#34 INEZ AIRES - Yoga nas Prisões, Sustentabilidade de Eventos, Boom Festival, Espiritualidade
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A entrevista apresenta Inês Aires, uma engenheira ambiental e empreendedora em sustentabilidade, que também é professora de yoga e desenvolve projetos criativos. Ela discute sua infância em uma família numerosa e acolhedora, que lhe deu segurança para explorar o mundo. Inês optou por Engenharia Ambiental em vez de Medicina, buscando um caminho que permitisse equilibrar estudos e vida pessoal, enquanto cuidava do planeta como forma de proteger a saúde humana. O yoga surgiu como uma ferramenta para melhorar a concentração durante a faculdade e acabou se tornando uma atividade paralela de ensino. Seu estágio na Amazônia peruana destacou a importância do envolvimento comunitário e da educação ambiental, especialmente para crianças, como estratégia eficaz de conservação. Atualmente, ela trabalha em projetos como o "Mundo de Dianha", que cria áreas de conservação geridas por crianças, reforçando a ligação entre comunidades e natureza. Inês enfatiza a necessidade de abordagens práticas e educativas para enfrentar desafios ambientais, combinando conhecimentos técnicos com empatia e ação local.
[Música] Muito lotar, bem vindos a mais um episódio de Espolariza. É um dia lindo, lafora, aqui dentro. É um dia lindo porque tem a minha frente. É uma pessoa muito solidente que é Inés Aires, bem vindo, Inés. - Olá, Tomás. - Obrigado. Inés é formada em ingenieria ambiental e é uma mulher imparável. Impreendora na área da sustentabilidade, constrói estruturas que o Nubuam Festival, tem um projeto de órganas presões, é professora de órgana, inventa jogos tabuleiros sobre o órgâ, e muito, muito mais. Antes de conhecermos aí nas Criagra, de ser aos novos mecenas, Manuel Estevan, Ana Felipe Fernández, Rita Sammer, Diogo Almeida, Pureza Champalimó e Joana Lawrence. Também tu podes apoiar este projeto e ajudar a crescer e ter mais sustentável. Se não quiserem já fazer isso, podem deixar um like, comentar e subscrever que também ajuda muito o canal. E a tudo de marketing vamos conhecer aqui, Inés. Então, Inés, vamos aqui começar com a tua infância, que é como eu gosto de começar, com o pai, com a mãe, com os irmãos. A Inés é a tia da minha mulher, Catarina, e nós já tínhamos muitos amigos em comum, mas depois aclamos por nos encontrar, por causa deste meu amor e da Catarina, e percebi logo que émos ter altas conversas quando nos conhecemos. E já que eu conheço a volta a tia tua mãe, mas não conhecido o teu pai ou a vozê, tenho ainda mais curiosidade para saber o que é que tu achas que cada um delos se tincinou e os seus irmãos. Então, como tu sabes, eu venho de uma família grande, somos oito filhos, mais um adultado. O meu pai, sempre foi uma pessoa que me deu muita estrutura, por ser médica e pela carreira que teve. Era uma pessoa muito da das pessoas, muito presente, forma como ela que arregava a medicina, era uma forma muito humana. E era uma pessoa que interessava-se muito pela tua parte interna, saber como é que tu estava internamente. Eu tenho ótimas referências dele a vários níveis, e principalmente na sua assertividade e ser cirurgico que falava. Eu nunca falava a mais, mas era muito cirurgico nos coisas que dizia. A minha mãe é a mãe. É a mãe do oito, é a mangalinha, é a mãe que nos criou, e isso era aquela pessoa que estava sempre presente agora em casa. Nós podemos recorrer sempre, não só nós, como depois quando começaram a nascer os netos e a virem vocês dos casamentos. A minha mãe é aquela pessoa que é o arquete tipo da mãe, abraço a todos. Se eu era 83 anos, eu acho que faz amanhã 83 anos, e está com uma energia vital, incrível, pai da dela, e eu acho que isso que amantei. Exatamente está a animação dos filhos e dos netos e dela ainda se estão ativa na vida se toda a gente da família. E tu é 16 ou 17? A pessoa é 17. É 18. A pessoa é 17. E como é que foi ter tentes quase todos repasos, mas duas reparigas, mas eu acho que tu, como é que foi? Então eu nasço fora do tempo, os meus pais tiveram seis filhos, todos os seguidos, não iam ter mais filhos, se põem-la, e passado 8 anos a partir. Então veio assim um bocadinho fora do tempo, depois tiveram uma irmão joão, vamos fazer a companhia, como elas dizem. O planeado foi o 8A, fiquei engraçado pelo único, que elas dizem que planearam. Então, o que é que eu recebo dos meus irmãos mais velhos, recebo tudo do seldo. Foi muito estimulado a Deus de pequenina, porque tinha seis pessoas muito mais velhos da sequia, que já estavam a descobrir a vida, uma irmão mais velha quando eu nasci já tinha 16 anos, por isso já era um teenager. O mais novo tinha o 8, por isso eu vou entrar na vida deles, assim como aquele porta a chave, que eles levavam para o todo lado, muito curiosa, e que quer aprender muito, e eles dizem que era muito viva. E eles abriram muitas portas de conhecimento, porque os próprios seis são muito diferentes entre eles, tanto nos seus interesses, como nas coisas que estudaram. Confio. Confirma-se, exatamente. Por isso, abriram-me um mundo, sem casa, que depois ajudou-me a abrir-me para o mundo. Eu comecei a viajar muito mal-pude, quando 18 anos sozinha, antes viajava-vos meus pais, mas depois abriu-me esta vontade de explorar o mundo. Eu sabia que tenho este castelo, que é um castelo, é um porto de abrigo, é um real, a minha família realmente, é um porto de abrigo para mim, sem dúvida. Eu sabia que tu tens um porto de abrigo tão sólido aqui, dá-te asas para te expandir, e isto conhecer o mundo com uma entrega muito diferente de quem não percebe este porto de abrigo. Luminos do que eu senti, e ajudamos sempre a expandir muito a ir, porque qualquer volta era uma volta a um lugar seguro para mim. E pessoas que me amavam, e que me amam, e que eu amo, que são as pessoas mais importantes da minha vida. O meu irmão Pico, não sei se viste o episódio com ele aqui, é muito bom, não foi humildada a parte, muito bom. Graças a ele, claro. Mas ele é psiquiata de crianças, principalmente, e sim, parece que realmente esta base de confort, de amor e de confiança, que se criaram nos primeiros 6 anos de vida, é o mais importante, pós 80 que venha seguir. De cima, tu sempre tivesse esta mesma casa, coxeste naquela casa onde os seus pais ainda viram, e assim, ainda tens mais isso, eu fui madendo muito de casa, e voltava os membros pelo mesmo lugar físico, é espectacular, muito bom. E depois fossepõe o dinheiro em ambiental, porque é que escolheste? Porque cria semédica? Então, eu era a maior fã do meu pai, ou uma das, cria semédica, na altura, e continuo assim, as notas eram muito altas, e eu não estava interessada em passar o liceu com a caba sem fiada nos livros. Ao mesmo tempo, este paradoxo, eu gosto muito de estudar e explorar assuntos, mas eu não sou um guique de laboratório ou de biblioteca, que só vivi para aquilo. Eu percebi que, para entrar em medicina, era preciso uma educação, numa altura da nossa vida, que é aqueles 15, 16, 16 anos, que ao mesmo tempo tu tás a crescer a várias formas. O corpo, a cabeça, a expansão, o caminho da adolescência, a pã entrada na idade adulta, então há muita coisa a explorar, e eu tinha noção que não era a pessoa que ia sacrificar essas explorações, para conseguir uma média de 18,8 ou qualquer coisa assim. Então, como isso não foi possível, ela precisava de ter notas relativamente voos, tive uma conversa com meu pai, lemme-me com o irmão nono na altura também. E surgiu a engenharia do ambiente, e depois fez sentido para mim, porque na medicina tu tás a tratar as pessoas, e nem engenharia do ambiente, tu tás a tratar o ambiente para as pessoas não ficar indiventes. Então, olha a pã ambiente, olha-me-se para a nossa casa, de forma que podemos melhorar a forma como vivemos da nossa casa, que depois vai nos ajudar claramente a manter uma saúde física e da unha de cada pessoa. E se não posso ajudar, não tenho notas para ir para os hospitais e ajudar as pessoas, mas posso ir ajudar uma ambia. E então fiz as pazes com isso. Então, muito feliz! Isso é mais adolescência. Isso gostei muito. E do reento curso já estava a tirar o curso de yoga? Já, isto foi tudo paralelo, porque. Então, o yoga entran a minha vida, porque eu fazia muito de esporto, e já vinha de um bala clássico, por isso comecei a sentir necessidade do meu corpo que estava comprimido bastante, de se começar a estender, e ajudava-me na concentração, porque, na essa altura, e aí, ainda, às vezes, eu ainda sou um bocado de supeito de cidade, tenho muitas ideias, e tenho uma abertura mental muito grande, e às vezes, principalmente, quando tínhamos que estudar coisas muito chatas e de sabros, nas esginharias e as matemáticas, há disciplinas muito denses, e os gerais de concentração têm que ser muito grande, e na altura não tinha, e o yoga começou a mais ajudar, na concentração para. No fundo para o meu curso, por isso, um foi apoiando o outro, um curso foi apoiando o outro, e é no decorrer do meu curso superior, e mais no fim do meu curso superior, que os meus pessoas de yoga começam a pedir para eu dar alas. Sem interagre a minha formação. Já, comecei a estudar, e eu comecei a estudar o yoga, na altura não havia tanto esta história dos tits e astrâneos, ou seja, nós estamos a falem, de 1999, de 2009, de 2001. Havia poucas escolas no Porto, havia poucos profissores, não era uma coisa tão conhecida, e eu comecei a estudar, comece uma. - Conheço Miguel homem. - Claro, Miguel vimos da mesma altura. - Pois lembro-me de ir com o meu irmão pico, morar uma aula de yoga, no ano 2001. - Enderem em casa dele, na fajveda. - Sim. - E lembro na altura a pensar, era uma coisa que nunca se tinha ouvido falar, não era uma coisa que se falava muito. - Havia uma rede. Tu ouvi existo falar na rede de rosa, que eles tinham os uniógas, é um mestre brasileiro que realmente expandiu bastante, e na altura havia bastante esta escolas. - Mas os métodes clássicos, já tínhamos a clara da Vila del Pará, de que é uma professor antiga e muito boa da Iangar no Porto, a Luna, os sarts fortes, o Carlos Julián Lisboa. - Então, estamos afados, pessoas que agora têm 50-60. - Quando estão com orientias. - Eu estou indo de que está sempre para se polivir, mas que elas já se poliviam a grande, já que elas não temos da parte mais íngrome da curva exponencial. - Quando é que o yoga se tornou assim completamente? - Então, o que é? - O que é sido por toda a gente? - O yoga sai da India, por falto dos anos 40, quando os pessoas indianos começam a trazer o podido de Estados Unidos e para a Europa. - A primeira grande saída. E agora, eu acho que a coisa aconteceu nos últimos 10 anos, mais ou menos. - Quando eu comecei, ainda havia, e ainda era um caso usada, aí vas fazer yoga, que vas por umas calças, vas por uns conlas pretos e ficar assim. - E eu ri, porque as minhas alas são muito poxadas, não há nada de ficar assim, é no fim. A todo um processo para ficarmos assim, e para ficarmos assim com qualidade. Realmente, presentes e com o corpo trabalhado e que nos permita estar bem, e a parte do asa, ou seja, de tudo que são as posturas, no fundo preparam-nos para esta meditação. - Mas havia muito esta ideia, né? E eu lembro-me nesta altura, eram muito poucas pessoas do meu meio de amigos, eram muito poucos, os que praticávamos. - E, entretanto, eu também estou cá uns anos, sai de Portugal, vou ver a Amazonia, há muito tempo que eu não estou em Portugal, por isso, em Portugal, não consigo dizer exatamente o que foi o boom do yoga. - Mas eu acho que há coisas de dez artistaves, tenho assim, tenho assotronado algo que desmistificou, veio também numa componente de wellness, de desporto, é ligado a desporto, é ligado a bem-estar, é ligado a saúde física, porque tenho isto tudo. - E massa ficou. E ainda bem que massa ficou. - Sim, sim, ainda bem que massa ficou. - É uma coisa que ainda bem que massa ficou, não é? - E então acabaste do curso e que já estou em trabalho, não conhece esta fase da tua riva? - Não, eu estou a acabar o curso e fui viva por eu, para a Amazonia, onde fiz a minha teste de fim de curso e o estágio. Isto foi uma aposta do meu pai, que está novamente, na minha universidade nós tínhamos estas bolsas garantidas na Europa, e eu fito a como ele disse, eu não quero ficar na Europa, eu quero ir para a Amazonia, eu gostava muito de ir para a Amazonia, e eu acho que eu ingerdo ambiente. - Deve ter uma experiência que é conhecida o pulmão do planeta, e ela olhou para mim e disse, acham as minhas estes aqui, o que tu quer, e eu tenho e preciso que tu me após, que eu não vou conseguir. - E ela foi homem, e então eu consigo criar um protocolo entre a universidade, na Tava Astudáquia, escala-se para o biotecologia da Universidade Catálica, e uma entidade no Peru, e sou a primeira aluna da Catálica e para a Amazonia. E também sou a aluna que estava a melhor nota de curso, tipo de a nova valor, na I20, porque eu acho que foi por ser desruptivo, exatamente. - Por ter mostrado outra parte da aplicação da engenharia do ambiente, não só na biotecologia, porque era muito do que nós fazíamos. Mas