#56 Os desafios de construir uma empresa milionária antes dos 30
60m 48s
Talita, fundadora da G.C. Medical, conta como o empreendedorismo surgiu de uma vontade de ajudar pessoas em situações críticas, motivada por uma perda familiar. Começou com 20 anos, sem dinheiro, com um telefone e um filho de 11 meses, enfrentando dificuldades iniciais como falta de capital, aprovação de documentos e falta de estrutura. O negócio se consolidou com foco em qualidade, responsabilidade e um atendimento humano, com equipe técnica que acompanha cirurgias e o pós-cirúrgico. A empresa valoriza a escuta do cliente, aprende com erros e prioriza a segurança do paciente, transformando falhas em lições. Talita destaca a importância da gestão financeira, do capital de giro e da saúde mental do empreendedor, reforçando que o sucesso depende de equilíbrio entre crescimento profissional e vida pessoal. Hoje, a G.C. Medical está expandindo com projetos de telemedicina e atendimento internacional, como para pacientes fora do Brasil. Ela encoraja empreendedores a terem consciência do mercado, estudarem o financeiro, escutem seus clientes e mantenham uma cultura de humildade e melhoria contínua, lembrando que o empreendedorismo é também cuidar com atenção, responsabilidade e coragem.
[Música]
Fala aí, pessoal. Bem-vindos a mais um episódio do Diodô no Prador,
que é o podcast que dá aldas onde a gente sempre fala com empreendedores
e empreendedoras, com histórias super bacanas que vem dividir com a gente,
um pouco do lado "A", que é o que a gente fala, que é o que a gente leva,
a público, do que funciona em empreendedores,
mas um pouco do lado "B", também, que são os tombos que a gente leva
e aquelas histórias que, na verdade, são as que a gente lembra
do empreendedorismo e é o que faz, né, a gente se desenvolveu longo do tempo.
E eu estou aqui hoje, né, então já vou aproveitar, estou aqui hoje,
com a Talita, a Estraquí, a Nitalita, a primeiro lugar, super obrigado
pelo carinho com a gente, por aceitar a nossa convite,
a participar, a Talita é fundadora da G.C. Medical,
ela vai explicar para a gente o que é esse negócio.
Então, Talita, já vou começar com uma pergunta,
como que surgiu essa história de empreendedorismo?
Você começou a empreendendo super, super cedo,
como que começou essa história, já aproveita para se apresentar para o pessoal que está aqui?
Olá, Juliã, tudo bom? É uma honra estar aqui com você,
com o time da Aldaz, estou muito feliz pela oportunidade.
Vamos lá, o que eu puder fazer para compartilhar e estou à disposição.
Eu comecei cedo mesmo, eu comecei a trabalhar com 16 anos,
numa multifusional, como o jovem aprendiz num contrato,
na época com a parceria com o rôtari,
e aos 18 anos o contrato encerrou,
e eu entrei numa importadora de materiais médicos,
que é a mesma área que eu atuo hoje,
como auxiliária administrativa, CLT.
E eu queria aprender, então, eu acabava por mais,
que minha tarefa ali era administrativa,
eles faziam workshops de vendas aos finais de semana,
eu sempre que podia eu estar ali aprendendo,
entendendo como funcionar os produtos,
o que o cliente precisava, entrava em contato com o fornecedor,
e eu tinha muitas ideias, então eu falava,
"Vou, podia acontecer isso, podia funcionar dessa forma,
porque que não é assim?"
Mas não tinha aquele ainda, "Vou empreender e vou fazer o meu negócio,
mas tinha muita vontade de fazer diferente".
Mas é difícil quando a gente está na empresa das pessoas,
a gente não tem tanta autonomia, imagina, eu com 18 anos.
Então, eu pensava em fazer diferente.
Eu fiquei ali por alguns anos, e com 21 eu já havia saído da empresa,
e na faculdade, e nessa fase,
eu fiquei pensando no que eu poderia fazer.
E eu pensei, acho que eu vou abrir a empresa,
e vou colocar aqueles pontos que eu tinha as ideias para funcionar,
e fazer acontecer.
Durante esse período,
obviamente que aconteceram algumas coisas no âmbito pessoal,
que a minha avó precisou operar o quadril.
Era uma prósia de quadril,
e já estava trabalhando nessa área das cirurgias,
e ela acabou falecendo, não sente cirurgico.
Isso, para mim, foi muito triste.
E aí, eu ficava pensando, como que a gente pode fazer para melhorar?
Como que a gente pode fazer para melhorar?
Eu tenho que fazer, e me deu muita vontade de fazer diferente,
fazer acontecer. Quando eu resolvi abrir a G.C. Medical, em 2009,
eu tinha já o Gustavo, meu filho tinha 11 meses.
Eu acredito que ele me ajudou bastante,
assim, impulsionou essa vontade de empreender, de fazer acontecer.
E como que surgiu essa história?
Porque nessa era. Era o Caos, né?
Era o Caos, né?
E aí, eu tinha uma crise nessa época.
Você estava estudando, ainda não se. Quer dizer que eu não estava estudando, não batava mais.
Estava. Eu tranquei a faculdade durante 1 ou 2 anos, não me lembro,
para poder fazer as coisas acontecendo,
porque eu não estava dando conta de estudar.
- Mãe nova? - E eu fui uma inova.
E resolveu. 20 poucos anos, 21 anos.
E resolveu começar um negócio.
Exato.
Eu falo assim, mas assim, não era o melhor momento.
Às vezes, as pessoas falam, mas uma mãe que cuida de uma criança
de 11 meses de idade, que toda demanda, né?
Que um bebê exige a última coisa que ela pensa,
é empreender a abrir um negócio, né?
E eu falo que ele foi a minha maior motivação,
porque a gente. A gente cria forças,
e eu falei, eu tinha 20 anos, eu não tinha nada para perder.
Eu só tinha um telefone do seu prepago,
assim, no meu nome, né?
Então, eu tinha que fazer acontecer.
Eu queria dar o melhor para o meu filho.
Ele foi a minha maior inspiração.
E eu falei, eu vou fazer acontecer.
E foi tão simples, assim, na minha cabeça, naquele momento,
eu não vou fazer acontecer.
Eu já tenho nada.
Você saiu do nada para alguma coisa?
O que pode dar de errado?
Com 20 anos, falei que. Então, para mim, não tinha esse medo.
Talvez hoje eu pensaria duas vezes, né?
Com 36 anos.
Mas, ali, eu só vi a possibilidade de arregaçar as mangas
e fazer acontecer.
Legal.
E aí, foi que a gente começou a procurar lugares
para alugar um espaço.
E aí, você começou já com que a GC faz hoje.
Ou seja, já começou desde o dia 1 nessa área famosa área do. O PME.
O PME, que é o que?
Ortas e prótas e materiais especiais.
Ou seja, essa galera, os motobóis que caem aí são os seus maiores usuários.
É.
Os garotropagandas, né?
Idozos e motobóis.
E os caras de esportes radicais?
Esportes radicais, exatamente.
Os três grupos de usuários.
Sim, a maioria é exato.
É a maior demanda que nós temos, né?
E eu falo que o bonde, as vezes meus colaboradores falam assim,
"Ah, mas não é legal, a gente fica feliz quando o motobói cai, né?
Como que funciona isso?
A minha cabeça não entendo, eu falo, gente, não é esse ponto de vista.
O ponto de vista é que se isso acontecer,
ele tem a gente lá para ajudá-lo, a recuperá-lo.
Até a vida dele de volta.
E ele que possa voltar a ser o motobói que vai trabalhar,
ganhar o dinheiro para alimentar a família dele.
É que ele seja forte, até a integridade física,
forte até a pessoa de trabalho.
Então a gente não torce contra, muito pelo contrário.
A gente torce pra você não cair, mas se você cair,
a gente está aqui pra ajudar você.
Não sozinhos, né?
A gente depende, obviamente, da equipe médica do hospital,
mas a gente tem a nossa parte ali, né?
Pra fazer o certo, correto, pra tudo dar certo na cirurgia.
Boa, boa.
E você estava falando, "Ah, essa questão do cuidar, né?
