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#62 - Como escrever o roteiro perfeito para os seus conteúdos na prática

27m 4s

#62 - Como escrever o roteiro perfeito para os seus conteúdos na prática

O episódio ensina três metodologias para criar roteiros de conteúdo, cada uma com um objetivo específico. A primeira, BMAP, foca em gerar ação imediata: o conteúdo deve começar ativando a motivação do público ao tocar em dores reais (como frustração ou ambição), depois simplificar a solução para que o cliente sinta que é capaz, e por fim oferecer um micro-CTA (como comentar uma palavra) em vez de um passo grande. A segunda, Framing Effect, é usada para aumentar o valor percebido do produto, desafiando crenças comuns do nicho e mostrando que o problema não é o preço, mas a forma como o valor é apresentado. A terceira, Mera Exposição, serve para manter a marca na mente do público sem apelo direto de venda. O apresentador reforça que não há fórmula mágica: o roteiro ideal depende do momento do negócio (se precisa de vendas urgentes, leads qualificados ou reconhecimento). Ele também destaca a importância de um planejamento prévio (grade de conteúdo) e da aplicação prática dos aprendizados, incentivando os ouvintes a anotar os pontos principais e adaptá-los aos seus negócios.

Transcription

5338 Words, 29011 Characters

Portuguese
Como escrever o roteiro perfeito para seus conteúdos? Oi, esse é Jovem Vindal, Alveteau, que está um meu podcast sobre negócios. Rete sociais, gestão, tudo que eu acertei é rei durante mais de 11 anos, empreendendo. E, ao episódio de hoje, ele é uma continuação de vários episódios. Então, primeiro, eu ensinei a fazer a grade de conteúdo. Depois, eu ensinei a como organizar essa grade de conteúdo de acordo com as datas e as teorias e os objetivos. E agora, eu vou ensinar como fazer o roteiro. E eu quero fazer mais um que vai ver o último que é como gravar na prática. Então, beleza. Ficou toda esse planejamento. Agora, chegou muito a te gravar. O que você leva em um consideração para um dia de gravação para você conseguir fazer tantos conteúdos no mesmo dia? Então, esse eu acho que é o terceiro episódio de quatro. Então, se você ainda não assistir, os outros vai assistir, porque vale muito a pena. Esse episódio aqui é um episódio com a apresentação de três teorias. Por que? Existem um milhão de possibilidades de roteiro. Não adianta eu vim aqui e falasse para vocês. Ah, o roteiro é perfeito. Começa assim, depois vem assim, depois vem assim. Eu uso vários tipos de teorias, que eu chamo de "frame your works" e "metodologias". Então, tem vários methodologias diferentes para escrever roteiro. Depende muito do seu objetivo. E depende muito de como você quer que as pessoas compreendam aquele vídeo. Se você quer que seja um vídeo mais longo, mais curto, mais explicativo, com objetivo direto de conversão ou com objetivo de autoridade, ou com objetivo de para você social. Então, o roteiro não existe um roteiro mágico, assim, uma fórmula mágica que, para qualquer objetivo serve. Não, ele vai variando. Por isso que eu escolhi trazer três teorias aqui e três formas de roteiro que vocês podem aplicar. Mas antes disso, eu quero falar uma coisa muito importante, que é nós temos um pedajo neste podcast. Eu espero que você compra este pedajo. Como é este pedajo? Independente se você está no YouTube ou se você está no Spotify, se você escutar qualquer coisa nesse episódio, que você fala assim, "Cara, nunca pensei nisso". Nossa, que legal. Vou aplicar no meu negócio. Você tem que comentar a tapago. E se você está no YouTube, ou eu estou de olho em, se inscreve no canal, porque. Gente, é uma luta para chegar em 100 mil seguidores. Eu não tenho 100 mil inscritos no canal, eu tenho 77 mil. Eu estou muito teada, eu faço vídeo toda semana. Eu estou em 77 mil, quero chegar em 100 mil. Então, por favor, vai lá se inscrever para chegar em 100 mil. Obrigada. E se você estiver no Spotify, eu vou pedir para você avaliar o nosso podcast das cinco estrelas. Ele é muito vale do estar. Essa avaliação me ajuda demais. Mas, sim, mais de longo, se vocês já entenderem um pedajo, tudo mais, a gente vai começar. Quais são as três teorias que eu vou trazer hoje? A eu vou trazer a teoria que chama "Bemep". É uma teoria para quando eu quero que a pessoa faça alguma coisa no final. Então, vou dar um exemplo. Às vezes, a gente está precisando aumentar o engajamento no meu perfil. Aí, eu