#714 - Hábitos: Os Construtores Silenciosos do Seu Destino | Filosofia com Lúcia Helena Galvão
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A palestra aborda a importância dos hábitos como elementos centrais na vida humana, frequentemente subestimados. O palestrante propõe "tatuar a alma" com ensinamentos profundos, usando os hábitos como ferramenta de transformação. Explica que hábitos são mecanismos automáticos que economizam energia mental, mas podem ser prejudiciais se não forem conscientemente direcionados. A repetição de um comportamento por três meses pode consolidá-lo como hábito, abrindo caminho para a incorporação de práticas benéficas, como pensamentos filosóficos. O caráter, segundo a definição platônica, é formado por inclinações que devem ser educadas para gostar do que nos eleva e rejeitar o que nos animaliza. Somos aquilo que fazemos repetidamente, e não apenas nossas intenções. É possível modificar hábitos, especialmente os adquiridos conscientemente, enquanto os inconscientes são mais difíceis de eliminar. O palestrante alerta para o risco de viver mecanicamente, sem questionar o sentido das ações, e defende que devemos parar e perguntar "por que estou fazendo isso?". A vida pode se tornar um automatismo vazio se não assumirmos o controle de nossos hábitos, utilizando-os como arquitetos do caráter e aliados na busca por uma existência com propósito.
Então hoje a gente vai tentar tatuar uma salama por uma coisa diferente que é. Percebe-los hábitos e saber que a gente pode se livrar deles quando não são bons. E melhor ainda pode adquirir outros que sejam bons. Fique a trabalho em a nossa favor. E só faz uma diferença tremenda. Eu peguei um assunto que normalmente a gente não dá tanto importância que são hábitos. A gente não vai falar de hábitos que coisa assim pouco relevante, né? Mas não é. Então a gente para para pensar, os hábitos ocupam grande parte do nosso tempo de vida. E nós podemos trabalhar para que eles colaborem com a gente. Ao invés de trabalhar em contra nós, os rícios são hábitos negativos. Se a gente não souber trabalhar com esse mecanismo de hábitos, que é bem mecanismo mesmo, acaba que ele se volta contra a gente. Não sei se vocês tiveram oportunidade de assistir naquele. Pode o que acho que eu faço que eu dá uma taxa. O último encontro que eu tive com o inundição nunes. E tenho determinado momento que ele chega para mim e fala "Ets é a arte das minhas tatuagens", eu falo "bom, você deveria tatuar a alma". Aí ele brinca comigo. Ah, então a gente vai fazer uma loja de tatua alma, vamos ganhar muito dinheiro com isso. E no fundo eu parei para refletir o que a gente está tentando fazer tatuar uma vez. Não é isso? É fazer ensinamento propundos que possam marcar gente intimamente e fazer com que a gente partir daqui e iria ver uma maneira diferente. Então vou mandar de depruínders, só que eu já abri uma loja de tatuagem de alma. A muito tempo não tinha percebida, a gente vai tentar tatuar a nossa alma com uma coisa diferente que é. Percebem-los hábitos e saber que a gente pode se livrar deles quando não são bons. Porque que trabalhem a nossa favor. Quem já enfrentou um hábito e conseguiu vencê-lo, percebe que isso dá uma sensação de poder muito grande. Ou seja, o seu dono de mim mesmo, quem já parou de fumar, quem já parou de bebê, quem já interrompeou algum hábito ruim, sabe a sensação de poder que isso dá. Puxa então eu posso se adquirir do queiro e ser. Não só escrava dos hábitos. E posso usar esse mesmo mecanismo para adquirir coisas boas e colocar em lugar. Existem pessoas que trabalham com os mecanismos da mente humana e que pesquem, por exemplo, sobre hábitos. E eu vi uma pesquisa onde esse pessoal dizia uma universidade americana que um ato repetido por três meses todos os dias tem a tendência a se tornar um hábito depois. É pra ver bom, então, por que que a gente todos os dias durante três meses não lebeu nos pensamentos filosóficos? Pra virar hábitos. E foi baseado nisso que eu escrevi esse livro "A Genda de Toika", uma proposta de incorporação de hábitos filosóficos. Então hoje nós vamos conversar sobre isso. Como é que a gente trabalha com hábitos para que eles possam ser favoráveis? Se você sabe trabalhar com eles, pode gerar uma transformação muito significativa na tua personalidade. A hábito é piloto automático, é mecanicidade. Você pode tirar a mecanicidade ruim e colocar a mecanicidade boa. É bem verdade contar uma coisa pra vocês que é um sábio completo aquilo que a gente nunca ouviu, mas a gente imagina um servixtrema sabedoria não tem hábito nenhum. Ele age o tempo todo com consciência. E hábito é sempre diminuição de consciência. Quando eu estou executando uma coisa por hábito, eu não estou nem lendo o que eu estou fazendo. Não é isso? Então hábito é sempre diminuição de consciência. Mas, no nosso nível, o que não somos sábios, nós temos que usar esse recurso. Ele nos ajuda bastante, porque ele dispensa tempo e atenção pra gente dedicar a outra coisa. Enquanto as coisas boas que a gente sempre preparou pra fazer, ficam sendo feitas automaticamente. Nós adquirimos um dia na nossa vida o hábito de andar. E vocês não sabem que se a gente parar pra fazer um estudo do movimento de quando o homem anda, é um processo complicado. Você tá planamente equilibrada aqui nos dois pejos. Você avança uma pena, você produz um estado de equilíbrio, pra poder conquistar o equilíbrio de novo aqui na frente. A junta é esse avança, não é um processo simples, mas a gente me canizou. Eu não imaginei nem vocês o que eu faria se eu tivesse ficado pensando até hoje nessa operação. Agora eu dizer que ele brou. Agora eu vou equilibrar. Não iria muito longe. Não é isso? Eu automatizei essa operação. De esta maneira, quem permite fazer isso como hábito, e a minha mente está trabalhando com outra coisa. Então, no nosso nível ainda precisamos da mecanicidade, precisamos nos hábitos. Mas uma mecanicidade do direcionado é por nós. Que trabalha pra aquilo que a gente precisa. E aí a gente vai introduzir essa ideia que é importante. Dá pra gente adquirir hábito, dá pra gente manter hábito, dá pra gente abolir hábito. Podemos fazer isso. O hábito é algo maleável sobre qual você pode trabalhar. Vai exigir vontade e vai. Mas qualquer coisa na vida vai exigir vontade. Vai exigir disciplina, vai. Mas qualquer coisa na vida vai exigir disciplina. E trabalhar com isso ajuda bastante. A hábito é o piloto automático da alma. Acordamos, escovamos os dentes, pegamos o celular, damos café, seguimos pro trabalho, reagimos às mesmas situações, com as meiras emoções. E raramente nos perguntamos que a gente está vivendo a minha vida. Eu ou os meus hábitos. O que eu estou vivendo ou sendo vivido? Eu me recordo, já contei se em um monte de palestras. Aquele que já assistiram palestras minhas online, já devem ter ouvido essa história. Eu tinha sei lá, meus 13 anos, estava assistindo seção da tarde com a minha mãe. Os dois centadinhos na frente da televisão, era que ele tinha muito, não sei se ainda tem hoje, aquele filme de forte a parte de americanos combatendo índios, coisas desse tipo. Aí tinha lá um índios que estavam fazendo a adança em volta do fogo, pra invocar chuva. Aí a gente batia um tacá que nos chamo, faziam assim, faziam assim, dava uma rodadinha, começavam tudo de novo, e ficavam fazendo aquilo repetitivo em volta do fogo. "Como eu era, eu lê pra aquilo, dê pra minha mãe e falei, foi uma das vezes que eu descobri que era filósofoto, quando eu quero ter certeza sobre filósofoto." Eu lembro algumas coisas desse tipo. "Mãe, a minha vida é igualzinha isso aí." Ela me olhou evidentemente, minha filho, loqueceu, "Laxa, que é índio e norte-americana ainda por cima." "Me enveria igualzinha isso aí." "Me enveria, eu tô me café, esticou a vodente, eu tô pro colégio de outro, eu tô pro colégio de outro, eu tô pro colégio de outro, igualzinho, só tenho uma diferença." Eles sabem pra quem estão fazendo isso aí, eles estão invocando a chuva. Eu tô invocando o quê? Isso me rendeu uma visita, o psicólogo é claro, evidente. Porque afinal de contas, ninguém sabia que isso podia ser filósofia, então vai pro psicólogo. Mas enfim, é interessante porque naquela idade eu percebi, a minha vida é um hábito atrás do outro, não tem sentido. Eu não sei onde eu quero chegar com tudo isso. A gente tem que ter sentido na nossa vida, é aí usar a água e tu te trabalham pra colaborar. Para esse sentido. Então, qualquer momento da nossa vida a gente deveria parar e perguntar por quê? E ter uma resposta. Já pensaram isso? Para a cena, sabe aquela ajudança de férias da joinina? A gente faz aquela brincadeira fotografia, todo mundo para. Pois é, para a cena, onde você estiver? E pergunta por que é mesmo que eu tô fazendo isso aqui? E várias vezes você vai ver que não vai ter resposta. Eu estou fazendo porque eu faço sempre, mas eu se contribui para a minha vida não. Às vezes até a trabalho. E é por que que eu estou fazendo? Ou seja, pelo autocomático, não posso ficar girando a solto, a toa, sim, sem nenhum sentido. Tudo o que a gente faz, até mesmo hábitos, deveriam ser ser acionados, escolhidos por nós, e deveriam contribuir para a nossa vida em alguma coisa. Se não, é isso. Aquilo que não contribui acaba trabalhando. Não é isso? E às vezes a trabalho é muito. Então, os hábitos são como trilhos invisíveis, facilitam o caminho, mas também podem nos levar a destinos que nunca escolhemos conscientemente, mecanicidade. Se você bobear a vida toda, pira um hábito. Toda, ou seja, me mandam ter sucesso e ganhar dinheiro. Aí eu vou lá atrás, fazer tudo que é necessário para ter sucesso e ganhar dinheiro. Aí me mandam casar e ter filhos, eu vou lá atrás e ter filhos. Aí me mandam, está sempre procurando no jeito de ter mais sucesso e mais dinheiro. Eu fico atrás de mais sucesso e mais dinheiro. Eu dinheiro bem. Não sei se você vira uma cena engraçada já que é do cachorro quando corre atrás de uma botra cicleta ou de um carro. Quando o carro para, que ele fica assim, sabe o que fazer, compineu. Que ele é tanto aquilo, ele é repente. É mais ou menos isso dinheiro, cheio. E o que é mesmo que eu faço com esse dinheiro? Manos meninos para Disney, volta da Disney. Mano de novo para Disney, volta da gente chegar. Não tem mais graça de Disney. E aí é o que? O que eu estava querendo com isso? Onde eu queria chegar com tudo isso? Chegou um determinado momento que isso gera uma crise existencial. Quando já é bom, porque a gente muda. E olha que quando não já é bom. Porque a gente fica pela mecansidade até o túmulo. Então se a gente não tiver atento a vida, ele era virar rápido. E eu não sei nem quem foi, quem pensou, e quem escolheu a minha vida. Não fui eu. Alguém foi a autorda a minha vida. É um trilho que a vida sai correndo mecânicamente para ali. E eu não faço a mínima ideia de nem porque, nem para onde? Ou seja, a vida toda se mecanizo. Temos que ter muito cuidado com isso, tá? Hoje não falaremos de produtidade apenas. Falaremos já algo mais profundo. Os hábitos como arquitetos do caráter. A gente de vez em quando?
