#6 SÉRIE: A JORNADA DO DISCÍPULO - A PORTA ABERTA | Kamylla Perusso
60m 39s
A mensagem central é que a hospitalidade é uma marca fundamental e não opcional na jornada do discípulo de Cristo. Ela é definida biblicamente como "amor ao estranho" (filoxenia), indo muito além de uma simples etiqueta social ou uma mesa bem posta. Trata-se de uma prática radical de abrir a vida e o coração para acolher o necessitado e o diferente, sem esperar reciprocidade, contrariando a lógica cultural comum. A pregação fundamenta isso em ordens bíblicas imperativas e ilustra com exemplos como o de Abraão, que ao hospedar estranhos, hospedou o próprio Senhor e recebeu uma promessa. A viúva de Sarepta e os discípulos de Emaús também experimentaram revelação e provisão divina ao praticarem a hospitalidade. O convite final é para que, lembrando que fomos acolhidos por Deus, abramos nossos corações e lares, superando a hostilidade natural ao diferente, pois nesse ato prático podemos encontrar a Cristo e ser canais de suas bênçãos.
[Música] Sejam muito bem vindos a mais um podcast da Igreja One. Fica a seguir com o sermão da semana. [Música] Bom dia, Igreja. Tudo bem? Vocês estão bem? Então, felizes? Sim. Eu tô feliz, eu tô nervosa. [Risos] A gente tá vindo de uma série de mensagens, né? De uma série de mensagens chamada "A jornada do discípulo", certo? De onde eu tô tentando não ficar falando a meia, porque o meu marido falou "Preu não ficar falando isso". [Risos] Tudo meu fim de frase, eu falo "Amei, amei". [Risos] Não fazia isso. Mas enfim, a gente tá vindo de uma série de mensagens sobre a jornada do discípulo, para que nós de fato entendamos qual é o nosso papel como discípulo de Jesus, a mim? Porque se todos fazemos. [Risos] [Risos] [Risos] Ai, caramba! Ai, gente, eu não é certo. Eu tô tentando não falar mais. Enfim, a gente tá vindo de uma série de mensagens sobre a jornada do discípulo. E se nós estamos aqui fazendo parte de uma comunidade, é porque um dia o Senhor nos encontrou, certo? [Risos] [Risos] [Risos] [Risos] E a gente entende, né, bíblicamente que nós precisamos congregar, fazer parte de uma comunidade, certo? [Risos] Mas é muito difícil, Lucas. [Risos] [Risos] Quer pra gelo, quer pra gelo, né, gente? [Risos] [Risos] Ai, ai, tô me sentindo nevo, tô me sentindo em casa. Graças a Deus. [Risos] Então nós precisamos saber, né, quais são as marcas de um discípulo que o discípulo precisa carregar, o discípulo precisa entender de revelação, de entendimento, na mente, no coração e na prática. E eu acredito que hoje eu vou falar sobre a hospitalidade. Eu acredito que a hospitalidade é uma marca que precisa estar todos os discípulos. E. por que, né? Eu acredito que a hospitalidade é a coisa mais palpável e prática que a gente consegue demonstrar o mundo e aos nossos irmãos que a gente, de fato, foi encontrado pelo Senhor. É porque a hospitalidade é lá nada mais é do que você receber alguém na sua casa, receber alguém no seu coração. E isso é totalmente prático, né? É nítido quando você recebe alguém na sua casa ou ali no seu coração e você realmente consegue demonstrar aquela pessoa que você está feliz que ela está ali, né? Então é totalmente prático, certo? E eu confesso para vocês que essa mensagem, é uma mensagem que, acho que desde que eu estou no ano, tenho quase seis anos que a gente veio para essa comunidade e essa foi uma das coisas que mais me marcaram e me chocaram, assim, porque, né, eu e o último, eu tentava não falar nétro que eu chamo a lhe de nétro, gente. É. a gente veio de um contexto onde, né, a gente era crente há muito tempo, a gente vive em Manaus e a gente congregava numa igreja e tudo mais, mas essa prática da hospitalidade, no sentido de estar nas casas dos outros, não era algo tão palpável, sabe? Não era algo que realmente a gente vivia ali. E quando eu cheguei no ân, eu lembro que a gente, enfim, eu ouviu de Deus que era para a gente se mudar para São Paulo para ir para o ân, e eu lembro que a gente falou com o Davi, que a gente entendi, que era isso, e a gente simplesmente não conhecia ninguém. E aí eu devia estar. eu vou conectar vocês com o casal, que vai ajudar vocês, que viveram isso um pouco e tal. A gente também, aí, conectou com quem? Alematos e Teane, Cristian e Matos. E aí, faziam o ano que eles estavam ali no ân, São Paulo, e eles simplesmente receberam a gente na casa deles por tempo indeterminado, porque a gente simplesmente alugou um apartamento e nesse apartamento não tinha nada, não tinha cama, não tinha geladeira, não tinha fogão, não tinha nada. Então não tinha como a gente habitar ali, né, assim que a gente tinha ganhado São Paulo. E a gente tinha ali, se eles tinham um ano e sete meses, ali, se cadê você? Falei de você, tá filha? Que ela falou, "Mãe, você vai pregar, você tem que falar de mim?" Enfim, quando a gente chegou ali, foi quando a gente conhecia, a gente chegou tipo de malicuia na casa do Matos, tipo, a gente não conhecia ele, e cara eles foram tão espetaneiras com a gente, tão receptivos, assim, tanto na casa deles quanto no coração, sabe, eles sentaram com a gente, eles quiserem ouvir a nossa história, ouviu porque a gente estava ali, que tinha acontecido, que que deu tinha falado com a gente, e a gente ficou ali, acho que 10 dias, mas ou menos na casa deles, com uma criança, e eu aler fazendo live, de apocalipse, 6 horas na manhã, e eu, meu Deus, será que eu devo acordar para participar? Eu posso dormir, vou ver te graçada, porque a gente ali era estranho, um pro outro ainda, e não tinha intimidade, enfim. Mas foi algo que realmente nos tocou profundamente, e é algo que Deus tem nos tocados, sabe, como casa, mesmo, como família, a cerca da usualidade, porque, enfim, é isso. E uma coisa que o Vini até falou na pregação dele de domingo retrasado, ele foi gente, essa mensagem é para você, é para mim. Então, não pense em alguém que deveria estar aqui ouvindo, sabe, quando a gente está ouvindo uma pregação de falar "Meu Deus", aquela pessoa, tinha que estar aqui para ouvir essa pregação, não, não tinha, se ela não tê-la, não tinha. Então, quem deveria estar aqui, é a gente, também. Então, não pense em outros, sabe, pense em você, senão que é ministrar o nosso coração, que é ministrar o seu coração, que é ministrar o meu coração. E é isso. Então, antes da gente começar a ler os versículos que eu separei, a cerca da usualidade, eu quero trazer o significado da palavra hospitalidade no grego, no novo testamento, que ela é filoxinha. E a junção dela é "filos que é amor com senos, sinhas", enfim. Eu não sei pra não ser direit, mas tudo bem, que é estranho ou estrangeiro. Então, a