#186 - o tamanho do seu negócio é proporcional ao seu
26m 56s
A locutora inicia comentando sua gravidez e a busca por um novo nome para o podcast que remeta a um espaço de debate de ideias, como uma ágora. Ela então introduz o tema principal: o tamanho de um negócio é proporcional ao crescimento pessoal do empreendedor. Argumenta que, além de habilidades técnicas (como gestão financeira ou operacional), é crucial desenvolver inteligência emocional, autoconhecimento e resiliência. Usa sua própria experiência como exemplo, explicando que, ao assumir um papel mais ativo nas vendas, enfrentou uma pressão constante por metas, o que exigiu uma mudança de mentalidade. Destaca que a evolução dela e de seu sócio, Luan—como seu comprometimento e ética de trabalho—inspirou a equipe e impulsionou o negócio, resultando em semanas de faturamento acima de um milhão. A locutora critica a ideia de que limites de crescimento são causados apenas por fatores externos, como concorrência, defendendo que, muitas vezes, o empreendedor não está emocionalmente preparado para o próximo nível. Ela sugere que superar esses tetos requer reconhecer fraquezas, buscar mentoria qualificada e estar disposto a mudar comportamentos. Conclui enfatizando que oportunidades são perdidas quando há medo de crescer, e que a transformação pessoal é fundamental para escalar qualquer empresa.
Oi, vamos lá. Estou, gente, eu estou aqui. Eu posso parir a qualquer momento. É muito grave. Não sei se você, quando está vendo esse podcast, eu ainda estou grave. Eu posso já ter parido, provavelmente, o donzinho. Mas, enfim, estou também difícil gravar podcast. E vocês não sabem, mas nos bastidores aqui, a gente está numa luta do nome. Porque eu disse pra vocês que eu queria trocar o nome, só que o Luan. O que você acha? Eu tinha pensado no nome "Minds". Não, fala aqui. O que você achou? Do nome "Minds". Foi. Eu sei. Ah, legal é ninguém mais moleque, né? NMM. Para um podcast? É, parece NMM. Muito melhor. Ninguém é mais moleque. É. Para de criticar, você tem que achar um negócio assim. Tipo assim, frase, assim, ó, tipo assim, ó. Duras verdades. Não dá, não. Já aí, ninguém tem um podcast? Sabe aqui. Sabe aqui. E no baixo doota isso, eu tenho uma treta sobre o nome. Se isso sugeriram alguns nomes mais mano. Sabe quando nenhum clica o pronome do podcast? Eu penso assim, ele é uma conversa, eu queria que fosse algo meio. E o. Aqueles lugares onde ficavam os filósofos, a praça. Que eles ficavam debatendo ideias. Como é o nome? Não era a agora. Eu penso que sei, aqui. Vamos ver se vai aparecer. A agora. Para se agora. Enfim, estamos nas alutas do nome. Se alguém é ir fobom de nome, de ideias de nome, pode colocar. Eu quero que remeta essa ideia de conversa, de ideias, de. Também prática, sabe? Mundo dança prática. Mas enfim, vamos falar sobre o tema de hoje, tá? O tema de hoje é o tamanho do seu negócio é proporcional ao seu. O que eu quero dizer com isso? Eu estava conversando muito com o Luan, Nesses últimos dias, sobre como uma das áreas que a gente inseriu, nosso protagonismo, né, dentro do negócio, ultimamente, foi vendas. Então, a gente já tinha muito protagonismo em conteúdo. A gente já tinha muito protagonismo em. Ah, queria atividade, ter ideias, execução geral, assim, de tudo o negócio. Só que, trazer esse protagonismo na área comercial, na musculatura comercial do seu negócio, trouxe algo completamente diferente pra gente, que é uma pressão que não existe antes. É uma pressão semanau constante de área na real. Deu assim, todo dia a gente tá se pressionando e pensando. Preciso vender, preciso bater minha meta, quem são as pessoas que eu vou ajudar, eu preciso fazer as vendas, coisas das estratégias de venda, entra muito na cabeça. Quanto as causas vão fazer, quando as agendas ainda mais vão fazer. Então, a gente fica muito na cabeça pensando em venda. É até meio difícil ser criativa quando eu estou muito no modo venda. Parece que é uma outra cabeça, uma