#391 | A VERDADE SOBRE O PLANEJAMENTO FINANCEIRO NO BRASIL
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A transcrição aborda a trajetória e o modelo de negócio da W1, liderada por Gabriel Mangueira, que se tornou CEO após uma transição de carreira. A empresa, fundada em 2010, começou como vendedora de produtos financeiros independentes, mas em 2018 passou por um "estalo" ao focar na excelência em servir, priorizando o planejamento financeiro para a classe média, um público negligenciado pelo mercado. Atualmente, a W1 tem 60 mil clientes ativos, 37 escritórios no Brasil e R$ 3,5 bilhões sob custódia. A empresa se divide em quatro unidades: planejamento financeiro, assessoria de investimentos, consultoria patrimonial e consultoria empresarial, todas voltadas para atender as necessidades financeiras dos clientes, desde orçamento até sucessão. Gabriel destaca que o crescimento de 50% ao ano é considerado baixo, mas a empresa ainda atrai centenas de novos clientes mensalmente. A W1 investe fortemente na formação de profissionais, com cursos internos de seis meses certificados pelo MEC, focando em soft skills como comunicação e persuasão. A estratégia de crescimento combina padronização do método com profissionais locais para fortalecer o relacionamento com os clientes. Gabriel enfatiza que o planejamento financeiro traz clareza, proximidade e confiança, sendo o diferencial para atender um público que busca organização financeira e proteção patrimonial. Ele conclui que o mercado está cada vez mais valorizando essa abordagem, que conecta o cliente a um plano de longo prazo.
Quanto que você é poupa por mês, muito vamos falar que nem sabe. É legal porque a gente vai falar de um modelo de negócio na faria Lima e ele não é o fundador, mas ele fez um trabalho tão bom como e a gente que virou o CEO da Essa Mente. Ainda assim tá sendo um desafiador, porque a gente estava acostumada a crescer sempre sendo ao ano, esse ano a gente tá crescendo 50, e pra nós isso é muito ruim. Mes que a gente tem um resultado muito relevante, são 400 a 500 pessoas entrando nos diversos escritórios no Brasil. Em 2018 tivemos o estálogo que o mercado está tendo hoje. O que que é esse estálogo? Esse estálogo se resume na excelência em servir. O público que a gente olha, ele não está tendido, ele está esquecido. Então a gente dá vários passos pra trás, pra assim. Primeiro vamos organizar base, vamos ver como tá seu futexcaixa, sua proteção de patrimônio e de vida. Aí sim a gente vai falar dos próximos grandes passos. Em que que o Gabriel pré CEO da W1 aprendeu nessa sandança em 6 anos? Erros vão acontecer, mas a gente precisa ser muito sagaz pra consertar a rota e colocar as coisas no eixo. Melhor coisa que o Mângere ensina, né, me diga onde eu vou morrer, pra eu nunca ir pra lá. Sim, sim, sim, tá começando mais um MarketMaker. Seja bem-vindo ao podcast da família investidora brasileira, eu sou o Thiago Salomão, fundador e CEO. Dessa empresa aqui já fala com mais de 7 milhões de pessoas todos os meses. Por áudio, por vídeo, por Newsletter, pela nossa comunidade investidor e as MarketMaker, em todos os cantos trazendo a voz do mercado financeiro. No papo de hoje, a gente vai falar um pouco mais sobre as entranhas do mercado financeiro. Vamos falar sobre muita coisa que tá rolando nessa dinâmica do mercado, mas eu não estou sozinho nessa conversa. Você já vira que estou muito bem acompanhado de lepo ou leopoldo rosa. Eu tenho que chamar de leopoldo rosa ainda, eu posso falar o leopoldo aqui comigo. Pode falar só o leopoldo aqui comigo. É mais um leopoldo que as pessoas contrataram. Vamos dar uma palestra, vamos chamar o leopoldo rosa pra. Tem a melhor do leopoldo rosa, né? A roba, no leopoldo rosa, não Instagram, pessoal. É isso. Seguir lá. Tudo bom, Leopoldo. Tudo bem, você? Tudo ótimo. Tá preparado? Preparado. Se temos aqui com Gabriel Mangueira, ele é. É legal porque a gente vai falar de um modelo de negócio na faria Lima. E ele não é o fundador, mas ele fez um trabalho tão bom como. que a gente que virou o CEO da exácia. Mas, em Big Numbers, né, a gente tá aqui. O Gabriel representa a W1. Em presa já tem 16 anos de atuação no mercado, mas. eles têm hoje mais de 100 mil clientes. 1.900 funcionários, a gente vai falar um pouco sobre essa formação de talentos que eles têm lá dentro. 37 escritores espalhados pelo Brasil e mais de 3 bilhões e meio de reais em ativos sob custódias. Nas palavras de Gabriel Mangueira, "Oh, não existe ninguém que faça planejamento financeiro na escala que nós fazemos." E por que vai ser legal esse papo? Bom, além de explicar um pouco do modelo de negócio, a gente vai poder. falar com alguém, tá olhando de camarote essa mudança que a gente tá vendo no mercado de trabalho do mercado financeiro. Nessa transição, assessor, consultor, fixe e tudo mais. E a W1 já se coloca numa posição ali de planejamento financeiro, acaba vendo um pouco disso aí de camarote. Além de ser uma história muito legal de crescimento dentro do mercado financeiro, a gente vai poder falar um pouco da dinâmica dessa indústria. Então, já se acomoda aí, já prepara papel e caneta que vem muita aula aí e aliás, já deixa o like no vídeo, se inscreve no canal, que a gente fala com muita gente, mas quer falar com cada vez mais pessoas. É isso, Gabriel. Bem vindo ao Marketmakers. Então, obrigado. Meu povo, salomão, prazer tá aqui com vocês. E esse ó, só no muito prazer, a gente entregou um pouco do sotac, Gabriel. Não é. Não, eu eu faria a Limer, né? Hoje mora na faria Lima, não é o faria Limer, né? De onde é? Eu sou de Belo Horizonte, Marina Gerais. Que legal. Moro em São Paulo há seis anos. E antes de morar em São Paulo, o que te trouxe a atenção? Até pra pegar um pouquinho a W1 tem 16 anos, mas você chegou ali no meio da W1, antes de se tornar si. O que foi essa, só chegada aí a W? Eu cheguei em 2020, conheci a W1 quando ela tava começando a fazer expansão pra Minas Gerais. Então, o negócio era muito concentrado em São Paulo, principalmente capital e campinas. E aí no meio da pandemia, o fundador, que era o seu na época, teve esse insight de fazer uma expansão aproveitando a possibilidade de fazer uma expansão virtual, sem ter muita despesa fixa. E aí nós nos conhecemos, ele via a LinkedIn mesmo, é um processo similar ao processo de expansão que a gente faz hoje, né? De anúncio de vagas e prospecção de talentos. E aí nós nos conhecemos, meados de agosto de 2020, fomos, começamos a trabalhar juntos, eu comecei na verdade, pressão consultoria pra ele, não só pra projetos da W1, mas pra projetos pessoais, que ele é um investidor inserente. E aí tivemos a afinidade e ele acabou fazendo convite pra assumir a cadeira que ele ocupava de seu. Mas antes você foi contratado o que você fazia antes de pra W1, você era um consultor, enfim, como é o que era o seu background? Então eu tava numa mente de transição de carreira, então eu trabalhei muito tempo na empresa da minha família, né? Comecei a minha carreira com a Meneida, depois trabalhei na empresa da minha família, que foi fundado em 1960 pelo meu avô, mas totalmente fora do mercado financeiro, em vez do que. Logística em baúnde, que é logística dentro das cederúrgicas e mineradoras, negócio bem complexo, né? A gente tinha ele em torno de 2000 funcionários e eu tocava aquela operação ali com a minha família. Chegou momento que eu decidi sair, buscar novos rums, que é negócio família bom, mas tem seus porém, né? E fui morar na França, fiz um em Beirna França, assim que eu voltei, eu abriu a empresa de consultoria pra fazer consultoria, eu me deemenei com foco em startups, fazendo a ponta, em startup e o vento que era rápido. E aí no meio do caminho eu acabei conhecendo a W1 e comecei via consultoria, como eu falei, foi a gosto de 20, fevereiro de 21, eu assumi como se eu de fato e me mudei pra São Paulo, então. E aí você estournou se eu, da W1, mas a W1 no seu início, o que foi o start da, né? Porque 16 anos a gente tá falando aí pegar 10. - E a G10? - 2010. - 2010 é. Eu brinco que tem o mercado pré expansão da XP, assessores, tudo mais e o boss. - 2010 era pré-se, meu quer, o que que era a W1 no Brasil? - Então a W1 começou com o modelo de negócio tradicional europeu, que o fundador viveu durante anos, né? Então ele trabalhou durante muito tempo, não é empresa que ela está da na Boste Franco, ele foi um dos principais responsáveis pela expansão dessa empresa no Léche, europeu. Então ele dominava essa arte de contratar e formar pessoas e dominava o modelo de negócio, então ele trouxe esse modelo pra cá e começou dessa forma, né? Que nada mais é do que um modelo de venda de produtos financeiros de forma independente, foi assim que começou. Aí de 2010 até 2018 ficou nesse modelo, em 2018 a W1 teve esse estálo que talvez o mercado esteja tendo agora, né? De que o caminho pra atender o cliente é através de uma excelente prestação de serviço. E em 2018 a empresa começou a se transformar numa empresa de planejamento financeiro, né? Então abandonou aquela tese antiga de venda de produtos financeiros de independente, isso ainda faz parte da entrega, mas é uma das partes da entrega, né? E começou a focar mais em relacionamentos com o cliente, conhecer profundamente o perfil desse cliente, quais os objetivos de vida dele, pra construir uma relação de longo prazo. E aí durante a entrega do serviço, aí sim, a gente olha o que tem de cardápio de produtos, de forma ignora, acho que independente, pra oferecer o que tem de melhor pro cliente, mas só depois a gente tem tendido profundamente onde ele quer chegar. A gente vai entrar nesse estálo que o mercado está tendo agora? Hoje, como é que divide então a W1? Quantas caixinhas existe ali de atividade? Então a gente tem esse cor que é o planejamento financeiro, focado em pessoa física, e aqui a gente foca muito num segmento de mercado, que ele nunca foi o foco e ele ficou de certa forma abandonado, porque a gente tinha lá traz os bancos, né? E ainda tem, né, uma grande concentração bancária nesse mercado de investimentos, mas depois veio esse movimento das corretoras que focaram nos clientes com alto valor investido, né? Famoso 300K mais no mercado, mas a maior parte da população brasileira é uma população que não necessariamente tem alta liquidez. Então se a gente pegar brasileiros com menos de 1 milhão investido, a gente está falando da maior parte ali, principalmente quando a gente pega o recorde classe A e B, é maior parte dos brasileiros. E que tem uma renda média, média alta significativa, e é exatamente isso.