palavra hospitalidade ela é literalmente amor ao estranho. - O que é isso? - O que é isso? - O que é isso? - Então, ela definitivamente é abrir espaço na sua vida para quem não faz parte dela. E aí, já comece o desconforto, porque cara, abrir a nossa vida para quem a gente não conhece, é muito difícil. Até para quem a gente conhece, a gente já fica a meia "ah, não, isso aqui não precisa falar, não, isso aqui não precisa mostrar". Imagina para quem é estranho, para quem é diferente, para quem, enfim. E o Enrinou, eu basei um pouco dessa apregação num livro do Enrinou, que agora eu esqueci o nome dele, mas depois eu posso passar para vocês, que ele é um teólogo londês, e ele chama isso de hostilidade. Ele chama essa estranheza que é gerada no nosso coração, e a gente passa a praticar isso, a gente passa a demonstrar isso, e é uma hostilidade. Quando a gente vê algo estranho, alguém estranho, a gente normalmente tem o sentimento de ser hostil com essa pessoa. E ele vem falando isso que o chamado cristão é converter o hostes em hospes, que é converter o inimigo em hospes. Bem? Muito bom, né? E eu quero agora que vocês abram a Bíblia de vocês. Lá em Ebreus. Está. Só colocar o cronômetro para eu não passar. Lá em Ebreus 13, 1 e 2. [música] Então, vamos lá. Ebreus 13, 1 e 2. Desacim, permanecei no amor fraternal. Não negligenciei a hostilidade, dois alguns praticando assim o saber acolheram ángios. Lá em 1º apelo, também, 4-9, desacim, cédios, putaleiros, uns para com os outros, sem humormoração. E romano os 12-13, descompartilhando as necessidades dos santos, praticando a hostilidade. Antes de ir mais, eu quero morar. Feche uns olhos comigo. Vamos orar. Obrigada, Deus por essa manhã. Obrigada pela sua palavra, Deus, sua palavra está aqui, Deus esposa de a gente, nós. Eu oro Deus para que o Senhor encontra em nós, corações e terras fértil, Deus, para que a sua palavra produz, Senhor frutos, Deus e frutos que permaneçam, Deus. Em nome de Jesus, que nós possamos estar com a nossa mente, o nosso coração atento, Deus. E sem cível teu espírito, pai, que o Senhor faça, Senhor isso, em nós, pai, nessa manhã. Em nome de Jesus, amém. E eu li três versículos aqui com vocês, ebreus, primeira pedra e romanos. E esses versículos, a gente pode reparar que nenhum deles o autor, ele está sugerindo algo, mas ele não está dando opções, elas estão todas no imperativo, elas são uma ordem. Então, é uma ordem do Senhor, sabe? É o bediência ser hospitaleiro. Não é algo opcional. Não, eu até coloquei aqui o que o hospitalidade, ela não é um dom espiritual reservado apenas para os extrovertidos para aqueles que têm facilidade nas relações. Mas ela é também para os que são introvertidos e até os laldados, tá gente? Que nesse greio, não tem, mas. Ai, brincadeira, eu tô brincada. Ai, gente, é bem. Mas, então, a gente não pode ter disculpas ao falar, "Cara, eu não consigo receber o estranho, eu não consigo receber alguém que é diferente, que é estranho para mim, porque sabe, faz parte da minha personalidade? Não, gente, a gente precisa se converter. De precisa converter nossa personalidade, a gente precisa converter o nosso coração, que todos nós fomos chamados para sermos hospitaleiros." E isso é marca do disciplin, e a gente tá numa jornada do disciplin, não estamos. Então, isso precisa estar permeando nossas mentes, nossas corações. Amém? Bem, obrigado, amigo. E o primeiro ponto que eu quero destacar aqui com vocês, é que a hospitalidade, ela não é cortesia, ela é o bediência, ela é uma doutrina postólica, é aqui esses versículos, foi escrito por Pedro, por Paulo. Então, é um andamento, sabe? É uma doutrina postólica onde os apósselos estavam ali, falando, sendo. Fim, falando sobre isso. E uma coisa que eu quero desfazer aqui sobre a hospitalidade, que eu acredito que no meio cristal mesmo, e até fora desse mundo cristal, o Gospel, é muito dinosa a gente tem, quando a gente fala de hospitalidade, às vezes a gente pensa que a hospitalidade nada mais é que uma boa mesa posta, que uma etiqueta social, sabe? Que a gente só, tipo, sem "é cara, eu vou receber alguém, então eu vou preparar uma mesa, um banquete, eu vou preparar uma boa comida, eu vou comprar atalheres novos, novos e copos novos e pratos novos, e isso é muito legal. Eu, como dando de casa, eu gosto de ter uma atalha bonita, um telhéir bonito para receber os meus irmãos, na verdade. Eu acredito que você também, mas a gente não pode reduzir a hospitalidade, é isso, sabe? Como uma mesa posta e tudo mais. E hoje a gente tem até faculdade, que ensinam receber estranhos, receber pessoas que é a faculdade de hotelaria, onde muitas pessoas, se formam para receber os estrangeiros, as pessoas, mas que vêm de outros países que são pessoas estranhas, e elas estudam para receber bem essas pessoas. E nada disso é ruim, tá gente? Nada disso é pecado. Muito bom. Mas a gente precisa entender que sobre hospitalidade cristã bíblica, ela não é meramente isso, sabe? Ela é de fato a gente receber o estranho necessitado, sim? E eu quero trazer um pouquinho também da cultura grega, que ela, a hospitalidade da cultura grega, estava totalmente ligada à troca de favores. Então eles recebiam pessoas à hospitalidade para eles, era receber pessoas que eles iam ter algum tipo de troca, eles iam ter algum tipo de prestígio, aliança, enfim, poder. Então para eles, os gregos, a hospitalidade era nada mais do que isso. Eu só vou receber alguém ali na minha casa, na minha vida, quando eu posso ter algo em troca dessa pessoa, sabe? Essa pessoa vai me trazer algum tipo de benefício. Já os primeiros cristãos, eles subverteram essa lógica completamente. Os pais da igreja, gerônimo e pifânio, eles enfatizaram que os cristãos eles não deveriam receber quem pode retribuir, mas justamente quem não pode, os necessitados, os mais generalizados, os excluídos. E isso trouxe um contraste totalmente, assim, muito grande naquela época, um grupo de pessoas, os gregos, recebendo em troca de favor, "Ah, eu só vou se aproximar de você, se você tiver algo de bom para me oferecer, se você for por alguém, mas necessitado que eu, eu não quero parte de mim." Já os cristãos, eles estavam ali ensinando e recebendo de fato, porque isso fazia parte da cultura, porque se a gente for lembrados ebreus, o povo ali que estava foi preso no Egito, eles foram estrangeiros ali no Egito, eles foram escravos, então eles sabiam exatamente ser estranho numa terra estranha, sabe ser estrangeiro. Então, lá em detura nome, inclusive, desde o 9, a maio estranheiro, poes foches estranjeros na terra do Egito. Então, isso é muito maluco, porque o povo é breu, imagina