O episódio 41 do podcast Noites Gregas apresenta a jornada de Belerofonte, herói grego que, ao matar seu irmão, precisa ser purificado por rituais em Tirinto. Durante sua estada, a rainha Estenembeia desenvolve um interesse por ele, mas ele rejeita a proposta de casamento, honrando a lei da hospitalidade. Quando ela acusa Belerofonte de abuso, o rei enfrenta uma crise ética, entre a lealdade à lei e a vingança da filha. Com o auxílio de Athena, Belerofonte domina o Pegas com um freio mágico e usa o cavalo para enfrentar a Quimera, um monstro composto de leão, serpente e cabra que lança fogo. Ele mata a criatura com um bloco de chumbo derretido, aproveitando sua própria violência. Após vencer os Solímis, as Amazonas e os piratas, Belerofonte enfrenta um grupo de guardas, sendo paralisado por mulheres que levantam suas vestes, um símbolo da identidade feminina e do medo herdado. No entanto, ele é punido por Zeus devido ao excesso de poder, sendo atacado por um moscardo que destrói o Pegas e o deixa paralisado. Finalmente, Belerofonte é recebido no céu por Hermes, tornando-se um exemplo de como o poder desmedido leva à queda. O episódio também destaca a influência da mitologia grega na cultura moderna, especialmente no Brasil, onde personagens como Belerofonte e o Pegas são reimaginados em histórias como "O Visconde de Sabugosa". Além disso, o material exclusivo inclui um diálogo entre o Visconde e a Quimera, ilustrações artísticas e textos de Jacques Lacan sobre a dupla natureza do Pegas e da Quimera, explorando a interação entre leveza e peso, como metáfora da existência humana. O podcast conclui reforçando a importância da mitologia como espaço de reflexão sobre o poder, os limites e a transformação.
Olá amigos, seja bem-vindo, eu sou Professor Moreno e você está ouvindo mais um episódio
de Noites Gregas, o podcast dedicado aos metos e as narrativas que damos do Monantir.
Olá, ouvintes aqui é o Felipe Speck, o secretário-geral do Noites Gregas e nós chegamos ao episódio 41,
que é o episódio sobre o Belero Fonte, mas que também avança um pouco na história de outros dois
personagens fantásticos e fantásticos no sentido mais completo da palavra, é o Pegasus e a Quimera.
O Pegasus é aquele cavalo ao lado que nasceu da cabeça da Medusa, nós falamos sobre ele no episódio sobre a Medus e o Perseu
e a Quimera, que é uma criatura surreal ou violentíssima e que é morta justamente pelo Belero Fonte com a ajuda do Pegas.
O Moreno conta os principais eventos que envolvem o Herói até o seu declínio e lá no final ele mostra como esses três personagens
acabaram entrando também no cercadinho de leto do professor, que é o sítio do Picapo Amarelo.
Agora é um aviso especialíssimo para os nossos apoiadores a modalidade de Deus.
Chegou o momento pelo qual nós esperávamos há muito tempo aqui no Noites Gregas, que nos tomou muitas horas de trabalho,
mas cujo resultado nos orgulhou muito. No começo da semana nós publicamos a nossa primeira aula sobre a Odisseia,
esse é o início do quarto módulo do curso mitologia na arte, que é um conteúdo exclusivo para os apoiadores da modalidade de Deus.
O curso é a continuação da saga de Troia, que é o módulo anterior e trata justamente da jornada do Lices de volta para casa,
que é um enredo da Odisseia, um dos melhores livros já inscritos até hoje, e quem é nosso apoiador sabe que ouvi os mitos pela voz do Moreno
e conhecê-los por meio de obras de grandes artistas, faz com que a experiência de mergulhar na mentologia grega seja primorosa.
Esse esforço e essa nossa dedicação é só é possível graças aqueles que investem para que o nosso podcast siga diante.
Nosso muito obrigado mais uma vez a você que nos ajuda a manter esse projeto no ar e tem acesso ao material exclusivo.
Se você deseja que o nosso trabalho siga diante, e além de saber mais também sobre a mitologia e ter acesso aos conteúdos exclusivos dos episódios,
e ao curso mitologia na arte, acessa lá o noitescregas.com.br/apoiar, o link também está na descrição do player do seu tocador de podcast,
seja lá qual você esteja utilizando.