depois, em componentes, em sistemas sociais, que é muito do trabalho que é feito na Amazonia, é dito caça, e de conservação. - Sim, eu acho que os profissores, quando tem essa idade, não estão tentando ser, mas um professor que vê muitos trabalhos todos iguais, ela que vai ficar tão contenta de ter a vida alguém que fez uma coisa diferente. - Exatamente. - Mas escalar a pessoas que nunca entendem isso, e que ficam muito fazerem, tem que fazer como os outros estão a fazer. - E será a minha questão? Eu vou agora passar o meu estágio no laboratório na Suíça, analisar colônias de bacterias que detriaram poluentes. Não sei se foi que eu fiz o curso inteiro, ou que outras pessoas que já o fazem. - E que são apaixonados? - Exatamente. E tudo isto, eu acho que é o escolar, cada um de nós olhar para a parte que nos interessa, para trazermos mais um bocadinho paciência. - Então fui aí, a minha interessa, agora, já tive o curso todo dentro do laboratório, agora a interessa empagar no que eu aprendi dentro do laboratório. - Porém, estamos humanos, estamos naturais, estamos em países sensíveis, no sitio que tem que ser conservado, que é a Amazonia, que é base de a floresta mais diversa, com mais espécies, com mais, e com uma fragilidade enorme. - E que tem que ser acima de tudo protegida pelos governos, mas protegida pelas pessoas que estão lá no dia a dia. - Porque quando estás a falar como a pessoa do perú, como a pessoa da colômbia, que não tem a mesma capacidade económica que tu. - Foi ela cortar uma árvore significa alimentar a família durante um ano. - Então, se fazas explicar, porque cortar aquela árvore e usar aquela árvore de outra forma sem acabar com ela, pode lhe trazer riqueza em vez de um ano em 10. - Então, é mudar isto, mas para pessoas que estão a struggling, que estão a. - Estão atentes de estar sobreviver. - Então, na sobreviver, onde é que eles têm espaço mental para pensar nisto, né? - É um dos grandes problemas do ambientalismo. - Exatamente. - Tem os melhores, ou não, milhões, ou milhares de milhões de crianças em países de serem o mundo. - Então, a vida deles, a vida que os pais já estão por funcionar, está aí numa direção de consumir em cada vez mais recursos. - Mas é por uma razão boa, porque tem uma seguida a pobreza e é porque estão afinalmente ter acesso a investir em cocô na rua, fazer em casa e ter em água, não é que sai da turnoira e essas coisas. - E por isso é que nós, como os cidentais já desenvolvidos, a muito pouco nós podemos fazer, aquilo que nós podemos fazer é tão pouco, ao lado de reção da gigante de pessoas que também têm direito a desenvolver-se. - Está vir, não é? - Muito. - Mas é um lucro de sexta-í e fez me lembrar a história do Parque Nacional da Gorongosa, em Mozambique, que era um parque, há muitos anos, era um parque cheio de biodiversidade, cheio de animais, tudo. - Hoje foi meio cabendo o nao e as vilas ali à volta começaram a destruir as coisas, e um buscar ali passar um animal, e um ali cortar umas árvores por aí fora. - E o Greg Carr, que é um americano que ganhou muito dinheiro e inventou o voice mail, foi um dos inventores de voice mail. - Ele não foi o inventor, o sócio que inventou, mas eles dois ganharam muito dinheiro com isso, teve uma espécie de crise extensual e depois comprou a Gorongosa. - Ele tem que convidar o Greg para vir a outro polariza, contar esta hora. - E Gorongosa hoje em dia está a voltar a ser muito bonito e vale para visitar, causa desse de falar com as comunidades que vivem ali à volta e explicar-los as coisas e também ajudá-las a terem vidas melhores. - Isso faz de todo sentido. - Este projeto com que eu trabalho, que é incrível, chama-se Mundo de Dianha, foi fundado pelo Roque Inlegia, e ela é né tudo dolegia, que foi presidente pro ano. - Estamos a falar um homem que tem uma coração gigante e uma capacidade da tuação gigante, neste momento. - Já estamos a falar de milhões de hectares de natureza conservados all over the world. - Este projeto. - Este projeto já tem quase 30 anos. - Então, eles são criação de áreas de conservação privadas, em que o projeto entra a fotodauisã pela Amazônia. - Nós chegavamos perto de uma comunidade, quisesse este projeto, e temos uma metodologia que são as terras de aninhos. - Este é a educação ambiental à crianças. - Conservação à partir da educação ambiental à crianças, porque nós sabemos que a educação e as crianças vão educar os pais. - Mas rápido que nós íamos tentar educar os pais. - Por influência. - Então, se tu ensinar de um mudo a separar o lixo, um exemplo muito simples, e o mudo chegar à casa, e vir que o pai não está a separar o lixo. - Se chamar de atenção, vai ter muito mais impacto do que chegar a eu, o pai, e dizer que eu tenho que esperar o lixo. - Então, é uma forma de rir e educarmos as famílias. - Retro ativos. - É a educação retroativa, a educação anterior. Porque a criança vai desar ao pai, mas isso não é bom para o planeta terra. - Pois isso aí não custa nada. - E é verdade, não custa nada, isto é tudo reprogramações, que são muito simples, basta nós estarmos atentos. - E estar atento é uma escolha. - É uma escolha que toda a gente pode fazer o tempo todo, e muda muito. - O estar atento. Mas pronto, faltando atrás. Então, imagina uma comunidade na Amazonia, com a vida, nós temos lá, vamos abrir o projeto com eles. - E os adultos dessa comunidade têm que doar legalmente um pedaço de erras crianças, da comunidade. - Então, as crianças passam a ser os donos dessa pedaço de terra, que pode ir de 1 meter quadrado, a milhares de centenas de hectares. Tínhamos projetos de conservação gigante na India, em vários lugares. - E então, a nossa missão é ajudar as crianças a ensinar as crianças, e criar-los de como é que elas aprendem a gerir as de pedaço de terra sustentablemente. - Para criar em uma ligação com o meio ambiente e com a vida, com os processos da vida, que depois vai se repercurtir num respeito em tudo que tem a ver com a vida, com a natureza e com os processos da vida. - E criam-se as terras de aninhos, os bosques delas ninhas, ou lapláia delas ninhas, ou la montanha delas ninhas. Isso depende sempre do lugar onde você está. - E com isto, eles já conseguiam, são milhares, já acham que devem ter chegado aos milhões de hectares conservados, que infelizmente é a forma como eu vejo a conservação da natureza agora. - Os governos, alguns governos que estão tão poucos de responsabilizados da sua world natural, que se não forem os privados, definir aqui não mais. - Não sei o que nós vamos por aí. - Pois é, é uma perspectiva interessante de olhar, não vou ficar à espera, e preciso ser milionário com esse senhor, mas não vou ficar à espera de. - Ele não é milionário. - Ah não. - Ele consegue coisas. - Ah. - É uma feira muito grande, eu depois passo o website, para tu ver. - Que aí, põe na descrição do vídeo. - Exactamente. - Ao do audio, para quem não estiver ouvido, não quer descriminar ninguém. E então, mas até um carro foi ter o primeiro trabalho, voltaste do Peru. - Ah, então eu volto e o Instituto Supreotecnico convido a um grupo de investigação em indigentes evolvimento, que era um grupo de investigação liderado pela Europa Deputada, a Graça Carvalho, que continua lá. - E que basicamente na altura, que era a Presidência do Dramborroz, ela era a consulera do Dramborroz para a questões do ambiente. - Eu entro com uma sustante de investigação na Europa, e estou aí quase três anos. - E ela percebi alguma coisa do assunto, ou era mais um carro político, com outra coisa? - Ela percebe muito sobre o assunto. - Ah, ok. - E toda a equipa, isto é uma equipa bastante grande, que estava acistava, cedeada no departamento de mecânica, do Instituto Supreotecnico, por isso estamos afado mais de uma entidade de gente que sabe o que estava a fazer. - E nós tínhamos projetos europeus, por isso, muito na área da energia. - Eu posso dar um exemplo, tivemos um que é o pior na altura, por isso lá atrás no tempo, que promovia, era uma giant venture de cinco países. - E basicamente nós estábamos a promover junto dos player, deste mercado, o que é que é a inserção de energias que novoáveis, em construção, mas enquanto material de construção. - A tecnologia já será o material de construção, e não será algo que depois é ontopo de material de construção. - Integração de, a ver uma inteligência ou uma geração energética, através da integração de tecnologias com materiais de construção, e não como algo vem em cima, que é um custa crescido. - E chamávamos superior. - E o que conhecia a escreia é um trabalhador. - E o Pepe? - Sim, e de uma prima claxia. - O que ainda agora está a fazer casas contém-me, o pecado que nasce, quanto os jogos de cânium, cada nessa filosofia. - Isso é uma. Exatamente. Nós trabalhávamos com tecnologia, tipo, introdução de fotovoltaicos, materiais de construção, para a geração de energia elétrica, não trabalhávamos no passivo, porque já estamos afarem a arquitetura bioclimática e é muito do que eles fazem, que é a escreia da arquitetos. Nós éramos mais os engenharios, onde vamos meter a tecnologia niste, pode ser mais eficiente, ter menos custos, running cost, e ainda conseguindo gerar algo menos e extra. - Que alinhado a arquitetura bioclimática é o melhor que há, porque desenhas no edifício, que é um bancar térmico, com a arquitetura bioclimática, que é tudo que tudo é existe. - A tua volta e bem orientado ao lugar onde estáis, e aí está a arquitetura bioclimática do STANK, e depois entramos com a tecnologia toda, o que ainda podemos diminuir o running cost. - E podemos casas que podem ser geradores energéticos. - Os seus paixos próprios casas, em pequenas calas, mas que pode. - E destes 10 projetos que tenho agora passando para o momento presente, qual é que começou primeiro? Foi o Zero East Lab, né? - Ui! - Deixe-se todos o jogo de yoga e joga nas prisões e o East Lab, só para se dizer mais à menos cronológico. - Ok, começou os trutidos do bubo. - Eu nasci. - Estou os paixos fizendo. - Estou os paixos. - Então, na indústria dos eventos, eu tive desde 2002, sei enquanto produtora já há uns anos, trabalhei com eventos Worldwide, e isto foi uma coisa pronto para ela o meu, o que eu já fazia. - Mas New Age, assim, eventos de agenda. - Vamos chamar, eles há quem os classificam com os festivais transformacionais. - Pronto, é. - Há quem eles chamem-se. Eu não gosto particularmente, porque não acho que nenhum festival seja transformacional, acho que é isso. - A capacidade de cada pessoa tem dentro de cites, transformar. Qualquer lugar pode ser transformacional. - Machim, estamos a Fada Família, estamos a Fada Família do Bum, podemos incluir o Lightning in a Bot, podemos incluir na Califórnia, podemos incluir o Envision que é na Costa Rica, podemos incluir o Rainbow Serpent que é na Austrália, e outros que são eventos que têm assim, vamos deixar mais ou menos o mesmo DNA, ou forma. E que estão muito sensíveis, acho que o movimento da sustentabilidade em eventos, e começa muito nestas produtoras e nestes festivais, foi onde eu senti a maior inovação, e começa obviamente a referência que eu estou ligada e que tenho muito carinho que é o Bum. Que começa a entrar com soluções de sustentabilidade em 2016, se não, em 2004. Com coisas pequeninas, começou a fazer o Testing Ground, depois hoje em dia ser uma referência e ter sido uma referência para muitos outros eventos poder andar estes passos. Por isso, acho que, sim, que são, este grupo é um pouquinho os pioneiros do que é o Ernace na produção do evento e de que forma. E sabe-se que muitas vezes isto acontece por que há pouco de dinheiro? Quando o evento, e foi uma coisa que eu reparei, a grande diferença entre. da minha experiência, isto é toda a minha experiência de uma ponto vista, que eu observava em eventos que são mainstream com grandes patrocinadores, por exemplo, que têm muito dinheiro, lá atrás. E eventos que tinham menos dinheiro, ou que não tinham patrocinador, ou que decidiram não estar ligada a espanças ou ter uma imagem ligada e que viviam da britaire dos seus participantes, é que os que têm menos dinheiro têm que criar mais formas, têm que ser mais criativos. -Tas a ver. -Lá vão ter o próprio para, o próprio. -E o corpo tem que haver mais criatividade na própria produção em tudo que é feito. A própria reutilização, porque não há, então vamos reutilizar. Como é que eu posso que isto, dependem de ter em outra forma e outro chepe, seja isto? E o que eu via nos grandes eventos, havia muito a perspectiva de usa e deita fora. Muitos sonhos inteiros que montavam e assim iria tudo quase tudo polis e muita coisa polis. E às vezes é mesmo mais barato. Muitas vezes é mesmo mais barato. É seu problema. O incentivo da poupança, idealmente, estaria alinhado com. -Mas é mais barato para quem? -Pa conta? Não, mas depois no sistema não é mais barato, porque tem demais. -É, pode dizer, a perspectiva é só do organizador do festival. Não é o ambiente, nem do planeta, nem. -Qual está o olhar para o donário? -Nada. Eu lembro-me quando vivia no México, tive um produtóco feito comigo, queria organizar um evento e não sei. E, por primeiro, a pergunta