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#308 – Creator economy e o papel da audiência na construção de novos negócios | Com Ana Paula Passarelli, Chief Business Officer na Brunch, e Sarah Buchwitz, executiva de marketing e conselheira

52m 32s

#308 – Creator economy e o papel da audiência na construção de novos negócios | Com Ana Paula Passarelli, Chief Business Officer na Brunch, e Sarah Buchwitz, executiva de marketing e conselheira

A Creator Economy é um ecossistema vivo que abrange desde pequenos criadores até grandes empresários, todos monetizando suas comunidades por meio de imagem e reputação. O mercado foi inicialmente impulsionado pela verba de mídia, mas hoje envolve cocriação de produtos e negócios, com o criador assumindo papéis estratégicos. No Brasil, a publicidade ainda domina (mais de 70% da receita), o que torna o modelo frágil e dependente de campanhas de marcas. Para escalar, os criadores precisam desenvolver visão empresarial, profissionalizar suas operações e diversificar receitas, criando ativos além da própria imagem. Exemplos como Bruna Tavares e Julia Petit mostram como transformar influência em marcas independentes. Além disso, viver de tendências é arriscado; construir uma comunidade sólida e consistente garante relevância a longo prazo. A maturidade para delegar e buscar ajuda especializada é fundamental para o crescimento sustentável do negócio.

