A palestrante introduz o conceito de "queimar os barcos", inspirado na atitude do conquistador Hernán Cortés, que afundou seus navios para forçar seus soldados a vencer ou morrer tentando. Ela defende que, para alcançar resultados significativos na vida e nos negócios, é preciso eliminar qualquer plano de fuga ou possibilidade de recuo. Isso significa tomar decisões irreversíveis, focando totalmente em fazer o plano A funcionar, sem deixar brechas para desistir ou voltar atrás.
Ela compartilha sua experiência pessoal com a empresa Spark, enfrentando dívidas, problemas de fluxo de caixa e desafios de crescimento. Em vez de considerar a desistência, ela e sua equipe remodelaram o produto, o público-alvo e a entrega, sempre aprimorando o negócio. Essa mentalidade também se aplica ao seu casamento, onde a decisão de nunca se separar força ambos a resolver conflitos e melhorar a relação.
A palestrante enfatiza que a autoconfiança é construída cumprindo promessas feitas a si mesmo. Decisões irreversíveis, como parar de fumar, transformam a identidade: a pessoa deixa de ser "alguém tentando" e passa a ser "alguém que já conseguiu". Ela conclui que, mesmo em momentos de dúvida ou dificuldade, manter o foco no plano A, sem plano B, é o que permite superar turbulências e construir algo sólido e duradouro.
Oi, é. Se você está só me ouvindo, está tudo bem. Está tudo bem. Não tem nada diferente. Se você está me assistindo, minha coluna foi pro caralho. Vem, eu consigo mais ficar sentada. Estou com muita dor no coxiz, e por isso que eu estudeitava, parecendo uma pintura, renacentista. Não parece aqui. Oil on canvas. Parece. -Você é caro? -Apara. Você não vai fazer isso comigo, André. Ou leticia. Você não vai fazer isso comigo. Mas eu preciso ficar um pouco deitada. Eu falei, "Mana, eu tenho que gravar mais dois episódios". Posso gravar deitada. Aí, André, "Ah, pode". Sim. Então, se tiver corte desse podcast, vai ficar muito engraçado. Eu tudo torto, num corte. Enfim, o que que eu vou falar com vocês hoje? Seja ouviu falar na expressão "Kêmios, barcos". É muito interessante. Depois eu vou explicar o contexto da onde veio. Mas eu vou explicar o que eu quis falar sobre isso hoje com vocês, o que isso mudou na minha vida, esse conceito. E como você pode aplicar na sua vida no seu negócio para que você consiga ter mais resultado? E consiga. Cara, você consiga ter mais movimento no lugar certo na sua vida, sabe? Sabe? Imagina um rio. Tipo, o rio não flui. Ele vai, tipo, ele toma o caminho dele. Agora, imagina um rio que é num círculo. Tipo, aqueles "lazy rivers", sabe, que você vai em Wilder, essas coisas, que é, tipo, um rio que fica dando volta. É uma merda. Você se entende que você está sempre. Você está em movimento, mas você está sempre voltando para os mesmos lugares, sabe? Você está sempre voltando para o mesmo lugar de relacionamento. Você está sempre voltando para o mesmo padrão de relações no trabalho. Você está voltando sempre para mesmo. Mesmo tipo de relação com dinheiro. Mesmo tipo de relação com você mesmo. Você pega, olhando e falando, "Cara, é muito familiar isso". Tipo, esse lugar que eu estou. Não é um lugar que necessariamente eu queria, tá? Sabe? Se eu, ele fala por de novo. De novo, eu fiz isso. De novo, eu estou passando por isso. De novo, eu estou. Se ela ter uma pessoa dessa era minha vida. De novo, eu tentei dar certo. E quando eu quase fui, eu me desfoquei e voltei. Sabe assim que se ação de que. Tipo, de novo. De novo, as coisas estão voltando. Então, isso é porque você não queimou os barcos. Sabe, tem gente que fala de queimar a ponte, isso é aquilo, queimou os barcos. Mas qualquer ideia central é. Se você decidiu algo, não dei nenhuma breche e não deixe nenhum espaço para você voltar. Sabe, se você decidiu que você vai fazer algo que você vai fazer essa coisa da certo, que você vai fazer esse caminho funcionar, não deixa aquela brechinha para. "Ah, mas eu tenho que ter pra onde voltar". Se der errado, não pensa que se der errado. Eu vou fazer até dar certo. É um outro tipo de cabeça. E muitas vezes na minha vida. Eu tinha o "Ah, mas eu posso. " "Ah, mas eu posso ser lá. " "Contar com a minha mãe. " "Ah, eu posso contar com o meu pai. " "Ah, mas eu posso. " "Recomentar. " "Ah, mas eu posso. " E realmente, a gente sempre pode. Só que, se você parar pra pensar, tudo se eu parar pra pensar, é tudo que eu construí, ela realmente significativa, por exemplo. Eu tive. Eu não tinha o plano B da parada, sabe? Eu não fiquei pensando assim, "Isso é o sono da certo". E qual é o caminho que eu vou usar se isso não funcionar? Eu não usei isso como uma. Não existia a possibilidade de não dar certo. Só existia a possibilidade de fazer da certo. Então, por exemplo, quando eu olho pro Spark, que hoje é a nossa empresa principal, né? Então, a gente tem outras empresas, mas é a empresa principal ali, que