Go back

#54 Gamificação como estratégia comunicacional | Rodrigo Narcizo

39m 53s

#54 Gamificação como estratégia comunicacional | Rodrigo Narcizo

O episódio aborda a gamificação como ferramenta estratégica para comunicação e inovação no setor público. A convidada Lini Castro e o especialista Rodrigo Narciso explicam que gamificação não é apenas criar jogos, mas aplicar mecânicas como níveis, recompensas, desafios e tabelas de líderes em contextos como campanhas de saúde, educação ou engajamento institucional. Rodrigo destaca que a chave está em entender as motivações humanas: intrínsecas (propósito, criatividade) ou extrínsecas (prêmios, competição). Ele cita exemplos como o programa canadense "Carrot Awards", que usava moedas virtuais para incentivar hábitos saudáveis, e a moeda social "Capiba" em Recife, que recompensa cidadãos por usarem serviços públicos. Também diferencia gamificação de jogos sérios, como o jogo educativo de trânsito do Detran Ceará. A discussão enfatiza que é possível calibrar cooperação e competição conforme o público, e que a gamificação pode ser ética e eficaz para engajar servidores e cidadãos, desde que respeite os diferentes perfis motivacionais. Por fim, alerta para o uso responsável, evitando práticas que induzam comportamentos compulsivos, como "caixas misteriosas" em comércio.

