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303 - Brooklyn Mirage: Balada Estranha ou Assassinatos do Smile Face? | EUA

50m 36s

303 - Brooklyn Mirage: Balada Estranha ou Assassinatos do Smile Face? | EUA

O episódio do podcast "Café Creme e Chocolate" narra duas mortes suspeitas ligadas à casa noturna Brooklyn Mirage, em Nova York. Em junho de 2023, Carl Clement, 27 anos, foi barrado na entrada da balada por suposta embriaguez, mas testemunhas o viram caminhando normalmente. Horas depois, seu corpo foi encontrado afogado no Newton Creek, sem ferimentos que explicassem a queda de um alambrado com arame farpado. A polícia classificou a morte como acidental, baseada em exames toxicológicos que mostraram THC em seu organismo. Duas semanas depois, John Castic, também 27 anos e analista do Goldman Sachs, saiu do mesmo local por volta das 2h30 da manhã, dizendo não se sentir bem. Seu corpo foi achado boiando no mesmo riacho, sem camisa, mas com celular e carteira nos bolsos. Testemunhas relataram ter visto um homem com suas características subindo em um alambrado na ponte da Grand Street, mas câmeras de segurança não registraram o incidente. A causa da morte foi dada como indeterminada. As famílias questionam a falta de investigação adequada, a ausência de câmeras e a rapidez com que os casos foram encerrados. O episódio também menciona teorias de conspiração sobre possíveis crimes encobertos por autoridades, ecoando o caso "Smileyface". A narrativa destaca a vulnerabilidade de jovens em áreas escuras e industriais próximas a baladas, onde o perigo pode ser silencioso e oportunista.