a gente tem mentoria empresarial, a gente ajuda empresários a conseguir evoluir tanto eles, o tamanho deles como empresários, quanto, tecnicamente, de habilidades, principalmente em conteúdo, posicionamento, vendas, modelo de negócio. Então, a gente ajusta a restrutura coisas para que eles consigam chegar nos objetivos financeiros e objetivos de vida que eles tenham, né? Construir negócios que servem a eles e a vida que eles querem ter. Puteu amo o que a gente faz. E o Spark do dia que ele nasceu, até hoje, coisa de dois anos assim, é muito diferente. A entrega diferente, o tíquete dele diferente, o jeito da gente entregar diferente, a gente passou por muitas coisas boas e ruins dentro do projeto, né? Do que a gente queria construir. Que na minha cabeça era porra, minha vida teria sido muito mais fácil empreendendo se eu tivesse um Spark na minha vida, se eu tivesse mais aberto, eu lua na minha vida. Com comprometimento que a gente tem com um tanto que a gente gosta de ajudar, com um tanto que a gente caira, compra a briga junto, faz a parada acontecer, e direcionar, tipo, tanta merda que eu fiz, que eu não tinha para quem perguntasse, tá, você é certo ou não? Eu não tinha que me falar assim, que eu estava fazendo merda, sabe? Eu não tinha. Eu não sabia o que eu estava fazendo, eu não tinha ninguém falando, "Vai por esse caminho, vai por esse, você é melhor." Eu terei economizado muito dinheiro, muita frustração do de cabeça, e o projeto, o Spark como empresa, ele foi criado com esse ideal. Ele nunca foi criado para ir ser o Spark num descerto. Ele vai dar certo. Ele dá certo. Mas ele já teve épocas que tudo me indicava que não ia dar certo. Tiveram épocas, por exemplo, quando a gente começou o Spark, entraram 32 pessoas em 21 dias. Tipo, foi pouco tempo para entrar muita gente. E o nosso processo de onboarding não era tão redondo. A gente dava nosso máximo, a gente gerou muito resultado, nós formou muita vida das pessoas, mas eu olho hoje o que a gente tem, versus o que a gente tinha no começo, é infinitamente melhor, ainda bem. Mas tiveram épocas que cara. Tiver gente que não foi qualificada, a gente não tinha essa qualificação que a gente tem hoje de escolher quem ir entrar mesmo. Então, tinha uma pessoa que colocava a gente dentro do Spark que vendia, por Spark. Essa pessoa estava meio cagando, para qualificação de quem ir entrar. Queria só vender, entendeu? Então, nesse caso, e a gente também não tinha protagonismo comercial, então eu também não posso reclamar, porque eu também não estava fazendo minha parte por isso. Mas eu olho. E cara, a gente teve de criar grupo paralelo, essas coisas e problemas, que hoje eu olho e falo "nossa, é tão longe do que a gente vive no Spark". Hoje a gente tem tanta maturidade, o grupo tem tanta maturidade, não existe nenhuma possibilidade de só acontecer. Porque. É muito diferente o tipo de pessoa que está, o tipo de maturidade, o que a gente está buscando aqui, a energia do grupo como um todo. Mas tive que passar por épocas, que eu. Cara, fiquei desesperada, eu achei que o negócio não ia rolar, que não ia dar certo, que eu era ruim, e me duvidei. E aí, o que a gente fez? A gente sentou. E remodelou, remodelou o produto, remodelou o lid ideal, remodelou o ticket. A gente olhou para a estrutura de entrega, melhoramos para caramba, entrega. Aí mudamos o ticket, melhoramos isso, melhorando cada vez mais. Ó, semana passada, há pouco, pouco tempo atrás, a gente fez uma primeira entrega de um novo modelo de entrega que a gente vai ter dentro do Spark, que são os eventos. Sem ser os eventos grandes que tem no ano, que são dois, a gente tem mais cinco eventos, que a gente inseriu que não existiam. De uma melhorando entrega, e a gente entregou um deles, que foram cinco horas de missão de conteúdo, com convidados de mercado, veio a Bettina, veio o Abramo da Hot Mart, a Bettina que puta, a Bettina, tudo mundo conhece. Então, trazendo cop, isso é aquilo muito prático, e todo mundo feliz, a gente trouxe entrega, agora na sexta. Então, eu olho e falo, nada disso existia, mas isso só existe, porque eu nunca pensei o que é o plano B, se as coisas não começarem a dar certo. Era como que eu vou fazer o plano há da certo? Como que eu vou fazer? Funcionar mesmo quando parece que está dando errado, mesmo quando as coisas não estão funcionando, porque na minha cabeça não existe o plano bem, entendeu? Não existe e se emprender não dar certo. Vai dar certo. Talvez não der nesse momento com esse modelo de negócio, com essa. com essa. cabeça que eu estou, com as habilidades que eu tenho, mas aí talvez eu tenha quer dizer que outras habilidades, talvez eu tenha que trazer mais gente pro time para dar certo. Vamos supor, né? Talvez eu preciso de mais gente no time, talvez eu preciso adquirir novas habilidades, talvez eu precise olhar de novo para o meu produto, talvez eu preciso olhar