vou lá e usar a teoria "Bemep", que é a teoria para a gente aumentar o direcionamento da pessoa. Então, ela vai comentar no meu post, ela vai compartilhar, ela vai fazer alguma coisa. Ou, realmente, quando a gente quer que tenha uma venda imediata, às vezes tem vezes que ia ser aí, num batiramento de faturamento dos cursos. Aí chega, na última semana do mês, eu vou lá e faço uns dois roteiros "Bemep" e a gente bate a metam. Então, até o roteiro dos meus vídeos, eles são pensados de acordo com o objetivo que eu quero ter naquele momento. Segundo é o "Framing Effect". Eu uso essa teoria quando eu quero que a pessoa enxergue mais valor no que eu tô oferecendo. Então, vamos por a minha mentoria. Gente, eu sempre vou dar exemplos com os meus produtos, porque eu acho que fica mais fácil de tangibilizar. Não é que eu quero ficar falando de mim o tempo todo, porque às vezes eu recebo alguns redes falando, "Ah, você só dá exemplos seu, mas eu não tenho como dá exemplos de outra pessoa, porque eu nem sei se eu sou outra pessoa, deixa eu dar uma exempla dela, e também não tenho profundidade. Então, eu vou sempre dar os meus exemplos, só pra vocês terem uma noção e adaptarem para o negócio de vocês. Mas o "Framing Effect" vou dar uma exempla da mentoria. Vamos supor que eu fiz um vídeo da mentoria e chegou muito lide para o comercial, mas eles não tão qualificados, eles não tão vendo o valor da mentoria. Então, eles acham caro, eles não querem fechar, porque acham caro. A culpa é 90% das vezes não é do comercial, né? Se o comercial for bem treinado, e tiver todo o processo redondo, não é. É a forma com que você abordou isso para levar o lide para lá. Então, aí eu uso "Framing Effect" que quando eu quero, aumentar o valor agregado daquele produto. E aí, é muito engraçado, gente. Eu uso, por exemplo, estou usando uma estratégia de BMAP, porque eu vou viajar e isso acontece aí e realtar. Eu uso uma estratégia de BMAP, porque eu vou tirar férias. Eu não sei quando vai sair esse podcast, mas eu estou gravando ele no dia 26 de maio. Eu saio de férias de um de junho, e eu fico 16 dias fora. Então, o que eu precisava? Eu precisava que os meus comercials tivessem muito lide para lidar enquanto eu tiver fora, né? E aí eu fiz um conteúdo de BMAP. E aí, gerou um monte de lide para lá, só que nem todos os lides estavam vendo o valor da mentoria. Então, "Vai, tá caro!" Então, o que a gente fez foi lá e fez um conteúdo de "Framing Effect". Cara, a diferença da qualidade do lide é a "B" surda. Vocês vão ficar chocados depois que vocês escutarem esse episódio até o final. E o último é a gente chama de "Mera Exposição". É um "Merry Exposier", mas aí é um chato, tipo, ficar falando inglês. Mas é que realmente as teorias não vêm do Brasil. É um efeito de "Mera Exposição". É quando você quer ser lembrado. Então, eu uso isso quando eu quero, por exemplo, sabe quando você conta do "Tá muito comercial" ou "Tá muito focado em produto", eu uso esse tipo de roteiro. Mas eu vou explicar tudo e vocês vão entender. Então, a gente vai começar pelo BMAP. Esse episódio, um episódio que eu queria muito, você pode ouvir no carro na academia onde você tiver. Mas eu queria muito que vocês, depois que voltassem para casa, ouvissem ele de novo anotando, tá? Ou aonde você tiver a nota os pontos principais para que depois vocês consigam aplicar. Eu não quero que vocês escutem o podcast sem aplicar, tá? Eu trabalho muito, muito, muito para trazer temas e trazer roteiros aqui no podcast também, que são roteiros que, cara, você escutou, você vai aplicar no seu negócio. Então, por favor, façam isso que vocês vão ver que vai mudar muito. Vamos começar pelo BMAP, tá? Então, a gente vai começar anotando as coisas do BMAP. Qual é a lógica sem entrar o BMAP? É que ele entende porque que chama B, B, é igual a MAP. São todas as iniciais ingleses, eu vou traduzir por isso que não vai fazer sentido nenhum, mas todas as palavras que eu falo as iniciais são ingleses. Que que ele fala? Que B, que é comportamento behavior, é igual a motivação, habilidade e prompt se encontram no mesmo momento. Escreve aí B, MAP é quando comportamento é igual a motivação, mais habilidade, mais prompt que seria um direcional. Em uma tradução simples que acontece, a pessoa precisa querer, que é a motivação, ela precisa sentir que ela consegue, que é habilidade e o prompt que é o direcional ou CTA, que ela precisa receber um comando claro para o que