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204 - Rodrigo Vieira: O Futuro da Nutrição Já Chegou

72m 30s

204 - Rodrigo Vieira: O Futuro da Nutrição Já Chegou

Rodrigo, fundador do EBIT, conta sua jornada desde a adolescência, quando se interessou por nutrição e performance física. Após cursar educação física, migrou para a nutrição na UFRJ, onde, no terceiro período, criou uma planilha de Excel para cálculos dietéticos que viralizou entre os alunos. Isso despertou seu espírito empreendedor. Nos últimos períodos, organizou eventos acadêmicos, como a Semana de Nutrição da UFRJ e a Expo Health, enfrentando desafios logísticos e financeiros. Ele mesmo desenvolveu sistemas de inscrição e pagamento online, unindo tecnologia e nutrição. Após se formar, iniciou o mestrado em bioquímica, mas, em 2015, decidiu abandoná-lo para se dedicar à tecnologia, estudando e se aprofundando. Rodrigo ressalta que o marketing mais poderoso é o resultado do cliente, que gera recomendações espontâneas. Sua trajetória mostra como a combinação de habilidades técnicas, visão empreendedora e foco em resolver dores reais do mercado o levou a criar o EBIT, hoje o maior software para nutricionistas do Brasil.

Transcription

13766 Words, 74372 Characters

Portuguese
É. Eu sou um trisonista. É. Eu. Rodrigo com isso. Pelo menos uma e seis-seis pessoas que não querem um trisonista porque o chat de PT. A monta de etapa, monta estratégia, monta tudo. É. Não dá pra remar contra a mare. É real, né? Se você. A mareata aí. A correntesa tá aí, você vai remar contra correntesa. Você só vai. Só vai cansar e não se você vai ser carregado. Então assim. Aproveita correntesa e escolhe novos rotos. Mas cara, a onda do GLP é cara pra mim, uma onda que sim. A mare é um moto pra você surfar, cara. Vai lá e surfa. Tem um, a mais. Cara, se o seu cliente tem resultado. Ele comprou de você, se o cliente tem resultado. Ele vai falar pro outro. E assim, não tem marketing melhor do que resultado. O EBIT ele não precisou de ter um marketing agressivo. Porque o produto se vendisse. Cara, eu vejo um trisonista carfico no rico, cara. O mesmo que o pessoal carcalma que eu fico rico. Cara, o cara ficou rico, cara. Por cara, tá, tá. Eu 100 mil por mês, cara. É grana, porra. Seja o veia! Seja muito bem-vinda, mais um episódio do podcast da Nutrição sem fronteiras. Hoje recebo aqui um grande amigo, fundador do EBIT, Rodrigo, pra poder falar um pouco sobre o tru da Nutrição, sobre a história, né? Do maior software pra Nutriçãoistas do Brasil. Bom, recebeu você aqui mesmo, irmão. É. obrigado. Antes de imaginar nada, né? Acho que é uma honra pra mim estar aqui nesse podcast. Primeiro podcast que eu participo. Primeiro podcast, não pode ter. É, mesmo. Vamos ver aí. E esse cara, missão aqui desafio falar sobre futuros de Nutrição. É uma coisa que ainda é um ponto de interrogação na cabeça de todo mundo. A gente acompanha no sonde perto, tanto você sabe bem. Está ali olhando, mas ainda assim é um ponto de interrogação. O que vai ser a Nutrição daqui a alguns anos? Como que esse mundo aí vivendo essas mudanças constantes? Cara, como é que a gente vai se adaptar? Onde a Nutrição vai chegar? Mas assim, acho que a ideia é que a gente ter um papo legal, é dar uma filosofada, um pouco, é ver ele que a gente imagina de tendência de mercado. Prazer tá aqui com você. Obrigado pelo convite. E vamos, vamos, vamos, vamos nessa. É uma larga. E vai ser importante esse papo como você falou. Cara, eu sigo na página de "ai, tudo. " E meu amigo, não é mais de um dia pronto, não é? No mesmo dia tem três notícias diferentes, de ferramentas, funcionalidade. Então eu gosto de estar maluco. Só que a gente falar de futuro, eu quero falar um pouco do passado, né? Por ser fundou o maior software pra Nutrição Instituto Brasil, criou uma baita de uma plataforma que hoje inclusive tem muito mais do que só pra escrição. Mas como que começou tudo isso, velho? Você é um nutritionista por forma só uma pesada de não. Sou o que eu apura a cara. É um acaso bom, né? Cara, vamos lá então. Antes imaginei falar a minha história, tem que falar sobre a Nutrição. Então, desde muito novo, né? Ali, na época da adolescência ainda, acho que todo mundo passa por essa fase de querer se importar mais com que está comendo, se importar com a atividade física. Muito com o cunho de estética ali, cara. Quero começar a treinar pra ficar fortinho. O que eu tenho que tomar? O que eu tenho que comer? "Pô, é oê, o que é isso, o que é aquilo?" Então, assim, despertou muito nesse início. E tem uma informação, poucas pessoas sabem, na verdade, a primeira faculdade que eu comecei a fazer foi a educação física. Ali, eu comecei a fazer educação física. Muito novo, ali, com um vestibular, fiz o vestibular com 15 anos, um 16 anos passei para educação física, fiz três períodos, quatro períodos ali na huérgeo, no so do Rio de Janeiro. E aí na educação física, que eu descobri que existia uma ciência, uma profissão, chamada a Nutrição. Era profissão muito mais feminina até do que hoje. É, muito associada a restaurante, pesado. Então, se pensava em performance, se pensava em medicina, pensava a abandonar, eu não falava, não era tão divulgado, tanto que na minha turma de colégio, nem se falava, ninguém queria fazer nutrição. Era uma coisa que era, como vou dizer, de solvido na sociedade como um todo. E aí, cara, comecei a fazer educação física, é muito as maiores específicas de educação, física, mas aí comecei a anatomia, a effisologia, a effisologia do exercício fricar, que é legal para caramba, vamos me aprofundar. E aí comecei a me aprofundar e deu um estalo para o fliposso. Tem alguém que cuida disso e aí eu descobri a Nutrição. E só para contextualizar, 16 anos de idade, entrei na faculdade com 16 para 17, enfim, então não sabe muito bem com isso que é da vida. Ninguém já tem gente que convite 30 anos, não sabe até hoje, né? É verdade. Mas assim, tinha um direcionamento muito por quando a minha família de seguir a dessa saúde, tudo mais. Legal. E eu falei, cara, legal, acho que vou fazer vestibular. Aí na cara e coragem, fui lá, fiz vestibular, me inscrevi, para o FR J, passei. Em 2008, comecei a fazer o curso de nutrição. Não sei se vai aproveitar alguma coisa de educação física. Eu estou na tomia, na tomia da educação física é muito mais forte que na nutrição. E um ano inteiro já na tomia. E aí, entrei na faculdade, o FR J, assim, em 2008. Então, cara, a gente entrou conhecendo o mundo novo, então muitas matérias, técnicas, tudo mais. E aí, cara, em paralelo, não toda essa minha história, até entrar ali, sempre curte de tecnologia. Cara, a tecnologia, pra mim, era uma coisa que era quase uma diversão. Quantos eu era. A gente tava ali no cóstio. 100% de auto-data. Então nem sabia que um dia que ele poderia se tornar um ativo de trabalho. É um ativo meu, como o cara, que me rende esse fruto, dinheiro e tudo mais. Então. Ela tinha. Ela tava de fita. Eu tava de fita, cara, vou fazer um site para ver. Rob, Rob, enquanto galera jogava videogame, jogava videogame também, mas a gente mexia o saco e ela, computador, vai fazer algumas coisas. Mas assim, cara, sempre atenção nenhuma. E aí, cara, comecei a faculdade de nutrição. Primeiro período, segundo período, estudando e tal. Até no segundo período, falei, cara, que era o seu professor, cara, o seu e-go, esse cara que tá me ensinando, cara, o daude bioquímica, o que eu quero dar. Dá pra entender, microbiologia e tal. Então, sério, tá aqui. É um cara muito, muito. Muito, muito. Cara, o ciclo básico, pra mim, foi assim. O auge, sabe? Então, no terceiro período, tiver a primeira matéria, com posição de alimento. Lembra até hoje. Veio. O trabalho da matéria, era o quê? Fazer uma dieta para um paciente fictício. Aí, todo mundo lá comprava, né? O investimento da gente recomendava que você compra a seatabela e bg ed, ali mesmo. E aí, faz o trabalho em sala de aula. Cara, não tinha galera com notebook, internet, wifi, não era uma coisa. Parece que a gente tá falando de tempo da chcaverna, mas eu tô falando de 10 anos atrás. 10, 15 anos atrás. É muito rápido. Então, assim, não tinha celular, a gente não tinha nada disso, cara, beleza. A gente vai lá. Livrinho, regra de 3, que é composição. É uma coisa simples. Vou fazer isso isso, calma aí, faz, faz, faz. E olhando aquilo ali, foi brincar, era em grupo, né? Não, só. E foi exatamente o jogo. Tá volhando, fricada, com que perda de tempo ficar fazendo regra de 3 aqui. Cara, no Excel, tu bota lá igual, multiplica um de vídeo pelo outro, cara, foi porra. Falei, cara, que essa bevou fazer esse trabalho em casa. Não tem que entregar hoje mesmo. Ai, passei a ficar batendo o papo na aula, não fazia nada, mas sabia que queria fazer. Chegue em casa, primeiro é o que eu fiz. A bela Excel, pão, pão, pão, pão, pão. Montei uma planilha. Comparti ele pro pessoal do meu grupo. Do meu grupo foi pro outro grupo. Do outro grupo foi pro outro grupo. Capocou todo mundo tá usando a planilha de calco de alimento, macro, botem macro, nutrientes e tudo mais. Então a galera é modificando e tá todo mundo usando a planilha. É legal, mas você até tem tão beleza, o pessoal ative, resolvi um promedor que eu tinha como estudante. E aí, com a madoreta, tem todo no final sempre cai. Exato, né? O problema é que a gente tá buscando, a gente tá sempre buscando identificar a dor, que no final dos fãs é cara. Como é o time do meu tempo? Como eu faço um trabalho mais inteligente? E um trabalho menos repetitivo, né? Exatamente. E aí foi crescendo, me haver empreendedora sempre falou muito alto, sempre tive vontade de empreender, sempre tive vontade de fazer cálculos básicos. E se eu vender algo de 10 reais para uma pessoa, é 10 reais, mas se eu vender para a mil, foi pouco, cara. Será que eu não consigo vender um negócio de 10 reais para mil pessoas? Era essa minha. passava na minha cabeça, né? Era simples e óbvio, né? E aí. Já dentro da universidade, eu comecei a fazer a insensão científica, amestrado, a mídia, né? Entrando amestrado. E aí nos últimos períodos ali eu falei que foi a primeira vez que eu empreendi de verdade. Eu comecei a realizar eventos, então assim eventos acadêmicos, né? Não eventos de chopada, não. Você aí também desdetei uma fase dessa, mas aí não foi. Mas aí não, ali no. Já nos últimos dois, três períodos, eu comecei a pegar uma fase estranta, né? Com o teu técnico. Vamos fazer, vamos fazer, começamos com a semana de nutrição da UFRJ, então a gente reunia palestrante, promoviu o curso, fazia toda a parte. divulgação e tudo mais. Tinha aí o. Inicialmente eram parceiros que tornaram sócios quando o Néu Gosto vezes tornou oficial. Então, e cara, o Orca Rollick trabalhando, conciliando, porque os últimos períodos era só de estágio. Então, assim, tinha meus compromisso