lembrar de um tempo de escravidão, de um tempo de sofrimento. Isso é muito louco, porque ao mesmo tempo que isso foi muito ruim, imagina eles, passaram 400 anos ali, sendo escravos, e isso deveria gerar uma memória, sabe, uma memória de compaixão e misericórdia, sabe, o senhor estava ali falando da mesma forma que vocês foram estrangeiros, vocês precisam hoje receber os estrangeiros aqueles que estão estranhos, e mesmo em meio ao sofrimento que eles passaram, porque eles não foram bem recebidos no Egito, eles foram poes, virários escravos. Então, e da mesma maneira, a gente, sabe, a gente um dia, éramos estranhos para o senhor, por mais que ele nos criou, obviamente, nós eramos criaturas, mas nós estávamos distante do pai, amém? E hoje, a gente até cantou isso, o senhor Jesus Cristo, ele verteu o seu sangue na cruz para que nós pudéssemos ter acesso ao pai. E hoje nós não somos mais estrangeiros no senhor, sabe? Ele não olha para a gente e vê meu Deus quem é essa pessoa, eu tipo assim, meu Deus, quem é essa pessoa? Pra o prudoso fonteço. Mas ele consegue olhar para nós e ver o sangue do filho dele e ele fala esse é meu, saber, esse já não é mais estranho, esse já não está mais distante de mim, mas esse está perto de mim. E isso, gente, é uma realidade que precisa, sabe, consumir quem nós somos, porque se a gente não tem isso, como uma verdade dentro de nós, a gente não vai conseguir receber o estranho, a gente não vai conseguir ser hospitalero. E a gente precisa de fato acolher aquele que é estranho, sabe? Amém? E agora voltando para os textos que eu li, o texto de Abreus, ele diz alguns praticando a hospitalidade, acolheram o ângio sem saber. E o autor está fazendo referência direta à Abrão, lá em Genes 18, ele viu três homens, três estranhos, ele correu a encontro deles e ele ofereceu água, ele ofereceu pão, ele ofereceu um bisselho para que eles precem comer. E eles não sabiam quem eles eram, né? Abrão não tinha ideia de quem era aqueles homens, mas ele recebeu na casa dele, ele deu de comer, ele deu de beber. E com isso, aqueles três estranhos, eles se revelaram como o próprio senhor, lá em Ebreus fala que era como se fosse o próprio senhor ali na casa de Abraão e eles anunciaram que Sara daria luz a um filho, o filho da promessa. Então, cara, isso é muito louco porque Abraão abriu a sua casa, ele deu de comer, ele deu de beber para alguém, para algum estranho, ele recebeu e o estranho simplesmente se mostra como o senhor ali na casa dele e ele traz uma promessa sobre a casa de Abraão, tipo assim, ele fala da promessa que era o filho, que mesmo na velha esse Sara daria a sua luz. Então, vocês entendem que a espalhidade é algo muito profundo, porque a gente não sabe, sabe? Claro que, "ah, eu vou receber esse lá, Fabio Coelho, um profeta, alguém que a gente conhece, a gente tem uminha da vida dele e a gente sabe que ele sempre vai. sempre não, né, gente? Tem uma palavra de Deus, sabe? Ele tem algo, né? O que ele realmente foi chamado para o senhor desse profético. Mas quando a gente sabe, nem sabe quem é a pessoa, a gente não sabe daquilo que ela carrega do senhor, aquilo que ela tem, sabe na vida dele e a gente já se fecha e não, essa pessoa não vai me trazer nenhum benefício, essa pessoa não é conhecida, essa pessoa, sei lá, nem sei secrante. E por vezes a gente impede com que o senhor se mostra, se revele, e às vezes a gente está tipo assim, "meu Deus, eu só precisava que o senhor falasse algo comigo, eu só precisava que o senhor liberasse algo sobre mim, eu precisava tanto de uma resposta." E às vezes o estranho que você está se fechando para ele, é alguém que poderia entrar na sua casa e saber e abrir os seus olhos. -Amen. -Amen. -E o que? -E o que? E acho que uma. eu até separei aqui, mais dois exemplos, né? Além do diabrão, que é a viúva de Sarépta, que é em primeira rei 17, que é a história da viúva, que tinha o seu filho e ele já estava acabando azeite a farinha dela, e ele espassa por ali e ela não tem de saber que ele era, ela recebeu ele na casa dele. E mesmo tendo pouco, ela quis receber, sabe, ela não ficou meu Deus, mas eu nem tenho comida para eu oferecer, eu nem tenho nada para dar para ele como que eu vou colocar e lendo a minha casa. Mas não, ela não pensou nisso, sabe? Ela só falou, "Meu Deus é um necessitado, eu preciso trazer ele para dentro da minha casa." Ele está ali fora, ele precisa de um teto, ele precisa de uma cama para dormir. E ela colocou ele para dentro, e isso fez com que ele liberasse algo do Senhor sobre a vida dela e ouvia a bundança da azeite, da farinha, e teve também. Ele orou e o filho dela foi ressuscitado, o filho dela estava literalmente morto. Ele orou e o filho dela foi ressuscitado. Então, gente, isso é muito, muito forte. E um outro exemplo também, que é o de cípulos no caminho de Emaúso, em Lucas Mente IV, que os de cípulos estavam ali, a caminho de Emaúso, e eu estava lendo a palavra de isso, que era um caminho de quase 10 quilômetros, imagina, perpeto sabe, né? Um ade, os corredores, cara, 10 quilômetros é muita coisa, tá? Pouca coisa não, imagina eles ali caminhando, e eles discutindo, "Meu Deus, o Senhor morreu, como assim, a gente já está no terceiro dia, e ele ainda não apareceu, será que ele realmente vai ressuscitar, será que ele realmente vai vir e tudo que a gente aprendeu, como que a gente vai viver agora, e de repente aparece um homem, um estranho." E eles ali sem saber quem essa pessoa era, eles começam, "Meu Deus, você não sabe, o Senhor começa a perguntar nosso, mas por que vocês estão falando isso, o que está acontecendo?" Aí eles começam, "Como assim você não sabe o que aconteceu, o Jesus nas areno, ele foi morto pelos romanos, ele está morto, e agora a gente está assim, sem saber o que fazer da vida, o que a gente vai fazer sem o Senhor aqui entre nós, e eles convidam o estranho para a dança da casa deles." Gente, isso é muito poderoso. Ah, e eles se assentam a mesa, e eles repartem o pão ali com aquele estranho, e, ao partir do pão, os olhos deles foram abertos, e eles poderão ver que era o próprio Cristo, o resto reto, que estava ali comendo com eles. E quantas vezes a gente também está com esses discípulos, andando para um lado para o outro sem saber, "Meu Deus, o que que eu vou fazer da minha vida, meu Deus, eu estou perdida, eu estou confuso, eu estou. sei lá, eu estou. preciso de uma resposta do Senhor, eu preciso de algo do Senhor, e às vezes a gente só se fecha, sabe? A gente só fecha de nossa coração, a gente fecha as nossas casas, e quando, na verdade, se a gente se abrisse, talvez o Senhor sabe enviar a seu quem ali na sua