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#74 - Dez erros comuns de estrangeiros ao falar português (e dicas para ajudar)

21m 47s

#74 - Dez erros comuns de estrangeiros ao falar português (e dicas para ajudar)

O podcast apresenta 10 dicas baseadas em erros comuns de estrangeiros aprendendo português brasileiro, enfatizando que esses erros não impedem a compreensão, mas tornam a fala menos natural. O primeiro erro é o uso incorreto de "muito" antes de adjetivos, que não deve variar (ex.: "muito bonita", não "muita bonita"). Em seguida, destaca-se a necessidade da preposição "de" após o verbo "gostar" (ex.: "gosto de pizza"). Outro ponto é a confusão entre "fui" e "estive" para indicar presença em locais, sendo "estive" mais adequado. A distinção entre "ser" (características permanentes) e "estar" (estados temporários) também é abordada, assim como a concordância de gênero com artigos definidos (ex.: "da natureza", não "do natureza"). O verbo "precisar" requer a preposição "de" (ex.: "preciso de ajuda"), e a troca entre "para mim" e "para eu" é corrigida, usando "para eu" antes de verbos no infinitivo. A concordância de número e gênero é enfatizada para evitar frases como "as meninas é feliz". Para localização, recomenda-se o verbo "ficar" em vez de "ser" (ex.: "o hotel fica na praia"). Por fim, traduções literais do inglês, como "eu sou 30 anos", devem ser substituídas por "eu tenho 30 anos". O apresentador incentiva os ouvintes a praticar essas correções para soar mais nativos e pede compartilhamento do podcast.

