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4 Passos para Aumentar sua Inteligência Emocional

85m 7s

4 Passos para Aumentar sua Inteligência Emocional

Neste episódio do podcast "Cupa do cérebro", o professor Andrei Maier, neurocientista da Universidade Federal de Santa Catarina, aborda o tema da inteligência emocional, destacando sua importância para a vida pessoal e profissional. Ele inicia definindo inteligência como a capacidade de gerar respostas adequadas a contextos específicos, enfatizando que ela não é inata, mas pode ser treinada. Exemplifica com jogadores como Messi e Ronaldo, que possuem alta inteligência espacial e motora, e menciona a teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner, que inclui tipos como musical, linguística e intrapessoal, esta última relacionada à inteligência emocional. O professor explica que as emoções são respostas automáticas do sistema límbico, como a amígdala, diante de estímulos significativos, e que não temos controle voluntário sobre sua geração, mas podemos usar áreas cerebrais de raciocínio para gerenciá-las. O conceito de inteligência emocional, cunhado por Salovey e Mayer em 1990, é definido como a habilidade de entender e lidar com emoções próprias e de outros. Ao longo do episódio, ele promete apresentar quatro passos práticos para aumentar essa inteligência, aplicando-os a situações comuns como ansiedade e desmotivação. Por fim, pede que os ouvintes interajam com o conteúdo, curtindo e comentando, para ajudar na divulgação do podcast, e convida a acompanhá-lo nas redes sociais.

