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#37. Porque é que herdámos ansiedade? Com Gustavo Jesus

56m 38s

#37. Porque é que herdámos ansiedade? Com Gustavo Jesus

Neste podcast, Marta Amaral entrevista Daniel Sampai e Gustavo Jesus sobre ansiedade e saúde mental. A conversa aborda a história e evolução da ansiedade, destacando como essa emoção é uma adaptação evolutiva para lidar com perigos ancestrais. São discutidas as diferenças entre ansiedade normal e patológica, com exemplos de sintomas físicos e psicológicos. A ansiedade normal é proporcional, adequada, de curta duração e autocontrolável, enquanto a ansiedade patológica é desproporcional, inadequada, duradoura e pode causar disfunção e sofrimento significativos. São também mencionados os ataques de pânico como um exemplo extremo de ansiedade. A conversa destaca a importância de distinguir entre os diferentes níveis de ansiedade e como o estilo de vida moderno pode influenciar o aumento dos níveis de ansiedade.

Transcription

10488 Words, 60130 Characters

Este é um podcast rádio comercial. Olá, bem-vindos e piso de 37 de nosso aura para ti. Eu chamo Marta Amaral, sou o Jnolista e como está o psiquiatra Daniel Sampai. E hoje, um convidado especial. Olá, Daniel. Olá, Marta. Bem-vindos que gostava Jesus, médico psiquiatra e autor do livro 300 mil anos. De ansiedades, tenho procurados fazer mitos e também o estigma em torno da devençamental. Obrigada por estar aqui com Deus. Obrigado por convido, Marta. Nós escolhemos este tema porque a protorbação de ansiedade é a protorbação psiquiatra que é mais frequente e porque o tema de ansiedade está na ordem do dia. Escolhemos o Gustavo, porque tem que se dedicar a este tema, o livro é um livro muito interessante e vamos ter uma boa conversa. Espero que sim. E começamos por ir por isto, como me dizia o Daniel, a ansiedade tem estado na ordem do dia, desde a pandemia que quase que ficou uma moda, eu passo a expressão, falar sobre ansiedade. Mas um livro que escreveu, mostra precisamente, que a ansiedade já é falada há vários anos e por isso eu perguntava o que é a ansiedade e a partir de quando começou a ser relatada. Muito bem. Eu mostro muito de pergunta e só essa pergunta dava quase pouco para o podcast hoje. Agora muito obrigado pelo convite porque me terem aqui na esta casa, na primeira vez eu confutava, eu acompanho o voce de podcast, mas isto aqui, presencialmente, é bastante mais confutável ainda mais confutável do que ouvir. O que parece? Isso. Não, já parece suficientemente confutável, até porque as voces também são muito confortáveis. Agora, para responder a sua pergunta, de facto, a ansiedade, salto, digamos, para a mesa da discussão pública e está como a Marta disse, um pouco na moda, na verdade, a saúde mental e a doença mental estão um pouco na moda, convém dizer aqui, até acredito que nesta podcast já tem sido feita essa distância, é importante distinguir o que é saúde mental de doença mental, a saúde mental não é só a ausência de doença, mas é importante perceber que por vezes surge de doença e por tanto não devemos, digamos, purificar, estar de forma a linguagem acede a estas coisas que se tornam isto também estigmatizante, porque às vezes antes não se falava de todo, dos temas relacionados com a doença mental e com a saúde mental. Agora fala-se tanto, mas fala sempre numa perspectiva muito sanitária, os estilos de vida são ótimos, vai corretado bem, vamos comer bem, isso é uma coisa simples, simples e completamente pervenível em termos doença mental e como diz o professor Daniel e muito bem, eu já explica isso sobre isso também, mas as perturbações de ansiedade são altamente prevolentes, e mesmo que nós façamos tudo bem, elas vão existir, portanto, temos que ter consciência de que a doença mental vai existir mesmo que seja tudo bem feito, e isto levanta a sua pergunta, que é, porque é que isto é assim, porque na verdade nós podemos dividir as doenças mental em dois grandes grupos, as doenças mentales comuns, nas quais cinco leis perturbações de ansiedade e as perturbações de possíveis, e depois as perturbações mentales mais graves, que embora menos comuns são muito impactantes, como sendo das que se oferem e a doença bipolar entre outras, as doenças mentales comuns de pressão e ansiedade têm muitas semelhências constatadas e emocionais normais, ou seja, as pessoas dizem, por isso é que também é muito frequente até nas redes sociais, vamos falar de a, toda a gente já passou o porto de pressão, toda a gente já teve ansiedade, e não é bem assim, agora, na de pressão, e nas perturbações de ansiedade, os sintomas predominantes são semelhantes, estão em contínuo com emoções normais, porque toda a gente já sinto e o triste, é algo maltero da sua vida, mas sentiu-se triste, pro personalmente aquilo que aconteceu, e depois espontaneamente a coisa foi melhorando, e a verdade avançou e os sintomas desapareceram, o mesmo se diz ansiedade, toda a gente já ficou nervoso com alguma coisa, mas de forma personal e adequada a um contexto, e depois se resolve spontaneamente, e isto acontece, porque estas emoções existem para nos proteger da YouTube do meu livre, 300 mil anos de ansiedade, 300 mil anos, para quem está ouviria e ainda não sabe, é a duração das peças humanas no planeta Terra, portanto nós temos como humanos cerca de 300 mil anos de tempo, neste planeta, e convém-se saber que todas as nossas características ou agrande a parte das nossas características foram selecionadas, ao longo de gerações e gerações, através de uma coisa que toda a gente deu nas ciências na escola, que é seleção natural, que é as características que nos tornavam mais fortes, relativamente a nossa relação com o ambiente e com os outros, faziam como nós sobreviviremos, e ao sobreviviremos passamos os genes à descendência, por exemplo, numa zona muito ventosa, haves, com asas maiores, conseguiam voar melhor e sobreviviam, ao sobreviverem, procriavam e tinham pequenas avesinhas também com asas maiores, e assim as aves com asas maiores tornaram-se dominantes e permaneceram na Terra. Podemos olhar, posso ser o mando da mesma maneira, e as emoções são, no fundo, estados, assim, para perceber de forma simples, estados espíritos, não estados emocionais, estados de reagir aos acontecimentos, estados de nos sentirmos, que também foram selecionadas através da seleção natural por serem ventajosas e a ansiedade em particular. Como é que se via a ansiedade? Porque toda a gente sente ansiedade, porque a ansiedade é útil em muitos circunstâncias, é uma emoção que no fundo está relacionada ainda com uma emoção mais primitiva, que é o medo, o medo, no fundo toda a gente percebe que o medo nos defende, não é, se nós tivermos medo de um lião, não nos aproximamos e nós somos mordidos, não nos somos mortos, se tivermos medo de areneas, as areneas podem ser vornosas, medo de cobras, medo de alturas, porque podemos cair tanto, o medo foi selecionado geração após geração, porque quem tinha medo de alturas não cair com tanta facilidade, logo sobrevivia, quem tinha medo de cobras, não era tão facilmente mordido pelas cobras, logo sobrevivia. Portanto, a emoção medo foi passada de geração em geração como uma coisa preventiva. E a ansiedade no fundo é uma tradução um pouco mais moderna daquilo que era o medo. E o que é então a ansiedade? É um estado emocional de alerta, de resposta ao perigo. E tive aqui no fundo a falar de perigos anstrais nos 200 mil anos e os perigos hoje são outros, já podemos falar sobre isso a seguir. Mas no fundo, prendo um perigo, nós temos, se nós fomos um ser humano ancestral, reparmar-te também isto. Nós temos 300 mil anos nesta terra. E neste livro também explico isso, solharmos para a conelogia da espécie humana, a nossa vida atual, o nosso estilo de vida, tem 200 anos. Portanto, nós tivemos nesta terra, com a seleção natural, a selecionar a estados emocionais e a selecionar comportamentos que eram vantajosos para um ambiente que deixou disso tirar dos anos. Portanto, nós temos, no fundo com este perfil de gerar ansiedade para o perigo, ainda pensar nos perigos anstrais, ou seja, de vez em quando havia um predador, de vez em quando havia um piñasco. Portanto, o que nós temos para fazer é para lidar com o perigo agudo, com o perigo que surge subitamente com um predador, com uma queda, com uma derrocada, com a fome, etc. Mas daí há uma função adaptativa. Isso. Então, você pode dizer que, por exemplo, em situações mais normais do dia a dia, nós, às vezes, reagimos com demasiado ansiedade porque não estamos prontos para perigos mais que não são perigos, para coisas mais leves. O que acontece é o seguinte, nós temos por um lado esta situação que é uma resposta que os mamíferos todos têm, os macacos, os cairns, todos elas fazem