Transcription

6787 Words, 38841 Characters

Portuguese
[Música] Não é fácil fazer comunicação no seu tou público e é por isso que a seguir de sobrevivência existe para te ajudar na missão final de entregar um serviço público de qualidade preservar todas as suas vidas e superar os obstáculos do caminho sem dar game over Eu sou a Lini Castro, sou jornalista, servidor à pública, eu amo um desafio e quem me conhece um pouquinho mais sabe que eu também amo um bom jogo de estratégia Se você também gosta de tudo isso, talvez a essa lugar seja na ABC Pública a Associação Brasileira de Comunicação Pública, um time que joga sempre pelo ganha ganha das instituições públicas e da população brasileira Você pode saber mais, buscando por ABC Pública nas redes sociais aproveite e busca por mim também, eu to com uma roba à Lini Castro, comunica e tenho também um site que é a Lini Castro, comunica.com.br Pessoal, hoje aqui no podcast, a gente vai ter um conteúdo que eu espero que realmente te inspire e te traga muitos insites É uma honra até aqui comigo Rodrigo Narciso, que é mestre em educação, servidor público federal e cofundador da rede, conexão e inovação pública, uma rede linda, pessoal A gente vai falar um pouquinho sobre ela aqui durante o episódio Bom, nosso assunto é uma ferramenta barra estratégia que costuma ser usada em atividade de inovação e que a gente também pode usar muito em nossas ações de comunicação O Rodrigo vai começar explicando um pouquinho o que é essa tal de gamificação, vamos ver Gamification na definição clássica, né? É o uso de elementos de jogos em contextos não relacionados aos jogos Vou dar um exemplo, de Gamification você tem um programa de milhagem Qualquer, você tem lá os seus níveis, né? Uro prata, bronze, ja mancha Então imagina que essa coisa da distinção dos níveis que você tem de acordo com a sua quantidade de milhas, ela vem de um outro sistema que é o sistema de níveis de personagens de jogos de RPG aonde seu personagem vai ganhando níveis de personagens e cada nível vai habilitando novos poderes Então quando você pega essa lógica de uma mecânica que nasceu ou é muito utilizado em jogos e leva para um lugar que não tem nada a ver com o jogo e isso que a gente chama de gamificação Você tem um, você pode usar para diversas finalidades, né? Pode pegar, por exemplo, para campanhas de doação, você pode pegar para parte de engajamento, para programas de treinamento, para comer se eletrônico, para redes sociais que usam muito elementos que é eficaz por exemplo para aumentar engajamento Então seu número de seguidores, se você influenciador e ganhar aquela plaquinha prateada ou do lado do YouTube e isso são elementos de jogos, como a gente chama, de gamificação que são usados para ajudar no engajamento, na promoção, redes sociais como Reddits de comunidade, usa muita gamificação com o sistema de karma aonde você ganha o perde pontos aí de acordo com a sua interação na plataforma Então hoje você é bastante disseminado para vários tipos de aplicação e para vários tipos de área O Rodrigo falou em engajamento Eu perguntei então para ele se esse seria o principal objetivo de estratégias de gamificação Então muita gente fala de engajamento, mas na verdade tem uma coisa por trás de engajamento que é chamado de comportamento Por quê? Porque as pessoas, né, falam de uma maneira mais genérica, de sancos comum As pessoas tendem a trelar a palavra jogo, algo bobinho, algo divertido, algo sem importância Mas na verdade, a gamificação no trabalho é com o elemento muito sério Por isso tem vastas questões éticas envolvidas que a gente chama de comportamento humano Então várias coisas que você usa elementos de jogos, tabelas de líderes, pontuação, uma competição, um prêmio surpresa São elementos que ativam diretamente gatidos comportamentais E dependendo da finalidade e da ética ou falta dela, according to what you have Você pode ter inclusive elementos de comportamento negativo Por exemplo, vou dar um exemplo Tem uma mecânica que a gente chama de "cashmesteriosa" Em que basicamente ele dispete sua curiosidade É como se num jogo você ganha assim um item que é aleatório Se você ganha um baú, mas você não. o que está no esse baú. a cada tempo Se você aplica, por exemplo, em situações de comércio, então, por exemplo, tem lugares em que tem lojas, vendedores que venden, essas cachinhas físicas Então assim, você pode ganhar um telefone celular, você pode ganhar um prêmio de alto valor, como você pode ganhar uma coisa sem importância Então, a outra mesma lógica do que está no jogo, para fazer um produto, onde você, às vezes, tem que comprar muito desses produtos Para você conseguir um prêmio raro Isso é dele, verdademente, colocado para criar um comportamento compulsivo de compra contínua Ou seja, não é jogo aí A atualidade que eu estou usando o dinheiro real, para tentar comprar um item de verdade Mas que são induzendo um comportamento a partir de um elemento que veja uma mecânica de jogo, que é o uso de cachos surpresos Não é a toa que tem inclusive países que proibem esse tipo de prática, devido aos receitos perniciosados que podem ter Quando Rodrigo falou em comportamento humano, eu que me perguntando, será que faz parte da natureza humana, gostada, esse tipo de diversão, de desafio? Será que você é próprio, do ser humano? Vamos ouvir o que ele me respondeu Tá, isso faz sentido Então, na verdade, o chamado. o aché do lúdico O lúdico tem muita ver com aspecto de interação humana, ou interação com ambiente Tem um aspecto muito importante de tomada de decisão Então você pode pegar desde o jogo, assim como a amarelinha, que é uma brincadeira de criança, mas é um jogo E tem regra, você não pode pisar aonde a pedra cai Você tem que pular num pessoal Então, por mais que seja algo simples ou algo altamente complexo, você tem vários elementos aí que são inerentes Eu estou interagindo com ambientes, com pessoas, eu estou no ambiente restrito simulado Eu estou restrito ambientes de regras, eu tenho que tomar decisões Essas decisões têm um feedback contínuo de recompensa que estou fazendo certo Ou de prejuíço que estiver fazendo errado Você rouca um polucumaro, game over, se você conseguir completar uma fase, você ganha um bonos E quando você traz esses elementos para outros contextos, você acaba criando esse ambiente lúdico interativo em qualquer outro tipo de interação Bom, eu pedi então para o nosso entrevistado explicar como a gente pode usar a gamificação em ações de comunicação E se ele tem exemplos desse tipo de estratégia, não campo da comunicação pública Assim, na comunicação pública, eu não