Go back

#29: José Salibi Neto, Cofundador da HSM, Autor de best-sellers e Conselheiro Estratégico

52m 42s

#29: José Salibi Neto, Cofundador da HSM, Autor de best-sellers e Conselheiro Estratégico

O episódio destaca a importância de inovação constante e a necessidade de empresas — especialmente no mercado jurídico — abandonarem a dependência do passado para se adaptarem rapidamente às mudanças tecnológicas e comportamentais. O conceito de "Motor 1 e Motor 2", desenvolvido por José Salib, é apresentado como uma ferramenta essencial: o Motor 1 representa a operação diária, enquanto o Motor 2 é a capacidade de criar o futuro ao mesmo tempo que se atua no presente. A discussão revela que muitas empresas se perdem por proteger suas vantagens tradicionais, como a Intel que ignorou o potencial do mercado de jogos e inteligência artificial. A tecnologia está transformando o papel do advogado, tornando-o um consultor estratégico, capaz de compreender novas realidades como IA e automação. A dinâmica de mercado exige perguntas transformadoras, que desafiam preconceitos e ajudam a definir o verdadeiro negócio do cliente. O episódio enfatiza que a cultura organizacional é fundamental para o sucesso do Motor 2, com exemplos de empresas como o iFood e Google que aplicam essa mentalidade com sucesso. Além disso, a remuneração por hora é criticada como ineficiente, com o surgimento de modelos baseados em valor e pacotes de serviço. O futuro da gestão está em equilíbrio entre inovação, cultura e estratégia, exigindo que profissionais sejam mais ágeis, criativos e conectados com as mudanças do mercado.

