A palestrante, com base em sua experiência de 11 anos empreendendo e milhões de seguidores, explica que começar no Instagram hoje exige mais do que criar conteúdo: é preciso **criar contexto**. Ela defende que a percepção que as pessoas têm de você (autoridade, confiança, autenticidade) é o que realmente agrega valor, permitindo precificar melhor publicidades ou produtos. Para isso, sugere três exercícios iniciais: definir quem você é (interseção entre o que ama, domina e o mercado precisa), o sentimento que quer despertar e a dor que resolve. Em vez de nichos amplos, recomenda escolher uma **causa** (ex.: "ajudar mulheres a se expressarem pela moda") e uma persona baseada no que ela busca. Também orienta tratar o Instagram como um **laboratório** para testar formatos e surfar ondas, em vez de usá-lo como vitrine fixa. Por fim, alerta contra "truques de algoritmo" e propõe aplicar **psicologia aplicada** (fluência cognitiva, efeito Zegarne e teoria de nível de profundidade) para engajar sem cansar o público, alternando conteúdos densos e leves. O foco é construir uma comunidade real e fiel, não apenas números.
Como você quer que as pessoas te percebam? E qual é o contexto que você vai criar para que as pessoas te percebam daquela maneira? Como eu começaria no Instagram hoje? Oi, eu sou a Let's Have Aasis, seja bem-vindo ao LV Talks e uma podcast sobre negócios, redes sociais, marketing, gestão, liderança, tudo que eu aprendi a ser teia e rei durante 11 anos empreendendo. E o episódio de hoje, gente, eu sinceramente, eu não sei quando ele vai sair. Eu não sei se ele vai sair hoje à noite, porque eu não consegui gravar. Estar um causa a minha vida, como é de todo empreendedor, de Black Friday, tenho muita entrega de publicidade, tenho palestra, tenho projetos muito grandes acontecendo ao mesmo tempo, tenho lançamento dia no novo, inclusive hoje a gente lançou na LV a nossa coleção Festas. Se você quiser ir lá, eu vou deixar o link na descrição, a coleção tá linda. Essa blusa, inclusive, que eu estou, faz parte da coleção. E eu vou deixar um cupom pra vocês estar aqui o LV Talks tem cupom. Então é só digitar LV Talks da 10% de desconto em todo o site. Eu vou deixar aqui na descrição pra vocês. Mas, enfim, eu não sei se o meu editor vai conseguir digtar hoje, para soltar hoje ainda, ou se a gente vai soltar na quinta-feira a 6 da manhã, só atrasando um dia. Então, enfim, né? Essas coisas acontecem. E eu gostei que a gente não colocou no ar, porque muita gente veio mandar mensagem pra mim do tipo "Ah, letís, é cada um podcast". Então, se esse podcast faz tanta falta pra você, corre lá no meu perfil, me conta isso no direct fala, comenta, faz esse podcast ser mais ouvido, compartilha com mais pessoas, porque eu faço aqui com muito, muito, muito carinho, e eu quero muito ou que esse podcast chegue mais pessoas. Bom, vamos começar. O tema de hoje é como eu começaria no Instagram. Do zero. Hoje eu tenho 500.000 seguidores no meu Instagram pessoal, e tenho 570.000 no Instagram da minha marca. É, obviamente, o Instagram pessoal é muito mais rápido de crescer, do que um Instagram de uma marca, uma instituição ou um negócio, porque as pessoas acabam seguindo muito mais pessoas do que marcas. Então, durante dois anos eu venho trabalhando no meu perfil pessoal, e eu consegui esses 500.000 seguidores mais ou menos nesse período de um ano e meio, dois anos, e na minha marca foi muito mais difícil, eu passei 8 anos, hoje faz 11 anos que eu tenho empresas, então eu passei 11 anos, lá butando pra conseguir os 500.000 seguidores. Mas, bom, se