Use a palavra de vez em quando estou sendo muito bom, não é? Quase sempre. A gente usa palavras que a gente não sabe o que que significam. Quem é aqui, que nunca disse que alguma pessoa tem mal caráter? Quem não diz, e atire a primeira pedra. E a gente sabe o que é caráter? Não sabe, assim, explicar bem, explitar de mim não sabe. Mas usamos a ver. Mas usamos a men do que se trata, mas pongo e atirem em cima do outro. Não é isso? O que é caráter? Caráter, se nós vamos pegar a definição platônica de inclinações, que é exatamente a definição de caráter, para dar um dia que desde o anacimento nós viemos com inclinações, para gostar de algumas coisas e rejeitar outras. E que essas inclinações deveriam ser educadas para que a gente gostasse de tudo o que nos faz crescer com os seres humanos. E rejeitar tudo o que nos animaliza, que nos veja exterior. Então a gente deveria gostar de tudo o que nos leva na direção de valores, de tudo, de sabedoria. E não gostar de tudo aquilo que desenvolve passions desenfreadas, extintos descontrolados, colher a tudo o que é animalizante. A gente deveria rejeitar isso naturalmente, porque foi educado para isso. Isso é um bom caráter. Será dao que naturalmente ele gosta do que é bom para ele e rejeito o que é bom? Vamos e venhamos com essa definição, quem de nós pode dizer que nós somos tão bom caráter assim. Tudo o que vocês gostam é maravilhoso. Eu tenho umas coisinhas, tudo o que nós gostamos tem umas coisinhas que são péssimas. Cê vai querer chucolates e em cima do sorvete. Bastente calda. Tem um monte de coisas que a gente gosta, que não são boas para nós sorvete. A gente ainda tira de medo para ir coisa muito pior. Tem coisas que serem ótimas para nós que a gente rejeita. E aceitamos, e a gente sabemos. E aceitamos isso. Como se o nosso gosto não fosse uma coisa que pudesse mudar. Pode mudar. Nós podemos e deveríamos aprender a gostar. Gostar daquilo que nos faz crescer e rejeitar é aquilo que nos faz mal. Deberíamos aprender a trabalhar o gosto, porque o Paladera a gente trabalha. A gente aprendia a gostar do gosto de uma comida que não gostava. Se já fizeram isso, a gente aprenda. Se acha que o Paladera mais chuteu não dá para essa baréia também? Dá também. Dá para gostar de pedir desculpas, dá para gostar de ter paciência, dá para gostar de ser mais compreensivo com o outro, dá para gostar de tudo aquilo que é bom. E rejeitar tudo aquilo que é ruim. Rejeitar a impaciência no trânsito, rejeitar o egoísmo, ansiedades de sair por rango, todo mundo para seu primeiro entrar no elevador, ansiedades de querer não deixar querer que a pessoa, passe na sua frente no trânsito, enfim, dá para rejeitar todas essas coisas, eu já disse, éca, que nojo, que coisa mais animalizante parece um bicho por trás de uma máquina, não gostou de nada disso. A gente pode aprendiz, não só pode, como deve. Ou seja, o caráter é algo em construção. Houve um grande filósofio chamado Epiteto, que era da Escola de Toika, que ele dizia que é bom, dá de eu sutil ajuste do nosso caráter pela vida inteira com as afinas cordas de instrumentos. Eu acho que essa imagem maravilhosa, você já vida inteira a gente que aprendendo gostar do que é bom rejeitar o que é mal. E isso é caráter. E uma vez que você faz isso, você cria há abritos que te ajudam a caminhar pro que é bom e rejeitar o que é mal. E fica tendo para não adquirir hábitos que façam contrário, porque pela desatenção a gente também adquiria hábitos. Às vezes sem perceber, pelas freddas da desatenção, você está fazendo uma bobagem. A gente que ensina o oratório, eu fui muitos anos professora de oratória, é incrível para você ensinar tudo bonitinho, mano. De repente ele vai falar, começa, né? Vamos ver o que eu tive no setrô, a gente houve alguém fazendo, fupo, e daqui a pouco está com hábito. Eu te ensinei isso não, mas eu vim em algum lugar. Não é o seja hábito também, entra por inconsciência. Então tem que ter cuidado com isso, né? Vamos continuar lá ainda, porque no fim das contas, não somos aquilo que pensamos ser. Somos aquilo que fazemos repetidamente. Isso diz o Aristóteles com toda a surpresa. Se eu tenho as melhores boas intenções do mundo, eu queria ser fraterno, eu queria ter compaixão da dora a queia, mas na prática eu só me comporto com egoismo, pelas voças obras, eu vos conheci ali, nem pelas voças boas intenções, que eu vos conheci ali. Alguém que vai querer julgar com você, vai ver o teu rato no mundo, vai ver o que você anda fazendo, e não que você acharia que ele teria esse certo. Às vezes, dentro de que a gente pensa e o que a gente faz tem uma distância muito grande. Somos cheios de boas intenções, basando nosso racho pro mundo, pelo mundo, vai nos mostrar o que a gente realmente acredita. E esses rastos, muitas vezes, são resultados de ábitos, de mecanicinais, que a gente não está nem tomando consciência do estrago o que a gente faz. A ansiedade de seu primeiro na fila é um ábito. A ansiedade de seu primeiro levantar naquele corredor do avião, você já viu? É um ábito. O primeiro a pegar a maguinha lá em cima. É um ábito porque quem é que é que é que é a maioria das pessoas, não tão comprecia nenhuma, se foi entrevistável por um, tão ficando ali mesmo, não tão perdendo conexão, são raros, os que realmente estão compreços. A maioria só hábito, e mal hábito, devido uma confusão fora do comum. Mas como eu falei pra vocês, tem coisas muito mais graves. Às vezes, temos hábitos herdados do nosso pais, do reagir, a detengnar das coisas dos vítios que eles reagiam. As necessidades de "O palco, olha o meu pai lá no espelho, o minha mãe, qual ozinho?" "Cosos que você não tomou consciência e que inclusive, quando você era a vítima desses hábitos, não gostava." E agora está reproduzindo pela vida fora, por inconsciência. Então nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Você pode tirar essas coisas que estou fazendo repetidamente, tomar consciência delas em primeiro lugar. Às vezes, eu peguei um aluno meio que estava dando aula e contei, quantas vezes ele falava "né". Tem umas 25 ou 26 em meia hora, e ele não tinha visto que tinha falado nenhum, nenhum, né? Pro professora eu resolvi o meu problema do "né", né? [risos] Eu falei "né, você falou 26, né?" "Dona acredito, acredito, olha a ladravação." Então, a gente não tem consciência, tem que prestar atenção, para localizar, porque essas são as coisas que estão deixando rastro do mundo. Mas uma vez, estou dando exemplos e não sentes para vocês, porque tem hábitos que são barras e desstroiam nossa vida e a vida dos pessoas a mostrar. O que é um hábito? A força da repetição. Um hábito é um comportamento repetido até se tornar automático. Ou seja, repete, repete, repete, repete, daqui a pouco, você não está bem lendo mais por você estar fazendo. Automaticamente acontece. Nós criamos hábitos conscientemente. Por exemplo, eu vou aprender a dirigir. Aquela área antidintural, quando chega de antes daquele monte de manivela, daquele. daquele. que não é, pelo menos eu não brincava de carninho, de bate-batinho, para aqueles desventões quando era pequena. Primeiro, eu acho que sentei no volante, quando ali era absolutamente estranho, pra mim. E tive que criar hábito, hábito, de sentir que o carro estava pedindo a mática, porque quando o instructor me falava isso, eu disse, "Não, carro não está pedindo nada, meu pai." "Carro não fala, não estou sentindo, eu verai pedindo nada, está pedindo, você tem que sentir o carro pedindo a mática." Hoje, a gente sente o carro pedindo a mática. Vai adquirir o hábito e faz com mecânica a mês que eu não sei dizer para vocês quantas vezes eu mudei a mática pra chegar a minha casa até aqui. Automaticamente, vai fazendo. Eu quis adquirir esse hábito. Me esforcer e fui pra autoscola, aprendi, adquirir esse hábito. Então, esse é um hábito artivo que foi adquirido como a ato de consciência. Tem um detalhe muito curioso. A gente vai ver isso, inclusive, mais adiante. Quando você adquirir um hábito com consciência, na hora que você quiser se livrar dele, é muito mais fácil. Mas aquele que você adquirir, porque estava de bobeira e copiou, que todo mundo estava fazendo, sentia muita consciência e esse é mais duro. Porque esse é mais difícil de você vir. Você não consegue percebê-lo. O outro que foi adquirido de forma consciente na hora de você se livrar dele, você consegue com muita mais facilidade. Esse que é fazer para as freddas da desatenção, você vai ter muito mais dificuldade para agulir. É um detalhe. O cérebro adora automatizar isso economiza energia. Se tivessem de consciente, cada gesto do dia, entraríamos em colapso mental antes do meio dia. Daríamos mesmo. Abri o olho de manhã, o que faço agora? Coloca com um pé fora da cama. Qual é o pé? Como é que eu crizo de chão? Agora eu vou fazer o que? A escova de dente. Como é que eu faço? É que eu ponho nas cobrideientes. Como é que eu falo? Vamos fazer isso tudo. Não está mais. Quando você iria estar lá no meio dia, você já fez mil coisas. Se você fosse anotar cada pequena coisa que você fez, fez mil coisas. Todas elas não filam outro automático. Isso te permitiu pensar na programação do seu dia, pensar a cerca dos programas que você tem. Seja multiplicou a sua energia mental. Coloca estava fazendo uma coisa, e a mente estava fazendo outra. Isso é bom, se necessário. Falei para você. Um dia seríamos sábios. E parece que sábio não é permitido ter algo tudo nenhum. Mas por enquanto, para nós, é necessário. Estamos muito longe de sermos sábios. muito de sério. Então, que traz a consciência para a nossa vida. Sim.