as mesmas coisas. Só que, para um perigo agudo, sobrevivíamos, seguíamos a nossa vida. O nosso estilo de vida mudou radicalmente e o nosso cérebro, o cérebro humano, também evoluiu muito. E o cérebro humano, porque por isso é que a espécie humana se tornou, se é que podemos dizer assim, a espécie dominante de planeta terra, porque tem um desenvolvimento cerebral muito acima das outras espécies, nomeadamente das outras espécies primatas, com o desenvolvimento de zonas cerebralres muito específicas, como é o caso do hipocampo, zona responsável por criação de novas morias, ou o cérebro frontal, ou pré-frontal, aqui na região atrás da testa, onde também ficam, digamos, codificados alguns comportamentos, o planeamento desatividade, pensar naquilo que já passou no passado, e em função disso desenvolver novos cenários, cenários hipotéticos, como é que isto vai ser o que vai acontecer. Agora, pense. Nós temos um cenário antigo, ancestralmente estávamos ali, saverna, um predator, um perigo e pasavida que seguia. Neste momento, com esta capacidade cerebral, de armazenar memória, de olhar para o passado e pensar o que é que aconteceu, o que perigos foram aqueles. E de por cenários futuros, de perigos que ainda podem virar acontecer, nós temos permanentemente-se a ativar este sistema, este sistema da alerta, para lidar com um perigo só que, antes o perigo era real e era pontual, era agudo. E agora, o perigo é sistemático, é como se fosse um perigo crônico, por isso é que se diz que nós vivíamos em estresse crônico, porque temos permanentemente uma perspectiva de que pode estar a acontecer alguma coisa que nos ameaça. Portanto, nós, antes, tínhamos aquela resposta típica que é falada nos livros de psicologia clássicos de "fite, flight" ou "freeze", ou seja, "lutar" com o predator, fugir do predator ou consular para o perigo. E agora, estamos a transpor, só que isso acontecia de forma aguda, e agora transponhei-se para uma vivência em que nós temos permanentemente a pensar, será que eu tenho as contas para pagar, será que eu vou conseguir escarar horas, tenho trânsito, tenho que buscar os mildes, tenho que eu gestir, tenho que usir levar a natação e ainda não tenho de jantar preparado, e ainda vou ter que preparar a roupa para amanhe, portanto, mas já vai em que nós estamos em permanente, pensamento, gerador de estresse, e é por isso que estamos permanentemente no fundo a ativar essa resposta de ansiedade. Logo, sim, podemos dizer que nós estamos a 300 mil anos preparados para lidar com o estresse agudo, e por isso, a ansiedade, chamada assim, surgia pontualmente para nos ajudar, e agora, estamos a viver em um ambiente, que é, devo dizer aqui um disclaimer bastante melhor, eu prefiro-me-lo ver se estar a viver aqui neste ambiente do que na savana, mas com o seu trade-off, que é, estamos pouco adaptados biologicamente a isto, porque durante 300 mil anos vivemos numa savana e fomos casados recletores, e há 200 anos estamos sentados, e comprimos horários, e temos horários noturnos, e dormimos mal, e tudo isso influenciou. Então, facham-te de esta ideia de começarmos a falar mais na ansiedade, mas as pessoas também podem estar um bocadinho mais ansiosas, hoje em dia. Eu acho que. Apesar de sem pressionar a ansiedade. Sim, eu acho que as pessoas é natural que se encontram mais ansiosas, sim, precisamente porque os estilos de vida, assim, propiciam os estilos de vida de grande aceleração, de muitas métricas para serem imprimidas, horários, pouco adaptados ao nosso cirro, ao nosso exigenciar vários contextos, isso, exigenciar a nível familiar, crer ser um bom profissional, e ao mesmo tempo ser um bom pai, e ao mesmo tempo fazer isso, e se preciso físico, e comendo de forma saudável, quer dizer, temos mais informação, mas é preciso saber gerir essa informação, porque se nós vivermos em informação, aliás, uma das coisas que foi falada até durante a pandemia, que foi aliás uma altura, em que, como toda a gente vivia em estresse, este tema vai para cima da mesa, dizia-se, é verdade, que, dependendo do tipo de informação e a forma como a informação é gerida, este informação toda também pode ser gerada de estresse, por isso nós também temos que saber comunicar e gerir a informação que é comunicada para não amplificar essa sensação. E estamos a fazer um traço mais geral de sociedade, podemos concluir que todos temos ansiedades, mas existem pessoas que têm diferentes níveles de ansiedade à pessoas com uma ansiedade normal, aquela que falava de ser positiva, mas há também a ansiedade de patológica. Isso, é importante, como é que se distingue? Sim, nós deixamos antes de distingir a ansiedade normal da patológica, e faz aqui outra ida ao nosso tempo ancestral que é para explicar porque nós temos os síntomas em si, porque repare, vamos voltar à ideia de que estamos aprendendo um prodador. Prendo um prodador, temos que fugir ou lutar com aquele prodador Fighter Flight. E para isso que é que nós precisamos, temos que o coração bate de pressa, para que podemos ter sangue a ser bombiado para os nossos músculos, para termos força para lutar ou para fugir, precisamos ter sangue aí para o nosso cérebro para estar à lerta. Temos comitivamente muita lerta, muito vigil, muito com uma tensão muito intensa, naquele momento. E depois precisamos também do oxigênio, para que esse sangue leva oxigênio para as nossas células pelas funcionarem melhor, e nutrientes, portanto precisamos de respirar mais de pressa para conseguir por mais oxigênio dentro do nosso sistema. E depois não precisamos de ser há outras funções do nosso corpo, que se alteram, porque normalmente ficamos muitas vezes com as mãos frias ou com os pés frios, porque o sangue é mais necessário no outras mãos do nosso corpo. Espere do quê? Que, perante esse prigo, o corpo ative estas coisas que faz como nós tenhamos. Forquence a cardia calmentada, tantas palpitações, forquence a respiratória aumentada, às vezes aquela dificuldade em enxer o peito da sensação de aperto no peito. Pronto, isto é que são sintomas físicos, não é? Estou em um leto, nessa parte do intestino. É fácil perceber se nós pensámos que muitas vezes pessoas ficam com muita vontade de ir à casa de bem, não é? E vacuar, que é um termo horrível, mas para não sermos termos, é vacuar, por que? Porque se a Marta fosse fugir de um lião, não convinha ter o intestino cheio de fases, esta conversa está a ficar horrível, mas, de facto, mas é impressionante que o corpo humano. Estou preparado para tudo, não é impressionante porque se a lação natural a si determinou, porque o ser humano que conseguia liberar-se das fases antes de fugir do lião sobrevivia mais provavelmente. Acho que mantém interessante o que estava a ser tão dar o inista. Sou muito dar o inista, mesmo. Depois de vista da cidade e do comportamento humano em geral, sou muito dar o inista, sou grande fã do dar o inalíaz, do dar o inidou que sujece do. Era homem, não estava. Espectacular e, mais recentemente, sou grande fã do dockins, que é um fã do mundo dar o inista, moderno. Aliás, recomenda-se hoje a gente tende a mais interesses nessas áreas, os livros dele, nomeadamente, assim, o grande coclus, que é o geniguísta, embora seja um bocadinho, não é assim tão fácil de ler numa primeira abordagem, mas é um livro também espectacular. Mas isto para dizer, então, vou lutar com o lião, vou evacuar, vou me livrar das fases para lutar melhor, portanto. E nós hoje em dia, então, o que é que sentimos? Quando ficamos nos nervosos? Ficamos, é tudo igual, ficamos com palpitações com a frequência respiratória difícil, aperte no peito, dificuldade de enxerpeitar, temos vontade de ir na casa de benifacoar, mãos frias, pés frios, enfim, tudo isso são sintomas na cidade. E, dizia a Marta, às vezes, alguma a cidade é positiva, é, repair mesmo do ponto de vista cognitivo, como eu expliquei, quando a pessoa está ansiosa para lutar com o príquio, tem que ficar alerta, tem que ficar muito atento ao prigo. Isto é outro, por exemplo, não exame da faculada, porque o professor Daniel Sant-Pai foi o meu professor da faculada, teve de dizer aliás, típicamente as pessoas na faculada não gostam de eras as aulas teóricas, mas eu estava sempre nas aulas teóricas do professor, que foi uma influência positiva para que eu conheço esse psicadirê, porque eu adorava as aulas teóricas do material. Não quer dizer isso? Pois não, está assim, o meu primeiro aviso para tudo. Agora já posso saber, porque agora, como já não trabalha, já não pode ser considerado que estou a lembrou-te, mas estou mesmo a fazer a loja verdadeira, claro, eu não gosto de fazer ilogios, quando eles podem ser interpretados, como em graçamento, e, portanto, isso foi mesmo uma coisa que aconteceu, eu adorava as aulas teóricas do professor Daniel, e