casa, e ali ao redor da mesa, ao redor da presença dos Senhores nossos olhos podem se abrir, sabe? O nosso coração pode voltar a quem mape, pelo Senhor, a gente pode voltar a mais, e grége-o do Senhor, a gente pode voltar a mal, os nossos irmãos, sem pressupostos, preconceitos. Então, sabe, eu acho que o convite dessa manhã, é realmente a gente abriu os nossos corações, sabe? E mais o que, claro, a gente precisa abrir as nossas casas para que isso aconteça, mas talvez a gente pode abrir as nossas casas, mas ali ao redor da mesa, ao redor de uma refenção, a gente pode continuar sendo hostil, a gente pode continuar fechando nosso coração. E eu sei, a gente que não é nada romântico, a gente recebei pessoas, não é fácil, a gente recebei gente na nossa casa, e enfim, acho que muitas pessoas aqui compartilham desse sentimento que não é fácil mesmo, as pessoas sujam nessa casa, as vezes elas quebram coisas na casa, pega banana do meu filho. [risos] Aroga, às vezes dias, Mario estava na casa com fome, só tinha uma banana, a gente era de noite, já aí o meu filho come banana antes de dormir com o yogurt dele. Eu falo "Amiga, desculpa, mas você não vai conversar". [risos] Ela falou "Amiga, a marina está chegando aí, e a marina do meu filho come todos os vanos na casa". Mas não tem problema, tá? [risos] E aí a gente acordou no armário, isso é banana, mas tá tudo bem, gente. [risos] Mas a gente feija, tá? É, não era estranho, tá tudo bem, né? [risos] Eu sei onde comprava, não era verdade, não era verdade. É isso. Ai, ai, ai. Adê o mano? Eu estou surpreendendo essa. [risos] Ai, ai, enfim. Isso tudo é muito real, né? As pessoas vão nessa casa com a vida nas comida, suja nossa casa, enfim. Mas lembrar também que a gente precisa ser bons ospios, tá gente? Ajudar na limpeza, né? Ele vai alguma coisa, você vai comer na casa de um irmão. O que precisa levar aqui é que eu ajude alguma coisa? Bom, é muito bom. Mas para os amfetriões, os pedeiros, a gente precisa lembrar de um detalhe que Pedro fala, né? Que a gente precisa ser os brasileiros sem humorações. Então Pedro conhecia tendência humana, né? Ele sabia que a gente até poderia abrir a nossa casa, mas a gente ia reclamar. A gente ia falar, "Meu, Deus, não aguento mais essas pessoas na minha casa." Que ia ficar contando o curso, "Meu, Deus, mas eu vou gastar muito, se eu receber a pessoa na minha casa, eu vou ter que comprar mais arroz, vou ter que comprar mais fijão, vou ter que comprar mais frango, sei lá. Enfim, mas sabe, não é sobre isso a hospitabilidade alegraça. E graça que reclama não é graça. A hospitabilidade que murmura não crie espaço livre, crie espaço de constrangimento e o hospiticente, sente quando é bem vindo de verdade, quando é apenas alguém tolerado. Meu Deus, gente. Isso é muito horrível. Imagina sem na casa de alguém. Gente, se alguém foi na minha casa, se a gente viu assim, me perdota. De verdade. Gente, é muito ruim você na casa de alguém e você vê tipo assim. Não, se que hora será que esse pessoa embora, né, tipo, pra eu fazer minhas coisas. Gente, isso é muito ruim. Isso não faz parte de um coração de cipro. A mãe, talvez a gente pode ser franco e o nisso. Meu amigo, eu acho que você precisa embora, porque eu preciso fazer isso, eu preciso fazer aquilo, mas não saber aparentar e ficar com essa coração, tipo, "Ah, tem que tolerar esse irmão, tem que ser que a gente ser muito horrível." Isso não pode fazer parte de nossa coração. Mém? E um segundo ponto, que eu até já introduzi um pouquinho, é da hostilidade à hospitalidade. O mundo em que vivemos infelizmente, ele é o mundo muito hostil. E isso tem permeada e igreja brasileira. E isso de alguma forma, permea até a nossa igreja, também do Rio de Janeiro. E isso, a gente precisa ir contra isso. Sabe, isso precisa. Nós precisamos ir na contra mão desse sentimento da hostilidade. E a gente vive num mundo cheio de estranhos. Pessoas alienadas de seu próprio passado, de sua cultura, de seu país, alienado de seus vizinhos nem sabem quem são seus vizinhos, quem são direitos a sua família, alienado do seu eu, mais profundo e de seu Deus. E todos buscam um lugar hospitalero, onde a vida possa ser vivida sem medo, onde a comunidade possa ser encontrada. Então, de verdade, todos nós procuramos um lugar hospitalero para que a gente possa ser chegar, para que a gente possa ser aceito. E é a hospitalidade nada mais é do que isso. A gente aceitar e receber alguém dentro de nossos corações. Sabe, amar, independente da criança, independente. Acho que uma coisa que eu tenho que deixar claro também, que é a hospitalidade, ela é diferente da comunhão. Porque é a comunhão, a gente só tem comunhão com aqueles que foram nascidos de novo. E a hospitalidade é você abrir espaço para que a mudança possa acontecer. Para que a pessoa possa se converter talvez. Então, eu preciso ser os brasileiros com todos. Não é só com meus irmãos, a liquida da igreja, não é só com a minha família, não é só com quem eu trabalho, mas eu preciso ser os brasileiros para com todos. Assim como o senhor, eu vou trazer alguns exemplos aqui, mas ele foi os brasileiros para com todos. Ele sentava escrevendo aqui, e uma coisa que o Enri Noah fala, que a mesa de Jesus era a mesa mais democrática. Então, todos podiam se assantar ali. Era fariseu, era publicano, era qualquer tipo de gente. Mas ninguém permaneci o mesmo. E não era forçando, não era enfiando o Evangelho igual a baixo, mas era sendo espalheiro. Era se deixando a pessoa livre para la ser quem ela é. Amém? E. E pensando nessa realidade da hostilidade, no mundo que a gente vive, totalmente hostil, como eu já falei, e a gente. Físicamente, a gente acaba fechando, acho que se ela aporta de casa, a gente acaba fechando, se ela com duas fechaduras, com cadeado, com. Sei lá, o muro, a gente quer uma casa cada vez mais, com o muro mais alto, com ser elétrica. E eu entendo, inclusive, vivemos no Rio de Janeiro, não é uma cidade para amadores, realmente é uma cidade perigosa. Mas tudo isso faz com que gere algo dentro de nós, que o estranho, ele é um perigo impotencial, tipo assim, ele é alguém muito perigoso. E isso acaba, é permeando o tipo de relacionamento que eu tenho com as pessoas. Porque se eu tenho esse. isso que não é um imaginário apenas, não é uma expectativa, não é algo que está no campo das ideias, a gente de fato mora numa cidade e num país que é perigoso. Realmente, a gente precisa ser cauteloso, a gente precisa cuidar das nossas casas. Enfim, quando a gente está na rua, a gente precisa ser cauteloso. Não estou falando contra isso. Mas isso pode gerar em nós um coração e um amente que, de fato, o