#181 - T&F: Os três amigos que transformaram o hobby em um negócio bilionário
46m 12s
A Tracking Field foi fundada em 1988 por três amigos adolescentes — Fred, Beto e Ricardo — que começaram vendendo camisetas esportivas e experimentaram falhas com outros produtos, como lesmas e cargos. O negócio evoluiu com base em pesquisas internacionais, especialmente na Califórnia, e a ideia de uma marca esportiva brasileira foi consolidada. A empresa se tornou líder no mercado de roupas esportivas e hoje é a maior produtora de corridas de rua da América Latina, com mais de 360 lojas e vendas superiores a um bilhão de reais em 2022. Um dos pilares do sucesso é a cultura de inovação e testes em pequena escala, permitindo a adaptação rápida ao mercado. A companhia desenvolveu um ecossistema integrado que une esporte, alimentação e bem-estar, com eventos como o Santander Troca em Furodora e o Open de Bistões, que atraem mais de 200 mil corredores por ano. A empresa mantém zero dívida, baseia-se em relações de longo prazo com franqueados, fornecedores e clientes, e prioriza o conhecimento e a saúde como missão central. Durante a pandemia, ampliou a oferta com aulas online gratuitas e criou um modelo de negócios sustentável. O futuro da empresa inclui expansão para novos mercados, como Portugal, e o desenvolvimento de um ecossistema digital de bem-estar, com serviços de alimentação saudável, monitoramento da glicemia e ações educacionais sobre alimentação. A trajetória é marcada por resiliência, inovação constante e um forte senso de propósito, com a visão de conectar pessoas ao estilo de vida ativo e saudável.
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Então quer dizer que vocês começaram esse empreendimento de sucesso que é a Tracking Field
com uma criação de leismas que fichiram.
Exatamente.
Eu acho que um caminho sem volta, as crescimentos, as pessoas serem mais conscientes
em como elas praticam o esporte, se alimentam e se vestem também, obviamente, para praticar esporte.
Um pouco do nosso DNA de não ter dívida na companhia, na nossa companhia.
Além de fluxos de carte positiva, ela é zero dívida, porque a gente teve mais para que a gente se individeou
e quase o negócio acabou para o contrato de dívida com bancos, né?
Se fazer uma grande apósso, várias após pequenas e que funcionasse a replica.
Acho que acho que a gente faz lá um pouco isso.
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Este é o do Zero Topo, o podcast que conta as histórias e os desafios dos homens e mulheres
por trás das maiores empresas do Brasil e do mundo.
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Antes do episódio de hoje, temos um recado de um dos nossos patrocinadores.
O do Zero Topo é um oferecimento de XP banco de atacado.
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É uma história muito comum.
Três amigos adolescentes resolveram se juntar para tentar descolar uma grana.
Eles fizeram alguns testes, chegaram a tentar produzir lesmas para vender escargou.
Mas não deu muito certo.
Eles resolveram então investir em camisetas esportivas.
Os três afinal de contas eram esportistas, o Fred, o Beto e o Ricardo.
Eles se juntaram e criaram em 1988 a Trekking Field.
Em 1990, abriram a primeira loja no Shopping Jardim Sul.
Desde então, a empresa só cresceu.
No ano passado, fechou o ano com 360 lojas, já vendeu mais de 1 bilhão de reais em 1 ano.
E é hoje a maior produtora de Corridas de Rua da América Latina.
Quem é o meu convidado de hoje é o Fred Wagner, um desses três amigos, que vai contar a história da empresa.
E você que está nos assistindo, deixa o seu like e se inscreve no canal, se ainda não for inscrito.
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Em 2024, eu garanto que serão muitas novidades.
Uma delas é o Meteodinis, que vai dividir comigo a bancada do zero-autorpo de vez em quando.
Então, Fred, muito obrigada por estar aqui hoje, ter topado o nosso convite para contar um pouquinho
da história, da história da Tracking Field e eu queria que você contasse como que começou essa história,
porque pelo que eu vi, pelo que eu assisti, pelo que eu li, começou como três amigos adolescentes
querendo ganhar um pouco mais dinheiro, é isso mesmo, como que foi a história?
É, isso foi bom. Primeiro, muito obrigado pelo convite, é um prazer estar aqui também.
Sim, começou três sós, três amigos, então, no ensino médio do Colégio Santa Cruz,
ele começou efetivamente vendendo camiseta de mão e mão entre amigos.
E vamos assim, a raiz do que a gente faz hoje começou ali, né?
Depois, a gente começou a fazer prova de livro para várias marcas de surf na época,
escalando um negócio, acho que tinha uma necessidade dos três de realmente fazer um negócio próprio,
tinha um pouco da nossa natureza.
Mas, mas vocês antes, antes de chegar nesse próximo passo aí,
vocês chegaram a testar outros negócios, antes, ou foi sempre camisetas para a esporte,
que era uma coisa que já tinha vim.
Eu vou te falar, não dá pra falar que a gente não chegou a testar,
a gente tinha um pouco essa, esse é, vejo, empreendedor, eu e o Beto, um dos sós,
dos anos, a gente chegou até a fazer uma criação de cargou, acredito se quiser.
Uma criação de cargou na década de 80.