outra energia, sabe que eu tenho que colocar. E aí, a gente fistei ideias, às vezes eu fico meio bugada, até o dia inteiro, eu fiz um monte de call, vendi, fiz um monte de coisa. E aí, chega no final do dia, não tem ideia pra fazer poxa, sabe? É muito doido isso. Mas, o que que tem a ver com a tema que eu trouxe, né, que estrasei pra vocês? É que é o vejo que tem muitos empresários, empresárias, que ainda tão nessa de achar que existe uma coisa. Tipo, eles acham que existe uma técnica ou alguma coisa específica que vai fazer o negócio de slanchar. Então, eles acabam se apoiando muito, só em aprender coisas técnicas pra aprender mais a gestão empresarial, olhar pra gestão operacional do negócio, gestão financeira, não me entende errado. Tudo isso é muito importante. Vem das é muito importante, a gestão comercial, gestão é um operacional do seu negócio é muito importante, a gestão financeira do seu negócio é muito importante. Liderança é muito importante pro seu negócio. Então, tem muitas coisas que são sim habilidades mais técnicas, né, que são muito importantes, mas, na verdade, o tamanho do negócio não é só diretamente proporcional a isso. Você pode até, você passa, se você não se torna maior você, você nem, como que você adquire uma habilidade realmente genuína e sólida de liderança, se você não resolve o teu esbeosto, porque você não consegue liderar as pessoas, cobrar as pessoas quando elas têm que ser cobradas, tem gente que eu olha e assim eu falo, cara, é uma puta empresária, é uma puta empresária, tem tudo. Só que a pessoa não consegue, não consegue mandar alguém embora, não consegue cobrar alguém, não consegue colocar prazo, não consegue dar feedback. Então, não adianta ser ter uma técnica de liderança, se você não mudou assim mesmo pra estar pronto, pra conseguir liderar o seu time como ele precisa ser liderado, entendeu? Então, ele vai estar sempre ligado com uma habilidade muito mais emocional. Então, vendas, que é isso que eu estava conversando com o Luan, eu falo, cara, eu me sinto muito mais segura hoje em dia com você, como soço e tudo, não que eu não sentisse, mas hoje muito mais, porque eu vejo a preocupação dele, ontem, por exemplo, ele chegou em casa irado, que ele não tinha ainda bate da meta de venda, que meu Deus e se ela vai chegar ao final do semana, por exemplo, eu tenho que bater, porque a nossa meta de venda ela é de terça a segunda, então, terça-feira é o começo da nossa semana, e segunda a onze, escuenta e nove, termina a nossa semana, então, a gente não é de segunda a sexta, a gente é de terça a segunda. Então, sexta, sábado do Ming de Segundo, são dias que a gente tem mais focado ainda em venda, não é a semana inteira, porque a gente tem que fazer entrega, a gente tem um monte de coisa para fazer durante semana, conteúdo entrega, ele ainda tem toda a parte burocrática, tem as outras empresas lá de sages, de estão de tudo aquilo. Mas, olhar e ver a preocupação dele, a gente fez uma das nossas melhores semanas, assim, a cima de um milhão, por exemplo, de faturamento gerado em venda numa semana, isso é só, eu e o Luan vendo, e aí na terça-feira vira, e na quarta e tal, e ele fica puto, que ainda não bateu a meta, ainda não fez esse tipo de atitude, é o que olha e falo, a gente já teve em lugares muito piores do nosso negócio, de ter menos dinheiro em caixa da empresa, tem menos time bomb, porque hoje o nosso time eu acho muito bom, é um time enxuto, mas ele é muito, muito eficiente, são pessoas muito boas, pessoas muito legais, pessoas que eu gosto de ter perto, pessoas que eu quero ver crescer, que a gente pensa em planos e tal, a gente tinha menos dinheiro em caixa, a gente tinha menos a receber, e a gente tinha muito menos preocupação com meta, com venda, então deveria ser o contrário, por exemplo, o Dom foi um joelho aqui, foi um joelho aqui pra cima, eu sinto só uma bolinha, o Dom Dom, então eu olho assim, eu falo, cara, é essa mudança nele que provoca a mudança no