nesse público que a gente foca. Então fazer planejamento financeiro para usar esse recurso que arrenda. Então esse é o nosso correo negócio principal, ajudar muito na parte de orçamento, fluxo de caixa, planejamento dos objetivos financeiros, proteção, aposentadoria, etc. E aí tem a segunda caixinha que ela é complementar a estrabalho que é onde entra a nossa assessoria de investimentos. Então a maior parte dos nossos clientes já é necessariamente atendido por pelo menos dois profissionais, que é o planejador financeiro e o assessor de investimentos. Quando a gente une esses dois negócios, a gente já está falando de mais de 70% do nosso grupo. E aí com tempo nós fomos percebendo que existia a oportunidade de agregar ainda mais valor para o cliente, então surgiu um novo negócio que é a nossa consultoria patrimonial. Então setem ele o planejamento, focado na renda, setem a parte de assessoria de investimentos focado na liquidez e o ativo ilíquido, quem toma conta aí é o nosso constor patrimonial. E aí ele entra, obviamente aqui a gente acaba focando um cliente que já tem uma renda mais elevada, um patrimônio mais elevado, ainda que não seja líquido, mas que faça sentido a gente já estruturar um planejamento sucessório, uma constoria patrimonial de fato. E logo na sequência percebendo que a nossa tração e estudando um pouco a nossa base de clientes, a gente percebeu que em torno de 15% dos nossos clientes são empresários ou administradores de empresa. E com isso nós creamos uma nova unidade focado em consultoria empresarial para pequenas e médias empresas. Então basicamente esse empresário que já estava buscando ajuda em um serviço de qualidade para a sua pessoa física, a conclusão óbvia era que ele também precisava de ajuda na pessoa jurídica, testamos hipótese, e isso se validou. Essas são as quatro unidades operacionais principais. Mas nessa consultoria aí a branche só o aspecto financeiro? Só financeiro. Então seria quase como um CFO, é a serviço, aí você vai? Basicamente o que a gente olha, se a empresa já tem balanço da RE e fluxo de cash estruturado, se ela não tem a gente ajuda a estruturar, se ela já tem planosamentário, a maior parte dessas empresas não tem um plano tão estruturado, se ela já tem o dobramento das metas para o ano ou para um projeto de três anos, dependendo caso a gente faz valuation. Então sim, é uma consultoria financeira mais profunda para duas coisas, um da mais clareza para o empresário e a outra para ajudá-lo a tomar as decisões corretas do ponto de vista financeiro. Fua, sabe aqui daqui a pouco, a gente vai voltar a se falar, porque a gente vai ter um projeto aqui no MarketMaker, eles conversam muito com esse público aqui. Deixe 100 mil clientes aqui que eu não sei na abertura, em ordem de grandeza, e como é que eles se dividem nessas quatro caixinhas aqui? 100 mil clientes são históricos, hoje a gente tem em torno de 60 mil clientes ativos, desse 60 mil clientes em torno de 50 mil clientes, passaram pelo planejamento financeiro, nós temos hoje aproximadamente 30 mil clientes na assessoria de investimentos, e aí na constoria patrimonial e na constora empresarial são negócios mais recentes, no horizonte de dois anos, a gente está falando ali de um pouco mais de mil clientes. Vou, posso me dar uma aqui? Uma das coisas que a gente conversou até, a gente sempre faz uma conversa antes do podcast e tal, e aí você trouxe muito essa questão da vocação formadora de vocês, né, da W1C, esse lugar onde os profissionais são formados de fato. Queria saber da tua visão, qual que é a esquil que o profissional planejador financeiro tem que ter hoje, diante dessa explosão de inteligência artificial de as pessoas querendo fazer esse trabalho do planejador no chat PT, então assim, acho que tem um esquil novo, mas também tem uma necessidade de falar, não é tão simples quanto parece, esse profissional é um professoral com uma atuação complexa, né? Legal, nós se lente perguntam. Normalmente, a gente busca profissionais que já tem um rádio psiquiú básico, né? Então, normalmente a gente foca em cursos como economia, administração, contábese, são os profissionais, né? São os profissionais que têm mais facilidade com a parte técnica que a gente ensina. Então, a nossa busca normalmente é pelos soft skills, né? O que é que esse profissional sabe-se relacionar? Ele tem uma boa habilidade de comunicação, ele tem um raciocínio lógico, ele tem um poder de persuasão, óbvio que isso também é treinável, mas quem já tem isso avançado sai na frente. Então, de toda forma, a gente foca nesse nicho de profissionais, né? Nosso D&A é formação e o nosso curso, ele tem seis meses, no final, o profissional recebe uma certificação aprovada pelo MAC. Então, a gente forma os planejadores financeiros em casa e recentemente, nós também criamos programas de formação para as demais unidades. Então, a gente tem um programa de formação para as cessores de investimentos, para constores patrimoniais e para constores empresariales. E tem um equipe bem grande envolvida nisso, está hoje, são mais sem pessoas envolvidas, só entrenamentos no nosso legal. E aí, por exemplo, esse ano, nós já formamos mais de 300 pessoas nesse seis meses. E aí, vocês têm, eu vi que vocês têm 35 escritórios espalhados no Brasil inteiro. Se sente a necessidade de personalizar essas atuações, então assim, a atuação que eu faço na Bahia, diferente da que eu faço em Goiás, que eu faço em São Paulo, ou o movimento é o oposto. Unificar a forma de atuar pelo Brasil inteiro. Muito bom. A gente tinha essa dúvida e comprovamos com os dados que, não, o caminho correto é ter a padronização, mas a estratégia goto-market é ir com profissionais locais. Porque essa questão de novo, eu bato muito nisso do relacionamento. O relacionamento é um maior ativo. Então, normalmente, o que é, por exemplo, do Nordeste, ele tem uma abertura maior com o Nordesteino. Nós até enviamos profissionais de São Paulo, por exemplo, e deu certo, mas um time exclusivamente de fora da região a gente não faz. O máximo que a gente faz é unir dois times de rejões diferentes, mas todo o discritório nosso tem um time local bem representativo. Que legal. Então, está buscando aqui qual era o nome de microfone? Está buscando aqui qual é que era o estado que a Stone teve mais dificuldade de crescimento. Porque essa é a sua pergunta me lembrou muito o modelo de crescimento da Stone, né? A mada da Vaquininha, os maquininhas. E era um, não sei se era uma cidade, o específico de Santa Catarina, era o estado mesmo de Santa Catarina. Que eles tinham muita dificuldade de crescer, porque aquele modelo que eles iam colocando no Brasil todo, ali não pegava muito bem, porque o Carioca já chega na meio um pouco ex-spogiado, e o pessoal nem Santa Catarina, um pouco mais sai. Então, aí eles começaram um pouco dessa padronização, se adaptando a região, acaba sendo muito importante. Tem que ser padroniz o método, mas a pessoa que está ali na linha de frente é o que varia, né? É a variação, né? Que fez. É, Stone é um baita case, né? A gente se espelha muito na estratégia deles, a estratégia de polos, né? E eu fiz a mentoria com os fundadores, e ele contou exatamente esse caso. Era um emprego do su. uma cidade do sué também não lembro no homem, mas estiver se desafio por não ter o responsável ali alguém local, né? Isso faz muito diferença. É, inclusive, eu acho que tem algum livro aí da Stone, aqui que livre o pequeno 60 segundos, tá espalhado, né? Pela nossa biblioteca. Posso voltar num ponto que ele levantou a bola? Acho que eu assunto mais importante aqui pelo menos do momento que a gente estava vivendo no mercado. Como é que você está vendo essa dinâmica do mercado? E aí, acho que até vale a pena nessa resposta, que pode ser bem longa, até trazer um pouco do paralelo, do planejador, do assessor, do consultor, enfim, como essas figuras. É feito. É, estão inseridas no ecossistema do mercado financeiro. Acho que esses estálos se resumem na excelência em servir. Eu acho que esse momento mais duro do mercado, né? Tacha de juros, muito alto, etc. Foi pressionando os players a pensar fora da caixa. O que a gente viu lá atrás foi, e o nosso caso foi um pouco diferente, né? O que a gente fazia para desenhar um produto financeiro adequado para o perfil do mercado financeiro?