Transcription

8646 Words, 47903 Characters

Portuguese
Mas quando eu mergulho nesse assunto, quando eu conto mais eu estudo esse assunto, mais eu fico chocado com o tamanho desse mercado gigantesco. O dinheiro da mídia é o que sustenta e pavementou todo esse mercado que a gente tem hoje. Não é a toa que, como o mente, a gente vê o uso de influenciadores numa estratégia de marca, como amplificação de mensagem. Então, para mim, a beleza, como eu defino a Crater Economy, é um ecossistema de criadores, independente do seu tipo, que consegue em de alguma forma, a partir da sua imagem e da sua reputação, monetizar a sua comunidade. Olá, que é Pedro Van Guerner, social desse venture, esse é Grota Hólics, o podcast para quem adora inovação e empreendedorismo. A gente gosta de falar de vários temas que podem trazer algum site novo, melhorar sua performance ou simplesmente trazer fatos interessantes para você. E eu aprendo junto com vocês. Hoje não é diferente, a gente vai mergulhar nesse tema que parece que é novo, mas já vem se desenholando há vários anos que é a Crater Economy. A gente vai ver o tamanho disso, como que a gente está no Brasil, como que a gente se compara com outros mercados e muito mais. E obviamente eu trouxe duas pessoas extremamente especialistas no assunto, e eu queria dar boas vindas primeiro a Sara, Sara Buchvitz. - Isso. - Ah, estou ficando bom. Sara, te apresenta por favor pros nossos ouvintes. Oi, Pedro, para a Zerta aqui, obrigado pelo convite, mais de uma vez aqui, como a Inesperes, como a Ana. Eu sou a economista de formação, só que construí minha carreira no marketing, fui marketing a por 20 anos, em grães muito nacionais, como a Pepsi, como um delés, o MasterCard. E depois de 6 anos, se eu molda o MasterCard, eu resolvi me aventurar no mundo da Crater Economy. E fui trabalhar no flow, no grupo flow, podcate como CEO. Fiquem lá por quase 2 anos. Em julho do ano passado, eu resolvi sair da operação. Devolvia operação pro Dono, que é o Igor, continuou lá como soça e como um conselheira. E agora, eu estou nesse momento interessante de carreira, passei uns 6 meses descansando, quase 1 ministra pático. Estou voltando aos poucos, nos novos projetos, como o Simoosa Service, e assim vai. Então, aqui, namorando o mercado, mas continuando com o pé também, lá no flow, como um conselheira. Muito legal, ou seja, a gente vai beber na fonte aqui com a Sara, e também com a Ana Paula Passarelli. Seja muito bem vindo, Ana, se você pudesse apresentar também para os nossos ouvintes. Obrigada, Pedro, pelo estramar, a gente conversar aqui. Com esse tema que é tão importante, parece novo, mas de fato, a gente está falando de algo que já tem décadas no mercado. Tem décadas. E fui engraçado, eu vi na Sara falando aqui, que ela veio da economia, eu vinda a moda. E acho que esse é um traço da Crater Economy que vem para essa indústria, não necessariamente parte de carreiras comuns. Que legal. Em diárias de fora, não vem da comunicação. Em muita gente na Sara que atua nesse mercado, que vem de indústrias diferentes. E foi mais ou menos assim que eu vim parar aqui, 15 anos atrás, trabalhando com publicidade inicialmente. E 7 anos atrás, a Briabrante, que é uma agência que olha para a Crater, como cliente. Onde a gente ajuda nos envolvimentos de negócios para eles, não só na perspectiva de casting. Mas de fato, a gente tem uma agência que se coloca como parceiro de negócio do criador. E também da marca, mas colocar essas duas figuras tão importantes da Crater Economy na mesa. E não uma numa prateleira e a outra pagando o cheque. É menos a menos isso que a gente faz. Ó, se eu tenho tantas perguntas aqui, vocês estavam até comentando que o roteiro está tão replete coisa, porque eu tenho muitas dúvidas aqui para perguntar para vocês. Mas quando eu mergulho nesse assunto, quando eu quanto mais eu estudo esse assunto, mais eu fico chocado com o tamanho desse mercado, mercado gigantesco. Eu queria começar de maneira bem, one-on-one aqui. Como é que a gente definiria na visão de você o que é Crater Economy para vocês? - Eu estava tentando fazer esse exercício antes. Eu estava com bem que eu defino. - Cara. - Vamos lá. Posso começar? - Pode. - É que eu estou pensando aqui. Até para a Defini Crater Economy, da maneira como a gente tem hoje, a gente tem que dar uns passos atirais a entender como a gente chegou até aqui, porque conta do Mato que tinha influência. O Mato que tinha influência, o Pavemento, o Metcado, nos últimos, possivelmente 15 anos, para que a gente hoje tivesse o Brasil no top 13 de países muito bem posicionados em termos de liderança em Crater Economy. E porque a gente usou o Mato que tinha influência para pavementar isso, porque a gente foi no dinheiro da mídia. Sada já foi ser mostrado muito bem disso. Gertalmente ela se posiciona assim. Mas acho que, mesmo esses 15 anos, pavementados pela Verba da mídia, foram também criando algumas ficções que começam a ajudar a gente a ter o criador um pouco mais co-creador das coisas que vão sendo feitas. E para a minha palavra que define essa passagem de bastão, de mar que tinha influência para a Crater Econo, e está na cocreação. É em desenhar projetos, produtos, em conjunto com os criadores, que entregam volume de negócio, volume de venda, volume de audiência com certeza, mas que giram em torno de uma comunidade específica que a gente tem visto hoje com tanta fragmentação do entendimento de como a gente fala com audiência hoje, que não é tão simples assim, não é? São um disparo. A gente precisa falar de maneira diferentes para grupos diferentes. E o criador consegue fazer isso porque ele vive aquele ambiente. Ele conhece as dinâmicas daquele ambiente, seja daquela comunidade, a qual ele faz parte no interior do estado, seja naquele início específico, que só ele é especialista naquele assunto. Então, acho que a gente tem, sim, um pavemento muito grande baseado em mídia e audiência, mas a gente passa a ter uma visão em Crater Econo para pensar o produto e o negócio, agora com o criador também sentado na mesa. O que eu adicionaria sua fala é que eu olho a Crater Econo me quase como um ecossistema de muitos players. E um ecossistema muito vivo. Acho que a grande novidade da Crater Econo me foi colocar nesse sistema econômico, diferentes tamanhos de criadores ou de empresários, ou como a gente quer chamar. Então, a Crater Econo me consegue abraçar, desde um criador de mil seguidores que de alguma forma consegue monetizar o seu conteúdo, até um Sterbist. Então, para mim, a beleza, como eu defino a Crater Econo me é um ecossistema de criadores, independente do seu tipo, que consegue, em de alguma forma, partir da sua imagem e da sua reputação, monetizar a sua comunidade. Porque aquele monetizar a sua comunidade. E que pode ser via mídia, que foi como começou, ou via produtos próprios infícios. Então, acho que eu só adicionaria isso. Essa visão realmente de ecossistema, onde em que muitos players estão ali atuando, de diferentes formas, mas de uma forma bastante orgânica. O episódio de hoje está sendo gravado aqui, no State Studios, o Hub de Criação de Conteudo, que fica dentro do State. O State é um centro independente de inovação aqui em São Paulo, reunifalnders, investidores, empresas e pesquisadores, que estão construindo o futuro dos negócios. Inclusive, a esse Ventures é residente do State, e muitos dos convidados que passam aqui, também fazem parte dessa comunidade. Então, não é coincidência a gente gravar nesse espaço. É um lugar onde muita gente que está construindo o futuro dos negócios acaba, se encontrando. E pra quem quiser conhecer o espaço, usar o coworker, realizar eventos, ou até gravar aqui no Studio, é só acessar state.es e quando entrar em contato com o time, informe o coupon. State + AC e você ganha 20% de desconto. Obrigado pela parceria. Sara, você que economista e também já esteve do lado semou da mesa, quando eu estava calculávano no passado mercado TAN, do Uber, a gente fala assim, o mercado gosta tanto com taxi, vai gastar tanto com o Uber e só que é muito maior, é um mercado, ele criou basicamente uma nova categoria. Quando a gente faz de crita-recognom, o