negócio, é a mudança em mim, que provoca a mudança no negócio, e aí você vai escuar isso pra as lideranças da sua empresa, principalmente as lideranças diretas, depende do tamanho da sua empresa, do esquema, de como é a hierarquia dentro da sua empresa, na nossa, praticamente todo mundo que tem, são lideranças diretas, sabe, tipo, a gente não tem muita gente pra uma pessoa, ter várias pessoas no seu time, e a gente não tem muita essa vibe também não, eu acho que todo mundo aqui e não ia curtir muito essa empresa, fosse grande hora, de vez de um monte de gente, a gente não é muito a nossa vibe, mas eu tenho, eu tenho com essas pessoas que estão com a gente, o trabalho que a gente tem que fazer é desenvolver elas, desenvolver não só elas, tecnicamente, então putas, qualquer um deles, eu quero, o Luan viu aquele curso, vocês estão fazendo aquele curso do negócio de IA lá, de vídeo? Tipo, ele olhou na hora ele falou "vou comprar pros moleque", que eu acho que eles vão pirar, que eu ia pirar, se eu soubesse fazer isso e tal, na cabeça você já vem, aí a letícia tinha um de evento, eu falei "vamos, vamos comprar", então não é só tecnicamente, que se eles quiserem aprender qualquer habilidade a gente sempre, se estiver dentro do nosso alcance a gente sempre vai viabilizar, sempre vai pagar um curso, sempre vai pagar, é alguma coisa pra que eles conseguem trazer a habilidade técnica, mas é mais até comportamental, é entender, tipo, pra onde a gente está indo, o que isso exige, qual é a nossa ética de trabalho? E eu acho que isso vai esconder, não só verticalmente, que normalmente acham que esse líder vai esconder nos liderados dele, mas também horizontalmente, então uma pessoa se inspira na outra, eu e o Luan, por exemplo, a gente não tem uma hierarquia entre eu e ele, então ele não chega pra mim e ele manda em mim ou eu mando nele, né, de hierarquia, a gente tem hierarquia em algumas áreas, então por exemplo, tem áreas dentro do meu conteúdo, aí era aqui é só eu, eu que vou mandar o meu conteúdo, né, a palavra final, mas se ele der um feedback, eu posso até ficar puta, mas eu vou escutar e eu quero saber, eu quero melhorar a gente vai construindo junto, ou numa, no financeiro, se ele fala não, uma palavra final é dele, infelizmente, porque eu adoraria fazer muitas coisas com o financeiro, que eu não posso, porque não deixam, mas ele me inspira, quando ele está irritado, porque poderia ser melhor, ele poderia fazer melhor, que ele poderia ter esse preparado mais, ou porque ele poderia ter feito algo diferente, me inspira a também ficar incomodada com aquilo e querer ser melhor, querer fazer as coisas do jeito melhor, então quando eu vejo ele, por exemplo, num dia que ele não acordou muito bem, sei lá, ele acordou, ele está meio passando mal e ele vai lá, troca de roupa, ele tem os compromissos, toma um banho, toma um remédio vem para o excretório, ele me inspira, não no sentido de não descansar nem nada mais de cumprir o
como promisso, sabe? De não deixar as pessoas na mão. Assim como eu vindo pro escritório em dias que eu estou completamente destruída, é gravidade, tipo, "Dom, tofinho, eu tô cansada, às vezes eu tô enjoada." E eu me víro pra tá bem, que nem aqui, eu tô bem agora, pra entregar, mas eu acordei vomitando hoje. Eu já acordei, eu acordei, e aí eu levantei da cama e falei, "Não, não, não, não, eu fui, o banheiro, eu vou me ter falando em que sei que eu vou me ter, eu acabei de acordar." Mas aí eu vou lá, eu tô num voonal e aí eu me víro, eu vou colocar uma música legal, e vem pro escritório, eu vou fazer as coisas. Isso também inspira ele, entende de olhar e falar, "A gente tá com um compromisso no lugar certo, óbvio que depois eu vou descansar, a gente, eu vou gravar, eu não vou fazer tudo que eu faria sem estar grávida." Sabem que nas outras grávidas eu era uma máquina, tá? Tipo, eu era bem. Sabe isso? Eu gravava oito no dia, grávida, era bizarro. Era uma máquina, nessa grávida é isso. Eu não tô numa