Eu gostava, eu acho que despertou muito nisso,
o evento da sua volta, também."
E essa é uma coisa que sempre que a gente desenvolveu,
trabalhos com você lá,
é sempre um lado muito forte em tudo que vocês fazem,
que além de agregar o produto,
é a preocupação com a qualidade do serviço associado,
e garantir que o médico que está ali, a equipe que está ali,
está sendo o melhor atendida e servida possível,
pra usar os produtos da maneira adequada,
e apoiar o cliente da usuário final,
você não atende o usuário final,
mas apoiar a maneira possível.
Esse sempre foi um dos diferenciais,
assim, de como vocês vêm, posando da GCC,
sempre foi uma das diferenças.
Não só essa história da venda do produto,
mas ou como ajudado, pontos de serviço,
como é que foi, como é que foi esse começo
e como é que foi a construção
dessa proposição de valor de vocês?
Por mais que os produtos sejam importante,
ele tem que ter a qualidade,
ele tem que ter todo um pré-requisito ali,
pra mim, um produto é um commodity,
porque o atendimento ali, na cirurgia, no pré,
durante o pós-cirúgio, que foi muito importante.
Então, o comprometimento do time,
sabe aquele comprometimento, a responsabilidade de ter
tudo em mãos, o material completo, funcionando,
a responsabilidade que a gente tem pra fazer acontecer,
expertise de logística, na entrega,
pra você cumprir prazos, porque esse material
ainda vai ser esterelizado dentro do hospital,
tem um ciclo de esterelização, tem um tempo pra isso.
Então, você tem que fazer uma inteligência,
a logística, um planejamento de entrega,
um planejamento de retirada, conferência,
ter a segurança do paciente,
você ter a responsabilidade da qualidade,
você ter um time comprometido e treinado.
É muita coisa, não é só um produto, né?
Na gente não entrega as caixas e vai embora.
A gente entrega, a gente acompanha as cirurgias
com uma equipe técnica, e depois a gente acaba
acompanhando o pós pra saber se ter o tudo certo,
se está tudo bem.
Qualquer ajuste que a gente precisa fazer,
a gente usa hoje, a GCE trabalha muito,
eu acredito que a tecnologia ela veio pra ajudar
e pra agregar, então, o meu time externo, né?
O time que fica técnico, que estão dentro,
[MÚSICA DE FUNDO]
dentro de hospitais, eles têm um aplicativo que eles acabam utilizando, para colocar
ali documentos, informações em tempo real, meu time interno, de apoio acaba recebendo
da qualidade, da operação, acaba recebendo essa informação em tempo real, consegue
agilizar várias coisas, então a comunicação também é bem estreita, eu falo que a comunicação
é muito importante, precisa ser rápido e com eficiência, tudo isso é o trabalho,
e a confiança, então acho muito importante o cliente ter a confiança na gente, é isso que
eu falo para o meu time, não adianta a gente fazer as vezes alguma coisa, uma loucura ali
e não dá certo, é muito difícil, depois você confiar, porque pensa que poderia ser sua
mãe fazendo uma cirurgia ali, quando a gente sai de casa, a gente não sabe o que pode acontecer,
pode acontecer o acidente com qualquer um, não só com o motorbói, então eu falo a gente
pode ser a nossa mãe ali, então a gente vai trabalhar como se fosse a pessoa mais importante
da nossa vida, porque fora daquele centro cirurgico tem uma família rezando ou preocupada,
aguardando aquela pessoa sai do centro cirurgico, então tem que dar o mais certo possível, legal.
E quando você começou lá, beleza, pulou de cabeça, filho novo, empresa nova, missão nova,
você falou assim, nada pode dar errado ou tudo bem, vale a pena correr o risco, negócio
é rargar essa trabalhar, você provavelmente começou com a maior parte dos empreendedores,
não deve ter feito um grande planejamento de longo prazo ou feito um planejamento, eu vou
fazer isso, esse é meu objetivo no ano 1, meu objetivo no ano 2, como é que foi esse
começo, foi assim vai que vai, depois eu me organizo, como é que foi isso, eu tá lido?
Não teve me beber, não teve, não teve, não teve, não teve nada, como é que foi?
O que teve é muita vontade de fazer acontecer, de fazer da certo, agora é uma coisa importante.
E como é que você percebeu que o negócio já tinha dado certo?
Alça foi quando meu pai resolveu acreditar em mim e eu, porque eu sempre dava uma introdução
zinho antes, né, boa, eu falo assim, tudo bem, não teve MVP, não teve, não é um business
planejamento, mas assim, eu trabalhei uns dois, três anos na área, então eu tinha uma pouco
de noção, porque eu vejo que algumas pessoas falam pra mim assim, então ele tava empreendede
na área, tis, falo legal, o que você conhece dessa área, não, nada, que eu estava olhando
na internet, eu vi que essa área é muito rentável, eu quero entrar ali.
Tem um monte de gente fazendo coisas ali, acho que tem dinheiro ali, eu vou para isso.
É, vou ficar rica aqui, porque eu estou dizendo que eu estou sucesso, então eu sempre falo
que é importante você ter noção do mercado onde você está toando, pelo menos um mínimo
de conhecimento.
Então, se você já, ah, por exemplo, eu quero abrir uma área destética, é legal se
já trabalhou nessa área, ah, não, nunca, então você que tal, se você, de repente,
entrar, trabalhar ali, se expor um ambiente, perfeito, é isso importante, então eu já
estava exposto à um ambiente, mesmo que seja pouco, eu tinha uma certa noção, então
eu achava que assim, tava tudo certo, eu tinha o contato com os bancos, por exemplo,
com gerentes, eu vou precisar de um dinheiro para comprar os produtos, tá bom, eu tenho
um contato ali, vou ligar para eles, eu vou, ai, tudo bem, é só estar ali, então foi
o que eu fiz, estou abrindo a empresa, vou precisar da sua ajuda, porque eu vou precisar
alugar um espaço, vou precisar de um estoque, eu já sei o que eu vou comprar, eu conheço
o fornecedor, né, vou precisar só de uma grana aqui, deu valor a esse, aí o genete
falou assim, olha, eles eu te conheço, sei da sua índole, do seu trabalho, mas eu não
tenho alçada para emprestar o dinheiro para você, porque você não tem nada no seu nome,
é muito arriscado, aí eu falei, mas como assim, né, a minha cabeça não fazia sentido,
eu falei gente, eu sei o que estou fazendo, ele falou, eu sei, enfim, é querida, né, mas
assim que funciona no mercado de bancos, ai eu falei, então o que eu faço, porque você vai
ter que me salvar, eu só conheço vocês e assim, precisa dar certo, ai ele falou, o que
você pode fazer, você não conhece ninguém, assim que, de repente, pode ser seu fiador,
talvez a gente consiga alguma coisa, flin, ah, já saí meu pai, vai falar com ele, porque
ele tem carro, meu amigo, só tem um carro ali, pode me ajudar com alguma coisa, e o meu
pai tem uma oficina, meu pai empreende também, né, ele tinha uma oficina mecânica na época,
e eu falei pra ele, ele ficou bem assim, olha, tem certeza, como que funciona isso daí,
ele é pelo amor de Deus, a gente não pode perder a casa, né, então tudo bem, um carro
até, tudo bem perder, mas vai com calma, ele ficou meio tenso, e mais deu certo, ele,
o banco autorizou ele como fiador, aí a gente ligou uma casa e a gente teve assim, sorte
que a gente fala que empreender é também aproveitar o causa, nosso favor, em 2009 tinha
uma crise econômica da bolha, e muitos lugares começaram a colocar aquelas faixas de
aluguer, a luga, assim, né, então muita gente saindo, fechando empresas, então no centro
de Santo Andréque, que é onde fica a empresa, não centro mesmo, o lugar é bom,
ele tinha muitas casinhas, assim, com a placa de alugas, e a gente falou, vamos, você agora
é a hora da gente negociar, e a valor do aluguer é conseguir entrar, a gente conseguiu
um, com os proprietários lá, era uma casinha, e o nosso stock era num quarto, que tinha
um guarda-ropa em buti, era uma casinha antiga, e eu falei, nossa será que a un visa vai
aprovar, porque pra você trabalhar da área da saúde você precisa ter todo o garrergulador
em dia, e eu precisava pedir toda a documentação pra un visa, né, local e a un visa de brasilha,
pra poder começar a vender alguma coisa, e aí foi quase um ano, nesse tempo sem um ano,
apagando ao lugar, um ano ali naquele espaço, com tudo montado, com produto já em prateleira,
esperando a um visa autorizar pra gente conseguir vender, o nosso primeiro, fazer a nossa
primeira venda, né, e quem foi o primeiro cliente, tá lita?
