O terceiro episódio do podcast "Neymar" foca na infância e ascensão do jogador, destacando o papel central de seu pai. A narrativa começa com a carreira interrompida do pai de Neymar, que, após um acidente de carro que também envolveu o filho bebê, viu seu sonho de viver do futebol acabar. Determinado a não repetir o fracasso, ele assumiu o controle da carreira do filho, impondo disciplina e sacrifícios desde cedo. Apesar da pobreza da família, que vivia em um quarto na casa da avó perto de um lixão, o talento de Neymar era evidente. Ele foi descoberto por um olheiro enquanto corria nas arquibancadas e logo se destacou em escolinhas. Aos 13 anos, Neymar e seu pai viajaram para um teste no Real Madrid, mas a adaptação foi difícil, especialmente com a comida. O agente Wagner Ribeiro, então, conseguiu que o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, cobrisse a oferta europeia, garantindo a permanência do menino no clube. Já na base, Neymar demonstrava um carisma e talento excepcionais, mobilizando torcidas e chamando a atenção de olheiros. O episódio mostra como o sonho do pai se entrelaçou com o talento do filho, transformando a vida da família da Silva Santos e pavimentando o caminho de Neymar para se tornar um dos maiores nomes do futebol mundial.
O que é o básico do seu filho? A rois fejão é o eacar, mas você sabe que aquilo tudo é contado, é assim que o pobre vive. A última entrevista que nem Mar pai deu pro Ol aconteceu em 2019. Ele convidou a equipe do al-sport pro um almoço seguido de entrevista. Cumeiro numa chocascaria em frente ao prédio de lá foram para o apartamento do empresário. Na ampla sala que tinha uma chopeira no formato de um saxofone, nem Mar pai contou como foram os dez anos de carreira do filho numa entrevista íntima. E confesso, como foi difícil equilibrar as funções de pai e de empresário. Essa divisão, esse motivo de você falar "não, hoje não, essa bolacha não, não, vamos pressa, você tem que pensar no todo?" Isso eu estou falando financeiramente, falando como pai mais tem, e outras coisas que você precisa falar "não". A postura rígida e dedicada de nem Mar pai com seu filho tem motivo. Ele também teve o sonho de viver do futebol, mas um acidente antecipou o fim de sua carreira. Ele viu no primogênito o talento e a faísca da competição. E comandou na vio romão o sonho do filho com mão de ferro. Eu tive que falar "não, essas crianças são jogadores de futebol, você vai ter que saber escolher seus momentos de ir pro cinema e pra manada, não vai dar pra você e todo o sábado, porque no domingo você joga. Então o que você quer da sua vida? No terceiro episódio de nem Mar, vamos contar como um sonho de viver do futebol permeia a vida da família da Silva Santos. Antes mesmo de nem mar chegar a ser jogador profissional, seu pai já traçava sua trajetória de sucesso nos bastidores. Com determinação e muito trabalho, nem Mar pai driblou destino transformando o filho num dos maiores nomes do futebol mundial. Na final, se nem Mar pai quer alguma coisa, tem certeza, ele vai conseguir. Eu sou Juga Quefuri, eu sou Pedro Lopes, e este é nem Mar, um podcast original, o Obrai. O menino pequenininho da cara sustada se transformado. E assim que eu vi ele pela primeira vez tocando agora sem tirar uma porforça e uma mudança radical da vida. E episódio 3, sonhadora. Muito antes de nem mar nascer, seu pai sustentava a família com a esposa nadine como jogadora de futebol. Eu fui uma trata profissional, poucas pessoas sabem, mas eu cheguei a jogar futebol profissionalmente para ser por alguns clubes. Não saiu do Brasil, como não tive sucesso de ter oportunidade de jogar na Europa, mas joguei em alguns clubes do Brasil. Nem Mar pai foi um atacante talentoso. Atuou por alguns clubes grandes como coritiba, mas nunca atingiu seu potencial máximo. Se destacou em times pequenos como união-mogi. E 92 teve seu primeiro filho nem Mar Junior. Neste mesmo ano, o bebê e seus pais se envolveram em um acidente que mudou o destino da família. Tava voltando de imogir das cruis, lendo a jogava com profissional ainda na época, tinha jogado um domingo e a minha família estava ensinando para ser a um dia meio de chuva. A rodovíada de mão dupla, e a gente foi de encontro. Quando consegui desviar do carro, fui para o acostumato, mas eu estava em quinta mancha. Eu tive que te brincar o carro, quando eu procurei a aceleração, não dava mais tanto o carro atingiu a gente. Na colisão, o bebê parou embaixo de uma das pautronas da frente e ficou com um corte pequeno na testa. Já nem Mar pai passou por um longo tratamento para uma luchação na bacia. A recuperação afastou nem Mar pai do futebol profissional por um ano. Quando ele voltou a jogar, já não era mais o mesmo. Pingou de club, inclui até se aposentar de vez pelo operário do mato grosso aos 32 anos. A principal fonte de renda tinha secado, e o homem da casa teve que se virar para sustentar a família. Foi para a rua Vendeka Chorruquente, trocou peças de carro na feira do rolo e trabalhou como ajudante de pedreiro. Em casa, Nadine notava que o