estranho é realmente alguém que eu não posso ter por perto, porque é alguém muito perigoso. E isso querendo não, às vezes a gente nem pensa sobre isso, a gente nem inconscientemente, a gente trata a pessoa que não é, que não faz parte de alíduo nosso ciclo, como alguém estranho, e um perigo impotencial. Sim. E a hostilidade, ela não se limita apenas aos encontros, ali de pessoas na rua, pessoas que talvez você nem conhece muito. Mas, às vezes, ela pode permear aqui dentro dessa comunidade, onde nós temos basicamente 180, 190 pessoas, congregando aqui, e às vezes a gente é hostil uns com os outros. E não só aqui, talvez, na nossa própria casa, às vezes a gente é hostil com o nosso marido, com o nosso esposa, com os nossos filhos. E é muito louco isso acontecer, porque eles não são pessoas estranhas. Sabe, o nosso marido não é alguém estranho, você dorme na cama com ele. Tipo, nossos filhos, as mães, saiu da gente, as crianças, é como a gente é hostil com eles. Que loucura. E, às vezes, isso faz com que nós nos fechemos nos para os com os outros. E eu coloquei algumas coisas que podem acontecer, nessas relações que já são mais íntimas, que já não são pessoas tão estranhas. Mas o que faz com que a gente se feche um para o outro, às vezes acontece que a minha opinião para o meu irmão não é tão importante. Então, ele vai se fechando a, ele nem ouve muito o que eu falo. Não se sente reconhecido, sabe, um pelos outros de par. Ele nem me reconhece, ele nem sabe, tipo, "velá, quem eu sou". E essa falta de reconhecimento de importância uns para com os outros gera uma dor profunda, se não for curada nos fecha de fato um para o outro. E isso é muito real, a hostilidade, ela permeia, infelizmente a nossa vida e faz com que a gente realmente algo que alguém fez para nós, que foi ruim, enfim, gerou traumas, gerou feridas em nós, faz com que a gente de fato se feche um para com os outros. Isso pode ser andando nossa casa, dentro da nossa igreja, dentro da nossa trabalho. Em qualquer lugar, mas essa não é a verdade bíblica, sabe? Essa não é a verdade e agora eu lembrei o que o Arou do, que eu falei para o Netcria, falar sobre o Arou do duas vezes para honrar a vida dele. E uma das coisas que eu lembro que ele falava sempre assim nas pregações e, enfim, nas mesas, ele falava "Gente, eu já fui ferido por tanta gente". Eu já fui traído por tantas pessoas. E mesmo aquelas pessoas que eu fui fiel, sabe, que eu honrei, mas eles não me honraram, eles não foram fieles comigo. Mas isso nunca fez, eu perdi a fenge, Jesus. E muito menos deixado de aceitar e acreditar no outro. Então, por vezes essas coisas acontecem, sabe? E eu sei que infelizmente essas coisas vão continuar acontecendo. Nós vamos ser hostil em alguma medida com alguém, sabe? Até que o Senhor volte, tudo seja restaurado, que não há jamais em vez de, que não há jamais competição em nossos meses, que não há jamais sofrimento, infelizmente essas coisas ainda vão acontecer. E, obviamente, nós precisamos estar com o Senhor diariamente para que essas coisas não aconteçam. Mas em alguma medida, em algum lugar, vai acontecer. Nós vamos nos decepcionar com pessoas, nós vamos decepcionar as pessoas. Mas a gente precisa nos lembrar, sabe, que o Senhor, o criador de todas as coisas, o Deus soberano, Ele continua nos aceitando diariamente. Sabe, o filho de Deus está ali intercedendo por nós todos os dias. Sabias, às vezes, a gente vacilou ontem, mas o Senhor está ali, não, Deus. Ele vai continuar, sabe, o meu sangue está sobre Ele. E, às vezes, a gente olha para as pessoas e a gente fala, "Meu Deus, quem que eu posso confiar?" "Quiém é confiável para mim?" Isso é muito doloroso. Eu sei que é, mas a gente precisa nos lembrar do Evangelho. Nós vemos ser lavados pelo Evangelho, pela verdade do Evangelho. Amém? E a gente começa a construir muros, né, ao redor de nossas casas, mas também ao redor de nosso coração, quando esse tipo de coisa acontece. E, enfim, já falei, essas coisas aconteceram, vão acontecer, e aconteceram até que o Senhor volte. Mas a gente precisa entender que há um chamado cristão para todos nós. E se nós decidimos, nós calculamos seguir ao Senhor e congregar, sabe, fazer parte de uma comunidade, a gente precisa estar dispostos a isso, sabendo que sim seremos feridos, mas a comunhão do Senhor e a comunhão do Santos vai trazer cura para a gente. Amém? E a gente precisa converter o inimigo em óspe de criar o espaço livre sem medo, onde a fraternidade e a irmã da edição possam ser formadas e plenamente experimentadas. E isso não é um programa de igreja, gente. Isso não é um tema de um culto, não é uma temática, mas é uma vocação cristã, sabe? Nós somos chamados para isso. Para de fato, nós temos os pedeiros, sabe, os pitaleros com as pessoas, os pedeiros não, mas as pitaleros. Amém? E um mundo, né, onde permeias, as relações onde colegas podem virar rivais, onde irmãos se tornam concorrentes, um do outro, vizinhos, uma possível ameaça. E o resultado é um mundo onde todos buscam a hospitalidade, mas poucos oferecem. Onde todos sentem solidão, mas poucos criam o espaço para o outro. Onde todos querem ser recebidos, mas ninguém quer receber. Então, como que isso vai acontecer na matemática não tem como? Como que eu quero ser aceita por vocês, eu quero ser aceita pelos meus irmãos, mas eu, mesmo, não vou receber ninguém. Assim, não tem cabimento, não coisa dessa. E isso não é possível apenas, mas é obrigatório para nós. É oferecer um espaço aberte, os pitaleros onde estranhos possam abandonar sua estranheza e se tornar nossos amigos. Amém? E agora o terceiro ponto já está a gente. Ai meu Deus, 15 para meu dia já. E agora eu quero falar um pouquinho sobre a hospitalidade na casa, que é onde a gente realmente cria esse espaço livre para que as pessoas possam ser quem eleição. E lá na mensagem de Atos 2, que foi o Viníprego, nós vimos que a igreja primitiva era de casa em casa. Então, o lugar da vida cristã era a casa. Era a nossa la diantar, de alguém que a doutrina era ensinada, como em emão era a vida e o pão era a partido. E o que isso significa, transformar a casa num espaço de hospitalidade. Então, a hospitalidade é cria um espaço livre onde o estranho pode entrar e se tornar a amigo ao invés de inimigo. E isso não quer dizer que eu vou receber alguém e talvez eu até saiba já essa pessoa, ela tem esse tipo de pecado, ela tem esse tipo de comportamento, ela precisa mudar isso aqui. Então, às vezes a gente recebe a nossa casa já com esse preconceito, sabe? Esse pré julgamento da nossa mente. E a gente não deixa a pessoa ser livre. A gente não deixa a pessoa ser um talhina