Transcription

9476 Words, 50990 Characters

Portuguese
Seja bem-vindo, seja bem-vindo a mais um episódio do Vendendo Valor. E hoje a gente invadiu o estúdio do gestão do amanhã, podcast. O meu querido amigo José Salib, né? O José Salib, eu brinco que ele é o Papa do Management do Brasil, no exterior. Tem mais de 11 livros publicados, é cofundador da HSM. E é uma fonte de inovação de sabedoria. E é uma honra chamá-lo de meu amigo, o meu mentor. Durante a nossa conversa, a gente falou sobre inovação, a gente falou sobre liderança, a gente falou sobre a arte de fazer perguntas, transformadoras, o último livro do Salib. Aqui, a gente falou também sobre grandes pensadores que ficaram presos no passado e empresas que ficaram muito agarradas no passado. A gente também falou sobre como essas forças estão influenciando de competição de novo, de tecnologia, comportamento do cliente, como isso tudo tem influenciando no nosso mercado jurídico também. Esses são dos episódios mais densos que vocês vão ver aqui no vendendo o valor de conteúdo, como a pessoa que de novo além do admirar bastante, eu recomendo demais a leitura de todos os livros dele. Vamos ver como foi? Começa agora o vendendo valor, um podcast produzido pela Estrungos. Principal referência em vendas no mercado jurídico. Com o apoio da ESCPM. Saliba, enfim, queria te agradecer demais pela presença, a gente se conhece há muito tempo. E eu estava até comentando com a pessoa do estúdio, porque eu não consegui ler todos os seus livros ainda. Eu já li vários, eu já li vários, eu já li vários. E quando eu estava me preparando para o nosso bate-papo, vários dos conceitos que vocês trouxeram desde lá de trás, eu carrego até hoje. E tem um conceito específico para mim que marcou muito desde o gestão da manhã, que é o conceito de motor 1 e motor 2. E que vocês, anos depois, até dedicaram um livro exclusivamente falando sobre motor 2. Por que vocês decidiram dedicar um livro inteiro a esse conceito do motor 2? Nós não funcionamos no gestão da manhã, que foi um livro mais amplo. Algumas ideias que a gente tinha sobre gestão e a gente atrás de motor 1 e motor 2 está aqui. Com a velocidade que nós vivemos hoje, o futuro chega muito mais rápido. E se você não tiver actuado no presente no futuro ao mesmo tempo, você vai se perder. E aí, iniciou-se, acho que a questão do líder ambidesto já existe há bastante tempo, né? Mas acho que a gente achou a marca, motor 1 e motor 2 que, na verdade, veio da bem, mas a bem falou assim numa linha, né, e aí foi um dos conceitos que mais chamam a atenção do público. Tudo mundo fala a motor 1 e motor 2. E a gente fala, vamos mais afundo, como é que se cria realmente um motor 2 de crescimento, que é o grande desafio, né, como é que se cria o futuro enquanto se está no presente. E aí pesquisamos, né, e fizemos um negócio bem bacana, né, com os vários casem, né? Nós temos aí algumas teorias do Peter Drucker também, do Clayton Kriss, assim, né? Casem, ficou bem legal, é legal de como realmente. Porque falar sobre organização de biraço não é triste. Agora fazê-la já é outra história, né? A paz de execução. Conseguiu fazer isso, inclusive com um step-by-step, né? De como você fica, como é que você monta um motor 2, né? Mas pessoas têm dificuldade, né? É o que eu falo, você tentar montar um motor 1. O motor 2, dentro do motor 1, vai dar certo, né? Então, como é que você faz? Em que tem que ter envolvido? O artigo de pessoa, onde você vai fazer? De todo um playbook, né? Pra fazer funcionar, aí tem algumas organizações que faz isso muito bem, né? Amas não faz bem, Google faz bem, o iFood aqui no Brasil faz muito bem, né? Quando eles falam sobre o "Jetski" no iFood, tem um pouco a ver com o motor 2, né? Exhação tem o seu jeito? Sim, sim, sim, sim. Não existe um jeito, tem. Aí engloba a cultura, né? O jeito que fazia as coisas, tá? E o iFood tem essa filosofia do "Jetski", né? Que é um motor 2, é um motor 2 assim butido no motor 1, né? E aí eles fazem experimentos e aí trazem pra dentro. Mas é uma cultura peculiar, né? Que funciona muito bem, inclusive grande parte dos gestores lá, tão em home office, né? Que não é fácil, né? Pra uma organização que inova, né? Mas cada um tem o seu jeito, mas eu acho que a gente fez todo mundo baixar o conceito, né? Pra uma coisa mais prática, né? De como criar o futuro de uma forma mais rápido e palpável? E se acha que linkando com uma algo que eu vi você falando aqui, inclusive, no podcast eu recomendo pra todo mundo, né, gestão da manhã, baita, baita, podcast. Sempre falo que eu tenho uma lista fixa de números de podcast que eu escuto e pra entra onde tem que sair, onde você está lá na minha lista fixa ali, sem óbvio, né? Óbvio. E criar como você ouvindo a gente, né? Não, não. É mim. Mas eu vivo você falando nos episódios com o Sandro, que você tava falando quanto achei esse genial, né? Que você tava falando assim, o quanto que as empresas ficam querendo proteger o passado. Sim. Sim. E é o link que eu fiz, te ouvindo e me coisa de se eu tiver errado, também tem a ver com o pouco isso. Você nem olhar para o motor 2, é também muito proteger o teu passado e achar que esse motor 1 vai ser eterno, né? Não sei se. Sim. Sem cheirga aí. É o grande problema. Acho que nunca é na história do mundo dos negócios, tantas e boas empresas perderem para o caminho, né? E a maior parte dela se perdeu por simplesmente e proteger, né? O que o micoporto chama de vantagem competitivo sustentável. Tá. A vantagem competitivo sustentava e protegia em vez de criar novos, novas notagens, né? E inovada trabalho, né? Inovada muito trabalho. Então, às vezes, para essas empresas, proteger o passado é mais fácil o que é que é o futuro, né? A gente, inclusive, soltou essa semana, o podcast da Intel com a Nvidia, né? Sim. Com a Nvidia. E já começou pequenininha? Eu ia chamar. Eu ia chamar. Você lá 15, 20 anos atrás, né? No mercado de games. Isso fazia uns chips para o mercado de games, tá? Só que esse mercado de games foi uma inteligência artificial, né? E a Intel ficou focada, né? Eles erraram duas vezes, né? A primeira é achar que o mundo era só computador, não enxergar no celular. E a segunda, que foi cruel, crucial, né? Que foi não enxergar o mercado de inteligência artificial, a gente desprezar o mercado de games porque era muito pequeno, entendeu? E as oportunidades do começo vão grandes, não seria fácil, né? E era um mercado pequeno, né? Isso é muito pequeno para a gente entrar, né? O que? Aí você fica acontecendo, né? Uma empresa está lutando pela vida, a outra vale quatro trilhões, né? Então, no mesmo segmento. Né, teve a venda, agora é recente, né, da Electronic Arts para o 55B de dólar, né? Então, é um mercado. E é engraçado, você dizer isso, porque no mercado de games, tem uma particularidade, né? Você não pode ter não advogado que tenha participação em escutores de julcacia e você não tem uma liberação no mercado para escutores estrangeiros, né? A gente tem escutores estrangeiros aqui, mas eles têm todo um tratamento, eles não podem advogar em lembras leiras, e óbvio que, de certa forma, isso cria um certo protecionismo ao tipo de mercado, uma zona de conforto, mas o que eu acho que está curioso agora é que eu acho que o mercado de gente está passando por um ponto de inflexão, e tem muita ver com histórias da codac, etc. E eu acho que eu já vejo um movimento de vários escutores pensando nisso, é que eu acho que eles encoraram um pouco no Amazonas de conforto dessa proteção e não perceberam que, na verdade, a concorrência deles está vindo de outros lugares. Sim, próprio do chat é PT, né? Óbvio. Eu economizei e eu fiz aí, eu deve ter economizado uns 25 mil dólares com o chat é PT, porque eu lancei o nosso livro líder na Stupptiva, inglês, né? Eu fiz os Units. Parabéns. Eu também fiz muito no braço, né? Sim. E aí, quando saiu, estava na Amazonas, eu fui ver o meu livro só que tinha, mas três livros com o mesmo nome, né? Falei "pul", está aqui para desculpa, né? Não, pode falar, que não tem problema não. Estava esperando. Já o devolgado bateu na minha porta, né? Eu falei, se que esse devia um pequeno detalhe, se tinha algum livro com. Com o nome igual. O nome aí é? Logicamente, entrei no chat, rapidamente, perguntei "olha, chat, eu escrevi um livro com esse nome, tal, tal, tal, tal". E. Se acho que eu posso ser processado, né? E é o meu chat, pessoal, no primeiro lugar. Parabéns pelo estudo desse livro. Empatia, empatia, empatia digital, né? Segundo lugar. Não se preocupe, né? Tito de livro, não é? Não sei que seja uma marca, pouca cola, pouca swag, né? Claro. Não tem, você não tem copyright, entendeu? Você não tem direito. Mas, eu falei assim, ali, tem uma sugestão para você. Já que existe outros livros com. Não, olha isso aí, né? Já que esses