí. -Eu duvi da tua. -Cree que 60 milhões de anos. -Você, preservou, preservou, pesido mole de Dinosauros. -Você fala. -Você fala. -Você fala como se fosse minha. Quando na verdade, esse tipo de coisa que foi publicado. -Você foi siminha. -Ei, gente, que tem a mesma opinião que eu. -Sim, isso aqui. -Tá o como. -Membro que você quer colocar em pé de igualdade. -Não sei que é colocar em pé de igualdade. -De lúvio e mundial, é individualmente possível. -Virtualmente impossível. -O possível, né? -Porque, é cobrir os alps, foi isso? -Com a quantidade de brilhava necessária. -Poderia cobrir os alps. -É isso. -Poderia, mas a consequência disso. -Seria, sei lá, tá para cobrir os alps. -Terem que cobrir os alps, não, tá? -Seria, o que eu não. -Terem, não é? Teria. -Oh, eu tenho uns podes que eu assisto, que falas assim. Como é que cobrir os alps? -E se eu falo. -E se eu não conhece o relato bíblico e não sabe que os alps são pos de luvianos. -Um mundo preenjoso. -Tá escrito na bíblico. -Dos alps. -A pessoa que escreveu a bíblica conhecia os alps. -A bíblica fala sobre a pangeiaia. -Fala. -Não. -Osts, juntes se as águas não só lugar e apareça ou elemento seco. Antes da gente descobrir sobre a pangeiaia, a bíblica já falava sobre a pangeiaia. -Oh, mas isso é tão pangeiaia. -Eu tenho um pod de cast. -O que é? -O segundo melhor do Brasil, primeira do Vilela, claro. -A bíblica. -A bíblica a ciência. -Um pod de cast, um que um cientista usa no sear que a bíblica tem autoridade sobre a ciência e não contrário. Olha só, o herégio dos herégios dos herégios. E nesse pod de cast, eu tenho 150 pod de cast, que eu falo, olha a verdade científica que a bíblica anunciou antes da ciência de descobrir. Inclusive falo sobre a pangeiaia e tudo mais. -E se você começar bom, tá? -Tá claro. -Tá claro que é agora. -Tá indo para a questão religiosa. -É, claro. -Que aí começa a entrar no outro. -É, é um um que está meio hora. -Mas destruiu a ordem do programa, né? -É, quando o Pirula estava terminando a explicação dele. -É, que eu não lembro agora, é o Adiós. -É, mas está na minha cabeça. -Não é fácil, não. -Deixa eu ver se ele assume o compromisso, mas tinha um vídeo. -Vou, vou, dá pra ter. -E pepe, pepe, e pepe, pepe, né? -E os seus programas, cara, quando você fala de mal de mim também, eu acerto. -Mas já nas ideias, mas já nas ideias. -Agora temos as dúvidas do cérebro. -É, só na dúvida mesmo. -É como que vocês, que a gente está querendo, nesse negócio de criaçãoista, vai pra. -Claro. -Como que vocês vêm o fato de existir ou não, videnho outro lugar no mundo? -O ótimo, você falou sobre o James Webb, o trapista, né? Apontou para um "S" ou "Planeta", não foi? -Quando surgiu o primeiro, o Kepler, um 8-Maf, o Salvador do Nogueira, que publicou um livro com o Pirula? -Não, não foi. -Não foi. -Não foi um reenalto. -É, foi um reenalto, não foi outro, então, é. -Saltador do Nogueira. -É, esse alto intitula, o mensageiro ciderau, publicou um artigo na folha, dizendo assim, extra, extra, extra, achamos outra terra e ele diz, olha que espetacular, o momento mais espetacular da história do planeta. Acho que ele queria também conseguir os likes. -É, é, é. -A ele diz assim, a entrevistou a Elisa Bargas da NASA, ela diz assim, agora, achar vida em outros planetas, é uma questão de tempo, eu puse o meu face lá, o sergão. Sim, duas eternidades, não vai ser suficiente. Hoje nós já conhecemos mais de 5.000 esoplanetas, certo? -Sin 3040. -Sim, baravílio, olha, eu, cara, sabe. -Sabe o que eu vi, todo dia. -Aprontamos o exoplante. -Atais do Ebe, agora está procurando evidências de vida, certo? -O planeta, lá o que que tinha? A temperatura da atmosfera, lá, 200, da superfície, porque nem a atmosfera tinha, 230 graus e os 5.300 e quantos? -341. -Ninho desses planetas tem condição de acomodar vida. -São mais de 1.200 condições para acomodar vidas, que a gente sabe só na Terra. -Não, não. -Agora, existem outras civilizações, ou férmines já dizem, tem um monte de cadeira. A gente já pervo os Pecta Universo, muito tempo. -Ele perguntou, cadeira, cadeira. A gente pervo os Pecta Universo, há muito, muito tempo. A gente já devia ter visto, a gente já devia ter visto, sergão. Alguma evidência de ET. A gente não viu nada, a gente não viu uma nave espacel perdida, a gente não viu uma missão. Vive falando, chegou os ETs, outro dia estava o balão lá, chinês. -Viu uma luzinha lá? -Está dando, vamos usar com a galera, que está oferecendo 200 mil dólares por um vídeo do ET de Vaginho. -Sim, é, que estava interrado lá no. -Tá lá não me canem. -A minha sala. -A minha sala de cima dele, era de cima da sala do. -Tudo. -Tudo. -Tudo. -Eltamos todas as evidências nos mostram que a gente está sozinho nesse universo. -Belesa, mas eu queria saber de você, nem é isso, não. Eu queria saber assim, se vamos por que descubram algum tipo de vida, microbeana ou seja alherígina e tal. Porque assim, quando eu converse disso, eu falo que isso pode causar um meio que um caos em vários setores. Entendeu? Tipo, pode causar um caos tecnológico, pode causar um caos. Aí eu até falo religioso, só que eu falo sem conhecimento, porque eu não sou nada que é indígena. Então aproveitando que você está aqui, eu queria saber o devoar. -O que como seria. -Eu não sei se era mais diversa. -A reação. -A reação. -Vamos se por que desculprio. -Cual é o tipo de vida que coloca? -Pode. -E se vierce uma civilização super-avançada e chegasse pra gente falar assim, "O que vocês acreditam em evolução?" -Que absurdo. -Mas posso fazer? -Oh! -Perdão, eu vou fazer mais um exercício rápido aqui de lógica com você, certo? -Não. -O SEGAN disse que tinha 100 milhões de civilizações na nossa galáxia, não foi. Ele fez uma previsão, fizeram umas contas lá. Suponha que de fato tem esse monte de civilizações. Eles usam praticamente os mesmos materiais, certo? Não tem outros elementos da universa. -Vamos de todos os silícios. -Que a gente desconheça. -Provvelmente eles devem desenvolver do tecnologia meio parecido com a gente. A vida parece que é baseada em água, carbone e tudo mais. E como temos bilhões e bilhões de outras civilizações, estatisticamente falando, a gente estaria mais ou menos em termos de desenvolvimento tecnológico, no meio, certo? Na média, então deveriam existir civilizações muito mais avançadas do que a gente, certo? E elas deveriam estar aqui, a gente já deveria ter observado. A gente nunca observou o que significa isso. Somos a única civilização do universo. -Cudado que também podemos ser a primeira. -Não, nunca. -Mira que a primeira. -Mas, olha a sua história. -A primeira da auto.
Eu meia até que nessa aí eu meia com o ponto com vocês, entendeu? - Oh, maravilha, ele achou que eu me dei. - Eu acho que eu me dei. - Não dá pra ir não. - Não, a minha dúvida, minha, mas. A uma dúvida se encerra mesmo de saber como que. - Porque. - Haramente eu começo com pessoas religiosas. - Eu me sei saber como a religião, você acha? Ela receberia, vamos por que tá aqui, ó, confirmando, descobrimo vida, em outro lugar, no universo. - Como vocês acham que. - É uma religião, por exemplo, os adventistas acham que a gente é um dos planetos que tem os pôs vida, tem outras civilizações, depende da religião, tá? - Ah, tá. - No meu caso, né? - Ah, de vocês. - Ah, não. - No meu caso, mesmo se eu descobrir isso em vida, beleza, criou lá também. - É, é isso. - E você. - Mas, olha só, eu tenho um bem interessante, que é com o base do que o Adalto falou. - E o Adalto, e você, perceiro. - É o Adalto, é você, perceiro. - É você, perceiro. - É você, perceiro. - Não, mas é uma dúvida, é uma dúvida, assim, séria, minita, sabe. - Mas tem um versículo na Bíblia, tem um versículo na Bíblia que diz que nós somos a noiva de Cristo. E se a gente achar outra, eu vou ter que chegar para Jesus, falar de Jesus, certinha a outra, hein? - Me traiu. - Ah, me conhece. - Algo, eu sou o me traiu. - Você tinha a outra, cara. - Porra, porra. - Ah, não, não, não. - Marte, mande, me traou. - Você é o quê? - Você é qual religião? - Você não presteria. - Eu sou o discípulo da União do Vegetal. - É meu, é? - É. - É um religião, é um esquiro. - Tá vendo como a design inteligente aí, glente. - Mas o prensa-teriano. - É, eu vou entender. - Eu vou entender. - É uma pergunta por mim. - Por exemplo, Deus, por que quer ir a de um barro de lugares, com que não? - Tem um versículo na Bíblia que diz assim. A Terra, ele nos deu de presente. Os céus são para o Senhor. Os céus declaram a glória de Deus. O universo não se ha as obras de Suas mãos. Então, o prensa-teriano vê que Deus nos deu a Terra como um presente. A Terra é absurdamente sensacional. É eles gotos recursos probabilísticos do universo, para que tenha todas essas condições que nós temos aqui, o campo magnético, a camada de usónica, que não é uma camada, eu sei muito bem, né? A água líquida, até as três condições. Então, como é que o prensa-teriano vê? Ganhamos de Deus um presente, a Terra. E o céus são para manifestar a glória do Senhor. O céus é colorido, Cérgião. Ciorgião, colorido não faz o menor sentido o universo ser colorido, as estrelas serem coloridas. O aspecto da radiação é letra magnética e imenso. Agora, numa faixa extremamente fina, todas as estrelas emitem no colorido e a gente tem estrelas de tudo com o tecôr. Só não tem estrelas de uma cor, qual seria, Cérgião? - Virde, né? - Virde, da Terra. - E o pão-merdo, que é Deus, e o pão-merdo. - E o pão-merdo é Deus, e o pão-merdo é Deus. - A gente vai se calcular. E você vê o universo, o magnífico. Você vê o universo com as 26 constantes universais. Extremamente bem ajustados. É o cara escapa com o multiverso, certo? Mas o que nós fizemos? Nós calculamos a sorte do nosso universo. O nosso universo não tem sorte para ter a sorte, que ele tem os recursos probabilísticos do universo. Esses recursos probabilísticos não dá para calibrar-se que é uma das constantes universais. Quando falta, Cérgião, eu estou conversando com Cérgião. - E o pão-merdo é o provo-merdo. - Quando? - É o pão-merdo. - É o pão-merdo. - É o pão-merdo. - Não, Cérgião. Por isso que eu acho, eu acho não tenho certeza de que está a Cérgião. Eu criei em Deus. Eu tenho certeza que eles dizem. Mas assim, a cultura da dúvida é difícil de se dizer. E aí, por que eu sei? Eu tenho a ciência do meu lado e tenho um relato bíblico que eu também creio que seja a revelação de Deus, que bate perfeitamente. E seis dias criou Deus o céu, a terra e o mar e tudo o que nelizar. Os seuls manifestam a Gula e a Adicção. Pela feio, eu entendo que o que é visível foi feito do que não se vê. Ele chamou o universo Salmos 33 e 9, diz assim, porque ele ordenou e tudo se fez. Inmediatamente, Salmos 33 e 6 diz que ele, pelo sopro de sua boca, criou o universo. A gente vê esse universo magnífico de James Webb. É uma obra de arte, uma capela assistina, não é, Sergião? É uma maravilha, essa. Aí, se olha assim e fala, você vai na capela assistina, você vê aquelas obras de arte todos. Ali, você não sabe que foi o Michelangelo. Vamos supor, mas você sabe que foi uma mente inteligente que criou aquilo. Aquilo quadro magnífico, aquele show, aquele espetáculo que é o universo. Você não fica super emocionado com as fotos. Eu fiquei também, cara. O portal está com a religião, ador. O que eu vi ali? A glória de Deus? Eu sou o prédio de preso de teria. Ah, também? Também. Se não ia perguntar isso, porque você tinha. É de quando eu te conheci, será bantinho? É, agora me comeria. Agora me comeria. Ele é que é falado. Ele é que é o venista, viu? Eu vou falar pelo seguinte. Uma coisa que, pelo menos, tem sido fascinante, é o espeto disso. É algo bem simples, querendo? Olha a natureza. Tá? Tempo. Você tem passado presente futuro. Você tem três em um. Se olha espaço, altura, largura, profundidade. Você tem três em um de novo. Você pega base da matéria que são os átomos. Você tem prótons neutrons e elétrons. Você tem três em um outra vez. Você pega a base dos prótons e dos neutrons. Você tem três quarks em cada um deles também. Você pega os estados básicos da matéria. Você tem sólido e líquido de gasuz. Eu sei que vai aqui, eu ia falar do plasmão, mas daí é outra discussão. Você pega, por exemplo, música. Você tem melodia, harmonia, ritmo. Você pega as cores básicas que a gente pega e trabalha. Você tem o quê? azul, vermelho e o verde. Rapaz, é a questão de tempo para por aqui. Mas, onde se olhar, se vai achar três em um. Não é fascinante que o Deus da Bíblia é três em um. - Para ir a Rime que ele é polêmio. - Não, só um pouco de gente, então. - Perê, nada. - Perê, só um rame. - Não, deixe um rame só. - Não, deixe um rame. Mas não, não. Muito carinho respeito. Você é físico ou num meraulubo, cara? Não, sério, não é boa. Qual é o próximo passo? A gente vai escrever com a cola ao contrário e ficar ouvindo música da Chúcha de trás para frente? - Espantade, eu não acho que. - Não faz sentido, cara. Todo físico, ele é matemático e a gente presta atenção. Só isso. Como você fala, um dia é de confirmação. As coisas que dariam quatro ou dois ou um, tipo, "Ah, não, isso não entra na minha lista, eu vou poder de três." E obviamente você vai achar um monte, né? E veja, como a gente está falando de cosmofisão, isso daí não entra na questão científica, entra numa questão filosófica, eu não vou ficar aqui me colocando em bate, porque o meu papel aqui não é criticar religião dos outros alguma coisa assim. Cada um acredita, cada um sabe, cada um tem suek, cada um tem suek. - É um critica religião, né, mano? - Eu cada um tem suek. - É o opinião, é o critica, é o oponio. - Mas eu acredito que. Mas eu acredito que, assim, entra naquela questão da fída. Como é que fala da razão álvia, do Fibonati, aquela coisa todo assim, que não é verdade? Isso, proporção álvia. Quem só é, na verdade, você está pegando. Está isso aqui da sera da propor. Ah, não, não deu, tá? Então tira. - Essa aqui deu certo na proporção, era. - Ah, não, isso daqui também não. Ah, isso daqui deu certo, tá? Então, coloca na lista aqui, deu certo. - Então não existe proporção, olha. - Ah, isso daqui. Não, lógico que existe. Só que ela não significa o que as pessoas que vem, acho que isso significa. - Significa o quê? - Posso fazer mais uma, né? - Não, não. - Ah, eu queria. - A proporção. - O que é ali em outro outro. - Na proporção como outro é qualquer, oé? - Eu queria fazer. - Eu não vou fazer uma pergunta, que eu tô dando uma pergunta, que eu queria só fazer um comentário da pergunta que o Céjo fez, que ele perguntou minha religião. E eu sou de uma religião aí o asqueira, que é uma coisa assim que muita gente vê com um maus olhos. Eu, por exemplo, quando cheguei na TDI, pego para a galera, só o que é o asqueira? - É que. - Que bebe o chá da euasca. - Já bebida. - Já bebida. - Comunca, gostou? - Não. - Não. - Não. - E tipo assim, gostei, mano, fora de novo. - Ah. Eu já fiz centenas de vezes. - Ah, minha Deus. - Ah. - Asso muito mal. E assim, por isso, por ser uma religião aí o asqueira que comunco o chá da euasca, eu senti preconceito, eu senti, não, eu sofri preconceito, até dentro da TDI. Até de pessoas da TDI. Agora, o professor Marcos éber, nunca, nunca. Foi preconceito com o mil, nenhum momento. E sabe, outro dia eu linho negócio lá um comentário em um dos vídeos que a gente fez, cara, que eu chorei, cara. Porque chamar esse homem aqui de fanático religioso, é absurdo. É absurdo. Esse homem fosse fanático religioso, não estava aqui. Mas aí, depende do fanático, precisa ser intolerante, não necessariamente. - Tá, mas preciso. - Precisou. - Fala prazer, perguntar isso. - Ah, vai ser. - Não, minha outra pergunta. - Não estou dizendo que é fanático. Eu estou entrando na definição de fanatismo, o Marcos, desculpa. Não estou querendo dizer o que é isso. - É fundamentalista, bíblico. - É fundamentalista. Vocês que estudam à Bíblia, como que vocês se sentem? Porque, pelo menos uma coisa, a gente não concorda. Até redonda já tá achou de bola. - É claro. - Vocês que estudam à Bíblia, e tal? Porque eu nunca lhe nem nada. O que vocês acham, ou sentem, quando os terrorplonistas falam, que na Bíblia, tá cheio de passagem que corroboram com a teoria deles, e que, por exemplo, a Terra, uma das questões que vocês mais sabem, é que a Terra não é um planeta, que é um reino do criador, por isso que a Terra é único que é plano, os outros são redondos, como que vocês que estudam, que lem à Bíblia, como vocês recebem isso, como que é essa relação aí? Eu tenho um podcast que eu fiz sobre isso, a Bíblia e o Terra planismo. O que a gente tem que fazer?
