#57 Como Criar Conteúdo de Um Mês em Um Dia | Planejamento Completo
26m 36s
O episódio ensina um passo a passo prático para planejar todo o conteúdo de um mês em apenas um dia. A apresentadora, Letícia, começa explicando que o primeiro passo é montar um calendário com datas internas (lançamentos, eventos da marca) e datas externas (como Dia das Mães, Dia do Café) que façam sentido para o negócio. Em seguida, é preciso definir o objetivo de cada data, seja vender, posicionar a marca ou aumentar o ticket médio, e escolher uma campanha principal para o mês.
Depois, ela destaca a importância de equilibrar as linhas editoriais da marca ao longo da semana, alternando conteúdos de bastidores, prova social (como o quadro "LV Club", onde clientes mostram o dia a dia usando os produtos), vendas diretas e conteúdo educativo. Esse equilíbrio é fundamental porque o público consome conteúdos de forma diferente conforme o dia da semana (teoria "Level Terry"): segunda-feira é melhor para conteúdos densos, sexta-feira para conteúdos mais leves.
Ela também sugere estruturar o mês em quatro etapas de funil: preparar o cliente (mostrar o problema), educar (ensinar o cliente a pensar antes de comprar), provar (exibir resultados e bastidores) e converter (falar abertamente da oferta). Por fim, recomenda manter uma lista de ideias brutas e, no final do mês, analisar métricas para entender o que gerou receita, não apenas engajamento. O objetivo é criar um planejamento que una estratégia e execução prática.
O passo a passo para criar conteúdo de um mês em um dia. Oi, eu sou o Let's Know, e esse daqui é o LV Toxum, eu pô de caixte, toda a quarta-feira, que eu falo sobre negócios de estão redes sociais e tudo que eu aprendi errei e acertei durante 11 anos empreendendo. O episódio de hoje é bem mão na massa. Ele é bem explicando do jeito que vocês gostam, assim, prático, didático, vaptivupte, você vai sair daqui com um planejamento completo para criar conteúdo dentro do seu negócio, tá? Então eu vou falar um pouco mais sobre a parte prática e macro da coisa, e aí depois a gente dá esse para o micro. Bom, qual que é a primeira coisa quando você tem que criar um conteúdo? Vamos, vamos, amanhã dia 29 de abril, a gente está no final do mês, então a gente está começando o mês de maio. Vamos supor juntos que a gente vai criar o nosso calendário do que a gente vai postar em maio durante o mês todo. Por onde eu começo? Essa é a pergunta de milhões, tá? Então a resposta de milhões também. E vocês lembram que a gente tem um pedaje, certo? Toda vez que vocês escutam um episódio meu e têm algum insight, algum ensinamento, alguma coisa que acendeu uma luzinha na sua cabeça que você vai começar a aplicar no seu negócio que fez diferença, você vai comentar "tapago", se você tá no Spotify ou no YouTube, você vai comentar "tapago". E se chegou no final do episódio, você for cara, que episódio legal? Eu vou te pedir duas coisas, primeira. Se inscreve no canal se você tiver no YouTube e deixa a sua avaliação no Spotify, sobe lá em elvetoxo, 83 bolinhas no canto superior direito. A vt avaliar por dequete, você dá 5 estrelas. Por favor, tá bom? Então agora a gente pode começar. Se você for começar a criar o seu conteúdo de maio, qual é o primeiro passo? O primeiro passo é a gente definir o calendário comercial e de datas de oportunidade do mês. Letícia, traduz, o que é isso? Antes de você começar o planejamento do seu mês, a gente tem que entender dentro da cronologia o que tem de datas de oportunidade, o que tem de ativos da sua marca e quais são as discussões que vão estar rolando que você pode participar. Então maio, você vai ter lançamento? Você vai ter data comemorativa, vai ter campanha, vai ter produto novo, vai ter algum evento, vai ter alguma colabe, vai ter algum serviço novo, vai ter algum brin de