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#200 - eu quase destruí tudo, esses foram os erros que ninguém viu.

41m 57s

#200 - eu quase destruí tudo, esses foram os erros que ninguém viu.

No episódio 200 do Isabela Matto Podqueste, Isabela celebra o marco de quase três anos de podcast semanal, mas decide fazer algo diferente: em vez de falar sobre sucessos, ela compartilha os erros que a levaram ao "fundo do poço" em 2022. Ela explica que, apesar de ter começado a empreender em 2010 e construído um e-commerce de sucesso, a entrada no mercado de educação em 2020 com uma coprodução trouxe desafios enormes. O primeiro erro foi viver alavancado, apostando em lançamentos e tráfego pago, o que criou uma pressão insustentável, afetando sua saúde física e mental, com crises de herpes e estresse. O segundo erro foi delegar partes essenciais do negócio sem ter uma visão integrada, o que a deixava sem clareza sobre metas e finanças. O terceiro erro foi não ter uma base financeira sólida, com uma pessoa conservadora para gerenciar o caixa, resultando em decisões arriscadas e contratações excessivas. Isabela enfatiza que esses erros foram aprendizados valiosos, e hoje ela prioriza um modelo de negócio sustentável, com reserva de caixa e uma equipe estruturada. Ela espera que sua história ajude outros empreendedores a evitar armadilhas semelhantes e a construir negócios mais resilientes.