isso para dizer que, não exame da faculada, quando o aluno estava demasiado relaxado, ele também não vai ter o seu desempenho ótimo, ele precisa estar um bocadinho estressado, porque se estressa a aumentar a atenção, a aumentar a concentração, pranto a ilabração do exame. Agora, isto é, como disse Marta, num ponto intermédio. Quando nós começamos a ter ansiada decisiva, e aí já entramos no conselho de ansiada normal, de ver a ansiada de psicológica, então ela começa a tornar estes funcional, então nós também sabemos que quando as pessoas estão demasiado ansiosas, bloqueiam, não conseguem acceder ao conhecimento, o que também faz sentido, se fomos ancestrais, se fomos pensar ancestralmente, porque a pessoa tem que pensar no prigo, não pode pensar mais nada, tão concentrado no prigo, que resolveu aquele problema de matemática, deixa de fazer qualquer sentido tanto a pessoa bloqueia. Portanto, e aqui podemos então começar a perceber que nós temos os sintomas de ansiada, que toda a gente já percebeu com a ação, eles são físicos mas também psíquicos, não é? A preocupação, a atenção focada, a grande vigilia, o alerta, e eles podem estar num espetro, desde o ligeiro, amudrado, que todos nós temos, e depois podem ficar, começar a ficar mais intensos, e depois, dependendo da gravidade, da intensidade dos sintomas ansiosas e os físicos ou psíquicos, da sua duração, e da sua duração também se relaciona aqui com a sua capacidade de autoestimção, ou seja, a pessoa consegue regular sozinha e volta a normal e desaparece os sintomas, ou eles permanecem e eu não consigo eliminá-los, e se vos outros critérios, se eles são proporcionais em relação a aquilo que gerou essa ansiedade, portanto, eu estou ansioso, portanto, eu não exame, e eu consigo gerir aquilo e tal, ou eu já acabei o exame e vou ficar mais uma semana ansioso por que tivemos um exame, e se já não faz muito sentido, já não é por oprocional, tanto é uma ansiedade que já é inadequada, e depois finalmente, se essa ansiedade é tão intensa, tão duradora, tão desproprocional, que causa disfunção, portanto, perda de funcionamento, ou sofrimento intenso à pessoa, então já estamos para a ansiedade patológica, portanto, a ansiedade normal é, para resumir, por oprocional, adecuada, com a duração limitada e autoestinguida, ou seja, a ansiedade normal, a ansiedade patológica é despreuprocional em relação a aquilo que gerou, inadequada, de duração, para o longado no tempo e às vezes não é fácil distinguir ou não o sostingue mesmo, e causa de disfunção, ou sofrimento significativos na pessoa, e pode causar, por exemplo, também, um ataque supânico, são muito falados, pode ser o limite, por tanto, da ansiedade normal. Podemos dizer que um ataque supânico é talvez a ansiedade mais extrema que uma pessoa possa sentir, mas antes disso até devíamos fazer outra ressalva aqui, nós temos então a ansiedade normal e a ansiedade patológica, mas a ansiedade patológica, por si só não faz uma doença, portanto, a pessoa não tem que ter uma perturbação na ansiedade, como dizia, ou professora apagada. Eu posso ter uma ansiedade patológica e ter mais ansiedade com outras pessoas, mas mesmo assim, não estamos vendo isso, ou seja, nós temos ansiedade normal, toda a gente tem, toda a gente já sentiu, é o que é normal. A ansiedade patológica pode surgir numa fase da nossa vida, eu fui paiar pouco tempo, não estou a dormir bem, tenho um ou dois ataques supânico, mas depois consigo resolver, vou de ferias, a coisa normaliza, e eu siga minha vida, tive ansiedade patológica naquele momento pontual, mas não desenvolve uma perturbação na ansiedade, uma doença da ansiedade, mas afrente, essa ansiedade patológica é mentida no tempo, e nós até utilizamos as classificas das doenças mentais, que não há bem destino, vai vou dizer em média, porque há doenças em que é menos e em que é mais, mas vamos dizer, sim, seis meses, se aqueles sintomas se mantêm durante seis meses da vida da pessoa, e tem determinadas características que já vão dizer, dependendo do tipo de perturbação na ansiedade que estivermos a falar, então já temos mesmo uma doença, que é perturbação na ansiedade, e aí sim temos que fazer tratamento quando há uma perturbação na ansiedade, o ataque de pânico é realmente uma das formas em que a ansiedade se manifesta, porque a ansiedade pode ser, agora temos a falar da ansiedade patológica, ou seja, ter um ataque de pânico não faz com que a pessoa seja doente, mas ter um ataque de pânico é ter ansiedade patológica, ter um ataque de pânico já não é normal, portanto, um ataque de pânico é uma ansiedade, nós temos que ter, quando os ataques de pânico é preciso ter para estar doente? O número de ataques de pânico não é o critério fundamental, não, o mais importante é, nós termos um ataque de pânico, portanto ter um ataque de pânico, qualquer pessoa numa situação de grande, grande, grande ansiedade, está presto para ter um familiar querido, passar para uma fase muito grave no trabalho, pode ter um ataque de pânico, mas aquilo passou e não acontece mais nada. O problema é quando a pessoa começa a temer ter novos ataques de pânico em circunstâncias semelhantes àquela, ou até notras, e aí quando eu digo notras, quer dizer que já existe uma generalização dessa ansiedade, já não é só o contexto, tem que o primeiro ataque de pânico surgiu, mas só pode também surgir em outros contextos. - E pessoas às vezes acham que tiveram um ataque de pânico e não foi um ataque de pânico? - Bem, isso também é verdade, já posso falar sobre isso, mas só para acabar a questão do que é uma perturbação de pânico, portanto para estar doente, como Marta diz, posso já falar sobre isso, a perturbação de pânico é um dos tipos de perturbação de ansiedade que existem, e a perturbação de pânico é, a ocorrência da taxa de pânico, recorrentes não interessam a número, mas são recorrentes, e a pessoa entre a taxa de pânico temer ter um novo ataque de pânico, que está permanentemente preocupada com a ideia de ter um novo ataque de pânico, e depois pode até desenvolver uma outra coisa, que é outra perturbação da ansiedade que é agrofobia, que já ouviu falar certamente, que as pessoas deixam de poder estar em espaços, por exemplo, abertos, como braças ou centros comerciais ou espaços muito fechados, porque tem medo de se tiveram um ataque de pânico, não podem obter a ajuda, não podem fugir, e isso é outra perturbação, digamos, acessória que pode surgir com a perturbação de pânico ou que pode surgir independentemente, portanto, o ataque de pânico é uma crise de ansiedade, como dizia a Marta, a pessoas que acham que tiveram ataques de pânico e que não tiveram, porque a crise de ansiedade pode variar em intensidade, nós todos queremos ter uma crise de ansiedade, e de repente ficamos com palpitações, ficamos quando fica lá da respirar, mas para ter um ataque de pânico, nós temos que ter um grau máximo de ansiedade, e nesse grau máximo de ansiedade a pessoa tem que sentir uma de duas ou três coisas, que é a sensação de morte iminente, portanto, a pessoa sente que vai morrer a qualquer momento, ou de perda total de controle ou de inloquecimento, portanto, a pessoa sente que vai inloquecer, que vai perder o controle da encalmento, então a pessoa tem que sentir uma de essas coisas para ser um ataque de pânico, se for, pode ser uma ansiedade muito muito intensa, mas a pessoa percebe que está à ter ansiedade, que aquilo não vai morrer nada, não vai ter uma oferta, então não é um ataque de pânico. Essa diferença é importante, porque às vezes as pessoas dizem que tem uma, nós vemos isso na clínica, tem uma ataque de pânico que não tiveram, foi uma ansiedade terrificativa. Por isso é que as pessoas com nossas consultas não devem ficar chateadas, se nós eles perguntar mos insistentemente coisas que eles parecem redundantes, porque as pessoas às vezes chegaram a uma pessoa e diz assim "ah, pronto, vem cá pro tiva ataque de pânico", ok, eu isso eu preferia que me disse "esatamente o que é que sentiu, não queria que me senseta". Não, mas o tiva ataque de pânico, mas eu queria que me senseta o que é que sentiu exatamente, quanto tempo durou, foi sentiu que ia morrer, etc. O som de tudo do Ilfante que está a suficar nos, é porque uma das, porque se tem ver com aquela sensação de aperto no peito, que é uma das queixas típicas da ansiedade, na verdade essa sensação de aperto no peito pode aparecer em todos os tipos da ansiedade, mas como no ataque de pânico, a ansiedade é tão intensa, tão intensa, esse aperto no peito pode ser tão forte, que a pessoa sente que está atropos de boa farte, e por isso sente que tem um Ilfante sentado em cima do peito, e já agora deve dizer que muitas vezes pessoas têm um primeiro, um segundo ataque de pânico, e há de ser a vez já sabem o que é um