ela vai fazer. Em um conteúdo, o que isso significa? Motivação é igual a mostrar o desejo, mostrar a ambição, mostrar urgência emocional daquilo. A habilidade, simplicidade, clareza, sensação de nossa, realmente eu consigo. E prompt CTA, que vai ser uma venda, um próximo passo, comentar, enfim. E aí, o que acontece? Porque eu gosto muito. Eu uso muito o BMAP nos meus conteúdos, vocês podem me perceber. Que eu sempre trago ali um desejo, então, tipo assim, porque você não sabe criar conteúdo, criando uma grande conteúdo do zero, fazendo, "Nana, depois eu trago uma metodologia que ela é muito simples, você pensa assim, "Cara, é só isso!" Então, esses são os passos, "Cara, eu consigo!" E aí, depois eu faço um CTA para você comentar, ou, tipo, quando eu tiver um método de três séculos que gravar até hoje, mas eu estou reformando um quarto aqui para gravar, eu vou vender ele, tá? Como que começa? O grande erro é que a maioria dos conteúdos, eles querem que resolva tudo pela motivação. Então, vai falar do produto, "Coloca urgência, fala de benefício, usa gatilho, repete, muitas vezes que a blusa é boa, que o produto é bom, coloca depoimento, coloca preço, só aqui, a pessoa ela é já que, às vezes tem muitas vezes que a pessoa é já que ela já entendeu o seu produto. Mas o que impede ela? Mas o que impede ela é o esforço mental. Então, assim, ela pode amar o seu produto, mas ela ainda não entendeu o próximo passo. Ela achou muito difícil escolher qual é o melhor produto para ela. Ela ficou com medo de errar, ela não tem certeza de se é realmente para ela. Ela não sabe qual das opções dentro dos seus produtos pegar. Ela não entendeu a transformação. Então, a gente precisa deixar tudo isso claro. Então, vamos para estruturas estratégicas do B-Map. Você vai começar ativando a motivação. Você vai começar pelo incómodo, maior incómodo do seu cliente hoje. Você não vai começar explicando. Você não vai começar contextualizando. Você vai começar tocando em uma coisa que a pessoa já sabe, já sente, já sofre, mas ainda não sabe nomear. Então, por exemplo, se eu vendo Skincare, eu posso falar assim, a sua pele não precisa de mais produto para de ficar indo na farmácia toda semana e comprando um produto novo para a sua pele. A sua pele precisa de uma rotina única, clara, fácil e personalizada. Você entendeu o que? Toda mulher, eu não sei se estava meu vida ou meu mulher, mas toda mulher quando vai na farmácia, ela inventa de comprar um novo hidratante, um novo negócio para a olheira, só que assim, a pele não vai precisar disso, a pele precisa de uma rotina de conteúdo que seja personalizada. Então, isso é uma dor que você sente e isso é uma dor que você não sabe nomear porque você não sabe nomear porque que você vai na farmácia toda vez e compra e eu trouxe luz sem contextualizar demais. Se eu tivesse uma agência de marketing, por exemplo, eu posso começar falando assim, o ruk inicial. Você posta conteúdo todo o santo dia, mas sabe por que você não vende? Porque os seus conteúdos não geram decisão. Sem ter que eu dei um nome para o mador que você sente, que é, "Cara, eu posso conteúdo todo dia, eu não consigo vender na mesma proporção que eu crio conteúdo". O que é isso? Ah, é um conteúdo? Não, desses olhos. Ok, então, entendi. Então, esse é a forma. correta da gente começar a trazer de do web map. Então, assim, quais são bons pontos de motivação? Uma perda silenciosa, então, por exemplo, se sente que seu faturamento está diminuindo e você continua criando conteúdo da mesma forma, ok, é uma perda silenciosa. Desedio reprimido, você tem um sonho de criar um conteúdo e vê as vendas caindo ao mesmo tempo, isso é um desejo que reprimida. Eu tô criando tudo na minha cabeça agora, tá gente? Se ficar meio ruim, se é exigno. Frustação recorrente, todo dia você vai lá, se maqueia, arrumou o cabelo, coloca o tripé, coloca o microfone, grava um conteúdo e ninguém comenta. Sem entender o que eu coloquei a frustração recorrente pra ir batendo, você viu que tudo coloquei ponto, né? Acorda arrumou o cabelo, se maqueia, monta o tripé, o local microfone, isso é a frustração recorrente. Ambição clara, sabe aí você pode fazer uma tela verde, então você pode colocar uma pessoa aqui que todos os conteúdos dela dão muito bom, tipo a Mary Kruger, a DNA Keller, elas têm conteúdos muito bons, então dentro dos dentes delos, então assim você pode pegar Mary Kruger aqui no fundo e colocar todos os números dela, então