#313 | O CASO MASTER é MUITO PIOR do que VOCÊ IMAGINAVA
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A conversa inicia com uma introdução sobre a crise ética e moral no Brasil, onde a corrupção é minimizada e repetida devido à falta de punição e aprendizado com os erros. O país é descrito como uma "república do escambo", onde há troca de favores entre as elites política, econômica, midiática e judicial. O escândalo do Banco Master é citado como um caso emblemático que ilustra essa dinâmica, envolvendo esquemas financeiros complexos para lavagem de dinheiro. O suposto banqueiro Daniel Vorcar atuou como braço financeiro do "centrão", buscando influenciar autoridades e órgãos como o Congresso Nacional (através de figuras como Ciro Nogueira), o TCU (com o relator Jonathan de Jesus) e a CVM. Houve tentativas de obstruir investigações, como a proposta da "emenda Master" e manobras no TCU, mas a pressão da mídia e da sociedade contiveram parcialmente esses avanços. A entrevista enfatiza a necessidade de vigilância constante para que tais esquemas sejam de fato investigados e punidos, evitando que sejam esquecidos com o tempo.
Seja muito bem-vindo ao MarketMaker, esse canal que cresce cada dia mais e não é só um canal, uma empresa que cresce como um todo, hoje você pode estar achando estranho, estou aqui sem meu companheiro de bancada, na verdade ele fica sentado aqui onde eu estou e eu ficou ao lado dele, Tiago Salomão não está aqui hoje, mas a gente vai conduzir esse papo aqui com um cara muito especial que aceitou nosso convite para estar aqui hoje falando de um tema aqui, acho que tem parado o Brasilia, faria Lima, acho que tem parado aí, vários recantos do Brasil né Felipe? Sabe, sabe, é um prazer, tá aqui, é muito obrigado pelo convite, ficou muito feliz de participar desse programa, e vamos tentar ir deixe treinchar o que tá acontecendo nesse país. Boa, então antes da gente começar aqui eu só tenho um recadinho, a gente tem agora que um grande apoiador que é a Mamba Water, que na verdade é um projeto que tem a cada lata que você compra da Mamba, eles levam um litro de água potável para comunidades, então beba Mamba, Mamba e leve água também para comunidades que precisam, e além disso eu tenho aqui um presente para você, um presente para Felipe e Mora Brasil, o nosso apoiadores aqui também, é um kit dar mais mu, a mais mu é uma empresa brasileira aí que tá no mercado de wellness né, eles têm barrinhas, tem choco wave, tá bem famoso aí, levando várias coisas boas para o mercado brasileiro de produtos, e dentro aí se tem um ticket dourado, Felipe, e aí tem 100 reais de desconto se você usar ele, você tem 5 aí dentro, você pode distribuir para familiares, amigos, para que você quiser, é para você, tem mais 4 aí dentro da bag, então se você quiser conhecer a mais mu, a mais multalistada na B4, é uma empresa brasileira de um amigo nosso, o Otto, os caras tão grandes, estão crescendo aí, não sei se já se prometeu algum desses produtos deles, ainda não, mas eu vou experimentar aqui, bom pode experimentar, é coisa muito boa, bom Felipe eu acho que poderia te apresentar aqui, mas vou deixar você se apresentar quem é a Felipe Mora Brasil em 30 segundos para quem eu te conhece, bom aqui a apresentação profissional, não é aquela apresentação pessoal, mas eu sou um jornalista nascido no Rio de Janeiro que mora em São Paulo há mais de 8 anos já, teve intervalinho aí que eu voltei trabalhar no Rio uns 2 anos, mas já vim para cá, passei aí por cerca de 10 veículos, trabalhei em grandes veículos na TV, no rádio, na internet, já fiz o bingo aí de todos os formatos e meios possíveis no mercado da comunicação no Brasil, e existe uma dificuldade de se ter independência, de se ter liberdade editorial no mercado da comunicação, eu sempre busco isso justamente para poder apontar todos os fatos relevantes que estão acontecendo, e agora estou desenvolvendo o meu canal e outras parcerias também virão muitas novidades, se inscrevam lá em youtube.com/elipemorabrasil, se quiser botar na busca do youtube, botafelipemorabrasil canal, porque se não inscrever canal vai aparecer 10 anos de vídeo lá 15, 20 anos de vídeo, mas no canal vocês encontram aí meus vídeos novos e vem outros aí nos próximos dias, bom Felipe indo direto ao ponto aqui acho que tem um escândalo aí que a gente está procurando entender para onde ele vai descambar digamos assim que eu acho que é a melhor palavra que a gente poderia utilizar né a gente começou com pequenos desdobramentos e agora coisa tomou realmente uma proporção nacional que é o caso do banco master né e a ideia de te chamar aqui inicialmente acho que o ponto ap é inicial a gente poderia abordar já de cara o tema banco master mas eu queria dar um passo atrás para a gente falar de algo que pode facilitar o entendimento do que está acontecendo para as pessoas eu acho que já estão tentando novamente colocar o maior escândalo e sempre que acontece com escândalo tentam colocar que é o maior escândalo né mas parece que esse escândalo do banco master ele parece que tem algumas coisas iguais a outros escândalo que a gente já viu né porque porque isso se repete porque que a gente tem um descido institucional ou o brasil como um todo porque isso volta a se repetir e como que isso se dá como que é permissivo o sistema para isso acontecer vale a primeira do ponto de vista cultural é preciso que cada um refleta sobre a questão da ética no brasil é porque seria uma hipocrisia as pessoas pensarem que só falta ética na política a política certamente turbina a falta de ética mas ela está presente em diversos segmentos da sociedade cada indivíduo preciso fazer essa reflexão então do ponto de vista moral o brasil está muito atrasado ainda eu estava outro dia falando sobre esse sistema lembrando de Aristóteles que escreveu lá no século 4 antes de Cristo o livro ética nicômaco que eu recomendo hein vale a pena ler essas coisas até para entender o brasil e para se distinguir para se diferenciar e nicômaco era o filho né não é um nome de conceito grego complicado o livro aliás é é é bem fácil assim de ler tem outros mais complicados séculos depois ali mais ou menos contemporâneo de Cristo veio cênica um histórico que defendia a virtude como um bem supremo refletiu muito sobre a questão ética então é preciso resgatar uma série de autores alguns dos quais já têm mais de dois mil anos para que o brasil não se deixe tomar pela corrupção porque essa é a realidade brasileira corrupção vai tomando tudo ela é minimizada ela é relativizada e ela é muitas vezes defendida por diversos segmentos basta que a pessoa tenha qualquer a associação com um integrante de um grupo é um defensor de uma ideologia ou membro de um partido para ela começar a fingir que não há corrupção onde é ou é defender aquilo como algo muito menor mesmo no mercado da comunicação muita gente relativiza mas isso aí é o preço apagar é a concessão muita gente que vai morar em brasil e acaba ficando próxima é de muita gente poderosa começa a naturalizar acho que é a palavra aí mais correta a roubalheira a vantagem devido que cada um leva e o que a gente tá vendo é a repetição disso tudo e por que que as coisas se repetem porque não há responsabilização não há punição não há aprendizado com os erros essa era uma das lições de dos históricos lá atrás que o tesouro humano é justamente o aprendizado com o próprio erro é isso tá lá na obra distotélica também e e se você não tira as melhores lições de diversos episódios eles vão se repetir então a gente precisa diagnóstica o problema entender é como essas coisas acontecem mas o fato é que eu descrevo o Brasil nesse momento como uma república do escambo é onde se uma mão lava outra onde se trocam favore se trocam influências entre diversos poderes principalmente ali entre a cúpula dos três poderes mas também com a elite econômica com a elite mediática e esses escândulos estão mostrando que a corrupção tá em todas as áreas então você tem agora o mercado financeiro você tem agora o mercado de captais você tem agora várias vários tentáculos aí que precisam ser pensados pelas pessoas que atuam nessas áreas então não aceitar vantagem devido não buscar numa autoridade poderosa algum tipo de favor algum tipo de decisão favorável repudiar isso repudiar quem faz isso é preciso guardar esses valores então o Brasil passou anos atrás pela Lava Jato que acabou ganhando uma grande dimensão uma grande repercussão grandes inimigos inclusive da força tarefa mas a Lava Jato ela não foi a primeira operação que atingiu pessoas poderosas e que foi varrida para debaixo tapete o ministro do Supremo Tribunal Federal se teve essa operação castelo de areia e várias outras que é em razão de algumas questões processuais, formais etc. tecnicalidades muitas vezes elas vão gerando uma narrativa que vai sendo explorada que vai sendo disseminada que vai sendo espalhada por porta vozes daqueles que tem muito interesse em manter tudo como está e muita gente vai caindo nesse bodo e aí aquelas pessoas que tem muito poder e que estão fazendo coisa errada para usar uma expressão que o Roberto Barroso utilizava no Supremo Tribunal Federal elas vão se mantendo não poder e aí como ela se mantém impune elas vão repetindo esses processos e dizer essa é uma introdução mais genérica e para depois a gente entrar na especificidade bom muito bom a introdução e você está vendo algo de muito novo no escândalo do master assim que realmente chamou atenção que você fala não isso aqui a gente ainda não tinha visto no Brasil né é algo muito diferente de tudo que já tentaram operar em termos de corrupção ou é a repetição mesmo dos mesos padrões é a repetição acho que está pegando mal aí para esse mercado para essa questão de fundos de toda uma teia financeira que vai destruída para a lavagem de dinheiro aí isso mexe com a a CVM a comissão de valores mobiliais mexe com banco central então você tem aí um protagonismo é de alguns órgãos de algumas instituições que antes não tinham esse protagonismo em outros escândulos mas no fundo é você tem pessoas que vão ganhando muito dinheiro é de uma maneira em devida e que vão buscando a cobertamento dos seus esquemas nesse caso de fraudes eventualmente são outros crimes mas você tem os crimes conexos relacionados elas vão buscando esse acubertamento é patrocinando ou se aproximando ou eventualmente pagando propina e eu acho que isso em algum momento vai aparecer aí nesse escândalo de uma forma mais específica de pessoas muito poderosas pessoas que atuam os três poderes pessoas que podem decidir o que que vai acontecer com aquela empresa o que que não vai acontecer então você tem esse grande conchavo entre entre integrantes de uma caixa que repito tem seu braço econômico financeiro mediático político e judicial e quando você tem pessoas que se juntam e dominam essas quatro esferes fora a academia né no ponto de vista mais cultural mas que enfim isso já foi construído quer dizer acho que culturalmente o Brasil já vinha se deteriorando a muito tempo com uma academia muito enviesada muito ideologizada muito pouca por produtivo do ponto de vista da da atualização da capacidade compreensão da disseminação do conhecimento das ferramentas de análise para as pessoas compreenderem o que está acontecendo então essa caixa ela permanece no poder e a ganância dos seus integrantes vai aparecendo é porque ela é de uma magnitude tão grande que é tanta gente que vai se envolvendo que em algum momento as os elementos começam a vazar e eventualmente o país pode dar uma sorte de ter alguns bons bons colunistas alguns bons procuradores alguns bons diretores do banco central algumas pessoas que somadas vão conseguindo dar uma repercussão é importante para a podridão que existe nessa caixa então no fundo é isso que a gente vem e é isso que precisa ser mantido porque a vigilância da imprensa a vigilância da sociedade o constrangimento no bom sentido para que as autoridades que tem poder nos tribunais e nos órgãos de fiscalização e controle façam aquilo que é certo e investigem e queiram mostrar sujeira até o fim isso aí precisa ser mantido e é o que a gente vai precisar nas próximas semanas nos próximos meses nos próximos porque muitas vezes os membros dessa caixa está entendendo em que às vezes tem uma repercussão negativa tem uma pressão mas se você conseguiu enrolar como brasil uma fábrica de escândalo daqui a pouco tem copa do mundo daqui a pouco tem eleição pessoal esquece aquilo esfria e aí depois quando tá frio quando ninguém tá mais olhando eles vai reas sujeira para debaixo do tapete então repito ponto de vista geral é mais ou menos isso eu acredito que nos últimos tempos aí esse caso do master deve estar tomando muito seu seu cotidiano ali de estudos de análise né eu acho que para quem tá chegando aqui agora e tentando entender essa teia e dessa do que foi criado ali eu creio que desde 2019 né que foi do ponto de aquisição até a acontecer tudo que aconteceu como que chegou a nesse ponto hoje do banco master aí como eu acho que você foi ali Daniel Vorcar entender quem é como que ele conseguiu tanto influência em brasilia para chegar no ponto que a gente chegou hoje pois é claro que a gente tem alguns elementos hoje essa história ainda vai precisar ser contada de uma maneira completa mas é realmente eu não digo impressionante que eu não me impressiono mas com a criminalidade no Brasil de uma maneira geral mas que é um sujeito se torna aí um suposto banquero como eu chamo porque no fundo você tá abrindo ali o o o banco para oferecer investimentos para as pessoas como promessas falsas e aquele dinheiro que é investido por cada cidadão ele vai dando uma teia financeira que vai enriquecer determinadas pessoas e eventualmente ele não vai estar lá na hora da liquidez e toda essa teia financeira construída pelo Daniel Vorcar o banco do master é do dono do banco master foi fazendo com que ele ficasse muito poderoso tivesse muito dinheiro e muitas autoridades em brasilia não todas espero elas vão se aproximando das pessoas que têm muito dinheiro existe um interesse muito bem esqueçam pessoas que podem patrocinar grandes eventos que podem colaborar vamos dizer assim para a manutenção dessa caixa no poder que podem contratar escritores de conjos de parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal que podem fazer lobby no congresso nacional para a aprovação de uma tira legislativa então Daniel Vorcar o eletido como o braço financeiro do centrão centrão do cirunogeira centrão do artur lira centrão de pessoas muito poderosas um senador o ex presidente da câmara dos deputados pessoas que têm capacidade de dinomiar porque tem capital político então são pessoas que comanda um bloco parlamentar que tem ali centenas de votos para quem quiser fazer de escambos com eles comando aqui bancadas etc tem tantos votos o empresário ele se aproxima daquelas lideranças que podem fazer com determinadas medidas legislativas seja um aprovado e turbini os seus seus ganhos então o cirunogeira por exemplo é uma figura chave aí para todo esse escândalo ele propôs a emenda master felizmente ouve reações já havia ali um pouquinho de desgaz e não conseguiu que isso fosse aprovado a emenda master levaria um aumento da cobertura do fundo garantidor de crédito f g c de 250 mil para um milhão de reais então você tem aquela promessa ali de que olha você pode investir aqui que qualquer coisa a gente copra se deve tudo errado você vai ganhar os seus 250 mil mas o cara puder dizer olha você vai ganhar um milhão vai vai mais gente botar mais dinheiro e o rombo poderia ser muito maior não só levando em consideração o dinheiro que as pessoas colocaram lá e aí ela receberia um milhão por cpf ou por cnpejota né que é a garantia mas talvez eles colocasse mais dinheiro ainda se a cobertura fosse maior então isso era de