outros livros com mesmo, não é? Porque não se diferenciar no subtítulos, né? E tá aqui alguns. Tá, alguns. Juro, perda, juro, perda. Sensas, juro. Aqui tá alguns subtítulos, né? E aí, eu fiquei mais tranquila, tudo bem, né? Eu acho que se eu tivesse tido esse cuidado, chamaria de alguma outra coisa. Mas tudo bem, eu acho que é o primeiro que tá lá em cima, né? É o que tem os melhores testemunes, né? Tem o quadre, tem o devidourde, tem o lembra, tem um monte de gente bacana. E aí, eu tô publicando um estratégio de motor 2, né? Porque em inglês é Engine 2, né? Engine 2. Tá. Que é um motor 2, né? E aí, eu fiz a mesma pergunta. Então, aqui, você não pode, porque tem essa empresa que faz emagrecimento, que é dona da marca. Engine 2, né? Não. O que é isso? Isso é legal. Cara, isso é 25 prodósitos. Passa. Passa. Passa. Passa. Passa. Passa. Então assim, o advogado vai ter que falar. Como é que eu vou performar agora com isso? Não. Mas é interessante, né? Porque você e o Sandro fazem vários eventos, além de palestras, e tem os eventos de vocês que são super bacanas, é sempre lotados. O que você vem sentindo de aflição nesse empresário, nesse empresário, assim, diante de tudo isso que você está trazendo, né? Que que se sente, né? É muito. O nosso foco tem sido empresas que já vem lá atrás, né? Tá. O pessoal cabelo branco, não cabelo, né? Tá sendo bem. É ele meio que andou por esse lado, né? Assim, nós temos alguns jovens, né? Aparece sempre, mas a grande maioria, aquela coisa, né? Os jovens têm as ideias dos vários tem o dinheiro, né? Então, a gente pegou muito, né? Então, a gente tem ajudado essas empresas a não terminar, como tantas outras terminaram, né? Sim. Inclusive, muitas aqui no Brasil. E. Então, a gente está ensinando eles, né? Sim, eles vem com a cabeça muito aberta, com muita vontade. Veja assim, eles com desespero, a explotura é que vai no nosso evento? No nosso evento, eles nem nossos livros, né? Eles estão fazendo. Já vem com uma baixa. Eles fazem. Eles mexem com as empresas, né? A gente vê vários queis bacanas de empresas criaram motor 2, né? Transformar a cultura. Então, mas são preocupações assim. Como é que eu vou criar em empresas de 20 anos, como é que eu vou criar os próximos 20 e que vão ser, de um jeito bem diferente que a gente trouxe aqui em empresa até agora, né? Bem diferente. E quais são as habilidades que eu vou ter que desenvolver pra isso? E eles confiam muito na gente, né? A gente toda nos eventos estão. Estão lotados, né? São eventos que abordam cultura estratégia, liderança alta-performas, inovação de ruptura e crescimento acelerado. Tem a inerção, né? Então eles vem, né? Mas o perfil é bem parecido assim, né? Cresças que já vem lá de trás, algumas empresas menores, com alguns anos de atividade. Então, pintando, buscando a solução genencial, né? Ou ideias pra levar a empresa adiante, né? Porque hoje, se você navegar sem esse conhecimento, você faz "beijo nuclear área", né? Você tá perdido, né? Você imagina o que aconteceu com essa questão do nome, né? Porque eu dei. Inclusive, quando ele falou que um editú já tinha a marca, ele falou "deixe eu sugerir alguns nomes pra você". -Aquilo cura. -Aquilo cura. Eu acordo que. Quanto que eu advogado perdem nos Estados Unidos, sempre cadeira. Eu faço trabalhos lá. E sei como é que já tem advogados americanos, né? Sim, sim, sim. Qualquer pergunta tinha a massa, você sabe que é castigo, né? Sim. Então, como é que os advogados vão atuar, né? Como é que o mundo atual de. As respostas estão lá, né? Por isso que a gente escreve um livro chamado. A arte fazia perguntas transformadoras que a gente lançou a nossa último livro, né? Bem bacana, né? Porque hoje o diferencial vai estar na pergunta, né? Você já provavelmente participou de um evento assim. Muitos palestrantes e no final do dia aquela sensação que só sobraram aquelas frases de autoajuda barata. Pensando nisso, a gente lançou os truns experience. Um evento de dois dias presencial aqui em São Paulo com foco em venda de valor e prospección no mercado jurídico. Na primeira edição a gente contou com 70 participantes em um grupo seleto de palestrantes. A gente teve roundtable com diretores diretores jurídicos. A gente teve um roundtable sobre prospección eficiente na prática com clientes nossos aqui, das truns falando sobre a aplicação da metodologia. A gente teve palestra prática sobre ir a sobre marketing jurídico, sobre canal de distribuição. Então, pra você é escritório que está em dúvida como treinar o seu pessoal, pra você que quem investina sua própria carreira, acessa o site www.trunsexperians.com.br e serão prazer encontrar você por lá as vagas são limitadas. Eu não consegui chegar nesse ainda, mas estou bem. Ali gestão da manhã, estratégia adaptativa, estratégia de motor 2. Eu li o liderança de subtiva. Qual da cultura? No código de la cultura, você me deu na sua casa. Porque tem muito a ver essa era uma pergunta que eu queria te fazer. O das perguntas, para mim, acho que tem duas lentes. Quando eu vi que vocês tinham lançado, acho que tinha uma lente que venda consultiva, tem muito a ver com pergunta. E você está preparado e vem com provocação e vir com pergunta. Pergunto inteligente. E obviamente, e o leigo aqui falando, agora olhando para o teu lado, pouco a gente fala de chatbitty. É óbvio que a qualidade das suas perguntas, o teu imputo, vai determinar o teu auto-put. Não sei se isso foi um pouco oxeção. Sim, mas na verdade, foi coincidência de ter vindo a questão da inteligência de artião, né? A gente tem um capítulo sobre como fazer "Melhores Promptus". Mas o livro não é sobre o que está acontecendo hoje, né? Qual é a pergunta que está deixando todo mundo logo? Qual é o meu negócio? O abizo, os animais. É desde lá de trás, desde o treador da época. É exatamente. Se você chegar por qualquer empresa hoje e perguntar o negócio deles, para 10 pessoas, vai ter 10 respostos diferentes. Porque a tecnologia hoje está abrindo as possibilidades de atuar em várias horas. Você pega uma Amazon, por exemplo, tipo exemplo, né? Estão começando como livraria, bookstore, da Marquette List, depois veio a AWS, depois veio a Alexa, dei alguns produtos que não deram certo, que nem eu faria. Agora, a Amazon advertares, em Amazon Health. Então, se a Amazon tivesse nós somos a melhor livraria do universo, ele ia morrer como livraria, né? Então, essa pergunta, por isso que as perguntas hoje são tão importantes, né? E hoje, o mundo da tecnologia, ela proporciona essa possibilidade, né? De Wariff, né? E ser, né? Essas até falam sobre questões de concorrência, né? Tem um caso que vocês cita. Agora, já não vou lembrar qual o livro, mas eu tenho certeza que vem de vocês, dá-me o crédito a vocês. Até porque você tem uma visão de competição. A partir do momento, você começa a ler. Vê por essa lente do what kind of business are you in? What business are you in? Você. o Netflix está concorrendo com um Fortnite, como você. Sim, como você traz, né? O Netflix está concorrendo com o meu sono. Perfeito. Perfeito. Mas é verdade, porque se ela não aparece com alguma coisa interessante, eu durro um filme simplesmente isso. Então, ela concorre com o meu sono, né? Se ela consegue fazer, então a gente concorre hoje com coisas que a gente nem. Nem imaginava, né, pelo tempo do cliente, por exemplo, né? Eu brinco, né, porque se eu fosse ver uma série chata, e sim, aparece. Eu durro um filme, aí não vejo, né? Sim, sim, sim, sim. E a minha. eu olhando assim, né, o que vocês vem montando, pra mim, é quase um quebra-cabeça. Se eu puder dar como consumidor do conteúdo, né? E tem, mesmo. Mas, por hoje, deus. Mais três. É mesmo, né? Então, eu vejo um quebra-cabeça, que. Pra mim, você me trouxe isso lá atrás, quando a gente falou "Mossak", você falou "Sim", eu lembro que você já havia nessa construção. Você falou assim, pro próprio pensamento estratégico no Brasil, estava muito defasado, assim. É, com certeza, no mundo inteiro, né? No mundo, né? É na academia, então, é. Fim da picada, né? Eu te veio lá, né, com pensamento no microporta, que foi muito bom pra aquele momento, né? Sim. E o mundo de hoje ele faz você pensar diferente, né? Que era uma vantagem competível, sustentável que ele criou. Hoje é uma vantagem competível, é transitora, né? Sim. Você não consegue dormir em cima de uma vantagem, né? Se tem que criar novas vantagem, né? A empresa tem que se mexer muito mais. No que se mexer antes, certo? Tem que ser muito mais criativa, né? A empresa antes era protetora, executora, né? A protegio que tinha, né? E vamos já as possibilidades são inúmeras, né? Então. Eu vejo não beve isso, né? Se não irzão beve muito isso, né? Com certeza, né? É uma empresa de bebidas, né? Nada acontece por acaso, né? No adiante a você querer criar novos