Na casa do Beto, você vê como que faltava planejamento estratégico,
quando que a gente poderia pensar em consumir de cargou no Brasil na época.
Mas quem sabe, vocês não estavam começando um niche diferente.
E daí acabou que a minha história engraçada, até acabou que uma pessoa lá na casa
dele deixou aberta a gaiola e os cargos fugiram todos e acabou nosso negócio.
Até hoje, acho que na região, onde a mãe dele morava,
deve ter esse cargosando naquela região.
Então quer dizer que vocês começaram esse empreendimento de sucesso,
que é a track-in-field, com uma criação de lesmas que fugiram.
Exatamente. E daí a gente. enfim, isso é a gente tinha 15 ou 16 anos.
E quando com 18 anos, a gente realmente começou a pensar que a gente precisava ganhar o nosso dinheiro,
precisava ter uma independência, acho que cada um, enfim,
historicamente tinha uma razão para querer ser independência.
E a gente começou no Santa Cruz, efetivamente vem de camiseta de mão e mão,
daí começou a escalar fazendo confecção para marcas de surf no Brasil.
Também a gente percebeu que era um negócio meio complicado,
enfim, a marca sempre reteniu um pouco mais da lucratividade dentro da cadeia.
E daí apareceu oportunidades através do tílio de um dos sócios meus,
que, efetivamente, comprou uma loja no shopping de out de sóter mesmo antes,
a gente sabia o que a gente ia fazer, porque eles tinham relacionamento com o pessoal da morro vermelho,
com asca-margo. E a gente acabou. os três eram atletas, portiços,
a gente decidiu fazer uma marca esportiva no Brasil.
Terecente aqui na época no Brasil, as pessoas corri um de bordo de sortos de surf,
ficamos entre jogudão. Não tinha ainda, por mais que existia uma presença das marcas internacionais,
na época as marcas internacionais estavam mais presentes em outros tipos de artigos,
futebol. E a gente foi fazer uma pesquisa na califórnia na época,
a gente pegou um pouco de dinheiro prestado, alguns, o Beto vendeu o carro dele,
e a gente inspirado numa marca de triato,
quando começou a lançar a truck-and-field na época, a truck-and-field, num shopping novo,
uma marca nova, então foi um desafio bem grande.
A gente ficou praticamente dois anos no vermelho, aprendendo, aprendendo o cara vareja,
aprendendo o cara com fecção. E em 92, a gente abriu uma loja negotemí,
foi quando realmente a gente reformulou a marca, mudou o mix, aprendeu um pouco de atendimento,
trouxemos métodos até com o pessoal que hoje o Marcelo Marcos Carvalho dancar,
eles, na época, eles deixem uns direitos do Friedman, que era um tendimento de vendas,
a gente implementou tudo isso na truck-and-field do Ego Atemi,
e ali, efetivamente, deu uma virada, e dente começou a expandir,
então, a gente expandiu o Shop Morumbi, Campinas, Curitiba, a gente começou a expandir
com lojas próprias, durante muito tempo, chegamos até 45 lojas próprias,
e daí eu fiquei um tempo fora nos Estados Unidos, impendendo em outra coisa,
terei um tempo pra mim, e quando eu voltei, a gente implementou um projeto de começar
o nosso projeto de franquias, que acho que tem várias coisas de acosistema diferenciados,
assim, a gente tem uma relação muito próxima com os nossos franquiados,
e, daí, realmente, a gente escalou o negócio para as 300 e quantas 360 lojas que a gente tem hoje,
e acho que a gente, obviamente, teve também uma felicidade
de navegar o mercado onde o Elnest cresceu muito, acho que o mercado de Elnest,
de Atlasger, ele cresceu num ritmo muito mais rápido que a moda de modo geral,
ao longo desses anos todos, inclusive na pandemia, acho que muita gente ficando em casa,
que acabou ir no buscar o corpo mais confortável, e buscar saúde, então, ampliou muito o consumo
do tipo de modo que a gente vende, e também foi, acho que aprendendo dentro do nosso dinheiro,
como construir marca, como ter um relacionamento diferenciado com a nossa base de clientes,
uma empresa muito centrada na relação com o consumidor, e muito, uma empresa muito de acosistema,
a gente tem fornecedores de muito tempo, a pessoa que estampou nas camisetas lá atrás, hoje, nós,
o maior fornecedor de estamparia, várias pessoas que começaram lá atrás,
trabalhando dentro da empresa como costureiras, hoje são donas de facções que fabricam para a gente,
a gente tem uma coisa muito grande na cadeia produtiva de acosistema e com franquiados,
também, relacionamento com o shop, acho que o atruggerfield tem, e mesmo funcionários,
a gente tem uma empresa de relacionamentos longevos, a gente aprendeu como construir isso no tempo,
e acho que é uma coisa que tem, na minha opinião, valor muito grande, e ao mesmo tempo,
a gente também teve uma visão de investir nessa verba de marketing e infraestrutura
para nossa base de clientes, por causa disso, então, isso também foi que a gente descobriu que em 1994,
a gente organizou a nossa primeira corrida de rua, a primeira truck entrance foi em 2004,
mas em 1994, já fez uma corrida de rua no três provas, no parque do Brapoera,
vamos ver, foi o embrião do que hoje é a TF Sports, que acho que é o maior organizadora de eventos da América Latina,
a gente faz quase, esse ano a gente deve fazer quase 3 mil eventos,
em turn line offline das mais diversas modalidades.
