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#48 Podcast – Prosa de Maçom Entrevista com o Ir. Dennys Eduardo Rosseto membro da Loja 14 de julho n. 1525

42m 41s

#48 Podcast – Prosa de Maçom Entrevista com o Ir. Dennys Eduardo Rosseto membro da Loja 14 de julho n. 1525

Este episódio do podcast "Prosa de Maçom" entrevista o irmão Dennis Eduardo Roseto. Ele compartilha sua jornada pessoal e espiritual, que incluiu passagens pelo budismo, catolicismo e várias outras tradições religiosas e ordens, culminando em sua recente iniciação na maçonaria em julho passado, na Loja 14 de Julho em Belo Horizonte. Dennis descreve a maçonaria como a escola adequada para seu contínuo aperfeiçoamento intelectual e espiritual. Com uma trajetória acadêmica impressionante, incluindo doutorado e pós-doutorado, ele atua como professor numa universidade francesa com campus global, especializando-se em negócios internacionais, inovação e empreendedorismo. A conversa explora como esses conhecimentos se conectam com os princípios maçônicos. Dennis enfatiza que a maçonaria é uma escola de cidadania e aperfeiçoamento pessoal, aberta a todas as crenças. Por fim, ele discute a importância do empreendedorismo em períodos de incerteza, argumentando que os maçons devem ser agentes ativos e empreendedores na sociedade, promovendo ações em prol do próximo e adaptando-se aos tempos modernos.

