O episódio do podcast, gravado em 11 de outubro de 2025, véspera do feriado religioso de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, aborda a relação dos brasileiros com animais de estimação. O apresentador inicia com desculpas por não ter gravado na semana anterior, devido a uma viagem ao sul do país para o aniversário de 90 anos de sua avó. Em seguida, destaca que o Brasil tem cerca de 150 milhões de pets, principalmente cães e gatos, e que muitos os tratam como família. No entanto, o abandono é um problema sério: entre 20 e 30 milhões de animais vivem nas ruas, por razões como dificuldades financeiras, falta de castração e negligência. Embora existam leis contra maus-tratos desde 1998 e uma lei específica de 2020 que prevê penas de 2 a 5 anos de prisão, a fiscalização é ineficaz, ao contrário de países como Alemanha e Japão, onde o controle populacional é mais rigoroso. O apresentador enfatiza o papel vital das ONGs no resgate e adoção, mas critica a falta de políticas públicas integradas. Ele compartilha sua experiência pessoal com animais, incluindo seu gato Gabo, e apoia financeiramente duas ONGs. Conclui que, apesar do orgulho brasileiro em amar animais, é necessário avançar em soluções efetivas para o abandono, incentivando a contribuição e a adoção responsável.
Oi, oi, oi, tudo bem pessoal como vocês estão, tudo certo, todos e todas muito bem. Espero que sim, espero que estejam todos na mais perfeita paz. Hoje é mais um sábado dia 11 de outubro de 2025. Hoje é véspera de feriado aqui no Brasil 11 de outubro. Porque no dia 12 de outubro nós temos um feriado religioso, que é o dia de Nossa Senhora aparecida, Padruíra do Brasil. Inclusive, o maior templo católico do Brasil é o santuário, a basilica de Nossa Senhora aparecida, que fica na cidade, aparecida. Uma cidade do. Agora eu sempre esqueço, "Sé vale do ribeira". "O "Sé vale do paraíba", acho que é "Valho do Paraíba". Sim, é "Valho do Paraíba", ali pela região de Talbate, São José dos Campos, é muito interessante para quem gosta desse turismo religioso, o santuário nacional de aparecida, é um santuário. Então, o santuário nacional de aparecida é muito bonito e recebe gente do mundo inteiro. Eu estive lá em 2002 com meus pais, que são muito devotos de Nossa Senhora aparecida e estivevila com eles, e foi muito legal, eles gostaram bastante muito interessantes. Mas um recado antes de nós começarmos, que é pedir desculpas para vocês, porque novamente não consegui fazer episódio na semana passada, eu estava exatamente lá no sul do Brasil, visitando a minha família, era aniversário de 90 anos da minha avó, então eu tinha planejado fazer a gravação lá, mas não consegui por uma série de razões. Então, estou aqui gravando a episódio deste sábado, espero ter também aí no próximo sábado, porque não é a minha ideia. Fazer episódios a cada 15 dias, eu pretendo continuar fazendo todas as semas. Tá certo? E hoje eu quero falar sobre animais de estimação, porque temos uma relação muito próxima com animais de estimação no Brasil, o Brasil tem muitos animais, principalmente canzigatos, e a nossa relação com os animais em alguns aspectos é um pouco diferente, da relação de outros países, então eu vou tentar falar um pouco sobre isso aqui, no episódio de hoje. Tá bom? Antes, também aquele recado importante, aqueles que quiserem fazer qualquer tipo de contribuição, de qualquer valor, pelo PayPal, achava que na descrição do episódio, o meu e-mail. Tá bom e-mail também para a gente trocar a ideia. Para aquelas pessoas que estão me pedindo, me sugerindo por e-mail, para que não spotify assim como no Apple Podcasts, tenha a transcrição, que eu sei que é muito importante para a gente ter a transcrição do áudio, para conseguirmos ler os áudios, quer dizer, ler o texto enquanto ouvimos o áudio, e eu já estou tentando o contato aqui com o Spotify para entender, se é possível, eles aplicarem esse recurso para o podcast aqui, porque para alguns podcasts isso já é possível. E para músicas também, então, estou tentando entender se é possível isso, já estou me mexendo aqui nesse sentido. Tá bom, muito obrigado para aqueles que mandaram essa sugestão. Tenho certeza de que vou fazer o possível aqui para isso. Tá bom? Aqueles que usam, que ouvem, o podcast via Apple Podcasts, já tem ali a transcription e funciona muito bem. Eu já testei, já entrei ali no episódio, depois de ir pro ar, e realmente a transcrição fica muito boa. Espero