do cliente, a gente tinha um trabalho tremendo de entender profundamente a vida daquele cliente. E a cada quatro potenciais clientes só um fechava. Então a gente trabalhava para quatro, pelo menos nessa fase inicial, isso era remunerado por um cliente. E aí o estáo que veio lá atrás foi. E se a gente cobrar para começar a trabalhar, a desenvolver esse estudo de fech do produto com o profissional. Foi assim que tudo começou, né? Mas aí, da ali para frente, o modelo evoluiu muito. Porque o objetivo é tudo precisa melhorar sempre. Então a gente foi aperfeiçoada na forma de atender esse cliente. E entendendo profundamente quais as dores desse cliente. Toda a mesma forma que eu falei que na constora impreza real, a gente foca muito em dar tareza. A gente foi perceber no que o cliente pessoa física não tinha a clareza. Acho que se você fizer um teste com seus amigos perguntar assim, quanto que você poupa por mês. Muito vão falar que nem sabem. Claro. Quanto que você poupa no ano, não sabe. Então essa clareza é fundamental. E o que a gente percebeu? Quando a gente traz metodologia e processo para o planejamento financeiro, essa clareza vai sendo aperfeiçoada, né? Você vai tendo cada vez mais clareza. E você vai atuando de forma intencional para que tenha mais superavite e para que você consiga local essa capacidade de poupar da melhor forma possível. Sempre conectando com seu objetivo financeiro. E eu acho que esse é o estálo que está tendo agora no mercado de trazer a ferramenta de financial plane, que é algo que não se falava um, dois anos atrás. Eu tinha dificuldade de falar com os grandes executivos do mercado e explicar para eles o que a gente fazia. Hoje está ficando mais evidente. Tem muita gente inclusive modelando o que a gente faz. E isso, do meu ponto de vista, é o caminho certo porque traz as duas coisas que o cliente mais presa. Existem várias pesquisas que são feitas no mundo inteiro sobre o que o cliente mais valoriza no mercado financeiro. São duas coisas, proximidade e disponibilidade. Quando você entra no detalhe do planejamento financeiro, você traz uma conexão com o cliente muito forte. E essa relação passa a sua relação de longo prazo porque o cliente confie em você. A gente tem casos que são até curiosos do cliente ligar para o planejador financeiro para falar assim, estou querendo fazer tal a que a gente se são, posso fazer? Então esse é o nível de intimidade de confiança que a gente chega nessa relação. Respondendo de forma mais completa essa pergunta, eu vejo muito o planejador financeiro, como essa pessoa, o guardião ali desse plano de curto médio e longo prazo, que olha para a fluxo de caixa, que garante que vai ter acidente de caixa para se aplicar nos objetivos. O acessor de investimentos, como é ex-profissional, que cuida 12 investimentos de forma completa, mas que conecta o investimento com o objetivo que foi definido no planejamento financeiro. Porque se você tem as duas coisas dissociadas, você vai ter investimentos que não seguem essa metodologia que agou o base de investimento. Então esse eu acho que é um primeiro movimento de conseguir atender o cliente forma mais profunda. E isso foi puxando outras atividades de serviço, como, por exemplo, a consultoria patrimonial. Não adianta olhar para a vida financeira do cliente e olhar só para a liquidez. A liquidez é uma parte pequena da vida desse cliente. Super relevante, mas uma parte pequena. E aí você começa a olhar para os ativos ilíquidos também. Então é um movimento que talvez ele já era acessível para os grandes investidores, quando você vai para o segmento "Rai ultra-rai", os MFOs já fazem um atendimento 360 completo. Mas isso não era acessível para o variejo e para o variejo "Medial Terrendo". E exatamente aqui que tem o desafio da escala, como você vai atender o variejo com qualidade e com a escala. E é por isso que eu falei que não existe ninguém que atua nesse segmento "Planjejamento financeiro" no variejo com a escala que a gente atua. O grande desafio quando você me conta do negócio para mim parece esse. Como eu consigo fazer o negócio altamente personalizado em que esse contato e essa proximidade é muito importante, mas ao mesmo tempo que eu preciso escalar. Então são coisas que parecem opostas que vão para caminhos opostas e que vocês conseguiram unir. É sempre um desafio, como que a gente tem feito para conseguir unir isso. Uma coisa é essa questão que a gente falou mais cedo da formação. Ou seja, eu preciso de pessoas para escalar. Eu não vou achar essas pessoas prontas no mercado, eu preciso desenvolver elas. Outra coisa é ter uma metodologia e um processo claro. Então a gente tem metodologia W1 e todo mundo que é formado, é formado nessa metodologia de atendimento ao cliente. E a outro pilar é tecnologia. Então se a gente pegar nos últimos quatro anos, a gente deve ter investido um pouco mais 30 milhões reais em desenvolvimento de tecnologia com foco no planejamento financeiro. E aí, obviamente algo que, para mim, é o maior diferencial da empresa, é a cultura que ela permeist. Essa cultura de atender o cliente, de colocar o cliente no centro, de agregar valor para o cliente, apresentar para ele o que, de fato, faz sentido e ter essa cultura de formação muito forte. O que você pode abrir sobre essa metodologia W1? Sim, o tempo de duração, o que o cara, o como é que ele entra e como ele sai, enfim, o que torna isso tão singular aí no modelo da empresa? Não tem tanto mistério, a gente usa muito a metodologia de planejamento financeiro mundial, só que nós segmentamos um pouco as caixinhas. Então o planejador financeiro, ele nunca vai tratar de investimento. Investimento é com o acessor de investimento, uma profissão regulada e aqui a gente atua de forma realmente segmentada. Mas o planejador financeiro, ele cuida dos pilares básicos da vida financeira de uma pessoa. E essa é a metodologia, começar de baixo para cima e não de cima para baixo. Então o que que acontece, você pegar a maior parte da população hoje não investe. Quem investe, se a gente pegar, por exemplo, o relatório lá da raixista ambima, quem investe, a maior parte das pessoas não tem reserva de emergência para seis meses de espesa mensal. E ao mesmo tempo, se você fizer uma pesquisa perguntar para essas pessoas, boa parte dessas pessoas estão a investir em ações bitcoin e não tem nenhuma base financeira. Então a gente dá vários passos para trás e falar assim, primeiro vamos organizar a base, vamos ver como está seu fulgiscacha, vamos ver como está seu planejamento de aposentadoria, sua proteção de patrimônio e de vida. Depois, sua reserva de emergência, depois que essa base, a fundação está bem estruturada, aí sim a gente vai falar dos próximos grandes passos. E esse é o desafio que tem e que tem um aspecto um pouco de, direto, até mentoria mesmo no processo da nossa entrega, porque a maior parte dos clientes via de regra não tem os seus objetivos de vida claros e definidos. A maior parte não tem. Os que têm também não têm processos priorização. Então a gente ajuda muito nessas duas etapas, vamos ter clareza dos seus objetivos de vida e vamos priorizá-los no curto médio longo prazo. Tem uma coisa meio terapêutica no início do processo. E é fundamental, e normalmente o olho adopter, quem adere o nosso serviço, é a pessoa que vira a chave da consciência de que poxa o preciso passar por esse processo. Se não, eu estou postergando decisões fundamentais e a gente sabe no mercado financeiro o tempo custa-caro. Porque se você demora cinco, dez anos pra tomar decisão, esse dinheiro no tempo, se bem investido, pode vir a ser milhões reais que estão sendo despertissados ao longo de uma vida. Salomão só, então fazer um adendo pra quem está ouvindo a nossa conversa, pra entrar no site da W1, que tem essa explicação em detalhes, né? Do ecossistema 360, aquele trabalho. Pra quem está ouvindo o número? O site da W1 é o www.w1.com.br. O www.w1.com.br. E no nosso tela está no ar, o QR Code. Se você quiser trabalhar com a W1, entra aí o QR Code ou entra no site que está na descrição, pra você poder apresentar sua candidatura. O entrar nesse processo seletivo, ela falou aqui sobre a vocação deles de formação. Então é um processo muito bacana aí pra você que quer começar uma vocação. E até na nossa conversa preagravação, você falou que em um. Eu queria entender o que é um mês bom, porque se falou, foi em determinado mês, a gente chega a recrutar até mais pessoas que achis P e o BTG. Sim, a gente tem um tamanho bem menor do que eles ali em termos de custódio, tudo mais. O que significa isso? É basicamente, nós temos 36 escritórios.