Transcription

5146 Words, 29429 Characters

Portuguese
Bem-vindo ao Prosa de Maçom, o podcast do grande Oriente do Brasil. O Métal é diferente. Desenvolve a sua mente. Vai além do que os demais. Com a pedra e os pensamentos. Vai fazendo seu trabalho. Manusir ambos instrumentos. Seu cinzão. E um simples malho. Dica ser todos tencê-te mais maçom. Tem muito mais. O frano é que a parede. Uma som vai se atedrares. Tem muito mais. Olá meus irmãos, Amigos da maçonaria. Esse é o Podes Querte, Prosa de Maçom. E hoje nós vamos conversar com uma pessoa muito especial. E que tem a ver com essa música que nós acabamos de ouvir do irmão Vio Mar Serino. Constructor de catedrais. É o irmão Dennis Eduardo Roseto. É isso mesmo meu rosseto. Não é rosseto? Pode ser lá na Itália, a minha família, a videeligência, o meu nome, a minha família, o sapós, meus pisapós, São Dueligia Italiana, do norte da Itália, da região de Vicenza. Então acho que pode poderem ser o rosseto. O rosseto ficaria mais. Mais próximo da pronúncia da sua origem. O irmão Dennis foi indicado pelo nosso soberano, Graham Mestre, Musbonifás Guimarães, para estar participando hoje do nosso Prosa de Maçom. E o soberano disse o seguinte, ele falou, olha, é um jovem maçom, tem pouco tempo de maçonaria, mas tem muito conteúdo. Nos conta um pouco, meu irmão, da tua trajetória dentro da maçonaria inicialmente. Fala um pouco da loja onde você está, de onde você é, de qual o Oriente você é? Sim, sim. Bom, antes de tudo, eu gostaria de agradecer e mensalmente, por essa oportunidade, assim que me honrado de estar aqui, e de ter tido a ordem de conhecer o nosso soberano, e ter sido convidado ter recebido esse convite para poder estar aqui com você, meu irmão, e dizer, para que nós pudéssemos conversar um pouco sobre diversos ações. E a minha trajetória na maçonaria, foi muito curta ainda, para que vocês possam ter uma ideia, a meninciação foi em julho, agora em julho, foi em julho passado, a meninciação por no dia 13 de julho, e eu iniciei um dia antes do aniversário de 60 anos, na loja na qual eu pertenço, que é a 14 de julho. Eu sou do grande ambiente de Minas Gerais, aqui da Belo Horizonte, e eu mudei para cá também recentemente. E eu tive a sorte de conhecer o meu venerável mest, o venerável mest da nossa loja, de uma forma bastante curiosa, e aí foi através dele, que eu tive a oportunidade de ingressar na ordem. Só para fazer um parêntese aqui, eu já vi a trocurando o meu ingresso na ordem, e já faz muito tempo. E antes de vir para cá para Belo Horizonte, eu estava morindo em São Paulo. E lá em São Paulo, eu andei fazendo alguns contatos através do site, através do site do grande ambiente, e de outros sites da nossa naí, eu acabei de entrar em contato buscando o meu ingresso. E eu já tinha sido feito a minha sede de cansa, eu já estava no processo para realizar a meninciação, em São Paulo quando eu fui contratado por uma universidade francesa. E aí eu tive que mudar e sair de São Paulo, e depois foi alocado aqui em Belo Horizonte. E aí, ao mudar para cá, teve como estar tudo em zero. E aí eu procurando um local, uma residência, uma casa, um apartamento para poder alugar, eu acabei alganando um apartamento, onde eu me mudei com a minha esposa. E dentre algumas coisas que ficaram no apartamento, tinham um quadro de um certificado, de um evento que ocorreu da maçonaria. E o proprietário do apartamento, era a pessoa que recebeu o certificado, estava ao meu amigo. E aí eu acabei fazendo contato com o proprietário do apartamento, e acabei descobrir que ele era o venerado dessa loja. E aí eu acabei solicitando um meu ingresso na ordem. Então, de maçonaria em si eu sou um simples e um mil de aprendiz. Mas eu tenho. Nós somos. Exatamente. Nós somos todos. Nós somos só menos tempo como aprendiz. Exatamente. Mas eu, mas assim, isso que inclusive estão uma das coisas que talvez seja mais curiosas, porque eu vim procurando algo desde muito cedo. E não. Só para resumir brevemente, mas muito brevemente. Porque a história é muito longa e daria para fazer livros e filmes a respeito. Mas a minha mãe acabou conhecendo o meu pai biológico. E eles acabaram a minha mãe, acabou gravidando esse meu pai biológico. Ele não aceitou a grabeza. A minha mãe não queria meter e acabou afastando. E afastando também. Eu cheguei a não conhecer o pessoalmente. Eu fui conhecer o pessoalmente depois de 30 e poucos anos, 34 ou 35 anos mais ou menos. Eu fui quando eu conheço. Onde você está com quantos anos? Mas é de então. Oi. Hoje eu estou com 43 anos. 43 anos. E aí eu acabei. A minha mãe passou por muitos momentos onde ela acabou sendo. Exconso da onde ela morava com ele. E ela acabou ficando comigo, na barriga, morando nas mules do mexentento. Até que a minha avó. A minha avó. E o meu tio descobri ele que a minha mãe estava nessa situação. Fou, em São Paulo, buscaram ela levaram para Curitiba. Pra que eu pudesse ter, eu sou originalmente Curitiba, na cima de proitiba. E aí ela voltou para São Paulo para tentar ver as coisas. Ela não conseguiu. É bastante complexa