que a do Spotify também, que logo a gente consiga ter no Spotify. Tá bom? Vamos nessa, então, o episódio de hoje, para falar uma sobre animais de estimação. [Música] Bom, pessoal, o Brasil é um país muito apaixonado por animais de estimação, dados tanto do IBGE como do Instituto Pet Brasil, mostram que nós temos pelo menos 150 milhões de pets no país, a maior parte, cães, mas também gatos, muitos gatos. Então, aqui, os números, obviamente, que são números estropeciais, mas quase 60 milhões de cães e ao redor de 30 milhões de gatos. Então, tem-se uma média de dois animais de estimação por residencia. E os brasileiros, assim como pessoas de outros países, costumam tratar os seus bichos, os seus pets como membros da família. Então, muitos deles dão armentes de casa, aí, em presentes, viajam juntos, alguns têm perfis em redes sociais, e é uma relação realmente muito afetiva. Nós temos um problema também, e por isso que eu quero trazer esse episódio para vocês aqui. O problema é abandono o animal, e essa é uma questão muito séria aqui no Brasil. Um gol e d'água para a gente seguir. Estima-se que existam entre 20 e 30 milhões de cães e gatos nas ruas. E as causas são muito variadas, desde dificuldades econômicas, até falta de informação sobre castração dos animais, as ninhadas não planejadas, em alguns casos de escuido, negligência, enfim. Por isso que em muitas cidades brasileiras, vocês vão conseguir perceber, caso vocês visitem o Brasil. Em algumas cidades é muito comum nós vermos cães e gatos nas ruas, dependendo de voluntários, comer, de vizinhos. E essa realidade é opositura, certa forma, ela se opõe a imagem do país que se orgulha de dizer que ama os animais. Então, essa questão do abandono dos animais é um problema hoje, também de saúde pública. Já que esses animais podem transmitir doenças, podem causar as cidentes. E fora todo o dilema ético, de cuidar com os animais, abandonar os animais, deixar na rua. Isso infelizmente é bastante comum. Por isso que existem uma série de ongs, eu sempre que possível apoio, parte muito significativa dos valores que eu recebo de doação aqui do podcast. Eu destino para duas ongs que trabalham exatamente no resgate, na castração, na vacinação, e nas feiras de adoção de animais que estavam em situação de rua. Muitas dessas ongs trabalham sem apoio de governos, de prefeituras, tem recursos limitados, precisam dessas doações para fazer no seu trabalho. E parte muito significativa desse trabalho de resgate, de proteção animal, no Brasil é feita por meio de ongs. Organizações não governamentais. E outro papel importante dessas ongs é exatamente pressionar por recursos, por políticas públicas mais eficazes, por conseguir, às vezes, com que alguma prefeitura pague castrações. Ainda assim, tem muitas coisas para fazer nessa esfera. O abandono e maustratos contra animais são crimes no Brasil, talvez estejam se perguntando, mas abandonos animais não acontece nada. Na prática, é muito difícil de percebermos uma punição severa, que as pessoas tenham qualquer tipo de consequência por terem abandonados animais, mas existe uma lei de 1998, quase 30 anos, que prevei detenção imuta para quem inferir, abandonar ou causar o sofrimento a um animal. E aí tivemos uma lei depois, em 2020, específicamente para cães e gatos, prevendo um aumento de pena e a pessoa que mal trata cães e gatos hoje de pegar de 2 a 5 anos de prisão, além de pagar multa, e também ser proibido de ter outros animais. Mas como desprego a fiscalização e a aplicação dessa lei é uma coisa muito frágil. Muito frágil, não conheço ninguém, que tenha sido punido em razão disso. E fazendo comparativo com outros países, na Alemanha, por exemplo, que os cães precisam ser registrados, com microchipa, eu não sei se gatos também precisam, mas cães com certeza, tem que pagar uma taxa anual, que é obrigatória, que ajuda exatamente a financiar abrigos, fiscalização. Até estávamos outro dia conversando com uma amiga que está morando na Alemanha, e ela nos disse que é muito raro encontrar algum animal abandonado, e que é a punição para isso. Então, queria muito que no Brasil tivesmos essa realidade da Alemanha, mas você falar para as pessoas aqui do Brasil, né, para os brasileiros, que nós vamos ter que pagar uma taxa anual para o governo, para termos animais de estimação em casa, não funcionaria. Simplesmente não iria funcionar. No Japão também, o controle opulacional de animais é bastante rigoroso.