um pouco mais de 100 líderes em processo de crescimento das equipes. Assim, o mês que a gente tem um resultado muito relevante são 400 a 500 pessoas entrando nos diversos escritórios no Brasil. - Que é, não mês em um mês. - Cara, isso dá o que? Por dia útil aí, umas 20 pessoas agirando, mas em pré que muito país por aí. Então, porque a gente tem na nossa cultura um aspecto muito forte de indicação. - Legal. - Então, penso que, se a gente contrata em um mês 500 pessoas, obviamente que dessas 500 pessoas, como o nosso DNA e formação, nem todas ficam. Tem gente que vai ter fit, tem gente que não tem, tem gente que acha que vai se desenvolver bem e acaba. No primeiro mês, já fala que "poxa, isso não é pra mim", mas quando a gente pega o cororte dessas 500 pessoas, provavelmente no longo prazo umas 200 vão performar, vão dar certo aqui dentro. Dessas 200 sem vão sobressair em termos de resultado. Então, a gente forma essas pessoas no tempo e essas pessoas que ficam que gostam do modelo, que entender o poxa. É pra mim, elas vão acabar indicando pra outras pessoas, só que com um filtro muito melhor, porque ela já entendeu o ecostema, ela já sabe o perfil que pode dar certo aqui dentro e ela indica uma pessoa e normalmente o nosso plano de desenvolvimento, ele preve a possibilidade dessa pessoa se formar como planejador financeiro, mas também como um líder. Então, num horizonte de 24 meses, o objetivo dessa pessoa é formar sua carteira de clientes, mas também começar a formar da sua equipe com duas, três, quatro pessoas ali na sua equipe. E aí ela começa a já pensar "poxa, se eu tenho essa possibilidade, eu vou focar aqui nessa formação da carteira de clientes, mas também já vou trabalhando como eu vou formar essa equipe pra no segundo ano, eu estou com equipe bem estruturada e com o tempo ele fazia transição de carreira. Então, a gente forma não só o profissional pra entender o cliente na ponta, mas também a gente tem a formação de liderança. Então, a gente ensina o profissional a liderar pessoas, a fazer gestão de performance, de gestão de resultados e assim vai. Ah, posso fazer mais um pergunta nessa linha? Eu só queria primeiro saber pra quem está ouvindo, viu que a Ricôde já apontou o celular, quem é o tipo de pessoa que acaba tendo mais predisposição a entrar nesse processo auditivo, assim as qualidades que ele tem que ter e até que tipo de pessoa que não costuma dar certo aí nesse processo auditivo. Legal. Como eu falei assim cursos normalmente, economia, engenharia, contábios, administração, esses são os mais evidentes, mas temos também advogados que aplico e então super certo, temos outras profissões. Em termos comportamentais, assim, é uma pessoa que tem a fome que quer aprender, que está disposta a dedicar tempo nessa formação, porque no final do dia é uma transição de carreira, na maior parte dos casos. Existem também os profissionais que já são do mercado financeiro, então o trabalho em bancos, em alguns casos, há até inserir o investimento e querem migrar pra ser um planejador financeiro, também da super certo. Mas o mais importante é ter fome e está disposto a se dedicar pra viver a jornada. Essa jornada dos primeiros 24 meses, 36 meses, ela é muito intensa, porque você tem que aprender o negócio, é um negócio novo, e ao mesmo tempo que você está aprendendo, você atendendo o cliente com todo suporte, da sua liderança, e da nossa equipe de disciplinar que tem por trás, pra oferecer um atendimento de qualidade pro cliente. Então, esse período é bem intenso. E Gabriel, assim, a gente vive num mercado onde as pessoas são também sensíveis a um número, né? Então, eu imagino que uma pessoa que quer entrar nesse processo, vislumbra quanto que ela pode ganhar. Vocês trabalham com uma espécie de promessa com várias aspas aqui de remuneração, qual o potencial, e até que vale a pena nessa resposta, explicar um pouco da diferença do planejador e do assessor. Porque a gente já viu muitas promessas de assessores que conseguem ganhar uma grande rentabilidade, uma remuneração. Mas porque muitas vezes ele oferece um produto que paga melhor pra ele, mas é aquela receita que não é. Ela não é perenne, ela não é perpeta, porque não dá pra você entubar um monte de produto paga bem no mesmo cliente todo ano, né? Isso é uma coisa que às vezes você tem um ano muito bom, porque você fez isso, mas é um ano seguinte, não. Enfim, o planejador imagina que é uma coisa um pouco mais de longo prazo, né? O que é uma remuneração que um profissional desse pode chegar a ter? Bom, assim, depende muito da intensidade comercial e da habilidade da formação da carteira. Então a gente tem planejadores que começam e no primeiro segundo mês já estão ganhando 30, 40 mil. Mas não é, não é o mais comum, tá? Mas é possível. A maior parte dos casos entre 5 e 15 mil reais, tá? Aí depende muito dessa performance. Se ele comquista dois clientes por mês, se ele comquista 4, por exemplo. Que é 4/1 por semana, não é nada de outro mundo. O planejador que conquista 4 clientes por mês de forma consistente, contigo de médio legal, vai ganhar ali seus 15, 20 mil reais tranquilamente. Aqui tem uma diferença grande com o acessor e é legal ver isso porque o acessor é um negócio mais de longo prazo, porque demora pra você formar sua carteira. E os dois modelos são muito bons. Você tem casos de acessores hoje que tem mais de 1 bilhão na carteira e fazem 4, 5 milhões a ano. Agora, o planejador normalmente se ele foca só na carteira e ele não segue uma carreira de liderança, por exemplo, dá pra ele chegar ali nos 30, 40 mil reais constante. Se ele vai pra carreira de liderança, aí ele já começa a atingir patamar-es um pouco maiores. Porque ele tem uma responsabilidade maior, ele cuida da carteira de clientes maior, da equipe, e a gente já está falando o horizonte de 50, 60 mil reais. Alguns casos específicos, a gente tem dentro de casa, já vai pro horizonte de 150, 200 mil reais, mas a gente já está falando de equips com mais de 200 pessoas. São líderes que formaram líderes e aí é uma responsabilidade, obviamente, já olhando uma regional, por exemplo, a regional de minas gerais, o líder é responsável por essa regional, já está nessa faixa de 150, 200 mil reais por mês. Mas aí também a responsabilidade aumenta, porque são mais pessoas abaixo. Assim como a carreira executiva. Sim, lógico, mas é quase como ele se torna um maestro ali da Orquesta, ele vai trabalhando ali pra manter o equipe abaixo dele em harmonia e formando novos límios. Ele é responsável pela qualidade, não só da entrega dos consultores que ele lidera diretamente, como dos consultores liderados pelos líderes que ele lidera, e ele é responsável pelo crescimento da equipe como tudo. Então, é uma bata responsabilidade, não é pra todo mundo, obviamente, tem que ter um perfil muito específico pra dar conta desse recado, assim como COO são poucos de fato que as minhas de responsabilidade, mas existe a possibilidade. Nessas andanças aí pelo Brasil são 36 escritórios. Tem alguma região que te surpreendeu, caramba, que lugar, interessante pra se aprofundar, o crescimento foi muito rápido, enfim, porque aqui a gente tá na faria límia, então a gente tem muito mais essa sensibilidade da faria límia, quando a gente conversa com uma casa mais focada no sul, a gente pega um pouquinho ali, mas a gente não tá nesse dia a dia, tem corregião que chamou muita atenção, assim, nessas andanças. -Vou te dar uma visão geral do que a gente vive, começou em São Paulo, bem concentrado, a região muito próspera da SuperCER. Primeira região de destaque foi interior de São Paulo, campinas, liberam preto, negociando muito bem. E aí depois, Belo Horizonte, então Belo Horizonte, foi onde a gente mais cresceu. E agora a gente tá indo pro interior de minas. E recentemente a gente fez um movimento pro Nordeste. Nordeste foi muito sorprendente. Fortaleza foi o escritório que mais cresceu na empresa, no menor espaço de tempo. E no mais aqui pra Centro-Echo, Goiânia, foi também um foguete, tá indo super bem, crescendo muito. Um lugar inusitado, não sei se vocês já ouviram falar, "Cacual, sabe onde fica, não é qual?" Quer riscar, não, mas o que vai se calar? -Cacual é Rondônia. -Então. -E não é isso, é Rondônia. -É não, é falar norte, mas não lembro a que está. -É, e não pro Noartilí, então Rondônia, "Cacual" de Paraná, um