novo, tudo que você tiver de movimentação prevista para maio, você vai alocar na sua grade de conteúdo. A grade de conteúdo é nada mais é do que um calendário. Então você vai abrir um calendário e vai estar lá todos os dias. Você vai alocar, "Oh, nesse dia vou lançar isso, nesse dia vou lançar aqui, esse serviço, esse brin de esse evento, você vai colocar tudo que for interno da sua marca." Depois de colocar coisa interna, você vai colocar as coisas externas. Então quais são os grandes acontecimentos que vão acontecer em maio? Então eu vou dar alguns exemplos mais bobles que vão encaixar para alguns segmentos, não vão encaixar para outros. Então de a primeira demais é dia do trabalhador, então é muito interessante, por exemplo, um dia que você vai mostrar mais backstage das coisas, que você vai mostrar quem faz as peças ou quem trabalha com você ou quem atende os seus clientes. De a 10 do 5 é dia das mães, então se o seu público for um público ou um produto ou um serviço que encaixa, cria uma narrativa para o dia das mães ou cria um brinde para o dia das mães, eu cria um pacote que leva a mãe e a filha no tratamento do rosto ou do esquinquen, ou do salão de beleza e eles passam um dia juntos. Então cria aí o que você tiver para o dia das mães. Dia 24 do 5 é o dia nacional do café, então se você tem uma cafeteria, se você vem de café, se você vem de coisas para casa, é uma data legal para você fazer narrativa. Dia 28 do 5 é dia mundial do hambúrguer, então se você tem uma hambúrgueria ou se até você tem um outro negócio, você pode fazer uma lusão, então eu vi esses dias que estavam vendendo pratos, que quando você colocava um prato em cima do outro, ficava tipo hambúrguer. Então é muito legal, você pode entregar as suas peças dentro de uma embalagem de hambúrguer, você pode fazer uma brincadeira aqui naquelas 24 horas, você vai entregar tudo como se fosse um aifú de um rápido, até cadastrar a sua loja e fazer esse cross, então tem várias ideias, o importante é que você analise as datas internas, as datas externas que fazem sentido para o seu negócio e faz um cross. Depois que você fizer esse cross, você vai ter aí o preenchimento das datas mais importantes. A gente tem que definir quais são os objetivos de cada data, o que que é isso? Tem data que vai servir para vender um produto específico, tem data que vai servir para aumentar o ticket de médio, tem data que vai servir para fazer promoção, tem data que vai servir para aumentar a recompra, então cada data vai ter um objetivo diferente, então a gente precisa definir qual é o objetivo principal daquelas datas ou daquelas semanas, eu gosto de dividir por semana, então por exemplo, na semana que a gente tem o dia do trabalhador na LV, eu gosto grande objetivo ali naquela comunicação, não é vender mais, não é fazer promoção, não é aumentar ticket, é posicionamento, então a gente se posicionar como uma slow fashion, se posicionar com uma marca verdadeira, transparente, se encerra, que mostra, não precisa esconder como sua bluzinha é feita, a gente não precisa esconder, a gente mostra quem faz a sua bluz em quais condições, então é posicionamento, diferentemente de uma data, de um lançamento que a gente tem, que a gente vai ter lançamento de autônio, ou de um lançamento do filme de ábuvas pradas, o ábuvas pradas lança de 30, mas a gente vai num evento fechado em pareceria com uma marca muito legal que a gente está trabalhando, de a 5, então eu já tenho que colocar lá no meu calendário de conteúdo que de a 5 eu vou estar nesse evento, e aí de a 5 eu estando nesse evento, eu já sei que tipo de conteúdo eu posso criar antes, durante e depois para sustentar isso, então a gente define os objetivos principais e depois a gente sempre tem que definir no mês uma campanha principal, a gente não consegue ter a mesma fluidez nas