Neymar, apesar de muito pequeno, amava brincar de bola. A dona de casa cuidava dele e da cassula, rafaela, na casa em que viviam na praia grande, no litoral de São Paulo. Neymar Julho vivia como qualquer criança do bairro Jardim Glória. Emcava na rua de Pikescon, jogava futebol com os amigos, e quando autorizado, jogava videogame na TV da sala. Neymar e Nadine faziam questão que o seu filho cuidasse das suas responsabilidades e não se envolvesse nos problemas da família. Neymar tinha que ir para a escola, ir para a igreja e brincar com os amigos, de preferência na rua, para não quebrar nada em casa. No número 374 da rua B, a família viveu em um quarto na casa da avó. O imóvel, que era dividido com outros familiares, ficava perto de um lixão, o que incomodava nem Mar pai. Aquela realidade não refletia os sonhos que ele tinha para a família. Um dia, sentado no sofá da sala, Neymar pai viu seu filho brincando com a bola. O menino era fascinado pelo objeto. Deslizava com a bola nos pés, tocava para o pai com precisão, brincava de fazer goals, comemorava suas jogadas mirabolantes, que ele mesmo tinha criado na sala de casa, gargalhando. O pai resolveu apostar no filho. Seria este neymar que mudaria a vida da família. Sabe como neymar dormir? Com a roupa, já, já estava com um tenezinho de salão, com meião até aqui em cima vestido, já adou do jogo e o jogo é manhã, filho. Quando tinha seis anos de idade, o menino acompanhou o pai numa pelada. Enquanto Neymar pai jogava com os amigos, Neymar corria nas arquibancadas do campinho. Pra cima e pra baixo, sem parar. Corria se desviando de adversários imaginários, gingando com o vento. Chamou atenção de um olheiro, que por acaso estava no jogo. Foi em 1998, era numa noite suvoza, e que o pai dele estava jogando futebol sociante. Tereçantes que eu vi ele não jogando bola, mas correndo no mar que bancada. E ele subia e descia aquela que bancada como se fosse uma coisa comum e não é uma coisa comum. A habilidade, agilidade e a coordenação, motora dele era uma coisa diferente. Esse que você ouviu é o Roberto Antônio do Santos, o Betinho. Betinho foi o técnico que descobriu Neymar. Ele levou o menino pra treinar na Betinho talentos, sua escolhinha de futebol na praia grande. Em pouquíssimo tempo, Neymar já fazia parte do time de futeçao da Protoguesa Santista. Lá conheceu o menino que encontraria anos depois, em Paris. Bom, eu conheço Neymar, tem muito tempo já, né? Eu sempre o enfrentei na base desde a época do futeçao, então quando tinha 7, 8 anos já jogava contra Neymar. Esse é Lucas Moura, jogador do São Paulo. Ele Neymar jogaram lado a lado na seleção brasileira de base, depois na seleção principal. E se reencontraram no Paris Saint-Germain entre 2017 e 2018. Eu jogava contra ele desde a época e ele sempre foi muito diferente, muito abridoso, talento, impressionante, com tão pouquidade. Então era difícil assistir um jogo do Neymar naquela época, mesmo no futeçao, e não imaginar que ele alcançaria todo o que alcançou. Desde a infância, Neymar se destacava. A facilidade com que driblava marcadores e tirava agolheiros do lance, impressionava jogadores, técnicos e torcedores. Enquanto Neymar se desenvolvia como jogador, seu pai se dividia entre o trabalho como mecânico e o compromisso com o filho. Assistia os jogos de Neymar, montava treinos extras em casa, e claro, era uma voz constante e seu ouvido, como próprio Neymar conta em entrevista ao POD PARA. "Sempos que eu estava a subir o dele, a voz dele, então quando eu estava jogando ele ficava falando alguma coisa. Por exemplo, quando eu ia bater uma falta quando era menor, ele falava, faz ela subir, faz ela subir. Por que? Porque ele sabia que o poder era tudo baixinho, então eu fazia bola subir, eu tinha qualidade, então eu fazia o gol. Então o seu pai ali nos primeiros passos ele foi fundamental, não se eu for demais. Foi demais, foi demais. Quando tinha apenas 8 anos, Neymar jogava uma partida de futeçao quando resolveu triboar todos os amiguinhos e fazia o gol. Para ele, era mais fácil desse jeito. Correu? Pronto, me morar com o seu. seu pai e ouviu um pedido tímido. Filho, toca bola, toca bola. Quando voltou para a quadra foi substituído. Não entendeu nada. Por que estava saindo da quadra, se estava fazendo gols? Um motivo era simples. Os pais dos outros jogadores reclamaram que nem mar não passava bola. A partir desse dia ele mudaria de categoria para jogar com os mais velhos. A diversão começava a ganhar contornos de inseridade. Nem mar queria ser jogador de futebol e nem mar pai queria transformar o filho em um. Um desejava viver da bola e o outro desejava viver do que a bola poderia dar. Viviam um, o sonho do outro, como nem mar pai contou pro time do ou. Viviam muito tempo sem dinheiro. Mas não nem mar. Nem mar foi uma criança de um verso mild. Mas ele começou já de querer coisas e enxergar e ver coisas que muitas crianças não me veram. Com 12 anos eu estava no sante de balcúrme. 