que quando uma teoria dessa surge, você tem que ir na ponte, na Bíblia. E ler essa passagem muitas vezes preferencialmente no idioma original, no ebraico, no era maico. E também verificar que palavras na realidade não têm significado nenhum, se eu falar para você manga, o que eu falei. Então em sete significados, você tem que ver o contisto em que aquela frase foi escrita e tudo mais. Então quando você vê lá, "Oh, Deus está sentado sobre o Globo da Terra", a Bíblia deixa claro, claro, explicitamente declarado, que até é bem redondinho. Mas isso em colívio. Exaí-as. Exaí-as, tá. -Você já tem que ver o que eles pegam o Gini, eles espens podem. -O Pedro, deixa eu responder para o Sergão aqui. -Aí chega o. Exaí-as, fala assim, olha, porque o Sol se põe numa extremidade e se põe na outra. Obviamente, a gente sabe que não tem referencial absoluto no universo. O referencial ali que tá sendo usado é referencial do observador, é óbvio que o Sol se põe. O Sol se põe e se. Ele nasce numa extremidade e referencial da Terra, o escritor tá usando ele como referencial. Então a gente avalia todos os versículos que são usados, não tem o menor sentido. A Bíblia já mais disse que a Terra é plana. Ela na realidade deixa muito claro que ela é bem redondinha e bate com os dados. -E o Sol é o que ela está? -É Terra planista, você falar que eu sou Terra planista. -Mas, o que ela fala que eu sou paciente, isso tá que eu sou herégico, sou isso que só aquilo. Não, muito pelo contrário, a gente diz. -Mas, qual é a explicação que a gente é? -Mas, qual são as explicações para os argumentos que eles dão de que o Genses é Terra planista? -O que ele cita lá que ele pensa. Aí eu quero, eu vou falar totalmente de ignorância se eu tiver a simulcorriga. O que ele fala é o seguinte, que Deus criou um domo para separar as árvores perios. -Vamos dizer assim, uma palavra de hoje não sabe da onde surgiu o bomimento de Terra planista. -Therra planistas foram youtubers que quiseram monetizar no seu canal? -Não, antes tem uma história, mas tudo bem. -Essa principalmente é essa. -Essa é uma essente. -E criar uma história aparentemente muito bem elaborada. A primeira vez que eu escutei os argumentos foi "pick". -Pick, o que esse negócio? -O que os sócreditam de verdade. -Eu sei, não, mas aí eu fui estudar. -E eles usam a Bíblia. -Eu fui estudar. -Eu já comendo paci com Terra planista. -Therra planista chegou para a gente falou assim, "como que você pode que ele está nele? Porque ele não leia a Bíblia, então ele é um herégio que falava. -Certo, não. Eu leio estudar a Bíblia desde pequenininho. -O adulto vai falar também. A Bíblia não tem sequer um versículo que de qualquer tipo de suporte a Terra plana. A Terra, pelo contrário, a Bíblia deixa bem claro que ela é redondinha, que Deus nos deu de presente, que é o centro das atensões do universo, que é o único que Deus fez a Terra para ser habitado, os outros planistas, para esse pressar a sua glória. Então você vai, em menos, a atmosfera tem a suforgo. Você vai em Marte, ou seria para Marte com ela, mas. -Pra nada, cara, nem subindo. Não tem arrui o seu vocal. -Aterfosa, é sufrido. -Ai, escada. -Ai, que é sufrido. -Suba-se escada. -E já tremendo, assim. -Vou ir adotar. -Vai, vai, vai, vai, vai, vai, fica. -Tá uma beleza. -Pique trape, eu queria mesmo saber. -Apirei só a pênia, -Ai, eu vou saber. -Mum eles quiseram, manitizar. Eles falaram assim, "Vou usar a Cíblia, porque eu vou pegar os clientes, -Vou pegar os cientistas, entendeu? -Tá, porque dentro do movimento evangelico é muito grande. -Mas em monte de gente dentro do. A imensa maioria dos evangelicos é totalmente contra até o planismo, -O planista não está associado. -O planista não está associado. -Tá falando dos planistas, nos Estados Unidos, ele é até eu, entendeu? -Mas já mais que eu não sei, né? -Mas já mais eu não é. -Mas já mais que eu não é. -Apera aí, é isso. -Promém a escriar, como a escriar, -Ai, como os argumentos, bíblicos e científicos. E como tem muito crédito que também não ler a Bíblia, entendeu? -Não tem tudo à Bíblia, não sabe o significado das palavras, -Nos ecorais, agora. -Ele tem muito o cliente que também é pseudo-crente, e tem também, tem um cara que é cliente, -E é cliente de BGR, né? -Mas você sabe como católoga e BG, né? -Não sei, acho que o Terra-Planela fanatizou tantas pessoas, que eu acho que na verdade esse pessoal aí, tudo bem, é tão bombado e bitolado, -E não tem morrido que essa pessoa é menta. -E esse morrido é grande. Mas você sabe, entendeu, de que nasce exatamente isso da Terra-Planela, de que religiosa acredite para a Terra-Planela. -Aquilo é o contigo, é muito dinheiro. -Aquilo é o contigo. -Cafando a coelho de de século de cara, comem que chão é proenhecido. -E se lancelar de usar Bíblia é muito do Brasil por conta disso, -Pratigir esse público da. -É, mas existe um andatação, mas existe um. -Cafirma-me, é tudo. -Ema coisa bem datada, histórica, de onde é que nasceu essa história de Terra-Planela? Foi num livro chamado "A História do Conflito entre a Ciência e a Religião". Se eu não me engano, é isso, o título enorme, é do século 19, é de um cara chamado John Draper, ele veio depois da teoria da evolução e ele queria justamente reforçar a boa parte dos historiadores hoje, diz que foi a link nascer essa história de conflito entre a Ciência e a Religião. Isso não existia. Por exemplo, Galilei e Galilei que as pessoas atribuiam o conflito com a religião. -Conflito é com o Papa, né? -E ele era um conflito. -E no ponto específico. -E ele era cientista brigando com cientista, né? -O que foi apoiado pelo Papa, né? -E que o Galilei era trô, né? Ele saiu o Papa e ele saiu. -E isso é o livro dele, no mensageiro cideral? -E eles sajam cideral. -E eles eram amigos, né? -Purse move. -No entanto se move. -É, ele foi financiado a vida inteira pela igreja. -E ele perde a missão para escrever o livro dele, mas ele perde a missão o Papa. Só que ele tiram a mão, andam com o Papa no livro, coloca ele como simples. O cara que ficava defendendo o Géu Centrismo. E o Papa retouce, porque foi justamente naquele período de contra-reforma. -Mas eles eram amigos, atene. E o Papa, e o Papa, inclusive, a prisão domiciliar do Galleleu, -que é o castelo. -Foi, exatamente. -Foi até um. -Vai, digamos assim, um presente. -É um presente, mas foi de um castigo. -O castigo em o castigo lá, e. -E ele já estava a sério, né, saiu na época, né? -É, não. -E esse, Tom Draper, é que recria algumas histórias, inclusive essa de Galilei, de que Galilei e a ciência. E a religião ficou combateando a ciência. Isso é muito bem definido nesse livro desse cara, e cerca de 20 anos depois, de um cara chamado Anderson White. Anderson, Adre White, que escreve outro livro com um título bem parecido, também a história do conflito da ciência contra a cristiandade. E aí eles colocam essas histórias, que até então não existia, de que religiosa acredita a reemplana. Por exemplo, um sociólogo super famoso chamado Rodney Stark, diz que isso é um absurdo, porque textos antigos já mostraram que as pessoas olhavam a luta e vi um reflexo da terra. E dizer, não pode ser planas aqui, tá? -Não, mas o que é dito com relação a terra plana, que o pessoal fala, tudo bem, os movimentos, terra planistas de fatos de saúde. -Só da tradião de religião. -Ele são razoavelmente recentes, eu não me lembro agora com as foram os primeiros, mas acho que é 1.900 petequinha, pouca coisa. Os movimentos terra planistas, mas que a gente sabe da extericidade da terra, a gente tem noção, pelo menos desde o Heratóstanes lá na Grécia Antigua, pelo menos. Então, a argumentação do pessoal da terra plana, é que quem escreveu o livro do Gênesis, que é anterior a Heratóstanes, não saberia o formato da terra, e aí por isso que teria essa argumentação no Gênesis e depois com o contato dos outros, como eles falem, aí os outros livros que são mais posteriores, aí, os Jó, então a gente se diz lá que foram inscritos depois, aí esses livros aí teriam uma interpretação, não tão cartesiana. Então, esse daí foi o que eu tinha visto, foi isso que eu tinha lido, e que, portanto, aí seria uma interpretação, aí. -Procure historicamente, se você não é uma coisa. -Baseado, não tenho um fundamento, no que eu tô dizendo. -Não, não, não, se você não tem um orgulho falando que demos. Algo que o Nicodem nos fala sobre a terra plana, tem muitos teólogos e estudiosos da Bíblia que falam sobre o terra planismo, e que não há nenhuma relação com o texto Bíblia, nenhuma. -E o adulto, diga aí, é o adulto. -É, fala aí. -É um ponto que é muito importante, quando você chega nessa questão da Bíblia, é entender que ela foi escrita numa outra língua para uma outra cultura. Então, é importante a gente entender essa dinâmica, que é, por exemplo, tem um texto Isaí, que diz que Deus vai reunir o seu povo dos quatro cantos da Terra. Só que, se você examinar o texto dentro do contexto, na mente do Judeus, quatro cantos da Terra significa "Norte Su Leste oueste". Essa é a mentalidade deles. É, são quatro cantos da Terra. Tá falando de um negócio plano, coisa sem não. É. Então, esse aspecto de poder entender a Bíblia, é um negócio muito fascinante. Para mim, eu tenho colocado o seguinte, eu creio que a natureza é o livro das obras de Deus. Eu creio que a Bíblia é o livro das palavras de Deus.