ataque de pânico, mas muitas vezes a pessoa no primeiro ataque de pânico vai mesmo ao hospital e tem que fazer isamos, porque às vezes, vamos ver, uma pessoa que tenha um abraço orgânico. Exatamente, as pessoas que têm ataques de pânico também podem ter uma doença de ocoração, e ele acha uma pessoa que tenha effectos de risco para a doença cardíaca, se de repente começar a disparar no coração, pois o mar vai ficar exatamente, estão num que há com isso e inhibir as pessoas de ir a procurar ajuda no morje, se for preciso quanto tem a sensação que estão a ter uma dor no peito e difícil de gerir, não é? E com textura, mas em média um ataque de pânico? Normalmente, no máximo 20 minutos, é um 20 minutos, mas sim, isto é muito, normalmente é mais curto, estou por cima. É uma dos coisas importantes a dizer que vai dará-lo, vai passar. Sim, do ponto de vista da psicoidocação, portanto, aquilo que se explicou aos 200, quando ele tem ataques de pânico, é explicar que aquilo é uma crise autolimitada, não vai morrer ao contrário do que pensa, e que deve fazer alguma estratégia de como. Se a gente vai chegar a um limite, já não passa mais. Mas é assim, é muito fácil para nós, temos aqui os 300 atas que confrota-la no menos destas cadeiras de deseristo, mas ter uma ataque de pânico é horrível. Eu nunca tive uma ataque de pânico, mas já assisti a muitos ataques de pânico ao vivo e é um sofrimento atrocho. Por isso aqui é tão cruel. Eu há às vezes, quando dois, por exemplo, as pessoas falarem sobre, como sabe a Marta, já passou por aqui muita gente neste podcast e como é interessada na área da saúde mental, sabe, perfeitamente, que as pessoas ainda continuam a ter muito estigma, retenmitar as medicações para psiquiádricas. E ainda há muita ideia de que às vezes, as perturbações da necessidade, e é verdade, ser tratada só com psiquiotrapia, mas numa perturbação de pânico, se quer, é melhor opinião a nesta. Eu acho que é quase criminoso não me tratar medicamentosamente, porque tanto sofrimento que a causa de ter ataque de pânico é horrível. Imagina, estará a chá que vai morrer todos os dias, todos os minutos, não é? Já vamos mais especificamente ao tratamento, mas antes, em um ponto de vista da prevenção e se alguém está ouvir e passa para um ataque de pânico, o que a pessoa deve fazer nesse momento? Eu acho que para já, se for só um ataque de pânico, vamos, e se é uma pergunta que tem muitas facetas, porque se for uma pessoa que, pela primeira vez, tenha uma crise deste estilo e está com uma dor no peito, tem que ir ao hospital, porque a verdade é que ser o primeiro ataque de pânico, porque é imigurante que não é um enfate, não sabemos na verdade. Portanto, essa é a primeira recomendação, está pela primeira vez a sentir uma grandanciadada, uma perto no peito, uma dor no peito, o meio que é necessário respirar, tem que ir ao hospital. Sim, as pessoas já sabem o que eles são ataques de pânico, se há uma coisa mais recorrente, então, no momento do ataque de pânico, têm que tentar ter em mente coisas básicas como, isto é limitado no tempo, isto vai passar, eu não vou morrer. E depois, estratégias comportamentais que podem ajudar a gerir a ansiedade naquele momento, nomeadamente a forma de respirar, nomeadamente, tentar fazer uma respiração profunda e tentar lentificar a própria respiração para conseguir diminuir, digamos, a frequência e a frequência respiratoria, devemos também usar um saco de cartas de papel, não de plástico, porque é perigoso, mas um saco de papel para respirar para dentro do saco de papel, porque respirar para dentro do saco de papel vai fazer como que nós, vamos estar a inalar, de algo que seja carbono, o que vai ser positivo numa fase inicial para tentar reduzir aquele desiclímbrio do filme. Sim, é verdadeiro. É verdadeiro. É que o momento é útil, depois não é pouco continuar a respirar no saco, é só até calmar um bocadinho. Outras coisas que podem ser feitas, coisas que, no fundo, vão recrutar a vigilha do nosso corpo, outros coisas que o que acontece também na ansiedade é que nós ficamos muito focados no que temos a sentir, não é? Aliás, as pessoas que têm ataques de pânico no passado, a partir daí ficam muito mais atletas a pequenas sensações do corpo, sem ter uma coragem muito mais de pressa, será que vou ter outra ataques de pânico? Ou sem ter qualquer sensação no peito, é porque vou ter outra ataques de pânico, ficam mais atentas, ficam com um viés na avaliação das próprias sensações. E nós, nesse momento, podemos usar estratégias para desviar a nossa atenção para outras mãos do corpo, tipo, um algodar de água fria, congelo, e, por alguns segundos, sosterem a respiração e merogliar a cara nessa algodar de água fria e gelado, e para retirar, e voltar a fazer. Ou pegar a ingêlo nas próprias mãos e deixar o gel nas mãos, como toda a gente já pegou a ingêlo para fazer caipirinhas e outras coisas, sabe que quando estamos a mexer em gelo durante muito tempo, começaram a doer, né, e para passar um cair de dor ou um galeridor, e o nosso corpo fica focado naquela dor que o gelo está a gerar nas mãos e desfoca-se um pouco. Isso são todos estratégias comportamentais, mas claro, quando os ataques de pânico são correntes, e se está instalado uma perturbação de pânico, não só isto não é suficiente, não é porque você não pode estar tudo dia, para o gelo na cara, não é completamente implausível. E não é só isso, é que normalmente o fundamental dos ataques de pânico, ao melhor da perturbação de pânico, é que depois os pessoas começam a gerar evitamentos a seguir, ou seja, a pessoa que já é uma coisa comportamental de adaptação ao ataque de pânico, a pessoa deixa de ir plaza estrada, começa aí só pela estrada. A pessoa deixa da vinhão, a pessoa deixa de andar do fodeiro, preferi plascada, e depois deixa de ir para o trabalho sozinha, tem que comer o gelo ao comerido, até a porta do pânico, porque sempre tem mais ajuda se progar se tiver um ataque de pânico no caminho. Em casos graves, as pessoas podem ficar fechadas em casa durante meses, porque têm medo de ter um ataque de pânico. Este pode ser este grau de difunção. E quando está nesse grau de difunção, os outros têm os outros que se tiveram a sorte de ter pessoas a volta, podem ter um papel importante na esta altura, o que devem fazer? Porque é muito difícil, a gente não sabe o que eu posso dizer uma pessoa que só tem um ataque de pânico. Um cenário concreto que muitas vezes encontro nas escolas, que é jovens de 15 a 16 anos, nas escolas escondárias, tem ataque de pânico, é um alarme junto dos colegas, um dos professores se chamam em melletamento e inem, nessa circunstência que a conselharia. Bem, primeiro que tudo, vamos deixar de chamar o inem, nas situações específicas. Eu sei, mas eu percebi no sua história que estava à procura também desta validação que isso vai reforçar, toda a ansiadade que se gera a volta do episódio. Claro que eu compreendo, mas uma vez que foi a primeira vez que acontece, naturalmente pode fazer isso porque pode estar presente, pode estar para um evento cardíaco, ainda que seja muito pouco frequente nos milho de ansiedade e eventos cardíacos, como nós sabemos. Mas depois, o que temos é que tentar apazigar na situação, não ter muita gente à volta para não gerar ainda mais a ansiadade, dar a pessoa tranquila num sitio sucegado com alguém que possa ajudar algo, mas não como multidão em volta, ir para um sítio reservado para a sala de informagem ou para uma sala mesmo sem pessoas, além da escola, isso é uma boa opção. Agora, fugiu uma pergunta que tinha a ver com o que fazem as pessoas à volta. Exato, entendi. E isso também é valor de paz crianças nas escolas, mas é valor de para toda a gente, que é, para já, não assustarem ainda mais a pessoa, né, para entre uma circunstras e dessas. Para dizer, já vai passar, já tivesse visto no passado, sabe-se que isso já aconteceu, portanto isto vai extinguir, tu sabes que isso já está acontecendo, vai novamente acontecer. Mas eu diria mais assim, uma forma mais abrangente, até para as famílias das pessoas que sofrem neste tipo de missão, não usarem a típica frase, e isso é tudo da tua cabeça, não de preocupos que se passa, tu tens é que ter um espírito positivo. É forte. Ah, ser forte. Olha para as coisas de outra maneira, que se é a mesma coisa, que dizerem uma pessoa que tem espernas partidas, e para, anda, tu tens aqui, usar as pernas, porque quando começaram a usar as pernas, as pernas vão ficar boas, e isto não faz qualquer sentido, não é, portanto, ninguém diria a uma pessoa que as pernas partidas para fazer força para andar, também não podemos dizer a uma pessoa que está com uma crise de ansiedade ou com uma perturbação da ciência, para através da sua força de vontade resolver o problema, portanto, é muito