#255 - 4 passos para se tornar mais corajosa e confiante
23m 36s
O episódio discute a coragem como uma habilidade emocional que pode ser desenvolvida, não um traço de personalidade fixo. A apresentadora, Alana Nijá, explica que a vida adulta frequentemente é paralisada por medos como o de errar, ser julgado ou não ser suficiente, agravados por um mundo de exposição digital. Ela propõe quatro passos para cultivar a coragem. Primeiro, identificar valores centrais (como família ou integridade), que dão sentido e motivação para enfrentar medos. Segundo, aceitar que a vulnerabilidade (incerteza, risco emocional) é inerente a qualquer ato corajoso, não um sinal de fraqueza. Terceiro, construir confiança interna, tornando-se confiável para si mesmo através de ações alinhadas com seus valores, e externa, selecionando cuidadosamente em quem depositar confiança. Quarto, desenvolver resiliência após quedas, aprendendo com os erros e retomando a ação de forma mais consciente. A coragem é definida como ação com direção apesar do medo, e a confiança é consequência, não pré-requisito. O episódio conclui incentivando a exposição progressiva a pequenos medos como forma prática de avançar.
Transcription
3441 Words, 19551 Characters
[Música] E aí, minha gente. Sejam muito bem-vindos ao psicologia na prática. Eu sou a Alana Nijá, sou psicóloga, especialista e interapia com o gêntimo comportamental, mestre e ciências do desenvolvimento humano. Eu estou aqui toda a terça-feira para te ajudar a construir uma vida mais leve, com mais inteligência emocional. Então, já lembra de nesse início do vídeo, ou do podcast que você tá só me ouvindo, de curtir, seguir, avaliar o podcast. Se você tá nos pode fazer, consegue seguir avaliar. Se você tá em outra forma de streaming também faz aí a avaliação que você conseguir. E lá no YouTube não deixa de deixar o seu like agora, já nesse vídeo. E se inscrever no canal, ativando o sininho aí para não perder nenhum novo conteúdo que vier para aqui. Tá bom? Hoje a gente vai falar de um tema que sinceramente tá faltando muito na vida adulta, que é a coragem. Isso apareceu até em um encontro ao vivo da comunidade do psicóloga na prática. Se você não sabe, a gente tem uma comunidade, onde você pode participar e ter acesso a conteúdos extras, aulas, extras cursos e materiais, didáticos, exercícios, se a gente tem tudo isso lá dentro. Se você não participa ainda, vou deixar aqui o que arregou na tela para você conhecer mais, tá? Mas foi num encontro ao vivo que a gente tem todo mês lá na comunidade, que surgiu esse assunto, essa demanda, sobre coragem, sobre dificuldade, de enfrentar os desafios da vida adulta, como coisa simples, como dirigir, como fazer uma nova faculdade. Enfim, o episódio de hoje ele se chama "Quatro passos para se tornar mais corajoso e confiante". Talvez você se reconheça nisso, né? Você não é uma pessoa preguiçosa, você não é uma pessoa desinteressada, nem fraca, mas toda vez que precisa tomar decisões importantes, colocar limite, se posicionar, pedir alguma coisa, encerrar algo que não faz mais sentido para você, começar alguma coisa nova, tem alguma coisa que trava. Você já passou por isso? O medo fala alto, o teu corpo entra em alerta, atualmente começa a inventar catástrofe, você se convence de que você ainda não tá pronto para isso, e aí a vida vai ficando em pausa. Uma pausa que quando você percebe virando, você já passou por isso, me conta aqui nos comentários, para a gente poder começar esse assunto com bastante vulnerabilidade aqui, eu adoro que você sempre se interagem, comenta nos comentários um dos outros, e isso faz a gente perceber que a gente não tá sozinho na nossas dores, na nossas dificuldades, né? Oi, toparando esse episódio rapidinho para te dar um recado. Em clima de Natal, em clima de final de ano, eu tenho um presente para você, você quer meu ouvinte aqui do psicologia na prática, nesse episódio? Eu tenho um presente