interesse do daniel vorkar e foi proposto no Congresso Nacional pelo cirunogeira as pessoas precisam pensar por que o cirunogeiro propôs isso porque será que ele tinha esse interesse numa emenda que obviamente agradava um suposto banqueiro bilionário então essas pessoas vão tendo muito poder e o que a gente está vendo agora é a reação do sistema em diversas frentes exatamente como aconteceu na Lava Jato exatamente como aconteceu com outras operações aí Greenfield Castelo de Areia Zelotte é um monte aí que que ouve no passado recente do Brasil então por exemplo eu falei da figura chave do cirunogeiro cirunogeiro é um dos padrinhos essa turma do centrão do Paulo Henrique Costa que era o presidente do BRB o banco de Brasília banco público e baneis rosto o governador de Brasília estava defendendo que o BRB é comprasse ali o master com seus créditos falsos aquilo que passou a ser foco da investigação que era uma tentativa por meio da aquisição do banco privado pelo banco público de você apagar os rastros da sujeira e ainda faturar em cima e o presidente do banco portanto foi apadrinhado pelo cirunogeiro em se ver que o Daniel Vorcaro chamava até o cirunogeiro de amigo eu rejgatei o vídeo de um desses eventos internacionais um que foi patrocinado pelo próprio master em que o Daniel Vorcar participou de um painel junto com o cirunogeiro chamou ele de amigo ali etc na mesma fase meses depois inclusive da proposta da emenda master então falei do presidente do BRB o relator do caso no tribunal de contas da união cujas decisões geraram uma tremenda repercussão negativa felizmente nas últimas semanas felizmente da repercussão das decisões ele é o Jonathan de Jesus o Jonathan de Jesus também é apadrinhado pelo centrão do cirunogeiro do Arthur Lira foi o Arthur Lira que indicou e o cirunogeiro estava presente na posse dele rejgatei o vídeo mostrei nas redes sociais a posse do Jonathan de Jesus com o cirunogeiro presente e o dia esclófone na primeira fila é a mesma turma agora então BRB e agora o TCU o que o Jonathan de Jesus fez quando pegou o processo ele tomou uma série de decisões ali que foram vistas e eu critiquei por causa disso também como uma tentativa de fazer a desliquidação do banco master então o banco central determinou a liquidação do banco master e ele estava ali futucando o banco central para tentar encontrar algum tipo de brecha que gerasse uma narrativa de precipitação ou de qualquer outra coisa até eu até não disse engraçado que antes ele achava o contrário aí depois passou a falar em precipitação porque não importa o que importa é existir uma narrativa antes demorou demais depois tinha sido precipitado quer dizer está errado de qualquer jeito por onde quer que se olhe então tentou fazer com que essa narrativa fosse implacada só que o desgaz foi tão grande que o escando está gerando tantas críticas que os próprios membros do TCU ficaram irritados com a repercussão negativa para o tribunal que é uma coisa que não acontece muito no supremo a gente está vendo agora o presidente do esteto do exédio de São Faquim é o excesso de diciar para Brasil para conversar com os outros ministros mas tem vários ali que se blindam depois eu vou falar mais a respeito disso então os próprios membros do TCU acabaram saindo ali o presidente na verdade da cor de saiu a público o vital do rego para tentar dizer que não era bem assim que não era a intenção do tribunal e tal e ele praticamente atropelou o relator que estava atropelando também as regras porque não era função do TCU fazer o que ele estava fazendo e foi a imprensa para tentar conter os danos não olha não vai haver ele que dação não etc e aí o relator teve que mandar o caso pro plenário aí o banco central também tinha entrado com o recurso depois eles analisaram o recurso teve reunião do presidente do TCU o presidente do Banco Central Gabriel Galípolo aí desistiram de mandar pro plenário onde seria analisada a questão por todos os membros da corte e a inspeção em loco no banco central que tinha sido determinada pelo relator ela foi meio mitigada e tal eles acabaram acabaram fazendo um acordão ali para não ser algo muito ostensivo e o banco central falou "OK" então nesse termo "OK" eu tiraram do pano enfim um lado positivo pelo menos de contenção do avanço de um braço do central no TCU encontra toda essa investigação mas é um braço ali do Ciro Nogueira CVM, comissão de valores mobiliários se tinha um presidente o João Pedro Nascimento que após pressões políticos durante tramitação de casos envolvendo o banco master renunciou ao cargo e aí entrou no lugar dele um sujeito que era diretor que é o atuloubo que tinha sido indicado como diretor pelos já ir Bolsonaro na presidência da república tem muita gente que briga por causa de política em redes sociais se entender qual é a prática dos políticos vai brigar menos que vai ver que tem muitos atitudes incomum então Bolsonaro nomeou o atuloubo como diretor o presidente foi pressionado acabou preferindo renunciar o atulouba assumiu a presidência interina da CVM quando assumiu, deu as duas decisões favoráveis ao banco master inclusive contrariando lá um parecer de uma procuradora sobre o procedimento interno que ela mostrava que o presidente o atuloubo como presidente não deveria votar porque já tinha um votado e tal, mas mesmo assim ele votou atropelou a recomendação técnica como muitas vezes acontece e deu as decisões favoráveis ao banco master e agora que estava lá no final esse mandato interino, o Lula decidiu nomear o atuloubo como presidente definitivo para assumir esse próximo mandato e as pessoas falaram, mas isso não tem a ver com o governo Lula, tem a ver com o governo Lula porque tem os petistas da Bahia desde o governo de Axvá ele passando pelo Rui Costa passando pelo Geronio Rodríguez, o atual governador que tinha um negócio, o governo da Bahia junto com o sócio do Daniel Vorkar, o Augusto Lima, que é o credi sexta que foi incorporado depois pelo Master, etc. mas é para blindar essa turma que o Lula está fazendo isso não necessariamente pode ser que ele queira simplesmente agradar o centrão então o Lula quer implacar no STF, o Jorge Messis, que é o atual advogado geral da União então o Lula está pensando na blindagem daqui pelos próximos 30 anos, pelos próximos 40 não está pensando só em blindagem no caso do Banco Master então o centrão vai para dar voto a favor do Jorge Messis, tem que nomear aqui o atuloubo na CVM que vão ter vários casos de interesse no Rostro e tal, que é um cara deles para votar de acordo com os interesses da classe política que vai aparelhando esses órgãos de fiscalização e controle e no Supremo Tribunal Federal você tem o Dia Estófolio, sendo que, repare, o Daniel Vorkar a defesa dele pediu que o caso no STF fosse relatado pelo Cácio Nunes Marx porque será que a defesa do Vorkar tinha interesse que o processo caís com o Nunes Marx que foi o primeiro indicado pelo Jair Bolsonaro porque o padrinho do Nunes Marx é o Ciro Nogueira então quer dizer o sujeito se aproxima de um político, ele sabe que pode contar com ele, ele sabe o que fez com ele nos verões passados e todos os apadrinhados deles, quem ele busca, com quem ele conta para poder se brindar também e o Dia Estófolio acabou sendo sortiado, muita gente não confia muito nesse sorte eletrônico do STF e acabou não sendo ruim para o Daniel Vorkar que caiu como figura daquilo que eu chamo de centrão do STF, de Estófolio, de St.Demoraes e de Omar Mente e o Tófolio está tomando as decisões mais bizarras da história recente do país, ele assumiu a relatoria do Cácio a partir de um pretexto que foi um documento encontrado no endereço do Vorkar que tinha o nome de um deputado federal, o Bacelar, que tinha feito ali o começo de um negócio imobiliário que nem sequer foi concluído eu até ironizei num vídeo porque olha só, será que isso não foi feito de caso pensado, ainda que não tenha sido feito olha só como é que funciona o Supremo Tribunal Federal quando é de interesse deles e como eventuais criminosos podem pensar bom, sujeite sabe que está cometendo crimes, ele sabe que é qualquer momento, ele pode ser descoberto então eu quero deixar uma notação na casa dele, de um parlamentar que tem foro pro bilheteado porque se a polícia chegar a encontrar, se o cara for pego e tal vai abrir a gaveta, deixa um negócio lá um contrato chamo o cara para fazer um negócio imobiliário, mesmo que não vá pra frente, arranjo um documento, você deixa na gaveta não quer dar ideia, mas eu tenho que criticar o pretexto usado pelo Tófolio pra assumir a relatoria e aí porque o sujeito que é deputado federal tem foro pro bilheteado no Supremo, ele diz, então tem que todo mundo ficar sobre a jurição do Supremo Tribunal Federal e são pessoas que não têm foro pro bilheteado, Daniel Vorcar não tem, ele deve ser julgado, deveria ser investigado sobre a supervisão da primeira instância da justiça federal, como são todos os brasileiros, exceto nos casos em que há um interesse do Supremo em absorver mesmo que não tem a capacidade, mesmo que tenha eventualmente proximidade e intimidade, ou até por causa disso e o Tófolio é um que também blindou o Ciro Nogueira na época da Lavajá, também ajudou a blindar contra denúncias, etc então você tem essas pessoas muito próximas, umas das outras e todo mundo agindo ou reagindo conforme o interesse daqueles que têm dinheiro e é coincidência demais, né? É bastante coincidência, o Brasil virou o país da coincidência, né? Foi o primeiro vídeo que eu publiquei sobre esse caso, foi coincidência do Escângulo Master e viralizou lá no meu canal do YouTube Voltando um pouco ali para pensando aqui, repercussões políticas antes de a gente avançar um pouco, acho que você fez uma bela linda olha, não entrei no detalhamento do caso do Diestófolio, que é o caso que está no noticiário hoje, nesse dia que a gente está gravando aqui, só se fala em Diestófolio depois a gente chega lá, mas preferir dar um mosaico aqui de introdução Acho que CPI do Banco Master olhando por essa ótica, aí tem pouca chance de evoluir, ou você evoluir também, não tem muitas consequências né? Olhando que se você tem ciruno-geira, você tem artulhira nesse caso, digamos assim, as derivadas disso no âmbito político, né? É todo centrão basicamente, né? Porque são os cabeças de chave, digamos assim, do esquema da situação, né? É uma vergonha que ela já não esteja aberta, é uma vergonha absoluta, o nível de imoralidade no Congresso Nacional é gigantesco e você tem evidentemente políticos que tomam esse iniciativo, às vezes até cientes alguns de que não vai pra frente, mas vou botar o nome aí, quer pra fazer média com eleitorado na rede social mas você tem aqueles que não têm rabo preso, infelizmente, são uma minoria então às vezes você fica ali no limite de abrir ou não, uma CPI, que você tem poucas dezenas, a gente precisa de 20 tantas assinaturas e tal, o que aconteceu por exemplo? No caso da CPI, da Lava Toga, você falou aí de escândalo ter começado, os esquemas terem começado em 2019 e em 2019 você teve um movimento encabeçado pelo senador Alessandro Vieira que é mais independente, que já tomou muito mais atitudes corretas, técnicamente, pela via constitucional contra ministros do STF, no bom sentido, de investigar, de questionar, do que é a família Bolsonaro inteiro, naquele momento em que ele conseguiu coletar o mínimo de assinaturas necessário, o Flávio Bolsonaro sabotou a CPI da Lava Toga, ligou para os senadores para retirar a assinatura do requerimento de criação, essa história que eu já contei em muitos vídeos, em muitos artigos e que hoje cada vez mais pessoas sabem, isso é mais falado, o próprio Alessandro Vieira, outro dia, deu uma lapada histórica no Flávio Bolsonaro, que foi questionar algo do Morais, e tomou ali a resposta devida do Vieira, mostrando que olha a pessoa que mais atuou contra a CPI da Lava Toga, foi o senador Flávio Bolsonaro e eu entrevistei na época, o senador Majorolim, o senador Seu Marrudo na época, que receberam telefonemos com chingamentos do Flávio, porque o Flávio era investigado pela chamada "Rachadinha", esquema de peculatem gabinete, e queria, por isso que eu chamo de república do Escama, não queria melendrar o Diaestófrio, queria blindar o Diaestófrio, que seria a alvo da investigação da CPI, para que o Diaestófrio ou blindasse também no Supremo Tribunal Federal como acabou acontecendo, foi num pedido da defesa do Flávio que o Tófrio suspendeu, paralizou as investigações, todas as investigações do Brasil, baseados em dados do COAF, o Conselho ali de atividades financeiras, e que monitora movimentação bancária atípica, que era o caso da investigação do Flávio, e paralizou todas as investigações do Brasil, baseados em dados da Receita Federal, que era o caso de uma apuração que tinha atingido, as famílias do Diaestófrio e do Dilmar Mente, tinha atingido as esposas deles, então foi uma união ali do Bolsonaroismo com o sistema que eles fingem combater para a massa de manobra, que acredita em rede social, só porque tá lá esbravejando contra um ministro morar enquanto tá tomando cafézinho com os outros, então naquele momento não foi para frente uma investigação que era fundamental, e eu estava no RAID, tem vídeo meu, já relembrei nas redes sociais e tudo, falando, olha, a hora de conter a escalada autoritária de Supremo Tribunal Federal é agora, pela via constitucional, pelo Senado, senado tem o dever de fiscalizar ministros do STF, resultado, eles pressionaram parlamentares até que um tirou a assinatura, o humano ferre, por exemplo, que era vici lida do governo Bolsonaro, depois teve envio de emenda do governo, esse dinheiro, para o reduto eleitoral, e acabou não tendo o mínimo, então o Tófrio não foi investigado, Dilmar não virou foco, como o Tava ali no escopo proposto pelo Senador Alessandro Vieira, aí eu dei essa volta que foi fazer um parante sobre a CPI da Lava Tomé, a gente começou a se lembrar onde, falando da possibilidade de uma CPI do banco mais, exatamente, bem lembra, então o que acontece, você vê que fly Bolsonaro tá falando nada sobre a CPI do Master, pois às vezes um blogueiro amigo faz uma pergunta, responde à maneira genérica, não tá produzindo conteúdo, fazendo crítico, lula também, tá calado, planta notinha na imprensa, aí de que tá manifestando preocupação com as decisões tomadas pelo STF, e pelo Tribunal de Contas da União, ao mesmo tempo, em que nomeia lá indica o atolo para presidir a CVM, a raposa para cuidar do galinheiro, candidato, pré-candidato, da corrida eleitoral, de 2026 que tá falando isso, é o Renan Santos, que não é governador, que é do MBL, que virou o Partido Missão, e que critica o Lusme Bolsonaroismo, isso é o fato, é o único que tá falando, e deveria ter gente, a direita deveria ter gente ao centro, deveria ter gente à esquerda, botando a boca no trombone, gente da política, gente que tá se colocando aí para uma disputa eleitoral, depende do gosto, que as pessoas têm, da forma, do estilo, da ideologia, e dizer lamentável, que tem tanta gente com rabo preso, então o Bolsonaro é aliado o ciruno-guera, e ele não vai entrar de sola para apontar todos os problemas, desscando, não fez isso até agora, já tem meses descando, o Lula tem lá, os rabo presos históricos dele, e ficou nessa sinuca, porque na época da Lava já todo mundo se voltou, todo mundo do Sistemão contra a justiça de primeira instância, na época dessa uma terceira vara federal de Curitiba principalmente, surge o Moro, mas também no Rio, Marcello Bretas, menos em Brasília, que em Brasília eles comando ao mais, e contra o Ministério Público, contra a Deutanda Laió, e outros procuradores, etc., mas o ataque foi mais centrado nas figuras, Deutã e do Moro, é mais fácil, né, você gerar antipatia por determinadas pessoas, do que refutar provas, então é muito fácil pegar algum trejeito, alguma