de onde está vindo o dinheiro, pra compor esse mercado, eu estou entendendo, aí, também você está literalmente vendo aí os negócios e o breakdown dos negócios, eu estou entendendo que existiu, assim, inicialmente, um deslocamento no búdio de marketing, pra esse canal, o que antes ia, pra um, sei lá, pra uma globo, pra um grande veículo desses, acabou sendo remoderando esses caras que trabalham em cima de plataformas de distribuição, aí, Facebook, etc. Mas eles também criam seus próprios negócios, então tem um outro impacto financeiro, como a gente entende esse mercado do ponto de vista de TAN, de finanças? Acho que quando a gente pensa na verba de marketing, ela não mudou, ela costina mesmo, o que você acaba fazendo é tirando de um pote colocando em outro. É. o marketing de influência ou a creator economy, sou ponte de vista do ananciante. Ele pode sair de diferentes lugares. E eu acho que vale a pena a gente entender qual é o depende do objetivo de cadação que você faz e quando você usa Crater Economy. Se você usa, por exemplo, um influencer que tem uma altíssima audiência, você é quase um dia de mídia, porque você está comprando o que é o câncio. Então, você pode sair de mídia. Ou a gente acaba tirando de produção, eu gosto muito de pensar no flow, por exemplo, quando a gente vem de um projeto. Eu utiliza seu verba de produção. Você não precisa ter o gasto em produção, por exemplo, não filme de 30 segundos. Então, assim, você está economizando alguns e pode economizar, literalmente, alguns milhões em produção, usando um trabalho mais orgânico que é feito um conteúdo orgânico, que é feito por um influencer. E ainda usá audiência dele. Então, o bolo pode sair de muitos lugares, pode sair da mídia, mas ele pode sair de produção. Ou até de ativação. Quando você utiliza também o creaton com essa ideia de poderizar a sua marca, né, ou falar, mensagem da sua marca, de uma forma mais granular. Então, não tem uma resposta única, eu acho que, para o CMO, os marketinghers em ação, ou mesmo para as agências, eu trabalharia a verba muito mais ligada ao objetivo dessa ação com o creaton, do que, efetivamente, né, ou de onde saia a grana. Perfeito. Você faz sentido, faz isso para o sentido, e entender primeiro objetivo, e segundo, como que vai ser da atuação daquele criador, vai criar, inclusive, com a dinâmica de trabalho, que a gente vai ter de isso. Porque o criador pode ser o veículo da infarmanção, ele pode ser o criativo da peça, ele pode ser o estratégista, ele tem cadeiras que ele pode sentar, depender do objetivo que a gente tem que atorrer, e, efetivamente, ele pode ser o que vai ser da atuação da peça, ele pode ser o que vai ser da atuação da peça, ele pode ser o que vai ser da atuação da peça, ele pode ser da atuação da peça, ele pode ser da atuação da peça, e isso também. Então tem o jeito certo de se fazer também, que eu acho que tem a ver com essa autenticidade do conteúdo, não é? Eu estava na Black Friday, eu fiz uma compra de impulso, eu comprei aquele masterclass, aquela plataforma, e aí eu estava vendo as aulas e tal tinha uma aula da Kim Kardashian, lá, preconceito o uso, mas eu vou olhar, eu estava num voo e eu comecei a assistir aquela aula dela, e explodiu a minha cabeça, eu falei, "Meu Deus, ela é uma máquina, ela é muito boa, e ela mostrava como ela criou o negócio, como que ela pegou o insight do cliente para gerar o negócio, e fiz uma, no final, eu estava com um caderninho cheio, cheio de insights, voltei para a canal, pessoal, eu tenho que pensar em vídeo, eu tenho que pensar em vídeo, mas aqui em Kardashian, eu exemplo de uma pessoa que captorizou muito a marca dela e acabou criando uma rôde de vários negócios, vezes de moda, maquiagem, tudo mais. Você que acompanha os criadores, você vê esse movimento, já é mais forte aqui no Brasil, a gente tem alguns ícones, assim, né, tipo, Virginia, que criou, você vê isso, e como você compararia o Mr. Beast, que criou uma marca que não tenha nem o nome dele, o Fista Bons, que não tem nem o nome dele, como é que é isso dele emprestar, e como que ele consegue hoje essa competência para tocar o negócio, como é que funciona esse tipo de parceria? A gente tem, sem bons casos no Brasil, e a gente não precisa nem longe, vai desde, dando a tavares, que começou criando um blog, e hoje tem uma das maiores máticas de beleza do Brasil. Então ter esse entendimento de que eu posso cruzar o meu nome, aquilo que eu comecei a construir como conteúdo, isso se tornar uma marca, passa por visão empresarial. E eu acho que aqui é o grande vale que a gente tem pela frente, da gente ir fazer com o mercado brasileiro, se torna uma potência também em Crater Economy, onde o criador é o centro do ecossistema do cara, porque a visão empresarial, você sabe muito bem disso, é um vale imenso que a gente tem que estar a avisar quando a gente vai empreender. A gente não está falando só de abrir um CNPJ, que é esse é o base, seja um meio ou um CNPJ dentro da sua categoria dos seus quinais, esse é o primeiro passo, mas atravessar o que é o empreendede todo dia, lidar com gestão de pessoas, delegar tarefas que você não tem mais que fazer, é um desafio muito grande para cabeças criativas. Você sabe imendir isso? A cabeça criativa, quem trabalha, eu sei que também tem cabeça criativa, gente. Quem atua com criatividade, tem muita dificuldade para delegar o que faz. Ao mesmo tempo, se a gente não aprende, tem que ser na barra, a delegá-albumas dessas funções, o nosso negócio não cresce. Então, acho que para a gente chegar numa expansão de novos e mais exemplos, de como a gente pode mostrar para o mundo, a Crater Economy, por jante, forte, protagonista, protagonizada pelo Crater, se dá pela visão empresarial e desenvolvimento dessa visão, de pensar o que é a sua influência, quando virar equatiu, o que é a sua influência, entre dentro da mesa como ações da empresa, como que você coloca outras dinâmicas na mesa de negociação que não seja só fazer a publicidade. A publicidade, hoje na Brasebe, mais de 70% do modelo de negócio de um influenciador. Então, ele é muito frágil, porque a publicidade pode simplesmente, lá na marca, desligar uma campanha e aquilo não tem mais. E depende do influenciador, operar aquilo não é um negócio. Que é o posto dele, né? Então, uma vez me pedo a vontade, eu digo que você dá para quem quer começar a criar conteúdo agora, só não crinada com seu rosto. Porque o seu rosto é um sol. Você tem 24 horas e você precisa dormir, você tem família, você tem que descansar, você tem que ser criativo, você tem que gerir sua equipe, você tem que gerer em céu o seu negócio. Não tem tantos outros assets que você pode criar em todo o de você. Aí sim, você tem um negócio que escala, porque se vira só a sua imagem, ele não vai escalar. A vida de todos os bons exemplos que a gente tem no Brasil, nós falamos da Bruna, Bruna criou uma marca com o nome dela, mas que hoje seguiam mais teram de ela é o asset de marca da empresa. Ela não é o produto mais. Julia Petif, eu fiz a mesma coisa. Eu já fiz uma coisa mais sofisticada, ela comprou uma empresa na salva, ela criou e a contém um grama, ela comprou, que é uma marca super querida na Bruna Brasil, que deixou de existir e ela torou-se de volta. Então você tem essa dinâmica de pensar, a extensão daquilo que eu represento e não só o meu rosto, ou aquilo que cabe num rô, como se fosse um cabide, sabe? O que você acha, Sara, sobre essa, esse gap de visão empresarial e construir realmente algo que não dependa de você e fazer um negócio, ficar estenda longe de ganhos. Eu não falo faz total sentido, e eu acho que é exatamente aí onde os criadores acabam se perdendo. Entendeu o momento em que você deixou de ser um pequeno criador que você escalou, e nesse momento, que a gente falou do delegário, o delegário nada mais é como que eu consigo abrir espaço para profissionalizar a minha empresa. Dentro do tamanho da necessidade de cada um, mas quando, como eu consigo abrir espaço para profissionalizar essa empresa, para que ela possa não depender somente de mim? Eu acho que esse é o ponto, porque depender de uma pessoa só é o maior risco que a empresa pode