as em coisas prioritárias. Deixe o hábito de descovaldente, deixe o hábito de dirigir que esses são bons. Deixe eles aí. O hábito é, portanto, uma estratégia da natureza para preservar o limite da mesma maneira que a tecnologia vai lançando e vai passando para a máquina certas coisas que são automáticas. Para poder liberar o homem para fazer coisas mais inteligentes, mais criativas. Então hoje você não precisa, em muitos casos, não precisa mais digitar nada, você fala e a coisa transformada em texto. Isso é uma coisa que se faz mecânicamente muito simples para uma máquina fazer. Então se o homem tem tempo livre para criar alguma coisa, para intuir alguma coisa, para fazer coisas próprias do ser humano. Grande problema é que muitas vezes do ser humano só fazia coisas mecânicas. E agora a máquina está com o bota, o que é que é que ele tinha. Que ele está se sentindo, despejado para a forma do seu emprego. Agora ele vai ser obrigada de desenvolver coisas humanos. Criatividade, imaginação, intuição, inspiração e muitos outros poderes, visão simbólica que só o ser humano tem. Então às vezes mecanizamos a nossa vida do jeito tal que a nossa vida profissional era toda hábito. A máquina, tudo que era hábito, a máquina faz melhor que a gente. Pode ter certeza. Tudo que hábito, dirigir hábito é que a pouco vai ter evoluante ao tomar para cá e vai ser melhor que a gente tem um bom bater, não vão passar da velocidade, vocês vão ver. Agora eu economizar mais como estilho. Então tudo que hábito pode ser passado para uma máquina porque é meca de cidade mesmo. Mas aqui o surja primeira a reflexão importante. A natureza busca eficiência, mas a consciência busca sentido. Nós viemos ao mundo, e isso é uma tônica fundamental. Nós viemos ao mundo para crescer. Não tenho dúvida se alguém quiser ser pergunta para vocês. O que a gente veio fazer no mundo, qual é o sentido da vida? Crescer. Saí daqui mais humano do que a gente era quando chegou. Apurar todos os nossos valores humanos, nas suas virtudes, apurar no máximo os atributos da condição humana, mais justiça, mais fraternidade, mais vontade, uma consciência, mais ampla. Nós viemos aqui para construir as nós mesmos. A Constituição de qualquer outra coisa é secundária. Simplicomento isso nas menospalestras, que a gente acha que está fazendo muita coisa, porque nós estamos constituindo uma aque, imagina a gente falando com a natureza. Olha, eu construí a máquina de voadoras, a natureza que você diz, "Meu cara, tem milhões de anos que eu botei tudo voando nesse universo." Não precisava de você para isso. Ah, mas olha, eu construí a máquina de super rápida. É bem cara, deixa te contar. Eu construí a velocidade da luz, milhões de anos antes de você pensar de esse tipo. Sejam, eu não estou dizendo de você para fazer isso. Eu estou precisando de você para construir esse mesmo, porque isso não posso fazer. Tem uma lei chamada livre "Armito", que não me deixa fazer isso. Quem tem que fazer é você. Só isso, portanto, você pode ter feito tudo no mundo. Não construiu esse próprio do ponto de vista do que a natureza esperava de você. Você não fez nada. Desde mil tecnologias, descobriu mil aparatos, não cresci como ser humano, não fiz nada. Não sei se você já tiver essa experiência de você fazer uma agenda. Eu preciso fazer três, quatro coisas importantes durante a dia. Aí você parça o dia todo super ocupado, corre pra lá, corre pra casa, faz mil coisas. Não para que há do minuto, quando você olhar noite, tem não das quatro coisas que você tinha que fazer a ser feita. Mas passou o dia inteiro correndo. Se eu tiver essa experiência, um dia eficiente, não é um dia onde você faz muitas coisas. Mas o dia onde você faz as coisas certas. E nós cansamos de fazer essa boba. Corre um uso dia inteiro, você vai olhar aquilo que a gente tinha que ter feito e não fez. Com a vida, a gente também faz isso. Corre a vida inteira, quando vai olhar. A construção de ser próprio como ser humano, para dar exemplo para os nossos filhos, para dar exemplo para a humanidade, para mudar um pouco o mundo, não fizemos. Então é muito importante a gente estar de olhos. Vinhemos aqui para crescer. E aí entra essa questão, né? A consciência, a natureza, busca eficiência, a praticidade. Ou seja, o que é mecânico, se realiza de uma der mecânica, a consciência busca sentido. Então ela tem que pegar e escolher os hábitos que ajudam ela a crescer. Escolher os hábitos que ajudam ela a aprender coisas novas, que ajudam ela a ser cada vez mais tolerante, que ajudam ela a ser cada vez mais compassiva, ajudam a desenvolver as virtudes que ela tem que desenvolver. Ela não pode sair carregando um monte de tranqueiras de hábitos que estão trabalhando contra ela, porque isso é com contra. Não podemos sair carregando um monte de hábitos que não se atrapalham. Que é como se a gente tivesse entregando a arma pro inimigo, a tirar da gente. Ou seja, estamos cultivando um hábito que a viveja nos ajudar a andar, nos puxa para trás, não podemos nos permitir isso. Sem desperdício de energia, estamos trabalhando em prejuízo próprio. Nem tudo o que é prático é significativo. É importante que vocês entendam isso. Um hábito é praticidade. Ele pega as coisas que você precisa fazer mecânicamente, o fundamental na minha durmã é aquilo que é significativo. É aquilo que leva com a ciência, aquilo que despertem nós, acermite da bondade, do amor, da compatição, o fundamental é o significativo. Então hábito cuida da casa para que você possa se fixar naquilo que é essencial. Falei, por exemplo, uma obra de arte não tem nada de prático. Imagina você o quê não se derrão passar como o Leonardo da Vinte, ando os afi, ensina do matelo para pintar o vadio-corda. Não gerou comida, não gerou moradias, não gerou nada prático para a vida, gerou um negócio pintado no pedaço de tela, para que serve isso, que perda de tempo. Se a gente pensar de maneira prática, arte é uma besteira. Agora se a gente pensar de maneira humana, é das coisas melhores que existem, porque ela é capaz de puxar nossa consciência para ter um problema, se é só práticos, porque se não vou desabetouven, todos os pessoas falam uns desocupados, que nada que eles fazem em chebarrida, como se despoculassem, arte não é chebarrida, mas enche a alma. Então não podemos guiar só pelo que é prática. Nossa consciência tem que buscar a elevação e usar a abitura cuida da casa para que a gente possa ter energia para isso. Qual vocês acham mesmo que os artistas são todos uns desocupados? Falei, isso não é interditista aqui, né? As vantagens dos hábitos, aliados da excelência, liberta o energia mental. Então eu posso estar fazendo alguma coisa pensando em outra. Eu posso estar fazendo alguma coisa em liberando a minha consciência para outra. Quando automatizamos o que é essencial, abrimos espaço para o que é criativo, grandes mentes que cultivaram hábitos sólidos. A Aristóteles dizia que a excelência não é um hácto, mas um hábito. Então você vai automatizando coisas, e aí é que é o interessante do hábito positivo, do hábito que você é de quim. Você pode automatizando coisas, não só no plano físico, mas também no plano psicológico. Ou seja, quando uma pessoa fala comigo de maneira irritada, como respondo, como paciência? Que eu não vou deixar que essa pessoa determinie como vai estar o meu humor. Então se uma pessoa está estourada, automaticamente, eu vou pensar. Ela deve estar com problemas, eu gostou. Então ela fica com o problema dela, e eu não vou adquirir esse problema. A automaticamente, quando não a pessoa me fechar do trânsito, eu vou pensar paciência, deve estar com uma expressa do que eu. Você pode automatizar isso, sabia? Você pode automatizar reflexos no plano psicológico, não é? Automaticamente abriu o elevador, vou esperar o último cerdivo que tenha lá dentro antes eu queremos me entrar. Vou olhar para ver se está saindo mais alguma coisa, saiu tudo, até o último fumiga, aí eu vou entrar. Automaticizando, respostos, mais humanas, exatamente naquele ponto onde eu estou mais animaisado. Quando acontece algo, eu sempre estou com isso, eu vou criar um hábito para acontecer tal coisa e eu não estourar. E vou fazer isso mil vezes até virar hábito. Se dá, eu me respondo de maneira grossa, eu respondo de uma maneira extremamente delicada, mais delicada do que eu normal até, para dar um tapa de coluva de peliga. Muito obrigada pela gente lisa, até a próxima. Você é assim que eu vou responder. Isso também virar hábito, sabe? Você também pode ter hábitos no plano psicológico. Agora, olha que para a cidade, eu adquirei esse hábito, isso está me ajudando a dominar as minhas emoções, isso está me ajudando a me humanizar, a não deixar que o outro sendo que seja dono do meu estado de humor. Tem uma passagem de um conto que eu acho interessante, que diz que havia um jovem que chegou no mostreiro, porque esses mestres eram grandes artistas marciais também, esses tempos budistas. Aí os jovens e outros mostreiam-os em um lá para desafiar os, para ter um combate e mostrar que eram melhores do que eles. Aí chegou lá, nesse mostreio, e começou a vender o mestre. Então, eu poderia travar um combate com ele. Eu fendeu, eu fendeu, eu fendeu, eu mete fazendo uns para fazer eles dele um dia em írgim, para que ele cançou, foi embora. Aí eu gessi para a mestre, para que a quantidade de desaforga que ele garoto falou, eu só não fez nada. Aí o mestre diz, "bom, se você me dá um presente, eu não aceito o presente é de quê?" "É seu, você vai ter que embora com ele, não é isso?" Ele me deu um monte de presente, eu não sei, tem nenhum, que são dele, ele tem que levar tudo embora. O que é que eu acho que é andar cabeça com isso? Ou seja, toda vez que alguém for grosseiro comigo, vou lembrar do conto do mestre. Vou apresentar.
A gente é dele, não aceite ele, ele vai embora, não tenho porquilo, e achar que qualquer pessoa determinou o estado de espírito, e sem eu sou escravo das circunstâncias, não é isso? Então, entendia a história do mestre oriental, o vasso já agora vai ser assim, se dá danta grosseiro, eu respondo 10 vezes mais delicado do que eu sou normalmente, só para ele se sentir, para ele se sentir bem brutamontimento, pelo contraste. Então, eu respondo mais delicadamente do que eu respondo sem. Oi, virar muito nos carros, virar, vai tudo. De tanto você fazer, de tanto você praticar, vamos criando uma maior e conicidade que vai reverter esses pontos críticos onde a gente se animaliza e dá para fazer. E não só isso, devemos fazer. Eu, na da Vinic, cultivava o hábito da observação constante, ou seja, porque ele era abriante, ele tinha o hábito de estar inteiro no momento presente, observando todos os detalhes, da vida, dos objetos, todos os ângulos, todos os cantinhos, de estar a maneira que ele pudesse entender um pouco mais o mundo a volta dele, um hábito maravilhoso, viveu presente e implendido, muito, está corpulmente e alma aqui. Nós temos o hábito de fazer o quê? A gente senta o nosso corpo numa cadeira e a mente vai para onde ela bem entende, né? E as emoções para o outro lado, que saudade de fulano e a mente tinha o supermercado que eu tenho que ir depois. Isso é um hábito saber? É a de vez que a mente quiser fugir, você pergunta, "Por que que eu estou aqui?" Se eu tenho pensado de supermercado, "Tá que eu vou levantar agora e vou para o supermercado?" Não, não, então fica aqui. Você pode criar esse hábito. Cada vez que os veículos começarem aí um para cada lado, você quer ir para outro lugar? "Vamos agora, não, quero ficar aqui, então vamos ficar aqui." É um hábito. Que mais? Victor Frank, que eu desenvolveu hábito interior de buscar sentido mesmo em circunstâncias extremas. Acho que vocês conhecem as histórias de Victor Frank, que viveu com um prisionero de guerra da Segunda Guerra Mundial, viveu em campo de concentração e desenvolveu o hábito. Já o invés de ficar revoltado, olhar para as coisas e ver o que ele poderia aprender com aquilo para se tornar um ser humano melhor. É, mesmo a coisa que Budif e também se desenvolveu se vocês conhecem, o Grende, o escritor, viveu também na prisão na Rússia durante vários anos, ele desenvolveu esse hábito, também, que saiu muito mais sábado que entrou. Da prisão, tudo que aconteciamos com um sentido porque a vida estava trazendo aquilo para ele e como ele podia se tornar