máquina, eu tô bem, eu não dei mais ou menos. Eu tô dando meu melhor, é que eu vou melhor às vezes, é uma bosta, entendeu? Mas dando meu melhor. E isso também inspira. Então, quando você quer construir uma empresa que puta, é uma empresa que se surregulha, é uma empresa que cresce, é uma empresa que as pessoas gostam de estar nessa empresa, porque trabalhar não é o sonho de todo mundo. Tipo, o sonho de todo mundo, a gente tá fazendo exatamente o que a gente gosta, não precisa de dinheiro e ficar de boa. Por isso que a gente recebe para trabalhar, porque não é o. Por isso, pagam, entendeu? Eu te pagam para você fazer isso. Só que se você quer construir um ambiente onde a pessoa ela não vai puta, triste, que merda, mas um dia era essa bosta, sabe? Onde a pessoa gosta de estar ali, onde ela quer, onde ela chega com ideias, uma coisa que eu acho muito legal aqui do que a gente construiu, é que todo mundo chega com ideia, tipo, fala o negócio, fala, "Puta, eu tive uma ideia muito legal para o seu podcast". "Oh, eu tive uma ideia muito legal de conteúdo que a gente podia fazer". "Puta, se eu pensei no negócio que seria legal para a gente fazer no Spark". Ah, eu acho que isso seria legal para a gente. Todo mundo tem essa proatividade de querer fazer algo melhor, de querer melhorar, de querer trazer uma ideia nova. Ele vem de habilidades comportamentais, que tem que ter. E tem que vir da cabeça, das cabeças, quem são as pessoas que vão estar inspirando, que vão estar sendo exemplos. Então o seu negócio é do seu tamanho. Então, se você não consegue passar de um teto de fatura menos do seu negócio, é porque você não tem o tamanho, para esse próximo nível de negócio. Para de achar que é o seu mercado é porque está saturado, é porque tem o Flanci Clana, porque é um concorrente copia, não é? É porque você ainda não tem esse tamanho. E o que eu quero dizer com você ainda não tem esse tamanho, é. Você não tem a inteligência emocional necessária por esse próximo nível. Você não tem as habilidades, talvez técnicas mesmo, para esse próximo nível. Você não tem a habilidade, talvez, comportamental, de buscar a habilidade técnica para esse próximo nível. Te dá um exemplo. Eu não passava de um teto de faturamento na. Quando eu tinha a loja de roupa, beleza, a gente tinha lucro, faturava bem, tal. Mas, cara, eu nunca passei, tipo, "Pai, estourar, ai, nossa". No nível absurdo, sabe? Tipo, 20 bilhões, 30 milhões, 80 milhões. Nunca cheguei nisso. Eu chegava nos bons milhões ali, mas nada muito exuberante, né? Mas eu olhe e falo, "Porra, eu era ruim de gestão de contratação de pessoas de liderança, eu era muito bom em executar, mas eu era ruim nessas áreas. Por que que eu não fui me capacitar? Ou por que que eu não busquei alguém capacitar de paguei bem para essa pessoa, consegui me ajudar? Por que que eu só continuei e falei, "Não, vai dar, vai dar, mesmo não dando repetidas vezes". Entendi, é porque eu não tinha o tamanho necessário que eu tinha que ter para aquilo. Então, eu tinha o tamanho necessário para onde eu consegui chegar com aquele negócio noquele momento. Foi legal, foi legal. Mas eu olho hoje dentro das coisas que a gente está construindo, as empresas que a gente está entrando, as coisas que a gente está fazendo, elas são muito maiores. E por que elas são muito maiores? Porque nós somos muito maiores. O Luan, quem conhece ou conhece ou Luan há muitos anos atrás, e olha ele hoje, fala, "que que aconteceu?" "Quiém é essa pessoa?" "De tanto que ele mudou e não mudou a essência dele, continuem de volta". É que eu não sei se o André vai deixar em algum momento ou não, chegou aqui, costa o saco, ele faz. é um bista. Então, ele tem a mesma raiz de ser engraçado, de ser o carabou a praça, mas a ética de trabalho, que ele também era um cara trabalhador, mas esse compromisso, no crescimento, o compromisso com o que ele diz que ia fazer, o compromisso com. cara com o sócio e com tudo. Existe uma outra coisa. E nessa mudança