14 anos já tinha setos rendimentos, mesmo que fosse ajuda de custo. Isso não só é ficar atento em vigilantes, porque quando você deixa de ser pobre você não quer voltar a ser pobre. Mas eu não quero ser pesado. De ano não sei o que é desaforo. Se para nem mar pai o futebol era uma salvação, por seu filho sempre foi uma diversão. E nem mar pai teve muito cuidado para que a brincadeira nunca morresse no cotidiano do filho. Segundo seu pai nem mar não se via apenas como atleta profissional e sim como um artista. No espetáculo recebeu aplausos e um convite de um certo bicampião mundial. Um torcedor me chamou de ser cosito. Vai ver um campeonato que tá correndo aí. Você vai ver um menino jovem. Jó, muito bem. E eu fui ver. Zita é uma lenda do futebol brasileiro. Além de bicampião da Copa do Mundo com a seleção brasileira, foi bicampião mundial com os santos. Na Vila Belmiro ele era chamado de gerente e conhecido pelas broncas que dava até em pelé. Zita o viu o talento que nem marea e fez de tudo para seu menino nos santos. Inclusive, fazer com que o club criasse uma categoria sub-treze. Aos 12 anos, nem mar defendiu santos futebol club e betinho que acompanhava a carreira do jogador, apresentou para a família um agente que mudaria a vida deles. Veio nem mar com o mesmo técnico que me apresentou o robinho, o betinho talento. Este é Wagner Ibero, exagente de nem mar. Você já ouviu ele no episódio anterior. A entrevista com Wagner aconteceu no escritório dele na zona sudsão Paulo. Na sala de espera, uma foto gigante, quase em tamanho real, tomava conta da parede. Nela, Wagner aparece entre dois jogadores e lustres dos santos. Vistindo uma camisa social estrada, uma gravata preta e um cinto da Hermès, Wagner tem, do seu lado direito, um nem mar sorridente com seu moicano característico. Do lado esquerdo, o rei pelé. Ambos estão uniformizados com a camisa do peixe. A foto foi feita durante uma reportagem da revista placar em 2012, mas voltando ao betinho. Wagner foi a gente de nem mar nessa época dos santos. Como o betinho acertou com o robinho, Wagner resolveu apostar também no nem mar. Começou a trabalhar com o atleto, e em pouco tempo já era a íntimo da família. Tão íntimo que pegava no pé de nem Mar pai. Se foi muito bom jogador, mas você não teve sucesso, porque nem mar, porque você não teve presa. Nem Mar pai viveu na pele a instabilidade da carreira de um jogador de futebol. Ele sabia a linguagem do campo, mas quando parou de jogabola, teve que aprender também o jogo das negociações. Viu no Wagner a oportunidade de criar uma carreira vitóriausa pro filho, que trair a instabilidade para toda a família. E ele estava certo. Um ano depois da chegada nos santos, o agente levou o jogador e seu pai para uma aventura internacional. Quando ele estava por 13 anos, eu convidei para fazer uma variação real Madrid. Ele foram por um bora. No episódio anterior, contamos como Wagner era o homem do real no Brasil. Mas o que ainda não contamos é que muito antes da batalha entre Real Madrid e Barcelona, Wagner já tinha tentado levar o menino para Madrid. Ele ligou para Florentino Pérez, o presidente do club, e pediu que Nem Mar fez esse um teste para base. Florentino aprovou e o jogador e seu pai viajaram pela primeira vez para fora do país. Se tudo desse certo, ficariam por lá mesmo. A época podia fazer isso. Hoje não pode. Eles não daram a passageira por Nem Mar pai, nem Mar Junior e para mim. E o hotel. Ficamos no hotel todos nós. Só que o Nem Mar Junior não queria, era difícil de comer. Ele não gostava de peixe essas coisas, só queria comer arroz, seja um preto. Nem Mar não se adaptou ao tempero espanhol. O presunto ibérico fazia o estômago do menino revirar. Ele não comia e Wagner precisava resolver a situação. Então levou a dupla para almoçar na casa de um velho conhecido. E aí eu levava ele para comer antes, na casa do Robinho. O Robinho era meu jogador que se viajamos muito bem. Ficamos jogando desnurquer, aplicando. O apoio de Robinho foi essencial para que Nem Mar se sentisse mais a vontade na capital espanhola. Sem ajuda dele, Nem Mar chegaria fraco para o teste mais importante da sua vida. Como contou Nem Mar pai para o time do ool. E eu vi o Nem Mar cada vez mais debilitando, sabe? O cara não comia. E o arroz era muito diferente, as coisas que tinham lá era muito diferente, ele não comia direi. De Barriga Cheia, Nem Mar deu show no CT do Real Madrid. E foi aprovado em todos os quesitos, como conta Wagner. O documento que Wagner se refere é uma ficha de jogador da federação espanhola. Ela foi expedida no dia 29 de março de 2006, três dias depois da goleada do real em cima do deportivo la Corunha. Nem Mar assinou a ficha como jogador da base do Real Madrid. E o clube decidiu que o jovem faria sua estreia durante as últimas partidas da temporada 2005-2006. Aqui, o Wagner conta o plano de carreira do real pro jogador e para sua família. Era algo bem parecido com o que o Barcelona fez com o Messi. Quando ele chegou a 16 anos, ele ia ser profissionalizado e já teria o passar a porta de espanhol, pelo fato dele já estar morando há muito tempo. Rajariam emprego para o pai dele, na Audi. Para ele iria ir