conheço exemplos aplicados Mas você tem várias ações de comunicação que você pode ver, por exemplo É muito comum, às vezes, falar o seguinte, digamos, você dá uma meta, por exemplo, uma rede social, numa comunicação Você fala assim, "Ah, se a gente conseguir tantos números de visualizações, você vai conseguir tantos números de curtida, onde compartilha mentos?" Nós vamos liberar um conteúdo exclusivo de novo Ao criar essa lógica do conteúdo desbloqueável, através de uma missão, eu estou aplicando elementos de jogos, famosas questes, ou missões de um jogo, tipo de RPG Para a amação de comunicação para gerar engajamento Detalha, pode ser me de fato incluindo coletivo, então a quantidade de x de pessoas participando, então não é uma pessoa que está ganhando Desbloquei para todo mundo Uma outra coisa que usa muita graemificação é o chamado "market de educação" Você tem várias plataformas fazendo o seguinte Você coloca sua campanha lá e fala o seguinte, olha, essa pessoa se inscreve, não curso no evento E essa plataforma ajuda a fazer um direitamento do "market" da seguinte forma Você vai lá e recebe um link, e aí você vai convidar pessoas para se inscrever ou comprarmos determinado produto pelo link que eu estou te passando A gente vai se inscrever, então a gente sabe todas as pessoas que se converterem em vendas pelo seu link E aí eu criei uma tabela de coisas de bloqueável, olha, então se dez pessoas se inscreverem pelo seu link, você vai ganhar um brinjo Se 20 pessoas se inscreverem, você vai ganhar um outro brinjo menor ainda Então você cria uma lógica utilizando uma missão de novo com uma série de recompens de desbloqueável, em nível E uma série de desafios que também é uma outra mecânica como um de jogos Tem alguns que inclusive fazem até tabela de líder, e fala o seguinte, olha, os três maiores que conseguem de cação vão ganhar um primeiro ex-clusivo que só eles vão ganhar Então eu tiro também uma outra técnica que a gente chama de tabela de líderes para criar um elemento competitivo Ou seja, para potencializar o que? Potencializar o marketing boca boca, potencializar uma comunicação mais orgânica A gente vai fazer uma coisa que a gente vai fazer para fazer para pagando, post-patrocinado, ela usa esses elementos de engajamento Puxa, vou ganhar um brinjo e só ajudar a divulgar na minha rede Então para essa, a pessoa que o próprio consumidor se tornou um promotor de marca, ou de um produto, por exemplo E trazendo aqueles elementos, puxa, mas é uma coisa uma propaganda genética sendo uma publicada de paga O Rodrigo mencionou brindes prêmios, será que a gente sempre precisa desse tipo de incentivo? Vamos ver a resposta dele Ótimo, o seguinte, quando a gente fala de outras questões de motivação e de motivação, engajamento, né? Um dois coisas que são relacionado a mais separados, né? Então a motivação é aquilo que você tem que te pulsar em alguma coisa, tá? Um engajamento é alguma coisa que liga você a sua motivação. Então, por exemplo, eu posso ter motivação de ajudar as pessoas. Então, se tem uma campanha, por exemplo, de arrecadação de alimentos ou de onativos, isso é uma ação que, como está ligado a minha motivação, já é um engajamento, que pode ser muito mais efetiva, por exemplo, do que a pessoa fala o seguinte, tá? Dá dinheiro aí, vamos vagar a medalha, por participar. Não quer ganhar medalha, o quer ganhar as pessoas. Então, por isso que, de acordo com o perfil de motivação, você tem estratégia de engajamento diferente de acordo com o perfil, tá? Por isso que nem tudo funciona. E ter ver com recompensas. A gente tem basicamente dois tipos de recompensa que pegam pessoas de maneiras diferentes. Uma coisa chamada motivação intrínseca. A motivação intrínseca está muito atrialada a alimentos de valores, de crerença, de coisas que relacionadas ao íntimo da pessoa. Então, quando ela se sente recompensada na motivação intrínseca, é porque ela fez alguma coisa relacionada ao propósito dela. Então, por exemplo, uma pessoa que é motivada por ajudar o outro, ela tem engajamento em ações que vão trazer uma coisa positiva para outra pessoa. Vamos falar? Uma doação, uma ajuda, um auxílio. Quando a pessoa tem uma utilização intrínseca ligado a poder se expressar, a sua criatividade, essa pessoa vai ser sempre motivada em participar de ações em que permita ela criar alguma obra de arte, ela poder intervim a algum ambiente, ela poder deixar marca da sua criação. Então, são dois exemplos aonde eu consegui já a pessoa e não se pagar um centavo para ela. Exemplo, o que pede, né, o itídia. A itídia, ela é toda voluntária. Todo valor que a itídia arrecada é para poder fazer a maior atenção do servidor, de hospedade, e tal. Toda a editoria da itídia são voluntários. E por que uma pessoa que trabalha, estudam, gasta horas todo dia, editando, conversando, discutindo, monte de verbe, de maneira gratuita e voluntária? Porque os editorios da itídia, eles são altamente engajados porque eles entendem que o trabalho que eles estão fazendo, está ajudando a disseminar um conteúdo de qualidade para o mundo inteiro. Então, o coletor na motivação intrínseca, né, eu tenho casos, né, que é indítora, se você falar para o idiota que ele vai ser pago, ele até sente ofendido. Ele falou, "Não estou aqui pelo dinheiro, estou aqui para ajudar a criar um conhecimento para a humanidade". Tá, para você ficar até o fim dido, se você vai dar um prêmio, vou dar dinheiro. No outro lado, a gente tem o que a gente chama de recompensas de extrínseca, né, para motivações que a pessoa é motivada por ganhar algo, pode ser dinheiro, pode ser um trofel. Então, muitas vezes a pessoa é motivada por um sentimento de escasseis, ou seja, vou participar de uma competição e eu quero ser o número um. Às vezes assim, mas não tem dinheiro, mas tudo bem. Só o fato de todo mundo ver que eu fui o primeiro lugar, já me satisfaz. Então, tem alguma coisa bem interessante, porque as pessoas têm de achar que todas as pessoas são motivadas por dinheiro, mas nem sempre o dinheiro em si é a coisa mais motivadora, né. Eu gosto de um exemplo muito interessante que é seguinte, eu vou ter uma pessoa que é afitulada por carros. E fala o seguinte, olha, você pode ter escolher dois prêmios, você pode ganhar uma Ferrari, né, do último ano, que normalmente vai ter uma 100, 200 copas, ou você pode escolher o carro assinado pelo ae, estou sendo que só tem um exemplar no mundo, em um carro um ponto zero. O que você vai escolher? Hoje, o que é o carro do cê, não? Mas a Ferrari custa mais, mas só que o carro do cê, não só tem um mundo. E eu quero ser do no dele. Teve uma