super engajados, enfim, aí você pode colocar assim, se já imaginou ter esses números aqui, eu descobri qual a metodologia por trás dos conteúdos da Mary Kruger, acabou amorei, rasaste. Com foração desconfortável, comparação desconfortável pode ser você pegar uma realidade do seu cliente hoje e uma realidade de alguém, tipo que eu fiz da Mary Kruger aqui, eu coloquei só o dela, mas você pode colocar, tipo, você pode apagar o nome das pessoas e colocar, tipo assim, esse daqui é um cliente que possa todo dia ser em estratégia, e esse daqui é um cliente que possa todo dia com estratégia, a diferença entre eles, a falta da minha metodologia, acabou amorei, só a vender. O oportunidade ignorada, então assim, você pode desenhar toda a sua metodologia e falar assim, e colocar o seu serviço como uma oportunidade que ele tá ignorando naquele momento, ele vai serem impactado, então por exemplo, nos últimos seis meses eu estou criando uma metodologia que me fez sair de tantos seguidores para tantos seguidores, e só hoje eu vou te contar como você pode fazer isso. Então, acho que vocês já entenderam, né, de toda as demandas do bé. E aí, depois do Hulk, o roteiro, ele sempre precisa dar uma liviada, então se bate muito forte no Hulk, você vai falar uma coisa que seja bem assim, que é pessoal, meu Deus, e aí depois a pessoa precisa sair com a sensação, não sei, eu entendi, mas isso é muito mais simples do que parecia. Se você for apresentar uma coisa aqui, vai ser extremamente complexa, você não vai conseguir vender, a pessoa vai pular, porque pensa que a quantidade de conteúdos que ela tá vendo no perfil dela ali rodando, e aí chega você com uma super complexidade, ela não vai ficar. Você sempre tem que pensar que assim, o cliente precisa pensar, eu não preciso mudar tudo do meu negócio hoje, eu posso começar por somente uma coisa, no caso do skin care, por exemplo, lembre que eu falei da farmácia, você pode virar e falar assim, antes de você lá na farmácia cada dia comprar um produto novo, vamos ajustar o básico, vamos ajustar a ordem dos seus produtos. Primeiro você tem que ter limpeza, depois você tem que ter hidratação, e depois você tem que ter proteção. Você tem esses três, você não precisa de mais nada. Tá vendo que eu faço ele ter, eu tirei o monstro, né, a pessoa cria um monstro maior do que é, eu tirei esse monstro. Na consultoria de marketing, se eu fosse falar para a pessoa que ela tá criando muito conteúdo sem o objetivo de decisão, como que a pessoa vai pensar, pude alô, tem que refazer todo meu marketing, vou ter que contratar uma pessoa, vou ter que fazer isso, você vai falar assim ó, antes de você pensar em refazer todo seu marketing, vamos olhar uma coisa, é um teste que vai te levar a menos de cinco minutos, pega seus últimos cinco postes, e marca se eles estão atraindo, educando, provando ou vendendo, isso vai te mostrar quais são as funções que você usa sem nem perceber. Tá vendo que eu trouxe para a clareza, eu trouxe para a simplicidade, o conteúdo que é bom gente, ele não vai só mostrar ador, ele vai mostrar a saída, o ruky sem falar como se o problema fosse maior, o problema do mundo tivesse um tisso na minha, depois você vem, alivia isso, e depois você dá o direcionamento, então aí a gente vai para o micro passo, né, porque o grande erro do CTA é quando a pessoa faz uma coisa muito grande, então ela vira para o CTA e vai falar assim, a gente agora venha na minha clínica, gente é um passo gigantesco, eu saí da minha casa aí na sua clínica, é um passo gigantesco, eu entrar no superfio, conversar com você, ver as horas que você tem, e a gente dá uma consulta, é um passo muito longe, então a gente vai falar de micro passos, quando a gente vai falar do CTA, comenta uma palavra, então aí você faz a pessoa comentar alguma coisa, e aí você começa a conversar com ela no direct, porque é o que você faz, você conversando, você vai direcionar para onde ela tem que ir, e não ela vai ter que fazer sozinha, aquele esforço daquele passo gigantesco, então vou dar alguns exemplos para vocês, para ficar mais claro de como vocês devem fazer, então loja de roupa, motivação, você não precisa de mais roupa, você precisa de peças que resolvam seu dia a dia sem te dar dor de cabeça, tá, então é uma dor que as pessoas sem tem que ir, tipo assim, elas abrem o armário, tá cheio de roupa, só que elas não sabem comprar peças que realmente você vai colocar e vai resolver o bell, porque