campanhas, se eu trato com a mesma importância, uma campanha do dia do hambúrguer e um campanha do dia das mães, óbvio que eu tô falando de marcas que não seja um hambúrgueria, tá? Eu não vou conseguir ter pais no meu mês, porque cada objetivo é diferente, cada tamanho e proporção de campanha diferente, por isso que você tem que escolher uma campanha central do seu mês, por exemplo, dia das mães, normalmente uma campanha central muito boa, em maio começa a lançamento ali de autônio, então pode ser uma campanha central muito legal, então define qual é a grande campanha e quais vão ser as campanhas subjacentes, depois a gente vai listar as linhas editoriais da sua marca, eu espero que essa altura do campeonato me acompanhando, que nem se me acompanha, ali na granotic toque aqui no podcast, você já tem linhas editoriais muito bem definidas, né, pelo amor de Deus, obrigado. E aí a gente vai equilibrar essas linhas editoriais, então na minha marca ou no meu perfil pessoal a gente tem linhas editoriais por dia, então segunda é a linha editorial x, terça y e cada dia tem uma linha editorial, isso não quer dizer que toda semana a segunda precisa ser o dia daquela linha, mas a precisa estar equilibrada, então por exemplo, você pode trabalhar com uma linha editorial que vai ser de provo social, então você vai trazer mais a sua comunidade, a gente chama de LV Club, essa linha editorial dentro da LV, em que a gente pega um dia e a gente deixa aquele dia para as clientes falarem, então a gente engaintou um quadro muito legal, que eu tenho certeza que todo mundo vai copiar, mas eu vou deixar aqui registrado que eu nunca vi outro pra fazer no isso, então a primeira vez que estão nos fazendo foi a LV, porque depois vamos fazer, e aí ninguém lembra que sou eu, é sempre assim, quando eu inventei o negócio da roupa dentro do ovo de páscoa, faz seis anos com a inventa e essa josa, depois todo mundo fez, eu não ligo o que façam também, é mesmo porque eu ensino, mas Deus créditos, tá bom falar que fui eu que você viu primeiro, a gente tá fazendo agora uma linha editorial que é o LV Club, que é um dia comigo que é o cliente da LV, então essa cliente ela invade entre aspas os stories da LV, desde o momento que ela acorda, até o momento que ela vai dormir, e ela mostra todo dia dela usando a LV, então ela mostra ela acordando, ela indo pra academia, ela indo trabalhar, ela, porque ela escolheu aquele look, ela entra no site da LV, ela mostra tudo o dia dela, como se fosse um vlog da LV, mas é pela visão do cliente, a mesma coisa a gente vai fazer, a gente tá fazendo que vai sair no dia a um, que é no dia do trabalhador, um dia comigo sendo costureira da LV, então literalmente uma costureira vai pegar o celular, é tão uma briga pra ver quem vai fazer que elas morrem de vergonha, vai pegar o celular e vai se gravar, desde o momento de ela tomando café, que lá todo dia a gente dá café com um 8.1 anteiga, pra todos os costureiras, cortadeiras e fiquem, e aí ela filmando então quando a gente fala sobre prova social, não precisa ser aquela coisa chata, óbvia, que todo mundo faz, que é pegar um depoimento, o grefal depoimento, e falar "ah, olha como a minha empresa legal", não, você pode trazer abordagens diferentes pra mesma coisa, outra linha editorial pode ser bastidores da produção, então como que funciona um dia que as pessoas não vêm, os clientes não vêm, pode ser uma linha editorial é a conversão, né, então venda direta, aquele conteúdo que você vai fazer pensando em venda, outra pode ser está a linha, então como usar aquela peça, como fazer combinações, então tem várias linhas editoriais que você pode fazer, e o mais importante delas não é só você ter as linhas editoriais, mas você equilibrar essas linhas editoriais por semana, então sim, você não vai postar todos os só vinda. Cê não é?