eu fosse começar hoje no Instagram, eu começaria primeiro sobre a entender qual é o funcionamento atual, porque quanto mais acesso à tecnologia, a informação a gente tem, mais volátil fica as coisas. Então, às vezes a tendência que era pra este ano não é mais, ela vai pro ano que vem, e as coisas mudam muito rápido. Então, o primeiro ponto que eu queria, é que vocês entendessem que começar hoje não é sobre criar conteúdo, é sobre criar contexto. E aí, o que que eu quis quer dizer? Esqued dizer que mais importante do que você ficar criando conteúdo, todo o de santo dia, um volume gigantesco, tá ali presente, você precisa pensar antes, como você quer que as pessoas te percebam? Por que que eu falo que isso é antes de qualquer coisa? No método 3C, que eu também estou escrevendo faz séculos, tenho meu livro, tenho muita coisa pra acontecer ao mesmo tempo, eu estou surtando. Mas, enfim, no método 3C, antes de a gente ensinar absolutamente qualquer coisa, a gente ensina a criação de contexto. Por que? O que que eu percebo? Hoje, pela facilidade de viralização de conteúdos, principalmente por conta de TikTok e Afins, existem muitas pessoas viralizando sem pensar em contexto. Então, eles pensam no conteúdo, o conteúdo viraliza, só que eles não têm nenhum contexto por trás que quando a pessoa vai acompanhar eles, vai acompanhar por um motivo específico. Isso faz com que pessoas que têm um milhão, dois milhões, três milhões de seguidores ganhem publicidade, um terço do que eu ganho, tendo 500 mil seguidores. Porque não é sobre somente os seguidores, somente o conteúdo. É também sobre o contexto que você está inserido. Se você é uma pessoa que cria conteúdo sobre tudo e não pensa como quer ser visto na internet, você não consegue pressificar, porque você não é experte naquilo. Então, hoje, dentro do ramo de negócios, eu tenho um preço extremamente elevado de publicidade, porque não é sobre o conteúdo que eu crio, é sobre o contexto que eu cria na internet e que as pessoas me enxergam. Então, eu cria tanta credibilidade, tanta autoridade, tanto contexto de estar envolvida com pessoas que também são boas de ser uma pessoa de confiança, de ser autêntica, de ser genuína, de mostrar o backstage, de educar mesmo quando eu não estou ganhando um real para fazer isso, que esse contexto importa e esse contexto tem um valor. E as pessoas esquecem que esse contexto é o que vai editar o quanto você vai valer nas redes sociais. E aqui eu estou falando sobre publicidade, mas eu poderia se falando sobre a minha marca. O contexto que minha marca cria também é importante para trazer o valor agregado do produto. Às vezes, se você está virando para mim, falando assim, "Lei, eu não consigo, eu crio conteúdo todos os dias e eu não consigo fazer com que as pessoas cumprem da minha marca sem ter promoção", é porque o contexto que você está inserindo a sua marca dentro da criação de conteúdo não é válido para aumento de valor agregado. Você só está ali cumprindo a bela, tem muita gente que está na internet para cumprir a bela, tem que ter um posto segunda, tem que ter um posto terça, tem que ter um posto quarta. Então, eu vou lá, crio o conteúdo, mas eu não penso qual é a imagem, qual é a percepção de valor, de credibilidade, de autoridade, de confiança, que aquele conteúdo que eu estou criando repetidamente está criando na cabeça de que minha companhia. E aí, se eu fosse transformar isso para uma estratégia prática, primeiro, é tomar muito cuidado com tudo que está em volta do seu conteúdo. As músicas que você usa, os lugares que você grava, os