melhor a partir daqui. Vai ficar empregando com óbvio, com ijúrias, porque a prisão dele foi justo. Ou seja, hábitos, muitos hábitos, muito bons, que a gente pode pegar como referência e começar a adquirir. Aconteceu uma coisa que eu não gosto de em a cola ofa. Deixe-me estar o Victor Frank, o que a vida está querendo me ensinar com isso? O que eu posso aprender disso? Dá pra gente incorporar isso como hábitos gente. Esse é a grande chave, é um botão da nossa psique que a gente não está sabendo acionar. Esse negócio tem que trabalhar nosso favor e não contra nós. Dá pra gente adquirir um monte de hábitos maravilhosos que outras pessoas já tiveram na história. O hábito, quando bem indirecionado, como solida um caráter? Então ele te ajuda tremendamente a gostar das coisas boas. Porque ele vai mecânicamente de empurrar na direção do bem, se é um bom hábito. Agora se é um mau hábito é terrino. Vícils de todos os tipos, hábitos psicológicos tevíveis que é que sempre está julgando o outro, sempre está criticando o outro, torna uma vida uniferno. Um hábito de criticar, ele cansa mais, o garanto pra você, se você passar um dia inteiro. Mentalmente criticando Deus e o mundo que a gente é hora a gente faz, cansa mais que você passar o dia inteiro carregando pedra. Exauri. A energia mental vai lá embaixo. Suga nossa energia, um hábito ruroso e a gente não sabe. E não sabe se que é que grande parte do nosso cansaço tem nele. Olha pra as coisas já procurando o defeito, morbidez, há hábito negativo. Por que que eu não faço contrário, entre o hábito, procurar sempre a perspectiva positivo de tudo? A gente não sabe quantos a mente exáuria energia davente. A gente acha que cansa só pelo que fez isso, realmente. Ouviservem os dias que você chega mais cansado à noite. E vai procurar por que foi? As formas mentais acabam, quando a gente suga a nossa energia toda. E nós temos um monte de hábitos desse dia. São vícios, vícios tevíveis, que às vezes você se enviabiliza a nossa vida quando a gente pensa em vícios, a gente pece em droga, em brilhagueis, se garro, esses são péssimos. Mas tem uns vícios psicológicos que também não são brincadeira, viu? E que também prejudicam demais a nossa vida. Então há hábito, quando bem direcionado, ajuda a consolidar o caráter. Eles criam identidade, ou seja, o que significa isso? Não é o que você faz uma vez que define quem você é. É o que você faz todos os dias. Aí hoje eu vi uma paresta legal, você saía daquilo de pacientes com todo mundo no trânsito. Até em casa, mas amanhã vai ser outro dia, né? Março, tem mudada, amanhã volta à tudo, é normal, isso não é definida nada na sua vida. Só o que você fez hoje. Define o que você faz todos os dias, e isso é você. Veja o Fulano todos os dias passando e fazendo tal coisa. Bom, Fulano, acredita em isso. Um dia que ele fez uma coisa diferente, "Ah, aquele dia ele tinha sido influenciado por alguém." "Você ele não mantém, isso não é ele." "Esto não é ele." É coisa que você fez um dia só, não é você. É você, é aquilo que você sustenta através da sua vida dia a pós-dia. Então os hábitos vão constituir a nossa identidade. E o que é curioso é que se você alotasse, não foi a gente papel nesse momento, todos os seus hábitos, estaria pra deduzir que tipo de ser humano é aquele. Talvez você não se identificar com esse ser humano. Isso é senão, não quero ser isso aí não. Mas com o tio há hábitos que não tem nada a ver com aquilo que você gostaria de assim. Olha que pessoa crie, crie, tem hábitos de crite, caque, errilhê-lo. Eu crie, não quero ser assim. "Vá você tá cultivando um hábitos que te faz assim." E nem consciência disso não tem. Nem consciência disso não tem. Sempre conto uma história que é velha também que é uma vez que eu quis uma experiência quando eu fui usar a luna de nova própulho, porque eu pedi, pegando um tepreio de vocês, são críticos. Não, imaginei vocês, era um grupo de 20 pessoas, ninguém era crítico. Uma coisa milagrosa. Ninguém é crítico. Eu falei, "Tá bom, vamos fazer uma brincadeira." Você vai pegar um dia dessas semanas, vai pegar um pedaço de papel e vai anotar toda vez que vier um pensamento crítico na sua mente. Você sabe que ele gosta de fazer um risquinho, outro aí faz um quadrinho, risco no meio, começa outro, você vai fazer isso. Você fica com um apoio de papel. Toda vez que você tiver um pensamento crítico, você risco esse papelzinho. A aula só uma vez por semana, né? Outra semana, lá vem eles, abatidos. Eles que fizeram esses evidentemente. Professormente conto. Eu reesquei tanto aquele papelzinho, que tinha que parar o carro para retocar o papelzinho. Para um fôneas e fôneas de papelzinho. Eu nunca imaginei que fosse tão crítico assim, não é? Aí eu fiz a segunda parte da brincadeira, passei para ele o seguinte. Você vai passar um dia dessa semana, toda vez que você tiver um pensamento crítico, você joga ele fora e coloca uma coisa positiva no lugar. Tremendo de uma coisa boa, de uma coisa positiva, de uma coisa pela, para passar um dia, fazendo isso. Dim inteiro cortando os pensamentos críticos. Uma semana depois, lá vem eles. Sabe o que aconteceu, professor? Eu fiquei sem assunto mental. E tudo o que eu pensava era crítico. Eu fiquei "deu aquele vazio". Aí eu tive que virar para fora, eu vou começar a observar umas coisas a minha volta, porque se eu pensar, se eu criticava. Percebe que tinha uma sanca na sala do meu trabalho, eu trabalhei na linha 10 anos, não tinha visto aquela sanca. Dito que a gente fica nessa mecanicidade de alguém, ninguém mental criticando Deus todo mundo. Ou seja, a gente nem sabe usar biotroposicológicos que tem. Nesse é que é pior. Quando a gente vai procurar, vai atrás, perguntar para a si própria, porque eu faço as coisas que eu faço, é que você vai descobrir os águitos. A noite, um diáriozinho, onde você lembra todas as bovagens que você fez, pergunta por que eu faço isso? É isso que descobre um ápito que você nunca tinha visto. Por isso que Pitágora se recomendava diário para os alunos dele, porque vai trazendo consciência para dentro de nossa vida. Aquela aba abajo, por que eu fiz? Ou qual é um ápito que eu sempre respondo dessa maneira? Porque eu tenho esse ápito, não acredito nisso? Não tinha nem consciência que tinha. Esse meus alunos nem não era crítico, nem um, eram santinhos. 20 santos acima de qualquer crítica. E foi muito interessante essa experiência de constatação. Você não é alguém que corre, você é alguém que tem o ápito de correr. Você passou correndo um dia para o seu lantero sustado, a peteu ladrão, a peteu de uma apóreo. Agora, passo todos os dias, ele é o corredor. É isso? Você adquirei a identidade a partir no momento que as coisas têm perseverem se constância. Aí você tem identidade com aquilo. Uma vez que eu fiz, eu não crio identidade de tudo. Não me identifico com isso, não me defino por isso. Por isso, eu quis que todo mundo ficasse humano praticando máximas históricas. O sonho da minha vida é gostilhada, depois de um ano, com uns dois ou três ápitos históricos, por menos, é que é irido. Porque é assim que funciona. Ou seja, todas as dias pensando nisso, eu ouvius pensando nisso, tentando praticar uma hora, uns dois ou três ápitos históricos seriam meus. Não seriam mais nos históricos. Os ápitos não cobram de rímpicos autoredes. Passam a ser nossos. Então, a identidade é a repetição com solididade. Aí como eu falei para vocês, existe a fase.
de aquisição, fase de estado e fase de remoção. Em todos os casos, o que é que ele é termina? Na fase de estado não, ele funciona mecânicamente. Mas tanto para adquirir quanto para abolir um hábito, você vai necessitar de disciplina e de vontade. Você quer adquirir um hábito? Repetição todos os dias, que ali o tem de cima de disciplina mesmo. Todos os dias ou repito. Tego uma hora que você não vai nem lembrar mais e vai continuar repetindo. Depois para pará-los, é a mesma coisa. Você tem que colocar um consciência em cima do que você está fazendo para descobrir quando é que você está fazendo criar uma lei dentro de você que diga "Não mais", e vai espaçando aos pouquinhos até que uma hora você consegue vencer isso. Ou seja, rompe um hábito, é vontade. É dizer "Não quero mais fazer" e tal coisa. Aí tem uma faria azinha, não desisto porque eu tive uma faria azinha. Bom, eu só falei uma vez, antigamente eu fazia isso todo dia. Fala no dia 5, não. Melhorou 50%. Aí continua, dois dias em fazer, peijando. O agora aumentou o prato, só dois dias sem num coo. Não vou desistir nunca. Vou batalhar, batalhar, batalhar, batalhar, piscirirance e constância. Até chegar a outro lado. Isso nos egem, se eu falar quando quer ir variante. No princípio da polaridade você pega uma dualidade, por exemplo, entre preguiça e proação. Eu olho pro outro lado, você é uma pessoa proativa. E trabalha todos os dias, já me vindo lá. Acreditando que eu estou lá, já me vindo como uma pessoa proativa. Quando tem uma recaída reagem, batalha, batalha, batalha, batalha, batalha. Você reconstrói esse próprio levo a tua vida para outra polaridade. Podemos fazer isso. Podemos. Existe uma preocupação que eu tenho, não que eu tenha nada contra isso. Você tem uma preocupação que as pessoas se definam demais por coisas do tipo ooróscopo. Ooróscopo chinês, seja lá o que for temperamento de galendo, seja lá o que for. Porque a pessoa fica enjeçada naquilo. Então, o Capricônio, que é o meu cígnio, é ambicioso. Não vou nem lutar. O que eu vou fazer? Capricônio é assim, deixa ficar, né? Eu sou Capricônio, que é isso. Eu acho que o Capricônio é ambicioso. Eu não vou ser ambicioso. O quê? Porque não quero um ato de vontade. Eu sou aquilo que eu escolhi conscientemente ser. O professor Jorge Anjo, eu librago aqui, a fundador de Nova Crópole, ele dizia. A diferença entre um tronco de madeira e um barco feito da mesma madeira é que esse segundo possui remos e pode navegar contra a corrente. Nós possuímos remos que a vontade podemos navegar contra a corrente. Ooróscopo ocidental, chinês, japonês, seja lá o de foque, e a joróscopo diz que eu devo ir pra lá. Eu quero ir pra cá ou pra cá. Porque sobre os homens os astros incrinam, mas não determinando. Porque eu ao menos ser do estado de vontade. Não cuidado pra nenhuma definição do mundo congelar você. Ah, eu sou de peixe, eu tenho que se aéreo, não quero se aéreo, quero que teus pés no chão. Os peixes que se virem, porque nem peixe não tem, mas eles vão ter que ficar no chão. Porque eu não quero isso pra mim. Entende? Então cuidado com definições, não que a astrologia gosta de mais da astrologia. A astrologia nasceu em antiga sensação como Egito, como Inja, China, São Maravilhosa, pra ser esse negócio que a gente queria usar a justiquativa da astrologia, pra se acomodar nos nossos malos hábitos, não. A astrologia pode dizer o que ela quiser. Eu vou ser do jeito que eu escolhi ser. E vou trabalhar com disciplina e com vontade, para desculpir a mim mesmo. Por quê? Porque é isso que eu vim fazer aqui. E através da construção de hábitos positivos e abolir hábitos negativos, você vai construir um desse próprio. Não esqueça abolir hábitos, é perseverança e constância. Sem pressa e sem pausa, todo dia lutando contra aquilo. Anotando num dia, e hoje não fiz. Hoje eu fiz uma vez, amanhã vou prestar mais atenção. Hoje consegui não fazer. Hoje eu errei numa circunstância que eu não tinha percebido. Vou prestar mais atenção nessa circunstância. E ali é administrando e colocando vontade e não desistindo até uma hora que você consegue limpar o hábito. Não é um processo rápido. Mas exige que você acredite em si próprio e tenha perseverança e constância. Todos nós sabemos que tem pessoas na humanidade, que conseguiram vencer hábitos de drogas pesadíssimas e conseguiram sair do outro lado. Se é possível para essas pessoas, é para nós também. Nós podemos vencer qualquer hábito negativo, qualquer coisa que nos prende de digui. Aqueles hábitos de toda a vida que eu vou na casa da família, andando comigo, é perco a paciência e falar uma coisa. Aqueles primos chatos que estão sempre lá, ou você sabe que é primos chato estar lá. Prepare-se para a chatura do primos chato. Vou responder de tal maneira, vou brincar, vou levar a sério. Então você pode esse programa para reverter todos os malus hábitos. Se um ser humano pode, a gente também pode. Usábitos