você não vai postar todos os dias só o bastidor, você não vai postar todos os dias só para você social ou só o conteúdo educativo. É muito, mas muito importante que você é que libre, porque pensa comigo. Segunda feira, você está com o ânimo, na quarta, você está com o outro, na sexta, você está com o outro. O seu consumo de conteúdo nas redes sociais, ele é muito, isso é uma teoria que chama "Level Terry". É uma teoria que fala sobre os níveis de profundidade, densidade, que o nosso cérebro quer consumir de conteúdos de acordo com a semana. Então, por exemplo, domingo é um dia que as pessoas querem muito mais ver conteúdos de planejamento, de organização, mas de uma forma mais leve. Segunda um dia que a galera está na pauleira, então quer ver ali um conteúdo mais motivacional para começar a semana, ou está até hápito para um conteúdo mais denso, porque ele está com a energia toda. Se esta feira morue, depois é seis horas, aí é só conteúdo mais raso. Se todos os dias eu faço conteúdo denso, eu viro a chata. Se todos os dias eu faço conteúdo raso, eu viro o superficial. Então saber que librar é uma dose muito importante. Isso inclusive, a gente está fazendo com a mentorada minha, que ela tem uma agência de viagens e ela organiza viagens. E a gente está montando as linhas editoriais dela, eu estou montando para ela. E a gente está organizando os dias de uma forma muito legal. Então a gente tem quadro de, por exemplo, confissões de viagem. Coisas que os clientes dela contaram para ela depois da viagem que ela mesmo organizou. Então é um quadro super leve, super divertido, que cabe muito numa sexta e numa sábado. Agora se ela for fazer um vídeo mais de conversão, a gente vai jogar para a segunda, por exemplo. Então é interessante saber como equilibrar e quais são as linhas editoriais de maior interesse para o meu público. Porque não quer dizer quando a gente vende realmente um produto e um serviço, o engajamento não é o ponto mais importante, óbvio, ele é importante, mas ele não é o ponto mais importante. Se você olha para sua grade de conteúdo e aí o seu cliente gosta muito de um conteúdo de bastidor, isso acontece muito, tá? Parece que tem atenção nisso. Tem muita marca, principalmente no TikTok, que cria muito conteúdo de bastidor. Os seguidores adoram com todo o bastidor. Então são conteúdos que vão ter uma facilidade maior de alcance e de engajamento, mas são conteúdos que dificilmente vão converter diretamente em vendas. Então quanto mais você mostra, mostra, mostra e fala do seu negócio, você acaba traindo pessoas que também venden, que também tem negócio e que no final do dia não são seus clientes. São mais próximos dos seus concorrentes do que dos seus clientes. Não quer dizer que esse engajamento de bastidor não é importante, ele é importante, mas ele não pode ser único, ele não pode ser o principal e ele não pode estar desequilibrado. Porque o que acontece é que muita gente olha e fala assim "nossa, mas esse conteúdo aqui me rendeu um monte de like". Eu vou fazer mais dele. Só que esse conteúdo me trouxe o quê de receita? Se eu sou uma empresa e eu dependo de faturamento, de lucro, o que me trouxe de receita? Então esse cross ele também é muito importante que ele vai te ajudar depois todo mês, no final do mês a gente tem análise de métricas e de resultados. No final do mês a gente vai fazer toda essa análise de métricas e resultados e a gente vai entender com cross do comercial e do marketing o que que deu mete, que no adianta você ter um conteúdo que ele dá muito bom, ele funciona muito bem, mas no final do dia ele não vende. E aí a gente vai para a próxima etapa. Depois que a gente equilibrou e entendeu tudo isso, a gente vai definir os quatro temas semanas. Cada semana ela precisa ter uma função dentro da cabeça do seu seguidor. Então assim, não quer dizer que tem que ser a semana 1, semana 2, semana 3, semana 4. É só pra você ter um norte, porque aqui a gente está falando de uma pessoa que não tem nenhum planejamento de marketing. Então eu quero tirar do zero do planejamento de marketing pra você ter um mês inteiro construído em um dia. Então a gente precisa de quatro temas semanas. Essa ordem é a ordem que a gente indica basicamente de funil. A gente não precisa separar ela necessariamente por semanas, mas a gente