ter. Assim como depender de uma única receita, você tem uma empresa, se você depende de uma única receita, é um risco muito grande. Eu acho que a mesma visão para o criador, se ele depende só dele mesmo, ele está colocando todo o negócio dele em risco. Normalmente, o negócio dele não é só ele. Ele, a família, o pai, a mãe, os amigos, os parças, tem muita gente dentro desse ecossistema de cada um desses criadores, que não é realmente tão preparados. Então eu acho que o grande passo, eu acho que o Igor, por exemplo, foi muito inteligente entender que, no momento que o flow estava escalando, ele precisava trazer alguns executivos para a mesa, porque ele não tinha todos os skills para liderar um negócio. Eu acabei no último ano e meio trabalhando com ele, preparando para que ele pudesse assumir a cadeira de CO. Mas foi um processo. Então ter essa consciência de que, muitas vezes, quando você nasceu o criador, o que você sabe fazer realmente é conteúdo. E está tudo bem, gente. Eu acho que está tudo bem fácil. É a maravilhoso. É uma morte de você ser esse talento. Mas é importante entender que você pode não ter todos os talentos. E ter essa maturidade, eu acho que hoje, o grande ponto dos criadores, é o ponto da maturidade de entender que ele precisa de ajuda, como a sua, por exemplo, com a minha, para fazer um negócio deles calá de uma forma mais profissional. Os grandes exemplos, a gente vê o que contaram com mais pessoas para fazer isso acontecer. Então. Altamente especializadas. Despecializadas. Pensando na própria esse. Se você abordar algum criador, inclusive tinha a abordar, ele não vai funcionar uma conversa para pensar em investimento com um midiatide. Você vai precisar de um BP dessa pessoa, um histórico de negócio dela. Então, você conseguiu ter realmente. o entendimento de que vale colocar dinheiro nesse negócio, para onde ele está indo, para onde ele está escalando, essa visão de curto para as que a gente estava falando agora antes de começar, acho que deu uma minão um pouco a forma de se pensar, negócios inclusive, não só para creators, né? Acho que a gente está falando de maneira geral, que eu preciso dar o resultado na semana que vem e não ter uma visão de maratona, entendeu? A gente está desenvolvendo também precisa se sustentar de maneira um pouco mais autônoma, mas não a gente sempre vai ser dependente de uma ativação de algum tipo de plug de campanha que precisa estar ligado para continuar funcionando. É importante, né, quando a gente fala de creator, porque muitos creators vivem de hype. Isso é de grandes ondas. Não é para o próximo atrenda. Qual que é o próximo atrenda? Essa é uma outra visão, quando a gente faz um paralelo do empresário, do creator e das dois juntos, que é como é que eu construo a minha imagem, os meus produtos, o meu repertório, de uma forma que seja consistente e que eu não viva só de trend, né? E aí para a minha resposta é comunidade. Com forte a minha comunidade para que eu possa, no longo prazo, ter meus altos embaixo, mas que eu consiga manter a minha relevância. É, é. É, é. Que trends vão passar? Então passado. É. Eu tenho uma nova todo dia. E é, vamos lá, de fato, de fato, gente usar uma trend, ajuda a gente como um atalho a pra acessar as pessoas, porque o algoritmo entrega aquilo com mais rapidez entrega. O problema é que você acaba se rendendo a um mecanismo que você depende dele para funcionar. Quando você para de fazer, você para de aparecer para as pessoas. E a sua única marca, marca que você construiu, é uma marca associada à tendência do dia. Ah, não. Ou seja, ninguém vai lembrar o seu nome, vai lembrar assim, "Ah, tem aquela menina que faz umas dancinhas?" "Cês quesse o nome das pessoas?" Então tem uma certa desumanização em você também não cuidar da tua própria marca. E quando eu falo para a própria marca, Pedro, nem preciso dizer que é só o rosto dela, é da marca como todo, da comunidade dela. Tem tanta coisa que tem que cuidar com tudo, a gente pensa no negócio, do creio, que não depende só de fato de pegar a primeira tendência que ele viu, a primeira trend que ele viu no Instagram, sabe? Eu acho que tem essa armadilha do. como o dinheiro que ele ou ela recebe. É muito relevante, especialmente, por começa a vir a verba de publicidade, é difícil você diferenciar o que é éco-te, do que é o dinheiro do curto prazo, entender que isso acaba, ele tem um ciclo e aí você vai ter que. Agora, quando você está se surrando alguém, como entender, a gente falou muito do influenciador, marca de cosmético. Mas existem várias outras opções e possibilidades como você orienta essa extensão da marca dela para produtos que vão conseguir se beneficiar e beber e ao mesmo tempo também voltar para a marca dela e melhorar a própria. Da um exemplo de uma das nossas criadoras que é Juliana, Juliana, fala o nome, ninguém lembra, mas o pedifio dela chama "Scientista da Beleza". Ela é uma cientista, é uma química formada aqui no semerida do estado São Paulo, ela fez química e ela fez estética na espõe. Quando ela voltou, ela faz se impere, eu não quero nem criar conteúdo que ela fazia, ela quer lançar a minha marca. Ela entendeu que conteúdo potencializava o desenvolvimento da marca e da venda do produto dela. Ela se especializou, criou uma marca só voltada para quem tem pele com a Akini. - Isso é um fenômeno. - Nichu, o Seselefone. Antes de criar conteúdo, e depois começou a criar conteúdo, entendendo que aquilo potencializava a venda do produto dela. Ela não falou só de pele com a Akini, ela fala de várias outras camadas sobre pele. Mas quando ela vai falar sobre pele com a Akini, ela relembra que ela também tem uma marca. Para mostrar o produto e a eficiência do produto dela. Nichu, pedra, acho que é a palavra que a gente tem reforçado tanto. Acho que alguns anos atrás, a gente olhava para coisas com grande impacto, com milhões de resultados. Agora o começo tem sido muito para o próximo dos nichos, onde você tem, sim, o investimento menor, mas também tem um custo menor. E ali você vai regulando e ajustando o caminho para construir essas pequenas comunidades, que eventualmente nem vão ficar imensas, mas elas vão ser muito eficientes, muito produtivas. Você vai conseguir, elas são uma nutrida pela outra, aquilo constrói de fato a relevância que uma marca para participar dessa comunidade pode ficar mais caro do que fazer um anúncio no Prime Time da TV Abertra. Porque a gente está falando de uma qualificação de ídice, que é bem diferente do que a gente tem no tiro de massa. E acho que vale o mesmo conselho a gente poderia aplicar para uma startup. Ou seja, você tem que se tornar hiper especialista naquilo, o marketing do instance falou que é o barbell, ou você é o Mr. Beast, ou você hiper especialista, quem está aqui no meio geralmente não se dá bem. Agora, podemos fazer um paralelo entre o mercado americano, a gente pode até falar do mercado asiático também, o mercado ultra maduros e muito pujantes. O que qual o gap do Brasil? A gente falou ainda da publicidade, ser o predominante meio de. Mas o que mais? O que vocês diriam? Acho que a gente é muito engajado, a audiência extremamente engajada. A gente tem um espaço de produção de conteúdo, extremamente pujante. - Isso é sem dúvida? - O mercado brasileiro. O mercado brasileiro, então, nós temos centenas de milhares, acho que são 20 milhões. - Mais de 20 milhões de criadores no Brasil. - Wow. Que se consideram criadores de conteúdo. Mas o grande ponto para mim, Pedro, o Brasil não monetiza da mesma forma que outros mercados monetizam. Vou te dar uma estatística que eu acho bem interessante, o mercado de podcast. O Brasil é o segundo mercado de podcast do mundo. - Wow. - Tanto no YouTube que chegou a ser primeiro. No Spotify foi primeiro no YouTube segundo. - Wow. - Porque os podcasts. Em termos de audiência. No total, o Brasil faz 10% da audiência de podcast do mundo. - Meu Deus, é muita coisa. - É. Só que ele é só. Ele só faz 1% da receita. Caramba. Esse desbano do diaveiência. Não, porque ainda. O modelo de negócio de anuncio do podcast ainda não está redondo. Os anunciantes ainda não entenderam como nos Estados Unidos. Por exemplo, o potencial do