E vocês são também os maiores promotores de corrida de rua da América Latina,
a gente estava conversando aqui antes de conversar.
É, a gente tem o Santé Netro, o que é no filme do Antifírus,
que acho que é o maior circuito de corrida de rua da América Latina,
e que tem a interessante, que são quase 200 mil corredores no ano,
pelo Brasil inteiro, e é um circuito de rua também diferenciado.
A gente busca até o conforto do consumidor, não é uma prova que vive,
a premiação de competitiva, uma prova participativa, a ideia é conectar as pessoas
ao estilo de virativo e saudável, que é a missão de todos nossos empresas, é a missão
na troca em fio, na missão da TV Sports, a missão da TVC, que é nosso fudo em marketing,
sempre é conectar as pessoas ao estilo de virativo e saudável, através da alimentação,
fazer esporte ou da moda que a gente vende. E o Santander Troca em Furodora do Siljo faz
parte desses assets que fazem isso, a gente tem também o Open de Bistones, que é nosso torneio
de bistones que a gente tem 54 tapas, tem os experiences que são provas de menor porte
em uma das mais diversas modalidades que a gente faz pro Brasil, com mais de 40 modalidades
diferentes, dezica, caroagem, fight, yoga e fim a gente tem várias modalidades dentro
dos experiences e a gente tem o continuo em movimento, que foi uma iniciativa que a gente teve
durante a pandemia, com todo mundo em casa, a gente transformou a empresa, uma empresa
que promovia aulas online, gratuitas, pessoas que querem ativas em casa. E durante a pandemia,
sempre 75 mil pessoas fizeram aulas em casa, de graça, e a gente conseguiu manter todos
os treinos, também ativos, nessa época em casa dando aula, foi a iniciativa e a pequena
contribuição que a gente conseguiu dar naquele momento tão difícil. E hoje continua,
a gente continua com essa iniciativa, agora tentando ampliar mais para lugares remotos e
também para pessoas que às vezes não têm tempo para o outdoor fazer a esporte, apesar
que ir para o outdoor fazer esporte é um trend que está muito forte hoje em dia,
todas as nossas provas são super lotadas, as pessoas estão querendo mesmo se relacionar
e para a rua e fazer esporte a alguma maneira. E tudo isso começou então a esse embrião de
investimento em eventos esportivos foi em 94. 94 foi a primeira prova que a gente fez
junto com a Ivian, até a gente encontrou uma notícia, encontrou uma notícia por acaso
na folha de São Paulo, a respeito dessa prova e o track and field run series mesmo ao
circuito começou no vila lobos em 2004, de ser 20 anos de braço, em todas as provas
têm uma senatura, 20 anos de run series e tem umas surpresinhas a especiais para quem
me participa. Olha o spoiler, vai ter uma agora esse final de semana. Eu acho que tem
todos os finais de semana praticamente no Brasil, tem mais de uma para o final de semana,
esse final de semana tem vilalobos e João Pessoa. E de onde que veio? Então foram muitas
iniciativas, mas de onde veio essa veio a empreendedora de vocês? Começou ali com os cargos,
mas vocês três, você é o Ricardo e o Beto, vocês tinham empreendedores na família,
vocês tinham pessoas que influenciaram vocês ali no começo do negócio? A gente sim,
tem exemplos de empreendedores na família, meu pai era empresário, o pai dos nossos
também eram empresários, tal, mas eu acho que o empreendedorismo partido muito da
necessidade nossa de querer ter uma coisa dependente, acho também de alguma maneira,
os três não tinham muito perfil de executivos, acho que não se encaixariam dentro de um
plano de carreira, acho que em empreendedorismo eu sou até mentor de endevor, eu falo muito isso,
você tem que identificar em você se você tem mais perfil de carreira executiva,
uma carreira mais arriscada de empreendedora, a vida da empreendedora, uma vida mais
um pouco mais arriscada, às vezes tem que tentar uma, duas, três vezes, que tem que aprender
a ir rar e arrumar rápido, tem mais risco, então eu acho que a gente, de alguma maneira,
os três sóços tinham isso e muito complementar os sócios, até a gente tem uma coisa que um
é correntiante, a própria necessitação polina, a gente é realmente complementar, mas também
deve ter algumas disputas ali, porque a gente está a faz parte do, ela motiva você também,
eu acho que dentro da dinâmica de uma sociedade, obviamente que tem alguns
valores que são innegociáveis, a ética, a copanherismo, o apoio e tal, mas as disputas
que são naturais, acho que elas acabam sendo um motivador para você querer provar que está certo
e fazer com que a empresa talvez desenvolva no ritmo mais rápido, então, acho que essas disputas
não são ruins, não, acho que se você tem três sócios que pensam de uma forma muito parecida,
primeiro tem mais risco de rar, e depois tem menos essa dinâmica de um, querer mostrar