pode separar elas por conteúdos. Então sim, a gente precisa preparar o cliente. Então a gente precisa mostrar o problema, mostrar o contexto e mostrar o desejo. Então isso funciona muito bem para lançamento e para quando a gente vai construir uma estética única de rules, um roteiro único de rules. Então primeiro a gente vai mostrar o problema. Às vezes tem gente que não enxerga o valor no seu produto, porque não enxerga o problema que é a vida dele. Então a mesma coisa de Uber. Você não enxergava uma problemática no taxi até que chegou. E hoje não tem mais condições de a gente ficar num lugar acenando assim como um impedindo um taxi. Então você precisa mostrar o problema, mostrar o contexto e gerar desejo. Depois você precisa educar. Você precisa ensinar como a pessoa deve pensar antes de comprar de você. Eu faço muito esse na mentoria. A gente tá com as vagas abertas. E aí, tendo muita gente que se aplica, mas nem todo mundo está num momento de maturação de negócio para entrar na mentoria. Então eu preciso ensinar a pessoa do que ela precisa ter para poder entrar na mentoria. Não é simplesmente poder pagar o valor da mentoria, porque poder pagar tem muita gente que pode pagar. Não é um grande ponto. Acho que o grande ponto aqui, a pessoa tem que entender que quando ela entrar na mentoria, ela tem que estar apta e com vontade de executar. Não adianta fazer o melhor planejamento mais genial de todos os tempos. A linha de tutorial é mais incrível se você não senta a bunda na cadeira e você não gravar conteúdo. Então o que mais vale para mim quando eu vou escolher quem vai entrar na mentoria ou não, é ensinar a pessoa a pensar. Então eu preciso ensinar as pessoas que estão querendo entrar na mentoria de que "cara, não é porque você tem o dinheiro que você pode entrar. Você tem que ter, obviamente, o dinheiro, mas você tem que ter a noção de negócio e você tem que ter a vontade e a disciplina e a visão de que "cara, beleza, um planejamento, um planejamento, se ele não for executado, ele não serve de absolutamente nada". E aí tem muito gente que na primeira reunião com meu time comercial já fala assim "ah, mas vocês executam, eu já falo, não, a gente não executa, a gente planeja todo direcional que você precisa da sua vida, todas as ferramentas, todas as estratégias, todas as decisões, a gente vai talmar". Mas eu não vou pegar o celular e ficar te gravando. Eu não vou editar um vídeo seu, eu não vou responder um direct seu, eu não vou responder um comentário, isso é você que tem que fazer. Então você está pronto para esse tapa. E aí quando você começa a educar, o seu cliente começa a vir muito mais qualificado para falar com você e ele já fala "copa", então não é só ali papinho, né? Acho que a gente tem alguma coisa mais profunda, porque se não, qualquer um pagar, ela deixa a ventrar. Depois provar, então a gente precisa mostrar baixíador, cliente, resultado, diferencial, a gente precisa mostrar tudo isso. Então a gente precisa mostrar tudo isso. Quando a gente fala principalmente de mentoria, a gente fala que é uma coisa muito intangível e tem muitos serviços principalmente que eles são intangíveis. Então uma terapia, ela é intangível. Você não tem um produto. Nossa, você vai pagar, sei lá, 90 reais, 120 reais, você vai comprar essa busca, vai chegar essa busca de polêmia mida dupua na sua casa. É uma coisa. Agora você vai comprar uma sessão de terapia. O que vai acontecer na sua vida depois dessa sessão de terapia? Será que você perdeu o seu dinheiro? Será que vai dar resultado? Será que não vai? Então é a mesma coisa. Quando você tem um serviço em que fica intangível, você tem que mostrar bastidores, tem que mostrar clientes, tem que mostrar resultados, tem que mostrar diferencial. Semana 4 ou a última etapa de qualquer conteúdo é a conversão. Falar diretamente da sua oferta, do seu produto ou do seu serviço. Muita gente tem medo de vender. Então tem medo de chegar lá e falar assim, ó, isso daqui é o que eu faço. Se você quer participar, clica aqui. Se você quer se aplicar, responde a esse formulario. Se você quer estar comigo, tem muita gente tem medo de fazer isso. Então, sabe aqueles contê-los? Você não sabe se a pessoa está entretendo ou se ela está vendendo, se ela está criando conteúdo ou se ela realmente tem um serviço para