que eu fiz, foi por que queres organizar um evento? Qual é o teu drive? Queres ganhar dinheiro? Quer mostrar uma missão? Queres juntar a pessoa? Qual é o teu drive? O que que te leva para as na tua vida e dizer-se? Eu quero organizar um evento. E é uma pergunta, mas por que queres organizar um evento? E é muita gente que vai dizer, porque é uma forma rápida de ganhar dinheiro. Opa, é lícito! Agora se cagar não tanto. Já não se ganha tanto e aí com os eventos? Porque há eventos para tudo em mais alguma coisa, portugá-la de espécie, que tem mais eventos por ano. -Isso. -Está a festa? -É, não sabia. Nós temos eventos que não saberem a vender. Isso é ótimo, programas para fazer, ao fim de semana. É, é bom, é bom. Depois, às vezes quando há muita coisa que acham, tipo, "mashroom" se perde a qualidade. Pois há coisas que são boas, há coisas que não são tão boas. Pois há coisas que são bem produzidas. Há coisas que não são bem produzidas. Mas tem muita ver. Tem muita ver com a sustentabilidade para mim e entra na produção. Quem quer realmente levar isto a sério, tem que entrar na produção no mesmo dia que a produção comece. Porque a sustentabilidade não é só ambiental. Tem que ser pensada no primeiro a folhar com a produção. Tem que ser juntamente. É uma coisa que tem que parar ela. Não é um adorno que, de repente, a três meses do evento começar, ou a quatro de tu ligas e diz "ai, meu Deus, esqueci-me das soluções de sustentabilidade?" Não. Ou esqueci-me de que vou ter que se inelizar sustentabilidade na minha festival. Não, que for. Há uns que já são pilar, já tenho isto como pilar. E outros que vão. Eu acho que está a tudo ir. o que eu observe é que a tendência é esta. E nós tivemos, nomeadamente, com o boom, foi convidado para fazer um grande projeto para a câmera de cascais, uma com a sua turida, uma com a quatro anos, eles chamaram a "Polidrar o Projeite" e nós escrevemos o manual de produção de eventos sentáveis dentro do município de cascais. Ou seja, é uma coisa que é. como produzir um evento sustentável, quase da asa. Quando diz o nosso, e nós pessoas. É equipa. Sim, vamos dizer que sim. O boom foi chamado "Purter", por ser realmente uma referência, algo de modo que a empresa que. a empresa da dona do boom criou uma equipa, em que eu estava nessa equipa com outras pessoas, juntando com o que o boom desenvolve há 25 anos sobre a produção e eventos e sustentabilidade. Mais o que eu e o Ricardo, por exemplo, outros players, trazemos de fora. Fizemos. acompanhamos a câmera de cascais, por isso saímos do universo festival daquela gênero, para entrarmos. para olharmos para o universo de eventos, que é tudo, que é, desde a meia maratona, a festa da criança, as motas, a consideração de motas. Estamos a falar de um universo de natureza de eventos muito diferente, mas que há uma vontade da própria câmera de ter um. de ter um pra forma que diz, olha, tem aqui um manual, no departamento de eventos, tem aqui a ajuda, porque muitas vezes eles não é por falta de vontade, não sabem como começar. Então é preciso darmos estas ferramentas para as pessoas, saber em como começar, saber em fazer as perguntas certas, né? É por isso que. Começarem devagarim, estepastepe, após. Quando mais é um evento de golfe em cascais, tem um Cosmic Air. Imagina. Mas daí, de exemplos, de coisas, assim, menos óbvias de 70 bilhava, que o bom metanha. Ou assim, se é lá, Brickfruz, consegue usar, assim, algum. Olha, para mim, dos meus Brickfruz. O mídia da casas do banho, água. Temos vários. Então, casas do banho 100% de compostáveis, 100% de casas do banho compostáveis na área em tudo que é hora de público. Escarva-me um golfe. Não, não, não, não, não, não, temos essa tecnologia para isto. As casas do banho compostáveis estão feitas, começaram a ser feitas no bom salvo a renda de 2004 ou 2006, as primeiras baterias. E isto foi sendo melhorado e refinado a tecnologia. E é feito, elas já nem levam, as pessoas já nem têm que pôr a serrinho. Elas têm um shroom, tem uma mistura bacteriológica que vai fazendo. Os mecanismos de composição de das matérias. E que vai reduzindo o seu volume, também. Então, a ver se tudo o microbiológico é um composto de fungos ao bacterias. E o microbiológico, exatamente. Mas depois fica tudo lá. Depois é retirado, passa para a inertização. Está cerca de dois anos de inertização. Vou depois ser usado como composto flusta. Então, todo o coco que é feito no bom, no fim, é levar para outro sitio. E eventualmente usado como. Ah, dois anos já foi vendido certificado como composto flusta. Para ver se tudo. A ideia é essa, "Your shit is worth gold". For some people. Por isso, nunca é usado e certificado para se poder usar isso. Foi um break through. Estamos afado um estivaco ao carro ainda em Avelha no ambiente rural. Isso não funcionaria no ambiente urbano. Não pode ser no ambiente urbano, porque não existem. Nós não temos infraestruturas para recolher isto. Tipo, a nível de atar ou a nível de tratamento, nós não temos isto. No bom é possível, porque é uma erda com dos antitálicatais. E é preciso possível isto ser para ser trabalhado lá. Agora, no festival urbano, não podemos considerar este tipo de soluções. Porque depois, castar, é muito bonito para o festival e a seguir. Como é que é o a seguir? Alguém tem que tomar conta daquilo. Nós temos que pensar em tudo. Quando pensamos de uma solução, no ambiente urbano é muito mais interessante um festival. Ter casas de banho ligadas a raio dos gots, as químicas, claro que não. Mas pronto, isso quando é necessário. Sustentávelmente, é mais interessante isto. Mas também não ia fazer mal a erda, a ver ali um foço com coco e xixi. Quaseira, muitas drogas no meio daquilo coco e naquilo xixi. Das minhocas e um ficar atripado. Estamos a falar de muita coisa. Não pode, não. Ah, a tira são mais tipos de listo? Não, não, não, não. Estamos a falar de muita matéria. Quanto idade? Não, não. Não pode fazer. Vai mudar o teu ecossistão. E a autocistão, a erda tem um lago. Ah, ui, porra. A erda tem um lago gigante, tem uma barraja gigante. Então, tem que ser cuidados. Então, o que fica dentro de um saco de listo gigante? A coisa, imagino? A conseguindo depois levado ali para fora. Tem que estar vento da alguma coisa. Então, está sendo energizado e trabalhado com qualquer composto que tem que ser energizado. Depois, está a trabalhar, ser usado no futuro. Tu não podes fazer composto e usar o diretamente. É muito forte. Tem muita atividade microbiana, tem que ser energizado. Então, passa aí estes processos. Fiz. E a nível de comida e packaging, energia. Ah, ok. Um espaço sobre isso também. Eu vou vestivar. Nunca se falou o tanto sobre cocônos e polarizas. Agora, como estes últimos 15 minutos. Ok. A nível de escolhas alimentares. Quando eles restaram antes e entraram no sistema no fundo de são escolhidos, eles entregam uma lista de frontecedores, que são começam para frontecedores regionais, depois locais e depois nacionais. Há um cuidado em termos de menos. Por isso, pegue-se aos restaurantes que tenham cerca de 80% de menos veganos. E minimizem o uso de carne e pós. Apesar de não ser o bom, não ser segurigador. No festival que vai ser todo vestiria n'algo uma vez, não vai acontecer, são flexitaria antes, querendo abranger a toda a gente. Por isso, existem opções de carne e pós, sendo que as mais fortes são as vestirianas e ficantes. O packaging, o ano passado era de vial de agradável. E em papel. As garrafas de água, isso foi algo que foi uma transição de diferentes feedbacks. Substituímos as garrafas de plástico por latas da alumínio. Entender como é que o público ia reagir. Por que o alumínio é 100% reciclável, 75% do alumínio. Algumas produzido no planeta continua a ser reciclado. É excelente. Algo que tem questões, uma lata não fecha, não é? Uma garrafa da água, uma lata do abro, não fecha. Ou que questões, porque tais não vestibam, compras de uma garrafa. Mas pronto, há outras coisas que é como tudo. Principalmente quando há uma mudança, as pessoas vão sentir a mudança e vão haver um rio justo. Vamos entendendo como é que se chama vai? Como é que se chama vai andando? Claro, esse de alumínio parece muito interessante, porque com tanto greenwashing existe, não é? E tanta sinolização de virtude verde. Há certas coisas que intuitivamente parecem menos sentáveis, como se o copo é de papel reciclado ou ter uma lata da alumínio. A intuição da maior parte das pessoas é pensar, "Ah, esse papel reciclado faz ver esse super sustentável." Mas calhar uma sustentável tudo é ter uma lata de Coca-Cola que foi rio porveitada para ficar uma lata de água no boom. E esse é o tipo de coisa que eu acho que nisso que temos a melhorar, porque eu tão minimamente atento estas questões da sustentabilidade e sinto que no início da móvel da sustentabilidade, qual que havia empresas que só querem ensinalizar e outras que realmente têm a preocupação e tudo mais, mas assumindo que toda a gente tem boas intenções, no início parece que havia menos conhecimento, então que as pessoas aceitavam "Ah, olha, em vez de pálinha ser de clástica e de papel espetacular." E acho que agora começa a ver mais conhecimento e mais exigência que realmente tem mais impacto, não é? Não estou a falar de beleza, estou a falar de realmente o que tem impacto. Porque é no teu exemplo da lata da alumínio e do cálpio de reciclável de papel. Se você vai escrever bebidas, o cálpio nunca pode ser só de papel reciclado. Tem que ter uma película plástica, perdendo. Por isso não fica molho. Ou seja, o que acontece? Estamos a falar de uma coisa que até é multimaterial. Vai ser muito como, parece uma coisa, mas é outro. Sim. E o papel reciclado? Passou um processo já? Sim. E muitas vezes tem que vir da China. Eu, uma vez, falei como a pessoa que trabalhava na Nova, achou eu, ele estava a dizer, a procura. Como as pessoas na Europa tenham estas preocupações de sustentabilidade, muitas vezes mal informadas, há muita procura por papel reciclado, papel de gente reciclado. Mas muito desse papel veio da China num contentor gigante para satisfazer a necessidade do ego, da pessoa que está a crescente e sustentável. Quando, se calhar, comprar uma folha de papel branca, sem ser reciclado, teria menos impacto. Ao lado do caso. Ao lado de minha casa? Sim, não vem da China. Compraste da folha de papel ao lado do caso. Sim. Aqui o que está importante entender é que há uma fatura ambiental que não aparece nas contas. Quando a pessoa vai à loja de 1h ou 2h, que vai pagar 1h ou 2h por aquilo, mas aquilo não custa 1h ou 2h. Sim, uma tcherte custa 2h. Há uma parte que não está contabilizada e que causa alguma confusão. As pessoas. Então vamos a 0-Weslaab. Tchakton, a fada, a distantabilidade. 0-Weslaab. O 0-Weslaab, como é isso? Então sai de um curso que é "think", que é uma escola em Vancouver e no lenda, de executivo, creative leadership, com a NSL-SID. E basicamente, é um curso que cria "think" que tem que se para resolver em problemas. Olha, problemas urbanos ou problemas governamentais ou problemas que estão a emergir ou problemas que partes governamentais podem necessitar de algum apoio. E então, o ano que a Ana fez o curso era pedir a soluções para resides a nível urbano de Lisboa, da cidade de Lisboa, responderem a isto durante o curso. E o 0-Weslaab sai daí, criado no fundo aí. E a Ana em cabeçula, em cabeça, em cabeça um movimento e convidam para a associação. E abrimos, ficou fundando o 0-Weslaab, que somos 11 membros no bordo. Que é uma associação que no fundo pilota a soluções para a lixo-seiro em todas as suas dimensiones. E soluções da nível tecnológica, na nível educacional, na nível da ativismo. Por isso andamos aqui, também damos consultoria. E trabalhamos em pacto ambiental, trabalhamos na nível municipal, com comunidades, há um scope bastante grande, coisas que fazemos. Este ano ganhamos o European Bar House. Fomos o único projeto português que entrou no European Bar House, com o replay, que é um projeto que foi com o banco novo banco, nosso parceiro. E que te fala da reciclagem de brinquetes, porque o brinquetes é uma questão? Exato, eu vou sentir. E os brinquetes, na sua maioria, do produtor. E isto também temos de trazer a warna só produtor. Tenho demasiados materiais, multimatriais, o que torna a sua reciclagem, em fin de linha, complicada, porque estamos com o desmanto lá, todo isto. É trazer a warna, se é isto. E é o facto de que. Eu não quero dizer errado, mas acho que são 30 milhões de toneladas de brinquetes em a Terra, ou todos os anos. Sim, eu sinto que. Não é o X, deve haver muitos brinquetes, mas sinto que. E com a roupa dos bebês, os brinquetes são coisas que duram um pouco tempo, compras de um brinquet, ou bem desimpostado. E aquilo é importante de escrar para aqueles dois meses, mas depois já desenvolva aquela competência, que é uma seca do leitar de fora, os brinquetes de cada dois meses multiplicado. É uma quantidade de pessoas no mundo. Se todos tivessem a minha sorte de poder comprar esses brinquetes, né? Claro que não tem. Mas brinquetes e roupa de bebê é uma coisa. É das coisas menos sustentáveis que há. Usas mesmo, muito pouco