essa história. Mas resumindo. E quando eu nasci, eu era budista. A minha mãe. E o meu pagueu lógico eles eram budistas. E aí eu nasci e eu fui budista até o 7 anos de idade. Aí, aos 7 anos de idade, a minha mãe se casou pela primeira vez. E aí, quando ela se casou pela primeira vez com uma pessoa que ela conheceu, do padraço, tentando na pera, e então ela se. Ela se batizou na igreja católica, andou pro catolicismo. E aí eu acabei também sendo batizado na igreja católica. em que eu já captou o licor. a gente não tinha ansiedade. E aí depois ela teve mais três filhos, né? Eu tinha mais três irmãos, né? Com ela, com esse meu padraste. Só que dentro de casa era complicado, porque era minha mãe, meu padraste, os três filhos deles. E eu era o entraspa, o bastardo, né? Eu era o que não pertencia ali, aqui, aquela situação, nunca tinha uma. Eu era um primo vignito, era o mais velho e ela bastou. Eu estava mais velho, mas ela não encaixava, aí não me dava bem direito com as meus irmãos e nem com o meu padrasto. E eu vivia numa família, muito cheio de conflitos, sabe? Era uma família estável, era uma família com harmonia. E aí eu sempre, eu também sem fio de uma família com o mundo. Então por conta disso, eu acabei. Acho que isso acabou despertando dentro de mim, uma necessidade, um ansei muito grande de buscar o meu próprio caminho, de tentar sair, o primeiro, sair de casa, e tentar buscar o meu próprio caminho. E aí, desde os meus dez, onze anos de idade, mais ou menos, em que. Eu comecei a sentir alguma coisa muito forte dentro de mim, sabe? Uma coisa muito forte entre mim, que me dizia que eu tinha que buscar a verdade. Eu tinha que buscar a verdade, mas eu não sabia que a verdade era, eu não sabia que era, eu só sentia que eu tinha um chamado dentro de mim muito grande, que eu tinha uma. Eu recebi um chamado muito grande, é alguma coisa muito forte, dizia dentro de mim, que eu não tinha vindo a toa por esse mundo, que eu tinha uma missão muito grande, uma missão muito grande, mas eu não sabia o que era. E que eu tinha que procurar, descombrir isso. Então, eu comecei a pesquisar e a procurar várias coisas. Então, eu fui. Aí, na época, depois fui batizado, eu frequentei grigia católica, do I-7 até os 10, onze anos de idade, frequentei grigia de católica, que eu cantava na igreja, tocarva na igreja, eu fiz minha primeira cunhão, fiz minha crisma na igreja católica, e aí depois eu comecei a buscar, eu abrinha a mente e comecei a buscar a verdade, e comecei a tentar conhecer o máximo de coisas que eu poderia conhecer, para que eu pudesse formar na própria base, enfim. E aí, eu frequentei a congregação cristã, igreja dos Jesus Cristo dos últimos dias, eu frequentei igrejas ortodoxas, igrejas batistas, igrejas de renovação cardímpica, eu conheço tudo, fui um terreiro de um bão, um inteiro de canomblé, então fui e conheço tudo de mente aberta, tentando entender ele, absorver o máximo de coisas que me eram possível. E aí, eu acabei me encontrando, eu acabei reunindo as coisas de modo que eu pudesse entre aspas, formar a minha própria opinião, a minha própria base espiritual. E aí, eu também, nessa busca, eu acabei também entrando na ordemosa cruz, e só da ordemosa cruz, já fazem mais ou menos uns 15 anos, 18 anos, aí eu acabei conhecendo também outras ordens como a Govendal, como a Astro-Ambiento, como a, por causa da vida, a Ótomo, como várias outras ordens, eu viose, guinose, e fui abrindo a minha mente para conhecer, eu só vi o máximo de informações que me eram possível, fiz um caminho em um trajeto sacerdotal, também me desenvolvemos como um sacerdote, e aí depois disso, eu comecei a perceber que eu precisava de, eu precisava de ajuda para que eu pudesse continuar me adionado em desenvolvimento pessoal, sabe? E acabei entendendo que a amassonaria seria a escola adequada a onde eu poderia encontrar suporte, onde eu poderia encontrar orientação adequada para que eu pudesse continuar o meu trabalho em mim mesmo, me auto-apidando para que eu pudesse minha perfeiçoile enquanto o pessoal, enquanto o ser humano, minha perfeiçoile, ponto de vista intelectual, ponto de vista pessoal, ponto de vista espiritual para que eu pudesse continuar a minha jornada, num, a construção de tempos as mistúndes e nas moltas aos vistas. Então, vamos falar sobre isso, porque você citou vários caminhos que você percorreu, iniciando por um dos mais, vamos dizer assim, é cêntrico, né, que é o budismo, o budismo no Brasil, ele é muito pequeno, né, em relação às religiões de origem judaico-cristãs, e mesmo assim você percorreu esse caminho passando pelas religiões judaico-cristãs, passou também por religiões de matriz afianas, né, e por fim você se encontra na maçonaria, a maçonaria é importante a gente falar para quem está nos ouvindo que ela não é religião, ela é um, de fato, como o irmão deles colocou, ela é uma escola, uma escola de aperfeiçoamento, né, independente da sua criança, independente do que você acredita, independente do que você, da fé que você profeça, que você pratica, né, nós temos