contextos que você está inserido. Então, se você for, eu sempre vou trazer a minha análise porque todo mundo que está aqui me escutando, a maioria, pelo menos, me acompanha todos os dias. Então, vocês vêm que o meu contexto, ele é muito bem amarrado. Se eu vou estar postando alguma coisa para você nos stories, eu vou estar uma academia que tem a ver com meu foco de disciplina e produtividade. E sempre que eu posto a minha academia, vocês podem ver que não é algo entre muitas aspas, mostrando corpo ou sensualizando sempre tem. Uma sequência rápida de tipos de exercícios para mostrar um pouco do meu treino e uma frase sempre ligada à produtividade, a disciplina, a foco, porque o meu interesse é fazer com que as pessoas me acompanhem por disciplina e foco. Eu poderia, por exemplo, colocar um microcharts, fazer uma foto no espelho da academia, também é a mesma coisa, entende ao mesmo conteúdo. Entendo na academia, estou criando um conteúdo sobre o meu treino, só que são contestos diferentes e esses contestos diferentes passam imagem e percepções diferentes. Então, eu volto para casa, normalmente eu gravo, estou indo com a café, eu gravo a minha casa, a minha casa é muito clín, então ela é muito organizada, o que também passa essa imagem de disciplina. A minha fábrica, por mais seja, uma fábrica de moda que tem maquimário, tem tecido, também é uma fábrica muito clara, muito organizada. Relação com o meu time, sempre é uma relação muito tranquila, então quando a gente posta um vídeo, é sempre em tom de brincadeira, porque eu tenho esse tipo de liderança. Então, tudo isso vai criando no imaginário coletivo uma imagem sobre eletícia. Então, não é só o que eu falo, o que eu escrevo, é também o fundo do meu vídeo, a música que eu coloco, quando eu escolho postar, quando eu escolho não postar, quando eu escolho me posicionar, quando eu escolho ficar quieta, então isso também é contexto e isso importa muito. Segundo estratégia prática, seria escolher uma causa e não um nicho, muitas pessoas falam assim "Ah, eu vou começar na internet, vou começar falando sobre moda feminina". Foi, se há época, em que a gente tinha espaço para coisas muito abrangentes. Hoje eu defenderia uma causa do tipo, eu ajudo mulheres a traduzirem o que elas querem, o que elas são, através do que elas se vestem, isso é uma causa. Então, não é mais um nicho, não é "Ah, eu vou falar sobre moda feminina". Moda feminina é muito abrangente. Qual é a causa que você defende dentro da moda feminina? Pode ser roupas confortáveis, podem ser roupas para empreendedoras. Então, qual é o seu nicho? Qual é a sua causa dentro do seu nicho? Segundo, é definir uma pessoa, e isso eu acho muito legal, que é definir a persona porque ela, pelo que ela busca e não porque ela é. Durante muito tempo no marketing, a gente falava assim "Ah, a pessoa é ideal, que eu quero ver". A pessoa é ideal, que eu quero que me acompanhe, acompanhe o meu perfil, acompanhe a minha marca. É uma mulher de 25, 40 anos de classe e tal, região e tal. Não existe mais isso. Agora, quando a gente vai pensar em criação de contudo para a internet, a gente está pensando "O que essa pessoa busca?". Então, o que essa mulher, que me acompanha, ela que é. Ela quer parecer mais confiante, sem parecer extremamente montada. Ela quer ser uma pessoa que é escutada através da roupa que ela veste. Então, é muito interessante a gente começar a pensar "O que essa pessoa que me acompanha busca?". E não só quem ela é. Então, saindo aqui do nosso primeiro bloco com uma atividade prática. Eu quero que você, pega o seu nome.