importante que as famílias e as pessoas validem o sofrimento pelos quais as pessoas se estão a passar e dizer, olha, eu nunca passei por isso, mas compreendo, já ouvi falar sobre isso, sei que, de facto, é um problema muito significativo, portanto, mas já vai ver o que se vai passar, e agora temos que procurar ajuda, portanto, eu acho que o papel das famílias tem que ser sobretudo, validar, compreender, fazer com que a pessoa não se sinta, ainda pior, portar a sentir-se mal, que a pessoa já está doente, tem uma ansiedade patuógica, uma perturbação da ciência, e ainda tem que sentir culpabilizada, por que os outros há sua volta a distância a dizer, a culpa no fundo é que tu aprendo a fazer o que podias. Mas um ataque de panica é possível calmar a pessoa? Não, um ataque de panica é fazer aquilo que eu já expliquei, tanto os as estratégias comportamentais para tentar extinguir o ataque de panico, naquele momento, não se pode fazer mais nada com isso, e pode fazer medicação. E falando então de medicação, podemos começar até pelos ataques de panico, qual é o tipo de medicação que é usado? Pronto, eu acho que aqui, eu não sei se ainda vamos falar sobre isso ou não, mas dizer que o ataque de panica é perturbação de panico, não é o único tipo de perturbação da ciência, ainda vamos falar sobre a ciência, mas como estamos falando de medicação, podemos falar sobre isso. Sim, podemos falar sobre isso, então, porque, e falamos já sobre isto, generaliza-se para todas as perturbações da ciência, tanto, o tratamento das perturbações da ciência é o tipo dos grupos de doenças mentais em que, mais conhecida e mais evidente, é eficácia conjunta da medicação e da psicotrapia, portanto, num cenário ideal, fazemos as duas coisas, fazemos trapia farmacológica e psicotrapia, sobretudo, num cenário de grande sofrimento, temos que avançar para a trapia farmacológica. Em cenários, ligeros amudrados, ou seja, ainda há um grau de disfunção nulo, ou muito ligero, e a pessoa ainda consegue fazer a sua vida, podemos admitir a psicotrapia em monotrapia, ou seja, apenas psicotrapia, é muito importante que a psicotrapia seja desenvolvida de corticôs boas práticas, e eu trabalho com muitos psicólicos, psicólicos excelentes, mas a psicotrapia é muita hidrogênio na forma como é, digamos, administrada, é importante que a psicotrapia seja utilizada de corticôs guidelines, com os boas práticas, porque se assim for, ela será eficaz, porque a psicotrapia tem eficácia, já agora, só para se perceber que a psicotrapia não é só conversar com um amigo qualquer, que é uma coisa que as pessoas também às vezes dizem, mas vai mandar um pop-psicólico para que, se eu tenho tantos amigos para conversar, porque psicotrapia tem um método e um método psicotrapido, e oposualmente trabalho fundamentalmente com psicotrapia, cognitive e comportamental, e com psicotrapitas da linha corrente e comportamental, este tipo psicotrapia é altamente estruturado, portanto segue um programa, segue regras, e neste tipo psicotrapia, no fundo que nós estamos a fazer é treinar a pessoa a pensar de uma certa maneira, no caso das perturbações de panico, o que estamos a falar sobre tudo agora, temos a pessoa, deixou de andar de carro porque acha que vai ter ataques de panico quando andar de carro, aqui estamos para uma destrução cognitiva, que é a pessoa acha sempre que quando vai andar de carro vai ter uma tarde panico, isso não é verdade, mas é uma destrução cognitiva, então nós temos que ajudar a pessoa a recorrecentilizar aquela experiência e no fundo também a expor-se à situação e no fundo ensinar ao cérebro, olha a vez, é possível passar para esta experiência e não sentir no ataque de panico, quando nós usamos certos circuitos cerebrais, repetidamente, ou seja, quando nós pensamos repetidamente uma certa maneira, isto é o vale de promal e promou, se eu comece a evitar sistematicamente coisas quanto ao contexto de panico, esses circuitos cerebrais que vão resultar deste comportamento de evitar uma circunstância e de me sentir aliviado porque evitei uma circunstância, vão ficar fortalecidos, esses neuronos fortalecem sem essas synapses, essas ligações entre neuronos vão fortalecer-se, quando estou a fazer psicotrapia, ao contrário eu vou estar fortalecer synapses, ligações entre neuronos de circuitos que levam comportamentos saudáveis e comportamentos produtivos e aproveitosos para que está a fazer, portanto isto, para dizer que a psicotrapia tem uma evidência, a psicotrapia tem um efeito no cérebro, e é uma solução para vários casos, e é uma solução, eu acho que no caso das perturbações de ansiedade em particular é uma solução para todos os casos, portanto podendo toda a gente como perturbação na cidade de fazer psicotrapia, agora, em casos ligairos, ela é suficiente normalmente, em casos moderados agravos não vai ser suficiente e o próprio psicólogo muitas vezes identifiquei se recomenda a consulta de psicotria, e aí nós temos que adquirir com a comunicação, até porque muitas vezes já certamente quem é do em psicólogo já ouviu dizer "olho, nos estarem que vocês terem o nome que eu consigo fazer psicotrapia, porque você nem está maliável a qualquer tipo de intervenção porque está num que está da alerta e sempre em ansiedade que nem dá para fazer a psicotrapia, então de indicação tem, digamos, dois tempos, num primeiro tempo isto é verdade para todas as ansiedades, e em particular no ataque de pânico, porquê o ataque de pânico é uma ansiedade tão aguda e tão intensa e tão causador de sofrimento que tem que ser aliviar a imediato, então novamente o tratamento da ansiedade é feita em dois tempos, que começam em simultâneo, portanto utilizamos o primeiro, os calmantes, digamos assim, os ansiolíticos, que são as benzoides e as pínas, já todas a gente vai falar, que são a que eu soufarem o que é que é que são medicamentos que têm o efeito imediato no livro da ansiedade, tentá a ansiedade acaba de imediato quando nós tomamos isso medicamento, não são necessariamente os S, eles podem ser os S, mas agora depois faço uma ressalva, eu não sou grande fã da utilização de fábricos em S, S, S, S, só em casos muito excepcionais, já vou explicar porquê, o que vemos é utilizar os em esquema, ou seja, vamos sepôr, utilizamos uma destas benzoides e as pínas, duas vezes por dia, outras vezes por dia, durante um período de duas, três, quatro semanas, porquê, porquê, portanto, tentá-me começarmos também um determinificamento ao mesmo tempo, que é um antidepressivo, pode parecer estranho, e as pessoas são sementes com isso, tem ansiedade em toda, e não tem muita interpreção, porque é todo mal antidepressivo mas é importante dizer uma coisa, o nome dos medicamentos psiquiatros é que é um exame com mal escolhido, porque os nomes dos antidepressivos também são verdade por outras farmaculagens que, por exemplo, se chamam só os medicamentos pa e pertenção arterial anti-pertençores e as vezes as pessoas estão a tomar anti-pertençores e não têm a hipertensão, tem um problema cardíaco e estão a evitar a remodulação do meu cardio, que é o músculo do coração, por tanto, e isso também é verdade por outras especialidades, mas como há muito mais de digamos, ele tem muitos medicamentos psiquiatros e exiados mensamental, isto grava-se na psiquiatria, porque os males entendimentos, os males entendidos sobre os medicamentos psiquiatros que levam com as pessoas, nem se quer começar às vezes a tomar, e quando começam a tomar assim que se sentem melhores param e isto é um erro, já vou explicar por que? Por que? Portanto, numa primeira fase, os antidepressivos, no fundo, servem por muito mais do que parte de pressão. Eles tratam a pressão, mas também tratam a perturbação a possível compulsiva, tratam as perturbações de comportamento alimentar, tratam as perturbações da ansiedade, porque não se tem mecanismes da ação, que vão atuar a nível dos neurotransmissores, já todos ouviram falar da sez de tonina, na hora de renalina da opamina, o que faz os antidepressivos, é o seguinte, eles, no fundo, inicialmente, a bloquearem, digamos, a recapitação, isto é um termo mecânico técnico, mas nós, no fundo, temos um neurônio, a comunicar com o outro, e manda a sez de tonina, por exemplo. E, depois a seguir, vai buscar esta sez de tonina que ela ficou solta e voltar a entrar no neurônio. O antidepressivo que faz é fazer como que esta sez de sez de tonina permaneça ali, portanto, em uma fase inicial, os antidepressivos aumentam as disponibilidades de sez de sez de tonina ou de sez de tonina ou de dopamina na hora de renalina nas cinapses. Mas isso não é o que faz o efeito terapêutico para tratamentar a ansiedade. É preciso que depois os neurônios se habituem aquilo e, digamos, que modifiquem a disponibilidade dos seus recetores na superfície