me ofertar? Quando a gente desenvolve um produto e um serviço ali muito redondo, a gente consegue vender muito mais fácil. Então, a gente tem que ter coragem de fazer esse STA. Depois que a gente estiver com tudo isso montado, a gente vai fazer uma lista bruta das ideias. Então eu, por exemplo, tenho um grupo de referências de conteúdo que todos os dias, quando tenho uma ideia, eu coloco lá. Esses dias eu estava no carro com a Stephanie, que é a minha assessora comercial e a gente recebeu uma proposta de permuta. E eu não dificilmente, eu faço permuta. Acho que nunca, sei lá, eu acho que eu devo ter feito duas permutas em toda minha vida, com valores muito altos, que os móveis da minha casa foram permuta, mas aí são os móveis da minha casa, sabe? E aí a gente recebeu uma permuta, a gente recebeu uma proposta de permuta, que era meio móvel também, que eu não quero ficar falando muito porque, enfim, não convém. Mas aí a gente fez a conta, que o quanto valia meu resume, os meus stories, mais o direito de imagem, mais o direito de impulsionar, em impulsionar, versus esses móveis. Sairia muito mais, caro, meu resume, os stories, meu direito, do que os móveis. Então eu falei, se eu preciso desses móveis, eu prefiro fechar essa publicidade com outra empresa, me pagar, e eu compro esses móveis ainda sobre o dinheiro. E aí a gente começou a conversar, e aí eu falei, "Nossa, eu não aguento gente que paga pizza na roba". Aí ela deu risada, tal, eu falei, "Nossa, acho que é um rukibão". Fui lá escrevido meu WhatsApp, se você é influenciador, para de paga pizza na roba, aí escrevi no grupo, e fui embora. Quando eu fui montar minha grade de conteúdo, lembrei, eu entrei nesse grupo e vi essa mensagem. Aí eu fui lá.
deixar o ruk mais britinho, eu pensei o que ia falar, gravei o conteúdo. Hoje que faz, acho que 24 horas que a gente postou o conteúdo, tá com meio milhão de views no Instagram, esse conteúdo. E só ele foi responsável por 5 mil seguidores a mais. Então 24 horas eu ganhei 5 mil seguidores, estou com meio milhão de views nesse vídeo. Então, sem entender que. Por que que eu consegui ter essa ideia? Primeiro porque a gente estava conversando sobre coisas. Segundo porque eu entendi o meu processo racional de decisão, isso é um outro fator que eu fiz um vídeo no TikTok sobre isso e eu bato muito na tecla, que é você, quando você vai criar conteúdo, comece a pensar no seu processo de decisão. Quando você começa a pensar no seu processo de decisão, tudo vira conteúdo. Porque eu escolhi essa blusa e não outra. É um conteúdo. Porque eu escolhi esse tema pra falar pra vocês e não outro. É um conteúdo. Porque eu recuso uma publicidade, uma permuta que valeria ser lá 30 mil reais. É um conteúdo. Porque eu vou num evento x e não vou num evento x. É um conteúdo. Quando eu entendo isso, aí eu passo pra as minhas datas, comerciais, passo pra minha linha editorial, vejo em qual linha, vejo o objetivo daquelação. Então, esse conteúdo que eu fiz, eu sabia que era um objetivo de alvernas. É um alcance primeiro que a gente quer entrar em um, vocês vão ver. Ah, eu conto que eu não ligo. Eu dei gente que esconde as coisas, eu conto todas as minhas estratégias, não ligo não. Era um próximo passo, mas eu estou vendo que a gente está adaptando, está chegando mais cedo. Eu quero muito mentorar influenciadores, influenciadores grandes. Porque, como eu sou empresária, antes de ser influenciador, eu tenho uma visão muito diferente da maior parte dos influenciadores. Então, a maior parte dos influenciadores faz como hobby, faís, ganho dinheiro, mas não sabe que precisa ter um time. Não precisa ter, eu tenho estratégista, eu tenho duas editoras, eu tenho Comunit Manager, que só fica olhando os comentários de vocês e respondendo. Eu tenho COP, eu tenho um social, eu tenho tipo assim, tudo. Então, por isso que é muito caro, meu produto, porque eu entrego muito. E por isso que o meu posicionamento é tão acertivo, porque eu não tenho medo de falar não, porque eu trato como uma empresa e não como um favor ou não como um vídeozinho. Então, eu quero montar mais para frente essa mentoria focada para influenciadores. E aí, eu falei assim, dentro desse conteúdo, esse conteúdo vai ser de alvernas, porque o ruco dele é bem sensacionalista, então, vai ter um alcance muito