pegar papel e caneta ou pegar o bloco de notas do celular e eu quero que vocês façam três exercícios para mim. Primeiro vocês vão falar quem vocês são. Então, que é, para mim, a definição perfeita de quem você é dentro do âmbito profissional é o que você ama fazer, a intersecção, então a bolinha aqui do meio, que cruza, o que você ama fazer, o que você é bom fazendo, então o que você domina fazendo e o mercado precisa. Quando você encontrar intersecção entre essas três coisas, é aí que você vai ter o seu diferencial. Segundo que você representa, qual é o sentimento que você quer despertar nas pessoas que te seguem e te acompanham? Isso vai te ajudar a criar o contexto. E por último, que você resolve? Qual é a dor que a sua marca ou você que está trabalhando com a internet resolve do seu seguidor? A gente vem para a segunda etapa, que é algo que a gente fala sobre tese de conteúdo, o que é isso? Ao invés de você definir um nicho, então, "ah, eu vou falar sobre moda". A maior parte das pessoas que começam a internet elas lá, "ah, eu vou falar sobre maquiagem". "ah, eu vou falar sobre viagem". "ah, eu vou falar sobre moda". Só que se entende com o vago, é isso. Tá, falar sobre moda, eu tenho 50 pessoas na minha cabeça diferentes que falam sobre moda e uma não tem nada a ver com a outra, e o público de uma não tem nada a ver com o público da outra, porque é algo muito abrangente. E quando você fala com todo mundo, você não fala com ninguém. Então, primeiro, a gente vai definir uma tese de conteúdo. O que seria uma tese de conteúdo? O que você quer provar com seus postes? Eu vou dar o meu exemplo. No meu Instagram pessoal, eu quero provar para você que criação de conteúdo estratégico que você vai te fazer com que está três coisas. Primeiro, conversão. Se você sou o beco e a conteúdo de forma estratégica, você consegue vender. Segundo, você consegue crescer, então você consegue ter uma base maior de pessoas em pactar mais pessoas. E por último, você consegue conectar. Você consegue crescer a sua base, vender para essa base, e ser extremamente conectada com essa base. Tem aquela comunidade real, fiel, de pessoas que não importa onde você está, não importa o que você faz. Tá lá, torcendo por você, está comprando o seu produto, está te apoiando. Então essa minha tese. Como eu, criadora de conteúdo de negócios, que fala sobre também criação de conteúdo na internet, redes sociais, tem várias outras pessoas. Só que cada um tem a sua tese. E quando você constrói a sua tese, fica muito mais fácil você entender como você se posiciona. Se eu tô falando para você que a minha tese é de conteúdo estratégico, então a estratéja é um ponto mais importante do que talvez o engajamento, que talvez o alcance. Então tem muitos conteúdos que eu faço, que eles estão dentro da minha linha editorial estratégica para atingir determinado objetivo, mas que eu sei que eles não vão ter um resultado muito expressivo de alcance ou de likes ou de comentários. Isso é muito engraçado porque faz com que a minha tese seja comprovada. Então quando você conseguir definir a sua tese, que vai ser o motio principal do que você vai falar no seu perfil, aí você consegue desdobrar para. coisas mais objetivas, então por exemplo. Primeiro passo é você escolher uma criança que vai, primeiro passo é você escolher uma criança que vai contra o senso comum do seu nicho. Então por exemplo, roupa confortável normalmente é básica. Na LV eu faço peças que são extremamente confortáveis e não são básicas, elas são fachonistas. Então existe essa possibilidade de você se vestir confortável e ao mesmo tempo estar bonita. E é o que eu faço? Eu faço a prova dessa criança com diversos formatos. Então eu mostro, por exemplo, um feedback de um cliente provando que ele vestiu a roupa e ele achou que ele não e se sinta tão confortável e ele está se sentindo confortável. O processo, o cuidado que a gente tem na modelagem de ter uma modelagem de um tecido que vai ter o conforto mesmo tendo a partestética. E aí a gente acaba tornando isso uma bandeira e a gente vai repetindo isso de forma estratégica porque a gente vai criando contexto. Depois eu faria algo que assim, às vezes eu tenho vontade de abrir um negócio do zero só para começar desse jeito. Juro por Deus. Eu olho para