para te dar. Eu preparei junto com a minha equipe, um notebook, um material de apoio para esse episódio, para te ajudar a encerrar o ano com reflexões, com exercícios, a gente fez também um apanhado geral de tudo que a gente aprendeu juntos, a gente falou um decendo de 2025, e é o meu presente para você, para esse encerramento de ano, então não deixe a dino, o link da descrição da descrição desse episódio, e baixar o seu material. Lembre de enquanto você ler ele, faz, compartilhar comigo, vou adorar saber que ele foi útil para você. Então assim, a coragem, ela, às vezes, parece até um traço de personalidade, né? Mas a ciência, ela mostra outra coisa que a coragem, ela é uma habilidade emocional, treinável. É claro que tem pessoas que podem ter já naturalmente aquele músculo mais envolvido, terem uma personalidade mais expansiva, mas isso não significa que eu, você, qualquer pessoa possa se tornar alguém mais corajoso. Mas você vai aprender exatamente como desenvolver essas habilidades. Antes desses quatro passos, a gente vai entender uma coisa importante juntos aqui, tá? Por que a gente tá tão medroso hoje em dia? Por que tem tanta gente insegura? Já percebeu que hoje as pessoas, elas têm muito mais medo do que tinham, sei lá, 20 anos atrás, e não é um medo irracional. A gente vive em uma era em que tudo hoje pode ser gravado, comentado, exposto, cancelado. Você postou alguma coisa, alguém te critica, você errou no trabalho, parece definitivo. Você fala sobre os seus sentimentos, corre o risco de virar, meme. Se você vulnerabiliza, alguém pode interpretar como fracesa. Esse ambiente vai criando três medos que formam a base da maioria dos bloqueios emocionais que a gente tem. Que é o medo de errar, o medo de ser julgado, e o medo de não ser suficiente. Quando o medo, ele vira um critério de decisão, a vida ela vai encolhendo, vai diminuindo. Você começa a escolher o mais seguro em vez daquilo que mais faz sentido para você, do mais verdadeiro, o que menos da trabalho, em vez daquilo que realmente se aproxima dos seus valores, o que causa menos conflitos em vez de escolher aquilo que constrói a vida que você quer. Mas tem um detalhe importante, a coragem não é a ausência de medo, você já deve ter ouvido, fala dessa frase. A coragem é ação com direção, mesmo apesar do medo. E a confiança ela não vem antes de você agir, ela vem justamente depois das pequenas atitudes corajosas que a gente vai repetindo ao longo do tempo. Inclusive eu estava falando isso nesse encontro ao vivo, a pessoa trouxe a questão do medo de dirigir em várias coisas que ela queria fazer na vida dela que ela não fazia. E a gente pensa às vezes, que, do nada, a gente vai se tornar corajoso e a gente vai enfrentar todos esses medos, quando, na verdade, a gente precisa começar a enfrentar eles para que a gente se tone mais confiante. E, às vezes, uma área da sua vida que você tem segurança e você vence, aquilo te dá a força e a coragem para outra área que você tem medo e assim por diante. E aí vai passando os anos, você enfrentando pequenos medos, enfrentando pequenos medos, dando passos, e aí você começa a conquistar várias coisas que você nunca imaginava que poderia conquistar. E você fala, nossa, como é que eu cheguei aqui? Como é que eu cresci tanto? Não foi do nada. Foram pequenos passos que você foi dando ao longo do tempo, enfrentando médios que ninguém estava vendo. Então, agora, assim, a gente vai para os quatro passos. O primeiro de todos, se você está notando, você pode notar aí, é identificar os seus valores centrais. Porque a maioria das pessoas, gente, não é fraca. Ela só não sabe o que ela está defendendo, o porque ela vai enfrentar os medos que ela tem. O primeiro passo da coragem não é você forçar ação. É você saber porque que vale a pena a dia apesar do medo. As valores são aquilo que dá sentido e não sentindo para a nossa vida. Não são as metas. São direções. Eu vou me direcionar para a