Se souber ler os dois livros corretamente, você vai perceber que ambos falam a mesma coisa. Deixa eu dar um exemplo rapidinho aqui, só pra fechar. Quando você pega a genes escapiturum verso 2, diz que logo no início do universo, o Espírito Deus pairava por sobre as águas. Então a Bíblia está afirmando que havia um moléculas de água no início do universo. Em 2012 a gente descobriu isso. Tanto é que na publicação científica é dito o seguinte, essa é mais uma evidência de que água, enquanto se de forma. Eu vou usar a palavra no inglês, de forma predominante, desde os primórdios do universo. O que é o dos estão falando a mesma coisa. Entende? Então essa é a dinâmica. Então não usa a Bíblia pra tentar provar a ciência nem a ciência para provar a Bíblia. Ou seja, se você deixar os dois falarem, vamos ver o que acontece. Até aqui os dois falam a mesma coisa. Deixa eu fazer uma pausa aqui pra gente ir caminhar o profinal. Mandíbula, finalmente leia algumas perguntas aí. Eu tenho algumas aqui, não sei se você prefere já escolher alguma. Eu queria ler dois comentários aqui, só, velho ela. O primeiro do Marcelo Marsal, que falou que algumas vezes aqui o Pirula falou "Meu Deus do céu e perguntou se isso é um atofalho". [Risos] - Ah, pelo amor. - É isso. Daí é isso, tem isso, é uma expressão de idiomática. Mas só que eu posso dar um exemplo, cara. Porque eu prometi não falar palavrão. Eu fui pra ponta grau a salada da palestra, voltei hoje. E aí tinha um fã dentro do avião, que sabe o que eu faço. Eu só tenho e tal. E antes do avião decolar, eu fui lá e fiz um aceludo. Nossa, naquela cara, nessa hora. [Risos] A gente se agarra em qualquer coisa. - Eu até o avião com essa caída. - É, é. - Não é de estar nada, não é? Mais. - É. - Eu sou um fã, não é? - Faiso. - Faiso. - Faiso. - Eu não falo. - Eu não falo. - Eu ouvi um caio com crentes com a tua cair do mesmo jeito. - Papa, podita. - Não é, caio do mesmo jeito. - Essa história lembrei de um debate que estava vendo do Richard Dawkins com aquele "Mac Gray", eu acho. - Não, Link Gray. - Mac Mac. - Lenny Kravitz. - Não, Mac Crath. Enfim. Mac Gray. Mac Loving. - Como? - Mac Gray. - É, eu não sei falar isso. - Também. E aí no medo da debate, Richard Dawkins critica o religioso que não conhece sem a Bíblia. E aí o oponente dele não debate assim. Qual é o título completo do livro "O Origins das Espeças"? Que é um título gigante. - Porque, porém, é o "National Selección" e o "Survivor de Fície". - Pois é, só que o Richard Dawkins não lembrava. - É o 5.4. - Especie. - É verdade. - É, é. - Aí o Richard Dawkins não lembrava. e if o que eu tinha ali, o que tinha sido o contrário, mas eu não acompanhei todo mundo, mas eu não sei o que ele que você que não quis, e pois não é. Vem tu lá, mostrando a mensagem, eu chamando ele pro debate, aí bloco e o a gente. E a gente mandando "Oh, eu tô em um carrero, então me é que ele está criando" "Cô, eu tô Sitominho, então, Jão, então eu tô de infone" "Vão no canal TDI, Brasil, e tem um vídeo lá, "Tominho, foge de debate com o TDI, estra" Aí vocês vão ver, tá? Pronto, então aqui o que ele correu lá, deixa-me Então Antonio Miranda do Teoliger Reverso, tá sempre aqui com a gente, né? Antonio Miranda é um gasta magrano aqui, pra gente, né? - É, eu diria que ele é insistente, né? - É, é, é, é. Ele e peruda, Marcos, explique para o perulho, que são vírus endógenos. Depois disso, explique como adão, e seu colônia éva teria um dado origem a toda a variabilidade que temos hoje, e como compartilhemos vírus endógenos e doenças genéticas com outros mamíferos, criaçãoismo refutado, eu preciso explicações, porque a minha cabeça já está meio usuada. - E aí, dá pra repetir a pergunta, aí, né? - Eu tô tendo o peso, então. - Ele fez três, aí, pra a cobra mais de duas vezes aí, né? - É, é, é. - Então, o que é, o que é vírus endógenos? - São vírus endógenos. - Cara, existe um. Existe um hipótese que o pessoal anda trabalhando, dizendo que alguns genes que existe no corpo humano vêm a rode vírus. Só que isso não faz muito sentido. Por exemplo, um dos mais famosos, um que eles chamam, que eles dizem que a placenta teria sido desenvolvida. A partir de um gene, como é que chama, "revesso". Eu acho que é "revesso", que é um gene que faz o trabalho de transformar RNA em DNA. E nisso, ele fabricou a proteína. E essa proteína é essencial para a, segundo alguns estudos, para poder produzir a placenta. Então, qual é a hipótese que foi assumida? É que, em algum momento, um bicho ou vítaro foi infectado. - É, certo? - Não. Não faz sentido. - Pois é. - Porque a placenta é uma estrutura muito específica, que. - Não, super-horro. - Os dois não fazendo isso. - Não, mas essencialmente, os mamíferos, quando a placenta foi desenvolvida, eles já não põe o mais ovos. - Pois é. - Cnicamente, eles não põe o mais ovos. - Não faz sentido em várias formas, perulinclusive, porque você tem todos os marzupeais. - O marão tem placenta. - Tu barão, tem placenta. - E é muito parecido a como? - Você tem todos os marzupeais que não põe ovos e não tem placenta. Então, o que acontece? Esse gene, ele tem um código, uma informação para fabricar essa proteína, que ele é muito parecido a um gene, ou seja, uma parte do RNA de um vírus. É parecido, mas não é o RNA do vírus inteiro que foi incorporado num bicho e daí, para o feto, você tem o mamíferos. É um hipótese que não sustenta dentro da própria teoria de evolução. - E essa é a segunda parte que está. - Mas, assim, mas espera, mas espera. Mas, assim, isso não quer dizer que não exista em corporação de DNA de vírus, no DNA de outros seres vivos, e inclusive isso pode chegar na gente. Isso não quer dizer. A gente não tem muita evidência, né? Isso. Não é que não tem muita evidência. A gente não tem muito teste disso. O pessoal propôs e a coisa não foi tão para frente assim nesse sentido. Mas é possível, sim, é bem possível que a gente tenha pedaços do nosso DNA. Não só nós, o mundo. - É parecido. - Veritose como todo. Não, que tem realmente sido introduzidos através de genes. - A através de vírus. - Mas sabe por que isso não faz sentido, perula. Porque o código genético não é uma coisa aberta assim, que você vai entrando e as coisas vão sendo incorporadas. Não é assim que acontece, cara. É uma coisa complicada, mas a gente consegue, por exemplo, fazer isso daí com seresivos mais simples. Então você vai fazer isso com seres humanos mais simples, com bactérias, você faz, com protozoares, você faz. Você consegue vir os que viros, conseguem deixar trechos dos DNA ali dentro, ou do RNA, enfim, que seja. E aí depois. - E se corpora a bactérias vai sendo reproduzidos depois? - Pode ser incorporado. O grande problema é o quanto que isso daí vai de fato, que a gente tem que ter uma coisa ou não. - Tem uma coisa ou não. - Ó. Mas eu estou falando assim só aqui. A hipótese da placenta, talvez, enfim, se é só uma hipótese, sem muita coisa, não quer dizer que não existam vírus que possam ser. - Então é uma hipótese. - Que também não possam ser coisas. Eu estou falando só que uma coisa não dependa a outra. - Ok, mas é a hipótese e todas duas. - Segunda parte. - É o adão Iéva aí. - Adão Iéva, é a que é a. - É a salute, meu irmão. - Explique como adão, como que adão em seu clone Eva. - Seu clone Eva. - Seriam da doria já toda a variabilidade que temos hoje. - E como compartilhamos vírus em lábamos. - Olha, o vírus já foi. - Toda a variabilidade que nós vemos hoje. - Adão e seu clone Eva. - A gente fala "araclone". - Isso é viagem de toinha. - É, viagem de toinha. - Então, a imfa é refutada pelo. - Mano pro vírus. - Mas não é um clone. - É da estela. - Não, deixa eu ver. - Eu tenho um pôde que é sobre a custela. - É uma mulher. - Como é que é um clone? - A custela já foi usado muito implantes de custela. - É tudo bem. Olha só, a variabilidade de adão e Eva. Nós vemos hoje no nosso genoma, que é extremamente versátil. Nós temos splice em alternativo, overlap genética. A gente tem gênese silenciados. Nós temos a epigenética. A gente tem uma característica. - Tem DNA alush, não está? - E a cores. - Tem. - A gente só tem uma cor de pele. - Tem. - A cor da milanina. A gente fala "olha, tem vários diferentes cores de pele". Não, a gente só tem uma cor. A cor da milanina. A gente tem mais ou menos milanina. Tem os brancos, brancos, brancos, já são mutantes debilitados. Já perderam a benção da milanina. Os negros só têm mais milanina. Nos cabelos só têm mais ou menos pontos de sulfito. O dobradinho do olho do japonês lá, que é uma mutação deletária que é de perder a capacidade de dobrar. Nós vemos que na realidade, toda essa púde genético, já segundo os criaçãoistas bíblicos, já estavam expulgionéticos. Estava disponível no DNA original. E várias estratégias de diversificação já tinham sido implementadas nessa embaralhada da informação genética. E essa informação genética, ao ser utilizado, [MÚSICA DE FUNDO]
sendo utilizado ao longo da vida na Terra, as diferentes condições climáticas de sol, o negro vai para a África, precisa de mais melanina, fica mais escuro, o filandês vai para a finlandia, perde a melanina, que só não absorve o travioleta, para a vida menadeira, foi diversificando o humano. Mas o humano são humanos, é outro dia eu fui preencher o formulário que eu fui renovar o meu visto, estava lá, várias raças que eu tinha que mostrar e no final tinha "odders" e perdi outro ponto. Eu pus assim, especifico, eu pus assim "odders" especifico, humana, só tem uma raça, raça humana, é a variabilidade, todas já preembutidas no código genético, a gente sabe por mim, agora os casamentos, os cruzamentos entre os humanos, tem toda essa variabilidade, são os xínsis, o azão, azão, azão, azão, que vai criando essa diversidade e o meio ambiente vai selecionando, mas das formas que já foram programadas no nosso código genético. Então o toinho, tem a aeja metocondrial, quer falar disso? Não vou falar, eu vou me to com o drávio, eu falei da aeja metocondrial, porque tem uma por, então estava notado aqui no negócio, mas foi um fundo negativo, mas eu só falo de uma espada de espada, e a gente vai falar que eu fui agir, não respondir, então toda essa diversidade genética, já estava preembutida, a gente vai só sacando do puje enético e se diversificando, agora toda vez que a gente se diversifica, a gente involui, é o atejo de comer, no livro "A Involução de Dárvico", eu tive o privilégio de traduzir, ele mostra claramente que toda vez que você se diversifica, você saca do puje enético e se forma uma espécie menos apta, é o que a seleção natural faz depois, ela seleciona o mais debilitado, ela não preserva o mais apto, e não cria coisa nova, e aí o que você vai acontecendo, você vai diversificando, até se chegar nos extremos, quando aquele ser, no extremo da diversificação, não consegue mais adaptar ele estindo, então toda. - Tá, não, tá tudo errado. - Tá tudo errado, tá tudo errado. - Tá tudo errado. - Tá tudo errado. - Tá tudo errado. - Tá tudo errado. - Não, Jesus, Jesus, vai. - Tá tudo errado. - Não, não, não. - Não, não. - Não, eu quero saber da Eva, mitocondria. - Ah, vamos falar sobre ela. - Boa, que é uma mitocondria. Mitocondria é uma organela presente dentro da célula dos organismos e o cariootos, a saber animais, fungos, plantas e uma gama de seres unicelulares que a gente chama G, enericamente de protozoares, e essas organelas produzem energia, digamos assim. A relação às respostas pela respiração celular vai digamos assim que é o que vai produzir o ATP, né, enfim, a molécula que vai gerar energia para que a célula consiga executar suas funções. Então, para que a consiga ficar viva, né. Então, a mitocondria é uma organela fundamental, fundamental para isso, né. As bactérias não têm mitocondrias, elas conseguem viver muito bem, só que elas têm um sistema de funcionamento um pouco diferente. E o que acontece? E enfim, a mitocondria, na verdade, é um tipo de bactérias, mas o que? Depois daí já o outra questão. - Uma inguliu a outra, né? - É uma inguliu a outra. - Isso não me viu, é pior. - Isso não se cachaça lá lá lá. - É, as coisas são possíveis. - Porque. - Não vou dar evolução, né, Pirula? - É, mas a mitocondria tem um DNA dentro dela, um DNA que ele é independente do DNA do núcleo da célula, onde ela se encontra. - E é bem menor. - Então, e é bem menor. A mitocondria, na verdade, a ideia da teoria do symbiante veio por quê? Porque a mitocondria, ela não só tem um tamanho equivalente a de uma bactéria. E o mistrutura equivalente a de uma bactéria, como o DNA da mitocondria das mitocondrias, em geral, quando você vai fazer um sequenciamento de grandes amostras, de muitas espécies, você consegue perceber que há grupos de bactérias que têm uma semelhança muito grande com o DNA da mitocondria. Então, a gente tem até uma postulação de quais foram os grupos de bactérios que eventualmente entraram dentro das células para. - Parece que bactérios então é, né, virou. - Não, não é que parece bactério, meu Deus. Você tem todas as estruturas ali que possam indicar, só que é realmente muito modificado. Agora o que aconteceu? - É só não fazer uma função, né? Mas porque ela vive em doce imbiante, ela vive dentro do outro organismo. - Pois até uma bactéria que produz essa ATP, tal? - É, então, parecido assim. - É óbvio que houve mudanças, meu Deus do céu. Isso é uma coisa que a gente também, sabe, como isso fala, tem. - Então a mudança aconteceu depois que ela foi engolbada pela célula? - Isso a gente não sabe. Pera, pera, pera. - Vamos sujeitar o DNA mitocondria. - Já definiu a mitocondria, vamos. - O que aconteceu? - O que aconteceu? O que acontece? O a mitocondria, então, qual que é o grande sacado da mitocondria? Como ela tem um DNA próprio? Ela é independente do resto do DNA, do núcleo. Ela reproduz, por. - Fala, por biopartição, se divide, se multiplica. E ela não é, aí no caso, falar de mamífaro, né? - Não é transferida nos espermatozoides. - É só permautas, mas. - Porque os espermatozoides precisam de motilidade, para velocidade, não ser atrapalhada, vai a mitocondria. A mitocondria fica para trás. Os espermatozoides têm uma. Ele tem uma vida muito curta, especialmente, porque a capacidade, a armadilhamento de energia dele é limitada. Existem exemplos de espermatozoides com mitocondrias, que foram vistas, exemplos, erraram, não é comum, mas tem tudo sobre isso, de mitocondria. - Mas quando ele entra na óvula, no óvula da mãe a mitocondria fica lá de fora, não leva a mitocondria de junto, não. - Entra, nesses casos, entrou. Acharam mitocondria, eu era dar por lado paterno. Não lembro em qual espécie, mas acharam. - Então, estudar a mitocondria é algo que está errado. - É chato. Não, não é que está errado. Mas assim, tem que levar em conta possibilidades. - Ah, essa possibilidade. Mas a princípio é raro. A princípio é raro. Então, a gente não leva em conta para fazer grandes coisas. Só tem que saber que existe. Mas o que acontece? Mitocondria, então, é idado só pela mãe, no caso de mamífiros. É idado só pela mãe. E aí, o pessoal faz estudos com relação à mitocondria, porque como a mitocondria, ela está dentro do macêlo, e ela só. A função dela é produzir energia. Ela não está sobre as mesmas pressões de sobrevivência do organismo como um todo. Tipo, o organismo precisa estar vivo para comer ou não, mas isso não vai selecionar a mitocondria mais forte, mais fraca, mais coisas. Não, a mitocondria é a mesma. Ela vai produzir energia e a comida chegar na célula. Se não chegar, ela morre. Então, tipo, a mitocondria não está sujeita a pressão da seleção natural. Ela não sofre pressão da seleção natural como acontece com genes nucleares, que são genes que formam o indivíduo que possuem as células eucarióticas. E também, como elas não sofrem hibrização. Elas não sofrem o crossinho houver, que é aquela mezcla de DNA que você tem, por exemplo, do macho da fêmea. O que acontece é que se formar o gammeta, se formar o formatozor de fórmau óvulo, você tem uma mistura das cromáticas de cada um dos pais para justamente. Segundo a lei de menor. E para justamente você não tem uma geração de clones para evitar essa clonagem. A mitocondria não, a mitocondria tem que se clonar porque ela não tem alternativa, então a mitocondria são todas clones. Porém, como você tem mutações acontecendo, o tempo todo, essas mutações. No caso, das mitocondras são completamente aleatórias e não selecionadas, porque não faz diferença nenhuma para a vida do indivíduo. Se a mitocondria tem uma sequência ou outra, não sei que ela parte de funcionar, mas. Então, você tem um acúmulo de mutações nas mitocondras ao longo de selade. Todas as gerações. Você vai vendo ali que as mitocondas vão mudando. E como são alterações? Não selecionadas ou dificilmente selecionadas, porque não vai fazer diferença para sobrevivência do indivíduo? A gente parte do pressuposto que são alterações. Cúgia a probabilidade de ter acontecido iguaisinhas mais de uma vez é muito pequena. Então ela seria um ótimo traço de ancestralidade. Então, quando você vai no laboratório hoje e pede para fazer um exame de ancestralidade, você usa o deniamento de um mitocondrial? Sim, você tem hoje, na verdade, um mapa mitocondrial do mundo humano, falando de espécie humano. Você tem um mapa mitocondrial ao redor do mundo das populações que migraram ao longo do tempo. E nesse mapa, você consegue ver quais foram as alterações. Você tem os grupos. Tem o grupo N, grupo N. Acho que a palavra é certez. O grupo não sei o que. Você vê as alterações. Não, mas são mutações. Não alterem nada na mitocondria. É só um traço genético. É um marcador. É um marcador.