Ah, foi um hospital em Santo Andréque, a gente vai, a minha primeira venda foi uma âncora,
um item, descartar, um item, um implante, e. mas não foi tão fácil, não, porque
eu tava lembra de mim, a tá lita, eu tô na já-sem-me de casa, estamos trabalhando aqui,
ah, a empresa me manda a documentação, então, ah, mas será que vai entender direitinho?
Me dá uma oportunidade, eu falava, não preciso fazer a cirurgia toda, mas me dá uma oportunidade
de fazer pelo menos um acessóriozinho, ou um item que você sabe que não vai ter um problema
muito sério, né, não vai ter muita grandes responsabilidades ali dentro da situação.
Ah, tá bom, vou dar uma oportunidade, então, porque o seu preço está melhor e tal,
e aí foi que a gente já entendeu tão bem, entendeu rápido, e aí, você tem aquilo, você tem isso,
e aí, a partir do momento que você foi abrindo as portas, a gente foi atender com muita comprometimento ali,
e a gente não tinha dinheiro para ter um time, né, então, o que eu fiz foi eu fazer toda a parte estratégica
administrativa da empresa, meu pai, como ele era mecânico, ele foi estudando, e
muitas coisas inárias da medicina biomecânica, ele foi pegando rápido, então, ele foi falando com os fornecedores,
foi tentando entender, e aprendeu muito rápido, então ele entrou para me ajudar, e era assim,
a gente fechava a cotação com cliente, enviava o meu pai, às vezes enviava o material,
aí, a gente conseguiu contratar um motorista para ajudar a gente, ele fazia as entregas,
e aí, às vezes, eu falava assim, olha aí, eu só que eu preciso dar nota a fiscal,
eu falava, o financeiro não mandou, a financeiro não mandou, pai, deixa eu falar a menina que já
resolve isso já, eu mesmo já abriu o computador no e-mail do financeiro, já mandava nota fiscal,
pois eu já abriu o e-mail do comercial e já respondi as cotações, então, cliente,
olhava e falava que é legal, ela, a empresa tem um time, mas, na verdade, o time era eu,
era um time, então, antes de ser grande, tem que parecer grande, sabe, eu acho que isso é
importante, obviamente, que não fazê loucura, mas nesse sentido de que, se você falar,
não, eu preciso ter uma estrutura para conseguir atender um cliente grande, porque trabalhar
no B2B era isso, eu atendi a grandes hospitais, os placas de clínicas, então, é uma responsabilidade,
é uma demanda muito grande, e a gente foi trabalhando com tanta dedicação e fazer acontecer,
no serviço, no atendimento, na responsabilidade, no comprometimento, a ponto do hospital ligar
para você domingo 7 horas da manhã e falar assim "putz, deu um problema aqui com fornecedor
que eu fechei?" e a gente não sabe o que fazer, você não pode me ajudar, ou, claro,
se preciso de xx tempo aí para poder separar o material e te entregar, ok, olha, obrigado,
você me ajudou tanto, você atendeu o telefone, então, o que o hospital precisa, ele precisa
de uma empresa que tem um expertize para ajudar, ele atender esse serviço, mas ele precisa
confiar também, então, o cliente sabendo que ele pode contar com você em qualquer momento,
porque a gente está falando de urgência emergência, de cirurgias, então, é isso que te dá
segurança, isso que traz segurança, na verdade, para ele, né, e eu não vou trocar, às vezes
eles falam, olha, até pareceu uma empresa mais baratinha, mas eu não vou trocar, porque
se a empresa baratinha entrar e der problema, quem vai me atender na sexta-feira uns horas
da noite, quem vai me atender no sábado, três, quatro horas da manhã, que se dá problema
quem vai me socorrer, a gente se está sempre ali, então,
Então a gente está ali, e não me time hoje assim, a gente levou esses valores para frente
a gente fazer como se fosse para a gente, faz como se fosse a surgir da sua mãe, o que
você faria?
Vamos fazer o melhor que a gente pode dentro das nossas condições, e às vezes não dá
para ser a mais baratinha fazendo isso, mas a gente consegue ajustar o valor.
Mas o valor está lá e o cliente percebe essa diferencial de valor que está lá.
Exatamente, é aí.
Não, eu não sou todos, mas é isso, tem os valores, os princípios, os valores com isso,
você também escolhe os clientes, com os quais você quer trabalhar, são aqueles que também
valorizam tipo de coisa.
No começo é difícil de emitir cliente, mas aí depois a gente vai tendo mais estrutura
para poder fazer isso e acontece.
E no final, acabei tirando do trilho, você estava explicando ali, e quando você percebeu
nessa história toda começou ali, respondendo o financeiro comercial, seu pai e tal, quando
você percebeu, "puts, já deu certo esse negócio?"
Quando um cliente começou a indicar a gente para o outro, eu falei "Opa, acho que a gente
está no caminho certo", e quando começou a sobrar dinheiro, porque na verdade a gente
é o que entrava, a gente tinha que comprar mais materiais, porque o cliente indicava
outro, então aqueles materiais que a gente tinha já não dava para atender os dois clientes,
então a gente teria que comprar mais, e a gente investe muito em atualização, em tecnologia,
em produtos de qualidade, então gostamos de estar bem próximos ao fornecedor, a gente
confia no fornecedor, então quando a gente começou a até um ganho um pouco melhor,
começou a sobrar uma graninha para você conseguir investir em outras coisas, conseguir
trazer gente, você conseguir trabalhar com investir em novos produtos, em produtos de qualidade,
você é o portfólio, aí eu falei "Opa, a gente está no caminho certo", e sempre compere
o chão, eu falo para o meu time, se você for para propensar a GCP é uma empresa
simples, ela não tem nada de luxo, mas a gente trabalha com materiais, a gente investe em
equipamentos, sempre reinvestindo, procurando crescer, a gente tem muito que aprender
ainda, eu falo que a gente, nós estamos da corva de aprendizagem, com a humildade e melhoria
contínua, então melhorar sempre, sempre ouvindo o meu cliente, ele fala "meu, essa aqui
não é legal, isso aqui que você trouxe nessa cirurgia não está me no funciona, não, mas
porque não funciona, olha para isso isso isso isso isso, ok, faz sentido, faz sentido,
eu vou fazer, aconteceu, vou fazer diferente, eu vou trucar de fornecedor, ou eu vou procurar
uma nova oportunidade, ou eu posso ver o que encontram no mercado, enfim, você e atrás
ou vi, é outra coisa que eu faço também, por mais que agora eu tenho um time, já toca
a operação e não preciso estar como eu era antes, agora você não responde mais o financeiro
e o comercial, simultaneamente, sim, simultaneamente, só um ou outro, mas eu sempre estou com um
pezinho, mas você saiu da operação, agora você só fica na parte estratégia,
essa é uma grande mentira, que a gente sai da operação totalmente, eu acredito, eu acredito
que a gente tem que estar perto, a gente tem que estar, tudo bem, eu não preciso estar
todo dia, lá respondendo uma cotação, mas às vezes eu sinto com as meninas e eu, como
eu trabalhei, comecei na operação, às vezes elas falam assim "ah, mas isso não tá dando
certo aqui", não sei que ela afla, entra nessa tela, faz isso aqui, isso aqui, agiliza,
"ah, mas o cliente não tá respondendo, mas acessa uma plataforma, porque ele se responde
pela plataforma", então você consegue ajudá-lo à operação, entendeu o que o cliente
está falando, deixa eu ver o que eles estão falando na cotação, o que você está
respondendo, o que você está negociando, o cliente está gostando, será que a melogística
está entregando, o intempoável, "ah, mas você não tem um BI, temos, nós temos um BI,
nós temos ali um SLA que a gente acompanha, mas tem coisas que são entangíveis, às vezes
você olha no balanço, no financeiro, por mais que a gente não começou com a MVP, mas
como eu me formei em administração com a ênfase em finanças, eu tive um professor
muito legal, que ajudava muito a gente a pensar na questão da matemática financeira,
a gente teve aula de contábio, então eu trabalho na empresa, desde o dia 1, começava
a fosse uma empresa de grande porte, então sem sempre fiz balanço, eu sempre cuidei
do RER, sempre cuidei de fechamento ser correto, a conciliação impecável, a sensibil,
divergência de um centavo tem que encontrar, não sabe, então essa preocupação com o financeiro
também foi uma coisa muito minha, eu sempre cuidei muito de perto, até hoje eu estou ali
acompanhando de perto, para tomar das decisões também, eu acredito que isso ajuda a empresa,
queria ser de forma mais séria, mais pernuxão, sem muita lavancagem, porque eu também
tenho que entender o capital de giro, eu pago com 30 dias, muitas vezes eu recebo com
90 com 120, você tem que entender como funciona o fluxo financeiro do seu negócio, porque
ali é um ponto importante, muita gente fala comercial, sem o comercial, sem o vendedor,
você não chega lá, isso é verdade, comercial é uma das partes mais importantes.