liberdade, para a verdade, para o crescimento, para a minha fé, para a justiça, para uma família, para a leudade. Quando você não sabe os seus valores, qualquer medo parece grande demais. Quando você sabe aquilo que é essencial para você, você encontra motivos para atravessar o medo. Então, pense em alguém que tem como um valor central a família. Essa pessoa pode ter pânico de falar em público, mas se for para defender o filho dela, o medo é som. Já viu aquela pessoa assim que "nossa, ela é boazinha, ela não compra briga para nada, ela nunca se posiciona, mas vai mexer com alguém que ela ama, vai mexer com alguém, ela vai virar uma leoa." Então, aquele valor que vai fazer ela enfrentar os medos dela. Ou alguém, por exemplo, que valoriza muito a integridade. Doides e não, doides agradar, mas quando alguém fere os seus valores, a coragem aparece, não é? Então, você precisa se fazer algumas perguntas, por exemplo, o que é realmente importante para mim? Quais valores eu estou traindo, quais valores meus eu estou traindo, para evitar conflitos, para evitar desconforto? Que decisões você tomaria hoje se você tivesse alinhado com os seus valores? Porque a coragem ela começa com clareza. Então, quando você sabe para onde você está indo, o medo ele vira parte da tua jornada ali, mas ele não vai ser o chefe da tua vida. Então, essa parte aqui é muito, muito importante. E depois disso, o passo 2, a gente vai precisar trabalhar a vulnerabilidade, porque ninguém é corajoso. Fujindo do desconforto. A gente fala bastante disso aqui, que a coragem ela nasce do desconforto mais do desconforto certo. Esse desconforto que está conectado com os meus valores, que eu não vou ficar enfrentando os confortatôs. Muita gente acha que a coragem é ser forte, mas e que a vulnerabilidade é ser fraco. Mas a verdade é exatamente o contrário. A maioria das pessoas, ela acredita então que a coragem e a vulnerabilidade são coisas opostas. Como se a coragem fosse só a firmesa, o controle, a força, a racionalidade. E a vulnerabilidade é só a fragilidade, emoção, exposição, risco. Mas se você parar para pensar com calma, você vai perceber que não existe um ato de coragem sem vulnerabilidade. Pense nos momentos mais corajosos da sua vida. A contar algo difícil, se posicionar, colocar um limite, pedir ajuda, sair de uma relação ou entrar em uma relação. Espor que você sente, e atrás de um sonho, mudar de carreira, dizer não, dizer assim, todos esses situações tinham uma incertesa relacionada. Existiam o risco emocional, uma ausência de garantias. E uma sensação enorme de você estar exposta. Existem o que as pessoas iam pensar. Isso é vulnerabilidade. E é justamente porque existe vulnerabilidade que existe coragem. Eu lembro de uma situação da minha vida que eu sou uma pessoa, a vez, a risco. E que nunca tive nenhum grande ato, que desagradasse meus pais, de rebeldia. Eu sempre fui super certinho, sempre fui tudo certinho, e faz parte do meu perfil mesmo, também evitar conflito, queria agradar. Mas teve um grande momento da minha vida, um ato de coragem tão forte, que foi casar aos 18 anos, enfrentei toda a minha família. Enfrentei todo mundo que dizia que não, que ia dar errado, que não queriam. E foi o maior ato de coragem. E de rebeldia, digamos assim, da minha vida, não foi uma rebeldia. No fim das contas, todo mundo aceitou, mesmo engolindo e seco aceitaram. Mas existia uma vulnerabilidade gigante naquilo. De justamente de poder dar errado, do que as pessoas iam pensar, era um risco, claro que era um risco, mas tinha um valor muito grande junto. Então, aquilo me impulsionou a fazer algo que naturalmente eu jamais faria. Então, se não a risco, não é coragem. É só conforto. Coragem é fazer o que importa mesmo com medo. E vulnerabilidade é o espaço emocional, onde esse medo aparece. Então, quando você foge da vulnerabilidade para não sentir, você também foge da coragem que poderia transformar a tua vida. E aí o