com estágio, tinha meu compromisso com o evento e mergulhei de cabeça. Deu super certo, fizemos o evento de semana de nutrição, usamos na época, né, a gente alugou, até um espaço no Rio de Janeiro que era o sul-americo, o GX Pomè, lá um espaço super caro, fizemos, colocamos ali, 600, 700 pessoas na primeira edição. Que é isso? Exato, sabe a nossa história. E aí, a gente, isso foi em 2011, formata de congresso, o zão. Formata de congresso. O mini curso era, assim, era manhã e tarde, eram três salas simultâneas e a mini curso que durava quatro horas. Então, tinha três mini cursos de manhã, três mini cursos de tarde durante três dias. E a pessoa podia escolher quanto o mini curso. É, é, é. Como era um evento que carregava a chancella da OFRJ, a tua universidade público, tudo mais, então a gente falou, cara, que o custo é básico. A gente vai fazer um custo só para cobrir o. Tem de. Na verdade, o valor do tíquete só para cobrir os nossos custos de locação e tudo mais. A gente queria ter um lucro, na verdade, mas. E, e principalmente, é, pelo propósito, principalmente, é, começar a encurtar nosso relacionamento com as marcas, porque a gente precisava de patrocínio. Então, a gente não consegue. Ninguém em uma marca vai investir uma grana pesada, botar um estande no evento, um de loucos de de. Para a primeira vez. 20 anos de idade fazendo, fazendo um evento, né? Então, cara, a gente conseguiu, tivemos sucesso, cara, cobrimos todo custo da realização do evento. E, enfim, fizemos eventos de alto nível mesmo, conseguimos já alguns contatos de patrocínio, da Nóin na época, algumas outras marcas, muitos davam, né? Jérinha. Não, nem Jérinha. Era um produto. Quero duro. Tirava custo, não. Na verdade, dava dinheiro. Tirava custo. É o clássico. É, é. Funciona, também, né? É o clássico, né? É, é, é. É, é. É, é, é. É, é. É, é, é. É. E aí, aí, aí, aí, a minha primeira experiência na jornada de empreendedora fazendo evento. E aí, curiosamente, cora a minha área que eu cuidava do evento. Tecnologia, marketing e e e e e a parte de secretaria de evento. Ah, não, assim. Cara, chegava, tá lembrando que. Se eu for falar de 2011. Não tinha a size aí como tem símbola da vida, como tem. Então, assim, a gente tem um site próprio com um sistema de pagamento integrado para entender o dia do dia. Ah, viu, viu, viu, isso. Exato. Então, assim, é, é, é, a gente foi, cara, é legal. Vamos uma, uma ideia, temos um projeto legal para, para fazer um evento, sobre a minha água aqui. Só que no final, o que massa, assim. O estrangeiro. É, aí, a gente tinha um, tinha um propósito e, e só que, cara, legal. E aí, como é que as pessoas vão se, que se cadastrar? Como é que as pessoas vão? Pô, eu quero mandar um e-mail para todo mundo que se cadastrou e foi até o último etapa de pagamento e não pagou. Uma recuperação de caramba. Eu falo onde funiu e naquela época, cara, funiu, nem era uma coisa que ia sair. Não era, de funer. Não era um conhecimento, assim, fácil, né? Então, por isso que eu falo, foi tudo muito no intuitivo, foi tudo muito no óbvio. Sabe, gente, muitas vezes a gente até uma dica de para quem está empreendendo, né? Às vezes a gente se apega tanto em, em construir algo muito estruturado e esquece do essencial base. Mas sim, cara, aqui que eu tenho que fazer para vender o 10 reais para meu pessoas, cara. Isso não é gosto aqui, é preciso que está comprando. Ela acha que vai valer pena? Pô, acho que vai valer pena. Pô, ela está indecisa. O que eu tenho que fazer para aquela venda? Traduzindo isso, né, sem as palavras bonitas que a gente tem hoje em dia, está falando de funiu, está falando de etapas de funiu, de time comercial. Então. Máquete em venda, né? Era isso. Que faz um negócio girado. Goro, vem. E como um todo, é exato. Então, assim, é. A gente se deporou, cara. A gente precisa de um site, precisa de um sistema de pagamento integrado. A gente não pode ficar lá dando cheque automático, de quem pago aqui não pago. Fui lá pesquisando e tal, aí voltei com a minha veia da tech, cara. Desfizando, entendeu? Falei, acho que eu resolvo ficar a fisicite, sozinho lá. Fisicite, integrei o pag seguro na época, né? Um gait de pagamento. Toda a jornada boleto, não tinha píxito, não tinha nada. Era cartão de creja de todo boleto. Cara, a pessoa pagava, já dava a checa automático, já gerava a lista de pagantes. E aí, no dia do evento, já estava com a lista toda pronta. Uma impressoria, emprimiu, crachar com código de barra. E como a pessoa podia comprar o mini curso? Lembra que eu falei, mini, três mini cursos simultâneos. A pessoa escolhia qual que ela queria ir e ela pagava especificamente aquele. Então tinha que ter um controle de acesso em cada entrada de porta. Caraca. E aí, cara, todo o sistema foi o que fiz. É legal, por que comecei a aprimorar muito. As fizemos, chegamos a fazer. Era coreanute, foi uma edição que a gente fez, foi congresso regional de nutrição, reunimos mil pessoas. Caraca. E aí, depois saltamos para construir o evento Expo Health. Esse a gente realizou três edições no Rio de Janeiro. Chegamos a fazer no Rio Centro para mil e quinhentos pessoas, ingressos focados em nutrições portivas. E aí, de novo, equipe de três pessoas. Eu e meu ex-outro os três soços, outros dois soços. No background, no dia do evento a gente contratava. Sim, o frilo. É, família, apoiando todo mundo apoiando ali. Mas, sinceramente, era nós três com todo o estratégio comercial, relacionamento com palestrantes, tecnologia e marketing. No caso, tecnologia e marketing ficaram toda por mim, é, exato. Social media, tudo. Então, comecei a olhar muito a parte de tech. Faz que, cara, porra, é legal. Se eu tiver uma experiência online, eu não preciso fazer um negócio que é presencial, porquê posso fazer uma ferramenta aqui. Se eu construem um sistema de pagamento com banco de dados, com fronte, com back, com tudo, eu posso construir um. Exato, uma coisa. O software que vai me resolver a vida do caractado, no terceiro período da faculdade, lá tendo que ler o livro. É muito duido, porque, você estava contando essa história, eu estou pensando, caraca. Tem várias habilidades que você foi desenvolvendo nessa época, que não foi o teu business que você até hoje, mas foram super importantes para tu ganhar confiança, ganhar momento. Total. Entendeu? Que tu poderia fazer com as skills que tu tinha desenvolvido? Ali, eu comecei a me enxergar como profissional. Total. Porque até então era uma. Sabe, você, junto com os amigos, eu vou fazer um negócio, ganhar um dinheiro aqui legal, tal. Para época, num bom dinheiro que a gente ganhava, posto, sustentou bastante a coisa ali, vai, enfim, minha vida ali. E tu atendia na época, né? Não, não. Então, detalhe, eu vou chegar lá, né. Em paralela, eu estava lá, faltando uns dois os períodos, aí, cheguei, me formei. Eu estava nessa rampada aí de construir evento ainda. Eu falei, cara, qual caminho mais fácil que para mim? Mas você fazia o mestrado. Já estava trabalhando há dois anos como estáagiário no laboratório de pesquisa, na própria FRJ, em bioquímica. É. Uma matéria que eu gosto para caramba. É, cara, vou fazer o mestrado, você ganha bolsa, então fiz a prova de mestrado, passei lá, passei em segundo lugar, no mestrado de bioquímica. Não é FRJ. Comecei oficialmente o mestrado, né? Então, saí do mestrado. Enfim, comecei e ele veio em paralelo, no mestrado com o evento. E aí, cara, 2015, me formei em 2012. 2015, que já era a proteger de fende da Tese, não defendi. Isso não é super-homem. É, é isso que eu estava pensando, cara. É super-homem, não, não. É, 2015 eu. Eu lei para mim, uma crida, se eu falei, cara, o que eu quero fazer da minha vida, porra, me dedicar o time, tecnologia, é o que eu gosto, é o que eu quero. Trabalhar com o evento é complicado, é a nutrição, para estudar até aqui. Nem tudo são flores, trabalhar com o evento não é que faz. Você sabe bem, pô. Você sabe mais antes da NSF, a gente teve um produtor de eventos de música, a gente fechou para 4.000 pessoas em fantasia. É mesmo. É imorrega, górdia. Não, cara. Vamos lá. Alguém pode passar mal, pode ter. Não, não, eu falo assim, você vai fazer eventos, vem um contrato para você de 150,000. Você tem que pagar você a 100%, sabe, cara, o que eu vou pagar? Como eu vou tirar esse dinheiro? É um risco, não. Não tem, cara. Não tinha que apagar de vir. Pode acontecer. E vem um evento gigantesco, pô, no mesmo dia que o seu. Vai faltar energia. Aí tem que contratar gerador. E quanto ao gerador é 10 mil por dia. Então, assim, é difícil. Então, assim, a última evento que a gente teve foi em 2014, né, a última edição da Expo Correfútil, um evento que eu fiz, já vinha concorrência do até então Expo no Trichon, que era uma big fair, que depois de ver se torna o ar de. Ah, não disse eu não me engano, mas era uma big fair que aconteceu no Rio de Janeiro, com todos os marcas possíveis, negócio gigantesco, não era um evento científico, mas o nome era parecido ali, então, assim, cara, deu uma. Um baque, né? Um baque, era uma concorrência forte, e aí a gente. Nesse específico a gente trabalhou um ano nesse evento 2014, e eu ganhei 2.800 reais de lucro. Eu e meus outros dois só. Então, assim. É melhor que eu, porque eu fiz um evento que depois. Sem tendo as milhares de lucro, aí fiz vários outros, aí teve um que a gente tomou um pra juiz, assim, tipo de 400 paus. Acabou com todo o lucro dos anos, né? É igual a contigrinha, tu pega, que me conto, perde tudo, né? E aí, galera, não dá saque com o momento ali pra lá, isso pra lá, hein? Bora, né? Pois é, o cara, passamos exatamente o mesmo coisa, eu terminei o ano e falei, cara, estressado, é. Pô, cara, em vericimento precoce, sem comer de. e tudo, cara, no pudido do acargo, vai pra ganhar isso aqui, que foi ele, cara, ele faz isso. Acabou, não. E aí, o 2014 eu fiz meu último evento, 2015. E nisso, 2015 eu tomo a decisão, "Frica, ara, eu vou. " Pra até que eu vou. Eu tenho que fazer alguma coisa. Eu vou me grande carreira e carê. Eu vou me arregulhar no tec aqui, vou estudar, vou me aprofundar, e tudo mais. Abandonei o mestrado. Tava tudo pronto pra defender. É. Não é ferrigiot. É cancelei meu matrículo, enfim. Eu passei um ano ali, só estudando, aprendendo, foi 2015 inteiro ali, aprendendo, o cara me aprofundando, olhando algumas coisas. Chive a sorte de algumas pessoas nesse meio do caminho, eu tenho encontrado. Então, tem um Rafael, Rafael Tavares. No tercionista que ele já era, já vivido com os histórios, já fiz uma estrutura legal, ele não leblou no Rio. E ele queria um software pra fazer o atendimento dele. Não queria um software pra vender. Eu tenho um método de atendimento, muito ingessado aqui, muito resolu problema da. Ele me conheceu, a gente se conhecia, foi cara, você consegue fazer, eu vou fazer cara, eu consigo. Então, acho