Transcription

6913 Words, 39530 Characters

Portuguese
[Música] Olá pessoal, eu sou Tatiana Adeno e esse é o Café Creme e Chocolate. Um podcast para quem gosta de ouvir histórias de crimes reais com cafézinho na mão, chocolate ao lado e fatos bem apurados. Cada episódio é produzido usando fontes seguras, como entrevistas, documentários e arquivos públicos. O objetivo é informar, provocar reflexão e servir de alerta, sempre com respeito às vítimas e seus familiares. Como programa borda temas delicados, violentes e às vezes contém efeitos sonoros escute com cautela. Da da natureza de seu conteúdo, esse episódio não é recomendado para menores de 14 anos. [Música] A vida noturna de Nova Iorque tem uma regra não escrita. A música pode até acabar, mas a cidade continua e às vezes. Exatamente no minuto que você atravessa o portão de um lugar lotado e pisa numa rua menos iluminada, menos movimentada, mas industrial que o perigo muda de forma. Ele fica silencioso, oportunista e próximo, demais da água. O episódio de hoje traz um caso que gira em torno de um interesse aqui para muita gente. Era sinônimo de Verão, festa, música eletrônica e vídeos Instagramáveis. Abalada chamada Brooklyn Mirage. Entre 2023 e 2024, três mortes aconteceram sobre circunstâncias misteriosas, levando a comunidade a questionar a segurança do local e a participação, no caso, possivelmente criminosa de membros do governo e da própria polícia. Ou seja, as mesmas teorias abordadas há cerca de 10 anos atrás, em uma investigação chamada de assassinatos da Smileyface. Uma tese controversa, criada por dois ex-detetives da polícia de Nova Iorque. Então, preparem-se para um episódio cheio de hipóteses com muitos prismas para serem analisados e poucas respostas. Como o teste, este episódio irá ao ar em formato de vídeo pelo Spotify, com a ex-ibição de algumas fotos importantes por caso, como as vezes fazemos no YouTube. Então, o ouvinte que usam outras plataformas de áudio, somente, não se esqueçam de checar as fotos do caso no nosso site ou no nosso perfil do Instagram. Pois, será necessário para entender a logística dos eventos que eu vou contar? Recado dado, então bora passar o café e encarar essa balada, está por muitos como perigosa. Composta por cinco distritos com 8 milhões e 500 mil habitantes e uma renda de mais de um trilhão de dólares gerada, noalmente. A cidade é uma máquina pulsante. Embora não tenha sido o franc-cinatra que embatizou Nova Iorque como a cidade que nunca dorme, foi ele que encarenbou essa fama no imaginário do mundo inteiro, transformando a sensação de estar nela em refrão. A One Awakening da Zanzlip, que era acordar numa cidade que não dorme. E é exatamente isso que Nova Iorque faz com as pessoas. Ela não apenas recebe, ela puxa, puxa para a rua, para a luz, para o barulho, para o próximo quarteiro. É uma cidade onde a madrugada não é silêncio. Serena é um longe, metrurrangendo, gente rindo alto na calçada, uma porta gelatória que nunca para. Enquanto uma janela paga, outra sente. Enquanto um turno termina, outro começa. Asta seus pedarem qualquer hotel de Manhattan, para sentir esse efeito de relógio continuo. Você pode estar ali na tranquilidade de seu quarto, mas se abrir as curtinas, dará de frente com um prédio espelhado, com escritórios acesos e funcionários, trabalhando em seus computadores, tirando cópias nas máquinas de xerox, conversando, como se a sua meia noite fosse para eles meio dia. E Nova Iorque, o tempo não passa, ele corre. E no meio dessa agitação hipnotica, é fácil esquecer que esse corre todo, também pode ser o cenário perfeito, para que ninguém perceba o instante exato em que algo da errado. Principalmente em locais de festa, música alta, bebida e drogas. Principalmente nas famosas baladas, novas iorquinas. Antes de agosto de 2025, qualquer pessoa que visitasse a cidade e que exesse curtir uma balada fenomenal, a pedida certamente seria um espaço chamado "A Van Gardner", bem no coração do distrito do Brooklyn. O complexo de 80.000 metros quadrados simplesmente ocupava um quarteiro inteiro dedicado à música e o entretenimento. Confesso as agitadas pelos melhores DJs do mundo, shows de bandas reconhecidas e os melhores festivais de música eletrônica, o local servia a comunidade em um complexo dividido em quatro ambientes diferentes, o de Los Circus, o Great Hall, o Kings Hall e um espaço exclusivo para os meses de verão, ou seja, de maiwa setembro, chamado "The Brooklyn Mirage". A estética do local era surreal. Os quatro ambientes eram muito bem planejados, mas o Mirage, especial, encantava com seu espaço imersivo e tropical, com vários ambientes externos, todos interligados por uma passarela e uma super vista do horizonte da cidade. Então imagina você estar numa balada nível las vegas, nível e bisa, mas sua vista é o Skyline de Nova Iorque. Pura emoção. Pura mente a sensação descrita por Senatra, quem ganha da real top of the hill. Ser o rei da colina topo da pilha. E veja bem, longe de me intentar, vão gloriar Nova Iorque como se ela fosse o monte mais alto do mundo. Eu gosto de Nova Iorque, sim, mas em teremos de cidade, meu coração é paulistano e sempre será. Mas para curtir uma experiência, a gente não precisa descurtir outras. Comparemos o Mirage como uma mega balada brasileira com vista para a paulista, para o pão de açúcar ou um rooftop em changai. Acontece que em muitas dessas maravilhas o glamour termina nos bastidores ou da porta para fora. No caso do Mirage, do lado de fora dessa balada toda invocada, o cenário mudava sempre de licença. Saindo do Avant Garner, poucos quarteirões adiante, o caminho se transformava em um labirinto de galpoins com ruas largas por invasias, pouquíssima luz, sinal de celular, menos ainda, e um pirego, aparentemente recente para as baladas, água. A poucos quarteirões da saída do Mirage ficavam corrego chamado Newton Creek, formado por um braço industrial escuro e trai suero do Rio Isquiver. Para os ouvintes paulistanos, eu tenho uma forma melhor de descrever esse lugar. Um rio está mandando atei, um braço do Rio TT, ali próximo da marginal. Então, imagine uma balada na região ali da sação juventos, do metrô, na moca baixa, próximo ao Cambocí. E gente não acha que eu estou julgando o bairro em si? Por favor, até porque eu sou da Álvia, tá? No Brasil, e piranga é a minha região, eu sou exaluna da São Judas, e o que eu quero aqui é colocar o local em perspectiva. Porque é um mapa e algumas outras características do Mirage, serão muito importantes por episódio. Enfim, no caso de São Paulo, eu acho que nem existe balada, ali na região da Antartica, da Lorenzette, da obra Max. Mas imagine, estivesse. O quanto ela estaria próxima ao corrego do tamanho do atei, e