Transcription

2612 Words, 14977 Characters

Portuguese
Recording and progress e nós estamos aqui. Vamos lá para mais um episódio. Do podcast, sejam bem-vindos e bem-vindas. Olá, espero que estejam todos muito bem. Estamos aqui em mais um sábado para falarmos sobre Brasil, sobre português, sobre português brasileiro, dicas, cultura, informação, dúvidas que vocês me trazem. Enfim, enfim, é isso. É o que tentamos fazer aqui, humildemente, todos sábados neste podcast. Já estamos no mês de agosto. É isso. Vamos lá. Vamos em frente. Pessoal, outro se aqui, hoje, no episódio de hoje, algumas dicas, com base em pesquisas que fiz, conversas com algumas pessoas de fora, conversas com gringos, com estrangeiros, recebendo alguns erros que eu considero muito comuns em pessoas estrangeiras, pessoas de fora do Brasil, que estão falando português. A maior parte desses erros, se não todos eles, não são erros graves. São erros que tornam uma frase um pouco estranha, mas que ainda precisam de um retoque para ficarem totalmente corretas. Então, não se preocupem, caso vocês ainda cometam algum desses erros ou mais de um, mas eu trago aqui essas informações em formas d dica e tentando fazer isso da maneira mais fácil possível para que vocês possam pensar e possam treinar aí os ouvidos de vocês e também, logicamente, seu cérebro e sua boca para quando vocês forem falar da próxima vez esse erro já não esteja mais presente, e também digitar, então treinar os seus dedos também. Certo? Como eu disse, não são, pelo menos pelo que eu levantei aqui, coisas muito graves, coisas que farão com que nós brasileiros não compreendemos, não entendemos o que vocês estão falando. Está, mas para soar mais natural, para soar mais perto do nativo, para, talvez, parece até que vocês são brasileiros, eu trouxe aqui então 10 dicas a partir de erros comuns de estrangeiros falando português. Está bom? Dicas, é alguns exemplos, vou tentar fazer isso aqui da melhor maneira possível. Vamos lá para o episódio de hoje, antes lembrando, do Ações Contribuições Via Peipal são muito bem-vindas, eu fico feliz, logicamente, né, quem não fica feliz com dinheiro, nós fico muito feliz, quando recebo principalmente quando vem com alguma mensagem, então eu sempre leio as mensagens que vocês mandam junto, e acho muito interessante ver de onde essas doações vem, vem em países mais diversos, não recebem tantas assim até hoje, para ser muito transparente, muito honesto com vocês, não foram tantas, acho que foram que eu, mas 10 talvez, no máximo, mas eu sempre leio ali de onde vem e a mensagem, algumas pessoas que eu já conheço minimamente e que já falam comigo algum tempo outras pessoas que eu nem sabia que existiam, então são pessoas novas que surgem para mim via Peipal com uma doação. Então, enfim, também é algo interessante de se ver, tá bom? Caso Peipal esteja liberado no seu país, você possa usar, caso você tenha disponibilidade, gosto, e acho que vale, vamos lá, [email protected] contribuições doações de qualquer valor. Agora sim, vamos para o que realmente interessa que são essas 10 dicas a partir de 10 exemplos e 10 erros que eu trouxe para vocês. Vamos nessa. Vamos lá, então, pessoal. Primeira dica, uso incorreto de muito e muita. É fácil de errar, tá? É bem fácil de errar o muito e o muita. Ela é muita bonita. Qual é a tendência que nós temos? Vai falar desse jeito. Ela é muita bonita. Por que que está errado? Porque o muito, quando ele funciona como adverbio, geralmente antes de um adjetivo, ele não muda. Então, quando acompanha adjetivos, não muda. Muito bonito, muito bonita, muito felizes, muito inteligente, muito expertos, muito falantes, tá? O muito vai variar quando estiver acompanhando substantivos, nomes. Aí, o muito vai mudar de acordo com o gênero e de acordo com o número. Vai precisar fazer essa concordância, tá? Então, muito dinheiro, muita gente, muitos amigos, muitas viagens. Aí, o muito vai mudar, tá? Então, se a palavra depois do muito for um substantivo, é uma coisa, uma pessoa, o muito vai mudar. Se for um adjetivo, que é uma descrição, uma característica ou muito, não muda. Então, por exemplo, Maria é muito inteligente. Maria é feminino, inteligente é um adjetivo muito bem antes e não vai mudar. Ela tem muitas roupas bonitas. Aqui sim, vai mudar porque muitas varia. Eles estão antes do substantivo roupas, tá? Meu amigo é uma pessoa muito legal e muito simpática. Pessoa simpática, tá? Por isso que fica também esse adjetivo no feminino, mas nesses dois casos, com muito não muda. Beleza? Próximo exemplo, a confusão com o verbo "gostar". O verbo "gostar" exige a preposição "d" depois dele. Então, quando vocês forem falar, eu gosto de alguma coisa, precisa ter este, tá? Eu gosto pizza, eu gosto sorvete, está errado. Então, seguimos entender, conseguimos, né? Porque, do inglês, por exemplo, "I like pizza". Eu gosto pizza. Não tenho "o" "pizza", "off", mas no português precisamos dessa preposição "d". Então, sempre que vocês forem falar que gostam de alguma coisa, precisa ter este "d". Eu gosto de pizza, é ele gosta de música brasileira. Nós gostamos