que nem sei se ele sabe disso, né? Rafael souber, já te dá agradecimento aqui em público, mas. Foi o meu laboratório, cara. Eu tipo, software de rástrofe, já não vai me de, vou construir soluções pra. Não, o cara me contratava era um freelancê de tech. Então, assim, foi o meu laboratório, porque, assim, eu até entro, nunca tinha feito um software daquela complexidade, e eu mesmo estou estroindo. Você se enropa, com pra fazer. -Exatamente, então assim, eu não preencii pagar um curso, me pagar, eu me dero desafio, eu mergulei, eu vou ficar que negativo, né? -Exatamente, eu vou ficar que negativo. -E os formas de aprender. -Pagando ou recebendo? -Ei isso, é legal. E aí, o cara falou, "Consegue fazer o consigo, vou mandar e fez o "pix", né? -Me fez o TED. -Eso TED, né. -Pesa TED. E aí, cara, eu mergulei, 24 horas direto, assim, virava madrugada, e tal, entregava, e assim. -O mundo rápido. -O cara de tech, né? -É. -Cara, em dois meses eu constei o software 2.0 pra ele, que ele usa até hoje. -Softer. -Uso. -Uso. -Uso. -Tanto a parte de. Dele usar quanto a parte do aplicativo do paciente dele, então tá aí, no "Ara até hoje". -Sim, massa. -E. -E se mostra que tu fez um negócio meio fundamentado. -Exatamente, não, né? -É, vai ser um quantidade, não, né? -É, tá aí, já vai pra 11 anos e é o que? -E ele usa o que o paciente dele, e o que ele mora em Portugal, enfim. -Nunca me grou pra habilidade. -Nunca me já tentei, já tentei até ter encontrazinha pra ele, pra ele, pra ele. -É, cara, peito pra ele. -Então, tu quer. -Ais, a primoração, e por que é o primora, o produto. -Por, vai lá pra habilidade, cara, ele é um vou tentar me adaptar mais, não, tá lá? -Mas, tá certo, tá aí, tá aí, tá aí, tá aí, tá? -É, eu acho que. -Então, ele. Então, se foi o meu grande laboratório, aprendi a muito desenvolver ele, e eu falei, "Cara, eu acho que eu tô pronto pra desenvolver alguma coisa". E aí vem. -Como falda, né? -Exato, como falda, e aí vem Valentin, que foi fundador comigo, conheci Valentin sendo um dos palestrantes, da dos eventos que eu fazia. -Dagar. -Como esse Valentin foi, "Pô, Valentin, eu acho que eu consigo fazer isso aqui, por você divulga, cara". Eu acho que também tenho uma ideia dessa, por, tem um sócio que tem dinheiro, pode investir na gente, não tinha dinheiro, por causa. Então, eu sentei um sócio, o cara, paciente meu, lado maranhão, que é, que é investir na gente, que é apostar nossa ideia. Por favor, vamos, aí eu. Eu. Eu botei na pontula aflicada, "Quanto que eu cobraria, quanto que eu cobrido Rafael?" "Pra construir o software, quanto que eu cobraria, porque assim, se der nada, se não der nada, eu ganhei a construção". Eu fico arrumem o outro cliente. -Sou com medo, né? -Ah, aí. 7 mil reais. Foi 7 mil reais que a gente que eu tinha cobrado em duas parcelas de 3,500. -Que massa. -É. -In 2016. -Melhor e vestimento da vida. -Melhor e vestimento da vida, mano. -Melhor e vestimento da vida, hein? -Ah, meu, o peso não é desenjado. -Não, e aí, cara. E eu botei minha energia toda ali, tipo, "Fiz acontecer, tanto eu quanto Valentin, a gente cara acreditava, a gente teve uma immersão, ficamos. 2, 2, 3 semanas, lá na casa Valentin, era 24 horas, cara. Dormia, acordava, e de a pizza, dormia, acordava, fazendo, fazendo, fazendo, abre o outro aqui, que eu estava. -Vai se calcular o tá batendo, com o antropometri, papapá. Foi uma realidade. -E eu tive de óbvio, de uma verdade. -Forgada, eu já apoiava com o presente. -E aí. -E aí, o Marquinhos, que é só nossa até hoje, né? -Acompanhando, quase uma maneira a 5, né? A gente ia mandando no grupo lá, ele mandava "Portop Show", a gente deu a trope ali pra ele, "Ah, o Socio Top Show", tudo mandava "Portop Show", né? -A gente jogou aí. -Uh-huh. -E aí, ali na ser uma realidade, cara. Viu a ideia, cara, oficialmente, no "A January 2017", só um ponto zero, na. -E aí, cara, tração, tração, tração, boto, do mundo, pô, método equivalente, tal, e a gente fazia uma coisa muito agressiva ainda sem estrutura nenhuma empresarial. -Sim. -Eu acho que é. -Papa Show, né? -É, a intuição movida pela paixão de querer fazer da certo, então sem muita energia, só pra ter ideia assim, de 2017, até 2020, né? -Fam, três anos, o software foi refeito três vezes, então a gente teve a versão "Porto Zero", em 18, 2,0, começamos a fazer a nova, já em 2019, veio pandemia, teve uma mudança de planos ali, tal, mas, cara, 2020 a gente não só terça a versão. -Pandemia foi bom, ruim? -Foi bom. -Foi bom, foi bom assim, bom lá, foi bom, não, não, não, não, não, não, não, falando de negócios, de especificament, de verbidã. -Foi bom, porque o pessoal foi todo pronto online, o conservo liberou. -E seu ponto, o seu conselho liberou, a gente foi muito ágil, porque, na estratégia da pandemia, a gente. -Sá daquele negócio da vida chamada, da consultão online, vim chamada, foi, e. -Ale em disso curso, né, então assim, a galera aproveitou a pandemia, que estava em casa, pra ficar passada. -Assist live. -Lá, bombava lá, lá na época. -Então, a gente. Inicio forte, uma iniciativa nossa, que é uma bandeira nossa, que é a parte científica, né? -Eu venho da Universidade Púbrica, venho do meio científico, valente também. Então, a gente investiu muito em curso, né? Então, ali, em 2020, a gente teve um boom, e aí chegou. Chegou. Cara, caminhando aí, 2020, 2021, 2020. A gente está aqui hoje, a gente já considera da qual, a gente já está na quarta versão, né? E aí, expandimos, diversos que vamos um pouco a empresa, né? -Você precisamos de habilidade de conferência. -Sim, precisamos de toda parte de marketing, também dentro de ferramentas, de marketing, dentro do habilidade para o Nutri, parte como foi ali, a parte de cursos, aprimoramos várias coisas na parte de consultório. -Totado. -E hoje, a gente nem fala que é um software, né? A gente virou uma consistência, né? A gente hoje colocamos inteligencia artificial para os últimos altrabálios, então assim, estamos constantemente se adaptando e sempre em linha com o que está acontecendo na nutrição. -Tá. -O redigado do início do nosso papo, é como que a nutrição vai ser daqui para frente, independente do que for, eu acho que vai estar preparado para o que vier. -Então, assim, estender, a distrutura. -E isso é garantia, né? -E uma coisa que me pegou muito no que falou nessa jornada toda, é três coisas, a primeira. É que o desenvolvimento do empreendedor achava para tudo, assim. -Não é, porque é um triionista, ele escuta a gente, faz pausa graduação, todo mundo de coisa, mas ele esquece de se desenvolver CPF e business. -Ele é isso. -Então, a mentalidade, porque o Rodrigo daquela época totalmente diferente do Rodrigo de hoje. -Totado. -Pessoal, entendeu? Não sai empreendedor. Então, o desenvolvimento pessoal, o segundo é você sempre investir no produto. Então, por três anos, três versões, isso me mostra para mim que vocês sempre foram muito inconformados. É sempre mais, mais, melhor, melhor escutukliente, melhor adapto. Então, isso é uma grande saga. -Eu costumo dizer, até eu estava conversando ali com a vive agora. O habitat, ele não precisou de ter um marketing agressivo, porque o produto se vendia. -E se espalhou, né, bocabundo. -É, o melhor marketing que eu, para mim, que eu vejo é o marketing do cliente. Isso parece que é uma coisa de antigamente, cara, mas é o que funciona. -Já mais. -Cara, se o seu cliente tem resultado, ele comprou de vocês, se o cliente tem resultado, ele vai falar para o outro. -E assim, não tem marketing melhor do que resultável. -E os juros comprou. -Casi 2, diga para 4, que diga para 16, que diga para 16, que diga para 16, que diga para 4. -É geométrica, é geométrica, né? -Então, ainda mais no mercado nixado que a nutricção. -É a nutricção. -Então, assim. -Então, isso é muito isso. -Então, eu me desmini isso, eu preocupo muito com isso. Mercado pequeno, tenho que entregar o máximo, porque assim, não, eu não me dei mais. -É isso, é isso. -Mas, o terceiro ponto é as pessoas, as pessoas certas do lado, né? -Então, um potetido investidor, um potetido Valentín, que potinha aquele viés mais de, é da porta para fora e você mais da porta para dentro. -Eu acho que esses três é a forma para empreender do ter sucesso, que é eles se desenvolver, ele tem as pessoas certas do lado e ele focar no produto, obsessivamente. -Uma das coisas mais difíceis que tem, assim, muito a gente fala que, "Ah, quero empreender, quero empreender, quero empreender, cara". -Mas difícil, hoje, assim, a pessoa não tem que só querer, não tem que fazer. -É, é, é, é. -Então, assim, poucos tomes dispostos a fazer, muitos querem, mas poucos tomes dispostos. -Que hoje conta a história que parece um. -Presenta, é. -Porra, legal, cara, tá valar no mistrado, podeu tudo certo, cara. Só que, em viveu, só que, em viveu, não, só que, em viveu, não acabou ainda, né? -É, constantemente, mas só que, em vive, sabe os percaus, os perrens que acontecem, é. -E, principalmente, esse, acho que. pouca gente menciona, mas, sim, o grau de responsabilidade. -Potal. -Que a gente carrega hoje, a gente é uma plataforma. -E aí, é, é, é. -E aí, é, é, é, é. -Mente fez uma análise. Hoje, a gente tá emitindo mais ou menos 70 prescrições alimentares por minuto na nossa plataforma. -Então, sim. -E isso que eu não tô nem. E falando das que são modificadas e dissadas criadas novos, em um minuto nesse tempo que a gente está aqui agora, se a gente está em 10 min, foram mais de mil prescrições alimentares criadas. Então a gente tem uma responsabilidade muito grande porque é a ferramenta de trabalho. Mas se você é um construtor, você precisa de uma máquina. Se é só máquina quebra, o fábio que é só máquina, você não constrói a sua casa. É isso. Ferramenta de trabalho. Eu não posso ter a estabilidade do software. As vezes o software está estábio, mas ele não está funcionando muito bem. Então não é só uma questão de "Ah, vou fazer um produto para o cara. Não, eu estou. O faturamento daquele cara depende de mim". Então é assim, eu carrego uma responsabilidade, eu e eu falo com a minha empresa, eu carrego uma responsabilidade muito grande com a classe da nutrição. Então é isso. E quanto mais responsabilidade de maior é a cobrança. Não é, é assim, é legal. O cara está aqui, agora está bem, está tranquilo, pô, está aí falando, pode quebrar, "Não, está aqui, eu vou, você vai estar vibrando toda hora aqui, agora que eu já. Já dá aquela ansiedade de mim, mas deixa pegar. Deixa eu tomar que você não está tão de grupo, mas assim. E aí até você falou ainda pouco, sobre a mentalidade da nutrição, cara, o nutricionista hoje que ele quer viver de consultório, ele tem que entender que ele é uma empresa, ele é uma empresa de uma pessoa só. É assim, se você tem uma empresa de cinco pessoas, isso tem a empresa de dez mil, dez mil pessoas, cara. A estrutura