cercada de galpões industriais antigos, terrenos baudíos, ruas vazias no período da noite, e muita, muita escuridão. Um tipo de bairro, que tecnicamente é bom pra abrigar grandes baladas. Quando o assunto é claro, barulho. Bairros industriais não sentem um incômodo de música eletrônica das seis datárdias 9 da manhã continuamente, como se entiriam bairro residencial ou misto. Mas em contrapartida tem uma questão que pega, que é a questão segurança. Voltando a Nova Iorque, era domingo 11 de junho de 2023, quando um jovem americano descendente de Filipinos, chamado Core Clément de 27 anos, resolveu juntar uma turma de quase 15 amigos e amigas pra ir ao Mirage em um evento do Exésia, um DJ Canadáx, produtor de música eletrônica. Ele tocaria da seis datárdia, a meia noite, mas a balada em si iria além, com gente ficando até 9, 10 da manhã. Qual seus amigos chegaram às 9 da noite? Mas na hora de passar pela segurança, Carl foi barrado, sob desculpa, de já estar embreagado. Como ele foi o único da turma barrado, a turma toda entrou e ele deu tchau dizendo que queria para casa. Segundo os amigos dele, ele estava em cre aspas normal. Tinha bebido, sim, porque eles estavam todos num barzinho antes de ir para esse festival, mas ele não estava tanto tropeçando nem nada assim. Bom, ninguém perguntou se ele iria pegar um Uber ou se caminharia até um ponto de ônibus depois um metrô, mas até aí, Carl tinha 27 anos havia crescido em Nova York e ainda morava lá com os pais. Ou seja, ele era bem familiarizado com o sistema de transporte do local. Só que então, no dia seguinte, seus pais perceberam que ele não havia voltado para casa, e vendo que seu telefônica ia direto na caixa de mensagens, eles começaram a contatar amigos. Quando souberam que o filho deixou abaladas nove da noite, ou seja, nem tão tarde, assim, que de fato ele nem entrou nessa balada e já fazia mais de 12 horas que ninguém tinha visto, o senhor Clement resolveu ligar para a polícia. Como eu já mencionei em episódios anteriores, investigações de desaparecimento são tratadas com padrão de prioridade e homem saudáveis na casa dos 20, 30 anos, estão na linha de menor importância. Principalmente, se forem vistos pela última vez saindo de uma balada, a polícia presume que o cara pode ter dado um médico alguém ir do dormir junto na casa dessa pessoa, pode ter bebido demais, se ainda está de ressaca, tudo isso. O fato é que viaturas não saem desesperadamente correndo atrás de homens dessa idade como se eles fossem atrás de uma criança ou de um idoso com problemas de memória. O senhor Clement tentou explicar as autoridades que embora já tivesse 27 anos. Car não era do tipo de dormir na casa de alguém sem avisar, não era de passar uma drugada na rua, e também não era do tipo de cara responsável, envolvido com drogas, gângue, scrimi, nada do tipo. Ele era um ressinho formado em psicologia que trabalhava para uma empresa contratada pelo estado, levava seu trabalho muito acero e era muito mais muito querido por todos. De fato, ele era o tipo de cara que apartava a briga e não o que arrumava a briga. Eu estou colocando algumas fotos dele no perfil do Instagram do café crime chocolate, e só pelo sorriso e pelo olhar a gente já viu quanto ele parecia ser mesmo gente boa. Ele vinha de uma família enorme e todos eram muito mais muito unidos. Primos, tios, avós e irmãos, era muito amor envolvido. E Carl, por estar ali bem no meio entre duas gerações de primos, ele era o queridinho do grupo de primos mais velhos e o herói dos primos mais novos, servindo muitas vezes como guia e exemplo para eles. A polícia então fez um pamfleto de busca e junto a família começou a espalhar por toda a região. Mesmo assim, passaram-se três, quatro, cinco dias e nada de crawl aparecer. Nesse meio tempo, policiais foram em busca de imagens de câmeras de segurança do local para tentar descobrir se ele teria entrada em algum carro ou até saído da porta ali na companhia de alguém. Mas então, a surpresa. Um horário não tinha nem de perto a quantidade de câmeras de segurança que eles, os policiais, esperariam ver em uma casa noturnatão grande. Eles malemalhe puderem ver Carl dando meio a volta na entrada. Aliás, um fato importante aqui. Ao chegar nessa balada, os visitantes tinham que apresentar a entrada do show, né, que aquele show custava 40 dólares e Carl, seus amigos, estavam todos com suas versões digitais no celular, já pagas. E depois de apresentar a entrada, é aí que eles iam para uma outra fila onde seus pertenses ou seus bols seriam revestados. Carl nem chegou a passar por essa segunda fase. Ele foi barrado na coleta da do ticket de entrada mesmo. Mas, quando os policiais foram conversar com a segurança do morage e olhar as câmeras, eles foram informados que Carl não entrou porque estava com drogas. Agora, como assim ele estava com drogas, se lê nem tinha sido revestado ainda. Ele poderia até estar visivelmente subefeito de drogas, tipo olhos vermelhos. Poderia, mas não foi isso que os seguranças falaram. Sem manter a ajuda das câmeras do morage, a polícia foi atrás de câmeras de outros estabelecimentos. E foi aí que eles puderam avistar Carl em algumas instâncias. Primeiro ele foi visto caminhando em direção a Metropolyton Avenue. Uma avenida é que tinha um pouquinho mais de movimento e que embora também fosse escura, era a mais iluminada daquele pedaço. E a única que passava ônibus, taxi e motoristas de aplicativo. Importante dizer que em locais de baladas de Nova York, alguns motoristas de Uber ou de Lyft, ficam aglomerados em um ponto a espera de chamadas porque eles sabem que estarão em alta demanda naquela noite. E Carl chegou a passar reto do ponto de ônibus e serviço caminhando em direção a esse conglomerado. No entanto, ele não foi mais visto pela próxima câmera que ficava meio quarteirão adiante. E ao invés disso, foi visto três minutos depois em uma outra câmera fora desse trajeto, dessa vez correndo e correndo rápido mesmo. Rápido como se tivesse correndo de alguém. E foi visto entrando as pressas dentro de um galpão de uma madereira. Essa câmera em questão estava pontada para rua, então não deu para os policiais ver exatamente que aconteceu com Carl lá dentro. A madereira estava fechada naquele momento, então também não sabendo se tinha alguma segurança de plantão ou não. Só se sabe que em uma morretinha dentro desse galpão foi encontrado a carteira de Carl, com dinheiro, documentos, nada faltando. E ela não estava caída no chão, ela estava fechadinha em cima dessa morreita de menos de 1 metros de altura. Como a lateral e os fundos da madereira davam para o corrego Newton Creek, policiais resolveram fazer uma busca ali nele e no dia 16 de junho o corpo de Carl foi