707 - Pensamento Flexível: a rigidez mental é como uma gaiola! - Lúcia Helena Galvão da Nova Acrópole
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O texto critica a rigidez e a intolerância que dominam a sociedade atual, onde as pessoas atacam umas às outras nas redes sociais por diferenças de opinião, sem espaço para diálogo respeitoso. O autor defende que a verdadeira flexibilidade não é corrupção, mas saber ceder em questões irrelevantes para preservar a convivência pacífica. Ele alerta que estamos sacrificando princípios civilizatórios por banalidades, e que o pensamento autêntico não é apenas racionalizar instintos ou paixões, mas buscar valores universais como justiça e bondade. Também critica a leitura passiva e a aceitação acrítica de ideias, especialmente em livros de autoajuda ou modismos, que oferecem soluções fáceis para problemas complexos. Para pensar corretamente, é preciso refletir internamente, questionar o que é verdadeiro e falso, e avaliar se nossas ações são coerentes com nossos ideais. O autor conclui que a sociedade precisa recuperar a capacidade de pensar por si mesma, em vez de seguir ondas de opinião ou ataques pessoais, para que possamos viver em paz e valorizar a vida humana e a natureza.
Nós estamos no maior época onde qualquer coisa que nos leve a sermos um pouco mais flexíveis soma. Estamos no maior época de rigidez, de ódios, de divisões, de violência pelo mundo a fora. Então eu acho que flexibilidade da maneira correta, porque algumas vezes consideramos que fazer qualquer coisa flexibilidade, não fazer qualquer coisa e corrupção. Fui que a flexibilidade é saber até onde podemos ter essa margem de manobra nos nossos pensamentos, as nossas posições de tal maneira que nós não sejamos a pegar nos demais, a coisa que não tem importância e não coloquemos isso como obstáculo para viver e deixar viver. Acho que uma boa demonstração do que é o mundo atual são os redes sociais. A probabilidade de você escrever em qualquer coisa até alguém te atacando é altíssima, seja lá o que for que você pense. As pessoas atacam com uma fúria como se a gente não tivesse direito de pensar, "vamos você pensa diferente, aceito, respeito, porém você tem que me dar esse mesmo direito". Não, não existe isso. Ou seja, há pessoas que parece que só ir entrar na internet para atacar. De alguma maneira, se realizam com isso, como se isso derce a elas algum protagonismo, é verdade, quem vive para atacar é porque não tem ideias próprias, porque se fosse seria defendê-las e não ficar atacando que os outros pensam. Enfim, nós vivemos uma época de pensamento muito inflexível. Eu acredito que se nós parásem-vos para perceber a profundidade e a extensão do problema, teríamos talvez um pouco de vergonha de nós mesmos. Vergonha, pela maneira como rompimos uns com os outros por causa de bobagem, vergonha de perceber quantos somos intolerantes, vergonha de perceber o quanto muitas vezes somos dogmáticos e não damos oportunidade do outro de pensar aquilo que ele tem direito de pensar, cada um tem direito de ter essa posição diante do mundo, com tanto que não saguei como dessa posição sobre ninguém e a defenda com dignidade. Se a gente parar para pensar quantas vezes a gente está tentando contra isso, que a gente chama de princípio civilizatório, hoje a gente não fala muito sobre isso. Principal civilizatórios, só que eles permitem ser humanos viver em conjunto numa sociedade, sem se matarem. Hoje, inclusive, é quem defenda que outras pessoas têm direito de matar, quem tem diferente deles. E nós temos sacrificado vidas por rigidez, por inflexibilidade, por uma série de coisas. Então, eu acho que é um tema bem oportuno. Eu acho que esse tema teria para estender e fazer um curso, falar nos dois diversas modalidades de inflexibilidade. Olha, não estou dizendo que a inflexibilidade seja uma leita que seja flexível sempre. Não, você tem que ter bom senso. Você sabe quando deve ser flexível e quando não deve. Mas temos que constatar, que somos inflexíveis em relação a banalidades e que tomamos pontos que são totalmente superficiais, como coisas de grande importância. E sacrificamos o mais importante que existe, que é, às como viver essa dia dentro de uma sociedade, que é um dos princípios da civilização. Porque é que há pouco de viabilizão da civilização. Pensar hoje tudo perigoso, tal maneira que as pessoas se calam e se pensam se calam, ou então há bem mão de pensar, porque faz que eu pensa alguma coisa que não agrada alguém. Não é isso, então é melhor não pensar nada. Veio que todo mundo está pensando e vou na onda. Ou seja, se protege em, não pensando, que é o fim da picada. É como se para viver e desgastemos que deixar de viver. Se estamos mortos de baixo da terra ou sobre ela, porque se não podemos ter ideias próprias para que viver assim. Como é que nós chegamos a esse ponto de rigidez e de ir a cibilidade a ponto de não deixar mais as pessoas viverem em paz? A ponto de não termos espaço para ter identidade, em individualidade. A ponto de tomarmos como tão importantes coisas que são tão irrelevantes. Essa é o questionamento de hoje, dolorido e difícil, porque eu não quero falar do pessoal que está lá fora. Eu quero que a gente pense em nós mesmos. Porque é uma única chance que a gente tem aqui a mudarmos nós mesmos. É o que nós podemos fazer. É o que os históricos diziam. Eles diziam que se não é o que não faz aquilo que depende dele. E fica criticando que não depende e se é o escrava. Vamos tentar mudar o que depende da gente. Nós que estamos aqui, que estamos refletindo sobre isso, temos alguma chance de ver isso com mais clareza. E sairmos dessa, desse jogo tão complicado que hoje não é só Brasil, é o mundo inteiro dividido em questões absolutamente pessoais. Digam onde, no mundo, as pessoas estão brigando para alguma razão que seja profunda e válida de cominhe espiritual ou humanista. Digam uma briga para uma causa válida e eu te mostra a porta do rei do céu. Só que a parte de desafiá-los não tem, não tem, não tem. Os pessoas estão brigando por questões pessoais. Questões pessoais que, se não existissem, não seriam tão relevantes assim. E o essência da história que é valorizar a vida, a vida do ser humano, a vida da natureza, que isso a gente está deixando segundo, intercer em dez e dez e uma vigésima, trigésima lugar, que é realmente que nós viemos fazer aqui. O que é? Que é realmente que se espera de um ser humano? Ou seja, voltar a ter prioridades corretas, voltar a ver as coisas com mais lucidez, essa ideia da filosofia, nós estamos aqui para isso. Às vezes tem tanta dualidade, tanta polaridade, tanta loucura no mundo, que as pessoas constantemente, a gente, eu tenho um dado bastante exposta ultimamente. As pessoas chegam para a mente, você tem que tomar posição sobre tal coisa, porque se não você está em cima do muro, eu digo, olha, eu tenho que tomar posição entre morrer em forcado ou requeimada, não, eu quero viver. Eu não quero nenhuma das duas posições, na minha interessa. Que interessante seria que a gente hubiera se chegar a essa conclusão, nada ter isso que você coloca como pressão à interessa, tão fora. E existem outras possibilidades de viver e deixar viver. Percebem que é um tema delicado e pesado, mas extremamente necessário. O primeiro coisa que eu coloquei foi o que é pensar, você pode pensar, mas que bobagem não vei ela como a teoria, não é uma mera teoria. Fui se você for levar a coisa muito opéra na letra, talvez a humanidade não esteja nem pensando. As coisas passam direto pelo nível das paixões, dos ódio e das paixões, nem pensamento funcionando não tem. É coisa