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#61 - Planejar e criar conteúdo | PARTE 2 EXECUÇÃO PRÁTICA

27m 27s

#61 - Planejar e criar conteúdo | PARTE 2 EXECUÇÃO PRÁTICA

Neste episódio, o apresentador ensina a segunda parte de como planejar e criar conteúdo na prática, após montar a grade de conteúdo. O foco é organizar as ideias dentro de uma semana, de segunda a domingo, usando a "teoria dos níveis": dias mais densos para conteúdos profundos (segunda a quarta) e dias mais leves para conteúdos superficiais (quinta a domingo), já que o engajamento pode cair se todos os dias forem iguais. Cada conteúdo deve ser etiquetado com uma função: atração (atrair novos seguidores), autoridade (mostrar expertise), desejo (criar vontade pelo produto), confiança (quebrar objeções) e venda (converter). A métrica principal para medir sucesso é o tempo de retenção de tela, não visualizações ou curtidas. O apresentador também destaca a importância de escolher o formato certo (como vlog, educacional ou bastidor) e o canal de distribuição (Instagram, TikTok, Stories) para cada conteúdo, evitando erros comuns. Por fim, ele recomenda usar a estratégia de "Deep Work" (trabalho focado) para produzir conteúdo de forma eficiente, separando blocos de tempo sem distrações, como WhatsApp ou notificações, para maximizar a produtividade.