para o outro, que alguma coisa pode dar certo e acho que isso ajuda bastante na rota do
empreendedor, então na vida de empreendedor. E como que vocês trabalharam juntos durante esse
tempo, porque você falou também que vocês foram começar um negócio, porque não tinham muito
um perfil de executivos, mas em um momento vocês precisaram virar executivos, da empresa
cresceu, e aí não tem como, tem que virar executivo, tem que fazer sucessão, tem que trabalhar
em liderança, gestão, como que foi isso? Eu acho que a gente foi aprendendo ao longo do
tempo, né, bastante tempo, né, a empresa tem 35 anos, então a gente aprendeu bastante
como tornar, é algo assim, acho que a gente natural que a gente tem uma coisa única, a gente
aprendeu como tornar a empresa, né, profissional, né, com governança, acho que a empresa é
muito forte, a gente tem uma cadeira da Gabi Baungarde, que é super forte de governança
do nosso conselho, a gente tem uma preocupação muito grande com isso, mas ao mesmo tempo a gente
tem um founder mentality lá, entendeu? A gente mantém na empresa uma coisa de cabeça,
de fundador, de prestar atenção no negócio, de querer urgência nas soluções, as coisas que
fazem com a empresa e torne mais eficiente, então, eu acho que essa mistura de você ter essa
profissionalização, essa governança, junto com a cabeça do fundador de tornar as coisas
urgentes, eu acho que é muito boa, é uma combinação boa, eu gosto muito, eu prefiro isso
do que Big corporations, né, que às vezes se tornam, a gente vê casos interessantes,
a gente vê, por exemplo, Intel com o NVIDE, agora, né, coisas que empresas que viraram
no Ormes e que não têm mais o poder da reação, parte de uma empresa que talvez tem um pouco
mais o via empreendedor dentro dela, né, enfim, tem vários outros exemplos, né, vários
outros empreendedores no mundo que mostram para a gente que essa cabeça de fundador é importante.
E mas você estava falando também, né, que durante a pandemia vocês conseguiram desenvolver
alguns negócios, conseguiram fazer algumas coisas, mas também durante a pandemia vocês
viveram um processo muito específico dentro da empresa, né, porque vocês estavam se preparando
para fazer o IPO, não, precisaram adiar um pouquinho, então foram quase dois processos
já IPO ali, né, que começa para, começa de novo, né, os bankers falaram que foi um
preço que mais foi refeço do União com investidores da história deles de um processo,
porque eu acho que a gente fez 100 e 70 reuniões, porque a gente fez duas vezes, primeiro
a gente fez o Nondil para testar o mercado, a gente fez o Roadshow, e daí no meio do
paroio depois a gente refeixou o Roadshow, né, então a gente, acho que fez, mas a história
interessante assim, a gente, em 2018, os sócios na gente, a empresa já tinha um porte grande,
mas a verdade era uma empresa limitada com um contrato social de 1988, né, o que a gente
era, a gente nunca mexeu, nunca a gente nunca tirou o contrato social da empresa da Gaveta
desde 1988, e daí a gente tomou decisão fácil, olha, a gente tudo bem, estamos três aqui,
os três eram 50 anos naquele ano, é pra ser só que a gente tem que pensar assim, a gente
precisa preparar a companhia para um novo ciclo, né, e em todos os sentidos, né, preparar
para a ter capacidade de atrair executivos, preparar para a próxima geração, a gente conseguir
tornar a empresa perénea e fazer a sessão, o que um dia a gente vai ter que fazer de qualquer
forma, e do jeito que a gente estava fazendo já aqui, a gente, enquanto a gente está aqui
tudo bem, mas o dia que a gente vai mais aqui, grande chance, a gente tem um problema grande,
ainda aí a gente decidiu fazer a profissão da nossa onda empresa, a gente trouxe um executivo
para ser o CO, os três sócios foram para o conselho, a gente montou um conselho profissional,
aí a missão na época era a gente abrir capital da companhia em 18, em 5 anos, então a gente
abre em 23, o capital da companhia, a gente começou a realmente fazer a nossa solução de
caso em relação a processos, auditoria, governança, e ao mesmo tempo crescendo como a gente
estava crescendo com franquias, e daí em 2019, o mercado meio que deu uma virada para
permitir a abertura de capital para empresas menores, e a gente viu aquilo como oportunidade,
e a gente começou a, enfim, vai ter engraçado o processo, o nosso CO foi para o Summit em Portugal,
e daí os acionistas fizeram uma reunião com o pessoal do BTG do Pinhard Net, São Paulo
protestar, e daí eles falaram que dava quando ele voltou para, que bom que você foi no
momento a gente vai abrir o capital da companhia, na Corranda, na IR23, agora, aí a gente começou
a efetivamente os processos de auditar, de crescer, de conversar com vestidores, desculpa,