Transcription

15186 Words, 87624 Characters

Portuguese
Olá pessoal, meu nome é Andrei Maier, sou o professor de Neurocciências e Fisiologia Geral da Universidade Federal de Santa Catarina e é com enorme prazer que eles dou boas indas ao vizésimo segundo episódio do meu podcast "Cupa do cérebro". No episódio de hoje vamos conversar sobre inteligência emocional. Eu sinceramente não sei o que eu não gravei esse episódio ainda, ele deveria ser um dos primeiros porque é que é de que vai ser um dos mais úteis para quem quer que vocês escutam nem do outro lado, tá? No episódio de hoje quero conversar com vocês como vocês virem no título sobre quatro passos pra que você pode adotar, pra você aumentar sua inteligência emocional, pra você aumentar sua capacidade de lidar com a suspe pra presi-moções ou como ações de outras pessoas. Inicialmente, naturalmente quero conversar com vocês sobre inteligência, o que é inteligência, o que é inteligência emocional, quero deixar claro pra vocês que inteligência é uma coisa que a gente pode treinar, que a gente pode de fato aumentar. Depois quero falar com vocês sobre como cérebro processa emoções de um modo geral, a parte involuntária, a parte que a gente tem algum certo controle, vocês vão entender um pouquinho mais sobre isso. Logo em seguida, naturalmente, vou falar sobre os quatro passos necessárias para você melhorar a sua forma de lidar com as emoções, né? E lá no final, quero usar como exemplo duas emoções que eu sei que muitas pessoas têm muita dificuldade em lidar e queria aproveitar então os alas pra discutir tudo isso que eu vou falar nesse episódio que é a ansiedade e a desmotivação. Então, no final desse episódio, eu vou repassar tudo que eu falei no episódio, ilustrando como que a gente pode, os passos que a gente pode adotar para conseguir lidar melhor com a cidade e melhor com desmotivação com aquele momento que você tá mais desmotivado e tudo mais, né? Mas antes de continuar, queria aproveitar e pedir pra você aí que tá me escutando o meu assestino, seja lá qual plataforma você estiver usando, deve ter um botão aí que você pode que ele quer, pra dizer pela plataforma que você tá curtindo esse episódio. Isso é super importante, pessoal, muita gente manda mensagem perguntando o que pode fazer pra ajudar nesse projeto e uma das principais coisas é essa, quanto mais vocês interagirem aqui com esse episódio dizendo que curtiu, deixando seu comentário sugestão, melhor, porque a plataforma entende que é um material de conteúdo, beleza? Então, já curte aí, já deixe seu comentário, só dúvida, só crítico, sua sugestão, isso é muito útil e eu realmente estou de olho nos comentários de vocês, nas perguntas de vocês, pra elaborar outros episódios, pra se querer ser dúvidas lá no meu Instagram, quando eu faço live, inclusive quem quiser me acompanhar no Instagram também, meu @a @profenndrei.neuro, eu faço live, lá, pra discutir sistemas, pra se clarecer dúvidas e no meu TikTok, profenndrei.neuro onde eu posso pequenos cortes desses episódios que eu posto aqui pra vocês, né? Na íntega, beleza? Tá bom, continuar, pessoal. Intelligência emocional, antes de falar o que é inteligência emocional, então a gente vê que é inteligência, pessoal. E a definição que eu traque pra vocês é uma definição mais geral, existem vários formas de definir inteligência, tem até uma galera que trabalha na computação, que trabalha com inteligência artificial, os sistemas, tudo mais. Mas, do ponto de vista neurocientífico, inteligência é a capacidade de um indivíduo de um animal, de gerar respostas adequadas em uma situação específica, tá? Pode ser resolver um problema, mas não necessariamente é resolver um problema. Então você pode gerar, dada, uma situação específica, um contexto específico, você é tocando música, você está tendo que lidar com problemas, você está conversando com uma pessoa, uma resposta inteligente, é uma resposta adequada, aquele contexto, uma resposta que seja de alguma forma positiva. Quanto mais rápido e melhor for a resposta, maior a gente disse que é a sua inteligência. Agora um ponto muito importante sobre inteligência, pessoal. Isso é muito importante, existem vários tipos de inteligência. Neste um grande parâmetro que a gente pode avaliar numa pessoa para falar, que ela tem uma inteligência geral, existem vários tipos de inteligentes. Vamos dar alguns exemplos aqui, por exemplo. Inteligência espacial motora. Vamos usar como exemplo Messe e Ronaldo em um gaúcho, tá? Se eu perguntasse para vocês, o que vocês acham do Messe e Ronaldo em gaúcho? Estas que são inteligentes. Bom, depende, né? Você pode fazer uma série de avaliações. Muitas pessoas vão dizer que eles são gênios pelas coisas que eles fazem lá no campo de futebol. Mas muitas pessoas vão falar que eles não são tão inteligentes, só vezes o Ronaldo em gaúcho, porque nunca lê um livro. Quando eu vejo em entrevista dele, ele parece que não consegue articular bem as palavras lá. Eu estou especulando aqui, tá gente? Pelo amor de Deus, Ronaldo em gaúcho, você que tasse tira esse episódio, estou usando só como exemplo, tá? Mas o que eu posso dizer sobre Messe e Ronaldo em gaúcho? Ou qualquer outro jogador de futebol que dá um show no campo de futebol? Eles são muito inteligentes pelo menos em um aspecto específico, que é no aspecto de percepção espacial. E controle, motor, fazer o que o Messe e Ronaldo em gaúcho fazem, pessoal, é muito difícil. Para você conseguir fazer aquilo, você depende de circuitos, diárias, no seu cérebro específicas, que estão fazendo todo o processamento necessário para você perceber o espaço, para você perceber o seu corpo, aonde está sua pena, aonde está seu tronco, aonde está seu braço, aonde está o corpo dos outros jogadores do campo de futebol, os adversários e os jogadores do mesmo time. Você realmente está dentro de um jogo, né? Você tem que levar a bola até o outro lado lá, chutar a bola para dentro do gol, para marcar um ponto. Então tem uma série de informações que têm que ser computadas ao mesmo tempo. E essa computação que o cérebro precisa fazer, para você conseguir, por exemplo, jogar futebol, é super complexa. Para conseguir fazer o que o Messe e Ronaldo em gaúcho fazem, você tem que ter essas áreas, esses circuitos do cérebro muito bem organizados, muito bem treinados, são circuitos que foram, longos dos anos, moldados de modo, a permitir com que eles fazem o que eles fazem. Eles têm uma percepção corporal muito boa. Eles não precisam olhar o pé deles para saber onde está o pé deles, eles sequeram o olho a bola e eles sabem mais ou menos onde está a bola. Entendem? Então isso é um tipo de inteligência. A gente pode dizer que eles são gênios do ponto de vista de percepção espacial, percepção corporal e controle motor, pelo menos naquele contexto específico. Ah, será que o Messe, se eles são tão inteligentes do ponto de vista motor? Será que o Messe e Ronaldo em gaúcho vão jogar a bola? Bem, talvez não, porque eles têm os circuitos motores dele muito bem treinados para eles jogar futebol. Eles talvez não consigam jogar a bola e também talvez eles nem saibam jogar a bola. Entendeu? Mas de qualquer forma, a gente pode dizer que eles tem uma grande inteligência do ponto de vista motor, pelo menos, no contexto específico do futebol. Voltando para a definição de inteligência, a capacidade de gerar respostas adequadas em uma situação. Qual é a situação? Está num jogo de futebol? Você tem que marcar ponto lado a outro lado. Tem que fazer gol lado a outro lado, marcar, fazer um ponto, fazer um gol. Falando assim, parece que eu não sei o que é futebol. Eu sei o que é futebol, tá gente? Eu jogo, jogava pelo menos. Mas enfim, para isso, você precisa de circuitos dos cérebros específicos diferentes daqueles que você vai usar, parcialmente diferentes daqueles que você vai usar para jogar bola e, por exemplo, são mais ou menos os mesmos claro, porque são circuitos envolvidos em perceber o corpo também, controlar o movimento do corpo, só que aí os movimentos do braço são diferentes movimentos da perna, tem áreas do cérebro que controla movimentos do braço e tem áreas que controla os movimentos das pernas. Então, não é exatamente o mesmo circuito, beleza? O mesmo princípio vale para alguém, por exemplo, que tem uma grande inteligência musical. Talvez você lembra de algum amigo que é assim, que toca um monte de instrumento, que só de ouvir, já sabe qual é a nota e não é, e só de ouvir uma vez já consegue repetir a música, a mesma coisa. Para você conseguir trocar um instrumento, trocar um instrumento musical, você precisa de circuitos dos cérebros específicos envolvidos com percepção aditiva, envolvidos em controlar o movimento das mãos, por exemplo, se for tocar algum instrumento, que por sua vez vão gerar um chimo sonoro que seu cérebro vai captar. Então, tem circuitos específicos envolvidos com a percepção da música, com a produção da música e tudo mais. O mesmo vale para línguas. Você pode conhecer uma pessoa que é muito inteligente do bom diviso de comunicação. Pessoa é muito boa em construir, sem tens, construir palavras, falar várias línguas, talvez existem circuitos específicos no cérebro envolvidos em você conseguir falar, em você conseguir comunicar da forma escrita, falada, e isso tudo, pessoal, que já fique claro, todas essas habilidades que dependem de circuitos áreas específicas do cérebro, elas podem ser treinadas. Essa é a grande mágica do nosso cérebro que eu já falei em vários outros episódios. Nós somos capazes de aprender a vida inteira, se você fizer do jeito certo, com um sistema certo, tudo mais, mas você, a gente é sempre capaz de aprender. Você é capaz de melhorar as suas habilidades no futebol, você é capaz de melhorar as suas habilidades na música, você é capaz de aprender outras línguas, você é capaz de melhorar a sua comunicação, basta você treinar do jeito certo. Então a gente tem circuitos específicos para funções específicas, todo mundo tem. Todo mundo tem essas inteligências. Você tem inteligência corporal de alguma maneira espacial, motor. Você tem algum grau de inteligência musical, você tem algum grau de inteligência de comunicação. Então a gente, todo mundo é em algum grau inteligente dentro de todas essas casinhas de inteligência. Se você jogar em Google, talvez você já teria se lembrando, eu falo de vários tipos de inteligência, você talvez se lembre para quem já leu sobre ele, sobre um camaradinha chamado Howard Gardner, um psicólogo da Universidade Harvard, sendo me engano, que alguns anos atrás, algumas décadas atrás propôs a teoria das inteligências múltiplas. E ele propôs que existem 8 tipos de inteligência, vou listar só algumas delas aqui, só para você ter uma ideia. Espacial, capacidade de você perceber o espaço, o seu corpo no espaço, naturalista que é sua capacidade de perceber o ambiente natural, o que é natural, o que é natural, o que é natural, inteligência musical, lógico matemática, sua capacidade de rassossinho lógico e abstrato, que você vai aplicar. por exemplo, num cálculo matemático, que é um dos componentes avaliados pelo famoso teste de KI, que se veja devem ter ouvido falar, vou deixar para falar de teste de KI em outro episódio, está sendo muito longo, vou ficar falando só disso aqui, né? A inteligência linguística, e não poderia deixar de comentar uma das inteligências que o Tao Howard Gardner propôs, é a intra-pessoal, que seria mais ou menos equivalente o que a gente já fala nesse episódio, que é inteligência emocional. Agora Howard Gardner propôs o inteligência, mas como você já deve estar imaginando, não existe consenso. Como é que você define que essa inteligência diferente daquela outra? Por exemplo, se eu for olhar as áreas do cérebro envolvidas com esses diferentes tipos de inteligência, eu poderia dizer que a inteligência espacial deve ser mais ou menos a mesma que a inteligência motora, né? Por que, para você conseguir controlar movimentos do corpo, o seu cérebro precisa perceber o seu corpo no espaço. Então, de fato, as áreas envolvidas em fazer a gente perceber o corpo no espaço são também necessárias para você conseguir controlar movimentos do corpo. Então, assim, é difícil categorizar a entente. Será que existe uma inteligência para jogar futebol e uma inteligência para jogar voley? Bom, os circuitos envolvidos não são exatamente os mesmos, como eu falei, para vocês os movimentos não são os mesmos, né? Mas se eu for olhar de uma forma um pouquinho mais grosso, eu vou ver que são mais ou menos as mesmas áreas do cérebro, cortex motor e outras áreas que estão envolvidas e permitiga um que vocês executa essas funções, né? Beleza? Então, assim, é difícil não há um consenso, a gente tem um grande debat na literatura, quais são as inteligências, quantas inteligências são, a gente pode pegar uma delas e dividir mais de uma ou pegar duas e entender que é a mesma coisa, mas, de fato, o consenso é que nós temos múltiplas inteligências. Existem vários tipos de inteligência porque a gente tem várias áreas que são desenvolvidas com funções distintas. Dependa de qual função você está falando, você vai ter algum conjunto de áreas específicas. Então, você pode ter bem desenvolvido alguns circuitos envolvidos com uma habilidade A, mas circuitos envolvidos com a habilidade B não são tão bem desenvolvidos, então é o que você tem uma inteligência alta e uma inteligência B não tão alta, beleza? Agora, outro ponto fundamental, galera, talvez seja um ponto mais antes desse episódio, ninguém nasce assim, ninguém nasce super inteligente, ninguém nasce conta lento. A luz da neurociência, ninguém nasce conta lento super inteligente, com uma super inteligência super desenvolvida. Tudo o que a gente faz hoje quer seja mais ou menos inteligente, a gente aprendeu a fazer. E eu convido vocês a refletirem o que é que um neném que acabou de nascer sabe fazer. Já falei em outro episódio, muito pouco, um neném pessoal, ele não consegue nem mexer o braço, ele não sabe mexer o braço. Por isso que ele fica mexendo o braço de uma forma que a leatória e leva alguns meses para ele, por exemplo, conseguir levar a mãozinha dele até um objeto e pegar um objeto e levar até a boca, ficar botando na boca. Faz muito isso, né? Em algum momento. Mas, levam o tempo, levam o tempo para o cérebro aprender a controlar o braço, aprender a controlar a perninha, do jeito que quiser, aprender a ficar em pé, aprender a andar, entender. Então tudo o que a gente faz hoje, eu você quer você fale bem, quer você ter um humor, uma inteligência social grande, inteligência emocional, não é que há pouco de falar de