coisa ali, que gere uma ironia, que gere uma rejeição, aquela figura, mas você explicar imóvel, fornecido, reformado, customizado, por empreiteiras, do esquema do petroland, é muito mais difícil, né, então naquele momento, a reação do sistema foi contra a primeira instância e o MP, agora você tem uma divisão até, é um dos motivos pelos quais alguns veículos também estão apontando o escândalo, porque você tem uma certa divisão, então você tem de um lado agora, STF, TCU, provavelmente aí nesse próximo mandato, CVM, algumas pessoas dentro desses tribunais ou órgãos, e de outro lado, o Banco Central e a Polícia Federal, então a gente chegou num momento em que o Tófule, ele está ordenando que a Polícia Federal ordenou outro dia, enviasse as provas coletadas, na operação que atingiu, o cunhado do Vorcaro Fabiano Zetel, enviasse essas provas para o gabinete dele no STF, antes de qualquer perícia, e aí, uma repercussão negativa, ele alterou a decisão, ele tem alterado uma série de decisões, e mandou para a PGR, porque o PGR, que é o ex-socio do Gilmar Mendes, falou assim, não, pode mandar para mim, então, sendo que no começo do dia, o PGR tinha dito que era para ficar na PF, porque é para ficar na PF, o procedimento normal, a investigação, o inquérito, ele é presidido, pela Polícia Federal, e então o Tófule está tomando todas essas decisões, entrando em atrito com a Polícia Federal, e quem indicou o diretor da Polícia Federal foi o Lula, o Andrei Rodrigues, não que se consiga controlar a Polícia Federal inteira, lulismo, bolsinaio, sempre tentam controlar um pouquinho, ou pelo menos direcionar para atingir determinados grupos, evitar procurar outras coisas, etc., mas você tem núcleos ali, que muitas vezes consegue autonomia, às vezes de uma pena sair um galhineiro todo, escândalo explode, ninguém consegue esconder, como aconteceu no caso do roubo dos aposentados, reportagem da imprensa do Luiz Vassal, excelente reporter, e daqui a pouco empurrou os órgãos, e a coisa foi tomando grande proporção, e quem nomeou o presidente do Banco Central atualmente foi o próprio Lula, Gabriel Galipo, mas quem indicou o Tófule também foi o Lula, então como é que o Lula se posiciona, você tem um governo ali, que ao mesmo tempo quer agradar o central, porque quer aparelhar mais o Supremo Tribunal Federal, tem medo de desagradar os atuais ministros, mas tem os caros que eles próprios indicaram que estão falando "peraí, não vai ficar do lado deles contra a gente", então você tem uma tensão nesse momento, enfim, estou mostrando aqui as tensões que existem na República, e como a reação do sistema dessa vez, está encontrando um pouco mais de obstáculos, e pelo menos isso é bom, mas aí voltando, que eu fui fazer muitos parênteses, e saí aqui da questão da CPI do Banco Magério para existir, poucos políticos, se assinam o requerimento de criação, já se anunciou que tinha o mínimo necessário, mas aí você tem uma série de manobras que podem atrasar esse processo, mas é fundamental que agem, porque a CPI do NSS, por exemplo, tem sido, ganho, obviamente ficou agora um pouco em segundo plano, em razão do escândalo mais, mas até então ela estava mostrando quem era quem trazendo essa conscientização para a população brasileira em relação ao que aconteceu, porque mesmo que eventualmente não se consiga uma responsabilização, uma punição de criminosos, uma CPI consegue fazer as pessoas entenderem, olha, vocês foram roubados, essas pessoas aqui, as pessoas que roubaram vocês, alguns, participam ali fora testemunhas, etc, e isso tem efeito, mesmo que seja de médio, de longo prazo, por exemplo, que só para concluir, que eu já falei muito, mas a lava jato, mesmo que tenha sido retaliada e que o STF junto com o lulismo, com o bolsonarismo, que sabotou a operação, além de sabotar a lava toga, junto com o centrão, com os velhos do canto, eles geraram uma grande impunidade, mas você tem muitos seguimentos da população brasileira, não todos, você tem muitos seguimentos que não esquecem, que houve uma grande robalheira, que houve um grande acobertamento, que se lembra de determinados elementos da história, não lembrar tanto quanto um jornalista que acompanhou ali todos os detalhes, mas sabe que determinadas pessoas não prestam e várias dessas pessoas realmente não prestam. E quando você não pune quem não presta, elas continuam delinpoindo ou aloprando ou abusando de poder, porque o freio moral, o freio ético não tem, então precisa do freio institucional, quando não há, você tem um país entrega corrupção. E nessas suas investigações ainda no âmbito político, você acha que tem alguma figura que não está sendo tão abordada, que também tem algum peso dentro dessa investigação que pode se desdobrar ali dentro do Congresso Nacional, a gente já falou de algumas figuras aqui, mas tem alguém ali que ainda não está na lupa e que você já viu que realmente pode aparecer. Acho que todos os nomes estão sendo citados, porque felizmente há alguns repórteres e alguns colonistas que estão expondo toda a sua gera dessa vez, nem sempre assim há gerações melhores, há gerações pior, mas eu acho que todos os nomes, com os elementos disponíveis e dos quais nós temos ciência até aqui, eles estão aparecendo. Acho que ainda não atingiu tão fortemente o Sino-Nogueiro, de quem eu estava falando, que tem todos esses tentáculos, eu acho que fui eu que mais radiografei todos esses tentáculos envolvendo o senador, mas o nome dele está aí. A impressa hoje, alguns repítulos, repórteres, alguns colonistas, alguns comentaristas de TV, até mesmo em veículos dos quais eu precisei sair, justamente por apontar certas verdades na raíze e reação do sistema, mas eles estão dizendo coisas que até outro dia não se dizia, em TV errado, quando se dizia, o jornalista era afastado. Então, é interessante, esse momento, é muito importante que haja uma pressão da sociedade, um ambiente no qual as pessoas comércem a se sentir mais a vontade, mais livre, porque existe uma consistência factual muito grande, para falar determinadas pessoas sobre autoridades muito poderosas que controlam muitas vezes, inclusive a imprensa. Então, acho que ainda vão aparecer mais nomes, mas os principais nomes até aqui, a partir do que se sabe, eles estão aí sendo alvos de desgaste no noticiário. E você acha que se quer nos lutar tomando o proporção tão grande que, quando ele desdobra para muitas áreas, ele acaba se tornando um grande acordo, vai ter um acordão. E você acha que é isso que já está sendo matutado e já estão tentando fazer? Sem dúvidas estão tentando, vamos continuar tentando, e se não houver essa vigilância da imprensa, da sociedade, uma outra pessoa em órgão de fiscalização de controle, em tribunais, no Congresso Nacional, olheçando vire agora, vai voltar de férias e vai tomar novas iniciativas, porque está nas redes sociais, inclusive deu nome aí, para o escândalo como Tofolão, em ironia e autofro. E por si não houver tudo isso, vai tudo ser barrito, pode basta ter de novo, porque isso é lição aprendida, é conhecimento acumulado, isso já aconteceu, e com as mesmas pessoas envolvidas. Diastofol, Alexandre de Morar, Gilmar Mendes, essas pessoas continuam, quando poder, continuam se blindando intensamente desde 2019, se tem aqui por alto, mas só para lembrar, foi quando foi criado em capta das fake news, entre aspas, fake news, porque no início era para retaliar pessoas que estavam levando da público True News. Você estava na cruzouê na época, né? Eu disse a verdadeira, estava como colunista e teve aquela matéria, feita por repórteres, e estava numa grande emissora de rádio, e apontei na emissora também, a censura que estava sendo feita, apontei desde a raiz, critiquei, mostrei os métodos, mostrei o absurdo, da interpretação elástica, dada um artigo do regimento interno do Supremo Tribunal Federal, que depois se lembram onde a gente parou, porque não é necessário do inquérito, senão depois eu esqueço. Mas o artigo lá, você não me engano 43, que fala que se pode abrir um inquérito, se houver infração, dentro da sede do Tribunal, e não tinha acontecido, eles inventaram o pretesto absurdo, não tinha acontecido nenhum crime dentro da sede do Supremo. Ah não, mas tem mensagem na internet, na internet, se o ministro ler na internet do Supremo, então o mundo inteiro cabe dentro da sede do Tribunal, porque a internet inteira virou um espaço do STF. Bom, aí realmente já é um regime totalitário e muitas vezes é. Então houve essa criação que foi pra censurar a reportagem, que mostrava o apelido do Tóforo de Nao e de Brecht, dado pelo Marcelo de Brecht, amigo do amigo do Lula, amigo do Emilio de Brecht, pai do Marcelo, censurou logo no começo, após abrir o inquérito, era pra retaliar procuradores da Lava Jato, retaliou no começo, e porque um deles tinha publicado um artigo mostrando das manobras na segunda turma do STF, que iam levar a impunidade, exatamente como veio acontecer. Mas é que eles não queriam que mostrar-se pra sociedade o que eles estavam fazendo. Obviamente havia uma palavra dura, crítica, etc. Não pode criticar o ministro do Supremo Tribunal Federal, que é desescação. Tem um cargo vitalista, tem a caneta mais forte da república, e você não pode usar uma palavra mais dura que nem sequer um chingamento pra mostrar manobras que estão sendo feitas e que podem varrer corrupção pra debaixo do TAP. É um absurdo, mas eles queriam reagir contra aqueles procuradores que estavam falando aquelas coisas. Então foi o Jou Castor de Matos, que publicou o artigo, o Tandalanhau já estava na mira do começo da abertura, só resgatar as matérias antíficas. Para quem quiser se aprofundar nesse tema, eu fiz a cronologia histórica, factual, com todas as aspas, com tudo. No artigo, seis anos de inquéria das fake news, foi quando completou seis anos, dois pontos conheçam sua verdadeira história. Foi pra censurar a imprensa, foi pra retaliar a Lava Jato, e foi pra suspender a apuração da receita, já tinha citado aqui, que atingiu as esposas do Tófale do Jumar. E aí o Morais, como relator do Inquerto, olha só, que depois, a posteriori, e muita gente da imprensa cai e, em forma errado, eles tentaram justificar a abertura como para combater os bolsonaristas que estão atacando na rede social e tal mentira. Então foi pra isso, na raiz. Sou uma desculpa posterior, até pra estender, pra prolongar. O Morais, como o relator, foi lá, suspender a apuração da receita, ainda suspender os dois auditores. Que meses depois, ele deixou voltar pro cargo. Uma coisa escandalosa, um absurdo completo, e não se deu a devida repercussão naquela época. Se tudo tivesse ganhado a dimensão na em 2019, pelo menos, o desmantelamento da Lava Javinha, de 18/17, principalmente a partir de 17, que é quando atingia esse neve, e o judiciário, e aí de um marimento se volta contra a apuração. Mas se tivesse ganhado essa dimensão lá atrás, talvez não houvesse o escândalo máster. Talvez o combate à corrupção não tivesse sido desmantelado como foi com a complacência de diversos setores da sociedade. Setores à esquerda, ao centrão e à suposta direita, ao bolsonarismo, porque nem todos no campo da direita compactoaram com isso. O bolsonar, quando começou os estelionados eleitorais, a promessa de campanha de combate à corrupção, depois chega lá pra brindar a família, né, só o Flavio. É coisa de gente engenna, o Fabro Esqueirois, que operava o esquema de segundo Ministério Público no gabinete do Flavio, era um amigo de 35 anos, do Jair Bolsonaro. Não era amigo do Flavio, de infância, não era da minha idade. Então, pra brindar, ele foi sabotando, foi se unindo ali, autofolio, jumar, e a gente apontou na época o acordo, que depois o Romero Jucava vocalizou numa conversa gravado, que era o acordo com o supremo com tudo. E a Romero Jucava, que defendeu a indicação do tófolio, na época era inclusive líder do governo Lula, ainda vou trazer aí um pouco do histórico, de como o tófolio chegou lá no meu canal. Mas aí, fiz esparentes do inquérito e pedi pra você lembrar onde a gente tava antes. Tá falando sobre ele, como que já tá sendo costurado grande acordo, né? Então, quando o escândalo pode comprometer muita gente, a tendência é a comodação geral de interesses. A tendência é o conchavo. E como eu falo há anos, o oposto do golpe de Estado não é o conchavo, porque eu apontei na raiz, quando tófolio começou a usar essa alegação de defesa da democracia, falsiando a realidade, porque eram questões comprometedoras envolvendo o tófolio, que é um integrante da atual composição do Supremo Tribunal Federal. Ele não é o STS, muito menos uma instituição brasileira, muito menos a democracia brasileira. Ele é um ministro que é assim como qualquer servidor, ou como qualquer cidadão pra estar contas, e enfim, respeitar aí os princípios constitucionais. Então, eles falavam em defesa da democracia, e a defesa da democracia, pra passou a legitimar muito abuso, pra nos ir canalizar, como disse, outro dia, o senador Alessandro Vieiro. Então, em nome da defesa da democracia, eles vão tendo aquelas conversas privadas, sem testemunhas, pra mostrar que, olha, o Brasil precisa se preocupar com outras questões, as questões sociais. Bom, tem que se preocupar com isso também, mas não tem que deixar de punir corrupto, lavador de dinheiro, fraldador, autor de crime de peculato, rachador na linguagem informal, porque essas pessoas prejudicam a economia também, fora todas as questões políticas, morais, sociais, etc. Mas essas pessoas prejudicam a economia, porque você tem um país que fica sempre preso em escândalos, e a cada escândalo você vai formando uma jurisprudência de ocasião, você vai decidindo conforme a conveniência. Então, você não tem segurança jurídica no país, tudo vai mudando, as regras vão mudando, você tem novas medidas legislativas, você tem novas decisões no Supremo Tribunal Federal, muitas vezes de repercussão geral, súmulas, etc. Eu investi do que quer botar dinheiro aqui no Brasil, ele olha uma escolha em bação completo, uma vacalhação geral, como é que eu vou me meter nisso aí? Isso aí, uma hora é de um jeito, depois se incomoda alguém muda completamente, você não tem aquelas regras fixas do jogo. Então, existe essa tendência de acomodação geral, pra isso, a gente precisa de mentes livres, independentes, que tenham essa responsabilidade. De apontar sujeira, de levar a investigação até o fim, com responsabilização, com punição, pra que o Brasil possa se livrar no sentido de afastamento de cargos públicos, e eventualmente, no caso, de criminosos, de afastamento do convívio social, quer dizer que essas pessoas fiquem presas, pra que as boas ideias e as políticas públicas de qualidade sejam levadas adiante. Se passou ali naquela linha do tempo que você fez, no começo sobre Brasile, antes da gente ir indo já pro Brasile ali, começar falando do BRB, queria que você distrinchar-se um pouquinho mais como é que esse caso do banco master, um banco aqui, que foi comprado pelo Daniel, que teve todo o esquema e desvendado recentemente pelo BC, como que isso vai desembocar lá em Brasile, porque é muito caricato, esse negócio, a tentativa de compra de um banco regional, de Brasile comprar um banco de São Paulo e Brasile, justamente o centro do poder ali, como é que isso foi chegada? Não tem muito o que explicar, porque a resposta está na pergunta, você matou a charada, porque é algo absolutamente bizarro, que um suposto empresário, um suposto banqueiro, ele esteja tendo problemas com o seu banco, e aí ele aciona determinadas autoridades em Brasile, que é dizer lá na esfera de poder, pra que um banco público socorra um banco privato, quer dizer, isso já é o sintoma de uma promiscuidade entre a elite econômica, entre ela podre da elite econômica, quero crer que ainda existe alguma aula boa na elite econômica, essa promiscuidade com o