embora, vai ficar de carro, vai entender de carro. A mãe dele, e ele mandaria também teria uma escola que o ramadinha proporcional os dois e arranjava um apartamento para eles. Tudo certo, só que a TV banderante na época fez uma matéria comigo e com nem Marjunho. Já está a uma semana treinando por aqui no real, e a tendência é que fique na Espanha. Ou tem mesmo ele foi jantar com os ídulos que tinha acabado de ver jogar, já está enturmado principalmente com Robin. Só fui na casa do Robin e só ia ter um pauzinho e meia nasci num caleado. Enturmado com Robinho e já em casa no Bernabéu. Você gostou do jogo? Desedidade em algum lugar, e não vai gostar. Nem Mara daqueles que falam, ou é que não precisa de ruim para entender onde está o futuro dele. É a que está legal, gostei de muita cidade, e é legal ficar aqui por aqui. Pode ver com ele, conhecer. O garoto veio aqui também para conhecer, porque a vida dele pode mudar para cá, ele pode vir jogar. Se a Jogasseira do Rio de Janeiro, vai jogar no Rio de Janeiro, vai jogar no Rio de Janeiro, na Europa, na Espanha, na Inglaterra, na Itália. Isso é questão de tempo, porque ele é o talimpo. A divinha que acabou vendo essa matéria aqui no Brasil, Marcello Teixeira, presidente do Santos. Marcello ligou para o Wagner, exigindo que o agente encontraci ele assim que retornasse ao Brasil. Wagner obedeceu, mais antes passou no seu escritório, onde encontrou uma surpresa em cima da sua mesa. Tinha uma notificação judicial para eu comparecer no foro, que tinha uma denúncia contra mim, que eu era traficante de menor. A absurdo, né, eu tinha ido com o pai do menino, a mãe eu turizou o pai a levá-lo. Depois de se explicar na justiça, Wagner foi ao encontro de Marcello Teixeira, que implorou que ele não levasse nem Marimbora. O agente retrucou. Marcello, eu tenho a proposta de um milhão de euros, de louvas para ele. O pagamento das louvas é algo muito comum no mundo do futebol. Elas funcionam como um bom nos pros jogadores pela assinatura.
do contrato. Na maioria das vezes elas são pagas já no ato da assinatura, como incentivo para acelar o negócio. Quando Wagner contou para Marcelo Teixeira, presidente do Santos, que o real pagaria 1 milhão de luvas para o menino, Marcelo cobriu a proposta espanhola. Não podia um perdê nem mar. O euro estava 2,5, era 2 milhões de milhão de reais, ele falou para mim. Eu pago. De vídeo, estou em 10 pagaminas de 250. O salário dele é 10 milhous. Ele falou para mim. Eu pago 25 mil reais por mês, 10 milhous. Escola para ele, para a irmã dele, por favor. Só você falar, procurar o que é só o nosso que dá da faculdade, desarrar a grande escola. O pai dele também quer estudar, põe o pai dele lá. Mas, certo, o cheiro foi abrindo tudo. O Santos pagou tudo. Ao 13 anos, Nemmar já era uma celebridade. O jogador da base do Santos assinava seu primeiro contrato com a Nike e seu nome ganhava cada vez mais força na baixada. Eu ia sempre ver os jogos do infantil, que jogavam antes do juneo, era como fosse uma preliminar. Esse é Marcio Fernandes, aí jogador e treinador de futebol. Marcio trabalhou nas categorias de base dos Santos entre 2004 e 2008, treinando Nemmar e convivendo com a expectativa em torno dele. Ele já estava com uma fã boa, não tanto, né, como ele é rosto, mas ele já tinha dentro das categorias. Já tinha um moral entre todos os treinadores e até jogadores mesmo. Em 2008, Marcio escalou Nemmar para disputar a taxa São Paulo. O técnico sabia que o talento já estava sendo acediado pelos time europeus. E que se o Santos quisesse usar a promissora estreira nos gramados, precisaria queimar etapas. Quando isso aconteceu, eu fui chamado numa reunião lá, o nosso criatura era o Zito, e o Zito era contra, que eu levasse o Nemmar para a taxa São Paulo, que tinha 15 anos. Ele não tinha um corpo ainda formado e encontrar jogadores bem mais velhos. E eles tinham medo que o Nemmar se quebrasse numa taxa dessa. Marcelo Testeira, presidente do Santos, temia que nem Marcio machucasse. Mas ao mesmo tempo, entendi que o club precisava usar nem Mar. Deixou Marcio levar o garoto para a taxa São Paulo. Hoje conhecida como Copa São Paulo, sobe uma condição. Os jogos que nem Mar entraria deveriam ser escolhidos adedos. E aí, a gente foi escolhendo alguns jogos, só que com a entrada do Nemmar, cada jogo que ele fazia, ele cada vez levava mais gente querendo que ele fosse titular do time, mas a gente para ver o Santos jogar, por causa dele. Vem entrar no Nemmar, 15 anos, com a 21. O time do Santos estava cheio de jovens apostas. Paulo Enrique Ganso jogava lado a lado com o Nemmar. Além disso, Thiago Luís e Alemão, tidos como grandes promessas, somavam na categoria. Com o time muito bom em mãos, Marcelo levou os Santos para semifinal do campeonato. O jogo seria contra o Internacional e o campeonato estava completamente alagado. Marcio nem se atreveu a convocar Nemmar. Nem para o banco ele foi. A paz desse jogo que eu tirei Nemmar, eu quase que caí, né? Porque na entrada, o Marcelo já tomou o telefone, já do nosso diretor que era o Adios. Aí o Adios me