Transcription

8568 Words, 45820 Characters

Portuguese
Oi, família! Chegamos, gente! Eu não sei se. provavelmente você não vai perceber isso. Mas este daqui é o episódio 200 do Isabela Matto Podqueste. Ou seja, 200 episódios falando sozinho aí, que caraca! Como eu gosto de falar, Malandro. 200 episódios, a gente faz esse Podqueste, faz o quê? Umos dois anos e pouco, quase três. Faz uns três anos, assim, toda semana aqui, toda semana aqui, toda semana aqui. Então é muito especial poder chegar nesse marco estar com vocês. E aí eu tava pensando, "O que que eu faço?" Porque no episódio 100, eu não sei se se nem, "Dram, eu fiz um episódio especial com Flável Gusto." E foi super legal. E aí eu tive a ideia de fazer o episódio 200 com outro convidado. Que vai rolar, só que a agenda desse convidado é meio caótica. Porque vocês terem a noção, ele tá, tipo, em turro, sabe? Então é uma pessoa que vocês nunca vão imaginar quem é a pessoa que eu vou fazer um episódio do Podqueste. Só que a logística é muito complicada, por isso que eu fiquei sem Podqueste, porque eu queria muito fazer o 200 com essa pessoa, só que vai ter que ficar um pouco mais para frente, eu falei, "Ah, não vou esperar e ficar assim, episódio, para ele, só para poder fazer." Porque eu já tava vendo isso antes, já faz um mês e pouco, que a gente tá tentando organizar a agenda, mas é complicado. Então eu falei, eu vou fazer, "Quê que tem que ser, né, o episódio 200, eu espero que seja algo foda?" E aí, depois eu trago esse convidado. E aí, eu falei para o Hick, eu falei, "Eu quero abrir e ver todos os comentários." "Vamos ver todos os comentários que vocês já deixaram." E teve um comentário que me deu a ideia desse conteúdo, né? Ela falou assim, "Eu queria muito que você falasse, porque eu voltei meio sinto aquele meu fundo do posto em 2022." "Voltai meio e eu falo que eu cheguei num lugar muito ruim, que eu cheguei num lugar muito complexo, que foi muito difícil pra mim." E ela falou, "Bela, por que você não fala quais foram as maiores decisões erradas que te fizeram chegar nesse fundo do posto?" Porque eu sinto que, normalmente quando a gente escuta em podcast, as pessoas só falam de sucesso. Tipo, ninguém traz o lado "B", que é o lado do erro. O que que serrou, o que que você falhou, o que que deu errado, o que que você não acertou. Qual foi o problema que você criou? E a gente não traz isso, porque a gente sempre tenta focar no que a gente aprendeu. Ou no que a gente vai fazer de diferente, ou no que funciona. Mas a gente traz pouco. Eu acho que é uma questão às vezes até de ego, sabe? "Pô, eu vou admitir meus erros, tipo, eu vou admitir tudo isso, de erro que eu cometi, eu vou admitir que eu fui ruim, e que eu não era tão boa quando parecia que eu era, só que eu acho que eu estou no lugar de autoconfiança, que eu sei que isso zero me define como pessoa, sabe? Eu acho que foi um momento muito, muito, muito aprendizado, foi muito importante ter acontecido. Eu não vou estar ir atrás e tiraria o que aconteceu ali em 2022, porque eu não seria a pessoa que sou hoje. Meu relacionamento colô não seria o que é hoje, ele não seria o empresário que ele é hoje. E aí eu vou dar um contexto para vocês do que aconteceu, e vou trazer para vocês os maiores erros que eu cometi que me levaram até lá. Então, eu espero de coração que se te ajude, que eu consigo tocar seu coração, e que te ajuda a tocar melhor o seu negócio aí, sabe? E aí, a gente deixa o episódio emblemático outro mais fora frente, e vocês vão "ah, vocês vão a má, tá, mas vamos lá". Voltando, então, o que que aconteceu em 2022? Pra contexto. Eu emprego desde 2010, né? Em 2010 eu tinha 12 anos de idade. Em 2014, eu abriu meu e-commerce, que foi o primeiro e-commerce do Brasil de uma adolescente, e que gerou uma onda. E o fato de eu abriu e-commerce, abrir minha loja, quando eu era ainda adolescente, fez um sucesso absurdo, a gente chegou em 120 mil clientes cadastradas no orgânico. Eu só fiz trafego pago a partir de 2020, tipo, eu já tinha um negócio há 10 anos e o e-commerce há 8 anos. Então, a gente construiu tudo na mão, assim, sabe? Em atendimento excelente, em boca boca, a gente é um produto muito bom, a produção de conteúdo pra atrair novos clientes e vender. Então, tudo que eu aprendi foi fazendo errando, acertando. Eu acho que a gente teve muito sucesso nesse negócio. E isso gerou uma leva de outras empreendedoras que começaram depois, inclusive várias delas são minhas amigas que eu adoro. A Luana, da Lascloden, que é um amor eu amo, ela, eu acho ela. uma querida, eu acho ela muito inteligente dentro do negócio dela e das estratégias dela. As meninas da guardaroba, que são umas queridas, começaram depois também. E a gente super troca e assim. O desestudo de melhor elas são super compromissadas, elas têm uma estética impecável, elas são muito boas. Então, tem várias assim que surgiram depois, algumas nunca de mentiram, que se inspiraram nem nada, inclusive, nem gostam, talvez, muito de mim. Mas tem outras que gostam muito, e eu sempre sou muito aberta a. Gostar das pessoas, ajudar as pessoas, é amiga das pessoas, contribuir, toda empreendedora ou empreendedora, eu gosto de contribuir na jornada, porque eu sei o quanto isso faz a diferença e quantas pessoas normalmente não fazem isso. Elas não param para estender a mão para alguém. Então, a gente gosta muito de fazer isso. Até porque 2022 foi um ano que. só uma pessoa estendeu a mão para a gente. duas pessoas, só duas pessoas estenderam a mão para a gente falar, eu te ajudo, sabe? Duas não, uma, duas, três, quatro pessoas, três da família e uma pessoa que não era da nossa família. Então, foi uma pessoa que não era da nossa família que estendeu a mão para ajudar a gente, no que a gente estava precisando ali. E, se não fossem essas pessoas, talvez a gente ia dar um jeito, mas ia ser muito mais fizesse. Então, eu vou contar para vocês o que aconteceu. Então, assim, essa jornada de empreendedora, mas eu sempre fiquei muito na área de conteúdo e vendas. E aí, eu me moldei, e moldei a minha vida inteira em torno de ser útil, produzir, e resolver problema. Então, imagina que a minha utilidade estava diretamente ligada a ter problemas, resolver esses problemas ser útil, e, principalmente, gerar demanda gerar vendas, gerar gente falando sobre o produto e gerar vendas. Tipo, a minha cabeça sempre girou para isso. Então, eu fazia todas as outras partes do negócio também, atendimento, o cadastramento de produto, a criação de peças e produtos, mas eu não tinha muita vez de gestão até hoje, não é meu forte, sabe? Gestão financeiro administrativo, a gente tem hoje uma sefa maravilhosa, grazadeus, que toca toda a parte de financeiro, o luão organizou muita coisa de gestão e de financeiro. Eu gosto de liderança, mas eu sei que, meu jeito de ser líder, ele inspira e leva, mas eu não vou na minúcia de como a gente organiza para que você faça seu trabalho. Então, assim, para o time que dá aqui, beleza, porque ele já aprendeu a lidar comigo, mas o Rick sabe como é, e eu chego tipo, "Quero fazer isso isso, vamos fazer isso, acho que ele deve ficar assim, tá, tá, tá, hoje eu acho que ele já deve ter se acostumado com o jeito, mas eu sei que não deve ser fácil para a pessoa que está adotrouado. Às vezes eu venho a furacão e, "Bah, ela faz tudo isso". E não olha tanto, eu não sou a pessoa que gosta de olhar muito para processos, eu sei que tudo isso é importante, e tem que existir. Mas hoje, eu entendo que tem pessoas na empresa, que são assim, para que organizem as coisas, e que a gente tem que parar e diminuir a nossa velocidade para a gente conseguir crescer