podcast. - Tem marcas que. - Muito mais como risco. - Sim. - Do que, principalmente, as marcas que não são nativas. - Exatamente. - Com a dinsider. - Ai, você esquece de. - Ah, ah, ah. - Eu me adicarei. - Eu me adicarei. As marcas que entenderam o potencial da economia criativa, como, por exemplo, nos podcasts como a Insider, se construíram isso. Então, eu brinco que a Insider era o finger, do aeroporto do HBC. - Todo o aeroporto se entrava. - Sim, é que tem um é. A Insider fez o mesmo, a estratégia de marketing antiga. Mas a forma é a mesma. Consistência. Pega um mercado, pega um meio. E seja consistente da forma que faça sentido. A Insider, por meio um grande exemplo que eles conseguiram, não surfar, mas surfar é uma ondinha. Eles fizeram construir uma marca no meio ultra-consistente. Então, voltando pro mercado, a gente poderia falar de muitas estatísticas, mas o meu ponto do mercado brasileiro é. A gente está muito avançado em termos de produção de conteúdo, qualidade, diferentes nichos, bitch-up, bitch-up, bitch-up, a gente tem um mercado, bitch-up, proteção de conteúdo, sem influenciadores de link edinho, muito sofisticados. Mas ainda receita, não vem na mesma proporção. E aí tem vários fatores, né? Eu acho que tem esse fator do risco, não sei, eu te entendo também, um fator, que eu não posso deixar de falar, que é o modelo do mercado publicitário. É o modelo hoje em que os incentivos estão mais voltados para mídia tradicional ainda. Então, por mais que os criadores sejam grandes potências de aldeia, ainda briga, né? A pergunta anterior, ainda briga com dinheiro, que ainda está muito incentivado para mídia tradicional. É verdade. É ótima esse ponto do podcast que eu não sabia. É ótimo. É o cidade. Acho que tem. Se a gente chegar para o top 3, vamos de Aua Brasil, com certeza China e Estados Unidos, em terinos de mercado influenciadores. Escaçada falou gente, o Brasil é criativo. A gente dá de ideias, em criatividade, em redes sociais, e em criatividade. É incrível, né? É capacidade. Tem que ir alcançar gente na capacidade criativa, de fato, nesse momento digital. Eu não acho que é um gap que existe entre esses grandes medicais, mas eu acho que são associados muito à cultura de cada país. A nossa cultura está muito enraizado em resolver as coisas criativamente, não necessariamente buscar o dinheiro para isso. Enquanto no mercado americano, você já tem uma visão de empreendedorismo que nasce na infância, que já é ensinada na escola. Então, de certa forma, ele já vai, quando ele cria alguma coisa, não, eu vou criar isso aqui para virar um negócio. Enquanto na China, a gente está falando de criar conteúdo para o varejo, nas lendárias e andares de pessoas criando lives, fazendo conteúdo ao vivo, para vender produtos, onde o produto passa sempre segundos na terra. culturalmente, funcional, apos Estados Unidos, aquele modelo, funciona para a gente. A gente entendeu que era sendo criativo. Acho que é que é onde vem o equilíbrio agora, que a Sara colocou muito bem. A maneira como se pavimentou foi com o dinheiro de mídia. Esse dinheiro também tem um teto, e não acho que ele seja o único e o maior dinheiro que a gente tem na mesa, o pote para a gente ir buscar. Acho que tem outros dinheiro, os pedros, que também podem começar a acitcular dentro da Crater Econome, que vão desde Ventricaptor até os dinheiros de inovação, dinheiro do varejo, dinheiro de gestão e treinamentos, porque craters são muito bons em termos de era de informação, em construir conteúdo que ajuda também dentro das empresas, nas trilhas de aprendizado dentro das empresas. Olha quantos criadores especialistas a gente tem no Brasil. Acho que tem tantos outros potes que a gente pode buscar, para realmente fazer um modelo de negócio, não depender de uma única fonte de receita. Porque se depende de um só, em especial, o dinheiro da publicidade da mídia, a gente é muito vulnerável que acontece do lado de fora do negócio. Lembre-se, por exemplo, esse ano, estamos em 2016, a gente tem pela frente de uma Copa do Mundo e é eleitoral da presidência. Não vai ser fácil o próximo semestre. Para o praia de mídia, quando a gente pensa assim, a eleitoral já vem, "Ah, meu Deus, a gente já sabe que vai ser difícil." Se a gente depende de um único jeito de ganhar dinheiro e esse jeito de ganhar dinheiro, vai ser afetado por n razões que não dependem de você como em dono do negócio. Você precisa de outras fontes. Leitura de mercado, mas a gente volta no ponto da gestão empresarial, de se entender como empreendedor, não como um frila. Acho que tem um pouco disso. Às vezes, ele se sente um pouco como fazer um frila. E talvez, um jeito como ele chegou aqui. Exato. Mas da aqui para a frente, a reverencial que te toda você tem aqui, mas da aqui para a frente tem que mudar. A gestão de negócios precisa vir. Tem outro ponto em relação ao mercado brasileiro de criação, que eu acho que a produção de conteúdo, que é uma vez que esse conteúdo não é monetizado, no seu total, na sua totalidade, o criador tem menos poder de investir no seu próprio conteúdo. Então, hoje, no momento em que a inteligência artificial está traduzindo o conteúdo de uma forma muito rápida e orgânica, aqui tem um outro risco para comprar a crater con o meno Brasil, aqui os conteúdos internacionais, que têm uma capacidade, uma entrega de produção muito boa, muito alta, você vê uma diferença muito grande de qualidade de produção. Tem um premium de produção muito grande. Aqui é um outro risco que eu queria trazer para nossa crater con o meno Brasil, com que a gente está vendo hoje, pelo menos os grandes criadores podem sofrer muito, porque eles estão competindo agora com criadores internacionais, que tem um potencial de investimentos de produção, que não chega nem perto dos criadores brasileiros. Esse é um outro ponto da nossa economia que eu acho que vale a pena discutir, que a gente escute bordo à produção, na verdade. Bom, a gente acabou de passar com um debate para intenso e importante sobre a conta de tela, para falar do audiovisual, o debate que a gente vai ter em relação a criadores estrangeiros, terá dos índios dos conteúdos pro Brasil, se dá na mesma proporção, porque criativo a gente é, a gente está conseguindo colocar o produto muito bom a disposição da sociedade para assistir em todos os canais, de poder caixas a vídeo no YouTube, de TikTok e Instagram. Na imprata, a gente sempre tem um conteúdo muito bom lá, mas de fato, a gente ainda não aterava a sua barreira de transformar isso num modelo de negócio consistente. Ele é pontual, ele dá dinheiro depois para, ele dá dinheiro depois para, ele precisa realmente ter uma terria consistente. E aí, Pedro, eu acho que tem aí volta no topo da Sara. O quanto vai ser importante nesse momento de levantar a crater da Côna e Brasileira para um novo patamar, é que assim como eu e Sara viemos de outros segmentos, a gente vai precisar de mais gente de outras áreas que consigam ter às vezes as inteligentes em superadentro e das indústrias, para garantir que a gente comece a fomentar coisas novos perspectivas de como desenvolver-la, porque até então a gente está muito calçada na criatividade. Beleza, já somos criativos, entendemos, a gente é excelente. O que mais agora é como que a gente realmente sistematiza, construir modelos de negócio e está na isso consistente. Sara, mencionou um ponto aí da inteligência artificial, o Mr. Beast, famosamente, eles encontram dublador em cada país aqui no Brasil, o dublador Domiananha, o dublador do Boz dele, tal. Mas hoje com tecnologia eu consigo fazer os lábios dele mexerem com a voz dele, o que reduz a barreira de consumo de qualquer conteúdo de qualquer criador no mundo. Mas a gente também está vendo criadores virtuais, avatares, tem influenciadores de fitness digital, como vocês vêm essa influência do AI nesse mercado? Eu acho que você gerência mais. Eu vejo, de verdade eu vejo de uma forma bastante otimista, porque você vai ter, acho que tem dois pontos, um ponto de mais opções de criação de conteúdo, então assim, poder, e aí ela quebra barreiras de criação e de produção que a gente não imaginava. O vídeo de qualidade, né? O