passou, ele falou, "Mas você não convocou Nemmar?" Fala que o presidente, o campeonato está todo enlambiado. A gente coloca o Nemmar aqui, aí sim, a gente vai correr, isso vai ter quebrar o Nemmar. Atras do banco, a torcida dos Santos pressionava Marcelo, exigindo o Nemmar em campo. Marcelo não cedeu e os Santos acabou perdendo. Porém, o pedido de a torcida para assistir Nemmar em campo chamou a atenção do técnico. Não era comum que isso acontecesse com um menino de 16 anos. Naquele jogo, Marcio entendeu que Nemmar tinha uma capacidade fora do normal de mobilizar as pessoas. Era impressionante, Paul Henrique também era assim. Mas o Nemmar parece que levava mais. Era uma febre de pessoas assim. Era impressionante. O carisma que ele tinha com público, né? Foi preciso reforçar um número de segurança. E até os funcionários da loja ajudaram no cortão de Zolamengo. Quando o Nemmar tesseu do carro, a cruzão aumentou. O carisma de Nemmar movimentava dinheiro dentro e fora de campo. As partidas dos Santos ficavam cada vez mais cheias, e o jogador ganhava seus primeiros reais com a venda do imagem. Voltando de Madrid, Wagner Ribeiro exigiu que o Santos cedece para Nemmar pai uma parte dos direitos econômicos de Nemmar, como incentivo para que ele ficasse no Brasil. Deu certo, o clube concordou em ficar com 60% dos direitos, enquanto Nemmar pai ficaria com 40%. Pode parecer complicado, entendeu que são esses direitos econômicos. Então vou explicar brevemente para você. Todo jogador de futebol que tem contrato com o clube está sujeito a ser vendido no futuro para outro clube. Os direitos econômicos são o valor potencial que o time dele vai receber pela venda. Nem sempre o time que vem de um jogador recebe o valor total dessa venda, porque esses direitos são distribuídos ou até mesmo comercializados antes para agentes e investidores. É um jogo de especulação. Quem compro os direitos econômicos de um jogador compra uma porcentagem do valor que o jogador será vendido no futuro. Ele tinha um percentual o Nemmar pai direite econômico do filho que eu consegui, quando eu digo isso eu falo com o orgulho que o pai dele nem sabia o que era direite econômico. Eu consegui nos anos 40 por sete direitos econômicos. Esse acordo foi mantido até 2009, quando Wagner trouxe uma empresa que investiria pesado em Nemmar em troca da porcentagem que pertencia Nemmar pai. Adiza um fundo criado pelo grupo Sonda, da rede Sonda Supermercado, cujudona o empresário Deusir Sonda. O fundo surgiu como uma forma do grupo investir em jogadores de futebol. A dinâmica era a seguinte, comprar os direitos econômicos de jogadores promissores para no futuro lucrar com a venda deles para fora do Brasil. Como Deus sirja a fazia negócios com Marcelo Teixeira, presidente do Santos, foi natural que a empresa se aproximasse de jogadores daquele time treinado por Marcel Fernandes. O lateral danilo, o atacante André e o meia-ganson foram alguns deles. O grupo também investiu em jogadores de outros times como dentinho do Corinthians, mas sem sombra de dúvida, Nemmar foi o maior jogador em que eles apostaram. Nessa época, Nemmar continuava ganhando um salário time do Santos. E seu pai ainda trabalhava como chefe de manutenção na companhia de engenharia de tráfego em São Paulo. Mas todos sabiam que, mais cedo ou mais tarde, o craque seria vendido para fora do país. Nemmar pai fez uma poça de altíssimo risco. Negociu à venda dos 40% dos direitos econômicos do filho com a disso em troca de um adiantamento de 5 milhões de reais. O contrato afirmava que, se Nemmar não vingasse, seu pai teria que devolver o valor indobro. Mais uma vez, confirmou a posta no filho e assinou. Nemmar ia virar. E a gente já volta. No dia 3 de maio de 2023, o Tenente coronel Maurucíde foi surpreendido a abrir a porta de casa e dar de cara com a polícia federal. A PF cumpriu 6 prisões e 16 mandados de busca, numa operação sobre um esquema de fraudes em certificado de vacina contra a covid-19. "Eu realmente fico surpreso com uma busca de apreensão. É com esse motivo." A partir daquele dia, o nome de Maurucíde, ajudante de ordens do ex-presidente de Aí Bolsonaro, entrou em todos os noticiairos do Brasil. A ajudança de ordens compete prestar o serviço de assistência direta e imediata ao presidente, nos assuntos naturais pessoal e regime de atendimento permanente em interronto. Como é que um cara sabe tanto sobre os bastidores de um esquema que poderia colocar em jogo a nossa democracia? Quem é esse homem que aceitou as missões mais absurdas em nome do governo Bolsonaro? Essas e outras perguntas a gente respondem "cide" a sombra de Bolsonaro, um pôde queixo original ou prime, disponível no YouTube do ou prime, em todas as plataformas de podcast. O contrato com a Dis foi a primeira grande investida de Neymar pai no mundo dos negócios. Ele ainda não era essa figura do empresário do filho, mas já se comportou como tal. Na negociação, faturou seus primeiros milhões e gostou muito. Quando Neymar Gate, que a gente contou no episódio anterior, estourou, a Dis veio para cima dele.