todo mundo bem, crescer todo mundo com estrutura, mas eu não sabia disso, então a minha cabeça era só, vamos resolver, vamos produzir, vamos crescer, vamos fazer os negócios a acontecer. E aí, que que aconteceu em 2022? Em 2020, entrei no mercado de educação, eu e o Luã. Então eu e o Luã, ele trabalhava fora, aí ele entrou e falou, "Mão, era um projeto que eu sempre quis, eu sempre quis ensinar, eu sempre quis, eu sempre fui professora e linha, sabe?" Essas meninas que eu falei, por exemplo, que eu admiro e que vinham as vezes, "Ah, trocar comigo, ou qualquer coisa do tipo, cara, eu sempre gostei de contribuir com algo que eu sabia que estava dando certo, o que funcionava, ou algo que pude, e daqui talvez não dei tão certo, eu sempre gostei de fazer isso." E aí, eu falei, "Nossa, eu queria tanto ensinar, eu queria tanto ter esse lá, um curso, eu não sabia o quê, mas eu queria poder ensinar, tanto que, com 16 anos, eu fiz a minha primeira palestra, para, tipo, 300, 400 pessoas, morrendo de medo, panicada, mas eu fui lá, porque eu falei, "Nossa, que legal, eu vou poder, tipo, falar para as pessoas e ajudar as pessoas, ensinar as pessoas." Não deu, eu sempre gostei disso. E aí, Luatinho, uma outra empresa, "Tá, eu falo, vamos, beleza, vamos trabalhar junto." Ele estava meio. Muita gente falou para ele, inclusive, "Nossa, agora você vai encostar nela, porque eu tinha mais sucesso profissional, naquela época do que ele, "Ah, você vai encostar vários amigos, amigos, né, dele, falando, "Ah, você vai ficar encostado, ah, você isso é aquilo?" E ele teve que superar todas essas coisas e falar, "Não, a gente vai construir junto e vamos trabalhar junto." E ele sempre soube da utilidade dele, mas é muito difícil para ele até hoje, vi para o fronte. Hoje está mais fácil, mas foi um trabalho enorme. Eu falo amor, vem para frente, também, eu preciso da sua ajuda, constrói ele, não, é tudo para você. Não, quero construir só você. E eu acho que eu me comendo de. Eu não quero ser esse marido que quer do nada surfar na onda, e aí foi um trabalho até para fazer, mas, beleza, e em 2020, a gente pegou uma copra-dução. Por que? A gente não entende nada do mercado, gente, nada, vocês têm que entender que foi assim, a gente foi jogado. Vamos fazer a educação. Como que se fazia educação ali em 2020, mas ou menos? Cara, era uma copra-dução. Se eu pegar uma pessoa que entendi a de mercado digital, de lançamento, a fórmula de lançamento, trafe-go, e você ir entrar como expert. O expert faz o quê? Às vezes, tem gente que até a copra-dução faz a metodologia e cria o curso. No meu caso, eu ia criar qual era o curso, qual era a metodologia, quais eram as aulas, gravar todas as aulas, e fazer todos os conteúdos para chamar essas pessoas, para fazer um lançamento e vender. Então, essa era minha responsabilidade, a responsabilidade da copra-dução, era uma responsabilidade de fazer toda a operação por trás para isso funcionar e a estratégia do lançamento. Quantas lives vão ser? Se a gente achar mais essas pessoas para a live, se a ter outras lives antes, como que ia ser abertura de carrinho, ou quanto que ia ser a reabertura de carrinho depois, a estratégia de recuperação, tipo eles vão venho tudo. E essa copra-dução, ela. foi muito boa e a mesma tem. Por ruim, foi muito boa no sentido de eu amo a pessoa que foi da coprodução até hoje, eu adoro ela como pessoa ela é excepcional, amo ela e ensinou muito pra gente, porque eu aprendi muito sobre conteúdo voltado para a lançamento, como você faz uma antecipação, só que ao mesmo tempo não tinha uma visão de negócio e copro-rodução normalmente não tem visão de negócio, é como se fosse eu e você aí está, o Enrique está ali atrás da câmera, aí o Enrique é a coprodução e sua é a expert, aí ele vai fazer a parte dele, 50% dele, eu, meu 50% e não tenho uma dimensão do que é mais importante do que ele, aí a gente fez faturofa, trouxe um milhão, aí a gente paga o imposto, divide por dois, paga o imposto custos, divide por dois, cada um em bolsa ali, o que vai em bolsa, sei lá, 200 mil, trazendo, não sei quanto, em bolsa e não fica em presa, não tem uma empresa, sabe, tipo não tem uma empresa onde você deixa um caixa, então quando você vai fazer o próximo lançamento ou quando você vai pagar o time na semana, no mês seguinte, você tem que tirar meio que do seu bolso e fica tudo misturado o pessoal como profissional, então não tinha essa construção de negócio ou de empresa, então a gente vivia alavancado. E o que que acontece quando você vive alavancado, que é o primeiro erro, né? O que acontece quando você vive alavancado, o que é o que? Você paga para pagada aqui 30 dias, o tráfico, por exemplo, tinha que pagada aqui 30 dias, aí você 200 mil de tráfico com a promessa de um recebimento pela projeção do retorno de um lançamento. Então você está na verdade apostando, é uma posta, é como se eu colocar se 200 mil em tráfico numa posta, acreditando que esses 200 mil vão virar 1,2 milhões, sei lá, depende do quanto a gente tinha ali. E esse mercado tem muita gente que trabalha assim até hoje, tem gente que já se profissionalizou, construiu empresas, a implante de negócio, tudo aquilo, mas tem gente que trabalha assim até hoje, e isso é errado, de um ponto de vista de negócio, errado por que? Porque se você não gera caixa e você não tem uma provisão para um pagamento futuro e você está apostando no recebimento para fazer o pagamento, qualquer erro que aconteça, ou qualquer problema que aconteça, você fica muito na roça, tipo, se se ferra, sabe? Então além do caixa embora, nos meses que você não faz o lançamento, também tem um erro muito grande que a pressão que coloca sobre a pessoa que é responsável pelo lançamento, que não é só o expert, a coproladação também, mas o expert tem um peso muito grande, então assim, eu não podia ficar doente, ou se eu estava doente, eu tinha que passar por cima de ficar doente. Não sei se o rique lembra disso, mas às vezes eu ficava doente foda, se você lá com os anúncios, se lá com outras coisas, tem que fazer, o negócio tomou remédio e vai, eu não podia ficar doente, eu não podia ter feia, eu não podia estar desanimada, porque esse não podia estar nas minhas costas, um prejuízo gigantesco, se o lançamento desse errado. Então é uma pressão que ela te adou esse, eu acho que o primeiro erro é esse, o seu modelo de negócio, ele não pode colocar uma pressão e você é a ponto de você ficar doente, porque esse não todo o resto vai degrengular, eu acho que essa pressão desse modelo de negócio, que é um modelo arriscadíssimo, que é um modelo com zero segurança, praticamente, a segurança é o com bom, o expert é, em gerar a demanda, em convertência a demanda, ou o com bom, a estratégia é por trás, mas às vezes uma puta estratégia, como o expert ficou doente, fodeu, não vai ter como fazer. Então era uma pressão, era assim um peso nas minhas costas, eu tinha nesse ano de 2022, eu tive episódio de erpes, a cada dois meses, erpes normalmente quando você tem, você vai ter esse lá uma vez por ano, quando cair a sua imunidade, é difícil você ter numa recorrência tão alta, eu tive esse lá um seis episódios de erpes naquele ano, então a minha imunidade caiu muito, muito, eu fumava pódio, eu pódia tipo, um nojo do nojo do nojo do fumar, né, então eu fumava pódio, eu fumava deses de madrugada, então eu estava fumando, eu não comia direito, tipo de tão estressada, eu estava, era muito, o stress me fazia agir de um jeito muito ruim para mim, para minha saúde física, para minha saúde mental, então acho que o primeiro erro é esse, que eu vejo hoje, o meu modelo de negócio hoje ele tem segurança, eu tenho