E essa é uma atividade que hoje, sem ainda gastar uma partir relevante do seu tempo,
na atividade comercial. Super, foi por a rua, visitei o cliente, isso foi uma das coisas
mais importantes, porque como eu tinha um background mais administrativo e financeiro,
então isso já estava comigo ali, já sabia mais ou menos como fazia, mas eu não era do
comercial, nunca fiz uma venda, nunca saí para fechar negócios, então chegou um momento
da empresa, a gente teve um diretor comercial e não estava funcionando, ele acabou
saindo da empresa, e aí eu me vi numa situação de, e agora, o que eu faço?
A gente perdeu o time comercial e chegou uma hora que eu não havia, falei para o meu
nome, agora ele falou assim, só tem duas opções, você vai lá para o teu quarto chorar,
ou você vai para cima, vai para os cabezas, vai entender o que seu cliente precisa, vai
visitar, você não sempre conhece, você está sempre para congresso, enfim, pede uma oportunidade,
pede um café, vai conversar, vai entender como funciona de ser medical da porta para fora,
vai ver o que você pode fazer para ajudar, e eu assim, é isso, é isso, porque eu quero
acontecer, eu tinha medo, porque eu falei que o cara vai fazer um monte de pergunta que
eu não sei responder, porque eu sei como funciona, mas assim, tecnicamente eu falei que o
vendedor vai fazer muitas coisas incríveis que eu não sei, e tudo bem responder não
sei né, e tudo bem responder não sei, eu falei eu vou ter que dar um jeito de entender,
e aí eu também tenho outra coisa que entrou nessa situação à fé, porque eu falei
meu Deus, eu acho que será que esse mercado é para mim mesmo, porque eu apanhava tanto,
apanhava tanto de mercado, de concorrente, porque é muito nova, e eu tinha coisas que
por mais que eu me esforçar, se eu não estava pronta ainda para entender aquilo naquele
momento, e eu fui, eu vou esperar, e deixou ver como funciona, eu falei meu Deus, me ajuda
a me dar um sinal, porque eu preciso entender se esse é um mercado, eu tenho que continuar
seguindo em frente, porque dói, dói, quantas vezes eu já não mantive a pose, né,
rir, sem sorrir, obrigada, entre dentro do meu carro, e chorei, e chorei, e chorei, porque
me machucou, porque foi agressivo, porque a situação bateiro na mesa lá e eu tinha que
resolver, e aí eu fui criando resiliências e falando ok, isso não é comigo, isso é que
aconteceu com o negócio, mas não é pessoal, então vamos trabalhar, vamos respirar, resolve
o problema, e vai ser em frente, não, não é uma opção, você tem um filho para criar,
você tem um menino que tem que pagar uma escolha, tem que pagar o leite, a fraude, você
tem que seguir em frente, e você tem um propósito, você tem que fazer acontecer, então isso
era pra mim mesmo, eu comigo mesma, e ok, então vamos lá, vamos seguir em frente, vamos
fazer acontecer, e aí eu chamo a doutor, quero entender como que está sendo a GC, como que
seja, você está funcionando pra você, como que está, não, está muito legal aqui, mas
isso aqui tinha que melhorar, e aí foi descobrindo, que tinha muitas situações que o time
comercial fazia que eu nem sabia, e às vezes o cliente estava puto, e eu falava
nossa, mas eu não sabia, então eu fui entendendo assim, mas então se eu for mais perto do
cliente, eu vou entender quais são os problemas que eu tenho que resolver, e assim eu fui indo
por um, eu indo por um, e aí o cliente fala não, mas não funcionou, mas a gente entregou
certinho, mas não chegou certinho, mas então existem etapas ali, né, a gente entrega o material
num departamento, esse material esterilizado no outro departamento, até chegar no centro
cirujico, que é um outro departamento, então eu fui entendendo, eu vou entrar em cirurgia,
eu vou assistir uma cirurgia, doutor pra saber como funciona meu material adentro, meu
time, minha equipe, aí o doutor tava vendo, tá ali, da quando a gente tá fazendo isso aqui,
ó, esse movimento, essa, a gente precisa, que isso seja feito dessa forma, enfim, os detalhes,
eu entendi, legal, ó, eu observo a postura do meu time, a postura da instrumentadora cirúgica,
como que está se portando, é um colaborador que fica sentado lá no canto, mexendo no celular,
é um colaborador que está ali pra ajudar, pra contribuir, pra doutor, olha, eu estou sem
nada pra fazer aqui, mas olha, eu posso te ajudar em alguma coisa, posso, o que que eu posso
fazer para diantar o processo, para diminuir o tempo.
serúgico. Então esses são os detalhes que eu fui observando e foi melhorando dentro do processo da
minha empresa e colocando isso dentro da cultura, da empresa, os valores, da empresa. E a gente vai
entender como funciona o circulante de salo enfermeiro, o técnico, como funciona o nosso material quando
entra dentro do central de materiais e quando ela vai lá vai e de repente aqueles parafusos pequenininhos
caem tudo ali na lavagem. É, mas por que que caem? Avamos, é por que tal? Tá vendo essa caixa, essa caixa
não tem o suporte correto para o parafuso. Quando a gente vira para fazer a lavagem para fuz caem,
eu volto para o dentro. Gente, ó, acontece isso e até simulou as vezes possível. Olha,
fazem esse movimento aqui, que a gente pode fazer para melhorar. Aí meu pai me ajuda muito nessa
questão de qualidade, porque ele falou, "Opa, para aí, acho que a gente pode ajustar, a gente pode
colocar uma tampa ali, a gente pode colocar uma proteção, a gente pode falar com a fábrica e ver se a gente
consegue fazer esses ajustes". Então tem um back-off, toda essa parte de inteligência de
tendência, no final do dia, ouviu o cliente, é o mais importante. É, está próximo ao cliente.
Ouvi-lo e percebeu que ele passa ali na hora de usar o produto, usar o serviço e como que você
a partir dele, muda o seu processo. Exatamente, porque muitas vezes o cliente não sabe o que ele quer,
porque, por exemplo, a semia não ligou para mim, "Ah, está ali, olha, se você pudesse colocar uma tampa aqui,
se você não entende", porque não é o doral dele. Ele ligou a semia pra fuso. É, ou até vi ali, entendeu?