tempo, se tiveso a atitude comprar os áridos e deitar fora, é das os piores coisas que há. E falaste de uma calculadora também, a vida para cá, vocês ajudam as empresas a calcular o impacto com centenas de variáveis, né? Então, a nível de calculadoras, com o boom, com o balance, com o de modo que criei, uma calculadora que é uma seis-semente de sustentabilidade em eventos, por isso é um cálculo de performance, um produtor pode autoavaliar-se, assim mesmo, ou ter uma equipa de consultor, que vai avaliar. E aí são as tais dos entras variáveis, em que nós olhamos para a sustentabilidade do evento, 360, ou seja, energia, água, resíduos, mobilidade, alimentação, paca de insolpe pública, ruído, solo. Olhamos para todas as variáveis. A nossa sustentabilidade tem que estar em todas as variáveis. Isso calcula-te a performance, por isso dá-te um rei de acrescentagem, de quanto sustentável é que tu tás. E como são perguntas, ajuda-te a fazer um roadmap, a avaliação, também pode te ajudar a fazer um roadmap e também pode ser futuramente o teu checklist, se eu já fiz isto ou se eu estou a pontuar de isto, que no fundo funciona como uma tabela de pondorações. E depois, a nível de cálculo de consumo, isto é para eventos, nós podemos ver se um evento é distentável na sua performance e depois, no impacto que tém nos consumos do recurso, como é que tá a consumir os seus recursos. E a partir daí, tiramos, impactam consumos e modições com respondência à inimissões de CO2 e equivalente. E depois, a partir daí, podemos falar em offset, em reduções, etc. Isto para sustentabilidade em eventos, por isso isto foi, são um tipo de calculadoras que nós fazemos. Depois, entramos no mundo muito interessante que é o mundo dos Gaimers, do Lee Gaim. Desculpe, não sabia quando abre esta porta e foi. "Oh, é um fratalo, que é também do universo." Nós não sabíamos que havia quase 3 bilhões de Gaimers do mundo, e aqui nasce uma proposta com o cliente e com uma equipa de Gaiming profissional portuguesa de ser a primeira equipa, Carbon Zero, Carbon Natural do mundo, que é a Podji, e que nós conseguimos isso ano passado, que eu vou trabalhar com isso. E criamos uma calculadora para Gaimers profissionais, por isso tem um timer, emqueles com o suento equipamento que estão a utilizar, conseguem fazer um tracking do tempo que jogam, e a sabemos, as características do equipamento, podemos calcular os consumos energéticos, e depois dar isso em emissões, e depois dar isso em formas de como podemos compensar as nossas emissões em projetos da regeneração, em Portugal. E já te vou explicar porquê que escutamos a regeneração. E essa é um timer que nós fizemos para uma equipa profissional. A vez que clica disso, nós gostávamos de expandir isto para o mundo, criar um simulador, de qualquer Gaimer, pode-se entender a sua pegada. E nós tudo bem, então juntámos isto, nós vamos motivando uns aos outros. Nós como os irá hoje lá vamos desjadando o que é possível fazer. Então criamos um simulador que está online, que é o Gaimers for the Planet, em que um Gaimer pode ir lá, faz o seu perfil de jogo de semana, o equipamento tem que joga e o número da hora que joga, o país onde está, porque cada país tem um fator de emissões assiados à produção energética diferente. E então o Gaimer conhece o seu impacto enquanto está a jogar, até uma noção, porque isto aqui é o virtual, deixa-nos longe do que é o impacto ambiental, do um virtual é mais difícil de conseguir na cabeça, do que uma coisa física. Então era isto, era dar-mos esta wireless, esta luz. E depois, consequentemente a isto temos uma série de projetos internacionais que estão a fazer a regeneração do planeta. E isto que trabalham não só com reflustação, como nutrição de solos, etc. Que nós inspiramos as pessoas que se queiram juntar, a contribuir pelos projetos no fundo a fazer o seu offsite pessoal, que quando é um Gaimer pessoal é uma coisa mínima, mas quando são, quando somos muitos, podemos realmente juntar em fã, para ser investida em regeneração, porque é regeneração em Portugal e porque nós programamos nesta bandeira, Portugal era todo dos anos. E é com alguma tristeza ou alguma tristeza numa ocoração que eu continuo a viajar no meu país e não vejo pouco a cação grande, governamental, que está voltando a falar isto. Nós estão nas nossas tão flústas. O protocolo do Kyoto, quando liberou-lhes a um mercado de energia e as comprar em missões aos países pobrezinhos, que está. Ou as investirem projetos nos países pobrezinhos para, exatamente os ajudar a desenvolver-se de uma forma mais limpa e não caírem nos errros que nós caímos, só que nós, enquanto isso irão a esta lava, acreditamos que Portugal está em desenvolvimento. E que é esta parte da reflustação, principalmente, e de manter as nossas florestas e a diversidade das nossas florestas, que também é uma coisa que. O protocolo, exatamente, nós temos monoculturas daucalíptose e acácias invasoras, que agora as acácias estão de lado, e pinha, e pinheiros. A pouca floresta é muito diversa. E temos que voltar a trazer isto, porque florestas daucalíptose são florestas industriais, como florestas, que são cortadas de 12 anos, para assolar-se a maioria delas. E que, depois, quem caminha numa floresta daucalíptose, entende que nada mais cresçali a não ser feitas e silvers. É o Calíptose, feitas e silvers, ou mais, né? O mercado nunca tinha pensado nisto, mas não ocorre naturalmente florestas, monospície, ou quase monospície. Só gente, antes da ver se que eram menídios, já havia florestas, e se calhar, já havia algumas que só tinham uma espécie. A natureza, no limite, não funciona, não é mono, nada. Sim, não é mono, nada. Então, poderia ter um tipo de ar, viva de estipos de arbústicos, e viva de estipos de arbústicos. Mas isso tem os parques das coias nos Estados Unidos, por exemplo, ou tem os Redwoods, mas apesar de ser um Redwood, tem moltíssimas espécies que permitem que aquele bosque seja o Redwoods. Sim, é um ecossistema na mesa. Exatamente. Exatamente, não é mono, nada. Tudo funciona à inter-dependência, e a inter-ajuda, e simbioso total. Tudo o que acontece, e toda a gente, não é novo para ninguém, o Calipe, entra em Portugal com uma espécie que vem da Austrália, que já teve na Austrália, entendo que os Alcalibres crescem com uma distância de metros um do outro, e em Portugal é, foi, de uma forma altamente intensiva. E acaba a pessoa uma espécie invasora, a começar a dominar sobre o resto do ecossistema, e é isso que só observa. E agora não, mas já há dez anos para cá, também está a começar a acontecer com as acácias. Então, nós temos que ter atenção à espécies que trazemos outros países, e que são invasoras no nosso próprio país, e terá algum controle na minha ótica. Não é, e radiquem os Alcalibres todos. Nós não podemos agora chegar a uma mata, e agora tirar os Alcalibres todos, e arrancar-nos as reis, que é a única maneira de eles não crescerem. Porque, com cartas, eles crescem. Mas, as que terá tensa, se foram uma montanha, e os próprios reis estão a ajudar a estabilização das terras, são processos que têm que ser feitos de vagarinho, com reposição de outras espécies, ou seja, são coisas que demora um sota. Mas eu acho que nós precisamos mesmo olhar para isso, para que a diversidade for gostar. Sim, e agora não consigo dizer-te a nenhum nome específico, mas lembra-me de ler a investigação a ser feita nesse sentido, que tu queres produzir madeira por razões de capitalistas que quiseres, e há maneiras de fazer isso que não faz mal a ninguém, porque estás a fazer uma maneira mais chove, que está misturado com mais coisas. E é isso, o problema não é cortar uma árvore, não é? E tem que sacretar. A própria natureza tem a ciclo, tem ciclos de criação de destruição, a própria natureza tem ciclos de fogo. O problema é a maneira como está a ser feita. O problema é quando entramos no desiclibre, que a própria natureza tem que ter esses ciclos de renovação, morte e renovação. É como nos animais, é como ter uma vaca, uma vida inteira, e acho que ela, ao fim da vida, colha-se a vaca para comer com a tua família, venha-se-os. Teras uma fábrica mata 5.000 vacas por dia, e que não é? O mal está mais na forma como efeito. Essas empresas que vão produzir uma deira de uma forma sustentável, depois vão ter uma certificação na sua amadeira, em que tu, como cliente, quando for de comprar a amadeira para a tua casa, possando a tua casa, uma de seus critérios pode ser assim. Olha, esta amadeira foi gerida sustentávelmente, num bóstico que sustentava, as pessoas têm atenção, etc., ou esta amadeira veio nem sabros. Então, para ti, enquanto com o consumidor, é uma forma de poder fazer uma escolha consciente. Vou apoiar isto, vou apoiar isto. E aí está o nosso poder, porque as pessoas prolongam o que que posso fazer a nível pessoal. A tua poder está na tua carteira. Não te põe o teu dinheiro. Em quem que tu vai exportar aí? Falo da mãe. Exatamente. Isso aí. Obviamente, há imenços movimentos, para as pessoas se juntarem, seja da ativismo, a rejuvação, terem participações ativas em tudo que é isto. Eu tenho duas associações exatamente para ter participações ativas das pessoas, são coisas ativas, em que há uma partilha. E depois já falamos da segunda. Mas, se quiseis mesmo ver, olha, como é que eu posso? É que eu tenho dinheiro. É quando vá ao supermercado e pensás nas escolas que estás a fazer. É quando os escolhos comprar são em balagem. É quando conseguis dizer que não, porque ainda não tenho nada a falava me disto. E é verdade, a primeira. Quando fomos em reutilização, reciclagem, reaproveitamento, re-re-re-re-tudo. Mas a primeira é recusa. Não, não quero. Não quero que me entregues a este jogo. Com a embalagem, mais as bolinhas, mais ou não sei que. Não. Entrega-me só o jogo. É o jogo que eu vou encomprar. Eu não vou encomprar as bolinhas, a embalagem, o saco, o mais ou o saco. Você está a ver? Mais uma razão para rejeitar aqueles flyers irritantes. Exatamente. Exatamente. Eu muitas vezes hoje em dia digo que não precisa de. quando peço faturas. Não precisa de em primeiro, porque eu não preciso de fatura e impressa. Para te manter um número de faturas que eu estava digitalizado e eu já estou a pagar os impostos ao Estado. Mas eu acho que supostamente preciso. Mas eu já estou a dizer isso a minha contabilista. Pai é 10 anos. Que é que este não é tudo digitalizado. E ali eu me sei. Mas eles têm que ter. Mas eu. Porque faz isso chegar a tua contabilista à fatura? Não, isso. As associações faz. Estou de minha contabilidade pessoal. Ah, assim, é uma farmácia. Estou de ver? Como eu contribui de pessoal também. Estou falando. Não pessoal. No pessoal, tu já pode dizer. Eu não preciso de fatura. Sim, não preciso mais esse papel. Mas põe o meu número. É suficiente. Há um sistema digital que faz isso. Mas às vezes eles nem têm como não imprimir. Exatamente. Terminou a processa, aquilo imprimo. Mas isso já podia ser uma opção. Estás a ver? Por que o vejo? Ai, não temos forma. E eles dizem "Amenina não tenho forma" e imprimem. E daí tão fora. E tu pensas assim. Acabou de ser gasta energia. Acabou de ser gasto papel. Acabou de ser gasto tinta. Uma coisa que durou 30 segundos. E foi para isso. Ok. Agora é parte difícil. Eu olho para a isto toda a sustentabilidade. E já li os resumos e escutivos das Nações Unidas, panel on climate change, panel das autossens climáticas. E olho para os números. E a mim parece que isto, essas preocupações todas, são completamente válidas. E são o trabalho que tem que ser feito para aumentar o conhecimento. E para nos tornarmos mais sustentáveis. Eu gosto de sustentabilizar, mas não gosto de alarmismo calimático. Porque muitas vezes o alerismo climático faz mais mal do que bem. E eu olho para péssos países que estão a desenvolver. E eu vi uma pessoa dizer no outro dia que ninguém no mundo vai, por exemplo, voltando a exemplo das sanitas. Ninguém no mundo vai perder a oportunidade de ter que ir a uma fonte para passar a ter água em casa, abrir uma terminaira ou deixar ter de leitidade em casa em nome do ambiente, certo? As pessoas querem ter e leitidade querem ter. Sim, quer manter as comunidades. Querem ter uma vida melhor. É tal como nós temos aqui. E quando sole após números e olhas para a quantidade de pessoas, principalmente na Ásia e muitas em África, ainda estão a fazer este processo. E que nós não temos qualquer tipo de hidraito, eles dizem que não podem ou não devem. É um tsunami gigante de crescimento em bem-estar e também em emissões de carbono. Pacto, pegas em todas as faturas, empresas mal no acidente de teiro e é uma lota d'água. Ou pegas o Björn Lomborg, que é um climat de skepticista, não sei se sabe quem é. É uma vez fez as contas e dizia de ano, se Europa inteira, não sei, eu vou dizer mal os números, mas vou pôr na descrição. Se Europa inteira passa a se imitir 0/2 hoje, que a diferença que isso faria na temperatura da terra daqui a 50 anos. E era o tsunami. Sim, era a Pínate. E é a velha questão de se cada um fizer a sua parte, por muito pequena que seja no total é maior. Mas, ao mesmo tempo, não é bem, porque se toda a gente morresse e deixasse da