Transcription

5444 Words, 29586 Characters

Portuguese
Como planejar e criar conteúdo na prática? Oi, esse é Jovem Vindal, LV Toxima, eu pude que este sobre negócios, redes sociais, gestão, vendas, e tudo que eu acertei é reivirante 11 anos empreendendo. E esse episódio, gente, foi o episódio mais aclamado de todo o século, de toda a vida, que é a partidôs daquele primeiro episódio que eu fiz sobre como montar uma grágio de conteúdo. Então eu expliquei tudo procurando aí, quem não assistiu, porque vale muito a pena. Eu expliquei tudo da grágio de conteúdo. Como criar uma grágio de conteúdo mês? Como olhar as datas de oportunidade, como montar, foi super legal. Aí é a partir do momento que você montou a grágio de conteúdo. O que você faz na prática? Então essa é a parte 2. E eu estou muito animada, porque foi um dos vídeos que mais um dos episódios do podcast tanto no Spotify quanto no YouTube que mais deu repercussão de comentário. E aí, aqui a gente tem dois pedagens que vocês já sabem toda semana, a gente tem esse pedagem. Que é assim que você escutar alguma coisa até um insight, uma estratégia que você ainda não conhecia o que você vai aplicar no seu negócio, o que fez sentido pra você. Você commenta tapago tanto no YouTube quanto no Spotify. Se você tiver no YouTube, se inscreve no canal, para o que você tá fazendo agora, e se inscreve no canal. Porque toda semana a gente tem conteúdo novo. E cada conteúdo aqui juro não sou porque eu faço. Mas eu faço com tanto carinho, com tanto cuidado, eu escrevo o roteiro, eu penso, eu trago o estratégia. Então é como se fosse um curso mesmo. Então vale muito a pena. E no Spotify, se você tiver no Spotify, vai lá em LV Talks, 83 bolinhas no canso superior direito, só dar cinco estrelas, que vai ajudar muito a gente. Sem mais delongas, vamos começar. Então, o que a gente aprendeu na nossa primeira etapa? A gente aprendeu a fazer a grade de conteúdo, entender quais são os conteúdos interessantes, quais não, enfim. Agora a gente vai ir pra parte mais tática, a gente vai descer um pouco mais. Então vamos supor que você já tem todas as ideias da semana, mas elas não estão organizadas na semana. Primeira coisa que a gente vai fazer é organizar essas ideias de conteúdo dentro de uma semana única, de segunda a domingo. E como que a gente faz essa organização? Primeiro a gente tem algo que a gente chama de Level Terry, que é a teoria dos Níveis. Cada dia da semana, a gente precisa ter um uso do cérebro de uma maneira diferente. Pense comigo. Se todo dia, absolutamente todos os dias, eu te entregar só conteúdo de ensso em algum momento o meu engajamento vai cair. Ao mesmo tempo que se todo dia, eu te entregar conteúdo raso, superficial, em algum momento o meu engajamento vai cair também. Ou eu não vou conseguir vender o meu produto, que é que a gente não faz nada pra sopreengajamento. Então o que a gente faz essa divisão? Primeiro a gente faz a divisão dos dias da semana, que as pessoas estão mais aptas a consumir conteúdos mais densos. Então normalmente a segunda a terce e quarta. Do mingo é mais inesperacional, motivacional para o começo da semana. Segundo a terce e quarta, estão hápitos quinta, já começa conteúdo mais leve. E se este sábado são os conteúdos mais leves, eu só faço um conteúdo por dia. Então não tem a chance de eu ter dois conteúdos um de manhã em uma tarde e um sexto sábado. Porque são dias que as pessoas não estão tanto no celular, elas estão fazendo outras coisas, elas saem a noite, elas acordam mais tarde. Então a gente faz essa divisão. Como você faz isso na prática? Eu pego todas as minhas ideias de conteúdo e eu é como se eu tivesse etiquetado cada uma. E aí inclusive uma coisa muito legal é que eu tenho muito exemplo agora para dar para vocês, porque a gente já está com 18 m². Eu acho que eu vou fechar em 20 m². Eu vou tirar férias, então eu não vou pegar mais e eu quero dar uma pensada de como estou fazendo. Então a gente está com 18 m², eu vou fechar em 20 m² essa primeira leva. E aí, como eu faço exatamente isso que eu vou contar para vocês, como os m² além de um bilhão de outras coisas, a gente desenvolve sistema, a gente faz parte de delegar funções, processos, está sendo muito legal. A gente só recebe feedback, assim, "Cara, eu não imaginava que a sua mentoria era isso". Por mais que eu colocava uma expectativa muito alta, porque você, você, eu não imaginava que entregava isso. Então agora tenho vários queizes, eu vou dando exemplos de alguns mentorados mil, vocês vão conhecendo por nome a partir de agora. A gente vai pegar todas essas ideias e a gente vai colocar uma etiqueta em cada uma dessas ideias. Então, normalmente eu trabalho com cinco etiquetas. Aí, a etiqueta a, que é de atração, a etiqueta a, o que é de autoridade, a etiqueta d, que é de desejo, a etiqueta c, que é de confiança, e a etiqueta v, que é de venda. Essas são etiquetas que você pode colocar tendo por cor quanto por letra, e vai depender muito do seu objetivo. E qual que é a grande sacada disso? É você começar a