Às vezes ele é ligado, porque ele fala assim, a gente tá tão acostumado com isso, que a gente nem fala mais,
mas é uma situação que é complicada, porque demora a trasa e boa. Então sem identificar, porque às vezes o
cliente não sabe o que ele pode pedir, mas você sabe o que você pode entregar pra melhorar o processo do
cliente. E quando se olha pra frente, agora, assim, quando se olha, pude se legal. Demo certo, chegamos até aqui,
temos um conjunto de valores, conseguir evoluir, como o empreendedora, não talvez não seja mais sempre
no interno operacional, to lá, quando se olha pra frente. Como é que você vê os desafios aí pra vocês,
e como é que você vê o desafio? Não só pra companhia, mas pra você. Não, agora o meu próximo desafio,
como companhia é este, ou as oportunidades que foram aparecendo, né? A gente vez em quando escute, vão aparecer
no outras oportunidades ao redor do que vocês fazem ali, como é que você tá vendo esse desafio primeiro pra
gc, e depois pra você, não. Eu, agora, o meu desafio é este aqui nesse negócio. Eu tenho vários desafios pela frente, eu gosto muito de aprender,
e aí eu falo que ninguém chega em lugar nenhum sozinho, inclusive você é um dos conselheiros, porque muitas vezes eu bato,
eu olho assim e falo "ok", a conta é essa daqui, pra fazer uma proposta pra um novo cliente,
de repente fazer uma mudança estratégica pra gente conseguir atender, porque o bote do cliente é esse,
o nosso não tá batendo, o que a gente pode fazer pra ajustar, o que serviço a gente pode fazer diferente, pra contribuir,
e às vezes eu tenho algumas coisas de cabeça, que eu falo "vou isso aqui", e tem que estar por cento essa mágina,
mas será que é isso mesmo? Porque chega uma hora da empresa, você precisa profissionalizar, você precisa ter pessoas
que ajudem a gente, e foi aí que eu contratei a audaz pra ajudar a gente, né, você super eficiente,
e tem uma inteligência diferente, porque eu uso muita intuição pra fazer as coisas, e tem gente que fala "não,
mas no trabalho você tem que racionalizar, você tem que fazer isso, você tem que fazer aquilo", eu uso muita intuição,
costumam funcionar muitas das vezes, da maioria das vezes, depois eu vi até que o Jeff Bezos passou pra vi um trechinho,
de uma entrevista que ele deu, que ele falou também, que ele usa muita intuição pra chegar onde chegou,
então eu vou continuar usando a minha aqui, porque provavelmente funciona, mas os meus desafios, muitas vezes eu não consigo,
eu tenho algumas esquios boas, mas faltam coisas, faltam talentos também, e mim, então o que que eu busco dentro do time,
ou dentro das pessoas que estão próximas, aquelas que têm aquilo que eu não tenho, então às vezes eu acho legal com você,
porque eu vou falar Juliana, eu preciso resolver uma coisa, eu tenho um projeto de um cliente,
ele precisa disso, disso, disso, disso, disso, eu sei que a gente pode fazer, eu sei que a Marte mais ou menos é essa,
mas eu preciso fazer uma apresentação pra ele, eu preciso mostrar que pra dentro da empresa eu preciso saber se isso é viável,
dentro do negócio, pra eu não entrar nessa coisa diferente, nesse projeto diferente, e quebrar cabeça,
e aí você consegue traduzir o que eu estou falando ali, e colocar isso num papel, desenhar de forma clara,
todo o projeto financeiro, toda a viabilidade do negócio, isso me dá segurança, pra poder seguir em frente,
né, a gente fala, é que legal, então assim eu tinha uma intuição que isso ia funcionar,
mas ao das, né, o Juliana veio ali pra mostrar que sim, é possível, mas eu tenho que fazer alguns ajustes,
é possível, mas eu tenho que usar essa imagem, vou ter que mexer com isso, vou ter que usar esse produto,
e isso me ajuda muito a seguir em frente, por isso que eu falo que no interesse o tamanho da empresa,
a gente sempre vai precisar da ajuda de algum profissional, de alguma expertise,
das pessoas, porque se não assim, é muito difícil a gente crescer, né, sozinho,
então a gente só consegue crescer se a gente for com pessoas, e pessoas que a gente confia,
então quero aqui agradecer você, pela confiança, por todas as vezes que eu liguei em cima da hora
e pela morte de eu socorro minha ajuda, porque o cliente entrou agora, eu preciso disso pra amanhã,
e você me ajudou e conseguiu com clareza ali juntos, alguns projetos dão certo outros não dão,
faz parte, faz parte, mas eu sei que você tá ali, eu tenho segurança em saber que você tem expertise,
e você tem ali eficiência, eficácia de calcular, com segurança, e sabe o que você tá fazendo,
tenho certeza que você sabe o que tá fazendo, isso me ajuda a seguir em frente,
então quero dar aqui meu gratidão, muito legal, obrigado, e o que que tá pintando agora?
Sei que você tem algumas iniciativas lá, né, sugestione do Conciérgio,
como é que essas novas iniciativas estão aparecendo aí pra gc?
Eu adoro a hora da saúde, né, e eu sempre observo o que a gente pode fazer pra melhorar,
pra ajudar as oportunidades que tem no mercado, então, deito do guarda chuva,
a gente tem Conciérgio de Medi, é uma empresa de atendimento em telemedicina,
a gente trabalha com, na verdade, nós temos alguns médicos lá de dentro que atendem a população negra,
atendendo, porque assim, cada catenia tem os seus desafios genéticos, não é todo mundo igual,
então, os orientais, os negros, os descendentes europeus, então cada um tem os seus desafios genéticos
e algumas doenças, por exemplo, muitos negros têm a doença da anemia falsiforme,
que ela precisa se tratar de uma forma diferente, então tem médicos que estudam isso,
e nós estamos trabalhando dentro dessa, iniciamos, não nos limitando,
porque mais iniciamos esse projeto pra atender os pacientes que preferem,
ou que precisam dessa ajuda dentro da área da telemedicina,
e aí nós também fomos entendendo algumas dores de alguns pacientes que moram fora do Brasil,
então, nós temos até uma colega que está no Japão,
e falou "olha, meu marido aqui está fazendo um esporte, ele está sentindo muito ador no joelho,
a gente precisa de ajuda, e aqui não estamos conseguindo resolver,
você não consegue fazer um telemedicina com algum ortopedista do Brasil,
porque a gente confia nos médicos do Brasil, a gente sabe o que eles estão falando,
a gente gostaria muito que ele falasse que com a gente,
então atendendo a população que às vezes está viajando,
como você mesmo pode acontecer,
você está nos Estados Unidos, de repente, em férias, ou a trabalho,
e você precisa de uma receita médica,
porque você, de repente, não está bem, precisa de algum medicamento,
você não sabe pra onde ir, não está acostumado,
com aquela visita médica, não tem um médico ali da sua confiança,
então, entrar em contato com a gente, com a consequência de médica e falar "olha,
preciso acontecer o escomigo, não estou passando bem, preciso de ajuda aqui,
estou com esse sintomas e a empresa conseguir te ajudar,
e nós estamos numa fase de conseguir homologar essas receitas,
pra que vocês consigam usar essa receita,
porque a receita do Brasil não funciona lá fora,
a gente precisaria ter uma receita que funciona lá fora,
então nós estamos nessa fase de buscar parceiros e tecnologia
pra que a gente faça isso acontecer, não só nos Estados Unidos,
mas onde os brasileiros estiverem.
E agora, na concierte, rolou a história de MVP, Business Plano,
também foi "não, vamos, vamos, vamos, vamos".
É, foi meio, vamos, vamos, vamos, vamos,
mas, dessa vez, com um pouco mais de pé no chão,
eu contratei ao Dasco, que lá no começo da GEC,
a gente não tinha essa grana,
agora, a gente tem essa oportunidade,
você entrou nesse projeto, quando eu falei "olha,
eu tenho alguns sócios agora, com CRG,
como a gente faz essa divisão de sociedade,
porque isso era uma experiência, por exemplo,
porque eu não tive na GEC, na GEC era sempre minha,
meu pai entrou numa época com um por cento ali,
porque eu não tinha esse Ireli,
mas eu não tinha um sócio de fato,
eu não tinha um sócio de fato.
Eu não tinha um sócio de fato.
- Exato. Mas eu sempre entendi através, sempre estive perto de start-up e tudo mais.