inteligência emocional, isso tudo foi aprendido, tá? Se você já não aprendeu, você pode aprender e esse é o objetivo desse episódio. Quero falar com vocês sobre um tipo de inteligência que é muito útil, é muito importante no dia a dia, que é sua vida pessoal, que é esse, é a sua vida profissional, que é a tal da inteligência emocional, beleza? Vamos falar agora, pessoal, da inteligência emocional, o que é que é inteligência emocional? Antes de mais nada, inteligência emocional é um conceito relativamente novo, a luz da ciência. Ele foi coinhado, ele começou a ser trabalhado lá na década de 90, 1990 por dois pesquisadores chamados Salovei and Meyer, Meyer, meus sobrenomemessos, mas não sou eu, tá gente? Lá em 1990 eles coinharam esse termo e caracterizaram, né, repostularam o que exerir inteligência emocional e a partir de então a gente começou a olhar para isso com mais cuidado, tá? O que exeriram as emoções, o que exeriram você saber e dar com as emoções tudo mais? Então para quem exerlham um pouquinho melhor, sugiro recomendo, eles estão vivos ainda, esses pesgadores tem vários outros trabalhos, Salovei and Meyer, tá? Minas 90, eu vou deixar uma referência aqui na descrição de um artigo que eu vou discutir aqui e lá tem, por exemplo, trabalhos desses pesquisadores exeram que eu sei um pouquinho melhor. O que é inteligência emocional, pessoal? É a nossa capacidade de entender e lidar com as emoções, nossas e de outras pessoas, tá? Agora olha só o que é interessante, a nossa capacidade de perceber, entender e lidar com essas emoções depende de áreas do cérebro mais envolvidas com raciocínio lógico, planejamento, consciência. E o ponto importante é que as emoções elas são geradas de forma automática por outras áreas do cérebro. Então a gente tem um conjunto de áreas lá no meio do nosso cérebro que a gente chama de sistema límbico, ou sistema emocional, ou centros emocionais, algo assim, um conjunto de áreas especificamente envolvidas em processar emoções e gerar as respostas das emoções. O que que seriam as emoções, pessoal? Só as respostas que o nosso cérebro gera mudando o nosso corpo e mudando o próprio cérebro, frente a algum estímulo significativo, alguma coisa que o seu cérebro entende como sendo significativo, vou dar um exemplo. Você precisa apresentar um trabalho, todo mundo já passou por isso. Hoje vou apresentar um trabalho. O que você vai sentir? Um pouco de medo, um pouco de ansiedade, uma certa inquietude, você é normal, você vai se espor, você vai falar, até vai ficar com um pouco de medo de falar besteira, talvez chegar no tabaixa, e passar vergonho, seus colectos são cholhando, eles podem rir de você, bullying, orévia, então, passo muito coisa em sua cabeça, o seu cérebro entende aquela situação como sendo algo significativo, significativo com Andrei, algo potencialmente perigoso. Você pode sofrer algum tipo de dano, social, passar vergonho, como eu comentei. E com o bar, esse estímulo vou apresentar daqui a pouco um trabalho na frente dos meus colegs do professor, isso ligar a áreas do cérebro, especialmente uma chamada amidela, não essa bolota que a gente tem aqui na garganta, são 12 bolos que a gente tem no cérebro, que são amidela especialmente envolvida em gerar, envolvida com respostas de medo, ansiedade e agressividade, tá? Então nessa situação, ela vai gerar essas respostas, que você vai sentir ali antes da apresentação, filuzina barriga, uma sensação no peito, talvez já perda, depende da intensidade com que você vai sentir, mas se a gente aquela sensação visceral, sua mão transpira, e você fica meio agitado, pensamento meio agitado, você fica pensando em um trabalho, o que eu vou falar, o que eu vou falar, o que vai acontecer, o que eu posso fazer, como eu vou imaginar as situações, "Ah, mas isso é o de branco na hora que eu faço, né?" Isso aí, nada mais é pessoal, como eu vou falar no final, que o seu cérebro tentando resolver um problema. Ele identificou uma situação importante, significativa, nesse caso perigosa, e ele está ligando uma série de sistemas para te ajudar a lidar com aquilo, isso aí é ansiedade, o estresse é ansiedade, tá tentando te ajudar colocando seu foco atensional ali, te deixando mais alerta, meio que na tentativa te ajudar a lidar com aquilo ali, te preparar, para o que, algo que possa ser ruim, caso você passe vergonho o que que você faz, enfim. E agora, o que eu quero dizer com o estudo pessoal? Essa área, dessa situação, né, a amida, ela, por exemplo, que está gerando essa resposta de medo, assim como as várias outras áreas envolvidas com respostas emocionais, elas funcionam de forma automática. As respostas emocionais, as emoções que a gente sente, elas são automáticas, esse sistema que a gente chama de sistema límbico, ele funciona meio que sozinho, nós não temos controle voluntário sobre ele, tá? Então, nós temos que registrar um monte de informação o tempo todo, por exemplo, nesse exato momento estou aqui gravando esse vídeo e estou um pouco ansioso com isso, um pouco alerta, porque eu quero que esse vídeo der tudo certo, a gente está sempre em alguma situação, e o seu cérebro está registrando e processando essas informações todas, mesmo que você não fique consciente delas. Então, o seu cérebro está processando informações mesmo que você não perceba, e se ele identifica alguma coisa significativa, você pode ligar esse sistema, você provavelmente vai ligar esse sistema que a gente chama de sistema límbico, que vai gerar alguma emoção, e isso acontece de forma rápida, e automática, quer você queira ou não. O que pode ligar o sistema e gerar uma emoção? Pode ser um estímulo externo, alguma coisa está acontecendo aqui fora, como, por exemplo, eu vei de dar uma apresentação, ou você vê uma pessoa que você está apaixonado, você vê uma pessoa que você odeia, enfim, e aquilo ali, é um estímulo significativo para o seu cérebro, de fazer você querer se aproximar da pessoa, se afastar da pessoa, dependente quem é, e vai ligar uma resposta emocional consequente, mesmo você não percebendo isso. Isso é automático. Agora pode ser então um estímulo externo, como, por exemplo, uma pessoa, ou pode ser um estímulo interno, um pensamento. Pode ser um pensamento que passou na sua cabeça, e nem se deu conta, você lembrou de uma coisa, lembrou de uma pessoa, lembrou de um trabalho, pensou em alguma coisa, imaginou algo no futuro, e isso gera uma resposta emocional. Esses exemplos que eu dei, por exemplo, você lembrando que tem que fazer uma apresentação amanhã, e aí, te gera medo, te gera ansiedade, na verdade, né? Pense bem, não tem nada acontecendo agora. É amanhã, talvez amanhã, eu vá apresentar um trabalho, talvez alguma coisa ruim aconteça, mas o simples lado do seu cérebro está prevendo um símbolo significativo no futuro, já é o suficiente para te gerar resposta emocional. É automático. Então podem ser estímulos externos, estímulos internos, beleza? E agora vem um ponto importantíssimo, pessoal. Talvez seja um ponto central desse episódio. Todas essas mudanças que acontecem no corpo corpo, no cérebro, frente alguma resposta emocional, você pode ou não se dar conta que elas aconteceram. Para você perceber o que está acontecendo, entender o que está acontecendo, ilidar com aquilo, você precisa ligar um conjunto de áreas envolvidas com raciocínio lógico, com racionalidade, envolvidos com autocontrole, com controle de impossividade, em várias áreas envolvidas com esse processo, mas de um modo geral, essa região toda, que eu já falei para vocês várias vezes que a gente tenha atrás da testa chamada Cortex Prefrontal. Eu estou falando o nome porque é até bom que vocês me humorizam o nome que é uma área envolvida com tantas coisas que eu acabo falando muito dela em vários episódios. Esse Cortex Prefrontal, que a gente tem essa região toda atrás da testa, que na verdade dividida em várias áreas que eu não vou entrar em detalhes aqui, é uma área envolvida com planejamento, com você simular o futuro, com você controlar seu foco attentional, onde você vai pensar atenção ou não, controlar os seus impulsos, o autocontrole, racionalizar alguma coisa, entender, por si, "Ah, mas beigo a ser", então "Ah, menos sei" e "gober", esse raciocínio todo depende dessa região. Então a sua capacidade, se emocionar, todo mundo se emociona, isso eu quero dizer, emoção é um processo automático, todas, que é uma emoção que se acha ruim, é um processo automático, a gente não tem controle, são áreas do cérebro que funcionam fora da nossa vontade, mas você perceber, entender, lidar com as emoções depende de áreas que você tem controle, e aí que está a graça do negócio, é aí que pode estar a sua inteligência emocional, é aí, é isso que você tem que desenvolver, beleza? Para você ter uma maior inteligência emocional, para você conseguir perceber e entender e lidar melhor com suas emoções, né? A ideia da gente desenvolver a nossa inteligência emocional é basicamente você otimizar a comunicação entre as áreas que geram emoção, o tal do sistema límbico, e as áreas envolvidas com controle, com racionalização, com controle, que é o córtex prefrontal, beleza? Elas estão intimamente conectadas, mas muitas vezes, talvez por falta de treino, as pessoas se emocionam, elas seem tem emoção, tem tentenidade, ativação e felicidade e empolgação, mas elas não param para processar aquilo racionalmente, elas não ligam o córtex prefrontal delas. E se você não faz isso, você não treino seu cérebro a processar racionalmente as suas emoções, entende? E consequentemente a sua capacidade de controle emocional vai ficar muito prejudicada, porque para você conseguir lidar com as suas emoções, para você conseguir manejá-las, lidá-las, lidar com elas, reduzir e aumentar, você precisa antes de mais nada, perceber as emoções que você está sentindo e entender elas. Então você precisa ligar essas áreas do cérebro, córtex prefrontal, para ligar todo esse processo, e quanto mais você faz isso, melhor você vai ficar em fazer isso. Então basicamente, pessoal, que eu quero dizer com isso, tem três etapas básicas que a gente precisa passar para a gente ter inteligência emocional, para a gente gerar uma resposta emocional inteligente. Primeiro, você tem que perceber o que você está sentindo. Você tem que entender o que você está sentindo. E super nentemente, se você conversar com as pessoas, você vai ver que muitas pessoas não têm menor ideia do que elas estão sentindo. Às vezes a pessoa está muito ansiosa daqui a pouco, eu vou falar mais sobre a ansiedade, mas nem sabe que elas estão ansiosas. Não sabe nem se quer rotular a emoção que elas estão sentindo. E isso é uma coisa que você aprende ao longo da vida, você aprende o que são as emoções, o nome das emoções, então, tudo vez que estou me sentindo isso aqui é significan cidade, é isso que significa medo. E muitas pessoas sentem dificuldade nessa primeira etapa, identificar o que é que aquilo está sentindo. Por que que ela tem dificuldade? Um, talvez, porque depende da idade, essas áreas do cérebro que eu disse para vocês que são necessárias para a gente entender e lidar com as emoções, o que falta esse pé frontal, é uma das últimas áreas do cérebro a você desenvolver. A chegar na sua fase madura, leva mais de 20 anos para essa área do cérebro se desenvolver. Por isso que uma criança tem dificuldade de lidar com as emoções dela, tem dificuldade de lidar com a tristeza, todo mundo que tem uma criança pequena em casa, porque eu estou falando, não ganhou perulito, chora, reclama, óbvio ela não tem, ela ainda não desenvolveu os cicutos necessários para ela entender o que ela está sentindo e muito menos para lidar com que ela está sentindo, porque ela está muito novinha ainda. As áreas do cérebro envolvidas, que isso não estão envolvidas, e de novo pessoal que eu estou falando, corta a expecta frontal, essa área que a gente tem atrás da testa, beleza? Essas áreas levam uns anos para desenvolver, uma adolescente é a mesma coisa, um adolescente, um adolescente a saíres está ainda se desenvolvendo, claro, está mais madura do que numa criança, mas ainda está se desenvolvendo, é por isso que adolescentes são mais impulsivos, tem mais dificuldade de autocontrole, fala besteira, faz besteira, faz parte do processo de desenvolvimento, mas enfim, enquanto essa área não se tiver de conformação madura, a sua função, a sua capacidade funcional, não vai estar a 100% ainda, né? E a gente só atinge, a saíres só atinge a sua maturidade depois de 20 poucos anos, não é de 18 anos, é 20 poucos anos, então a luz da neurociência, a maturidade neural, a maturidade do cérebro da pessoa, a adolescência, ela só acaba lá nos 20 poucos anos, aí você realmente atinge e a fase adulta com o seu cérebro maduro, capaz de lidar com os estímulos adequadamente, tá? Agora pode ser também por falta de treino, tudo bem? Então digamos, digamos que você passou sua vida inteira, sem nunca se sentir frustrado, tá? Claro, você é estatísticamente possível, mas só para dar um exemplo aqui, você nunca ficou frustrado, você nunca teve oportunidade de aprender a lidar com a frustração, a frustração é uma emoção, existem mudanças químicas que acontecem no cérebro que eu já comentei em outros episódios, você tem uma redução da dopamina, a bruta, isso gera um desconforto, uma sensação de desconforto, de dor, e tem todo um por que por trás de você dar sentindo aquele jeito, então se você nunca ficou frustrado, você não teve oportunidade de sentir aquela emoção, você nem vai saber o que ela é, muito menos vai saber o que causou ela, e muito, muito menos vai saber como lidar com ela, é um aprendizado, entende? Então a primeira etapa de um do processo para você conseguir lidar com a emoção, a primeira etapa, daqui a pouco eu vou falar dos passos que a gente precisa adotar para melhorar isso, né? Mas a primeiro passo que precisa acontecer é você perceber o que está acontecendo, o que que é que eu estou sentindo, tá? Segundo etapa, eu vou falar que mais genera que depois eu vou entrar em mais detalhes, tá? Você precisa, você identificou, percebeu, você vai agora avaliar e entender o que você está sentindo, você vai tentar descobrir o por que? Por que que eu estou sentindo, já identificou o que se está sentindo alguma coisa, estou tancioso, por que que você tancioso? Qual que é a causa? E finalmente, depois de você perceber o que está acontecendo e entender o por que você finalmente vai poder, talvez, saber como lidar com aquilo, e aí vem o como, como lidar com essa emoção? O que que eu posso fazer para diminuir, amenizar, aumentar essa emoção de acordo com a sua necessidade? Porque