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[6/16] Capítulo 3 – O catequista

34m 16s

[6/16] Capítulo 3 – O catequista

O texto aborda a identidade, vocação e os diversos agentes da catequese na Igreja. O catequista é um cristão chamado por Deus, a partir de sua vocação batismal, para o serviço de transmitir a fé e iniciar na vida cristã, atuando sempre em comunhão com a comunidade. A catequese é um ministério essencial para o crescimento da fé, realizado na diversidade de dons e funções. O bispo é destacado como o primeiro catequista e principal responsável pela catequese na diocese, cabendo-lhe promover, zelar e organizar este ministério. Os presbíteros, como colaboradores do bispo, animam e coordenam a catequese nas comunidades paroquiais. Os diáconos exercem um serviço valioso, especialmente na catequese ligada à caridade e à família. As pessoas consagradas testemunham com a vida e enriquecem a catequese com seus carismas específicos. Os leigos, inseridos no mundo, evangelizam através do exemplo e da palavra, podendo ser chamados a um serviço catequético mais estruturado. A família é fundamental, sendo os pais os primeiros catequistas, auxiliados por padrinhos, madrinhas e avós na transmissão da fé. Por fim, reconhece-se o contributo indispensável das mulheres, cujo "gênio feminino" e sensibilidade maternal marcam profundamente o serviço catequético.

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3357 Words, 20663 Characters