tão extintiva, tão brutal, tão passional, que às vezes o que pensando, será que tem alguém pensando? Quem está pensando e levanta o braço, por favor. Porque às vezes é a impressão, de que não tem ninguém pensando. Esque coisas estão passando direto pro terreno do emocional e aquele emocional mais vulgar, né? Pacional, de ódio, de rancores, de picoinhas, coisas muito insignificantes, enfim, vamos ver o lá, se tem alguém pensando. Eu sempre gosto de contar uma história, que é uma história muito bobinha, mas que é importante para a gente entender. O leão está correndo atrás de você na selva, nossa, que imaginação para uma segunda-feira, né? Mas está correndo atrás de você na selva. Você sobe numa árvore até onde eu saio, o leão não sobe em árvore. Aí eu só para implicar com você, para uma varinha de conda, o encosto na cabeça do leão e desperta razão do leão. O que é que ele vai fazer? Ele continua querendo comer você, porque ele continua sendo extitivo, parcial, totalmente egoísta, ou seja, com a ciência animal. Ele continua sendo do leão e querendo coisas de leão, mas agora ele pensa no danado. Sabe o que ele faz? Ele vai lá e constrói mais carga, sobe na árvore, pega você e come você. Porque agora ele é o que é, a gente intivo, parcial, violento, agressivo, mas pensa. Você percebe que isso não é bem o que a gente entende por pensar? Seria uma coisa desvinculada do emocional, baseada em evidências, baseada na busca da verdade e não simplesmente uma invenção de argumentos para justificar aquilo que você quer. Ou será que pensar é isso? Uma invenção de argumentos para justificar aquelas nossas paixões e aqueles nossos desistos. Isso hoje é coisa mais comum quando eu entro em redes sociais, e eu entro. Eu já disse que eu me odeio porque eu entro, mas eu tenho que entrar. Porque eu tenho o que ver o que as pessoas estão fazendo, pensando em uma pessoa me comunicar com ela. Você não quer provar uma coisa que é opinião dele? Ele enventa uma história tão tortuosa que você deixa de entendos do seu que piração. Será que ele mesmo acredita nisso? Não só acredita como ainda convenzemos, mas um banco de gente. Vai lá, vai cá, inventa um argumento, pega uma coisa que não tem nada a ver, puxa, faz uma comparação que não tem nada a ver, para poder fundamentar tortamente a visão de mundo dele, que não é a visão de mundo. É o que é que aconteça? É a maneira como ele quer que as coisas se ilumem. Ninguém está nem aí para que as coisas se são. Lembra lá no música do Caetano Veloso, que diz que Narciso acha feio, o que não é espelho? É mais ou menos isso. Ou as coisas são um espelho meu, de tudo que me interessa. Ou eu estou aí para nada, não quero saber, não estou nem aí para a verdade. É aquela lembra da fofoca, eu acho fofoca uma coisa que não é um zoarco bem interessante, para se analisar. Imagina que tem um grupinho fazendo aquela fofoca saborosa, que ele babado fortíssimo. Aí você chega lá e de raio.
Olha, isso que vocês estão falando eu estava lá no lugar que aconteceu, eu vi, não há nada disso que aconteceu, foi isso aqui, as pessoas querem saber. Querem ouvir, claro que não a versão delas é muito mais picante do que a realidade que ela sabe de verdade para nada, que é verdade. É um pensamento, o verdadeiro pensamento é um buscador da verdade. Então é provável que a gente não esteja pensando, nos dar racionalizando instintos e paixões. Pensar é outra coisa, então pensar ele tem um aspecto formal que organiza símbolo, segundo um padrão, no nosso caso, língua portuguesa, e o conteúdo, como é que faz, trazer ao mundo valores universais, ou seja, realmente pensar, é pegar coisas como justiça para a termidade, a bondade, entender-las e trazer-las ao mundo de uma maneira que a gente possa viver-las. Entendem essa ideia? E isso é pensar, pegar valores universais, decodificá-los para situações práticas, para que a gente possa piverlos. E isso é um pensamento que não é um pensamento do leão. Ele não está usando a razão para justificar instintos, ele virou a mente para cima e está trabalhando para valores universais. Agora é um pontife, se entre céu e ter. Eu faço muito para esta sobre felicidade, que é um tema que eu só gosto muito de ouvir, e eu costumo dizer que é maior felicidade que pode existir, é quando valores universais venham a um mundo através de nós. Você foi canal para o mundo ficar um pouquinho mais justo, mais pretendo, mais boudoso, mais belas, porque você quer razão melhor do que essa para você ter feliz? Você foi realmente humano, as coisas que eram mundas através de você. Portanto, se você não viramente para cima e trabalha para valores universais, o que você tem ainda não é pensamento, o próprio é bonito. Pensarem, então, ele traz a um de ideias, para que eu chamava isso do mundo das ideias, na teoria das ideias. Você tem esta dura suficiente para sua mente tocar o plano das ideias e os pés tocaram chão. E você faz essa onde traz ideias ao mundo? Reflete-me, orgulhe adentro de você, traz ideias ao mundo. Se eu estou simplesmente ou projetando os meus interesses de lião em cima das coisas, ou simplesmente dando vazão as minhas paixões e os meus as minhas fraquezas, isso não é pensamento. Você está entrando numa onda, de uma mente coreativa, você não está pensando. Se você está entre nós, essa noite só tem no notícia desagradável para você. Sinto muito. Para o fim, deve sujar uma coisa boa. Tenho esperança. Deixe-me parar para pensar como foi que a gente realmente pensou. Olha para dentro de você. E quais conceitos de Deus são realmente Deus? Porque você realmente foi lá, pegou uma ideia, e venceou alguma coisa, experimentou, trouxe ao mundo. A gente tem um equivo que eu acho muito engraçado. Eu vejo a gente, de vez em quanto campanha, a geletura acham muito boa. É claro que as pessoas têm que ler mais, mas as pessoas acham que alguém aprende ler um livro. Por melhor que seja um livro, os melhores livros estou mortos. Ninguém aprende lindo lindo. Livro é mapa. Na hora que você pega o mapa e vive de acordo com que erinde co, aí você realmente aprende alguma coisa. Essa abandoria. Le Livro, a inteligência artificial, leia. Antes dela, o Google já lia. Ou seja, lembre como lá em informação, você não sabe nada com o livro, você sabe se você pega aquilo que o livro indica, aquilo que ele simboliza, vive aqui. De tal maneira que você chega a uma comprusão, oupa, esse livro realmente levou um bom tempo. Não, eu ia se me levou para um buraco, então não é por aí. Aí você transforma a informação em um grau de sabedoria. Hoje nós achamos que somos muito cultos porque lemos um punhado de livro. E não temos as vezes nem criterem isso, me mata, me desculpe, mas hoje é o Dia Internacional do Desabaco do Filoso. [campainha] Me mata que às vezes saem nos livros, vocês sabem que a velocidade com que lançamos títulos no mundo é uma coisa terradora, por incrível que pareça. As pessoas leem menos, mas as pessoas escrevem mais. [risos] A quantidade de títulos que se lança às vezes vem um disparate muito grande. Cae na minha mão, uma luna me dá um disparate muito grande. Aí eu fico pensando, "ma hora alguém vai aparecer na internet dizendo que são disparados". Não aparece ninguém. Você viu que coisa boa? Nossa, que livrasso. É pra uma mão de Deus. Um critério que eu acho que isso é ir lá, uma criança, uma adolescente, sensate, poderia ter. De folhão, a negócio é ver se quero estar louco, está louco, está completamente louco. Hoje eu sou uma pessoa mais humilde que não teve tanta informação que você leste aquilo ali para ela. Minha vozinha, a santa vozinha do Inajunilheta, que Deus aguarde. Se eu leste esses