definir qual é a função de cada conteúdo. Porque o que acontece? Muita gente, vou dar um exemplo de uma mentorada. Tem uma mentorada que ela é personal. E ela faz muito conteúdo focado em conversão. Muito conteúdo focado em venda. A gente conversando ela trouxe pra mim que ela que estava acontecendo de que ela não estava. ela estava conseguindo renovar as pessoas que já tinham o plano dela, mas ela não estava conseguindo atrair pessoas novas. Então, a gente mudou a estratégia dela. A gente desenvolveu metade da semana focada em atração. Metade não exatamente. Metade da semana focada em atração, vamos por, e metade em conversão. É claro que não é essa divisão que a gente tem várias funções dentro do perfil dela. A gente tem o objetivo de crescer a marca dela. A gente está desenvolvendo a marca pessoal dela também pra ela, começar a vender publicidade. Então, a gente faz esse trabalho 360. Mas as funções possíveis são. Atração. Tras vezes a gente nova gerar identificação e abrir consciência. Então são conteúdos que eles são topo de funil. Eles todo mundo vai se identificar com esses conteúdos. Segundo é autoridade. Então, como funciona a autoridade? Por que que eu vou contratar o seu serviço? Não vou contratar o outro serviço. Ele também, o autoridade, ele vai muito mais pra conversão. Pra meio e fundo de funil do que pra topo de funil. Então, vai mostrar qual é o critério que você usa pra. prescrivê um treino, por exemplo. Você vai ensinar o raciocino, então, ósse, aqui na segunda-feira eu treinei isso com você. Não faz sentido na teras, seu treina isso. É o que eu faço muito. Eu mostro todas as minhas estratégias. Não tem um tipo, porque eu decidi lançar desse jeito e não aceito desse jeito. E aí, quando a gente mostra metodologia por trás das nossas coisas, a gente tem uma autoridade muito grande. A gente consegue ser reconhecido por uma coisa que é só nossa. Por isso que uma das estratégias que eu uso também com vários mentorados é a gente criar nome claturas para os produtos, as metodologias para os produtos. Então, tem outro caso da Raquel. Raquel é uma conciera de viagens. Ela não é uma agência de viagens. Ela é uma conciera de viagens. Ela é mais focada em gestão de milhas e uma conciera de viagem premium. Então, pra viagens mais juxo. E aí, a gente tinha um problema com ela que ela oferecia várias coisas, mas ela não dava nome pra nada. Então, ela oferecia, por exemplo. Ah, e agora eu ofereço montar o pacote de viagem pra você. Mas aí pode ser um pacote. Em que eu compro pode ser um pacote que você compra, pode ser um pacote que eu pego hotel, transfer, faça até o reserva em restaurante se você quiser. Ou eu compro só a passagem em faça gestão de milhas. Eu falei pra ela, "Ah, tem muita coisa aqui que pra você é óbvio, porque você trabalha com isso." Mas quando seu consumidor entra, ele precisa ver metodologia. O que que a Raquel faz de diferente dos outros? E o que que um produto difere do outro? Então, eu tenho o meu livro. Você tem consciência que o meu livro vai te entregar "x" e "psonzé". Por 67 reais, a gente entrega isso. Se tem noção que se você fizer meus cursos, ele vai te entregar "x" e "psonzé". Se você fizer minha mentoria, ela vai te entregar "x" e "psonzé". Então, são produtos diferentes e eu preciso explicar esses produtos e explicar o racional por cada produto. Por que que eu tenho um produto que só vai vender o roteiro da viagem? E por que que eu tenho outro produto que eu cuido 360? Eu fico até ativa nos dias que você está na viagem se você tiver um problema? Porque existem interesses diferentes, existem públicos diferentes e bons os diferentes. Então, quando você tem um conteúdo de autoridade, você mostra até a diferenciação entre seus produtos. E por isso que é um meio e fundo de funil. São conteúdos que são mais focados pra venda. Deseja, conteúdos de deseja são conteúdos que fazem a pessoa querer aquele serviço, aquele produto. Vai começar a criar uma imagem mental da pessoa usando aquele produto ou sendo transformado por aquele serviço. E foca 100% em transformação. Então, quem eu era antes do produto, quem eu sou depois do produto. Então, isso acaba sendo muito, muito positivo, principalmente pra serviço. Quem tem serviço, o conteúdo de desejo, ele é muito bom. Conteudo de confiança, que é o "c", o conteúdo de confiança, ele é mais uma quebra de objeção. Então, ele vai ajudar a reduzir o medo que aquele cliente tem de finalizar o processo. Então, vamos por, quando eu faço uma sequência de stories, mostrando a mentoria e como e tangibilizando ela na prática pra vocês, a gente tem um aumento muito grande da taxa de conversão. Porque eu reduzo a aumenta confiança e reduzo as fricções. Então, eu mostro, por exemplo, "Oh, quando você entra, acontece isso e isso isso". Eu trago ideias de bastidor, de processo, de como eu penso, de como eu estou desenhando tal coisa, de como a gente está escolhendo tal coisa. Então, isso tudo é muito importante pra você trazer e criar confiança. E, por último, a conversão. São conteúdos aí