grande. Mas a segunda coisa é que ele já prepara o meu público para falar, "Pô, essa menina é diferente". Essa menina sabe do que ela está falando, essa menina sabe transformar influência em dinheiro. Então, a gente vai começar a preparar o terreno para que, quando eu oferte a mentoria para influenciadores, a gente já tem teja litro do preparado. Então, tudo é uma ideia, sabe? Depois, a gente sempre classifica a ideia por função. Então, por exemplo, cada ideia eu coloco uma inicial nela. Então, qual é a ideia desse vídeo? É atrair novas pessoas, então, é uma. Ou você pode pintar, a gente também usa o cor ou iniciais. Ae do ca, então, é um e. Ae provar, então, é provo social, é um p. V de vender. R de relacionar, de criar relacionamento. Quando eu pego essas ideias por função e vou colocando, eu consigo entender se está muito a, se tem muito e, concord também funciona muito bem. Se está muito azul, se está muito verde, se está muito vermelho, a gente faz concord porque fica mais visual. De todas essas ideias que você listou, você vai escolher de 8 a 12 ideias que vão ser conteúdos mãe, que a gente chama. Estes vão ser os conteúdos mais fortes e que a gente vai colocar mais energia. Quais são as perguntas que você precisa fazer para ver se um conteúdo é forte ou suficiente? Primeiro, tem ligação com venda? Vai sair venda dele? Segundo, reforça o seu posicionamento. É claro que aquele conteúdo é o que a sua empresa prega. Terceiro, responde uma dúvida real. Então algum cliente em algum momento da jornada de compra teve uma dúvida que aquele vídeo responde. Quarto, ele pode ter capacidade de virar vários formatos diferentes. Então ele é um conteúdo que pode ser um TikTok, pode ser um Reels, pode ser um carro céu, pode ser um Stories, pode ser um texto no link edim, pode ser um email marketing. Então ele é um conteúdo bom. E quinto, ele combina como objetivo central daquele mês ou com aquela data comercial, ou com aquela data de oportunidade. A partir desse conteúdo, mãe, você vai começar a segmentar por formato. Então não dá para você fazer um feed inteiro só de carro céu, ou um feed inteiro só de Reels, ou um feed que não tem feed, é só Stories. Não dá. Claro que cada pessoa, cada personalidade veio várias pessoas na minha cabeça que eu acompanho ama, tipo. A Lona Carolina faz muitos Stories e ela fala muito sobre Stories. Então o ponto forte dela é Stories. Não quer dizer que ela não tem feed. A Maria Duarda também ama o acompanho. Ela faz muito carro céu. Isso não significa que ela não tem Reels, que ela não faz TikTok e que ela não tem Stories, mas que o principal dela é carro céu. O meu é Reels, o meu formato principal é Reels, mas não significa que eu não faço Stories nem que eu tenho, não tenho carro céu ou que eu não faço YouTube ou podcast, por exemplo. Mas todo mundo vai ter uma preferência de formato de conteúdo. Então você tem que ter, mas você tem que ter pluralidade para você conseguir diversificar. Depois disso você vai começar a escrever os rukes de acordo com cada ideia de cada data. Fazendo tudo isso, você vai ter um calendário do seu mês. Esse calendário do seu mês é o que vai fazer você criar todos os conteúdos do mês inteiro em um dia. E aí é muita coisa para misturar aí. Eu quero fazer uma parte 2 desse vídeo, que aí eu acho que a parte mais gostosa de fazer, que depois sem fazer esse bruto, você vem e aí a gente vai descer para a ruk e escrever o roteiro, equilibrar, captar, editar e aí transformar esse planejamento de um mês de conteúdo em gravação em um dia. Só que é muita coisa para um único episódio, certo? Então se você, primeiro, se eu falei alguma coisa, você vai comentar o tapago. E se você quer essa segunda parte do episódio, você vai comentar a parte 2. E aí eu vou saber quanto mais comentário estiver de que é a parte 2, que é a parte de ruk e se inscrever o roteiro, eu tenho um frame work de roteiro muito legal que vocês podem só copiar e colocar no negócio de vocês, adaptando o preencho de vocês, que vai funcionar muito. Então eu espero que vocês tenham gostado, não esquece, se inscreve no canal, deixa aí o seu like e também comenta o tapago se você teve um insight. Um beijo, até a próxima quarta-feira. E eu acho que é o que vem a gente podia fazer a continuação desse episódio, que vocês acham. Beijo!