lugar também que tá se desenvolvendo muito. No sul também deu muito certo. Então, por exemplo, Curitiba, Deus SuperCERTE. Não, time de. bem grande hoje a gente tem mais de 100 pessoas lá na equipe, mas é uma região que está crescendo num peço um pouco menor do que essas do que o Nordeste do que Centro Ache. Você acha que essa região norte-nordeste são regiões em que ainda concorrência é um pouco menor, ainda tem mais demanda reprimida, é só uma impressão nossa. Sem dúvida, existem vários fatores, mas a concorrência é menor e a oferta de oportunidades de trabalho também é menor. Então os bons profissionais tem muito profissional bom. Você pega fortaleza, por exemplo, que foi feito em trabalho educacional maravilhoso, você vê nas entrevistas, entrevistas pessoas, alto nível de educação. Elas não têm tanto o que fazer na região e aí uma oportunidade dessa pode ser a oportunidade da vida da pessoa. Então fortaleza é um exemplo, mas recife e salvador também está em super bem. Acho que é um conjunto, sabe de menos concorrência, sem dúvida nenhum, mas também menos oportunidade de trabalho, de prosperar, de crescer na verdade profissional. De fato, em algumas regiões do Brasil, a gente tem uma mão de obra muito boa pelo bom sistema educacional. Perfeito, acho que todo mundo conhece lá a história do quando o Martíns Cobar contou sobre o investimento na arco-educação. Eu falo porra, por que tem tanto searencia que não hita? O vestibular, mais concorrido, ele foi, descobri que tem uma escola lá no Nortext, que estava formando as melhores cabeças e desviam tudo pra. Não só isso, acho que agora é com a expansão, tem um monte de universidade federal em todos os estados, tem profissionais que saem das federais com boas formações e que não encontram campo de trabalho com o respondente no estado que estão. E aí viram uma opção de carconstruir de fato uma carreira no empresa sólida. É o próprio Belo Horizonte, se não tem tantas opções de empresas grandes pra trabalhar. Então normalmente os melhores profissionais de Belo Horizonte acabam indo pra São Paulo, por exemplo. Sabe que esse é um paralelo que eu tanto Belo Horizonte quanto Porto Alegre, são regiões que já tiveram protagonismo maior na economia brasileira, mas não tem o mesmo de antes, tem uma formação ali uma base que de pessoas que poderiam trabalhar em outros setores, eu faço um paralelo de escum o Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro querendo não, a gente até vê pelo Market Makers os principais gestores que a gente conversa, são do Rio de Janeiro, porque era uma sáfra de pessoas que fizeram a economia, a engenharia, mas, ou eles eu trabalhar na Petrobras ou eles iam fazer o resto. E quando isso começou a minguar ou então as pessoas sempre não queriam fazer isso, ficaram poxa, o que a gente vai fazer, né? E eu me sumei o que ajudou, se tinha muito oferta de mão de obra de qualidade e poucas empresas ligadas a um dos investimentos e hoje de coisa. O Rio de Janeiro é o que acontece nessa região e as oportunidades são escas, então elas são muito disputadas. E os melhores profissionais estão ali disputando quem conseguiu o levô e quem não conseguiu acabar buscando a outra oportunidade que tende a ser em outra localidade. Bom, a gente já falou bastante coisa aí sobre o futuro da indústria e tudo, mas o que o futuro da W1? Eu sei que é uma empresa, já está com várias áreas novas, mas é uma empresa já de 16 anos, você já está se odendo a empresa a 6 anos, né? O que é que você vê aí de novos passos, a internacionalização, é crescer de fato no resto do Brasil? Onde vocês pretende chegar? O primeiro passo é continuar essa expansão territorial no Brasil e consolidar o mercado, de planejamento financeiro, confoco nesse varejo média e alta renda. Temos planos de fazer IPO, obviamente que nesse momento sensível, né, com a taxa de juros, com essa seca de IPO, é um momento desafiador, mas a gente acredita que vai abrir uma janela em breve, então a gente está preparando a companhia para fazer IPO e obviamente assim, IPO é meio, não é fim, o IPO seria para nos ajudar nesse processo de consolidação. Então a nossa estratégia já passa por alguns pilares, né? Um deles é a expansão territorial, o outro é por soluções financeiras, então a gente investe muito em tecnologia, vamos continuar investindo, não só para potencializar o projeto profissional, mas também para oferecer um melhor atendimento, cliente, eficiente operacional, então, com a pauta muito forte de otimização melhoria da gestão e desenvolvimento de pessoas, né, que é esse excelente em liderança e gestão de pessoas com esse DNA forte de formação que a gente tem. Essa estratégia sendo bem executada, a gente acredita que o horizonte de IPO e de consolidação vão se tornar uma realidade, e aí depois de consolidar Brasil, o objetivo é dar um próximo passo, rumo em internacionalização, e assim, por enquanto, o país mais óbvio, o Estado está a mãe de um mercado, a proximidade, as mesmas dores, é o México. E IPO é uma palavra muito forte hoje em dia, né? A gente não vê IPO um tempão, pois o que até mais animado, né, quando eu vei alguém falando o que eu vou fazer o IPO. Pois é, e eu não sei o quanto você pode abrir de número, ou pelo menos de crescimento da empresa, mas o que que traz essa confiança de fazer um IPO, né, se acho que os planos de crescimento ficaram claro, mas pensando até em o que a empresa já entregou para poder freder esse sonho, e aí pensando, "Vocente, quando vai ver um IPO, a gente se pensa num benchmark, o que seria um benchmark aí da W1, caso alguém que era ver alguma empresa em outra bolsa, então é na própria bolsa brasileira, poderia ser um paralelo." Então vamos assim, te dá um pouco os números, né, grandes números. Então hoje o faturamento mensal em torno de 20 milhões reais, a gente está nos últimos quatro anos com a taxa de crescimento superior a 100% ao ano. Então, o que os nossos números e a perspectiva de growth, né, nossa tésia é growth e consolidação. Ele é muito forte, mas a gente contribuição de 50%, esse ano a gente deve entregou um ebit da próxima, ali de 4%, 5%, que é natural para a empresa que está em high growth. Então, se a gente consegue manter esse ritmo de crescimento, em um horizonte de três anos, a gente já vai ter ele o porte para fazer um IPO. E no horizonte de cinco anos, as cinco a seis anos, a gente teria porte para fazer, inclusive, nasda que se fosse um opção nossa, não é decisão nossa. Então, essa tese, a gente acredita muito no nosso propósito e no impacto que a gente gera. Então, como eu falei, o IPO é um meio para viabilizar um impacto ainda maior. Hoje a gente tem a capacidade de atender milhares de clientes, o objetivo é atender milhões de clientes. E esse movimento que está sendo feito, né, a gente está profissionalizando muita companhia trazendo executivos do mercado, trazendo a auditoria big for, implementando essa API. Então, assim, essa agenda toda de preparação, ela é muito intensa. E a gente vive isso na nossa cultura para, é óbvio que o IPO é uma perspectiva, mas não é o objetivo fim. A gente está ficando pronto para que isso aconteça quando tiver a janela ali correto. Mas, de forma geral, é isso, né. A gente acredita muito no que a gente faz. Se você fizer uma pesquisa interna lá na W, que a gente fez recentemente, principal, coisa que motiva todo mundo ao propósito. Que vai ser. É um ânime. O nosso propósito é muito forte. Porque quando a gente vê o impacto que tem na vida financeira do cliente, a gente tem alguns depoimentos de cliente nas redes sociais, podem dar uma olhada. É muito gratificante de ver, né. É bonito de ver como a gente conseguiu mudar a vida de uma pessoa. E não sei se vocês têm isso escrito na parede, então, eu me lugar, mas se você responde de bate pronto, qual é o propósito da W1? O propósito exatamente é acompanhar as grandes conquistas da vida das pessoas. Então fazer relacionamento de longo prazo e, em cada conquista ali, a gente teve uma contribuição. No casamento, a gente impactou na compra do imóvel, no futuro melhor para a família, na reserva financeira, no caso de uma invernatualidade. Esse é o propósito. Legal, muito bom. Você só não respondeu o benchmark, tem algum novo? Ah, desculpa. Tem vários, mas nenhum que faça exatamente o que a gente faça, porque a gente tropicalizou O que você pode fazer?