Bom, agora é hora de acompanhar a Beleiro Fonte, Pegas e Aquimé, bom episódio.
Vamos ver hoje a vida e as aventuras de Beleiro Fonte, que é uma espécie de perceu menor e não admira que tenha sido várias vezes confundida um com o outro,
como nós vimos no episódio anterior, colocando o perceu, cavalgando o Pegas, quando isso foi um privilégio apenas do Beleiro Fonte.
Ele é filho de Glauco, Rei de Corinto, e mais importante ele é Neto de Cisifo, que nós vimos na hora dourá com o último agora.
Então ele vem de uma casa importante, e ele sem querer mata um irmão no jogos, com armas,
mata o irmão acidentalmente, mas isso pro grego não o absolvia.
Ele é ao cometer esse crime de matar a própria família, ele torna impura a comunidade em que ele vive,
se ele não tomar providências que haver rituais para isso.
Ele tem que procurar um reino amigo que admita fazer toda uma série de sacrifícios que o purifiquem.
E quando ele voltar para a sua comunidade, ele volta limpo sem contaminação, mas pesa sem divisão de uma doença.
É um measmo, quando ele chamava, ele volta, portanto depois em paz para um lugar de onde saiu.
Então ele vai para Tirinto, que fica perto, Tirinto fica perto de Corinto, não é só por causa da rima, mas fica perto mesmo.
E lá, o rei preto, que é irmão do rei Acrisio, que é, lembro, o rei Acrisio é o pai da Dana, e portanto tudo fica em família.
Só que na ausência do rei, que teve assuntos estratégicos de tratar, a rainha, a estenembeia, se apaixona por Belerofonte, que era belíssimo.
Mas não vendo o final, quando ele chega no sítio do Picapal Amarelo, o seu sucesso com o mundo feminino é total, ele realmente é fora do comum.
E ela o acedia diretamente, inclusive, ensinando que talvez eles pudessem se casar, se ela se livrasse, ou se ele se livrasse, do rei que está fora.
E evidentemente que ele honra a lei da hospitalidade, ele repudia a proposta, e não sabemos se ele vai ou não vai comunicar o rei, quando ele voltar.
Porque a rainha com medo, de ser denunciada, ela se adianta, ela se adianta, e vem se queixar dizendo que o visitante, que estava ali para ser purificado, tinha querido abusar dela, com violência, que não merecia os bons tratos que ele estava recebendo.
Pelo contrário, merecia ser castigado, talvez até morto, por só ou dá-se.
Preto fica indúvida, porque ele acredita na mulher, fica indignado como é que um hospitivo é fazer isso, mas ao mesmo tempo ele não pode matá-lo, porque isso seria romper a lei da hospitalidade, a Cheninha, e se ele faz isso, ele seria vítimado pelo castigo das herínias, as herínias tratavam disso, é uma coisa muito grave, ele não usa fazer isso.
Então ele resolve, como se diz hoje, tercerizar, ele manda o jovem belerofonte até o seu sogro, e óbatos, levando duas tabunhas, escritas, dizendo no fundo o seguinte, mata o portador, ele quiser abusar da tua filha.
Essa tabunha de geruma, discussão que até hoje continua como tabunha, porque essa história é contada, por homero, o homero se refere na ilhida, essa mensagem, essa mensagem vai aparecer e vai se reaparecer daqui a pouco, como mensagem, no tempo de homero não tinha escrita.
Então isso criou assim uma dúvida, isso não foi introduzido mais tarde na ilhida, essa referência, ou se no tempo de homero já havia uma certa forma rudimentar a escrita, claro que o homero não diz "escrita", ele diz "concinais sinistros", talvez até o homero tenha ouvido falar da escrita, e não soubesse muito bem do que se tratar.
Quando chegou o belerofonte e entregou a mensagem para ele, ele disse "ah depois a gente vê isso aí, claro é uma época que não se dá muita bola para mensagem", então faz uma festância para o belerofonte para recebê-lo que dura 7 dias e 7 noites,quelas festas de reis, tipo de reis.