E eu sabia que essa questão de sociedade era um desafio, né? É um casamento. Então,
você tem que combinar ali antes de casar as regras do jogo. Então, eu pedi a sua ajuda
pra isso, pra as cotas, essa questão estrutural, pra abrir um negócio novo. E você me ajudou
a estruturar. Então, isso é importante também, porque quando a gente começou ali no dia 1,
a gente já tinha uma noção do que a gente coer o papel de cada um e como essa de lidar
com o sócio no dia a dia, tá lita? É desafiador, meus sócios, eles moram em outro
estado. Então, eu já tenho a distância aí, mas é desafiador, porque é diferente, né?
São desafios, eu acho que é importante assim o sócio ser complementares, né? No caso,
ele é um médico, ele é um cirurgião cardiologista, então, obviamente, que ele tem as esquíos
que eu não tenho. Eu acredito muito na complementariedade, gosto dos valores dele. Então, isso
foi uma das coisas que eu olhei bastante antes de tomar essa decisão de fazer acontecer,
acredito no projeto dele. Eu tenho certeza que isso vai dar certo, só que a gente precisa
de energia, a gente precisa de tempo pra se dedicar ao negócio. Então, às vezes, ele
não tem tempo, quando ele tem, eu que não tenho, eu como que a gente ajuste essa agenda,
como que a gente confia um no outro. Então, tem muito, estamos nessa fase ainda de ajustes,
mas tô feliz assim, tá funcionando ainda, tá no começo ali do casamento, mas
por enquanto tá indo tudo bem. Boa, boa, boa. E tá ele tá mudando um pouco assim de linha,
né? A gente se equilíbra numa pancada de pratinhos ali, né? E como é que você faz um
pouco pra achar esse balanço entre o pessoal, o profissional, como é que é um pouco
alta, lita fora do dia a dia ali da GSE. Como é que você consegue garantir a sanidade
mental, garantir a sanidade física? Como é que é isso pra você? Se é que tá mantendo
essa anidade, né? Pra ser bem sencera. Ai, eu deixo alguns pratinhos caírem, não
tem como. Não tem como. Eu já entendi que a gente eu exige, eu me cobrava muito, porque
eu falava, "Nossa, esse pratinho caiu pela amor de Deus, nossa, não era pra ele cair,
agora eu estou escolhendo, sabe? Deixar alguns pratinhos caírem, porque todos eu não vou conseguir
ao mesmo tempo." Então eu faço uma listinha de prioridades, né? Então, prioridade é meu
filho, a prioridade, na verdade eu tô ajustando isso, porque isso que eu falo que cada fase
da minha vida, eu acabei usando energia pra uma coisa. Então, por exemplo, no começo,
o meu filho estudava o dia inteiro. Ele entrava seis e meia da manhã na escola, eu buscava
ele oito horas da noite, no integral, e às vezes ele tava lá consigurando-se à sua
escola, porque ele não tinha mais ninguém, muitas vezes aconteceu isso. Mas é porque
eu tinha que me dedicar a empresa, era um momento de que exigia muito ali no crescimento
do negócio no começo. Então, o começo de fice, foi muito difícil, não foi fácil. E aí
a gente chegava em casa, ele tinha que jantar, então eu não tinha tempo de fazer a janta,
enquanto eu fazia a janta, ele dormia, ele não aguentava esperar. Então, eu tinha que fazer
o que. Eu tinha um restaurante, eu morava em frente, um restaurante. Esse restaurante ficava
aberta até mais 11 e meia da noite. Então, era a liqueuia. Aí, a gente pegava ele na escola
a gente é direto no restaurante, ele comia o aôs, com o ouvido de codorna, carninha que
ele gostava, e eu pedi uma cao, um prato de macarrão. Prato de macarrão. E é isso que a gente fez
assim por muitos anos. Tanto aqui, ele é super querido no esse restaurante até hoje com
16 anos. Ele é super bem recebido. É só o seu restaurante. É só o seu, ele só não
sequer o carninha com o ouvido de codorna, ele não. Hoje eu quero, eu fiquei, aí, pessoal,
nossa, eu pedaço de ficanha, você cresceu. E aí, era. Era isso, nossa vida. E aí, eu
engordei 12 quilos, eu não olhava pra mim, porque enquanto eu estava trabalhando, se eu não
estava trabalhando, eu estava com um Gustavo, e ele era a minha prioridade, eu era quando
sobrava tempo pra mim, eu queria dormir, eu queria descansar, eu queria ficar mais tempo
no chuveiro, e era isso, e estava tudo bem naquele momento. Só que chega uma hora que
a conta chega, né? Então, eu já estava me sentindo estranha, cansada, e aí teve um momento
que eu olhei pra mim, olhei pra dentro, eu falei, meu Deus, eu olhei no espelho, eu falei
assim, quem quer essa pessoa? Eu tô cansada, eu tô, tô, tô inflamada, assim, então eu
sentia dor destoma, eu tava estranha, e aí teve um dia que eu acordei, assim, falei, eu
não quero mais isso pra mim, então eu tenho que ajustar isso, porque senão eu não sei
até onde eu chego, eu tenho que ajustar, e aí foi que eu comecei a olhar pra mim, eu fui
comecei a me cuidar, comecei a procurar um nutrólogo, entender o que estava, o que eu estava
ali, meus alimentos, porque eu comia, às vezes eu ficava o dia inteiro sem comer, porque
eu não dava tempo, às vezes eu nem lembrava de comer, e às vezes eu comia rápido, eu comia
muito mal, então eu fui ajustando, eu fui descobrindo que eu sou intolerante à caseína,
que a proteína do leite, aí você vai ajustando, aí tive que tirar o leite, eu adorava
tomar vitamina de manhã, eu tomava vitamina com frutas, e leite, eu ia trabalhar e
ficava de inter-- Então, são coisas que às vezes a gente não tem escolhas, mas se a gente
tiver, eu eu ajustaria, a minha listinha me colocando em primeiro lugar, porque se eu estou
bem, a empresa está bem, meu filho estará bem, e as coisas, elas fluem, ela aconteceria,
mas talvez de forma mais leve pra mim, então eu carreguei bastante peso, porque eu era o que
eu conseguia, era o que eu tinha pra aquele momento, tá tudo bem, eu não posso me copar por isso,
eu fiz o melhor que eu podia, hoje o meu filho estuda numa escola, ele tem outras oportunidades,
eu falo pra ele que isso aconteceu, porque graças ajece, graças ao nosso trabalho, então
eu trabalhei pra que ele tenha uma vida melhor hoje, e é o que eu desejo toda a mãe, a gente
não quer que a gente, que nossos filhos passam fome, a gente não quer que nossos filhos
sofram, né? Então eu trabalhei pensando nisso, e hoje eu tenho condições de ter mais tempo
com ele, então eu aproveito o máximo que eu posso pra estar com ele, eu consigo dividir
esse tempo, então hoje, se a gente for se colocar ali na roda da vida, eu tenho mais tempo
pra mim hoje, eu tenho mais tempo com o meu filho, eu tenho mais qualidade de vida pra
socializar com meus amigos, então às vezes eu saio, eu vou pro restaurante com as minhas
e as minhas e as minhas e as minhas e as minhas e as minhas e as minhas e as minhas e as minhas,
eu vou encontrar com outros empreendedores pra perguntar, pra tirar dúvidas, às vezes pra compartilhar
uma dor, um desafio que a gente tem que talvez ele tenha também e possa me ajudar, socializar
dessas formas, isso me fez bem, isso me fez bem, eu voltei ao peso que eu sempre fui,
mas leve, sabe, ainda os problemas continuam, então eu tenho o problema, eu estava aqui
entrando no podcast, a Beth que trabalha comigo uma domensagem assim, olhe eu gostava não
chegou ainda, já era pra ele ter chegado em casa, e aí eu já aqui sentando já que eu
gostava onde você estava, eu me atrasei porque falei com um professor sobre um projeto
que eu estava com dúvida, mas eu estou subindo aqui no prédio agora, beleza, tudo bem,
então a gente está sempre assim, eu estou no podcast, mas eu estou vendo onde meu filho
está e no caminhão, e no caminhão pra cá, a gente reuniu com o meu time pra você usar
o desafio, é isso, mas a gente resolveu várias coisas, equilibrando vários pratinhos, mas
acho que é uma coisa que eu penso que a gente tem que olhar pra gente primeiro, aquela
coisa do avião, primeiro a gente põe a máscara na gente, depois a gente põe a
outro, então isso é uma coisa importante, porque sem saúde não tem mãe que cuida de filho,
não tem a empreendedora ali que faz a roda girar dentro da empresa, então isso é um ponto
que eu aprendi, e talita, acho que hoje você já está doutor na mesa, quer dizer, em 2009
que começou a GC já são 15 anos, esse mês já se faz 15 anos, 15 anos completos, você
hoje deve estar doutor na mesa, que é ajudando talvez o sendo referência ou sendo,
muitas vezes procuradas, informalmente por outros empreendedores, que estão no começo
da jornada ali pensando em fazer alguma coisa, quando você tem essa oportunidade de falar
com essa turma, o que tipo de mensagem você passa pra eles, quando você está do outro
lado agora não pedindo ajuda ou pedindo conselhos, mas você está ladando, o que você fala
para a turma para ser uma cara, cuidado com isso ou presta atenção nisso, vai nesse um
ponto já falou, que assim, quer começar a fazer alguma coisa, tem a exposição aquilo, mas
que mais, o que você costuma falar para essa galera?