A empresa ganhou 6 milhões de euros na venda de Neymar pro Barcelona, e se sentiu lezada quando soube que Neymar pai recebeu 40. Neymar pai sempre disse ter o coração tranquilo em relação a disso. Quando nos encontramos em 2016, ele me contou sobre a vulnerabilidade que vivia quando assinou aquele contrato. Sinemar vingasse, ótimo, deu tudo certo. Mas se por acaso o atacante se lesionasse, seu pai teria que se virar pra pagar pra 10 milhões de reais. Quem perdi a mais nesse jogo? Neymar pai também reforçou que pra ele o filho foi um excelente investimento pro grupo Sonda. Como Neymar só foi vendido em 2013, o grupo faturou 200% no investimento em 4 anos e me provocou. Procura no banco um investimento que te dá retorno de 200% em 4 anos pra ver se você encontra. Durante a adolescência de Neymar, seu pai não só cuidava do filho, ele marcava em cima. Eu vi ele sempre em cima do Neymar, ele não saia, não tinha esse filho de festa, não, não. Ele ia numa igreja, ele regrava demais, o Neymar não podia fazer isso, podia fazer aquilo, não deixava. Marcio Fernandes conta que seu Neymar tinha muito cuidado pra quem nem Mar seguisse o caminho certo. Sabia que pro filho ser um atleta de alto rendimento tinha que obedecer certas regras. E não deixava nem Mar fazer nada que pudesse atrapalhar isso. Ele cuidou muito pra que o Neymar fosse realmente um atleta e depois é lógico hoje, tem a liberdade dele, mas no início se eu nem Mar, foi muito importante pra ele nem Mar conseguir ser o Neymar que é hoje. O esforço do pai trouxe resultados positivos. Neymar é um jogador completo, chuta com ambas as pernas, cabeceia bem e é um artileiro. É respeitado pelos clubes pelos quais passou e pelos atletas com quem jogou. A dedicação de Neymar e a disciplina do seu pai fizeram com que Marcio Fernandes subisse Neymar de categoria pra jogar no profissional aos 17 anos. O jovem fez sua primeira partida contra uma arilha, nunca foi na topaulista, esquentando o banco. Um arrependimento de Marcio até hoje. A gente estava perdendo um jogo de 1 a 0 do Marília e eu senti que aquele jogo ali se a gente perdesse, eu poderia cair. E aí eu falei, "bom, vou colocar o Neymar pra jogar." E aí a gente conversando, estava com a comissão, a comissão achou que não era hora de colocar ele. Esse cara estava batendo muito, que vindo Marília, aí eu acabei optando pelo bolanho. E nesse jogo eu acabei saindo dos santos. A derrota contra o Marília gerou a demissão do Marcio. Isso é o lugar, entrou Wagner Mansini, que botou Neymar pra jogar numa outra partida do campeonato paulista contra o Oeste do interior de São Paulo. No dia 7 de março de 2009, num pacambulotado, o menino do jardim glória estreou como jogador profissional do Santos Futebol Club. Neymar pai tinha razão. Seu filho virou. "Pakaimu inteiro, agora pedindo o garoto neymar. Wagner Mansini atende a consiga mostrando." Chegou o dia da pra traduzir que você tá sentindo agora? "Não, tô muito feliz, muita senão." O primeiro gol saiu dias depois, em 15 de março contra um mojimilh. Com o dia de frente, bom passe na esquerda, chegou com o micro-dabeto de Gil! Do Santos! O que pode ser um gol histórico? Neymar de cabeça! Enquanto Neymar se movimentava em campo vestindo uma camisa que parecia ser três números, um é orque ele? O grito da torcida do Santos som aumentava. O atacante começa a ser visto como uma celebridade e sua rotina muda. Fora de campo, a vida de Neymar fica cada vez mais serciada e afeta o dia a dia do adolescente na escola, como ele mesmo conta. Começa jogando profissional, tava para a galcolégia, não conseguia sucebir as coisas, porque eu tinha que treinar de manhã para viajar para jogar na quarta. Então já nem apacolégia, nem na tecla, nem na quarta. Se o jogo fosse forte de Santos, na quinta de manhã já não ia. Que a gente voltava no dia seguinte. Então, segundo o sexto, aí, ele avava, né? A dedicação absoluta de Neymar trouxe resultados para os Santos. Num ano, o seguinte eles ganharam o campeonato paulista e a Copa do Brasil. A bolha ao redor de Neymar se tornava cada vez maior, como conta Mars de Fernandes. O Neymar é aquela joia que os Santos estava esperando tudo dele, diretores realmente ficaram ali, porque ele fazia algumas coisas dentro dos treinamentos, que todo mundo via que era algo diferente, né? Ou seja, o cuidado era total. Mas nem tudo eram flores. Neymar acumulava elogios por onde passava, mas tinha também sua corta de críticas, especialmente quando se tratava do seu corpo mirrado. O técnico do Santos, vando a ler o Chamburu, chamou o jogador de "filé de borboleta". Juntou o departamento médico, pediu que o jogador ganhasse 7 quilos ao longo daquele ano, e disse por instantista se acalmarem. Porque Neymar seria titular na hora certa. Neymar foi passando e acabou. Passando esses jogadores, né? Eu lembro de um gol que ele fez na vila, conto, "flamenco". É uma coisa assim, te falava "meu, deu do céu, cara pegou a bola lá no lado, foi de pranto e pranto". Neymar, facilidade do Neymar. Elefitando, jogador