poder político, então ele tem aliados no Congresso Nacional, que tem influência pra indicação de pessoas, pra presidência, pra diretoria, dos bancos públicos, como de outras instituições, tem influência eventualmente sobre o governador, aliás, é uma vergonha, a atuação do ibanês roxo. Exatamente, esse é o ponto de porque. Porque não era assim, se eu usou a expressão socorro, mas socorro seria, no caso de se o banco tivesse com algum problema financeiro, não era um socorro nesse sistema. Não era, não era o socorro, né? Forma o mente, forma o compro que interessaria ao BRB, isso foi declarado publicamente pelo ibanês rocha, e olha, você me pergunta, cara, e assim, a coisa é tão caricata que eu nem sei te explicar muito bem, assim, é o que que tornava aquilo tão interessante pra o BRB, é dizer um banco público comprar ali um banco privado, olha só a população, como nós estamos investindo, agora o BRB vai crescer, mas é isso, é uma afetação de poder, de olha, estou como governadora aqui, atuando de uma maneira em que o banco regional de Brasil, então povo de Brasil e vocês agora terão um banco regional super estruturado, moderno, capaz de oferecer aí as melhores formas de investimento, de retorno, de colaboração, com serviços, então assim, basicamente é isso, cara, é a promiscuidade, e ficou muito ruim pro ibanês, que vai ter problemas eleitorais com isso, porque tem as declarações, tem as aspas dele, defendendo o que aquilo fosse feito, celebrando quando aquilo tava avançando, quando tava praticamente no processo de ser feito, que depois foi impedido, o banco central acabou agindo, então um sujeito que vem de terreno na Lua, como o Daniel Vorcar, ele tá lá, a bota em dinheiro no meu banco, vocês vão investir e vocês vão ter uma taxa de retorno, de quanto era 140? Ah, 140? E todo o mercado falando, espera isso, não existe, né? C-D-V-A-Z50, c-D-I-C. Pois é, e o cara vai lá e tenta resolver isso na base da canetada com os seus amiguinhos, é, claro que é um cara muito rico, ele consegue ser ouvido em Brasília, e isso é outro fator, né? O cidadão comum não tem acesso a essas pessoas, tem acesso, toda hora a gente vê essas pessoas super poderosas encontrando grandes autoridades, e saber que outro dia foi uma discussão na treta na família Bolsonaro, né? Que é Michel e o Tarsis, parece que participou também, foram lá conversar com Gilmar Mendes, para que o Jair Bolsonaro fosse para prisão domiciliar. E o Gilmar é grudado, no Alexandre de Morais, tem muita influência sobre ele, vice-versa, os dois se blindam, assim como o Tofer, e o Morais acabou decidindo uma solução intermediária, né? Não queria dar o braço a torcer, e mandou lá para a Papudinha, onde a célula é maior. Mas eu olho aquilo, com a visão do cidadão, porque muita gente já olha com uma mente política, ideológica, e a discussão eleitoral e tal, eu olho, cara, e penso assim, qual é a esposa, qual é a esposa de alguém que está preso, que consegue conversar com o ministro do Supreano Tribunal Federal, para que haja um relaxamento daquela prisão? Qual é? Então, assim, em Brasília existe essa promiscuidade, o político tem acesso, o cara da elite econômica tem acesso, mas o cidadão comum, que tem um parente, que ele considera injustiçado, que recebeu uma pena dura, e não consegue conversar lá. Então, assim, tem toda uma cultura que já atravessa muitas décadas, e que precisa ser diagnosticada e alterada, mas isso não vai vida classe política, isso vem de nós, nós que eu digo não só jornalistas, nós cidadãos, sociedade cada um no seu meio de ação, para, em primeiro lugar, refletir sobre a sua própria ética, principalmente em relação às questões públicas, mas, claro, nas questões privadas, que estou falando aqui do nível de dano que as pessoas podem fazer, sendo antieticas, em questões que envolvam mais gente, e agir na sua área de atuação, profissional, etc., da maneira correta, e atuar para que o Brasil tenha esse tipo de transformação que não torne essas coisas naturalizadas, essas coisas são ser repudiadas, e quando você vê, porque eu risco de ter vídeos desses ministros do STF, lá no evento patrocinado pelo vórcaro, e tal, eles reclamam que há críticas do encontro deles com empresários. Então, o tófoli nesse encontro lá patrocinado pelo máster, ele estava falando assim, "Não, porque muitas vezes criminalizam o encontro entre o presidente, o ministro Supremo Tribunal Federal, mas é importante o pacto entre os poderes, olha, eu falo muito tempo uma coisa que alguns começaram a repetir agora, achando que ninguém falou antes, mas, vezes até a influência chega e tal, depois do sujeito publica alguma coisa, mas eu falo uns dez anos, e defendo que a tensão entre os poderes é fundamental. No Brasil, se criou essa ideia, baseada numa distorção do conceito de harmonia entre os poderes, de que as cúpulas entre os poderes precisam estar de bem em umas coisas outras, isso é algo absurda, porque veja, os ministros do Supremo Tribunal Federal, eles são irresponsáveis por julgar os parlamentários, qual é o indivíduo que gosta de ser julgado, principalmente num caso criminal, ele não gosta. Então assim, necessariamente, se o sujeito foi investigado, caso vai para o Supremo Tribunal Federal, e o Supremo Tribunal Federal, não é essa composição que está aí, mas se ele levar, se é de condenar, se o polígio fosse tomando ao longo do processo, várias medidas contra o polígio, o cara vai ficar irritado com o ministro do Esteve, mas é para ficar, se ele é um criminoso, se ele robou, ele tem mais que ficar irritado mesmo, ou ele faz um trabalho de autoisame que, em geral, bandido não faz, e pensa assim, eu tô errado, autoridade tá certa, de me condenar, ele é bandido, ele vai ficar irritado com o autoridade, pelo menos publicamente, vai mentir, pressionar, tentar intimidar, qualquer coisa nesse sentido, a gente quer um país, em que, quando há a irritação de um bandido investigado, com um juiz, tem uma cordão, porque precisamos de harmonia entre aspas, ou a gente quer um país, em que o sujeito que é bandido, ele é condenado, e vai para cadeir hitadinho, é esse país que eu quero, que o bandido vai para cadeir hitadinho, e aí, de repente, com o passar do tempo, ele começa a refletir, se ele ainda tiver solução, muitas vezes não tem, sobre as suas próprias responsabilidades, então, é preciso haver atenção entre os poderes, da mesma forma, com o executivo, legislativo, o Congresso Nacional tá lá para filtrar também, propostas do governo, eventualmente mudar, e é preciso ter determinada discussão, e se a proposta é uma proposta, e aqui o governo tá fazendo, que vai piorar as contas públicas, que é uma proposta que tá avisando só, beneficiar uma parcela, que é o eleitorado do governo, que não é a proposta boa para o país, e tal, o Congresso tem que recusar, e o governo vai ficar irritado com isso, então, a irritação é do jogo, mas é uma irritação, uma tensão controlada, dentro dessa tripartição de poderes, dentro desse conceito de democracia, agora eles tentam detorpar esse conceito justamente para ter conchapes, para ter influência, sobre os outros, eventualmente, um pressión no outro, para gerar o acordão, se faz uma intimidação, se faz uma chantagem, e isso é a República do Escambu, que é o tanto crítico, enquanto isso aí, fora assim, Brasil não é, as pessoas, porque muita gente da área econômica, muita gente do mercado financeiro, tá lá preocupado, mas como que o ministro da fazenda pensa, não vou comparar o ministro da fazenda de um lado, o ministro da fazenda do outro, então você tem as pessoas perdão, mais liberais, e tal, vamos ver lá o ministro da fazenda, olha, o ministro da fazenda da economia pode ser o sujeito mais liberal de todos, se ele tá num governo, e eu acho que algumas pessoas nesse momento estão pensando aí no Paulo Guedes, mas se ele tá num governo, de pessoas que participam do Escambu, ou pessoas que têm rabo preso, pessoas que têm um histórico de ladroagem, gabinetes, que depois vão precisar de ajuda, de autoridade poderosa e tal, para se safar, ele não vai conseguir tomar as medidas econômicas, porque os políticos que tem um nível de moralidade muito baixo, em geral, eles querem mais boquinhas, eles querem mais influência sobre a máquina pública, sobre o Estado, então como é que você vai desestatizar, se o maior interesse desses políticos é ter apaniguado em cargos por indicação, mais renda, mais porcentagem eventualmente que ganha, é mais poder comandando uma estatal determinado Estado, onde ele tem um interesse político eleitoral, mais esquema de corrupção, você tem a Kodevaz, que é estatal do Centrão, o Dnit, de transporte, tem um histórico de escândulos de corrupção, então sim, não interessa para essas pessoas, então por exemplo, o Salim Matar, o Paulo Web, são caras ali que entraram com essa ideia de desestatizar, e iram do governo Bolsonaro, não consegue, não consegue o ritmo é muito de vagar, etc. Às vezes entre eles têm o economismo, ele falou, para você conseguir privatizar, aí uma eletrobrar, você tem que pagar o resgate, porque você tem ali um Centrão, você tem gente de esquerdo, você tem um monte de gente que domina aquilo, e aí muitas vezes você sai de um processo que é uma falsa privatização, porque você foi fazendo um monte de concessão, mas qual é a raiz disso, que as pessoas pensam só financeiramente, pensam só econômicamente, e não pensam moralmente, não pensam psicológica, mas você precisa de uma reforma psicológica, uma reforma moral, uma reforma cultural, que se não você não tem o resto, aliás eu sempre falo, os filósofos em geral, mesmo aqueles que refletiram sobre a prosperidade dos países e das pessoas, aqueles mais tradicionais com já obra é perenne, em geral, eles refletiram sobre a moralidade e a justiça. Às vezes antes, como é o caso de Adam Smith, é o pai do liberalismo e o condor do exemplo dos Liberais, até bom lembrar de Adam Smith, tão Adam Smith antes de escrever a riqueza das nações, eles escreveram um livro que é teoria dos sentimentos morais, sem amoralidade, como eu digo, muitos leitores meus, não é verdade, me citando repete, sem amoralidade o resto se corroi. E no fundo, a obra do Adam Smith aponta isso, com outras palavras, claro, mas essa preocupação, para você ter um capitalismo pujante, para você ter a prosperidade, você tem que ter um mínimo de moralidade. Se você pegar, por exemplo, até a justiça, você não tem impunidade, você está lá na obra do Adam Smith, quer dizer, você precisa punir, os criminosos, senão você não consegue o resto, né? No mar você vai conseguir um capitalismo de compadrinho, que já é o desvirtuamento do capitalismo. Que são os amigos do rei, que conseguem encontrar seus públicos, e aí vão atuando em concorrência desleal dentro do seu setor no mercado de trabalho, o empresário Ernesto empreendedor não consegue crescer, o sujeito pobre, não consegue, porque você tem um competidor que ganha bilhões de reais, porque é amigo do presidente. Isso aí que foi o escando dos campeões nacionales BNDS, o próprio esquema do Petrolão, o herasmo de Rotterdam, outro teólogo, filósofo, holandês, e ele falou, acho que, século XVI, não sei se eu não me engano, que, se você tiver, como é que ele falou, sempre esqueça a formulação exacta, né? Bom, eu não me lembro se foram mais gestrados, acho que foram mais gestrados, mas você estava falando de autoridade de uma maneira geral, e um príncipe, porque na época era um regime monarquico, honestos, você não precisa de muitas leis. E se você não tiver isso, se você não tiver, mas autoridades honestas, elas não for, se você não tiver honestidade na estrutura de poder, não haverá leis que der e jeito, você pode ter tudo escrito, porque pode estar escrito em centenas milhares de página, constituição, leis ordinaria, regimento, etc. Se o cara não tem vontade política de aplicar aquilo, a lei não é seguida, isso vale, para o ministro, para um tribunal federal e para o guarda da esquina. Está escrito lá que o guarda tem que prender alguém que cometeu a infração de trânsito, alguém que ele vir roubando, mas se ele não tiver fim, e não for flagrado, em prevaricação, etc., não vai fazer. E precisa ter um senso moral, um senso de dever para cumprir aquelas atribuições. De uma volta aqui, mas estou gostando de fazer um hi-x mais ampla. Legal, acho que estão ouvindo reflexões, pontuais e meio a essa história toda aí, que é um tanto indigesta para quem acompanha os últimos anos do Brasil. Não é fácil, você comentou isso sobre empreendedores, empresários, a gente conversa com muita gente desse meio e a gente vê que realmente se olha para o patamar de cima, mas dá uma desesperança em relação ao país como um todo. Mas aproveitando que se estou o tofolão, acho que a gente pode abordar esse tema. Eu tenho a sensação, e aí me corriga se eu estiver errado, que o caso escalou muito rápido para o Supremo, acho que tiveram outros casos de escândalo, que foi um passo a passo, que foi indo até chegar lá, mas dessa vez parece que a vontade ali do Supremo foi de realmente puxar tudo para si. E aí puxou na figura de um ministro que você já citou aqui, o ministro Dia Stoffel, que tem um histórico de estar sempre junto com o Lula, acho que a carreira dele foi feita. Muitas pessoas, quando vão falar do Dia Stoffel, sempre lembram do fato dele ter sido reprovado, no concurso, e conseguiu chegar lá. E ainda julgou o seu, digamos assim, a padrinha ador político, que era o José de Seu, no esquema do mensalão, ele ainda julgou quando ele chegou lá dentro. Quero que você traça um histórico aí para relembrar e reviver a memória dos espectadores sobre o ministro Dia Stoffel. É só pegando o gancho que você falou, que dessa vez escalou rápido para o Supremo, e você está certo, desde que estourou o escândalo, o Supremo está no foco aí. Mas só aconteceu isso, porque é a gota d'água de todo um histórico de estrapolações do Supremo Tribunal Federal, que vem, já de muitos aumentou a partir de 2017, quando de um armém se voltou contra a Lava Jato, deu um pico, em 2019, com a abertura do Inquiat da Esfei, que nem isso, de lá para cá. É uma sequência de abusos, censuras e articulações políticas, descaradas, um descaramento muito grande, uma hora que o pessoal fala "bom, aí não dá mais". Tem muitas teorias sobre isso, seria uma outra pauta, mas você me perguntou sobre o Tofel, o que eu acho interessante do Tofel, eu já falei algumas coisas sobre o Tofel, mas agora eu vou falar de uma maneira mais detalhada. É que ele já é a suspensão do Tofel, ela já vem desde a raiz há mais de 16 anos, ele entrou no Supremo Tribunal Federal, já com a pecha de suspeito para julgar o escândalo do mensalão. Então lembrando aqui a cronologia, o escândalo do mensalão estourou em 2005 com a entrevista do Roberto Jefferson à Folha de São Paulo. Ou seja, o Roberto Jeff, em 2005, estava relatando o esquema existente de compra de apoio parlamentar no governo Lula, pelos petistas, para aprovar projetos de interesse do governo. Lula era o presidente e falou também que relatou esse esquema, porque via ali de dentro, ao José de Riceu, ministro da Casa Civil, no primeiro mandado do governo Lula, e que mesmo assim o esquema continuou. E depois o processo mostrou que o Diceu era parte do esquema, era o chefe de acordo com o procurador geral da República na época. Mas o Diceu não era só o chefe do esquema, o Diceu era o chefe do Gestófoli, porque foi o Diceu que nomeou o Gestófoli para a subchefia de assuntos jurídicos da Casa Civil. Isso foi, logo depois da primeira vitória eleitoral do Lula, na eleição presidencial de 2002. Então no final do ano, você pegar, com notícias, fazer um Google, etc., você vai ver que no final do ano o Diceu escolhe a equipe dele. E aí, no meio, evidentemente, depois da poste e o Tófoli foi escolhido para a subchefia de assuntos jurídicos da Casa Civil. Tófoli, que