dele, a gente vê a mudança no negócio. E na minha mudança de olhar e entender e assumir muitas vezes, eu não sou bonício. Eu queria ser bom em tudo. E aí eu não assumi que eu não era bom em algo e isso prejudicava o meu negócio. Então, assim, não assumir que eu não era boa ingestão, atrapalhou o meu negócio demais. E você tem que ter tamanho de inteligência emocional e de autoconhecimento pra assumir que você é ruim em alguma coisa. Então, muitas vezes, o que te prende tanto? Não é só uma coisa técnica. É você parar, refletir e falar, "O que que eu preciso trabalhar em mim pra conseguir lidar?" Qual é o tamanho? Qual é o lugar que você quer ir? Primeiro, vamos lá. "Ah, eu quero ir nesse lugar de negócio, esse patamar de negócio." Beleza, o que que exige, talvez, nesse lugar? Que tipo de problema existe nesse lugar? Porque às vezes você não tem a capacidade de lidar com o tamanho do problema do lugar que você quer ir. "Ah, eu quero faturar um milhão por mês e aí vamos por que você fature isso em mil." "Ah, você quer chegar em faturar um milhão por mês?" Legal. Mas aí, você tem uma conta ou um problema de 10 mil ou de 20 mil já tira seu sono. Então, com o milhão por mês, talvez o problema seja de 100, 200 mil. Tu aguenta? Não, não, não, não, não, meu Deus me dá até estar cardíon. Então, pronto. Então, você vai ter que conseguir aumentar sua tolerância para tamanhos maiores de problema. Como você consegue lidar com um problema, talvez, na mesma área do que você ficou desesperada ali de 20 mil? Só que de 200. Quais são as habilidades técnicas que você precisa para conseguir lidar? Quais são as habilidades de comportamento? Sempre você até aumentou uma mentora do teu lado para conseguir te guia te direcionar para te dar mais segurança? Porque eu fui buscar isso. Tiveram áreas que eu falei. Só azinha, não estou conseguindo me desenvolver. Quem que é o melhor nisso? Quem que é uma pessoa que não só é melhor nisso? Muito melhor do que eu. Mas quem que é a pessoa que eu sei que vai me mentorar com a. Cara, com a firmeza que eu preciso ser mentorada para que eu levei algo a sério. Porque eu me conheço. Eu sei que se a pessoa for uma olhinha, eu não vou respeitar ela. Eu sei que se a pessoa for. Tive medo de me desagradar. Eu não vou respeitar ela. Eu sei que eu sou assim. Então eu preciso de um mentor que olha na minha cara e fale. Você toma uma merda que você está fazendo. E aí, você falou que queria não, que é não. Sabe, eu preciso de alguém assim. Eu sei que eu preciso de alguém assim. Então eu fui buscar alguém assim. E em dois meses, um mês, a gente resolveu resolver. Resolvi esse problema. Paguei muito, por isso. Paguei centenas de milhares de reais, por isso. Mas gerei minhões a partir disso. Então, assim, na minha cabeça, é óbvio, né? Hoje em dia, a mentoria parece até que a galera está tratando como renda extra, né? Ah, porque você não faz uma mentoria? Aí você chega pra pessoa, mas você fez o quê? Da vida. O que você conquistou? Ah, nada ainda. Mas não falam que a mentoria é legal, né? Fazer para ensinar as pessoas e senar o quê? Ah, isso não fez nada ainda. É, enfim. Mas quando você escolha alguém bom, sabe? Tipo, alguém que realmente vai pegar na tua mão, vai fazer o negócio acontecer, vai dividir o problema, vai falar as verdades, que ninguém vai te falar. E que você está aberto pra isso? Ajuda muito, então. O que você precisa pra conseguir lidar com esse próximo nível? E aí você traz isso pro agora e você busca a capacitação. Porque senão você vai ficar sempre batendo no teto e voltando. E aí você se pergunta, porque o negócio não cresce mais? É porque não dá pra crescer mais. Você não está pronto pra crescer mais. Porque você não sabe quais são as decisões que você tem que tomar pra crescer mais. Ou toda vez que entra uma oportunidade de você conseguir quebrar esse teto, você diz não. Você fica com medo. Você peida. Você vai pra trás. Não consigo, não consigo. Já vi muita gente, eu faço muita calde