aqui funciona, não vende a peça pela peça, vende redução de esforço na hora de se vestir tudo que vem der redução de esforço está assim, mil, mil anos na frente dos outros, e transforma a roupa numa rotina, né, então assim, todo mundo já teve a dificuldade de chegar a estar atrasada, ter que abrir lá, olhar um monte de roupa e nada combina, aí a gente vai reduzir a dificuldade, então eu vou falar assim, em vez de você montar um look inteiro do zero, vamos começar do básico, vamos começar por uma peça que ela vai funcionar bem, tanto com tênis, com salto e com rasteira, é só isso que você tem que fazer, aí eu dou um micro passo, nunca vou dar um CT a claro, ó, escolha uma peça que você conseguiria usar em três ocasiões reais da sua semana, aí você pode ver com uma prova, se você quiser, você pode pegar a calça, por exemplo, e mostrar a mesma calça em três situações, num almoço, numa reunião e no aeroporto, por exemplo, e aí depois você vem com o CT a, ah, comenta a look que eu te mando essas três combinações, isso é um roteiro B-Map, agora a gente vai para a teoria do framing effect, que a teoria do da percepção de valor, o que que ela prevena, que uma forma com que aquela informação, ela é apresentada, pode mudar o nível de decisão das pessoas, então sim, o mesmo produto, ele pode parecer caro ou barato, pode parecer necessário ou desnecessário, pode ser um gasto, pode ser um investimento, pode ser um preço alto ou um preço justo, eu gosto muito de trazer esse exemplo aqui, esse roteiro aqui, porque muitas vezes o problema de você vender não precisa ser o produto, o preço ou o roteiro, provavelmente é como você demonstra o valor desse produto, porque tem muita marca que me acompanha, que eu trabalho com a marca, e ela só consegue vender com promoção, com frete grátis, com desconto, e isso acontece por falta de valor agregado, então como é uma estrutura de um roteiro focado em aumento de percepção de valor, você vai começar a mostrar como as pessoas enxergam um problema, então por exemplo, muita gente acha que produto bom para pele é produto viral do TikTok, ou já fui impactante, pessoas já vão parar e vão falar caramba aí, eu acho, porque eu mesmo acho, às vezes eu acho que produto coreano, só porque tá viralizando o melhor produto para pele, muita gente acha que roupa de boa qualidade é roupa bonita, gente tem muita roupa que fica bonita lá na foto, mas que quando você vai colocar na mão é horrível, então você vai pegar uma coisa que a pessoa realmente acredita dentro do seu nicho e você vai truci da ela, sabe aquele momento que a pessoa ele fala assim "nossa, mas eu nunca tinha pensado nisso", e aí a pessoa fica assim "nossa, será", e aí você começa a falar assim "carei, eu acho que não é o produto que tá errado, é a forma com que eu penso", porque o que acontece, muita gente em vários roteiros eles querem vender o produto, né, então aí esse livro é incrível, "ah, vamos tentar fazer com o livro, vamos", então vamos lá, apresentar a visão comum, quando você vê esse livro aqui, muita gente acha que vai ler um livro de marketing, e vai resolver toda a vida, muita gente compra 300 livros de marketing, leim, e o negócio não muda, um sentavo, um dia, porque muita gente acha que nem vai comprar o livro e vai mudar a vida, aí o que eu venho, venho e quebra a mudura, sabe qual o problema? Até hoje você comprou o livro de marketing errado, aí a pessoa vai falar "caramba, será?" porque será que eu comprei o livro de marketing errado, beleza, aí a gente vai mostrar o custo de você continuar naquela mudura errada, não basta eu só falar que você comprou errado, a sua vida e toda, um livro de marketing, você precisa mostrar o prejuízo dele, continuar agindo do mesmo jeito, aí vou falar pra você, que é tudo bem, um livro custa quanto, 50, 60 reais, vamos supor que você comprou 10 livros, jogou 5,600 reais fora, ok, o problema não é isso, quanto tempo você leva pra ler um livro desse, e se você acaba de ler o livro e você percebe que você presideu todo o tempo que você gastou sendo um empresário que poderia estar fazendo seu negócio faturar mais, acabou? Mostrei o preço pra ele, que até agora ele leu o livro errado, e qual que é a dor dele continuar? Ok, existe a dor financeira, dele ter comprado um livro que não mudou nada, existe, mas coloca o principal dor do empresário, falta de tempo, e aí eu bato nessa dor, agora eu vou mostrar a a moldura estratégica, a pessoa vai falar