já tinha sido advogado da campanha do PT, advogado da campanha do Lula, advogado do Lula na prática junto ao Tribunal Superior Eleitoral, na eleição de 1998, foi naquela própria eleição de 2002 ao longo daquele ano e ainda seria na eleição de 2006. Então, estourou escando 2005. Em 2009, eu já estou pulando aqui, porque se não vou demorar muito, mas em qualquer momento vou fazer um detalhamento ainda mais ilustrativo. Mas, em 2009, o Lula indica o Tófoli para ministro do Supremo Tribunal Federal, com o processo em curso. Em 2009, José de Erseu já tinha sido denunciado pelo Ministério Público, que aparenta a pessoa chancito, ele, que já era tido ali com o principal articulador do esquema. O Supremo aceitou a denúncia na época, então estava aberta a ação penal e haveria o julgamento do mensalão. Então, o Lula indicou um subordinado do dirselho que tinha sido nomeado pelo próprio dirselo, além do Lula, que depois da subchefia, o Tófoli ainda foi advogado geral da União. Então, o Lula que indicou como a AGU, mas veio da subordinação do dirselho. E foi tido naquela época, o Pedro Simón, inclusive, se não me engano, foi o Pedro Simón na Sabatina do Tófoli, mostra que a indicação do Tófoli foi tida e era noticiada na imprensa como uma vitória pessoal do dirselho. De se eu conseguiu implacar um cara dele no Supremo Tribunal Federal, com quem interesse, quando ele já estava denunciado, ele queria alguém para defender no julgamento do mensalão. E durante a sabatina do Tófoli, ele foi questionado a respeito do mensalão, se julgaria suspeito, impedido e tal, se o que ele enrolo, enrolo, enrolo, no final, o julgamento aconteceu em 2012, a justiça lenta, mas foi três anos depois da indicação, e o Tófoli votou para que, para absorver, José dirselho, o Achef, e depois o Tófoli votou na segunda turma do STF, mas duas vezes para soltar o seu, quando ele foi preso no petrolão. Tófoli, levandoros, que também foi indicado pelo Lula, e, jomarmente, sempre ele, já naquela fase em que o Jomar se tornou aliado do PT, como disse, em 2018, vai dar muro, petista, aliado do Lula. Quando o Jomar se voltou contra a lava jato, e o Tófoli votava junto com o Jomar, Tófoli e o levandoros, que né, junto com o Jomar, para brindar os tucantes, Jomar foi nomeado ao STF, pelo Fernando Henrique Cardoso, PSDB, e o Jomar votava com o Tófoli e com levandoros para brindar os petistas. O que aconteceu depois, também, quando o Cácio Nunes Marx foi indicado, e aí o Jomar e o levandoros, que se juntaram o Cácio Nunes, para brindar o Flav Bolsonaro com foro privilegiado retrotir. É assim meio como um partido, que funciona o Supremo Tribunal Federal. Então, repito, o Tófoli, já tem essa pecha de suspeito, e ele já raiz, ele foi colocado no STF, para brindar os josés de ser no julgamento do mensalão, chegou lá e fez isso mesmo. E não se declara, suspeito impedido, a não ser que tenha algo muito específico e gritante, que violha ali de uma maneira mais ostensiva, isso que eu estou querendo dizer, porque não é que não violha, mas aí eles fingem que essas regras de impedimento de suspeição são previstas, só nessas três situações, são situações mais gênere, mais gritantes, e eles falam, não se encaixa, não se aplica. O treito fica lá jogando uma série de coisas, em que existe o que a gente chama de uma maneira muito generosa de conflito de interesse, mas que para a autoridade interessada, é o posto, justamente o encontro dos interesses. Pois é, não é um conflito para eles, eles não têm esse impedimento moral, então ficam lá, saber que o Gilmar mandou soltar o pai de uma filhada de casamento dele. Enfim, são muitas histórias a respeito disso. E aí, o Tófule, ele não se declarou impedido, portanto, para julgar o Echef, ele voltou para anular a delação do Serju Cabral, que ou citava, ou delatava, acusava o Tófule de ter recebido dinheiro para mudar o voto no julgamento, no Tribunal Superior Eleitoral, de prefeitos fluminenses, interior do estado de Rio de Janeiro, volta redonda, e outra cidade. Eu estrei isso, no meu vídeo, a falta de ética, no STF, eu faço uma lembrança do caso do Cabral, muito a pena ver, uma história importante, que é a peso importante do Brasil, muito ilustrativo. Tudo que está acontecendo hoje. Ele suspendeu a multa da Odebreche, mesmo, sendo o amigo do amigo do meu pai, apelido que o Marcelo Debreche deu para ele, e esse vídeo, deponimentos, mostra como Marcelo Debreche, tinha esse interesse, ele se aproximava do Tófule na época, que ele era AGU, que percebeu que ele estava crescendo. Podia ir parar no Supremo, e ele se aproximaram e tinha essa relação, mas aí o Marcelo não entrega diretamente, fala que era outra pessoa que estava responsável, mas ele relata que ele fazia perguntas sobre estar resolvido. E para ele, na cabeça dele, está resolvido a questão do então, a AGU era uma questão de dinheiro, mas aí ele não se compromete de dizer que isso aconteceu, que ele pagou, etc., acabou, que não deu em nada. Como vinha acontecendo no país. Então, nesse caso da Odebreche também não se declarou impedido, suspendeu uma multa de 8 bilhões e meio de reais. Aí, suspendeu a multa da JF, dos irmãos batistas, um caso mais gritante ainda, porque a esposa dele, então a esposa dele, Roberto Angera, era advogada dos irmãos batistas. Da JF, está no quadro dos advogados, da JF, que é a Rúdin, a controladora da JBS. Aliás, o dono formal do resort está aí, que está aí no noticiário nesse momento, depois a gente pode chegar aí, é um advogado que atuava engoyais para a JBS, dos irmãos batistas. Ou seja, pode ser que o conflito de interesse, se depois você ainda é maior, naquela época em que a gente achava que era só, então, esposa ser uma das advogadas, qualquer outra coisa nesse sentido, porque sempre tem mais algum elemento aí, que eu estou fazendo um resum. Então, ele tem um histórico de não se declarar a suspede, de não se declarar impedido. Pra ser justo, ele se declarou uma vez, que foi no caso Teaza de Batista. Você lembra que era o terrorista italiano que tinha participado a assassinato de quatro pessoas, ganhou um asilo político do Lula, que o Lula repetiu agora, apoco no caso da Nadine Rédia, né, esse primeiro adama do Peru, que foi conduirado por lava de dinheiro, mas o Batista foi por assassinato, né, pelas vistas. E o advogado ele era o Barroso, né? É, depois é, naquela época teve aquele envolvimento também, gerou desgasche, aí, para o Barroso, né. Mas eu estou mais fresco aqui, na memória, o caso do Tofoli. O Tofoli, na sua sabatina, ele disse que, se ele já tivesse atuado como a G.U., porque aí você tem uma previsão específica de impedimento, na legislação, em qualquer processo, então ele se declararia de suspeito. E aí, no processo do Teaza de Batista, ele se declarou suspeito, na verdade ele alegou for o íntimo. Você vê que mesmo na hora de não participar de uma decisão que eles tinham que tomar sobre a extradição, foi parar nos pranto tribunal federal, ele declarou for o íntimo, em vez de alegar, ali, uma causa específica de suspensão, que é para você não se comprometer depois, de que "ah, você já fez isso antes", né. Deixa para avaliar em cada situação. Deu uma causa genérica ali, porque você tem essa previsão de que se o sujeita alega for o íntimo, ele não precisa explicar por quê. E ele alegou, mas é porque ele, como a G.U., já tinha defendido a medida que tinha sido tomada pelo então ministro da justiça, Tar sujeio, no governo do Lula. Então, estou usando aqui todo um histórico. Aí, a gente chega no resort, "tai-ai-as", quer falar alguma coisa sobre esses casos específicos? Não, não, não, não. Pode continuar, a gente gosta de discutar aqui. Então, cara, olha a situação que se tem agora. Você tem ali dois irmãos do Tofolim e um primo que eram ligados a três empresas. Então, na verdade, dois irmãos eram ligados a empresa Mérite, como a empresa está chamando agora em vídeo, eu li a Marit. É, M-A-R-I-D-T, como que eram pronuncia aí. Dois irmãos tinham essa empresa, Marit. Essa empresa tinha cotas, tinha uma participação nas duas empresas do primo do Tofolim. Então, são dois irmãos e um primo. Você tem um triro de empresas. E essas duas empresas do primo eram as administraturas diretas do resort. Aí, "tai-ai-as" com a resort lá, enriberam claro no Paraná, quase de visa com São Paulo. E aí, o que aconteceu aí, que envolve tanto o mais ter quanto a JBS, né? JBS já falei rapidinho, mas é o detalhe. O Fabiano Zé-Tel, que é o cunhado do Daniel Vorcar, ele está por trás, isso é a imprensa por anos, últimos dias, do fundo Arlin, com dois ex. Eu só quero que falo essas, falo no São Paulo e ele. Então, você tem ali os fundos de Cota Única, de cotista Único. Então, ele administrava o fundo leal e o fundo Alim, está ligado ao leal, os dois de cotista Único, que era ele. Então, era ele, né? A dinheiro dele, existem um meio de aportar dinheiro com o uso dos fundos de investimento. O fundo Arlin comprou essa metade da participação da Marit, na empresa das duas empresas do primo do Tofolim, que administrava um resort. Resultado, né? O fundo do cunhado do Vorcar, passou a ser sócio da família Tofolim, dos dois irmãos do primo, na administração do resort, nas empresas que administravam o resort. E ficaram sócios durante um tempo. Então, você vê que teve dinheiro do fundo do cunhado do Vorcar, entrando nas empresas do Tofolim. Ouve aportes de 20 milhões de reais. A participação de uma empresa nas outras duas, que foi comprada, né? É avaliada. E os números que diferem, né? Porque um espalhão da metade que ele comprou, da participação completa, mas varia aí de 3 milhões e 600 a 6 milhões e 600 milhões. São alguns milhões, mas o fato é que ele chegou a aportar nas empresas 20 milhões de reais. Então, o investimento milionário do cunhado do dono do Banco Master, no empreendimento administrada, o empreendimento da família Tofolim. Aí, agora, há pouco, né? A menos de um ano, entre fevereiro e junho, sendo me engano de 2025, quando o desgaste do Master já estava aumentando aí no mercado, eles se retiram todos, né? O Zetel, o fundo do Zetel e os irmãos e o primo do Tofolim, da sociedade, para vender a administração, a participação ali no resort. Para esse Paulo, nem sei em rica, agora, Paulo Barbosa, mas é Barbosa, né? Paulo é Barbosa. Que é esse advogado que atua igual aos para JBS e que ainda é só se numa outra empresa do gênero do irmão mais velho dos irmãos batista. Víngulos não faltam. Então, e aí, você tem, agora, essas reportagens e repórteros que se passaram por ospedes do taia-ia nos últimos dias, nas últimas semanas. E os funcionários relataram que o dono, de verdade, é o Tofolim, que ele continua frequentando, que ele esteve no ano novo, que ele organiza festa para familiares e convidados, já surgiram imagens do Tofolim lá na casa. E então, você tem um empreendimento pelo qual passa uma grana que tem elas com pessoas ligadas à JBS e ao caso master. E o fundo Arlin é da Reag Investimentos, o fundo do Zetel da Reag Investimentos e a Reag teve a sua liquidação decretada pelo Banco Central, agora, nas últimas semanas, em janeiro de 2026. Então, cara, você tem todos os motivos para suspeitar de que as decisões que o Tofolim está tomando, e que parecem muito benevolentes ao Daniel Vorkaro, tem outras razões, tem mais razões. E aí, os repórteres perceberam que eles viram o indereço de onde funciona uma dessas empresas da família Tofolim, que administram o resort, foram no indereço. No indereço, encontraram. Nesse caso, foi o reporte de tadã, mas outros foram, mas não encontraram na porta, o estadão que acabou conseguindo filmar lá conversa do repórter com a cunhada do Tofolim, Cassia Tofolim. Ela é a esposa do José Ogenio de Estófrio, que é o irmão do Tofolim, que era um desses sócios da Marit. A cunhada do Tofolim foi absolutamente surpreendida pelas informações do reporte, e deu declaração no sentido de que ela nunca soube de um marido ser sócio de resort. E, tampou que sabia que o indereço da casa dela, onde ela mora, e ela diz que financiou aquela casa por 25 anos. Uma casa simples, um milho, e eu falo "me a casa, não tenho muito dinheiro". Ela não sabia que o indereço da casa dela é o indereço da tal empresa marítica, ela nem entendeu o nome, que administrava o resort. Sócio, resort, olha a minha casa. A imprensa deu essa sorte de pegar lá, ficou claro que tem um mérito do reporte, mas estou falando de ela, acabei sendo sincerona. Uma pessoa super simples, sabe? Acabou ali conversando com o reporte, acho que nem sabia que estava sendo gravado, e foi filmada dizendo essas coisas, ou seja, toda uma suspeita de que é um indereço de faixada. Então, são mais ingredientes que tornam essa história muito grave. E o procurador geral da República, o ex-Sócio do Gil-Marmel, Paulo Goneja, está recusando aí pedidos, feitos por políticos, de suspensão do Tófale, porque está se atendo a literalidade das regras mais específicas, mas é que você tem, mas regras mais genéricos, que falam de declaração de suspensão, quando a interesse da parte, interesse de familiares e tal. Se você tem tantos familiares com negócios, com as pessoas envolvidas no caso, ligados às pessoas envolvidas do caso, é possível você enquadrar nessa hipótese de suspensão. Claro que é um absurdo que as hipótese sejam tão limitadas assim, mas mais absurdo ainda. E aí eu volto a citar o herasmo de Rotterdam, é que não haja amoralidade suficientes numa autoridade do Supremo Tribunal Federal para perceber, olha, tem negócio, está melhor me declarar suspeito. E aí, quando sujeito não se declara suspeito, você suspeita mais ainda dele, porque repare, ele está sofrendo um desgaste tremendo por manter-se na relatoria. Se você se declara suspeito logo, ele tinha viajado com advogado de um diretor do master, no jatinho, de um empresário que ele recebeu lá, que a empresa mostrou, para final da libertadores, eu sou Flamengo, eu Flamengo ganhou lá, em Lima no Peru. Ele já podia, ao ser sortiado e nesse sorteio eletrônico, que as pessoas suspended, claro, tentou ironizando, ele já podia ter sido declarado suspeito, porque olha, viajei com advogado da causa. Então assim, o sujeito que tem amoralidade básica, não vai pegar bem, vamos supor, na hipótese mais engenno de todo, engenno da nossa paz, enfim, fazendo-me de engenno que não sou. Mas vamos supor que ele só viajaram, porque tiveram oportunidade, pra ver o frutebol, que não conversaram sobre master, e tal. É um hipótese absurda, mas ainda assim, aí o sorteio sai logo em seguida, antes do volto de volta, ou durante, logo seguir, mas enfim, ele, por ter viajado no jatinho, já podia se declarar na raiz. Aí agora, fica dizendo que não se se declarar suspeito agora, vai abrir margem pra melar tudo, que todas as decisões que foram tomadas até aqui. E tal, então estão buscando que chamam nos bastidores de uma saída, um rosa pro tófolo, e defendendo que volte pra primeira instância, aí não perde tudo, em vez de se declarar suspeito, são algum, é um ou outro ministro. Mas você tem lá morais e Gilmar, defendendo o tófolo, mas eu volto pra minha questão, você tem um desgaste por se manter na relatoria, porque você não neutraliza esse desgaste, abrindo mão. Será que é porque pode ter alguma coisa, que vai gerar um problema ainda maior, do que um merdo desgaste? Repare, ele mandou a Polícia Federal enviar pro gabinete do STF, todas as provas coletadas na operação que atingiu Fabiano Zetel, acabei de explicar até a financier do Fabiano Zetel, que fez negócio com a família Tófolo. O Tófolo, olha o nível, ele mandou celular a Polícia Federal antes de fazer perícia, mandar lá o celular do cara, que cujo fundo faz negócio com a família dele. Pro gabinete dele. Depois que ele mudou a decisão e mandou pra PGR, ele escolheu a dedo os quatro peritos, tudo isso só gera mais suspeita. Porque você atrasou, inclusive, a