verorofa, mesmo assim, não fazia tanta diferença. Ou seja, eu quando dou 6 das coisas à sustentabilidade, eu, a minha sustentabilidade, é mais um valor de ontológico e categórico do coletilitarista. No sentido de que acho que devemos tentar-se sustentáveis em tudo. Desculpa, aplicado ao viador, em que ainda temos esta. Fatia gigante da população que vai consumir mais, é a voz, ao longo da sua vida. E que. Sim, não me tira. Consumir, não. As aves da calção. E quem tem um vejo mais hoje em dia, como um valor de ontológico, que seja. De ontológico, não, mas um valor sagrado, que, assim, devemos ser sustentáveis. Mas, ao mesmo tempo, não me ludo, porque olha, pôr os números, não é? E os números até agora dizem isso, que eu possa, a Europa inteira, por exemplo, possa ter, assim, tanto impacto. Ou seja, acho que estes todos este trabalho, que nós temos a fazer, vai alimentar o resto do futuro da humanidade. Mas, aqui, agora, neste lugar, não vai conseguir lutar contra esse tsunami. O tsunami já começou. Sim, sim. O tsunami possa separar, agora, não. Já. já entrou. Sim, e nós não temos o direito de dizer estas pessoas, olha, não pode ter um telefone como eu. Nós não estamos a se direita. Nós podemos. E não é essas pessoas aí, todas. Nós podemos tentar encontrar formas. Technológico. Technológico. Pois é isso. E educacionais. Porque, para mim, começam muito na educação. Mas, antes da tecnologia, começam na educação, para que todos, as pessoas da Europa, como as pessoas que estão nestes países, que se vão desenvolver e que também vão se sofrer as consequências do seu desenvolvimento, possam ter estas opções mais favoráveis. A questão da Europa, dos Estados Unidos, que se desenvolveram numa determinada altura com um grau de. com uma fatura. uma fatura de polição, por exemplo. Não sabíamos? Uhum. Vou-lo ser industrial, nós não sabíamos. Eles já vão saber. E nós podemos ir corrigindo. Eu vejo mais valor nisso, ou seja, neste tipo de projeto que moteu e da Catarina Barreiros, que veio aqui, todos os prezeitos de setoridade, eu vejo mais valor nisso, ou seja, avanço do conhecimento e de boas práticas para toda a humanidade, do que, como, olha, estou a conseguir reduzir celdois. Porque não consegue estar assim de tanto impacto, quando se comparas com esse tsunami. Assim, quando nós pensamos que o que emite mais celdois, ou das partes que emite mais celdois, é a produção de carne. As pessoas escolherem uma alimentação carnivora, porque, por causa de todo o processo desta setor, desta indústria, quando se calhar também não precisam de tanta carne, de consumir tanta carne para manter o seu equilíbrio, e eu atenção, não estou a dizer aqui, parem de comer carne muito pelo contrário, ajustem-se, pensem a esse precisão de tanto. Para mim, é tudo uma questão da justo. Sim, sim. E eu comporte com a direção sem dúvida. Menos temos os transportes também, mas, afetido, os transportes são muito menor. E, tudo vezes, as grandes marcas atentarem, criar soluções para transportes que têm a menos emissões associadas. Isso estamos a trabalhar nesse sentido. Eu acredito muito no poder das tecnologias. Exato, nos grandes cheitores que emite em celdois e que emite em metano, e, por tanto, o celdois é o celdois equivalente. O celdois não é celdois, é só uma forma de medir. Estamos a falar de en gases diferentes e en gases que têm capacidades caloríficas muito superiosos ao celdois, como é um metano, e é isto que queria o efeito estufa. São gases com capacidades caloríficas muito grandes. Então, no fundo, nós tentámos encontrar equipontos de equilíbrio. Onde é que podemos ir equilibrando? Porque tu tens a razão no final de contas. E a equação é global. - Um problema é global. - Nós vamos sentir. E, vitalmente, vamos sentir o carga e não estral e a fez. Demoro o tempo que demorar. Vamos chegar a cá, mas vamos sentir. E também, eu acho que o ser humano tem que acordar para isso. Entender que, no meio de tudo, nós vivemos no mundo global. E o que é feito do outro lado do planeta, eventualmente, vai estar feitar e o que te faz aqui vai feitar. E que estamos todos juntos nisso, no fundo. E que tudo aqui vai ser transformável. Agora, vamos tentar transformar isto em coisas positivas e que permitam que o nosso legado, que as gerações que venham aí, possam ter um planeta. Olha, tão fiste como o que eu vivi, ou o que eu cresci e o que eu viajei explorei. Principalmente, nessas floreistas e necessítios, onde mais impecáveis. - Exatamente. - Esses pelo menos aminhos são os que custam mais ver, - Exatamente. - A ser atropalados e a gente desaparece. - É muito triste. Todos dendipos de jungle no meio do proo, saber as que tais de uma cidade que é equítima, que é a cidade mais isolada do planeta Terra, mais isolada. E os margos de plástico nos rios à volta de equítima, é de quebrar o coração. Quando a última vez que eu tive nos imalaias, em lei, lá em cima, chega a pontos de 5.700 metros, da altura e encontrar os garrafas e encontrar os lixo. - Está triste? - Mas isso é porque é um espote nudístico. - Sim, mas não interessa ver. Independentemente, se é turístico, as pessoas deviam ter cuidado, porque vão lá, vêm e vêm embora. Não tem que deixar a sua pegada. Se querendo deixar alguma coisa, deixem apenas a pegada. - Mas nada? - Ainda tem muito pouco. - Não é só indieto, mas. - Se o outro lado é o turismo. - Mas para que a educação isso. - Mas para ir nas montanhas, ainda não tem muito. é muito mais probable, ver se uma praia, uma montanha cheia o lixo. - Na cidade, uma montanha, mas aí. Aí é um monte lixo, em cima da um monte lixo. Não faz tenta confusar. Mas não fundo querer só fazer ter essa provocação, porque acho que é importante falar disso porque às vezes. Olha, ela está de polarizar um bocado a salunto. E o facto de nós não temos assim tenta impacto, para mim, não querer dizer que não seja preciso pensar nesta as coisas. Aliás, eu acho que deve haver muito mais dinheiro e atenção dentro da área de sentabilidade aplicada à tecnologia, novas formas de energia, novas formas de se calhar, fazer carne artificial, eu acredito muito nisso. Até porque. Olha, eu vou repetir uma história que já contei aqui, da crise de bosta, do fim de século XIX, aconteceu em Londres. Há haver uma crise enorme, que era uma crise de bosta, que era um de toneladas de bosta e urineta de caval, espalhados pela cidade toda, cada vez mais economia, bombar mais, mais pessoas com cavalhas, haviam reuniões de emergência, apetar resolver o problema, e o que resolveu foi uma invenção zinha, chamada "motor de combustão", resolveu o problema todo. E eu acho que. eu acho que. o fissão nuclear ou fuzão nuclear, outras coisas como o motor, que são difíceis de perver, eu acho que vão acabar por resolver este problema, mas isso não é univalida, ela está a sustentabilidade, como o valor sagrado e importante, para aplicar em tudo na nossa vida. Acho que a sustentabilidade, que hoje em dia é um termo que, para mim, está. já está passado. A palavra? Sim. A gasta. Está tudo. Sim. Remeta e clíbera. Temos um e clíbera na forma como cuidamos dos nossos recursos ambientes, e temos atenção a isso, temos atenção que nós somos a única pessoa, há tantas pessoas. Se todas as pessoas consumirem como nós, onde é que está a real planeta, né? Se todos os indianos tivessem um carro e um telemóvel e um frigorífico, onde é que está a real planeta? Nós somos nossos escolhas e ter aquelas atensões, como muitas vezes as pessoas não têm, e que são simples. É a eficiência energética da tua casa, a forma como. porque isso depois vai remeta para. e clíbera económica, onde é que você está aportando dinheiro, e se está gastando bem ou não, porque quando se sentimos na carteira, toda a gente fica mais sensível, né? E remeta também para a forma social, de que forma que tu comunicas a sociedade, a tua família, a tua volta, ou o impacto de tudo bem, porque possas influenciar positivamente estas pequenas mudanças. E saber-se a que não? Não, não quero. Não. Não precise levar a todos esses chequinhos para a casa. Não, recusar. Porque se ficar do lado lá, depois se carar o vendor ou produtor, já não vai perceber que não precisa daquilo na sua linha de produção, então vai retirar. Então começamos a falar das poupanças. Nós podemos fazer poupanças à montante e ajustando. Sim, é o poder do dinheiro que falamos a poupa. Não, também. E responsabilizar os produtores das coisas, as fábricas, quem produz, né? Se vocês não podem produzir um produto e pouca fora, e cada vez mais existem certificações para isso. É ainda bem. Mas é importante que os produtores tenham noção, do que é o fim de linha de sua produto, para em esta noção. Sim, eu pensava desde. Se eu lá tens uma fábrica de fazer batatas fritas, pensar se você não tem a trabalhar desde de agruir com o cura até o momento que tem que estar fora o pacote, e como é que vai desgradar aquele pacote. É como se está sempre a gente. Não, é sempre. É sempre. Não é bem assim. Pois, não. Nos papers que eu leio. Vamos lembre-me agora do chaco de plástico. Se, olha, outro exemplo, contra intuitivo, os chacos, o pior coisa que tu pode fazer pelos vistas é ter um saco, algo bem orgânico, em vez de reutilizar o mundo de plástico. E assim, olha, ainda ia fazer. Estava um bom pulso, assim, para vocês influências de sensabilidade. Coisas contra intuitivas, que têm mais impacto do que o que parece ser mais verde. Vamos avançar foi orgânico nas perisões. Espetacular. A Inés, juntaste dezenas de pessoas e montaste de um sistema totalmente voluntário e orgânico nas perisões. É verdade. Conta lá. Uma boa ideia. A ideia. A ideia surgemos em Moscou. Assim, não sai de na epiphania. De chamamos. Em 2017, quando tive na Rússia, vai uma epiphania. E eu, quando recebo uma epiphania, ou tenho assim uma coisa. Eu riagem, imediatamente. É. Riagem. E lembram-me de pôr no Facebook uma mensagem a dizer, "Quem é que os meus amigos têm conhecimentos nos mais prisionais?" Porque eu queria. Falar com a ganha e entender como é que era. E tenho uma pessoa muito especial, como liga, e diz cinês. O ministro da justiça é minha aluna. Então, eu pensei. E eu pedi-lhe. Então seria possível fazer eles chegar a uma página de informação. E ele disse que sei senhor. E então, a coisa começa assim. Este movimento foi tão rápido e tão certo que me fez acreditar que eu podia ir ao lino nisto. Esse movimento inicial. Esse movimento. É como quando tu diz, as pessoas venham reales pelos três segundos. Vão decidir ver o teu vídeo, pelos três primeiros segundos, ao ouvir a tua música, pelos três primeiros segundos da música. Se não passam. A mim foi os três primeiros segundos de reação da minha epiphania. E foi tão bom, do universo, ou a reciprocidade, que eu pensei. Então, eu posso meter ao lino nisto. Então, comecei a estudar projeitos, que já tive assim a fazer isto a nível mundial, e outros Estados Unidos fiz o curso com o Prisioneoga Project, em San Diego. E eles têm, já, 20. já estão, um, 20 e 10 anos, projeito. E na altura, quando faço com a especialização, preguntei o que é que é preciso para levar isto para Portugal para o meu país. E pronto, e começamos por aí. Entretanto, reuni com a ministra da Estiça, que na altura era a Francisco abandona, que adorou o projeto. Dê-nos a carta verde, aprovou. Entretanto, depois foram-lo. Foi o tempo. Então, sabendo de mim, tivemos um atraso de dois anos, etc. Mas foi o tempo de passar os porceiros, toda esta parte brilcrática. Passinamos um protocolo com o Ministério da Estiça, e eu abriu uma associação que é almas, há uma razão pela qual se chama almas. Que é viása, tão todos incluídos. Então, é almas, mas com os anos. Exatamente. E que quer dizer, a diamante é em russo. Também. Pronto, abrimos almas com um grupo de pessoas que eu tenho muito respeito, e que está comigo no bordo. E começamos a operacionalizar o prisão de qualquer projeto que tem para estudar. Com o Ministério da Estiça, do nosso lado, e abrimos as portas do meio-prisinal, que é a parte mais complicada. O meio-prisinal tem muitas características únicas e particulares. Abrimos, começamos com cinco prisões. Espelhadas pelo país. Exatamente. Começamos em março do ano passado. Concentra, Lisboa, Linhão, Santa Cruz do Bispe e Coimbra. Onde o projeto continua. E agora estamos a abrir, já abrimos a pejo ao todo o porto. Já abrimos chavos, estamos em vias de abrir tiros, onde vamos estar na casa das mães, que tiros a prisão que tem as gravidas e as mães que têm bebés até três anos. Vamos abrir faro. Os bebés estão lá dentro com elas. E até os três anos. E isso é que não tem. E chama-se casa das mães. Mas se mesmo que existe alguém que afora que possa tomar conta. Os pais vão. E o projeto não. Até os três anos, o bebê tem que estar com a manha. A partir dos três anos é que já pode ser considerado outra pessoa. Mas os primeiros anos de vida. Então vive na prisão, bebê. Na prisão. Eu tenho uma das minhas pressoras das de projeitos na chão na prida. Ok. E quantas elas. Como é que façamos na uma aula por semana? Ah, então. Depende dos estabelecimentos. Temos estabelecimentos em que é uma aula por semana. Temos estabelecimentos que é 