de novo para o meu negócio, mas não dá certo, não existe essa possibilidade. E por isso que quando me perguntas, já penso em desistir, eu falo, cara, eu já cansei muitas vezes, eu já falei muitas vezes, "Ah, que vontade de largar tudo", eu já falei, mas pensar mesmo, tipo levar a sério, nunca. Porque não existe outra coisa que eu faria. E isso, até para épocas, que a gente estava na merda. Porque empreender parece esse mar de rosas, né? Eu contando as coisas como se fosse linda e maravilhoso. Porra, teve época que a gente entro em dívida, tem gente que talvez nunca empreendeu, ou nunca empreendeu, levando para outros níveis que não dependesse só de você, um pouquinho de dienerinho, um pouquinho de coisa, e sabe que começou a crescer. Eu acho que as pessoas não entendem o que é se ferrar financeiramente quando você não empreende e versus quando você emprende. Quando você não empreende, normalmente você se ferrar financeiramente, tirando casos de se afundou em jogo, entra, dívida, família, tudo aquilo, tá? Mas porra, tô ferrado esse mês, eu tô num tô legal. Às vezes é porque você pegou-se lá o salário e já gastou o salário no começo do mês, e agora eu vou ter o resto do mês para ver com pouco. No empreendedor, às vezes não é isso. Às vezes é porra, tô 400 mil negativos. Esse mês. E aí, que eu tenho que pagar uma folha, tenho que pagar salários todo mundo, não posso deixar ninguém na mão. Então, são uma pica, tipo assim, é um problema. Quando. da merda financeira e volta e meia, não é merda financeira, volta e meia da desencontro de fluxo de caixa. Hoje, graças a Deus no Spark, a gente tem muito caixa e a gente tem um custo que a gente consegue sempre deixar em caixa, porque eu e o Luan não fazemos tanta distribuição de lucro. Eu acho legal saber em disso também, então a gente não fica enriquecendo na PF para caramba, a gente olha muito para enriquecer o negócio, depois a gente enriquece na PF na hora certa, quando for a hora certa. Eu não fico tirando dinheiro da empresa para mim, para mim, para mim, para mim. E por isso que também eu não vou ficar ostentando porque eu estou focada na empresa. E eu prefiro ter um caixa muito saudável onde eu sei que todo mês está tudo bem, né? E que a gente tem caixa para ser lá quanto tempo. Só que, cara, eu olho assim mesmo assim, tiveram várias épocas que Deus desencontrou de caixa. Que às vezes, por exemplo, a gente ia fazer um evento e tinha muito caixa. E na hora de eventa, a gente tem que desembulsar centenas de milhares de reais em um mês. E às vezes o pagamento que isso acontece muito em publicidade. Publicidade é uma merda para isso, porque você trabalha para o amanhã, tem que tregar amanhã e recebe em 120 dias, né? Então, você tem que entregar amanhã, mas você vai receber só daqui 3 meses. Então, dá muito desincontro de entrar e às vezes tem cliente que mesmo sendo 90 dias aporra do pagamento, 120, ele atrasa. E aí você se planeja para aquilo. Então, assim, acontece. E aí você cobra, cobra, cobra, não paga, cobra, não paga, cobra, não paga. Mas se eu fizer o quê? Então, existem várias fases dessa. Se você começar a achar que existe o plano-be para tudo, você nunca vai adquirir a habilidade necessária para fazer o plano-adacerto, entendeu? Porque a habilidade necessária para fazer o plano-adacerto, muitas vezes, é conseguir ter calma no meio do foracaum, entendeu? É você conseguir manter a calma, você conseguir pensar estratégicamente. É você, a gente nunca teria essa cabeça de não fazer tanta distribuição. Sei muito mais conservado quanto a isso, e deixar a empresa muito rica, algo mais rica que a gente puder, ao invés de a gente riquecer a empresa. Se a gente não tivesse já se ferrado financeiramente, porque não fez isso? Se eu tivesse me ferrado financeiramente, porque eu não fiz isso, desistido, eu nunca teria chegado no ponto de ter uma empresa extremamente saudável com dois anos de caixa. Não teria conseguido construir isso. Então, o que mora depois de você passar pela turbulência e continuar no seu plano-ad, e continuar naquilo que você traz o que diz que você ia fazer? É muito maravilhoso. É óbvio que a gente não estou falando assim em estou numa relação. E aí, do nada, o cara começa a beber e começa a te bater. Você tem continuo há porque o casamento é um. não. Não é isso que eu estou falando. Mas eu estou falando de quase tudo na vida a gente acaba desistindo. A gente acha que sempre vai dar para dar outro jeito. Qual é a pensa alguma coisa na sua vida que você falou, "Cara, eu vou fazer até das certas, negócio?" Eu não vou parar. Independente de não ter resultado. Independente de o tamanho, independente de ser difícil. Eu vou fazer essa porra da certa. Eu olho às vezes esse tipo de casamento. Meu casamento, eu vejo muito isso. Eu sou apaixonada pelo luar. Eu sei que ele é apaixonado por mim também. Isso é muito bom, daí no casamento. Você não