é muito parecida, e aí você é uma empresa de uma pessoa só, então você vai ter que ser. O cara tecnic. O cara tecnic, o cara tecnic é o óbvio, o nutricionista. O nutricionista. Mas você vai ter que ser o estratégista, você vai ter que ser o rede de marketing, você vai ter que ser o rede comercial, você vai ter que ser o rede comercial, você vai ter que - Então você vai ter que ser múltiplas funções. - Exato. E aí foi até um papo que a gente estava falando. Já até falou sobre o futuro da notrição. Pra você fazer a faculdade de nutrição. E várias coisas. Quatro anos de faculdade, para o legal o que vou fazer agora? Vou virar um especialista em funcional, virar um especialista em materna infantil, especialista exportiva. Você só está profundando um conhecimento que você já aprende na faculdade. Nem o momento dessa pessoa. "Pensoio fazer caro e o MBA e o negócio." "Cara, quero me ver de consultório." "Como isso funciona?" "Quem que de métrica eu tenho que ver?" "Quem que eu tenho que ter de ferramental para tomar mesdecesões?" Não exí, ninguém é preparado. Não é culpa da pessoa, não. - Porque ninguém é preparado. - Total. E aí, acho que uma das coisas que eu vejo da mentalidade futura de quem vai se formar nutrições que informa ou de quem vai se formar, vai ser assim. "Cara, quatro anos de conhecimento técnico terminou. Você tem que fazer escola de negócios." Por isso, eu acho que vocês estão muito bem posicionados no São Sinfonoteiras, porque esses caros são hoje a escola de negócios do nutricionista. Você vai ensinar para o nutricionista que ele tem que ter estratégia, que ele tem que construir o produto dele, que o produto dele não é só uma consulta. - Exatamente. - Que ele vai ter que ter. Saber quem é o perfil do cliente dele, - que é o seu target ali. - Sim. "Cara, quando eu vou botar, quando eu espero voltar?" "Oh, roi, né? O gran roi, né?" "Cara, vou botar a mídia paga, não vou botar a mídia paga, vou fazer orgânico, vou fazer parceria." Uma coisa básica. Se você perguntar assim para a grande massa de nutrições que tem hoje, cara, qual o seu custo do tempo do constróleo? Eu tenho certeza que ninguém vai saber. O cara não consegue, cara, qual é o meu custo? Porque a primeira premissa para você fazer o seu preço. - É o seu custo. - Exatamente. Aí você vai fazer o seu preço baseado em quê? Baseado num cara que está do lado, - no concorrente, no concorrente. - Conte o concorrente, - no concorrente. - Exatamente. Isso aí, todo mundo tende a desvalorizar o próprio trabalho. - Que isso é? - Todo mundo caindo, quando. Vai todo mundo nivelando por baixo. E aí crie um problema de curtural. Curto prazo ganha menos. Médio longo prazo, desvalorização na profissão. - Exatamente. - Então, assim, o paciente que hoje vai pagar. Pagaria, 300 reais de sua consulta, não vai pagar porque o cara de volta é 250. - Com retorno ainda. - E com retorno ainda. - E nem fala essa palavra, hein? - Ela para com R. - E o já está incluído. - Exatamente. O cara vai pagar 250. E aí vai passar um tempo, provavelmente, você não vai conseguir dar uma atenção que esse paciente precisa. A experiência do cliente, porque vamos lá, - paciente, mas é um cliente. - Sim, sim. Tem gente que não gosta de falar, "Pô, ele é meu paciente, né, meu cliente". Não, vamos lá. Cliente, barra paciente, porque. - Você trata dele da saúde como paciente. - É um paciente, não é? Mas ele tem uma experiência como cliente. Ele está pagando, ele espera receber algo em trocos. - Exatamente. - Então, assim, a experiência dele como cliente não vai ser das melhores, que ele vai olhar e falar, "Cara, o intraciante de anjante porcar animo, o que ele vai fazer?" - Chat IPT. - E aí você acha que a itadens especial. Você acha que estudar, nutrição, fazer mil pós-graduações, vai perder para o chat IPT. Se você não acordasse, se a gente não pensar, na experiência do cliente, vamos perder para o chat IPT. Eu conheço um monte, eu sou nutricionista. Deformação, não responde a sua pergunta ainda, mas. sou nutricionista. Eu, Rodrigo, conheço pelo menos uma e seis-seis pessoas que não querem nutricionista, porque o chat IPT monta dieta, monta estratégia, monta tudo. O que ele não faz ainda, né? A gente está com essa chat IPT ainda, você não assume compromisso. O ser humano não assume compromisso com máquina. - Não tem a calcular a gente. - O ser humano não tem. O ser humano não se frustra e encontraria uma máquina. Se eu falei "Oh, chat IPT" depois. - É tipo cara, não é uma máquina. - Então assim, esse ainda é o ativo da nutrição. - Exatamente. - Esse ainda é o ativo. Então assim, é. Se palitar no compromisso, que seu paciente assume, só que para isso, você tem que mudar a forma que você atende. Se antes do cara sentava na sua. no seu constróleo, você fazia uma dieta para ele imprimir, ligar a visperava o cara voltado aqui ao mês. - Esquece. - Total. Isso aí eu quero muito, muito aprofundar, porque o que pega? Primeiro, né? Formação técnica não é o mais bastante, como você falou. Depois, o cara tem que ir para o escola de negócio, tem que aprender sobre negócio para poder conseguir ampliar o impacto de todo aquele conhecimento técnico. Só que essa questão do chat IPT da Inteligência Artificial, isso é um medo do nutricionista. Cara, você vai tomar minha profissão, aí fica esse medo, né? Só que no final das contas, isso crie uma nova necessidade. Que é, por si todo mundo está na EA no GPP, o nível de necessidade para a conexão humana, pelo acompanhamento, pelo compromisso com outro ser humano, vai aumentar, porque existe uma gangurra, né? - É. - Com portamento de consumos. Eu falo, o novo luxo vai ser relações humanas. Total. O meu diferencial é que é um humano que vai te atender, mas voltarem à gente. - Exatamente. - Vai acontecer isso. São um novo luxo, são. Agora vai tomar um baco, cara. A galera que não se adaptar, assim, eu não estou falando de quem não se adaptar. Muitos não vão se adaptar. - Não vão, né? - Falando de maneira global, muito não vão se adaptar. Vai tomar um baco. - Vai. - Só que assim, me fala que profissão. - Que não vai? - Que por 30 anos nunca foi impactada por nada. Total, por tecnologia, é porque é, enfim, né? - Não, é. - Todas as profissões. - Não, assim. - É um medo exagerado. Todas as profissões, ao longo da história da sociedade, elas foram impactadas. - Eu não sou um dator que criou a máquina agora, só o do muito mais rápido, na verdade, tem cinco soldados, tem só um. Exato. E aí, cara, é. - Não é? - Vamos mudar, mudar a rota, recalcular a rota. - Assim, só que aqui não se adaptar, aqui na flexível aí. - É isso. - É um sucado. - Que são cortadas. - Então, assim, não dá pra remar contra a mare. - É real, velho. - Não dá. Se a mare é a taí, a correnteza taí, você vai remar contra a correnteza, você só vai cansar e não se for assim, você vai ser carregado. Então, assim, aproveita a correnteza e escolhe novas rotas. - Exato. - É muda sua forma, valoriza. Uma coisa simples, vocês falam, cara, ao invés de vender a consulta, você vem de um pacote. - Exato, acolhamento. - Faz o comprometimento de 3, 2, 3, 2, 1. Exato. Faz o aumento que isso é, aumentar o que? O LT do carbo, tal, o LTV. Então, assim. usando o método chequinho, por exemplo, o cara está ali engajado. - 100%. - Esse cria outra relação. - O comprovenho é o presente no outro. - É isso. E aí, eu tenho duas teorias. Eu quero ver o que você acha. A primeira teoria é que, cara, na época que, por exemplo, você formou, o que o paciente queria? Ele queria informação. Porque ele não conhecia nada de nutrição. Não tinha lugar nenhum pra ele aprender. E você era o detentor do conhecimento. Porque você estudou nutrição, fez por aí a graduação. Aí ele vinha, tu pegava as informações dele, pegava o teu conhecimento, colocava num papel que a dieta entregava. E, ok. Então, o que a gente vendia naquela época? Informação. Conhecimento. Só que aí, por favor, não só com o GPT, mas o próprio nutre. Ele conscientiu tanto a população sobre o que é nutrição, caloria, macro, micro, tipo de dieta. Aí, o pandemia aumentou muito ainda mais o nível de consciência sobre o cuidado com a saúde. Aí, o GPT depois, tal, a informação. Ela é abundante. Então, o que eu acredito que o cara tem que vender? A transformação. Porque é uma mulher 40 mais, por exemplo, que recorrer a maratona, e você é um outro especializado em mulheres 40 mais que correm grandes distâncias, o ponto vai saber exatamente como é que a rotina dela, como é que a questão da menopausa, rotina com filho, trabalho. Aí aquilo tu vem de uma transformação, e não a dieta. Então, essa é o primeiro teorei que eu tenho. A segunda teorei que eu tenho é que, tipo antes, a gente tinha uma relação muito transacional com o paciente. Quer tu me empaga? Eu te dou a dieta e tomei embora. Aí o que a gente propôs na NSF foi que irá uma relação de acompanhamento com o método chequinho. Então, porém, ao invés de só entregar a dieta, tu acompanha a semana alquim, senão, em que tem todo o estrutura de qualidade de dado. O próximo nível que eu acho, porque o nosso objetivo é que todo mundo faça acompanhamento e uso método chequinho, aí que como é que vai se diferenciar? O próximo nível é a comunidade, porque é o paciente, ele já se conecta com o nutra através do aconpeamento, só que aí quando tem uma comunidade, ele se conecta com outros pacientes que também estão na mesma jornada que ele. Aí só aumenta ainda mais o LTV, a diferenciação, o marketing, a venda. - É isso. - Cara, é. Se você falou assim, pra mim é exatamente assim. Antes do anseio era a informação. E aí eu lembro de falar até fazer a frase assim, quando o mundo é internet, todo mundo usando internet celular, né? - O internet assim, o. - O internet na mão full-time. - É, internet é deixable, é muito tempo, mas. - Você ficou iPhone 3, 4, né? - É, internet na mão full-time. Aí todo mundo, nossas blogueiras, né? Lembrando da nutrição, "Ah, as blogueiras, elas é porque eu não teria sentido detentor da informação e que ele era o grande ativo dele." Aí vinha as blogueiras falando, "Ah, já está setogênica, não sei que vai vai. Não, mas você não tem informação pra falar isso, você não pode aquilo e tal, tal, tal, "Quiém lutou contra?" Foi engolido. Hoje a gente vê, os nutricionistas fazendo a mesma coisa que as blogueiras falavam antes. "Ah, mas aí eu tenho propriedade pra falar, "Ah, legal, mas assim, o cliente não tá preocupado com isso." O cliente não. Ele vai. Ele vai. - Não, não. - O mundo, assim, quem comunica melhor, se estiver falando um negócio minimamente certo, né? - É. - Que ele vai. - Ele vai se conectar com aquela pessoa, então, assim. E aí era o ativo do nutricionista da informação. Eu sei, sobre uma condorência. Eu sei, sobre. - Todo mundo sabe agora, hein? - Exato, é. Exato. E aí eu acho que é o que você falou, na