Agora quando ele abre a mensagem, vê isso aí, quando abre as tabunhas, ele entende imensamente a mensagem, mas ele fica na mesma situação do seu gerro, ele não pode matar um hospice belerofonte já, seu hospice querido, ele já está vinculado, ele como ele vai fazer, então ele é resultado também, descalça o problema de outra maneira, diz por belerofonte que ele teria que matar a Kimera, claro que esperando que a Kimera matar esse belerofonte.
O que era essa Kimera?
A Kimera é uma daquelas criaturas que a mitologia grega tem, que são criaturas biologicamente compostas, o que segundo alguns autores revela uma espécie de intuição que o grego tinha antes de qualquer ciência ter se desenvolvido, da evolução das espécies.
Então seriam criaturas que vieram no mundo arcaiconde as espécies não tinham se definido, então tem várias dessas compostas, nós temos um minotauro, temos o centauro, temos a Kimera, temos o pegas, eu quero um cavalo com asas, mas a Kimera é um animal composto, mal composto alguém tentou, parece uma experiência biológica de mal gosto, porque ela tem a cabeça e a traseira de leão,
na calda uma grande serpente, que os gregos meio que confundiram serpente com o dragão, o dragão com a serpente, algo um reptil, assim veninoso, e no meio das costas saindo assim no meio das costas, uma cabeça de cabra, completamente, assim surrealista, aquela cabeça de cabra.
E uma delas, uns dizem que era a Goelha do Leão, outros dizem que era da cabrita mesmo, lançava jatos de fogo, então a Kimera era um animal grande, rapidíssimo, feroz, estraníssimo cheio de perigos, ainda tinha fogo, era um lança chamando vivo, a Kimera tinha uma limagem já, ela tinha vários irmãos, ou primos, não sabe muito bem o gráudio parentezco, de outros monstros famosos, uns dizem que ela era irmã do cérebro, e da hidra de lerna,
todos esses filhos de ectna, que é uma espécie de produtora de animais fora do comum, por tanto ela tinha uma vocação de violência, devastava a região em volta dela, e pertencia por isso é uma famosa gangue, a gangue dos filhos de ectna,
que foram enfrentados por vários heróis diferentes, isso é que o belero fonte teria aqui, mas não é?
está. Ele vai visitar um adivinho, um adivinho muitas vezes nesses mitos, não é bem um adivinho,
é um homem bem informado. E eles olham para enfrentar a Kimera, a rapidez da Kimera dos seus
movimentos, os seus saltos, suas garras, só montando no Pegasão. Veja, o Pegasão era conhecido,
Pegasão, que o perceu tinha liberado a cortar a cabeça da Medusa e ele tinha sumido no azul do céu.
Mas, onde está o Pegasão? O Pegasão anda normalmente ali perto de corinto, não é longe daqui, né?
Ela tem uma fonte, uma fonte pirene, ali é uma das fonte preferidas dele bebê. Agora, para saber como pegar o Pegasão,
eu te aconselho a pedir auxílio a Athena. Dorme no tempo de Athena, que ela vai te iluminar no teu sonho,
ela vai te dar alguma informação, alguma receita de pegar o Pegasão. Só ela pode saber.
Bom, mesmo o fonte não tem saída, né? Vai dormir no tempo de Athena. E a Athena, que sempre protege os
heróis, é a sua grande função ser protetora dos heróis, a Athena já aparece e diz, eu tenho essa brida,
brida, esse freio de cavalo, aquele que põe na boca, eu tenho esse, esse freio que é um freio mágico.
Se você conseguir passar por cima da cabeça do Pegasão e colocar esse freio na boca dele entre os dentes,
ele está domado. Ele não vai se movimentar, você vai se poder com isso, manejá-lo e matar a Kimé.