andar de preço, velocidade, então assim, ela pode ser uma excelente e é uma excelente ferramenta na produção de conteúdo, isso é um fato. A gente tem que saber, por outro lado, ela pode deixar tudo mais pasteurizado, então assim, o que a gente pode ver são como vai ver, provavelmente, é uma homogenização de um conteúdo. E o que isso implica, tem o lado ruim, o lado bom, o lado ruim, que se você usar isso sem um critério, sem criticar, você vai cair naquele meio que a gente já falou que não funciona, ou se você ficar nas duas pontas, ou do supermixo, que você vai trabalhar o seu produto de uma forma especializada por uma comunidade, ou se você conseguir ser ultra-autêntico, que você pode falar com as massas, um jeito único, você vai poder surfar nisso, utilizar o AI com uma grande ferramenta de produção, mas sem que ele domine o seu conteúdo. - Hã? Hã? - Até existe uma questão, né? A gente já está farejando os nossos cérebros conteúdo de AI, né? - Deça o AI. - A gente já olha lá. Não é sobre isso, é sobre a gente já. Isso, AI, a gente já consegue detectar. O que faz com que a autenticidade suba no ranking, ou seja, esse lado tem um elemento e hoje com AI da gente elevar, talvez nivelar a qualidade de produção, talvez até atuar nesse ponto que você falou. Agora o cliente é trazer um outro ponto aqui, que os creators estão invadindo todos os setores, que a gente pensa em prendedores, e aí também tem pacto que a gente vai desenvolver software, o custo de desenvolver software e o tempo está caindo, ou seja, aquele sás lá que ele usava do sitio ou super robusto e tal, hoje a gente senta aqui, no matário, e a gente criou um produto juntos. Então a distribuição está estornando um fator crítico aqui, e a gente está vendo muito founder, assumiu o papel de creator, falar, às vezes, fazer aquele build em public, construir, como vocês vêem isso como uma ferramenta, talvez, para empreendedores usarem. Vou juntar um pouco da resposta da pergunta anterior, que Sara trouxe esse olhar da AI, porque quer falar dos influenciadores virtuales, porque isso vai conectar bastante com a sequência da resposta. A gente sempre foi influenciado por personagens, desde a nossa infância, a gente é sequência na frente da televisão com nós, e que a gente cresceu assistindo o desenho, se identificando, inclusive, como personagens na TV. Se a gente for fazer um paralela, quase como se a gente vai se emulando a mesma coisa agora com os influenciadores virtuales, eles se criam um esquim daquela personalidade, a diferença que a gente tem aqui, se dá exatamente na atensidade, que é antes. Quase como se eu tivesse um contrato emocional com Mickey? Eu sei que o Mickey é um desenho, então existe um distanciamento de saber que aquilo ali é um personagem, e não é alguém na vida real. Quando a gente tem, inclusive, agora, é bastante assustador, que você vê que já não dá mais prédio emificar algumas coisas do real, ou não, você vê um influenciador virtual de fitness, por exemplo, que eu vi passei o olho não desses esses dias, ela fazendo exercícios na academia. Se eu olha, você não dá, você tem que ir com muito acidentário para você ver que não é verdade aquilo. Então a gente está usando daquele contrato emocional que a gente cresceu desenvolvendo com um personagem aplicado a uma emulação da realidade. Então o vale da estranheza aparece, que é "pera, mas é um personagem, nossa, mas parece tanto com a pessoa". Então tem alguma coisa estranha aqui. Eu trago a autenticidade, pedra com uma palavra importante nesse jogo, porque qualquer estratégia que um founder vai tomar, uma estratégia que uma empresa vai tomar, ou na contratação de influenciadores, que vão ser os influenciadores da empresa. ou em tornares funcionários da empresa, os prótuos influenciadores dos produtos, qualquer tipo de estratégia que vá trazer essa autenticidade para a mesa, tem que ser de verdade. Porque se ela não for de verdade, é muito rápido de se desmascarar. É muito rápido de descortinar e ver que aquilo não é verdade. Porque a personagem não se mantém por muito tempo. Ah, não sei que a gente seja falando do Mickey. Não é do Mickey que a gente está falando. A gente está falando numa construção de realidade. Então trazer a torna, que é de verdade dentro da empresa, é o melhor acete nesse sentido, seja o funcionário, o founder, uma equipe de influenciadores, se não ganha de uma média, que tem dentro da equipe de social medias da marca, eles também são influenciadores dentro da empresa. Então, trazer essa verdade do que acontece no bastidor é uma coisa que conecta, que faz a gente se sente parte daquela construção, mas tem que ser de verdade. Eu acho que não tem fórmula. Acho que não existe uma resposta única para sua pergunta. Se o founder deve ou não criar conteúdo, eu acho que, como o economista, eu vou falar que depende. É uma coisa muito boa. Eu acho que realmente depende muito de muitos fatores. Qual é sua indústria, qual é o seu produto, qual é sua conexão? O que você está vendendo de verdade é compreparada a sua empresa, compreparado você estar para assumir esse papel. Então, antes de responder essa pergunta, eu devo ou não ser um influencer. Eu acho que o founder, seu conselho, seus executivos, e toda equipe, tem que responder outras perguntas antes, que são essas. Ligado à autentidade, porque no final, autentidade. Essa é a moeda nova. É um parado para entregar autentidade sobre ponto de vista do meu produto, sobre ponto de vista do meu negócio, sobre ponto de vista da minha imagem e da minha reputação. E sobre ponto de vista do meu tempo. Eu tenho publicação para isso. Vai ter tempo, é uma ótima. Eu vou fazer. Vou ter tempo para fazer. Com a minha capacidade depois de responder todas as lides. Então, parece simples, Pedro, mas não é porque a gente está falando aqui do empreendedor, do dia a dia do founder que está ali batalhando todo dia, e aí vê uma fórmula que funciona. E acho que vai funcionar para todo mundo. Funciona muito bem, sim, é o marketing digital que a gente chama. Existe uma fórmula que funciona bem, mas ela requer muito cuidado. E adaptar a mim e para o seu contexto. Muito para o seu contexto, para o seu consumidor, para o seu público. Acho que uma coisa que o creator faz muito bem, que pode ser um pouco dessa não-madica, mais um aprendizado para todos nós, o creator está ali no dia a dia com a sua comunidade. Então, ele está ouvindo, ele houve, de beque, ele houve, comentário, por mais duro que seja. Eu acho que o creator, ele tem o bom creator. Ele está sempre de olho do que está acontecendo, porque ele é o produto. Então, ter o olhar de creator em relação a sua comunidade, que é o empresário, o empreendedor, ter o olhar em relação a seu cliente, e tudo que está em volta disso. Eu acho que é o grande ponto. Então, devolcer um founder influencer. -Petez de ser sempre, né? -É. Pode dar certo, pode muito, mas você está preparado. Se tiver, "mau, vóra, vai." Mas, assim, vai muito além de começar a fazer post no link editor. Perfeito. Eu acho que pegando o que na falou, se a gente quiser ser, a gente vai responder cada vez melhor a autenticidade. Ela pode ser expressa de ene formas. Por exemplo, a própria tropica, que é uma empresa multibillionária, ela lançou, acho que nos últimos 30 dias, mais de 20 realizes de software. Aí, "Ah, lançamos isso aí. Vejo o que você acha?" "E aí, gostou, não gostou?" "Ah, olha como é que a gente fez, olha como a gente pensou nisso." "A gente nunca pensou que uma Microsoft fosse fazer isso." Então, assim, a autenticidade acaba sendo refletida de várias formas no dia a dia. -Una certa vulnerabilidade. -Bulnerabilidade. É isso. Sou como você. -Você abre o jogo, assim, você tem que se permitir a vulnerabilidade, que geralmente a gente não se permite. -É, dá medo, não? -Ela tem a grande moeda em todo, da autenticidade. Como vulnerável, você está disposto a ser diante das pessoas que você quer construir junto. -É, mas mais ou menos também, né? Porque o quanto esse mercado, de verdade, aceita vulnerabilidade. -É, é. -Então, assim, todo mundo é superman, todo mundo é superwoman. -De novo, é você tem que medir. -Exatamente. Qual é o. De novo, qual é