negócios, você não tem uma cultura que suporte. Sim. O primeiro movimento dele foi criar. Foi renovar a cultura que aliás o novo quadracultura serviu como guia, né? Para o problema. E com uma cultura mais atualizada, né? Para o mundo de hoje, eles são tão prontos para fazer os outros movimentos, né? Que foi transformar um beve numa empresa de marcas, né? Hoje, através da plataforma, isso se compra. Qualquer coisa, inclusive arranca. Sim, sim, sim. Eu acho que esse foi a quebra de paledigo, né? O Zé Deliver é meio da coisa, não é só. É bebidas, você compra qualquer coisa. Então, de novo, né? O qual é o negócio da Amber? E se uniria essa lente com. E é engraçado de te ouvindo, né? Porque ao mesmo tempo que eu vejo esse lado, todo eu acho que tem uns first principles, se você for ver o próprio jobs tubidano que não nasce com "Quistance", né? Nasce, na verdade, com "Drucker" lá atrás, você enxerga de certa forma que essa lente do job tubidano também faz parte de todo esse quebra-cabeça, enfim. Aí, que está a generalidade do Peter Drucker, aliás, é o próximo livro, né? Sobre. Eu convive com o Peter Drucker 14 anos, né? Eu tenho Fernando Seara também, que foi a luna do "Drucker", né, na "Drucker School". Ah, não sabia. É, foi um dos poucos, acho que foi o único, talvez. E a gente decidiu trazer as ideias do "Drucker" pro mundo atual, né? Há temos quatro capítulos escritos de trazendo, né? Mostrando o job tubidano foi uma coisa que ele. O insight que ele teve em 1964, né, que. A razão que um cliente compra um produto é diferente da razão que a empresa vende, né? E aí, você vê a questão do iPod, né? A empresa. A empresa que fazia um CD, achava que está igual a CD. Só que o cliente tava compra na música, né? Só que existe. Isso em várias indústrias, né? E o Drucker foi o primeiro a identificar isso. O Drucker, assim, ele identifica essas coisas, mas também não ia afundo. Ele já partiu para os próximos livros, que me agente faz, né? E aí o cliente eu conhecesly pegou essa ideia e foi mais afundo, né? -Impacotou. -É, empacotou e foi origem da inovação de ruptura. Então, o que eu digo que tem a ver com a inovação de ruptura hoje tudo. -E foi bem legal, mas é curioso isso, né? Porque eu acho que quando você começa a dotar essa lente, vir uma chave na tua cabeça, que você deixa de olhar só o seu produto, pelo menos é assim que eu digeria isso, né? Porque quando você assume, por exemplo, vamos trazer paloginha do mercado jurídico, né? Que o cliente precisa mitigar risco. Ele precisa gerar caixa. Ele precisa ter vantagem, competir no mercado. Quando você vai colocando isso, o que acaba acontecendo no mercado jurídico, é que eles colocam a etiqueta no programa dos clientes, né? De acordo com a especialidade deles. É, eu mundo hoje criou possibilidades enormes e negócios, né? O advogado hoje ele tem que saber de tecnologia, tem que saber de negócios, né? Porque o negócio que o cliente dele está hoje, provavelmente está aqui um dois anos, vai estar. E se ele não souber a enxergar isso, ele vai perder muitas oportunidades de conseguir novos trabalhos a partir de novos negócios, né? E o mercado jurídico, ele sempre ficou bem na lei mesmo, né? Desvogado muito. Sempre trabalhos jurídicos, né? E nunca de negócios, né? Então o advogado hoje é advogado que vai ter sucesso naqueles características ampliados, que trazem possibilidades, né? De novos trabalhos, né? Hoje o chat resolve esse tipo de problema, mas tem outros problemas que vão criados, também, né? Porque estão da. o que acontece quando a botão toa cara, a tua voz na internet falando, o que é que você vai fazer? Perfeito, você tem novos problemas com sujeitos? Novos problemas que são sujeitos, né? Faz muito sim. E o advogado precisa estar hoje, um advogado que não sabe de tecnologia, não sabe essas novas tecnologias e não sabe de religiário, tá? Baticamente perdido. E muitos deles vão perder, porque eles não estão aqui na comigo, sempre tive meus clientes, vai depender de chão mesmo, vai depender de chão mesmo. Tá com ninguém, né? É, manda algumas coisas que eu trago pra eles, é que o próprio cliente é um concorrente deles, a partir do momento que o cliente começa a perceber que ele pode. O que eu fiz, né? Fiz exatamente o que você fez, eu to falando pra eles, quando o cliente começa a internalizar, a ferramenta própria, é muito empresa, criando ferramenta própria, a ferramenta casa. Contratos, né? Total. Contratos, né? Eu acho que o advogado hoje vai ser o mais um constor estratégico, legal do que realmente é aquele que faz esse contrato, isso aí já tem muita gente fazendo. Entendi, gente vai ter outro lugar, né? É, onde a gente se coloca lá, a gente vai assinar um contrato de algum curso nosso, alguma coisa, a gente coloca lá e já vem com o contrato do jeito. É, eu acho que esse lugar que tá na dissonança cognitiva deles, a gente tem um outro desafio que é como é que a gente treina, essa galera é mais junho, né? Porque antigamente você treinava na base da repetição. Mas você ficava venhando lá, volumente contrato, então a gente tá enfrentando um momento agora de como que a gente vai, sendo que a gente vai cobrar isso do cliente, o cliente não vai pagar pra gente ficar treinando o nosso time, eu acho que a gente vai viver um momento agora completamente diferente do que a gente tinha antes, né? E nessa mensagem do Apocalipse, eu acho que é até modelo de remuneração, isso ali, esse modelo de hora pra mim, eu até escrevo no meu novo livro, a quase morte da cobrança por hora. Porque ele é um modelo, que ele premi a ineficiência. E você não tá discutindo impacto? É fora que. É terrível você sentar com um advogado, né? E saber que aquele minuto tá contando que não tá acessindo, né? É muito esquisito, né? É extremamente desagadado, né? Eu não gosto disso. Eu prefiro fazer um pacote pelo serviço, pacote de valor que eu vou te proteger aqui, independente das pessoas. No meu advogado é assim, eu pago um fio pra ele pra mim, e eu uso quanto eu precisar, entendeu? E funciona super bem, eu me sinto cuidado, eu me sinto, né? Tem aquela costana de advogados que querem acelerar as horas, né? Mais horas, mais horas. Com esse hospital, né, um pessoa que trabalha no hospital, a pessoa próxima, aonde o dor, fundador hospital, chega pra ela e fala assim, ela é importante que a internação seja longa do paciente, né? E a gente tem essa questão tradicional dos advogados, eles não são todos, mas castigar, né? Proclerarem a longar as horas, né? Então, eu acho que a questão vai mudar muito, porque o advogador precisa ter uma visão mais estratégica, né? E precisa proteger o cara estratégicamente dos futuros problemas, né? Porque se ele não entende um motor 2, né? O que pode vir pela frente, então ele já pode atuar te protegendo, né? E, na verdade, esse é o papel do advogado, é proteger você, né? Não é prestar serviços jurídicos. Você sabe que assim, eu considero, eu estava até, então é percorioso você dizer isso, porque é um dos episódios que a gente gravou, gravei um, tem, foi cumbru no baldo Tini, que hoje é uma das principais referências em direito bancária no Brasil, e ele estava falando que o PNF tem uma aceleradora dentro do PNF, né? Ele estava falando que isso foi muito rico para eles, porque eles começaram a enxergar o que estava por vir. Exatamente. E inclusive, se pega no teu gancho, até do ponto de vista regulatório, eu não existe a regulamentação, você vai ter que ajudar a criar. Exatamente. A regulamentação, então você vive muita dinheiro. Se alguém que pega a tua voz, to a cara e postar alguma coisa, você vai processar porquanto. Exatamente. Tudo bem, a falsidade delógica tem todas essas coisas, mas tem muita coisa que nem apareceu, né? E aí está o papel do advogado advogada para entender esses movimentos, entender essa nova dinâmica das empresas, inclusive com a própria escritoria dele, para entender que ele é uma empresa. Já não é mais um, talvez um escritoria divulgasse, entendeu? Protégio os seus clientes, né, em todas as esferas, inclusive com questões com as pessoas, né? Sim. Você tem quatro gerações trabalhando juntas hoje, né, sendo que um vai para o escritorio e outro vai. Então, como é que você vai olhar o cara que no geração zeia seguinte? Não quer ir para o escritorio todo dia, ponto? Sim. Agora, como é que você vai, então, trabalhar a questão trabalhista deles? Sim. Como isso aí, mesmo com cultura, não sei se vocês eram. Não tem jeito, você não vai trazer. Então, e como é que é a questão trabalhista, né? Você leva um tombo na casa, um escritor da casa dele, quem é o responsável. Tem todo uma nova dinâmica aí, que os personais atuarem tão precisam saber porque se não vou ficar obsolete, entendeu? Eu já estou vendo alguns que já está assinando sua positadoria, né? Isso é o que é interessante, eu lembro muito do livro "Jogo interior do Tennis". Sim, igual. Eu fiz o curso de pote dele. Ah, que bacana, de Inagame of Tenants, né? Sim. E eu lembro muito que no livro, o livro é mais antigo, mas ele foi sendo atualizado no longo do tempo. E ele cita muito também esse lugar que as vezes coisas que eram ditas como padrão, o Playbook era fazer dessa forma, ele falou até do Sáquio, que depois do Sampras veio e até ele sacava errado, né? É. E eu já ouvi você falando também na loja da Raquete, né? O que que era Raquete? É uma dele Raquete de grafite, né? Então, acho que também, eu vejo isso muito em vários lugares, né? O brinco é aquele argumento do. Não, mas aqui a gente não faz assim. Ou nessa indústria a gente não faz assim. Eu sempre fui com o questiono, eu falei, era uma quindícia que a gente não faz assim. Da onde que tá escrito que tem que fazer a Sáquio. Eu acho que eu vejo esses mercados mais tradicionais. A minha dermatologista, ela fica me falando sobre um. Você não quer treinar, meu pessoal. Eu falei, mas não, Adriana, não, não, não, não. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Mas ela vem falando, inclusive, do lado dela, agora eu estou se dando um caso muito particular dela, falando com uma medicina também em alguns aspectos. Todos, todas. Todos, todas. Não tem área aqui. Você pega na medicina, hoje você tem na radiologia, ou a inteligência oficial faz um diagnóstico muito mais preciso do que um médico. Hoje, né. Tanto é que eu venço bons radiologistas aí, ganhando 50 reais por lado. É absurdo, né. Cara, tá vendo? Eu tô ouvindo. Mas por que? Porque você tem a inteligência de outro produtor que basicamente gosta 50 reais. O que ele vai fazer? Deixar de semétrica? Não. Vai despejar de geral em outra área, né. É o que nós estamos precisando aliás. Um dos, o que nós fizemos, um dos temas que nós fizemos. Um dos temas que nós fizemos. E as profissões daqui a quatro anos, as profissões de hoje, não vão existir. Muitas delas. Tá. E o que a gente faz, onde que as escolas não estão ensinando, né. Então tem toda uma questão. Então o papel do advogado hoje tem que ter um papel muito mais ampla, tem que entender muito mais negócios, estratégias para ajudar o cliente a se proteger e fazer as coisas que a gente tem que fazer com uma estreana. Se acha que o humano, então, onde que entra o, onde que entra o nosso desferecial competitivo nessas histórias? Estou exagerado. É conjunto, né. Um apoio anual. É assim. É o. Não é a toa que a Microsoft chama de Copaida, né. A inteligência de hoje é o nosso Copaida, não adianta nada. Sentimento. Um amigo menos Estados Unidos pediu. Não para me ajudar, minha filha que tá estudando Estados Unidos é conseguir um estágio, né. E, po, cara, me pedir que no Brasil, né. Tá do bem, mas eu conheço uma empresa, ela conseguiu estargio para ela. E aí, a razão que ela foi dispensada, né, porque ele fazia algumas perguntas para ela. E ela tá no último ano de faculdade. Ela fazia a mesma pergunta para o chat. Em voz, mandava o resposta por. Cara, entendeu. Falou nenhuma menina de 20 anos, dá uma resposta dessa, né. Então. Você pega, por exemplo, eu desenvolviu uma palestra agora, é uma aula, né. Nós temos um programa chamado Conselho de Líderes. Isso é pra vinte e se usa. Se lá, ós, né. E é um programa de um ano inteiro. E as aulas que eu dou lá. pode ser as mesmas porque eles já foram em algum evento nosso. Então tem que criar algo completamente novo, né. Fui, dá mais a fundo a questão do Faiu, né? -Do Jincóis. -Do Jincóis que ele introduziu, mas o que aconteceu depois é infinitamente maior do que ele apresentou. E aí eu, em vez de fazer, chega, por favor, desenvolva uma apresentação aqui e tal. Aí o batiou, lá está longe de. Sim, sim, sim. Então eu contratei um cara especialista, né, e falava, você faz aqui, eu faço no braço, como eu sempre fiz, né. -Tá. -No braço, significa ter 30 artigos, 5 livros e tentar fazer um comum, né. Sim, sim. -Cara. -Um final do dia, 85% da apresentação é minha e 15, veio lá do cara, entendeu. -Tem que ver. -Ah, os 15% que fiz a noite. -A Gregor, né. -É, mas não foi ele, tanto que ele fez duas vezes. Eu falei, "Cara, isso aí está jogando muito com o lado de Jincóis, o de Jincóis, ele parou naquele Faiu original, não dá, mas não se estendeu, né. Então a inteligência artificial, ele dá o que tem, ele não dá o que não tem." E se acha que até esticando, para o circulador aqui que eu tenho, mas até puxando esse gancho do de Jincóis, né, eu tenho uma dúvida que não tem Jesus de valor, assim, mas às vezes eu tenho a sensação, eu não sei se essa pergunta vai ser muito direto, mas sim, se acha que em parte o de Jincóis ficou um pouco parada no tempo. -Tem uma dúvida, né. -Um todo respeito. -É, não, né. Prisa que eu estou tentando cuidar o que eu sou eu, naquilo do Promo. -Tai, não. -Tai, né. Porque depende cada um, eu não sou bastante amigo dele. -Sim, sim. -Mas eu não sei se ele ficou parada no tempo que ele quis, ou se ele ficou, porque, às vezes até parece que ele filho da um, sabe, dá uma parada. -Sim. -É difícil jogar uma pessoa, né? -Não, não tô aqui. Eu, eu, eu, eu grato, eu tirar honra de Teu, Peter Druck, como amigo e mentor, e ele é um cara que não parava também, né? Então, 39 livros sozinho, né? -Eu acho que boa parte depois que ele tinha feito 60, como sozinho. -Parte depois de 60 anos. E boa parte dele depois de 80 anos, né? -É mesmo, mas não sou a vida. -É, eu sou inquieto que nem o Drucker, eu o Sando, eu também, veto que está. O Colo, ele deu uma paradinha no tempo, ele não conseguiu trazer os conceitos, apesar que muitos dos conceitos, eles são muito poderosos. -Sim. -No ator que vendendo 10 milhões de copas. -Sim. -Mas eu acho que ele não conseguiu, como, não só ele, como Michael Porter, não conseguiu, aí alguns outros gurus de enorme, que foram muito sucesso passados. É duro você ter o sucesso à vida inteira, né? -Sim, e manter, né? -É, manter, lógicamente, a gente espera daquela pessoa que ele vá pra frente. E eu vejo que ele tá trabalhando um livro, faz de já há 7 anos, e que tá virando um livro um pouco de autor judo ainda, não? -Entendi. -Pessoal, tá mais longe de ser. -Aquilo em paz. -Porque é, po, ele criou o conceito de encontros e manda essa parte, po, eu criei um livro, né? -Sim. -Sem livro, assim. -Mas eu acho que não tem nenhum lugar nenhum do mundo, porque não tem a crise, não tem literatura sobre isso. -Você tem o livro do Colo, isso que, na verdade, é um manuscrito, sendo que metade do livro não é sobre isso. E os outros dois livros que existem, estão mais voltado à programação, o Cloud, e não o Business, entendeu? Então, vai bem legal, mas, assim, qual é o ponto, né? A interesse de arte-al foi um copai, outra, pra mim, entendeu? Não foi alternativa, né? -Os dois livros. -Entendi. -Entendi. -E quando se atu os dois juntos, cara, fica coisa, né? -Mas potência, né? Você fica um mega-self, né? -Sim, sim, sim, sim. O Steve Jobsco, ele lançou o computador pessoal, todo mundo falou, "Pu, ia secretário, né?" -E ia secretário, assim, sim. -Ele falou, o computador é uma versão melhor de nós mesmos, né? Eu digo que a interesse de arte-al é uma mega-versão melhor de nós mesmos, né? Nós temos a potencial pra fazer coisas incríveis, né, você vê. -A gente faz os nossos eventos, né? Eu não sei se você tá familiar com aquele ferramenta do Google, é. -LM? -Noutro-poque. -Tá sim. -Não, é impressionante, né? -Personante. -Cara, a gente bota lá dois dias, entrega tudo pro cliente, né? Tudo resumindo em áudio os principais pontos, cara. -É, se faltar. -E agora, você não consegue fazer o "LM" se você não tem outra parte. -Sim, pude, né? -É, são as duas coisas, né? -O que você mudou de ideia, que você repensou nessas suas reflexões, pensando nessa, vendo uma jornada muito intensa aí de décadas pensando e eu brinco o que vou. -Você é o nosso guru do management aqui no Brasil? -Sorcer. Tem alguma coisa que você, porque eu acho que essa capacidade, Adam Grant, fala muito sobre isso, né? Think again, essa capacidade de você, muda de ideia, de você não ficar preso. É uma área que eu não me rependo de nada, não. Inclusive, tem muito orgulho da minha leitura, né? Se eu não tivesse tido essa leitura, a gás seminês existiriam hoje. Eu saí da gás semin 2017, e graças a eu te tido essa leitura, em 2003, mais 20 anos atrás, né? A gente fez o nosso evento, em Nova Arx, chamado World Business Forum. Eu coloquei força máxima, lá tava o Jack Watt, o professor de Juliânia, Bill Clinton para o Carnazão começar forte. A gente tá esperando duas mil pessoas do norte e do Estados Unidos, no Orfist. Parece um cinco mil do mundo inteiro, 50 países. E aquilo lá me deixou um pouco inquietro, de cara. Eu vou fazer aí, o Estados Unidos inteiro de olho. Eu falei que