redes sociais e eu falo se eu tivesse que começar hoje o meu Instagram eu começaria exatamente dessa forma, que é visualizando o Instagram como um laboratório. Durante muito tempo a gente viu Instagram como vitrine. Então era o lugar que a gente falava, que a gente mostrava, que a gente divulgava produto, que a gente divulgava serviço. Hoje é muito mais sobre testar o que funciona. E aí as marcas que elas estão mais na frente aos criadores de conteúdo que estão mais na frente. Normalmente são pessoas muito dinâmicas e rápidas que testam diversos formatos e tem como se fosse um termômetro de temperatura de quais são os formatos que mais estão dando certo naquele momento. E aí eles agarram esse formato. E aí depois esses formatos satura, eles fazem testes, testes, testes, vêm esse termômetro agarram o formato que está em alta e depois eles trocam. Então eles surfam várias ondas. Quando a gente trabalha com um modelo mais vitrime, a gente não pensa tanto no formato, a gente pensa mais no conteúdo. Só que às vezes, principalmente agora com a rápidez, a gente vê que tem ondas de formatos. Então tem formatos muito em alta e depois eles caem, formatos muito em alta, depois eles caem. Se a gente começa a testar vários formatos e identifica. Surfa ele. Quando ele começa a cair, a gente testa outros formatos e identifica. Para ele, a gente sempre está no topo da criação de conteúdo. Então hoje, eu lhe daria muito mais com o Instagram como um laboratório de testes do que algo tão ingessado como era antigamente. E aí outra coisa que, provavelmente vocês que acompanham muito de redes sociais, vocês devem ter percebido que a quantidade de marcas nascendo com base na criação de conteúdo. Então, eu vou criar minha marca do zero e hoje é o primeiro dia e eu vou resolver isso e faz um formato de vlog. Essa narrativa de bastidor em formato de série também é algo que vem muito dos Estados Unidos, é um tipo de conteúdo que funciona muito bem nos Estados Unidos. E ele está começando a performar muito bem no Brasil. Já faz um tempo, por exemplo, a Jennifer Keller, eu acho que é Keller, que é do que ela faz reforma. Ela sempre usa muito desse formato de narrativa e de série. Então faz com que a gente fique preso aquele criador de conteúdo ou aquela marca. Depois eu fugiria de truques de algoritmo, tudo que todo mundo tinha ensinar que fossem. Aí esse é o rack do algoritmo. Gente, não existe pai. Post 3 stories suma. Lembra uma época que teve uma loucura que era assim. Para o conteúdo viralizar no TikTok, você tinha que postar isso aí da plataforma, nunca mais abrir. Porque aí ele ia entregar para te mandar mais notificações para você voltar para a plataforma. E era uma coisa, tipo, assim, sem pé nem cabeça, que não fazia sentido nenhum. Então, assim, 95% do que as pessoas falam de "há quis" de algoritmo não existem. São, na verdade, algo que eu gosto muito de sempre falar para você, isso que é, na verdade, tudo o que funciona nas redes sociais é como se fosse uma psicologia aplicada. A rede social, nada mais é do que o comportamento da sociedade, só que na internet. Então, quando você conversa mais tempo com uma pessoa, você acaba conhecendo mais a pessoa, gostando mais a pessoa. Basicamente a mesma coisa do que na internet. Se eu gosto mais de um conteúdo eu fico mais tempo, então o algoritmo entende que é mais relevante e vai mostrar para mais pessoas. Simples assim. Então, eu quero dar algumas dicas para vocês práticas de psicologia aplicada dentro de conteúdo, que são algumas psicologias que eu uso e que eu acho que são supervalidas. A primeira é o princípio da fluência cognitiva. Quanto mais fácil é processar o conteúdo mais verdadeiro e confiável ele parece. Então, quando tens, são os familiares e o enquadramento ali em pô, tem legenda escurtas, tem palavras fáceis, não tem complicações dentro desse conteúdo. Automaticamente esse conteúdo já vai ser mais entregue. Segunda é o efeito Zegarne, que eu sempre falo desse feito e eu gosto muito dele, que é a atenção não resolvida. Então, eu sempre começo os meus rios com algo que vai gerar uma lacuna, tipo, por exemplo. Eu sei exatamente o que te impede de vender e ninguém ainda te falou. Sem entender que gerou uma atenção aqui, que você vai esperar para ver se realmente