que isso significa na prática? Significa que coragem não é ter um corpo que não trem, uma voz que não falha, uma mente que não fica vacilando ali ou pensando em coisas catastróficas. Mas a coragem é você agir, apesar disso. Significa que vulnerabilidade não é uma exposição desnecessária, mas é uma presença plena. Você está ali inteira sem garantias. Significa que se você quer se tornar uma pessoa mais corajosa, o treino não começa na força, no esforço, mas começa no desconforto certo. É aceitar que vai duê um pouco, que você vai se sentir desconfortável ou exposta, que o teu corpo vai reagir e que tudo isso faz parte do processo de construir a vida que você quer. As pessoas mais corajosas, que você conhece, que eu conheço, não são as que parecem fortes por fora, mas são as que toleram o desconforto por dentro, as que sustentam as emoções difíceis sem ficar fugindo de si mesmas. Só que elas que permanecem vulneráveis, enquanto fazem escolhas que estão alinhadas com os seus valores. Então, repetindo a coragem e a vulnerabilidade não estão competindo entre si, ela se alimento. E se você treinar a vulnerabilidade, a coragem vai crescer junto. Dito tudo isso, um terceiro passo que a gente está falando só do passo 2, o terceiro passo seria você construir confiança em si e nos outros. Então, você não precisa confiar em todo mundo, você só precisa saber em quem você coloca as suas bolinhas de gude, eu vou te contar essa história, tá? Então, assim, a coragem, ela depende de confiança, confiança nos outros e principalmente em você. Para te explicar isso, eu quero trazer essa metáfora do pote de bolinha de gude. Essa história começa numa sala de aula. A professora tinha um pote vazio, e toda vez que a turma tomava boas decisões coletivas, ela colocava uma bolinha de gude no pote. Quando o pote enxia, eles ganharam uma recompensa, e aí um dia uma menina contou um segredo para duas amigas, e quando ela voltou para a sala, a sala inteira sabia desse segredo. Aí ela chegou em casa, obviamente devastada, pensando "eu nunca mais ou confiar em ninguém", e a explicação que ela recebeu foi, que a confiança é como aquele pote da sala. Cada vez que alguém guarda um segredo seu cumpro que promete, te trata com cuidado, aparece quando você precisa, é como se colocaça ali uma bolinha de gude no pote. Cada vez que te exponte, humilha, te abandona, vai tirando várias bolinhas de uma vez. Agora, traz isso para vida adulta, a gente não precisa de um pote de bolinha de gude literal, tá? Mas, emocionalmente, é isso que acontece, existem pessoas que cuja presença, vão exercer seu pote, existem pessoas que, em único gesto, elas derrubam tudo. E isso vale para você mesmo também. Autestima, eu já falei muito sobre autestima aqui, episódios bem antigos, se você tá no Spotify, você consegue pesquisar ali, você vai viver vários episódios sobre esse assunto, você é do teu interesse. Autestima, ela não é construída com frases motivacionais do espelho, ela é construída quando você se torna uma pessoa confiável para você. Então, toda vez que você se trata com respeito, cumpre o que você combina com você mesmo, diz a verdade para você mesmo, se protege, descansa, se prioriza, se cuida, você tá colocando essas bolinhas de gude no teu próprio pote. Agora, quando você se abandona para agradar, aceita migálias, implora por atenção, se coloca em último lugar, é como se você tivesse tirando várias bolinhas de uma vez. Então, lembra, coragem, ela nasce dessa confiança interna, confiar que você não vai se trair, confiar que você der errado, você dá conta, confiar que você se escolhe, confiar que você vai se fiar os seus valores, que você vai se comprometer, dar os passos necessários e você vai dar mesmo com medo. Então, sem isso, qualquer passo parece impossível. E aí, a gente vai para o quarto passo, que é desenvolver resiliência depois das quedas, porque a primeira coisa que morre depois de uma queda, depois de uma