assim "carra, o que ela vende realmente fora da realidade, eu preciso, ela me fez enxergar uma coisa que eu nem chegava a a evolvirá, e vou falar assim, esse livro aqui vai mudar o seu negócio, e por que que ele é o único no Brasil que tem a capacidade de mudar o seu negócio? Porque ele foi construído a partir de três pilares que não existem em nenhum livro de marketing, primeiro história, eu te conto como eu apliquei aquela teoria em um um negócio prático em 11 anos empreendendo. Segundo teoria, eu te conto exatamente a teoria da antes passão da história. do Storytelling, da geração de desejo, do marketing de influência. Então, você vai ter conhecimento teórico. E, por último, você vai ter uma aplicação prática. Eu desenhei um framework para absolutamente cada capítulo que é universal. Você vem de serviço, serve para você. Você vem de produto, serve para você. Eu peguei tudo que eu aprendi dentro daquilo ali e desenvolvi um passo a passo. Então, esse livro aqui não existe no mercado porque ele é um curso em formato de livro. E ele foi feito para a empresário que não quer ficar gastando tempo. O tempo é ouro, então, um preciso de coisas que você vai aplicar no seu dia a dia. E aí, a pessoa vai falar, "Cara, eu nunca pensei nisso." E aí, se você quiser, eu posso ir mais profundo ainda, eu posso falar, "Oh, esses daqui são todos livros de marketing. Aqui tem 10 livros de marketing do meu lado. Todos eles têm uma coisa em comum." Ou eles são biografia em que eles contam a história da marca ou eles são teóricos. Eles contam a teoria por trás do marketing de permissão da estratégia do trader de atenção. Nenhum deles foi pensado como metodologia aplicada na prática. Aqui os autores estão escrevendo sobre eles. Não estão escrevendo para o cliente, para o leitor. Diferente desse daqui, em que ele foi escrito para contar a minha história, contar a estratégia, ensinar a teoria e, no final, desenhar uma metodologia que você vai copiar no seu negócio. Obviamente adaptando para o seu nicho, mas ele é um framework universal para todo mundo. E você vai colocar em prática no dia seguinte e você vai ter resultado. Acabou meu amor! Você quer comprar meu livro, não quer? Pois é. Framing Effect. Eu vou deixar o link, a brincadeira. Não é, eu vou deixar meu. Se você não compre ainda meu livro, eu vou deixar o link tanto no YouTube quanto no Spotify. Tá na Amazon, tá? Também sei que isso é entrar na Amazon 10 estratégias de marketing e no link de savasca, tá lá. Assim, a gente crô junto um conteúdo de Framing Effect. Em algum momento, você se preocupou com o preço do livro. Depois que eu falei tudo isso. Não. Porque eu consegui aumentar o valor agregado do livro com base nos benefícios dele. E por último, a teoria do roteiro que crie a memória de marca, que é a mera exposição. Por que que eu trouxe essa teoria aqui? Quanto mais uma pessoa exposta a um mesmo estímulo maior tende-se a familiaridade com ele. Então, por que é que uma música. A gente. eu fiz esse estudo, né? Posterios, os stories fazem um tempo. Tem algumas músicas que são as músicas virais, como músicas do. é. Zé Felipe, da Ana Castela. E são músicas que. elas acabam despontando muito rápido. E são músicas que usam como base batidas que a gente já conhece. E por que hoje em dia tem tanta música com batidas que a gente já conhece? Porque a chance da gente gostar de uma música, que a gente já conhece a batida é muito maior do que a chance do nosso cérebro trabalhar do zero uma batida que a gente não conviu. Então é por isso que tantos cantores, tantas bandas, estão tentando usar batidas que já existem. E aí, qual que é o grande ponto? Muita gente acha que para crescer ela sempre vai precisar inventar algo novo. Então, um novo formato, uma nova edição, um novo rucco, um novo jeito. Se vocês forem analisar com profundidade, os conteúdos que eu tenho no meu Instagram, são conteúdos repetidos. Então, eu repito o rucco. Eu sempre falo como começar do zero tal coisa. Como começar do zero tal coisa? Eu sempre repito o formato. Então, você vai ver que normalmente eu estou no mesmo lugar, com o mesmo fundo, com a mesma edição. Isso faz com que você tenha mais familiaridade ao meu conteúdo e você goste mais daquele conteúdo. Porque é uma marca lá não vai se construir sempre com novidade. A novidade ela é muito importante, mas pensa que se toda vez que eu ver um conteúdo seu, eu preciso pensar quem é você, porque o conteúdo fica mudando