na nossa mesa. E, cara, deixa ela ser quem ela é, essa, e a gente cria isso. E a hospitalidade cristã tem características específicas, que ela é intencional. Ela não acontece por acaso, mas ela é uma escolha. Ela é disponível, ela compartilha tempo, não apenas espaço. E ela é vulnerável, ela permite que outros vejam nossa vida real, não uma faixada. E ela é gratuita, sem expectativa de retorno. Então, lembra lá dos pais da igreja, eles nos ensinaram e eles viviam isso na prática onde eles recebiam as pessoas que eram necessitadas. E, gente, quem não é necessitado aqui? Todos nós somos necessitados todos, nós somos carentes de algo. E aqui eu preciso ser muito nesta, com vocês, que muito de nós transformamos nossas casas em fortalezas e não lugares de refúgio. Nós nos trancamos, não convidamos, não abrimos. E, quando abrimos, é só pra quem já conhecemos, só pra quem é seguro pra gente. Só pra quem pensa como nós, e isso não é a hospitalidade. Isso é clube social, com pretensão espiritual. E, como eu disse lá no início, Jesus não fazia isso. A mesa de Jesus é o lugar mais democrático. Sabe, ele não ficava pensando, "Ah, não, eu vou chamar essa pessoa, essa aqui eu não vou chamar". Essa aqui sim, essa aqui não. Todos podiam você sentar a mesa de senhora independentemente da criança, independentemente da história. E a mesa era um dia de fazer disciplado, confrontava e por acresir e revelava o reino. Mas ele não era hostil, mas ele era amoroso, ele era miserecordioso. Amém? E a casa bíblica, ela tem três funções. Ela é refúgio, lugar de descanso para os cançados. Ela é cheia de graça, ela tem espaço onde pecadores são recebidos sem julgamentos. E, reconciliação, lugar onde inimigos podem se tornar amigos. E lá em Apocalipse 3, vem te diz assim, eu estou a porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entraré em sua casa e se arei com ele e ele comigo. Isso é muito forte, é Jesus, João falando aqui em Apocalipse, que Jesus está a porta e bate. E ele não está falando, gente, venham aqui para a igreja. Venham aqui para o salão para que vocês me recebam. Não, ele está falando, eu estou a porta e bato. E você precisa abrir a sua casa para que eu possa entrar e se arei com você. Para que você possa se tornar o meu amigo, para que você possa se iar comigo e estar comigo. E eu acredito muito que a cura da morrida um espiritual, às vezes a gente realmente está nem quente, nem frio, "ah, estou indo, estou indo no cuto, enfim, estou ali". Mas esse não é um novo para que essa cura aconteça. Não é uma nova programação que a gente tem que colocar aqui na nossa igreja embora. Estamos colocando novas programações, graças a Deus, o evangelismo está voltando. Os 600 e 300 está acontecendo, os 42 vão voltar essa semana. Graças a Deus. Tudo isso é muito bom, isso é muito importante. Mas o que vai nos levar para um anseio, sabe da presença do Senhor, para uma coração aquecida pela presença, é abrir a porta da casa e sentar a mesa com o Cristo e com os irmãos. Como lá os discípulos no caminho de irmão usa, eles se assentaram a mesa com o Senhor, eles abriram a casa, eles abriram a mesa. Para que mais um se assentasse um que ele nem conhecia, sabe que ele nem sabia quem era. Isso fez com que o coração deles voltassem a que se voltassem a acreditar que o Senhor ressurreta estava ali. Então, às vezes a gente pode estar sentindo meio para lá e para cá, meio sem, enfim, sem muita vontade. E às vezes é só a gente abrir a porta da nossa casa e trazer alguém estranho para a nossa casa. Talvez a pessoa vai embora e você vai falar "meu Deus, por que que eu não recebi antes?". "Por que eu não me sentei antes com a sua pessoa? Por que Deus? Por que?". E a reagir abriu falando sobre a Maria Marta, que eu quero mencionar elas aqui também, que a história de Maria, todos conhecem, acredito que está lá em Lucas 10, do 38-42, eu não vou abrir agora. Mas basicamente Jesus entra na casa de Marta e Marta se desespera com os preparativos, para que tudo esteja perfeito, para que saia uma boca comida, pois afinal, o Senhor nas arenas estava ali na casa dela e ela queria preparar o melhor para ele. Ela queria que tudo estivesse muito impecável, que estivesse a altura do hospio de afinal era o próprio Cristo. E, gente, essas coisas são muito boas, como a gente falou. Muito bom a gente receber alguém, é muito bom a gente saber se a pessoa vai almoçar, vai tomar um café, vai dormir uma noite, vai dormir duas, vai passar 10 dias na sua casa. E tudo isso é importante a gente saber para que a gente se programe sim, para que a gente recebe bem essa pessoa, para que ela não chegue ali e acha que ela está incomodando, que ela está sendo um peso para você. Mas você realmente se preparou para receber aquela pessoa. Mas isso é algo periférico, sabe? Isso é algo secundário. O que, de fato, nós precisamos ter a nossa coração é como Maria, sabe? A gente não ficar com um coração inquieto, né? Dividido. Mas a gente se impreparar as coisas, mas a gente está com a coração aberto, sabe? Com a coração livre de qualquer pensamento, de qualquer preconceito, mas a gente realmente receber alguém de verdade, sabe? E estar atento aquela presença, estar atento aquela pessoa que está ali, sabe? Atenta, meu Deus, não só porque ela pode carregar uma promessa sobre sua vida, que isso pode acontecer, a gente viu que isso aconteceu na história. Mas porque, cara, ela é algo importante, sabe? Ela é digna de respeito, ela é digna de atenção. Qualquer pessoa é digna de atenção e de respeito. Independente, ela é nascida ou não de novo, ela é um ser humano, ela é uma criatura de Deus. Amém? E, Jesus gentilmente, né, a corrigir Marta, Marta andas inquietam, te preocupas com muitas coisas, entre tanto pouca coisa necessário, mesmo uma só. E Marta confundiu servir com a colher. E, obviamente, né, como eu disse, é muito importante a gente servir uns aos outros, não sempre o servir, eu fazer as coisas, vai acolher aquela pessoa de fato. E as pessoas que vivem em casa, às vezes, sabe que eu dou uma de Marta, não é? Mas eu dou uma de Marta, a gente confessando esse meu pecado, que eu preciso melhorar. Precisa estar mais atenta, as pessoas que estão na minha casa, porque eu gosto muito de servir, eu gosto muito de fazer uma comida, eu gosto muito de estar com a casa limpa, mas eu vou vencer, amém? Todos nós. Então, a Maria sentada aos preços de Jesus, ela estava praticando a hospitalidade mais profunda, ela estava com a presença, ela estava com um espaço interior aberto para receber a receptividade sem agitação. Ela realmente criou um espaço ali no coração dela para aquela pessoa que estava ali, ela