frustração, um erro que você cometeu, é a tua confiança em si mesma. E a resiliência é essa habilidade de você se levantar e tem um padrão emocional muito comum. Depois de uma queda, de uma falha, de uma decepção, aí você perde a confiança na tua capacidade de escolher, de decidir, de se cuidar. Isso te coloca em dois extremos, aceitar qualquer migalha para não ficar sozinha, ou se fechar completamente para evitar dor. Mas a resiliência é um meio termo saudável, envolve basicamente quatro movimentos. Você precisa primeiro nomear a emoção, reconhecer que você está triste, frustrada, talvez humilhada, nomear é sempre um gachave essencial na regulação emocional, a calmo teu cérebro. Depois disso, você vai revisar a história que atualmente está contando. O fato é uma coisa, a interpretação é outra, completamente diferente. E aí você tem que buscar extrair o aprendizado prático, não a culpa, né? Você vai procurar bom que sinais eu ignorei. O que que eu faria diferente se eu pudesse voltar? Que a habilidade emocional é preciso desenvolver agora. E aí você vai voltar em passos menores e mais alinhados, não é retornar igual. Você vai retornar melhor, mais consciente, mais responsável consigo mesmo. Quando você sabe que consegue se levantar, o medo de tentar ele diminuir muito. Então, a coragem não é nunca cair, nunca errar. É você saber que mesmo que você é, mesmo que você cair, você consegue se levantar sem se destruir. E aí eu quero que você lembre disso agora, a gente caminhando para o final desse episódio, tá? A coragem, ela não é um roto, ela é um caminho e esse caminho, ele é treinável. Você não nasce corajosa, você se torna corajosa. Toda vez que você escolhe os seus valores, se você treina a tua vulnerabilidade, você constrói confiança. E você pratica a resilência, que são os pontos que a gente falou hoje. Você está se aproximando da mulher do homem. Também muitos homens usouvem aqui que você quer ser. Enquanto eu estou falando isso tudo, você está pensando "nossa, eu preciso", muito disso. Mas eu não sei nem por onde começar. Provavelmente você já tentou até sozinho algumas vezes, sempre volta pro mesmo ciclo. Algumas pessoas não estão travadas porque são fracas. Elas estão travadas porque elas estão tentando enfrentar sozinhas. Algo que foi feito para ser vivido com ajuda. Eu sempre falo disso, gente, eu sou psicóloga, não tenho como eu só falar de conteúdo. Não dizer para você que a terapia é esse espaço, que vai te ajudar onde você vai aprender o passo a passo. De como construir coragem emocional real. E se você sente que está na hora de você começar esse processo com alguém preparado para te orientar, fica a recomendação aqui da clínica, da minha clínica不起 do futuro, onde você vai encontrar os profissionais especializados, capacitadas que vão caminhar com você de uma forma ética, baseada em evidências e profundamente humana. Está, se isso faz sentido para você. O link para agendar sua primeira seção está na descrição desse episódio, tá bom? Então, eu espero te te ajudado. Espero que agora você seja muito sentindo animada pelo menos para enfrentar alguns pequenos medos. Eu vou passar um exercício final aqui para você, bonos, que é. Pense em uma área da sua vida que você está lidando com muita insegurança com muito medo hoje, que você está deixando de fazer coisas que são importantes para você. Pode ser tirar uma carteira de motorista, pode ser começar uma relação, terminar uma relação, começar uma faculdade, mudar de carreira, seja o que for. Pega essa situação e tenta desmembrar isso em pequenos passos que você poderia começar a dar hoje mesmo. Um passo bem pequenininho, bem possível que te dá um pouco de medo, um pouco de fio na barriga, mas que você se sente capaz para tomar hoje, até chegar naquele lugar que é o alvo, que é a meta. E você vai se comprometer comigo e com as pessoas que estão aqui junto com a gente, que você vai semanalmente se expor de vagarzinho a