venda, né? E aí eu faço a agenda, nem falo com a pessoa, eu faço calde venda e aí na calde venda. Eu falando lá com a pessoa, a ex-eze, eu olho e falo "cara". A pessoa tem tudo pra conseguir quebrar o teto e pra conseguir, tipo, faturar pra caramba, pra conseguir dar tudo certo. Mas essa pessoa tá com muito, ela tá com medo. Eu não sei nem se é o medo de não dar certo, ou se o medo de dar certo pega ela também, sabe? Ela tá tão acostumada a ser uma pessoa que tenta, ser a pessoa que tenta, ser esforçada, que eu acho que a identidade de alguém que deu certo pra ela é muito estranho. Que essa está na frente dela, é essa solução. E ela tem como viabilizar financeiramente. Não é que ela não tem, meu Deus, vou tirar comida da meus filhos, não é isso. E aí a pessoa toma decisão de continuar o lugar onde tá. E aí, olha e fala assim, não vai dar certo, não é comigo, não é com ninguém, é no momento que a pessoa toma decisão de que ela vai fazer as coisas de um jeito diferente, de que ela vai agir de um jeito diferente, que ela vai se enxergar de um jeito diferente. Não é só uma coisa, tem que mudar você, se não muda você, pode estar melhor a oportunidade da sua frente, você vai falar não pra ela. E isso?
Tem que ser algo que você tem que prestar atenção. Porque vão te vender milhões de coisas que não são as coisas que ninguém pode fazer esse trabalho por você, você entende? Tem gente que pode te pressionar e te ajudar e te direcionar nesse trabalho. A gente faz escluso mêinturado, mas eu não consigo fazer o trabalho por eles. Se eles não quiserem genuínamente crescer, passar pelo desconforto, pela pressão, eles não passam sozinho, mas não quiserem fazer isso. E eu falo, eu não consigo de salvar, eu não vou de salvar ninguém aqui, de você mesmo. Você que tem que fazer esse trabalho. O que que fica robando seu tempo? O que que roba sua energia? O que que roba sua autoconfiança? O que que roba seu foco? Uma das coisas que me impedia muito de querer ser, era que eu não tinha a habilidade de falar não. Eu tinha muito receio de falar não para as pessoas, sabe? E elas não gostarem de mim ou elas me acharem isso. Então eu falava assim para um monte de merda, falava assim para umas reuniões nada a ver, para me apresentar uma ideia. Eu falava assim para em eventos. Eu falava assim para ir dar uma palestra de graça, para isso, isso é aquilo que nem era interessante para mim, para não falar não. Hoje em dia eu falo não, tranquilo, e eu acho muito digno falar não. Porque às vezes eu falava assim, às vezes eu cozinhava a pessoa. "Ah, talvez, ah, vamos ver." Hoje eu falo "Pu, terão vou conseguir mais muito obrigado pelo convite." Pronto? Não queria esperança também. Mas essa habilidade de falar não, por exemplo, é uma habilidade técnica, uma habilidade comportamental. A comportamento é autoconfiança, é saber que eu não preciso ficar fazendo coisas para os outros gostarem de mim danice. Eu tenho que ter foco. Eu tenho que dizer não para a boa oportunidade, eu tenho que dizer não para o projeto dos outros, para falar assim para os meus. E eu tenho que ter foco naquilo que é importante para mim. E foco é dizer não para a boa oportunidade. Foco é você dar disposto a abrir mão, a abrir mão de muito dinheiro na mesa. Se você não tá disposto a abrir mão de nenhum dinheiro da mesa, sabe que a galera fala, mas vai deixar dinheiro na mesa. Então você também não está disposto a colocar o foco necessário para construir um negócio muito maior do que o tamanho do seu negócio hoje. Toda hora se distrai. A falta de habilidade de focar, ela te roba muito mais sonho do que qualquer concorrente robaria de você. A nota é isso, a sua falta de habilidade de focar em um projeto, em um plano, em uma coisa específica até ela da certo, te ropa mais sonhos que você tem, do que qualquer concorrente jamais roubaria. É você que se prejudica. Toda hora que você tá prestes a conquistar alguma coisa, você muda a rota, você quer ir um novo projeto e você