livros modernos para ela, ela chearia em 10 minutos. Porque esse moço aí não está com a cabeça num lugar, enfim. É evidente. Como é que a gente pegou a mania de pegas informações de livro passivamente e assimilar como se fosse verdade absoluta? De tal maneira que a gente saiu engurindo disparate de todo tipo, disparate as os mais desbaratados do mundo. Eu vou pra fazer palestra, sem te lembrar de estar agora. Eu vim de uma viagem longo, onde eu fiz uma atrás da outra. As pessoas chegam pra mim. Você acredita na teoria tal de fulano? Não. Você acredita na ideia tal de ciclã? Não. Como é que não é o tipo de perguntar se eu acredita? A pergunta é como é que você fez para acreditar? Eu queria entender esse modo operandi mental para acreditar em certas ofertas que a sociedade faz. Isso significa que estamos pensando muito por raucor. Ideias própticas, reflexões, que a parcidade realmente vê a loira universais, porque quando você vê a loira universais, você compara isso ajusto. Então tem algum moral de verdade. Isso é bom, tem algum grau de veréria. Não tem nada disso, é provável que seja uma besteira mais. A gente indenta muito a mobaja. E Lena Blavatt, que eu sempre falo dela, foi uma grande pensadura do século XIX, ela dizia que a boa ação é aquela que atende a com a necessidade no mundo ou em nós. Como são as necessidades que o mundo tem? O mundo precisa de valores, de honestidade, de retidão, de integridade, de identidade. Você vê um monte de barulho que não está atendendo nenhuma necessidade, tudo nem do mundo. Simplesmente, mais uma invenção para projetar o nome de alguém com mais uma fantasia da moda. Porque às vezes eu tenho impressão que o que a gente precisa fazer é tão dolorido, custa tanto, que é de disciplina e todo dia lutata a se transformar no seu humano melhor. Isso é muito paulero. É melhor a gente acreditar numa fantasia. Então o livro da moda, manda você chegar até hora na frente do espelho, falar das palavras mágicas, "Ah, isso aí é beleza, consigo fazer." Porque todo dia o que está com os meus defeitos é complicado. Então se tem um desviuzinho, um caminho mais fácil, eu, um terço dos títulos do mercado editorial brasileiro, são do tipo exoteroide. Eu diria melhor, exquisotérico, que propõe as soluções mais bizarras do mundo para você crescer e fazer alguma coisa para o mundo. O povo faz o quê? Combrer. O povo faz o quê? Acridita. Um dia me disseram uma coisa recentemente. Me falaram que os três primeiros lugares da lista de livros mais vendidos no Brasil eram livros de coloria. Falei que é absurdo, gente. Aqui pode esse livro de coloria. Aí eu fui na libraria. Agora fui na libraria incuritiva e fui olhar para fazer uns outros setes. Eu falei, "Vou comprar o livro de coloria." Não tem a dúvida. Perto que são os outros setes, vou comprar o livro de coloria. Limpo e do certo. Vou comprar o primeiro segundo o dedo, quer colocar. Então essa dificuldade de pensarmos corretamente é algo a ser levada em consteiração. Então é certo? Pensamentos são impactados segundo impulsos internos e externos. Impulsos internos são aquelas reflexões que a gente faz de vez em quando. Para para pensar como foi o meu dia, se eu tô sendo coerente, como eu ideal, se eu tenho, que ela reflexão que a gente deveria fazer todo o santo de dia. Já falei para vocês que pitaram, eu não recomendar alguns discípulos dele, fazer endiário. Exatamente para concretizar esse negócio de gente refletir todo dia. Coisas simples de objetiva. Eu tenho o ideal, eu sei o que quero ser no dia de hoje ou frequente com isso ou não fui. No dia de hoje eu avancei e parado o retrocedinho. Ou seja, reflexão algo que não precisa de dados externos. Precisa você discutindo consigo mesmo, é aquilo que Platão chamava de sagrado, divinos ócios. Um pouquinho de solidão. Para estar consigo mesmo. Quando você estar com você mesmo não sente isso solidão. Muito para o contrário. Sem te uma satisfação muito grande. Quando eu tenho diálogo em termo, para para pensar o que eu ando fazendo. O que eu fiz no meu dia de hoje? Quais foram as escolhas que eu fiz? Isso é coerente com aquilo que realmente sou. Eu avancei alguma coisa em relação ao meu ideal.
ou seja, pensamentos trabalham com reflexões que vem de dentro e também com os fatos que você recebe durante o dia. Cada coisa bizarra que chega na gente ao longo de um dia, que eu nunca mais na minha vida prometo para vocês, vou dizer que eu não me espanto com nada, porque no dia seguinte, eu me espanto de novo. Então, não vou mais falar essa frase, ok? Eu cheguei a conclusão que a capacidade do mundo de nos espantar é infinitamente criativos. Então, nunca mais vou dizer isso, não me espanto com mais nada, o dia seguinte, eu me espanto de novo. Então, a gente recebe que ele monde de informações do mundo, tem que refletir em cima de tudo também. Você que toma uma posição, tem saber quem é você, e que você veio fazer aqui em relação a isso. Qual é a tua proposta em relação a humanidade, a tua vida vai sonar para alguma coisa? Ou não vai fazer nada? A tua vida tem alguma proposta de acréscimo para o mundo, para se próprio? Você veio aqui para crescer, já se convence, ou diz? Ou seja, esse tipo de reflexão vai fazer com que você pense. Recentemente, eu fazia uma palestra que eu expliquei o conceito que a gente aprende dentro de nova cópula, que são os três tipos de reflexão. Se vocês já ouviram falar sobre isso, que é a reflexão moral, onde a gente percebe o que é certo e o que é errado, segundo o nosso critério, não segundo o que todo mundo está pensando. A reflexão filosófica, que você questiona o que é veradelo e falso, seja onde que eu estou sendo veradelo, onde que eu estou sendo eu mesmo. Você consegue se encontrar dentro da sua vida e ter certeza naquele momento, era eu mesmo. No dia de hoje, quando eu fui eu mesmo, ou quando eu estava usando uma máscara, uma máscara social para se acento, quando eu estilhe com um ser humano, que ele estava sem máscara e eu também tivemos um contato veradelo. É reflexão filosófica. E por último, a reflexão espiritual, o que é real é o que não é. Se fosse morrer na semana que vem, essas coisas teriam essa importância toda, teriam esse peso todo, não, não está na real, é fantasia, ilusão. Não brigaria por isso se fosse morrer daquê eu massa semana. Eu não excluiria ninguém por isso se fosse morrer daquê eu massa semana. É assim, graçado, porque eu faço entrevistas com pessoas e elas me entrevistam também por um único critério, tem alguma coisa importante, profunda para dizer, tem, eu vou lá e falo. Aí quando eu falo com o Fulano, dia seguinte da minha rede social, Cruz e Zalú, você falou com Fulano que é de tal linha política. Aí eu vou pro outro lado e falo com outro ciclano. Só porque ele tem assunto, não me interessa com a linha política dele. Cruz e Zalú, você falou com Fulano que é de tal linha política. Aí tem gente que me bloqueia. Eu estou linda em mim, meu cara. Você tem assunto, tem, senda, vamos conversar. Porque tem assunto é uma coisa tão rara que eu não quero saber qual é sua linha política. Essa é a parte que você não tem assunto. Eu quero que parte que você tenha assunto. Vamos sentar e vamos conversar sobre a vida, sobre aquilo que você tem de reflexão real, o resto não me interesse. Impulsos internos e externos. Que a gente vai processando para ter uma visão própria de mundo. Quais são os elementos fundamentais para ter uma visão própria de mundo? Um deles até já falei. Sentidos de vida. Saber onde eu quero chegar com tudo isso. Lembram aquele sujeio de assistiram para estas minhas? Quase todas, eu falo a essa mesma coisa. Deixa eu