é uma mudança de par de base. É um que eles chamam de "snip". Foi descoberto que você consegue. Que na verdade é uma coisa que a gente já sabia com outras espécies. Não imagina. Eu. Eu sei lá. Eu comecei a saber sobre o estudo de near metocondriário, o pessoal da Boutantanc, que fazia isso com. com serpentes e. e. e um monte de outros bichos. Mas. E que acontece? Você observa que essas alterações metocondras, como elas não selecionam nada e não fazem diferença na vida do indivíduo, o mais provável é que elas tenham acontecido uma vez só. O mais provável. Por que? Porque são. alterações pontuais ali. Elevado em conta a possibilidade dessas alterações serem recorrentes. Mas aí você tem que fazer uma comparação de dados para ter certeza que você está falando da mesma coisa. Mas a princípio, quando tem alteração, a mutação da metocondria, a partir daquele ponto, como não faz diferença nenhuma para que vem depois, passa através das gerações. Então tipo, sei lá, alguém sofreu uma mutação de metocondria, sei lá, em 1400. E aí essa alteração, só que o indivíduo sofreu, passa para o filho, passa para o neto, no caso, a mutência é uma mulher. Então passa para a filho, passa para a neta, passa para o não ser que ele vai em uma liagem só feminina, se acaba chegando ali numa alteração hoje que não significa nada. Mas ela serve como para rastrear da onde veio aquela pessoa, entendeu? Ok, chega no finalmente. Então, então o que acontece? Quando você observa esse tipo de alteração e coloca como sendo individual, como sendo individual, como tendo surgido de maneira individual, há uma peaz metocondras do mundo todo, você conseguiu, né, do mundo todo humano, né. Você conseguiu identificar esses, essas alterações individuais e rastreando por ancestralidade. Regração genética. Eu cheio e falei assim, olha, essa alteração aqui, muito específica, que aconteceu que não faz diferença nenhuma para sobrevivência do negócio, mas ela aconteceu ali uma mutação ali que trocou que a gente não. Essa alteração, ela está presente, sei lá, nas populações do leste asiático, da polinesia e os nativos americanos. Então, você tem essa população com essa alteração. Então, chega e vai para trás, vai se, olha, então, eu quer dizer que os nativos americanos, os polinesios e o leste asiático possuem um ancestral comum mais recente, porque possuem todos eles, possuem só essa. Só eles possuem essa alteração na metocôndra. E aí, obviamente, você só consegue fazer comparando com muitas coisas. Para você ver qual é. Bom, isso daí é feito com cálculo estatístico, então, não sei o que. Quais são as maiores probabilidades de relações de parentesco que tem ali? É a mesma coisa que a gente faz com todos esses espécie. Que a gente vai fazer isso. Abre os evolutivos, o filogenética, então, não sei o que. Vai fazer filogenemoleculares, exatamente a mesma coisa. Você vai pegar toda aquela marcação que existe, vai fazer um comparativo, fazer um paralelo e vai indo cada vez mais para trás para ver quais são mais parecidos. Que acontece? A gente tinha um postulado que era que a humanidade tinha surgido ali na região de Ojauquenia, Barra e Chopper. E o que acontece? Quando foram fazer os estudos de todas, Mito Condres, do que. Quise a gente teve acesso na época, depois aquilo foi incrementado. O pessoal foi indo para trás e foi descobrindo que com essas alterações, pequenas alterações, isso vai fazer um. Um analho de parentesco. - Afonilado. - O ancestral comum da eva Mito Condreana, o ancestral comum feminino de todos os humanos e os hoje estava na África. - É a luz de Afar, né? - Que aí é. Não, não. - Não, não. - Não, não. - Mas estava na África. - Então foi? - Que a eva Mito Condreana, então. Por que foi chamado de eva Mito Condreana? - Mito Condreana. - Porque é. É, é, Mito Condreana. Porque é o ancestral comum mais recente feminino de todos os humanos vivos hoje. - Caramba. - Nem todos os humanos que já existiram são descendentes desta eva. - Isso é hipótese. - Porque. Nem todos os. Porque tem muitos humanos que não estão vivos. Então, dois que estão vivos, essa é o ancestral comum mais recente. - Tenho. - E ela nem precisaria ser especificamente da espécie humana, mas certamente mais o mais provável que fosse. Já, entendeu, da espécie humana. E aí você tem a mesma lógica com cromoçomo hipso. O cromoçomo hipso é uma coisa um pouquinho mais diferente, tem uma outra variação pequena, mas é mais funcionando do mesmo jeito. O cromoçomo hipso não só é herdado da linha masculina, em linha gerais, tem exceções também, tem aquela coisa também de que o cromoçomo hipso é que às vezes ele é herdado em pedaços, então não necessariamente ele vai inteiro, mas essencialmente em linha gerais o mais comum, 99%, é que o cromoçomo hipso não seja herdado pela via paterna. E. Então indo para trás do cromoçomo hipso não se descobre o pai do pai, do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai do pai. - E vai indo para trás. - E aí, tipo. - Por que que o cromoçomo hipso não é. Por que que o cromoçomo hipso não é especial nesse sentido? Por que todos os pares de cromoçomos, eles sofrem o processo lá de crosinho, ouve o que eu falei, quando vai formar o gameta. Então você tem lá, junto com o cromoate do pai da mãe, tal, tudo faz as trocas e formam as transformações de formo óvro. Só que o cromoçomo hipso não pareia direitico com o cromoçomo hipso, que o cromoçomo hipso não é muito grande, e o cromoçomo hipso não é muito pequenininho. Ele pareia só nas pontinhas. Quando vai fazer o cromoçomo óvro, ele pareia só aqui nas pontinhas. O brinco, que é como se fosse uma jogadora de basket, dançando com o anão. Tipo, tem que dobrar ali, só vai encostar o ponto da mão e a ponta do pé ali, porque o meio não encosta, não dá, não tem como. Então é por isso que o cromoçomo hipso não salva as extremidades, o miolão dele passa pelo mesmo problema da minha situação da mitocôndria. É uma quantidade de variações genéticas que acontecem lá, que não vão sofrem seleção sexual, porque aquilo não vai trombar com o cromoçomo hipso de x de uma fêmea, e que não vai fazer diferença para frente, porque se fizer diferença o indivíduo morre, enfim, se for uma alteração de, posso gerar algum problema, mas enfim, geralmente são só alterações pontuais. Um falei, são os nips que o pessoal fala, são alterações individuais de mudança ali. Que acontece? Com cromoçomo hipso, então ele se comporta similar a mitocôndria, nesse caso, do lado masculino. Então aí você vai patrar, vai atrar, vai atrar, mas vai você descobrir, então aí o que eles chamaram de adão cromoçomo hipso, entre aspas. Que pelas regras, coisa, eu já sei o que ele vai falar, mas aí pelas regras do que esse foi, do que esse foi calculado, porque você tem um cálculo de tempo para isso, um cálculo aproximadamente de tempo. Eles não necessariamente aliás muito pouco provavelmente conviviram. Ah é? Porque o que acontece? Vamos imaginar aqui uma árvore. Muito pouco provavelmente foi bom hein.
-Pero ele é claro, provavelmente. -Acha essa pequena. É muito pequena, porque dá uma olhada. Vou tentar fazer aqui o Marvelizinha, que é muito difícil fazer isso aqui sem ajuda gráfica. Então está aqui uma árvore com todos os os. Eu tenho uma imagem bonitinha disso, mas não trouxe. Todos os seres humanos pela linha materna, todos os seres humanos ancestral, todos os seres humanos vivos hoje. Só que acontece, a gente não surgiu em funil, nós somos populações, e essas populações elas vão indo. Então a espécie humana, na verdade, ela tinha outras ramificações aqui, formando uma população enorme, que acontece. Todos os descendentes dessa lateral aqui, esses daqui não sobreviveram ou até sobreviveram em alguns descendentes. Então, por exemplo, quando você pega populações tão isoladas há mais tempo, pessoal geralmente pega os australianos. Você vê ali uma grande porcentagem de DNA que não é compartilhado com nenhuma outra população humana, porque os australianos tão isolados há muito tempo. E as outras linhagens de seres humanos mesmo, falando da espécie humana mesmo, que compartilharam com eles lá, os outros não vieram muito depois, então não compartilharam com eles. Porém, eles ainda têm uma parcela genética que é compartilhada única com a colet. Então, isso que eu estou falando seguinte, é como se você tivesse fazendo um paralelo com primos. Então, você pega um primo, seu por parte de pai, você tem um ancestral com um com ele. Então, você tem um ancestral com o com ele que vai ser, sei lá, teu avô paterno, seus avós paternos. Ele compartilha genoma com o outro lado da família dele, que não é o seu. Então, vocês dois têm um ancestral em comum. Mas não é o único ancestral, porque você tem a sua mãe, a parte da sua mãe, que o teu primo não tem no caso, por exemplo. E o teu primo tem a parte do outro lado da família dele. Não é o caso da Eva, então não tem. Não, é exatamente o mesmo caso, porque você tá vivo para trás. Aí vai chegar, só fazendo um resumo do que ela disse. Então, eu estou querendo dizer o seguinte, o ancestral com um. O ancestral com um que você tem em relação, por exemplo, com seu primo, que é o seu avós. Você pode ter uma mesma ancestralidade com uma outra pessoa, não é verdade? Você vai ter, mas, enfim, tudo no exemplo. Que é um pouco mais distante, entende? Do que é o seu avô? Então, é por isso que o pessoal fala, a herança, o tipo de herança de mitocôndria e de cromossomo y, não necessariamente caminham todas em conjunto. Até porque você não sabe qual é a proporção de sobrevivência, sempre de macho, feme, ou em todos os lugares que vai ter o efeito gargalo, que eu efeito funil, que é quando uma população muito pequenininha sobrevive. E aí, dela você irradia, então, daquela população muito pequena, você tem, e a gente tem exemplo de efeito gargalo na espécie humano. Então, tem um cálculo ali, mais ou menos, mas uma coisa é fato, os dois africanos, a princípio. O cromossomo y, por exemplo, africano, e a eva mitocôndriana, africana também. -E se eu deixei só fazer um resumo aqui, é sim. -Sim. Você tem um código genético menor da mitocôndria, como eles explicou funcionamento da célula, pegaram esse código genético, fizeram um processo chamado reagração genética, e ela pegou, acho que 178 placentas de mulheres do mundo inteiro, de todos os continentes, e fiz essa reagração genética e mostrou que toda a humanidade é filho de uma única mulher. Aí, se contesta o estúdio, e tudo mais, porque se acreditava na hipótese múltipla. -Não, na época dela não tinha mais escolha, hipótese múltipla, na época que ela publicou, a eva mitocôndriana, a hipótese múltipla era. -A Rebecca, quem, inclusive, teve muita. -A Rebecca, quem? -A Rebecca, já estava em disumos, eu ia fazer muito tempo. -Ela tem entrevista, ela dizendo que ela foi rejeitada por 14 revistas científicas. -Não, mas isso daí não tem nada a ver com o fato de. -Não, não, não, não. -Se aí, pô, já estava caindo, hipótese múltipla, já estava caindo, porque a que não aceitava algo. -Já estava em queda. -Já estava em queda. -Porque não aceitaram a atentão. -Porque o outro motivo, por qual motivo você pode aceitar um artigo? -Casso. -Se o seu artigo científico, falam uma coisa. -A favor do que todo mundo pensa, mas ele está com um monte de problemas, ele pode ser rezoitado. -E porque ele foi publicado depois, todo mundo achou maravilhoso? -Cara, porque é um. Oé, porque. -Porque é o que? -Sem lá, porque. -Perole. -Ai, só tô falando o seguinte, hipótese múltipla. -A hipótese múltipla, de origem múltipla, da espécie humana, da espécie humana, ela estava caindo em disuso, lá pela década de 450. -Ten gente até hoje brigando com isso. -Losque tem, mas até aí tem gente até hoje que é até a planista, então foi o Odosim. -Ou, perdi. -Eee. -Ei, eu sou o Prato, eu sou o Prato. -Foi feito, a mesma coisa com o Cromossão I, só essa regressão genécia. -E se provou que toda a humanidade é filho do único pai. É simples assim. Qual é a teoria, qual é a hipótese que foi levantada? É que na verdade esses dois indivíduos sobreviveram a uma extinção imassa brutal, -onde só eles ou a ligagem dele sobreviveram. -Não é verdade. -É assim, explica. -Quer explicar isso é da Alcustar. -E não explicou desse jeito. -E esses é feitos gargálos, são conhecidos quando você tem uma perda muito grande populacional, -uma coisa assim. Só que a gente está falando de uma época para ser ancestral comum de toda espécie humana, -dois, dos humanos vivos hoje, tem que ter, vai, algum entorno de um 100 mil anos, não menos do que isso, porque senão não pode ser ancestral de toda a humanidade. -Viva. -Por quê? -Então, porque o padrão de dispersão da humanidade foi anterior a isso. -É artigo que dizem no contrário. -Se por um acaso você já não, não, a gente sabe, os. -Nações. -Os australianos chegaram na Austrália, eles estão isolados na Austrália, pelo menos 50 mil anos. -E isso se sabe. -Se eles estão isolados, pelo menos 50 mil anos, você tem que retroagir para ver o tempo que demoraria para a humanidade, -agar lá na Austrália e todo o processo. -Não, quer saber como é que só sobreviver uma ligagem de mulher e como é que só sobreviver uma ligagem de um? -Não sobreviver, só uma ligagem de mulher, sobreviver uma. -Não é isso que é o tratou. -O mundo tem mitocondria, todo mundo tem mitocondria, certo? -Eu não tenho as mitocondras do meu pai, quer dizer que a linhaje do meu pai não sobreviveu, o meu pai está vivo? -Espera. -Ele vai ali com ele. -Eu sei não tenho a linhaje do seu pai, porque ele está metendo a sua passa pela mãe. -Exato, então, que eu estou falando. -Mas como isso? -Acomenta, porque tem um monte de linha. -O argumento que eu estou querendo dizer é o seguinte, por exemplo, o meu pai tem mitocondras que eu não tenho, mas a minha prima, filho da irmã dele tem essas mitocondras. Então, quer dizer, você tem duas linhajas mitocondrias aí, vivas na minha família, a linhaja mitocondrial, da minha prima por parte de pai, e a minha linhaja mitocondrial. A minha veio pela minha mãe, a da minha prima veio pela linhaja do meu pai. -E todas vieram não há só. -E eu estou falando a seguinte, que você tem como sobreviver uma linhaje, entendeu? -Por exemplo, digamos que no futuro. -Pois é, por exemplo. -Não, para o pé, não, para o pé. -Não, para só só. -Eu vou dar isso que você usou. -Não, você falou de você tem uma linhaje mitocondrial e sua prima tem outra. -Vou, a gente está falando da mesma família. -Não, mas eu estou falando isso, que eu estou falando. -E isso eu me estou falando. -Ema a linha. -Ema a linha. -Ema a linha. -Ema a linha que a linhaja. -Não, não precisa. -Ema a linha que a linhaja, da minha prima, por exemplo, a cabe ali. -A cabe ali. E no futuro, né? -Só sobre a linhaje. -E isso não quer dizer que a minha mãe é a primeira mulher, entendeu? -Mas só sobre a tua linhaja com. -Todo o resto da humanidade é extinto? -Não, não é tudo o resumanidade extinto. É cruzamento, é pro cruzamento. Algumas pessoas não tiveram filho, outras foram para outros lugares. -Mas cara, isso não explica a eva mitocondrial. -Tô deus, mas lógico explica. -É lógico que não. -É lógico que não. -O que ela vai dizer? -A regressão vai até um almole. -E se explica, tem outras espécies. -A regressão vai até um almole, que é mulher, cara. -E isso aí. -Mas é óbvio que vai ter. -Mas eu diria ter o espio. Não tem outro jeito. É óbvio que vai vir só até a mulher. -É óbvio. -Por isso que eu ancestral comum mais recente. -Então só sobreviveu ela. -Não, não é que só sobreviveu ela. -Então me diz como só sobreviveu. -Mitocondria dela. -Porque, qual era a variedade genética que existia de mitocondria? Na população da eva mitocondrial. Vamos fazer um chute aqui. -Vamos dar um chute, e poder desar. -Vamos dizer que tinha. -Que susto, Adam. -Vamos seguir em um momento aqui, três horas. -Eu vou precisar descansar um pouco para poder tocar essa reunião. -Eu vou precisar pedir licença a vocês. -Tenci do prazer estar com todos. -Muito obrigado. -Mas eu agradeço. -Mas uma vez, Rodrigo, obrigado por toda a tua equipe, pela maneira que vocês colocaram todos juntos aí, vou perder um finalzinho, mas eu assisto depois. -Vamos com o oficial finalzinho, eu se ametado. -E-Ei. -Vamos lá ver os outros. -Vamos ver os outros. -Vamos ver o seu negócio também. -Petágio. -Espai muito. -Vamos ver todos aí. -Vamos ver todos aí. -Pedir, meu voce aí media. -Está pronto, estou pronto. -Brigado demais, Gil. -Brigado demais. -Brigado, adorado. -Vamos de cá. -Tem mais.