Então, assim, na Alemanha, que é a origem do modelo, tem a Dot Vermung Esperato. Vou abreviar para ficar mais fácil. DVG é a empresa que patrocinava o Schumacher. Então, quando ele usava aquele bonezinho que tinha um alogo ali na frente, essa empresa é uma das grandes referências aqui para a gente. O Klopp é um dos embaixadores e eles têm. O treinador? O treinador. E eles têm hoje em torno de 18 mil assessores. É uma empresa familiar ainda, que tem algumas seguradoras de socio. Mas a gente se inspira muito nessa cultura que eles têm, sabe, de profissionalismo, de atender bem o cliente, de escala. Então, essa é uma das empresas. Tem uma outra que chama MLP. Essa é a listada na bolsa de Frankfurt. Eu visitei eles. NLP. Eu visitei essa empresa, deve ter uns dois anos. É uma empresa que fez IPO. Tem um pouco diferente hoje, eles têm torno de 2 mil assessores. Acabaram um pouco mais para a linha de gestão de patrimônio e banking. Mas eles têm um DNA de formação muito forte. Então, eu visitei a sédia da empresa. Eles têm uma universidade, falem muito cadeira. Eu nunca fui numa universidade tão grande. Uma universidade, uma byte estrutura. E aí vem gente da lemã inteira para estudar nessa universidade e ser formado como um profissional do mercado financeiro. E aí eles pegam os melhores. Tem um processo eletivo ali. E contratam essas pessoas para atender os clientes. E a universidade mesmo? Sim mesmo. De eles. Tem de própria. E o nome da universidade é MLP também? Não, tem um outro nome. Não vou lembrar o nome agora. Talvez Google saiba aqui. Qual o treinador que vocês vão pegar para se embaixar? Ah, é uma boa pergunta. Tem um cara bom ali no Palmeir, que ele por cima. Esse cara se coloca ali, meu Deus. Aí o IPONa nasa, que ele sai com o último alf. Sem clubismo. Sem clubismo, né? Imagina. Não vai ter que ser um contenedor. Não sei se tem algum time lá em Minas. Não quero te colocar em mais lençolias. Eu tenho atleto. Ah, atleto. Com isso, eu tenho que dar uma coordeneta. Com isso, pouquíssimos cruzerem. Se você cruzerem, deixa aí no comentário. De falar de cada dois. De cada dois. De cada dez. Mineros pelo Converse, oito nove. É isso, mano. De falar que são poucos os cruzerem. E a gente conhece um minero que é falar bem isso, tá? Ah, mas isso aí tem muito. Vejo fora todo mundo, é flamenco. É que vejo fora, dizem que é quase rio, né? É um minero meio cariocado ali. É. Pô, legal, legal. Tem mais alguma lepo. Ah, eu queria fazer. Não, não vou polisando aqui. Não, queria fazer uma outra. É um pouco mais aberta. Acho que tem uma desafio quando a gente olha hoje para a economia brasileira. Isso tem sido, né? Até porque é a Andelação. Então a gente acaba falando mais do macro, né? Quer entender na tua perspectiva, como que você tem visto? Esse cenário macro brasileiro hoje. Tanto do ponto de vista da expansão da W1, quer dizer, como que eu leio isso para planejar essa minha expansão? Quanto do ponto de vista da administração dos bens, dos clientes? E só antes, ó. Gotte University Frankfurt e a Frankfurt University of Applied Sciences. É, se alguma dessas duas aí. Você, inclusive, foi mais feliz do que eu, o seu jogo, MLP, saiu de fato, MLP. Eu joguei MLP e descobri que a mesma sigla do desenho "Milir opone" e aí o MLP apareceu vários ponesinhos aqui no meu Google. É que eu joguei MLP Frankfurt para evitar isso. Eu acho que as pessoas têm curiosidades a ver o que a gente fica mexendo assim, né? Não tá blentinho no computador durante a. Eu cortei a pergunta, você quer refazer a pergunta? Você lembra da pergunta? O cenário macro, isso. O cenário tá bem desafiador. O taxa de juros muito alta, inflação, os preços estão ficando absurdos. Por outro lado, você tem a taxa de desemprego que não tá tão alta. Então, do ponto de vista de clientes, a gente tá vendo que a tração, quando a gente olha os nossos números e indicadores, a tração tá similar ao que a gente tinha. Do ponto de vista de crescimento da nossa base de profissionais, se as pegue de formação a gente tá enfrentando alguns desafios, porque tem muita gente empregada. Então, assim, mas de forma geral, eu tô muito otimista, acho que esse é um ano que vai definir muita coisa, né? O cenário político tá muito estável, mas pós eleições, a expectativa, pelo menos, é que se estabilize e que a gente tem um norte melhor, um rumo melhor pro país. E do nosso lado, aqui, continuamos otimistas investindo muito no crescimento da companhia e fazer as coisas acontecerem e continuábos que a gente boa. A gente brinca e a gente boa atrás e a gente boa. E esse é o nosso foco. Eu vou fazer. Não, eu só vou fazer um comentário sobre isso. O André Esteves fala muito isso em alguns eventos, né, que é lógico que a economia ajudando. É sempre bom, mas o empreendedor, o empresário brasileiro, tem que se acostumar a jogar sempre com o vento na cara, não comvento nas costas, porque nos últimos anos. A tendência que a gente tem sempre mais indo com os acorrentes do que a favor. E ele fala também, né? Se a sua empresa precisa de um vento nas costas para dar certo, é que talvez o empresário seja tão boa assim, né? Mas legal é ver o tamanho da expansão de vocês no momento ruim de mercado. E uma alta concorrência, né? Porque também acho que um ponto que a gente enxerga, até por isso que eu te perguntei do que os concorrentes devem fazer, é que a gente vê uma grande expansão no mercado de acessores, constatores, tudo mais. Mas a partir de um certo momento virou um jogo de roba-monte, quase, né? Um cresce porque está tirando do outro, porque não está vindo tanto dinheiro no ovo ali, né? Mas sabe por que isso acontece? Porque está todo mundo olhando por meio do segmento. Nós não. Eu falei no início. É ficou bem claro aqui no papo, não é? Então o público que a gente olha, ele não está atendido, ele está esquecido. Então é muito comum a gente pegar clientes que estão sendo atendidos, obviamente, por outras casas. E não ter um grande desafio de conversão, porque o relacionamento ali não está próximo. E não vai ser próximo mesmo, porque a estratégia do modelo daquele player, entendeu? Então assim, do nosso lado, ainda assim está sendo um anda desafiador, tá? Porque a gente estava acostumada a crescer sempre sendo ao ano, esse ano a gente está crescendo 50. E pra nós, isso é muito ruim. Isso pra nós é um cenário de grande desafio. Então eu acho isso muito legal também, porque na companhia está todo mundo se movendo. Pra voltar a crescer 100%. Entendeu? Pra aproveitar essa janela, pra gente realmente descolada a concorrência. E aproveitar essa onda de consolidação que a gente tem na nossa tese central. Ah, se vê como uma regua é alta, né? Porque qualquer outro negócio fala, a gente cresceu 50%. A gente fala, por que legal? A regua deles é. É. Eu quebrei, é uma coisa que veio na cabeça quando estava falando do cenário macro, que é o cara. Essa é uma pergunta que eu queria fazer pros planejadores financeiros, a W1. Como lidar com o fenômeno das apostas e do gasto das pessoas, nesse tipo de jogo, que tem tirado, pra além das muitas coisas que fazem a pessoa não investir, essa acabou se tornando, adicionou a simulha complexidade aí, mais um impeditivo, porque as pessoas estão gastando dinheiro e achando que estão investindo, né? É, sem dúvida. Olha, por isso que o planejamento financeiro é tão importante. Porque assim. Eu não sou a favor de apostas, mas se você tem um bom planejamento financeiro, uma boa reserva de homenagens, um bom planejamento curto médium do prazo e você faz a posta, o prejuízo desse ato vai ser muito menor. Então, óbvio que em alguns casos a gente se depara com as situações assim, e é muito triste ver, porque alguns casos tem até vício, né? A pessoa já está num ciclo ali muito prejudicial, mas aí é o ponto que a gente fala de começar de baixo pra cima, dá alguns passos pra trás, uma estrutura essa fundação aqui, que a sua estrutura vai ficar mais resiliente a imprevistos. Se você cede um vício e acabar indo pro caminho de a posta, seja você tomando decisões ruins, porque essa sua fundação tá bem estruturada, você vai conseguir passar aí por essas fases difícil. Mas se você tem um planejamento financeiro legal, se você for apostar, você vai apostar por diversão, não porque tá tentando ali extrair algum dinheiro, porque a sua sua finança tá bem estruturada. Eu acho que o grande problema é que a maneira como as apostas entram na sociedade é totalmente duente. Sim, a gente já viu vários casos de empresários que nos relatam que hoje um grande problema que eles têm com os funcionários é o funcionário pedindo adiantamente salarial pra poder.