só amá a pessoa, mas você se apaixonado pela pessoa. Mesmo depois de. vamos fazer nove anos esse ano. É. e eu olho assim. mas tem dias. Pô, teve uma semana aí que a gente. quebrou pau. Brigamos feio. Brigamos feio, feio, feio. E aí a vontade de se reconciliar e de dar certo, fazer da certo, ela tem que ser maior do que a vontade de embora e largar o que é difícil. E a gente só construiu uma relação tão boa, uma relação tão. tão gostosa em termos de confiança, em termos de. de confiar na pessoa. Sabe se dormi tranquila, saber que a pessoa tá ali pra você, que você não tá sozinho, e que tem alguém que vai te ajudar. A gente só construiu isso querendo muito fazer o plano a dar certo. É não ter ainda pra não ver. Acho que você tá. Agora tá duindo essa posição. Pera aí. Dá? Vai ter que mudar aí? Fou-se casinho. Ai. Tô com meia de compressão. Ai. Tô com meia de compressão ainda. Tô assim. Muito sexy. Mas o. é. isso também no. no. no relacionamento? Cara, eu falo pro. No nosso relacionamento, a gente tem, né? Nossa regra, por exemplo. A gente não vai divorciar. Então esse conceito de queimar os barcos, ele te coloca num foco diferente pra fazer a parada da certo, seja qual for a sua parada. Não é pra você. Não tá tudo ganho, porque nesse caso do relacionamento, né? A gente nunca vai separar, então foi a piada que o Lo fez. Não, mas é falar se a gente não vai separar, então a gente vai ter que resolver. E se a gente vai ter que resolver, então eu vou ter que resolver coisas em mim. Ele vai ter que resolver coisas nele e a gente vai ter que melhorar o como a gente resolve as nossas coisas também, entendeu? Isso faz muito sentido. Eu peguei aqui, ó. Até pra explicar pra vocês da onde que veio esse queim dos barcos, né? Que é. Se escolher, você vai pra um caminho, então queim os barcos pra não ter como voltar. Ele veio do conquistador espanhol, Hernan Cortés, que é em 19, quando ele chegou no México com soldados dele, ele ordenou que os navios fossem sendados ou afundados. Logo após o desembarco, então assim que os caras saíram queim os barcos ou afundos barcos. Pra impedir qualquer possibilidade de recul. Pra deixar claro que eles não iam voltar, pra que most. Pra mostrar também pra eles que ou eles iam conquistar ou eles iam morrer tentando. E se não tivesse o barco, qual era a unicopção deles? Era conquistar, aí pra frente, a fazer um negócio da certo. Então é uma parada simbólica que é muito doido, mas olha como é forte, né? E aí hoje significa que você tomou uma decisão irreversível, entendeu? Então você não tem plano de fuga, você não tem eu vou voltar atrás, ah, eu vou fazer uma outra coisa. E essa energia que a gente fica dividindo entre "vai" volta, "vai" volta, "vai" volta. Ela é muito ruim. Então eu hoje em dia, antes eu era muito a pessoa do, eu vou fazer. Então na segunda começo, na segunda começo, e aí sempre não começa, sempre para, isso é ruim não só pros outros, porque você vira aquela pessoa com pouca credibilidade, que sempre fala que vai fazer algo e acaba não fazendo, voltando atrás. É muito ruim pra você, muito ruim pra sua auto-confiança, porque a nossa auto-confiança ela é muito pautada pelo quanto a gente consegue cumprir das promessas que a gente faz pra nós mesmo. Então se você não toma decisões que são irreversíveis no seu ponto de vista, decisões muito importantes, elas precisam ser irreversíveis. Vou dar um exemplo, a pessoa fala, eu vou parar de fumar. Eu tenho uma amiga que os pai e a mãe fumavam. E um belo dia, o irmão dela teve um problema de, enfim, pera-meu-ninha quando era pequeno, tal, na, na, na. E quase morreu, foi muito sério assim. E aí o pai falou, se ele ficar bom, ele fez uma promessa, né? Eu nunca mais vou fumar um cigarro na minha vida. Foi isso que ele colocou na cabeça dele. E quando o filho ficou bom, ele nunca mais colocou um cigarro na boca dele, faz tipo 30 anos, isso, 20, 30 anos, sei lá. Nunca mais colocou e essa decisão foi tão irreversível na cabeça dele, que ele, ela descrevendo assim, né? Ele contando que parece que ele nunca tinha fumado na vida. E quando você olha, ele hoje se fala, "Cara, não parece que essa pessoa fumou um dia na vida", porque é totalmente atletico e tal. Mas, sem entender que é uma, uma decisão irreversível, ela é tão poderosa, tão poderosa, que ela tira a gente do lugar de alguém que está tentando, por exemplo, tentando parar de fumar e entra no lugar de uma identidade de alguém que nunca fumou, porque ela é irreversível. Então, se eu tô, eu não tô tentando, porque eu só tento aquilo que eu posso não conseguir. Mas eu já consegui, porque eu vou continuar até conseguir, então eu já consegui. Tende na minha cabeça, é, por que que eu tenho tanta confiança no nosso futuro, na nossa vida, nas coisas que a gente tem, ou vai conquistar que a nossa vida vai ser uma vida boa, que a nossa vida vai ser uma vida legal e que a gente vai