vários sacerdotes na nossa ordem, temos pessoas que são evangelicas, temos católicos, temos uns humanos, temos judeus, né, então a maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento pessoal, né, e eu costumo dizer, meu irmão, que ela é uma escola também de cidadania, né, a maçonaria ensina a gente a ser um cidadão melhor, ela nos dá a esperança de que podemos ser cidadãos melhores, isso aí é uma coisa que eu sempre enxerguei e sempre experimentei na maçonaria, mas irmão, essa é sua busca, eu fiz uma breve pesquisa sobre você, né, encontrei, eu fui logo na mais fácil de encontrar, né, que é no link de um, né, deles Eduardo Roseto, como ele falou aqui que é de origem italiana, né, e aí tem aqui uns dez anos aqui, uns, acho que não sei se é Candice que fala, né, não sei se é japonês, né, né, e aqui temos diversas, só de experiências aqui a gente conta 34 experiências, né, a formação, você tem, você começa lá como baixarei o imárqueting e aí vai subindo para a mestrado e depois do autorado chegando inclusive a ter um doutorado nos Estados Unidos, né, na universidade do Texas, né, em El Paso. E isso demonstra realmente que a sua a sua sede de conhecimento, a sua sede da verdade se manifestou por meio de seu comportamento. Agora é onde eu quero entrar com 43 anos, irmão, onde é que você encontra tempo para se dedicar tanto a vida acadêmica e ainda trabalhando ainda como professor que você falou né, que tá trabalhando como professor, né, numa universidade francesa, né, e que tem, imagino deve ter um um polo em minas gerais, né, valorizante, fala um pouco aí pra gente acessar tanto com a carreira acadêmica. Exatamente, é só pra arrematar o que nós estavam falando, é, eu concordo plenamente, com essa visão de que a maçonaria é uma escola e isso é uma das coisas que mais em facina, é a possibilidade de a maçonaria, ela ser uma escola e também ser um local onde as pessoas elas podem exercer a cidadania. Eu fui também, né, dentro, várias outras coisas, eu também fui escoteiro. Eu fui escoteiro a minha vida toda, fui escoteiro dos 7 anos de idade, 8 anos de idade até os meus 17, quase 18, né, cheguei a 6, escoteiro, meijouro, quase fui escoteiro da Patre, e aí eu me a facei de momentos escoteiro pra estudar e aí eu retornei a momentos escoteiro em 2008, como chefes escoteiro durante mais uns 5 anos, eu perido que eu estive em os casões e os formos ensazinhos pra fazer a parte do meu doutorado, eu também fui lá do Boy Scout, Safamerk, e isso é uma das coisas também que contribuíram, né, pra que eu tivesse senseio na busca por aprender, por prestar serviços, esse senso de utilitarismo, esse senso utilitario de tentar prestar serviços de contribuir com próximo e de me auto aperfeiçoar. E aí isso retra junto com essa minha jornada acadêmica, né, irmão, porque eu tive um período da minha vida, Na verdade, a gente evita toda a quase mais nova. Ela foi muito tortuosa, eu tinha que passar por muitos obstacos na vida. A minha. Eu tive oportunidade de fazer minha graduação na Universidade Paraná. Eu fui. Eu fui o curso de Marketing, propaganda de Tensou Baixarel em Marketing, confoco em Marketing Internacional. E aí depois disso, eu acabei fazendo uma especialização na Fundação de Turvadas em gestão empresarial em Marketing Internacional. Depois eu fiz o meu mestrado em negócios internacionais, com foco em inteligência de Marketing Internacional pela USP. E aí depois eu fiz o meu doutoramento na ESP, na Escóis Perúgio Propagani Marketing, onde fiz meu doutorado em ingestão internacional, confoco em inovação global, gestão global de inovação. E eu tive a oportunidade de fazer a minha. o período de doutorado no exterior, que é a chamada de doutorado Samuish, na Universidade de Texas, onde eu acabei ingressando com o professor convidado. E aí eu mantido o vínculo até hoje, normalmente todos os anos eu retorno à Universidade de Texas para poder selecionar durante o período, durante uma ou duas semanas. E aí depois eu retornei, terminei o meu doutorado. Eu fiz um período de pós doutorado, fiz o meu pós doutorado na fei, que é antiga, facultário de gerenho industrial. Hoje eles têm também departamento de administração, que é um dos mais antigos de Samuish também. Mas eles têm uma minha forte na aerodegiação de inovação e hoje chamada de fundação e na cena para de sabor de medeiros. E aí, calcumcui o meu pós doutoramento, eu percei vários processos, ele tinha os meus focos, eu tinha um foco muito grande para ir para fora, buscando expressões estranhos. E aí eu acabei faltando, porque estava a vários processos certinhos. E depois disso, eu acabei. -E o seu caminado. -E isso é uma oferta. Eu sigo mal oferto, por exemplo, de três universidades durante, uma oferta da universidade de uma universidade francesa e uma oferta de uma universidade mexicana. E dessas ofertas todas, eu acabei optando pela oferta dessa universidade francesa, que é uma universidade, é uma bizesis com global. E ela tem, nós temos sete canfos ao redor do mundo, nós temos três canfos na França, um Paris, um línio em