pagar alguma dívida que está devendo para alguma força, alguma aberte, enfim. Então, é o planejamento, fazendo um paralelo com qualquer outra atividade que não faz muito bem, mas você sabendo o mal que faz você doza isso, é a mesma coisa que no lado alimentar, ou no lado de algum hábito como fumar, beber, enfim, aquela coisa que não é recomendado, porque não faz bem, mas se você sabe o limite ali do. - Em que o. - Está educado para usar, né? - A educação para usar, te torna menos sucessitível a ter grandes problemas que a gente vê, aí aos montes, né, de perda de vida, de patrimônio perda da família, ligado ao uso descontrolado disso. - Mas aí assim, até sair um pouco do tema posta e olhando para as decisões da sua vida, a gente volta para essa questão da metodologia, que eu acho que é por isso que está muito certo, sabe? Se no início da conversa o profissional entende profundamente qual o seu objetivo de vida, fica muito mais fácil de desconstruir qualquer viés negativo que você tenha, como por exemplo, a decisão de tomar uma poça, porque o seu gatilho vai ser, se você for por esse caminho, aquele objetivo que eu sei priorizou, que você falou que é a coisa mais importante da sua vida, você não vai alcançar, vai para aquela palavrinha mágica que é o tal do princípio, se você tem princípio, você não vai se deixar levar por algo rápido, algo fulgaz, você já tem um princípio maior, um objetivo, maior propósito, enfim, muito bom, muito bom. - Tem mais uma pergunta aqui, você tem, hein? - Boa, boa. - O que é essa vida aí, como se o, chama de empreendedor barra empresário, a frente de uma empresa que cresce tão rápido e lida com tanta gente, ajudando as pessoas? Qual foi o principal aprendizado que isso te trouxe? Em que que o Gabriel pré, se ou da W1, aprendeu nessa sandança aí, nesses seis anos? Olha, é uma jornada de muitos aprendizados assim, acho que o principal aprendizado é que a gente não sabe nada assim, a gente tem que ter o tempo inteiro exercendo essa humildade de buscar fazer as coisas melhores, aprendendo com pessoas que já traçaram jornadas iguais ou similares, aprendendo com os erros dos outros, e acho que aprender a errar rápido, corrigir rápido, isso é uma coisa que a gente vive muito lá na W1, porque são pouquíssimas empresas no mundo que crescem a um atache de 100% ao ano. Então erros vão acontecer, fatalmente vão acontecer, mas a gente precisa ser muito sagaz e ágil para consertar a rota e colocar as coisas no eixo. Um outro ponto, que é o que a gente está vivendo hoje, eu estou ficando cada vez mais obcecado por isso, que é ter a capacidade de priorizar e executar as coisas muito bem. Normalmente a gente acaba e não acho que a tendência das empresas de ir para esse universo do planejamento e da estratégia, que de fato é muito importante, mas a maior parte dos players pecan na execução. E para você executar você precisa de um time muito bom e muito bom de execução. E esse trabalho de priorização da clareza de qual caminho ser seguido para que a execução seja um foco e seja uma obsessão, resumindo que fazer o que precisa ser feito, acho que é muito importante. Então são alguns aprendizados que eu tenho entido. Sabe que eu. Eu adoro fazer esse tipo de pergunta para quem está tocando o próprio negócio, porque boa parte da minha vida eu fui empregado e os últimos quatro anos a minha vida me tornei empreendedor de fato. E tem muita coisa que você só descobre que você deveria aprender o que você aprende fazendo. E entrevistando lá no começo do Market Makers, o Juliano Costódi, o fundador da Ikea, ele falou uma coisa na época, e vai muito ilinha com o que você respondeu, que é a musculatura cerebral de quem tem que tomar decisão importante rapidamente. E na época aquilo sou o meu abstrato para mim, porque por mais que eu já tomasse algumas decisões importantes, é bem distante das decisões que eu tomo hoje, quatro anos depois, de ter criado a minha empresa, a forma equipe, trazer gente, mandar gente embora, mudar o projeto, criar um projeto, ter novos parceiros, e a musculatura cerebral que eu tenho hoje de tomar decisões importantes rapidamente ou mais rápido do que antes, acho que isso é o tipo de aprendizado que só quem sente na pele difícil você aprender isso só além de um livro, fazer um curso, você tem que passar por essa travessia para você começar a pensar desse jeito. Eu complementaria até fazer a analogia, com isso que é assim, como se fosse a musculação, trabalhando seu músculo, mas também não adianta ser só malhar. Então eu acho que é uma das coisas mais importantes que eu tenho buscado muito, cuidar de alimentação, beber menos, cuidar, ter uma vida cada vez mais saudável, porque se você só faz a musculação, bebê todo dia, vai para um McDonald's a vida, se acaba aí no contra, um hábito que você está exercendo ali, que obviamente vai te ajudar, mas não é suficiente, né? - E a gente precisa fazer outras coisas. - Príncipe-os, acho que a gente aqui é muito fã do Charlie Manger, acho que é uma das grandes lições que a gente tem, tem o quadro ali, tem o bonequinho dele ali, tem o livro dele ali, e uma grande lição que a gente absorve, além do Charlie Manger, Warren Buffett, é que não tem como você querer ser um bom investidor, ou um investidor com foco em um golpraso, se você não é um pessoa focado em um prato, assim, os seus hábitos, os seus princípios, a sua vida, ela tem que estar condicionada, quem você quer ser. Então você quer ser um bom tomador de decisão, um bom líder, não tem como você ter hábitos que talvez a sua vida pré-responsável, você teria, né? É uma adaptação natural, até de preservação, a sua preservação vai garantir a preservação, nem que você tem. - Acho que são. - Eu não sei se não tem como falar que não é um desafio. Sabe que é uma discussão que a gente teve aí no Market Makers uma vez que embora a gente tenha outros socios, eu sei da minha importância ali, por causa do projeto, estar muito vinculado à minha persona, né? Então até brinco, assim, eu falo, olha, se determinado socios se envolveu algum escando, algum problema, pois se socios saia ali do quadro, saia a empresa, e vida que segue. Agora, se eu me envolve alguma coisa dessas, você coloca um negócio em ruína, né? Então você sabe da importância, assim. E isso, naturalmente, vai te fazer, aí voltando para o Mânger, né? O melhor coisa que o Mânger ensina, né, me digam de onde eu vou morrer, pra eu nunca ir pra lá. Pois, eu estou vendo uma casca de banana, cara, eu vou desear dessa casca, não vou. É muito mais sobre não fazer as coisas erradas, do que só fazer as coisas certas. Cara, bem legal, tenho mais uma pergunta, sei a pergunta que eu vai virar a chavão sempre que eu falo com o executivo, um CEO, é. Reputação é aquilo que falam de você quando você deixa a mesa, você sai da sala. O que que você acha que falam sobre Gabrião Mânger é quando ele deixa a sala? Eu achei essa aí, desafiador, é. O que eu sempre escuto, assim, é que eu sou uma pessoa muito visionária e inspiradora. Eu acho que ponto positivo, talvez seja isso. Ponto negativo, é que eu sou uma pessoa centralizadora e é o que eu tenho trabalhado, né, de conseguir delegar mais, porque hoje, pra mim, uma condição da delegação, assim. O preciso tem muita certeza que aquela pessoa vai fazer, né? E obviamente quando você começa a liderar um ecossistema tão complexo quanto da WM hoje, isso vai sendo um desafio, porque se você precisar ter 100% de certeza o tempo inteiro, você vai ficar segurando muita coisa. Então é algo que eu tenho trabalhado aí. Eu já imagino que estar aqui com a gente já é um exercício, porque a gente tá quase uma hora e meia gravando mais o tempo, pregravação. Então eu vi que já pegou o celular ali, mas já ficou aí quase duas horas. É não chegar. Quando eu cheguei, fizeram uma pegadinha aqui, não, você vai ter que ficar três horas, eu já ia ficar assim, caramba, cabou com a gente.
-Piavão meu dia, o que que eu vou fazer, né? -É que às vezes alguns podes cash duram mais, até umas pessoas reclamam, "Pô, uma podia durar mais", e tal, que. Tem gente que tenha, até uma agenda mais flexível ali, né? Tem gente que. Eu sempre brincadeiro de taxímetro, nesse botar de taxímetro ali. -As eu peguei o seu lá pra ver algo a colinha, que se eu esqueci de falar alguma coisa que eu queria falar. -Tem uma coisa que você queria falar, já que. -Não, não é mais uma coisa, pra. É. Leopold, tem mais alguma? -Não, você sabe que eu sempre renderia três episódios com as perguntas que eu tenho, mas. Pra esse primeiro. -Então, vamos pro ping pong, já? -Bora. -E qualquer coisa, você pode encaixar no ping pong aí. Agora aquele momento mais fácil, Gabriel, que são sempre as minhas perguntas em todos os episódios, quer dizer, mais fácil pra gente. Às vezes, por convidado, não é tão fácil. Que a gente pergunta a livro, música convidado, o que você gostaria de ver aqui. E a maior gente lêzca que foi feita na sua vida. Mas já, deixar que os parabéns só lembrando, quem quiser trabalhar na W1, já apareceu um QR code aí, tem um link na descrição. E reveja o episódio pra você ver o que você precisa ter de pontos fortes pra fazer parte de um dos mil e novecentos funcionários e crescendo da W1. Vamos lá, vamos começar pelos livros. Primeiro, um livro mais técnico e depois um livro mais tema livre. Qual recomendação pra nossa audiência? O livro mais técnico, conectado um pouco do que a gente falou agora, o "The Discipline of Guerem Things Don". Esse livro é muito bom. "Rancharã" tem sido um mentor pra mim. Só esse ano, eu fui, acho que, em três palestras dele. E essa obsessão pela execução é realmente. É um desafio, acho que pra todo o empresário, todo o executivo, e tem me ajudado bastante. Desculpa a ignorância, mas de quem estamos falando? "Rancharã". "Rancharã" foi mentor de Bill Gates, Steve Jobs, só isso. É o Papa da execução. Aqui, já achei aqui o "Rancharã". E além do livro, o que