palavrinha pessoal, que ficou na minha cabeça enquanto Rodrigo respondia essa última pergunta, que foi competição. Afinal, será que estimular a competição é saudável no nosso contexto, ou nem sempre? Então, o seguinte, nós temos sistemas que eles podem ser tanto competitivos quanto cooperativos ou um e três de dois, tá? Então, digamos, é uma ideia bem interessante, digamos assim, uma meta de doação, uma campanha. Então, fala o seguinte, a meta é de todo mundo. Então, quando todo mundo colabou com a sua parte, todo mundo determinado prêmio, recompensa ou tal, essa missão é missão de grupo. Então, todo mundo ganha e eu estou no mundo perde. Então, eu estou elevando o elemento, também, de novo. Estou trazendo elementos de jogos para um elemento de engajamento para uma ação beneficente, tá? Mas que ela totalmente cooperativa, que eu não estou ganhando um do outro. Eu poderia ganhar o elemento com o pintistivo da mesma forma. Olha, vamos premiar os cinco maiores do agorres aqui. Então, aí, o que que acontece? E o tipo de estratégia muda, por quê? Se eu crie o sistema, onde quem vai ser reconhecido, vão ser o cinco maiores, o que vai acontecer? Pessoas que têm um caráter de motivação muito mais de ganhar, né? Tem perfis, jogadores, ou perfis de motivação, acho que tem isso, né? E uma coisa importante, né? Que essa pessoa seja ruim. A motivação dela é que é diferente. Então, ela é motivada por competir, tá? E ela fala o seguinte, então, essa pessoa é para ficar muito engajada em competir. E outra pessoa que só quer colaborar não engajo. Da mesma forma. Eu tenho, criamente, competi um cooperativo. Essa pessoa que quer cooperar vai cooperar muito bem. A pessoa que quer ganhar sozinha, ela não vai se engajar também, porque não cola na parte dela. Então, quando a gente está trabalhando com as pétitos no setor público, eu acho que é bem interessante você saber essa calibração entre cooperação e competição. Eu posso criar de dafios coletivos de forma que a gente consiga criar uma coisa que seja boa. Tem desafios, por exemplo, né? Eu já vi. Em cada vez que é desafio na área de saúde, de qualidade de vida. Então, aquela coisa do tipo. Então, servidores, vamos me mobilizar algumas missões, fazer o exame periódico, né? Você já tiver sua pressão esse mês, você, você andou quantos quilômetros? Então, eu posso tirar uma série de dafios, mas de dafio pode ser coletivo. Então, olha só, na diante eu poderia correr 20 quilômetros e a linea não corre nada. A verdade é desafio coletivo. Se vocês dois da mesma equipe, correr em 40 quilômetros no mês, todo mundo ganha alguma coisa. Ou todo mundo tem algum tipo de reconhecimento. Então, essa modulação é importante, porque também é uma outra conceito de sensuals comum. Como os elementos que a gente fala de jogos, né, seja apenas elementos competitivos. E você na verdade você pode, e é bem interessante você aplicar para elementos de cooperação, em geral, eles vão baseados nos desafios coletivos. Aonde é uma meta comum, todo mundo que participa contribui com algum nível de contribuição, que você pode fazer distinção deles ou não. E aí, aquela coisa, se cumprir o resultado todo mundo, todo mundo ganha. Você não cumprir todo mundo perre. Eu achei muito legal esse exemplo de estimular a cooperação para uma campanha de saúde, no caso para o público interno, né? E eu fiquei curiosa para saber se o Rodrigo por a causa teria outros exemplos que, em sabe, também de campanhas para o público interno. Então, vamos ouvir. Por exemplo, tem um, porque foi a ter interessante, né? Por um externo, né? Foi até primeiro pelo FDL, que foi o Cambridge Awards, uma tradução livre recompensa cenoura, por conta da analogia clássica de você usar cenourinha para fazer as pessoas engajarem. Então, ele foi feito no Canadá, que é beco, saindo o engano, o que era o seguinte. Você tinha um aplicativo, e esse aplicativo tinha uma série de missões que tinha muito a ver com questão de saúde, de bem estar. E se você cumprir essas missões, você ganhava uma moeda, né? Uma moeda, uma, que era uma cenourinha. Isso tinha uma parceria com algumas empresas que eram conveniados com o governo, e você podia trocar essas moedinhas por algum prêmio, um brinde. Então, isso é um caso. Tem uma coisa que está funcionando mais ou menos nesse estilo, né? O utilizando uma moeda social, que é a capiva, que é na prefeitura de Recife. Então, eles criaram uma moeda social e a mesma lógica, né? Eles têm vários serviços da prefeitura que, se a pessoa vai utilizando, ela vai ganhando essa moeda, né? Capibo de capivaga, né? Que tem, né? Então até os que murusiam a capivarinha muito bonitinho, e isso reveste em parceiros que eles estão fazendo. Então, só tipo que está atualmente em andamento aí pela prefeitura do Recife. Então, isso é um exemplo real, o que você tem. Tem o caos também, que aí é uma outra vertente. Por exemplo, de ter ações de engajamento para campanhas específicas, para a gente ter algum elemento que você traga essa questão do engajamento mais específico, né? Trazendo, por exemplo, confalei campanhas, algum tipo de ação social, alguma momento compartilhada, também é uma maneira de aplicação, de game ficação. E aí, é importante fazer uma distinção, tá? Conselto-al. Porque a game ficação não é um jogo, mas eu posso ter jogos criados para propósitos sociais de educação. Então, por exemplo, lá no Detronto Ciará, eles têm um jogo que foi até premiado, já, lá pelo Ministério dos Ternosport, lá pelo Ministério dos Ternosport, lá no Secretaria Nacional de Trânsito, que é um jogo para educação do trânsito, lá do Detronto Ciará. Então, você tem que puísse, tem algumas dações interativas. Aí, são um jogo com o intuito de trazer alguma política pública, a trazer uma expecta educacional que entra no que a gente chama do ramo de jogos sérios, que são jogos que são criados não para entreter, como o último principal, mas sim para trazer uma simulação para educar. Então, são questões aí que são separadas, né? a gente confunde com o seguinte, a gente faz fazer um jogo e não é. Então, tem, é importante fazer essa distinção, tá? Eu posso até aplicar a elementos de gameplay ficação no jogo. Eu tenho muito comum, não sei, estou privado. É, muitos jogos, mobiles, celular, usam isso. Eu tenho um jogo e aí pra gerar engajamento as pessoas continuarem comprando, eu uso elementos de gameplay ficação pra, pra estimular um comportamento de compra específico. Passe também pode ter sentido de interação. O nosso convidado falou em jogos sédios, né? E eu achei um termo interessante e adequado, porque realmente assim como ele comentou no início aqui