perícia, quando você atrasa a perícia, eventualmente você pode apagar a prova de maneira remota, você está falando de dispositivos digitais, você está falando de nuvem, a cabo bateria, você abre mais margem de risco. É um dos episódios mais graves da história da República, como você falou no começo toda hora, você quer dizer que é o maior escândalo, você precisa ter uma reflexão, mas assim, realmente é um episódio gravíssimo, o Tófolo não tinha nada que está fazendo aquilo que está e eu desconfio de que está, porque tem. Desconfia a maneira até, assim, não vamos criar tanto problema, vamos dizer assim, como se fosse só isso, é que a gente desconfia que ele quer controlar mesmo a investigação, porque pode sobrar ali ou pra ele ou pra pessoas próximas. Inclusive, deixando de morais, já que eu posso sair daqui sem citar, o contrato do Master com o escritório de Alivocacia da Viviane Barça e Morais, que é a esposa dele, de 3 milhão e 600 mil reais por mês, o que, durante todo o período contratual, poderia chegar a 129 milhões de reais, o Morais só enrolo nas duas vezes que foi pressionado a explicar, não veio a público, não deu entrevista, estão todos escalados, todos esses que na hora de atacar procuradores, juiz, que condenou aliado, como o Juma chamou de coisa de pervertidos, de organização criminosa e tal, mas quando é um deles, ou eles saem à público pra defender, ou quando a barra está muito suja, como é o caso do Tófolo e agora, eles ficam caladinho, plantam nota em off na imprensa. Até o momento dessa gravação, até o momento de chegar aqui pelo menos, vocês estão acontecendo alguma coisa nova, mas acho que não, eles não tinham falado publicamente, em defesa do Tófolo, eles sentem que está pesando, estão tentando ver como tem menos desgaixa, mas sem deixar de se brindar. Os caras não estão aceitando, o Centrão do STF, Tófolo e Morais de Umar, não estão aceitando que o Faquinha, atual presidente da Curde, elabora um código de ética. Olha, é de uma leniença, de uma complacência, tantos editoriais, colunas na imprensa, defendendo apenas um código de ética. Esse caso não é um caso apenas para a ilaboração de um código de ética, código de ética é a saída do Cerro do Cabral, vocês entraram lá no meu vídeo, a falta de ética na STF, lembro, toda a cronologia, o cabral, quando a sujeira estava aumentando para ele, fala "Não, já sei, vamos elaborar agora um código de ética". Olha, você tem mandamentos aí, acéculos, você tem a obra dos filósofos sobre ética, acéculos, você tem uma constituição no país, você tem uma legigilação, você tem princípios constitucionais, de infessoalidade, de transparência, de moralidade pública, administrativa, nada disso, está sendo respeitar. Bom Felipe, estou avançando aqui, eu acho que o tema chegou até o STF, o que não sai da mídia agora, se é bem relato aí sobre o TIAA, acho que não tem muito mais o que elaborar sobre, com certeza tem mais sobre, digamos. Samparentes, para eu não esquecer, já estão chamando as redes sociais de TIAA Gate, o escândalo, tem o Tofolão, o Alexandre que é o Alexandre Viera Bartsu, e o TIAA Gate, vamos ver qual é o nome que pega. Acho que tem muita coisa aí para acontecer, e quando essas coisas estão acontecendo, acho que geram algumas reflexões, geram também alguma sensação da sociedade em relação a não ter um combate contra corrupção, mas eu quero saber a sua visão sobre o que você está esperando dos próximos passos disso, e vamos falar também em um pouco do que você está esperando para esse ano, em 2016, aí é um ano que tem muita gente depositando uma esperança ali no Senado, talvez um impeachment, tentar algo do tipo contra o ministro do Supremo, o que você está enxergando aí nas suas análises. Bom, esses próximos dias agora, e é bom deixar claro porque cada um de vocês vai ver esse programa numa hora em determinado dia, né? A gente está aqui, na quinta-feira, 22 de janeiro de 2016, estou entregando, aí é 19,55. Não vivo, só para deixar claro, porque eventualmente surge em novas informações, depois o jeito vê o vídeo, a gente está considerando as novas informações, o que tem de acontecer nos próximos dias, essa pressão mesmo contra a relatoria do tófrio da imprensa da sociedade, já está acontecendo nessa semana ontem, hoje é 22 que eu falei, ontem foi 21, foi um grande dia para o jornalismo, porque vários veículos tinham novidade sobre os elos com o tófrio nesse escândalo, e vai aumentar essa pressão agora, principalmente, por um lado, claro, para um anulato do que eu falei antes, com a volta do recesso, tanto do judiciário quanto do legislativo, porque embora, volta em também os parlamentares do Centrão, a Sino-Nogueira, essa turma toda, volta, volta o faquim que está tentando fazer alguma coisa mesmo que mínima, espero que, pelo menos, no discurso de inauguração do ano, do judiciário, ele deu, mas alfinetado, espero, espero assim, eu odeio falar, espero que as pessoas, ele se espere, andando expert nada dessas pessoas, eu só estou provocando assim, dizendo que seria bom, e ele fizesse, pelo menos isso, que é o mínimo dos mínimos, mas eu quero muito mais, tem condição do ministro do STF continuar com o ministro do STF com tudo isso, isso é o começo, porque afastamento do cargo talvez possa não ser o suficiente também, a depender do nível de descobertas que podem ser feitas, então vai haver essa tensão entre faquim com imprensa, com parte da sociedade, manifestando nas redes, alguns nas ruas aí, e o central do STF, o central político, o central do mercado financeiro, da economia, eu preciso dar uma chacoalhada na turma da economia, na turma do mercado, que é para acordar para esses pontos que vão além dos números, que são essas questões morais, essas questões de que as autoridades que se comportam dessa maneira não podem ficar nesses carros. Então acho que vai ser muito interessante acompanhar tudo isso, e eu já estou produzindo novos vídeos aí, que vão ao meu canal, repítico, que me mercham, mas é para continuar acompanhando, isso não fica pela metade youtube.com/filipeMorabrasil, acompanha os próximos capítulos dessa história, então você tem essa tensão que, como eu falei, estava STF, esses centros aí, um relator do TCU, o contra, banco central e polícia federal, existe gente aí de todos os lados tentando gerar um acordão, vamos ver se o sistema, que é como eu chamo essa caixa que troca favores interinstitucionais, se eles vão conseguir uma comodação de interesses e a que pompe, porque eventualmente você não consegue tudo, que é por exemplo que não conseguiram no mensalão, então no mensalão precisaram condenar, não precisaram condenar outros membros ali da Cúpula do PT, porque havia uma tonelada de provas, falando aqui de uma manisa geral, mas havia um volume muito grande e provas contra ele, contra essa turma, e uma pressão da sociedade muito grande, o próprio Ricardo Lewandowski foi flagrado naquela época no telefone dizendo que a tendência era para amaciar, para o dirselo, e ele ligado ao PT, mas a imprensa deixou o supremo com a corda no pescoço, então assim só ele e o tófrio, votaram para o livião e o dirselos, outros acabaram votando para condenar naquele momento, e então vai continuar essa tensão e é preciso continuar na vigilância, na pressão, da imprensa e da sociedade, agora em relação ao ano eleitoral, só antes de você entrar no ano eleitoral, aqui tem uma novidade, não o Edson aqui mandou um superchat aqui de cinquenta, mandou um salve galera, tem gente assistindo ai, tempo, tem mil pessoas ao vivo aqui, salve galera, os protestos contra o banco master, me lembram 2013-2014, o MBL convocou uma manifestação que tá acontecendo agora lá na frente do banco master, dia 22, hoje tá acontecendo lá agora, e falou tomar que tem o mesmo impacto, você acha que tem potencial de a gente reviver um 2013-2014? Olha, todo os elementos existem e deveriam gerar na minha avaliação uma mobilização tanto nas ruas quanto nas redes sociais muito grande, maior do que aconteceu até aqui, principalmente nos últimos escandos, na época da lava jato, até porque, enfim, o Bolsonaroismo acabou reprimindo as manifestações de combate à coopção, quando não interessava mais ele, isso dividiu o campo anti-petista que antes tava unido nas ruas naquela época pelo impeachment da Dilma, pela prisão do Lula, então agora estão começando uma manifestação, e claro, é um momento diferente, porque também o MBL virou parte de missão, também vai lançar candidatos, já alguns já são políticos naquela época, eles eram da pena jovens, que estavam se mobilizando como ativistas, então você não tinha uma liderança política, etc, hoje toda a manifestação toda mobilização tem algum componente político, embora eles estejam fazendo de uma maneira mais indireta, querendo justamente que as pessoas vão independentemente dos interesses dentro, então, agora, se você perguntar o que você pergunta, se você acha que isso vai acontecer, cara, é aquele negócio, a gente trabalha para que a sujeira seja exposta e para que aje a consequência, responsabilização e punição, então eu vou continuar fazendo o meu trabalho, mas cada um precisa fazer a sua parte, então, como eu disse hoje, muitos segmentos da população foram instrumentalizados politicamente, então fica um boqueio, com uma guerra política eleitoral, de não vou fazer isso, porque tem um aliado envolvido, ou não vou fazer isso, porque vai beneficiar uma outra candidatura, e aí a esse raixa, e não há uma grande união da sociedade, e isso é uma das coisas mais absurdas, as pessoas precisam refletir sobre isso, porque a sociedade deveria se unir contra as autoridades, os políticos, os empresários, os implementadores, no mercado, isso aqui estão roubando a sociedade, e não se dividir, e lamentabilmente só há mobilização quando o escândalo fica restrito ao segmento adversário, olha só que coisa imoral, um sintoma da imoralidade de boa parte, da população, então voltando agora à corrida eleitoral, você tem essa divisão do lulismo, e agora candidatura do Flávio Bolsonaro, é absolutamente lamentável que o campo de oposição ao petismo não tenha construído uma candidatura limpa, sólida com consistência, com um projeto de país, que tenha ficado preso e refém dos interesses de jair Bolsonaro, em não ser preso, em sair da cadeia, ou em fazer tudo aquilo que eles fizeram na hora errada, da maneira errada, quer dizer, podia um ter investigado ministro do STF, pela via constitucional do Senado em 2019, não fizeram isso, porque naquele momento interessava as conversinhas no pé do ouvido, com tófilo, com jumaire, etc, isso gerou fortalecimento do supremo, com a sabotagem da lava jato, gerou a soltura do lula, gerou a volta a lula ao poder, inclusive com todo o desgaste, que já iria Bolsonaro a ter nas suas conduz, ele fortaleceu o lula, ele fortaleceu o STF, ninguém fez o L, como a família Bolsonaro, e agora mesmo com todo o desgaste que a família Bolsonaro tem, com o eleitorado mais ao centro, ou moderado, ou independente, ou sem ideologia, ou que não tem posicionamento, preferência político, porque existe uma diversidade muito grande, ele lança uma candidatura, em pé de um crescimento de outros governadores, ou de outros políticos, aí que possam enfrentar o lula sem o lula neutralizar, limpar suje, como eu gosto de dizer, limpar sujeira petista, na sujeira Bolsonaroista, então o Flávio oferece todas essas brechas para o lula fazer isso, porque enfim, tem um histórico de funcionalismo fantasma que foi apontado pelo Ministério Público nos gabinete da família, histórico de compra de imóveis com dinheiro vivo, histórico de iniciativas, como as que resultaram no oito de janeiro, por mais que faz uma legação, de não haver uma participação direta, mas todo aquele clima político, Bolsonaro tem um discurso depois de perder a eleição, dizendo que quem definia, decidia, pros apoiadores, o rumo das forças armadas eram eles, eram uns apoiadores, então contribuiram, né, para todo um clima que gerou um desgaste muito grande desse grupo, com os eleitores que decidem a corrida eleitoral no segundo turno, e você precisa de alguém capaz de absorver esse eleitorado decisivo e que tem uma regenção mais baixa do que a família Bolsonaro, isso quer dizer necessariamente que de antimão, se crava, uma derrota, agora a análise eleitoral sempre precisa deixar claro que tudo depende do desempenho e tudo depende dos eventuais escândalos que possam surgir, então já há muitos focos de desgaste no Governo Ludo, robo de aposentado e sendo multiplicado no Governo, claro que vão dizer que começou antes, etc, o próprio escândalo máster pode gerar e alguns elementos de desgaste, mas aí atinge todo mundo e pode gerar proporcionarismo também, tem os caras da Bahia, os petitos da Bahia estão envolvidos, tem os seus parceiros de centrão também, então fica aí um anulando o outro, "Ah, mas você está a mensalão em petrolão, mas vocês tinham esquema em gabinete, não sei o quê, teve. " então é muito ruim essa polarização em borrecedura, essa polarização que trava o país e não deixa crescer uma liderança nova, e era para ter mais opções, tanto no campo da esquerda quanto no campo da direita, mas você tem setores e reféns de Lula e de Bolsonaro, era para ter uma esquerda independente também, era para ter gente que é de esquerda, mas que aponta a sujeira, a corrupção petista, o financiamento de ditaduras, a hipocrisia nas relações exteriores, que você demoniza Israel a mesmo tempo que abraça o Putin que está invadindo a Ucrânia, Defende, Nicolás Maduro, Tatou da Venezuela, Daniel Ortega na Nicaragua, o regime castrista, agora com Miguel de Escanela em Cuba, então vai ser essa guerra com uma retórica ideológica de redes social sem um grande projeto de país, e vamos ver se vai perdurar essa candidatura do Flávio porque ele está tentando buscar após no mercado financeiro, na política, etc, e muita gente sabe que existe uma questão matemática, que é bastante problemática, mas esses governadores só para concluir lamentablemente não ou usaram apontar sujeira bolsonarista, então principalmente o tarsismo, mas vassalo da família bolsonar, poderia ter lançado uma candidatura, poderia ter contrariados interessantes da família que são basicamente tiragem aí bolsonar da cade e não deixar os filhos serem presos, é isso aí, eles lutam por uma impunidade ou liberdade, conforme o juízo que cada um fácil, mas eles lutam a quase 7 anos, desde 2019, quando bolsonar chegou ao poder com o Flávio pendurado com as investigações de rachadinha. E aí você tem outsiders como Renan Santos, do MBL, Partido Missão, vamos ver se surgem outros, na eleição de São Paulo surgiu o Pablo Marsal, com um discurso também que aponta a sujeira no campo da esquerda, apontou ali algumas coisas no bolsonar, mas ele próprio tinha um histórico de escândolos, assim como assim não, porque é uma diferença grande, mas por você tem as tretas também, as polêmicas envolvendo a MBL, redes sociais e tal, eles estão tentando formal uma comunidade, uma geração e conseguiram uma adesão grande pela internet da juventude. Então eles apareceram em segundo numa pesquisa que foi só sobre o eleitorado de 16 a 24 anos, mas como eles não tiveram a presidência da república e toda máquina para fazer propaganda durante anos, eles não têm tanta força num primeiro turno. Isso precisa ser construído para participar de debate, eventualmente de debate restringe os candidatos, aqueles que estão menos pontuados nem participam. Então vamos ver se alguém vai crescer por fora, porque também as candidaturas satélite, aquelas que estão lá só para levantar a bola do candidato principal, não contam. Sempre tem alguma, como o PSOL faz PC do B, com o PT sempre. E o que que te surpreenderia nos próximos dias, olhando assim para a gente já tem medo, todo mundo está esperando um roteiro aí, todo mundo, acho que o