nos protegem em momentos de crise. Porque os hábitos são reflexos, não temos hábitos físicos que são reflexos. Rapidamente você jogou alguma coisa em mim ou não penso, o corpo já faz isso. É um hábito. Os reflexos são uma forma de hábito. Ou seja, uma reação quase que instintiva na hora que flere em governo. Se você tem bons hábitos, você sabe exatamente o que tem que fazer. Eu tenho hábito, por exemplo, pequeno hábito que eu acho positivo no trânsito. Nunca jamais a contexto que aconteceu grudar atrás do carro que está na minha frente. Isso já me salvou de cada situação e trânsito que não é bem incrível. Aí eu vejo que só fica todo coladinho, eu se luta certo. Se adoram lá na frente freia, porque qualquer coisa, porque foi a tendência de ir com a inserular. Pumba, acabou. Problemo, batida. Ou seja, uma coisa boa, mas apenas tudo que vocês percebem. Como foi isso? Foi um hábito. Eu já mais grudarei atrás do carro da frente. E botei o pelo automático e num grudo direito nenhum, nem penso nisso, num grudo. Enfim, em situações críticas do dia a dia, quando você adorceia de quire certos hábitos bons, ele esche pouco de muita coisa, de protege de muita coisa. Quando somos cansados, estressados ou em seguros, não agimos segundo os nossos ilhares, agimos segundo os nossos hábitos. Há para os reflexos. Às vezes a gente está dispesso, é o hábito que vai lá e funciona e se é um bom hábito, de salva de muita coisa. E se é um mau hábito, pode te colocar em muita surpresa. Então você vê, por exemplo, um prédio está em chamas. Às vezes a pessoa tem o hábito de se descontrolar emocionalmente, totalmente diante da situação antipirica. De esta maneira, ela fica irracional. Ao invés de ela tentar alguma forma querer essa alguma chance para ela, se atira pela janela, é a pior coisa que pode acontecer. É pior é o alternativo, é gerar um bóri, vai baixo. Mas ela tem o hábito de não raciocinar diante de situação antipirica, se ela perceberem que isso é um hábito. Não consigo controlar as minhas emoções e ficar sireno em situação antipirica, portanto eu sempre faço a pior coisa. Quem não raciocina em situação antipirica corre pro colo do perigo, e vai exporrer dele. E entra em pânico, dizê que "libre", é um treino, é um treino que a gente faz para querer tira. Os coisas deram errado, eu vou respirar fundo, e vou ficar sobrio, que é sobrio que eu tenho condições de achar melhor a saída, que pode salvar minha vida, pode salvar a vida de muita gente a minha volta. Quando eu tenho muitas vezes em cendo em determinadas espaços públicos, borre mais gente pesoteada do que a gente quemada. Pelo hábito de não se controlar quando acontece uma situação antipirica. Não consigo esperar fundo e ficar elúcido e procurar melhor solução, com isso se treina. Nas pequenas dificuldades do dia de dia, é um mal-ado, desconvóstico. Qualquer coisa que faz ao meu controle, as emoções tomam posse. Da minha vida, tomam o comando, e eu só faço bolagens. Temos que reverter isso aí, temos que trabalhar com isso, né? Se o hábito é no abre, ele nos sustenta. Se ele é inferior, ele nos trai. Aí você é uma pessoa super controlada, que todo mundo acha maravilhoso. Mas você não desenvolveu ainda o hábito psicológico de não perder a cabeça quando alguém pisa no seu carro. E aí, de repente, na frente de todo mundo que confie em você, uma pessoa pisa no seu carro. Você vira bicho na frente de todo mundo. Não seja, você traia-se próprio, porque não venceu um audito hábito. Já que se alguém pisou no seu carro, você tem que imediatamente bobe. E o que é engraçado às vezes é que a gente até tem um gulho desse tipo de hábito. Quando não temos referenciais, esse que é o problema, não sabemos de extinguiu que é um hábito bom, do que um hábito ruim. A contém para vocês que uma vez eu estava passando pela rua, nunca me esqueci dessa ocasião. Tinha duas pessoas conversando. Aí, duas rapazes, um dele virava para o outro e falava assim, se pisar, se mexer comigo, você vai ver o bicho. Ele estava tão orgulhoso disso, gente. Mas, ver a bicho, você faz o vira ser humano, o que eu quero ver. Ver a bicho todo mundo vira. Você viu o orgulho que ele estava falando disso? Você mexer comigo, ver o bicho, o que você está dizendo? Se alguém pisar no seu carro, você perde o controle. Isso foi coisa para a gente se enviar e ler ser. Não é. Esconde, não conta para ninguém, não. Tenta trabalhar nos bastidores, nos espalha, eu não vou contar. E trabalha isso aí. Quando a gente não tem muito discernimento, não tem muitos valores. Mas você tem até orgulho dos hábitos negativos. E aí não tem jeito de vencer. Até a alimenta. Ele não tem jeito de vencer. As pessoas confundem hoje, colheram com coragem. Será dar um corajoso, como eu dizia Platão, aquele que se mantém lucido na situação de medo e desejo, na situação de perigo, que aí está uma melhor decisão. Você vai dar um que estoura, ele não é corajoso. recovar.
ele não tem controle nem de si próprio, a sua personalidade é odomina. Ou seja, ele não é vítima do animal, o esterno é vítima do animal interno. Se for um lião, o lião vai ser o segundo bicho que vai derrourar, porque o primeiro foi o meu animal dele mesmo. Ou seja, ele não tem peito para segurar as rejas do seu meu animal, isso não é um corajoso, isso é um covado. Aquilo que vira a bicho, é um covado, não é um corajoso. São coisas que a gente deveria ter claro. Corajoso é aquele que o mundo pega no fogo e ele está lúcido, isso é corajoso. A lúcia de tomando decisões inteligentes, porque esse é o corajoso. Esse tem fibra, esse tem gás, segura as rejas do meu animal e ele está no comando da vida dele. Os perigos dos hábitos, a dormecimento da consciência, aqui começa a parte delicada. Então, a gente já se convenceu, que hábito é uma coisa maravilhosa, até que ele começa nos escravizar e nos possuir. E tudo na nossa vida é hábito, não tem reflexão, não tem escolha, não tem conseguência, não tem respiração, tem criatividade, nada. É tudo hábitos de manhã à noite. Aí viramos uma máquina, né? O risco do piloto automático, você já percebeu como pode dirigir quilômetros, sem lembrar do trajeto, sem o trajeto que vocês já fez várias vezes? De vez de quilômetros, você não sabe o que você está fazendo, parece que o carro vai esfazinha, né? Agora imagina um carro da tua vida e sozinho, sem você saber nem o que está fazendo. Em nenhum momento parar e dizer, bom, tem ali uma pessoa que está sofrendo, deixa eu parar o trajeto para atender aquela pessoa. Bom, tem ali um trabalho que precisa da minha participação, deixa eu parar o trajeto para ir lá ajudar nesse trabalho. Em nenhum momento entra criatividade, interigência, inspiração, intuitão, e em nenhum momento eu me supero, eu fico inteiro, um pedido repetindo a mesma coisa. Em nenhum momento eu me torno um pouquinho melhor que eu era no passado, porque o hábito ele não aperfei sua, ele só repete. O hábito não aperfei sua, ele só repete. Então eu estou andando, eu não vou andando caradilho um pouco melhor, não ando sempre no menos jeito. Precisa consciência presente para ir lá e aperfei sua. De vez de quando a gente está capaz de parar o mecanismo do hábito e ver onde a nossa presença humana é necessária e agir com a consciência desperta, e veremos uma máquina. Em todo dia tem um hábito de dizer "bondir" para as pessoas, nem olho para os olhos nele. Em um belo dia você olha para os olhos da pessoa e percebe que ela te disse "bondir" mas ela não está nada bem. Ela está precisando de você, eu sabia que de alguns minutos, mas o hábito até a bom dia nem olhar e embora, você se mecanizou. Você não está vendo as coisas que estão acontecendo a sua volta. Então o hábito não pode bloquear a consciência, tem uma hora que você não que saber parar o mecanismo do hábito, de geligo pelo automático aqui ou o vasso uniu volante. Para essa pessoa precisa de bem, essa circunstança precisa ser melhorada. Esse processo desse trabalho não está bom, está sacrificando excessivamente as pessoas, não está inteligente, deixa o mexer em isso aqui. Essa maneira como isso é feito, não é a mais objetiva, não é a que valoriza as pessoas, não dá elas uma oportunidade de participar e do processo, deixa o parar isso aqui e rever esse esquema. Se eu já tenho que ter uma hora que não te sabe desligar o hábito e botar para funcionar com a consciência. Porque reiter o hábito não aperfei de sua, quem é perfei sua é a consciência. E se você soar no hábito, ele só repete as coisas sempre no mesmo jeito e você vai chegar daqui até o final da vida igualzinho, não cresce nem no milímetro. E se deixa uma coisa que a gente tem que exigir de nós mesmos, é estarmos crescendo. Sempre fala essa história, que é a bendita fotografia do ano novo. Eu falo porque eu faço exatamente isso. Vou lá e olho lá no meu celular, que hoje a gente não revela mais foto, olho lá no meu celular os fotos do ano novo passado. E veja, eu mudei alguma coisa. Um ano é bastante coisa. Uma coisinha, assim, mudei, não mudei nada, reto, está se onada, estou estagnado ainda. Um ano não é tão pouca coisa assim. Uma unidade bem significativa da nossa vida para identificar tão igualzinho, não deveria ter ganho alguma coisa. Uma habilidade para lidar melhor com a vida, com o outro, com luz, com o bêro, alguma coisinha tinha que ter alançado. Se não tem participação da consciência, não muda nada. Então, cuidado com o piloto automático. Agora, imagine viver anos, assim, no piloto automático, a vida inteira assim. Quando tudo virou automático, deixamos de perceber a beleza, os detalhes, as oportunidades de crescimento. A rotina pode nos anestesiar e paramos de aprender, paramos de crescer. Eu me recordo que aconteceu, vocês devem ter ido isso que eu dope pela internet. Muitos anos atrás, mais de uma défeira, tinha um grande, tem um grande violinista maior do mundo, João Chauvel, que ele foi a Nova Ió, que fez um concerto caríssimo. Os ingressos desgotaram todo mundo querendo assistir João Chauvel. Aí, que aconteceu no dia seguinte, alguma empresa fez lá um trato com ele, que ele foi prestação do metrô de Nova Ió, vestido com uma roupa super simples, um bonézinho, um oeletom, e ficou tocando lá com chapéuzinho na frente. E tocando as coisas maravilhosas do mundo. E o pessoal passava no piloto automático e ninguém parou para o ni, João Chauvel, na estação do metrô de Nova Ió. Chapéuzinho dele lá tinha umas duas moedinhas. Na vez, pra te empagrar a fortuna para o ni, porque sabiam que era João Chauvel. Imagina o que é uma pessoa, você é um virtuoso, está fazendo uma loucura no violino, e você não ouve para o que você dá no piloto automático para pegar o metrô. Se tivesse neonada, a gente pintando a monarguia, ali na sua frente, você não via. Porque você tinha que pegar o metrô. Entrem o que é a mecanecidade faz com as vezes. O dia é ter o ser maravilhoso no mundo ali, a passar batindo, batindo. Porque todo mundo estava pensando no que, e nada, o hábito estava levando todo mundo para o metrô. Todo mundo apreçado com o prínio da rotina. É incrível essa experiência que eles fizeram que mostrou claramente. Quanto a mecanecidade nos rouba a beleza da vida, nos rouba as oportunidades da vida. Então, se eu derei a deixar de conhecer, eu não há da vinte. Pelo amor, a mecanecidade do hábito. Porque não sabe para o hábito e colocar consciência para funcionar. O hábito para poupar a sua mente, para que ela possa estar atenta ou outra nos opofirades. Você apaga a mente nesta sua hábito. É realmente não dar. A cristalização emocional, aí é que vem o feio da história. É o que a gente já falou, que são os hábitos emocionais. Repetimos não apenas ações, repetimos reações, sempre é a mesma irritação, com a mesma coisa. O trânsito, todo dia, estaria no mesmo lugar, a mesma hora, e eu que que eu faço, me rito. Aí amanhã, o que vai acontecer? O trânsito está lá, na mesma hora, só falta o GPS, e dizer, "trânsito, então, o lugar, e você vai se irritar", é que a pouco ele vai dizer isso. É tão previsível, que ele vai te dizer isso. Trânsito está lá, você repirita novamente. "Ah, mas é porque vou chegar atrás, sabe bem, é a hora mais seria do meu cara?" É a partir de que você se irritou menos. Lembram do epiteto, o que ele dizia? Epiteto era um escravo. E aí o pessoal ficava dervociando, "Ele não se fala, de liberdade, você é um escravo, você pode