Bom, quando ele acorda, ele vê que está do lado dele, esse freio, o especial, dourado, e ele, então,
como sabe que o lugar, essa era a fonte pirene, vai lentamente perto de pé, vai chegando, chegando,
e lá fica esperando a possível vinda do Pegas. E não demora muito sobre isso, aquele barulho de
asas no ar, vai fazer um barulho bem forte, e vem descendo, o cavalo lindíssimo, vai descendo,
ele é muito cauteloso, muito arisco, olhando para todos os lados, as orelhas sempre se movendo,
em sinal de alerta, e ele, então, vendo que não tem nada por perto, pensando, não tem nada por perto,
se abaixa, abaixa o pescoço e vai beber, e aí o telefone se aproxima e consegue num salto,
colocar o freio na sua cabeça, e ele não consegue mais se mover, ele está estático, e belerofonte
monta no pegas, ninguém jamais ia montar no pegas, o pegas, evidente, é um cavalo nobre, na belíssima,
estranha, o peso do dominador em cima, como o cavalo, qualquer cavalo estranha para a primeira vez,
onde é montado, mas aquele freio de ouro de atena faz com que ele simplesmente fique manejável,
e o belerofonte dá algumas voltas por perto, aproveitando aquela sensação que deve ser estranhíssima,
ao menos tempo maravilhosa, de voar levemente no ar, montado no animal de Meto Nelaga,
agora está pronto para enfrentar a Kimera,
então ele se aproxima voando de onde está a Kimera, mas a mesma identicação as próprias marcas de
terras queimadas, árvores queimadas no caminho, animais despedaçados, ele chega até onde está a Kimera,
e ela fica furiosa quando vê se aproximar aquele passando gigantesque ou pegas,
e ele lá de cima joga várias setas, várias flechas no animal, mas não consegue com isso, matá-la,
nem ao menos virila, entre ele tem um plano, afinal ele é um descendente decisivo, tem aquela inteligência
marcante decisivo, ele recobre a ponta da lança dele com um bloco de chumbo, portanto sem a ponta agora,
mas com um bloco de chumbo, e desce com pegas num razante violento, e quando ela levanta aquela garganta
e para lançar fogo, ele coloca, enfia a ponta da lança e o chumbo na garganta dela,
e ela chama que vem vindo o derrete, o chumbo ela morre, asfixiada com o chumbo derretido,
no morte digna de uma Kimera, ele consegue com isso aproveitando a próprio perigo que ela tinha,
matar um monso que parecia invencível.
Essa cena, hoje, que foi muito desespintada, muito mais do que vocês pensam, estaria na base
daquela imagem que todos nós conhecemos e são Jorge matando o dragão.
Não tem asas no cavalo, mas é o cavalo branco, a posição é essa, é o animal meio dragão com chamas,
e aquela cena se immortalizou de tal maneira que hoje, quando se vê quadros antigos que mostram o feito
de peloerofonte, a gente não se convença muito, porque nós estamos muito mais acostumados a ver
a imagem de São Jorge. Isso, aliás, vimos muito bem todo esse desenvolvimento da imagem na aula
dedicada ao peloerofonte no nosso curso de mitologia na arte. Você pode lá ver a evolução da imagem que
deu origem ao nosso São Jorge que aparece na parede tantas casas do Brasil.
Bom, ele vai dar então, finalmente, contas ao Jôbates. Olha, conseguir é um feito livrou a região da Quimera,
era um animal que não teria maneira de eliminá-lo dali. E ele vai, antes do rei achando que vai ser
comprimentado, que vai se premiado, mas o rei que está com aquela ideia da mensagem que ele tem que
vingar a honra da filha, o rei vai inventar novas missões, esperando que com isso ele termine morrendo.
Então, ele humanda enfrentar os solímis, era um povo bárbolo de pessoas quase gigantes que andavam
por perto, claro que ele vence, manda ele enfrentar as Amazonas, que são aquele perigo feminino meio simbólico,
que o todo o herói grego termina enfrentando uma questão quase antropológica das Amazonas,
ela serviu como a imagem do outro, da outra, que o grego tinha que vencer,
inclusive o substrato machista do grego tinha que ter um grupo feminino para vencer,
e, portanto, o belerofonte vence também, manda enfrentar um grupo de piratas, os piratas no meio de terranho,
era uma verdadeira praga, ele vai lá e limpa a costa dos piratas, e assim ele não vê mais nada o que fazer,
ele manda contra ele, que estava voltando, os guardas do próprio palácio.
Ele junta um grupo de elite e manda os atacarem o belerofonte na Planise.