tem emoções que você quer diminuir, tem algumas que você quer controlar, manejar para lá não atrapalhar sua vida muito, algumas você quer aumentar, talvez, por exemplo, motivação, vou falar isso no final do episódio, tá? Então, primeiro etapa é o que eu estou sentindo, segundo por que? E finalmente você vai poder saber o como lidar com aquilo, né? E agora os passos pessoal, então, de novo, inteligência emocional, só para garantir que vocês estão entendendo, é a nossa capacidade de perceber, entender e lidar com as emoções, nossas e de outras pessoas, beleza? A sua capacidade de fazer isso depende de áreas do cérebro, especialmente ali do Cortex Prefrontal, que estão envolvidas com a nossa capacidade de racionalizar, de ter autocontrole, de controlar a nossa vida, controlar, etc., formando nossas emoções, só que para você conseguir desenvolver isso, você precisa otimizar a comunicação dessa área do Cortex Prefrontal, com as áreas envolvidas, com gerar emoções que é o sistema límbico ou sistemas emocionais, tá? Então as informações sobre emoções, mas tem que chegar no Cortex Prefrontal para você saber o que está acontecendo. E vice-枬éssego, Cortex Prefrontal, ele tem capacidade de modular, de controlar em algum grau, as áreas envolvidas com resposta emocional, e consegue então, etc., a aumentar a atividade dessas áreas, ou diminuir de acordo com como você quer manejar aquela emoção, né? A gente precisa descobrir o que é antitacentino, porque a gente está sentindo, e aí finalmente a gente vai saber como ele dá com aquilo, e só para fazer um parêntese aqui, existem testes, já vou comentar de dois deles, que são usados para medir inteligência emocional de uma pessoa, beleza? Um deles, talvez o primeiro, um dos mais famosos, é um que foi desenvolvido justamente pelos pesquisadores, que postularam o que é inteligência emocional, é um teste chamado Meyer, Salovei Caruso, Emotional Test, M-S-C-E-T, só que é um teste grande, tem 140 itens para serem valiados, mas um teste que pode permitir, e já vou comentar de um outro teste, chamado Hall Emotional Test, tá? Mas vamos lá pessoal, o que a gente pode fazer, a Itadner, e tem dia que a gente tem que ser emocional, que é o melhorar, que é o melhorar, minha capacidade de lidar com as emoções, o que eu posso fazer? Vou falar para vocês quatro passos que você pode fazer. pode adotar para melhorar a sua inteligência emocional. Dois deles você meio que já está fazendo. Olha que ótimo. O primeiro deles você já está fazendo, que é você entender que a inteligência emocional é treinável. Você melhora. Inteligência não é uma coisa que você nasceu com ela, e é dura e imutável. Inteligência você pode melhorar qualquer que seja. Sua inteligência motora, sua inteligência social, o que que é que seja? Qualquer que seja classificação que dê. Você pode melhorar o mesmo vale para inteligência emocional. Você pode melhorar a sua capacidade de perceber seus emoções, de entender seus emoções e lidar com seus emoções. Não só isso, você pode melhorar a sua capacidade de lidar com as suas emoções e com as emoções de outro, o que é uma desabilidade, como já falei para vocês, mais importantes para você lidar com suas coisas no dia a dia e na vida profissional, inclusive. Beleza? Então primeiro passo é saber que inteligência emocional é treinável. Beleza? Segundo passo, entender o processo. Que é exatamente o que você está fazendo nesse episódio. Entender como é que funciona as etapas para você conseguir lidar com suas emoções e desenvolver sua inteligência emocional, que é o que eu estou passando aqui para vocês nesse episódio. Inclusive, tem trabalhos mostrando isso, galera. Para quem tiver do Dan de Min, vou deixar aqui na referência um trabalho recente do grupo da revista Nature, que é uma das serviças de maior impacto do mundo. É um grupo que tem várias serviças e uma delas e amenities em social sciences, communications, publicaram o trabalho. É um trabalho recente, não dos trabalhos de maior impacto do mundo, mas eu gostei desse trabalho porque era um trabalho recente e ele traz toda uma revisão da literatura para quem quiser ler. E o mais legal é um trabalho que está aberto para qualquer pessoa. Eu vou deixar o link que você vai conseguir baixar ele, só que ele está em inglês, tá? Mas aí para quem quiser dar uma lida mais sobre esse conteúdo e tem toda uma revisão ali sobre a literatura por trajizo, um trabalho que vai trazer isso legal. E olha só aquele legal que eles eram destrabaleis, queria avaliar se um protocolo de treinamento para melhorar a inteligência emocional, iria de fato melhorar a inteligência emocional de alunos de pedagogia, sendo me engana de um grupo lá do casacstão, tá? Então, o que eles fizeram basicamente foi chamar os alunos, né, da pedagogia, e tem toda uma discussão por trajizo que inteligência emocional é muito importante para um professor de fato. Eu, como professor, se eu tenho uma grande inteligência emocional, eu vou saber ler e lidar bem com as minhas emoções, mas também com as emoções de outras pessoas, inclusive dos alunos. Então, se eu tenho uma boa inteligência emocional, eu devo ser capaz de ler a emoção dos alunos na sala de aula. Ainda é porque isso é interessante, porque enquanto eu estou dando aula, eu posso ver se eles estão ansiosos, se eles estão quietos, se eles estão desmotivados. Só de olhar, talvez pela postura, pela forma como eles estão, eu talvez consiga perceber o que eles estão sentindo, pois os alunos estão desmotivados, e com base nessa informação, se eu tiver uma boa inteligência emocional, eu vou conseguir sambar ler, modular minha aula, de modo a deixar eles mais motivados. Então, entendem um exemplo de como que a inteligência emocional é interessante para a vida profissional, inclusive de um professor, por exemplo. Então, dentro dessa discussão, eles queriam avaliar ali-se um treinamento para melhorar a inteligência emocional, de alunos de pedagogir, e melhorar de fato a inteligência emocional deles, avaliados por um teste específico, e também o desempenho acadêmico deles. E olha só que interessante, eles passaram por um treinamento, um treinamento que aqueles pesquisadores que eu comentei desenvolver o Meyer, Solovey e Caruso, na verdade, acho que foi só o Meyer, Solovey, eles têm um protocolo de treinamento lá, que é basicamente para você treinar todos os aspectos que eu acabei de comentar, você treinar sua capacidade de perceber as emoções, então, é isso que eu estou sentindo, sem capacidade de entender elas, eu estou sentindo isso por causa disso, tem capacidade de expressar as emoções, falar "eu estou sentindo isso por causa disso", e, no fim, das contas, uma capacidade de você modular elas, lidar com elas, "ah, vou fazer isso então para diminuir, eu para aumentar". Então, seria os componentes da inteligência emocional, o protocolo de treinamento envolve isso, envolve. Você praticar isso, que é basicamente que eu estou propondo que vocês façam na vida real, né? E aí, o que eles fizeram foi estrenamento, e eles passaram antes do treinamento um teste chamado, como eu comentei que você é chamado "Hall Emotional Test". Test emocional de "Hall" tem 30 itens, é um teste bastante utilizado para esse fim, para medir a inteligência emocional, e ele mede basicamente cinco componentes, esse teste, consciência emocional, com o consciente você está das suas emoções, que é que você está sentindo a todo momento, o só que a base de manejar suas emoções, diminuir, aumentar, lidar com elas, se controlar, automotivação, que na minha avaliação é uma das habilidades mais importantes que qualquer pessoa pode ter, vou falar mais sobre isso no final desse episódio ainda, empatia sua capacidade de entender o que outros estão sentindo, se é óleo, falar absoluta triste. Só de olhar a expressão facial dela, você já entende, isso quer dizer que você tem, pelo menos, algum aspecto de inteligência emocional, todo mundo que consegue fazer isso bem, se colocar no gajo outras pessoas, e tem gente que é péssimo fazer isso. E o quinto componente que esse teste mede é o manejo de emoções de outros, então você vê para o otatrich, você consegue de alguma maneira ajudar a pessoa, melhorar, manejar as emoções da pessoa de alguma maneira, deixá-la mais ou menos ansiosa, enfim, de acordo com o seu objetivo, beleza, então são cinco componentes que esse teste mede, eles viram que os alunos antes do treinamento, vamos supor aqui uma nota de zero a 100, antes do treinamento eles tiraram as seguintes notas, nesses itens que eu comentei para vocês, 52, 37, 52, 65, 59, então ficará ali com uma média de 50, nesses itens que eu comentei. Depois do treinamento, a nota deles aumentou significativamente nesse teste, a inteligência emocional deles, avalhado por esse teste, aumentou de 52, foi pro 88, de 37, foi pra 69, os itens, de 52, foi pro 81, de 65, pro 87, 59, pro 81, então de uma média, cinco passou lá pra uma média, 8, digamos assim, um momento significativo, o que luta de novo, esse trabalho, um super trabalho, é só para dar uma ideia, para quem quiser ler um pouquinho mais sobre a assunto, mas ilustra, que como que você está consciente do que é inteligência emocional, das etapas do componentes, e você treina isso, isso de fato, pode aumentar, ajudar você a aumentar sua inteligência emocional, aumentar sua capacidade de lidar com as suas emoções, isso que é a graça, é isso que eu quero passar para vocês nesse episódio, e é por isso que eu falei lá no início, que esse na verdade tinha sido os primeiros episódios que eu tinha que ter gravado, eu não sei porque eu não gravei antes, porque ele é muito útil, ele é muito útil mesmo, basicamente essas etapas que eu vou colocar agora para vocês, de como praticar, de como treinar a sua inteligência emocional, é basicamente isso, em boa parte, que é feito na terapia e o agrenetivo comportamental, o psicólogo, ele vai sistematizar esse processo e te ajudar nesse aprendizado, tá? Então vamos lá, que é aprendizado esse, quais são as etapas? Então falamos de duas, entender que inteligência emocional é treinável, dois, entender o processo, que é o que vocês estão fazendo nesse episódio, passo número três, talvez um dos mais importantes, você precisa virar um cientista das suas próprias emoções, é isso, é assim que você vai ficar muito inteligente do ponto de vista emocional, talvez você vira um gênio para lidar com suas emoções, com a sua ansiedade, com a sua desmotivação, o que seria ver se virar um cientista? Primeira coisa que você precisa fazer é você parar, para o que você está fazendo, tudo? Partido momento, o ideal que você faça isso com alguma frequência, mas especialmente no momento que você tivesse emocionando, tivesse sentindo ansioso, mal ou muito agitado, que era emoção que você esteja sentindo, ou melhor ainda, se você puder fazer isso de tempo em tempo, porque às vezes você pode estar sentindo alguma emoção e nem percebe, então você não vai se dar conta que tinha que ter parado para prestar atenção naquilo, mas choque a forma você precisa parar, botar o foco para adentro, não dobrincando, e pensar o que está acontecendo, e refletir sobre o que está acontecendo naquele momento, porque eu estou dizendo isso pessoal, é muito comum as pessoas viverem no automático, imagina, pensa aí no seu dia a dia, se acorda, você já pensa nas coisas que você tem que fazer, talvez as coisas que você tem para fazer já te gerem ansiedade, você já acorda ansioso, e aí você vai como fazer as coisas, está lá, não tem que fazer isso, tem que fazer aquilo, tem que produzir, tem a dinheiro, tem que não sei que ela, meu filho, e cozinha, nada, se ele vai no automático, você não para em momento nenhum, para pensar o que está acontecendo dentro de você, eu sei que está parecendo um papo meio curte, mas não é galera, eu estou falando de fisiologia mesmo, você não está prestando atenção nas mudanças que estão acontecendo no seu corpo e no seu próprio comportamento, e isso é fundamental, essa é uma das informações mais importantes, isso é uma das coisas que você deveria estar mais prestando atenção, é uma das coisas mais informativas sobre você, e é isso esse é o primeiro passo que você tem que dar para você conseguir desenvolver sua inteligência, a sua capacidade de se perceber, de entender o que está acontecendo, isso tem que. prestar atenção, então você tem que parar em algum momento do seu dia ir, e pressar atenção, tipo "Pô, como é que eu estou me sentindo agora?" por exemplo, na hora que você acorda, como é que você acorda? Você acorda ansioso? Você acorda motivado? Talvez você nunca tenha para para pensar isso, de convida fazer isso amanhã de manhã, acorda, e tira, cara, tira alguns minutinhos, e pressa atenção em você, sabe, pressa atenção um pouco, como é que eu estou me sentindo? Tô confri na barriga. meu coração está disparado, eu to calmo, eu to motivado, eu to desmotivado, eu to com o som do ascensono, quanto mais você fizer isso melhor, só que você tem que de fato parar o que você está fazendo. Porque senão você vai entrar num lupo infinito, entra num automático de viver, respondendo estímulos estéridos, só responde, né? Mandar esse fazer isso, mandar esse fazer aquilo, amanhã tem uma provância que ela, você não para, hora nenhuma. E a gente tem que parar, a gente tem que deliberadamente colocar o foco atensional para dentro, já falei sobre foco atensional. A divinha que a área do cérebro está envolvida e controlar o foco atensional. Cortex pré-frontal, a tal área que a gente precisa usar, quanto mais você usa essa área, melhor ela é, mais forte ela fica e melhor você vai ser em usar as funções que ela permite que você use, por exemplo, controlar a atenção. Colocar o foco atensional para dentro e pressa atenção, como você está se sentindo. Isso se chama consciência emocional. Muita gente tem isso pouquíssimo desenvolvido, porque não tiver oportunidade de fazer isso. Isso é uma coisa que é interessante até você estimular uma criança fazer. A criança está lá afrustrada, como é chorar o legal, são os pais ajudar ela a lidar com aquilo, mas inclusive ajudar ela a lidar com aquilo sozinha, com sua orientação, como pai, né? Então, poxa, olha como é que você está se sentindo, olha o que está acontecendo, vão respira, ensina a criança, respirar, então isso tudo é fundamental para a gente aprender a ter a famosa consciência emocional. Tem que ligar o seu cortex pré-frontal, usar ele e processar essas informações emocionais, beleza? Isso é, não é importante, é necessário para você conseguir lidar com emoções, suas e de outras pessoas, é necessário acontecer, tá é