encontrado. O lado completo de sua necropcia nunca foi publicado, mas as autoridades disseram que a causa de sua morte foi afogamento e a maneira foi dada como acidental. Ou seja, eles não acreditavam que havia sido um suicídio ou que havia sido algo de natureza criminosa, caso contrara da seria dada como um suicídio. Agora fica a questão, porque então ele estava andando e de repente do nada começou a correr tanto. Essa resposta faz toda a diferença, porque se ele caiu ou pulou no corrego, porque estava sendo perseguido, isso deixa de ser um mergulho recreativo. E quem escolhe mergulhar ou pular para se refrescar, que seja, em um corrego estilo está mando a ter. Entenda, sujo, fidido, cheio de carcaça de carros manchados no fundo, lodo, olho. Mas calma, gente, calma que ainda tem coisa mais aqui que não faz sentido. Carl estava usando uma mochila naquela noite e onde ela foi parar. Esse é o celular. O celular que estava na mão dele enquanto ele caminhava. Será que esses itens foram roubados, mas a carteira com dinheiro e cartões de crédito, não? Pois bem, examinando melhor a área através das câmeras, é possível ver que, para que Carl chegasse do ponto onde foi visto correndo, até a água. Ele teria que ter passado por alguns pontos que tinham câmeras. Então, segundo a polícia e a segurança da madereira, ele não foi visto em mais nenhuma ali de dentro. Dá pra acreditar 100% que nenhuma imagem foi deletada no cinco dias que ele ficou desaparecido. Não, não dá, mas vamos fingir que a gente acredita. Então, se ele não saiu da madereira, porque ele não foi visto, saindo, as câmeras não pegaram. Então, ele deveria ter caído na água daquele ponto onde foi visto. Para isso, ele teria que ter subido um alambrado bem alto com um aspiral de arame farpado bem grosso no final e depois ter caído nas pedras e rolado para a água. Detali. A necropcia não descreveu nenhum ferimento compatível com tudo isso. Então, ovo correga o Newton Creek e, inexplicablemente, se transformou no Rio Jordão quando Carl caiu nele e curou milagrosamentos as feridas. Uma bíblia diz que o comandante na mão se curou da lepra ou, qual, teria chegado até a água por outro ponto. E para chegar por outro ponto, sem ser visto, ele que era um fã ávido da Marvel teria que ter se transformado na mulher invisível. Segundo, surclemente, em uma de suas entrevistas para o Pixel Heaven, Carl era muito fã da Marvel sim. Não. Se você não acredita que o filho tenha virado, a Aménia Aranha versão camuflada, ou nenhum outro ser com poderes superficiales. O mistério continuou. A família Clemente ficou sem respostas e apenas com um corpo pra velar e um quarto vazio, onde esse pai ainda abre todos os dias e sente falta do filho tocando violão. Um exame toxicológico feito em Postm Morten mostrou que Carl tinha algo em seu organismo quando morreu, mas compatível é meia-doze, ou seja, nem perto de ser considerado uma embriaguez. E ele tinha também uma quantidade não revelada de THC, que é o composto ativo da maconha. Isso parece ter sido suficiente pra que sua morte tenha sido categorizada como acidental. Embora ninguém conseguisse explicar de onde ele caiu. O senhor Clemente tentou a um máximo fazer com o que o caso do filho fosse colocado na mídia. Mas quem queria dar atenção a um maconheiro entre aspas aqui que foi barrado no baile? Ninguém, infelizmente. Infelizmente não só por conta de Carl que merecia muito mais dessa investigação, mas porque sim, mais pessoas tivesse se do avisada ou mais gente tivesse pressado atenção no que aconteceu com o Carl. Outro caso, o corrido apenas duas semanas depois poderia ter sido evitado. Na noite de sexta-feira, 28 de julho de 2023, John Kestick, também de 27 anos, analista de um dos maiores bancos de investimento no mundo, o Goldman Sachs, foi com amigos ao Mirage para um festival de música eletrônica comandado pelo Zed's Dad, uma dupla também canabense famosa no círculo das raves. John era um cara super calmo, super amigável, responsável e a turma que estava com ele era uma turma de amigos e amigas que ele conhecia bastante tempo. Ao contrário de Carl, John entrou na balada sem problemas. Eles estavam curtindo a música, o ambiente, só que por volta de 12 vinte da manhã, John disse aos amigos que não estava sentindo muito bem e queria sair fora. E perrazo. Não era nada do tipo "estou passando mal", ela mais um "ah, já deu pra mim, tô indo embora". Ele se é despedido de todo mundo, numa boa e foi. John pode ser visto pela câmera de saída do Mirage as duas e meia da manhã, caminhando estave-o-mente, sem aparentar tropesos, sem aparentar confusão, totalmente normal. Direção a Metropolitana Avenue, mesmíssima avenida que 17 dias antes, Carl caminhão. Só que o dia 29 amanhece e cadejo. Ele já não morava mais com os pais, mas suas se ligações não estavam sendo atendidas e ele não reagia a nada no grupo de mensagens que tinha com os amigos. Isso não era característico dele. Amigos e familiares começaram a procurá-lo, mas a resposta só veio no domingo de manhã. Quando um passante desabrigado que caminhava pela ponte da avenida Metropolitan, a vestou um corpo boiando na água e ligou pra noviu. A descrição publicada em parte pela imprensa foi dura. O corpo estava de bruços, sem camisa, descrito como enxado. Sem camisa. Mas seu celular e carteira ainda estavam nos bolsos de sua causa. A causa de sua morte foi dada como afogamento e a maneira indeterminada, ou seja, não dava pra saber se foi acidente, suicídio ou homem-sídio. Era preciso investigar, porque a pergunta feita as autoridades pelos pais de John era a mesma feita por senhor Clemente, de onde e como meu filho caiu. Embora John tivesse sido visto caminhando bem pela única câmera de segurança do trajeto, entre a saída do Morage e a Metropolitan Avenue. Tanto a Metropolitan quanto a Grand Street tinham câmeras e nenhuma delas mostraram o jovem. E aí vem a parte estranha. Duas testemunhas diferentes. Dissera um ter visto um homem com as características de John exatamente na ponte da Grand Street, a 3 e meia da manhã, subindo no alambrado que dá pro correo. E essa informação vai de acordo com o último registro do celular dele que foi a 3 e 31 conectando a uma torre de telefonia ali próximo a ponte. O vinte que estiverem ouvindo esse episódio pelo Spotify ou pelo YouTube podem ver essa ponte que eu estou falando na imagem dela. Outros ouvintes podem ver pelo nosso Instagram. Vocês vão reparar que essa ponte tem pelo menos duas câmeras no guixê de controle da ponte, uma outra da prefeitura em um posto bem alto que eu sinalisei e uma em um estabelecimento. Agora estranhamente nenhuma delas mostra John escalando o alambrado como disseram as testemunhas e nem John caminhando por