imaginar você no final da sua vida, um ser humano que você quer ser. Que virtudes você gostaria de ter? Quais? Quais os defeitos você gostaria de ter superado? Que tipo de ser humano você gostaria de ser? Porque isso aí vai ser a obra que prima da tua vida. Quem você quer chegar assim quando você olhar para trás com a trilha que você quer ter deixado no mundo, isso é o teu ideal, é teu sentido de vida, isso é fundamental. E depois você vai refletir sobre todos os dados da vida, considerando que te aproxima disso e que te afasta. Considero-se no dia de hoje, eu me aproximei disso ou me afastei. Isso aí é o trabalho de reflexão que é o trabalho de pensar. Que a gente tem feito cada vez menos. Às vezes você pergunta, " Você tá sabendo de tal coisa? Todo, ou sabendo?" E que você pensa sobre isso? "Ué, não sei, tinha que pensar sobre isso." "Tô sabendo já é suficiente." "Não, tinha que pensar, sabe?" Faz parte, a gente vê aqui para isso. Assim como a gente se alimenta, assim como a gente dorme, a gente pensa ou deveria, né? Porque se a gente não tá pensando em algum plano, a gente tá morrendo de inanimação. Não tá sendo alimentado. Bom, falando muito rapidamente sobre o gênero mental, acho que a maioria de vocês conhece, é um item lá do caibalho. Esse item do caibalho ele fala como " Quem não pensa acaba sendo pensado." "Eu gosto muito dessa passagem." Que eles dizem que existe um processo, extradição e dícita, né? Existe um processo dentro da mente humana, que é a mente masculina e feminina, que todo mundo tem, as duas. Todo mundo tem as duas. A mente masculina é aquela que pega um indício qualquer, uma observação qualquer, e com essa semente fecunda a mente feminina, para começar a trabalhar com aquilo e gerar uma reflexão e uma ideia. Então, a masculina vai lá e a alimenta, fecunda, e a feminina vai desenvolvendo aquilo e dando corpo. Tá certo? Evi uma experiência de vida, essa experiência estou refletindo sobre ela, que é pouco eu tenho uma ideia. Mas o que é que o caibalho onde diz? Que muitas vezes essa mente masculina que joga sementinha, dentro da mente feminina, não é nossa, peiro do meio. De uma maneira que não dá nem para você imaginar, você passa por um altidor, às vezes você nem lende direito, mas ele já tinha sufrido uma ideia. Essas você está cantando a letra e da música, da moda. Como eu separo para a praia pra estar pensando que você está cantando? Eu ainda não acredito em isso não, porque eu estou cantando esse negócio. Para todo o canto existem sementes, para todo o canto, na propagandas da televisão, na publicidade em geral está cheio em todo tipo de publicidade, uma conversa que você ouve, uma música que você ouve, altidore então está cheio delas. Todo por onde você passa pomba joga uma semente da tormenta. Aí você desenvolve, aquele negócio desenvolve, para que a pouco dar a luz uma ideia. Você acha que é minha, fui eu que foi com o deio, fui eu que desenvolvi, é a história do ovo de cúco. O cúco é um cara de pau de um passarinho que coloca o ovo dos outros passados para fora do ninho, com a coelho lá. Porque eu queria não quer chocar o seu ninho, boto os outros para chocar em para ele. Aí eu passarinho para dar ozinho desse tamanho, porque o cúco não passa no grande. Para dar luz em desse tamanho, ela é chocando o ovo de cúco. Aí nasce o cúco que eu passaram, grande, ele disse, "é ferio, meu fio que chocé". A mente da gente está cheia de ovo de cúco, cheio, um monte de coisa que eu não tenho porque acreditar nisso. Por trás, às vezes da nossa tristeza, às vezes por trás da nossa depressão, e existe uma falta de confiança em si próprio, no sentido da vida, e na humanidade, que não foi criada por nós, isso paraira pela sociedade atual. Para onde você olha, existe essa ideia de que a humanidade está perdida, a humanidade não tem jeito, a vida era uma estupidez, é uma perda de tempo, então todo mundo se alende e foge para todo tipo de entretenimento, para não ver a vida, porque a vida é insuportável, isso paraira. Aí de repente isso, dentro de você, vai sendo cada vez mais potencializado e gera uma belancoria, uma mocha, às vezes, não desespero, uma depressão. Eu estou vindo que uma pessoa, que acredite em si próprio, e acredite em humanidade, entre em uma belancoria muito profunda, que tem gato, entusiasmo, sabe, que pode mudar a esperança. Mas nós estamos cheios de ideias dentro da sociedade dizendo que não tem esperança. Eu recordo que eu guardei e recortei na época em da time a mania de fazer isso, a coisa de 5, 6 anos atrás. Eu vi alguma coisa que era interessante para eu ao sofacamento da imprensa guardava. Hoje eu desisti porque eu tenho que guardar o jornal inteiro ou não dá. Então era uma outra coisa bizarra na época, agora é o jornal inteiro, não tem qual. Era um artigo que o cidade não dizia. O título era esse, é uma unidade, é um projeto falido. E era um editorial de um grande jornal, uma unidade, é um projeto falido. "Vamos mais vir, não sei, uma unidade é um projeto falido, eu coitado de mim. Deve ser o mais falido dentro do projeto, eu devo ser eu." Então eu não vale a pena, o que eu vou continuar assistindo nisso? Você não percebe que por trás da sua falta de esperança, por foragem da tua falta de ânimo pra vida, por trás da sua falta de confiança, existe o quê? O quê? Adivém ovo de culpo. Você está simplesmente contaminado por ovo de culpo. Foi isso. Não foi você que começou a pensar nisso. Nós queremos um caudo cultural onde praticamente não dá pra pensar outra coisa. Difíces uma pessoa animada e com garra nos dias atuais, porque o negócio é desesperador. Então você cria um caudo cultural que está ali dentro, está todo mundo contaminado. E aí nunca tivemos todo mundo que está cansado de saber disso, nunca tivemos uma época história que com tanta depressão conto essa. Com tanta ansiedade, com tanta síndrome do pânico. E toda hora parece um negócio novo. É uninho vazio, é uninho cheio, é uninho mais amante. Toda hora parece uma coisa diferente. Ou seja,
é grave, é delicado. E nós não percebemos que temos determinadas ideias parando no coletivo que matam o ser humano. Não tem chance de uma pessoa ter alegria e esperança partindo daquela premissa. Não tem chance. Começar a perceber isso e dizer a coisa mais subversiva que você pode dizer, não é? A palavra brinha mais subversiva do mundo sabe qual é? Será? Será? Por que que eu tenho que acreditar em isso? Por que? Eu me recordo que algum tempo atrás eu fiz uma pareça sobre a vida do maratma Gandhi adorei o leo aquilo. O pessoal tentando ele fazendo aquela campanha pra tentar libertar ação da Índia, aí faz aquela reunião de várias pessoas a falta dele. Por que tem que fazer isso? Tem que fazer aquilo, tem que fazer aquilo outro ele ouvir. Ele ouvir. Ele ouvir. A Inessória eu peguei tudo aquilo que eu ouvir fui pra casa. Ele nunca lhe se dezenada no mesmo dia, ele ia pra casa. Levava aquele negócio todo, era como é saber de uma coisa, era tanto barulho aquele negócio, que eu joguei tudo fora e eu não ia pensar por mim mesmo. Todo mundo querendo que ele fizesse um ato de ódio, uma revolução, ele foi lá e criou a Roda de Fiar. Fez todo mundo construir Roda de Fiar por que? Porque a maior dependência da Índia da Inglaterra era a indústria texto. Aí todo mundo, dependendo da indústria texto, em inglês, todo mundo começou a fiar a sua própria roupa de Andecasa. E pegou a lá uma Roda de Fiar e se inotou, todo mundo começou a fazer Roda de Fiar. Todo mundo esperava que ele ia ficar lá. Ele vai pra Roda de Fiar, que ninguém lembrava de que se existia. É ficar olhando gente, que coisa bonita, ver uma pessoa que tá