você falou sobre ele? Ele tem sido um mentor pra mim. Um sentido de esse ano, eu fui em três, acho que duas ou três palestras dele. As duas aqui no Brasil e um online. E assim, se eu não me engano, ele já tem mais 80 anos, é um indiano que passou por muita coisa, viu muita coisa. E ele tem vários livros, normalmente ele mais um "cultor" ali. E esse livro. Aqui tem a "cultoria do Larry Posse de" e mais de duas milhões de copias. No número um, no "New York Times best seller". "A must read for anyone who cares about business". Então, o técnico seria esse. Boa. Muito bom, muito bom. E qual o livro mais tem a livre? Tem uma livre até pra sair um pouco aqui do profissional ou o livro dos espíritos. O livro dos espíritos. A Lancar deck. A Lancar deck. Fala um pouquinho sobre isso. Acho que a minha conexão espiritual é muito forte assim. Então, acho que boa parte das decisões que eu tomo, eu recorro de alguma forma a espiritualidade. Acho muito interessante a forma que o Espiritismo surgiu no mundo, um nino um pouco de metodologia de ciência pra traduzir isso nesse livro que inspira tanto a doutrina. Acho que é um pouco disso, obviamente, respeitar no religião de todos. Não é um livro, não é? É um "bust read", assim. Cara, esse livro é um livro interessante, se me inclusive pra quem não é da religião, porque. Sim. Tem estiramento muito legais. Esse livro eu já tinha, eu vou até comprar outro. Podia ser um público, mas não é, sempre aqui na Amos, eu acabo comprando um livro durante o episódio. Uma música e por que essa música? Eu gosto muito de "Save the World". Eu sou de deixar os Mafia. Recentemente, eu fui no show deles e bisa, cara, assim. Me marcou muito. Não sei também quem você está falando. Eu acho que não. Acho que eles ficaram um tempo até cinco anos, sem tocar. É. São "Sweetish House Mafia". A música, com certeza, você conhece. A música, você conhece, eu falo assim. "Save the World". Vou ouvir assim que acabou o papo aqui. Certo, eu vou ouvir fazer. Ah, essa música. Meu curso musical, não tem muito bem de marco. Um convidado, você gostaria de ver aqui, trocando o ideia com a gente. Você mencionou ele? Nem sei se ele já veio, isso coba a área. Ele já veio, mas ele tá um danadinho pra ver de novo. E comprou muita ação da XP, e agora só quer aparecer na x-ray. Foi o Martin. Vem aqui de novo, ele quando veio, foi uma delícia de licenciação. E foi, assim, e foi um momento também muito especial, porque ele falou muito Daniel Cunningham. E aí eu perguntei sobre o artigo que o Jason Swag escreveu sobre a morte do Daniel Cunningham, que eu sempre falo, que é uma dos artigos mais impactou na vida. E quando eu perguntei aqui do pra ele, deu pra ver o qual impactada de Fimofra. Porque a leitura realmente bateu muito nele. Mas sim, Martins Cobain, eu vou até aproveitar isso pra mandar um oiz sumido pra mim. Fala assim, eu falava de você aqui, Martins Cobain, tá com a agenda meio complicada, só tá presidindo a General Atlante, que gostou. E por último, qual maior gente lisa que já te fizeram na vida? Essa é bem difícil. Acho que a maior gente lisa foi, talvez, esterem salvado na vida. Uma vez eu estava um episódio estranho, eu estava correndo em Belo Horizonte, na época eu estava treinando pra Maratona. E cara, eu já estava assim. Quando você está treinando pra Maratona, você tenha tem aqueles longos, né, você corre 28, 30 quilômetros, eu já estava no quilômetro 28. Eu estive com a moto passando. E aí eu estive com a moto passando de novo. Estava um irro de ano. E eu fiquei esperto quando eu estava focado assim, estando musico, quando eu levantei a cabeça, uma moto lá da rua, com duas pessoas. E aí, quem estava na garupa já deixeu tirando a arma e vindo atrás mim. Só que assim, a primeira reação foi "Sai correndo", cara. Você já estava correndo? E aí, só que eu estava morto, né, eu falei assim, "Poxo, e agora". E aí, eu olhei pra trás, e faz assim, "Pô, cara, não vai vim, né, não vão me seguir". E aí ele ligou a moto e veio, cara. E eu falei assim, "Ferrô, estava num arrubo praticamente 10h, tá noite, sozinho". E aí, vem um carro do outro lado. E aí, eu parei na frente do carro, fiz assim, acenei, né, pelo amor de Deus me ajuda. E aí, estava um cara e a mulher, namorada ou esposa, eu não sei, do lado, eles deixaram entrar no carro. E assim, super, suspeito, né, assim, uma pessoa de shorts sem camisa, todo suado. Cara, deixou entrar no carro. Eu contei pra ele, ele viu a moto. E aí, você fica tranquilo. Eu vou te deixar na sua casa. Cara, é uma. E aí, ele me deixou na minha casa, cara. Assim, foi quando as coisas mais marcantes da minha vida. O maior gentileza da minha vida. Então, se ele tiver ouvindo esse podcast, olha só que ano que foi isso. Ah, é pescida. 2.000, 2.000, 4.000. Cara, tem pão atrás. Tem pão. Corre, ó, Maratona. Corre. Não caratona é muito perigoso. É, é, é, é, é. Tem a tutista maratona, foi fechinha. É um pouco do risco, Brasil, né? Treinar pra maratona, que perigoso. Por sensacional, Gabriel Mangueira foi um papo incrível. Parabéns pelo que vocês estão construindo a Rádio 1. Sucesso, que venham muito novos colaboradores. E o crescimento vem, aqui venham o IPO. E portas marketing, eles estão sempre abertos pra você. Obrigado. Obrigado, Gabriel. Que venha a próxima. Boa. Lé, boa. Valeu, salomão. Aproveantou nossa bancada como sempre. Muito obrigado. Eu que agradeço. Nos vemos na próxima. É isso. E você que viu até o final, like no vídeo, se inscreve no canal. Mais de 7 milhões de pessoas impactadas e a gente quer chegar cada vez mais longe. Lembrando a tuta terça, quinta e domingo, 18 horas. Aqui no YouTube ou na sua plataforma de podcast favorita. Eu estou aqui desse lado. Sempre com alguém muito mais interessante do outro lado. Compartilhar esse faradelo. Até a próxima. Até a próxima.
Podcast Summary
Key Points:
Gabriel Mangueira, CEO da W1, destaca que a empresa cresce 50% ao ano, o que considera ruim, mas ainda atrai 400 a 500 novos clientes mensalmente.
A W1 foca em planejamento financeiro para a classe média, um público "esquecido" pelos bancos e corretoras, priorizando organização de base, fluxo de caixa e proteção patrimonial.
A empresa tem 60 mil clientes ativos, 1.900 funcionários, 37 escritórios no Brasil e R$ 3,5 bilhões em ativos sob custódia.
A W1 forma seus profissionais internamente, com cursos de seis meses certificados pelo MEC, focando em soft skills e habilidades de relacionamento.
O modelo de negócio evoluiu de venda de produtos financeiros para excelência em servir, com unidades de planejamento financeiro, assessoria de investimentos, consultoria patrimonial e empresarial.
A padronização do método é combinada com profissionais locais para fortalecer o relacionamento com clientes regionais.
O mercado financeiro valoriza cada vez mais o planejamento financeiro, que traz clareza, proximidade e confiança ao cliente.
Summary:
A transcrição aborda a trajetória e o modelo de negócio da W1, liderada por Gabriel Mangueira, que se tornou CEO após uma transição de carreira. A empresa, fundada em 2010, começou como vendedora de produtos financeiros independentes, mas em 2018 passou por um "estalo" ao focar na excelência em servir, priorizando o planejamento financeiro para a classe média, um público negligenciado pelo mercado. Atualmente, a W1 tem 60 mil clientes ativos, 37 escritórios no Brasil e R$ 3,5 bilhões sob custódia.
A empresa se divide em quatro unidades: planejamento financeiro, assessoria de investimentos, consultoria patrimonial e consultoria empresarial, todas voltadas para atender as necessidades financeiras dos clientes, desde orçamento até sucessão. Gabriel destaca que o crescimento de 50% ao ano é considerado baixo, mas a empresa ainda atrai centenas de novos clientes mensalmente. A W1 investe fortemente na formação de profissionais, com cursos internos de seis meses certificados pelo MEC, focando em soft skills como comunicação e persuasão.
A estratégia de crescimento combina padronização do método com profissionais locais para fortalecer o relacionamento com os clientes. Gabriel enfatiza que o planejamento financeiro traz clareza, proximidade e confiança, sendo o diferencial para atender um público que busca organização financeira e proteção patrimonial. Ele conclui que o mercado está cada vez mais valorizando essa abordagem, que conecta o cliente a um plano de longo prazo.
FAQs
A W1 é uma empresa de planejamento financeiro focada em pessoas físicas com renda média a alta, mas não necessariamente com alta liquidez. O modelo principal é baseado em excelência no serviço, entendendo profundamente os objetivos de vida do cliente antes de recomendar produtos financeiros.
As quatro unidades são: planejamento financeiro para pessoa física, assessoria de investimentos, consultoria patrimonial (para ativos ilíquidos e sucessão) e consultoria empresarial para pequenas e médias empresas.
A W1 tem um programa de formação interna de seis meses, focado em soft skills como comunicação e persuasão, além da parte técnica. Eles buscam profissionais de cursos como economia, administração e contabilidade, e já formaram mais de 300 pessoas em 2024.
A padronização do método garante consistência, mas ter profissionais locais é crucial para construir relacionamento e confiança, já que a proximidade cultural facilita a abertura com o cliente.
O diferencial é o foco em planejamento financeiro personalizado para um público que se sente esquecido, com renda média a alta, mas patrimônio menor. Eles cobram pelo serviço de planejamento, o que permite um atendimento mais profundo e de longo prazo.
A W1 vê essa transição como um movimento natural em direção à excelência em servir. O planejador financeiro atua como guardião do plano financeiro do cliente, focando em fluxo de caixa e objetivos, enquanto o assessor de investimentos cuida da alocação de ativos.
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