estava atenta, sabe? Ela não estava pensando milhares de coisas, a respeito daquela pessoa, ou pensando, "Meu Deus, mas a casa está desse jeito, a casa está assim". Isso, ok? Não, ela estava atenta ali para ouvir as palavras do Senhor. E uma pergunta, né, para cada um de nós, que é a sua casa, é um espaço de graça, ou uma fortaleza de auto-protecção. Qual foi a última vez que você convidou alguém que não era do seu círculo dentro da sua casa? Qual foi a última vez que você sentou a mesa com alguém com as crianças, histórias, ou o próprio estilo de vida são diferentes dos seus? E claro que, às vezes, a gente pode colocar alguns tipos de impescilios, "Ah, mas a minha casa nem é tão boa assim, a minha casa é pequena, como que eu vou porra de gente dentro da minha casa?" Não tenho tempo. Eu sou tão introvertido, a pessoa vai chegar aqui, eu até assunta, eu não vou conversar, eu não vou conseguir, eu tenho medo de ser usado novamente, talvez você foi ferido, enfim, aconteceu alguma coisa, e eu tenho medo, sabe, eu não quero me abrir de novo, porque eu tenho medo que as pessoas usem de mim. E isso tudo é real, legível, sabe, genuino. Mas nenhum desses obstáculos podem resistir, sabe, eu testei muito as escrituras. Sabed nada disso pode ser algo que eu vou trazer um impedimento mesmo no meu coração para que a hostalidade seja feita. E acho que aqui eu quero se tal arôudo também, não sei se todo mundo viu o veloro dele, mas uma das coisas que me marcou muito foi a sobrinha dele, escreveu uma carta, ele para ele, falou várias coisas sobre ele, e uma das coisas mais profundas assim, é que a vida do arôudo nos marcou, assim, não só ali, não, é no velório a sobrinha dele falando, mas com a gente também, eu lembro do cuidado que ele teve com a gente, quando tudo aconteceu, e com a gente vindo para cá, enfim, eu lembro dele falando tipo, "Ah, como que tal o Timote, a Camila, como que tal Vinesa, Bélia, como que tal da Ví, e ele lembrando do nome, tipo, foi de gente, esse homem tem 70 anos, já, tipo, assim, conhece milhares e milhares de pessoas, como que ele lembra do nome, como, meu Deus, isso é muito forte, e ele sentava, sabedolhava nos nossos olhos e ele queria saber como que a gente estava, ele queria saber como que estava na sua coração, e a hostalidade, ela não é sobre a qualidade do seu apartamento, sabe, não é sobre a qualidade das coisas que você tem na sua casa, mas é sobre a qualidade da sua presença, da sua presença ali com aquela pessoa, sabe, não é você recebendo e, tipo, ficando para lá e para cá e não saber, "Ah, tá bom, é isso, sabe, mas é você se preocupando, é você querendo saber da história da pessoa, é você querendo ouvir aquela pessoa, então precisa ser um evento, né, separado, você pode chamar aquela pessoa, "Claro, eu estou fazendo um homóso aqui, você não quer vir, vamos lá na casa, estou indo no mercado, quem não mercado comigo, vai precisar do shop fazendo isso aqui, achando uma pessoa para ir com você, sabe, não precisa ser um evento, o meu Deus, não, a gente se programa daqui dois meses, você vai lá em casa, pelo amor de Deus, e o outro ponto, estamos caminhando para o fim, e. "Ai, eu vou pular aqui, eu vou para a hostalidade no coração, que eu acho que é a. aqui mais me pega, que a pobreza faz um bom ofitrião, lá em Mateus, né, as bem-aventurantes, bem-aventurados, os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus, e essa talvez seja o ponto mais profundo dessa pregação, que, de fato, a pobreza faz um bom ofitrião, e em Rinoa, no livro dele, ele fala, né, fala de duas dimensões dessa pobreza, que é a pobreza de mente, a pobreza de coração, e ambas são essenciais para que a gente se torna um bom hospitalero, e a pobreza de mente, ela nada mais é do que reconhecer, que não sei tudo, é estar aberto para aprender com o outro, é não emporas minhas convicções, como condição para colher, e, no oran, diz, é alguém que está cheio de ideias, com seitos opiniões e convicções, não pode ser um bom ofitrião, não é espaço interior para ouvir, nem uma abertura para descobrir o presente do outro. Então a pobreza de mente é uma humildade intelectual, que silenciam o ego para ouvir o outro. Gente, isso é muito forte, né? Acho que eu já falei um pouco dessas coisas, de fato, receber aquela pessoa sempre é conceito, sem julgamento, sabe? Obviamente nós temos as nossas convicções, e a gente não vai abrir mandas, nossas convicções pelo outro, que as nossas convicções precisam estar no senhor, e precisam estar no evangelho. Mas isso não pode me impedir, me colocar num lugar de superioridade, tipo, "Ah, eu sei mais, ou eu sou mais convicto que ele, então, tipo, ele vai sentar na minha mesa para aprender comigo." Cara, não, ele sim pode aprender com a gente, mas a gente também pode aprender com ele. Bem? E outro ponto é a pobreza do coração, é ainda mais profunda, é reconhecer que não sou melhor que ninguém, que todos passamos por dificuldades, que minha história não é a única história da vida. E quando a nossa coração está cheio de preconceitos, preocupações e humes, há pouco espaço para o estranho, e o coração cheio é o coração fechado. E a gente é muito forte. E aqui está o nosso modelo supremo, Felipe Pences II, 58, Cristo esvaseou-se a si mesmo, assumindo a forma de servo. Aqui nós, que é a palavra no grego, que é para esvaseamento, de Cristo, o fundamento teológico da hospitalidade. Então, Deus não nos recebeu do alto da sua glória, exigindo que nos adequá-semos a Ele, Ele desceu, Ele se esvaseou, Ele se fez pobre para nos tornarmos ricos. A hospitalidade de Cristo é imitação da que nós, é o alto esvaseamento que crie espaço para o outro. E obviamente, eu coloquei aqui exigindo que não exige, que não usabeque ássemos a Ele. E obviamente o evangelho é algo que nos transforma e que existe um custo, sim, existe um padrão onde nós, de cipros, precisamos seguir a mente. Mas para que isso aconteça, o Cristo nos recebeu como nos hermos. Em nenhum momento, nós podemos ver uma das mulheres lá, a Samaritana, no Poço. Cristo não foi lá e ficou julgando ela, mas por que você fez isso? Olha, tantos homens, você se dê "tô com tantos homens", para que isso é que, "Ah, Ele só falou que você está perduada". Ela reconheceu a coração dela arrependido, e ele falou que você está perduada, e ele não ficou, sabe, trazendo julgamento sobre a vida dela, mas ele sabe a presença dele, fez com que ela se arrependesse. E essa parte do esvaziamento, de fato, a gente precisa entender que nós não temos nada superior a ninguém. Enfim, não é uma. se ela é uma postura, um cargo que vai me colocar no lugar superior, mas é cara todos nós, o