pensando. No meio da uma situação dramática, é difícil, se dá tanto, tá pensando. Por que você bota todo mundo pra fiar suas roupas? Minha, não sou uma dependência. Não vou pra rua, não bato em ninguém, não faço escândalo. Faço um negócio eficaz. Como é interessante quando uma pessoa pensa? Como é raro isso? A gente fica surpreso. Olha, ser humano pensa. Quando viam um caso histórico assim. Porque realmente alguém que não tá nem ali, para o que ninguém tá dizendo. Ele vai na profundidade do programa, tem que encontrar uma solução mais humana e mais inteligente possível. Como é ser raro? Enfim, algumas vezes na minha vida, alguns personagens históricos me surpreenderam exatamente por isso, pelo bom uso da razão, que negócio bonito de se ver. É interessante ser humano, né? Porque quando ele dá pra fazer bobagem, é uma coisa horrível de se ver. Mas quando ele dá pra fazer coisas bonitas, é a coisa mais bela da terra. Não tem uma obra de arte tão bonita quanto o homem sabe, fazendo coisas acertadas. Realmente, é sensacional. De vez em quando a gente precisa lembrar que isso é possível. Inclusive, para recuperar essa possibilidade em nós mesmos. Em cursos externos, vemos os que as coisas são a versão que nós interessa. Eu falava pra vocês ainda pouco. Marcizo acha feio? Porque não é espilho. Essa frase aqui do Leontor Stogue, eu uso muito elas nas palestras. Aquim passe por uma floresta, e só veja, lêm em a preençoa fugir. Ou seja, imagina a quantidade de vida que tem numa floresta. Mas eu estou precisando de nada disso. Eu estou precisando de bem ela pra me fugir. Então só vejo isso. Se ju recordo a realidade com meu interesse, e só vejo aquilo que me interessa. Os pessoas que passam por mim, eu só vejo aquelas que podem atender alguma necessidade em mim. Então tenho um recorte da realidade que eu escolhi ver. O resto não vejo nada. Esse recorte está ficando cada vez mais estreino. Porque agora a gente vem de estar cheidando ao curto, de não querer ver mais os seres humanos só que vê as telas. Porque as telas são mais divertidas. A começa a te chatiar, você muda para outro site, para outro indiridos. Vai embora, eu preciso ainda ir em disential. Então, beleza. Por que a gente vai olhar para os seres humanos? Que são chatos que contrairiam as entes, que não correspondem aquilo que a gente espera? Ou seja, estamos recortando fragmentos cada vez mais novos da vida. Eu olhamos para aquilo, para mais nada, um ponto cego e nove. Às vezes eu vejo as pessoas dizendo "Ah, porque na terceira idade a gente começa a perder a visão, a gente está perdendo na primeira". Aliás, cair em trinórios, não dá para perder uma coisa que você nunca ganhou. É isso? Enfim, a gente está perdendo a visão e demais da realidade a nossa volta. Bom, Platão, ele falou alguma coisa interessante, que era olhar as coisas iluminadas para a ideia do bem. O que é que significa isso? O que seria bom para essa pessoa? O que seria bom para essa coisa, para esse objeto? Eu vejo as coisas iluminadas para a ideia do bem. Toda vez que eu penso em alguém, eu não penso para que ele me serve. Eu penso como eu poderia interferir na vida dessa pessoa para levar ela na direção do bem dela, para que ela crescesse um pouco, se tornar assim melhor. Não que ela deseja, mas o que ela necessita para se tornar um pouco melhor. Sejam ver que é tradição oriental, eles falam uma coisa muito interessante. Você quer se achar no meio da sua vida? É uma das coisas mais difíceis que tem. Pensar nos últimos tempos, dias, semanas, meses, até anos, quando que era você mesmo? Tem uma dica que ajuda demais de você a se achar dentro da sua vida. Porque é bomidade. As atitudes mais bondosas, sem segundas intenções, isso era você mesmo. São símbolos do nosso eu, do nosso centro, aquilo que um me chamava de self. São símbolos do nosso eu, a bondade. Então quando a gente olha para as coisas dominadas para a bondade, é muito provável que chegue mais próxima da verdade das coisas, sem segundas intenções, sem manipulações. E é como a gente se acha dentro de nós mesmos. Já contém para vocês em milhares de palestras, que é a etimologia da palavra inteligência, o dia que eu li isso, achei assim, o euro é oéoneca, plus ultra, inteligência, vem de interélégio, escolher dentro. escolher dentro das coisas que o mundo te oferece, quais são as mais sensatas. Mas o máximo da inteligência é você escolher dentro das coisas que o mundo sugere que você seja, quem realmente é você. O máximo da inteligência é a identidade. Se dá do que sabe quem ele é, ó, é o mais inteligente da sociedade. O outro pode ser muito bem informado, mas a inteligência, o principal atributo é a identidade. Tem uma visão de propósito e de vida muito clara, fundamentada em valores no campo do ser, porque essa é outra coisa que é engraçado hoje, é dia de quê? Dia internacional das labúrias dos filósofos. Então, na vaiva de uma. Se chega para as pessoas e pergunta, qual é o seu ideal, o seu propósito, o seu sentido de vida? Ah, aí, para Europa, é lindo e para Europa. Vai ser um projeto, não é um ideal. Se negócio não justifica sua vida toda, quando você voltar, a Europa você vai fazer o que, meu cara. Isso é um projeto que pode ser bom, pode ser mal, os projetos são doais, depende de perder. E para onde eles te levam, agora, não é suficiente para os escavidas de ninguém. É impressionante. Faça você o seu teste. Tem a sua experiência como estatístico. É a cada 10 pessoas e pergunta qual é o seu ideal. Elas vão te falar, provavelmente, 10 projetos. Meu ideal é imprediz, né? Que lindo. Isso é um projeto que até ingressadinho, realmente, é Disney. Acabei de ir lá, mas não é suficiente para os escavidas de ninguém. Ideal. O que eu quero ser no final de tudo isso? Que chefe fica toda a minha vida. Cabou isso aí, um elemento fundamental. É a base da nossa identidade. É a base dos nossos valores, é a base da nossa capacidade de discernimento. Hoje dúvida sobre a existência da verdade, ninguém é a música. É o fim da picada, um filósof, revoltado no Dia Internacional da Revolta do Filósofo, dizer que todo o ser humano deveria buscar a verdade, porque hoje ninguém está nem aí, pra verdade. E ainda tem mais um detalhe com o projeitador. Ninguém acredita nem que exista, né? Aí é de amagar, né? Isso. Vocês não imaginam. Eu nem escrevo as mesmas memórias, porque eu acho que certas coisas não ficar repetitivas demais. Eu imagino a quantidade de vezes que a gente vai fazer um curso de filósofia e falar para as pessoas, nós deveríamos buscar a verdade, aí o alô no letrão tão tido, eu já sei. O que é verdade pra você? Não é verdade pra mim, isso é muito relativo. Não é relativo, com existe maneira uma, meu cara. Não cair a nessa. Digamos que a humanidade não existe. Não sei se isso seria uma notícia boa ou uma, mas geramos que ela não existisse. A natureza, como é ter um desvio genético ali, não criou a humanidade, simplesmente. Criou os vegetais, criou os animais, mandaram a hora da humanidade e ela pensou bem, refletiu e mudou de ideia. Não teve humanidade. Se não tivesse humanidade, os planetas nos estariam todos aí. As pedras, os vegetais, os animais fazendo o que tem que fazer, as coisas nos estariam aí fazendo o que tem que fazer. Não seriam o que são. Não somos nós que inventamos essas coisas. Elas estariam aí ainda que a gente não existisse. Albenhão, a humana não conforma a verdade. A gente pode chegar a perceber melhor a verdade. Se temos algum grau de sabedoria ou não perceber nada, se temos um grau de ignorância, mas não pensa que o teu palpite inventa a verdade. Na idade média, todo mundo achava que a terra era colo.