Outra coisa que eu costumo ouvir, eu quero muito empreender, mas eu não tenho dinheiro,
é legal eu tenho ir o dinheiro, então mais hoje tem muitos mais recursos para você conseguir
o dinheiro, tem várias fintechs que trabalham com isso, enfim, muitas oportunidades que
aquela época não tinha, então eu vejo que o dinheiro não é um problema, mas eu acredito
que o que eu poderia falar, presta atenção no financeiro, né?
entenda de gestão financeira, não delegue a ponto de você não, você tem que ter um conhecimento básico
ou traz alguém que você conhece a de verdade.
Acho que isso foi um ponto importante para mim.
Se conhecer a. não só o financeiro, a gestão de dinheiro no quando eu digo, é o capital de giro.
É quanto tempo você demora para receber do seu cliente, você tem que pagar por quanto tempo do seu fornecedor.
Quem são, são os melhores, são as melhores negociações que você tem.
Quem está mexendo com aquilo, quem está trabalhando com essa questão de pagamentos de colaboradores, né?
Quem está honrando isso?
Eu sempre falo para o meu time, eu falei se não é o pior do cenário.
Quando você é uma crise aqui dentro, qualquer problema, vocês são sempre a prioridade, então meus colaboradores é os primeiros que eu pago.
Então se faltar o dinheiro para alguma coisa, vai ser para mim, porque meus colaboradores serão os primeiros a receber.
Depois a gente vai pagar os fornecedores, para que as coisas começem a girar.
Isso, acho que é algo importante, você sempre tem pé no chão.
Legal.
E nunca gastar mais do que você está recebendo.
Às vezes, existe algumas oportunidades, obviamente, que o risco, isso já aconteceu comigo também.
Eu preciso ir comprar todo um arsenal antes de ter o cliente e ainda fiquei um ano esperando a visa.
Mas isso, eu tinha na cabeça do que aquele material seria utilizado, a gente tinha essa visão.
Então ter esse discernimento, sim, é importante.
Agora, muitos às vezes recebem uma primeira grana, o cara vai comprar um barco, vai trocar de carro, vai querer uma casa maior, e às vezes aquele não é um momento.
Então só ter esse discernimento para o chão.
Boa, você tem uma frase que eu vou repete muito, ou que o pessoal fala assim, "Puts, come a talita lá, falar tal coisa ou. "
Pessoal, já vai falar com você, já sabe que vai dar resposta a X ou não?
Eu falo sempre um filme, uma frase que, na última reunião, até eles voltaram isso para mim, "Ah, eu aprendo isso porque isso é uma cultura. "
Eles falaram até, "Oh, isso é a cultura da GCP, lá os erros acontecem, que nós somos humanos, mas a gente está lidando com vidas."
Então você entende que isso é uma situação muito complicada para a gente, porque uma coisa você comprar um sapato, 35, ele vem em 38.
Você vai ficar puto, que você vai ter que voltar na loja de trocar, mas, ok, ninguém vai morrer por isso. No nosso caso, pode acontecer, então a gente não pode errar.
Então imagina você falar para um time de ser os humanos e falar "Galera, vocês não podem errar, isso é uma premista."
Não existe, a gente sabe, a vida é real, então eu falo "Gente, errou, errou rápido, corre de rápido."
Então primeiro, por exemplo, aconteceu uma situação, deu uma situação, "Ah, aconteceu ali travou, assim os dias a gente vai precisar resolver uma situação ali. "
Não quer a gente, não quer saber quem é que foi, se foi por parte do hospital, se foi por parte do meu chão.
- Primeiro resolve. - Se foi Joãozinho, resolve. - Depende bem.
- Resolve, resolve. Vocês têm capacidades, vocês têm compondições, eles sabem o que vocês têm que fazer. Eles nem me ligam, eles resolvem.
E aí depois, assim, aí depois resolveu, "Ah, passou, acabou, sucesso, deu tudo certo no final, legal, legal."
Agora vamos sentar que resolveu esse negócio, porque isso não vai acontecer de novo. A gente pode errar outras coisas, mas esse erro a gente não vai cometer de novo, lições aprendidas.
Então eu falo para eles, errou, erra, rápido, corre de rápido. Então eles sabem isso e é uma premissa lá dentro.
Legal. Você comentando isso aí, né? A pessoa sempre me pede a indicação de livro, lembrei de um livro que é muito legal, que fala exatamente sobre isso.
Que chama Black Box Thinking, que é um livro que fala sobre como que a gente pode utilizar lições a partir das caixas pretas dos acidentes, dos aviões.
Para a gente poder, daí, utilizar esse conhecimento todo e tal, num processo de melhoria contínua das nossas atividades.
Então eu acho que fala muito sobre. Eu quero ler esse livro. É legal esse livro, ele fala muito sobre incidentes, na área médica, incidentes que são situações onde. O que ocorrem? O que ocorrem?
Mais onde os erros, as falhas, elas são. têm impactos enormes, e você tem que procurar evitar isso no futuro.
Então você levantou essa bola agora, então fica a é dica do livro, depois você quiser, eu acho que eu tenho o livro lá postar bem legal.
Vale a pena ler bem bacana, como é que a gente usa essas lições?
Quero, eu acho que vai ter muita coisa legal para o composto da minha utíme também.
Boa. Boa. Talita. E o que você tem de projeto? Qual que é o próximo projeto? Dá talita.
- Nossa, o projeto está talita. - Você estava falando aqui antes, mas eu não vou te botar no coroner aqui para falar dele, que esse aí é difícil, mas quais são os projetos?
Os meus projetos pessoais ou dos negócios?
Pode ser, pessoal, o projeto pessoal. Qual é o próximo que você vai inventar?
Ai, meu Deus.
Eu. eu estou sempre. sempre funcionando em coisas e agora eu estou. É que você falou que eu estava falando alguma coisa antes, com partilha que com a gente aqui é, vai. Não, você estava falando lá do seu filho, que vai estar buscando lá um negócio no Estados Unidos,
e para você, isso vai ser um projeto. Não vai ser tão fácil, esse negócio.
Não. Eu sempre penso que a gente tem que criar o filho para o mundo, sabe?
Mas na teoria é muito legal falar, mas na prática é desafiador, né?
- E aí. - Qual que é o filho que é mais difícil de apagar a GC ou o Gustavo?
Ó, isso é difícil, os dois, os dois. Um tem sido mais do outro, eu acho, viu?
E o meu filho, ele vai fazer 16 anos agora, né, em junho.
E a gente estava verificando umas possibilidades e ele se aplicou para fazer um summer program com o Lumbia University em Nova York,
e ele foi aprovado, então tem um desafio aí, várias coisas que ele precisava preencher e fazer durante esses meses, e deu certo.
E aí eu estava compartilhando aqui com Juliana, que eu estou um pouco tensa, preenciva,
porque eu falo, "Ah, quem são Paulo? A vida é basicamente escola, casa, casa escola, né?"