o seu papel? Qual é a sua história que vai ser a mais autentica possível para gerar resultado? É verdade. Não vi de uma disputa de quem sofre mais de gente. -É, é. -Trapaste aí, ou. -São as histórias que dão mais, que trazem mais lites. -Ele me deram. -Eu concordo, eu concordo. Bom, a gente já está chegando aqui. Eu sei que vocês têm uma agenda aqui, atribuladíssima, mas eu já queria pedir uma. Fazer um pedido final aqui para gente encerrar o nosso podcast. É, eu estou olhando aqui para. Passou voando. -A verdade. -Eu, por mim, ficava mais meia hora que a gente está sentão autentico aqui. Mas, que é. A gente sempre convida que as pessoas estão participando para falar uma coisa que está inspirando, elas momento, uma curiosidade, uma coisa legal. Como está falando um assunto tão estimulante, você tem acesso a tanta coisa legal? O que vocês têm visto de legal aí, que vai inspirar o pessoal que está nos ouvindo ou nos assistindo? -Eu posso falar da supermãe, supermãe. -Eu joguei a bola para a Sara aqui. -Tem gente, eu estou fazendo um curso na Emaite, fiz o primeiro 18 semanas de liderança e agora a J.I. Então está sendo super. E eu não tenho um, eu aprendi um conceito, eu não sei se é novo, está para mim, foi novo. -Não, não sei se é. -Vamos lá, vamos lá, que é bom. -É que se me avas supermães. Vizem, isso eu tenho até um livro, que em Fezá, a aula, era o professor que lança o que tem, o autor desse livro que chama "Supermães", e que ele estudou, é algo que parece óbvio, mas eles conseguiram colocar isso em teoria, a acadêmica de que. É o que são supermães, quando você efetivamente soma a inteligência humana com a inteligência artificial. Então eles fizeram alguns testes, quando você usa numa tarefa, só a inteligência artificial, ou só a inteligência humana, ou as duas juntas de uma forma coordenada, as duas juntas têm melhor resultado. Então eu estou muito entusiasmada com o conceito de supermães, e ele não é só juntar, mas é juntar de uma forma consciente inteligente, entendendo o papel de cada um dentro de um processo. Então por exemplo, num processo de planejamento estratégico, onde é que entra o homem, onde é que entra a máquina? Os dois juntos têm um potencial gigante. -O meu conceito hoje que está me animando são das supermães. -Supermães e Sara para quem está ouvindo como é que o pessoal entra em contato com você. -Comigo, tenho meu link de Instagram ou meu Instagram. Pode entrar em contato comigo, eu falo mais de supermães, de crater, de marketing. Eu vou ajudar a sua empresa a crescer mais. -Trigado, Sara, Sara, que definitivamente é uma supermãe aqui com a gente. -E uma mesa aqui, João. -É muito legal estar falando antes aqui, né? -É o Sabia que a gente seria aqui no nosso pau, Ana. -E que seria a direita? -Está convindo a Sara, eu lembrei de uma coisa, acabei de voltar desse exercitável. E fiz uma trilha bem diferente, porque quem acompanhou um pouco, a Taudiência acompanha bastante esse assunto. O Convention Center, que é onde acontecia o exercitável, boa parte dele, ele foi demolido e vai ser construído um novo Convention Center. Nisso tem um grande buraco ali, o evento se espalhou pela cidade para continuar até 2019. E aí eu aproveitei para fazer uma trilha diferente, porque são mais de 3 mil atividades. Então, é bem possível que cada pessoa que vai para lá tenha um evento diferente na sua agenda, porque é muita coisa. E eu fiz uma trilha, porque o evento acontece paralelamente a uma agenda de inovação e de música. E eu fui pela música, escolhi a trilha da música para conhecer quem está fazendo os bastidores desse mercado. E foi lá, gente, que eu comecei a entender que eles já estão em 2050, quando a gente fala de "ah, eles já estão discutindo, pose a proteção da propriedade intelectual". Hoje, quando a gente fala de música, a gente não chama música de conteúdo. A gente chama de música. A gente não chama um filme ou uma novela, uma série de conteúdo. A gente chama de "Dutual de Visual". No conteúdo digital, é conteúdo, é o pastel que sai todo dia. E isso se dá também por certa dificuldade de regulação que a gente tem para o mercado. Enquanto isso, a tuta-me da música já tem tanta dinâmica interna de regulação, porque se você subir um vídeo no seu Instagram com uma música que você não pode, não tem o direito de usar o vídeo card. Se eu pegar um vídeo da Sara e reagir aquele vídeo no meu perfil, mesmo falando mal do vídeo dela, o meu vídeo continua no ar. A não ser que ela mande todos os seguidores dela derrubarem o meu vídeo. Então, a gente tem uma série de dificuldades ainda de proteger, tá vendo a visão empresarial como bate até em política pública. A gente ainda não tem isso. E aí, ouvindo os advogados da indústria da música, eu descobri que já existe ferramenta que faz aí a desaprender a usar uma música. - Wow. - Vocês imaginam que momento está chegando isso. Porque até ano passado, dizia que. que isso não dava pra fazer. Agora já existe essa ferramenta da Sony. Então, se, por exemplo, eu sou uma artista, criei uma música, a Sony é minha distribuadora. Eu posso dar um obtim pra que ferramenta de IA usei a minha música pra aprender a criar outras músicas. Mas eu estou licenciando, em determinado momento eu posso dizer, não quero mais. Eu desligo esse botão e as IAS que aprenderam tem que deletar tudo o que eu prenderam até ali. Então, a gente está vivendo um momento ali que acho que de novo, 2050, de entendimentos de posiar que a gente que está olhando e agora, como curiosos, que a gente estava falando aqui. A gente ainda não olhou, porque a gente entende conteúdo ainda como um passivo, né? Que a gente faz todo dia, enquanto músicos e a indústria de filme já entende que o que ele escreve é uma obra, né? É um produto. A gente ainda não tem. É isso. A gente não entende o conteúdo. É isso. A gente não entende conteúdo como produto. A partir do momento que a gente tem essa virada, a gente entender conteúdo como produto, a gente passa a olhar mais para a propriedade, e isso, a segurança e licenciamento de circuncerteza a melhoria do modelo de negócio que a gente tem que colocar na mesa. Nossa. É supermãe de legais. É que a possa ser mais. Wow. Eu achei a vocês, a cabaretaram as inspirações, aí, foram fantásticas. E a, na como é que o pessoal te encontra e a brunch? Ah, e a brunch, vocês podem procurar em brunch.g, no site e também no nosso Instagram. A gente tem uma newsletter sobre Crater Econos, o meu bastidor. Isso chama CreatorSia. Só procurar CraterSia.com.br, seja em conta todos os conteúdos por lá. Geneal. E muito obrigado a vocês e muito obrigado a vocês que nos assistiram ou viram até aqui. Espero que vocês tenham tirado tantos insights quanto eu tirei. Eu adorei a conversa, sai super inspirado daqui. E se você curtiu, marca a gente, a roba Ace Ventures nos seu, na sua mídia social favorita que a gente adora quando você comenta alguma coisa que a gente faz. E se você quiser se juntar a nossa comunidade, nós temos a comunidade GrowthRollex onde a gente debate todos os temas que a gente fala aqui no podcast. Obrigado. E até a próxima. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A Creator Economy é definida como um ecossistema de criadores que monetizam sua comunidade com base em imagem e reputação, independentemente do tamanho.
  2. O mercado foi pavimentado pelo dinheiro da mídia, mas evoluiu para incluir cocriação de produtos e negócios, com o criador como parceiro estratégico.
  3. A verba de marketing para criadores pode vir de diferentes fontes (mídia, produção, ativação), dependendo do objetivo da campanha.
  4. No Brasil, mais de 70% do modelo de negócio dos influenciadores ainda depende de publicidade, o que é frágil e precisa ser diversificado.
  5. A profissionalização e a visão empresarial são cruciais para criadores escalarem seus negócios, delegando tarefas e criando ativos além da própria imagem.
  6. Exemplos de sucesso no Brasil incluem Bruna Tavares e Julia Petit, que transformaram suas marcas pessoais em empresas independentes.
  7. A dependência de tendências (hype) é um risco; construir uma comunidade forte e consistente é essencial para a sustentabilidade a longo prazo.