mais voltados pra venda, em que vai ativar algum tipo de gatilho, de urgência, enfim, são aqueles conteúdos que eu gosto muito de fazer com a tomação do menichete, inclusive. Você ter uma noção na mentoria, a gente eu contratei uma pessoa só pra fazer fluxos de automação de menichete pras mentoradas. De tanto que funciona e nem uma pública da menichete isso. Mas, de tanto que funciona na tag de conversão de vendas, essa questão de você fazer a automação de comentar, tal pra lá, abrir e receber e fazer um fluxo ali no direct. Depois, a gente vai equilibrar essa semana, então, pense. Já tenho todos os conteúdos da semana. Tenho eles taguados de acordo com funções. Agora, eu vou equilibrar a semana por linha editorial. Então, por exemplo, como que eu posso fazer uma estrutura dessa na prática? Segunda a feira, vou fazer um diagnóstico. Então, a minha função de segunda-feira, vamos definir, vai ser até. a tração e a autoridade, porque são conteúdos que as pessoas estão ali na segunda, elas querem consumir conteúdos mais densos, então é a tração e a autoridade. Então, o meu objetivo do conteúdo da semana, da segunda-feira, é fazer com que ele descobre um problema que eles nem sabem que existe. Então, por exemplo, eu posso trazer, vou dar um exemplo desse tema de hoje. Então, na segunda-feira, a tração e a autoridade, eu posso falar assim, você possa todos os dias, mas você não tem um resultado que você esperava. Fica nesse vídeo que vou te contar a metodologia que eu criei para através de criação de conteúdo na internet, abrir nove empresas diferentes e ter um faturamento milionário. Acabou? Tendeu? Consegui falar tudo que eu queria. Tive a tração e a autoridade, tive um roque de impacto. Beleza, vamos para a teia. Teia, você pode trazer algo mais de educação. Então, a função vai ser realmente montar mais a autoridade e ter mais salvamento. Salvamento também é uma métrica muito importante, junto com o tempo de retenção. Eu dei uma palestra lá em Angra, uma semana atrás, é sobrecriação de conteúdo. Eu bato muito na tecla que pra mim não importa mais a quantidade de views que você tem. Então, se eu olhar o seu perfil, aí tiver um milhão de views, pra mim não significa absolutamente nada. A única métrica relevante para você analisar é o tempo de retenção de tela. A dianta, você é ver um vídeo por um segundo e um milhão de pessoas ver esse vídeo por um segundo. Cara, um segundo, eu consigo falar assim lá duas palavras, três palavras, não sei. Se não entender nada do que não foi, meu conteúdo não foi eficaz. Agora, se eu tiver 10 mil views e eu tiver um tempo de retenção de 50 segundos, de um minuto, pronto. Vale muito mais a pena para mim estratégicamente. Por isso que eu sou tão preocupada com o tempo de retenção de tela e essa é uma métrica que as pessoas ignoram, as pessoas não olham tempo de retenção de tela, sendo que é a principal métrica para quem quer criar conteúdo estratégico. A pessoa fica, "Ah, que legal, teve mil likes, é que legal, teve quantas visualizações". A dianta, "de que, se essa pessoa que viu seu vídeo não assistiu de verdade, porque assistiu um segundo e pulou, não é dianta nada". Então, isso eu gosto muito de trazer aqueles conteúdos que eu faço mais de triad. Então, por exemplo, antes de escrever um ruc, a nota essas três estratégias que eu uso. Isso daqui é um conteúdo focado em salvamento e crescer autoridade. Então, eu vou lá e coloco. Outra coisa que eu faço na mentoria que acho muito interessante você começar a fazer também, eu coloco qual é a métrica esperada de cada post? É uma métrica de número, mas métrica da onde ela olha. Então, assim, tem conteúdo que vai dar muito mais like. Ok, eu coloco lá, métrica esperada. Dá muito like. Tem conteúdo que vai dar pouco like, mas vai dar muito salvamento. Aí, eu coloco lá, métrica esperada, salvamento. Tudo tem um objetivo, uma função e uma métrica para a gente medir. Tudo. A inacuarda, vamos porque eu vou trazer bastidor. Então, qual que é a função de um bastidor? É criar confiança, mas ao mesmo tempo, vai dar desejo. Se eu te maestro bastidor, deu fazendo essa peça, eu bastidor deu escrevendo livro, eu automaticamente vou gerar desejo dentro desse produto. Então, o objetivo ali vai ser mostrar a decisão, mostrar o critério, mostrar o processo. Então, eu posso falar assim, essa blusa aqui, essa pola, ela quase não entrou na coleção por um detalhe e eu vou te contar hoje. Então, isso é um ruc que vai juntar confiança com desejo. Mostra que eu estou, por exemplo, muito atenta aos detalhes, vai ser uma coisa muito ínfima, por exemplo. Ela a gente conseguiu resolver essa coisa e aí a gente trouxe essa blusa. Vamos supor. E assim por diante, tá? Tipo, quinta, sexta, sábado, você vai montando assim. Se junta a função, junta a métrica, isso é uma grande conteúdo. Eu dei quando as pessoas eu ia falar que grande conteúdo é dividir os vídeos, as ideias vai lá, tem uma pasta cheia de ideias de conteúdo, aí pega essas ideias, joga lá nas datas e danisse. Então, isso não é uma grande conteúdo. E