do Santos. Deu uma meio leia, uma meio alô, e vou usar dele, que massa do Neymar! Aí se fala com o resco, cara, é. é do nível mesmo, super. Não é uma coisa normal, né? Não vai estar em todo dia um jogador disso. O gol de Neymar, conto, "flamenco", rendeu pra ele o prêmio "puscas". O prêmio do gol mais bonito do ano, dado pela FIFA, numa disputa comece e com o run-in. Ladies and gentlemen, o "viva" busca o valor do péscoo em 2011, "ghost 2". Neymar. Neymar ouviu seu nome ser anunciado o campeão ao lado de Piqué e de Niesta, futuros companheiros no time do Barcelona. Se levantou da cadeira e caminhou até o palco. Vistindo um esmol que empreito, que contrastava com o cabelo moicano com reflexos, o jogador recebreu o prêmio e discursou para os ouvidos atentos de Shakira, do Ray Pelé e de Joseph Blatter. Então, presidente da FIFA. Em 2011, Neymar também renovaria seu contrato com a Nike. Ou melhor, a NER Sports, empresa de Neymar Pie, renovaria seu contrato com a Nike. O novo acordo teria duração de 10 anos, mas seria recindido pela gigante do esporte em 2020. Nós vamos contar os bastidores desse rompimento no quinto episódio desse podcast. Mas em 2011, a Nike apostava milhões de dólares no fenômeno que Neymar viria ser, com o sistema de bonos de acordo com as suas performances. Todas as competições em que Neymar atuasse gerariam prêmios coletivos e individuais por parte da Nike. Por exemplo, se ele ganhasse a libertadores ou a liga dos campeões, receberia 60 mil dólares. Se fosse vice, a metade disso, 30 mil dólares. Se Neymar fosse leito melhor do mundo, o convocado para seleção, jogando mais de 70% das partidas, ganhariam bonos de 1 milhão de dólares. Porque nessa medalha de ouro nas olimpíadas, receberia 20 mil dólares, com artilharia, mais 100 mil. E se não fosse convocado para seleção, continuaria recebendo mesmo assim, anualmente, 240 mil dólares. Neymar tinha 19 anos quando assinou esse contrato com a Nike. A expectativa em torno do seu talento, que vinha sendo construída desde o projeto Neymar, atingia seu aps e nesse acoda.
A superlatividade com que nem Mara era tratado poderia arrasar qualquer jovem jogador. Na época, os santos até tinha uma psicóloga que atendia os jogadores. Mas segundo Marcio Ferlandes era nem Mar pai que andava a cobrança e o apoio que o filho precisava. Ele nunca chegou pra mim e falou uma coisa assim "Pô, meu filho não é esse jogar". Mesmo que ele disse que me descia, ele nunca falou isso. Esse sempre cobrava era o que poderia fazer pra melhorar. Apesar de não ter formação ingestão do seu discurso não ser refinado e dele não viver de acordo com as expectativas alheias, nem Mar pai tinha o poder de definir o destino do filho. E, no fim, é isso que realmente importa. Sem ele, nem Mar não seria um jogador mediático. E sem o filho, nem Mar pai não seria um empresário poderoso. Um depende do outro, dentro e fora de campo. E nem Mar pai sabe do papel fundamental que tem sobre o filho, como me contou no nosso último encontro. Você pode perguntar por cara que andou de moto, que a coisa mais difícil é você ter um garupa atrás homem, porque ele segura na parte traseira. Sempre você ser um garupa como mulher. Você volta na morada naquela faixa com você, te abraça. Então, eu sou obrigado a ser um garupa no meu filho, porque eu preciso abraçar, porque não dá para segurar atrás. Porque ele vai por um lado, eu vou pro outro, então não, então eu fico novo e do dele lá. Esse é o desafio de um pai. É apoiar o seu filho, mas saber direcionar o outro, eu tenho que conversar de vez em qual. Eu não consigo pegar toda experiência que eu tenho em jogar por nem Mar. Tem coisas que eu não consigo passar pra ele e precisa viver. Mas que eu falei, não faça isso, nem precisa passar por isso. E é isso, sim, eu falo, tá vendo? E nem sempre os caminhos que nós escolhemos é o certo. Eu sei disso, mas é o que a gente escolheu. E a gente não pode sair se arrepender pelas nossas escuras. E na Alteceu, o talento de nem Mar hoje em dia, é fácil. Mas em 96, no jardim glória, era preciso ter muita fé pra acreditar que aquele menino magrelo e orelhudo se tornaria um dos maiores jogadores de futebol do mundo. Se nem Mar pai sempre acreditou em uma vida diferente pra sua família, ele trabalhou pra conseguir-la e fez com que o filho embarcaça nesse sonho. Até que foi o próprio nem Mar, quem mostrou ao pai que qualquer um vindo de qualquer lugar, pode chegar ao topo. O nem Mar pegou a bola na rua, e o pessoal vai fazer balão com a bola, e passa um táque segredito pra ele. "Ei, tá pensando que é o nem Mar?" "Eu demorrisada, né, eu pai dele, ele é incrível, né?" Não dá pra acreditar que tinha esse beijo do nem Mar, na vida de Paul Vista e do próprio Colion Lange. Meia noite. No próximo episódio de nem Mar, até uma frase famosa de um figurão do Barcelona, que falou o Barcelona que esblinda ao vestiário explodiu o clube. "Eu não me vi a confiança do receite pra jogar ali." Em início, a gente não levou nem fisioterapia, também pra dar fisico, ele