escuta uma outra pessoa, você se anima com uma nova ideia, você quer criar um outro negócio do zero? Então o seu negócio nunca vai ser gigante, porque você ainda é pequeno, porque quem não consegue focar em uma coisa e fazer ela até da certo, independente de como está se sentindo, dependente das oportunidades que podem vir, quem não está disposto a fazer isso, não tem tamanho para um negócio grandioso, porque todo mundo que tem um negócio grandioso está disposto a fazer isso, e teve que estar para conseguir construir isso e foco às vezes em níveis bizarros, foco 14 horas por dia todos os dias, e nem ter rupto, focado, sem fazer outra coisa, só fazendo essa coisa da certo. Então, se você não tem essa habilidade, sem dêndi, não é sobre uma falta de alguma coisa só operacional no seu negócio. Por que? Porque se você tiver até essa coisa operacional e está tudo rodando bem e você toda hora está desfocando, dane se você tem esse negócio operacional. É óbvio que as coisas têm caminhadas juntas, não adianta você ser mega disciplinado, mega focado, e não ter estrutura nenhuma. Você precisa ter estrutura de empresa, você precisa ter uma estrutura de conteúdo que traz receita novos canais de aquisição, que você consegue se posicionar. Você precisa ter uma estrutura de vendas, você precisa ter essa arquitetura comercial, esse engrenagem, eu gosto mais de engrenagem. É uma engrenagem comercial que funciona, você precisa ter um bom produto, um bom serviço, tudo isso. Mas a partir do momento de você tem isso, o que te separa não é mais nada além da sua habilidade de conseguir se tornar cada vez maior e conseguir tornar as pessoas da sua empresa cada vez maiores também. Então é isso, essa é a mensagem que eu queria trazer hoje. Não sei se esse episódio ficou curtinho. É, é um bom episódio, mas eu quero deixar essa mensagem hoje para você, eu espero que te ajude, espero que faça sentido aí para você ir a sua empresa. Se você quiser contar comigo com o lua como seus mentores, vai ser um prazer, poder conversar com você, ver se a gente consegue te ajudar ou não, o link está aqui embaixo, inclusive, do Spark, está aqui a nossa mentoria empresarial, e aí você consegue preencher o formulário de aplicação e ou eu ou lua, vamos chamar, só a gente que vem de Spark, tá? Então ou eu ou lua, vamos chamar para a gente entender. Só que é o seguinte, se você fosse inscrever, no Spark. Cara, tenho a certeza que você quer fazer esse movimento. Não é, tem a certeza que você vai pagar na hora, mas tem a certeza que é esse movimento, tem a certeza que você quer parar de ficar dando desculpa para você, porque é um saco, conversar com a gente boa, e falar com a pessoa e saber tudo o que ela precisa fazer e mostrar para ela a oportunidade e a pessoa dar para trás. Para mim é, então, por que você deu o passo? Por que você fica mentindo para você? Que você quer mudar as coisas, se você não quer, de verdade, sabe? Então, se você quer realmente mudar as coisas, a gente está aqui para te ajudar, tá bom? Encontro vocês no próximo episódio do Isabela Matipotceste na semana que vem. Se você puder compartilhar esse podcast, é como a gente cresce aqui. Então, são três coisas, se você quiser me ajudar, tá? Se eu te ajudar, você quer me ajudar. Primeira é, você vai na página do meu podcast "Há tela em cima, onde tem todos episódios, roda tela em cima, aperta no seguir para ficar seguindo". Aí tem cinco estrelas ali, as estrelinhas, se apertem em cima dela, tem como você dar uma nota. E aí, já são cinco estrelas. Por favor, para a gente conseguir, enfim, crescer e deixar mais bem ronqueado. E o último de todos é compartilhar, compartilhar com amigos, com familiares, nos seus stories, que toda semana a gente está aqui, toda semana eu estou aqui para te ajudar, tem muito episódio antigo que é relevante desde o primeiro episódio que vai te ajudar e ajudar sua empresa. E vocês podem contar comigo sempre, tá bom? Beijo no seu coração e até o próximo episódio.