Bom, acontece que segundo uma lenda belerofonte não era filho de Glauco, como foi apresentado
desde o início, ele era filho de Poseidon, que Poseidon havia fecundado a mãe dele na costa do Marco,
muitas vezes aconteceu, e que ele tinha tão um pai divino, ele sabia disso.
Então, na Planise, ele envoca ajuda de Poseidon, quando vê surgir aquele grupo armado,
ele perde ajuda e o Poseidon manda, a cena, queria belíssima, num cinema moderno, com efeitos especiais,
manda uma onda altíssima, manda as big waves atrás dele, e ele caminha pela Planise,
a onda é o acompanha no ritmo que ele vai, a onda não ultrapassa, a onda está quase servindo,
ele está quase no tubo, ele está quase tapando o sol pra ele, ele vai avançando, e aí os guardas
sentem que a coisa, então vai ser fácil, estão apavorados quando as mulheres, da cidade,
isso é uma cena que hoje é discutíssimo, as mulheres saem pra socorrer os maridos,
e passam na frente dos maridos, se põe na frente do belerofonte e levanta as saias,
levanta as saias mostrando o que nós sabemos, aquilo onde o sol não bate normalmente,
e isso paralisa o belerofonte, coitado, não é só o belerofonte, isso é uma figura que aparece
muito em mits, este amado já nasirma, é quando a mulher levanta as vestes, e quase que fascina,
ou paralisa, o homem, com a visão da sua genitalha, isso aparece na Andemeta, agora um grupo de
mulheres, uma cidade inteira, o belerofonte, que apresentar também como um jovem sensível,
e gasto, ele paralisa e simplesmente deixa os guardas, ele embora e a onda se desfaz,
mas o iombates, o rei, ele não é cego, eles vê que o belerofonte venceu todos os perigos,
ele obviamente está sendo visto com boa vontade pelos deuses, os deuses estão do lado dele,
mas como é que aquele bilhete que mandaram aquela mensagem, ele resolve o colocar a coisa em
pratos limpos, eles olham o belerofonte, tudo isso porque mandaram uma mensagem e mostra a mensagem
o belerofonte dizendo que tu tinha se tentado abusar da minha filha, da mulher do preto,
o belerofonte não, é invertido, ela que, como se diria, esse belerofonte fosse um jovem
moderno, ela que deu em cima de mim, eu simplesmente me afasteiro, jamais teria traído,
era hospitalidade, mas eu não tenho, não fiz nada disso, aí o rei, que é a filha dele,
né, pede perdão pela filha, pede perdão, ele é um rei justo, pede perdão, então em compensação,
ele dá uma irmã de estenebeia em casamento, portanto sua filha é mais jovem, e metade do reino,
ele passa a dividir o reino com o belerofonte, então ele se torna rei da metade, ali, da região do iombates,
casado com a bela.
filha dele e a irmã desse não é bem. Quando esse não é bem é couve que a irmã mais
mostra a casou com homem que ela queria ela suicida. Aquele tempo era comum irmãs odiarem
muito as outras irmãs e fazerem coisas translocadas até para judicá-las. Agora ela sentiu
roubada no homem que tinha se negado a dormir com ela e ela não pode viver mais com isso
e termina se apagando da história ela para.