sofiante, por isso, de caperta de início, temos um canfos em Sudiu, na China, um canfos em Walley, na Carolina do Norte, e um canfos em Taipital, na África do Sul, em Estávia, em Boche, e um canfos aqui no Brasil, um belo horizonte. E um nosso canfos aqui é novo, menos. Abrimos as fotos do mercado brasileiro, não começam de 2019, quando eu fui quando eu ingressei nessa universidade, e nós estamos abrindo ainda mais três outros canfos, né, no canfos, na Índia, no canfos, na Rússia, no canfos, na Austália até 2025. E foram uma honra, né, para mim ter sido selecionado, ter sido contratado por essa universidade, para que eu pudesse selecionar, eu lecione para programas, de mestrado, doutorado, de adoção, especialização em discursos de educações e putil, as minhas principais áreas de atuação, né, de ensino, enari, de negócio internacional, inovação, empreendedorismo, marketing, e estratégia também, um pouco. E eu venho tentando contribuir com as empresas, principalmente as empresas que estão localizadas em países emergentes, em países onde existem o alto nível de incerteza, de instabilidade, de um alta volatilidade, né, e eu tento contribuir para que as empresas possam superar momentos de crise, gerando ou através de inovações, através a geração de inovações de baixo custo, como inovação frugal, inovação chanza, inovação custo, inovação desuptiva, inovação pra base da pirâmide e etc. Então vem me dedicando esses ações, e eu fico honrado de ingressado na mancionaria, para que eu pudesse, minha perfeiçoar enquanto pessoa e também enquanto profissional, para que eu possa, também através da mancionaria estabelecer contatos profissionais, para que eu possa ajudar ainda mais empresas, e se for empresas de irmãos, ainda melhor. Então eu acho que esse seria o melhor dos mundos, e eu estou também há de tudo fazer progressos em nossa ilúncio que eu gostei hoje. - Isso aí, meu amigo. - Então, é ser me adionado. Você tocou num ponto aí que já está aqui anotado com um assunto que eu quero abordar contigo. A gente observa o seu currículo, é inegável, não tem como a gente negar a sua experiência, a sua capacidade, o brilhantismo, e um assunto que hoje vai ajudar muitos irmãos que estão assistindo nosso podcast, irmãos, cunhadas, sobrinhos e os amigos da mancionaria. Em prendendo orismo, você trabalha o que eu pude ver, que é numa espécie de escola de negócios, uma business of you, que é esquema, na isso. E isso é uma esquema de business, é uma escola de negócios do urbão. - Exato. E o que a gente. Para esse momento que a gente está vivendo, que é um momento que você disse de "incerteza" muito grande, todos os países estão vivendo, "incerteza", "volotabilidade", essas dificuldades. Eu vejo que o empreendedorismo é uma das saídas viáveis para que a gente consiga superar pelo menos as dificuldades econômicas daqui para frente. Como é que você enxerga isso aí? Que conselho você pode dar para quem está pensando em começar a entrar na vida de empreendedor? Existe só empreendedor de empresa? - Não, não. A verdade, irmão, esse é uma excelente pergunta. E eu a risco de dizer que atualmente, na situação que vivemos, eu vejo que nós, maçą ou amassonaria com um porto. É importante que nós. Tentemos assumir um papel de protagonismo maior na sociedade para que nós possamos contribuir com o direcionamento com o melhor direcionamento da sociedade do Estado, do país de uma forma geral. Porque nós estamos vivendo momentos que eu diria que são momentos sombrios, são momentos muito incertos. E em uma situação emocionária, como esse, fica muito difícil empreender, fica muito difícil criar negócios. E é isso que eu tenho tentado trabalhar na outra ponta, enquanto que tem um lado onde tenta fomentar as empresas, a economia, os esforços, governamentais, que às vezes acabam mais atrapalhando o que é ajudando, do outro lado eu tento contribuir com os empresários, com as empresas e com os empreendedores, a seca de como adribar esses problemas, essas incertezas, essas intempérias, para que seria possível empreender de uma forma mais bem sucedida, ou tentar no mínimo, pelo menos, minimizar os impactos de estrutura. Então, por conta disso, eu imagino que empreender e empreendedorismo pode ocorrer não só quando se crie uma empresa ou a partir das empresas, mas você pode ser uma pessoa empreendedora e não ter empresa, mas você pode ser aquela pessoa que é ativa, que é pro ativa e que busca constantemente promover edificações, promover atividades, promover, por exemplo, a nossa ordem ou promover qualquer outro tipo de ação, que seja em prol do próximo da sociedade ou em prol do si mesmo da sua família. E nós, enquanto maçãos e a mazona-lhe com tudo, eu vejo o percebo que nós precisamos também ser uma ordem empreendedora. Nós precisamos buscar caminhos para que nós possamos nos adaptar aos tempos atuais ou os tempos modernos. Eu sei que é uma nossa ordem, ela é uma ordem que ela é super tradicional, ou ela, nós temos centenária, quase milenária, a riscaria de ser, mas nós precisamos, é também uma ordem progressista e nós