Portuguese
[Música] Capítulo 3º - O catquista. 1. A identidade e a vocação do catquista. § 110. Na edificação do corpo de Cristo existe diversidade de membros e de funções. É o mesmo espírito que para a utilidade da igreja distribui os seus vários dons segundo a sua riqueza e as necessidades dos ministérios. Em virto do batismo e da confirmação, os cristãos estão incorporados em Cristo e participam do seu mundo sassor do tal, profético e real. São dos tomunhos do anuncio e vangel rico, pela palavra e pelo exemplo de vida cristal. Mas alguns deles podem também ser chamados a cooperar com o bispo e os prsbitros no exercício do Ministério da Palabra. No conjunto dos ministérios e serviços, com os quais a igreja realiza a sua missão e vangelisadora, o Ministério da Catquese ocupa um lugar significativo, indispensável para o crescimento da fé. O crescimento do Ministério introduz a fé e juntamente com o Ministério litúrgico gera os filhos de Deus no Seio da Igreja. Por este motivo, a vocação específica do Catquista tenha a sua rei na sua vocação comum do povo de Deus. Por isso, o designio salve e fico de Deus a favor da humanidade. Parágrafo 111 Toda a comunidade cristal é responsável pelo Ministério da Catquese, mas cada um conforme sua condição particular na igreja. Os filtros do ordenado, pessoas consagradas, fias leigos. Etra vez de todos eles, na diferença das funções de cada um que o Ministério Catquético oferece de modo completo a palavra e o destumunho da rilivada e clusial. Se faltasse alguma destas formas de presença, a Catquese perderia parte da sua riqueza e do seu significado. O Catquista pretenses a uma comunidade cristal e é dela expressão. O seu serviço é vivido dentro de uma comunidade, que é o primeiro sujeito do acompanhamento na fé. Parágrafo 112 O Catquista é um cristão que recebe o chamamento particular de Deus, o qual, acolhido na fé, o habilita para o serviço da transmissão da fé e para a tarefa de iniciar na vida cristal. As causas imediatas para que um Catquista seja chamado a servir a palavra de Deus são muito variadas, mas todas elas são mediações das quais Deus, através da igreja, se serve para chamar ao seu serviço. A través deste chamamento, o Catquista torna-se participante na missão de Jesus, de introduzir os discípulos na sua relação filial como pai. No entanto, o verdadeiro puto agonista de toda a Catquese auténtica é o Espírito Santo, que mediante a profundo união que o Catquista nutra com Jesus Cristo, torna-se eficazes os esforços humanos na atividade catquética. Esta realiza-se no Seio da Igreja. O Catquista é de estimunha da sua tradição viva e mediador que facilita a inserção de novo-lho discípulos de Cristo no seu corpo e clasial. Parágrafo 113. Em virtude da fé e dão-missão batismal na colaboração com o magistério de Cristo e como servo da ação do Espírito Santo, o Catquista é a linear, de estimunha da fé e guardião da memória de Deus. Experimentando a bondade e a verdade do ivanjeio no Seio em contra com a pessoa de Jesus, o Catquista preserva, nutra e de estimunha, a vida nova que deia e deriva e torna-se sinal para os outros. A fé contém a memória da história de Deus com os homens. Para reservar esta memória, despertá-la nos outros e colocar-la ao serviço do anúncio é a evocação específica do Catquista. O dexto-me de vida é necessário para a credibilidade da missão, reconhecendo as próprias fragilidade de Ante da Mesricórdia de Deus, o Catquista não deixa de ser sinal da esperança para os irmãos. A linea B, Mestre e Mista Gogo, que introduz-se no Mistério de Deus, revelado na Páscoa de Cristo. Enquanto imágem de Jesus Mestre, o Catquista tenha dupla tarefa de transmitir o contio da fé e degar até ao Mistério dessa mesma fé. O Catquista é chamado a abrir a verdade sobre o homem e sobre a sua evocação última, comunicando o conhecimento de Cristo e ao mesmo tempo, é introduzir nas várias dimensões da vida cristã, desvendando os mistérios de salvação contidos no depósito da fé e atualizados na liturgia da igreja. A linea C, a compagnador e educador daqueles que lhe são confiados pela igreja. O Catquista é um perito da arte do acompanhamento. Tem competência educativas, sabe escutar e entrar nas dinâmicas da madorcimento humano. Faça-se com peneiro de viagem, com paciência e sentido de gradualidade. Na docilidade à ação do Espírito, num processo de formação, ajuda a dos irmãos a madorcer na vida cristã e a caminhar em direção a Deus. O Catquista, perito em humanidade, conheces alegrias e os esperanças do homem, as suas tristezas e angustias, e sabe colocá-las em relação como o Evangelho de Deus. 2. O Bispo, primeiro Catquista. 