- E eu falei, agora ele vai para Nova York. - É, vocês viraram lá falando aqui, o rapaz não chegou em casa,
já cantou o celular aqui, onde é que você está? Não sei o quê, não, estou chegando em casa.
- Como é que vai ser isso? - Pois é.
- Vai botar um RTG no cara in Nova York. - Então, tem aquele da Apple, né, um tagzinho para acompanhar.
Ele vai dormir no dormitorio da faculdade, mas vai ficar pensando, "Como é que ele vai se virar lá?"
Porque será que eu não estaria ali jogando ele, ali não com os leões, né?
Olha, agora você vai passar ali, vai ficar ali, a gente fica preocupado, será que ele vai se adaptar?
Ele não tem um inglês nativo, como que ele vai se virar com aquela situação?
Porque por mais que é um summer, precolegia ali dentro, é voltado para o ensino médio, ali dentro da columbia,
mas ainda assim, a columbia, né? É uma universidade e 16 anos o pessoal lá já dirige, já é considerado como um adulto.
E aí eu fico, "Ah, meu Deus, será que ele vai se adaptar? Será que ele vai dar certo?"
E se ele ficar no quarto, ali com medo de se socializar, enfim.
E aí você falou, "Quero a mim?"
"Fecha a asa, deixa o cara, pô."
Deixa o cara, então isso é o meu projeto. Não foi o que você fez lá atrás.
Quando você tinha lá seus 19, 20, não foi isso, "Não, vou começar um negócio, agora é hora. O que que pode dar errado?"
Foi.
Tava com medo, mas fico medo mesmo, né? Vamos pra cima, tá todo certo?
E o medo não foi motivador?
Não, o medo não me imperializou.
É isso.
E agora tem que usar a mesma ferramenta, né?
Tem que usar a mesma ferramenta, né?
É justo.
Usar as mesmas, as mesmas, as mesmas técnicas.
As mesmas técnicas.
É só que o ponto de vista é diferente, agora.
É, é prendendo sempre. Olha, eu não desafio pra mim agora. Sou mãe, recente de adolescente, né?
Então eu estou nessa fase.
Tá lita.
Estamos chegando aqui no final, aqui, alguma consideração final que você queria deixar pra turma, alguma mensagem final.
Se o pessoal quiser conhecer mais sobre a gc, sobre a conciérge, sobre a talita, onde aqui te acham,
onde aqui acham essas empresas e mídias sociais, internet, como é que o pessoal faz pra te acompanhar aí?
Ah, eu sou um pouco lopro-file, mas eu tenho liquedim.
Tá lita, estraquine, eu tenho um Instagram.
Também pode me mandar em box lá, normalmente eu respondo.
Conciérge mede é o arroba no Instagram, a roba conciérge mede.
E gc mede cal, a roba gc mede cal.
Espero que vocês tiverem algo pra contribuir também comigo.
Alguma experiência que vocês tenham, que vocês possam trocar aqui.
Fiquem muito à vontade de ficar muito feliz ali em ler ou trocar essa experiência com vocês.
Boa. Tá lita. Super obrigado pelo tempo aqui, pelo carinho, com a gente, a conversa super bacana.
Como você me deu pra perceber, essa pessoa super humana que se é essa preocupação que você tem,
em fazer tudo da maneira mais corretinha possível.
Essa preocupação genuína em cuidar, que é um negócio super precioso e valioso hoje em dia, não é todo mundo que tem.
Então, mais uma vez, super obrigado pelo convite, pelo carinho com a gente, foi super bacana aqui.
Conte com a gente, para os próximos capítulos da gc, a gente está sempre a disposição de vocês.
Muito obrigada, eu que agradeço a oportunidade, essa troca sempre muito agradável.
Eu sou muito tensa, sou muito microfone, mas me senti à vontade aqui.
E o que eu falo é. por vidas e nossos slogan é por vidas e movimento, né. E obrigada por você fazer parte disso.
Legal. Boa. Pessoal, pra quem ficou com a gente aqui até agora? Obrigado por acompanhar a gente
e mais esse episódio aqui de Dono Pradono, né. A companhia a gente sigam a gente nas
mídias sociais, o nosso canal no YouTube, lá no Insta, quem quiser conhecer mais sobre o trabalho
da Alda, essa companhia a gente lá no arrobal, das Underline, no meu Insta, no arrobal
Juliano Antonio. Obrigado mais uma vez pela dienci até o próximo episódio. Valeu.
Podcast Summary
Key Points:
Talita iniciou o empreendedorismo cedo, com experiência em materiais médicos, influenciada por uma perda pessoal e a vontade de melhorar o cuidado com pacientes.
A G.C. Medical surgiu em 2009 com pouco recursos, sem plano de negócio, baseada em intuição, vontade e apoio familiar, com foco em qualidade e responsabilidade.
O negócio se consolidou ao oferecer um atendimento humano, com acompanhamento pós-cirúrgico, equipe técnica e comunicação eficiente entre hospitais e fornecedores.
A empresa prioriza a confiança, a transparência e a melhoria contínua, aprendendo com erros e ajustando processos para garantir segurança e qualidade.
Talita destaca a importância da gestão financeira, do capital de giro e da saúde mental do empreendedor, além de valorizar o papel da equipe e da família.
O crescimento da G.C. Medical foi impulsionado pela experiência prática, por escutar os clientes e por inovar com tecnologia e parcerias.
A empresa está ampliando seu alcance com projetos de telemedicina e atendimento internacional, atendendo populações fora do Brasil.
Talita compartilha que o empreendedorismo exige equilíbrio entre crescimento, saúde pessoal e responsabilidade, e que a humildade e a escuta são essenciais para o sucesso.
Summary:
C. Medical, conta como o empreendedorismo surgiu de uma vontade de ajudar pessoas em situações críticas, motivada por uma perda familiar. Começou com 20 anos, sem dinheiro, com um telefone e um filho de 11 meses, enfrentando dificuldades iniciais como falta de capital, aprovação de documentos e falta de estrutura.
O negócio se consolidou com foco em qualidade, responsabilidade e um atendimento humano, com equipe técnica que acompanha cirurgias e o pós-cirúrgico. A empresa valoriza a escuta do cliente, aprende com erros e prioriza a segurança do paciente, transformando falhas em lições. Talita destaca a importância da gestão financeira, do capital de giro e da saúde mental do empreendedor, reforçando que o sucesso depende de equilíbrio entre crescimento profissional e vida pessoal.
C. Medical está expandindo com projetos de telemedicina e atendimento internacional, como para pacientes fora do Brasil. Ela encoraja empreendedores a terem consciência do mercado, estudarem o financeiro, escutem seus clientes e mantenham uma cultura de humildade e melhoria contínua, lembrando que o empreendedorismo é também cuidar com atenção, responsabilidade e coragem.
FAQs
Talita começou a empreender cedo, com 18 anos, trabalhando em uma importadora de materiais médicos. Ela observou o processo de vendas e desenvolveu ideias sobre como melhorar os serviços, o que a levou a criar uma empresa focada na área de saúde.
A morte da avó devido a uma cirurgia de quadril gerou em Talita uma forte motivação para melhorar o atendimento médico e garantir que os pacientes recebessem o cuidado mais adequado e seguro possível.
O primeiro cliente foi um hospital em Santo André. A primeira venda foi um implante descartável, e o processo foi inicialmente difícil, pois a empresa precisou demonstrar confiança e entender as necessidades do cliente.
A empresa priorizou o atendimento humano, com equipes técnicas que acompanham as cirurgias e o pós-operatório, garantindo segurança e responsabilidade, o que gerou confiança para os hospitais e médicos.
O diferencial é o compromisso com a qualidade do serviço completo — desde o pré-operatório até o pós-operatório — com acompanhamento técnico, logística eficiente e trabalho em equipe para garantir o bem-estar do paciente.
Ela percebeu que o negócio estava em trajetória quando um cliente começou a indicar a empresa para outros e quando a empresa começou a sobrar dinheiro, o que permitiu investir em novos produtos e expandir o negócio.
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