dos neurônios. Este é muito aqui, mica cerebral, mas é preciso perceber isto, porque isto também é, isto é via placoal, os medicamentos depois, ao longo prazo, fazem os seus efeitos, no tratamentar a ansiedade, tanto, 2. Começamos com o antidepressivo, ele iniciou não estava a fazer nada, às vezes ele pode aumentar a ansiedade de uma fase inicial. E depois, então, a fim de duas, três semanas, é que ele começa a tal remodelação dos neurônios e os neurônios voltam a funcionar como funcionava antes da pessoa estar doente. E depois, se eu parar o antidepressivo de imediato, assim como estou a sentir bem, é que ele volta tudo normal, porque a plasticidade neuronal, ou seja, a forma como os neurônios se reedaptam e volta uma porra sua química cerebral a funcionar bem, leva tempo. Nós temos normalmente que manter no caso de uma perturbação de ansiedade o antidepressivo por cerca de um ano, para depois podemos fazer o desmama e nessa altura, já os neurônios se reedaptaram esse funcionamento. Então, isto é o segundo passo, mas o primeiro passo é a cada maior chute de tomas de ansiedade. Como o antidepressivo, numa fase inicial, não a livia logo a ansiedade, nós temos que dar normalmente os ansiolíticos, às vezes a 10 spinas, num período de duas, três, quatro semanas, até podemos ir a seis semanas, e, por exemplo, então, fazer o desmama já o antidepressivo estava a funcionar. Então, o primeiro façam-te mais dos dois da mesma tempo. Isso mesmo é dano ser, e alguns casos que é assim, por exemplo, naqueles casos que falávamos há bocadinho, em que a pessoa te teve alguns ataques de pânico, mas ainda não tem diagnostic de perturbação de ansiedade. São só alguns ataques de pânico, porque está passado para uma fase muito difícil na vida, porque separou, etc. Podemos dar só o ansiolítico durante duas, três semanas, e depois retiramos e revalhamos. E o ansiolítico é causa de penência? O ansiolítico pode causar de penência, mas é numa circunstência que é mal utilizado. Isso leva a sua pergunta do SOS, porque, se nós utilizamos o ansiolítico, o meldéfico SIN, iniciamos o ansiolítico, duas, três vezes por dia, o que for necessário, durante aquele período, preto-finido, e planejamos com o nosso doente o desmâmbio daquele indicamento, de exemplo, quando chegará a data x, já não vai estar a fazer medicamento. Ok, está resolvido, porque, entretanto, já o indicamento atuou durante aquele período, entretanto, se for uma perturmanção da cidade já instalada, a gente já iniciou o antidepressivo, já estava a fazer o seu efeito, e a pessoa está bem. Se você quiser tirar o ansiolítico, se for uma coisa de vida, de pedimento, casamento, etc., entretanto, o problema também foi gerido através da psicotrapia e a gente consegue retirar o medicamento. Se eu deixar ao critério do doente, a toma do medicamento em SOS, o que nós podemos estar a fazer é, sobre todo a em pessoas que ainda não têm sua cidade muito bem controlada, pode haver a tendência de sempre que sentem uma cidade aumentada a tomar em o SOS, ou quase que o SOS passa a ser o próprio evitamento, é o equivalente comportamental, ou seja, e toma o medicamento a SOS e constância. Mas, em menor da vida, assim que acham que vão ter ansiedade. Até preventivamente, por exemplo, vou conduzir, eu já sei que quando conduzem-se, tá, que espanhe, então é melhor que o mais ou menos que o SOS, portanto, no fundo, e se não faltar a substituir um problema por outro, porque nós temos, não estamos a fazer psicotrapia, que é o que é preciso, porque já agora. Exato, quando isso continua, é a medicação, e esse é o psotrapia. Por quê? Porque isso é que é muito importante também, claro, se for uma coisa muito anguda de vida, uma circunstância que aconteceu na nossa vida. E essa circunstância foi um diverso, é uma coisa qualquer, e passou, e aquele problema desapareceu se sou a psotrapia, que tem um papel menos importante, ainda que seja importante, do que numa pessoa que tenha realmente uma forma insuficienta a uma forma inacuada de gerir sua ansiedade, de gerir sua sucesso, de gerir seu dia a dia, e nesses casos a psotrapia é fundamental. Por quê? Esse caso eu tenho que aprender um bocadinho, é lidar com. É por isso que. E após que serve a psotrapia, os medicamentos tratam os chintomas, a pessoa voltou normal. A quimica cerebral está a funcionar bem, os neurônios estão a comunicar bem, mas se eu retire a medicação e volta por a pessoa na sua vida, com aquele mesmo stress, e a pessoa gera o stress da mesma maneira que geria um ano atrás, vai acabar com o mesmo resultado, portanto tem que fazer a psotrapia, por isso é que é muito importante começar a medicação, e depois a médio prazo enquanto ainda está a fazer a medicação, começar a psotrapia, depois faz o de uma medicação, continua a psotrapia então assim, considera-se que o tratamento está resolveu. Então ainda não desfalta a falar muita coisa, então dizem-me que só para algumas questões, talvez se estigmatizar um bocadinho às várias perturbações da ansiedade, depois falado a ansiedade social, ainda não falava. E depois não esquecer que há pouco tempo da intervenção sua, dizer que a deveres recomenda mais a psicifície, que é muito contente com essa sua intervenção, e podia desenvolver também. A Marta tem mais perguntas mesmo. Vemos aí, como estamos então para as perturbações da ansiedade assim de uma forma mais prática, então vamos a falar dos termos do mais geral, mas o que são perturbações da ansiedade? Então como eu disse, portanto a perturbação da ansiedade está presente quando nós temos então a ansiedade patológica, por um período tempo prolongado, normalmente são os tais seis meses e com certas características, e depois as características da ansiedade, e os locais ou circunstâncias em que a ansiedade surge, é que depois dá o nome à perturbação em concreto, portanto já falamos da perturbação de pênico, já falamos que chega é a ansiedade mais intensa que se pode sentir, mas é episodica, e normalmente a pessoa entra a taxa de pênico, que não está ansiosa, está preocupada a evitar ter novos ataques de pênico, nos trem oposto, temos a ansiedade generalizada, a perturbação da ansiedade generalizada, que é a pessoa, nunca tem uma ansiedade muito aguda, e isso nunca também não é uma regra por todas as regras tem uma exceção, até porque nós podemos ter uma perturbação da ansiedade generalizada, e lá pelo meio tem uma taxa de pênico, mas regra já para facilitar a compreensão, nos trem oposto das perturbações de pênico, temos a perturbação da ansiedade generalizada, que é uma pessoa que não tem crises agudas da ansiedade, tem, sim, uma ansiedade permanente, mudrada, em relação a todos os aspectos da vida, coisas minor, comezinhas do dia a dia, se tem encontras para pagar, se o IRC já chegou, se vou pagar IRC, ou não, os meus filhos será que estão bem na escola, será que estão doentes, vamos ver, então tudo este simbamente preocupante, é que uma pessoa se sente nome, que tem sempre mais a ansiedade do que se usa a volta, está sempre um lugar da ansiedade, tem muito distante, e já agora é de dizer que pode parecer mais ligeiro, e as pessoas, muitas vezes não procuram um ajuda para a perturbação da ansiedade generalizada, mas viver em perturbação da ansiedade generalizada é viver esse transe crônico, e isso também aumenta o risco de outras perturbações mentais, como sendo de pressão, portanto nós podemos ter muitas vezes uma pessoa que começa com uma perturbação da ansiedade generalizada, tal em um ou dois anos em perturbação da ansiedade, e é cá porto primeiro, depois temos outras perturbações da ansiedade, como sendo a perturbação da ansiedade mais frequente de todas, mas que é que menos aparece nas consultas psiquedria e psicologia que são as fubias simples ou fubias específicas, as fubias específicas são ansiedade, que surge apenas no contacto com o objeto que gera fubia, que gera ansiedade, por exemplo, fubia darañas, fubias de elevadores, fubias de outras coisas qualquer, a maior parte da fubia já que voltando aos 300 mil anos de ansiedade, muitas delas têm até uma lógica evolutiva, porque eu tenho medo de alturas, porque não é supposed eu cair de alturas com morro, é supposed, eu tenho medo darañas ou de cobras, porque eles são animais, que ancestralmente podiam pôr em risca nossa vida, mas há hoje em dia fubias, para tudo e mais há uma coisa, a maior parte de fubias, aliás dava um episódio só sobre só fubias, mas agora as fubias mais frequentes são aquelas, que de facto evolutivamente tem mais relação com aquilo que era os pricos para o ser humano, que é sangue ou ingessões, que é uma das fubias mais frequentes, né? Toda a gente começa a alguém que tem fubia de sangue ou de ingessões, porque não é suposto ver sangue, porque a pessoa tiver a ver sangue, em princípio