precisamos buscar entender o significado desse progressista para promover o progresso dentro da nossa ordem de forma a conseguir empreender novos esforços de modo que nós conseguimos sustentar a nossa ordem por mais centenas e centenas de anos a frente. É o que eu acredito que. Eu não posso acreditar que você fala isso aí, só para desculpa a TNT Rope, para registrar dia 17 de junho de 2022, nós completamos 200 anos, o grande do Brasil, estamos rumo 200 anos e você, meu irmão, Dennis, você faz parte dessa história, viu? Você já faz parte dessa história. Nós estamos buscando realmente nos inovar, esse podcast é um exemplo disso, nós estamos nos adaptando as tecnologias de informação e comunicação, através do podcast, estamos fazendo podcast a alguns quilômetros de distância, nós estamos em Brasil, você está em Belo Horizonte, então, se você colocá em linha reta da mais ou menos uns 700 quilômetros de distância, e então nós aqui conversando em tempo real, nós adaptando realmente a essa realidade de desculpa de TNT Rope continuando. Mas eu inclusive estive presente na reunião que teve, não é? No exemplo que teve algumas semanas atrás, onde foram julgidos todos os veneráveis nestes quilômetros, e eu, a minha esposa ela está se envolvendo também com a fraternidade, por exemplo disso, ela acabou se tornando agora diretor de eventos, parece que dá a fraternidade com os edições atual, junto com a nossa cunhada, a grande, maledante e outras cunhadas, e aí, por conta disso, eu estive presente lá e acabei participando do evento como mer aprendiz, mas acabei participando do evento, e eu achei muito interessante em setiva do nosso grand mestre do nosso soberano, promover algumas discussões, como, por exemplo, a modernização de alguns processos, ou até a forma como nós poderíamos fazer, que foram uns temas que foram discutidos, como nós poderíamos fazer para modernizar, por exemplo, o processo de ingresso, como funcionaria esse processo de solicitação virtual de ingresso na nossa nazionaria, e como nós poderíamos, por exemplo, utilizar ferramentas digitais como internet, como WhatsApp, ou meio de comunicação digitais para que nós pudéssemos também transmitir os comunicados da nossa ordem e como fazer com que as mensagens elas pudessem ser mais fidelíguinhas que pudessem ser mais confiáveis, ações para evitar fake news ou coisas do tipo, eu acho que nós estamos indo em um caminho muito, muito interessante, é um caminho muito frutífero, eu acho que nós temos, de fato, esse dia o nosso soberano está conduzindo o brilhante de bem-aí, a nossa ordem, a modernização, e. Esse que você falou sobre o fake news é importante porque é um problema que nós estamos enfrentando a forma de ver a velocidade da informação, e realmente isso tem trazido grandes dissabores a muitas pessoas, eu escrevi um artigo um tempo atrás falando sobre isso, sobre como o mação deve se comportar diante das fake news, e basta a gente consultar nossa constituição, que diz o seguinte, que um dos princípios da maçonaria é a busca incessante pela verdade, fake news a gente traduzindo para português, a gente pode traduzir como mentira, é uma notícia mentirosa, é uma notícia fã, né? Então, se nós somos buscadores da verdade, isso faz de nós os maçons verdadeiros caçadores de fake news, então nós temos que realmente eliminar todo tipo de mentira, porque nós somos os buscadores da verdade, a gente vive nessa busca incessante pela verdade, esse é um dos princípios da maçonaria. Sim, é verdade, meu amor, eu acho que além de sermos caçadores de mentiras para que possamos promover e de ficar a verdade, é importante dizer que esse processo todo, de modernização que nós estamos avaliando, estudando e promovendo, eu acho que vai ser muito benéfico, inclusive um, até uma das ideias, que eu sugeri no Nestor Casinho, eu vendo foi a de que todo comunicado oficial que nós que odem ela promovir, talvez internamente ou externamente, e esse acompanhado de talvez um código ou link para que qualquer pessoa pudesse entrar e verificar se aqui é verdade, se é que o procede, então todo comunicado, toda a informação era a parte de um website oficial ou dos oficiais, seja um anivio federal, estadual, o local da loja, até pode ser um comunicado da própria loja, se a loja vai estar enviando comunicado específico para os seus irmãos ou externo ou aberto, e sem informação era da vista no site e embaixo pode ter um link, um código para que a pessoa possa verificar se aquela informação era verdadeira ou não, ajudando a facilitar a verificação e com o combate nesta equinência, mas, com o qual eu acho que nós precisamos agutar insensitentemente pela brúscar da verdade, e eu quero aproveitar meu irmão para mandar um abraço a todas as nossas cunhadas, fraternas, da fraternidade cruz eduçul, na pessoa da nossa presidente nacional, acunhada, José Sanig Maranx, viu? Um beijo aqui dos seus cunhados e aeda. Um beijo a sua esposa me acuinhada, viu? O que está aí já colocando a monomassa. Uma unha da e trabalhando. E isso é, isso é, é uma sonaria verdadeira, entendeu? Não