de visitar o Brasil. Meus pais gostam de cozinhar aos domingos, certo? Minha artista favorita gosta de ficar muito em casa e fazer poucos shows. Tá bom? Então, sempre que forem falar que gosta, acrescentem o "d" depois. Independentemente do tempo verbal e da conjugação. Sempre vai "d". Ele gosta de, ela gosta de, eu gosto de, nós gostamos de, eles gostam de alguma coisa. Tá? Desde che ouvir aqui o próximo exemplo que eu separei "I went", como eu fui. Eu fui em São Paulo ontem. Não está completamente errado, mas um pouco estranho. Talvez, deixa completamente errado e pessoas possam me corrigir aqui. Mas eu considero estranho aqui, então eu fui em São Paulo ontem. Nós falamos que eu estive em São Paulo ontem. Ou ainda uma contração, eu tive em São Paulo. Eu tive no Rio de Janeiro. Eu fui pelo que eu lembro, pelo que eu já conversei com algumas pessoas de fora do Brasil. Eu fui muito usado no lugar do estive. Então, dependendo do contexto, dependendo da forma como está falando. Então, neste caso, eu fui ao Brasil no ano passado. Eu estive no Brasil no ano passado. Eu fico mais natural. Assim, eu fui a festa ontem. Eu estive na festa ontem. Aí são duas formas diferentes de falar e as duas ficam corretas. Se for especificar, eu fui a São Paulo, eu estive em São Paulo. Tá bom? Talvez posso aparecer um pouco estranho, porque está aparecendo um pouco estranho para mim também. Mas é isso aí, tá? O próximo número 4, a confusão entre siere estar, é bastante comum. Tá, gente? É o nosso verbo de Opie. Hoje, eu sou o cansado. Não. Hoje, eu estou o cansado. Sim. O verbo ser é sempre para características permanentes. Eu sou o brasileiro. Eu não estou o brasileiro. eu sou jornalista, não estou jornalista, tá? E o estar para Estados temporários. Então, hoje eu estou muito empolgado. Hoje eu estou muito feliz porque amanhã eu viagem para o Brasil, né? Então, outros exemplos aqui, deixa eu pensar, Maria é espanhola. É uma questão permanente, né? Maria está na Espanha. Ai, é uma questão temporária, tá? Então, ser e o estar muito cuidado para que vocês usem sempre da maneira mais correta possível, tá bom? Próxima número 5, os artigos definidos. É um erro muito comum e não se preocupem. Principalmente, pessoas que têm a língua inglesa como língua nativa, em que as palavras não têm esses gêneros que nós temos no português e que têm no espanhol também. Se eu não me engano no alemão também e no alemão tem até um terceiro, que é um gênero neutro. Pessoal da Alemanha que está aqui, o que fala a Alemanha, me corrige assim, não for isso, tá? Mas falando do português, vocês precisam tomar cuidado com o gênero das palavras para fazer a devida concordança dos artigos, tá? Então, por exemplo, eu gosto do natureza. Fique errado, porque natureza é uma palavra feminina. Então, eu gosto da natureza. Eu recebi, em casa, no começo desse ano, uma amiga dos Estados Unidos, ela fala bem em português, mas frequentemente ela nos perguntava se a palavra era feminina ou era masculina para ela fazer a concordância do artigo. Então, é uma coisa que eu percebo que é bastante comum e que realmente é difícil, tá? O problema está na cidade do São Paulo, ou vou viajar para a cidade do São Paulo. Neste caso, a cidade de São Paulo, tá? Númes de cidade normalmente não levam artigo. Algumas têm. Por exemplo, "Do Recife", as pessoas falam "No Recife, Do Recife" ou "Receive". Mas eu acho que é um pouco uma exceção, tá? Ah, não. Também "No Rio de Janeiro, Do Rio de Janeiro". Não é tão exceção assim. E aí vocês me desculpem porque algumas coisas eu vou pensando enquanto eu falo aqui, tá? É uma coisa espontana mesmo. Então, na prática, vocês precisam conhecer um pouco da palavra, daquele radical, enfim, se vocês já viram algo dessa palavra para saber se ela vai com artigo ou se não vai com artigo, tá? Mas se vocês falarem, eu gosto do natureza, a gente consegue entender, mas vai suar um pouco estranho, tá? Outro erro que eu percebo é como bastante comum também, não é um erro muito grave, mas ele existe, que é com o verbo precisar. O verbo precisar, ele também exige a preposição, ele também precisa da preposição, tá? Então, ele precisa disso. Nós precisamos de ajuda. Ela precisa do livro. Ela precisa de assistência no aeroporto. Se você vai perguntar alguma coisa para alguém, por exemplo, você precisa de ajuda, você precisa de mim. Então, sempre que tivermos o verbo precisar, no sentido de necessitar de algo, e preciso de alguma coisa, precisamos usar a preposição D, precisar de alguma coisa. Nunca digam, ele precisa isso. Nós precisamos ajuda. Nós precisamos de ajuda, é a forma correta, tá? Então, quando usar, o precisa lembrem de colocar a preposição D. E, por exemplo, ele precisa isso. Nós não vamos dizer ele precisa D, isso. Aí vira disso. Aqui é uma outra coisa, aí algumas contrações que vocês podem estudar a parte, a gente pode até ver em um episódio aqui. Próxima número 7. Trocar o para mim, o para eu. Não se preocupem também, porque muitos brasileiros também trocam. Também confundem, confundem também com METE em este erro, inclusive pessoas que estudaram