4. O Bispo é o primeiro anunciador do Evangelho, promei das palavras e do destumunho de vida. E enquanto o primeiro responsável da Catquese na Deusense, tem a função principal de juntamente com a pregação, promover a Catquese e predispor as diversas formas de Catquese necessárias aos fieis, de acordo com os princípios e as normas emanadas da séria postólica. Além da preciosa colaboração dos hectariados de os sezanos, o Bispo pode fazer-se valer da ajuda de especialistas da teologia, catquética e ciências humanas, como também dos centros de formação e de investigação catquética. O zelo do Bispo, platividade catquética, convidou a Alinia, zelar pela Catquese, ocupando-se diretamente da transmissão do Evangelho e conservando a integridade do depósito da fé. Alinia B. A segurar em culturação da fé no território, dando prioridade a uma Catquese eficaz. Alinia C. E laborar um projeto global de Catquese que esteja ao serviço das exigências do povo de Deus e insintonia com os planos pasturais de os sezanos e da conferência e psicopal. Alinia D. Suscitar e manter uma verdadeira paisção pela Catquese, uma paisão porém que se encarna numa organização adaptada e eficaz, que empenhe na atividade as pessoas, meios e instrumentos e também os recursos financeiros necessários. Alínia é procurar que os catiquistas se preparem devidamente para esta missão, de modo que adquiram o perfeito conhecimento da doutrina da igreja, aprendendo teórica e praticamente as leis psicológicas e as ciências pedagógicas. Alínia é verificar com a tensão a qualidade dos teistos e instrumentos para a catiquese. Pelo menos em tempos fortes do analitúrgico, especialmente na quaresma, o bicho pode você sentir a necessidade de convocar para a sua catadral ou povo de Deus para realizar a sua catiquese. 3. O Presbítero na Catiquese Parágrafo 115 O Presbítero, enquanto o primeiro colaborador do bicho e por mandato de ele na qualidade de educador da fé, tenha responsabilidade de animar, coordenar e dirigir a atividade catquética da comunidade que ele foi confiada. 3. A referência ao meu justério do bicho, no único prebiteiro de se usando e a audiência às orientações que em matéria de catquese e para o venhos fieis são emanadas por cada pastor e pelas conferências e psicopais constituem para o sacerdote e lamentos a serem valorizados na ação catquética. Os Presbíteros discernem e promovem a vocação e o serviço dos catquistas. Parágrafo 116 O párgico é o primeiro catquista na comunidade paroquial. As funções próprias do párgico na catquese e do presbítero em geral são alinear. Deficar-se com o interesse competente e generoso a catquese dos fieis confiados ao seu cuidado pastoral, tirando partido de todas as oportunidades que ele forendadas pela vida para o que é e pelo ambiente sociocultural para proclamar o Evangelho. Alínia B. Cuidar da relação entre a catquese, a liturgia e a caridade. Valorizando de modo especial ou domingo como dia do Senhor e da comunidade que está. Alinear-se. Posso citar na comunidade o sentido da responsabilidade em relação a catquese e discernir as vocações específicas a este respeito, manifestando gratidão e promovendo o serviço prestado pelos catquistas. Alineia D. Promover a Organização da Catquese integrando no projeto pastoral da comunidade, confiando na colobração dos catquistas. É bom que vivem-se as várias fazes de análise, de programação, de escolha dos instrumentos, de realização e de avaliação. Alineia E. A segurar a ligação entre a catquese na sua comunidade e o programa pastoral diocesano, evitando qualquer forma de subjetivismo no exercício doministerio sagrado. Alineia E. Enquanto o catquista dos catquistas cuidar da sua formação, dedicando a esta tarefa, a máxima solicitudo e acompanhando-os no amadurcimento da feca. Valorizando, além disso, o grupo de catquistas, como contexto de comunhão e de cor responsabilidade, necessário para uma formação autêntica. 4. O Diáculo na Catquese Parágrafo 117 A deaconia da Palavra de Deus, a par de liturgia e de caridade, é um serviço que os diáculos exercem para tornar presente na comunidade Cristo que por amor se fez servo. Além de serem admitidos a pregar na humilhia, os diáculos são chamados a prestar uma cuida dose de atenção a catquese dos fieis nas diversas etapas da existência cristal. De forma, a ajudá-los a conhecer a fé em Cristo, reforçá-la com a receção dos sacramentos e a exprimi-la na sua vida pessoal, familiar, profissional e social. Os diáculos deverão serem envolvidos nos programas catquéticos diososanos e paroquiais, sobretudo, no que diz respeito, as iniciativas ligadas ao primeiro anúncio. Digo ao modo, são chamados a anunciar a Palavra no seu eventual ámbito profissional, quer mediante a Palavra Espolícita, quer só com a presença ativa nos lugares onde se forma a opinião pública ou onde se apliquem as normas éticas, como os serviços sociais, os serviços a favore dos direitos da família, da vida e etc. A gravo, 118. Ná alguns ámbitos é particularmente preciosa a catquese ao cuidado dos diáconos, a vida da caridade e a família. A sua ação pode desdubrar-se entre os reclusos, os duentes, os idosos, os jovens com comportamento desviante, os imigrantes, etc. Os diáconos têm a função de incluir estas pobresas na atividade catquética das comunidades e clusiais. De modo animar todos os crentes, envista de uma verdadeira educação para a caridade. Além disso, os diáconos permanentes que vivam em um matrimonio, devido ao seu estado devido a singular, são particularmente chamados a ser destemunhas credíveis da beleza deste sacramento. Com a ajuda das suas desposas e eventualmente dos filhos, podem complementer-se na catquese das famílias e no acompanhamento de todas aquelas situações que necessitam de uma particular atenção idolicadeza. 