verdade, hoje o paciente ele busca a experiência. - Exato. - Ele busca a transformação. Ele não vai. Querem o que você vai sentar no constróio pra você. Bom, bargear ele de informações, bom, bargear ele de regras, que ele tem que fazer, o que ele não tem que fazer. Ele quer. Cara. Ele quer um profissional que acompanhe ele. Eu estava refletindo em casa outro dia sozinho, ele cara, que o pago personal treino, tem personal treino. E aí eu. Cara, engraçado, né? Personal treino de nutricionista. Dos profissões que eles atuam com o propósito parecido com os clientes dele, né? O aluno e paciente, cara, tá buscando performance. - Saludo. - Cara, tá buscando saúde, tá buscando. - Ojevido. - É. - Longevidade estética, melhor autoestima. - É uma coisa que é nutrição. Cara, vai no nutricionismo procurar mesmo. - É verdade. - É feita que o paciente dava muito parecido. - É a diferença do pôr-vista profissional, cara. Um personal treino consegue ter no máximo 20 alunos. - Porque todo dia. - Não dá, não importa o quanto de meia da manhã. - A quanto de meia da manhã, eu trabalhando 20 horas por dia, quase. Mas quanto cada aluno entrega para ele por mês. - É mais? - Ticatme maior. - 1800, 1000 e pouco por mês, dependendo ali, foi a quantidade de aluno. - Tá, tá. Cara, tem um faturamento ali, mas ele não consegue além disso. - Fica bem. - O nutricionista, o nutricionista ele atende muito mais. - Só que o dia não. - Voluna. - Onde ele atende menos? - E com recorrência muito menor. - Bem menor. - Porque não tem a compreensão. - E aí, o plecará, será que existiria um mundo? Que cara, para nutrição, para ele se tornar cada vez mais um personal do modo de trabalho? Então, assim, cara, se. Eu vou vendendo uma recorrência para o meu paciente. Cara, eu vou acompanhar você, mas assim, cara, em abril você vai ter um aniversário. Pô, legal. Qual o carrdape do seu aniversário? O que você vai comer lá? É, é festo infantil. Então, vamos fazer um planejamento aqui de três, quatro semanas, até uma semana anterior. Para você se preparar para esse aniversário, para você comer sem culpa, cara, isso é acompanhamento, não é? - O cara que você vai pagar uma consulta, ele não vai ficar preocupado com você. - Não vai te dar o WhatsApp para falar, "Au Rodrigo, você precisa de mim, me chama." - Ai, tu não vai te dar o seu nome. - Então, assim, cara, é isso. Acho que. Você falou, faz todo o sentido, porque. Isso é uma experiência, ela quer o 360 da vida dela, ela quer, cara. Buscar melhorar performance para correr maratona, mulher 40 mais. E ela quer também poder ter o prazer de comer alguma coisa que seja saborosa, de estar numa festa e que o ferre com todo o planejamento dela. Só que para fazer isso, você tem que estar de perto. - Tem que ter um acompanhamento. - Então, assim, muitas vezes, no tricionista que eu estou buscando a agenda lotada, cara, as vezes a saída na agenda lotada, as vezes a saída é uma agenda. - Fiel. - Ele é lucrativa. - Lucrativa de longo prazo e que você impacte as vidas. - Total. - Você tem que impactar a vida. - Até porque esse o cara vem para uma consulta. E não volta mais. - Você não impactou nada, cara. - Deixa eu dar um de lado de LTV, faturamente. - É, eu ia falar, não tem isso agora. Deixa de lado a grana. Deixa de lado a grana de lado. - O resultado, passei. - Vou falar. - Vocês estudou quatro anos para fazer um cálculo, então, sei que nem é para você pensar tanto em cálculo, mas. - E você não vai te dar de cálculo. - Não, não. - Eu faz sempre falar, né? No mal do nutricionista, quando nutricionista acho que é o engenheiro, cara, porque assim, pô, legal, o engenheiro, tem que fazer a pilastra lá. - Tem um. - No cálculo, você vai desabar, cara, agora, pô, se você vai perder um. - Um lá, um consulta, você perde uma, duas horas da consulta, às vezes pô, se você pode consulta para montar um plano que está. - Desplama que está mais ou menos 1% do que o plano. - Cara, o cara pegou uma colher mais cheio, mais vazia, ele acabou com o teu plano na mesma hora, assim. - Filiçou o negócio. - O cara vai ver, pô, "cama aí, pô, vou comer mais um pedacinho aqui, acabou, eu to a matemática, todo teu orgulho, tá. - Falam isso quando a gente fala da novidade de compras, né? - No nutricionista de antigamena, até hoje, no nutricionista de récém formado, ele ciente o orgulho pela dieta que está calculada exatamente. - Tem cente de orgulho da dieta que eu passei em de sério. - É, eu tenho que sentir orgulho da dieta que funciona, né? - É, é que está aqui na teoria, então assim, a realidade. Eu tenho uma realidade de alimentar. - Fiz um teste lá, né? Eu sou desorganizado, né? - Eu tô tentando me organizar melhor, mas sou desorganizado, como na rua. - Sim. - Tem o. - Tem o. - Rutinas muito, muito. - Codaro, eu estou em estado diferentes, tudo mais. - Então assim, mas dentro da minha desorganização eu busco me organizar. - O busco, cara, fazer minha alimentação certa dentro, né, cara. As escolhas certas de proteína, de tudo mais. - Como eu estou o personal, com certeza, eu fez tu treinar mais e melhor. Se tiver um nutricionista te acompanhando de verdade, por exemplo, tu citou que os nossos alunos fazem muito e agora com a AI. - Eu já ensinava eles a fazendo o canva, agora com a AI. - Então, por exemplo, tu vai fazer uma viagem para o Japão. - O cara vai lá na AI, pega lá os alimentos, montam o PDF no gama, e vi pra o paciente, o paciente fica tipo assim. - Maravilha, o meu nutricionista é como é que ele percebe o valor e o iso. - Despara, cara. - 10 minutos, percebeção de valor, cara. - E isso que eu estava falando são pequenas coisas. - É você, assim, pode dar mais assim. Tem que realmente sair do óbvio. - E isso a faculdade não vai te ensinar. - Não vai te ensinar. - Eu brinco a galera, que é assim, cara, quem canta o paciente? - Não é uma ármore. - Não é água na taça. - É só você entregar mais. - Eu não contrar acho que isso até hoje em dia já tá com a taxa. - É só você entregar mais do que eu esperado. - E aí pensa que tudo que as pessoas faziam não há 100 anos atrás. - Mais há 10 anos atrás que não faz mais. - O avinte anos atrás, cara, se você fizer, vai explodir a mente do paciente. - Então vou dar um exemplo. - O aniversário do paciente, o paciente que tá que eu estiga há um ano. - Pode ligar pro paciente. - As pessoas esquecem com o telefone iliga. - Tá ligado. - Pô, parabéns, tá. - Um minuto. - O cara vai lembrar disso. - É o básico, né, cara. - Aí vamos mais além. - É o paciente renovou. - Aí tu vai escrever uma cartinha a mão, assim, né. - E traga com o kit. - Não, aí é a graça de 100. - Sabe quem é engraçado, né? - O pessoal receia informado, a gente vê muitos dados na habilidade. - É assim, muita gente receia informado, tentando ficar na carreira. - Um, dois anos desiste e sai da carreira. - Isso aí é mais hoje em dia acontece. Mas assim, cara, o cara quer receia informado, ele tem que aproveitar aquele ano da tempo. - Exato. - Pô, trata seu paciente como um amigo, cara. - O cara de seu paciente como um parente seu, cara. - E aí, quando vai lá. - Vai lá, porra. Às vezes tem pessoas que são introvertidos, cara. - Isso é normal, não é assim. - São introvertidos, não consigo, cara. - Beleza, mas assim, sem introvertido com a sua mãe, seu pai finge que é seu pai, finge que é sua mãe, finge que é um parente seu, pô, vai lá e. Fala uma palavra sem. Em curta distância, não precisa estar aquela você. - O seu proção nao, você. - Exato, então assim. Você vai gerando encantamento. Isso vai gerando. Parece que é muito longe, mas não é muito longe, cara. O encantamento mínimo, ele gera conexão, conexão gera indicação, indicação gera novos pacientes que vão. E você vai tracionando a rota. - Alimento, mano. - Não tem muito. Os gers informados, na verdade, assim, hoje falando. O questão do recém-formado. 95% do motivo de sair da hoje, de cancelamento do habilidade, é por foto de paciente. - Cara, cara. - Sabe. - É. A rentabilidade média do nutricionista hoje, do Brasil está em torno de 1.600 a 2.000 reais. - Que isso, pô? É uma realidade que, assim, as vezes, a gente está. - Tá numa. - Tá numa. Exato, a gente está achando que é. - Eu estou com a cor. - Como é que eu vou sair do 10% para 50% cara, tem uma galera que não sai nem do 500, cara? - Eu estou lá extra, agora, no coronos, né? Ai, uma das coisas que eu vou falar é isso. E a gente se mede muito pelo que falta e não pelo ganho. Então a gente porra, eu fatoro 40 mil, mas eu não estou fatorando sem mil que nem fulano. Só que, tipo assim, quantos nutricionistas fatoram? Pessoal que estava na tua faculdade. - Que, cara, você é a mata da nata, pô? - É uma bolha. A gente criou uma bolha lá em este tempo. - É, é, é. - E aí, eu sempre gosto de relembrar isso. Porque às vezes o cara está em satisfeito com a realidade que ele sonhou a vida inteira de viver. Só que agora é que chegou ele está em satisfeito, que ele está medindo pelo que falto. - Não, é bom ter essa bolha. O objetivo é trazer mais gente pra essa bolha. - Não está bom, não está bom, né? Mas assim, a realidade é complicado. Então assim, pequenas coisas que você pode fazer e você rezinformar. Então você pode fazer, cara, em curta distância do seu paciente. trata ele como um familiar, trata ele como um amigo, eu tenho certeza que ele paciente, ele se você trouxe a valor para a vida dele, ele vai te indicar, você vai trazer outros pacientes, outros pacientes vão trazer outros pacientes e aí vai girar aquela metade. É o momento, né? Muito bom isso, velho. E por você, trouxe uma coisa que eu acho que vale a pena explorar, que é por basearmos os dados que a gente vê, dos estudantes, etc. Por você, você tem esse porrada de dado, né? E você tem uma base de gantesca de profissinagem no trição. O que que hoje você observa, olhando para os dados, olhando para as mudanças do mercado, que você pode compartilhar claro, para você que nem tudo dá para compartilhar, que é pra trazer aqui pra mesa, assim, porque quando a gente olha para os dados, sempre os dados contestores, pra gente, né? Vamos ver se quer de tech? Vou contar uma aqui que essa aqui, quem usa a bidite vai. talvez seja uma surpresa talvez não, né? Mas hoje, se a gente for pegar nutricionistas que já atenderam mais de mil pacientes na carreira, ou seja, vim de constrório, meu paciente é o marco legal. Atenderam mais de mil pessoas, só esse universo de nutricionistas, 80% 70% deles usam métodos de equivalentes. Olha aí. E aí se a gente pega recent formados, quase que 90% do exometo do conversa não. E aí é legal, esse por que que eu estou trazendo esse dado aí? O meu tech equivalentes, ele permite flexibilidade para o paciente. Sim. Então mostru para o. É, bom, legal. Vou prechei fazer de novo aquela tema de agregação. A dieta perfeita. O creado de dieta perfeita que é filé em