do episódio, a gente tem a tendência de pensar num jogo como uma brincadeira, como algo bobinho, algo divertido e propor esse tipo de ação nas nossas instituições que normalmente são conservadoras, né? São mais sisuldas. Enfim, pode ser algo difícil. E bom, o que a gente pode fazer em torno disso? Essa cultura organizacional mais séria que a gente tem, versus as ações de comunicação que englobam, a game ficação. Vamos ouvir o que Rodrigo respondeu? Acho que uma coisa fundamental, essa fala o seguinte, coisa resultado que a gente cala o cansa. E na game ficação tem uma coisa muito importante que é o seguinte, você tem o seguinte elemento. Eu tenho um objetivo pra alcançar e esse objetivo ele está atrialado da temporada do comportamento. Então, o seguinte, então qual detalhe? Na verdade, eu ulto a game ficação pra criar uma série de ações que a gente chama de ciclo de ações feedback. Eu tenho um gatilho, esse gatilho dispara uma ação, essa só dá um feedback. E ele é feito de forma que você, eu crie um círculo que a pessoa vai fazendo esse círculo acontecer. Esse comportamento que eu quero, ele vai dar um gatilho para algum máximo que vai chegar a um resultado. Exemplo, eu preciso, por exemplo, a gente está no período de gombas que eu tenho que fazer um rica da estramento de pessoas que estão beneficiárias do determinado, de uma determinada benefício, política pública, sem esse público. Eu posso criar uma estrutura de game ficação com ições, com elementos surpresas, com parte relacionada a gente a criar um um cenário de nível, de engajamento, de forma que eu faço seguinte. Olha, que eu quero, eu estou fazendo ações, aonde eu quero que no final comportamento da pessoa seja clicar no formulário, preencher e fazer só cadastro. Porque o resultado está aqui. Então, na verdade, eu ouro a game ficação não para de mexer a pessoa, é para a verdade conduzir ela o comportamento que eu quero. Vou dar um exemplo do seu topo de evato que é mais fácil de entender e por isso que eu tenho importante. Então, pega uma arma do navio. Então, olha que primeiro, ela faz questão de ter a promoção do Prime Day, que é exclusiva para quem assina, então, de novo. Você dá um benefício exclusivo para alguém? Em volta, você to público, isso não se aplica, porque tem sempre a todo mundo. Já é uma maneira de você criar o quê? Algum acordo de diferente diferencial. Todo, e aí, desculpa, eu souvendo caminho focado, não fala isso, né? A armas não está jogando com você na promoção, e você está jogando, amarrado, e você pode odiar jogos, mas toda vez que você clica numa promoção neta, você está jogando e a armas não estão lucrando. Porque, o davá de estratégias. Sabe aquela conta de você ter uma coisa por tempo limitada que vem aquele relógio diminuindo? Isso é uma técnica de algum jogo que ele tem uma missão de tempo, então você tem que cumprir a missão determinada período de tempo. Minha coisa, se você perder acabou. Segundo elemento, muito comum. Alguns itens, eles têm mais cacês programadas. Então, você fala, olha, a gente vai ter um item que vai ter uma promoção tal, mas só tem 100 itens no máximo. E toda vez que você vai ver aquela barra de diminuindo, 20% vendido, 40% vendido. Isso cria um sentimento, né? Que está ligado? Você fala, "eu vou clicar lá para não perder, mas nem queria comprar, mas já comprei." Então, é aquela coisa. Então, a gameficação, ele é o sistema que faz você jogar, mesmo que você odeio jogos. E não tem nada de bobinho ali. Então, quando você aplica uma questão de comunicação, de engajamento, então você pode criar mesmo lógica similar, né? Quer ver, uma coisa muito comum que se usa, se estou público hoje, é você trazer algum tipo de distinção a pessoa ganhar uma medalha, ganhar um selo, e selos medalhas em emblema, é uma das mecânicas mais usadas de gameficação. Por quê? O emblema, ele tem um valor muito baixo em termos financeiros, mas ele tem um custo de distinção muito intrínseco. Então, novamente, quem são, por exemplo? Queríamos fazer uma ação contra fake news. Bacana? Vou fazer o seguinte? Olha, precisamos de você, cê, danão. A pessoa que mais compartilhar os nossos materiais de combate à fake news vai ser considerado o amigo do órgão contra fake news. Vai ganhar um título que também é uma outra coisa de recompensa, de outra coisa de técnico de gameficação. Tá vendo? Ele vira meu promotor e eu dou uma distinção pra ele que pode não ser monetária, mas é um ganho de reputação que pra ele pode ser importante. Vamos te citar na nossa gente social. Vamos te marcar pra mostrar que você, nossa, isso é uma forma de gameficar. Simples? Focado, engajamento, pra qual é o subjetivo? É garantir que nossa campanha contra fake news alcance pelo menos cinco mil contas, tipo no Instagram, né, no período de uma semana e que ele gere tantas mil impressões. A ver, não tem um objetivo de comunicação? Claro que, como é que nós vamos fazer isso? Puxa, a gente tem que estimular o quê? O próprio cidadão a fazer o compartilhar mesmo do material que a gente faz, até pra que alcance canais e pessoas que só comunicação do sinal não consegue alcançar. Como é que nós vamos fazer isso? Vamos estabelecer missões e criar uma pessoa parceira da gente com uma forma de distinção de acordo com o volume de material que ele compartilhar e de novas contas que ele vai alcançar. Tá vendo? Criam o sistema de gameficar do simples? Atrelado no objetivo de comunicação institucional, dentro de um tema que é muito cáresas de suas públicas, de combater de informação. Eu adoro a essa ideia de iniciativa pra combater a desinformação, gente. E vocês gostaram? Bom, eu aproveitei pedir pro Rodrigo deixar um espécie de passo a passo pra implementação de gameficação. Tem, tem sim. E acho que a primeira coisa é o seguinte, normalmente pessoas querem pegar as mecânicas e implementar. E no momento eles vai dar errado. Ou o primeiro passo. E aí você tem que lembrar que tem três atores principais nesse projeto de gameficação. Eu tenho, meu participante, que é a pessoa que vai ser um entraspe. O jogador da gameficação é que vai fazer as ações, eu quero que ele faça. Eu tenho o papel do Gamefiqueit, o designer, o designer dessa gameficação que vai criar os padrões de comportamento e vai aplicar as técnicas de jogos. E eu tenho qual é a minha área de negócio, o meu órgão, que precisa de um resultado pra isso. Então, como é seguinte, um, digamos, como esse exemplo que eu acabei de dar. A gente precisa de um resultado institucional sobre disseminação de conteúdo contra fake news. Ou a gente precisa aumentar o número de contribuições de uma consulta pública. Ou