engraçado porque às vezes não só pode falar na verdade da merda porque tá ficando parecido de novo. É tudo bem. Plana, as costas de uma tarta aluga, né, com a boca do dragão aberta, lá esperando os encaltos. Essa era opinião da maioria da humanidade, pelo menos lá no plano, o cilentau europeu que é o que a gente estuda, né, era isso aí na cabeça. Vocês acham que a terra tava aí porque a humanidade pensava, deixava de pensar, o terror de hoje, continua de hoje, vai ser de hoje até um dia que ela quiser. Ela não tá nem a implica, porque eu souvando o pêncio de te pensar. Ou seja, as coisas são um que são. A gente pode chegar a perceber ou não. Agora que maravilha que é perceber a realidade das coisas. O plano da natureza, a essência de cada coisa, de mim mesmo ou do outro, como todas as coisas interagem, quando estão limpas, quando fazem aquilo que eles corresponde, como entrar a interagem harmoniosamente, que maravilha que é ver, verdade. Se a gente deveria ser apaixonar por isso. Por isso que significa que a gente parou de fantasiar e a vida e começou a viver de fato. E que ele vir as coisas como a lação tem um grau de sabedoria. E ninguém quer mais ir a sua. A bedolinha? Pra quê? Ser bem isso? Paga bem? Paga bem. Sempre me recordo uma história de filho. Professor Michel Echenic foi quem trouxe Nova Cróvelho pro Brasil. Ele vinha no avião, e isso ele contava, né? Ele vinha no avião, pra abrir Nova Cróvelho, a Clemson Paulo, com a pessoa lá. Aí vem no executivo junto com ele, que também vinha pra abrir um negócio aqui, uma filial da uma empresa qualquer. Aí começou a falar pra ele que o ramo onde ele estava investindo era muito propício no Brasil, tinha uma oportunidade de mercado, ele ouvindo. Aí, você era dando um verô pra ele falar "Você que você vai fazer no Brasil?" "Ah, eu vou fazer uma escola de filosofia." "Escolam de filosofia?" "Mas quanto é que isso?" "Rêndia, assim, por ano." Aí resolveu fazer uma brincadeira e chutou lá, que tem rende, não sei quantos, tal as andólatos. "Oba, bom negócio." Me diz "aí, como é que esse negócio de filosofia?" "Cê não quer me colocar no amo, não?" Ou seja, a verdade pra ser humana é essa. Interessa aquilo que ele traz vantagem. Isso é verdade. Agora, porque as coisas são isso mesmo? Por que que a filosofia é importante? Por que as coisas são que são? Por que eu sou, que sou, que eu estou fazendo aqui? É a de curiosidade pra essas coisas? "Ah, não, eu estava ocupada pensando se quem ia ganhar a eleição eram as bolinhas ou os sabresinhos." E esqueci de perguntar o que eu vim fazendo a mão da vez. "E será secundária?" Não é isso? Pra uma voz de Deus. Pra uma voz de Deus, nós somos muito despertas do essencial, muito despesta. "Cê não nunca perguntou isso?" "Não, o que você estava fazendo?" "Ah, era nos problemas familiares que eu tive." Esse foi o problema da familiares que você teve. Como é que as pessoas são? "Ah, eles morreram todas." Era importante, então, assim. Não dava pra você deixar isso pra lá e pensar no que você estava fazendo no mundo? Eu brincava com a minha mãe antes dela falecer porque as pessoas, às vezes, mais velhas têm essa mania, né? De contar causos muito, muito, muito antigos. Aí eu falava pra ela, "Mãe, a sala está proibida de me contar qualquer conflito de 1958 pra trás." [risos] Só de 1958, afrei. Ou seja, quanta bobagem que a gente perde tempo? Tanto conflito que a pouco não está mais ninguém vivo, não está mais ninguém aí. "Vamos, você pensou o que você está fazendo no mundo?" Não, pra isso eu não tive tempo. Mas a fulla em 1932 não podia ter feito aqui. [risos] É incrível mesmo. Bom, ninguém então ama o que está interessado na verdade. Isso é dramático. Isso é dramático. Nós deveríamos ser cedo educados pra amamos, a verdade. Queremos saber o mistério das coisas, da vida, o que as coisas são, em si mesmo, sem as nossas máscaras e sem as nossas fantasias. E isso está parte também do saber pensar. Ainda que a visão interna é ela que definha o nosso pensamento, aí é que a coisa fica pior ainda. Aí é que fica feia. Eu coloquei esse exemplo aí da mídia e da visão sobre o homem. E o que estou dizendo? Querendo dizer com isso. Você para, reflete, pínsa, boto ovo de pouco pra fora do seu menho. Recundo o seu próprio ovo, choca, tem uma ideia que beleza, uma ideia binha. Aí você vai olhar a mídia, achei que o seu certo, todo mundo está falando de contrário. Não, eu não posso estar certo, sozinho. Eles devem saber o mate que eu. Eu estou tudo que você fez, pumba no lixo. Porque você não se garante. Foi não assim. É possível que eu esteja certo, sozinho. Todo mundo está dizendo o contrário? É meu cara. É para te galer, meu galer, e nem todo mundo estava dizendo o contrário. E só quem estava certo era ele. Quando o Jordão do Bruno também, que coincidei. Ou seja, parece que os homens que tiveram uma visão um pouco mais iluminada na vida, era só eles e mais uns dois ou três que estavam vendo. E a partir deles com o tempo, passagens dos séculos, outros pessoas foram vendo. Ou vocês acham que um belo dia a multidão acorda dizendo, existem vários outros planetas orbitando em torno do sol. Não, só o pessoal galerou que acordou com esse negócio na cabeça. Não bem assim que as coisas se definem por quantidade e sim por qualidade. Pode acontecer de só você estar vendo as coisas otoaetamente. No meio de todos que estão lendo os jornais da moda, pode, pode, pode perfeitamente ser só você que está vendo corretamente. Ou seja, todo esse processo de inflexão para depois chegar a uma conclusão e você achar que você não pode ter uma visão mais correta do que a da mídia, a cola de Deus. Comfíncia e própria, eu sempre conto essa história da mídia e da visão sobre o homem, que é aquela que eu falei para vocês. Você dá um me publicou um artigo dizendo, a humanidade é um projeto falindo. Eu fiquei meio encafifada, a gente está todo mundo falando a mesma coisa, sabe, que isso é assim mesmo. Aí foi pensar, eu tenho, sei 100 que eu anos, na época estava com 59. Pare para pensar, todo mundo que eu conheci na minha vida. Como é que essas pessoas eram? Um 95% das pessoas que eu conheci eram pessoas de bem, não eram excepcionais, mas que eram criar seus filhos, ter sua vidinha, não queriam mal a ninguém. 