importa o tempo, o importante é participar, produzir ser pro ativo. Esse é um das coisas que caracteriza, o maçom a família maxónica, que nós começamos, se pode quer, hoje com a música do irmão, viu, masirinho falando sobre o construtor de catedrais. E ele diz o seguinte, qual a diferença do maçom para os demais. E no final ele fala que o profano, que é aquele que ainda não é maçom, ergue uma parede, e o maçom faz catedrais. Então a gente busca sempre, realmente, produzir melhor com mais perfeição, com mais esmero, e sempre com um espírito voluntário muito forte. O grande oriente do Brasil é, hoje, um das maiores instituições voluntárias no Brasil. Sem dúvida é a mais antiga, e uma das maiores também. A gente pratica muita filantropia, mas não é aquela filantropia divulgada. Então muita gente não fica sabendo. Tem muitas ações que a maçonaria faz, por exemplo, em cidades do interior, que o grande oriente não toma conhecimento, porque ele não é oficiado do que foi praticado, porque os maçons daquela determinada loja derrissouveram fazer ali uma beneficência, uma filantropia. Isso acontece em todos, praticamente, todos os municípios do Brasil. É difícil encontrar um estado que não tenha uma presença maçônica, uma assista. E os maçons onde passam são conhecidos por sua filantropia e pelo seu voluntariado. Que pelo bom caráter também. E inclusive, deixa eu aproveitar aqui, Gancho, para extender também a minha parabénsação, a todas as fratenas. Sem dúvidas, em governo aí, trabalha excelente. A minha esposa vem se envolvendo cada dia mais. Em buscar de tentar contribuir aí com as atividades das fratenas. E lembrar que sem as fratenas nós não conseguimos ser transformos. Elas são, elas fazem parte do principal pilar que nos ajudam na nossa edificação. Então eu queria para vermizar e agradecer todas as fratenas, todas as conheedas, que vocês todos têm parte dos fundamentais, não são a nossa aula de mergculina, são as vires. Nós temos que agradecer também, porque são elas, nossos cunhadas que nos permitem nos reunir. Em reuniões à noite, elas nos autorizam, a gente está participando de nossas reuniões. Então, muito obrigada a todas as cunhadas por permitir, viu que os irmãos façam parte dessa organização que cobrou. com certeza visa, o bem está da patria e da humanidade. Meu irmão Dennis, nosso tempo está chegando ao fim, nós vamos ter que marcar o topo de Quéspia para a gente continuar, porque o seu cuíso é muito interessante. Eu sei que você pode colaborar demais com a comunidade maçônica, com os seus conhecimentos. Então vamos para as considerações finais e já preparar um próximo encontro, se Deus quiser o mais grave possível. Claro, o Cêngolo da Grande de Mão, eu fico a disposição, estou sempre a disposição, a sua disposição, a disposição do nosso operano, da nossa ordem, para que eu possa contribuir da forma que deixar melhor. E eu também coloco que é disposição para que eu possa contribuir da forma que que for possível para ajudar também os nossos irmãos aí, a enfrentar esses momentos difíceis. Eu sei ter complicado se empreender e tentar sobreviver a essa situação, que nós estamos vivendo no Brasil atualmente. E eu uma dica que eu deixo aqui, tenta em buscar o conhecimento, tenta em buscar, com isso é mais, em melhor, com os seus mecados, as suas áreas, as suas. Buscar entender e aprender, comprever algumas ferramentas que podem contribuir a ajudar a todos vocês a aprender de uma forma melhor, a evitar determinados problemas que podem surgir, e com isso contribuir para que vocês possam ter iso. Agradeço pelo convite, eu fico honrado e estamos aqui a disposição sem pipé e a óleo, para contribuir com o que é que seja. Pode mandar um dia sempre, irmão. Muito obrigado, irmão. Meus irmãos, cunhadas, subrinhos e amigos da maçonaria. Este foi mais um podcast, "Prosa de Maçom", hoje apresentado por mim, irmão Elizeu Cadeste, secretário-geró de Junto de Educação, Cultura do Grande Oriente do Brasil. E hoje conversamos com o nosso irmão, Dr. Dennis Eduardo Rossetto, tem mais os irmãos. Quem pergunta a diferença de uma ação para os demais, não se trata de uma crença, a visão nos pede mais. Todos nós somos metais, o mação é diferente.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio apresenta uma entrevista com o irmão Dennis Eduardo Roseto, um jovem maçom com trajetória de busca espiritual e acadêmica notável.
  2. Dennis relata sua iniciação recente na maçonaria (Loja 14 de Julho, Grande Oriente de Minas Gerais), motivada pelo desejo de aperfeiçoamento pessoal após percorrer diversas tradições religiosas e filosóficas.
  3. Ele detalha sua extensa formação acadêmica (mestrado, doutorado, pós-doutorado) e atuação como professor numa universidade francesa, focando em negócios internacionais, inovação e empreendedorismo.
  4. A conversa destaca a maçonaria como uma escola de cidadania e aperfeiçoamento, aberta a todas as crenças, e discute a importância do empreendedorismo em tempos de incerteza, incentivando os maçons a assumirem um papel protagonista na sociedade.