nós precisamos aumentar o número de pessoas que acessam determinados serviços que nós estamos oferecendo para a população. Então, o primeiro elemento é. Eu tenho que ter um objetivo atrelado ao resultado da organização. Essa primeira ponto. Porque a gente vai medir depois e essa gameficação tá funcionando o jeito que a gente quer. Ou se a gente precisa modificar. Então, o segundo ponto é. O objetivo e uma meta são cansados. Segundo o ponto é seguinte. Essa meta ela tá relacionada a que tipo de comportamento observável. Então, digamos, se eu quero disseminar informações verdadeiras, tá ligado no com a pessoa compartilhar material. Se a pessoa tá em acessão, sem ver o su público, né, é um entrar e fazer solicitação. Se é fazer uma atualização cadastra, é realizar o cadastro atualizado ou atualizar o seu cadastro. Ou seja, então, a trelo esse resultado é um comportamento humano. Se eu não atrelo comportamento humano, não é gameficável. Por quê? Porque a gameficação tem a ver com você fazer um gatilho de comportamento. A partir daí, se fala o seguinte. Um. Que tipo de elementos de jogos eu vou fazer com que ela gire o meu ciclo de ação de feedback. Ela começa com o gatilho. Esse gatilho dispara uma ação. Esta ação, se foi feita de maneira adequada, me dá um feedback positivo. Se ela não foi feita de maneira adequada, me dá um feedback negativo, tá? Então, digamos, olha, um gatilho pode ser um gatilho de tempo. Então, vamos começar e tal data o processo de atualização cadastral. Que a ação nós podemos fazer em relação a esse tipo de coisa. Ah, a gente precisa aumentar. Cadastro, a pessoa tem que chamar a alguém que ela conhece, né? Então eu faço uma ação para garantir isso. Porque eu tenho tentê-la de técnicas, né? Eu tenho missões. Eu tenho tabelas de líderes. Eu tenho economia virtual. Eu tenho que criar um grupo, maguil, do clã, social. Eu posso criar um elemento de evento de tempo limitado. Eu posso utilizar um elemento de story telling, tá? Para colar um tema que seja interessante. Então eu posso trabalhar com, tem centenas de técnicas diferentes que eu posso aplicar. Estas técnicas delas não são aleatórias. Ela vão ou ajudar a fazer gatilho ou ajudar a fazer ação ou eu consegui algum tipo de recompensa, né? Tá, por exemplo. Você estabeleceu uma missão de data que por tempo limitado, um gatilho. Um, eu fazer isso de maneira conjunta, é um estímulo para a ação, tá? Uma missão compartilhada. Eu dá um emblema, o ganhão é um erro virtual por essa uma completada, é uma recompensa que também é uma técnica de jogo. Então eu posso literalmente colocar coisas de jogos em basicamente toda jornada, a pessoa. E aí isso vou dizer no seguinte, é hora de ter interessante. Quando a gente dá moeda, que a pessoa poder trocar por um item virtual, e somendo engajamento da pessoas para elas acessarem mais. Aí eu controlo o quê? Quando eu aplico a game ficação, eu vou testar e vou coletar dados. Olha, utilizando esta técnica aqui, a gente aumentou em 5% no número de cadastros. A gente utilizando essa aqui aumentou o tempo da pessoa conseguir interagir em 20%. Então eu tenho que me entregar um processo de acompanhamento dos dados para poder testar o resultado e poder aplicar. Então, são esses elementos que a gente trabalha. Uma outra coisa importante, no para a sala de design, de jogos, é entender o meu público algo. Porque, embora eu posso trabalhar com a população muito grande, eu posso ter coisas que valoriza terminar dos perfis. Um perfil antifacional que é muito importante é o que a gente chama de relacional. Então, as veritas, quer ver um exemplo de relacional que é interessante, é você criar uma figura de embaixadores. Então, embaixador é uma pessoa que ela influencia a outra da fazeração que você quer. Um influência interno, hoje você usa muito em internações internas, inclusive de um marketing, né? De você criar seus influenciadores internos. Seja para engajar pessoas dentro ou pessoas fora. Então, você tira esse papel, dá um papel diferenciado de acordo com algum resultado. Isso também é uma maneira de quem ficar. Eu crie um personagem que vai ter poderes especiais. Então, o influenciador, ele pode ter acesso a canais ferramenta de comunicação, que aqueles que não bateram aquela meta de engajamento de participação não têm. E aí, eu crie o também, ou seja, o arquético. E esse arquético, essa pessoa investe, que ela pode perder ao longo do tempo, e também gera engajamento. Por isso que eu tenho infinitas possibilidades de acordo com o meu projeto. Quem me ouve aqui no podcast sabe que eu sempre falo que qualquer estratégia de comunicação precisa começar com um pra quê e um pra quem. São as duas perguntinhas básicas que pelo incrível que pareça, às vezes a gente não faz. E que são fundamentais pra gente conseguir pensar na melhor abordagem, na melhor estratégia de comunicação. E ter um trechinho da fala do Rodrigo em que ele vai falar justamente sobre isso, vamos ouvir. Então, você sabia onde as pessoas interagem, qual o comportamento delas, o que a esmotiva é um fator de sucesso. De novo, você não vai engajar ninguém numa campanha de doação, pra exemplo, o Rio Grande do Sul dando prêmio pra pessoas. Não é o perfil das pessoas que estão doando. Mas talvez fazer chegar uma mensagem de agradecimento de uma pessoa que está no abrigo, produador, talvez isso vale pra aquela pessoa, tipo, realmente, o que eu fiz ajudou a vida de uma pessoa que está sofrendo uma enchente, uma catástica desse nível. Isso pra ela, tipo, muito, muito obrigado, escrito, por uma criança no abrigo, vai valer pra ela muito madre que você dá mil reais em dinheiro. Por quê? Porque eu conectei a a motivação da pessoa que cada um tem com uma ação de engajamento apropriada pra aquele ponto. Bom, gente, pra encerrar, eu pedi dicas pro Rodrigo, onde a gente pode saber mais sobre as mecânicas, sobre as técnicas, métodos, de elaboração de jogos. Bom, tem alguns livros, que falam sobre isso, até o livro muito bom, que é até um dos que a gente chama de "fremior" de modelos, de a edemunicação que é o que talha esses, né? É feito pelo Icatchau. É o livro que inclusive foi lançado recentemente Português, que é o do Octalhes, só você é pelo Octalhes que você vai encontrar o livro, que ele vai falar de perfil de motivação, meerkana que é extra perfis, né? Tem outros livros também, tem o GameFicar, do Börke, o Português também. Tem um que eu gosto muito mais da importuguês, tem o GameFink, ainda, M.D.O.K.M, mas só tem em inglês também. Eu recomendo também, ao colega que são tem material pra criar pra fotografia de gamificação, material gratuita