a gente passa para outra etapa, a outra etapa é bem complexo, tá? A gente tem muitas etapas, mas eu acho que tá fácil de entender. A próxima etapa é a gente entender o formato certo para cada ideia. A gente tem, eu tenho um documento inclusive, que tem 16 formatos diferentes de conteúdos nas redes sociais. Que que são formatos, latícias? Formatos de conteúdo são as formas com que a gente vai falar a mesma coisa. Então, eu posso fazer um vídeo falando dessa blusa com tela verde reagindo a um outro vídeo atrás. Eu posso fazer uma palestrinha, então, eu posso pegar o meu notebook e falar, tipo, "Sim como eu tive os para você comprar essa blusa?" e passando. Eu posso fazer bastidor. Eu tenho muitos formatos, muito, muito, eu posso fazer tela dividida, eu faço de um lado, uma blusa de uma corda, de um lado, a blusa de outra corda, um lado, a blusa da concorrência, um lado, outro lado, minha blusa. Então, tem muitos formatos, a gente precisa entender. Dentro da função que a gente quer, dentro do conteúdo que a gente quer, qual é o melhor formato para eu chegar na melhor métrica e assertividade. Então, isso, principalmente para quem está no começo, é teste. A gente tem formato de vlog, por exemplo, foi um formato que eu testei, validei muito, depois eu cansei de fazer eles também, tem de você saturar. Aí, eu cansei de fazer ele, agora, o meu maior formato é o educacional, em que são aquelas edições que vai escrevendo, vocês adoram essa edição, que é meio preta com a amarela, que tem gis, tem, enfim, é como se fosse um palestrinha, mas ele está feito na edição, inclusive economiza meu tempo, porque aí não sou eu acredito. Mas esses formatos, eles são muito legais assim, você pensar em qual é o melhor formato para o objetivo que você tem, muda a qualidade do seu conteúdo. E aí, junto com essa ideia com essa divisão dos formatos, vocês podem procurar no Google, tipo, formatos de conteúdo na internet. Acho que deve aparecer esses formatos. Você também tem o canal de distribuição, o que acontece? Muitas pessoas gravam um conteúdo e elas acham que aquele conteúdo é profídio, mas aquele conteúdo é para os stories. Outras pessoas gravam um conteúdo e acham que vão postar no store, mas na verdade é um TikTok. Então, quando a gente entende a diferença entre os canais de distribuição, a gente consegue otimizar os nossos conteúdos. Então, se você for ver, eu dividi de uma maneira muito clara todos os conteúdos e vocês sentem que eu estou em todas as redes ao mesmo tempo, só que eu tenho nove empresas. Como que eu consigo estar em todas as redes? Se você entrar no meu TikTok hoje tem post novo. Eu nem sei que dia que vai sair isso. Mas você entrar no TikTok tem post novo. Você está me escutando, nesse Spotify ou no YouTube. Se você provavelmente vai ver corte meu desse episódio no TikTok também no Instagram. Se você entrar no meu Instagram tem post novo. Se você entrar no meu Stories tem post do meu dia. Então, como que eu consigo fazer tudo isso e ainda ser esposa, filha, amiga, treinar todos os dias, fazer comida aqui em casa, cuidar da casa e ainda ter nove empresas? Como que eu consigo fazer tudo isso? Porque existe essa organização prévia de que eu sei muito claramente qual o conteúdo vai para cada coisa. Então, vamos supor. Hoje que eu estou gravando esse vídeo, esse podcast, eu tenho a minha grade de conteúdo, em que eu tenho tudo que eu tenho que gravar hoje. Tudo está escrito, está com roteiro, está técnico, está tudo certinho ali, está tudo gravado, tudo segmentado. Então, beleza. Aí, o que que eu vou fazendo? Eu vou vendo um caixis para que eu consiga gravar as coisas. Então, vou dar um exemplo para vocês. Tava me maquiando. E aí, lá tem TikTok, Reels, Stories, tudo que eu tenho que gravar. Eu vou ler, "Ah, tô me maquiando, deixa eu olhar o TikTok." Abri o TikTok, abriu ali um vídeo, abriu já o roteiro que eu já tinha escrito. Falei, beleza, vou gravar. Enquanto eu me maquiava, eu consegui gravar três TikToks. Enquanto eu me maquiava. Aí, eu fui arrumar aqui o tripé, as coisas, tudo mais. Eu lembrei de uma estratégia que eu uso, que é. Toda vez que eu venho gravar a podcast, eu toda vez que eu tô. Enfim, todo dia eu faço essa estratégia. É uma estratégia de "Deep Work", que chama. Eu não sei se o livro chama trabalho profundo, trabalho focado, é do call-nellport. É que inglês é "Deep Work". Mas aí eu não sei se está tipo trabalho profundo, trabalho focado. Eu acho que em português está trabalho focado. E aí é uma estratégia que eu uso de que, toda vez, todo dia eu faço isso. Eu separo meu de emblocos. Eu fico uma hora ou uma hora e meia sem acessar meu WhatsApp. Então meu celular agora que eu tô gravando, tá em moda-vião. Aqui no meu notebook o WhatsApp Web tá encerrado. Não recebo nenhuma notificação, nada, nada nada. Foco, entrego todos os vídeos que eu tenho que fazer ou as demandas que eu tenho que fazer. Volto, acesse meu WhatsApp, tanto no celular quanto no WhatsApp Web. Olha o Instagram, vejo, respondo as coisas ali. Dê umas menos uns 30 minutos pra