ensinar isso". Ele disse, "Sabe o que é um escravo?" É aquele que naquilo, que não depende dele, fica empregando o contradexino, e naquilo que depende dele, não faz nada. Então, fica o negarravamento brigando por causa do botorista, por causa da administração de Brasil, e por causa disso, aquilo é aquilo, é aquilo que eu não posso mudar. Mas naquilo que depende de mim, que essa é a emeora mais cedo de casa, não faz nada. Isso é um escravo. Totalmente, escravo da circunstâncias. Esse é um conceito escravidão moderno. Nada que depende de nós, a gente mexe, mas briga com todo mundo. Na maneira que não muda, absolutamente nada, estrave o nosso mu. E eu faço isso todo o santo de haver o rito, o rito da irritação, o irritro. (risos) Que mais? O mesmo, o ciúme, fez uma coisa. Alguém foi comprimentada e eu não fui. Se o homem, alguém recebe uma promoção, eu não recebi. Se o homem, alguém que eu gosto de eu me assotem a outra pessoa que é a mim, se o homem, eu sempre reajudo desse jeito. Não posso ver uma pessoa tendo um benefício que eu sinto o ciúme. O que é isso? (risos) Vou aprender, vou pensar sobre esse processo, vou ver por que que ele acontece, vou ver com a carencia que existe dentro de mim que provoca esse negócio, de estar a maneira que eu possa ver um colega de repartição, levando-lo a conteguação, e eu não, e não se tipo, não é realmente nada de negativo. O rompece maldito hábito, já acha que todas as coisas moas do mundo tem que vir a minha direção, quando vem na direção do outro, eu me sinto desconfortável. Por que isso? Em que no mundo merece regoa esse momento, só eu, eu sei que isso não é verdade. Então por que tenho esse comportamento infantil? Vou abonhar esse hábito. Vai ser fácil? Prepara para me ganhar. Isso aí vai ser piolto que parar de fumar, talvez piolto que parar de beber. Isso aí vai demandar uma energia mental da nada, mas você dense. O dia que uma pessoa ganhara uma conteguação que poderia ter sido tua, e você ficar alegre, você pode dizer venciu hábito. É possível. É possível. Vários humanos já fizeram, é possível. É uma questão de se programar para tanto. Que mais? A mesma impaciencia, a mesma auto-sabotagem, quando você não quer fazer uma coisa, faz de conta que quer, né? Hoje eu estou doente. Hoje eu não tenho dinheiro, hoje eu não vai dar, e fica prorrogando as coisas que você tem que fazer eternamente. Então é uma hora que você chega na frente dos feridos, você quer fazer da coisa ou não quer. O que se você quer faz agora? Se você não quer risca da sua agenda e assume que você não quer.
Imagina o que você lenta no terreno da filosofia que é o que a gente conhece bem? Você vai ler um negócio complicado. Negócio complicado eu recomendo e manualcante, é uma beleza. Aí você precisa ler e manualcante. Preciso que uma necessidade vou dar aula disso. Preciso ler o manualcante. Vou colocar na minha agenda. Que olha as que você coloca pra ler e manualcante? Meio de e-mail, uma hora logo depois do albúso. Quando estou no gobeim chego, quando vem aquela orinha ali da sesta, você vai ver a fundamentação da metafísica dos costumes. Prepara isso pra sonhar com o cante. Porque evidente que você não vai ter condições de ver isso nesse horário. Então, sabe o que você está fazendo? Está se auto-sabotando. Deixa eu ler na frente dos pérides. Você vai ler o cante ou não vai ler o cante. Vamos parar de brincar com a vida. Se você não quer ler, tire a sua agenda e assume. Não vou ler no godaula disso. Se você quer ler, coloca no mal. Você tem condições de fazer. Para brincar com a vida. Esse hábito de se auto-sabotar, para fazer de conta que eu quis fazer as coisas. E na de fato não acontecer, é muito comum na nossa vida. Então, a mesma impaciencia, a mesma auto-sabotagem, a mesma irritação na fila disso, na fila da quilo, na fila da que morto. Se eu não quer fila, vou dar para interiou a com a Serra de 20 mil habitantes. Não, eu quero morar aqui. Não costumo a com a fila, meu cara. Então, me descesou as coerentes e a insônia. E eu dizia-mos, eu sou assim, mas não somos assim. Estamos por hábito. Prefem atenção que esse negócio agora é importante demais da conta. Santo Agustinho eu dizia isso e é uma verdade. A natureza humana, pura, não tem defeitos. Defeitos não são parte de nós, são agregados, são coisas que grudaram em você. Não se identifique com o defeito. Não diga, eu sou preguiçoso, não, eu estou, mas eu vou vencer esse negócio. Esse negócio não faz parte de mim. Eu sou de os organizados, não é você estar. A natureza humana, tua, pura, não tem defeitos. Isso são agregados. Coisas que grudaram em você, por mal hábitos, que se você quiser, pode vencer. Não venha com essa história desse síndrome de Gabriela, não é? Não conhecido, eu nasci assim, eu cresci assim, e é de setra e vamos reacir. Não tem nada disso. Estamos assim por hábito. E se há hábito dá pra aborir, dá pra vencer. Porque aí você começa a querer defender, eu luz inclusiva. Pessoas que você de ser, para ser desorganizado não, isso é o meu estilo. Que estilo, coisa nenhuma, sou visto. Ser humano nenhuma desorganizado, sou visto. Não, seu meu estilo de organização é assim, com essa fiat. Enfim, o hábito cria ilusão da personalidade rígida e mutável. E é isso mesmo. A gente começa a achar que o hábito somos nós. Então hábito chega em cá e alargar as coisas em tudo quanto é lugar, em meu dia seguinte, não há nada. Isso só eu, esse é o meu jeito, não é coisa nenhuma. Esse é o mal hábito que você pode corrigir. Eu queria aquela sensação de que a personalidade é uma coisa pronta. Então quando eu dizem, o que você pretende do futuro? Isso é muito engraçado, se perguntar para as pessoas, o que que elas pretendo e no futuro? Eles pretendo mudar casa, mudar o carro, mudar a cidade, mas mudar-se próprio nome. Porque acha que isso não é possível. Que a personalidade está acabada, víngida, que é desse jeito, até morrer. E o homem e século, um secular, amém. Não é assim, a personalidade está em construção, o tempo todo. Então deixa a casa a cidade em segundo, em terceiro, em quarto, o gamuda é você, dá para mudar. Não precisamos ser a mesma coisa. Eu gosto muito aquela frase que diz que nós devemos mudar tanto que as pessoas precisem nos conhecer novamente. O hábito como prisão ingrisível. Quando mais repetimos algo, mais confortável se torna. E quanto mais confortável, menos quecionamos. Mas a peta mais fica aquele local de conforto, aquele local que você está acostumado. A zona de conforto não é confortável para a alma, é apenas familiar. E o familiar mesmo que nos faça sofrer, dá a sensação de segurança. Ou seja, está confortável para o seu corpo, para a sua alma, está um feno. E daí vem a tua tristeza, a sua frustração, às vezes angúche, às vezes até a depressão. Você não sabe por quê? Você está brigando a sua alma, está sentado em cima do espinho. Está confortável para o corpo, para a alma não. Porque a alma humana veio ao mundo para se expressar no mundo. E se expressa através de valores, através de virtudes, você não está dando espaço para ela. Porque o corpo está ingessado em hábitos. Então o corpo, ao invés de se tornar um veículo para a alma se expressar, ele se torna um bloqueio de ar. Que ela não consegue envolver um dedo no mundo. Porque tem bloqueio de arço. Então todo imobilizado por hábitos. É óbvio que isso da amamúche interior fora do comum, que a gente não sabe por quê que é. Mas desmotivação tremenda porque a vida fica sempre a mesma coisa. E você não vê mais graça em nada. E não tem mais nenhum tipo de sonho, não tem motivação. Claro. É uma vida monota, não dá? Não dá para viver desse jeito. Quando você considera que é paisagem na sua janela, está sempre a mesma e começa a dar uma monotonia. Por que que a paisagem na janela de um carro é sempre a mesma? Porque o carro está parado, meus carros. Porque o carro está parado. Aí a paisagem é sempre a mesma. Você não está crescendo, a paisagem vai ser sempre a mesma. E você vai ficar entediado, desmotivado, angustiado, se bobiar, querer primeiro. Porque começa a vida, não tem sentido nenhum. Você não consegue encontrar o que você veio fazer aqui. Não consegue dar o seu recado ao mundo. Não consegue construir o melhor de si atuobra a prima. A nossa obra prima é construção de nós mesmos, como os melhores seres humanos que a gente possa ser. Você não precisa sumar com isso. Sonhar com a sua pessoa que me brada, serena, elegante, que é capaz de responder a circunstança da vida, sempre de maneira mais sábia, mais ponderada. Eu vou ser assim. Eu sou em com isso. Sonhar com aquela pessoa que sabe sempre interferir de maneira misericordiosa, compassiva, ajudar alguém que vai cair. Eu vou ser assim. Eu sou nhancer aquela pessoa que sempre consegue amanezar do outro, cair lábima do outro, sempre consegue atuar de uma maneira inteligente. Eu vou ser assim. Essa é minha obra prima, não há bom de si negócio. Não há bom. Não há bom. É maior do que qualquer obra prima que qualquer artista tenha tem construído ao longo deste time. Porque a partir dessa obra prima que as outras se criem. Então não vou abrir mão disso. Se você fica nesse exone de conforto do águito, não vai realizar esse teu grande sonho. De ser esse ser humano maravilhoso, que o mundo está precisando dele na sua você não. O mundo está desesperado por esse ser humano. Esse ser humano está mais em distinção do que o supão da humilculeu dourado. No mundo está precisando sair um acidente ecológico. O mundo está precisando nesse ser humano. Todo isso é com você e pelo mundo. A gente tem que construir esse ser humano. Isso é uma missão legítima indigna, nós vemos aqui para fazer isso e isso é o melhor que a gente pode fazer por nós mesmos, que as pessoas a nossa volta e pelo mundo. Se a gente ficar enjeçado em mal os águitos, não vamos conseguir. Como usar os águitos a seu favor? Se os águitos são fermentas poderosas, precisamos aprender a operar-las. Primeira regra, consciência, pressé de mudança. Antes de mudar, um águito observe. Não cria, quando ele surge, o que você sente antes, o que você ganha com ele. Tem que entender quando você percebe que tem um águito que você não tinha visto ainda, dá uma refletida sobre ele. O que foi que eu adquiria esse águido? Ah, porque todo mundo de tal grupo social fazia isso e eu queria pertencer. Tá bom? Antes de lutar para a bolha esse águido, eu vou tomar consciência disso de que eu estou começando a querer imitar os outros para ser amado a qualquer preço. Porque eu estou me violentando para ser amado a qualquer preço. Toma consciência disso e se propõe a mudar isso. Porque se você acaba só com um hábito, daqui a pouco vai imitar esse grupo em outra coisa. Você não mudou o gatilho do águito, entende? Eu estou fazendo coisas, só para as pessoas gostarem de mim. Opa, ele tem que mudar esse comportamento aí também. Porque você muda só o hábito, daqui a pouco, da imitando as pessoas em outras coisas. No chave engraçado quando era jovem, que andava para a rua, andava pelos ônibus, ficava observando, na época assistia, televisão, se tinha tere novela, eu ficava achando graçadas pessoas emitando o águido de tere novela. Na roupa, no comportamento, não cê, cê nunca viram isso. É engraçadíssimo quando tem novela que se fazia muito sucesso. Cê vê as pessoas se vestindo, falando com o alinguagem, com as expressões, emitando o águido de tere novela. Nós somos tão, quando não temos uma identidade própria e não somos conscientes dela, somos muito permeáveis e as influências do meio. Então, a pouco você está com uma águido por causa das influências do meio. Tinha uma menina que me deu uma personagem dentro do sério, e assantos novelas antiga, gente. Eu já estou um pouco velhinha. Que ela só falava se escorando das coisas. Tinha uma mania, se encostava, se encrosava, pegue, assim. Então, apente, eu estou vendo todo mundo se encostando nas coisas para falar. Um águido horroroso, a pessoa fica toda torta e nem percebe que é de queirio. E se você não tem identidade, a sociedade vai colocar um monte de coisas dentro, que na turista não deixa a vaco. Se você não escolhe o que você quer ser, daqui a pouco, está incorporando um monte de águido do meio. E não sabe nem por que está todo tudo. Mas está. Então, com o brinda, quando esse águido surge, o que você sente antes do que você ganha com ele. você pega.