bastante, que conjugam o verbo com para mim. Então, qual é a forma errada? Vamos lá, exemplo. É importante para mim estudar. É preciso deste livro, porque é importante para mim estudar. Para mim estudar está errado. Nós precisamos ter aqui o "eu". Antes desse verbo "nô" infinitivo. Quando o verbo vem depois da pessoa, então, preciso deste livro, porque é importante para "eu estudar". Para eu correr, comprei novos tênis para eu correr. Fiz o meu novo visto brasileiro, ou tirei o meu passaporte novo, para eu viajar ao Brasil. Outra coisa, deixa eu pensar, isso é difícil para eu entender. Tá bom? Quando que vamos usar, então, para mim, quando eu não tiver verbo depois, sem verbo depois. Sua visita, o Brasil é um presente para mim. Acabou a frase. Então, sem verbo depois, pode usar para mim, principalmente se for no final da frase. Certo? Se tiver verbo depois, aí o verbo vai para o infinitivo e usa a pessoa. Próxima número 8. Já estamos quase acabando. Vamos lá. "A não concordância de número e gênero". É algo importante também. Novamente, também é um erro que eu percebo brasileiros cometendo. Portanto, tem que não cometer, mas se vocês cometerem, não, é nenhum crime. Como as meninas são felizes, os meninas, claro que não é um erro tão como assim, mas, às vezes, cometemos, principalmente, na concordância verbal. A em que o sujeito está no plural e o verbo está no singular. Então, cuidem sempre essas concordências. Os meninos estão animados. As casas são grandes. Os aeroportos são gigantescos. As passagens aéreas para o Brasil são caras. Então, essa concordância de número e de gênero com essa concordância do verbo no meio. Então, é uma concordância quadro para a certa forma que a gente precisa cuidar o artigo, o substantivo, o verbo e o adjetivo no final. Para a gente combinar número e gênero de todo mundo e deixar todo mundo na mesma pessoa. Certo? Deixa eu ver um outro exemplo aqui. Talvez esse aqui não esteja completamente errado, mas sou estranho. Quando temos uma pequena confusão entre ficar e ser no uso de localização, quando queremos falar de localização. Quando falamos sobre algo, alguma coisa, algum lugar que fica em algum lugar, usamos como eu mesmo falei agora o verbo ficar e não o verbo ser. Então, o "masp" fica na avenida Paulista. E não o "masp" é na avenida Paulista. É vendo o verbo ser. Fica vendo o verbo ficar. O " hotel" no qual, vamos nos hospedar, fica em frente a praia de Copa Cabana. Fica em frente a praia de Copa Cabana. E não é na frente da praia de Copa Cabana. Certo? Os portões de embarque ficam no segundo piso do aeroporto. E não os portões de embarque são no segundo piso do aeroporto. Certo? Se você usar em um som e o "e" é o verbo ser, todos vão entender. Mas o mais próximo daquilo que nós falamos é o "fica para localização". Tá bom? Onde fica o museu da língua portuguesa? Onde fica o parque do Iberapuera? Você sabe onde fica esse restaurante? Então vocês podem usar o verbo ficar quando vocês estiverem conversando ou fazendo perguntas com brasileiros, essa conversa para localização de alguma coisa. Tá bom? Próximo e último exemplo tradução literais de algumas expressões. "I am 32". Eu sou 32 anos. Não. Para nós é eu tenho 32 anos. Seria como "I have". Nós vamos usar o "ter para idade". Então essas traduções muito literais, principalmente da inglês. Se vocês for traduzir algo muito direto do espanhol, possivelmente vai estar próximo do português e a gente vai conseguir entender. Agora algumas traduções literais do Iberapuera. inglês como essa, a EEMTER de 2, eu sou 30 anos, fica estranho. Novamente, a gente consegue entender que você tem 30 anos, mas para a gente aí eu tenho. Então, use o verbo ter para idade. E eu deveria ter pesquisado aqui outras traduções literais que não funcionam. Eu vou fazer um episódio só sobre isso. Se eu entender, se eu achar exemplos o suficiente aqui, mas eu acho que encontro. Tá bom. E então, é isso. Era essas dicas que eu tenho para hoje, que eu tinha para hoje, 10 dicas para pequenos erros de pessoas de outros países quando estão falando português. Certo. Vamos lá então. Bom, resto de sábado para vocês que estão ouvindo no sábado. Bom, domingo para quem já está ouvindo no domingo e uma excelente semana para quem está ouvindo ao longo da semana seguinte. Tá bom? Espero reencontrá-los no próximo episódio. E por favor, compartilhe este podcast nas suas redes sociais, compartilhe com os amigos. Deixe uma avaliação no Spotify, no Apple Podcast, no Dizer, não sei por onde vocês ouvem. Deixe uma avaliação ali que faz com que. que é por estrelas, né? Que faz com que esse podcast apareça para mais e mais pessoas que estão buscando um conteúdo aqui em áudio para praticar o português do Brasil. Tá bom? Muito obrigado pela audiência, pela paciência e até o próximo episódio. Tchau, tchau. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio aborda 10 erros comuns de estrangeiros ao falar português brasileiro, com dicas para soar mais natural.
  2. Erro 1
  3. Erro 2
  4. Erro 3
  5. Erro 4
  6. Erro 5
  7. Erro 6
  8. Erro 7
  9. Erro 8
  10. Erro 9
  11. Erro 10