lá no ano 19, e foi muito rico assim, eu acho que as conversas com vestidores a gente aprendeu muito,
e uma coisa que desde o começo a gente sempre pensou assim, a gente vai abrir capital, a nossa
empresa abre o capital, num formato diferente, né, a gente é nível 2, ela tem super preferencial,
porque a gente tem realmente os cabeços de fundadores, a gente queria proteger esse estratégio de fundadores,
e conversando com vestidores, a gente vai fazer as projeções, e vão a gente fazer as projeções reais,
conservadoras, porque, obviamente, que sempre, acho que, de um modo geral, a pessoa que
é abricado da companhia, que é maximizar a operação de oferta, e a nossa cabeça não
era essa, a nossa cabeça é, a gente não precisa maximizar, mas porque a gente pulou, vamos
fazer o step de ter um praveréco de aqui, a gente fez tudo até agora nós mesmos, então
vamos fazer, realmente, colocando o investidor também no ecossistema, assim como a gente
tem um franqueado, assim como a gente tem em nossa cadeira produtiva. E foi isso efetivamente
que a gente colocou aqui a gente fez, a gente colocou uma projeção real do que a gente
ia fazer, e executou até melhor do que a gente ia executar nos anos, então acho que isso
que acabou trazendo bastante credibilidade dos investidores em relação a o que a gente
está fazendo, a gente tem uma relação muito boa com os investidores, e isso tentou a empresa
companhia mesmo nessas crises que a gente tem nesse momento. Mas a gente veio fazendo o processo
de Roadshow, e quando a gente estava embarcando pro Europa, o dia seguinte fecharam as trezenas
na época, acho que 280 lojas, e a gente falou que esquece o IPO, vamos fazer uma surpresa
sobre ver, acho que teve uma grande alavanca, assim de desenvolvimento de técnicas digitais
de venda, a sua social selling, uma canalidade que a gente implementou, hoje a gente tem quase
90% de nossos vendos online, são chipadas por loja, a gente tem um social selling muito forte
por WhatsApp, então a gente tem uma desenvolver a habilidade de tornar a empresa viável, com todas as
portas fechadas, e acho que isso recuperou rapidamente muito por conta do nosso ecosistema,
então na época a gente chegou para os nossos franquados, assim, sabe quantos a pagada tem
a pagar para mim, esquece ele, a gente está progando tudo noventa dias, foca em novas
formas de venda, foca em no nosso consumidor, então a gente também criou muitas coisas que na época
permitiram a companhia voltar a crescer e pegar também um mercado que cresceu muito com a pandemia,
interessante que na época a gente tinha um grupo de amigos varigistas, né, então, e é interessante
pensar nesse grupo, porque o grupo era o Roberto do grupo Soma, o Ronin da Reserva, o Berin da
Shoda, o Richard Aramis, daí a última pessoa da soque, o bento da soque, e eu, né, e era um grupo que
a gente se reunia uma vez semana para falar tudo o que que estava fazendo e o que estava dando certo,
você vê como, tinha um união ali de, né, de varigistas, né, e a gente chamava o grupo de
Survive em Covid, e a gente sobreviveu todo mundo, né, de alguma maneira, de outro todo mundo sobreviveu, a gente
aprendeu muito com o outro e ajudou muito um outro a implementar coisas que estavam funcionando, então,
você vê que mesmo em relação ao mercado a gente tem esse viés, acho que esses empreendedores que eu falei
também são pessoas muito legais e muito protivas e acho todo mundo de alguma maneira se beneficiu dessa
relação, né, então a história legal é isso, e o grupo existe, então o grupo Survive em Covid depois que
o grupo só uma compro é a Eren, que deu uma parada, mas acho que agora com a junção todos nós
acho que a gente pode voltar, então eu vou dar uma promovida, eu vou provocar lá e eu acho que tem tudo para
a gente continuar, pessoas muito legais aí. É um super grupo mesmo, né, Michel, pra participar, eu
encontro aí. E daí a gente foi proferta, não foi fácil também fazer oferta porque estava muito volado
no mercado, o grupo Mateus estava indo para o mercado na mesma semana que a gente teve que adiar
tal e teve um momento na abertura que foi um momento decisivo onde a gente com os bancos, os bancos
estavam meio seguros e a gente conseguiu convencer junto com os investidores que estavam corando na
época, que a gente tinha que iniciar o processo mesmo, acho que numa semana que é o mercado já
cair do durante três semanas todo dia direto, né, e eu até brinquei, olha, isso aqui é a tempestade, depois
da tempestade vai vir o mar azul, não vai ter ninguém, né. E aconteceu isso, o mercado deu uma melhorada
duas semanas antes de conseguir o bricapital, a gente brincantinou a janela não estava aberta, a gente
foi na fresta do IPO e a gente conseguiu na bricapital foi muito bom. E esse processo de ter