Eu posso falar. Eu vou falar que eu exemplo que você não ia potetizar, você tem uma população de 100 vídeos, uma população de 100 vídeos, vamos ser o justo 50 fêmeas, 50 machos. Você tem aqui, tipo, a população ali, há uma reprodução aleatória entre eles, por algum motivo, alguma fêmea reproduziu mais, sei lá, teve mais filhos, e outras tiveram menos filhos. Então aí, em três quattro e reação, você já tem um equilíbrio diferente da distribuição, no caso aí, na fala de alélio, porque é mitocondro, mas, enfim, já tem uma distribuição diferente ali do tipo de mitocondro, que vai acontecer na população, já deixa de ser. Vai, digamos assim, metade da população. Não, na metade, já deixa de ser uma distribuição aleatória pelo população, aquela mitocondro, daquela mulher, já que ela reproduziu mais, passa a ser, sei lá, vai, 10%, 20%, a gente está falando de geração atrás de geração. Se não quer dizer que ela virou a única pessoa do ambiente, na verdade, agora, não lembra mais quem é a dona da mitocondro. As descendentes dela estão ali, e elas estão se reproduzindo com os outros marchos e tal isso aqui, e estão ali sobreviveram por algum motivo. Não quer dizer que são as únicas da população. Isso aconteceu no objetivo, só que por algum motivo, em determinado momento, as linhagens que possuem essas outras mitocondras, entendeu? Não sobreviveram até hoje, sobreviveram até hoje, entendeu? Esse é o ponto. Isso é um vídeo que é trococado, é tipo um campeonato de carocorô. Você não sabe quem vai ganhar, mas a gente sabe que alguém ganha. Então, eu não tenho jeito. Você indo para trás, você chegaria numa eva, me estou condenando, a menos que a gente esteja falando de outros aspectos que eu não vou nem entrar aqui, porque aí vai completar mais da área mais fresca. É, isso é um exemplo, você colocou aí. O promoção Ipslo não precisa passar pelo mesmo tipo de caminho que a eva me to condenando. Até porque as eranças são diferentes. As eranças são diferentes. É mais complexo ainda. Não, eu estou falando assim. Por exemplo, o macho, uma mifra geral, possui, promoção Ipslo e mitocondra. Tem que ter os dois. A feme tem só mitocondra e não tem promoção Ipslo. Então só nisso daqui o padrão de erança já muda, porque a mitocondra masculina salve essas exceções pequenas aí, ela mora. Mas aí a eva mitocondra e a alteria vindo antes ou depois do adon Ipslo. Aí, você tem que ver as estatísticas. Eu não lembro do artigo. Doze artigos. Eu lembro do artigo. Mas você tem que ver quanto que é o calco. É isso que é complexo. Porque, por exemplo, essa mulher que viria da eva mitocondrial, ela iria se casar. Vamos dizer assim, com o homem que sobreviveu lá a linhagem dele, mas ela teria uma linhagem diferente de promoção Ipslo. Ela não tem promoção Ipslo. Ela não teria uma linhagem diferente, não. Ela teria uma linha diferente do que de promoção Ipslo. É, porque o promoção Ipslo é que ela não passou por uma pessoa diferente. Mas ela não passa o clonso mesmo para frente. Porque ela não tem. Ok, ela não tem o promoção Ipslo, mas o que eu estou dizendo é o seguinte, que ela teria que virete vindo antes, teria que ter estinto todas as outras qualidades mitocondras. E se casado depois, uma dessas sobreviventes teria que ter se casado depois com um único cara que também vai desaparecer a estipa. Não precisa, não precisa. Porque pode ser uma outra população ou às vezes até a mesma população, em que o que aconteceu o mesmo processo com o promoção Ipslo. Como eles têm eranças diferentes? Não precisa ter acontecido ao mesmo tempo. O promoção Ipslo não poderia ter atitude a essa mesma seleção do. digamos assim, masculina. A mesma seleção masculina pode ter acontecido antes ou depois, mas ela. Como ela fala? Não precisa nem ser na mesma população, mas vamos dizer pro banho do exemplo que foi na mesma população. Você tem os machos tendo um padrão de reprodução X e aí você tem um tipo quem reproduz em termina uma determinada população. Esse é o ponto, às vezes a gente não tem como saber. E aí o que acontece é que você tem um determinado alelo no caso, aí no caso de cronçombidos que não dá pra falar, se multiplicando em determinadas frequências. Porque sei lá, porque aconteceu algum motivo ali. Estou falando assim, isso que eu estou explicando, não é uma estrução mental. Isso que eu estou explicando é a síntese de dinâmica populacional. É assim que dinâmica populacional funciona, isso aqui é base de ecologia. É assim que funciona com a dinâmica populacional. Então quando você vai estudar ecologia de populações, você vai fazer os cálculos de aléolos, vai saber quanto que tem cada um e vai ver qual é o padrão de erança que você vai estabelecer. Afinal de quando você é evolução é isso. A evolução é a mudança do padrão de aléolos ao longo das gerações. Então quando você vai olhar o padrão da Eva Mito-Condriana e do Adão Ipso, não digamos assim, eles são termos muito interessantes pra mostrar óbvio a que a gente já sabia desde aquele tempo da ancestralidade comum do ser humano. O que não impediu e brilhização com outros tipos, como por exemplo, Leandertal e Denis Ouvano, mas aí eu tenho que estar. É um humano, mas. A dentro do gênero, o homem, eu também considero humano, só não é um mossapas. Mas aí quando você observa esse tipo de proporção, entendeu? É dessa maneira que a gente faz dessa avaliação. E isso é. Como eu te falei, isso é a base de dinâmico populacional e a base que a ecologia acabou usando para dinâmicos populacionais. Não tem um único motivo pra achar que a espécie humana vai agir diferente nesse questão de passagem de materiais aí genéticos, de metocondrias ou não, do que as outras espécies. A gente tem exatamente padrões sendo repetidos, a gente sabe como é que é. Agora aí a gente adapta e isso também, obviamente, é o fato de que como ser humano somos nós mesmos, a gente tem mais pesquisa sobre isso. Eu lembrei da. Vamos falar um pouco, gente. Vamos já ver, tem esse assunto rendeu, né? Porque é o pirulho, meu irmão, pra explicar o da. Não nossa, ele é que como uma história é bem longa mesmo, é legal o pirulho. Eu tenho que dizer. Mas é, tem, tem, tem, explica-me, claro. Mas olha, eu não queria discutir muito sobre a Eva Mito-Condrial, porque eu fiz uma entrevista, tem outro podcast agora viu, ouvi ela, terceiro melhor do Brasil, tá? Seu primeiro, depois eu falei do "Faze ciência", e eu tenho também na IPPTV, um podcast, "Faze ciência". Não, um "Biblé ciência" depois do "Faze ciência", que eu entrevistei à professora, Roberto Aventura, ela é a Jean-Itista, bióloga, e ela é especialista em DNA em sequenciamento. E ela tem dado palestras pelo Brasil, a entrevista sobre o DNA Mito-Condrial. E o que ela fala claramente nessas entrevistas? "Oh, é Jean-Itista, conhece biologia molecular". E eu acho que ela tem autoridade pra falar nessa área, então já que a gente falou que precisaria ter um pouco de autoridade. E o que a Rogeria Aventura conclui, os dados são enfáticos, viamos todos da uma mesma mulher, viamos, e ela fala também do Chromo-Sumur, Ipsom, Adão Ipsom, e do mesmo homem, e o pior. O início dessa datação deu 200 mil anos, mas depois um outro artigo foi publicado que recorrigiu as taxas de mutação ou alterações. "Calibrando o relógio Mito-Condrial", é da saída. "Calibraram e deu 6 mil anos". E obviamente foi um choque pelo mundo, é porque chamaram de "Eve", chamaram de Adão, parece que bate muito bem com o relato bíblico, de que todos viemos do mesmo homem da mesma mulher. "A taxas de mutação deletéria", que temos já falei aqui, "midimos entre todos os humanos, a gente tem de 50, 100 mutações deletérias por geração, sabemos quantas mutações deletérias temos, 6 mil anos". Então a Eva Mito-Condrial e o Adão Ipsom, segundo a professora Rogeria Aventura, estou convidando todo mundo para assistir a palestra, uma hora ela faz explicando, passa a paz, ela entende de genética, que entende biologia. "Mas não entende de genérica populacional, desculpa, porque não tem como, você está falando com o povo por que você está falando, é diferente de todas outras espélias que têm você também tem uma orificação. "Eu pera aí gente, eu confesso que eu não sei, mas o funcionamento não é assim, e a qualquer coisa que as outras espereis, é diferente". "Mando o artigo com a cor, e temos os artigos tudo, e a uma impressão também muito forte aqui nessa Eva Mito-Condrial e Adão Ipsom, que a vida na Terra é jovem, que a gente está pouco tempo aqui, parece que viermos de uma mesma mulher do mesmo homem, ou Pirula gastou todo esse tempo, porque é muito difícil explicar a mesma luz da evolução esses dados, não? Fazer uma genética, é porque é aquele fio, não, não, não, não, não, é porque é aquele fio. Tem que fazer uma genética absurdo. Ah, a genética é a sua, a gente é a sua, a gente é a sua, a gente é a sua, a gente é a aventura, a gente chama ser feito o brandolíneo, eu vou já falar, para vocês explicar um negócio complexo, que alguém vem simplificando tudo errado, você demora uma, uma, uma, eu sei que é radeza, mas você não é troda a questão, você é troda a questão no último minuto, mas por que eu tive que explicar, quer saber tudo, mas é, eu estava quase dormindo aqui o pílculo, isso não passa na na vara de alcampo, isso não passa na na vara de alcampo, só você tem que mostrar, mostrando a origem comunicar, não é o jeito comun de mãe, aí o que vai ter não, não aconteceu isso não, aconteceu isso não, não é o que é isso, é
é problema é que isso é isso daí, claro, pra quem não sabe nada de você falou que você não sabe, não sabe biologia molecular que você a área que você me lembra nem domina agora está falando que a gente não sabe porra nem o meu, eu falei que é o que é isso, não, eu perdi o ponto aqui que é o mesmo, mesmo que é o pesquisador, o professor, não falou que a gente - Que você sabe porra aí, meu. - percentilho. - Não falou, perú, ela. - Então, falou, o que que é isso, não está lá? - Não, o que é isso não está lá. - Porque, dizer assim, como o que dizeu, seguinte, isso daqui, são áreas muito bem conhecidas, assim, as ideias, só presentei pra vocês que eu, por exemplo, não, de dilema populacional, o negócio funciona até pra agricura. - Você também não tem problema de agricura. - O que é o resultado de agricura? - O que é o resultado de genética hipotético, viro? Qualquer coisa antes desse dado de genético é hipotético. - Não, não é assim que funciona. Você tem isso daí com população de outras espécies e que você tem uma proporção de. - Que tem uma das comunidades? - E você tem uma proporção de sucessão de gerações muito mais curtas. E aí você consegue observar que o fato de você ter uma população x descendente de uma mesma mitocôndro, digamos assim, não esgota a população da espécie inteira. - Mas é hipotético. - O resto da espécie, tal, não, não é hipotético, mas você consegue ver isso. - Almana? - Almana, não por causa da questão geracional, que é muito longo. - E é o outro espécie que você consegue pegar. - O que você consegue ver? - Você consegue ver fazendo sequenciamento, no populacional, você vê exatamente o típico. Às vezes você chega e fala "olha, toda essa população aqui que mora, sei lá, do lado direito do Rio Purus, a população aqui do. - A população não consegue fazer isso na época. - Toda a população de lagarto vem de uma determinada ancestral aqui desse lado. Porém, você tem esta mesma espécie presente em outros lugares, com uma outra tipo de variedade, entendeu? E que você consegue ver no máximo a ancestralidade ali daquela população que está viva. E é só isso, entendeu? - É só isso. - Não quer dizer que tudo veio da ali. E muito menos que. - Mas esse estudo está dizendo que todos esses humanos vinham a única mulher. - Não é? - Está falando que os seres humanos que estão vivos hoje possuem humanos estralos. - Está falando esses seres humanos. - E é o. - Porque não de seramente os seres humanos. - Porque o imózimo está para testar. - Não, mas não de seramente os que estão mortos, derivam disso. Derivam dessa mesma mulher. - É hipotético. - Não é hipotético tirar da bunda. É hipotético, baseado. Na comparação, com o que acontece, com qualquer espécie que você estude. Isso é o básico dinâmico populacional. - Você já leu. - Você já leu o livro sobre dinâmica populacional. Você sabe como funciona o padrão de dinâmica populacional de alteração de alênios de nacional, quando chega em ecologia. Então antes de você ficar dando visado e falar que "Ah não, mas não pode ter sido isso." - Porque você não é hipotético, porque o dado demonstra que vai até uma única mulher, viu? - Mas. - Eu não estou dizendo que não vai até uma única mulher. - Aí, daí tu atrás é hipotético. - Eu estou questionando. Essa mulher é a primeira, porque todas as evidências que a gente tem. - Todas as evidências que a gente tem é que a espécie humana é mais antiga do que a Eva Mitochondriano. - Ela é mais antiga, ela é mais antiga do mundo. - É mais antiga da taçada, mas antiga do mundo. - Você mesmo mostrou o livro de introdução. - Então, está dando algo. - Está dando algo. - Mas eu já sou. - É o problema. - Você está tendo dúvida. - É de graus, eu ligo. - É de graus. - Só que eu ligo os artigos sobre a Eva Mitochondriano. - Não adianta nada ler os artigos, se você não ler o abaso, você não. - Eu não sou eu não. - Estava indo mais no meu dia. - Não, olha só. - Só eu. - Eu estou. - Só completando. - Só o ponto é que não adianta nada ler artigos, sem tivro, se você não ler o abaso, fundamental, que são os livros didaticos. - Eu li o abaso de fundamental da genética. - Você acabou de falar que não leu pra gente. - Não, dessa população, o que é tudo um bocado de hipotas em cima de hipótese. - Eu vou ler isso porque. que é tudo hipótese. - Então, se você não ler o teu proquero, que está questionando. - Aí eu não posso questionar. - Eu tenho um ponto aqui. - Não posso questionar. - Eu não posso questionar. - Você não ler o seu? - Aí ele pode. - Isso, ele inventar algo, qualquer. - Não vou perguntar o seu. - Não, se tem que ler o seu. - Mas estão aí as duas. - Deixa eu só falar o problema. - É, só complementar uma coisa aqui. - É o seguinte, como eu estava explicando, isso não passa na navalha de oca. - Que partida uma série de hipótese, inclusive dessa hipótese de que soube ou só uma - Linhagem, vamos dizer assim, vamos usar o terro do perula. - Só que foi feito o primeiro estudo com essa Rebecca Kim, que ela demorou um tempom pra publicar, porque as pessoas não queriam aceitar isso de uma liagem única. - Um pouco tempo depois, fizeram do promoção no hipso. - Aí qual foi o argumento evolucionista? - Eles não viveram na mesma época. - Aí tem artigo da Science Direct, mostrando que a probabilidade deles ter vivido na mesma época é grande, não é pequena, não é esporática. - Aí só que um tempo depois, uma pesquisadora chamada Engeibon, o nome dela, é russa difícil você falar. - Ela foi analisar os forças da família do Kizarrus, porque existe uma liagem bem assim, vamos dizer assim, antiga, dos descendentes desse Kizarrus. - E a gente saiu pegando, algumas amostras de cada um dos descendentes antigos, dos que viam - Antes atrás isso, fugiu ao palácio. - E nisso eu demonstrado que na verdade aquela taxa que ela tava vendo dos marcadores, ela era muito mais acelerada do que ela tinha colocado no artigo dela. - Em uma família? - Sim, ela tava mostrando a aceleração da taxa dessa mutação. E ela tinha que pegar a minha família mesmo. - Mas de mitocôndria ou alelo? - A mitocôndria. - A mitocôndria, ela tava mostrando que essa taxa da mitocôndria, nessa família do Kizarra Rousseau, do último Kizar Rousseau. - Eu vou uma nova. - É roma nova, exatamente. Essa taxa de marcadores ela era muito mais acelerada do que ela foi colocada pela Rebecca Kim. Ela publicou isso na science, inclusive também. E mostrou justamente aquilo que o professor Marcos falou, que na verdade num lugar desses 240.000 anos, quando você coloca essa. e ela mostra essa curva de calibragem que não foi colocada no estudo da Rebecca Kim, ela chegue sem piores. E ela não é bi-bista, não é? - Pra toda a humanidade. - Tem menos do que. sei lá, o tempo de. sei lá, o tempo de dispersão dos. - Dentro da Crença evolução nisso. - Não é Crença evolucionista, entendeu? - Não, você tem um monte de evidência. - Você tem evidência genética? - Evidência genética. - É evidência linguística. - É evidência arqueológica. - É evidência genética. - É um capoei a gente, tá? Só pra lembrar. - Você tem aí uma publicação de uma mulher que falou, aí, uma mulher ou um palpa, - Geralmente, né? - Que são, falando que são 6.000 anos. - Então desde menos o genético, é o cherry picking. - Isso da edemenda. - Desde menos. - Quantas pessoas corroboraram o 6.000 anos da ancestralidade de todas as espécies vivas, através do deniamento contra o real. - Sim, o que é que tem isso? - Tem nenhum refutou. O estudo não foi refutado por ninguém. Não é que o outro precisa colaborar. É que alguém tem que chegar a refutação. - Como é que funciona uma criança? - Queria que chegar e mostrar onde é que tal erro dela. - Não, como é que funciona esse sistema de refutação, digamos, assim, de artigo científico? - Porque alguém vai lá, faz a mesma experiência que ela fez, ou acha algum erro, ou acha alguma linha equivocada, aquela seguiu, mostra isso no artigo publico, tá refutado. É assim, não? - Vamos buscar aqui. - Vamos buscar aqui. - Será? - O que? - O pirula consulta, vamos aí para as considerações de imunidade. - Vou deixar mais que usar isso. - Adalt já se despediu. Quem que começar é. - Não faz? - Começo contigo aí. - Com licenciado. - Com considerações finais. - Tá. - Agradecer demais aí pelo papo, agradecer vocês que caram aí. - Tem muita pergunta aqui que já foi discutida aqui, como, por exemplo, só vou ler, tá, não precisam. Ao secane, como o estado inicial do Daniel, como o estado inicial de baixa entropia é possível no início de universo, não seria um contra-a-censso visto que violaria a segunda-leida termodinâmica. Já falam sobre isso? O J.M.M.A.T.E.U.S. Como foi possível comprimir toda a matéria inesistente em um ponto infinitesimal para que corresse o Big Bang? Isso parece tão mágico quanto próprio criaçãoismo. - Não, são as 16 equações de campo da relatividade geral, abre lá os tensores, calcula lá a métrica, quantas chatinhas para a cassete que você vai ver que é perfeitamente possível segundo uma teoria fundamentada com vários testes. Não, na segunda matemática. A relatividade geral é provada e reprovada a cada teste mais de 100 anos já, cara. - Já pega o bom de já. - Só isso não tem? - Não, não. - Comster graças para a plenagem. - É. - Não, primeiro agradecer com o debate, eu estou no mundo, mais uma vez eu respeito vocês como humanos, mas acho que vocês estão errados em praticamente tudo. - Algumas certezas, não fosse garantitordas, mas dragão. - Não é. - Não é. - É alguma decisão. - É. Não consegui conversar tudo, porque tem várias coisas que eu já vi vocês falando na internet sobre não existe mecanismo de performação de estrela, não existe mecanismo de fomção de galáxia. - Não existe registro. - Não consegui explicar.