ninguém te falou, para ver realmente se é uma coisa muito nova. Então, quando você gera essa atenção de lacuna, é muito interessante o que faz com que as pessoas fiquem no seu vídeo também. Depois, a gente tem uma teoria de leve, que eu uso muito e vocês devem perceber. Eu nunca deixo todos os meus conteúdos do mesmo nível de profundidade. Que isso significa? Isso significa que, em determinado momento, por exemplo, numa sexta ou num sábado, você vai entrar no meu perfil, vai ter conteúdos de baixa profundidade. São conteúdos mais leves, não são tão educativos, são mais bobros, são mais rasos, são mais superficiales. Agora, se você entrar no meu perfil, provavelmente de segunda, de terça, de quarta, vão ser conteúdos mais densos, mais profundos. Você precisa pressar mais atenção, que são mais informativos educacionais. Quando eu mesco essa densidade de conteúdo, eu consigo fazer com que existam um equilíbrio na saturação de quem me assiste. Porque pensa, se eu só fizer conteúdo raso e superficial, eu não tenho a credibilidade e a autoridade que eu quero. Se eu fizer só conteúdo denso, eu posso ter essa credibilidade e essa autoridade, mas essas pessoas vão cansar de mim, porque ninguém é denso e profundo o tempo inteiro. As pessoas no final de semana vão se divertir ou durante as. semana vão assistir um filme às vezes uma série tonta que não tem nada a ver com que eles trabalham, mas as vezes a pessoa é um super genial, é super curta, é muito interessante de se conversar e ela está assistindo uma série simplesmente porque ela quer esvasear a cabeça dela, uma série que não tem relevância nenhuma. Então isso é muito importante, a gente fala, a gente chama isso de teoria do level, né, do nível de profundidade e essa teoria é muito legal porque isso serve muito para marcas também, não adianta você querer só todo tempo falar sobre com profundidade sobre o seu produto, às vezes você vai ter que colocar o seu produto no matrante ou em algo extremamente raso, isso profissional, mas que vai fazer com que você atenda as demandas diferentes das semanas. E aí tem uma estratégia que eu queria muito dividir com vocês também, que é a estratégia da linguagem proprietária, o que é a linguagem proprietária. Vocês podem perceber que quando uma marca se destaca na internet ou um influenciador e ele se destaca na internet, normalmente é porque eles criaram alguns termos próprios ou algumas palavras próprias ou alguns formatos próprios. Então por exemplo, a gente criou a nossa coleção de peças básicas e a gente chamou essa coleção de everyday. Então quando a pessoa ela veste uma blusa, ela chama de blues everyday, pode ser blues um hombro, pode ser blues arregata, mas ela chama de everyday. Isso foi uma construção de linguagem própria. E aí toda não exemplo muito pequeno, só ali de uma coleção que uma palavra pegou. Mas por exemplo, se for uma dentista, você pode usar o termo odonto centralma. E aí você é especializado em falar em técnicas que facilitam a pessoa num sentido ou não se sentia ansiosa ali com dentista, porque a gente sabe que tem várias problemáticas quando as pessoas vão do dentista. Então quando você usa expressão que é extremamente única, o público começa a repetir. Então por exemplo, a Luana Carolina usa muito bom você se torna. Então isso é uma expressão dela e o público repete. Então aí eu li o livro "Milagre da Manhã" e eu estava procurando tudo que eu faço é muito estratégico, tá gente? Então eu sempre procuro em todos os livros que eu leio, eu sempre procuro frases e eu tenho um caderno, eu posso mostrar depois se vocês quiserem no meu Instagram, aí só comentem aí se vocês querem. Que assim, eu leio um livro e aí eu grimo esse livro. E aí depois que eu acabo de ler e grifar tudo, eu tenho um caderno só de anotações de todos os livros que eu já li. E aí eu copio as coisas ou a ideia ou as frases que eu acho interessante. E aí durante, planejamento estratégico que eu estava fazendo de criação de conteúdo, eu estava me irritando de não ter um bordão, porque eu queria algo que eu repeti todo dia e que resumisse quem eu sou assim. E eu estava lendo "Milagre da Manhã" e lá tinha frase. "Suscesso a água que você atrai pela pessoa que você se torna". E aí tinha uma outra pedaço da frase que às vezes eu uso, às