cada uma dessas situações. Isso se chama exposição progressiva, uma técnica da terapia comegente de comportamental. Se você for fazer terapia, se você tiver a interapia, fala com seu psicólogo sobre isso, porque ele pode deixar ajudar a desenhar essa escadinha e aí trilhando esse caminho, passo a passo. É super possível e eu tenho certeza que a vida que você deseja construir está do outro lado dessa escada aí. Basta você ir trilhando e enfrentando esses os confortos, colocando em prática tudo o que a gente tem trabalhado aqui no psicógeno na prática. Se você precisou de te ajudar, me conta aqui nos comentários, lembre de compartilhar com seus amigos, com suas amigas familiares, você pode compartilhar no seu Instagram, também, me marcar. O meu arroba é a Lana Anijar. A gente também tem o Instagram do podcast que a arroba psicologia na prática pode. Você pode marcar a gente lá e vai ser muito legal acompanhar um pouquinho de ter o lado aí, de como que você está recebendo todo esse conteúdo. Um beijo e a gente se vê na próxima semana. Até lá! [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
A coragem é uma habilidade emocional treinável, não apenas um traço de personalidade.
Quatro passos para desenvolvê-la
A coragem é agir com direção apesar do medo, e a confiança surge após ações corajosas repetidas.
O medo contemporâneo (de errar, ser julgado, não ser suficiente) paralisa, mas pode ser superado quando alinhado aos valores pessoais.
Summary:
O episódio discute a coragem como uma habilidade emocional que pode ser desenvolvida, não um traço de personalidade fixo. A apresentadora, Alana Nijá, explica que a vida adulta frequentemente é paralisada por medos como o de errar, ser julgado ou não ser suficiente, agravados por um mundo de exposição digital. Ela propõe quatro passos para cultivar a coragem.
Primeiro, identificar valores centrais (como família ou integridade), que dão sentido e motivação para enfrentar medos. Segundo, aceitar que a vulnerabilidade (incerteza, risco emocional) é inerente a qualquer ato corajoso, não um sinal de fraqueza. Terceiro, construir confiança interna, tornando-se confiável para si mesmo através de ações alinhadas com seus valores, e externa, selecionando cuidadosamente em quem depositar confiança.
Quarto, desenvolver resiliência após quedas, aprendendo com os erros e retomando a ação de forma mais consciente. A coragem é definida como ação com direção apesar do medo, e a confiança é consequência, não pré-requisito. O episódio conclui incentivando a exposição progressiva a pequenos medos como forma prática de avançar.
FAQs
A ciência mostra que a coragem é uma habilidade emocional treinável. Embora algumas pessoas possam ter uma tendência natural, qualquer pessoa pode se tornar mais corajosa através do desenvolvimento dessa habilidade.
Os três medos principais são: o medo de errar, o medo de ser julgado e o medo de não ser suficiente. Esses medos são amplificados em um ambiente onde tudo pode ser gravado, comentado e exposto.
O primeiro passo é identificar seus valores centrais. A coragem começa com clareza sobre o que é importante para você, pois isso dá um motivo para agir apesar do medo.
Coragem e vulnerabilidade não são opostas; elas se alimentam. Não existe um ato de coragem sem vulnerabilidade, que é o espaço emocional onde o medo e o risco aparecem. Treinar a vulnerabilidade faz a coragem crescer.
A autoconfiança é construída ao se tornar uma pessoa confiável para si mesmo. Isso inclui se tratar com respeito, cumprir compromissos internos, dizer a verdade para si e se priorizar, como colocar 'bolinhas de gude' no seu próprio pote de confiança.
Resiliência é a habilidade de se levantar após uma falha ou decepção. Envolve quatro movimentos: nomear a emoção, revisar a interpretação dos fatos, extrair o aprendizado prático (não a culpa) e retornar com passos menores e mais alinhados.
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