que tá no site da rede, tá? Inclusive vem uma série de mecanicas, tem outro livro muito bom, que eu gosto também, que não tem português, e vem em Jamon, que é o like to play, né? O nome, você não é? Meus marcados, que não é de jogar, que também é um outro "fremior" de gamificação que é o Exade, que é um "fremior" que você tem 6 perfis de jogadores, cada perfil é ligado a motivação e cada motivação é ligado uma série de mecanicas, tá? Então muito bom também, só tem inglês, mas é um material muito bom, que ajuda você a entender porque tem vários elementos, você vai ver, cemça comportamental, vai envolver nele ciência, vai envolver design muito forte pra você poder criar experiências que o usuário, então o GameFink a só na verdade é uma congregação de vários campos científicos, e o nosso material da rede, depois de disponibiliza é um material gratuito, você pode pegar, baixar, fazer os seus projetos também, então é um material que a gente também disponibiliza aí, e a própria rede tem asções de gamificação, pra nossos eventos, por exemplo, de engajamento, a gente já teve um caso de engajamento de rede que foi até premiado pelo CDM, pra compartilhar, pra incentivar compartilhamento, participação ativa da rede, que tá lá nos casos, então a gente também, no colégio de sentamento, tem alguns exemplos aí pra compartilhar também. Pessoal, a rede se chama "Connexão inovação pública", e é um espaço pra inovadores do setor público, e você pode passar a integrá-la desde que você participe de uma das ações que a rede promove, eu vou deixar na descrição do episódio o link pra você saber mais, e pra você ficar de olho na programação, porque tem sempre muita coisa boa sendo realizada, ok? Bom, então vamos ouvir algumas palavras finais do nosso querido entrevistado. É uma coisa muito importante que eu queria dizer de palavras finais é, um gamificação, ela é algo sério, tá, não se luda, ela trabalha com o comportamento humano, então por trabalhar com o comportamento humano e as verdes de uma forma sutil que as pessoas não percebem de novo, nossa, nunca imaginei que na verdade aquele sistema de compras da loja virtual que eu compras cheias das gamificações que eu estou jogando e fazendo tudo que eles quer, é, verdade, tá? Então a rede é muito sutil, e a rede não é deixado transparentes, que a pessoa tá participando de um ambiente, aonde ela é estimulada tomar decisões, que a pessoa que é que você toma, tá? Então se eu exprimo ponto, por isso todos nós que trabalhamos com algum sistema gamificado, a gente precisa ainda mais se torpúbrio, a gente precisa ter o componente da ética muito importante, pode ser, pode ter game no nome, mas não é brincadeira, não é jogo, tá? A gente está falando de realmente terações de estímulo, tá? E de indução de comportamento humano, então isso é muito sério, a gente quer aplicar a gamificação, para uma engajamento, para a participação social, acesse dos púdios, queremos, mas é importante ter seriedade, ter responsabilidade, na hora da gente aplicar, para ter bons resultados e não ter efeitos colaterais, ou elementos que seja um prejudiciário para quem a gente quer atender. Vamos de resumar um pessoal? Quem nunca se sentiu instigado por um mistério, ou envolvido por um desafio, uma missão, tudo isso são estratégias de gamificação, uma palavrinha que significa uso de elementos de jogos ou atividades mais lúdicas, em contextos não relacionados a jogos, isso pode ser utilizado no campo da comunicação, para ajudar a atingir um objetivo institucional. Este é muitos tipos de mecânicas que podem ser utilizadas e algumas envolvem recompensas que podem ser brindes, prêmios, mas também tem outros tipos de reconhecimento, como um selo, uma medalha, um título, para saber quando e como aplicar a gamificação, é fundamental conhecer o público para quem ação se destina e que tipo de motivação esse público pode ter. Podem ser motivações intrínsecas, como no caso de ações de solidaridade, por exemplo, ou estrínsecas quando se busca um prêmio, realmente. Outro ponto fundamental para implantar a gamificação é saber o objetivo que problemas a gente quer ajudar a resolver, também é preciso ter metas claras e me de resultados. A gamificação pode ser colaborativa e ou competitiva, ou seja, a gente pode desenvolver ações em que as pessoas competem entre si, mas também ações em que as metas são coletivas, e eu particularmente achei incrível essa proposta, porque além do alcance do objetivo em si, a gente pode aproveitar para inaltese valores como o trabalho em equipe, a parceria, enfim. É possível aplicar a gamificação em diferentes campos com a sua equipe de comunicação, com o público interno, com o público externo também, e seja qual for o caso, o que vale é a gente saber que o objetivo não é simplesmente entreter, precisa ser algo mais profundo, e por mexer com um comportamento humano, a gente precisa amadurecer bem as propostas e as ideias, e utilizar essa técnica com muita responsabilidade. Pessoal, se você já usou a gamificação em algum projeto ou alguma ação de comunicação, fala comigo lá pelas redes sociais, a roba alínicas do comunicar, vai ser um prazer trazer seu case aqui no Poder Quest. Eu queria agradecer demais ao Rodrigo que tem feito um trabalho belíssimo no conexão inovação pública, com muitas ações de solidar inclusive para bem o seu Rodrigo. Eu deixo um abraço especial a todo mundo lá da rede conexão inovação pública, e claro a todas e todos vocês que me ouviram até aqui e que seguem me acompanhando a cada episódio. Aproveito pra sempre lembrar de você dar as estrelinhas no plenum que você tá ouvindo, e se você tiver ouvindo no Spotify, responda em catch dizendo que você achou desse episódio. Perto? Muito obrigada, um grande beijo, um forte abraço, e até o próximo episódio do Poder Quest com a ligação pública e a de sobrevivência.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Gamificação é o uso de elementos de jogos em contextos não relacionados a jogos, como programas de milhagem ou sistemas de níveis.
  2. O principal objetivo da gamificação é influenciar comportamentos humanos, não apenas gerar engajamento.
  3. Existem dois tipos de motivação
  4. A gamificação pode ser aplicada tanto em campanhas de comunicação pública quanto em ações internas, com foco em cooperação ou competição.
  5. Exemplos práticos incluem o programa "Carrot Awards" no Canadá e a moeda social "Capiba" em Recife, além de jogos sérios para educação no trânsito.
  6. É importante distinguir gamificação (elementos de jogos em contextos não lúdicos) de jogos sérios (jogos criados com propósito educativo).