encontrar caminhos e que a gente vai continuar junto. Porque eu sei que a gente vai continuar até aquela seja e entende, mesmo nos momentos ruins, a gente vai suportar eles e a gente vai passar por eles, vai aprender com eles e vai fazer da certo. Por que eu tenho tanta confiança nos nossos negócios? Porque beleza, assim, um projeto durante um período, fez sentido, depois não faz mais, porque é isso, a gente vai evoluindo, vai entendendo. Eu vejo que muito projeto meu só não estourou muito, ou cresceu muito, porque eu não tinha tomado decisão irreversível de fazer da certo. Então, quando começou a não dar certo, ou em vez de eu encontrar outras rotas, eu preferi fechar. Eu preferi ser ra. E eu acho que hoje em dia uma das coisas que me pega muito é, se você ainda não encontrou o melhor modelo de negócios, se você ainda está nessa construção, se você não sabe se você é exatamente isso, se quer fazer da vida, se você não sente que você se encontrou nisso que você está fazendo, tudo bem faça, mas põe na sua cabeça que eu vou dar um jeito de encontrar essa minha coisa. Eu vou procurar, eu vou testar outros formatos, eu vou me espor mais, me espor mais. Eu vou me espor a pessoas diferentes, núcleos diferentes, ambientes diferentes, negócios diferentes, para que eu consiga ver coisas que eu gosto. Por exemplo, isso aconteceu comigo nos 21, 21 até os 25. esses anos ali que normalmente na adolescência a gente coloca.
como é essa testar, né? Tem hobbies diferentes, gostar de outras coisas. Não entendeu que a gente gosta? Eu trabalhava na loja e estudava. Então eu não tinha muito espaço para testar coisas novas, não tinha nem tempo para isso. Quando eu entrei ali dos 20, 21 até os 25, uns 3, 4 anos, eu falei que era vou experimentar tudo. Eu vou tentar fazer todas as coisas que eu acho que um dia eu gostaria de fazer e vou ver o que prende meu coração, o que que eu gosto. Então eu comecei a entre em educação, merradio educação. Eu antes não educava, não dava cursas nem nada. Eu tinha o meu negócio e ponto. E eu me apaixonei e falei "Cara aí isso", e tudo fez sentido na minha vida. Eu nasci para ensinar para ajudar, para fazer isso que eu estou fazendo, para te trazer algo que mudou minha vida. É isso que eu gosto de fazer. Eu gosto de estruturar negócio, eu gosto de ver alguém evoluindo. Eu gosto de ver alguém que estava na merda, agora ganhando dinheiro. Eu gosto de fazer isso. Mas eu nunca ia saber se eu não tivesse explorado. E dentro de educação, então beleza, vamos ver cursos. Gostei, acho legal, eu tenho, mas eu gosto mais de estar ali com esse a pessoa, saber o nome dela, acompanhar ela, eu gosto mais disso. Mas é por que? Porque eu fui testar mentoria, com uma história pontual. E aí eu fui entendendo o que eu gosto, como fazendo, me explorando também. E nesse caminho de explorar, você tem que saber que tem alguns projetos você vai largar no mesmo. Porque eu estou no momento de explorar, mas quando se encontra a sua coisa, aí você toma uma decisão irreversível, entendeu? Então ali, eu fui apresentadora de um programa de TV, fui para o merda de educação, então cursos, palestra, fiz palestra corporativa para caramba, muita palestra corporativa. Escreviu um livro. Ansei, escrevi música, lancei, lancei, não, mas gravei, eu tenho uma música gravada que eu nunca lancei, gravei música. Eu fui para várias áreas diferentes, sabe? Do que, de coisas que eu poderia gostar. E eu vi que eu adoro várias dessas coisas, mas que, por exemplo, apresentar a programa de TV, eu gostei. Mas eu gosto mais disso. Tipo, eu gosto mais da liberdade de ter o meu podcast, do meu jeito. Eu não gostei tanto de ter roteiro e o monte de gente e isso e tal. E tem um tempo exato, eu não pode passar desse tempo. Eu não gostei, eu prefiro mais o nosso flow aqui. Mas foi uma experiência muito legal. Eu fui apresentadora de um programa que eu tive que ficar viajando, sabe, meio reporter, assim, ficar viajando. Puta, foi uma experiência legal, mas eu falei em Deus milívre. Ficar viajando com monte de gente que eu não conheço, era gente legal. As pessoas eram legais, mas ficar longe dos meus filhos, da minha casa, não quero isso, não quero. Por mais que tenha sido uma experiência muito legal, é. Palestra. Eu descobri que eu amo palestra. Amo, amo palestra. Eu enci muito viva quando eu estou num palco, quando eu consegui interagir com as pessoas, quando eu estou ali no al vivo com a pessoa, é muito louco. Parece que eu entro num trance, que às vezes eu saio da palestra e nem sei o que eu falei. De tanto que eu entro no estado de flow. Mas eu vi que eu não quero ser uma palestra antica como profissão, porque eu teria que viajar muito. E é muito puxado para mim. Eu ficava muito doente, eu me sentia muito culpada, ficava com muita saudade dos meus filhos, não combina com o estilo de vida que eu quero ter, de estar ali no cotidiano dos meus citos