empresas de capital abertos, relacionado com investidores, relacionado com o mercado, tem sido muito
bom, acho que para a companhia e para todos os envolvidos, né, acho que os executivos hoje têm
atenção, tem um comprometimento, os investidores também têm uma relação muito próxima conosco, e os sóços
mesmo, enfim, a gente hoje tem um acordo de açudista e a gente tem uma relação muito bom, então, acho que tem
alguma coisa nesse processo todo que você faria diferente. Não, não, tem uma, né, eu até ouvido um podcast
do Bill Beckman, essa semana muito interessante com Lex Friedman, não sei se já viu o podcast, ele é muito
muito, isso aí eu acho que antes ontem ele fala, né, ele teve também um Bill Beckman, teve um momento
muito difícil dele, né, que ele praticamente quebrou e voltou totalmente, né, daí faz exatamente essa
pergunta que você fez para ele, e ele falou uma coisa que eu achei interessante, falou que eu fiz para
trás e me trouxe no momento que eu estou, né, qualquer coisa que eu mudasse dentro da minha história, eu não seria
onde to, então, eu acho que a gente está no momento tão bom, e está todo mundo assim, de uma forma tão realizado,
e acho que a empresa também está no momento tão bom que qualquer coisa que eu mudasse, mesmo que fosse
boa lá no momento, talvez pudesse ter um reflexo diferente do que a gente está hoje, então eu acho que
a gente de alguma maneira a gente não se arrepende de nada. Mas você, você teve uma mudança mais profunda também
em ultimo ano, né, você saiu do dia a dia da Joaquin Field e assumiu a frente da ATF Sport, como que foi essa
mudança para você, porque você também é uma mudança de rotina, né, de visão, do que olhado o negócio,
e qual é a sua visão para os próximos anos da ATF Sport? Legal, vou te contar, mas é interessante, porque eu tive algumas mudanças,
muito para o conselho lá atrás, né, em 18, e daí acabou que, depois da pandemia, fui convidado para o conselho
para voltar a ser seu da ATF do mandato de dois anos, e natural, o movimento natural do tracanela sumiu como seu da
ATF, e vamos dizer assim, protegei e desenvolveu o cor, né, que acho que o tracanela, que é o nosso efo, virou-se agora, um cara muito
competente para esse. Eu, particularmente, tenho uma atração muito grande por negócios menores, assim, né, eu gosto de
negociar onde a gente tem mais agilidade, com mentalidade de start-up, com um mercado de novos, com desafios,
ciclos de testes que têm que ser mais rápidos de testar coisas novos, então, a gente, efetivamente, até
F Sport, é um start-up dentro da Tracanfield, né, a gente tem essa mentalidade, inclusive, de como desenvolver até
os portos como start-up, é uma plataforma que tem mais 600 mil usuários hoje, quase 700 mil usuários, dentro do app
de F Sport, que a gente deve abrir essa plataforma cada vez mais para ser também um ecosystem de wellness, né, então,
a gente, é um marketplace hoje de eventos, né, todos esses ácidos que eu te falei, mais eventos organizados
para treinadores que podem organizar e publicar na plataforma, a gente tem o TFML que é nosso marketplace de artigos
esportivos, tem o TFC que são as lojas de Fudan Market, que a gente abriu em algumas lojas em São Paulo, que a
gente também está digitalizando ela e a nossa marketplace de alimentação e experimentação, e a gente também está fazendo
algumas testes em saúde, né, em serviços de saúde, a gente tem uma parceria com Einstein grande, a gente tem parceria com
qualquer club, e a gente quer tornar essa plataforma no ecosystem onde a pessoa se fraçone para todas essas, esse
conjunto de atividades que ela faz no dia a dia, né, dele comprar comida saudável, cuidar da saúde, praticar esporte e
transportivos, né, então tudo isso fica dentro do TFSparks, tudo dentro do TFSparks, né, e entre a canfio do Continue como VP de
estratégia novos negócios, porque o café é o TFC que é um negócio de rocanfio do que cuida também, toda essa parte de
novos negócios que acho que é o que eu gosto, né, de testar novos conceitos, testar novos produtos de uma forma rápida,
é o que eu tenho feito, então cabeça de start-up, né, vamos dizer assim, é um empreendedor cínio, vamos falar assim para não
falar a veteran, eu sou empreendedor cínio, e outra canela está efetivamente com uma cabeça de desenvolver, também
em cor de tracanfio, de continuar com o crescimento de altos dois dígitos que a gente sempre cresceu,
continuo ao processo de expansão de novos lojas, que é um processo importante nosso, reformas de loja e cor de tracanfio,
então acho que foi um movimento natural para ele, e para mim muita satisfação de poder estar no lugar onde eu estou fazendo realmente o que eu curto,
que é desenvolver empresas menores e tornar elas, tornar projetos novos realidade.