sobre fluidos autogravidantes, não consegui explicar das equações de poção, as equações de oiler, os divergentes, as diferenciais de pressão para gerar núcleos denso que vão fazer as prótuas trelas e são as mecânicas de funções de tela. Mas, enfim, isso deixa para a vídeo de resposta, essas coisas todos. E eu tenho a impressão de que vocês perceberam que eu sei desses assuntos e mudaram para a evolução e ficar aqui com essas coisas. Foi a gente não, não foi a gente. Não, foi a Copa do Vinho Nego. Foi o Vinho Nego. Mas isso fica para vídeos de respostas, reacts e tudo mais. Eu queria só deixar uma pergunta que não é uma provocação, o juro que não é, e não precisa responder, pode responder depois em vídeo, inclusive, por chat, acho que é muito interessante. Só me confie em uma coisa. Eu vi vários vídeos, principalmente do eber, e do adulto, em que vocês falam, não, não é a fã, você que falou, que dentro de design entre gente, você tem vertentes diferentes, tem uma galera que diz assim, "Oi, é um design, pode ser um alienígena, por exemplo." Sim. E aí você confie mais? A minha pergunta que é simples, "Vamos supor que seja verdade o design." Como você pode diferenciar? Como você vai fazer uma metodologia para testar e diferenciar se esse design é uma civilização avançada que tudo a Bíblia entende tudo e consegue te enganar do Deus Bíblico? Não precisa responder caso no esquema, é só isso. É só eu quero responder, pós. E obrigada, gente. Obrigado, gente. Obrigado, gente. Obrigado. Já responde e já faz suas considerações. Não diz a inteligência, como eu disse, é uma teoria minimalista. E a gente só quer ver o Felipe responder, tentar pela ciência, descobrir evidências de que ou esse universo foi feito pronto por design inteligente, um ser de inteligência que a gente não consegue na ciência saber quem seria, criou o universo por design inteligente, arranjando propositadamente as partes com muita inteligência, como a inteligência limitada aqui, que é só limitada para o apresentador. Exatamente. E do mandíbula. E do mandíbula. Aliás, eu vou até ouvir lá aqui. Até ouvir ela refutou alguém hoje aqui. Foi. E foi. Esse é esse semfíio, tá aqui. Eu fui todo semfílio. Ou eu? Ou teria. Ou teria sido. Eu fui. Eu fui. Eu fui. Eu fui. Eu fui. Eu fui. Ou teria sido um processo não guiado, a sério, a falo despropositado, da evolução da aveniana. A gente coloca as duas e pode ser sobre a mesa, como nós fizemos aqui. Educadamente, na maioria das vezes, né? Nem sempre. Não, mas. E colocando geral. A gente não geral foi bem legal. O legal foi legal, é. Colocamos aqui na mesa e a gente fala, olha, a gente acha que dentro do design inteligente e as evidências pesam muito mais para a mente inteligente. Agora, a gente reconhece que dentro da ciência não tem como um. Não tem mecanismos para identificar essa mente. Falado o design. E então, a gente pega e fala o seguinte, olha, a gente está remetendo essa questão para filosofia e pathologia. Então, o que filósofos e teólogos se reuni, descobram quem é essa mente, porque a gente não tem mecanismo aqui. Por isso que dentro do design inteligente, filipi, tem pessoal que acha que é uma mente. É um seretério, que habita pirâmides. Pirâmides não é. É pirâmides de menos. Aquelas divinas. Programador isso é uma simulação. É, é uma simulação, tem gente. Tem gente que acha que é aguinho-nosk. E olha, que eu nem entrei no nosso defísica, comente, gente. É. Ele é aguinho-nosk, que ele não quer se comprometer. Tem a teus, o David Berlinsky, ele é a teus, ele é. Faz parte do design inteligente. Tem cristãos, obviamente, tem batista, budista, tem. Como é que você é medo, Mojão? Aí o asqueiro. É, é. É, é. Tem tudo. Tem católico, tem. Que acha que através do design inteligente. foi. Nem mente, a gente pode, às vezes, muito bem falar. Foi uma ação inteligente. Essa é a melhor conclusão. E a gente joga essa questão para a filosofia e a teologia. e reconhece que a ciência não tem como identificar. Então, tô assim. - Eu vou sentir de solução. Eu vou sentir de solução. - Eu vou sentir de sanas considerações, né? - É, por favor. - É, é, é. - E esse, beleza. E aí o que acontece? O Felipe me deu esse privilégio de responder a sua pergunta. Foi muito bom aqui no final. E a gente, dentro do Design Intellegente, por opiniões diferentes, existem, claro. A gente acha que não tem ferramentas para identificar. E a gente fala assim, "Ahora do Design Intellegente, você do Design Intellegente pode ter a sua posição filozófica e teológica que quiser." Por isso que tem gente dentro do Design Intellegente, que acha que é todo isso. Acho que é "T" e acho que é isso. Tem gente dentro do Design Intellegente, que acha que o Big Bang é verdade. Eles são contras de gente aqui, tá? Então, vamos lá. - Marcos, tá lá. - Fala um trasteiro, João. - É quem tá certo, é o Felipe e o Pirula e o Saqueiro. - E o Saqueiro. - E o Desari, o Jett, eu tô sendo você. - É, tem um grupo de criação, disse que eu faço parte, que tá me detonando lá, tenho certeza. - Marcos não sabe. - E eu tinha que ir. - Estrou a principal cara. - É, assim. - Tira só uma coisa de teu discurso, cara. - Sá. - De que o Tx veganar, né? - Não pegou bem, ó. - O que pegou bem? - Sá que eu vou fazer, mano. - Sá que eu vou fazer no meu podcast. - Eu tenho agora um "Cirque" de um "Cirque" assim, e pôs um galinho de verdura na boca, que agora virou minha marca registrada. - Tx veganar. - Tx veganar. - Marcos é brilhinho. Eu vou patentear esse negócio. - Tenho a internet, né? - Entendeu. Agora fazer minhas considerações finais. Só, olha, a primeira agradecer o Vilela, é uma oportunidade de ter que se alinhar aqui. Olha, a primeira vez no Brasil, que eu tenho a notícia, é isso aqui. - E três grandes, três grandes defensores do design inteligente, santo a um lado de uma mesa, eu tive o privilégio de ser um deles, o João Paulo e o Adalco. - A das defensores grandes. - Três grandes defensores do naturalismo, sentaram do outro lado da mesa. Foi um privilégio de mesmo conhecer o sergão, fiquei apaixonado pelo sergão, ele estrema o medici. - Se bicha lá, é uma pra casa. - É, é. - Tá da braça, não, tá da braça, gordinho fofinho com sergiué. - Eu achei que era não é, não foi assim. - Eu gostei muito das suas perguntas. Eu vi o sergão, foi muito legal. - Pirula, pirula reconhecia, meu irmão. - Pirula, pirula. - A pirula, a pirulação profunda por você. - Você, você, você, você defende muito bem. - Mas rola um beijo agora no final. - Rola um beijo, né? - Não teve o quelo de braço. - É, eu acho que você é muito incisivo às vezes, só, eu acho que você podia se render um pouco mais aos dados. - Mas tudo bem, porque eu falo nada, por favor. - Foi muito legal. - Até que horas, sempre. - É, teve um rúmer agora, até que horas. - Eu assisti uns via de que o Felipe me detonava, falar "mumal", mas, "pô, o Felipe é gente boa pra caramba", né? Foi muito legal. Então nós tivemos aqui um debate escórico. - Também há. - Eu acho que o debate foi o debate do ano. - E já tem os alaves mais. - Já quebrancando. - 10 horas de larva e já. - É. - É a cor de. - É a rizora dele. O record mundial de uma live. É o que é o problema? E. - E tem 13 mil pessoas assistindo. - O que é o que é o trem? Olha só, veja só. - NÃO! - E já sabia que essas 13 mil pessoas. - As 13 mil. - NÃO, né. - No como se sour com a gente? - É, só ver as muitas. - É. Não aglherou fica, elas entraram meannô. - As 13 mil que estão nos ouvindo. - O com a sua hora. Eu queria dizer algumas coisas, né. Já está nas considerações de "NÃO, BATEZ 11, vai". - É, primeiro. - Vocês ouviram falar que a gente bateu. Passou de 40 mil aqui no Pico e estão 13 mil pessoas. - Então. - Maravilha, ó. - Quando. - Tirando eu, que só realmente com uma inteligência bem limitada, só a gente brilhante aqui nessa mesa, não podia ser diferente. Vocês ouviram as duas opiniões, ouviram os argumentos dos lados, - vocês são inteligentes. - E seus canais de cada um também para assistir os viões. Vocês são inteligentes os suficientes para analisar tudo o que foi dito e tomar a sua conclusão, fazer a sua conclusão. Estude mais, leia mais. Vai atrás das informações da Eva Mito-Condrial, se o Big Ben realmente é um modelo bem estabelecido, se as mutações deleterias mostram que a gente é vida jovem, se é vida antiga, se essas camadas aí, lizinha realmente pudiam se formar. Se dá para dobrar rochas, se não dá para dobrar rochas, não dessa caninha. - Tá bom. - O que mais? E no final, no final, no final. Eu queria dizer o seguinte, eu acho que aquela história com a douto falou. Eu sou um criaçãoista, eu me converti ao criaçãoismo bíblico e queria deixar com vocês alguns versículos bíblicos, tá bom? Todo mundo que está nos ouvindo, olha, salmos 19 de 1 a 3, diz assim, "Aus céus proclama, a glória de Deus". E o firmamento anuncia as obras de suas mãos. Não há palavras, não há foto, não há vídeo, mas a gente ouvia a sua voz. Sacanha, aquela dimiração toda que você tem pelo universo, está ouvindo a voz desse criador. Eu vejo isso falando ali, eu estou vendo o sacanho, está falando do criador, só não está reconhecendo. - E salmos, senso 15, 16 está escrito assim, "O céu são os céus do Senhor, Sacanho". Mas até a relínos-de-o de presente. Em salmos 19 de 1 a 3, está escrito assim, já fala.