Podcast Summary
Key Points:
A locutora discute a dificuldade de gravar o podcast devido à gravidez avançada e menciona uma busca por um novo nome que remeta a debates de ideias, como uma "ágora".
O tema central é que o tamanho de um negócio é proporcional ao crescimento pessoal do empreendedor, especialmente em inteligência emocional e habilidades comportamentais, não apenas técnicas.
Ela exemplifica com sua experiência em vendas, destacando como a pressão por metas exigiu uma mudança de mentalidade e como a evolução dela e do sócio Luan impactou diretamente o crescimento da empresa.
É enfatizado que superar limites (teto de faturamento) requer autoconhecimento para reconhecer fraquezas, buscar mentoria qualificada e desenvolver resiliência para lidar com problemas de maior escala.
A criação de um ambiente inspirador, onde a equipe é proativa e compartilha ideias, é vista como resultado do exemplo dado pelos líderes, promovendo uma cultura de crescimento coletivo.
Summary:
A locutora inicia comentando sua gravidez e a busca por um novo nome para o podcast que remeta a um espaço de debate de ideias, como uma ágora. Ela então introduz o tema principal: o tamanho de um negócio é proporcional ao crescimento pessoal do empreendedor. Argumenta que, além de habilidades técnicas (como gestão financeira ou operacional), é crucial desenvolver inteligência emocional, autoconhecimento e resiliência.
Usa sua própria experiência como exemplo, explicando que, ao assumir um papel mais ativo nas vendas, enfrentou uma pressão constante por metas, o que exigiu uma mudança de mentalidade. Destaca que a evolução dela e de seu sócio, Luan—como seu comprometimento e ética de trabalho—inspirou a equipe e impulsionou o negócio, resultando em semanas de faturamento acima de um milhão. A locutora critica a ideia de que limites de crescimento são causados apenas por fatores externos, como concorrência, defendendo que, muitas vezes, o empreendedor não está emocionalmente preparado para o próximo nível.
Ela sugere que superar esses tetos requer reconhecer fraquezas, buscar mentoria qualificada e estar disposto a mudar comportamentos. Conclui enfatizando que oportunidades são perdidas quando há medo de crescer, e que a transformação pessoal é fundamental para escalar qualquer empresa.
FAQs
Não, o tamanho do negócio está diretamente ligado ao desenvolvimento pessoal e emocional do empreendedor, incluindo inteligência emocional, autoconhecimento e capacidade de lidar com problemas maiores.
O modo venda exige uma energia e mentalidade diferentes, muitas vezes mais focadas em metas e pressão constante, o que pode limitar o espaço mental necessário para a criatividade e geração de ideias.
A mudança no empreendedor, como maior comprometimento, ética de trabalho e desenvolvimento de habilidades emocionais, é o que provoca e sustenta a mudança e o crescimento no negócio.
O exemplo inspira o time tanto verticalmente (de líder para liderado) quanto horizontalmente (entre colegas), criando uma cultura de proatividade, compromisso e busca por melhoria contínua.
Muitas vezes, o empreendedor ainda não desenvolveu o 'tamanho' emocional e as habilidades necessárias para lidar com os problemas e decisões do próximo nível de negócio.
Um bom mentor, com experiência real, pode apontar verdades difíceis, direcionar decisões e dar segurança, ajudando a resolver problemas críticos e a quebrar barreiras de crescimento.
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