vezes não, que aí a frase fica muito longa quanto menor e mais objetiva melhor. A frase anterior era assim, "Se o nível de sucesso raramente acelerasse o nível de desenvolvimento pessoal, sucesso a algo que você atrai pela pessoa que você se torna". Essa frase completa. E aí eu comecei a entender que essa frase ela representa muito quem eu sou. Ela representa muito o que eu divido nas redes sociais, ela representa muito o que eu faço todos os dias. Eu só tive sucesso porque eu sou uma pessoa muito focada em melhorar todos os dias e não só profissionalmente, mas também como pessoa. E não só como pessoa, mas também profissionalmente. Então eu sou aquela pessoa que eu sempre estou lendo, eu sempre estou estudando, eu sempre estou testando coisas novas, eu sempre estou colocando a cara etapa. E isso é um diferencial que toda vez que eu vou conversar com alguém a pessoa fala "Nossa, você é muito inovadora, você é muito disciplinada, você é muito focada, você pensa em coisas muito diferentes". E aí vem muito essa frase para mim "Se eu nível de sucesso, raramente cederá seu nível de desenvolvimento pessoal". Se você não se desenvolver, se no triro de conteúdo, de informação, de leitura, de estratégia, de cursos, você não vai conseguir evoluir. Então eu decidi que essa frase seria minha frase e aí eu comecei a repetir essa frase. Então isso é uma coisa que eu já faria desde início, assim, do meu Instagram. Eu já criaria assim um bordão e eu repetiria esse bordão ou um quadro fixo ou um formato, enfim, repetiria isso. E para a gente finalizar, eu também pensaria muito em crescer menos e criar mais ativos de marca. Quando a gente fala de redes sociais, as pessoas acham que tudo está resumido a crescer de números. Então quero ter mais seguidores, eu quero ter mais alcance, eu quero ter mais likes, eu quero ter mais comentários. Só que hoje se eu fosse começar na internet, eu trocaria esse crescimento exacerbado por criar ativos de marca. E aí o que são esses ativos? São coisas que são só suas e que ninguém vai conseguir pegar porque já é seu. Então, por exemplo, frases de assinatura, que nem eu falei, a minha frase é "O seu nível de sucesso raramente acelerar o seu nível de desenvolvimento pessoal, sucesso é algo que você atrai pela pessoa que você se torna". Essa frase não sou uma gênea que escreveu essa frase, essa frase veio do livro milagre da manhã, mas eu me apropiei disso e coloquei em um momento específico do meu conteúdo todos os dias. Então, quando alguém falar essa frase para você ou você vê algo similar, você vai lembrar de mim, isso é um ativo de marca. Série fixa, por exemplo, vou dar um outro exemplo. Espoir de cash. Espoir de cash é uma série fixa, é um ativo de marca, porque não importa se ele tem um milhão de pessoas me assistindo ou cinco mil ou 500 pessoas, mas as pessoas que me assistem, elas me aguardam na próxima semana, elas me aguardam na próxima corta-feira. Então, isso é um ativo de marca. Então, antes de você se preocupar em "Ah, eu quero ter mais gente". Qual é o ativo da sua marca? O que faz com que as pessoas busquem voltar para você? Lembrem de você. Então, eu falei bastante, eu trouxe algumas estratégias, eu espero muito que vocês tenham gostado. Se você gostou, eu quero te pedir algumas coisas. Eu quero que, por favor, se você tiver no Spotify, você sob lá, tem as três bolinhas, vai ter avaliar a podcast, dá cinco estrelos para a gente, por favor. E se tiver no YouTube, se inscreve no canal, deixa o seu like, é muito importante para a gente, porque a gente consegue metrificar também os assuntos que vocês mais se interessam. Então, se esse assunto é um assunto que te interessou e que você gostaria de me ouvir falando mais sobre isso, comenta, fala "Lei, eu gostaria ou amei qualquer coisa", porque o nível de comentário é algo que faz a gente avaliar esse episódio, foi bem visto ou não. E outra coisa, toda vez se estiver escutando meu podcast, possam nos stories, pelo menos me manda na DM ou possam nos stories me marca, a gente também tem um Instagram do LVTox, "PodeCast", tá bom? É só vocês colocarem lá, tem corte todo dia, saiu um corte. E lá ele avisa sobretudo, eu tenho um time que toca só essa parte. Então, é isso, eu espero muito que vocês tenham gostado e até semana que vem.