Podcast Summary
Key Points:
O primeiro passo para criar o conteúdo de um mês é definir o calendário comercial e de datas de oportunidade, alocando primeiro os ativos internos da marca (lançamentos, campanhas) e depois as datas externas relevantes (Dia das Mães, Dia do Trabalhador, etc.).
É essencial definir um objetivo principal para cada data ou semana (vender, posicionar, aumentar ticket) e escolher uma campanha central para o mês, com as demais sendo subjacentes.
As linhas editoriais da marca devem ser equilibradas ao longo da semana, alternando conteúdos de bastidores, prova social, vendas, educativos e de estilo, respeitando o nível de energia do público em cada dia da semana (teoria "Level Terry").
Após definir as linhas, é preciso estruturar quatro temas semanais ou etapas de funil: preparar o cliente (mostrar problema e desejo), educar, provar (com resultados e bastidores) e converter (falar diretamente da oferta).
Por fim, faça uma lista bruta de ideias de conteúdo, anotando insights e referências ao longo do mês, e depois analise as métricas para entender o que gerou receita, não apenas engajamento.
Summary:
O episódio ensina um passo a passo prático para planejar todo o conteúdo de um mês em apenas um dia. A apresentadora, Letícia, começa explicando que o primeiro passo é montar um calendário com datas internas (lançamentos, eventos da marca) e datas externas (como Dia das Mães, Dia do Café) que façam sentido para o negócio. Em seguida, é preciso definir o objetivo de cada data, seja vender, posicionar a marca ou aumentar o ticket médio, e escolher uma campanha principal para o mês.
Depois, ela destaca a importância de equilibrar as linhas editoriais da marca ao longo da semana, alternando conteúdos de bastidores, prova social (como o quadro "LV Club", onde clientes mostram o dia a dia usando os produtos), vendas diretas e conteúdo educativo. Esse equilíbrio é fundamental porque o público consome conteúdos de forma diferente conforme o dia da semana (teoria "Level Terry"): segunda-feira é melhor para conteúdos densos, sexta-feira para conteúdos mais leves.
Ela também sugere estruturar o mês em quatro etapas de funil: preparar o cliente (mostrar o problema), educar (ensinar o cliente a pensar antes de comprar), provar (exibir resultados e bastidores) e converter (falar abertamente da oferta). Por fim, recomenda manter uma lista de ideias brutas e, no final do mês, analisar métricas para entender o que gerou receita, não apenas engajamento. O objetivo é criar um planejamento que una estratégia e execução prática.
FAQs
O primeiro passo é definir o calendário comercial e de datas de oportunidade do mês, alocando datas internas da marca (como lançamentos e campanhas) e datas externas (como Dia das Mães e Dia do Trabalhador) que fazem sentido para o seu negócio.
Cada data ou semana deve ter um objetivo específico, como vender um produto, aumentar o ticket médio, fazer promoção ou posicionar a marca. É importante dividir por semana e escolher uma campanha principal para o mês, com campanhas subjacentes.
Linhas editoriais são temas fixos para os conteúdos, como prova social, bastidores, vendas ou estilo. Elas devem ser equilibradas por semana, evitando repetir o mesmo tipo de conteúdo todos os dias, para atender diferentes momentos de consumo do público.
Conteúdos de bastidor geram engajamento, mas dificilmente convertem diretamente em vendas. É preciso equilibrar com conteúdos de conversão e educativos, pois o objetivo final é gerar receita, não apenas likes.
Os quatro temas são: preparar o cliente (mostrar problema e desejo), educar (ensinar a pensar antes de comprar), provar (mostrar bastidores, resultados e clientes) e converter (falar diretamente da oferta). Eles seguem uma lógica de funil.
Mantenha um grupo ou documento para anotar ideias diariamente, como referências e insights. Use essas notas para gerar uma lista bruta de ideias, que serão filtradas e organizadas no calendário.
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