5. Os consagrados ao serviço da catquese. Parágrafo 119. A catquese representam o tarreno privilegiado do apóstolado dos consagrados. De facto, na história da igreja, eles são reconhecidos entre as figuras mais dedicadas à animação catquética. A igreja convoca de modo particular as pessoas devido a consagrada para a atividade catquética, na qual o seu contributo original e específico não pode ser substituído por prsbitros ou leicos. A primeira tarefa da vida consagrada é tornar visíveis as maravilhas que Deus realiza na frase humanidade das pessoas chamadas. Mais do que com palavras, elas são destomunhas e testemunham essas maravilhas com a linguagem iluquente de uma existência transfigurada capaz de sustitar admiração no mundo. A primeira catquese que interpella é a própria vida dos consagrados, que vivendo a rede e a qualidade evangelica são destomunhas da plenitude que a vida em Cristo torna possível. Parágrafo 120. As especificidades do próprio carisma, a que pretensen, são valorizadas quando alguns consagrados assumem a tarefa da catquese. Mantendo intacto o caráter específico da catquese, os carismas das diversas comunidades religiosas empregnam esta tarefa comum de características próprias, frequentemente de grande profundidade religiosa, social e pedagógica. A história da catquese demonstra a vitalidade que estes carismas deram a ação educativa da regreja, sobretudo para quantos imprimiram a catquese o seu ideal de vida. A igreja continua a furta alcércita como seu serviço e tem esperança no renovado compromisso ao serviço da Catequese. 6. Os leigos catequistas. Parágrafo 121. Mediante a sua inserção no mundo, os leigos prestam um precioso serviço à evangelização. O próprio facto de viver, em como distímpos de Cristo, é uma forma de anúncio do Evangelho. Despartilham todas as formas de compromisso com os outros homens e as outras mulheres, impregnando as realidades temporais com o espírito do Evangelho. A evangelização adquiram certo caráter específico e uma particularificacia por se realizar nas condições ordinárias da vida do mundo. Destamunhando o Evangelho em diversos contextos, os leigos têm a oportunidade de interpretar de modo cristão, os acontecimentos da vida, de falar de Cristo e dos valores cristãos, de dar a razão das suas escolhas. Esta Catequese, por assim dizer, spontânea e ocasiional, é de grande importância, por que está imediatamente relacionada com o destemônio de vida. A vocação ao Ministério da Catequese, brota do sacramento de batismo e é fortalecida pela confirmação. Sacramentos mediante os quais, o leigo participa no mundo sacerdotal, profético e real de Cristo. Além da vocação comum ou postulado, alguns fieis sentem-se chamados por Deus a assumir o papel de Catequistas na comunidade de Cristo ao serviço de uma Catequese mais orgânica e estruturada. Este chamamento pessoal de Jesus Cristo e a relação com Ele são verdadeiro motor da ação do Catequista. Este conhecimento amoroso de Cristo, brota o desejo de o anunciar, de ivanzlizar e de levar os outros ao cinda fé em Jesus do Cristo. A igreja suscita e discern esta vocação e confere a missão de Catequizar. Parágrafo 123. Entir-se chamado a Catequista e a receber da igreja a missão para o fazer pode comportar diversos graus de dedicação. Segundo as características de cada um, às vezes o Catequista pode colaborar com o serviço da Catequese por um período limitado da sua vida ou até mesmo simplesmente de maneira ocasiional. Apesar disso, trata-se sempre de um serviço e de uma colaboração preciosos. Todavia, a importância do Ministério da Catequese aconselha a que exista na diocense um certo número de religiosos e de leigos, generalzamente dedicados a Catequese de forma estável, reconhecidos publicamente, que em comunhão com os sacerdotes e o bispo contribu em para dar a este serviço diososano a configuração e clusial que é própria. Os pais sujeitos ativos da Catequese. Parágrafo 124. Para os pais cristãos, a missão educativa, redicada na sua participação na obra criadora de Deus, tenho uma fonte nova e específica no sacramento de matrimônio, que os consagra para a educação propriamente cristados filhos. Por seu exemplo de vida cotidiana, os pais crentes têm a capacidade mais envolvente de transmitir aos seus filhos a beleza da vida cristal. Para que as famílias possam ser sujeitos, cada vez mais ativos da pastoral familiar, requer sons forços e vãs luisador e catequético dirigida a família, que é encaminha nesta direção. O desafio maior é, neste caso, que os casais, as mães e os pais, sujeitos ativos da Catequese superenhamente a idade tão comum, de delegação, segundo a qual a fé está reservada aos especialistas da educação religiosa. Esta mentalidade, por vezes, é favorecida pela própria comunidade, que tem dificuldade em organizar a Catequese com um estilo de família e a partir das próprias famílias. A igreja é chamada a colaborar com uma ação pastoral adequada para que os próprios pais possam cumprir a sua missão educativa, tornando-se principalmente nos primeiros catequistas dos seus filhos. Padrinhos e madrinhas, colaboradores dos pais. Parágrafo 125. No percurso de iniciação à vida cristal, a igreja convida a repensar a identidade e a missão do padrinho e da madrinha enquanto apoio ao compromisso educativo dos pais. A sua tarefa é de mostrar ao Catequimno, de modo familiar a prática do ivanjelho na vida e na convivência social. Ajudá-lo nas suas dúvidas em