ono, no almoço, filé em ono, purê de batata inglesa, feijão, arroz, e no seio que é pobrolado. Por isso, pássico de fruta legal. Mê eles vão prato bonito, saboroso. Cara, comece prato por 15 dias, cara. Isso vai mentar, mas o cara vai ser muito mais filé em ono. Então, por que que a. É, é, é, é, por filé em ono, falando, na ata da nata. E aí, por que que. E por que que não funciona? Porque não tem flexibilidade. É aquela vela história. Monotoninha alimentar. Não tem. Você vai enduzir o paciente e ficar no monotoninha alimentar. Ah, mas aí você. Eu vou botar um substituto só da. da carne. Que eu já ia alguma coisa, mas assim, ainda não é suficiente. Então, que método. Eu consigo para escrever. Múltiplos cardápios sem ter que fazer múltiplos cardápios. Meto equivalente. O que funciona com quem vive de constróter? Meto equivalente. Total. Então, assim, uma da orea cada que você usa, obdais. Se seus pacientes não estão aderindo, o cara está. Vai na consulta e não volta. Experimenta usar o método equivalente com ele. Os dados mostram. Experimenta, né? Ah, mas o médico equivalente não tem tanto controle. Quem tem que ter controle é o seu paciente. Ele tem que seguir o que você recomendou. Tá, tá. Ponto. Não tem. Não tem o controle matemático. O controle matemático não existe. Até que tem que ter que ser que você gasta um pouco mais. Isso que você gasta, por começo. É isso, não é diferente. É, é um número. Ah, quando o calorista tem um filé de frango. Você vai abrir a tabela, vai ler o método da tabela. Esse método aqui tem um grau de acertibilidade de mais ou menos tantos por centros. Ou seja, a própria tabela que fez análise nem sabe. Exato. Quer pensar em micronutriente? É, pelo menos. Mito micronutriente da forma de pelo lado. O solo, o solo, cara. O bróculis que foi cultivado no nordeste. A gente diferente do bróculis foi cultivado aqui na região sul do país. Então, assim, completamente diferente. Não se apegue. Não se apegue a matemática. Se apegue a prática, se apegue a realidade. O que que funciona? Então, assim, isso é um dado legal. Por exemplo, falando de. A gente roda muitas inquete, né? Sim, isso é isso. Todo hora, roda inquete. É um ponto que a gente está debatendo muito na empresa, né? Não tem como não falar GLP1. Total. Tocando e até uma agressadora. Isso é um boa assunto. Que entrar. Hoje, a gente fez uma. A gente rodou uma pesquisa recente no web. Hoje, de a cada 10 minutos, de a cada 10 pacientes, se eu não me engano, seis aparecem querendo ou já tomam caneta e uma agressadora. Tá, como é tarde. É, tipo, é realidade. Caneta e uma agressadora. Ai, tem nutrição. A gente que sente ameaçado, caneta e uma agressadora, talvez, assim, desde quando vivo no trição, eu acho que é a maior oportunidade para nutrição. Tá, tá. Tem hoje. Cara, caneta e uma agressadora, o monjá, o ozempique, tudo que eles andaram. A gente diz, repatida tudo. Ele é maior, tá sendo a maior porta de entrada. Para cuidar da alimentação. De lítico alificado. Fala de cliente. Qualificado. Mas, veniu necessariamente tem grana, mas o cara. É que quer, é, é. O cara apostou, comprou ali. Vamos lá. Comprou manipulado para a guaiqueceja. Enfim, não toque para julgar isso. Gastou 500 reais. Gastou amigo. 2 mil reais. Cara, o cara já gastou 2 mil. Elhago de acarteirana. O cara vai lá para você. Cara, não quer perder mação. O cara não quer ficar fóssepo. O cara não quer ficar duente. Cara, cara. Cara, quer. Então, assim, é a oportunidade do momento. Tá, tá. O oportunidade do momento. E aí, curioso do dado, 15% dos nutris se julgaram estar preparados. Tá ali da conhecida. Pra ali da conhecida. 85% não se vem preparado. Caraca, vai. Isso é muito louco. Então, assim, é. Isso é a correnteza. É, correnteza. Você pode andar. Ou você pode andar. É, é. Vamos, vamos. E daí esquece na da contra, né? Cara, vai ver a realidade do outro que tá morrata. É, do dizendo que é errado, que vai mal. É, assim, você precisa de recomendação médica. Você tem que ter de aciência. Cara, você não vai tomar por conta própria. É regulamentado, não viso regulamentado. Você precisa de resistência médica. Cara, você vai conseguir resistência médica. Inclusive, isso é uma tendência gigante. Nosso aluno estou vendo muito para isso. Porque aqui na nossa bolha, o nutra ele contrato o médico. Essa é uma médica contrata no nutra. Então tem vários, inclusive do cronon, você vai conhecer algum antumma das. Eles têm médicos na equipe e médicos sócios. O nutra é o líder, o nutra empresário e trouxe o médico. E aí o médico ele tem toda essa parte, né? Porque o cabe, na era da prescrição de entender a necessidade. Eu sou sempre sento contra, tipo, você forçar venda para ganhar dinheiro. Somos profissinados a saúde. Um da tipo, "Ah, eu vou meter isso aqui nessa dose. Desse negócio pra ganhar mais dinheiro, só contra." Mas se existe a necessidade de pacientir quer? É paciente que não, paciente que precisa, você acha que faz sentido? O beleza. Aí o cara traz o médico por time e faz um trabalho multidisciplinar. Cobre a mais caro, por isso, porque tem um médico no outro. E só a oportunidade de que te médio de gerar case, de aumentar ele TV. Então a oportunidade de business. É, é, é. É, é. É o desenvolvimento do seu paciente pro universo da alimentação saudável e da. O estilo de vida saudável. Não está. E até pegando esse gante, você falou assim, "Pessoal, pode estar assistindo." E depois vai falar "Pô, mas aí cara, como é que eu tô lá no interior?" "Não sei onde, não conheço ninguém, cara." "Papa, como é que eu faço?" "Pô, tem a parceria de um médico." É, é, é, é, é, é, é, falando isso prematuremente, né? Mas pode falar, né? A gente começou um projeto recente com uma parceria com uma empresa. "Bata, projeto." Que você, como nutricionista, pode indicar o seu paciente a passar numa consulta médica. E esse médico determinar se ele vai dar receita pro seu paciente possa comprar a caneta em uma agressadora. Ah, mas aí deve ser. Não. A consulta médica vai custar, custa 69 reais. E aí o médico vai determinar, cara. Pode pagar 69 a passar pra uma consulta, "Facem, cara, não, não, não tá apto, você não é, seu caso é mais conflato, não vai." E aí eu não tô comprando uma receita pra vocês em 9. Eu tô comprando uma consulta, a custo barato, que você tem o médico que vai passar ali, tudo mais, não é, não vai ser óbvio que ele não vai. É, é, é, é. Olha todos os anos, né? Mas ele, como médico, vai determinar se, se recomenda ou não a. A prescrição, né? A gelipium. Então assim, isso é uma forma que a gente tá tentando de traicionar e trazer essa, essa ferramental pro nutricionista. E aí óbvio, né, cara. Paciente que busca nutricionista. Fazendo uso de caneta emagreccedora, cara. É sucesso, você não tem jeito. Quem quiser que isso? É, porque o que é isso? O que que vai ser sucesso? Porque a caneta ele pode comprar. Cara, tu mor caneta, cara, perdeu massa magro, cara, fica o doente, cara caiu cabelo, cara, bezato. Então assim, cara, tem nem mais força pra levantar. E o nutric que vai evitar isso. É, vai evitar, com eu, e assim, o outro ponto, efeito sanfona. Sim. Cabou, efeito sanfona, cara. É a gangouna, tá aí, cara. É a gangouna, né? É, a gangouna do gelipi é, a galera tomando sem ajuda. Aí vai se dar mal depois, aí vai voltar com rabindas. Ah, tá muito bem, né? É, agora é. E esse é o maior porta-off, porque a pessoa vai se estragar. Sim. Sim. Se você não faz acompanhamento nutricional, não adianta ser tomar mão já, você tomou os empenhos, né? Se você, você vai engordar tudo de novo. Porque o que faz você aumentar, gasto metabólico basal, pra que você possa voltar comia normal sem engordar, é o momento de massa magra. Exato. Se você não tiver dieta ajustada, treino ajustado. E usar sem nada, você vai tomar, vai emagrecer, vai ficar flácido, vai parar que ninguém sustinar o nosso corpo. Ah, vai ficar tomando remédio pra sempre, carvalha, amigão. Então fica aí tão remédio pra sempre, eu não quero. Eu não quero. Porque após você estar querendo ver tomar insulina todo dia, também, por ninguém, isso não é luxo, não, isso aí é. Exato. Então assim, o cara vai parar de tomar, vai dar três, quatro meses, tem um estudo, depois da porta-off, que é que, caro, 90% dos casos, a pessoa vai parar de tomar ela, tem um regano. Não trabalhou com portamento. É, não. E quem que trabalha com portamento? Quem que trabalha de dieta, quem trabalha em estratégia nutricional? O bom invés de a nutricional, isso aí. Então assim, gel e peão é uma oportunidade, se você não está enxergando isso, começa a olhar se mercado, começa a entender, começa a produzir conteúdo sobre gel e peão. -E se fortalece, fortalece é nutrição, porque tem muito médico, está falando, "Ah, você vem aqui, toma gelo, eu tenho que ter acompanhamento médico para tomar gelo, tem que ter acompanhamento nutricional, médico também, mas cara, nutricional, que vai determinar médico nenhum, sabe, entende de alimento, médica tem tende de, no trólogo, tem tende de estratégia, calor, então, você vai ganhar, como que o seu 2g de proteína porquilo corporal se transforma com comida, mas que não sabe, não sabe, então assim, nutrição, alimento, comida, alimentação, é com o nutric, então assim, se posicione, você se posicione com gel e p, porque assim, é o futuro, só uma tera recente no info, uma rede um jornal, uma tera recente dizendo que quando caiu a patente doze em pique, na Índia, já estão começando a promessa do mercado é que chega a 15 dólares por mês do tratamento que você é uma glutida, assim, 15 dólares, 15 dólares, volta aí vezes 5, vezes cem reais, então assim, por 100 reais por mês, as pessoas vão tomar um medicamento, vão parar, vão diminuir a ingestão de comida, vão emagrecer de maneira completamente não saudável, e aí é hora do nutricional se posicionar, para mim acho que, da isonda, as que estão vindo aí, tem a já, que gera uma dúvida, já não receio, cara, pôs, vou perder para ir, e tal, acho que, cara, é um receio justo, é honesto, você tem que olhar, a onda do gel e p, para mim é um onda, que sim, que é um mar é um modo para você surfar, vai lá e surfa, tem um, tem um risco, o outro é uma oportunidade, muito maior do que risco, muito maior, e assim, se você conseguir usar da ia, como a ferramenta para otimizar seu trabalho, com o paciente de alipe 1, meu amigo, você é melhor posicionado no mundo hoje, melhor posicionado no mundo, não tem, não tem, não tem outro profissional, que não seja um nutricionista para estar bem posicionado nesse mercado, total, velho, total, tem um cara que eu gosto muito na Bauravicã, que é um ano investido do lado Vale do Silício, aí ele fala que tem quatro formas de alavancagem, as duas primeiras é o que todo mundo fez a vida inteira, que é dinheiro e pessoas, se pô tem pessoas que fazem um trabalho, se tá alavancando o