caixa para tipo um, dois anos do negócio, a gente tem um recebimento mensal que tem lucro sobre todas as nossas contas e sobra um cruelto que já está provisionado, então assim não é que eu não vou vender, eu tenho meu letra de vender, eu tenho que bater toda semana, hoje eu tenho mesmo duas vendas, então eu tenho isso, mas não é aquela pressão de se eu ficar doente, está tudo bem, eu posso tirar uma semana, está tudo bem, é um modelo que me permite ser um ser humano, sabe, não de hoje que o primeiro erro foi esse, o segundo erro, delegar partes fundamentais de um negócio com a visão de que isso não é responsabilidade minha, porque aí você terceriza e às vezes para alguém que não é melhor pessoa para fazer aquilo, não é uma pessoa que é a melhor em fazer o tráfego a estratégia, a ideia do financeiro a pressificação, não é, a gente tem pessoas que vão ser melhores para cada coisa, pode ter uma pessoa que é excelente para a estratégia, que nem a Rafa que fez durante muito tempo depois, que fez assim a estratégia, a COP, por ela é excelente nisso, mas eu não preciso jogar nela também o tráfego, entendeu? Não que ela não entenda, mas o renato, por exemplo, que faz o nosso tráfego, não, ele não é hoje, store de tráfego, mas ele tem a empresa, ele sabe também fazer a gestão, mas aqui hoje ele já é sócio em outras empresas e tudo, ele é o melhor nisso, ele consegue pensar também em estratégia, mas sobre um viés de dados, então ele é o melhor nisso, então seu junto à Rafa e ele, e eu com o conteúdo, e a gente tem uma pessoa de financeiro e profissionamento, porra, e é uma empresa, tipo, e olha como uma empresa aí faz muito sentido, que hoje o imatize, que é a nossa empresa que tem o Creator, esse que é o nosso curso de conteúdo para empreendedores, e tem os socials, que é a próxima etapa do Creator, que é como os comunicanas diferentes redes sociais e plataformas, histórias que venden, que é o meu curso preferido, mas ninguém, meu segundo, o Creator é o meu preferido, mas os histórias que venden, é o meu segundo preferido, mas eu sei que ele é mais difícil de vender, porque é como você transforma qualquer história da sua vida em uma narrativa, eu amo ele, eu amo esse curso, eu acho que ele é muito bem feito, eu desenho, tipo, é muito legal, então tem tudo que tem, ele roda muito bem, ele roda como uma empresa, ele roda essa empresa de curso, ela roda bem, porque ela tem uma boa estratégia, uma base sólida, e não necessariamente, ela depende só de um lançamento da certo não entendeu? Então assim, eu acho que tem esse ponto, tenho ponto de, se você terceiriza coisas muito importantes do seu negócio, você não conecta, você tem que ter a visão hoje, a gente tem de uma CFO e eu como comercial, e o luaco na parte de growth, marketing, mas eu também fazendo conteúdo, eu consigo entender o financeiro, qual é o objetivo de vender que a gente tem, o objetivo de cash collector, de que é, o quanto a gente tem que gerar de caixa para a empresa, porque não adianta vender, só em forma de pagamento merda, que você vai ter um "RECB", que você vai estar rico, mas no dia de hoje você não vai estar, entendeu? Então, o quanto tem? E aí eu sei qual é a minha meta de venda de comercial, e eu sei quais são os conteúdos e a meta de conteúdo para gerar os leads para fazer as vendas, para bater aquela meta financeira, se eu terceirize toda essa parte, eu fico meio no escuro, então parece que nunca nada que eu estou fazendo é o suficiente, isso foi um segundo erro, eu só fazia fazer a fazia, mas eu sentia que eu sempre estava de venho, eu acho que é o segundo erro, o terceiro erro foi não ter uma base forte financeira, e base forte financeira que eu digo é uma pessoa chata de financeiro que vai só olhar para planilha, para futuro, ser mais conservadora, então nós, eu e Luana, nós somos empreendedores, nós somos arrugiados, nós somos a gente arrisca, a gente confia no nosso taco, a gente está disposto a trabalhar para caramba, mas se eu não tenho uma pessoa para me falar "não, eu posso cometer muito erro financeiro e o erro financeiro pode afundar a empresa", e o que aconteceu em 2022 foi quando a gente saiu da copra doção, então encerramos, ficamos o contrato inteiro, encerramos mesmo, mesmo estando ruim, e mesmo várias coisas acontecendo, encerramos, emcerramos, quando a gente foi fazer sozinho, aí entram dois erros, quando a gente foi fazer sozinho, a gente primeiro não pegou uma pessoa de financeiro que conseguisse olhar para o caixa da empresa, qual caixa que a gente vai ter, quem que a gente vai contratar, porque a gente vai contratar cada pessoa, nem ele era bom ingestão e nem eu, a gente só olhou e falou "vamos contratar, sei lá quantas pessoas do tipo 17 pessoas em uma, está, essa daqui para cop, essa daqui para conteúdo, essa daqui para a trafe, essa outra aqui, essa é da, tipo, uma pinca de gente para fazer, nas duas empresas, na loja também, mas enfim, monte de gente para fazer, sem essa visão de caixa e sem a visão financeira, porque também nem eu, nem ele somos as pessoas que vamos ficar brindo, planilha, fazendo toda o encontro de contas e projeção futura, a gente não é assim, eu faço dinheiro, eu sou a pessoa que gera dinheiro, eu não quero se a pessoa quer administro dinheiro, eu sei que é importante, mas se eu não quero ser, eu tenho que ter alguém que eu posso confiar e alguém bom para caralho para fazer essa parte, tão bom quanto eu em gerar dinheiro, se não vai ficar defasado, e aí qual foi o erro ali, como a gente não fez isso, sabe então, você eu, a gente contratou, um monte de gente, aí vamos lá, eu vou trazer todos os erros juntos, não sei quantos são, tá, contratamos um monte de gente ao invés de contratar, uma pessoa mais cênior, a gente contratou um monte de gente junho, isso daí é um erro também, porque, porque essas pessoas junham, se você não tem alguém cênior para liderar, tudo vai escuar em você e elas vão cometer erros, então hoje a gente contratou as pessoas mais cênior para resolver em área, a gente paga mais para resolver a área, e aí depois ela vai saber o que que ela precisa, eu preciso de alguém para me ajudar nisso, e aí a gente consegue contratar alguém pra. a desafagar nisso, mas ela consegue ser o cérebro daquela área específica, entendeu? Então a gente prefere fazer isso, não, a gente pegou um monte de índio e unho erro. Segundo o ponto, pagando a gente não tinha noção de mercado, porque o mercado digital versus o mercado tradicional, pra você ganhar um salário de 8 mil reais no mundo corporativo no mercado tradicional, bem, você tem que galgar o seu lugar, você tem que o meu pai pra ele ganhar 8 mil reais, ele já tinha selá quantos anos de trabalho, ele trabalhava uma média de 12 horas por dia, ele já era gerente, ele sabe, tem toda uma construção no mercado digital, não. 8 mil reais pra eu trabalhar de casa, home-off, se tem mais 7 clientes, você vai ser um dos meus vários clientes, sem necessariamente eu trabalhar todos os dias de seu negócio e não é presencial. Então é tipo, é uma coisa, é uma luca, hoje em dia, eu tá mudando isso, mas era tão maluco, e aí a gente ha isso, que a pessoa pediu, vamos pagar isso, pagando valores que não era pra pagar, tipo, pra pessoa naquele momento que tava, e uma pessoa que tinha vários projetos, hoje a gente não acredita nisso, você a pessoa trabalha com a gente, é só com a gente. Ela não é um, há menos que ela se teja presta num serviço de uma coisa muito específica, temos um evento, apesar de apresar um serviço, môbentânio ali na fase de evento, agora, pro dia a dia, aí tá aqui o Enrique, todo dia que na empresa conhece a gente, conhece todo nosso sistema