quietações. Darts-Tumuinho há cerca dele e volar pelo crescimento da sua vida bati-smal. Estamos conscientes de que muitas vezes a escolha não é motivada pela fé, mas baseia sem costumos familiares ou sociais. Isto contribuiu o significativamente para a desvalorização destas figuras educativas. Tendo em vista a responsabilidade que este papel comporta, a comunidade cristal deve indicar com discernimento e espírito criativo, percurso de catequias aos padrinhos, que usa ajuda em a rediscoverir o don da fé e da pretência ecolisial. E eles que são indicados para desempenhar este papel, muitas vezes, sentem-se desafiados a despertar a fé bati-smal e iniciar um renovado caminho de compromisso e destumunho. A eventualidade de recusar que há alguém desempenho e assim cargo, poderia ter para a pessoa em causa consequências que é necessaria valiar com muita atenção pastoral. Nos casos em que não existam as condições objetivas, para que uma pessoa possa exercer esta tarefa, condições que a forçoso apresentar, no diálogo que preceda a escolha, de acordo com as famílias e conforme o discernimento dos pastores, poder-se ao encontrar padrinhos mesmo entre os agentes de pastoral, catequistas e educadores animadores, que sejam testemunhas de fé e presença ecolisial. O serviço dos avós para a transmissão da fé, para a grafo 126, são os avós que juntamente com os pais, sobretudo em determinadas culturas, desempenham um papel particular na transmissão da fé aos mais alvens. Também a escritura relata a fé dos avós como testemunho para os netos. A igreja sempre teve em relação ao avós uma atenção particular, reconhecendo-lhes uma grande riqueza sobre o perfil humano e social, assim como soube religioso e espiritual. Diante da crise das famílias, os avós que muitas vezes têm um maior enreizamento na fé cristã e um passado rico em experiências, tornam-se importantes pontos de referência. Não é raro que muitas pessoas devam precisamente aos avós a sua iniciação na vida cristã. O contributo dos avós é importante na cadequese. Seja pelo maior apreço de tempo que podem dedicar, seja pela sua capacidade de encorajar as jovens gerações com a sua carga afetiva, a sua sabedoria é muitas vezes decisiva para o crescimento da fé. A oração de súplica e o canto de louvor dos avós apoia a comunidade que trabalha e luta na vida. O contributo das mulheres para a Catequese, para a gravo 127. As mulheres desempenham um papel percioso nas famílias e nas comunidades cristais, prestando o seu serviço como esposas, mães, catequistas, trabalhadoras e profissionais. Tem como exemplo Maria, exemplo daquela feita maternal, de que deem a venstar animados todos quantos escuparam na missão apostólica que a igreja tem de regenerar os homens. Com as suas palavras e gestos, Jesus ensinou a reconhecer o valor da mulher, efetivamente, que estelas consigo como discípulos e confiau a Maria Madalena e a outras mulheres, a alegria de levar aos apóstolos o anúncio da sua reissão. Na mesma linha, a comunidade primitiva sentiu a exigência de ser a propria ardo encinamento de Jesus e acolhiu a presença das mulheres na obra de evangelização como um dom precioso. Parágrafo 128. As comunidades cristais são animadas constantemente pelo gênio femenino. A ponto de ser reconhecer que o seu contributo é essencial e indispensável para a realização da vida pastoral. A Catequese é um destes serviços, que leva a reconhecer o grande contributo ofrecido pelas Catequistas que se dedica a um ex-teministério, com dedicação, paixão e competência. Na sua vida encarna uma imagem da maternidade, sabendo de destuminar, mesmo nos momentos difíceis, a ternura e a dedicação da igreja. São capazes de compreender, com uma sensibilidade particular, o exemplo de Jesus. Servir tanto nas coisas pequenas, como nas grandes, é a atitude de quem compreendeu até ao fim o amor de Deus por ser humano. E não pode fazer-se não de ramalo sobre o próximo, cuidando das pessoas e das coisas do mundo. Parágrafo 129. Apeciar a sensibilidade específica das mulheres na Catequese não significa deixar na sombra a presença igualmente significativa dos homens, pelo contrário, a aluz das transformações antropológicas, ela e é indispensável. Para um sádio crescimento humano e espiritual, não se pode passar sem as duas presências, feminina e masculina. Portanto, a comunidade que a Christa saiba valorizar tanto a presença das Catequistas, cujo número é denotável importância para a Catequese, como a presença dos Catequistas, que exerce em hoje um papel insubstituível, sobretudo para os adolescentes e jovens. De modo particular, deve apreciar-se a presença de jovens Catequistas, que dão um contributo especial de entusiasmo, criatividade e esperança. Eles estão chamados a sentir-se responsáveis na transmissão da fé. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A identidade e vocação do catequista fundamentam-se no batismo e na confirmação, sendo um chamado específico dentro da vocação comum do povo de Deus para cooperar no ministério da Palavra.
  2. Diversos agentes têm papéis específicos na catequese
  3. A família, especialmente os pais, é sujeito ativo e primeiro catequista, com apoio dos padrinhos, madrinhas e avós, enquanto as mulheres oferecem uma contribuição essencial marcada pela sensibilidade e exemplo maternal.