é "bo gatinho que tá te levando a fazer isso, porque eu quero pertencer esse grupo, porque eu tenho que ser parecido com eles, ele não pode me aceitar do jeito que eu sou, que se ele não pode me aceitar do jeito que eu sou, então é melhor não pertencer esse grupo, porque eu tenho que me violentar para ficar parecendo com ele, pego o gatinho que está por trás dos águis, porque se não você corta um e aparece outro. Todo hábito satisfaz alguma necessidade, mesmo destrutivos, cuidado com hábitos adquiridos por distração, são os mais difíceis de envolver, praticar álcool observação. Tíquis nervosos, hábitos linguísticos, como eu falei para vocês, como professores de oratóis, impressionantes quanto a coisa que as pessoas pegam de hábito, né? Tá? Ok? Tá entendendo? Munte de coisinhas e hábitos, às vezes, fazer umas flexões desse com pescoço, eu vou fazer assim com o môrmo, monte de coisinhas que você pega pelas festas da desatenção, quando você vê a tá fazendo. E o pior é que você não vê, as pessoas têm que te contar que você faz. Então, muito cuidado para essas festas de desatenção, onde andam, entram, um monte de comportamentos estranhos. Quando a gente começa a fazer oratória, você vai perceber o dinos do seu, quando a gente está conversando assim entre a vírus, a gente vai fazer uma parece tanto, você vai ver, eu sou chega aqui dentro para falar, é que cada coisa os quisitas que parece que não é brincadeira. Segunda regra, substituição é mais eticágio do que a iliminação. Então, como eu falei para vocês, na natureza, eu não deixava. Tirei um hábito, coloca outro, o oposto daqui, constrói outro, o oposto daqui, que vai na direção que você quer. Não deixava, quando não deixava buraco, porque senão daqui a pouco está você de novo, com outro hábito negativo, que você copia no meio. Então vai preenchindo os espaços com hábitos construintivos, ou seja, o melhor do que simplesmente cortar é trocar, coloca uma coisa positiva ali. Então, eu vou aprender a desenvolver um sentimento profundo para as pessoas que já me revolta. Isso me ajuda a vencer o vício da crítica. Vou aprender a gostar delas, vou criar esse hábito, entender-las como seres humanas, as necessidades delas, as dores delas, eu vou criar o hábito de querer compreender e embostar das pessoas que convivem comigo. Tem interesse que elas pensam. Pessoas não são simplesmente partidas da mobília, são seres humanos que quer criar vínculos. Essas pessoas têm que ser seres humanos para mim, que é entendê-las, que é no gostar delas, que é no contribuir para o crescimento delas. Desemboveu um hábito nesse tipo, ajuda a vencer o hábito da crítica. Coloca-me no lugar. Olha aqui o maravilhoso hábito. Você vai criando laços para todo o que é cantar. Ainda a gente trabalha anos, anos, anos no local, aí depois você se aposenta, que é o meu caso, aí você entra para o grupo dos aposentados no WhatsApp. Vocês conhecem essa realidade muito engraçada. Aí aquele monte de gente falando que ele não é de coisa que você vai se olhar e diz "mão eu mal conheço essas pessoas". Eu trabalhei com elas 40 anos. Porque nós temos esse hábito. Eu estou ali só para ganhar dinheiro, as pessoas fazem parte da mobília. As nossas relações são muito específicas. Eu poderia se eu estava na vida daquelas pessoas, isso significa que eu tinha alguma coisa para dar para elas, poderia ter dado. Eu tinha alguma coisa para ensinar para elas, poderia ter ensinado. E hoje eu olha, não aconteceu nada. São meros estranhos. Professor Jorge Angelou, me livrei aqui ao fundador de Nova Crópole e dizia uma coisa muito bonita. Eu dizia, a Cropolitanos, que ninguém passe voos e diga, eu passei por eles e não me deram nada. É bonito isso. Passou para a tua vida, entrou na tua vida, ficou do teu lado, até o colega, até o vizinho, uma alguma coisa. Eu vou tentar dar. Você é que a pessoa vai querer receber, eu não sei, mas eu vou tentar dar. Vou tentar entregar alguma coisa. Isso é um bom hábito para substituir o hábito da crítica, por exemplo. Bom hábito. Eu copo esse espaço direitinho. Se você tenta simplesmente parar algo, cria atenção, mas se substituir por algo mais elevado, cria evolução. Não é parar de reclamar, é criar o hábito de agradecer. Não é parar de procrastinar, é cultivar o hábito de começar agora. Você tem de uma coisa, eu vou levantar e vou fazer o primeiro passo. Agora. Não é não saber ficar calado na oratória. É olhar nos olhos do público. Ou seja, tem pessoas na oratória uma coisa incrível, as pessoas têm medo do silêncio, as tem medo de dar o branco. Então quando tenho uma pausa, já dá calada e olhar para as pessoas, ela fica. Ou seja, viram isso, tem medo do silêncio. Ou seja, ao invés de ficar fazendo esses sons estranhos, eu vou olhar os olhos das pessoas e vou ver o que elas estão sentindo do que eu estou falando. Substituir um mau hábito para um bom hábito, eu cria o hábito de conversar com as pessoas olhando nos olhos dela, lendo os sentimentos dela. Então a troca é muito mais fácil do que simplesmente cortar uma hábito. A troca coloca uma coisa positiva no lugar. Tercer a rela, constância, super intensidade. Não é explosão de motivação que transforma a vida, é a pequena repetição de área. Todo mundo acha que a roya, que a necessidade da gente não fazia, coisíssima nenhuma, um belo dia levanta, vai lá e muda o mundo. Não é meu, meu caro. A roya quer que faz pequenas coisas, todos os olhos diga-se. Se eu surgiu a oportunidade de fazer uma grande, ele faz também. Mas pode ser que não surge, e a vida inteira ele faz essa pequena as coisas. Que lá na frente se torna uma montanha. E fazem diferença, muda o mundo dele, muda o mundo das pessoas a volta a vezes. Ou seja, não imagina em vocês que uma pessoa chega na guerra e luta bem, porque ele diz ele amanhecia nos ferrar. Ele luta bem, porque ele treinou em tempos de paz todos os dias. Por isso que ele luta bem. Na acredite, em sorte de iniciante não. Então, um gesto nóbre repetido mil vezes, constitui caráter. Um erro repetido mil vezes, constitui vinte. Ábitos externos e hábitos internos, como já falamos. Falamos muito de hábitos físicos. Eu tenho hábitos de fazer exercícios, de me movimentar, de academia, de fazer alongamento. Eu tenho hábitos alimentares, como isso, como aquilo, não como, tem investições. Eu tenho hábitos de organizar o meu tempo, o meu espaço. Mas os hábitos mais decisivos são invisíveis. E que são aqueles que mais fazem diferença na minha vida. Como você interpreta os acontecimentos? Eu paro e penso nos meus valores, em toda experiência de vida que eu tenho. E a partir disso, eu juvo os acontecimentos. Ou eu vou procurar a violquê que todo mundo está falando. Para ir na onda, o que é mais fácil ser pensado do que pensar. É assim. Aconteceu, começou a uma guerra hoje. Deixa eu ver o que todo mundo está dizendo para ver o que eu penso. Não, eu não sabia de ninguém. Eu vou pensar na minha experiência de vida nos meus valores. E vou chegar a uma conclusão minha. Pode ser falha, pode não ser. Mas é minha. A gente pensa em não, mas o que o pessoal está falando deve estar mais bem informado. Converse a fia. A maioria das pessoas está falando, segundo as suas particulares, paisções, predireções, secretarismos e inclinações, confie mais na sua experiência de vida nas suas valores. Hoje é tão raro as pessoas repetirem e quem reflete, eu confio todas as minhas figurinhas que eu venho dela melhor. Consulte os meus valores a minha experiência de vida e chega a uma conclusão. Não acredite que está todo mundo pensando melhor do que você. A maioria das pessoas estão agindo por paisções, por inclinações pessoais, por alienações, tão indo na onda, quem pensa hoje é muito raro, extremamente importante. Você reagindo possivelmente ou reflete. Você julga ou cumpria ind. O hábito de julgar é uma maravilha. Todo mundo você dá uma sentença, você não sabe nem o que aconteceu. Você não sabe o que aconteceu. Você tem uma informação muito fragmentada de um ato de uma pessoa. Você não sabe como é a vida dela, você não sabe o que ela está vivendo, você não conhece os detalhes. Você julga as situações que você não está vendo. Aí sabe o que acontece? Deixa eu contar para vocês uma coisa, plena sexta-feira, não sei se vocês estariam pleno sábado, perdão, trocando os dias. Se vocês estariam preparados para isso, mais, segunda a tradição ideária é pior que existe o karma da crueldade, quando você julga as pessoas em bal, sem considerar os elementos que pesaram para que ela tomasse aquela decisão. E nós não conhecemos. Tem uma passagem de um livro, o Paulé, é o livro do pressfield. Não, não é o livro do pressfield, não, é o epíteto. Perdão, epiteto naquele arte de viver. Epiteto ele diz o seguinte, você tem que procurar não julgar, avaliar e não julgar. Aí o livro dá um exemplo que eu acho muito engraçado. Imagine que uma pessoa esteja, os pedágaram na sua casa. Aí essa pessoa, você vê ela passá, ela vai para o toilet tomar um banho, com a tua linha no graça. Aí você conta no relógio, passa um minuto, 20 segundos e 2 décimas, ela volta com a tua linha. Você viu ela tomando banho? Não. O que você diz? Ela se lava mal, não tem um poderse. Ele deve estar suja, ela se lava mal. Você viu ela, como não? Não, mas eu estou julgando pelo tempo, vai que ela é rar, filha. Você não viu nada. Ou seja, você joga um pouco.