de conteúdo, conhece tudo que a gente tem de objetivo de empresa, que a gente precisa fazer, e aí vai chegar um nego aqui frila, tentando falar "Abe, eu sei que tem que fazer, mas nem tá nesse negócio, tem outros vários que não faz sentido", entendeu? Mas enfim, então a gente contratou gente que tinha vários outros clientes e ganhava muito dinheiro, e era um dinheiro suado que saía do nosso bolso, e que a gente não fez essa provisão, então o que aconteceu? Monde gente não geraram resultado, continuou sobrando toda o peso nas minhas costas, só que ainda mais, porque agora a gente tinha que fazer da certo, porque não tinha nem pra quem dividir a culpa, né, numa coprodução, não tinha com quem dividir a culpa, e nessa coprodução, quando a gente encerrou, a gente precisou ficar um ano fazendo e pagando, custhando tudo de custo do curso e tudo, eu não podia vender o meu próprio curso por um ano, eu tinha que pagar o suporte, então eu tinha que pagar uma pessoa só pra fazer suporte, e lidar com todo esse trabalho de fazer todo o suporte e não podia vender. Então eu tive que criar um outro produto, outra estratégia, tipo, "mei que recomeçar do zero", e aí montar uma equipe que eu nem tinha a habilidade de gestão, ou de contratação das melhores pessoas, a gente não contratava por um RH, a indicação, esse daqui, que trabalhou aqui, esse daqui que trabalhou aqui, que também é um erro, a gente contrata com um RH não, com um Red Hunter, então o Red Hunter exatamente, com a cultura da nossa empresa, o que a gente precisa, quais são as habilidades que essa pessoa precisa ter, qual é a área que ela tem que ter, qual é, sabe? Hoje a gente tem esse caminho, mas não tinha na época, não deu às vezes tinha gente que parecia super boa pelo que ela vendia, mas não era tão boa, e a gente sem financeiro, é só, vamos, vamos sendo criativos e fazendo nosso melhor, e eu joguei muito no Cólo do Lua, foda-se, faz você aí, e ver. Então ele tava muito sobrecarregado e tinha que olhar pro financeiro, e tudo aquilo a gente pra pagar, e sem habilidade de gestão e coisa e tal, sabe que não, sei o, um lançamento que tinha empatado, o empatar, era um investimento de 400 mil reais, que voltou 423, só que imagina 400 mil reais, de terá fegou, voltou 450, sei lá, 420, 450, só de imposto, a gente tinha cerca de 10%, só de time, mais sei lá com o 100%, ou seja, deu um prejuízo gigante, e nesse prejuízo a gente tirou o quê? Pessoa física, então a gente começou a sangrar o nossos, nossos investimentos de pessoa física, pra custar uma operação, que era uma operação que não estava sendo bem sucedida, porque tinha que ter um retorno muito superior, e tinha que ter validade, tudo isso antes de escalar no tráfico, não dá pra fazer isso, entendeu? O que a gente fez? Então a gente queimou as nossas economias pessoais, e que era bastante dinheiro, a gente queimou durante meses, tentando fazer um time funcional, e veja de mandar a pessoa embora, com todo mundo pejor, trabalhando no outro negócio, sentar com o foco ali, e ao mesmo tempo eu com uma pressão gigante, exausta, doente, e aí, entre o próximo erro, não era só esse negócio, eu tinha 12 projetos simultâneos, 12. Deixa eu você. deixa você. "Let that sink in", sabe? Tipo, deixa isso se calmar aí na sua cabeça, 12. 12. "Vója de roupa, lançamento e curso, eu, uma mentoria", que eu fiz, que eu não sabendo, eu quero a mentoria, foi legal até, mas eu olho e falo "Meu Deus do céu", perto do Spark, assim, uma mentoria, um programa de TV, eu fui repórter viajando pelo Brasil, pra fazer uma reportagem para o Cebrai, eu fazia publicidades, palestras, muita palestra corporativa, tipo, eu já cheguei a fazer 20 palestras no mês, palestras, sendo o manh, fazendo uma pós-graduação em filosofia, escrevendo um livro, tipo, sim, é a receita da merda, quando você não foca em uma coisa só, esse foi o outro erro. Então eu estava totalmente sobrecarregada e gerando e não consegui, era impossível. Eu consegui olhar para todos os detalhes do negócio, o que as pessoas não estavam sendo boas. Se primeiro, a minha, o meu modo de operante estava sempre de mico o pé, tipo, não, eu que não estou fazendo suficiente, não, eu que não estou sendo bom suficiente, só como que se é bom o suficiente? E ainda tinha dois filhos, tá? Como que você é bom o suficiente para tocar 12 projetos com excelência? E fazer partes diárias que você não é bom, eu não sou a pessoa que vai ser boa em fazer uma planilha financeira, tipo, eu sei fazer isso, eu sei fazer uma derri, mas eu não gosto, e eu não faço isso no dia a dia, não é a minha prática. Não deu precisar até alguém que eu olhasse e pudesse falar "não, que nem, a nossa CFO hoje, eu olho para elas, vezes eu sinto raiva dela, porque ela me fala muito "não", ela fala "não, eu quero fazer isso", "não, aí eu", mas o negócio é "meu ela", mas eu tenho que te proteger de você, aí eu, "né", e tenho que falar "não", a gente em evento, a gente fica assim, tentando fazer um, um, um, um, um, "guére-guére" ali, para ver se ela provar as coisas que a gente quer, mas eu preciso dessa pessoa, essa pessoa tem que me falar "não, eu não tinha isso". Então o que é que é um de ser o que é em mãos, nossa, nossa, nossas economias pessoais, para custiar um negócio que eu deveria ter mandado, todo mundo embora, reduzido, tirado um monte de projeto, focado em poucas coisas que a gerar margem, nem olhava para esses números direito, era só trabalho, trabalho, trabalho atropelada no automático, e eu tinha que me ater a minha incompetência, eu tinha que ser mais humilde, de olhar o que eu sou incompetente, e assumi que eu preciso de alguém que seja mais compreendente do que eu, então eu tinha uma arrogância de achar que eu sou muito boa e eu resolvo, porque eu via isso acontecendo, só que essa arrogância, ela vai te levar para um precipício, você vai pular, ou você vai cair desse precipício que foi o que aconteceu que eu cheguei no fundo do posto, porque ele foi uma junção de tudo, foi um estresse absurdo com nenhum tempo para cuidar, e aí o que que eu abrimão a minha saúde? Então eu parei de fazer terapia, ou nem fazer terapia, eu comecei a fazer depois, só quando eu cheguei no fundo do posto, eu não fazia esporte, eu não me alimentava bem, eu não tinha nenhum momento para mim, era sempre trabalhando 24 horas por dia, ou me senti no culpado, eu ficando com as crianças, enquanto eu achava que eu tinha que estar trabalhando, foi muito ruim isso, com uma junção de uma estáfafa física e mental de tanto trabalho, com uma arrogância de não me aterar a minha incompetência, quais são as áreas que eu não sou melhor, as áreas que eu sou melhor e como que eu delegou isso, com falta de habilidade mesmo de olhar para o negócio, gestão, entender, e com falta de tomar decisão mais rápido, que eu acho que a coisa que eu lua fala que ele mudaria, não seria os erros que a gente cometeu, porque forjam muito que a gente é, mas é ter tomada a decisão mais rápido, porque eu teria que ir muito menos das minhas economias pessoais, se eu tivesse tomado a decisão de arrancar aquela galera e aquele custo fixo altíssimo, que não estava sendo gestificado mais rápido, se eu não tivesse ficado 10 meses ou um ano, tendo que custiar uma operação que eu não tinha uma projeção de como ela ia retornar, com a gente que nem estava comprando a briga junto comigo, porque a pessoa estava suave, ela recebia amogrando para fazer várias outras coisas também, e eu sem focar em uma coisa só. Então, sabe a junção disso? Tudo? Cara, a gente entrou em dívida, tipo, eu nunca tive dívida na minha vida, é uma coisa que meu pai falava comigo assim, não importa o que