2. E já temos estabelecimentos que há 3 aulas. Em que destas 3 aulas, uma é só de meditação. Do achão de yoga e uma é de meditação. Por isso, eu varia do estabelecimento. O mínimo é sempre começarmos com uma vez por semana. Pode ganharmos cadência. Como trabalhamos num projeto voluntariado, com isto é tudo voluntário. Eu tenho normalmente. No mínimo, tenho 3 professores por estabelecimento parisional que vão rodando. Então eles não cadaam. Dependendo da disponibilidade de cada um. Mas vão rodando. Achei ação de dois que têm apenas um professor, que só regiamos um pouquinho diferente. E tu já deste? E eu fui a pessoa como sou. Como sou? Eu iniciei e fui a pessoa que vai mais elas onde passaram em síndrome. E como é que qual é a diferença? Imaginem, vamos comparar, se querá passar mais justo, comparar com uma aula de pessoas que nunca ninguém fez de yoga. Imaginem que alguns dos colos já têm feito. Ou a maioria nunca tinha feito antes de ser preso. Algo já. Feed bem que tive dos meus alunos. Algo já tinha um tido contacto com yoga. Ou as mulheres. Mas é uma aula normalíssima. É uma aula de yoga. É mais normalíssima. Mas os movimentos fazem até yoga ou as tingam. Então. Isto como é que funciona? Os pessoas que entam no projeto já estão formatos. Tem que entrar no projeto, fazendo um formulário, fazer uma aplicação. E uma das coisas que nós pedimos é a certificação. E eles já têm que estar formatos. Um ano passado e vai acontecer pro ano, nós promovemos uma especialização, que chama "Stroma Informe de Yoga". Isso, "Yoga Informado para Trauma". Que é uma especialização para professores. Entenderem os contornos do que é que ensinar yoga a pessoas que têm trauma. Deem ambientes traumatizantes. E que depois tem uma parte que. Que é ajustada ao meio original. Não se ensina yoga no meio original. Como se exatamente como se ensina cá fora. Qual a diferença? Há muitas diferenças. A primeira coisa é a forma como uma pessoa se apresenta. Por isso tudo que tu vejo de fotografias, de uma Instagram, de pessoas de yoga, ou pessoas de yoga. E a forma como se apresenta ou numa prisão muda. Por que, por exemplo, eu vou dar elas a homens. É uma forma como um visto muda. Menos justo? Não visto nada justo, pelo contrário. Nada justo. Depois, a forma como nós comunicamos. As palavras que nós usamos. E o contexto que é que usamos estas palavras. Usar a palavra liberdade, dentro de uma aula de yoga cá fora. Usar uma palavra liberdade, dentro de uma aula de yoga cá lá dentro. É muito diferente. Por isso, temos que ajustar a forma como nós falamos. Temos que ter atenção ao posicionamento dos alunos na sala. A maioria das nossas alas são dadas em meia lua. É para o aluno não ter ninguém atrás. A postura que são não são feitas. Porque podem ativar memórias ou traumas que estão escondidos. E podem ser mais danosas do que bonéficas. Isso ajustes que são feitos. Temos que ter muita atenção para tudo o que é. Tem que se ter cuidado. O cuidado é um pouco diferente. É um pouco diferente. Tem que se ter alguma atenção. A parte da formação é muito. No fundo é psicologia, estamos dentro de uma prisão, de trabalhar com pessoas que estão reclusas, em ambientes, em um ambiente que, por definição, é traumatizante. E pessoas que, provavelmente, provocaram um crime, ou cometeram um crime, porque tiveram algum trauma ou alguma. Uma questão no seu passado que hoje levou a cometer a um crime. Isso aí está abordagem. Nós damos aos profissores para ter mais uma ferramenta, para estar em lá dentro com os stentos. É muito gratificante, tomás. Depois de dar alas há 15 anos, eu lembro no dia antes da minha primeira aula em cintra, que foi quando arrancamos o projeto fisicamente, mal do Covid desbloqueou, eu na noite anterior, eu estava nervosa. Eu dava alas há 15 anos. Não sei, não sei o que se passa. Tava com burboletas na barriga, porque era realmente uma coisa muito diferente, uma coisa que eu nunca tinha feito. E eu já fiz acredito, eu já fiz muita coisa no yoga. Então. E é voluntário. Ninguém me está apagar para ver lá. Eu quero ir lá. E a reação deles, a isto, é linda. E eles quando entendem que nós estamos voluntários, estamos adabando nosso tempo para eles, há uma expansão de gratidão, de ambas as partes. E eu saio de coração cheio. Os pessoas, quando me contam, saem de lá de coração cheio. E os reclusos ficam de coração mais quentinho. Boninho. É isso que nós estamos a trazer. Também estamos a ajudá-los. Olharam, o joga dá-nos uma forma de. Olhamos para as nossas coisas por uma nova lente. Entende a tal vez o porquê, dar algumas coisas. E vai nos disciplinando, no fundo. E se entra? E se entra, típicamente, quantas pessoas têm a tua aula? Tem a volta de entre 16 e 18. No universo de quantos homens? Estão se 6 e 16 e tal. Nós não recomendamos aulas de mais de 20 pessoas para o professor. Porque não é interessante. Nem cremos isso. É o mesmo para não reclusos como eu. Sim, sim, não. Mas não é interessante para o trabalho que estamos a fazer, não é interessante. Eu tenho pessoas que muitas vezes dizem, "E hoje, nem dei muito aza, né?" Eles queriam falar. E eu tive ouvi-los. É um trabalho. É um pouquinho diferente. Um pouquinho diferente. E eles partilham coisas, escrevem os cartas. Há uma encuímbra que escreve cartas lindíssimas aos professors. Do que aquilo ele faz, dos processos que ele tem. Desinhadas pintadas, coisas lindíssimas. Ou seja, é uma relação. E eles estão a espera. E eles estão a espera da aula de yoga. É muito interessante. E por aula de yoga, os meus anos de cintradizíamos. É o lugar onde eu sinto paz. É o lugar onde eu sinto silêncio. É o lugar onde eu encontro silêncio. E aí, quando vão para o relaxamento e depois vem do relaxamento, "Ah, eu, por um momento, nem estava aqui." "Avanou de sítio." Ou seja, dá-lhes esta janelinha. E ao darmos, ao pôrmos estas pessoas com mais sensibilidade relativamente assim mesmo. Invitava-me a um ganhar de sensibilidade relativamente ao outro. Então, aumentamos aqui um círculo de empatia. Tem que apresentar a outra pessoa. Já tinha falado do Arto Fonseca e dá-se sujeção orig-cheip. Visita em tamanho a maciação de reintegração das reclusos. E a minha amiga, transinharam da Fonseca, que faz também sessões de pintura nas prisões. E é muito parecido que o que estás a dizer. Ela já me falou de pessoas que dão esse feedback. "Ah, tipo, aqui é onde eu consigo ficar assim." Só o facto de estar concentrado em uma tarefa, numa só tarefa, durante algum tempo, a todo de nós. Sim, sim, é trapêutico. Sim. E mais uma pessoa vai te apresentar. Aí adembora no carro, faço-me esquecer. Então, o projeito nasce deste protocolo com o Ministério da justiça. Nós, importantemente, tivemos reunião com o direto ao geral a semana passada. Sim, a semana passada. E conseguimos também. Vamos abrir um lado científico. Então, vamos fazer uma avaliação de neuropsychofysiologia, com psicolcline, e que não era cientista que é o francês que marca estaesteira. Até o amigo que você conhece também. Até o moneste para o psicótese. Espero que já consiga passar a reventação. E então, o que que vamos aqui fazer? Vamos avaliar no fundo a nível mental e com indica das biometrics de neuropsychológico. O que é o impacto de alga e da meditação na população presional. E também trazemos o lado dezinho das ciências que eu não preciso. Porque eu sei exatamente o poder transformacional que alga tem, mas que é bom trazer para mostrar. Então, a quem gosta? Que eu também gosto. Não preciso dele, mas é fixo ver. Então vão. Vamos lá um letra em cifalograma para criar uma população de controlo. E depois, com os próprios reclusos, antes de começar. E depois de fazer uns meses, comparar o. Sim. Estamos a criar intervalos de. Essa parte, estamos a definir a metodologia. Porque gostaríamos que isto fossem. Serão teides de maestroado. Para isso será o tempo. O tempo da avaliação que eles definiram a nível da mostra. Antes, pois. Plação, mulheres, população almeis, entender isto. E continuarmos o que for possível, continuarmos ir a medir. Melhor porque há uma grande fatura que é a fatura de medicação nas prisões. Há uma fatura pesada para o Ministério. E isso realmente é algo da meditação. Ajudarem a reduzir esta fatura. É um winer para todos nós. Nós acreditamos que. Acreditamos, isso sabemos. E algo a faz isso e que ajuda a isto. Então. Relouza um custo para todos nós. Exatamente. Que pode ser reinvestido em outras coisas mais interessantes. E não é só isso. Mas é importante reduzir o custo. Se for em medicamentos, por exemplo, panciada ou este tipo de coisa, liberta as pessoas dessas coisas. Exatamente. Mas isso é bom para todos. Sim. Se caráter, tem que falar com o chico sobre isto. Mas estes estudos com eleitrança e falogramas. Imagina que o durumi pior e alguém investiu ao almoço e medem depois disso. Medem. Entretamente. Entretamente. O almoço é bom. Não é, pode ser muito diferente de um dia em que o durumi vai e comi bem em ninguém investiu. Por isso, imagino que você precisa fazer várias medicões antes e várias depois. E depois de uma média qualquer. Isso. Isso cabará eles. Claro. Então, para entendermos, como viemos aflado no carro, o que é o erro. Pois, exatamente. E que parâmetros é que nós conseguimos manter isolados e que parâmetros é que são variáveis. O que é que influencia no fundo, que é que pode influenciar. Mas. Isto é mais sério, vamos lá. Só ganha-se quiser. Eu sei que já tenho voluntários a mais, mas só ganha-se quiser que anidadaras ser professor de órganas prisões. Não, eu nunca tenho voluntários a mais. Eu sei que tinha as uma weighting list. E tenho. Mas quer abrir em seiscentas prisões. Cinquenta. É assim, para abrirmos o objetivo deste projeto, é chegarmos aos prisões de todo este Portugal. Estes prisões privadas, tá, mãe? Portugal não tem prisões privadas. Sim, mas imagina que espanha-se para outros países. Não, não sou eu que espanha-se. É o prisão e água-projeto internacional. E eu te faço, nós, almas, tratamos do chapter Portugal. Ok. Então, dentro de fronteiras Portugal, incluindo, obviamente, as ilhas, temos cinquenta e uns topos címanes presionais. Nós gostaríamos de chegar a todos. Aí vamos devagarim. Então, aqui a gente vai morar um pouquinho, mas para chegarmos a cinquenta, e se, por definição, temos três pessoas por estabelecimento, temos de cento cinquenta, né? Pois, e não pode ser todos Lisboa e do Porto, mas a gente tem a maior parte de suas candidaturas. Não, cá, mais. Eu preciso, como é que se te funcionam, as pessoas entram no site. Por isso, é um formulário, o formulário faz pergunta qual é que é o estabelecimento de preferência da nossa lista, mas também pergunta qual é a área de residência. Porque para nós é fundamental que os profissores tejam cerca do estabelecimento presional. Não seja mais uma coisa na sua vida. Seja o mínimo, haver o mínimo de interferência na sua rotina. Por isso, o mais próximo do estabelecimento presional, tem que nós também cobrirmos os custos de todos os que os pessoas têm, etc., uma parte de despesas. Por isso, vamos abrir-nos assim. E agora, obviamente, estou à procura de pessoas para completar a equipa de montes. Estamos à procura de pessoas para faro, porque são as que estão na caia. E eu tenho uma lista de espera, mas estão localizados em outros lugares. Então, vamos tentando encaixando com o que vamos abrir no fundo. Qual é o site para as pessoas se registarem? Priza a New York Project Portugal.com. Ok, vou pôr na descrição também. Quando passar é aqui, então, mais para a espiritualidade? Ah, mas interessante. Quero só que senta mais uma coisa. Sacreditas que não conseguis fazer um projeto porque não têm dinheiro, pensou outra vez. Porque nós montamos este projeto sem a New York. E este projeto está a andar. Sem fanding e andar. Por isso, e nós, principalmente no início, e continuamos. E vemos o apoio incondicional da comunidade social da cidade civil. Sendo pessoas que nos deram tapantes, pessoas que nos ajudaram como anuais, pessoas que nos. Esse apoio, isso muito obrigada. Muito obrigada, mesmo. Mas esperabais a todos. Por isso, se acreditam que é preciso dinheiro para começar alguma coisa, o que é preciso é curação e curagem. Curagem, acima de tudo. E aquela sensação, que eu sei que toda a gente está endentro de si, que eu sei que estou a fazer uma coisa certa. Cará, pessoas que têm muita dificuldade em sentir isso. E isso é uma tragédia. Agora, podemos passar. Agora, podemos passar a passagem da espiritualidade. É um link. Sim. Não me quero arriscendo aqui a clicar e comparar. Aprojetos do enteriano. Não, não, não, não. Mas eu vou, mas eu vou. Foi um cara que eu senti que quando comecei o meu projeito na Índia, foi. Ah, tive aquela ideia e comecei a fazer. E como ela está nos fenóneos três segundos, começou a corretão bem pensei, "Ah, isso ajuda-lo, em motiva-te, também." Há uma parte egoísta nisso, entrasso, mas que, facto reúem logo no início, colega-te da força. Continua-lo. Continua-lo em motivação. Mas, então, espiritualidade, nós já falamos aqui das personagens Unió-AIDS. O que é que tu achas dessa. dessa expressão? E da sua história, não é? Porque a palavra evolui. É. É. Há