necessário. Dentro desse passo virar um cientista de emoções, vou colocar dois passos, tá? Então seria o passo 3a e o passo 3b. O passo 3a é você reconhecer o que você está sentindo, então você vai colocar a parar, coloca o foco para dentro, e tenta reconhecer o que está rolando. Quanto mais específico você for melhor, tá? A gente chama isso de granular a emoção, transformar em grãozinho. Quanto mais específico você for pouquíssimo? O que que, porque às vezes é uma coisa muito vaga, né? Você está sentindo uma agitação, mas como assim uma agitação? O que que é exatamente que você está sentindo? Você está ansioso, você está desmotivado, você está excitado, você pode estar agindo, "Ah, você sentindo uma agitação, todo meu coração está disparado". "Bô, isso aí pode ser precioso, porque você está apaixonado, porque você está empolgado, pode ser uma coisa boa, pode ser uma coisa ruim". Então, quanto mais específico você for melhor, então você vai tentar reconhecer como um bom cientista, você vai tentar reconhecer exatamente o que está acontecendo e vai tentar rotular isso. Se você não tem um nome para isso, invento o nome. Estou sentindo a ansiedade do meu trabalho, sei lá, quanto mais estou sentindo a ansiedade do trabalho, uma coisa mais específica você for melhor. E aí isso me leva ao passo 3b, que é você entender o que está acontecendo. "Pô, estou sentindo isso, por quê?" "Se acordou", digamos, como eu falei para você se fazerem amanhã de manhã. "Acordou, presta atenção em você, como é que você está sentindo?" E tenta entender o "por quê?" "Está motivado", por exemplo, você está motivado? Sim ou não? "Pô, não estou motivado, cara, eu nem queria sair da cama". "Poxa, por que você está desmotivado?" É por causa do trabalho, é por causa de uma pessoa, é por causa do trabalho em si, é por causa do horário, é por causa. Por quê? Por que você está sentindo aqui? E vocês vão ver como eu vou cometer mais para frente, esse processo por si só vai. Gente, é mágico o negócio. Esse processo por si só vai te permitir olhar para você mesmo e pro mundo com outros olhos. Você vai enxergar o mundo com os outros olhos, eventualmente você vai até passar por um processo que a gente chama de resignificação. Uma emoção que tem um significado negativo para você, talvez mude o significado dela. Talvez você. Como você está racionalizando aquilo? Mas você veja aquilo na verdade, nem é tão ruim quanto parecia antes. Ou talvez você possa ver que inclusive não só não é ruim, que na verdade é uma coisa boa. Aquele estímulo, aquela causa que está fazendo você se sentimal, vai começar a não te fazer esse sentimal, e talvez você possa até inverter o negócio. Não, na verdade isso aqui não é ruim, na verdade isso aqui é bom. Na verdade isso aqui que eu achava que era ruim é uma coisa que na verdade está me ajudando, e é um processo comum de acontecer em pessoas, por exemplo, que têm ansiedade, que estão tratando ansiedade. Pessoal acaba vendo que a ansiedade pessoal já faliu isso várias vezes, não é uma emoção ruim. Eu sei que muitas pessoas têm dificuldade de lidar com elas, já vou falar um pouquinho mais sobre ela, mas ela por si só não é uma emoção ruim, é uma emoção e como qualquer outra emoção, ela é boa, ela é útil para te ajudar a lidar com aquilo que está advocando aquela emoção. O problema é quando a pessoa não sabe lidar com aquilo, ela não sabe por que ela tanciosa, não sabe o que está causando ansiedade, e aí é muito difícil lidar com aquilo, se você não sabe nem o que está causando aquela emoção, você não vai conseguir lidar com ela, vai ser muito difícil. E no processo de você perceber emoção, entender ela, isso por si só já muda completamente cenário. Você pode, de fato, começar a ver as emoções com outros olhos. Beleza? Você ressignifica a emoção. E o ideal, pessoal, então o passo 3, talvez um dos mais importantes, você virar um cientista das suas próprias emoções para colocar o foco para dentro e pensa, percebe o que está acontecendo, reconhece e tenta entender o que está acontecendo. O porqueio daquilo, beleza? O ideal é que você tem de fazer isso um hábito. Isso é um hábito para mim, pessoal, se não se encerrar com vocês, mesmo antes de eu estudar isso tudo, mesmo antes de eu me tornar cientista, eu não sei porque eu sempre tive de fato esse hábito de ficar me monitorando. Eu não sei isso foi algo que talvez meus pais tenha me passado, então agradeço muito a minha mãe que deve estar me assistindo, me ouvindo, e meu pai se eles me ajudaram nesse processo, mas eu sei que eu tenho esse hábito há muitos anos de fazer isso. O tempo todo eu faço isso, eu sempre sei como estou me sentindo. Quer ser de uma coisa boa ou ruim? Às vezes eu fico muito triste, pessoal, né? Pessoal, a minha companhia Instagram, ver e tal, tal, mas, bó, como qualquer outra pessoa, às vezes eu fico desmotivado, escrutriste. Mas é a parte da vida, né? O importante é você não vai evitar tristeza. Não tem como. Você não vai evitar ficar triste, você não vai evitar ficar ansioso, você não vai evitar ficar desmotivado. É estatísticamente impossível você evitar essas emoções, a não sei que você tem algum transtorno mental que cuja as áreas envolvidas em gerar as emoções estejam, não seja o funcionamento direito. Caso contrário, você vai sentir-las, faz parte da vida. A questão é, quando elas acontecem, você sabe. Você percebe, não, você detecta. Sim. Tá. Você entende o que está acontecendo? Por que você está sentindo aquele jeito? Sim. Beleza. E aí você sabe o que fazer para lidar com aquilo? Seja lá o que quer que seja emoção, seja lá como ela estiver afetando sua vida, você sabe lidar com aquilo? Sim, não. Então, isso é uma prática. Você treina isso. Pra cada uma das emoções, como eu disse, você pode treinando esse processo, ficar expert em lidar com ansiedades, com ansiedades do trabalho. Você pode ficar expert em lidar com desmotivação. Toda vez que você fica desmotivado, isso vai acontecer. Toda vez que você ficar frustrado, isso vai acontecer. Você vai detectar, vai entender o motivo e vai lidar com aquilo. Essa é a ideia. É muito legal, galera. É muito legal você ter se aprendizado. É muito útil. Ideal que você faça disso um hábito. Toda hora você realmente é um hábito. Você de tempo em tempo separa e se monitora. E faz uma auto-investigação, mesmo ninguém te pedindo para fazer isso, galera. Isso pode ser parte do processo terapêutico, o HTCC pode. Inclusive, é isso basicamente que eles fazem. Terapia cognitivo comportamental. É uma terapia baseada nos processos cognitivos, pensamentos que estão passando. E o seu comportamento e como que isso está relacionado aos seus emoções, por exemplo. "Ah, eu estou muito ansioso. Tá, pera aí. Vamos ver aqui. O que passou no seu cabeça logo antes de você ficar ansioso?" "Ah, passou tal coisa." "Ah, então quer dizer que será que tal coisa é o que está te causando a ansiedade? Poxa, realmente não tinha me ligado. Vou realmente, toda vez que eu penso, então, o pessoal ficou seoso. Entende? A ideia é você explicitar os seus pensamentos, os seus emoções, o seu comportamento, de modo que você racionalizar aquilo. O que você está fazendo? Você está usando o seu cortex pré-frontal. Está desenvolvendo ele e você está treinando ele para você perceber, entender e lidar com aquela emoção. É isso. Então, faça disso um hábito. Quanto mais você fizer, melhor. Quanto mais você fizer, mais você está treinando os circuitos envolvidos e a gente fazer ficar virar um gênio emocional. Beleza? Com o tempo, pessoal, no início, a vez você possa ser difícil. "Ah, André, mas eu fico ansioso, nem percebo que eu tenho ansioso. Com o tempo vai ficando mais fácil." Como eu disse? Quanto mais você faz, melhor se você é brufi que fazer aquilo. Quanto mais você se treinar a perceber seus emoções, melhor você fica nisso. Mas fácil vai ser você fazer isso, mas rápido você vai fazer isso. Então você vai se sentir, já vai se detectar na hora. Ah, tão ansioso. Na hora, porque você está bom em fazer isso, entende? Então, isso é um processo de aprendizado. Envolve mudanças nos circuitos do cérebro. Essas áreas que eu estou comentando com vocês, sistema límbico, cortex pré-frontal, elas mudam. As conexões mudam e fazem você ficar bom em perceber suas emoções ali da conelas, assim como Ronaldinho Gaújo ficaram bons e em Guiaabola até o gol. É um treino. É um aprendizado, beleza? Só que outros circuitos nesse caso, beleza? Agora, vocês vão perceber uma coisa. As respostas que você pode estar sentindo emocionais são muito variadas. É até difícil dizer para vocês "ah, procure, identificar" "tais emoções a abcd" porque o vocabulário de emoções que cada um de nós tem varia muito, depende muito da sua experiência prévia. Talvez você nunca tem a te dar felizmente com a sen. o luto. Você nunca tenha perdido alguém muito querido. Se você nunca perdeu alguém muito querido, você nunca teve a oportunidade de aprender a lidar com a senção do luto. Uma coisa nova, uma coisa diferente. Se você só vai conseguir lidar com isso de alguma forma, depois que isso acontecer. É claro que você pode ter feito outros tipos de treino que podem te ajudar nesse momento. Por exemplo, se você já aprendeu a lidar com perdas de um modo geral, talvez você te ajude a lidar com a perda de uma pessoa. Mas não vai ser a mesma coisa porque você nunca perdeu uma pessoa querida antes, certo? Então, vocês vão ver que as cespostas emocionais são muito variadas. Então, o ideal é que você identifique o seu vocabulário emocional. Talvez você sinta diferentes tipos de ansiedade. Quando a ansiedade que eu sinto com a relação ao trabalho, ela é muito diferente em relação a ansiedade que eu sinto, uma relação a minha namorada, a minha namorada. Legal que você consegue diferenciar. Isso me leva de novo aquele ponto que eu falei. Você tentar granular a emoção. Deixe alumar mais identificar a emoção de forma mais específica possível. Talvez você identifique que você sente diferentes tipos de ansiedade. Conto mais específico melhor. Beleza? Você vai ver que isso varia bastante e você vai ver que as emoções mudam com o tempo. Antes, a ansiedade que você sentia em relação ao seu namorada namorada, era mais intenso, talvez, do que agora. Então, as emoções mudam em várias intensidades, em modalidade, coisas que parecem ruins, agora podem parecer boas. Então, é legal você acompanhar isso. Às vezes, muitas dessas mudanças você mesmo vai causar por causa dessa reflexão toda, que está te deixando um gênio emocional. Bom, enfim, como eu comentei, pessoal, esse processo é em boa parte o que vocês vão fazer. Ou já estão fazendo, ou poderiam fazer, caso alguém tem interesse na terapia, que eu gritivo comportamental, que é basicamente te guiar nesse processo. Inclusive, algo que pode ajudar muito nesse seu aprendizado, de como você se sente, por que você está sentindo aquilo e o que fazer, é você escrever. Tem vários trabalhos mostrando isso. Você colocar no papel o que você está sentindo ajuda muito a você lidar com aquela emoção. O simples fato de você identificar qual é a emoção já é útil. Melhor ainda, se você escreveu a causa, melhor ainda, você escreveu o que você decidiu fazer. Entende? Esse trabalho investigativo, como eu comentei, você virá um sentício de você mesmo. Se você conseguir colocar ele no papel, melhor ainda. O processo de aprendizado vai ser ainda mais eficaz. É muito eficiente. Então, você pode começar a fazer isso. Você lá, pode ligar um cronômetro aí, x vezes por dia você vai parar, botar o foco para dentro, perceber o que você está sentindo, vai tentar identificar, vai tentar entender a causa e pensar racionalmente, racionalmente o que você, qual seria o ideal de você, como lidar com aquilo. E põe isso no papel. Você vai ver que, com o tempo, você vai ficando muito bom em lidar com aquelas emoções que você está sentindo com mais frequência. E finalmente, pessoal, o quarto passo, né? Então, terceiro passo seria você virar um sentício. E o quarto passo é você, de fato, assumir controle e agir, usando o seu cortex para frontal, as áreas do cérebro envolvidas com razão. Então, você vai agir de forma racional. Isso é super importante, pessoal, que vocês entendo o seguinte. Emotões de um modo geral, que é a Sejombôs ou Ruins, elas mudam a forma do nosso cérebro de funcionar. Tolas mudam a nossa capacidade de tomar decisões. Isso é muito bem caracterizado na literatura científica. Se você deixa um animal muito ansioso, humanos e animais, a capacidade de tomar decisão deles que é prejudicada, porque ansiedade é laumento à leta, a gera agitação, ela muda. Inclusive, ela muda a atividade do próprio cortex para frontal, fazendo a sua tomada de decisão mudar. Então, é muito importante quando você tivesse emocionado, sentindo alguma emoção muito intensa, seja borrinho, que você, de fato, paryo não faz nada. Então, você tem que assumir controle da situação para, voltando à história do pary. Então, se alguma coisa está puto com alguém tão ansioso, tem que estar esmotivado para tudo que você está fazendo, porque o que quer que você faça, provavelmente, você vai agir de forma burra. Se você agir seguindo simplesmente o seu impulso emocional, você, por definição, vai agir de forma burra, porque você não está usando as áreas do cérebro, envolvidas com entender, processar racionalmente aquilo, e tomar a melhor decisão possível, está agindo por impulso. Entende? Então, você tem que parar, e sabendo que aquelas emoções estão bom afetar o seu capacidade de julgamento. E a partir disso, e você vai passar para aqueles processos, você vai entender o que está acontecendo, não calma, é isso que está acontecendo, porque isso está acontecendo. E aí, sim, você vai agir de forma racional, de uma forma pensada. E o simples fato, e é claro, né? O que seria você manejar a sua emoção, a emoção de outra pessoa? É você aumentar o diminuição. Então, você, com base nesse processo todo, você pode conseguir, por exemplo, aumentar a sua motivação ou diminuir sua ansiedade. Como andrei, tem várias estratégias, já vou falar, na próxima. daqui a pouquinho, vou falar sobre a ansiedade de motivação, vou falar coisas mais específicas, mas a ideia é que você, nesse processo de racionalização, você muda o seu pensamento. E o que você está pensando, isso gera emoção. O simples fato de você mudar seu pensamento, de você racionalizar aquela emoção, isso, por si só, já vai te dar muito controle para você manejar aquela emoção. Você está mudando o seu pensamento. Não, pera aí, o que que eu tô sentindo? Isso, por que que eu tô sentindo? Ah, isso. Pô, besteira nem era perotatancioso por causa