aconteça, você não entra em dívida, mas a gente entrou em dívida para não dever um sentável para a absolutamente ninguém, entramos em dívida, dívida pesada, porque quando você está jogando um jogo muito alto, a dívida é muito alta também, e aí aquilo me desesperou assim, me desesperou, porque para mim era tipo o maior fracaso do fracaso do fracaso, e quem olhava de fora era um sucesso do sucesso do sucesso do sucesso, e ao mesmo tempo entrava muito dinheiro, não é que não entrava, não é que eu estava, tipo, zero reais entrando, às vezes entrava 400 mil, mas ia embora esse dinheiro. Então, olha como eu tinha que ter tomado a decisão muito mais rápido, entendeu? Tia-te tomado a decisão 10 vezes mais rápido do que a gente tomou. Eu acho que esse é um outro ponto, a demora para decidir, a demora para resolver, a demora para demitar, a demora para matar um projeto, a demora para assumir minha competência, a demora para perceber que a minha saúde estava ruim, e que se eu caíse tudo ia cair. E foi o que aconteceu, tipo, perfeia assim, eu comecei a ter muita crise de pânico e tudo, e aí como que você sustenta uma produtividade de um animal com 12 projetos, precisando de você, com a sua imagem, tendo que estar ótima, e você perfeita maravilhosa na sua imagem, com a cansei de fazer um monte de vídeo com erpes e danes, e tipo, eu não descansava, entendeu? Então, é óbvio que a receita da merda e essa junção do todo. Então, eu acho que dá para vocês entenderem contando, né, a história completa, entramos em muita dívida, e uma outra coisa, o Luã, ele foi muito homem assim, tanto de não dever absolutamente ninguém, e segurar as pontas sozinho de. desse problema gigantesco. E ao mesmo tempo, e aí isso foi muito bom porque deixou ele muito confortável entender que dá para resolver tudo, o financeiro já está. Ele é muito bom nesse hoje, mas ele não era na época, né? E ele assumiu e ele absorveu muito disso, sozinho, porque ele falou se a Isabela começar a ter que lidar com a mesma pressão. E esse mesmo coisa que eu estou vendo todo dia de ter que matar um eu por dia, de ter que fazer milagre para conseguir, tipo, pagar as contas e coisas, "Ah, na, na, na, ela não vai conseguir dar com a cabeça para fazer o dinheiro para crescer e ela vai pifar." E ele sabia que isso mexia comigo, e ele assumiu muito disso, sozinho, que eu acho que é um erro também. Acho que o casal tem que ter a comunicação para que a gente consiga resolver, porque parecia que ele não podia contar para mim, e eu, sem saber exatamente tudo o que estava acontecendo, a dia, normalmente, como se tivesse tudo bem, entendeu? Então, uma coisa piorava a outra, hoje em dia, a gente é assim. A gente fala de tudo. Hoje mesmo, tinham o negócio lá que eu queria fazer, e ele falou que achava que não era melhor agora, que tinha que ser daqui dois meses, porque a gente estava focando nisso, nisso, nisso, agora, só que seria algo que ele falaria, "Não, tudo bem, faz." Porque ele não ia querer me jatear, e aí ele falei, "Não, só me explica." Aí ele não, porque a gente disse, "Falei, tá bom, não dei pra bom." Entendi. Então, essa comunicação foi algo que foi muito importante, e veio depois daí, sabe? Esse lugar dessa preocupação de, da gente conversar sempre e estar junto ali. Então, esse também foi um grande erro, falta de comunicação, e aí, um outro aparado, um outro erro, tá? A gente deixou a nosso custo de vida, a nossa vida é muito cara. Tem mais dois erros, que é deixar a nossa vida muito cara, e o segundo erro, que é, casa e trabalho estariam no mesmo lugar. Também, foi um grande erro, eu acho. Então, vamos lá, custo de vida muito caro. Cara, precisava uma casa de 700 metros quadrados, que as crianças do metodo no nosso quarto, mas era uma casa cara. Era um carro, um jaguar, sei lá, que cada revisão era 20, 30 mil reais, cada coisinha era muito caro. Tinha três colaboradoras em casa. Então, imagina, eu tinha tipo uma pra limpar, uma babar, e uma pra fazer comida. Então, a nossa casa era uma empresa, o custo de vida ficou muito caro, sabe? Ficou um custo muito caro. Eu e a no shopping, gastava dois mil reais com o dinossauro, pro leo. Tipo, eu não tinha essa noção de que eu tinha um prolabore e que eu ia ter que pegar, sabe? Então, essa noção de misturar muitas coisas. Isso também foi um grande erro, deixar o seu custo de vida caro, porque aí você ficar caro pra empresa, e aí você não consegue deixar sua empresa rica. E quanto mais rica sua empresa é, mais rica você vai ficar lá na frente, porque numa distribuição de lucro de uma empresa muito poderosa, rica que tem dinheiro pra crescer, pra contratar gente muito foda, pra melhorar e coisa e tal, você consegue enriquecer, não? Eu queria aproveitar aquilo agora. Então, eu tinha pouco disso de eu vou sacrificar agora, pra aproveitar depois. Eu queria aproveitar, porque eu estava tão cansada que eu sentia que se eu não aproveitar agora, o que eu tô fazendo, sabe? Eu estava tão cansada, eu estava tão exalsta que eu me alimentava de, ao invés de ter tempo de qualidade que vai te recarregar, eu queria comprar. Então, isso foi um grande erro também. E o segundo que é casa e trabalho no mesmo lugar. A gente tem essa casa gigantesca, a gente fez um estúdio lá embaixo, tipo um estúdio muito foda, mas a gente trabalhava e morava no mesmo lugar. A minha sensação é que eu nunca estava descansando. Eu nunca podia estar descansando, porque era sempre o meu ambiente de trabalho e o tempo que está trabalhando. Por que eu não tô gravando? Por que eu não tô lá embaixo? Por que eu não tô pensando em conteúdo? Por que eu não tô escrevendo? Então, quando a gente separou hoje, a gente tem um escritório e o nosso apartamento. E é um apartamento pequeno e um apartamento delicioso, sabe? Então, nesse movimento, a gente paratou nosso custo de vida. E a gente percebeu que simplificou a nossa vida. Então, é muito mais gostosa, as crianças vão, porque o nosso apartamento é muito legal e tem um mundo de criança lá embaixo, coisa e tal. A gente pegou uma casa no interior. A gente tem mais tempo pra descansar, mas naquela fase, era, tipo, parecer que minha vida vive em função de trabalhar. Então, separar a casa do trabalho foi muito importante. Tipo, tem um escritório que a gente vem, aqui eu estou trabalhando, volto pra casa, em casa eu tô em casa. Em casa eu não tô trabalhando, sabe? A menos que, agora, com um dom pequenininho, eu tenho dias que eu prefiro ficar em casa, porque eu ficou com ele e faço uma reunião quando não tem nada de gravar. E o último de todos, que é eu tinha pouca auto-confiança. Então, eu sentia que eu precisava da validação externa. Esse trabalho de terapia, de autoconhecimento, de olhar pra dentro, de me entender, me mostrou o que eu queria da minha vida, que não era aquilo que eu tava fazendo, não era essa loucura. E me fez ter uma auto-confiança em quem eu sou, e nas decisões que eu quero tomar na vida que eu quero levar. Então, isso, da casa gigante, eu nunca tive essa pira. Mas eu sentia que isso, e a minha. me mostrar que era bem cedida, e trazer a validação externa. Porque eu não tinha validação interna. Eu só me culpava, me criticava, eu era muito dura comigo, eu sempre me achava muito ruim, laxava que tudo que eu fazer era ruim. Eu achava que a auto-critica lá na casa do chapéu. Então, até quando dava certo, eu falava, "Beleza, agora a gente tem que replicar, agora tem que dar certo de novo." Sabe, tinha uma pressão, um tempo inteiro. E quando a validação é externa, você começa assim, bananá, pra comprar um carro caro, uma casa cara, ter um monte de funcionário, ter coisa pelo ego do que os outros vão achar. E não por