95% das pessoas que eu conheci na minha vida era assim, bandido mesmo, na vida de ser menos de 5%. Se é estatística da minha experiência, da minha vida, é essa. Como é que eu deixo a mídia me convencer que 100% é a sua imediatidade não presta? Não é isso que eu estou vendo, não é isso que eu estou vivendo. Por que que não acredito em mim mesmo? É apenas uma coisa que eu estou olhando para ela e dizendo, a Bruza dela é branca, aí vem o Jornal e diz, não, a Bruza dela é lilais, pois é, eu devo estar em algum problema de vista, porque estou vendo tão branca. Não, é branca, minha experiência me mostra aqui, é branca, com fíncie próprio. Provavelmente a sua experiência de vida te dá em basamento muito maior do que a doce da danca, escrever esse artigo no Jornal, porque a doce só queria, na onda, e chamar atenção, sem em basamento. Nem um, se você reflete, você tem em basamento, acredite em esse próprio. Em relação às coisas, nós nunca tivemos tão avançados. Em relação a nós mesmos, nós estamos muito atrasados. Não conhecemos nada de como realizar um mínimo grau de identidade, de felicidade, um sentido de vida humanista verdadeiro, nunca fomos tão egoístas, não sabemos quase nada sobre o seu humano. Sabemos demais sobre as coisas que a gente constrói, ou seja, todo o nosso processo de educação é um aparelho e aparelhamento técnico para que você produz a coisas e não aparelhamento humano para que você produz esse próprio. Não conhecemos quase nada da vida, da vida, não sabemos de nós mesmos, perdemos isso, perdemos mesmo, porque já houve algum momento que a gente sabia alguma coisa. Me regordo muito, muito, muito, muitos anos atrás, eu tô perdendo um pouco a noção de tempo, mas deve aí uns 20 anos, pelo menos, que eu li um livro, porque esse livro falava quando era uma cidade antiga, que era Roma. A gente eu fiquei com aquilo de queixo caído, eu fiquei de queixo caído, como era tecnologia desida, isso já era Roma, não era nenhum Egito, não, porque Roma já é muito decadente em relação ao Egito. Eu construí uma casa, e se fazemos a cerimônia para pedir autorização da natureza para alterar aqueles passos, explicando o que eles pretendiam fazer ali, para se harmonizar com ela. E é um fase, por exemplo, uma mudança em um ser mudado para um lugar onde já tinha sido habitado por outros seres humanos, eles não preocupavam em limpar só o plano físico, em exemplo, uma tocha, limpando pelos cantos para tirar as formas emocionais que ficavam grudadas ali, porque um ser humano deixa o ambiente empregnado, eles não entraram assim de qualquer maneira para não ser influenciados porque já tinha acontecido ali. A gente sabe alguma coisa, Jesus. Quando um grupo familiar aconteceu algum desastre, uma pessoa moria por um acidente, eles pegavam todo mundo e botavam em uma quarentena para fazer uma purificação mental, porque as pessoas pensando de mais de naquilo, eu vocavam aquelas energias para eu vocar mais peitos. Então, eu estava em todo o mundo escoarentena para fazer uma. por eficazão, "Papa, um íbio, faz gente, esse pessoal sabia isso tudo, sabeiam?" Eu queio que restou disso? Coisíssima nenhuma. Coisíssima nenhuma. É capaz de a gente morar no lugar que foi um presídio de boas. Que espaço bom como a luquia está barato. E eu não tenho nenhuma preocupação que algo esteja impregnado, alguma coisa. Aquilo que eu não vejo não existe. É mais ou menos como a gente pensa hoje. Então, voltando para aquela novidade de Gnadiolofotes, nós sabemos muito pouco sobre a vida, sobre nós, de mesmos muito pouco. Portanto, reflita e acreditite no fruto das suas reflexões. Não acha que tem muita gente a saber muita coisa, porque de fato não tem. O que gera sabedoria é bondade. E bondade está bem raro. Sabedoria dá a bondade. E quando tem pouca bondade, tem pouca sabedoria. Tem conhecimento técnico que não acaba mais. Mas sabedoria tem pouca. Entendi do isso. Assimilado, o que aroma inicéculo, um secolor, um amém. Então, pensar por si próprio exigiu coragem. Mas é necessário fazer. É o início da construção de si mesmo. Aprendendo a pensar. Pensamento flexível, vivo, dinâmico, baseado. Naquilo que eu estou ouvindo, naquilo que eu estou experiência inteiramente, do começando, construí a minha identidade. Não vivim, vão. Vou deixar na minha barca, na minha experiência de vida. Estou fazendo a diferença. Opa. Começou a valer. Começou a contar o tempo real. E aquela história que dizem que a gente tem dois nascimentos. Nessa já deve ter ouvido essa brincadeira. Diz que nós temos dois nascimentos. O primeiro é quando a gente nasce. E o segundo é quando a gente descobre para aqui. Aí, que a coisa começa a valer. É que o jogo começa a contar de fato. Pior inimigo do aprendizado, é achar que já sabe. Isso para quem quer pensar de maderem inteligentes, flexíveis, cuidado. Pertulance, vaidade. Ó, mas eu fiz esse, aquele, aquele outro curso, aquele outro curso. Como eu sou bom. Olha que do jeito que as coisas estão hoje em dia. Uma pessoa terminou de ler uma página. Você pergunta para o que tinha aquilo, ela não sabe o que te dizer. Que gerar aquele curso, aquele outro curso, aquele outro curso, aquele outro curso. Não, não se mede o que um ser humano é por títulos. Como é que você mede o que um ser humano é? Lembra onde a frase é pública? Peloas, voças, obras. Vou esconhecer esse movimento aí pelo mundo que eu quero ver quem é você. Ajore para que eu te veja. Aí é que você sabe que não ser humano é. Então cuidado com essa manhã de achar que a gente tem título demais, a gente sabe coisa demais. Eu tenho uma particular calacificação que eu criei, que eu não sei se ela é muito feliz, mas eu gosto muito dela. Eu acho que toda a pessoa pretensiosa e vai-dosa do mundo, arrogante do mundo, vive em um universo que te neta. Que te estude? Lembra que nem? Laolha a sua volta e o universo que ela consegue ver tão pequenininho que dentro desse universo ela tem uma parcela muito grande, eu vou para eu sou maior. Você olha, eu te disse, uma noção do tamanho do universo. O que ela percebeiria? Não sei nada. Não era bóvel. Sei praticamente nada, um coisinho de nada, como dizia Sócrates. Só sei que nada é assim. Não é fácil dizer só sei que nada é assim. Já exige saber doria. Quando a gente diz, só sei que nada é assim, a nossa mente vem de saber. Você está sendo modesto, entrega isso, essa é assim. Assim. Eu sempre brinco nas minhas palestras que eu só sei que nada é assim, porque eu só que te disse, porque se não nem isso eu não saberia. Porque é difícil. É difícil. Então o verdade, ânimo de aprendiz, não se achar dono de saber doria nenhuma, pensamento rígido pode virar fanatismo e preconceito. É como um boxeador. Como é que um boxeador faz para poder de cheirir o óleo? Você percebe que ele flexiona e endurece as bases. Ai, pão, vai e distoire o óleo. Sempre que a gente endurece as nossas bases, vamos atacar algo a alguém. E endurecer as bases é o que? Fanatismo. Acho engraçado, que algum dojo se divide em duas fatias, que eu ainda não consegui decidir qual das duas é maior. Talvez vocês me ajudem. Em relação ao opiniões, o mundo se divide entre o fisiologismo, que aquele cara que pensa é qualquer coisa que deixa antes dele ter sucesso, ele parta de um lado para outro com a maior cara de pau do mundo e fanatismo, que aquele que aposta de beijo e o outro que seja Jesus Cristo, fosse vivo era do partido dele. Então tem fisiologismo e tem fanatismo. Eu não consigo decidir qual dos dois é pior. Às vezes eu acho que é o fanatismo, que todo mundo que se acha dono de alguma verdade absoluta