ali. Podemos até além nenhuma outra câmera mostra onde ele estaria entre 12 e meia da manhã e 3 e meia da manhã. Então onde ele estaria e fazendo o quê? Pois bem, o lado toxicológico de sua necropcia apontou para presença de queetamina em seu organismo. Um disse quanto mas apontou para traços de queetamina. A queetamina é um anestésico dissociativo. Ela mexe principalmente com o sistema do glutamato ao bloquear receptores NEMDA no cérebro que muda a forma como nosso cérebro processa, dor, consciência e percepção. O que ela pode causar no organismo de alguém é o seguinte, ela desliga a pessoa da realidade, da uma sensação de estar fora do corpo, com uma percepção alterada, um estado de confusão, um efeito tipo sonho, pesadelo, pode causar alocinações e até dar uma crise de ansiedade pânico na pessoa. Ela também pode causar uma espécie de anestesia, diminuindo dor e até qualquer tipo de sensação, ou seja, se essa pessoa se machucando ela pode não sentir. Ela também pode aumentar a pressão arterial e a frequência cardíaca. A necropcia mostrou que John tinha um problema no coração, algo que nem ele, sua família sabia, mas a causa e a maneira da morte não foi nada relacionada a isso. O lado não apresenta nenhum anelriz, maenfar, ou nada. Ele apenas diz que a maneira foi afogamento e a causa ao contrário de Coral foi indeterminada. Entravestando os amigos de John, que foram ao Morage com ele naquela noite, uma amiga relatou que o grupo teria consumido Shrooms, dentro da balada. Shrooms é um apelido para psilocibina, composto encontrado em cogumelos alucinógenos, muito consumido em raves. O tipo de droga conhecida por nunca usar morte direta com facilidade, porém não significa que ela seja segura. O risco mais comum é surto de ansiedade ou pânico com fuzão, comportamento imponcível que ela pode causar, fazendo com que usuários se envolvem algum tipo de acidente. Como, por exemplo, pular na água e morrer afogada, por exemplo. O mistério é que nenhum vestígio de Shroom foi encontrado no organismo de John, que pode acontecer, porque a necroposia pode ter sido feita depois que esses vestígios já tivessem saído de seu organismo e tem a possibilidade também delineintela usado, até porque essa amiga diz que alguns deles, do grupo zô, mas não todos e muitos deles disseram que John não gostava de beber nem consumir drogas. Mas nesse caso, como a ketamina ter ido para dentro dele? Bom, ketamina pode ser colocada na bebida de alguém, inclusive, na água, na refrigerante, no energético, já que é em colô de quase sem gosto, sem que a pessoa perceba. E se esse foi o caso, faria sentido de "John ter simplesmente dito aos amigos que não estava ok". Ele não disse "Oh, tô chapaado, todo ele irando, vou embora". Ele poderia nem saber o que estava acontecendo. De fato, na hora que John foi embora, o grupo achou que ele estava indo mais cedo, justamente por não estar curtindo, abalado ao mesmo tanto que eles estavam porque ele não usava nada. Agora, a gente tem que considerar que esses são depoimentos de pessoas que estavam sob o efeito, eles mesmos de álcool e cogumernos. Então não dá para confiar 100% no depoimento. Mesmo assim, deixando de lado como ele teria consumido a droga e se teria consumido, como que ele foi parar na água e sem camisa. Como é por onde? Outro supereroio invisível? Não, né? Com dois casos controversos, onde o problema todo está no acesso à água e que não podem ser determinados ou documentados por imado. que fica é dúvida e diante de dúvida o que a mente humana faz, ela cria. Duas mortes, mesmo gênero, mesma idade, mesmo corrego, o que isso lembra, o fantasma cultural do smiley face killings. Aquela teoria controversa que tenta conectar mortes de jovens encontrados em água após noites de festa. Casos que eu já trouxe em detalhes aqui no café creme chocolate, nos episódios 39 e 40. Assim como nos casos do smiley face, neste caso aqui as vítimas eram ambos inteligentes, formados em boas universidades, com futuros presos, mevelmente promissores. Depois da morte de Dion, os dois casos começaram a tomar conta da empresa. E isso deu um start numa investigação do departamento de regulamentação de bebida alcoholica e tabaco de Nova Iorque. Só que então, um ano depois, outro caso acontece. The Money Chad Alexander, conhecido apenas como Alex de 30 anos, era um ex-soldado que trabalhava como segurança de um barem-man rápido. Ele era descrito pelo seus amigos como um cara bacana, gentil, pacificador e estava sempre disposto a ajudar quem precisasse. Ele fazia bicos como técnico de informática e aos domingos tocava a bateria na banda da igreja que frequentava com a mãe. Falando isso, a mãe, ele era o filho mais velho dela e eles eram inseparáveis. Alex morava com a mãe e ele era daquele filho que cuida, sabe? Não só ele gostava de saber dos planos dela para o dia, como também sempre deixava saber dos dele para que ela não ficasse preocupada. No dia 30 de julho de 2024, Alex disse a mãe que iria uma balada chamada Knockdown Center. Essa casa é noturna. Fica do outro lado do corrego Newton Creek, na altura daquela madereira que Carl foi visto correndo e sua carteira foi encontrada no anotério. As 10 e meia da noite, câmeras de segurança da parte interna dessa casa no turna mostram Alex entrando ao lado de duas pessoas não identificadas e saindo logo depois, não sozinho, mas escoltado por uma segurança da casa. Agora, será que ele foi visto, ainda embora por alguma câmera? Não, porque a casa noturna não tinha câmera externa. Será que ele foi visto por alguma câmera de rua ou da ponte? Não sabemos. O que sabemos é que duas horas depois, a meia noite 15, o 9.1 recebeu uma chamada de socorro para resgate de um corpo que estaria na água do Newton Creek. Era Alex e minutos depois desse resgate ele foi declarado o morto. O que sua necropcia disse, não sabemos. O que testemunhas que possam ter visto caminhando de sero também não sabemos. Isso porque ninguém deu informação à alguma a mãe de Alex. Por conta dele já será duto. Doura-de-se-represe-se ou contrataram advogado para lutar por uma cópia do lado de necropcia do filho. Isso demorou mais de um ano. Todas as vezes que ela e seu advogado pediam algum tipo de informação, a polícia dizia que o caso estava sobre investigação. O que até tem seu lado positivo? Significa que o caso não havia sido encerrado como acidente ou indeterminado como nos casos de John e Carl. Mas ainda assim não mostra a transparência ou tato algum, ao lidar com uma mãe e não só isso, uma mãe e uma contribuinte. Um amigo de Alex mostrou a dona de Zé Rei duas mensagens de texto que Alex havia enviado a ele enquanto ainda estava dentro da balada dizendo. A primeira dizia, acho que os caras estão tentando me matar