disso. Entende, esse raciocínio que eu acabei de fazer, como exemplo, isso por si só, já tem um grande potencial de diminuição na ansiedade. Não, pera aí, por que que eu tô sentindo? Não é ver, besteira, talvez isso não é acontecer, você tô exagerando. Entende? Isso por si só muda a sua emoção. Então, você vai conseguir ter muito mais controle, como eu disse. Com essa racionalização das emoções, você vai conseguir, eventualmente, até resignificar aquilo que está causando aquela emoção. Você começa a vir aquilo com outros olhos, beleza? E eu garanto para vocês que a sua tomada de decisão vai ser muito melhor. As suas atitudes frente a algo que está te causando a agumemossão vão ser muito melhores se você passar por essas etapas. Percebeu o que é entender e agir. Se você simplesmente agir, você vai agir por impulso. Você, antes, precisa passar por aquelas duas etapas que eu falei para vocês que são necessárias para você ir agir com inteligência. Você precisa perceber e entender o que está acontecendo. E você vai ficar bom em fazer isso, garanto, com treino. Aí você vai agir. Agir com André, você pode agir tentando diminuir ou aumentar a emoção, você pode agir ali. Você pode agir não fazendo nada. Por exemplo, se você tá muito irritado, se você perdeu a calma, tá irritado, tá puro, tá agressivo. E você tá em um diálogo, alguma pessoa, talvez a melhor coisa que você possa fazer é não falar nada. É deixar a discussão para outro momento. E isso por si só é uma ação inteligente. Você tá sendo inteligente, porque você está perdeu a calma. Se você forçar a barra, você pode acabar falando ou fazendo coisas que você não deveria por impulso. Então você, como você rastando a ilisouíço, você percebeu que tá puto, puta, entendeu que tá acontecendo, porque sabe que essa emoção vai atrapalhar a sua capacidade de julgamento. Então você deliberadamente decide não falar nada. Isso é uma decisão inteligente, em algumas situações. Coisa que muita gente não faz. Isso é falando besteira. Isso só piora a situação. Entende só para citar aqui um exemplo. Então você precisa passar por essas etapas antes de agir. Se você pular entender, desculpa, perceber, entender. E aí sim agir. Se você pular direto para a ação, você, por definição, está agindo por impulso. E por definição, essa é uma ação entre aspas burrando. Gostava a palavra, mas só para contrapor a ação inteligente, beleza? Agora vamos lá pessoal. Legal. Acho que vocês entenderam o BAB, André, e precisa virar um cientista de mim mesmo. Mentelegem emocional é treinável. Eu preciso entender as etapas. Eu preciso, em primeiro, entender o que que eu estou sentindo, perceber o que eu estou sentindo, entender o porquê que eu estou sentindo. E aí depois eu vou decidir como lidar com aquilo. Sim. Eu tenho que virar um cientista das minhas próprias emoções. Eu tenho que parar o que eu estou fazendo, botar o foco para dentro e refletir, perceber o que está acontecendo, refletir o porquê daquilo. Sim. E aí sim, eu vou para o último passo que é a G. De alguma maneira. Serto. Beleza. Agora a gente poderia dar um milhão de exemplos. Andréi, como é que eu possa aplicar isso para quando estou muito feliz? Para quando estou muito títica? Para quando estou muito ansioso? Para quando estou muito sei lá o que na situação X? Bom, não dá, gente. Eu teria que fazer um milhão de episódios para discutir todas as possibilidades, inclusive. Convido vocês a esse episódio, acho que vai sair na quarta, convido vocês a me seguir aí no Instagram, vou aprofender pronto o Neuro, porque eu tenho feito Lives. Vou fazer com mais frequência e no sábado de manhã, estou me comprometendo aqui com vocês, eu vou fazer uma Live para falar sobre isso se vocês quiserem trazer outras situações. de emoção, a gente pode discutir outras situações, mas agora eu quero discutir duas que muita a gente tem dificuldade em lidar. Ancidade e desmotivação. Andre, como é que eu aplico isso tudo quando tiver muito estressado e oncios? Ou, o que eu posso fazer quando estou muito desmotivado para lidar com a desmotivação barra a frustração? Vamos lá, estresse a ansiedade, o que é estresse a ansiedade, pessoal? Dito em engenharais, não entra em detalhes, nada mais é do que uma resposta de medo que o seu corpo está gerando, o seu cérebro está gerando, frente a algum estímulo que está presente, algo potencialmente perigoso que pode trazer algum dano físico profissional, social ou algo no futuro que seria ansiedade, seu cérebro está detectando algo potencialmente perigoso amanhã, daqui um mês, está tirando uma resposta para esse medo agora. Qual são os sintomas? Uma certa agitação do corpo e na mente, digamos, mental, né? Você sente uma sensação no peito, talvez depende da intensidade da ansiedade, mas talvez uma atifra com uma sensação esquisita para respirar, frequência cardíaca também irregular e a frequência está maior, a coração está disparando, mão sua, um friozinho na barriga, uma agitação mental, você não consegue focar em nada direito, só que a pazidade foca na ativa no trabalho está difícil, né? O que que seu cérebro está fazendo, pessoal? Está mudando seu cérebro, seu corpo, sua mente, seu corpo para você lidar com aquele potencial perigo. Então todo o resto fica mais difícil de fazer mesmo, né? Se o que está causando ansiedade, seu namoro vai ser difícil você focar no trabalho porque seu cérebro vai ficar puxando seu foco atentional pro namoro. É normal, faz parte do processo. Primeira coisa que tem que fazer quando você estiver sentindo muito estressada ansioso, adivine, para. Gente, e às vezes eu não tô brincando, como eu disse para vocês, isso já é um hábito para mim, eu faço muito isso, é muito útil, acho que talvez seja uma das coisas, uma das minhas maiores habilidades, que talvez seja um dos principais motivos para eu ter alcançado os meus objetivos de vida, muitos deles pelo menos, mas às vezes essa pausa que você faz, ela vai tomar um tempo, faz parte, sem duas opções, ou você fica ali batendo cabeça e tentando fazer o que tem que fazer ou você para, tira alguns minutos, talvez algumas horas, devendo as situações e sentir um dia inteiro, pega um dia de folga, só para isso, você tem que parar, botar o foco para dentro e, primeiro, identificar que você está ansioso, estressado, pô, deixa eu ver aqui, pô, to agitado, cara, o que é isso? É o tão ansioso, pô, to sentindo uma ansiedade, e aí vem em segundo ponto, segundo passo, que você tem que fazer para lidar com a ansiedade estresse. A causa, identificar, entender a causa, o que raios eu estou tão estressado, é muito trabalho, é porque eu estou tendo trabalho, é o mesmo tempo cuidado dos meus filhos, é porque meu namorado, minha namorada fica me enxendo, saco, desculpa o linguajar, por que que eu estou tão estressado tão, tão ou tão ansioso, é o meu trabalho? E esse é um ponto de novo, você estava se virou um cientista de você mesmo, você realmente está botando o foco para dentro e está tentando racionalizar isso, isso vale ouro galera. Se você for fazer terapia, TCC, é isso, em boa parte que o psicólogo vai tentar te ajudar a descobrir, o que raios está te deixando ansioso, é tudo, é o trabalho, é falta de dinheiro, é dinheiro demais, é falta de pessoas pede você, alguma coisa está causando aqui, e isso é fundamental para você no terceiro passo conseguir talvez evitar aquilo que está te causando ansiedade, talvez seja uma pessoa, uma pessoa que te deixa ansiosa, num primeiro momento se tiver te atrapalhando demais e você identificou que é uma pessoa, talvez uma ação muito inteligente seja você evitar a pessoa, talvez não seja uma uma atitude por definitivo, porque é uma pessoa que você não pode evitar para sempre digamos, mas muito eficaz, se você vê o que está ansioso, está atrapalhando sua vida, essa ansiedade, se identificou a causa, é uma pessoa, uma possibilidade, você evitar a pessoa, isso é uma, possivelmente uma resposta muito inteligente, ou você pode ressignificar aquilo como eu já falei para vocês, pode falar, na verdade, por que é do tancioso com o trabalho, porque talvez as pessoas me passem, talvez o meu chefe me mande fazer um relatório, tancioso com isso, tá, mas no pior das hipóteses, se ele te pedir para fazer relatório, isso vai ser um qual o problema disso, vai ser tão ruim assim, é realmente, o problema de fazer um relatório, é você tão ruim, entende, você ressignificou completamente, agora aquele relatório que você estava te gerando ansiedade, você identificou, e agora você vê ele de outro jeito, fala, bom, na verdade, não é tão ruim, sim, é só um relatório, no prédio pode ser, eu faço rapidinho relatório, você lá, entenda, só para dar um exemplo aqui, tá pessoal, afinalmente, é parou, percebeu, identificou, entendeu, eu estou ansioso, faz parte, se tira ansiedade, faz parte, todo mundo fica, existem algumas estratégias, com o tempo, conforme você vai passando para a setapa, se você vai conseguir controlar melhor a sua ansiedade, se você se ressignificar a causa, ressignificar o que está causando, você pode começar a sentir menos, mas eventualmente você vai sentir ansiedade, estresse, faz parte da vida, dele tem algo que eu posso fazer para me ajudar a lidar ali em tempo real, sim, respiração, já comentei com vocês em outro episódio, tem um episódio só sobre ansiedade, se você mudar o seu padrão de respiração, você pode na hora diminuir a sensação de ansiedade, para na hora você diminuir aquela emoção, te ajudar a lidar melhor ali, no que é com a situação, por exemplo, drevo, eu vou falar em público, tá me deixando ansioso, faz parte, o que eu posso fazer para dar uma diminuída daquela sensação, daquela agitação toda, mudar seu padrão de respiração assim, ó, se, para o momento de uma respiração, se você pressar atenção, ela tá irregular, está frequente, você tá, sempre receber, está respirando assim, irregular com uma frequência maior, você, você vai voluntaramente mudar isso, você vai mudar aumentando a amplitude do a sua inspiração, e vai esperar de vagarzinho, assim, ó, entendo? Então eu inspirei, normal, inspirei o máximo bem rápido, e só o seu pude, e solte de vagarzinho, e faz isso umas três vezes, você provavelmente vai sentir alguma diferença, quando você faz isso, você tá mudando o seu padrão, sua frequência espiritual, você está mudando sua pressão arterial, não vai entrar em detalhes aqui como, tá mudando até a química do seu sangue, a quantidade de oxigênio e gas carbonico muda, essas mudanças todas elas são detectadas no seu cérebro, especialmente por aquela área que eu deixei a amada mídula que gera essa sensação de ansiedade, e detectando essas mudanças, o seu cérebro entende que você tá na verdade numa situação de calma, e gera calma, você diminui em tempo real a ansiedade, você tá gerando calma no seu corpo, mudando sua frequência respiratória, cardíaca e quantidade de gas carbonico e oxigênio, esse é informação sensorial chegando ao seu cérebro, se não é lisa, esse é é ébro, calma, não tá tão ruim assim, apesar que a apresentação tá tudo bem, isso é de fato de minunacidade, em tempo real, isso realmente funciona, que é uma coisa que a meditação pratica, já sabe, é muitos milhares de anos eu acho, né? Agora, uma outra estratégia que eu mesmo usou muito é exercício físico, exercício tem um potencial enorme de ajudar as pessoas a lidar com a cidade, tanto no longo prazo como na hora, na hora que você pratica exercício físico, o seu cérebro, você vai ativar o seu corpo, seu cérebro vai aumentar a frequência cardíaca, seu corpo vai naturalmente mudar a frequência cardíaca, frequência respiratória de acordo com exercício, e além disso, quando a gente partica exercício físico, muitas substâncias são produzidas, substâncias que geram calma, relaxamento, essas mudanças, todas se acontece no corpo e no cérebro, elas ajudam o cérebro a tamponar, a diminuir aquela sensação de ansiedade, o seu corpo ele tá ativo, mas ele tá ativo por causa exercício físico, ele não tá ativo por causa de algum estímulo perigoso, porque eu tô dizendo isso pessoal, a percepção de agitação no corpo mesmo você não estando ativo fisicamente, gera um certo desconforto, né? Seu coração tá bom bom bom bom bom a barriga tá lá e sabe, essa sensação de agitação no corpo mesmo seu corpo não estando ativo, isso gera um desconforto, na hora que você começa a praticar uma corredinha, uma intensidade acelerada, você meio que equipar as coisas, agora é bom, só african que a dia comentou, mas aumentou porque você tá praticando esse exercício físico, isso é mais confortável do que a outra situação, e além disso, como eu falei, tem sinais químicos que geram calma, prazer, analgesia, que vão ajudar a lidar com isso, tá? Mas aqueles etapas de aprendizado são necessários, a proveita vai respira, vai dar uma corrida de uma intensidade moderada e a proveita corrida pra pensar no que tá acontecendo, porque você tá sentindo daquele jeito, qual é a causa e passa por aquele processo pra te ajudar a entender ele, dá com aquilo, com o tempo pessoal, vocês vão começar a ficar muito inteligentes, vocês vão virar genios pra lidar com a sua proprensidade, essa ideia, tá? Agora desmotivação pessoal pra fechar esse episódio, Andrei muita gente me pergunta isso, o que você faz, o que eu posso fazer pra ficar mais motivado, quando eu tô frustrado, eu não tô sentindo energia, qual que eu sintomo a desmotivação pessoal, você perde energia, uma você tem uma perda, abrupta de energia, você tem energia pra fazer as coisas, talvez você não se internege pra fazer uma atividade específica, pra estudar, pra falar com alguém, pra trabalhar, pra sair de casa, pra ir pro trabalho, você não tem energia e às vezes, da situação, se você ficou muito frustrado com alguma atividade, você sente até um desconforto. forte, não é? Então imagina que você tá fazendo, tá estudando por uma prova. Tá estudando um ano inteiro estudando. Mese estudando para caramba, deixando ele sair, deixando ele fazer, deixando ele fazer aquilo, estudando todo dia, para passar uma prova. Chegou na prova, deu umas iquisira. Você não sobe lidar com suas emoções, você ficou muito ansioso na hora da prova, não sobe lidar com aquilo, não lembrou nada, fez tudo errado na prova, porque você não sabia lidar com suas emoções naquele momento, porque você não treinou, e aí você não passou na prova. Gente, todo mundo já passou por isso, por algo parecido. O que você sente logo em seguida? Door, sofrimento, doimismo. Esse desconforto, visceral, nada mais é do que a gente chama de frustração. Isso envolve mudanças químicas no cérebro. Seu cérebro tava lá, gastando