um pessoa que trav. que tá conosco no. no Prisa New York Project, o Paul Heise, e ela é um scholar. E faz investigação de yoga, e escreveu um livro de yoga em Portugal, e tá ligado a Ministrado Luzof. Na prisa, uma pessoa que. a nível acadêmica, eu tenho muito peso e muito valor, e muito estudo. E, uma vez, eu falamos sobre isso, e ele faz uma linha, e pós. o espiritual, de um lado, o filosófico do outro e o Unió-AIDS, no meio. Filosófico, espiritual. Unió-AIDS. Fonte, tentamos encontrar aqui. Unió-AIDS ser um meio. tentar. tá. É teologia, um cabinho. Sim, não fonte, tentar juntar um pouquinho. Estas duas serão um ídol põinte entre estas duas. Eu não gosto da expressão. Pois é, pai. Daquelas pessoas que me assistem à estabilidade. Não gosto muito, não há uma expressão que eu gosto de usar. Eu acho que. É me caldo hoje em dia, eu usava mais pôr negativo, quando. se eu imagina, o site do boom já não deve ter a expressão Unió-AIDS, certo? Mas calhar é uma altura em que. essa parte fazia sentido. Unió-AIDS significa novas idades. Acho que isso não fica mais uma nova época. É uma nova época. É uma nova época. É uma nova edade. É uma nova época. É uma traduzida integral, é uma nova edade. E a AIDS e a edidade de tempo. Estão do tempo. O que que eu sinto? Eu sinto que. ou pelo menos no meu caminho, né? do que eu aprendi do meu caminho. Eu na. eu sou educada na fé cristã e a fé cristã começa a não responder. É determinada altura da minha vida todas as minhas perguntas. E eu comece a procurar no tecítio. Seja na ciência, porque acaba num curso de ciências. E porque gosto. Seja depois nas minhas. nas minhas buscas na índia e. no yoga e. e todo o procurso que faz. Talvez esse caminho, seja porque nos lugares onde as pessoas estão, não estão a encontrar as respostas que precisam. Então, começam a traquear novos caminhos. Mas são a traza todo um conhecimento que vem de outras artes, de outras culturas, de outros pontos de vista, de pessoas que vivem no mesmo planeta. Mas em condições e em. Com princípios e ideologias, com história, com a irança cultural muito diferente. E às vezes até as outras ferramentas. Ferramentas também. Mas em as vezes tu até tem. imaginando no teu caso, que é o meu tamanho, imaginando no cristianismo, se calhar, tem as coisas que estavam lá, mas que tu ainda não tenhas ferramentas que aprendeste a explorar as outras. E que só depois de explorar as outras religiões e formas de vivenciar a espiritualidade, é que se veste. Olha que engraçado. E se eu aplicar estas ferramentas aqui, o que eu tenho em casa. E depois meio que conseguis reintegrar, o que tenhas em casa, naquilo que aprendesse-te novo, porque tenhas novas ferramentas, não é? Novas perspectivas. Acho que deve ser um percurso bastante típico, não? O de pão menos em países católicos. O que quem vai nessa direção, mais de exploração, de espiritualidade e outras religiões e esse tipo de festivais transformacionais que quiseres, se calhar começa com uma espécie de revolta ligeira contra o. O que nós dizem em casa, né? Sim. É um bocado. E depois passado algum tempo, aliá para trás. Pazes, pazes. Tem mensas coisas fias também. Sim. E eu acho que não é. Não é. as religiões que nos causam isto. É as instituições. As regras, né? Onde estão essas religiões? É que religião só que significa "religar". Que conectar. Se os budistas reconnectam de uma forma porque tem um contexto que o Tibet e a China e a Índia e aquela cultura nasceram e aquela forma e aquele. E o guia delos, o Master delos, foi Buda ou a Karma. E tem aquela forma. E isso é ok. Se os indústicos têm a outra forma, e isso é ok. Se os cristãos, uma religião supernova, tem uma determinada forma, e isso é ok. E hoje é os outros. E isso é ok. Eu acho que nós não vemos nos impornos uns em cima dos outros, assim a tudo. Tipo. Porque ninguém está mais certo e isto é castar e entra a guerra. entra o conflito das instituições, né? Porque uns estão aqui no fundo acabam por ser power trips. A minha religião é a mais certa catua, ou a minha religião é que sabe. O meu Deus é que não se capa. No meu Deus, não. É Deus. Agora, vamos ler todo ou o que for que ele quer chamar. Grande Espírito de Deus, universo, consciência universal ou pacanhei até o. Física. O que for, física. Mas que existe, existe? Está, que está. O nome privilidamos. Do ponto de vista que temos. Do lugar do país, do lugar do planeta, do nascemos. Da família que nos deu educação. Tudo isto muda. Agora, no fundo, servem todos para nos ligarnos com isto que está aqui dentro. De forma mais diferente. Para mim, é isso. Eu, quando as pessoas me perguntam e tu acreditas em que eu acredito em tudo. Relegiões, respecto da Malle. Love da Malle. Exomenista. Love da Malle. Cada um, cada um, cada um há de ter os seus contornos. E cada um há de ter os seus handicaps. Ninguém uma delas é perfeita. Ninguém lida é espiritual é perfeita. Tipo, temos que parar de endeusar as pessoas. Endeusar uma pessoa, achar que ela é flawless. Não é verdade. É um ser humano. Às vezes, pode ter uma utilidade arqueatipal. Não é, mas saber simbólica. Exatamente. Vamos azul, e como muda, que de certeza que também. Que depois viram icones. Que eram coisas feias de certeza. Simbolus viram vibrações energéticas. Sim, em forma de estar até, talvez. Mas estamos a falar de dois homens, um que viveu há dois mil anos. E outro que viveu há mil e quatrocentos anos. Mil e quatrocentos? Desculpa, há dois mil e seiscentos anos. Antes dos Christos. Ou seja, este tempo todo fésse com que eles virassem icones. Os dos Christos não viram icandas do cristianismo, logo a seguir até morrido. Demorou, não sei quanto tempo. Há um tempo. Viram icones, viram. Eles viram correntes energéticas, viram arquétipos. No fundo viram arquétipos, como outros arquétipos. Hoje em dia, acho que as pessoas estão a sair de assoel. Da minha sensibilidade. Esta questão do guru. O guru. Porque de repente há uma série de notícias que aparecem across the world, de algumas más práticas de estes gurus. Com a sempre sequeçoais. Locacia. Não começámos a entrar por aí. Mas as pessoas precisam da sua ligação direita que eu divino. Quando era mais nova e perguntava por que que eu me tenho que confessar um padre? Eu confeço-me direitamente a Deus. E que eu vou estar? Porque eu não preciso uma intermedia. Eu acho que ainda. Mas isto é só para te orientar para conseguir ligar. Exatamente. Mas isto era uma das minhas questões. Sim, sim. A minha outra questão sempre foi. Porque as mulheres não podem celebrar a missa. E continuá a ser? E isso, estamos a dar um exames. Estamos a dar um exemplo da região católica que está aqui em Portugal, que é mais comum, etc. Quando a própria igreja reconhece Maria, como. Porque são as mulheres. Mãe universal, mas porque? Qual o problema? Não temos voz? Qual o problema? Eu celebro, eu celebro, cerimónias. Só uma determinada qual é uma visão? Por mim, isso. E questionem-me? Tipo, qual? Então, há formas. É uma cerimónia no boom do ano passado, não fizeste? Já fiz, várias, sei bem, muito chute. São os semanas de um foco, certo? As comunidades. Mas, pronto, eu acho que o que eu cinto foi. Desde que eu voltei para Portugal há 7 anos. Seis anos, faça 6 anos, 7 anos. O que eu só entendi, de ter vivido muito tempo no México também. E de haver outra forma das pessoas se relegarem nesse lugar onde eu vivi. O que eu senti foi. Aqui, as pessoas, o que eu senti, é rejeitar esta ligação com o divino. Mas o divino que existe dentro de cada um. E que, se pois, é plasmado. Existem uns arquétipos. Ah, eu gosto daquilo, eu gosto daquilo. Identifico-me com este, eu gosto de ir a ouvir aquele professor. Ou aquele, né? O conhecimento está. Para depois, é a forma que o absorvemos. E o que é que nós, depois, vamos fazer com ele. E o que é que faz sentido entre nós. E o que nos faz ligar com o nosso espírito. E, depois, fazer isto em prática e na prática. Para mim, a espiritualidade tem que ser prática. O projeto das polisões tem uma componente espiritual prática. Como é que sim? A mãe, né? Então, bem por aí? Escalar este. Isso que as pessoas sentem. Essa paz, que se calhar alguns produtos sentem. É espiritual. É, exatamente, chegou aí. É que, para mim, está intimamente liado ao físico, também, ambiental. Às vezes, se fazem uma crítica que se calhar também. Eu falo bastante espiritualidade neste ponto de caso, tanto quando possível. E às vezes, se fazem uma crítica, já me fizeram num episódio e também na vida real. Que é de uma espiritualidade buffet. É uma crítica. Eu sou como tú, sou homemista. Acho que todas as religiões são uma janela para o vivino, ou para o deuse, ou para a metafísica. O que você chama? E essa coisa metafísica é uma coisa assim, imagina colorida e fractal. E há assim uma tela que tem várias janolinhas. Imagina, uma tem um símbolo macruzo, ou tem um símbolo do islão. O srão que tem a roda do podismo, pronto. No todo o janeal, as pocos está precisando, mas não podemos confundir a janela com o que está por trás. Que é o que está a dizer, confundir a instituição com divinado. E a crítica é o que é, dizer, mas não devias fazer isso de olhar para as religiões e pescar de cada uma aquilo que tu ou mais gostas. Porque, senão, está-se a criar uma relação com o vivino muito egoíco, baseada a sua inti. Porque, cada uma delas, cada uma das regiões, tem práticas ancestrais, e que tem método, e que tem as vezes substâncias, e que tem ritual, que, como se tem muitos anos, é provável que sejam as estratégias vencedoras para fazer essa relegação. E, por um lado, faz um sentido, por outro lado. Eu, como sinto a espiritualidade, como sendo uma coisa pessoal, muito íntima, da minha relação com os cosmos, também não vejo mal em criar a minha própria religião que não conta ninguém, mas que é a salminha. É que essas sabias, essas que devíamos respeitar, não devíamos ser tão bufê. Eu acho que, quando. Eu era pequenina. A minha primeira crise espiritual começou a ir à volta dos meus 14 anos quando começam a entrar na pobredade, porque eu fiz tudo direitinho. Eu e a missa, era ajudante do padre, fiz a primeira e a segunda comunhão, não sei o que, eu recomendo que começa a fazer perguntas que não me conseguiam responder, e fui buscar-lo. Lembre-se de algo, uma pergunta? Lembre uma origem de Deus. Mas isso, já conseguis responder? Não, necessariamente, mas já tenho mais algumas luzes. Eu estou no caminho. Mas então, desculpa, perdim. Fiz a tua direitinho, e aos 14, nem estava por verdade, começaste a. Certo, mas agora, perdim, do que estávamos a falar antes? Eu estava a dizer do bufê. Ah, desculpa. Ah, já sei, já sei. Então, para mim, era. Eu cheio uma altura aqui, era então. Eu queria ir o meu próprio Deus na minha cabeça. O que que era, o meu ideal de Deus? Como é que Deus seria, para mim, no ideal? Eu, depois, não tinha. Era as qualidades. Estás a ver que a qualidade é que este Deus teria que ter, né? Para o meu Deus ideal? Sim, sim. Que eu acho que é um bocadinho cada um do não. Eu tenho uma visão. A minha visão nunca vai ser a tua. Por mais que nos descrevam, como é que alguma coisa é, tu vai continuar a ver, na tua lente, eu vou continuar a ver na minha. Há sendo perspectivas, por isso eu criava isto. Na minha cabeça, enquanto criança, ou entrar na adolescência, porque eu tenho uma ilusão, né? Com Deus, o Deus, o homem, das barbas que vive dentro de uma nuvem e que está a ver. Da esta orinha que te contam, ou do que tu vais imaginando enquanto criança. E que é lindíssimo, e toda a bondade, e tudo mais à volta. Mas eu criava esta coisa do meu Deus ideal e eu falo de God. O que eu tenho? Termos isso claro, que são as qualidades que tu respeitas, nem há algo que tu para ti ou divina ou só grado. E eu, quando as pessoas, comemção a tentar me ter, coisas tão grandes como crianças, deus, numa caixinha, faz muita confusão. Já o Carlos seigam, dizia, como é que tu vais me ter numa caixinha, a nossa mente é limitada, pra entender uma coisa que é ilimitada. E eu vais o Deus, ou o grande Espírito, ou a existência, ou a universo, o que vocês lhe quiserem chamar, com algo ilimitado. Se é algo ilimitado e que não tem fronteiras, vai abraçar todas essas espiritualidade buffet, espiritualidade canapé, espiritualidade fácil de fundo, o que tu quiseres. Este Deus vai abraçar isso, porque é o todo. Então, em vez de procurar, sectorizar, tentarmos ver isto como um todo. Quando. Mas, ao mesmo tempo, eu concordo completamente, mas eu percebo a ideia de respeitar o ritual. Ah, não, isso sem dúvida, não, isso é outra coisa. Isso é outra coisa. Mas se quer dizer que fazemos. Contás a fazer um ritual, e isto, por exemplo, nós temos os pitotores de fogo em Portugal. Da 4 anos para cá, temos um grupo que já vai em 140 pessoas, em que trazemos uma visão de uma cerimânia, que é uma cerimânia de fogo, segundo é que há uma visão maia, e é que há uma visão maia, porque eu identifico com a forma como eles plasmam o universo na Terra, faz sentido para mim, e porque eles são altamente matemáticos, astrônomos e arquitetos. Então, há uma coirência e há uma coirência no ritual deles. Quando vais fazer um ritual, que saiba o que estáis a