Summary:

Este episódio do podcast "Prosa de Maçom" entrevista o irmão Dennis Eduardo Roseto. Ele compartilha sua jornada pessoal e espiritual, que incluiu passagens pelo budismo, catolicismo e várias outras tradições religiosas e ordens, culminando em sua recente iniciação na maçonaria em julho passado, na Loja 14 de Julho em Belo Horizonte. Dennis descreve a maçonaria como a escola adequada para seu contínuo aperfeiçoamento intelectual e espiritual.

Com uma trajetória acadêmica impressionante, incluindo doutorado e pós-doutorado, ele atua como professor numa universidade francesa com campus global, especializando-se em negócios internacionais, inovação e empreendedorismo. A conversa explora como esses conhecimentos se conectam com os princípios maçônicos. Dennis enfatiza que a maçonaria é uma escola de cidadania e aperfeiçoamento pessoal, aberta a todas as crenças. Por fim, ele discute a importância do empreendedorismo em períodos de incerteza, argumentando que os maçons devem ser agentes ativos e empreendedores na sociedade, promovendo ações em prol do próximo e adaptando-se aos tempos modernos.

FAQs

A maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento pessoal e cidadania, não uma religião, que acolhe pessoas de diversas crenças para desenvolvimento intelectual e espiritual.

O ingresso geralmente ocorre por indicação ou contato, como demonstrado pela história do irmão Dennis, que encontrou um venerável mestre ao alugar um apartamento e solicitou sua iniciação.

Sim, a maçonaria é aberta a pessoas de diversas religiões, incluindo budistas, católicos, evangélicos, judeus e umbandistas, focando no aperfeiçoamento pessoal independente da fé.

A maçonaria pode fomentar o empreendedorismo ao incentivar proatividade e adaptação, ajudando membros a superar incertezas econômicas e contribuir para a sociedade e empresas, inclusive de irmãos.

Ela oferece orientação e suporte para autoaperfeiçoamento intelectual, espiritual e cidadão, funcionando como uma escola onde membros buscam a verdade e o crescimento contínuo.

Sim, como exemplificado pelo irmão Dennis, é possível equilibrar uma carreira acadêmica intensa com a participação na maçonaria, usando-a para desenvolvimento pessoal e networking profissional.

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