existem campanhas de educação, sobrepósse responsável. Enfim, nos Estados Unidos, pelo que eu pesquisei aqui, o sistema não é tão centralizado assim, mas boa parte da cidade tem abrigos, públicos, parcerias com um, um, um, e o Brasil. Como eu disse, ainda depende muito da ação da sociedade civil, das homens, e embora nós tenhamos aí uma evolução da legislação falta hoje no Brasil, uma política pública realmente integrada que congregue aí o governo, no sociedade civil, as ongs, com campanhas, com recursos, com espaços, para abrigos, né? Que as pessoas que adotem os animais têm consciência de que estão levando para a casa um servivo, que precisa de cuidado, que precisa de cuidados de saúde, de boa alimentação, de carinho, de um, de um, de um bom espaço para, para viver. Eu sempre vivi com animais de estimação, tanto quando vivia lá no sul do Brasil com a minha família, sempre tivemos gato, cachorro, e depois quando eu passei a mora sozinho alguns anos depois adotei dois gatos, um gato e uma gata, a minha gata infelizmente morreu no ano passado, ela já era bem idosa, tinha alguns problemas de saúde, mas o gato continua aqui comigo, que se chamava gabo, inclusive, em homenagem a Gabriel Garcia Marx, que é um dos meus escritores favoritos, e enfim, não consigo imaginar assim, em minha vida, sem animais de estimação, e também da minha vontade, meu interesse, e ainda bem que neste momento a possibilidade de contribuir minimamente com uma ajuda financeira, com algumas organizações que fazem esse trabalho. Eu acho que eu não teria cabeça, não teria estabilidade emocional para ir ajudar essas hongues de maneira direta, ou seja, estar lá na Asferia de Adoça, trabalhar nesse resgate. Talvez eu tenho me convencido disso para não ir, pode ser, mas realmente me causam sensações, ficou muito mal mesmo, ficou muito triste quando eu vejo situações de abandô, no vejo animais para adoção, que talvez não sejam adotados, quando eu vejo algum post nas redes sociais de cachorro gato, por exemplo, que já foi duas ou três vezes para a feira de adoção, e ainda não foi adotado, corta a coração, eu fico realmente muito mal. E enfim, o que a gente pode fazer é pelo menos contribuir, é cuidar dos nossos animais, e contribuir como a gente puder com essas organizações que fazem esses trabalhos de resgate, de proteção, castração e tudo mais. Era isso que eu tinha para hoje para falar rapidamente sobre animais de estimação, como disse, no Brasil temos, infelizmente, não é algo para nos orgulharmos, nos orgulhamos muito de sermos um país que ama os animais, que tem muitos pets, mas temos, sim, muitos problemas de abandô, de falta de uma política pública, realmente integrada e efetiva para resolver essa questão. Tá bom? Era isso que eu tinha para o episódio de hoje, espero vocês na nossa próxima conversa aqui no podcast. Tá bom? Um abraço a todos. Tchau, tchau. E até.
Podcast Summary
Key Points:
O apresentador se desculpa por não ter gravado na semana anterior, pois estava visitando a família no sul do Brasil para o aniversário de 90 anos de sua avó.
O Brasil possui cerca de 150 milhões de animais de estimação, com destaque para cães (60 milhões) e gatos (30 milhões), sendo comum tratá-los como membros da família.
O abandono de animais é um grave problema no país, com estimativas de 20 a 30 milhões de cães e gatos nas ruas, causado por dificuldades econômicas, falta de castração e negligência.
Existem leis contra maus-tratos e abandono (desde 1998 e 2020), mas a fiscalização é frágil e raramente aplicada, ao contrário de países como Alemanha e Japão, que têm sistemas mais rigorosos.
ONGs desempenham um papel crucial no resgate, castração e adoção de animais, mas enfrentam falta de apoio governamental e recursos limitados.
O apresentador apoia financeiramente duas ONGs e destaca a importância de políticas públicas integradas para resolver o problema, além de incentivar a adoção responsável.
Summary:
O episódio do podcast, gravado em 11 de outubro de 2025, véspera do feriado religioso de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, aborda a relação dos brasileiros com animais de estimação. O apresentador inicia com desculpas por não ter gravado na semana anterior, devido a uma viagem ao sul do país para o aniversário de 90 anos de sua avó. Em seguida, destaca que o Brasil tem cerca de 150 milhões de pets, principalmente cães e gatos, e que muitos os tratam como família.
No entanto, o abandono é um problema sério: entre 20 e 30 milhões de animais vivem nas ruas, por razões como dificuldades financeiras, falta de castração e negligência. Embora existam leis contra maus-tratos desde 1998 e uma lei específica de 2020 que prevê penas de 2 a 5 anos de prisão, a fiscalização é ineficaz, ao contrário de países como Alemanha e Japão, onde o controle populacional é mais rigoroso. O apresentador enfatiza o papel vital das ONGs no resgate e adoção, mas critica a falta de políticas públicas integradas.
Ele compartilha sua experiência pessoal com animais, incluindo seu gato Gabo, e apoia financeiramente duas ONGs. Conclui que, apesar do orgulho brasileiro em amar animais, é necessário avançar em soluções efetivas para o abandono, incentivando a contribuição e a adoção responsável.
FAQs
O Brasil tem cerca de 150 milhões de pets, sendo aproximadamente 60 milhões de cães e 30 milhões de gatos, com uma média de dois animais por residência.
O abandono de animais é um problema grave, com estimativa de 20 a 30 milhões de cães e gatos nas ruas, causado por dificuldades econômicas, falta de castração e negligência.
Sim, desde 1998 é crime, e uma lei de 2020 aumentou a pena para 2 a 5 anos de prisão, além de multa e proibição de ter outros animais, mas a fiscalização é frágil.
As ONGs realizam resgate, castração, vacinação e feiras de adoção, muitas vezes sem apoio governamental, dependendo de doações para continuar o trabalho.
Não, falta uma política pública integrada que una governo, sociedade civil e ONGs com campanhas, recursos e abrigos, apesar da evolução na legislação.
Os brasileiros tratam os pets como membros da família, dando presentes, viajando juntos e até criando perfis em redes sociais para eles.
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