arô, de falar mais também que o cargo mais importante de uma igreja é ser ofilha. E todos nós somos ofilhas de um bom pastor. O bom pastor que nos recebe, que nos ama, e que sim nos pede coisas para que a gente se arrependa, para que a gente viva nos padrões dele. Mas isso tudo no lugar de amor e de cuidado, é se esvaziando de fato e falando, "Eu sei como é seu ser pobre, eu sei como é não ter nada, mas eu me fiz assim para que vocês pudessem ter, eu como padrão mesmo, sabe?" E eu, Jesus, né? Vocês estão durando, né? Mas Jesus se fez, e assim para que realmente a gente pudesse olhar para ele, porque talvez ele poderia muito bem gente. Eu fiquei pensando essa semana, "Ele poderia muito bem só mandar o Espírito de Santa aqui para a Terra e fazer com que ele fizesse toda a obra no sentido da crucificação, enfim, né?" Por que ele não precisava ter deixado com o filho dele, "Vierce aqui, se esvaziasse, e saber, ele poderia ser lá com o poder do Espírito Santo, nos fazer, nos unia ele, sabe? Ele poderia, "Ele é Deus, ele pode fazer o que ele quiser, mas ele fez isso porque ele sabia como nós, e como nós, e os humanos precisávamos de um padrão de alguém para olhar e falar "Meu Deus, realmente, é possível, é possível, é me esvaziados das minhas opiniões, daquilo que eu acredito, para que eu possa receber o outro do jeito que ele é." Amém? E acho que o último ponto, agora, que já é meio dia, nós temos a se ainda, que a hospitalidade, ela é um apontamento escatológico também. E a hospitalidade é critério do juízo de Deus, lá em Mateus 25, diz assim, "Quando o filho do homem, na sua glória, então, virá-lo, né?" Então, virá-los que estiverem a sua direita, vim de bem-ditos de meu pai, entrar na poste do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo, porque tive fome e me derre de comer, tive sede e me derre de bebê, era forasteiro e meus pedaços, estava nu e me vestixes, enfermo e me visitar, estes presos, presos e fostes me vê. Então, gente, isso é, eu acho que é o ponto mais sério dessa mensagem, que é de fato o fim dos tempos e nós acreditamos como a comunidade no fim dos tempos, que o senhor voltará e julgará a sua igreja, julgará o povo, e um dos critérios é exatamente isso. E eu, sério, eu acho que eu nunca tinha reparado a profundidade disso, que, como Jesus realmente fala, ele não sabe em nenhum momento, ele fala, "Ah, mas você queria ter ajudado aquela pessoa, você queria ter recebido?" Não, ele fala, "Não, você não deu de comer." Alguém teve fome e você. eu tive fome e você não me derre de bebê. Eu tive sede e você não me derre de bebê. Eu tive fome e você não me derre de comer. E isso, gente, é totalmente prático, sabe? Não é coisa, tipo, "Ah, mas você tinha pensado, né, em fazer aquilo, mas você estava com intenção no seu coração, de fazer aquilo, mas cadeia prática, sabe? Cadeia, você não fez e tarde demais, infelizmente." Então, gente, isso é muito, muito sério, porque depois ele fala, né? Aí os justos, não, justos não, né? É os justos perguntam. Quando foi que tivemos famento, forasteiro, nuo, enfermo, preso, quando foi que isso aconteceu e a gente não percebeu, a gente não viu, e aí Jesus fala, "Cando fizesse os mais pequeninos, deixe-se fizesse a mim." E quem é esse pequenino? Então, quem é esse pequenino, Jesus? É os necessitados, sabe? Os pais de igreja estavam nos falando muito tempo atrás. Não sou os pais de igreja, né, mas hábili. Falando que todos nós somos necessitados, sabe? Todos nós precisamos nos colocar nesse lugar de necessitado, ninguém é menos ou mais do que o outro. Todos nós estamos no mesmo barco, todos nós precisamos e carecemos da presença do Senhor, todos nós carecemos do sangue de Cristo para que a gente possa ser salpai a mim. Então, quando fizesse as pessoas fizessem a mim, então, gente, nessa manhã eu queria convidar vocês a se colocar em pé.
Podcast Summary
Key Points:
A hospitalidade é uma marca essencial do discípulo de Jesus, não uma opção, mas uma ordem bíblica.
A hospitalidade cristã vai além da cortesia social; é o amor prático ao estranho e ao necessitado, sem esperar nada em troca.
A prática da hospitalidade abre espaço para encontros divinos e bênçãos, como ilustrado nas histórias de Abraão, a viúva de Sarepta e os discípulos no caminho de Emaús.
A base para sermos hospitaleiros é a compreensão de que nós mesmos fomos acolhidos por Deus quando éramos estranhos para Ele.
Summary:
A mensagem central é que a hospitalidade é uma marca fundamental e não opcional na jornada do discípulo de Cristo. Ela é definida biblicamente como "amor ao estranho" (filoxenia), indo muito além de uma simples etiqueta social ou uma mesa bem posta. Trata-se de uma prática radical de abrir a vida e o coração para acolher o necessitado e o diferente, sem esperar reciprocidade, contrariando a lógica cultural comum.
A pregação fundamenta isso em ordens bíblicas imperativas e ilustra com exemplos como o de Abraão, que ao hospedar estranhos, hospedou o próprio Senhor e recebeu uma promessa. A viúva de Sarepta e os discípulos de Emaús também experimentaram revelação e provisão divina ao praticarem a hospitalidade. O convite final é para que, lembrando que fomos acolhidos por Deus, abramos nossos corações e lares, superando a hostilidade natural ao diferente, pois nesse ato prático podemos encontrar a Cristo e ser canais de suas bênçãos.
FAQs
A hospitalidade cristã é literalmente 'amor ao estranho', significando abrir espaço na vida para quem não faz parte dela, especialmente os necessitados, e não apenas uma cortesia social ou mesa posta.
Porque é uma maneira prática e palpável de demonstrar ao mundo e aos irmãos que fomos encontrados pelo Senhor, refletindo o amor de Deus ao receber o estranho no coração e no lar.
Não, a hospitalidade é uma ordem bíblica, não uma sugestão ou dom reservado a extrovertidos. É uma doutrina apostólica que todos os discípulos são chamados a praticar, independentemente da personalidade.
A hospitalidade grega estava ligada à troca de favores e benefícios, enquanto a cristã, ensinada pelos primeiros cristãos, subverte essa lógica ao focar em receber quem não pode retribuir, como os necessitados e excluídos.
Abraão recebeu três estranhos que se revelaram como o Senhor e anunciaram a promessa de um filho. A viúva de Sarepta acolheu Elias e viu milagres, e os discípulos no caminho de Emaús hospedaram um estranho que era o Cristo ressurreto.
Ao receber o estranho, podemos abrir espaço para Deus se revelar, trazer promessas, respostas e milagres, como aconteceu com Abraão, a viúva de Sarepta e os discípulos de Emaús.
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