todos os dias. Então, eu posso palestrar, eu não vou negar palestras, mas eu não vou levar como uma carreira, então eu vou fazer uma palestra, outra vou aumentar o tiquete da minha palestra, fazer palestras, mas não, que nem eu fazia. Eu já cheguei a fazer salamas 20, 30 palestras no mês, sabe? Então não dessa forma. Aí eu olhei escrever livro, eu amei escrever livro, eu amei a experiência, eu quero escrever mais livros inclusive, se vocês tiverem sugestões de temas que vocês gosterem que eu escrevei esse livro, pode colocar aqui na caixa de pergunta. Mas a remuneração da escrita do livro não é uma remuneração que vai me atender nas expectativas que eu tenho sobre o que eu quero para minha vida. Então, no meu caso, talvez um Paulo Coelho que vendeu 400 milhões de copias, tem outra visão sobre isso. Mas eu não sou o Paulo Coelho, então para mim foi um dinheiro bom, mas eu tenho mais ambição financeira do que eu tive de retorno com o livro, que foi um retorno bom. Mas se eu vou olhar o quanto eu ganho o universo do livro, ele entrou em um outro lugar, um lugar de propósito, um lugar de legado, um lugar de puta. Muito legal, quero escrever outros livros, mas eu não vou levar isso como minha profissão. Agora, educação sim. E aí, eu olhei e é isso, mas o que é de educação? Então, vou me entender os modelos e começar a construir em cima disso. E essa foi minha decisão irreversível. Eu vou trabalhar com educação até eu morrer. Porque é quem eu sou. Eu sou empreendedor, eu sou uma pessoa que ajuda a ajudar, que é ensinar, que é ajudar. Não sei como, e provavelmente vai se modificar o longo tempo, porque o mundo vai se modificar o longo do tempo. Mas uma certeza que eu tenho, é que eu vou continuar contribuindo para a vida das pessoas, e para o negócio das pessoas, e para a criação das pessoas no mundo, e como elas existem, e como elas se relacionam, para sempre. É isso que eu quero fazer. Pode ser no podcast. E aí, eu, o podcast é algo que eu amo, então eu tenho três anos esse podcast. Eu amo podcast. Mas eu não quero ser podcast, entende? Aquela pessoa que tem só o podcast. Eu gosto mais de ter a minha empresa, e ter uma podcast onde é um mente livre que eu não preciso ficar colocando um monte de anúncio, porque eu não preciso remunerar com esse podcast. Esse podcast é óbvio, ótimo. Assim, você que está ouvindo o meu podcast, você é uma pessoa que provavelmente é muito mais propensa, a ser uma pessoa ideal para estar no Spark, com a gente. Lu até brincou, falou, "Caloca, fala do formulário que eu quero gente boa para entrar no Spark." Porque você está me ouvindo, você tem uma cabeça no lugar, você tem ambição, você, porra, gente, já é quase amigo. Todo mundo que escuta meu podcast, e acaba entrando o Spark, normalmente dá muito bom. Muito bom. Então, inclusive, se você for empresário e empresário, que é eu e o Lu and, que a gente seja seus mentores, ficou horrível essa frase, o plural, que nós sejamos seus mentores. Tem um link aqui embaixo, o conforme o lario de aplicação do Spark, está na descrição. É só você clicar ali, e é muito rápido. O formulário é tipo nome, sobre nome, telefone, email, e faixa de faturamento mensal. Só isso. Aí eu ou o Lu and, vamos te chamar no WhatsApp. E aí, a gente vai conversar com você e ver se você está pronto para a nossa mentoria ou não, pronto que eu digo, vale a pena se investir isso, ou vai ser um dinheiro muito grande para o resultado que você vai ter. Ou não, dá para ter 10 vezes esse resultado e faz muito sentido. Se está no momento ou não, a gente vai te ajudar a tomar essa decisão, e se não tiver um momento, a gente vai te falar para o Spark em paz, a gente ajuda a tomar essa decisão, e seria um prazer estar com você. Então, isso é muito legal. Poder trazer ali o que eu faço e ter gente que, na nossa comunidade aqui do podcast, são pessoas muito mais propensas. Pota, serem o meu cliente do sonho, sabe? Vocês são meus clientes do sonho. São as pessoas que eu gostam, as pessoas que pensam como eu, são as pessoas que querem crescer profissionalmente pessoalmente ao mesmo tempo, já sabem o valor de desenvolvimento pessoal com desenvolvimento profissional, enfim, tem tudo isso, tá? Mas eu não quero ficar enfiando um monte de propaganda. Então, não dá para ser o meu negócio principal, mas ele pode ser um negócio que vai ser uma fonte de aquisição de clientes, uma fonte de posicionamento, construção de posicionamento, e também uma fonte de auto-expressão, porque muitas vezes, às vezes eu gravo o podcast mais para mim do que para vocês. Tchá, bem, é um lugar que eu me sinto muito bem comigo, mas qual é a lógica do que eu quero falar para vocês? Você pode experimentar muitas coisas. Você não precisa ter só um projeto da sua vida. Mas, cara, quando você escolher uma coisa para fazer e você olhou e aquela coisa com. ela tem os atributos que você precisa para o que você