o tempo todo, vai ficar muito difícil de eu criar, de você criar uma associação. Como é uma estrutura de roteiro que é focada na familiaridade, na construção de proximidade? Você sempre tem que começar com uma frase ritual. Você vai desenhar um quadro e você vai repetir esse quadro. Uma vez por semana eu tenho o meu rio do educacional, pelo menos uma vez por semana. Eu grave no mesmo lugar, a edição é igual. Normalmente eu toco o mesmo óculos. Vocês podem ver que eu grave conteúdo com óculos e sem óculos. Quando eu contei o educacional eu grave com óculos. Tudo é intencional. Eu começo sempre do mesmo jeito. Vamos criar uma grade de conteúdo juntos do zero. Vamos aprender a criar um roteiro para instaurar os juntos do zero. Então vocês vão ver que eu sempre falo esse rook. Tem um roteiro que eu uso de mere exposição. Então é um quadro fixo que eu quero que as pessoas me conheçam por isso, por criar coisas do zero. Eu sou uma pessoa que eu tiro empresas do zero e vou para muito grande. Ou empresas que faturam o celular. 10, 50, 80 mil e vão faturar milhões. Então é isso que eu fiz da minha vida. Eu tiro coisas do zero e faturo ali os primeiros 10 milhões dela. E aí o que a gente coloca como padrão reconhecível? Tem várias coisas que podem ser um padrão reconhecível. Estrutura narrativa. Eu uso a estrutura narrativa como padrão reconhecível. Então vocês podem analisar tudo o que eu falo. Mas eu sempre falo. Vamos ganhar do zero. Aí eu venho com os passos. Passo 1. Baba, baba, baba. Passo 2. Bana, na, na. Passo 3. Tana, na. Então eu vou com passos. Essa estrutura narrativa é uma estrutura que funciona muito bem para mim. Então você pode achar a sua própria estrutura narrativa. A abertura, enquadramento, cenário, edição, formato, isso, pelo menos uma vez por semana, tipo toda semana, tem que repetir mais um quadro. Porque a pessoa tem que ter familiaridade com seu conteúdo. Que uma recompensa previsível. Isso é uma estratégia que eu coloquei recentemente. Acho que só tem três vídeos meus que eu fiz essa estratégia. Que é, toda vez que eu que quero fazer. Eu quero fazer com que os meus seguidores entendam. Que quando eles assistem um re-usme educacional até o final, eles vão ganhar uma recompensa. Não tipo um cachorro, tipo assim. Ah, esse date é ganhar um biscoitinho. Se senta ganha um biscoitinho, é tipo isso. A pessoa precisa saber que sempre que tiver aquele formato ela vai ganhar uma recompensa no final. Isso cria um hábito de consumo. Então eu estou desenvolvendo alguns documentos para enviar pelo direct para as pessoas que comentam. Eu estou gravando esse vídeo dia 26, dia 25 eu postei um vídeo fazendo exatamente isso. Então o que eu quero? Eu quero que a pessoa sempre fale. Hmm, eu vou assistir o vídeo da letícia porque no final provavelmente ela vai me dar algo que outras influenciadores não dão. E fechar com continuidade. Vocês sabem que eu sempre comento. É sempre falo assim no final. Se você quer que eu faça tal tal tal, comenta a parte de dois. Se você quer que eu faça um vídeo pro seu segmento, comenta o que você vende. Sempre trazer continuidade. Isso também vai ajudar na familiaridade. Bom gente, esses foram os três teorias de roteiro para hoje. Eu espero que vocês tenham gostado. E eu quero muito fazer o próximo vídeo que é o vídeo da gravação. Então agora é tipo assim, se já entendeu o roteiro, entendeu o objetivo, escreveu o roteiro. Ok, vou começar a gravar. O que eu faço com o roteiro na mão? Então se você quer que eu faça esse vídeo, comenta a vídeo da gravação ou faz a gravação. Alguma coisa assim para eu saber que vocês realmente querem gravar. Tá bom? Um beijo e até a quarta-feira aqui vem.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Não existe um roteiro mágico universal; a escolha da metodologia depende do objetivo do conteúdo (conversão, autoridade, valor percebido ou lembrança).
  2. A teoria BMAP (Behavior = Motivation + Ability + Prompt) é ideal para gerar ação imediata: ativa a motivação pela dor, simplifica a habilidade e oferece um micro-CTA.
  3. O Framing Effect serve para aumentar o valor percebido do produto, quebrando crenças comuns e reposicionando a oferta como investimento.
  4. A Mera Exposição é usada para manter a marca na mente do público, sem foco comercial direto.
  5. O roteiro BMAP começa com um incômodo real do cliente, depois alivia a complexidade e termina com um passo simples (ex.: comentar uma palavra).