fazer isso no máximo. E volto pra um novo bloco de trabalho profundo. Eu trabalho assim. E eu estou exatamente agora nesse momento trabalhando assim. Aí eu pensei, eu acho que isso é uma boa estratégia pra gente dividir nos Stories. Foi lá, pegamos o celular em dois segundos, gravei. Então, quando a gente entende o que vai para cada rede e como equilibrar isso para cada canal de aquisição, deixa o nosso dia muito, muito, muito mais leve. E aí por último, depois de você fazer tudo isso, tem os ângulos estratégicos, porque o que acontece? Às vezes a sua ideia de conteúdo ela é muito boa. Então vamos por que você tem a ideia assim. Ah, eu vou ensinar a como organizar o conteúdo da semana. Que é basicamente a minha ideia. Suideia é boa, é legalidade. Só que o ângulo que você está mostrando essa ideia não é interessante o suficiente pra pessoa parar de rolar o feed e olhar o seu conteúdo. Então, a gente tem alguns tipos de ângulos estratégicos que eu vou explicar pra vocês. O primeiro é o ângulo erro invisível. Que é o ângulo erro invisível? É quando você mostra um erro que a pessoa acaba cometendo sem ela perceber. Então você dá luz para o erro dela. Como seria nesse caso? Eu poderia chegar aqui pra você e falar assim, cara, se posta todo o santo dia. E você não consegue aumentar o número dos seus seguidores. Tem um motivo pra isso. Você posta muito conteúdo pra ser desejada e pouco conteúdo pra ser descoberta. E você pode transformar isso hoje. O ângulo que eu mostrei é muito mais interessante do que eu simplesmente falar assim. Ah, cê tá? postando demais. É basicamente a mesma coisa que eu falei, só que com outro ângulo. Outro ângulo é bastidor com decisão. Você não mostra só o bastidor, isso acontece muito. Às vezes a gente fala pra pessoa "ah, ela mostra um pouco o seu bastidor". Tem uma mentorada, a ju, que eu falei pra ela "cara, você tem muito, o dela era exatamente isso, ela tem muito conteúdo de desejo, de fundo de funil e pouco conteúdo de topo de funil e pouco conteúdo que traz conexão". Então ela tinha venda, venda, venda, venda, venda o tempo todo. E aí ela tava, a taxa de engajamento dela tava tipo 0,8 e a taxa de engajamento das concorrentes dela tava 1,8. E aí eu falei pra ela "stabe porque é isso, tá acontecendo? Porque sua taxa tá ruim? Não é porque seu conteúdo é ruim, seu conteúdo é muito bom, mas é porque você só faz conteúdo todos os dias mostrando seu produto e querendo vender. Se a gente não cria alguma estratégia de conteúdo que vai ter tanto a descoberta de novas pessoas, quanto a criação de uma comunidade fazer com que os seus as pessoas que te acompanham, se sintam partes de você, você não vai conseguir aumentar a sua taxa de engajamento. Porque o grande motivo da gente aumentar a taxa de engajamento dela é aumentar as views dos stories, porque ela vem de muito pelos stories, só que ela tá com as views muito baixas. Então em uma semana que a gente tá mudando essa estratégia, ela já conseguiu aumentar em 30%, foi 40% nos stories as views que ela conseguiu aumentar. Então é muito legal, porque quando a gente pega essas estratégias e a gente realmente coloca em prática, é muito impactante. Tem a outra amanda que é personal, por exemplo, foi chocante assim. Eu falei pra ela "amanda, você tem muito aluno, ela tem sei lá, 900 alunos, você tem muito aluno, não tem um post no seu vídeo contando a história de algum aluno, outra a gente trazendo algum aluno, é a gente precisa criar essa comunidade e aí ela fez o primeiro post, o primeiro post dela que ela fez sobre o aluno dela deu 11 mil likes, nem sei quanto que tá de views e tal, mas foi assim. Doze vezes mais do que os outros conteúdos dela, porque ela trouxe, ela construiu isso, também a gente ajuda a construir o Hulk, enfim, é muito, muito legal. Então isso é muito importante, como vocês vão dar o ângulo para aquele conteúdo, às vezes é mais importante do que o conteúdo que você tá falando. Então, o bastidor com decisão, ajú, por exemplo, eu falei pra ela, "Jú, vamos mostrar mais o bastidor, o seu show, como que você cuida das peças e tudo mais?" E aí eu falei pra ela "não adianta você mostrar só as peças, não adianta ser vim, tipo mostrar, arrumando, ah, limpar a mesa, pendurando a causa, não, a gente tem que ter bastidor realmente com decisão, então a gente vai pegar a calça de inscitar que você pendurou ali, porque que você pendurou ela em primeiro? Por que você combinou a calça de ins azul com o suéter Rosa e não com o suéter amarelo? Por que você colocou quando chegou uma cliente no showrun que ela queria usar uma calça pra ir trabalhar ou que ela não gosta do quadrinho dela? Por que que você indicou pra ela tal peça? Uma coisa, vamos colocar um time lapse de você atendendo ela, ou uma foto com ela, ou um vídeo da experimenta da peça, outra coisa você mostrar por que que você indicou aquele produto pra ela? Isso é o bastidor com decisão. Isso é um ângulo muito importante. Terceiro comparação. Então quando você compara dois cenários, eu fiz isso com essa blusa, eu fiz um