fazer, e sobre que conhecimento e que desanhe aqui o que estáis a fazer, pois não vais fazer leirado. Isso começa a misturar. Tudo isto não é carna, não é pós. E, pois a outra coisa que é, não funciona. Aqui ele é desenhado e tem um design com muitos centenas de anos, por uma razão, porque harvest, energy, de alguma maneira. E é isto com um ritual, por suponho, que é a concentração energética, e a própria concentração das pessoas. As pessoas vão à missa, há uma concentração energética, há uma rise of frequency. Tudo o que acontece numa missa, numa sermânia de fogo, seja, em que tipo de, há uma concentração das próprias pessoas, há uma abertura por que as palavras, porque tudo é indicado para aí, por isso há uma abertura, né, da tua vulnerabilidade, o teu amor, e há esta concentração. E depois pode acontecer com uma energia, pode ser levada por várias, a maior parte de pessoas, que vai a um ritual, o ritual for bem feito, for feito por uma pessoa aí, integra com amor, sai de lá melhor, sai de lá, sabe? Essa mensagem for bem passada, sai de lá melhor. E às vezes eu tenho pessoas que nunca vieram a uma sermânia de fogo, nem sabem qualquer que vão. Mas é feito de uma forma que sai mais feliz, mais leves, mais há um impacto positivo, quando as coisas são bem feitas. Mas isso não quer dizer que eu só acredite nos maias, né? Eu desanho, eu valido por experiência própria, e por tudo que está por trás da minha vivência. No que eu acredito, no que eu trago do meu belive-system, e eu não acredito só neles, porque eu sou uma mistura de muitas outras coisas que aprendi. A coerência está na forma que o meu apasso. Onde é possível ir buscar a muitos cítulos, respeitando. Respeitando, Sam. A conhecimento intrínseco que está naquela ritual, ter sido o ritual que venceu com aquela população. Mas depois, se tu estás a fazer uma coisa, por exemplo, da cultura maia em Portugal, e eu não vou usar de nomes de guardiãs maias, para que tu sinta-se conectado, eu vou adaptar o discurso ao teu entendimento. Então se calhar, faço uma coisa mais ligada aos elementos. Escos danara falarem nomes maia que não te vão reçoar e ligo, por exemplo, aos elementos da natureza. E aí, reçou-me-te, porque todos somos águas, todos somos terra, todos somos ar, todos somos ventos, todos somos héter, todos somos focos também, todos temos isto. Então, vamos. Pois tem que ser, por isso é que faz sentido, tem que conhecer a utilidade de todos os pastos da cerimônia para conseguir adaptar e perceber o que pode adaptar, não é? E as pessoas, e as pessoas que estão à tua frente. Exato. Porque não vou falar de uma forma que só que dá alguma maneira, alguma sensibilidade. É como na prisão. Uma das coisas, uma das indicações que eu tenho, e que as as pessoas, é. Não, eu não quero que vocês peguei muito para já, não ioga enquanto uma disciplina amística, tanto a prisão. Eu quero que peguei, não ioga, como uma disciplina de saúde. Porque depois, esse conhecimento vai, vai. É automático, quando começa a. E que foi o que aconteceu comigo, com essas a praticar ioga, com essas a entender físicamente, pela parática física, e. E depois automáticamente a tua curiosidade começa. É, e eu percebei mais isto, e eu percebei mais aquilo. E vem naturalmente, e perceber, pronto, tudo que está por trás. E quando na prisão, você não sabe se o público que está à tua frente, ou em que eles acreditam, não, de que eles vão, de que eles não vão. Então, "We restrain, nós tentamos não entrar muito numa, como às vezes digo, no discurso psiquical mágico, e mantermos, ali, ao místico e ao mágico, mantermos, ali, numa coisa mais tangível para todos, pelos que começaram a sentir os benefícios físicamente, e depois creram em ter uma vontade de conhecer mais a técnica. Ou não? Ou não? Mas tentar não forísse chatilidade, ou sentir que alguém se senta surregado, porque não dizou, ou não acho, vai, já estás a ver? Bom, não quero. Mas é isto, as coisas existem. Eu só imagina que estás a fazer a cerimônia má. Imagina que tu conheces? Ah, má. profundamente a cerimônia má é. Sim. E sabe-se, por que que cada passo do ritual é como é? O ponto de poder adaptar parte. Essa parte, por exemplo, em vez de enomas maias, de vezes, ilumente, ainda assim, se estiver lá, ela ganha maia, se cala, ela vai ficar a offender, para não ter usados termos originais. Então, sé. Por isso acho que. Acho que não é. Acho que não é. Acho que não é. Eu não estou a offender. A partir do momento que a minha intenção é boa, e a minha motivação é boa. O carma só é gerada, a partir da tua motivação. Eu posso cometer um erro. Isso é muito antiguo, hoje, o meu é 23. Ela chama-lhe o que quiser, isso não é verdade. E o carma é gerado, não é pela ação, é pela motivação. Ah, desculpa, não foi formal. É motivação. Por isso, é tudo da motivação. Se uma pessoa está facilitar uma cerimônia. Por exemplo, um casamento. Casas pessoas, bateis pessoas. Não quero usar esta palavra. Casá também não porque são as que se casam. Mas fazer unhírens de amor e de casamento. Por que hoje em dia as pessoas não sentem tão identificadas, dirão uma igreja. Mas a ver, não querem isso já. Já querem outras formas. O meu pai até mais já casou umas pessoas, porque queriam casar pela igreja e geram uns dois diversiados, então já. O castata, a ver, ou o que seja, ou porque não se identificam com a cerimônia. Querem uma coisa diferente. Nós fazemos um ritual, segundo esta causa uma visão, que é adaptado as duas pessoas que se vão. que vão solar o seu amor. No fundo. Então, tudo isto é uma base. Já fizemos funerais. A apresentar bebês. É o tal batizado. A apresentar bebês. Os rítios. São rítios rituais. Que no fundo não deixam de ser cerimônias de elementos, porque o batizado é uma cerimônia de d'água. Mas não é em todas as culturas da sua. Sim, mas se tu fosse haver engraçado, porque cada uma delas está quase ligado à comunhão, uma cerimônia de terra, tu confirmar a sua fé é uma cerimônia de dar, ou um casamento, é uma cerimônia de dar, porque estás em votos. E por. Por exemplo, é uma cerimônia de d'água, é uma cerimônia de d'água, é uma cerimônia de d'água, porque realmente na tua vida, por exemplo, os retuais de passagem de adolescência a pede à adulta nos homens, como momentos de dureza e em que existe um evento na tua vida suficientemente traumático, como é morável, tanto saber que, ah não, há um éndici depois daquilo, e pronto há quem diga que haver tanta gente como na relação com a mãe, tem a ver com falteras de retuais de passagem. Como na relação com o outro, como na sua auto-responsabilização das coisas. Existem 40, 50 anos, e às vezes encontros nos 50 também. Sim, não, pode ser passante. Exatamente, por isso, sim acredito, que é bastante importante, bastante. Não falámos disto. Ah, boa. Mas eu já disse. Quer mostrar? Quero. Não falámos disto, não falámos de combustos, não falámos de 30 coisas que a Inés também faz. Este é o jogo de yoga, que a Inés criou, chama-se Mai Yoga, onde as pessoas podem brincar com isto. Então. É maior. Por isso, isto foi um convite da maior, para se criar um jogo de Yoga, onde pudéssemos inspirar as crianças da jogar ai Yoga e juntar a família, este também. É totalmente prático. Também a ideia era. A ideia era, eu. Tive por. Amigos que me perguntaram, por que que não faz um app? Estou em frente à cara. Por que que não faz um app? Exatamente, porque quando cresci, cresci com um jogo de tabuleiro, e a ideia é tirar as pessoas desmonitores, e voltá-las a juntar a volta de um jogo de tabuleiro. E depois é um jogo prático, tu tens que fazer posturas, para alcançar o teu objetivo. Temos aqui uma postura. Então, no fundo, vai ter obrigada a mover, o corpo, e é divertido. Então, a gente é organizado por dificuldade? Não, está organizado por. Cara, que categorias. Tens os animais, o grupo dos animais, tens o grupo das coisas e objetos, tens o grupo das posturas da natureza, e depois tens um grupo que é. que basicamente tens que fazer posturas em par. É a crô yoga, né? É, ou seja, há uma parte. Tu não ganha os jogos, não colaborares, também com o teu adversário. Porque, para mim, é importante trazer a parte colaborativa, e não só a parte competitiva, a um jogo. Principalmente de yoga, né? Porque yoga é unial, não é. não é segmentação, por isso, se você não joga competitiva, apenas não fazia sentido, então. Tenho esta parte. Não sei se lembra, mas olha o que eu encontrei. Ah, claro. Estou presente de Natal, pelo meu filho Pedro, quando ainda estava na vachiga. É verdade. Então, ainda não julgamos nenhuma vez, mas com bebê. Então, encontro no site da majora, na FNA, que nunca é o cortinguês, há em vários títios, ou então podem mandar uma mensagem e ainda tenho alguns em casa. E os que comprarem a mim, remetem por a prisão de yoga-projecto. Isso, o dinheiro vai para a nossa. Opa. Para a nossa ciência. Então, a finanza, olha, obrigado. Nada, meu querido. Mesmo completo. É um gosto. Obrigado, também, a quem nos teve a ver ou a ouvir. Não fugam já. Favor deixem um like, um comentário, uma subscrição para. isto vai após algoritmo e chegue mais longe. Se quiserem apoiar este projeto, que é um projeto que ainda está bastante no início e precisa da voz apoio por 13 euros e meio por mês podem apoiar, e depois altos patamar, podem ter a seça eventos, contigo de backstage e muito mais. E, por hoje, foi com a Inés Aires e foi espetacular. Obrigado. Até a próxima. Alo. Ah. E bom. Ah, vamos aqui, onde é?
Podcast Summary
Key Points:
Inês Aires, formada em Engenharia Ambiental, é empreendedora na área da sustentabilidade, professora de yoga e desenvolve projetos como o Nubuam Festival e jogos de tabuleiro sobre o oceano.
Cresceu em uma família numerosa e unida, que lhe proporcionou uma base sólida de apoio, influenciando sua confiança para explorar o mundo e seguir seus interesses.
Escolheu Engenharia Ambiental em vez de Medicina, buscando um equilíbrio entre estudos e vida pessoal, e viu na área uma forma de cuidar das pessoas através do ambiente.
O yoga entrou em sua vida como complemento para concentração e bem-estar durante a faculdade, evoluindo para uma prática de ensino paralela à sua carreira.
Realizou seu estágio final na Amazônia peruana, focando em conservação e envolvimento comunitário, destacando a importância da educação ambiental para crianças como agente de mudança.
Atualmente trabalha com projetos de sustentabilidade, como o "Mundo de Dianha", que cria áreas de conservação privadas geridas por crianças, promovendo a ligação com a natureza.
Summary:
A entrevista apresenta Inês Aires, uma engenheira ambiental e empreendedora em sustentabilidade, que também é professora de yoga e desenvolve projetos criativos. Ela discute sua infância em uma família numerosa e acolhedora, que lhe deu segurança para explorar o mundo. Inês optou por Engenharia Ambiental em vez de Medicina, buscando um caminho que permitisse equilibrar estudos e vida pessoal, enquanto cuidava do planeta como forma de proteger a saúde humana.
O yoga surgiu como uma ferramenta para melhorar a concentração durante a faculdade e acabou se tornando uma atividade paralela de ensino. Seu estágio na Amazônia peruana destacou a importância do envolvimento comunitário e da educação ambiental, especialmente para crianças, como estratégia eficaz de conservação. Atualmente, ela trabalha em projetos como o "Mundo de Dianha", que cria áreas de conservação geridas por crianças, reforçando a ligação entre comunidades e natureza.
Inês enfatiza a necessidade de abordagens práticas e educativas para enfrentar desafios ambientais, combinando conhecimentos técnicos com empatia e ação local.
FAQs
Inês Aires é uma empreendedora na área da sustentabilidade, formada em engenharia ambiental. Ela também é professora de ioga e desenvolve projetos como estruturas para o Nubuam Festival e jogos de tabuleiro sobre o meio ambiente.
Inês cresceu em uma família grande, com oito irmãos. Seu pai, médico, era assertivo e presente, enquanto sua mãe era o centro da família, acolhedora e cheia de energia vital. Essa base familiar sólida lhe deu segurança para explorar o mundo.
Ela admirava a medicina, mas percebeu que exigiria sacrifícios na adolescência para alcançar notas altas. Optou pela engenharia ambiental como forma de cuidar do meio ambiente para prevenir doenças, alinhando-se com seu desejo de ajudar as pessoas indiretamente.
Inês começou a praticar ioga para alongar o corpo e melhorar a concentração durante os estudos. A prática a ajudou tanto que, durante a faculdade, começou a dar aulas, aprofundando-se no estudo do ioga quando ainda era pouco difundido em Portugal.
Ela fez seu estágio final na Amazônia peruana, trabalhando com conservação e comunidades locais. Inês menciona o projeto 'Mundo de Dianha', que cria áreas de conservação privadas gerenciadas por crianças, promovendo educação ambiental e sustentabilidade.
Inês observa que, quando começou, o ioga era visto como algo estático e pouco conhecido. Nos últimos 10 anos, tornou-se mais popular, associado ao bem-estar, esporte e saúde física, perdendo o estigma inicial e ganhando aceitação geral.
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