já lhe ia ser aqui né e eu queria deixar uma música em homenagem ó essa aqui é mais por sacânido tipo é eu posso eu vou ler porque não pode cantar né não pode falar mais por ritmo vai não é assim sacânia mas pra você viu o bruto desculpei ninguém explicadeu o preto no branco é assim ó deixa eu pegar o meu óculos é bem legal porque tem uma parte que você vai gostar então vai lá ou nada igual ao seu redor tudo se faz no seu olhar o universo se formou no seu falar teologia pra explicar ou o big bem pra desfarçar é pode alguém até duvidar eu sei que é um Deus amigo guardar e eu tão pequeno e frágil querendo sua atenção no silêncio encontro resposta certa então dono de toda ciência sabedoria e poder ó dame de beber da água da fonte da vida antes que o ája ouvesse ele já era Deus se revelou aos seus do crente ao ateu ninguém explica esse grande Deus que todas as coisas fez pelo poder único exclusivo da sua palavra viu sergão e você também perula ó pribrei muito grande está com todos vocês que por favor isso também dessa reunião foi difícil e infelizmente o só o adulto que não deu pra vira e vai vir mais pra frente mas a gente acabou reunindo todo mundo agora contigo perula comigo ainda tem ele tem o sacânia é é que faltou uma parte pra você e já faz as construções finais não se falou que ia pesquisar alguma coisa não tá é não não conseguia considerações finais abriu monte de cor que uma ter que ler o abstractão não vou falar no depo da vida da sua espirula bom aconteceu aconteceu né é aquela coisa tudo aquilo que depois que aconteça a gente sabe explicar né e então a eventos de grande improbabilidade não são tão improváveis assim mas é foi foi bom foi um prazer de novo né já agradeço novamente parece aqui ser o cedo por favor ele é o par de mais que eu já tenho outro marcado já tem isso pra ele é que é com o limite pra ele é o meu roderinho mais maior que é o roderinho vai segurar até o final foi não tem mais que fazer na vida é mais o mais a pra mim foi foi obviamente cansativo mas foi muito legal eu não vejo o tempo passar eu não vi coisa de voo a gente é ver é quando eu falei pra você pela vinha que eu não sei que isso eu falei não Deus me livre ficar no viore falei olha é que vai perceber não vai perceber o negócio vai é a primeira vez que eu tenho a chance de fazer um debate mais uma conversa mais ampla assim com marcos também porque das outras vezes que a gente conversou é um troço meio é como eu falei de bate político né é só cem cinco minutos tem isso é que é uma chato é muito chato né mas o então conhecer o roterman que foi um prazer também não conhecia e bom encontrar com esses dois também já faz de momento não pessoalmente não só de daqueles daqueles continuam se conhecendo de o cacete antes de com essa a vida de casa a esse do adulto não tem que conhecer não deu ter uma lá em casa lá nunca consegui ver que já não tinha mais de cacete não é o melhor de presente mais o mais enfim foi uma uma conversa interessante né algumas coisas que foram apresentadas eu não sabia então não tenho como fazer a averiguações maiores do que se de qual serias explicações a provavelmente vai fazer vídeo também depois que eu vou dar uma lida assim eu vou como eu vou viajar agora essa semana provavelmente eu vou dar um tempo de descompressão porque eu vou ter que trabalhar eu não vou ter tempo de ficar lendo mas vou fazer isso aos poucos né falar com pessoas trabalham na área também eventualmente não vou conseguir eu dominar tudo mas mas seja como foi eu não tenho como como como me pronunciar mais com relação as outras coisas eu digo só que é muito importante deixar claro pro público e isso daí o Felipe falou no começo é importante deixar claro pro público que o que a gente teve aqui não foi um debate acadêmico claro foi um debate pro público em geral entre nós conversando sobre algumas ideias né bate a cadê eu não tem debate acadêmico é outra ideia é outra coisa a gente teria que fazer enfim bom de um congresso é um congresso que aí tipo realmente pessoal e aqui brapal a gente é o graça agora julho ou o fazer então fazer e aí persimente né vi artigos né tá e e ainda que eu seja plenamente siente até porque a gente vê isso acontecer em várias áreas mesmo né da dificuldade da resistência que obviamente certos grupos da academia vão ter não só da academia certos grupos de todo onde tem humano tem resistência mudança de ideias não também né a já vista a quantidade de pessoas tem molos que não aceito uma certo de coisa mas que aquilo que vai vai digamos assim que colocaria por chão tudo aquilo que a ciência acumulou de conhecimento nos últimos 150 anos falando das cências naturais né eu não estou incluindo sua biologia nas cências naturais nos últimos 150 anos precisa assim isso isso que nós fizemos aqui em linha gerais né essa conversa que a gente teve do ponto de vista acadêmico não chegou tá aí escudo falando do ponto de vista acadêmico você não tem as pessoas argumentando do ponto de vista do tipo a não evolução no existido a Big Ben não ou Big Ben aconteceu sim mas assim tipo contestando a idade do universo contestando a idade da terra contestando tipo de coisa daí a acadêmica a mente você não vai ver você não vai ver exatamente o mas tem um motivo para você não ver porque como é uma coisa que tá há muito tempo né e com dados muito bem corroborados para você quebrar esses dados você precisa ter como pode ser você tem que ter evidências extraordinárias muito grandes e que todo mundo consiga consiga como ele fala constatar pode demorar pode demorar mais uma hora acontece até agora não aconteceu então é só para deixar claro para o público que tá assistindo né não porque isso é uma coisa que tem que tomar muito cuidado não vi falar depois que falar assim olha como é que fala a ciência está em polvorosa porque estão descobrindo não não não assim isso não está em polvorosa você está tocando o barco como se tocou e o que a gente fez aqui foi vai digamos assim uma coisa que eu acho que é muito interessante de ser feita como ponto de vista de debate de ideias mas que o repito não tá tá muito assim vai como pode ser assim não não estamos nas melhores posições nem só de lugar como também de conhecimento para poder travar aqui uma vai digamos assim uma grande algo que seja desruptivo do ponto de vista acadêmico né então a gente tá aqui comentando artigos de terceiros diárias que a gente entende mais ou menos e fazendo uma análise aqui para para a público legal é uma análise para a público legal isso que a gente tá fazendo aqui mas é só para deixar isso claro gostei bastante do assunto a cheia coisa achei que foi interessante e faltou 435 mil coisas que já doado e como falei também tem até do mim também é a notabação de coisa tem até o minga jovem contigo eu quero começar assim dizendo que aquilo que o Felipe perguntou é no grupo do design inteligente eu nunca vi a gente discutindo a característica do design quem é Deus o que é esse Deus de onde ele é qual é o certo é a gente eu nunca vi isso no no no no no no grupo da gente seria permitido é exato porque não é vai além do escopo exatamente é eu quero falar lá para eu não esquecer também da do congresso que a gente vai ter vai ter um congresso de design inteligente de 7 a 9 de julho não é isso para o sou na maquência aqui na maquência em São Paulo a finderê sempre pessoal se escreveu a vocês entram no site www.dmi brasil.com e se escrevem lá no no no canal para o congresso que vai ter vai ter muita coisa interessante muita gente boa convidados internacionais o pão deve estar lá o esfrito pão deve fazer uma discussão com professor vai ter um debate com professor marcos vai ser uma coisa muito legal muito grande e se vocês se interessarem mais por o design inteligente e são a oportunidade bem legal outra coisa que eu quero falar também é se claro que muita coisa do que a gente falou aqui é choca as pessoas eu sei porque por exemplo quando eu descobri que a evolução está errado eu fiquei eu passei uma semana chocada comigo mesmo sério mesmo a pessoa ser cara a camemão como é que eu acreditei de sinal vida toda sem questionar sem achar sem ver que existe uma possibilidade de estar errado eu fiquei chocado realmente durante uma semana e depois que passou esse choque a primeira coisa que me veia muito foi eu vou ter que saber explicar isso porque é que eu não acredito nisso porque é que eu considero isso tá errado e disso nasceu todo uma carreira acadêmica e por isso eu vou
Eu quero lembrar aqui de Blaise Pascal, que ele tem uma frase muito legal, porque certamente vocês duvidaram de muita coisa que a gente falou aqui, principalmente no meu lado e do lado do marcos e do professor adulto. Pascal diz assim, aquele que duvida e não investiga, não só é um infeliz, como também justo, porque ele tá sendo injusto com a pessoa que ele duvidou e não investigou. É uma coisa que eu queria deixar para todo mundo, assim que for ver essa live que viu, investiga. Se aquilo que a gente falou tem coerência, se não tem, se tá certo, tá errado, é capaz de a gente ter cometido írgos aqui também, porque todos nós são necessitos, como é temos, eus, é natural. Mas investiga, investiga e mesmo vão a fundo, não partam do princípio de que isso tá errado e pronto. Quero dizer também que quem quiser acompanhar o meu trabalho, o trabalho do professor marcos, a gente tem o canal da TDI Brasil. Eu estou apresentando um programa, eu sou comentarista de ciência, num programa chamado Desse Frana Ciência, com o Daniel Trindade e com o Carlos Júnior, que é um programa de React, também que é bem legal, tem React do Peru, tem React do Sakane, é bem legal que é invertida, é uma facel de Felipe agora, é uma facel de Felipe, é uma facel de Abra, tá te eliminando o Felipe, depois que inventaram o React ninguém mais faz vidro de verdade. Até a piorula, até a piorula se rendeu o React, é bem legal, é uma piorida, né? Sozinho mesmo não faço não, só eu, eu não tenho nenhum React, eu não faço. Não faço, não tenho que fazer isso, também nunca fiz não, não vou fazer, não vou fazer essa água beberê, não posso falar isso. Então quero agradecer muito a o Peru, quero agradecer muito a o Sergio Sakane, cara, tu é muito simpático vendo, eu não pensava garantir tanto, porque é contando a abraço dele, é só. Tá, dá pra andar. Vamos dar uma abraço. É, braço coletivo, não faz nada. Muito, muito bom, muito bom. Muito bom, muito bom. É, não, não esquece, não, é. Eu estou falando com você. Mas muito grato, vou Felipe, grato, eu gosto de gente braba, sim, também, é muito legal. Eu quero agradecer muito o professor Marcos, é Berrinha, sim, porque por ter me convidado por esse debate, sabe? Eu fiquei até chocado quando ele me ligou eu. Eu não tenho essa, quer dizer, todos vocês são conhecidos, eu, o pessoal fica perguntando esse cara é o Rodrigo, cada Rodrigo, quer esse cara aí, tá, o outro aí nesse cara. Tá no banco. Tá no banco. E eu ficar uma lenda, quer dizer, comentário lá, eu não importa, eu não piso no Rodrigo, ela acho que eu vou chamar o Rodrigo. Mas muito grato, professor, muito grato, me chamar, muito grato, vile ela, sim, por essa oportunidade que você deu pra gente. Não só a primeira pra o Marcos, mas te promovei essa que você promoveu. Você viu quantas pessoas estavam esperando isso? Sim, sim. Eu fiquei impressionada, assim, eu acho que é cada 100 comentários, 99 falaram isso. Eu não sei, quando a gente anunciou todo mundo falando, não tem roupa pra ser esta feira, já vou pedir a pizza, é, vou comprar bebida, e tal. E quero, lógicamente, agradecer muito a Deus, pai criador, que tá me dando essa oportunidade, eu era um bosta, qualquer lá em Recife, que não tinha perspectiva nenhuma, e eu tô vendo a coisa crescer e a paz. Mas é legal que você mudou o Paquito, tá, casa? Basta, tô. Basta, Paquita. Essa é o seguinte, você vai na passada, eu raspei o Bigode, essa live tá tão comprida, que eu já tô de Bigode, que eu já tô de Bigode crescer, seu durante. Ó, cobra uma hora, esta triplicada desse cara, viu? É, é um momento. Vai ter, vai ter, depois dessa live, você quer? Quero agradecer muito a minha esposa, que era agradecer muito a minha esposa, valeria, minha esposa. Ah, eu ia muito grato, se não fosse você, eu não tinha condições de estudar como estudo, se não fosse você, eu não tinha condições de estar aqui hoje, grato meu amor. E assim, magou quando você chama gente de pseudo cientista, cara, magou. Podemos conversar sobre isso. Então, entendeu, mas assim, porque eu não sou um pseudo cientista, eu sou um cientista verdade, eu estudo pacate, pera, sabe. Eu me dediquei assim, dos últimos 10 anos, eu acho que eu soube dediquei isso, praticamente. E, doipo, sabe quando a gente é desprezada priori? Eu não fiquei aqui chorando em Gandhi, Bigode pra você, nem a gente ficou, a gente mostrou uma série de dados que fazem a gente pensar da forma como a gente faz. Ai, pode estar errado, talvez. Mas isso não significa que a gente é um pseudo cientista ou que a gente tá mentindo e as pessoas eu tá tentando enganar as pessoas. É só um pedido, entendeu, pra você, agora conhece. Não pode ser injustificado isso, eu estou tentando assim, antes de que você posta ou não, mas dá pra. Antes de conhecer as pessoas eu até entendo isso. Mas, agora, você conhece a gente, que conhece a forma como a gente pensa, que vê uma certa embasamento naquilo que a gente tá falando, ainda que possa estar errado. Pode ter um pouco mais de respeito com a gente. Isso é só isso, não é nada mais de definição do que a exibência e até onde vai. Porque o grande ponto quando eu falo que o desainterligente é o desainterligente é o seguinte, uma é a gênesil do desainterligente da onde que ele veio, não o que ele é hoje, mas da onde ele veio. E dois, quais são as proposições? O desainterligente, enquanto o crítica e evolução e os modelos científicos e gênesis, não é o absoluto ciência. Ele passa a absoluto ciência na alternativa, na proposta. De que isso é o sinal de um desenho inteligente. Porque isso passa a ser uma postulação que. Não é comprovável. Não é nem só que não é comprovável. Porque aí a gente pode entrar na discussão de novo do que é falseável. Não tem o pessoal sem ser humano, sem que a false habilidade já não é mais considerada aquela coisa, na verdade ficou lá para trás, o falsamente de pó, então isso aqui. Então, não entraria nesse contexto. Mas quando você coloca um desenhista, no caso, um criador, não importa a conceja, pode ser o extraterrestre, pode ser Deus, pode ser nos aqui. O que você faz é gerar um ponto em que a ciência para lá não vai mais. - Mais redofáduos, tipo. - Não, mas isso que eu estou falando. Tipo, você tem lá, depois do próprio Marx falo, que vem depois, a etologia, filosofia, estamos aqui. Mas a ciência para ali, o papel da ciência é explicar as coisas, sem usar a apelação disso. Porque, porque aí a gente vai continuar gerando dados para que a filosofia ou a teologia, etc., conseguem trabalhar com esses dados ali. Então, quando eu falo que é de ciência, é nesse aspecto. - Não há resposta só pode ser naturalista. - No aspecto, porque a resposta tem que ser naturalista. - Exatamente. - E ela precisa. - E ela precisa ser. E ela precisa ser. - Que se ela não for, mas tem que ir. - Que ele já ciência para o caminho, totalmente equivocado. - Se ela não for naturalista, a ciência para desistir. - Não. - Esse é o ponto. - Eu quero. - A ciência se desenvolveu, não sei naturalista. - Não, não, não. - Pera lá. - O que você sentir, você está falando que a ciência desenvolveu, é assim, ser naturalista. No sentido de que os praticamente todos os grandes cientistas da história não criam as pessoas. - Mas, espera lá. Mas isso não quer dizer uma coisa. - Então, você pode ser. - Você pode ser. - Não, não, não. - Newton. Newton, ele descreveu. - Vai chamar o cara de fanático. - Newton era. - Não, mano, Newton era. - A Newton era absurdamente. - Mas, eu tombei o final, né, vilera. - Não, mas também. - Não, mas Newton era absurdamente elejou. - Só que o Newton, ele não fez. - Mas, fanático, cara, para tudo dizer isso, tem uma coisa muito pesada. - É, é pesada. - É, é pesada. - Como eu falo, mano. - É, é, é. - Vamos lá. - Eu falo aquilo que ele. - Prove. - Entendi. - Entendi. - E chamava aquilo como uma parte mais importante da vida dele. - Que fez coisas maravilhosas. Sim, mas só que ele não usou. - Deus. - Pra ele acreditaram nisso. Mas os resultados dele são. - Materiais. - Mas a gente se preocupa com a criação. - Mas a gente se preocupa com o grado. - Que a gente falou aqui, que foi. - Não importa, mas essa criação, entendeu? Ela usa um princípio que não é um princípio material. - Então, show. - Olha só, por exemplo, a gente vai falar de vila, gão. - O virula, o virula parte do presuposto, que ele só pode apelar para causas naturais. E ele conclui com a ciência dele que foram as causas naturais. - Isso não é assim. - Mas não é assim. - Não é assim. - Não é assim. - Sempre vai ter dúvidas para responder. - Sim. Se você não tem dúvidas, acaba ciência. A ciência tem que manter essas dúvidas. Se você dá uma resposta última, como, por exemplo, um criador, para o ali. - Não para. - É uma ultima estação. - Aí, viu como. - Absolutamente. - Não, o como. - A ciência. - Todos os pais da ciência fizeram ciência como pressuposto de que havia um Deus. - Fizerem melhor do que a ciência. - Mas eles não usaram isso. - Para lhe ficaram em pressiplicação. - Mas eles usaram. - É o que eu estou dizendo. Eles usaram. que a Elisca é um papel, por exemplo, o. Ele parte do princípio de que aquilo ali foi criado e que ele ia conseguir achar um. Então, você deixou o meu, você deu o mesmo que ele era um religioso. Astróleo? - Ele ia a mão. - Beleza. Mas o cara descobriu a Elisca, ele ia de quepro. - É o mesmo, mas ela ia de quepro. - Mas ele ia de quepro. - Porque eu to dizendo a inseguiridade do princípio. - Eu não sei nada, porque eu estou dizendo o seguido. - É