tempo, porque na mesma quantidade de horas, você faz muito mais, e o dinheiro, você bota dinheiro, pega financiamento, ela avancar, né? Agora ela avancar, a gente não é novo milênio, é código e mídia, então porra, aí aí, cara, o nutricionista tem potencial de fazer mil coisas com interagência artificial, desde produzir conteúdo, produzir um PDF, um material, é melhorar a jornada do paciente, então é o jogo do código, que é o alavancagem que você viveu a sua vida profissionalmente, com o ébito, e é outro alavancagem, é mídia, que é porra, o conteúdo, você tá produtando, se você não se pode caixer, se ele vai ficar anos disponível, vai virar um monte de cost, é um osforço que a gente tá fazendo, que vai chegar em milhares de pessoas do deserto, então ela avancar de mídia, então o nutricionista, ele só pensa como autônomo, né, que é fazer a consumiria dele, tá, mas ele tem que olhar para esses quatro níveis de alavancagem, principalmente precisam ultimos dois, porque é gratuito, é isso, é custo baixo, né, se não for gratuito, você vai comprar um código de alguém para usar, como do ebidário, porque você é baixo, você já colocar toda a mídia para criar aquilo, um nível absurdo, e a mídia quer tipo como imposicionando, como que eu uso a iaiaia, só depende dele, porque é dinheiro e colaborador, você tem que pedir a permissão, o banco tem que dar o dinheiro, investindo do tempo que acredita em ti, você tem que correr o volume, o cara tem que ir topar, trabalhar para ti, agora mídia e código, e não, só depende de tito, foi lá e fez a parada, eu tô aqui no conteúdo, vamos lá, mídia, o qual o risco se tem de produzir mídia, nenhum tempo, seu tempo, cara, eu posto, em toda certeza que todo nutricionista tem pelo menos uma hora livre no dia, para gravar um conteúdo, e não se apaga a produção, não se apaga a produção, assim, cara, é. é. grava, pega o tosselapo, a fone hoje em dia, cara, isso é aqui, não precisa de produção, cara, a gente está no estúdio aqui de pós-questa, uma cara, se a gente vai se torcando essa ideia com qualquer lugar aqui, cara, o conteúdo é que importa, ah, mas eu não tenho microfone, mas eu não tenho o iPhone, é o perfeccionista, né? é o pro-mix do cara, eu vou dar, cara, esquece, cara, é conteúdo, foco no conteúdo, enquanto você ficar inventando desculpa, nunca começa, inventando argumentos para que portou com vergonha, cara, vergonha, cara, vergonha de quem não está fazendo hoje, não fazia, ah, minha esposa, ela está fazendo faculdade de psicologia, né, e aí ela já é formada em marketing, sempre teveções de fazer psicologia, está realizando a sua é agora, e eu falo que eu falei, Julia, você tem oportunidade de único, o que te distancia dos seus colegas de faculdade, cara, você já tem uma formação, você já viveu o mundo corporativo, marketing, você já viu, aproveita disso, porque na hora que você se formar, você larga muito na frente, cara, ela fez o insta-grandela, é, começou a produzir conteúdo, aí gravou um vídeo, aí gravou dois, tendo trabalho de edição, aí primeiro contratou uma pessoa para poder fazer edição, e eu falava, cara, faz você, cara, porque ficava um í de volta, tipo, não, bota, você não corta aqui, corta aqui, eu falei, cara, faz você, cara, assim, ela encanou, pegou, ela aprendeu o Capcote, rapidinho, cara, dois, três dias, Capcote, antes dela com a pessoa que a gente estava pra levar, se ela, uma semana pra ficar pronto um vídeo, um vídeo, um vídeo, um, agora ela gravava, e de tava no mesmo dia, postava um dia seguinte, com a prática, né, porque ela sabe que que ela quer, cara, ela fez um vídeo, está grado zero, um vídeo, fez outro, fez outro, fez outro, cara, fez um vídeo lá que viralizou, deu um milhão e oitocentos mil visualizações, cara, ela saltou, tipo, está grado zero, ela saltou pra de, se ela, 150 seguidores, que era a rede de amigos dela, chegou a 4 mil, você não me engano? -Pô, não é nisso, só ter que estar na casa, só ter que colocar, só ter que virar, só -Ele só tem que colocar, cara. -O vídeo que viralizou, não é nisso, que ela nem fez pra viralizar, ela tava falando só com o complex de édipo, nada é ver, negócio, cara, o negócio simples, cara, viralizou, entregou então assim, é a barreira, que tem que entrar na faculdade, tu sempre é fazer o quê? -Tu ia ir pro jornal? -Não tinha que fazer, por, tinha que fazer, tinha nada que fazer, né, né, né, né, né, né -Era media, media antiga, era, precisava de permissão, alguém tinha que colocar lá na gul, eu tinha que que que era pra academia, pra ficar tentando puxar a papo, com alguém e falar "Ponso", eu não queria se consultar, né? -Eu não respondia só o pergunta no imíso, tá? -Nunca tem, eu não tenho ser reenipo, cara, nunca tirei esse, eu sou, eu falo assim, cara, eu sou nutricionista formado, que nunca entendeu, e que ao mesmo tempo proporcionou milhões de consultas aí, porque eu fiz os topos, né? -Era verdade, verdade, verdade. -Piu, mas, técnicamente, técnicamente, nunca tendi, cara, se, de profissionalmente, de receber pra, pra poder entender, tá tendo, tipo, não atendido, né, mas eu não tenho isso, cara, senta aqui, te dou monetação assim, assim, assado, vê se funciona, tal, você não tem, mas assim, profissionalmente, nunca tendi, não posso atender, tá? Não tem ser reenipo, é bem que você não atender, o bem também que você foi por esse caminho, porque abriu muitas portas, não é um mercado, o que se gionou muito por causa de tudo que você fizer com a habilidade e bora pra frente, que o futuro tem muita coisa ainda pra acontecer, né? -Qui, tem, cara, eu tô muito empolgado assim, cara, energia, parece que cada dia que a gente vai lá na empresa, cada dia que a gente tá envolvido nesse tempo, tipo, falando aqui você, vendo os playjove que estão surgindo, cara, por vocês fizeram um trabalho incrível, um trabalho incrível aí, cara, eu vejo um triconista, cara, ficando rico, cara, mesmo com o pessoal, cara, caro, mesmo que eu fico rico, cara, cara, ficou rico, cara, tá, tá, 100 mil por mês, cara, é grana, porra, não tem porra, cara, 100 mil por mês, entendeu, então assim, é, é, pessoas que saindo do zero, que através da nutrição conseguir melhorar a vida da família, melhorar a própria vida, cara, realizar ações, viajar, fazer compré coisas, independente do que seja, então assim, cara, é muito legal e você tem uma parcela muito grande, né? Se você lá is, é, é, é, é, é, é, é, para bem de verdade, vocês fizeram, os trabalhos vocês vão fazer um incrível, é, nunca tinha visto até então na nutrição ninguém, fazer um trabalho desse nível. -Totá, tá. -E a gente já se energia muito grande, porque a gente acredita, né? -Não, falou em essa, é. A gente acredita que a nutrição ela pode ser, ela é a porta de entrada, ela não é menos que a medicina, ela não é menos que é o dutologia, que ela é cara, ela é a profissão que vai fazer um cara que morava de uma vida mais simples e cara, cara, ficou rico, tá, ganhou grana, porra, e aí, para que. -E para a vida das pessoas, então. -É, e aí daqui a, a próxima geração que vier aí, daqui a 15, 20 anos, cara, faz a porta, vai fazer nutrição. -É isso aí, vai ser porra, qual se eu só emporro, cara, vai fazer, cara, fazer nutrição. -Cara, cara. -O que era o mesmo avós, só ganhava de antes, era médico, advogado, que jeio, isso aí. -Era ele era, né? -Era ele era, né? -Farei para ele, quando era mais ouro, eu falei, "Pode, eu quero ser advogado, você promotou de xx", né? -É, delegado, pronto. -Ai, depois eu cheguei para ele e falei, então vou fazer nutrição, é ele. -Oca, mas aí, não prefere medicina, cara, dá uma estudada, melhóita, mas sim, eu não sei que você tem o sonho de ser cirurgião, cara. -Ai, é melhor, aí você que vai ter medicina, pode até ser dentista, mas cara, quer ser cirurgião, neuro cirurgião, cara, é legal para poucos. -Você tem a paixão, vai lá, vai lá. -Ago dinheiro, vai lá. -Está fazendo medicina pelo dinheiro, para ficar no consultório, para tratar estilo de vida e tudo. -Tá, escara. -Nutrição tá aí, cara. -Tá aí. -Quatro anos de faculdade, de ser já tá com o consultório, né? -Poxo. -E eu não preciso consultório, tudo online, paga só o habitat ali, o plataforma, o consultório bota. -Poxo, bota. -Mas se ficar a polvão de tratar, o estratégia de um casal hoje, tudo online, fazendo mais sem mil meses. -Ai. -Tem vários, eu sempre gosto dos meus alunos às vezes, eu falo. -Que magia é, não. -Tô num negócio aí. -A Margebidado, cara, de 92% ali, cara. -Tô que na sábado, eu estou escalável de novo. -Tô um voando. -Então, tanto no consultório quanto no meio digital, cara, é no trição, ela transforma a sua vida. Só dá. você querer e assim eu jogo a responsabilidade para cima do noite que é basta você querer mesmo porque você tem que sair cara você tem que sair do óbvio você não quiser você não sair do óbvio você não vai despontar na carreira e aí que vai acontecer você vai sem glúdeo por tudo isso que a gente vai vai sem glúdeo vai vai ficar desmotivado e vai pagou pagou quatro anos de faculdade se não fez faculdade pago quatro anos de faculdade pagou dois anos de de especialização para depois você cara vou procurar outra carreira vou trabalhar a sua melhor coisa agora mas é muito bom é acho que o papo aqui foi incrível galera vai tirar muito valor e aí se você for deixar um recado final aí pro nutricionista aqui nos assiste qual seria esse recado irmão cara é insiste na nutricão acredita na nutricão que é a nutricão ela transforma vidas eu já vi gente que que que saiu de uma de de de de está em depressão por baixo altestema conduências pessoas que cara não não não não tinham mais sentido de viver desde pessoas com dificuldades locomotão cara a nutricão mudou na vida da pessoa assim o poder que você tem na mão com o seu ele federal a autorização para trabalhar que é uma pressão regulamentada é ela tem um valor iniste mavil então assim aproveita em cixi se diferenci busque sair do óbvio sai da zona de conforto cara não tem não está difícil é difícil para todo mundo todo mundo é difícil ser a gente empregada para a gente não explora a que é do caçando tudo é difícil então é assim é no final das contas é no final do dia o resultado que você vai ver depende exclusivamente de você do que você fez antes é isso aí então é meu recado para o entrecentre acredit na nutricão e faça o seu melhor e faça diferente ponto final é isso excelente recado para fechar meu irmão muito tempo e se você gostou desse episódio de hoje não esquece deixa eu documentar o seu canal deixa um comentário por Rodrigo ele vai adorar ler e eu também para saber o que você tirou de mais valor desse episódio hoje e lembre-se não vai ficar assistindo esses episódios escutando muito ideia sem executar nada leva por campo de batalha porque isso vai mudar o jogo fechou até a próxima te vejo aqui no podcast da nutricão se fronteras