e a segunda os caras estão me esperando lá fora. Ou seja, isso prova que ele estava se sentindo perseguido ou ameaçado. Ou, por alguém real ou por droga, mas que ele estava se sentindo, ele estava. Agora, cadê o celular de Alex? Quando a dona de Zé Rei entrou em contato com a delegacia, eles não informaram a ela se tinham o aparelho dele, e por isso já sabiam dessa mensagem trocada com um amigo, ou se apenas tinham uma conversa porque puxaram dados do celular remotamente. De fato, sabe que o detetive disse a dona de Zé Rei quando ela chorando, falou que só queria saber direito o que tinha acontecido com o filho dela? Segunda reporter Lauren Colling, ele disse, "Abre aspas". Minha senhora, seu filho, morreu porque tinha usado o drogo suficiente para matar um cavalo fecha aspas. Quanto profissionalismo, né? Por isso chega hora de eu falar da polícia de Nova York, a famosa NYPD. E se preparem, porque agora vem escândalo. Entre 2022 e 2024, a delegacia de Nova York venha sofrendo duras críticas da imprensa e da comunidade local. Edward Caban, comandante geral da polícia, apontado pelo então prefeito Eric Adams, foi envolvido em duas investigações federais de corrupção, uma delas ligada à vida notuna de Nova York. Onde ele estaria usando seus poderes na polícia para cubertar seu irmão Gémyo James Caban, que era um ex-polisial no inviornquino, demitido em 2021 por Maconduta, mas que agora era dolo da empresa que fornecia segurança para as baladas do Brooklyn, incluindo Amarage. O governo federal suspeitava que os dois irmãos atuavam como facilitadores dos estabelecimentos, usando a escapar de fiscalização. E que, no oré do reclamações, negligenciando atividades legais, acobertando agressões e overdose, que aconteciam lá dentro, tudo isso em troca de propinas e favores. E o prefeito, que foi quem nomeou o comandante geral da polícia, tinha altas ligações com Amarage, e, supostamente, teria também usado sua influência para ajudar a casa notuna ou obter a licença para vender de bebidas alcoólicas de maneira bem fácil sem muita supervisão. Além disso, seu ex-chefe de gabinete Frank Karone, era o que, advogado da Amarage. Em 2024, o FBI chegou a aparecer na casa do comandante geral, e seu irmão, de surpresa, e confiscou celulares e computadores que tinham mensagens deles, pedindo depósitos de $2.500 para fazer sumir cada multa e cada pedido de fechamento de porta das baladas, que o departamento de alcoóitabaco acusava, dizendo que tinha irregularidade. E, regularidades como bebidas batizadas, bebidas compradas de empresas que não eram autorizadas a ser de vida e bebida alcoólicas, se vocês querem saber mais sobre isso, só ouvir o meu episódio sobre as bebidas com Metanola, Natal e Landia e também no Brasil. A gente sabe que acontece quando a bebida não vem do lugar onde ela deveria vir, e isso também estava acontecendo na Amarage. Trafco de drogas e várias outras coisitas que dá pra imaginar que pode ser traficado em baladas. Detali, órgãos de fiscalização formalizavam pedidos de instalação de mais câmeras de segurança, e o que aconteceu com esses pedidos sumiam. Agora, Edward Caban foi demitido do cargo de comandante geral da polícia de Nova York, como o irmão já havia sido, demitido como policial, mas demitido foi "não, ele apenas foi convidado a se demitir". O prefeito de Nova York, Eric Adams, seguiu com seu termo até o final, que, quando até de 31 de dezembro de 2025, mas cheio de acusações de corrupção. E não só corrupção, não, viu? Em 22 de novembro de 2023, uma mulher nova e orquina, mas que estava morando já agora na flórida, entrou com um processo por agressão sexual contra Eric, com base na lei de sobreviventes adultos. Em 18 de março de 2024, a queixa dela foi levada a justiça e apresentada legando que 1993, Eric, que trabalhava com ela na polícia de Nova York, prometeu uma promoção, ele disse para ela que ela estava pronta, já para se promovida. Então ele acolou com um carro e ele voltou até um terreno baldil onde então, ele pediu para fazer sexo oral e em troca da tal promoção. A vítima lega que, quando ela se recusou, ele forçou a ela a fazer, o que ele queria. Ai ai ai, eu não vou nem descrever o que ele fez, tá? Enfim, além dessa agressão sexual, o processo também incluía acusações de agressão física e imposição de sofrimento emocional, de excriminação de gênero, retalhação e acédio sexual. Ele negou a acusação e a lega que sempre se comportou de forma perfeita, impecável. o processo ainda está em andamento que a gente. E onde ele está agora? Ele, Edward Caban e James Caban, foram recebidos de braços abertos na Prince Hall, que é um ramo da maçonaria norte-americana. Ele já faziam parte da maçonaria normal e foram agora recebidos de braços abertos, assim como se fosse uma coisa incrível nessa Prince Hall, que é uma parte da maçonaria dedicada a Afro-americanos. Na maçonaria normal, digamos, não sei como dizer isso, mas na maçonaria tradicional, que não é um braço de nada, é a própria maçonaria, os três foram, digamos, que promovido. Quem entendem um pouco de maçonaria, eles foram passados para o grau 3x10 e 1x2. Gente, tá? Um grau altíssimo dentro da maçonaria. Tradicionalmente associado ao serviço ética e responsabilidade com a comunidade. E sim, vocês ouviram direito. E as fontes, gente, que são muitas e muitas fontes, elas cita muito mais, tá? Muito, muito, muito. Só que para eu contar aqui, eu passaria horas e seria provavelmente chingada por estar trazendo política para a mesa. O fato é que esse caso mostra como uma coisa vai levando a outra e como tudo nessa vida tem consequência. O que poderia ser visto apenas como uma tragédia na água pode carregar algo mais direto, predação. Seja ela para fins de assalto, abuso, ou sei lá mais o que. Lucro, lucro com venda de droga. Lucro com venda de droga ou bebida batizada. Agora vocês acham que esses caras deixam os filhos e filhas deles. Ir para um morage e beber qualquer bebida, servida pelo bartender. Talvez não, né? Talvez na mesa deles chega aquela garrafa fechadinha de Champagne cristal. E nessa, o filho dos outros que se ferre, né? Doura desirrer, seu Jeffrey e seu Clemente, que passem a vida no luto. E no pior dos lutos, que é aquele de não saber exatamente o que aconteceu e como. No ano passado, em 2025, quando a imprensa resolveu pegar mesmo esses três casos. Eles descobriram que em julho de 2021, após uma noite, lá no morage, um médico de conérica, chamado Michael Batista. Com, então, 32 anos, havia sido alvo de um caso descrito como um sequestro, mas parece de sequestro relâmpago. Segundo relatos, entre nem benda, minha, esse cara. Teria essa aproximada do médico do Michael fingindo ser um promoter ali da balada. Aí, conversando, ele