Summary:

O episódio aborda a gamificação como ferramenta estratégica para comunicação e inovação no setor público. A convidada Lini Castro e o especialista Rodrigo Narciso explicam que gamificação não é apenas criar jogos, mas aplicar mecânicas como níveis, recompensas, desafios e tabelas de líderes em contextos como campanhas de saúde, educação ou engajamento institucional. Rodrigo destaca que a chave está em entender as motivações humanas: intrínsecas (propósito, criatividade) ou extrínsecas (prêmios, competição).

Ele cita exemplos como o programa canadense "Carrot Awards", que usava moedas virtuais para incentivar hábitos saudáveis, e a moeda social "Capiba" em Recife, que recompensa cidadãos por usarem serviços públicos. Também diferencia gamificação de jogos sérios, como o jogo educativo de trânsito do Detran Ceará. A discussão enfatiza que é possível calibrar cooperação e competição conforme o público, e que a gamificação pode ser ética e eficaz para engajar servidores e cidadãos, desde que respeite os diferentes perfis motivacionais.

Por fim, alerta para o uso responsável, evitando práticas que induzam comportamentos compulsivos, como "caixas misteriosas" em comércio.

FAQs

Gamificação é o uso de elementos de jogos em contextos não relacionados a jogos, como programas de milhagem ou sistemas de níveis, para aumentar engajamento e motivar comportamentos.

O principal objetivo é influenciar o comportamento humano, ativando gatilhos comportamentais por meio de elementos como pontuação, competição e recompensas, indo além do simples engajamento.

Pode ser aplicada em campanhas de redes sociais com metas de visualizações para desbloquear conteúdo exclusivo, ou em ações de marketing de indicação com recompensas por níveis, incentivando a divulgação orgânica.

Não, existem recompensas intrínsecas, como propósito e criatividade, que motivam sem dinheiro, como voluntários da Wikipédia, e recompensas extrínsecas, como troféus ou dinheiro, que atendem a perfis competitivos.

Depende do contexto; é possível calibrar entre competição e cooperação, usando desafios coletivos onde todos ganham se a meta for cumprida, evitando efeitos negativos.

Exemplos incluem o aplicativo 'Cambridge Awards' no Canadá, que recompensa hábitos saudáveis com moedas, e a moeda social 'Capiba' da Prefeitura de Recife, que incentiva o uso de serviços públicos.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.