Summary:

O episódio ensina três metodologias para criar roteiros de conteúdo, cada uma com um objetivo específico. A primeira, BMAP, foca em gerar ação imediata: o conteúdo deve começar ativando a motivação do público ao tocar em dores reais (como frustração ou ambição), depois simplificar a solução para que o cliente sinta que é capaz, e por fim oferecer um micro-CTA (como comentar uma palavra) em vez de um passo grande. A segunda, Framing Effect, é usada para aumentar o valor percebido do produto, desafiando crenças comuns do nicho e mostrando que o problema não é o preço, mas a forma como o valor é apresentado.

A terceira, Mera Exposição, serve para manter a marca na mente do público sem apelo direto de venda. O apresentador reforça que não há fórmula mágica: o roteiro ideal depende do momento do negócio (se precisa de vendas urgentes, leads qualificados ou reconhecimento). Ele também destaca a importância de um planejamento prévio (grade de conteúdo) e da aplicação prática dos aprendizados, incentivando os ouvintes a anotar os pontos principais e adaptá-los aos seus negócios.

FAQs

BMAP significa Behavior (comportamento) = Motivação + Habilidade + Prompt (direcional). Você ativa a motivação com uma dor ou desejo, simplifica a habilidade para o cliente sentir que consegue, e finaliza com um CTA claro e micro-passo.

Comece ativando a motivação com o maior incômodo do cliente (ex.: perda silenciosa, frustração). Depois, alivie a complexidade mostrando simplicidade, e termine com um CTA micro (ex.: 'comente X para eu te mandar as combinações').

Framing Effect é a teoria de que a forma como você apresenta a informação muda a percepção de valor. Use quando o cliente acha seu produto caro ou desnecessário, para mostrar que é um investimento, não um gasto.

Apresente uma visão comum do problema (ex.: 'produto viral é melhor para pele'), depois quebre essa crença mostrando uma nova perspectiva. Isso aumenta o valor percebido sem precisar de desconto.

É um efeito onde você quer ser lembrado pelo público, sem foco em venda imediata. Use quando o conteúdo parece muito comercial ou para construir autoridade e presença de marca.

BMAP foca em ação direta (ex.: comentar, comprar). Framing Effect foca em aumentar o valor percebido do produto. Mera Exposição foca em ser lembrado e construir autoridade a longo prazo.

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