sofreu com isso. "E aí vão tirar, a gente vai se sentir do mar, pra ficar na minha espota." O que aconteceu? Enfim, eu não quero ficar remoindo também essa história de Copa do Mônio, é muito ser humano. Eu fui num bohatleta, que se cuida, treina, tem suas responsabilidades profissionais. Então, se a gente falar de gestão, de cair, engenheirir, carrega, é o meu gênero. Ele fez o gol de falta, fez o gol de penas e fez assistência. Na inacere dia, a capa era todo o Messi. E aí, o entorno do nem Mar, aquela conversa de amigo, aqui, você nunca vai ser o cara, tá aqui, tudo é Messi, pra pra pra pra. Nem Mar, é um podcast original, Wall Prime. A apresentação é de Pedro Lopes e Minha, Juga Kifuri. A reportagem é Minha, Pedro Lopes e de Thiago Arantes. O roteiro é de Helena Diaz. A pesquisa é de Pedro Lopes, Thiago Arantes, Helena Diaz e Barbara Falcão. A coordenação é de Lígia Carreal e Daniel Toze. A produção é de Carolina e Monteiro. A transcrição é de Laura Reustabe. A montagem é de Jaffer Sombarboza, o desenho de som e a penalização são de João Pedro Pinheiro. Trilha sonora original, de João Pedro Pinheiro. Trilha sationais do Epidemic Sound. Direção de voz de João Pedro Pinheiro e Mirela Guilhén. Design de Suéline Lima. Motion Design de Leonardo Enrique Rodrigues. A direção de arte é de Giselle Pungan e Vene Cardílio. Red Sociais com Amanda Portela. Com a voz de Vinifazito como Neymar Pai. Voses adicionais de Vinifazito, Marcos Daniel e Gabriel Andrade. O podcast é um produto de Wall Prime que tem de ego acis como gerente geral de reportagens especiais e Alexandre Jiménez como diretor de reportagem. A supervisão é de murir lugar a vela, diretor de conteúdo do Wall. Este episódio ou áudios do Wall da TV Globo, da UEFA, do PodPa, da TV Bande, do Sport TV, da FIFA e da Romário TV.
Podcast Summary
Key Points:
A história de Neymar é contada a partir da perspectiva de seu pai, que foi jogador de futebol e teve a carreira interrompida por um acidente.
Após o acidente, o pai de Neymar se dedicou integralmente a transformar o filho em um jogador profissional, agindo com mão de ferro e disciplina.
Neymar foi descoberto ainda criança por um olheiro enquanto corria nas arquibancadas de um campo de futebol society.
Aos 13 anos, Neymar fez um teste no Real Madrid, mas não se adaptou à comida espanhola. O Santos, então, cobriu a proposta do clube europeu para mantê-lo no Brasil.
Apesar da pressão da torcida e da diretoria, o técnico Márcio Fernandes evitou escalar Neymar na Copa São Paulo de 2008 para protegê-lo de lesões, evidenciando seu enorme carisma e potencial já na base.
Summary:
O terceiro episódio do podcast "Neymar" foca na infância e ascensão do jogador, destacando o papel central de seu pai. A narrativa começa com a carreira interrompida do pai de Neymar, que, após um acidente de carro que também envolveu o filho bebê, viu seu sonho de viver do futebol acabar. Determinado a não repetir o fracasso, ele assumiu o controle da carreira do filho, impondo disciplina e sacrifícios desde cedo.
Apesar da pobreza da família, que vivia em um quarto na casa da avó perto de um lixão, o talento de Neymar era evidente. Ele foi descoberto por um olheiro enquanto corria nas arquibancadas e logo se destacou em escolinhas. Aos 13 anos, Neymar e seu pai viajaram para um teste no Real Madrid, mas a adaptação foi difícil, especialmente com a comida.
O agente Wagner Ribeiro, então, conseguiu que o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, cobrisse a oferta europeia, garantindo a permanência do menino no clube. Já na base, Neymar demonstrava um carisma e talento excepcionais, mobilizando torcidas e chamando a atenção de olheiros. O episódio mostra como o sonho do pai se entrelaçou com o talento do filho, transformando a vida da família da Silva Santos e pavimentando o caminho de Neymar para se tornar um dos maiores nomes do futebol mundial.
FAQs
Aos 6 anos, enquanto seu pai jogava uma pelada, Neymar corria nas arquibancadas e chamou a atenção do olheiro Betinho, que o levou para treinar em sua escolinha de futebol.
O pai de Neymar foi fundamental como técnico e empresário, equilibrando as funções de pai e mentor, dando conselhos durante os jogos e garantindo que o filho mantivesse o foco na carreira.
Neymar não se adaptou à comida espanhola, só queria comer arroz e feijão, e acabou voltando ao Brasil após o Santos cobrir a proposta do Real Madrid.
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, cobriu a oferta do Real Madrid, oferecendo luvas de 1 milhão de euros, salário de 25 mil reais e escola para ele e sua irmã.
O acidente em 1992 lesionou o pai de Neymar na bacia, encerrando sua carreira profissional e forçando-o a trabalhar como vendedor e ajudante de pedreiro para sustentar a família.
Neymar vivia como uma criança comum no bairro Jardim Glória, em Praia Grande, brincando na rua, jogando futebol e videogame, mas tinha que cumprir responsabilidades como ir à escola e à igreja.
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