vai agredir alguém. Tem a violência, ele é entrincada, entranhada. Ou você dá um pensa diferente, deixa eu que ele pensa, vai que ele está vendo alguma coisa que eu não vi, explica aí o que é que você pensa. Mas por que? Às vezes só de você perguntar para ele por que ele pensa daquele jeito, você já desmonta ou se dá dão, porque ele não capara para pensar nisso. Ele pensa porque todo mundo pensa, vai desse você já se livrou, vem o próximo. Por que você pensa de tal maneira? Ah por causa de tal, de tal, de tal, de tal coisa. É interessante, isso, isso, isso é concordo com você. Agora é isso aqui, deixa eu te mostrar um outro ponto de vista. Esse outro aqui, deixa eu te mostrar um outro ponto de vista. O que vai acontecer aí? Tés antíntesis, cintes, e saímos os dois maiores. Se nós não nos achamos donos de nenhuma verdade. Se não temos que engenhar de pensamento. Lembre os dois grandes partidos, fisiologismo e fanatismo. Fisiologismo é um cara engraçado. Por que? Porque o que for necessário pensar para fazer sucesso, ele vai pensar. A gente não pode dizer que o pensamento dele não é flexível. E o outro que é o fanático é violento. Mas sendo uma cidade de universo violento. E por fim, concluindo nosso bate-papo, todo pensamento rígido é uma gaiola através da qual a inteligência e o bom senso não conseguem passar. Muito cuidado com isso, então. Todo pensamento rígido é uma gaiola. Então nós somos fanáticos pela partida das bolinhas. O outro é fanático pelo partido das listrinhas. Aí o que acontece? Eu que sou fanática pelo partido das bolinhas, no meu partido vence o campeonato. Aí você e eu, o que? Eu, o diretor de todos os partidos de chutebol, não. Eu continuo sendo diretor do partido das bolinhas, ilutando contra os restrinhas. Aí depois as listrinhas vencem. O que acontece? Ele se torna diretor de todos os partidos, não. Ele continua sendo das listrinhas tentando destruir as bolinhas. De uma maneira que nunca alguém que pensa em todo mundo. Você se elegeu pelas listrinhas, você é a listrinha, vai correr atrás quem não é a listrinha. Você se elegeu pelas bolinhas, você é bolinha, você não é brasil, você é bolinha. Você não é brasil, você é a listrinha. E continua isso eternamente. Bom, e aí? Quando é que a gente vai começar a pensar naquilo que é essencial? Somos seres humanos, lutamos pela vida dos seres humanos, da natureza, lutamos para que todo mundo tenha mais valores, para que a humanidade sofre a menos, porque se todo mundo tem um grau maior de bondades, de compaixão, todo mundo fica melhor, e todo mundo que pensa assim, eu toco ele. Não interessa ser ele, tem listrinhas ou bolinhas. Eu gosto de ambos, acho super bonitinho. Não interessa, teve valores, estou contigo. Se você quer o bem da humanidade, eu to contigo. E isso é o essencial. O resto é o que. São coisas muito periféricas, e daqui a pouco a manidade se destrói por causa deles. Então, é muito importante, gente, que esse nosso bate-paco possa ser uma sacolejada, né? Vamos pensar na vida, tá com a vida, estou com ela, tá com crescimento, tá com a justiça, tá com a fraterridade, com a compaixão, estou com ela. Esse é o meu partido. Que na verdade, não pode ser chamado de partido, porque ele não está partido, ele trabalha pra unidade. Trabalha em unidade. Muito cuidado com todo tipo de alienação. Que na verdade, não chega a ser sequer um pensamento. Como eu falei pra vocês, a alienação não tem nada a ver com o pensamento. A alienação é ovo de cuco. A alienação não passou pela reflexão. Temos que aprender a assumir as redes da nossa vida, pensar a nossa vida, ter identidade, saber onde queremos chegar com tudo isso, e ser o pastor de soma para a vida. E não de prejuízo. Por causa de questões absolutamente irrelevantes. Se você gosta dos nossos conteúdos, saiba que na Cropoli Play, a plataforma de streaming da nova Cropoli, você encontra mais de uma centena de palestras e séries inéditas, que gravei especialmente para lá. Experimente gratuitamente por 7 dias e aproveite essa jornada de conhecimento e inspiração. E ao assinar,
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Podcast Summary
Key Points:
Vivemos uma época marcada por rigidez, ódio e divisões, onde a flexibilidade é vista como fraqueza ou corrupção.
A verdadeira flexibilidade é saber até onde ceder sem prejudicar os outros, e não abrir mão de princípios.
As redes sociais exemplificam essa rigidez
Muitas vezes sacrificamos a convivência pacífica por banalidades, esquecendo princípios civilizatórios essenciais.
O pensamento verdadeiro não é apenas racionalizar instintos, mas buscar valores universais como justiça e bondade.
A leitura passiva sem reflexão crítica leva a aceitar ideias sem questionamento, incluindo disparates e modismos.
É necessário refletir diariamente sobre nossas ações e coerência com ideais, em vez de apenas absorver informações externas.
Summary:
O texto critica a rigidez e a intolerância que dominam a sociedade atual, onde as pessoas atacam umas às outras nas redes sociais por diferenças de opinião, sem espaço para diálogo respeitoso. O autor defende que a verdadeira flexibilidade não é corrupção, mas saber ceder em questões irrelevantes para preservar a convivência pacífica. Ele alerta que estamos sacrificando princípios civilizatórios por banalidades, e que o pensamento autêntico não é apenas racionalizar instintos ou paixões, mas buscar valores universais como justiça e bondade.
Também critica a leitura passiva e a aceitação acrítica de ideias, especialmente em livros de autoajuda ou modismos, que oferecem soluções fáceis para problemas complexos. Para pensar corretamente, é preciso refletir internamente, questionar o que é verdadeiro e falso, e avaliar se nossas ações são coerentes com nossos ideais. O autor conclui que a sociedade precisa recuperar a capacidade de pensar por si mesma, em vez de seguir ondas de opinião ou ataques pessoais, para que possamos viver em paz e valorizar a vida humana e a natureza.
FAQs
Flexibilidade da maneira correta é saber até onde podemos ter margem de manobra nos pensamentos e posições, sem prejudicar os outros, permitindo viver e deixar viver.
Porque nelas a probabilidade de ser atacado ao expressar uma opinião é alta, mostrando rigidez e falta de respeito por opiniões diferentes.
Estamos sacrificando o princípio civilizatório de viver em sociedade sem violência, trocando-o por banalidades e divisões.
Pensar verdadeiro é buscar a verdade e trazer valores universais ao mundo, enquanto racionalizar instintos é usar a razão para justificar paixões e desejos pessoais.
Significa refletir sobre justiça, bondade e outros ideais, e aplicá-los na vida cotidiana para torná-los reais e vividos.
Porque ler um livro apenas como informação não é suficiente; é preciso viver e experimentar o que o livro ensina para transformar informação em sabedoria.
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