vídeo em que eu comparava o preço da blusa da pola de tricôno mercado e o preço da nossa blusa. Então como a gente conseguiu por um alto volume diminuir o nosso valor, o nosso custo e focar nisso? Outro ângulo é a consequência, é você mostrar o que vai continuar acontecendo com a pessoa, se ela não comprar o seu produto ou seu serviço, por exemplo. Vamos supor que eu queira que você compre, sei lá, o que é de mim, vamos pensar. Eu quero que você compre, "Ah, eu vou lançar uma nova empresa, gente, acho que eu já posso contar." Vocês sabem tudo antes, né, de mim? Então tá tudo bem. Vocês fingem se vocês verem depois lançados, vocês fingem falar "Ah, nem viram pode quejar, menina!" Eu vou lançar uma empresa que ela chama Link Commerce. Ela é uma empresa focada, ela é o novo link na bio com cérebro. Então ela é o link na bio da nova geração. Ela é o link na bio pra galera que tá vindo para as redes sociais pra vender, pra vender produto, pra vender serviço. E ela é tipo um link na bio mil vezes melhorado com cérebro. Ela tem um cérebro. Então a gente consegue focalizar tudo lá dentro. Primeira, o grande ponto dela, ela tem uma IA, em que ela indica qual é o melhor produto do serviço. Vou dar um exemplo meu. Eu tenho meu livro, eu tenho curso, eu tenho entoria, eu tenho roupa, eu tenho um monte de empresa, eu tenho um monte de coisa. Então você que é meu consumidor, você não tem essa noção clara. É igual exemplo que eu dei dar Raquel. Ela tinha tanto serviço que o consumidor não sabe, tá, mas eu vou pra cá, vou pra cá, eu compro esse, eu compro aquele. Qual é a diferença de um e do outro? Então a gente fez uma IA aqui em quatro perguntas que ele responde, que você responde de uma maneira, seu cliente, responde de uma maneira super simples. Ele já vai indicar qual é o produto ideal. E esse empreenchimento cai como lide na nossa plataforma e cai no CRM. Então a gente consegue, mesmo que o cliente não compre, depois a gente consegue buscar ele. Outra coisa é agendamento. Então tem muita gente que tem agendamento de serviço. A gente tá com uma clínica ontológica, a gente tá fazendo isso. Então ela tem uma clínica ontológica e ela precisava que os pacientes dissem quais são os horários disponíveis. A gente vai ficar tendendo um por um. Então uma pessoa ia lá, clicar, marcar, criar uma tipo um valor pra pagar, tipo, 100 reais. Eu não faço ideia, tá gente? 50 reais, 100 reais pra consulta, a consulta tá marcada automático. E aí cai depois, por um atendimento humano, pra ver se tem alguma dúvida, etc. Mas todo esse processo de agendamento é feito de uma maneira única. E aí o link comers, ele é uma coisa que realmente foi criada por conta de uma, algo que eu vi que faltava no mercado e era uma consequência pra mim. Então o ângulo que eu vou abordar quando eu for divulgar o link comers, vai ser um ângulo de consequência. Vai ser assim, eu vou olhar e vou falar assim, você sabe quanto dinheiro você tá deixando na mesa, porque o seu link na bio simplesmente não apresenta os produtos e os serviços da maneira correta. Sabe quanto dinheiro você tá deixando na mesa, porque o seu cliente tá confuso com você. Ele não sabe qual produto comprar, qual o serviço comprar, ele não sabe o que funciona pra ele. E aí eu vou trazer qual é a consequência dele continuar com o erro que ele tá hoje e não comprar o meu produtor-service. Então isso é um ângulo muito forte. Bom gente, chegamos ao final do nosso episódio de hoje, tava um episódio muito gostoso, né? Depois comentem aqui o que vocês acharam. E aí o que eu quero fazer? Eu quero fazer como se eu tivesse descendo, vocês veem que uma criança me de conteúdo ela é pra ser estratégia de verdade, ela dá muito trabalho. Então a gente tem a primeira fase que a gente já teve da organização, aqui a gente já deixou estruturou tudo e o próximo episódio que eu quero fazer é o episódio de roteiro e depois eu quero fazer mais uma episódio de gravação. Então eu quero fazer um episódio de roteiro, o próximo e depois tipo assim, tá com o roteiro pronto, etc, etc. Como eu gravo. E aí a gente acaba toda esse curso de criação de conteúdo. Mas se você quer o episódio de roteiro, eu acho que faz sentido pra você, comenta pra mim, tipo assim, quero do roteiro. Assim eu já tenho uma noção de quantas pessoas querem e se eu antecipo ele antes dos outros. Mas eu espero muito que vocês tenham gostado do episódio de hoje. Um beijo e até a quarta-feira que vem.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A organização do conteúdo deve ser feita por semana, com divisão de dias para conteúdos mais densos (segunda a quarta) e mais leves (quinta a domingo).
  2. Cada conteúdo precisa ser etiquetado com uma função específica
  3. A métrica mais importante para conteúdo estratégico é o tempo de retenção de tela, não o número de visualizações ou curtidas.
  4. É essencial escolher o formato certo para cada conteúdo (ex.
  5. A estratégia de "Deep Work" (trabalho focado) ajuda a produzir conteúdo de forma eficiente, separando blocos de tempo sem distrações.