E antes de começar a falar de futuro que eu já tinha perguntado uma verdade, mas antes de retoma isso, eu queria
voltar um pouquinho no passado e perguntar onde vocês olhavam, quem era o benchmark de vocês quando vocês começaram,
porque quando vocês começaram era uma coisa nova, era um bicho diferente no Brasil, não tinha lojas de esportes aqui,
de roupas para esportes desse jeito, então você falou que vocês fizeram benchmark lá na Califórnia, né,
para lá, para olhar isso, mas tinha alguém aqui no Brasil para vocês se espelharem, até para. Márcas e triatam, lembra que tinha uma marca de um tratilégio que chamava Scott Tindley,
que era uma marca que a gente foi visitar uma pequena lojinha que ele tinha em rante em
Tom Beach para ver o tipo de material que ele estava fazendo, que era um material muito
mais americanizado do que o mercado brasileiro, acho que aceita, e acho que foi muito nesse
processo de tentativa e erro, então a gente, por exemplo, foi a primeira marca que colocou
BituAir junto com um esporte suéreo numa marca na época, todo mundo vendia BituAir em
lojas de lingerie, então ela joguei que vendia, essas marcas que vendiam BituAir e algumas marcas
que estavam surgindo na época bumbu no rio, salim, essas marcas que eram pure players de BituAir,
e a gente foi a primeira marca que combinou esporte e BituAir, então acho que sempre teve
esse viés de testar coisas novas, obviamente que a gente olha pro mercado para entender,
né, ter uma leitura do que o mercado aceita, tá uma CV mesmo hoje, né, hoje a nossa marca
que ela tem, efetivamente, um fuda no market dentro de uma loja de esporte, com uma cafeteria
que serve multiprodução aturais, cheques de baixa glissemia, no meio de uma loja de esporte,
e nessa loja de esporte a gente tá começando a implementar para o venidor também poder vender
eventos e serviços, então esse conceito é um conceito que não é um conceito fácil de
você implementar e que não tem benchmark no mundo, mas a gente sim, a gente foi criando
vamos assim as peças, cada uma delas inspirada em conceitos internacionais, né, então sim
tem cafés que a gente olhou de pesquisa para ver um pouco de dinâmica de produtos, talvez
não tão saudável, então tem uma cafeteria em bosta, um super legal que a gente foi, né,
e daí inspirou, a gente falou, qual que seria a cafeteria, né, o fuda no market saudável
que a gente quer criar e que tipo de produtos que a gente quer colocar, que criou TFC, mas
não que o TFC combinado com o track and field combinado com TF Sports, entendeu, então
eu acho que isso efetivamente foi uma coisa que a gente desenvolveu internamente e um pouco
da nossa natureza de testar coisas novas, e falando um pouco do presente também, qual
que é a situação atual da empresa, né, você tem, você falou mais de 360 lojas, já
venderão mais de 1 bilhão no ano passado, né, foi em 2022, 2013, 2012. 2022, então já
to atrasada aqui nas minhas dados, qual que é o panorama atual da empresa hoje?
O panorama assim, né, acho que track and field continua com um drive de crescimento muito
forte, né, acho que o mercado de wellness como um todo vai crescer muito, né, então
acho que quando olha para o track and field tem que olhar para o mercado de wellness,
e acho que um caminho sem volta, as crescimentos, as pessoas serem mais conscientes em como elas
praticam o sport, se alimentam e se vestem também, obviamente, para praticar o sport e cuidam
da saúde, né, então acho que essa questão da saúde é uma questão que a gente cada vez
mais vê uma preocupação e também uma disminação desse conhecimento do que é saudável,
né, a gente estava conversando um pouco antes daqui, né, do que é saudável do que não é,
acho que tem muito conhecimento que está surgindo agora, né, de qual que talvez seria a forma
correta de você cuidar do corpo, e acho que essa é uma tendência de crescimento muito forte,
acho que a track and field está muito bem posicionada em todos esses mercados e também querendo desenvolver
insetivas dentro desses mercados todos, né, então, eu acho que como posição é isso,
a gente tem uma demanda muito grande de abertura de lojas, continuamos abrindo, a gente está abrindo
de uma loja, um teste, uma loja junto com o ecosistema de esportes em cascais, em Portugal,
daqui a dos semanas, e essa loja que a gente vai abrir, ela vem junto com um etapa do torneo
do Open de Bixtenis, um desafio dinado, um que vem de Lisboa até cascais nadando, né,
vai ter uma travessia que vão fazer lá, que a gente vai meio que esponso, de tudo isso junto com a loja,
só fazer o teste desse ecosistema também, agora em Portugal, que é uma possibilidade também
de a gente olhar outros mercados por a gente começar, olhar, para levar o ecosistema.
Então a internação de analisar mesmo.
Mas eu não acho que ainda a gente pode falar que a gente vai entrar na show do app, porque a gente tem muita,
muita estrada pelo Brasil, para que a gente sementem, muito demanda do Brasil, a gente vai fazer um teste,
né, é um, de novo, é um POC, é um POC para a gente ver, a gente não gosta de, né, porque quando fala
de track and field de estratégia macro, né, a gente gosta de falar de estratégias mais consistentes,
mas a gente precisa ter esse drive de sempre testar coisas novas para a gente, né, porque acho que
tem muita marca que acaba sendo muito conservadora em ou não testar coisas novas, ou só copiar o que já deu certo,
né, de geralmente essas marcas elas sempre estão um pouco atrás, né, porque elas viram tão, primeiro,
nunca são as primeiras a fazer, né, e quando, quando, não é isso, não fazem coisas novos,
e ficam conceitos que ficam meio que parados no tempo.
Então acho que ter esse drive de testar de novo é muito importante, acho que é uma coisa que a gente tem com,
a gente pode falar que a gente faz bastante, assim.
E uma das coisas que a gente estava conversando até antes de começar a gravar que você se to aqui,
é dessa coisa da alimentação, né, uma coisa que te interessa bastante, então conta um pouco pra quem tá ouvindo,
como se ele é essa conversa.
Tem 3 horas pra se conversar, só a gente conversa.
Eu tenho, enfim, uma disciplina grande alimentação, né, eu contou a loba bastante mega semia, assim,
num serviço pra, né, com um monitor continuo de glikose, pra entender o que faz mesmo o meu corpo não faz,
e até o meu sócio recardo agora, né, virou meu cliente, eu tenho. Já começou um novo negócio, né, Fred não consegue estar começando o negócio novo toda semana.