levou esse médico para o próximo do carro dele, onde ele ia, parece que dá uma entrada ali, uma puserinha de bebida grátis para ele. Só que quando chegou perto do carro, esse bende mostrou uma arma e fez o cara entrar para dentro do carro. E aí, gente, foi horrível porque ele ficou levando esse médico de caixa eletrônica e o trônica em caixa eletrônica fazendo ele parar, né, para gastar dinheiro. Esse médico perdeu um total de 6 mil dólares e o Benjamin, o tal do promoter falso, ainda fez o cara ir numa loja de roupa, comprar um monte de roupa para ele e parar no Street Club. E pagar as Street Purs para ele. E aí, gente, vem um detalhe, assim, quase que cinema, to gráfico nessa história. Esse bende aminho, ele não estava sozinho, ele estava com o cara chamado Steve Deleye. E por que ele estava que esse cara só para ser complice? Não, porque o carro que eles tinham para fazer todo esse corre aí, desse sequestra, relâmpago, era um carro manual, um carro de embriagem ali de trocar marchas. E o tapado do Benjamin não sabia dirigir esse tipo de carro, então ele teve que pegar esse carro de motorista. No meio desse corre todo, esse Steve teve que sair, entendeu? Dê um tchau para tudo isso, não é? E aí, o Benjamin não sabia dirigir esse carro. E aí, foi nessa brecha que o médico conseguiu ali escapar do carro, alertar algumas pessoas e chamar a polícia. Além disso, a Mirage estava conhecida por estar cercada de obers falsos que se comunicavam com segurança para pegar dicas e descrições de pessoas vulneráveis, que estavam só indo da balada com fuzas cansadas, talvez acolisadas, tentando ir embora em rostresertas. Inclusive, a reporter Lauren Corling, através de um foia bem recente, conseguiu acessar documentos da investigação do caso de John Castick, mencionando uma testemunha que o viu saindo de um Uber próximo a Metropolitana Avenue. Lembram-se que ele saiu da balada doas meia e só foi visto pulando a lambrado às 13,5 por outra testemunha. Pelo que a investigação indica, ele chegou a pegar um Uber mais saiu dele. Ele poderia ter saído porque o Uber era falso, ou realmente ter pego um Uber real e ido para algum lugar que não sabemos. Usado droga, sei lá, mas essa nem é a questão principal. A questão que a família dele tem é onde estão as imagens dele pulando no corrego. Cadê as imagens dos três omics? Carl, John e Alex. Quem tinha controle sobre essas imagens? As imagens da prefeitura que tinha uma camada na ponte. Ainda tem. Ou sob comando de quem estava policial que fingiu que não viu essas imagens. Ah, não disse boa. É que o Brooklyn Mirage não está aberto no momento. Porém, ele não morreu de um dia para o outro. Ele foi apagando aos poucos como um letreiro que começa a buscar. Depois de tentar se reinventar com um novo Mirage, o espaço não conseguiu reabrir para a temporada de 2025 agora, porque se o último verão e a própria avant-garner admitiu que aquilo foi um erro enorme que eles fizeram financeiro, que eu acredito que não seja, porque que rolava muito dinheiro por trás desse lugar rolava. E eles simplesmente fizeram aquela saída fácil, sabe? Eles chegaram falência, falência judicial. As raves foram realocadas para os salões internos, o Great Hall e o Kings Hall. E a partir daí, a história da Mirage ficou no tribunal e com os advogados deles. No começo, agora, desse mês aqui de pivereiro, a demolição do Mirage começou. E a ideia deles é acabar com tudo, reconstruir uma coisa nova até maio é abril. Para aí, gente, olha que rapidez, então, dinheiro. Tem, mas não, né? Alguém colocou o Gui Indifora. Um dono sai e entra o outro, mas eles são todos amigos, entendeu? E o plano é que para esse verão, a balada esteja totalmente nova. E com câmeras, né? Porque agora, o jornal do New York Times está super em cima, tá? Muitas fontes dizem que a balada foi comprada pela Pacha, que é Pacha, tem inclusive no Brasil também. E a Mirage será rebatizada como Pacha New York. Se as coisas vão mudar mesmo, não sabemos. Um relação à câmeras, eu diria que só acredito vendo, mas obrigada, não faço questão de ir para ver. Mas, e quem vai? E quem é jovem está com toda energia do mundo para gastar e tem o direito de se divertir onde quiser. Como é que fica a segurança? E mesmo que seja instalado mais câmeras, como fazemos se a confiança se perde naquele que deveria analisar as imagens. E se a suspeita está em que informece os segurança, aqueles que estão ali para proteger. Muito se questionem forums da internet, se esse seria o trabalho de um serial killer, um spaz-face killer ali na região. O fato é que não importa pelas mãos de quem, pessoas estão morrendo em série. E isso já causa temor o suficiente. Bom pessoal, esse foi o caso de hoje. Espero que ele tenha servido de alerta, não só para quem frequenta ou pretende frequentar baladas em Nova York, mas, maladas de forma geral, festivais, eves no mundo tudo, carnaval e bloquinho também entram nessa. Ok, acontece aqui o campo para a diversão, um fove bebida, as vezes drogas, as vezes alguns excessos, e pessoas mal intencionadas podem se aproveitar da vulnerabilidade a lei. Então, fiquem sempre espertos. Aproveita também e me conta em o que vocês acharam desse caso aqui nos comentários, o que vocês acham que aconteceram coisas rapazes. E a gente não sabe se os casos estão relacionados ou não, eu, a minha opinião, é que não necessariamente eles estejam conectados, que eles têm sido causados pela mesma pessoa, por exemplo. Mas que, de repente, alguma gangue de assalto, alguma coisa ou então alguma gangue que realmente drogue as pessoas, coloque coisas ou na droga que elas compraram ou na bebida que elas beberam, para, de repente, se aproveitar, roubar, carteira, mochila, dinheiro, alguma coisa, no caso do Alex, a gente nem sabe, porque eles nem abriram a investigação para ninguém saber. Então, fiquem difícil desse jeito, complicado. Bom, eu vou indo agora e volto daqui uns dias, com mais um caso para vocês. Até lá! [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Três mortes misteriosas ocorreram entre 2023 e 2024 nas proximidades da casa noturna Brooklyn Mirage, em Nova York.
  2. Carl Clement, de 27 anos, foi barrado na entrada da balada, desapareceu e foi encontrado afogado no Newton Creek, sem ferimentos compatíveis com a queda.
  3. John Castic, também de 27 anos, saiu da mesma balada, foi visto caminhando normalmente e seu corpo foi encontrado boiando no mesmo riacho dias depois.
  4. Em ambos os casos, a polícia classificou as mortes como acidentais ou indeterminadas, mas as famílias questionam a falta de câmeras e evidências.
  5. Investigações apontam teorias de conspiração envolvendo possíveis crimes encobertos por autoridades, semelhantes ao caso "Smileyface".