roteiro está dado do que vai acontecer, um grande acordão, as coisas vão se acomodar e tal, o que você acha que seria um elemento que você falaria opa, parece que tem um elemento novo aqui. O ministro do Supremo Tribunal Federal chegará a ser ser preso, o Alessandro Vieiro disse isso, eu acho que a gente está chegando um momento em que o ministro do STF pode ser preso. Então assim, eu não me surpreendo com nada no Brasil, mas porque geralmente só acontece as coisas ruins, se acontecer uma coisa muito boa no sentido de havendo uma culpa, havendo uma elucidação de um crime, uma autoridade poderosa envolvida, falando aqui, sendo cumpridas todas essas hipóteses para não fazer qualquer tipo de denúncia em devido antes da hora. E fora diante, a prisão de uma autoridade muito poderosa, isso seria muito educativo para o Brasil. Olha, temos um país em que a lei vale para todos, mas esse não é o Brasil. Se não é o Brasil, em que regime democrático, você tem um relatur, que é ligado a um resortes funcionários, relataram que ele é o verdadeiro dom, e que está ligado aí a empresários envolvidos em dois escândulos, em que ele toma decisões, que são vistas aí, como sendo benevolentes. Aí, ele continua lá, mesmo me diante toda a pressão, não sai, não larga o oso. Talvez a única coisa que me surpreenderia em um futuro mais imediato, foi se a prisão de uma autoridade muito poderosa. Pode não ser, um ministro do STF, pode ser um político cacique do Centrão, ou qualquer outra coisa, porque acho que daria uma chacoalhada na República. E claro, eu sempre torço, para que toda a verdade venha a tona na república, na estrutura de poder, em relação à sujeira que as pessoas fazem, e aí esses escampos. Uma delação premiada do Daniel Vorkarro seria, se ele realmente abrisse o bico e falasse tudo e entregar-se todo mundo, seria também muito elucidativo, seria ótimo, para que o Brasil possa contar a sua história da maneira devida. Porque esse país, como uma pessoa mal-concentrzada, como uma pessoa que não passou por um processo terapêutico, não sabe contar a própria história. Quem não sabe contar a própria história, fica refém, vamos dizer assim, de efeitos indesejados, porque não sabe relacionar a causa efeito. O indivíduo vai para ter a pia, inclusive para contar a própria história, para aprender a nomear as coisas, uma coisa às vezes abstrata, sentimentos, desejos, certos comportamentos das outras pessoas, que precisam investigar de onde que tirou determinada ideia, porque às vezes nomeia errado, aí toma atitude porque pensa errado, e um país também precisa fazer isso. Por isso que o trabalho de jornalismo histórico, um jornalismo com uma visão mais holística de historiador, que eu busco muitas vezes fazer em tempo real, assim, na medida do possível, é fundamental para deixar registrar o que aconteceu, o que a gente precisa aprender para não acontecer de novo. Se não, é cíclico, é isso que eu estou mostrando ao longo de toda essa conversa, aconteceu lá atrás, repete, repete, repete, porque não dá inato, todo mundo fica impunho, pessoa se sente mais unipotente, percebe que pagando bem, tendo muito dinheiro, consegue todos os conchavos, consegue todo a cobertamento, então vamos embora todo mundo junto, e é uma ganância muito grande, né? Eu realmente fico absolutamente inojado com o nível de ganância, porque a gente vê as pessoas que recebem os salários mais altos do serviço público, envolvidas, em mutretas, né? Falar como os meus pais falavam antigamente, e pessoas que já têm uma condição de vida muito boa, mas que escolhem a delinquência, escolhem o crime, escolhem a imoralidade, para ficar ainda mais ricas, né? E às vezes é preciso pensar assim, para que essas pessoas querem mais dinheiro, para que essas pessoas querem mais poder ainda? Existe uma infelicidade em trínica também, para elas nunca tão satisfeitas. Então, assim, uma coisa talvez até para se consolar, as pessoas normais, que têm uma vida razoável, que conseguem correr atrás dos seus sonhos e tal, mas que conseguem ser satisfeitas com o que tem. Às vezes elas possam pensar assim, olha essa gente, cara, nunca tão satisfeitas, né? E eles sempre querem mais e mais e mais, é uma ambição desenfreada, e vão atropelando todo mundo, vão prejudicando o país para conseguir o que, cara. Sabe, é o que começar o mão no café da manhã? É tomar o vinho lá em Portugal, viajar de jatinho, para ver jogo de futebol, etc. Escaras topam entrar nas maiores conflitos de teresias, nas maiores promiscuidades, ou eventualmente em grandes esquemas, etc. Por isso, sendo que os caras já conseguem ter um pouco disso com o salário grande que tem. Então, é isso. E esse podcast, vocês têm um pé no mercado e tal, acho que todo mundo, no Brasil, que tem uma condição de interferir na realidade, porque tem meio de ação, etc. Preciso pensar até que ponto, pra que que eu vou sujar meu nome, história da minha família, pra que que eu vou me metendo um negócio escuso como esse, cara. Se eu já tenho, um monte de coisa, já tenho essa. E eu não estou dizendo isso pra legitimar também a pessoa de baixa renda que comete crime, que é o que a esquerda faz. Então, você tem que elutar contra as adversidades e buscar se satisfazer com aquilo que você tem e que você trabalha pra ter. Agora, você, e passando a perna nos outros, satropellando os outros, impedindo as pessoas pôs de terem meio de ação pra fazer políticas públicas de qualidade, etc. É coisa. coisa de gangster. É excelente reflexão. Só pra gente encerrar aqui, Felipe, saber sua opinião, como eu comentei que você aqui nos bastidores, né? Sou um leitor aí também da seus artigos, já há um bom tempo, acompanha isso as suas colunas, recentemente descobriu seu canal até não acompanhava, e comecei a acompanhar os vídeos que você publicava, era acostumado a acompanhar os artigos que você publicava na cruzóia, antagonista, né? Mas, olhando aí, você está ao que há duas décadas, já nesse trabalho, e qual que é a sua impressão sobre o Brasil em relação a. A gente está melhor, você vê melhorias em alguns lugares, e o somatório você acha que ele é positivo em relação a quando você começou, ou você vê que a coisa. Qualquer. a sua análise sobre essa questão, que muitas vezes a gente vem aqui com economistas, as vezes com pessoas do mercado financeiro, então até filósofos, mesos que já passaram por aqui, sobre essa reflexão do Brasil está indo num caminho de mais amadurcimento, ou então, caro nas coisas, só estão ficando mais escancaradas. Cara, eu estava vendo um descaramento muito grande que está levando a um escancaramento, as coisas estão ficando muito escancaradas. Eu preciso repetir um ponto, que eu meio que já falei, mas a sua pergunta permite isso, que é "a", nesse momento, uma atitude de uma parte da impressa, não dá para dizer que é toda, que é realmente muito digna, porque está esmilçando, destrinchando, radiografando, apurando, organizando a história, e isso, anos atrás, houve uma omissão muito grande, houve uma negligência, houve uma leninência, houve até uma complicidade, na época, principalmente ali, da reação do sistema contra a lavajato. A reação aliás, que foi resumida pelo próprio barroso, quando ele disse que isso já tinha sido extraído da reação do sistema italiano contra a operação de mãos limps, que ele falou da reação da corrupção, que é 1) altera a jurisprudência, 2) demoniza a juízes e procuradores, 3) copta a imprensa para sequestrar na ativa, e reescrever a história, e que na Itália, a corrupção conquistou a impunidade, mas no Brasil ela quer mais, no Brasil ela quer vingança. Barroso descreveu isso, e isso é exatamente o que está acontecendo agora, só que, nesse momento, você tem mais melhores pessoas, você tem uma confluência de fatores que está fazendo, com que algumas pessoas se ergam, ergam suas vozes, até internamente em veículos de comunicação, porque nem sempre é fácil, você conseguir publicar uma matéria que incomoda o poder. Eu sei de espor dentro, duas décadas de atuação no jornalismo, a gente tem que lutar internamente, e às vezes não consegue. Você não é dono, você tem um dono, ou você tem um presidente do conselho, ou você tem um diretor de jornalismo, ou você tem alguém que está travando em razão de outros interesses. Então, você tem aí uma galera que está fazendo um bom trabalho, e aí é um trabalho coletivo, porque é investigação, apuração, e até a reflexão analítica, assim, um puxa um elemento, outro puxa outro, outro puxa outro, e tal, daqui a pouco, você tem um quadro. Eu vou tentando puxar, tentando mostrar também, ou mostrar alguns elementos dessa história, inclusive um advogado do Vorcaro. Foi só, então, exposou do Toffle, Roberto Ranjel, uma informação que eu dei, e várias outras aí, nesses vídeos que eu mostrei, e atu pra organizar a história, e mostrar onde é que estão os problemas, e mostrar causa consequência. Vocês foram passar um pano lá atrás, não quiserem fazer isso, fizeram a cordã, abraço no Toffle, do Bolsonaro no Sábado da Nois, pra comemorar a indicação do Caço no Nismar, iria proteger de rachadinho, os bolsonaristas não chamaram atenção, não criticaram. O sistema foi ganhando força, em prensa, muitas vezes, parte dos setores, é muito tolerante com abusos do STF, se for contra adversários políticos, se for contra rivais, e aí os bolsonaristas também, eles falam, "ah, agora e tal, não sei, o que é isso aqui?" Eu tava lá defendendo, em 2019, a CPI da Lapa Toga, investigação de ministro, apontando de escalada autoritária, eles não. Então você teve setores muito complacentes, mas aí você me pergunta, no fundo, se eu estou otimista, e não dá pra ser muito otimista no Brasil. Eu acho que. Eu costumo dizer que eu não trabalho com otimismo e esperança, eu trabalho com o senso de dever. Eu tenho que fazer a minha parte, eu me sinto impelido, moralmente, éticamente, a fazer a minha parte, porque eu tenho determinadas habilidades, determinadas dons, determinadas capacidades que foi desenvolvida, também, ao longo da minha carreira, pra fazer o trabalho jornalístico. E preciso fazer. Preciso ter autonomia, inclusive, liberdade, pra fazer. Então às vezes, você tem que sair determinadas parcerias, determinadas empresas, etc., pra poder apontar tudo o que você quer apontar. Às vezes, inclusive, às vezes, pera de janeleitoral, você tem a dança das cadeiras, aí, porque os interesses vão aparecendo e eventou as trocas vão sendo feitas, aí, em diversos veículos. Mas, eu busco conclamar as pessoas a se informarem, não simplesmente na superfície. Eu sei que é difícil que a gente trabalha, chega de noite, vê só a manchete, é o que recebe no WhatsApp, você tem algumas gerações, aí, mais antigas, inclusive, que tem muita dificuldade de se informar. Algumas pessoas mais jovens, mas todos também, porque algumas são massa de manobra, precisam orientar os seus pais, os seus familiares. Cada um de nós precisa fazer isso, porque a pessoa fica trabalhando em outra coisa, ou em casa, ou na rua, e fica recebendo no celular, propaganda, não é informação. Cara, recebe no WhatsApp, um print, recebe uma arte, e muitas vezes, aquilo não está de acordo com a realidade. Então, ele tem que checar, e ele não sabe onde checar, que aí, também, já não confia muito na imprensa, e tal. E, claro que a imprensa tem culpa, tem uma parcela de culpa, na falta de credibilidade que tem, mas, muitas vezes, os cidadãos também ficam muito suscetives, apropagando a política, que busca desde legitimar a imprensa, para que o líder daquele grupo político se torne a única fonte oficial da verdade. E você acreditar que político é fonte da verdade, é você ser muito idiota, e eu tenho que falar com todas as letras, que o político, em geral, age conforme os seus interesses. Até em determinados vezes, você tem esses debates, que é advogado petista contra a marqueteiro bolso-narista, e ninguém está tratando da realidade. A pessoa acredita que, "Ah, deixa eu ver aqui um debate entre esquerda e direita, você não está vendo um debate entre esquerda e direita?" Existe uma confusão muito grande no Brasil, envolvendo a própria ideologia. Você está vendo um debate entre dois membros de um grupo político, que eventualmente, vaçá-los da sua liderança. Isso não é um debate sobre visões de mundo que cobrem o ideário da direita e visões de mundo que cobrem o ideário da esquerda. Então, se você tem dois pesos, dois medidas, para avaliar um escândalo, uma sujeira, uma imoralidade, um crime, quando é no seu grupo político ideológico, quando é no grupo adversário, você não é de esquerdo direito, você é vaçá-los de político. Então, você tem todo um ideário direito, precisa estudar as pessoas que não conhecem, todo um ideário de esquerda. E, lamentablemente, no Brasil, vamos dizer assim, um simuláculo de ideologia está acima da descência, na escala de valor, na irarquia de valores das pessoas. Elas passam a interpretar aqueles membros daquele grupo, aquelas lideranças como a direita, e muitas vezes as atitudes são exatamente o contrário da tradição da direita, ou da tradição do conservadorismo, o libertarismo, mas ainda, aí identifica aquela outra liderança com a esquerda. E eu fui fazer um parente, não me lembra agora o que eu ia concluir, mas, enfim, você identifica aquelas pessoas com a ideologia, e muitas vezes estão se comportando de uma maneira diferente do que aquele ideário, e você se acha alguém de direita, porque defende aquela tribo contra a tribo adversária, isso é guerra tribal. Isso não é ideologia política, não é uma visão de mundo que você defende contra a outra. Então, é preciso resgatar esse senso de valores, porque, repito, sem moralidade, o resto se corroi. Então, se você está em razão da suposta ideologia, que é a ventada pela liderança daquele grupo passando o pano pro crime cometido por ele, você não vai ter a vantagem ideológica que você imagina, que virar no seu futuro, assim como eu estava falando da perspectiva econômica. Não vai ter a vantagem econômica, se você é cúmplice de roubo de dinheiro público, por exemplo, desviu, como muitas vezes se chama, mas é roubalheira, coisa de ladrão, mas, a rolimpa faz muita falta, senador da república, que foi pra tribuna, vai dizer, rachadinha é coisa de ladrão, seja o ladrão de esquerda, de centro ou de direita. Eu, uma vez, não me lembro se eu falei isso, já publicamente, vezes eu falo no bastidor, né? Eu entrevistei duas vezes o maior, então, acabei encontrando pessoalmente, e antes ou depois de uma dessas entrevistas, ou das vezes que ele foi lá na RA, a participar de outros programas quando eu trabalhar, eu falei, "Mai eu, por que que você é tão, que a gente vê que os políticos não são firme contra bandido, contra corrupto, principalmente?" Às vezes, até posa de firme contra a facção criminosa armada, em relação a corrupto, é molenga, quando não é, ele próprio corrupto, né? Eu falei, "Por que que você é tão firme diferente dos outros?" e ele falou assim, meu filho, fui policial, e como policial, a pior coisa que a gente tem que fazer, eu tinha que fazer, era da notícia de que alguém foi assassinado por um bandido pra família. E olha, quem já teve que passar por isso um monte de vezes, de dar notícia pra família, que perdeu um parente assassinado, um policial, um colega de corporação, assassinado por um bandido, ou perdeu alguém pra droga, etc. Se não consegue mais defender bandido, consegue, posso defender bandidos, vai contra a minha convicção. Então, ele criou inimigos, pessoas que ele defendeu, que ele foi, ele foi aliada, da família bolsa nada, e por um peu, quando vê a pressão do flyb, edu pai, que pegou o telefone do flyb, majorar em todos os detalhes, na entrevista pra mim, e deu outras por aí, eu falo palavrão e tal, e ele sabe qual foi a reação dele. Eu não esqueça as frases da entrevista do major olímpico, ele falou assim, "Quisé falar comigo como