aquilo que você realmente quer, ou precisa no seu negócio. Então, eu vejo que o que me tirou desse lugar, como aprendizado. Então, eu sem abrir o coração aqui com vocês. Eu sento, sei que são meus amigos. Mas eu acho que ninguém conta essas coisas. Ninguém conta fracassam. Hoje, graças a Deus, a gente está dez vezes melhor do que antes de dar merda. De dez vezes melhor, de dinheiro, de empresa, de maturidade, de oportunidades. Tipo, assim, é dez, não acho que, 100 vezes melhor, sabe? Tipo, de faturamento, de bizarro. A nossa vida é outra. E felizes. E leve. E corte-no com a nossa família. E contigo que a gente ama, e com o negócio que a gente vê futuro. E com foco. Nas quais são os principais pontos? Primeiro, eu parei, fui fazer terapia, entendi a minha cabeça, porque se não ia repetir os mesmos padrões, e voltar para o mesmo lugar. Então, fui olhar para a minha cabeça. Ao mesmo tempo, melhorar a comunicação clua para entender absolutamente tudo o que estava acontecendo e a gente tomava as decisões que tinham que tomar. Diminuiu nosso custo de vida. Então, a gente diminuiu o custo de vida e, gente, pásme. Se você tem que fazer isso, talvez você desculbra que, ver, você vai ser a desvazes mais feliz, sabe? Tipo, eu sou mais feliz com o apartamento. Muito menor do que uma casa de setembro dos mais quadrados, mas ele é ótimo, excelente, maravilhoso. Hoje fica todo mundo junto às crianças, com uma casa no interior, com a gente tem um escritório que eu acho bem melhor do que a gente tinha, mas assim, um escritório legal, um time que tem 12 pessoas. A gente é muito mais gente antes, mas é todo mundo muito bom, sabe, no que faz. Mas principalmente, foco, então, eu ranquei tudo, eu não tenho um monte de projeto. Eu acho isso uma faça. Tem gente que tem um monte de projeto com ideias, mirabolantes de que vai faltar muito em um monte de projeto, mas no fundo, no fundo, a pessoa às vezes está sobrecarregada, e nem consegue gerar em todo esse projeto, o que às vezes você conseguir gerar em um só e colocando foco nele. Então, colocando um foco absurdo em uma coisa só, então, hoje, para mim, é esse foco. É o Sparks. A gente tem um imatize, eu vou fazer ainda alguns lançamentos do meu jeito, do jeito que eu acredito, mas me consome quase nada, tipo, me consome bem pouco. O Luat tem uma outra empresa que consome dele ali, mas é um negócio muito, muito grande, tipo, um negócio trigantesco, então, vale a pena, sabe? E a gente foca numa coisa só, eu foco em poucas atividades dentro da empresa, eu tenho horário para entrar, eu tenho horário para sair. Quando eu to com os meus filhos, eu toco os meus filhos, eu tenho metas, semanas, então, quando eu bata essa meta, eu vou para casa com a sensação de dever cumprido, e não que eu estou devendo, eu nunca tenho que fazer mais, entende? Antes, como eu não tinha essas metas bem sabelesidas, nunca nada tava bom hoje em dia, tá ótimo. Hoje eu vou bater minha meta de vendas da semana. Beijo, Tchau, eu vou ser uma inútil, entendeu? No final do semana, é isso, acorte meus filhos e ficar de boa. E inútil, assim, em termo de trabalho, né? E tá tudo certo, e encontrar quem eu sou, o que eu quero para mim, que vida que eu quero, porque a nossa vida hoje é mais barata do que era, não é tão barata, tá? Escolto, todos os coisas que eu judei, mas é uma vida mais bem mais barata do que era, e é uma vida mais simples do que era, mas é uma vida muito mais rica em termos de presença, em termos de realização, em termos de dinheiro mesmo, né? É um mundo que você consegue quando você tem uma vida mais simples, e isso vem muito de ancorar para o lugar que a gente, eu acho que o autocorrentamento foi um papel essencial para isso, né? Para me dar coragem, para tomar as decisões que tinham que ser tomadas, e para assumir o que eu quero e foda-se que os outros acharem, entendeu? Se a pessoa acha que eu tenho uma casa de 700 meses quadrados para ela confiar em mim, não é a minha pessoa, antes eu não acredita que tava nisso. Entender mais de negócio, a gente foi buscar um conhecimento muito mais técnico dentro de negócio, a gente mudou todo o modelo de negócio, focou, então eu acho que, assim, resumão é isso. Eu espero que isso traga para você um pouco mais de consciência dos erros, que isso mostra para você que ninguém é perfeito, e que mostra para você que existe outro lado. Todas as dívidas foram pagas, todas as dívidas foram pagas, a gente voltou a enriquecer, a gente voltou a enriquecer primeiro, a empresa. E depois, no pessoal, então a gente não teve nenhuma preça de tema que traz dinheiro e colocar num investimento, porque eu falei assim, cara, se ele estiver na empresa, os investimentos da empresa, a gente vai lucrar muito mais. E crescer muito mais rápido, e depois a gente põe na pessoa física danis, se tá tudo bem, sabe? Então a gente fez esse movimento de enriquecer primeiro o negócio, e depois trazer isso para o nosso pessoal, eu acho que esse é o caminho, e eu também não tenho essa pira do pessoal ficar muito rico, o prefereiro também, empresa muito rica. E depois isso vai ser uma consequência, eu ainda sou nova, focar em poucas coisas e, cara, fazer um trabalho de autoconcimento para você ter força, para fazer o que você quer, sabe? E não cair nessas arapucas, então, espero que você goste, espero que tenha sido emblemático ali para um episódio 200, e que, enfim, se eu continue por aqui, que você continue. e ajudando também esse podcast a crescer, compartilhando com outras pessoas, que vocês compartilham, é a coisa que eu sou mais grata do mundo. E olha que louco, tudo isso que eu passei, que a gente passou, tornou a gente muito melhor em sementor de outras pessoas, sabia? Teve gente entrou no Sparks com dívida gigante, e a gente não saberia ajudar essa pessoa, e que agora não tem mais a dívida, tá tudo certo, tá? Enriqueceu muito, mas a gente não saberia ajudar se a gente não tivesse passado por isso. A gente não saberia ajudar alguém que tá passando por um problema parecido com que a gente passou vários desses. A gente veja que a gente querendo abrir um monte de frente, coisa que a gente fala "não, espera aí, eu já fiz isso da merda". Então, tornou a gente muito melhor para fazer o que a gente faz, em sementor de ajudar outras pessoas. Então, assim, até o erro, eu vejo que, se você usa ele do jeito certo, ele de faz crescer. Então, hoje eu acho que a gente é muito melhor emventurar nossos clientes ali, porque a gente passou por tudo isso. E a gente é muito melhor como empresário, como casal também, como sócios, porque a nossa comunicação é muito melhor. Então, assim, vem do lado bom das coisas, mas gente foi erro atrás de erro. Enfim, é isso, espero que te ajude. E se você quiser inclusive sementorado por nós, se você tem um negócio que é sementorado por nós, está faturando ali a 100.000 reais, é só você preenche o formulário de aplicação do Spark, isso aqui na descrição desse episódio, ou se você fatura menos do que isso, mas quer nossa ajuda nos cursos em conteúdo para vender mais, é só fazer o seu diagnóstico no link que está aqui embaixo, que vai direcionar para você talvez qual é o melhor caminho para a gente te ajudar. Tá bom? Beijos no seu coração, episódio 200, e vamos continuar aqui toda a segunda-feira para te ajudar a crescer como pessoa profissional, trazendo o lado real, do que é empreender e ser um ser humano, mãe, mulher, tentar dar conta de tudo, se você não é mulher, está tudo bem, homem, empresário, paz, sei lá. Mas te ajudar a ser uma pessoa melhor e um profissional melhor é o mesmo dia da sua jornada aí, tá? Beijos no seu coração! Te encontro no próximo episódio. Tchau!