Podcast Summary
Key Points:
Antes de criar conteúdo, é essencial definir como você quer ser percebido(a) e qual contexto será construído para isso.
O contexto (imagem, credibilidade, autoridade) é mais importante que a viralização; ele determina o valor que você terá nas redes (ex.: seguidores com contexto valem mais).
Estratégias práticas
Fugir de "truques de algoritmo" e aplicar psicologia aplicada (fluência cognitiva, efeito Zegarne, teoria de nível de profundidade) é mais eficaz que fórmulas prontas.
Misturar conteúdos de alta e baixa profundidade equilibra credibilidade e evita saturação do público.
Summary:
A palestrante, com base em sua experiência de 11 anos empreendendo e milhões de seguidores, explica que começar no Instagram hoje exige mais do que criar conteúdo: é preciso **criar contexto**. Ela defende que a percepção que as pessoas têm de você (autoridade, confiança, autenticidade) é o que realmente agrega valor, permitindo precificar melhor publicidades ou produtos. Para isso, sugere três exercícios iniciais: definir quem você é (interseção entre o que ama, domina e o mercado precisa), o sentimento que quer despertar e a dor que resolve.
: "ajudar mulheres a se expressarem pela moda") e uma persona baseada no que ela busca. Também orienta tratar o Instagram como um **laboratório** para testar formatos e surfar ondas, em vez de usá-lo como vitrine fixa. Por fim, alerta contra "truques de algoritmo" e propõe aplicar **psicologia aplicada** (fluência cognitiva, efeito Zegarne e teoria de nível de profundidade) para engajar sem cansar o público, alternando conteúdos densos e leves.
O foco é construir uma comunidade real e fiel, não apenas números.
FAQs
O primeiro passo é pensar em criar contexto, não apenas conteúdo. Antes de publicar, defina como você quer ser percebido e qual contexto vai construir para que as pessoas te vejam dessa forma.
Porque o contexto define sua credibilidade e autoridade, influenciando diretamente o valor que você pode gerar, como em publicidade. Um bom contexto faz você ser visto como especialista e aumenta a percepção de valor.
Escolha uma causa específica, não um nicho amplo, e defina uma persona baseada no que ela busca, não apenas em quem ela é. Use elementos visuais, como fundo, música e tom, para reforçar a imagem desejada.
Uma tese de conteúdo é o que você quer provar com seus posts. Por exemplo, no meu perfil, minha tese é que conteúdo estratégico gera conversão, crescimento e conexão. Defina uma crença que vai contra o senso comum do seu nicho e repita-a de forma consistente.
Teste diferentes formatos de conteúdo para identificar o que funciona no momento, depois foque neles até saturarem. Isso permite surfar ondas de tendências, mantendo-se relevante sem se prender a um único formato.
Não, 95% dos truques de algoritmo são falsos. O que funciona é psicologia aplicada: facilite o processamento do conteúdo, use lacunas para prender atenção e varie a profundidade dos posts para evitar cansaço.
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