ancestralmente é que está ferida, está ferida é que há um prínio. Segunda, alturas, lógico, porque as falésias, e não era suposto os humanos que iram das falésias morriam, terceiro, os aranhas e as cobras e os no fundo os reptos e as animais assim. Por que estranho, se passam ser prigosos? Exatamente, porque ancestralmente também eram bastante prigos. E depois, a fubia específica é sobre um prigo em particular, e depois há uma outra ansiedade. O que o pessoal dela falou, que antes também se chamava fubia, que agora mudou de nome, que é a fubia social, em que o tal objeto é social, é o contacto social. Hoje em dia, já não se chama fubia social, se chama se perturmação da sociedade social, e no fundo é perturmação da sociedade social. É muito relevante, começa até muito porcosamente na vida e pode ser perturbadora da vida escolar e da vida de relação, nomeadamente da adolescência, que é uma fase. É um grande isolamento. É, porque as pessoas é uma fase em que as pessoas, o pessoal aliás, é um grande especialista em adolescência e pretendendo voltar a explicar coisas que ele explicara muito melhor do que eu, mas é uma fase da vida em que as pessoas no fundo estão a relacionar-se de forma diferente com o mundo, estão a criar novas relações com as pessoas, com os pares, querem fazer parte do grupo. Portanto, há aqui muito a questão do julgamento, o que as pessoas acham sobre mim, que na adolescência. E falar sobre esses julgamentos, os redes sociais vão ter um impacto. Isso ainda vira que dava outro episódio e falarmos dos redes sociais. É tão falado isso. É tão falado isso. É tão falado isso. É tão falado isso. É tão falado isso. É tão falado isso. É tão falado isso. Ah, no fundo, um stress psicológico mantido no tempo, durador ao longo do tempo, para qual o cérebro do adolescente não está preparado, porque é pouco maduro depois do ponto de vista das gestão das emoções. Mas não aprendeu ainda as grelas e do ponto de vista do cérebro frontal, ainda não têm as competências e neurônios para gerir essas emoções. Mas não aprendeu ainda as grelas e do ponto de vista da gestão das grelas e do ponto de vista da gestão das grelas e do ponto de vista da gestão das grelas. É tão falado isso. Então, depois tem filhos e a vida torna-se bastante, ficamos todos a sobrebados com a vida, porque já tenhamos o trabalho, temos a vida pessoal, temos algum laser em princípio e depois temos nossos filhos, temos que cremos estar presentes, queremos continuar a fazer tudo que fazíamos antes, mais sermos pais e estarmos a hora das refeições. A certa altura, o nosso corpo e nosso saúde físico ficam com cada imposto de lado, e depois de outra coisa, me diga que a pessoa envelheça, o metabolismo altera-se, ganha-se peso e não quer ser aqui acusado de feto shaming, mas chece de peso não é saudável, não tem nada a ver com o formo corporal, com as petas pessoas têm de ver com a saúde, com os tatos inflamatório, que ter chece de peso causa, por exemplo, entre outras as petas. Agora, por isso, estilos de vida, primeiro, queria só dizer que a Marta disse, a nossa sociedade não está preparada, ou nós não estamos preparados para a nossa sociedade, e deve dizer que não sei se almover, vamos estar, porque nós biologicamente somos seres analógicos. Nós invaluimos, durante 300 mil anos, para ser caçadores recoletores e a velocidade aqui a nossa sociedade evolui nos últimos 200, 100 anos, 50 anos, basta dizer, basta dizer que o iPhone é de 2007, que não é nada, nem 20 anos passaram, mas é impossível, nós adaptarmos, e estou com visita que a seleção natural já não consegue adaptar-se para, na verdade, nós vamos continuar a ser biologicamente caçadores recoletores. Nós é que temos que fazer os possíveis para que consigamos viver nesta sociedade, que tem coisas tão boas e que é tão bom ter acesso à tecnologia e poder fazer tudo e encumendar comida à hora que nós queremos, mas, respeitando os nossos ritmos biológicos, e para esse feito, temos que fazer 2 ou 3 coisas, e portanto, 3 coisas que a Marta pedia, 1, fazer esse preciso físico. Tanto isso, se você fizer fundamental, precisamente porque o ser humano não é um ser teoricamente sedentário, é um cansador recoletor, portanto, andava a procura de comida, a caçar, ou a buscar a comida no seu ambiente, tanto nós temos metamolicamente preparados para estar onde-da-movo, e há muitos estudos, muitos mesmo, que mostram os benefícios dos subsis físicos, regular, com intensidade moderada e intensa, portanto, não basta andar a ver mantras, e é preciso fazer mesmo esse subsis físico, como uma regulada de pelo menos 3 vezes por semana, e há muitos estudos sobre os tipos de exercícios, o exercício é eróbio, é importante, mas também há cada vez mais exercício, cada vez mais evidência, potência, força, potência de resistência, todos eles são importantes, e aumentam a nossa saúde, não só porque diminui o status inflamatório do corpo, e há mesmo estudos que mostram, que ajudam a prevenir e até mesmo a ser um código de vento de tratamento de doenças mentais. Aqui estamos afalados das portumações da sociedade, das portumações de possíveis, as estudos que mostram que fazer esse exercício físico de forma regular e de forma adequada, diminui mesmo os sintomas de processos diretamente, e se avaliarmos os populações, aquelas que fazem esse exercício físico, das que não fazem, as que não fazem ter meu arristeto de pressão, por exemplo, portanto, esse exercício físico fundamental obrigatório recomende vivimento, eu próprio jadri e espero assim manter-me. E, de facto, já agora, não só ao longo prazo, mas como a curto prazo também dá muito bem estar, porque há uma série de neuroquímicos que são libertados quando a pessoa faz esse exercício, que eles dava a instar no momento. Depois, respeitar os ciclos vigilia sono, os ciclos vigilia sono são fundamentais, nós somos animais diurnos, por natureza, que também varia com a fase etária, como falamos dos adolescentes, os adolescentes são um bocadinho mais noctivo, e depois há me de dizer que sempre lhes vamos ficando mais diurnos, mas o que interessa é que é, em geral, nós temos que viver em princípio durante o dia. E, de dormir durante a noite, e temos que dormir um número de horas adequado, uma das coisas que também se houve muito falado nos redes sociais e que deixa louco, é que temos muito tempo pra dormir quando morrermos, porque, de dormir, é uma perda de tempo. Dormir não é uma perda de tempo, de dormir é um remedio, para o nosso corpo e para o nosso cérebro, porque, de dormir, tem fases. E, eu basto a dormir me duas ou três sextas durante o dia, 20 minutos, é tal chamada PowerNep, e eu fico bem, fico recuperado, não preciso dormir mais. Só que o que essas pessoas não sabem, é que o sono tem fases, fase 1, fase 2, fase 3, fase 2, fase 3, fase 2, fase 3. Tivemos de resta um episódio em que falamos. Quarte lugar. E acho que isto também é muito importante. E aqui talvez seja importante, às vezes, recorrer mesmo a psicologia e a psicoterapia. É aprender a gerir o stresso de a dia. Porque nós não podemos continuar a viver a velocidade que a sociedade nos está a imprimir. Ou seja, nós podemos tentar dar resposta a que a sociedade nos imprim, sem dúvida. Mas nós não podemos viver essa velocidade. Porque depois que cada um de nós tem a nossa. tem uma forma de viver. Tem uma forma de viver o stress. Tem uma quantidade de coisas que consegue fazer ao mesmo tempo. Tem uma quantidade de objetivos que conseguem manter em mente sem que isso gera esse stress. Então nós temos que gerir o nosso dia a dia em termos daquilo que dizemos que sim. Ou aquilo que dizemos que não. Os desafios profissionais que aceitamos, quantos filhos é que vamos ter etc. etc. É em função também daquilo que conseguimos gerir. Porque se não, vamos estar para além daquilo que nós conseguimos gerir. E aí entramos em stress. E o stress é a pior coisa que acontece para a nossa saúde mental. Mas é agora que esteja a sentir que não está conseguindo gerir todas as valências. Digamos, não está conseguindo manter no balanbarismo do dia a dia todas as bolas no ar. Deve procurar psicotrapia para ajudar a gerir esse stress. Porque isso é muito importante para o genio de doença mental. Muito obrigado, gostava. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Nós voltamos a ferir para a semana para falar sobre autism. O corpo é do psiquiatra. Joana, mosquito e reis. Obrigado aos dois. E aos nossos ouvintes até a quarta-feira. Obrigado. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Entrevista entre Marta Amaral, Daniel Sampai, e Gustavo Jesus sobre saúde mental e ansiedade.
  2. Discussão sobre a evolução da ansiedade ao longo da história humana.
  3. Distinção entre ansiedade normal e patológica com exemplos de sintomas e impactos.