Podcast Summary

Key Points:

  1. O convidado, Rodrigo, fundador do EBIT, iniciou sua trajetória na educação física antes de migrar para a nutrição, movido pelo interesse em estética e performance.
  2. Durante a faculdade de nutrição, criou uma planilha no Excel para cálculos de dieta, que se popularizou entre os colegas, despertando seu lado empreendedor.
  3. Organizou eventos acadêmicos de nutrição, como a Semana de Nutrição da UFRJ e a Expo Health, desenvolvendo habilidades em tecnologia, marketing e gestão.
  4. A experiência com eventos mostrou a importância de ferramentas online para inscrições e pagamentos, levando-o a construir sistemas próprios.
  5. Em 2015, abandonou o mestrado em bioquímica para se dedicar integralmente à tecnologia, focando em criar soluções para nutricionistas.
  6. Destaca que o sucesso de um produto depende de resultados para o cliente, sendo o marketing boca a boca o mais eficaz.

Summary:

Rodrigo, fundador do EBIT, conta sua jornada desde a adolescência, quando se interessou por nutrição e performance física. Após cursar educação física, migrou para a nutrição na UFRJ, onde, no terceiro período, criou uma planilha de Excel para cálculos dietéticos que viralizou entre os alunos. Isso despertou seu espírito empreendedor.

Nos últimos períodos, organizou eventos acadêmicos, como a Semana de Nutrição da UFRJ e a Expo Health, enfrentando desafios logísticos e financeiros. Ele mesmo desenvolveu sistemas de inscrição e pagamento online, unindo tecnologia e nutrição. Após se formar, iniciou o mestrado em bioquímica, mas, em 2015, decidiu abandoná-lo para se dedicar à tecnologia, estudando e se aprofundando.

Rodrigo ressalta que o marketing mais poderoso é o resultado do cliente, que gera recomendações espontâneas. Sua trajetória mostra como a combinação de habilidades técnicas, visão empreendedora e foco em resolver dores reais do mercado o levou a criar o EBIT, hoje o maior software para nutricionistas do Brasil.

FAQs

Ele começou criando uma planilha de Excel para calcular dietas durante a faculdade, que se espalhou entre os alunos. Depois, organizou eventos acadêmicos, como a Semana de Nutrição da UFRJ, usando tecnologia própria para inscrições e pagamentos.

Ele percebeu que sua paixão era tecnologia e empreendedorismo, não a carreira acadêmica. Após eventos que geraram pouco lucro e muito estresse, decidiu abandonar o mestrado e se dedicar integralmente à tecnologia.

O maior desafio foi o risco financeiro, como contratos altos e concorrência forte. Um evento de 2014 rendeu apenas R$ 2.800 de lucro após um ano de trabalho, e outro deu prejuízo, mostrando a instabilidade do setor.

Ele criou um site com sistema de pagamento integrado (PagSeguro), controle de acesso por código de barras e recuperação de carrinhos abandonados. Isso automatizou processos manuais e melhorou a experiência dos participantes.

Segundo ele, o melhor marketing é o resultado do cliente. Se o cliente tem sucesso com o produto, ele recomenda para outros, gerando crescimento orgânico sem necessidade de propaganda agressiva.

Aprendeu que é essencial focar no básico: entender a dor do cliente, criar soluções simples e não se apegar a estruturas complexas. Também destacou a importância de habilidades práticas em tecnologia e marketing.

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