energia, esforça, esforça, esforça, esperando, colher uma recompensa ali no final. Que era passar na prova, você não passou na prova. Ou seja, você esforçou para caramba, gastou energia e não teve o que era esperado. Isso muda o seu cérebro que, micamente, não vai entrar em detalhes aqui, porque eu já falei bastante outros episódios, mas você tem uma, por exemplo, uma queda brúpita da sua dopamina, isso gera aquela sensação de desconforto. Essa mudança química, essa queda dopamina, é justamente o que gera aquela sensação de perda de energia, de perda de vontade, de fazer qualquer coisa. Aquele desconforto físico. Todo é estatísticamente impossível você não passar por isso em algum momento. Não faz parte do processo de aprendizado. Com o tempo você aprende que para ganhar tal recompensa, você tem que ter tal esforço, mas isso vai eventualmente você vai tentar e não vai conseguir, faz parte, uma prova, uma tentativa, tentar conquistar alguém, tentar uma prova, tentar conquistar um emprego, tentar melhorar alguma coisa, tentar uma habilidade. Enfim, faz parte, você se forçou e não conseguiu, faz parte do processo de aprendizado. E dói aprender, gasta energia e em alguns aspectos um pouco do dorida e alguns momentos. O que você pode fazer? Andreito, eu estou muito desmotivado, fiquei muito frustrado, que eu possa dizer para me motivar de novo para fazer essa prova. O que você pode fazer para me motivar de novo para botar o negócio? Ponto número 1, adivim primeiro passo para tudo, faz parte, você tem que ter paciência, vai do mesmo. Falo isso, comigo também, de tempo em tempo alguma coisa acontece, que eu fico frustrado para algum motivo, tem que parar, você está fazendo, tem que ter paciência porque isso faz parte do processo. Não adianta você tentar evitar tristeza ou frustração ou ansiedade, você só vai se cansar fazendo isso e talvez fique mais frustrado ainda porque você não vai conseguir. É impossível você evitar ser no seu exasão ouvir, tem que abraçar tristeza, não estou brincando, sei que está aparecendo papo, clichê, colte, mas é real, abraçar no sentido de ela vai acontecer o melhor que você faz é prestar atenção nela, porque qual é a nossa atendência, na hora que você fica triste, na hora que você fica e leve um fora, não passei na prova ou qualquer coisa que você não gosta, a ideia é você tentar fugir aquilo, mas não é isso que você deve fazer, tem que fazer o contrário, o ideal é você prestar a atenção naquilo, claro, existem os quadros clínicos em que isso tem que ser feito com cuidado, uma pessoa com depressão, já é uma outra história, estou falando que de pessoas que não estão dentro de transtorno mental grave, mas a ideia é você não é fugida daquela emoção, é você prestar atenção nela, e é uma coisa muito contributiva, porque a gente quer não pensar naquilo, eu levei um fora que nem pensar nisso, vou me distrair, você está perdendo uma enorme oportunidade, uma enorme oportunidade de aprender muito com aquilo e se tornar mais inteligente e saber ele dar melhor com aquilo, a sua chance de sucesso dependem disso, a sua chance de sucesso seja lá no que for, conquistar pessoas, conquistar o emprego, com ter magieiro, depende disso, então aproveita essa oportunidade, eu sempre aproveito, eu sei que dói, mas para paciência, para colocar o foco tensional para adentro, cara, por que que eu estou sentindo assim, por que que eu estou sentindo tão mal, por que que eu estou tão sem energia, e aí você começa a pensar, presta atenção, como você está sentindo seu corpo, porxa, uma desconforto visceral, nossa vontade de não fazer nada que eu era ficar no quarto escuro, porque eu estou muito frustrado, estou na bad, presta atenção em tudo o que está acontecendo, tudo, e aí vem a segunda parte, por que que você está assim, cara? por que que você está tão desmotivado, está sentindo tanto de desconforto? Você tem que entender a causa, e se talvez seja uma das partes mais importantes, e vale ouro, como eu falei para vocês lá na ansiedade, descobrir a causa ansiedade, é que mesmo a coisa, você descobrir a causa da sua desmotivação, da sua frustração, vale ouro, vale ouro, por que que você está desmotivado? Ah, é porque. poxa, porque eu tentei, tentei, tentei, tentei, e não consegui, beleza, mas por que que você não conseguiu? Será que é porque você não tentou suficiente? Será que é porque você tentou errado? Por exemplo, você ficou estudando um ano inteiro para provas, será que você estudou certo? Se você usou, se você estava dormindo mal, provavelmente o seu desempenho nos estudos, foi muito ruim? Entende? Se você está dormindo bem, mas está estudando errado, você vai esquecer tudo o que está estudando, então às vezes foi a forma como você estudou. Às vezes foi a estratégia, pois tu dei para caramba o conteúdo "Ah, mas caiu o conteúdo "B". Cara, faz parte do processo. Será que. porque é que você estudou errado? Alguém te falou errado? Alguém te orientou errado? Você que decidiu? Será que não é a hora de você pedir ajuda de alguém que sabe sobre aquela prova específica? Alguém que poderia te dizer "Andrei, não é o conteúdo "A" que cai, é o conteúdo "B" que cai mais. Entende? O que quer dizer é muito importante você mastigar estudos e você só vai conseguir fazer isso colocando o foco para dentro e usando o seu corte que se prefrontal. Você precisa usar o seu corte que se prefrontal para fazer se racionalizar tudo. O que eu fiz? O que eu fiz de errado? Será que foi uma coisa minha? Será que isso dói, pessoal? Isso dói, mas de novo, isso vale ouro, porque você vai aprender muito com isso. Você vai começar a entender muito bem como que o mundo te afeta. Você vai começar a entender tudo que te causa ansiedade, tudo que te deixa desmotivado, e você começa a entender também, tudo que te deixa bem, tudo que te deixa motivado. E aí, nesse processo da desmotivação, você vai entender a causa, né? Pô, sudei, be errado. Será que é na sua expectativa não estava alta demais? Talvez essa prova que você estudou, um ano seja pouco, é tanta matéria que um ano não é o suficiente, pessoal que faz concursa aí para auditor, né? Um dos concursos mais concorridos. Bom, um ano será que é o suficiente, uma pessoa que está partindo do zero, não sabe nada do conteúdo que cai num concurso desse. Um ano será que é o suficiente? Será que na precisa dois? Entende? Eu quero dizer, será que sua expectativa não estava alta demais de achar que ia passar estudando só um ano? Pode ser? Talvez a sua expectativa tivesse alta demais. Não foi o seu esforço que foi insuficiente, ou sua estratégia que foi na adequada, foi sua expectativa, e isso é um aprendizado. Você, com o tempo, começa a aprender a controlar as suas próprias expectativas, por exemplo. E isso vale ouro do ponto de vista de motivação. A gente vê as pessoas que estão sempre motivadas, né? Influências. Eu, particularmente, acredito que eu tenho uma facilidade de me auto motivar, mas é porque eu já faço isso, já há muitos anos, já literalmente, literalmente há anos que eu faço isso. É um hábito. Eu sempre estou pressando atenção do que estou fazendo desde a graduação. Desde a graduação. Quando eu estava na graduação de biologia, eu já, eu rapidamente detectei que eu não queria isso daquilo. Eu comecei a ver o monte de disciplina de planta. Achava que não saco. Falei, "Pô, eu vi que para a faculdade era para eu estar empolgado, não estou nada empolgado, não estou motivado para ir para alta, é uma coisa errada?" Parei e pensei, "Fra que não é isso, que eu quero, eu quero estudar neurociência, eu quero estudar comportamento humano, quero desvendar os mistérios do cérebro." Parei e pensei, "Adotei uma estratégia, vou mudar de curso, e fui para a ferrejota, fazer biomedicina, um curso que me permitiu, tem muito mais acesso ao conteúdo que eu queria, entende?" Isso muda, gente, isso é a vida inteira. Os seus objetivos vão mudar. Talvez no meio do próximo, no meio do ano, você decidiu que você não quer fazer aquela proposta, quer fazer uma outra prova. Sua motivação vai mudar assim, ó. Você vai perder motivação para estudar o conteúdo A e B, porque você não quer mais aquela prova que cai, conteúdo A e B. Agora você quer esse, ó lá. Você quer virar músico? Sua motivação mudou, faz parte da vida, a vida é assim. A madurece, seus valores mudam, e o importante é você estar em contato, né, você ter esse hábito e ficar se monitorando, para você detectar toda vez que isso aconteça. E do bom dia, na minha opinião pessoal, de tudo que eu já falei nesse portqueste, eu acho que essa é uma das coisas mais importantes. A sua capacidade de alta motivação talvez seja uma das habilidades mais importantes que você tem para desenvolver. E para fazer isso, você vai precisar passar por essas etapas, parar, botar o fogo para dentro, perceber o que você está sentindo e refletir sobre aquilo. Isso toma tempo. Isso forço. E vale a pena. Porque com o tempo você começa a se conhecer muito bem, você começa a ficar muito ferem se monitorar. Toda vez que você fica desmotivado, você vai para todos motivados, e você rapidamente já sabe o motivo. Porque isso não tem valor para mim, porque o esforço é muito grande, é porque, ou rather, você entende o motivo. E aí vem a terceira. se você sabe como você está sentindo a emoção, a causa, entendendo, você sabe muito bem o motivo, você vai saber lidar com aquilo. Nesse caso, por exemplo, de motivação, a ideia ter seretapa é você criar um novo planejamento. Bom, eu estou desmotivado porque eu não passei na prova, certo? E eu pensei bastante, eu acredito que eu não passei na prova porque eu estudei errado, eu não tive orientação, então sabe o que eu vou fazer? Eu vou pegar procurar ajuda daquele fulano que sabe para caramba de estudos, vou pegar um planejamento com ele e aí sim vai funcionar. Gente, no que você fizesse raciocínio, a nota que eu estou te falando, no que você construir raciocínio, você vai ver que, mágicamente, entre aspas, sua motivação vai surgir do nada. Não é do nada, teve um processo por trás, você identificou, entendeu, e planejou de novo. Agora, o sociébrio mais uma vez, ele está visualizando uma recompensa, um motivo, ele sabe o que tem que ser feito para chegar ali, é tudo que você precisa para te gerar energia, para estimular sua dopamina, te fazer sentir energia, empolgação, para mergulhar naquilo de novo, e isso é infinito a sua vida inteira. Talvez você não consiga de novo, e você faz esse processo de novo? Você é "pop, o que eu não consegui?" Talvez você não sofre tanto na segunda vez, porque você já colocou a expectativa mais próxima do real, você se esforçou de uma maneira mais consciente, entende? Então, no segunda vez mesmo que você não passa na prova, talvez você não sofre tanto, porque você vai falar "pô, não, mas esperei". Ah, tá, deve ser também, deve ter sido aquilo ali, deve ter sido tal estratégia, fazer o seguinte, vamos fazer, agora, você se ajuste aqui, com o tempo você vai ficando muito bom esse automotivar. Talvez você fique tão bom, que você vai entrar para essa turma e que fala que motivação não importa. Galera, motivação das coisas que mais importa na nossa vida, de verdade, do ponto de vista fisionero científico, fisionológico mesmo. E eu acredito como eu já falei para vocês, que as pessoas que falam que não importa, é porque elas sem perceber, elas ficaram muito boas em cima, motivar, e reparem, essas pessoas realmente elas são muito motivadas. É, não sei o que, é a corda de manhã. Eu acho que a pessoa tá tão boa em cima e motivar, que ela é igual aquele professor que sabe tanto de matemática, que ele esquece o que não é saber matemática e dar uma aula difícil para a carama que ninguém tem indinado, sabe? A pessoa tá de saber tanto, tanto com tanta profundidade sobre aquilo que ela esquece o que não saber. E fala "Ah, isso aqui é não importante, isso aqui é simples, nem vou falar nada para eles, isso aqui isso aqui já devem saber". Não é, é importante sim, você só esquece o que já tá muito afrente, né? Eu acho que o que acontece com essa galera que fala que motivação não importa, eles são muito bons esse automotivar. E eles se querem se deram conta das etapas que eles mesmos usam para se motivar, que provavelmente é isso que eu tô falando para vocês. Você sabe quando você está desmotivado, você sabe o motivo e você sabe se motivar. Não, eu vou fazer assim, fazer a sado e você gera a motivação parece que do nada, mas não é do nada. Beleza pessoal? Bom, como eu disse, dá para a gente aplicar essas etapas que eu falei para vocês, em praticamente todas as emoções, não vou ficar falando aqui nesse episódio, estamos aqui com quase um hora e medo esse episódio. Espero que vocês tenham curtido, quem quiser me acompanhar, quem quiser discutir isso mais a fundo, tem aqui uma referência na descrição que eu vou deixar para vocês leerem, que todo mundo tem acesso, mas convido vocês também me seguir aí lá no Instagram @profandrey.nuro. Eu tô fazendo lives, vou fazer cada vez com mais frequência, lives para bater um papo com vocês, só eu e vocês. E no próximo sábado, eu vou fazer uma live para falar desse assunto de novo, para se carrecer dúvidas, se vocês quiserem fazer a construiração, estão convidados próximo sábado, eu acho que de manhã vou fazer essa live, chega lá, para a gente bater um papo e discutir outras emoções e tudo mais. Espero que tenha ficado claro pessoal, eu tenho aqui meu roteiro, mas nem sempre, eu dou me provisada, nem sempre, não é uma coisa muito não é, nem sempre, eu não sei se eu vou conseguir explicar de forma clara para todos vocês, se vocês têm alguma dúvida, alguma consideração, alguma sugestão, por favor, deixa aqui no comentário, eu tô lendo tudo, eu tô acompanhando, sugestões de outros episódios podem deixar também isso, me ajuda bastante para lejar os próximos episódios, eu ainda que eu não consegui responder todos vocês, eu tô de olho, eu tô monitorando, eu tô acompanhando, no mais pessoal, espero que vocês tenham curtido, que você, que esse episódio seja útil para a vida de vocês, fiquem a vontade para me trazer um feedback, que fica muito feliz com os feedbacks que eu recebo, andrei, pô, funcionou para caramba, me melhor me ajudou para caramba, agora eu tô olhando melhor com a cidade ou não, tragon feedback de vocês, é muito bacana, gosto de ter a interação com vocês, e é isso pessoal, se você não curtiu esse episódio ainda, curte agora, se você conhece alguém, tem dificuldade em lidar com as emoções, compartilhe esse episódio, deixe nos comentários tudo que você quiser, no mais pessoal, como sempre, foi um prazer, incomançura, a gente se vê no próximo episódio, até lá!