Summary:

Neste podcast, Marta Amaral entrevista Daniel Sampai e Gustavo Jesus sobre ansiedade e saúde mental. A conversa aborda a história e evolução da ansiedade, destacando como essa emoção é uma adaptação evolutiva para lidar com perigos ancestrais. São discutidas as diferenças entre ansiedade normal e patológica, com exemplos de sintomas físicos e psicológicos.

A ansiedade normal é proporcional, adequada, de curta duração e autocontrolável, enquanto a ansiedade patológica é desproporcional, inadequada, duradoura e pode causar disfunção e sofrimento significativos. São também mencionados os ataques de pânico como um exemplo extremo de ansiedade. A conversa destaca a importância de distinguir entre os diferentes níveis de ansiedade e como o estilo de vida moderno pode influenciar o aumento dos níveis de ansiedade.

FAQs

A ansiedade é um estado emocional de alerta em resposta ao perigo. Começou a ser relatada há vários anos, mas ganhou mais destaque recentemente, especialmente devido à pandemia.

A ansiedade é uma tradução mais moderna do medo, uma emoção primitiva que nos defende de perigos. Ambas estão relacionadas e têm origem na necessidade de sobrevivência ancestral.

Os sintomas físicos incluem palpitações, respiração acelerada, tensão muscular, entre outros. Os sintomas psíquicos envolvem preocupação, atenção focada e vigilância. Eles podem variar em intensidade e duração.

A ansiedade normal é proporcional, adequada, de duração limitada e autoestinguível. Já a ansiedade patológica é desproporcional, inadequada, prolongada e pode causar disfunção ou sofrimento significativos na pessoa.

Um ataque de pânico é um dos extremos da ansiedade, caracterizado por sintomas intensos em curto período. Pode ser um sinal de ansiedade patológica, que quando extrema pode levar a ataques de pânico.

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