quer para a sua vida, por exemplo, para mim, o Spark. Ele atende a minha realização pessoal, que é muito importante para mim, ele atende a transformação que eu quero gerar na vida das pessoas, ele atende a minha expectativa financeira, deu, tenho um potencial de ganho financeiro que está alinhado com o tamanho da minha ambição. Talvez tem a gente que tem uma ambição muito maior do que o Spark, por exemplo, porque tem ambição de bilhões e bilhões. Para mim, a ambição financeira é ótimo. É um negócio que eu consigo ter um tipo de empresa que me agrada, eu gosto de empresas em chuta, eu gosto de ter pouca gente. Então, não há modelos negócios que eu preciso ter 200 pessoas trabalhando sem pessoas trabalhando. Isso me agrada, porque eu já trabalhei e criei em alguns modelos dentro da empresa que precisava de muito mais gente e descaralho ruim para mim, não rola. E é um negócio que eu me vejo fazendo ao longo de muitos e muitos anos. É isso que eu falei, talvez modifique, obviamente vai mudar, vai melhorar, a gente vai inserir outras coisas, o mundo vai mudar e tal. Mas que eu me vejo fazendo com 40, 50, 60 anos. Eu me vejo ajudando pessoas, eu me vejo sendo mentora, eu me vejo olhando para alguém que está mais novo, que não sabe algo e eu já passei e falava para a pessoa o que ela tem que fazer para ajudar ela e atende ao que eu busco de qualidade de vida. Então, eu consigo vir para o escritório, trabalhar menos horas, eu não preciso trabalhar 14 horas por dia, 16 horas por dia, que nem eu tinha que trabalhar, por exemplo, com produto físico para fazer da certo. Era muitas horas por dia e muitas coisas e muitas minúcias. Eu consigo buscar meus filhos todo dia na escola. Eu consigo ter o final de semana of, tipo, são coisas que talvez em outros modelos eu não consigo. Então, eu fiz a minha lista do que são as coisas inegociáveis para mim e esse negócio atende ou em algumas fases ele não atendeu, porque não estava atendendo uma expectativa financeira, mas eu olhei e falei, eu vou fazer até ainda uma expectativa financeira, como melhorando esse negócio. Não estava, às vezes, o negócio não está atendendo emdemo a nossa expectativa de. ter um horário mais flexível. Beleza, mas então como que você vai construir e se ferrar, trabalhar para caramba, ficar sobrecarregado durante um período, para construir essa flexibilidade? Porque hoje eu estou falando isso para vocês, mas caros, primeiros 12 anos de trabalho meu, era faca na cabera todo dia, todo dia, todo dia. Entende? Então assim, eu construí uma flexibilidade a partir de muito, muito, muito, muito trabalho e trabalho inteligente, pensado, puta, às vezes eu preciso de uma pessoa, aí eu preciso saber quem é essa pessoa, eu preciso ter um processo para essa pessoa, eu preciso, ok, então faz esse trabalho, você vai ficar sobrecarregado mais, constrói aquilo que é um valor negociável para você, tem como construir negócios que vão estar alinhados com o jeito que você quer existir, entendeu? Mas o negócio é esse, só consegue fazer isso, quando você põe na sua cabeça, você vai quem marros barcos, quando você põe na sua cabeça, que você não vai voltar, ou vai dar certo, ou vai dar certo, e pode não dar certo no tempo que você quer que descerto. Então na minha cabeça não tem que dar certo, hoje, ele pode dar certo daqui um ano, eu me ferrar durante um ano, não tem problema, eu durante dois anos eu tenho que trabalhar para caramba, eu tenho que economizar muito dinheiro, não sair, não viajar para o exterior, fazer, não tem problema, mas ele vai dar certo, e eu vou fazer o que tem que fazer para ele dar certo. Então se você não tem essa cabeça, é muito difícil se construir algo significativo, algo grandioso, grandioso que eu falo "não é só de número, é grandioso de, eu olho hoje para a nossa empresa, eu acho grandioso, porque é uma empresa que atende exatamente ao que a gente sonhou, entendeu? É óbvio que os sonhos mudam e eles aumentam e que a gente vai mudar e a gente vai crescer, e o time vai eventualmente crescer, uma pessoa de cada vez e tudo bem, mas é um sonho, eu não venho para catriste, eu venho para a cafellis, eu não falo com o time e achas pessoas chatas, eu amo todo mundo que está aqui, por que puta privilégio você trabalhar com jeito que você gosta, tipo, o jeito que você admira, que você acha legal, então eu acho isso grandioso, sabe? E construir coisas grandiosas e construir coisas que você se orgulhe, que você sabe, se anime para a cor de amanhã para fazer, precisa de uma decisão irreversível dessa, você precisa colocar na sua cabeça, que você vai fazer o plano a dar certo, você não vai sempre se acostumar a fugir quando ficar um pouco difícil você vai fugir, quando deu uma merda, você vai ver qual é a rota de fuga ou é vez de resolver essa merda, e aí você nunca vai adquirir as habilidades necessárias para você conseguir fazer dar certo, entendeu? Então