Summary:

O podcast apresenta 10 dicas baseadas em erros comuns de estrangeiros aprendendo português brasileiro, enfatizando que esses erros não impedem a compreensão, mas tornam a fala menos natural. : "muito bonita", não "muita bonita"). : "gosto de pizza").

Outro ponto é a confusão entre "fui" e "estive" para indicar presença em locais, sendo "estive" mais adequado. : "da natureza", não "do natureza"). : "preciso de ajuda"), e a troca entre "para mim" e "para eu" é corrigida, usando "para eu" antes de verbos no infinitivo.

A concordância de número e gênero é enfatizada para evitar frases como "as meninas é feliz". : "o hotel fica na praia"). Por fim, traduções literais do inglês, como "eu sou 30 anos", devem ser substituídas por "eu tenho 30 anos".

O apresentador incentiva os ouvintes a praticar essas correções para soar mais nativos e pede compartilhamento do podcast.

FAQs

'Muito' como advérbio antes de adjetivo não muda, como em 'muito bonita'. Já quando acompanha substantivos, varia em gênero e número, como 'muita gente' ou 'muitos amigos'.

O verbo 'gostar' exige a preposição 'de' em português, como em 'eu gosto de pizza'. Sem ela, a frase fica incorreta, diferente de línguas como o inglês.

'Ser' é para características permanentes, como 'eu sou brasileiro'. 'Estar' é para estados temporários, como 'hoje eu estou cansado'.

Use 'para mim' quando não houver verbo depois, como 'isso é um presente para mim'. Use 'para eu' antes de um verbo no infinitivo, como 'é importante para eu estudar'.

O verbo 'precisar' exige a preposição 'de', como em 'nós precisamos de ajuda'. Não diga 'ele precisa isso'.

Para indicar permanência temporária, use 'eu estive em São Paulo' em vez de 'eu fui em São Paulo', que é menos natural.

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