Bom acontece então que acontecia muito e por isso os gregos sempre davam o aviso e o belerofonte
é um aviso, o poder, a glória, a honra, a riqueza que belerofonte conquistou subiu
ele a cabeça e aí é onde o homem comum atravessa a barreira e entra naquilo que se chama de
ibres a desmedida ele se achou tão poderoso dono do um cavalo que o levava onde ele
quisesse no céu que ele pensou porque não irá o limpo nenhum homem foi eu posso ir eu posso
chegar lá então ele monta no pegas opa opa cavalinho e foi céu acima em direção ao
molinho claro que zeios lá de cima os radares avisaram aproxima assim um estranho dos
zeios lá de cima não vai permitir isso até porque ele acabou de comitê um crime que tem que ser
imenatamente eliminado na ibres é sempre seguida de um castigo, um castigo exemplar para que a
pessoa sinta e os outros sabendo sinta também que não se pode passar o limite que separa o homem
e os outros então o que que fazê os aproveitam um recurso que o olímpio tem que rara já usou
várias vezes é aquele famoso moscardo assim usando popular aqui no brasil seria uma moutuca
tem lá um moscardo uma moutuca poderosa e ele manda esse moscardo picar o delicado pegas
que era um cavalo no abre não estava acostumado a essas coisas de plebeu ele fosse um cavalo de
um cavalo de carroça que já teria tido várias vezes enquanto como a moutuca o pegas era
completamente inédito e quando ele sente as ferroadas da moutuca ele fica indignado quando sabe que
aquilo e não tinha noção que pudesse tão dolorida a mordida do bichinho daquele tamanho ele
começa a corcoviar a saltar no ar e evidentemente ele joga fora o belerofonte que não montava com
sela também belerofonte cai lá de cima e bate no chão não morre porque ele é protegido pelo
ozeido mas ele perde o movimento ele fica manco ele fica talvez até cego e vai passar o fim da
sua vida assim completamente miserável é um modelo do anterói no final a sua vida de servido de
lição para que os outros quando chegarem ao sucesso por exemplo não tem a mesma ideia o pegas
ou esse continua inocentemente o seu galop indireção ou céu a sua trajetória até para escapar
da moutuca e chega a olímpica e no olímpica ele é recebido por Hermes dizem que o coloca no
estábolo celeste e é tratado com todas as onras todas as pompas e estão no queridinho das musas
porto e meio ta com as musli acompanhar as musis ou quando seus precisa quando seus vai provocar um
temporal porque seus é também o rei das tempestades deu das tempestades ele é que carrega os raios
então muitas vezes por trás do rebombar dos trovões se a gente apurar o ouvido vai ouvir as patas
do pegas galopando bom belerofonte é importantíssimo porque ele para nós trouxe a doma do pegas e a
morte da quimera ali essa quimera é uma animal tão enviável tão estranho tão impossível que passamos
a usar essa palavra no sentido de uma ideia quase impossível mas que meras a sua ser uma palavra até
poética as ilusões que não teriam como ter realidade concreto agora para nós também eu digo para
nós do Brasil belerofonte também é muito importante pelo destaque que ele recebeu no sítio do
picapo amarelo no início da obra de Montelo o bato ele tem uma ideia genial olha as várias ideias
geniais mas uma ideia genial de instituírem junto a fazenda da dona benta uma outra fazenda onde estariam
todos os personagens da fábola da mitologia aposentados reunidos felizes vivendo debaixo do céu azul do
brasil e talvez comendo a pipoca da tiana estasse então quem leu o livro que vale a pena vem um descire
imenso de personagens na época do cinema gato félix a branca de neve a cinderela vem ela dina com a sua
lampada vem os princípios todos das milimanoites e vem a mitologia grega vem os personagens da mitologia grega
e o maior sucesso é o belerofonte é o visconde a imília talvez anarizinho estavam numa embaixo de uma
árvore lá comendo de abuticava como sempre e de repente eles vem chegar ao monstro que eles não sabem
que montra esse e saem correndo é a quimera nós vamos ver depois que a quimera ter até uma uma cena do
diálogo do visconde com a quimera que é uma obra prima que vai estar no material exclusivo então eles
vão correndo para casa aí não sabem o que fazer se lembra o que o visconde ficou para trás e aí o
cueitado do visconde vai ser devorado a imília claro não ele é ele é vegetal aquele monstro não como
vegetais e de repente lá vem o belerofonte e a quimera está viva vou ler Montelobato nesse instante um
tropeu lá fora atraiu eles atenção correr até sacada vinha passando ao cavalo um formoso herói
grego é o herói ele era o fonte montado no pegas exclamou branca branca é como a imília está chamando
a braga de neve está muito íntimo no pegas o tal cavalo de asas sim só que dessa vez ele vem no