Podcast Summary

Key Points:

  1. Inteligência é a capacidade de gerar respostas adequadas a situações específicas, podendo ser treinada e aprimorada ao longo da vida.
  2. Existem múltiplas inteligências (espacial, motora, musical, linguística, lógico-matemática, intrapessoal, entre outras), conforme proposto por Howard Gardner, sem consenso absoluto na literatura.
  3. Inteligência emocional, conceito criado por Salovey e Mayer em 1990, refere-se à habilidade de entender e lidar com as emoções próprias e alheias.
  4. As emoções são geradas automaticamente pelo sistema límbico (ex.
  5. O episódio propõe quatro passos práticos para melhorar a inteligência emocional, aplicados a exemplos como ansiedade e desmotivação.
  6. O professor incentiva interação dos ouvintes (curtidas, comentários) para apoiar o podcast e sugere acompanhamento nas redes sociais.

Summary:

Neste episódio do podcast "Cupa do cérebro", o professor Andrei Maier, neurocientista da Universidade Federal de Santa Catarina, aborda o tema da inteligência emocional, destacando sua importância para a vida pessoal e profissional. Ele inicia definindo inteligência como a capacidade de gerar respostas adequadas a contextos específicos, enfatizando que ela não é inata, mas pode ser treinada. Exemplifica com jogadores como Messi e Ronaldo, que possuem alta inteligência espacial e motora, e menciona a teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner, que inclui tipos como musical, linguística e intrapessoal, esta última relacionada à inteligência emocional.

O professor explica que as emoções são respostas automáticas do sistema límbico, como a amígdala, diante de estímulos significativos, e que não temos controle voluntário sobre sua geração, mas podemos usar áreas cerebrais de raciocínio para gerenciá-las. O conceito de inteligência emocional, cunhado por Salovey e Mayer em 1990, é definido como a habilidade de entender e lidar com emoções próprias e de outros. Ao longo do episódio, ele promete apresentar quatro passos práticos para aumentar essa inteligência, aplicando-os a situações comuns como ansiedade e desmotivação.

Por fim, pede que os ouvintes interajam com o conteúdo, curtindo e comentando, para ajudar na divulgação do podcast, e convida a acompanhá-lo nas redes sociais.

FAQs

É a capacidade de entender e lidar com as emoções, tanto as nossas quanto as de outras pessoas, usando áreas do cérebro ligadas ao raciocínio lógico e ao planejamento.

As emoções são geradas automaticamente por áreas como o sistema límbico, incluindo a amígdala, que responde a estímulos significativos. Esse processo é involuntário, mas podemos treinar nossa capacidade de lidar com ele.

Sim, segundo a neurociência, todas as habilidades, incluindo a inteligência emocional, podem ser treinadas. Ninguém nasce com inteligência totalmente desenvolvida; aprendemos e melhoramos ao longo da vida.

O episódio apresenta quatro passos práticos para melhorar a forma de lidar com as emoções, que são discutidos em detalhes ao longo da conversa, incluindo exemplos com ansiedade e desmotivação.

A ansiedade é vista como uma resposta automática do cérebro a uma situação percebida como perigosa, como apresentar um trabalho. Ela ativa a amígdala e visa ajudar a lidar com o desafio, focando a atenção e o alerta.

Proposta por Howard Gardner, sugere que existem vários tipos de inteligência, como espacial, musical, lógico-matemática e intrapessoal, sendo esta última relacionada à inteligência emocional.

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