eu acho que é essa mensagem que eu tinha para você hoje, eu espero que te ajude de alguma forma, que toca seu coração de alguma forma, e que te alivia um pouco, porque você sabe que também não é perfeito, não são todas as fases são perfeitas, mas que você está no caminho certo, mesmo que as coisas não se tejam maravilhosas, você está no caminho certo quando você coloca na sua cabeça que você vai fazer até da certo, sabe? Esse é mais importante do que ter todas as respostas ou do que o negócio da certo, o tempo inteiro é você saber que você vai fazer da certo, mesmo que esteja dando errado agora. E é isso, e se você quiser estar no Spark, com a gente está aqui embaixo o fomular de aplicação de novo, você será muito bem vindo, se for o seu momento, se não for a gente fala também, te ajuda como a gente puder, e é isso, é um beijo no seu coração, se você gosta do Isabela Matipotequeche, seja sabe, mas eu vou falar de novo, é uma porcentagem pequena de gente que faz isso, mas eu vou pedir para você, porque isso me ajuda, isso você quiser me ajudar, se for útil para você, vai ser um prazer. São três coisas, a primeira é entrar aqui no podcast, e se você está ouvindo no Spotify, é só você ir na banda de tem todos os podcastes e empurra tudo para cima, e você aperta em seguir, e vai ficar seguindo. E dá cinco estrelas, aperta umas estrelinhas ali, aí você dá cinco estrelas também. 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Beijo!
Podcast Summary
Key Points:
O conceito de "queimar os barcos" significa tomar decisões irreversíveis, sem plano B, para focar totalmente em fazer o plano A dar certo.
A palestrante usa exemplos pessoais, como o crescimento da empresa Spark e seu casamento, para mostrar como essa mentalidade gera resiliência e resultados.
Ela explica que a indecisão e a possibilidade de voltar atrás enfraquecem a autoconfiança e a credibilidade.
A origem do termo vem do conquistador Hernán Cortés, que queimou seus navios para impedir a retirada de seus soldados.
Aplicar essa ideia a negócios, relacionamentos e hábitos pessoais (como parar de fumar) transforma a identidade e a capacidade de superar desafios.
Summary:
A palestrante introduz o conceito de "queimar os barcos", inspirado na atitude do conquistador Hernán Cortés, que afundou seus navios para forçar seus soldados a vencer ou morrer tentando. Ela defende que, para alcançar resultados significativos na vida e nos negócios, é preciso eliminar qualquer plano de fuga ou possibilidade de recuo. Isso significa tomar decisões irreversíveis, focando totalmente em fazer o plano A funcionar, sem deixar brechas para desistir ou voltar atrás.
Ela compartilha sua experiência pessoal com a empresa Spark, enfrentando dívidas, problemas de fluxo de caixa e desafios de crescimento. Em vez de considerar a desistência, ela e sua equipe remodelaram o produto, o público-alvo e a entrega, sempre aprimorando o negócio. Essa mentalidade também se aplica ao seu casamento, onde a decisão de nunca se separar força ambos a resolver conflitos e melhorar a relação.
A palestrante enfatiza que a autoconfiança é construída cumprindo promessas feitas a si mesmo. Decisões irreversíveis, como parar de fumar, transformam a identidade: a pessoa deixa de ser "alguém tentando" e passa a ser "alguém que já conseguiu". Ela conclui que, mesmo em momentos de dúvida ou dificuldade, manter o foco no plano A, sem plano B, é o que permite superar turbulências e construir algo sólido e duradouro.
FAQs
A expressão vem do conquistador espanhol Hernán Cortés, que em 1519 ordenou que seus navios fossem queimados ou afundados após desembarcar no México, para impedir qualquer possibilidade de recuo. Hoje, significa tomar uma decisão irreversível, sem plano de fuga, focando totalmente em fazer algo dar certo.
Ao decidir algo, não deixe brechas para voltar atrás. Em vez de pensar em um plano B, foque em como fazer o plano A funcionar, mesmo diante de dificuldades. Isso ajuda a manter o foco e a confiança para superar obstáculos.
Ter um plano B divide sua energia entre 'ir' e 'voltar', impedindo que você adquira as habilidades necessárias para fazer o plano A dar certo. Isso pode levar à desistência e à falta de credibilidade consigo mesmo.
Em um relacionamento, decidir que não há volta (como 'não vamos nos separar') força o casal a resolver problemas e melhorar a convivência. Isso constrói confiança e uma relação mais sólida.
A autoconfiança é baseada em cumprir promessas que fazemos a nós mesmos. Decisões irreversíveis nos tiram do lugar de 'tentar' e nos colocam na identidade de quem já conseguiu, fortalecendo a confiança.
Tudo bem estar em construção. O importante é ter a decisão irreversível de encontrar seu caminho, se expondo a novas experiências, pessoas e ambientes, até descobrir o que realmente funciona para você.
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