Summary:

O episódio do podcast "Café Creme e Chocolate" narra duas mortes suspeitas ligadas à casa noturna Brooklyn Mirage, em Nova York. Em junho de 2023, Carl Clement, 27 anos, foi barrado na entrada da balada por suposta embriaguez, mas testemunhas o viram caminhando normalmente. Horas depois, seu corpo foi encontrado afogado no Newton Creek, sem ferimentos que explicassem a queda de um alambrado com arame farpado.

A polícia classificou a morte como acidental, baseada em exames toxicológicos que mostraram THC em seu organismo. Duas semanas depois, John Castic, também 27 anos e analista do Goldman Sachs, saiu do mesmo local por volta das 2h30 da manhã, dizendo não se sentir bem. Seu corpo foi achado boiando no mesmo riacho, sem camisa, mas com celular e carteira nos bolsos.

Testemunhas relataram ter visto um homem com suas características subindo em um alambrado na ponte da Grand Street, mas câmeras de segurança não registraram o incidente. A causa da morte foi dada como indeterminada. As famílias questionam a falta de investigação adequada, a ausência de câmeras e a rapidez com que os casos foram encerrados.

O episódio também menciona teorias de conspiração sobre possíveis crimes encobertos por autoridades, ecoando o caso "Smileyface". A narrativa destaca a vulnerabilidade de jovens em áreas escuras e industriais próximas a baladas, onde o perigo pode ser silencioso e oportunista.

FAQs

É um podcast que conta histórias de crimes reais, com café e chocolate, baseado em fontes seguras como entrevistas e arquivos públicos.

O episódio aborda três mortes misteriosas ocorridas entre 2023 e 2024 na balada Brooklyn Mirage, em Nova York, levantando questões sobre segurança e possível envolvimento criminoso.

Carl Clemente, de 27 anos, foi barrado no Brooklyn Mirage e desapareceu. Seu corpo foi encontrado no córrego Newton Creek, e a causa da morte foi afogamento acidental, mas há inconsistências no caso.

John Kestick, também de 27 anos, saiu do Brooklyn Mirage e foi encontrado morto no mesmo córrego duas semanas após Carl. A causa foi afogamento, mas a maneira foi indeterminada.

Porque homens saudáveis na faixa dos 20-30 anos, vistos saindo de baladas, são considerados de menor prioridade, presumindo que possam estar com amigos ou de ressaca.

Há suspeitas de que as mortes possam não ser acidentais, devido a inconsistências como a falta de câmeras, testemunhas relatando comportamento estranho e a ausência de ferimentos compatíveis com quedas.

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