Summary:

O texto aborda a identidade, vocação e os diversos agentes da catequese na Igreja. O catequista é um cristão chamado por Deus, a partir de sua vocação batismal, para o serviço de transmitir a fé e iniciar na vida cristã, atuando sempre em comunhão com a comunidade. A catequese é um ministério essencial para o crescimento da fé, realizado na diversidade de dons e funções.

O bispo é destacado como o primeiro catequista e principal responsável pela catequese na diocese, cabendo-lhe promover, zelar e organizar este ministério. Os presbíteros, como colaboradores do bispo, animam e coordenam a catequese nas comunidades paroquiais. Os diáconos exercem um serviço valioso, especialmente na catequese ligada à caridade e à família.

As pessoas consagradas testemunham com a vida e enriquecem a catequese com seus carismas específicos. Os leigos, inseridos no mundo, evangelizam através do exemplo e da palavra, podendo ser chamados a um serviço catequético mais estruturado. A família é fundamental, sendo os pais os primeiros catequistas, auxiliados por padrinhos, madrinhas e avós na transmissão da fé.

Por fim, reconhece-se o contributo indispensável das mulheres, cujo "gênio feminino" e sensibilidade maternal marcam profundamente o serviço catequético.

FAQs

O catequista é um cristão chamado por Deus para transmitir a fé e iniciar na vida cristã, participando da missão de Jesus e atuando no seio da Igreja.

O Bispo é o primeiro responsável pela catequese na diocese, promovendo-a, zelando pela integridade da fé e elaborando projetos pastorais para atender às necessidades do povo de Deus.

O Presbítero anima, coordena e dirige a atividade catequética na comunidade paroquial, discernindo vocações e promovendo a formação dos catequistas, em comunhão com o Bispo.

O Diácono exerce a diaconia da Palavra, prestando atenção à catequese em diversas etapas da vida cristã e envolvendo-se em programas diocesanos, especialmente no primeiro anúncio.

Os consagrados são testemunhas privilegiadas da fé através de sua vida transfigurada, enriquecendo a catequese com seus carismas específicos e dedicação apostólica.

Os leigos catequistas, inseridos no mundo, anunciam o Evangelho no cotidiano e podem ser chamados a um serviço mais estruturado, fortalecido pelos sacramentos do batismo e confirmação.

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