a gente saiu de vocês noco que lotaram o Radio City Music Hawk, só tinha show à noite, né? Não se lembra, eu acho que ninguém. Eu acho que ninguém. Chegou hora da almoço, apareceu cinco mil pessoas saindo o Radio City, pessoal na sétima avenida, eu tentando entender o que tava acontecendo, né? E eu fiquei, eu como uma líder de conteúdo, né? Eu fiquei preocupada, falei, "Quais?" Eu falei, "Cara, eu não quero, eu tenho essa neurosa de ficar obsoleto em alguma coisa. Cara, eu juro por Deus para mim, minha vida poderia até parar, viu?" E até fiz um posto do dia, né? Que eu prefiro ter impacto muito grande da vida das pessoas e viver menos do que viver muito, mas eu não tenho impacto ainda. Perfeita. Então, e eu comecei a estudar quais seriam as forças que poderem mudar o mundo da gestão. Isso foi em 2003, há 22 anos atrás, né? E aí eu convenci meu só, só fazer um evento, eu tava lendo a inteligência social, hobótica, nanotecnologia, neurociência, biotecnologia, energia, né? Dados que essas forças iriam entrar, só não sabia como. Então, fiz um evento, esse evento foi o fracasso em termos de bilheteria, mas o Próhal tava lá e falou, "Oh, você não tem na época que você criou." E aí, a gente convidou um cara chamado Ray Cross-Wire, que é o cofundador das Inverns, e a gente convidou ele pro evento, ele na época, ele era tachado como pressor pardal, né, para quem não se mais gosta, para dar um personagem de histórias em quadrinho, que inventava muito de coisa, né, aqui não tinha nada a ver uma qual outra. Ele é no Próhal Pardal. Sim. A rede de colas dava com ele, né, falava que ele falava que a gente ia chegar na era da singularidade onde o pensamento digital iria passar o pensamento humano em 2025. É mesmo. Pois é. E os meus sócios não queriam, né, eu não vou achar o cara meio ridículo, né? E aí ele entendeu o que a gente tava fazendo, né, o Shamei Word Science foram. Ele foi em 2006, em 2007 ele fundou a Singular de Inverns, para trazer exatamente se você olhar hoje a imensa lá dos muros de acessar, tudo lá, mesmo a coisa que eu fiz 20 anos atrás. Então qual é o ponto, né? Eu não tenho regret, se não me dei nada, eu fui numa rede, a única coisa que mudou foi que eu mudei de lado, né? Então quando eu finalizei a GIC em 2007, eu saí de lá com essas coisas, não estavam tão claras para mim, sabe? Não estavam tão claras. E a minha pergunta era como meus gurus que perderam sua relevância, né, que de repente eu fiz uma, fazer uma HSMA Expo, um desnuito gurus no palco principal, sendo que tinha um acadêmico. E no mundo anterior lá em 1990, era um assim, 80% acadêmico e dois estão mudando e foi essa pergunta que nós fizemos, que que pode ter acontecido com a gestão, perfeita, sendo que a tecnologia cresce de uma maneira exponencial, e a gente percebeu que a tecnologia cresceu e o mundo da gestão ficou parado no tempo, não sobe se transformar, e a gente viu claramente todo o respeito, todo o encone, vai coportar, a gente não conseguiu enxergar que a tecnologia sempre foi vista com uma coisa separada da gestão, e hoje você não consegue ver se a gente tem hoje, né? A primeira vez na história é onde você tem um cliente que não é humano, né? É um agente, ele vai fazer compras de você, como é que você vem de pessoa a gente? Você tem que entender de algoritmo, senão você não tem que entender mais de picanha no rodeio, né? Você não vai conseguir levar o que eu agente para o algoritmo, para um saco você no rodeio, não? É a primeira vez na história, aonde o líder, é a última vez na história, o líder de missa só humanos, quem vai administrar os agentes, rg, ou cara do TI? Você manda a post 2, vai dar mal, é um conjunto, então se hoje eles têm que ter. Então na verdade eu não tenho, acho que eu peguei direitinho na toa que os nossos livros começaram a expulsar de vender, tem muito orgulho, porque a gestão brasileira era muito baseada, né? O que o Quatre está fazendo? O que o Quoro está fazendo? O que o Quoro era? E hoje, pessoal, esqueceu disso, né? Estou só tom de olho na gente, né? Isso faz todo o sentido. que eu livre nada, tendo nada para essas horas, Estados Unidos, vou fazer um seminário junto com o corte agora em Sarasota, em dia 13 de janeiro, ele está com 94 anos, mas está super bem, fui para Angola, trabalho com o banho, então eu também, eu meio que calibro um pouco, como eu estou com 66 anos, eu dou uma calibrada, mas se eu tivesse com 40, eu estaria dando para essa no Japão, não dá, não aguenta, não dá, é muito cansativo, avião, exeroporto, né. E eu acho que nessa linha de mudança, etc, para a gente fechar aqui com chave de ouro, para quem não sabe, ali foi tenista profissional, tem uma trajetora maravilhosa em um movimento com tênis, também depois pode jogar, para onde vai o tênis brasileiro, sali, o que está acontecendo aí? A gente está tendo esse momento com o João Fonseca, de novo, é um caso à parte, tudo bem, acho que é meio um guga da vida, não, é muito difícil prever, né, tem muitas variadas, não digo pela sim, pelo excepcionalismo de um individual, pode ser, é um cara fora da curva, nasceu de uma iniciativa de um colaga meu lá no Rio de Janeiro, o Bruno Bonjant também, ele foi o cara que bateu na mesa lá no clube dele, o clube dele estava, o cantrico de Rio de Janeiro, o cantrico de Rio de Janeiro estava praticamente morto no tênis e ele conseguiu homensil, presidente do clube, ele administrar as quadras a partir da uma datária até a sete da noite. E aí fez um programa do jeito que tem ser com o desenvolvimento da base e tal, tal, tal, e daí sai, o João Fonseca estão saindo outros carotos, só que é uma iniciativa, não tem cultura de tênis no Brasil, né, nós temos aí o João, você tem a biadade também, e só, não tem nada, né, você pega o João Fonseca perde no, no primeiro ao segundo ao rodado, é só que não tem mais brasileiro, né, a biadade perde, você também, o próximo brasileiro tem a 150, então, o tênis brasileiro caminha para o garanhinho, sabe por quê? Porque eu passei 40 anos a minha vida, tentando ajudar o tênis. E caramba, tem ninguém mais que sofreu como eu sofri de tentar implementar uma cultura, tentar implementar uma coisa de desenvolvimento da base, né, todo mundo já quer, é pros finalmente, cara, já querendo ganhar um campeonato aqui no tênis Clube, já quer jogar final do ano, não, né, os pais já começam a ficar de olho no cheque, é bem diferente da cultura argentina, por exemplo, isso tem uma cultura muito mais pé no chão, desenvolvimento, mas os tênis estão lá, hoje os nossos tênis estão tudo no tênis, mas não estão no tênis, você tornei, faz viagem, faz do seu quê, mas ninguém quer formar os jogadores do tênis, então, de novo, né, a nossa tênis caminha para o garanhinho, só com o João, o João vai ser um caso a parte, ele tem um potencial de ser um top 10, 20, se tudo corre bem, envolve muita coisa na questão de físico, né, eu já vi muito, o tênis está morrer na praia, né, eu mesmo, eu tenho duas próteses, né, parei minha carreira com 21 anos, já estava tudo reventado, né, então tem várias variáveis aí que tem que ser bem coberta, né, se viu Google para o que o 26 anos, com o quadro estorado, né, nunca mais jogou tênis, né, sim, torto lá, então tem muitas variadas, vamos torcer para o João para a gente curtir isso, longe, né, cê vê lá, pessoal, que se for sequer, e usar a gentilha, tudo que é tinho, né, tudo que é tinho, você tem toda a chave de grande lança, você tem 7, 8 a gente tem, né, que a gente tem 1, que se perde, não tem mais ninguém, entendeu, então, porque eles têm cultura, foi o que eu tentei fazer 40 anos e foi vencido pelo sistema, literalmente, é uma das poucas áreas que eu perdi o jogo, mas vou te falar a insalíduo, só para fechar aqui, da Numerta, que é um devido, eu lembro quando estava na sua casa, como do super bacana, você tem dedicado a tênis, e o Djokovic ainda não era o Djokovic, ele ainda não era, ele, óbvio, estava indo bem, e eu virei para você e falei do áudio do meu lack of knowledge, super parco aqui de tênis, eu fui puxar o gosto muito fédio, você olhou para mim e falou assim, o Djokovic vai ser, na hora, se olhou, ele tá querendo mordê o vigésimo um quinto dele, né, está difícil, não estava tendo a atraver, né, porque tem dois caras lá que ele não consegue ganhar, porque tá com quase 40 anos, né, os caras estão com o vinte e um babando, né, mas se dois delificarem machucados em um grande zelo, ele ganha, entendeu, ele é o número final, ele é o número 3 do mundo, ele tá achando o semi final em sono, ele é o número 3, então se o ócaras estendeu o braço e o outro descendendo, se o que é que é uma coisa bem factível, ele ganha, aí ele vai ter 25 e ele vai ser o único homem ou mulher a ter 25 grandes lances, que hoje tem 24, uma tem a marga corte dos anos 60, australhando, que