que ele partiu do princípio de que aquilo foi criado, que ele conseguiria encontrar um padrão matemático. - Mas ele não se chama. - Hoje na metr, parte do princípio de que o universo foi criado. E aí, contrário, o universo está funcionário. Mendeu o partido do princípio de que o. a vida e o processo ser auditário foram criados e que existiriam padrão matemático ali encontrou esse padrão matemático. A questão é que quando a gente parte do princípio, que isso não pode ter sido criado de jeito nenhum, a gente vai gerando uma série de potas que aparenta, não está toda errada, aí isso que eu estou falando e a pergunta que eu ia fazer. "Se é obrigatório a ciência trabalhar com naturalismo, então, não é hipótese. Se foi criado, a ciência não dá a certa resposta nunca." A ciência vai fazer, vai trabalhar, que é isso que você tinha falado isso daí, a ciência explica o como, certo? -Explica o como. -É igual. -Não, não é verdade porque é uma pergunta que vem invertida. -E que você não dá para sair dessa ciência? -E que você não vai para frente a partir daquele ponto. -Se de repente em determinado momento você chega a falar, "Faz seguinte, foi Deus que criou". -Cali leu. -Caiberou, ele estruturou o seu universo, com forças, com leis. É exatamente isso que a gente faz. A gente quer descobrir como ele fez. Mas você não pôr. Mas uma coisa faz ciência, outra coisa é. -Pocote uma prazer. -A gente só abre as duas possibilidades de ficar criado -O sujeito contaminante, da sua marra, da sua camisa de força, que te limita só a chá que existe -A causa natural. -E a gente faz a melhor ciência. -E o que a gente não tem presos é um paradigma de causa. -Uma das coisas. -O principal que foram causa natural é que cúlbamos. -Uma das coisas que eu comecei falando aqui. Uma das primeiras coisas que eu falei quando começou a conversar aqui, é que eu falei, "Eu sou a tema disso, vai ser irrelevante". E o momento aqui, eu quis falar sobre -Desistência ou não de Deus, umas coisas assim, até pedir pra gente não abonar essa. E eu fugim, vai marcar outras dez horas pra gente falar. -Vamos mais. -Vamos, Sergio. -Sergio, Sergio, Sergio, no terribução de chinais. -É a mina efero. -Não, é a mina raça assim. É, eu ia falar o seguinte, que. A minha puta cortou o meu pensamento. A minha ausência de febre, por exemplo, ela não faz afirmar que só existem causas naturais. Eu, obviamente, acho que eu suficiente para explicar. Você não vai me ver afirmando essas coisas como se fosse o dono da razão. Talvez seja uma brincadeira muito besta, mas tipo, senão, você não vai me ver falando isso daí. Eu vou falar, olha, eu não vejo evidência nenhuma, para existir nada que seja fora do mundo material, todo mundo natural. E acho que as coisas se explicam muito bem assim. O que não foi explicado ainda, porque a gente ainda não sabe, uma hora vai saber, e ponto acabou. Esse daí é aquilo que acredito que seja mais plausível, digamos assim. Então, em nenhum momento, eu estou dizendo que só existem coisas naturais. Eu só estou dizendo que, para que a ciência funcione da maneira como ela foi estruturada nos últimos cinco séculos, a gente precisa que ela se atem até o limite do possível dentro do mundo natural. Porque é isso que a ciência se propõe a descrever o mundo natural. Ponto. É isso. A ciência se pula a descrever a verdade sobre os fatos, a interpretar a verdadeira mente de fatos. Não precisa ser nessa ciência, busca pela verdade, assim, essa não é. Ela busca o valente descrever. Descrever a realidade. Descrever o mundo natural em termos de força, matéria, energia e espaço. É isso que o naturalismo fala. É uma pre-definição sobre o que você pode achar, um dogma. Você acabou de tentar parar que você trabalha dentro da ciência, dentro do dogma, naturalista, que só vê matéria, energia e espaço e tempo. Você parte desse presuposto e conclua que foi matéria, energia e espaço e tempo. Você tem que deixar os dados falarem, não é assim, Felipe. Mas o problema é assim, é assim. Você tem que falar assim, foi criado, foi criado, foi criado, foi criado. Mas não tem como dar o modo que eu estou com o seu pinto. Esse aqui é o ponto, o dado não tem como te falar isso. O dado, o dado, o dado, o dado, o seu estulado, que vem além das coisas. Você, o máximo, o máximo que vocês apresentaram aqui. Se é que a gente consegue depois fazer a avaliação, como eu falei, apresentar o todo, mas enfim, o máximo que a gente pode dizer aqui é a parte que eu estava falando, que não é pseudo-científica, que é a parte em que você está questionando a ideia de gente. Só não pode concluir que foi criado. Isso aqui, a parte da criação, não tem um poder pro sujeito entre oito. Concluir que foi criado. Essas do ponto de vista científico. Aí você, dentro de filosofia, você entra, a tecnologia. Era boa colocação. Porque deixou bem claro como você trabalha em ciência, Pirula. Mas não é assim que se faz ciência, é outro lugar. Não, absoluta. É em todo lugar, mas se essa ciência que se faz, eu não quero ser cientista, sem. Eu tô fora dessa ciência, uma ciência pré-conseituada, uma preceita. Que já define a ontem que ela pode chegar antes de chegar lá. Vai, deixa eu fazer qual. Que está acontecendo. Eu acho que está acontecendo um problema de semântica, na boa. Porque de fato há uma distinção, por exemplo, entre conhecimento, digamos assim, religioso ou teológico e o conhecimento científico. Só que na prática, no dia de a gente fica chamando ciência, ciência, ciência, ciência da religião, ciência de humana e ciências exata, ciência de um ser o que na prática a gente faz isso. E o que vocês falaram citando "cap" e tudo mais. Eu até citaria outros melhores, digamos assim, como por exemplo, gofre de libnis, que, digamos, inventou a notação de X, DT, que a gente faz em matemática, que usa até hoje. E que ele tem lá o tratado sobre o bem e o mal, que ele faz um ensaio, filozof, que ele deixa claro que é um ensaio. Filosof, que ele separa bem essas coisas, do que é matemática, do que é física que está sendo trabalhada, no sentido de. Estamos modelando os mecanismos e processos da natureza que não precisam. É que para provar ou desprovar que Deus exige algo desse tipo, porque é incognossível. Certo? Como vocês mesmo disseram aí através do design inteligente, é incognossível. Então não é para você provar ou desprovar. Você quer trabalhar como a natureza funciona, seus processos mecanismam como e não por que nem o propósito. Isso encaixa do desastre. Daí está para filozofia, para teologia. Não, porque para a gente você coloca o desastre. Na ciência, nós temos sempre, sempre por definição conhecimentos aproximados. Eles nunca são exatos. Só que, como sociedade, como é essa chamar a ciência exata, essas coisas são conhecimentos aproximados. E a distinção principal, por exemplo, de um conhecimento teológico, de um científico, é que no teológico, a verdade, ela já existe, ela já foi revelada. A gente tem que prestar. E na ciência, a gente parte do princípio de que a verdade não existe. A gente tem que buscar ela da experiência, da experiência, intersubjetiva através da relação gnoseológica. Pois aí, você conflite exatamente com que o Pínula falou, porque no momento que ele disse que você precisa dar uma explicação naturalista, você já adotou o princípio. Você não está aberto para saber o que aconteceu. Você já diz, "olha, eu sei que isso aqui não foi criado. Vou inventar um historia." Você não postula. Se você não sabe aquilo ali, para você dizer que uma coisa foi criada, você precisa primeiro ter eliminado todas as outras possibilidades. Não, querendo estar fazendo? Não. Vocês estão questionando explicações prévias, mas vocês não estão eliminando todas as possíveis explicações paralelas. E principalmente mesmo que vocês tivessem fazendo isso. Não, mas eu estou dizendo isso. Só que você rebatou todas as minhas ene. Não, mas não é. Mas você ganhou a batalha. Não pode ser assim. Eu estou falando só que a melhor diferença não é a única diferença. De vista científico, a inferência de um criador mágico. Não é a inferência de um criador mágico. Que aquilo foi criado. Não fala do criador. Tem estrutura de que foi criado. É intenção. É óbvio. É o criado em tensão. É uma intenção de criado. E isso é uma coisa que você não consegue. Tem o manual. Sem você sair da sua área. Eu consigo formar a sua área. A informação arbitrária, nós temos a antevidência e nós temos o ajuste fino no universo. Nós temos a aplica. Você já ouviu? Vá muito sobre isso. O que é para quando descobriu? É. É lá com o imacato para ele, de metodologia sentir. O Felipe não foi um pouco desejado. O tempo é de antevidência. O meu filho não foi. O meu filho não foi de interesse. Ele já finalizou. Ele já finalizou. Eu sou o photosser de mim. Eu vou falar só há uma e a hora agora. Olá, vou fazer isso. De onde vem do que se alimenta? Exanta. Primeira coisa que não sei se deu risco.
- O estado final da votação? - Ah sim, eu queria saber. Quantos mil. - Eu estou vendo aqui, 70 mil, 250 mil e isso? - Isso. - E o resultado foi? - Ah, 50, 50. - Caralho! - Ah, caralho! - No redor, 80% do tempo foi 50 mil. - É, wow! - 70 mil e isso. - 70 mil voos. - O que a gente tava falando? - É, 50 mil, tá aí, tá aí? - É, né, quem. Dizia que a gente levou um pau do Peru, né? - Não, não. - Então, eu estou em vaporinte, já com que parte é vitória, né? - É, parte vitória, eu vou te pretando, Sergio, também, não é? - Mas no caso de vocês, um empato foi derrota. - Ah, e elas são o triste pra casa. - É um pau-miros. - Vamo lá! - Meu cara, que pipe, tem um lugar aqui, ó, 100 takas. - É. - Eu agradeci aí, o grande Vilela, e valeu demais porque tem feito esse encontro, aí, mais assacional. - Uma abração pro marco, show de bolas. - Oh, peraí, né. - Vamo lá filmar aquele "Ted Vaginho", que é ganhinho. - A gente ganha milhão de reais. - Eu sou. Eu falei no chat, eu sou o "Ted Vaginho". - Caraca, eu. - Que virais? - Que virais? - O que virais? - Então me dá o direita, né? - Fica aí, ó. - Fica aí, ó. - Vom. - O James Fox lá no Estados Unidos, ele tá pagando 200 mil dólares pra quem manda pra ele um vídeo de "Ted Vaginho". E ontem no Twitter, ele falou que tem dois. - Que parece que são legítimos. - É, não, ó. - Tá aqui doideira. - Ai, então são dois "Ted Vaginhos". - Tem dois vídeos. - Ah, ah. - Tem dois vídeos. Fica lá embaixo da sala do. do Web, venha o teu meu. - Tem uma ideia foto pra galera do lugar. - Aí é sala, né? - Que é a naíza, gente. - E ele julhou no nome daíza. - É, é, é, é esse mesmo. É esse que ele quer. É esse que ele quer. Mas então, pra ler o marco, muito bom, João, prazer de conhecer. - Caraca, tá. - O que você estava lá, porque tava aí também. Sensacional, Felipe Pão. Muito tempo né, Felipe Pão? - Felipe Pão ficar lá no Rio, então é difícil da gente se ver. Mas a gente tá junto aí desde 2015, fazia live, tudo. Grande perula. Perula, a gente passou cinco horas a no flow. - No. - Também. Que passou rapidinho. E hoje aqui também que a gente não sente. Pra vocês aí, mas a gente quer encerne de passar. - De o galáter, né? - É, mesmo. - Sim, sim. - Sim, sim. - O Paquito, sentiu. - Paquito, um salvo. Paquita, tá ali também. - Paquita, tá da direito. - É, Paquita. - É o Lord of the Rings, né? - É, é. - O que eu vou falar por hora. - É. - Não, se compra por hora. - Você tá ferrado, cara. - Mano. - Mandíbula e Paquito, um salvo para os dois aí, que aguentaram tudo. - Acho que é se de agradecer vocês também, vová. - Ninguém fez, ninguém fez jabar, mas eu faço meu. - É que eu falo lá. - Todo mundo falou nos canais. - Sim, sem fim. Sim, sem fim. Eu e a Néja, lá conversando com a galera, espéixo deia, siga e direto. Por favor, entre aí, espéixo deia.plus.com.br Bacho meu aplicativo lá, já tá matendo uns 15 mil da um lúdia. - Eu baixei a massa. - Tem vários documentários gratuitos. - Essa é a loja, blog, tudo lá. Então bacho legal mesmo. - Que eu é legal para caramba. - Felipe, fala seu canal aí, cara. - É meu próprio nome, Felipe Reino. - Felipe Reino. - Creativo, criativo. - Fala o seu marcos. - Marcos Eberlin, a roba, TDI Brasil.com. Tem o meu. dois podcasts, "Faith Science" na IPPTV. Tem a Bíblia Science na RID 36, tá no Spotify. Isso colocou marcos Eberlin se acha aí os outros canais e. Não vai ser difícil de me encontrar. O canal do Adalto é Adalto Lourenço. - Adalto Lourenço. - Adalto Lourenço. - É, Adalto Lourenço. - Se botar em conta. - É, em conta. Adalto Lourenço é muito fácil também. - Fazer índio pionheiro do Criasso. - Não fazer índio no Brasil. - Oh, beleza. - Ah, se eu também. - Esse canal também é. - Então, a gente tem o canal da TDI Brasil. A gente escreva lá pra gente pra acompanhar a gente. E o programa aqui eu faço parte. Às vezes eu faço parte da Liga TDI, né? Mas o programa que é fixo que eu estou fazendo parte a uns dois meses atrás é o Desifrando A Ciência. E aí vocês podem me acompanhar por lá também. - Tá certo. - Pirula e só falando. - Pirula. - Tem que. - O canal do Pirula. - É. - Vai lá, se inscrevam também. Ó, já peguei os artigos aqui sobre o elio. - Mas. - Sobre o elio. - Vamos fazer vídeo sobre o elio. - E sobre o negócio do diamante. - E a diamante. E só fiquei triste por causa do vulcão, cara. - Ah, ninguém falou. - Eu vou fazer uma. - Eu vou acertar a jabricão. - É, por causa de sua. - Um especial de vulcão já tá garantido aqui. - O especial de vulcão aqui. - Eu vou acertar. - Eu vou acertar. - É legal pra caramba. - Vai, vai, vai, vai, vai. - Faz o elio. - Cersão ia fazer uma simulação. - Vou fazer um elio. - Não ia acertar. - E você vai fazer a simulação do vulcão. - Eu tentei ter um encarado. - Exato. - Obrigado, Angela. - É, foi demais. Obrigado demais. Obrigada, insider. Nossa patrocinadora do episódio de hoje. Tem 12% de desconto. É só escrever inteligência 12. Não é isso, Paquito? - Exatamente. Tenho que ir corjeia na tela. Pra vocês, tem o link na descrição. Também tudo que o que ocupou aí, escrito na tela e na descrição. - Fechou? - Não, perço um pouquinho. - Você preste o atenção na live de hoje. - É isso, eu prestei. - Então eu quero. Eu duvido que você está pensando que eu estou pensando. - Ó, vou lá. - O que que o pessoal vai escrever nos comentários pra provar que chegou até o final. Eu estou aqui prestando atenção na live há 10 horas. 45 minutos. - O que? - É com o que? - É isso, né? - É só que isso vem, cara. - É que. - Ah, não. Mas uma hora que a gente entrando as considerações finais, tá? É o recorde. É o recorde. É o recorde. - Claro. - É um recorde. - É um bom hora de considerar. - A curva na mesa. - A curva na mesa. - É só ter dimissão. - A gente falou que havia 4 paniquettes e olha só. - Ah, é isso. - Ai, é. - Eu achei que o debate já seu outro. - É. - É que é. - E galera, vamos lá. Você chegou até aqui junto com a gente da seu like, aí pelo amor de Deus ou pelo amor de. - E de dive, hein? - De dive. - Se inscreve o canal, ative o sininho e pra provar pra gente que você foi um guerreiro, chegou até aqui, comenta aí. - Gordão Vulcoense. - Ah, é. - Gordão Vulcoense. - Ah, é. - Aqui tem a máscara. - Acho que eu vou mudar o meu cotinho pra bordar com o cônio. - O Guente de Apoida, né? - É, o upgrade. - O que você vai dizer. - Valeu, galera. - Valeu, valeu. - Valeu. [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
Apresentação do programa "Inteligência Limitada" com Rogério Vilela e convidados, incluindo patrocínio da Insider e distribuição de camisetas.
Introdução dos participantes
Debate focado em temas como Big Bang, evolução e design inteligente, com ênfase na troca respeitosa de ideias, sem ataques pessoais.
Discussão inicial sobre o Big Bang, incluindo críticas ao modelo por parte dos criacionistas, que questionam suas evidências e coerência científica.
Summary:
O episódio do programa "Inteligência Limitada", apresentado por Rogério Vilela, inicia com uma introdução descontraída, agradecimentos ao patrocinador Insider e distribuição de camisetas aos participantes. Em seguida, os convidados se apresentam: de um lado, defensores do design inteligente e criacionismo, como Marcos Eberlin, João Paulo e um físico criacionista; do outro, cientistas como Pirula (biólogo evolucionista), Felipe (astrofísico) e Sacani (geofísico), que abordam a ciência sob uma perspectiva naturalista. O debate é estruturado para discutir ideias de forma respeitosa, focando em temas como a validade do Big Bang e da evolução.
Os criacionistas criticam o modelo do Big Bang, argumentando que ele carece de evidências sólidas e envolve fenômenos desconexos das leis físicas, enquanto os demais participantes se preparam para contrapor com visões científicas convencionais. O ambiente é de diálogo, com ênfase no embate de ideias sem ofensas pessoais.
FAQs
É um programa de debate apresentado por Rogério Vilela, que reúne convidados com diferentes visões para discutir temas como ciência, religião e filosofia de forma descontraída.
Incluem Rogério Vilela (apresentador), Marcos Eberlin (defensor do design inteligente), Pirula (biólogo e paleontólogo), Felipe (astrofísico), Sacani (geofísico) e outros convidados que debatem criacionismo, evolução e cosmologia.
É uma camiseta básica com tecnologia anti-odoro, tecido respirável e antibactericida, que absorve e evapora o suor rapidamente, oferecendo conforto e não precisando ser passada.
Ele defende que uma mente inteligente criou o universo e a vida, alinhando-se com a visão teísta baseada na Bíblia, e argumenta que a ciência mostra sinais de design inteligente.
Os participantes debatem se o Big Bang realmente ocorreu, suas evidências científicas, e questões como a singularidade inicial e o papel da matéria escura, com perspectivas tanto a favor quanto contra o modelo.
Pirula é biólogo e paleontólogo, com mestrado e doutorado em paleontologia de vertebrados, e há mais de dez anos produz conteúdo na internet sobre ciência e evolução.
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