Não conceito em cima de um hábito queceu. Você se banhe em 10 minutos, ela se banhe 1 minuto, 20 segundos e 2 décadas, você não viu nada. É uma brincadeira, vai ser uma brincadeira série. O que é maior parte dos casos é assim, a gente não viu. Você só parava de pensar que é maior parte dos nossos julgamentos, a gente não viu. A gente viu um sintoma externo, não viu o que aconteceu? Não conhece os hábitos daquela pessoa, não sabe como ela reada, de você não viu. A maior parte dos nossos conceitos são assim. Então, cuidado com isso, você julga o tenta copreender, tenta imaginar as possibilidades que tem a menina. Se isso cabe a você, que se não é da minha conta, não é da minha conta. Jugar é uma coisa perigosa. Quem tem obrigação de julgar, tem a erguer o peso de uma responsabilidade muito grande. Se não é a obrigação de julgar, não julgue. Não ocorre o risco de criar um carro negativo ou nada. Não vi, não sei. Eu posso falar daquilo que eu ouvi. Um minuto, 32 segundos e 10 décidos. O resto não sei. Você deseja o perceber. Se tem hábitos de levar as coisas até o final, é um hábito também. Ah, mas você tem musia. Tem musia quando você descobre que algo é negativo e continua insistindo. Se você começa a algo que é positivo, que é bom, tem hábitos de levar as coisas até o final. E ser excelente esse hábito, gente. Se não é nossa vida, viram cemitério de. Nessa vida viram cemitério de sonhos abatidos no meio do caminho. Se entra na casa da pessoa, tem uma sapatira. O que é isso? Eu comecei a fazer dança de salão, mas não aguetei. Não, que era muito chato. Aí tem um teclado, nunca. O que é isso? Eu comecei a tocar, mas ficava querendo. Não, não, não, não. Não, eu estava mais aqui. E o que quer que eu olhava? Não vi o longo. Eu estava tão no carro no meu dedo, não dei com. Se eu olha, é um cemitério de sonhos abatidos. O tipo da pessoa que não tem confiança e se prova. Por quê? Porque tudo que ela começa com a ciência e diz, você não vai levar a série. E ela não leva mesmo. Não há hábitos de não levar as coisas até o final. Daí é cima. E que procurar nem para isso. O verdadeiro manual do usuário não é do corpo, é da consciência. Então temos hábitos físicos, temos que prestar atenção nele, temos. Mas os mais importantes são esses aqui. Os hábitos internos. Colocar consciência é percebermos em mudados. Estamos cheios, cheios de julgamentos, cheios de impursos que a gente não leva a sério, cheio de considerações enalhecuadas, um tratamento enalhecuado da vida. Temos que descobrir e temos que limpar isso. Disso se trata, não esqueçam. Mas, digamos, aqui para fazer isso, portanto não existe nada mais importante do que isso. A liberdade dentro da repetição. Aqui chegamos ao ponto mais importante. Liberdade não é fazer aquilo que a gente quer. É querer aquilo que leva. Liberdade está diretamente relacionado a responsabilidade. Liberdade é saber querer aquilo que é bom para mim. Não é fazer qualquer coisa, é fazer o que é o mano. Uma pessoa que faz qualquer coisa escrava dos instintos, escrava dos impursos, não é duro desse próprio. Uma pessoa cheia de vícios. Ela não pode dizer para você. A manhã de 10 horas da manhã eu vou encontrar com você. Porque, se as 9 horas da manhã alguém passa como a garrafa de bebida, ela não existe. E ela não sabe onde ela vai estar. Se as 9 horas da manhã alguém passa com alguma oferta que seja muito agradável para ela, ela vai atrás e ela não sabe onde vai estar. Pt. ela não tem liberdade nenhuma. Ela não é dona do seu futuro. Então a verdadeira liberdade é aprender a gostar daquilo que nos faz crescer. A verdadeira liberdade está estretamente associada a caráter e a responsabilidade. O homem que não tem caráter e não tem responsabilidade, cai entre nós, não nos faz. É melhor que ele não seja livre. É melhor que ele seja tudo ter lado para alguém mais ajudizado do que ele. Alguém pega ele pela mão e leva ele para fazer a coisa certa. Porque quem não tem responsabilidade não tem caráter da liberdade de autodistritiva. Isso se constrói por hábito. O hábito é uma escada. Nos degraus inferiores ele nos é a prisiona. Ou seja, nos degraus inferiores nos hábitos negativos, nos vícios. Realmente nos escraviza. Nos degraus superiores ele nos liberta. De disciplina não é a opressão. É a organização da energia e a indireção mundial. Seja disciplina é nossa aliada e aguardada da aguidade. Quanto mais disciplina eu tenho, vai ser um hiberto de hábitos negativos, criábitos positivos e posso caminhar da direção que eu escolhi caminhar. Posso construir a vida que eu sonhei para mim. E essa é a maior liberdade que eu fiz. A disciplina te permite ser livre. Se livre, é de tudo aquilo que não tem nada a ver com você. E construir aquilo que tem a ver com o seu sentido de vida, com os seus sonhos. Aquilo que você quer ser. Sem disciplina não há liberdade. Você não consegue abrir os seus próprios caminhos se não tem disciplina. Eu posso ir daqui a goianha porque alguém teve a disciplina de construir uma estrada. Eu posso voar daqui até o rio porque alguém teve a disciplina de construir uma viola. Eu posso ir aonde eu quisesse. Eu tenho a disciplina de me vibrar as coisas que me impede a gente da minha. Reflexão final. Finalmente, ninguém agotava mais esses hábitos todos. Todos os dias você vota na pessoa que está se torindo. Uma eleição, você vota naqueles hábitos que você quer reforçar. Cada pequena ação é um voto. É como o exemplo do homem do animal armarrado. Imagina você que você tem, o exemplo platônico, um homem o animal armarrado dentro de você. O animal que aí para as paixões, pros instintos, e o homem que aí para as virtudes, pros valores. O que vai acontecer? Cada um que aí para um lado? Um vai arrastar o outro. Não é isso? Quem vai arrastar quem? Quem estiver mais forte? E quem vai estar mais forte? Quem você mais alimenta todos os dias? Toda ação, tua, todo o pensamento, tem uma colheta comida na boca de um ou de outro. Como vai arrastar o outro? Quem? Quem tiver mais fortos? Todas as suas ações alimentam com o outro. Então, como se você tiver se votando no século você quer ser. Cada vez que você realiza um ato, você está dando energia para um ou para outro. E está escolhendo e vale a não perceba que você está na estúdio desses ois escolhendo o ser humano e que você quer ser. Escolhendo quem vai conduzir a sua vida. Os hábitros são os construktores silenciosos do destino. Você não está lá nem que eles existem. Eles já estão levando você numa direção e estão levando com vontade. E você não está nem feito. E eles estão construindo da sua vida. Então, deixa uma pergunta para a reflexão. Se alguém observasse apenas suas repetições de áreas, sem ouvir seus sonhos, sem conhecer seus valores, que tipo de ser humano essa pessoa diria que você quer ser. Se ele for vici o que você faz, que quer iria que você quer ser? É aquele adivinharia com ação seus sonhos? Com ação seus pretensões? Ou ele pensar em uma coisa totalmente diferente de você, julgando você só para os seus hábitros? Se os nossos hábitros não temos consciência deles, e alguém quando julgar a cores não vai dizer que nós queremos ser humano melhor. O que queremos mudar o mundo não vai dizer isso? Com hábitros muito mecanicistas que só nos levam para inercer, ele não vai dizer isso de nós. Porque, no fim, não somos aquilo que pensamos ocasionalmente. Somos aquilo que praticamos constantemente. E a grande pergunta do manual do usuário dos hábitros é. Você está usando seus hábitros ou está sendo usado por eles. E essa é a grande pergunta que fica aí. Portanto, não subestivem a importância dos hábitros. Tamos cheios deles em todos os campos. E eles é a questão da indicação da nossa divina. Constate e transforme. Subestitua, criábitros conscientes que te levam na indicação para você quer. E isso será o resultante da sua vida. Não tem adoris. E é isso que eu tinha para fazer para vocês. Desculpe, em si foi longo demais, mas eu espero que possa ter gerado uma reflexão transformador. Que possa fazer quando vocês constatem sobre todos hábitros psicológicos. Que temos um mundo. Cheios julgamentos, cheios de opiniões não fundamentados. Cheios de críticas que a gente possa perceber. E possa mudar. É certo? Muito obrigada. ♪ Música ♪
Podcast Summary
Key Points:
Hábitos são mecanismos automáticos que ocupam grande parte da vida e podem ser direcionados para trabalhar a nosso favor ou contra nós.
É possível adquirir, manter e abolir hábitos, exigindo vontade e disciplina; hábitos adquiridos conscientemente são mais fáceis de modificar.
A repetição de um ato por três meses tende a torná-lo um hábito, permitindo incorporar práticas filosóficas e boas condutas.
O caráter é construído através de hábitos
A vida pode se tornar mecânica e sem sentido se não questionarmos constantemente o propósito de nossas ações e hábitos.
Summary:
A palestra aborda a importância dos hábitos como elementos centrais na vida humana, frequentemente subestimados. O palestrante propõe "tatuar a alma" com ensinamentos profundos, usando os hábitos como ferramenta de transformação. Explica que hábitos são mecanismos automáticos que economizam energia mental, mas podem ser prejudiciais se não forem conscientemente direcionados.
A repetição de um comportamento por três meses pode consolidá-lo como hábito, abrindo caminho para a incorporação de práticas benéficas, como pensamentos filosóficos. O caráter, segundo a definição platônica, é formado por inclinações que devem ser educadas para gostar do que nos eleva e rejeitar o que nos animaliza. Somos aquilo que fazemos repetidamente, e não apenas nossas intenções.
É possível modificar hábitos, especialmente os adquiridos conscientemente, enquanto os inconscientes são mais difíceis de eliminar. ". A vida pode se tornar um automatismo vazio se não assumirmos o controle de nossos hábitos, utilizando-os como arquitetos do caráter e aliados na busca por uma existência com propósito.
FAQs
Hábitos são comportamentos repetidos até se tornarem automáticos, como um piloto automático da alma. Eles ocupam grande parte do nosso tempo e podem trabalhar a nosso favor ou contra nós, dependendo de como os direcionamos.
Para se livrar de hábitos ruins, é preciso primeiro tomar consciência deles, pois muitos são adquiridos sem perceber. Depois, com vontade e disciplina, podemos substituí-los por hábitos bons, repetindo ações positivas por cerca de três meses até que se tornem automáticos.
O caráter é construído pelas nossas inclinações e hábitos ao longo da vida. Somos aquilo que fazemos repetidamente, e podemos educar nosso gosto para gostar do que nos faz crescer e rejeitar o que nos animaliza, ajustando nosso caráter como cordas de um instrumento.
Sim, podemos aprender a gostar do que é bom para nós e rejeitar o que é ruim, assim como aprendemos a gostar de comidas que antes não apreciávamos. Isso exige esforço e repetição consciente.
Hábitos adquiridos com consciência são mais fáceis de abandonar porque você sabe como e por que os criou. Já os hábitos que entram pelas 'frestas da desatenção' são mais difíceis de perceber e eliminar.
Viver no piloto automático pode nos levar a destinos que nunca escolhemos conscientemente, fazendo com que nossa vida se torne mecânica e sem sentido. É importante parar e perguntar 'por que estou fazendo isso?' para evitar ser apenas um hábito.
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