bandido vai ter a resposta devida, não tenho medo de príncipe herdeiro?" Aí, cara, eu quem entrevistei um senador, que é capaz de falar isso, eu fico vendo esses governadores, que estão sempre passando aquele pano, sempre tentando acordar, porque vai desgastar com eleitorado, etando o seu quê, eu fico vendo todos esses influências de redis social, que seja do lado lulista, bolsonarista, seja do lado de porta voz do suprano que tem muito. Esse agora os porta-vós do Centrão do Estef estão atacando o faquim, você reparar aquele pessoal que fica lendo o WhatsApp ao vivo. E a gente nem falou sobre os influenciadores de mercado que foram pagos pelo Master pra. E isso? A gente nem falou sobre isso? Não, não, tiver alguns. É mais um exemplo de como os métodos de reação do sistema se repetem. Então, você sempre tem a coptação de militância digital pra tentar manipular o pneu pública, pra distorcer a narrativa. E nós, o analista, tem que lutar contra isso, e tem que ser firme pra falar a verdade, quanta todo mundo mentindo. Você é atacar, eles tentam te intimidar. Então, passam a mentir sobre a minha família, sobre o meu trabalho, sobre o que acontece nos baixadores do mercado, e tal. Assim como me processaram por matérias verdadeiras que eu publiquei, perderam os processos, e me atacaram tanto que eu passei a processar. Diversos delinquentes virtuais ou militantes que encorriam pelo menos, não crime contra honra. E ganhei um monte de prostoga antes, olha, aliás, nos últimos dias até transcrevia ali. No X, a roba F, mora a Brasil, tá mesmo. No Instagram, eu sou Felipe, mora a Brasil, mas no X é F, mora a Brasil. Mas se botar lá, Felipe, mora a Brasil, você vai ver lá conta verificado. Botei o trecho de uma decisão. Então, você é no Brasil, você é pressionado a ser um palermo, você é pressionado a ser um vaçal, você é pressionado a ter medo de fazer o certo. E muita gente se deixa a intimidar. Mas aí, não pode ser jornalista, não deveria poder se quer ser político, não deveria poder ser juiz. Você é ministro de Tribunal Superior, porque nessas condições, você tem que encarar. Se não, essas pessoas não fizeram quem vai fazer. Excelente. Bom, Felipe, estamos chegando aqui nos finalmente. Acho que a gente tem o costume de fazer um ping-pong aqui, mas acabei nem tibrifando, nem te passando isso. Eu quero só que você deixe aí para nossa audiência, temos aí 900 pessoas nos assistindo agora, obrigado aí. Você que está nos assistindo, deixa o like aí. Deixa o like aí e lembra também de se inscrever no canal, a gente está chegando aqui nos finalmente. Se você que chegou agora, pode assistir a live inteira aí que vai achar muito bom. Deixe aí uma recomendação. Daí daqui, amanhã eu vou publicar o link aí nas redes sociais para ver mais gente aí também. Ah, legal. Deixe aí uma recomendação de leitura, a gente falou sobre tantos temas passando por ética, passando por várias coisas aí, eu acho que pode ser legal sem deixar uma recomendação de uma leitura para nossa audiência. Eu falei aí de ética nicômaco, livro de Aristóteles, lá do século 4 antes de Cristo, cartas de um resiliante, livro de sênica, mais próximo, ali mais contemporâneo de Cristo, livros aí que tratam desses assuntos. Se tem áudios misse, teoria dos sentimentos morais, a riqueza das nações, vale a pena ler para quem quer uma visão do conservadorismo, como tradição de pensamento, não disso aí que os bolsonaristas chamam de conservador, tem absolutamente nada a ver com a história desse pensamento, vale a pena ler. A obra sobre Edmond Burk, do Russell Kirk, autor conservadora americano, que redigatou vida e obra de Edmond Burk, livro principal, agora o título, um coisa de gênero, agora me fugiu o título, tem a capa verde, mas enfim, já indiquei um monte de artigos e publicações, acho que no meu Instagram deve ter algum destaque lá que tem mais indicações também, o outro conservador Michael Oakshod, Roger Scruton e literatura, né, cara, é porque muito da manipulação acontece, porque muita gente não tem o domínio da linguagem, e é preciso desenvolver a linguagem, o domínio da linguagem, e o que ajuda nisso é ler literatura, literatura tradicional, as obras clássicas, pode ler claro, literatura contemporânea também, muitas vezes serve até de porta de entrada, ler o que traz para você uma questão existencial, mas tentar avançar em tudo aquilo que desperta o seu interesse, para avançar para uma leitura que já tem alguma perenidade, que já tenha atravessado em um tempo e se mantido como algo importante, como algo relevante, muitas obras literárias para acelerar, mas eu, assim, muita gente me pergunta nas redes sociais, eu evito, estou falando aqui, porque enfim, eu estou adorando essa conversa, porque o que acontece na minha, nos meus artigos, escritos ao longo desses últimos 20 anos, tem muitos livros citados, muitos, porque justamente faz parte do trabalho analítico, você tem a bibliografia, você articulava, você mostrar determinadas tradições, você contrastar, você mostrar algumas coisas que acontecem agora mesmo já tendo sido diagnosticadas há muito tempo, porque as pessoas não conhecem, então se vocês lerem os meus artigos e eu espero organizá-los em livro e lançar ainda nesse ano, vocês verão ali uma bibliografia enorme, e aí terão mais dicas, mais referência. Excellent flip, então estamos chegando aqui nos finalmente, agora finalmente mesmo, se você quiser divulgar aí para o pessoal, acho que você falou aí, mas foi durante a live, quem quiser te acompanhar nas redes, quem quiser ver seu trabalho, fica a vontade aí para o pessoal te acompanhar. Mais uma vez, meu canal de YouTube, coloque na busca Felipe Morabrasil, canal, que aí aparece meu canal, e você clica no canal, e clica na aba vídeos, que é mais fácil pra você ver os vídeos mais recentes. Eu publiquei três em dezembro, e aí eu viajei e fui a articular aí meus novos projetos e tal, e devo voltar amanhã com um vídeo novo, sobre esse caso, do Master. E o YouTube ponto com o barra Felipe Morabrasil, se você for botar direto no navegador, no Instagram Felipe Morabrasil me sigam lá, aliás a maneira, assim, mais fácil de falar comigo, né, as vezes pessoas perguntam, talvez diariamente seja o próprio chat do Instagram. Em meio também, mas a gente se a gente dá e-mails, a gente fica publicando e-mails, chega mais lixo ainda no e-mails, porque não de vocês interessado em trabalho, eu adoro receber e-mails de leitor, mas é que as pessoas querem vender alguma coisa, né. Então eu prefiro não ficar divulgando e-mails, mas no Instagram, se você é medicional mesmo, eu não consegui adicionar, porque tenho um limite lá, infelizmente, 7.500, né, que eu possa seguir. Mas eu vejo, eu tento ler tudo e responder tudo, no mínimo, eu tento curtir ali, quando é uma coisa legal, às vezes me fazem perguntas muito complexas que demoraria um podcast de duas ou a responder, ou um livro inteiro que eu precisaria fazer. Então não dá, mas aquilo que é mais rápido, ali eu tento ajudar. No X, é @fmorabras, então no Instagram, é Felipe, mora Brasil, no X, f, mora Brasil. Eu estou fazendo agora, né, começou na terça-feira dessa semana, começou no dia 20, um podcast semanal, que já existia. Não pode que a gente levante com o Caio Blinder e o Samuel Feldberg, o zicon, isso aí, da cobertura internacional. Ninguém precisa concordar com tudo, mas são pessoas muito divertidas e é muito legal dialogar com ele. Então a gente consegue fazer ali no podcast levante, que está indo ao ar na terça-feira à noite, no canal da Extendweed Brasil, um resumão analítico do que está acontecendo nas pautas internacionais. No mundo, principalmente ali, Oriente Médio, Estados Unidos, passando por alguma coisa das relações exteriores do Brasil, do governo brasileiro, mas é muito legal porque a gente vê a gente fica focado nesses escândidos. Então pelo menos uma vez por semana, e cara, hoje, com esses fones, com esses celulares, e tal, você bota o fone no carro, no ônibus, não era o porto, quando você está entrando na academia, pessoal, vai correr na esteira, bota o fone, e o nosso podcast assiste aos vídeos, tem muitos momentos ali quando você está em casa, ou no seu cotidiano, que você consegue encaixar um aprendizado, uma informação, e a gente está fazendo portanto no canal. No YouTube da Extendweed Brasil, o podcast Levante foi ao ar o primeiro episódio que foi a Barbari, no Irã, e o Freinesi pela Groenland já está muito legal, são ali 40 minutinhos com esse resumão analítico, e está disponível em todas as principais plataformas de podcast, também pode procurar lá levante, botar meu nome, ou do cardio, Samuel. E vem novos projetos aí, já estão bastante adiantados para começar nas próximas semanas, então vocês vão saber de tudo se me acompanharem nas redes e no canal dito. Muito obrigada aí, primeiro com o vídeo que a gente fez, e a gente se recebe aqui na bancada, muito obrigado pela sua participação. E parabéns aí, pelo seu podcast, eu adoro iniciativas como as suvas de pessoas que gostam de adquirir conhecimento, gostam de conversar, toda essa polarização, essa raiva, essa incapacidade de ouvir o outro, está atrapalhando muitos, mas eu estou frequentando vários podcasts, eu fico assim, realmente entusiasmado, feliz, que tem tanta gente, que tem a sua plataforma para conversa. Então, a ouvir os outros e, abriamente, para a possibilidade, inclusive, de ela estarem falando coisas certas e, eventualmente, coisas que incomodam, só para não encerrar sem dizer isso. Um dos principais compromisso, que vocês, espectador, ouvinte, leitor, agora, do meu trabalho, se você estava conhecendo agora, eu já tinha ouvido por alto, mas nunca tinha ouvido, meus compromisso com você, é que, em algum momento, eu vou te incomodar. Talvez, tem incomodado, ao longo dessa conversa de diversas pessoas, talvez, vocês tenham visto aí, no chat, na seção de comentário, a gente me atacando, falando aí, espalhando aí algumas narrativas que se usam, falciando a realidade muitas vezes, mas, certamente, enfim, é o público inteligente que esse podcast tem, que está acompanhando e não vai fazer isso. Mas, o meu compromisso, eu ia dizendo, é que eu vou incomodar, em algum momento, e isso é bom. Se você seguir, só as pessoas que nunca te incomodam, que nunca te fazem, sabe, refletir, se sentir meio chacoalhado, você entra numa zona de conforto, de conformismo, que, em geral, atualmente, se chama bolha. E a bolha é um centro de manipulação, se você ficar preso, a bolha, você vai ser uma massa de manobra, e você vai adquirir uma unipotência porque as narrativas, numa bolha em geral, são simplistas, são fáceis, você vai acreditar que você está certo, que está todo mundo errado, você vai fazer um monte de falsos amiguinhos, de coleguinhos, que você não quer contrariar, mas isso não é o mundo real. E é preciso aceitar a realidade, é o primeiro dever, inclusive, intelectual, e moral é claro, então, abram a cabeça o pensamento sem deixar cair o cérebro. Boa, e fico convite para voltar, você que acompanhou, pode que este aqui até o final, já se inscreve no canal, desce o like, tivemos aqui um superchat, tivemos um novo apoiador também do nosso canal aqui, muito obrigado a todos vocês que ficaram, lembrando que o MarketMaker é toda terça, quinta, hoje está sendo ao vivo, porque a gente precisava falar com o Felipe, e aos domingos também a gente está fazendo o MarketMaker. E além disso, a gente tem risco o Brasil, na segunda-feira, a gente tem seconds, leva toda a quarta, e a gente tem criptanoeveslips todo sábado, então tem bastante conteúdo aí para você consumir, focado e mercado financeiro, se você gosta de investimentos, já se inscreve aí no canal e desce o seu like. E só para deixar bem claro, só falei muito o que me disseram, Felipe, é 2 horas, são 2 horas pelo menos, e a gente até passou. E deixa eu te falar, esse é um dos melhores, esse é um dos elogios que a gente mais recebe se você entra no nosso canal e você vê os comentários, é um dos poucos podcast que as pessoas comentam, que falam que deixa o entrevistado falar. E a gente gosta de me discutir. José me senti totalmente à vontade, foi um prazer enorme, e eu gosto de podcast porque, em geral, no meu dia a dia jornalístico, as vezes eu estou principalmente quando eu estava em grande vejo, você tem aquela grade, você tem aquele formato, você tem um tempo curto, mas para comentar o noticiário do dia, então você dá a informação, você faz uma análise, mas é uma análise mais rápida, mas para traçar um histórico, para fazer um cronologia, para refletir sobre questões de diversas esferas, é importante um espaço como pode ter questão, eu adorei para bem e vamos com tudo. Obrigado, você que ficou aqui, então, um forte abraço e tchau.
Podcast Summary
Key Points:
O Brasil enfrenta um problema estrutural de corrupção e falta de ética, que se repete devido à impunidade e à naturalização dessas práticas em diversos setores da sociedade, incluindo a política, o judiciário e a mídia.
O escândalo do Banco Master é apresentado como um exemplo recente e complexo dessa dinâmica, envolvendo uma teia financeira para lavagem de dinheiro, conchavos com o poder político (especialmente o "centrão") e tentativas de interferência em órgãos de controle como o Banco Central, o TCU e a CVM.
A entrevista destaca a importância da vigilância da sociedade e da imprensa para pressionar por investigações e responsabilização, alertando que, sem pressão constante, os escândalos tendem a ser esquecidos e as irregularidades, abafadas.
Summary:
A conversa inicia com uma introdução sobre a crise ética e moral no Brasil, onde a corrupção é minimizada e repetida devido à falta de punição e aprendizado com os erros. O país é descrito como uma "república do escambo", onde há troca de favores entre as elites política, econômica, midiática e judicial. O escândalo do Banco Master é citado como um caso emblemático que ilustra essa dinâmica, envolvendo esquemas financeiros complexos para lavagem de dinheiro.
O suposto banqueiro Daniel Vorcar atuou como braço financeiro do "centrão", buscando influenciar autoridades e órgãos como o Congresso Nacional (através de figuras como Ciro Nogueira), o TCU (com o relator Jonathan de Jesus) e a CVM. Houve tentativas de obstruir investigações, como a proposta da "emenda Master" e manobras no TCU, mas a pressão da mídia e da sociedade contiveram parcialmente esses avanços. A entrevista enfatiza a necessidade de vigilância constante para que tais esquemas sejam de fato investigados e punidos, evitando que sejam esquecidos com o tempo.
FAQs
O MarketMaker é um canal e empresa em crescimento, que realiza discussões sobre temas relevantes, como o caso do banco Master, com convidados especiais.
Felipe Mora Brasil é um jornalista carioca que mora em São Paulo há mais de 8 anos, com experiência em diversos veículos de comunicação e que busca independência editorial, atualmente desenvolvendo seu próprio canal no YouTube.
A corrupção no Brasil é vista como um problema cultural e moral generalizado, presente em diversos segmentos da sociedade, não apenas na política, e que se repete devido à falta de punição e aprendizado com os erros.
O caso do banco Master envolve um suposto esquema de fraude financeira e lavagem de dinheiro, com ligações a figuras poderosas do centrão político, como Ciro Nogueira, e tentativas de influência em órgãos como o TCU e a CVM.
Daniel Vorcar é o dono do banco Master, acusado de atuar como o braço financeiro do centrão, usando sua influência e recursos para obter favores políticos, como a proposta da 'emenda Master' no Congresso.
A 'emenda Master' foi uma proposta para aumentar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, o que beneficiaria o banco Master ao atrair mais investidores, mas felizmente não foi aprovada.
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