trope com as asas fechadas que bela animal percebendo as na janela o herói deteve-se e falou depois de um amável
comprimento ele era todo né do chá lá lá formosa princesinha não poderia informar me do paradelo da
quimera antes que a branca abriçada boca e milha berrou não é um monstro de três cabeças uma de
cabra ta de leão ta de cobra cascavel vem o sim e foi de medo dele que corremos pra cá e onde o vio
graciosa figurinha belerofonte fala todo não lá no cedo grande aquela arvenorme que a gente chega daqui
onde é o ninho de João de Barro informação da Emilio belerofonte olhou na direção indicada enquanto
agraciosa figurinha prosseguia muito espebitadamente deve estar lá ainda comendo visconde vai depresseroi e se
puder salve o sabinho mas que tem o senhor para esse monstro tem eu que ele é meu eu venci com bate lá na
lícia e amanceio está muito velho coitado sem dentes sem pelo sem fogo sem fogo sim era o monstro que
eu me estava fogo pelas bocas das três cabeças ó a informação que horror meu Deus e não vou me
ta mais não hoje só sai uma fuma assim ta quase totalmente estinto e por que anda ela cá para essas
vantes para nos assustar bola a fugir do cercado em que eu deixei guardado no barre o grego que é longe caduquice
vou levar de volta o erói bateu a rede do pegas na direção do cedro grande a Deus princesa a Deus
gentil figurinha obrigado pela informação e partiu no trote o vavo ando para a gente vê berrou
e milha o erói achou graça e deu uma ordem a pegas imediatamente maravilhoso corcel
e fechou as asas e voou tal qual um gavião pato de proporções desmedidas lindo lindo está marido todos
em estes e assim como a emílio foi a primeira a provar a ambrosia do limpo foram os primeiros a ver
pegas e voando aqui na nossa terra brasileira deixa eu fazer um parentes e aqui antes de falar
do material exclusivo do belero fonte quem é a nossa apoiador já deve ter assistido a história do
belero fonte no curso mitologia na arte e lá um ureno citam um livro que não tinha lido até então um
livro do italo calvinho chamado as seis propostas para o próximo milênio são seis ensaios e o primeiro
ensai é justamente sobre a leveza é um livro muito bonito assim e o mito do pegas é o ponto de
partida para descorrer sobre essa dupla natureza que coexiste nas coisas da leveza e do peso a ideia
do ensaio é mostrar que a literatura e aí o substituo a literatura pela mitologia de amido
A autologia tem essa função reativa ao peso de viver.
Só que é uma reação que, como ela é configurada, como leveza,
tem uma capacidade transformadora,
ela gera ideias, ela mata monstros
e ela resulta em esperança.
E enfim, eu só assisto isso até saindo um pouco da minha função operária
aqui no It's Gregas e recomendo o livro também,
porque o Pegas, ele se tornou uma figura muito fascinante para mim,
uma das figuras mais fascinantes da mitologia para mim.
E sempre que eu termino de editar um episódio,
eu tenho essa sensação, sabe, essa potência.
E eu digo isso porque eu espero que essa sensação chega até você que nos ouve.
Final é para isso que a gente trabalha.
Bom, feito esse depoimento pessoal, deixa eu falar finalmente sobre o material exclusivo.
O professor encerrou o episódio agora falando do sítio do Peca Paulo Amarelo.
No material exclusivo, tem um diálogo entre o visconde de sabugosa
e a Kimera, que é um encontro encantador de uma fábola grega com uma fábola moderno.
Tem também uma série de ilustrações,
uma série de representações do Belo Horizonte na arte.
E nós separamos também dois textos do Jacques Lacarrier,
já traduzimos vários textos dele e colocamos nos materiais exclusivos.
Mas esses dois são muito bons, são muito sensíveis, assim.
Um é sobre a Kimera e outro sobre o Pegas, e estão entre meus textos prediletos do Lacarrier.
E eles sublhenham bem essa dupla natureza dos personagens.
Vale muito a leitura.
Bom, na semana que vem, a gente tem mais um orgoraco
e a pauta será immortalidade.
Tá bem? A gente se encontra. Grande abraço.
[MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
Belerofonte, filho de Glauco e neto de Césifo, é um herói que, ao matar acidentalmente seu irmão, precisa ser purificado por rituais em um reino amigo, como Tirinto.
Durante sua estada, a rainha Estenembeia desenvolve um interesse por ele, mas ele rejeita sua proposta de casamento, honrando a lei da hospitalidade.
A rainha acusa Belerofonte de abuso, gerando um conflito moral que confronta o rei, que se vê entre a lealdade à lei e a vingança da filha.
Com ajuda de Athena, Belerofonte domina o Pegas com um freio mágico, usando-o para enfrentar a Quimera, um monstro composto com cabeça de leão, serpente e cabra, que lança fogo.