tem 24 também, então ele tem o maior nos homens, mas não tem o maior em tudo, né, sim, e aí ele tá querendo, ele tá querendo pegar esse fim, se ele consegue salir, quero só te agradecer, enfim, eu sou fã, já há muito tempo, eu acho que toda vez que a gente se encontre, não me dá um nugget de nóla de assim, quando ela fica aqui na minha cabeça, o turma que tá vendo aí, né, são fãs turísticos, né, o livro art, fazer perguntas nacionadoras é fantástico, né, é um tema que eu já venho estudando há 20 anos, é junto com o Sandro, né, eu vivi, trabalhei com Peter Drucker durante 14 anos, até o fim da vida dele, o dia em qual é esse 25, eles têm nas perguntas o centro de tudo, né, a pergunta certa, né, muita gente tá fazendo pergunta errada hoje, né, você pega, por exemplo, a pergunta é como os podemos incorporar a inteligência artificial no nosso negócio, tá, é a pergunta errada, a pergunta certa, sabe como é, que nós vamos fazer com o meu cliente sobre mais do que eu sobre o meu negócio, você viu, o que aconteceu com o meu livro, o estado do Nisso, eu, a gente em especial sabe mais do que o meu próprio advogado, né, assim, assim, então essa pergunta, né, que é uma pergunta bem desconfortável, né, por isso que eu falo que o livro é fantástico nesse sentido, nós temos aí um livro da, já tem aí, não, pega lá pra ele, onde, e a arte fazer perguntas transformadoras, eu não tinha visto aqui, não, não tem, pena, por não, mas a gente vai colocar a pessoa aqui, e esse livro é um jovem estudando, é, agonzado, porque se conhece o Alvor Chocair da Link, né, da Link, sim, sigua aí, não conhece mais segura, tem um sonho, né, que era passar duas horas que o dincones, né, eu falei cara, se merece, porque fazer o que você fez, né, desafiar os status cor, fazer uma inquiça cor em pedendrolismo é fantástico, né, com a qualidade que ele fez, sim, eu falei cara, eu vou me empenhar e vou conseguir o encontro, então eu consegui o encontro, falei por o dincones que ele era, logicamente ele só tá interessado pessoas, é, é, interessantes claro, ele recebeu, né, e aí antes dele viajar, falei, eu falei "Alvor, só vou ter uma pergunta para você quando você voltar, eu quero saber quantas perguntas os dincones vai fazer para você", aí passaram dois meses e encontrei com ele no crube, eu falei "Quanto, eu vou trinta e oito", ele pode fazer um podcast com Tim Ferriss, que é raro ali da entrevista, foi exatamente isso, ele começou a fazer um monte de perguntas, né, e tem técnicas, né, essa questão, a primeira é o Atlas, qual é o negócio do escritório de divulgar o seu hoje, né, qual é o negócio sendo que os clientes conseguem pegar quase tudo lá no chat app tem termos de questões legais, qual é o negócio, esse tem que o escritório tem que ser definir, então já começa com a pergunta, porrada, esse tem a própria Amazon que tem na sua cultura, o que eles chamam de y-culture, né, a cultura do porquê, né, porquê que as coisas têm que ser desse jeito, e o sistema de gestão do Jeff Bezos, né, foi criado em torno da pergunta Wariff, e cê, entendeu, e eles têm abocanhado a indústria após a indústria, cê vê agora as farmácia, os Estados Unidos, cvs, o Algrims, tu lembra o saca, vamos ver todo mundo, sim, porquê, porquê a cvs e o Algrims, eles acho que estão no negócio farmácia, eamos no negócio saúde, por isso que é só, é tão importante entender essa questão de qual é o negócio, né, no mercado, qual é a resposta, não sei, os próprios seus próprios ouvintes, assistentes aí vão ter que responder isso, por isso que as perguntas hoje são tão importantes, né, saliba e pensando aqui nos eventos que vocês têm, e a gente está gravando agora, afinal do setembro, mas esse episódio vai sair ali por volta de dezembro, então olhando para 2006, que são eventos bacanas que o pessoal pode atras de vocês? Nós fazemos seis eventos por ano, né, seis, duas imersões, gestão do manhã, que é o que pega tudo, né, tudo, estratégia, inovação, é a liderança, e depois nós temos os workshops específicos, né, em dezembro, agora para quem está ouvindo a dezembro anterior, né, ou o dezembro seguinte, é o liderança alta de transformas, é bem focado em pessoas, agora nós temos também o estratégia e cultura, temos o inovação de ruptura e crescimento policial, né, são os três, é a gente pet em semesters, né, e depois tem o Conselho de Líderes, que é um programa para vinte Cilevos, aonde nós temos uma parte mais conceitual, num dia inteiro comigo, e com convidados, tem convidados bem para rudos, e no dia seguinte a gente vai para as empresas, né, então passamos no inteiro dentro do cacau show, passamos no inteiro dentro do iFood, semana passada, Nós passamos de inteiro dentro do botcario que ele já está. -Fatura, quase 40 bilhões. -Focou sério, não é? -Mingue sabe, né? Todo mundo vê o presenteinho do boticar, aquela lojinha do sonanquiados, 40 bilhões. E com dois donos. -É mesmo. -Então tem ele dentro? -E esse dia inteiro. -E esses são quatro encontros presenciais de dois dias cada um. Depois, nós temos quatro encontros digitais. Nós levamos um cara que trabalhou com o DFB dos 8 anos. Foi vici presidente da Amos, né? Fala um do DF no começo. Depois, nós temos os diagnósticos. Eles escolhem alguma área que eles têm interesse em melhorar a empresa, a cultura ou a inovação. E a gente tem nossos parceiros, né? E a gente trabalha com nossos parceiros para melhorar e nós fazemos diagnósticos. Aí, o Sandro entramos na Devolutiva, né? Então, eles têm um programa que acompanhe. E está conosco a vida inteira, né? Então, é um programa que você pode entrar a qualquer minuto. Você não pode precisar esperar só. Ele não tem começo no dia 1, termina, então ele vai. E é uma maneira de eu, o Sandro, tenta criarmos coisas noavos do tempo todo, né? Isso é muito bacana, gente. Assim, só posso recomendar todos os livros do Sandro. De novo, para mim, não é exagero. O que é o nosso guru do Média de Média aqui no Brasil. Também, uma influência super grande no exterior. Obrigado, pessoal. Tem que te seguir. Não sei. Tem que seguir o podcast, também, que é super bacana. Já estão na manhã. Tem um, até que está salvo. Eu mando para vários clientes. Você estava falando sobre a experiência do cliente. Eu mando, olha, assiste esse episódio aqui dentro outros. E se informe sobre esses cursos. Acho que, como se alíbe disso, acho que o mercado jurídico precisa olhar de uma forma mais ampla, né? Eu acho que tem alguns escritórios que vão. Olá. E a gente vê a pessoa com uma cabeça mais aberta. Entendendo que ele não pode ficar confinado no mundo, no mundo, no mundo, desculpa. Mas, não, não, não. É lógico, né? É lógico, tem que olhar de uma forma. Pode ir. Pode ir. Ele fica pra confinado naquele mundo, né? Era advogado, pode ir. Conversar o quê? Mas hoje, cara, hoje coisa está muito rápida, né? Você tem que ser uma advisor por seu cliente, né? Um advisor mesmo, né? Total. E várias diferentes, né? Então, é importante se ter essa visão. E você está fazendo um ótimo trabalho, né? Levando esse conhecimento, né? E pra só tomar bacana que seja. Obrigado. Obrigado, obrigado. Você ouvi o vendendo o valor? O podcast da Estrumpos. Com uma poio da ISP.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O conceito de "Motor 1 e Motor 2" é central para a inovação, com o Motor 2 representando a capacidade de criar o futuro dentro do presente, um desafio crucial para empresas que precisam se adaptar rapidamente.
  2. A gestão tradicional, baseada na proteção do passado e na defesa de vantagens competitivas sustentáveis, está se tornando ineficaz diante da velocidade da inovação, levando muitas empresas a perderem o equilíbrio estratégico.
  3. A tecnologia está transformando o mercado jurídico, exigindo que advogados sejam mais estratégicos, tecnológicos e capazes de entender novas dinâmicas como inteligência artificial e automação.
  4. A inovação de ruptura começa com perguntas transformadoras, que desafiam o status quo e ajudam a definir o verdadeiro negócio da empresa, como o que o cliente realmente precisa.
  5. O futuro da gestão está no equilíbrio entre cultura, estratégia e inovação, com empresas como o iFood e Google exemplificando a criação de um "Motor 2" por meio de experimentação e cultura de aprendizado contínuo.
  6. As empresas que se atrasam em relação às mudanças tecnológicas e comportamentais — como a Intel com o mercado de jogos — perdem para concorrentes mais ágeis, mesmo em segmentos com grandes volumes.
  7. O papel do advogado está evoluindo para um "gestor estratégico", protegendo o cliente de riscos e criando soluções com base em novas realidades digitais e de mercado.
  8. O modelo de remuneração por hora está obsoleto, com o surgimento de modelos de valor, como pacotes de serviços, que priorizam resultados e eficiência.