Summary:

Neste episódio, o apresentador ensina a segunda parte de como planejar e criar conteúdo na prática, após montar a grade de conteúdo. O foco é organizar as ideias dentro de uma semana, de segunda a domingo, usando a "teoria dos níveis": dias mais densos para conteúdos profundos (segunda a quarta) e dias mais leves para conteúdos superficiais (quinta a domingo), já que o engajamento pode cair se todos os dias forem iguais. Cada conteúdo deve ser etiquetado com uma função: atração (atrair novos seguidores), autoridade (mostrar expertise), desejo (criar vontade pelo produto), confiança (quebrar objeções) e venda (converter).

A métrica principal para medir sucesso é o tempo de retenção de tela, não visualizações ou curtidas. O apresentador também destaca a importância de escolher o formato certo (como vlog, educacional ou bastidor) e o canal de distribuição (Instagram, TikTok, Stories) para cada conteúdo, evitando erros comuns. Por fim, ele recomenda usar a estratégia de "Deep Work" (trabalho focado) para produzir conteúdo de forma eficiente, separando blocos de tempo sem distrações, como WhatsApp ou notificações, para maximizar a produtividade.

FAQs

Organize as ideias de segunda a domingo, usando a teoria dos Níveis: dias mais densos (segunda a quarta) para conteúdos profundos, quinta e sexta para conteúdos mais leves, e sábado e domingo para conteúdos leves, pois as pessoas têm menos tempo no celular.

As etiquetas são: A (atração), para atrair novas pessoas; Au (autoridade), para mostrar metodologia; D (desejo), para criar imagem mental do produto; C (confiança), para quebrar objeções; e V (venda), para converter. Cada uma define o objetivo do conteúdo.

Atribua funções aos dias: segunda-feira foca em atração e autoridade; terça em educação e autoridade; quarta em bastidor para confiança e desejo; quinta, sexta e sábado em conteúdos mais leves, ajustando conforme a métrica esperada, como likes ou salvamentos.

O tempo de retenção de tela é a métrica principal, pois mostra se o conteúdo foi realmente assistido, ao contrário de visualizações ou likes superficiais.

Teste diferentes formatos, como vídeos educacionais, bastidores, ou tela dividida, conforme a função desejada. Use um documento com 16 formatos para alinhar o formato ao objetivo e melhorar a assertividade.

Identifique o canal adequado para cada conteúdo: stories para conteúdos leves, TikTok para vídeos curtos, e YouTube ou Spotify para podcasts. Planeje previamente para gravar e distribuir de forma eficiente, mesmo com múltiplas empresas.

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