Ao contrário do que é pensado, Belerofonte mata a Quimera usando um bloco de chumbo derretido, aproveitando sua própria feroz natureza.
Após vencer diversos perigos, incluindo os Solímis, as Amazonas e piratas, ele enfrenta um desafio final com guardas do rei, onde é paralisado por mulheres que levantam suas vestes, simbolizando a força da sexualidade e o medo do herói.
Em seu descenso, Belerofonte é castigado por Zeus por ultrapassar os limites, sendo atacado por um moscardo que destrói o Pegas, levando-o a cair e viver em miséria.
No final, ele é recebido no céu por Hermes, tornando-se símbolo de sabedoria e exemplo de como o excesso de poder leva ao declínio e à lição.
Summary:
O episódio 41 do podcast Noites Gregas apresenta a jornada de Belerofonte, herói grego que, ao matar seu irmão, precisa ser purificado por rituais em Tirinto. Durante sua estada, a rainha Estenembeia desenvolve um interesse por ele, mas ele rejeita a proposta de casamento, honrando a lei da hospitalidade. Quando ela acusa Belerofonte de abuso, o rei enfrenta uma crise ética, entre a lealdade à lei e a vingança da filha.
Com o auxílio de Athena, Belerofonte domina o Pegas com um freio mágico e usa o cavalo para enfrentar a Quimera, um monstro composto de leão, serpente e cabra que lança fogo. Ele mata a criatura com um bloco de chumbo derretido, aproveitando sua própria violência. Após vencer os Solímis, as Amazonas e os piratas, Belerofonte enfrenta um grupo de guardas, sendo paralisado por mulheres que levantam suas vestes, um símbolo da identidade feminina e do medo herdado.
No entanto, ele é punido por Zeus devido ao excesso de poder, sendo atacado por um moscardo que destrói o Pegas e o deixa paralisado. Finalmente, Belerofonte é recebido no céu por Hermes, tornando-se um exemplo de como o poder desmedido leva à queda. O episódio também destaca a influência da mitologia grega na cultura moderna, especialmente no Brasil, onde personagens como Belerofonte e o Pegas são reimaginados em histórias como "O Visconde de Sabugosa".
Além disso, o material exclusivo inclui um diálogo entre o Visconde e a Quimera, ilustrações artísticas e textos de Jacques Lacan sobre a dupla natureza do Pegas e da Quimera, explorando a interação entre leveza e peso, como metáfora da existência humana. O podcast conclui reforçando a importância da mitologia como espaço de reflexão sobre o poder, os limites e a transformação.
FAQs
A Quimera é uma criatura estranha e feroz, composta por uma cabeça de leão, uma cauda de serpente e uma cabeça de cabra. Ela é capaz de lançar fogo e é considerada um monstro terrível que devastava a região ao seu redor.
Belerofonte conseguiu vencer a Quimera montando no Pegas e usando um freio mágico de ouro deixado por Athena. Ele colocou o freio na boca do cavalo, dominando-o e, depois, usou uma lança com bloco de chumbo para matar a Quimera ao enfiá-la na garganta.
Por ter matado acidentalmente seu irmão em um jogo, ele contaminou sua comunidade, tornando-a impura. Para se limpar, foi obrigado a buscar um reino amigo que aceitasse realizar sacrifícios rituais para purificar sua condição.
Athena ajuda Belerofonte ao lhe dar um freio mágico de ouro que ele pode colocar na boca do Pegas. Com esse freio, o cavalo fica domado e pode ser controlado para enfrentar a Quimera.
Após vencer a Quimera, Belerofonte enfrenta novos desafios, como os Solímis, as Amazonas e piratas. Ao final, ele é rejeitado por um rei que acredita que ele tentou abusar da filha dele, mas, ao final, recebe perdão e se torna rei da metade do reino.
Belerofonte é um aviso porque, ao alcançar o poder máximo, ele se esquece dos limites e tenta dominar o céu com o Pegas. Esse excesso de poder resulta em seu castigo: ele é atacado por um moscardo que mata o Pegas, levando-o a ficar manco e miserável, servindo como lição sobre os limites do poder.
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