Summary:

O episódio destaca a importância de inovação constante e a necessidade de empresas — especialmente no mercado jurídico — abandonarem a dependência do passado para se adaptarem rapidamente às mudanças tecnológicas e comportamentais. O conceito de "Motor 1 e Motor 2", desenvolvido por José Salib, é apresentado como uma ferramenta essencial: o Motor 1 representa a operação diária, enquanto o Motor 2 é a capacidade de criar o futuro ao mesmo tempo que se atua no presente. A discussão revela que muitas empresas se perdem por proteger suas vantagens tradicionais, como a Intel que ignorou o potencial do mercado de jogos e inteligência artificial.

A tecnologia está transformando o papel do advogado, tornando-o um consultor estratégico, capaz de compreender novas realidades como IA e automação. A dinâmica de mercado exige perguntas transformadoras, que desafiam preconceitos e ajudam a definir o verdadeiro negócio do cliente. O episódio enfatiza que a cultura organizacional é fundamental para o sucesso do Motor 2, com exemplos de empresas como o iFood e Google que aplicam essa mentalidade com sucesso.

Além disso, a remuneração por hora é criticada como ineficiente, com o surgimento de modelos baseados em valor e pacotes de serviço. O futuro da gestão está em equilíbrio entre inovação, cultura e estratégia, exigindo que profissionais sejam mais ágeis, criativos e conectados com as mudanças do mercado.

FAQs

O 'Motor 1' representa o funcionamento tradicional da empresa, focado no presente e na execução. O 'Motor 2' é o futuro em movimento, onde a organização inova e cria novas oportunidades enquanto atua no presente. É importante porque permite que empresas se adaptem rapidamente às mudanças do mercado.

Empresas que defendem sua vantagem competitiva sustentável e se apegam ao passado tendem a ignorar inovações e oportunidades do futuro. Isso as torna vulneráveis à concorrência, especialmente em um ambiente de tecnologia e mudanças rápidas.

O 'Motor 2' pode ser aplicado ao transformar a cultura da empresa, criando experimentos e inovações que atendam às novas necessidades dos clientes, como uso de inteligência artificial para análise de riscos ou automação de processos.

Um advogado precisa dominar tecnologia, compreender negócios e ter uma visão estratégica. Isso o torna mais capaz de oferecer soluções inovadoras e proteger o cliente em um mercado em constante mudança.

As perguntas transformadoras ajudam a identificar o verdadeiro negócio do cliente e a inovação necessária. Elas movem a empresa a pensar além do produto e entender as necessidades reais do mercado.

A tecnologia está exigindo que o advogado seja um consultor estratégico, capaz de entender processos automatizados, ferramentas digitais e novos modelos de negócios, além de proteger os clientes em um ambiente cada vez mais digitalizado.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.