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio 200 do Isabela Matto Podqueste celebra um marco de quase três anos de podcast semanal, com planos de um convidado especial no futuro.
  2. Isabela decide abordar seus maiores erros em 2022, um ano difícil, em vez de focar apenas em sucessos, algo raro em podcasts.
  3. Primeiro erro
  4. Segundo erro
  5. Terceiro erro
  6. Isabela destaca a importância de aprender com falhas e construir um modelo de negócio sustentável, com caixa reservado e estrutura sólida.

Summary:

No episódio 200 do Isabela Matto Podqueste, Isabela celebra o marco de quase três anos de podcast semanal, mas decide fazer algo diferente: em vez de falar sobre sucessos, ela compartilha os erros que a levaram ao "fundo do poço" em 2022. Ela explica que, apesar de ter começado a empreender em 2010 e construído um e-commerce de sucesso, a entrada no mercado de educação em 2020 com uma coprodução trouxe desafios enormes. O primeiro erro foi viver alavancado, apostando em lançamentos e tráfego pago, o que criou uma pressão insustentável, afetando sua saúde física e mental, com crises de herpes e estresse.

O segundo erro foi delegar partes essenciais do negócio sem ter uma visão integrada, o que a deixava sem clareza sobre metas e finanças. O terceiro erro foi não ter uma base financeira sólida, com uma pessoa conservadora para gerenciar o caixa, resultando em decisões arriscadas e contratações excessivas. Isabela enfatiza que esses erros foram aprendizados valiosos, e hoje ela prioriza um modelo de negócio sustentável, com reserva de caixa e uma equipe estruturada.

Ela espera que sua história ajude outros empreendedores a evitar armadilhas semelhantes e a construir negócios mais resilientes.

FAQs

O episódio 200 é especial e fala sobre os maiores erros que a apresentadora cometeu em 2022, que a levaram a um momento difícil, com o objetivo de ajudar outros empreendedores.

A apresentadora queria gravar com um convidado misterioso, mas a agenda dele estava muito complicada, então decidiu não esperar e fez um episódio sobre seus erros, trazendo o convidado depois.

O primeiro erro foi viver alavancado, apostando em lançamentos para pagar contas futuras, o que criava uma pressão enorme e prejudicava a saúde, como episódios frequentes de herpes devido à queda de imunidade.

O segundo erro foi delegar partes fundamentais do negócio sem ter visão sobre elas, o que deixava a apresentadora no escuro e sem entender o financeiro, metas de venda e estratégias, sentindo que nunca era suficiente.

O terceiro erro foi não ter uma base financeira forte, ou seja, não ter uma pessoa chata de financeiro para ser conservadora e evitar erros que poderiam afundar a empresa.

Ela aprendeu que é importante ter um modelo de negócio com segurança, caixa provisionado e uma equipe que permita ser humano, além de ter visão sobre todas as áreas e uma base financeira sólida.

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