Summary:

A Creator Economy é um ecossistema vivo que abrange desde pequenos criadores até grandes empresários, todos monetizando suas comunidades por meio de imagem e reputação. O mercado foi inicialmente impulsionado pela verba de mídia, mas hoje envolve cocriação de produtos e negócios, com o criador assumindo papéis estratégicos. No Brasil, a publicidade ainda domina (mais de 70% da receita), o que torna o modelo frágil e dependente de campanhas de marcas.

Para escalar, os criadores precisam desenvolver visão empresarial, profissionalizar suas operações e diversificar receitas, criando ativos além da própria imagem. Exemplos como Bruna Tavares e Julia Petit mostram como transformar influência em marcas independentes. Além disso, viver de tendências é arriscado; construir uma comunidade sólida e consistente garante relevância a longo prazo.

A maturidade para delegar e buscar ajuda especializada é fundamental para o crescimento sustentável do negócio.

FAQs

A Creator Economy é um ecossistema de criadores que, independentemente do seu tipo, conseguem monetizar sua comunidade a partir de sua imagem e reputação. Isso pode ser feito via mídia, produtos próprios ou outras formas de negócio.

A principal diferença é a cocriação: o criador passa a ser co-criador de projetos e produtos, sentando à mesa com as marcas. Antes, o foco era apenas na amplificação de mensagem via mídia.

O dinheiro vem principalmente de verbas de marketing, mas pode sair de diferentes áreas, como mídia, produção ou ativação. Depende do objetivo da ação com o criador.

O maior desafio é desenvolver visão empresarial e aprender a delegar. Muitos criadores têm dificuldade em profissionalizar a gestão e diversificar receitas, saindo da dependência exclusiva de publicidade.

Depender apenas da própria imagem limita o crescimento e aumenta o risco, pois o negócio não escala e fica vulnerável a mudanças de tendências ou campanhas. É importante criar outros ativos, como marcas ou produtos.

Construindo uma comunidade forte e consistente, em vez de viver apenas de trends. Isso permite manter relevância mesmo quando as ondas passageiras passam.

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