Mas aprendi muito também a alimentação, eu acho que refleti um pouco nos produtos que a gente põe no TFC,
no TFC a gente tá colocando agora uma bateria só de que a gente chama de Spike Free, né,
que não tem Spike e o SM e que o Nordaxe come, e temos também começando um projeto social dentro de Tracking Field agora,
fora de Tracking Field, mas Tracking Field apoiando junto com outros parceiros que é pra educar,
educar as pessoas como se alimentar direito, então, eu acho que tem uma coisa nova em vindo nessa área,
também de alimentação que é, realmente, isso é verdade, me interessa bastante.
É um estudioso também, né, você gosta de estudar, né, né?
É, eu gosto de aprender, né, assim, lá.
E você acha que pra onde que a gente vai, então, com esse setor de wellness,
pra onde vai começar a olhar, falando de futuro mesmo, fazendo um exercício de futurologia aqui,
será que daqui a pouco outro, Tracking Field vai ter esses dispositivos vestíveis pra começar a monitorar a Glycemia, por exemplo?
Não, eu acho que assim, né, é um conjunto de coisas, né?
Eu acho que a Tracking Field através do marketplace a gente vai poder oferecer uma consulta com o nutritionista,
eu consegui oferecer serviços de exames de impedança, a recouvre, até mesmo vender produtos como esses produtos que estão surgindo de
o mentoramento de glicoso, mas eu acho que, e a gente tá falando no micro, né?
Com o tendência de mercado, eu acho que a Tracking Field vai se posicionar de uma forma que quando você pensar em
o elmes, pensar em fazer uma transformação na tua vida, pensar em estar saudável, de alguma maneira,
você vai se relacionar com a gente dentro do nosso plataforma, né?
Então, acho que a cabeça é um pouco essa, então você vai praticar a esporte dentro dos nossos eventos,
você vai comprar nossa roupa pra praticar, você vai se alimentar, poder comprar produtos da gente,
vai poder falar com médicos, vai poder falar com profissionais ou serviços que traduzam esses seus forcios,
e a gente vai ajudar você a se conectar com esse estilo de vida ativo e saudável, nossa missão.
E nessa trajetória de vocês começou em 88, né?
Nesses anos todos, qual foi o momento mais difícil pra vocês? Qual foi o obstáculo que vocês,
maior obstáculo que vocês precisaram?
Eu vou te falar assim, difícil falar o maior obstáculo, passou por tudo, né?
A gente passou pela o RVE, a gente passou pelo congelamento lá da. Nas poupanças?
Nas poupanças, a gente passou por todas as crises, né, que não foram poucas, tal.
E. Então assim, é difícil falar um momento, teve um momento que a gente estava. A gente tinha. Até é um pouco do nosso deniagem, não ter dívida na companhia, nas companhia. Além de fluxos de carte positiva, ela é zero dívida, porque a gente teve uma época que a gente se individeou e quase o negócio acabou
pro contrato de dívida com bancos, né?
E a gente. No Brasil que na época, os juros eram muito altos, a gente. Foi bom que a gente fez pequeno, então a gente aprendeu, né?
Não ficou com uma grande dívida assim, então eu, nossa mentalidade é essa, a gente fazer tudo isso, que é quando eu falo, né?
Tem muitas iniciativas, não é também aprender a fazer isso com o capital próprio, não se lavancar, né?
A gente não curte muito a ideia de ter uma empresa lavancada, né?
E a gente tem um modelo asset light, que funciona muito bem, e tem todo um ecossistema ganhando dinheiro junto com a gente que está ótimo, né?
A gente está feliz com isso também.
Falando desse ecossistema, você falou que tem uma relação diferente com os franqueados, né?
Que isso foi desenvolvido lá atrás quando vocês começaram, como que é exatamente isso?
Tem uma relação com os royotes, né?
Não só isso, a gente tem uma proposta de valor muito interessante com os franqueados, onde. Várias coisas que a gente faz dentro dessa estrutura de franquia são alinhadas para o lucro ser feito só no momento da tendo dação cocliente, né?
Então a gente tem uma visão de não suave. superestocar o franqueado, de socobra-hoids, no celote, de envolver os franqueados em comites,
onde eles falam dos prunos que tem para a gente tentar resolver, de ter uma relação pessoal
com eles também, porque a gente, de se eu te falar aqui em um número grande dos franqueados
que tem meu WhatsApp, quando precisam falar comigo, falam e não falam tudo a hora, falam
quando realmente precisam. Então tem uma relação muito boa de respeito e acho que é uma
coisa muito legal, acho que talvez um dos grandes acetes que a Trocanfil tem são essas
relações, que acho que franqueados também, mas investidores, fornecedores, acho que
a gente tem um dia vai ser legal, ouvir um pouco, eles falando assim como a gente tem
escuidado, então em momentos difíceis, a gente também olha, se tenta sentar na cadeira
dele, está hoje, obviamente com responsabilidade, mas vale para todos os lados e acho que é
muito legal, vamos crescendo juntos, e Fred tem algum conselho que você daria para você
mais jovem, quando você estava lá, talvez começando a criação de "scargo" alguma coisa
assim, que você falaria para o Fred de 18 anos que estava começando?
Eu acho que assim, algumas coisas, muitas coisas que a gente aprendeu, em alguns momentos
a gente tinha posições radicais e a gente aprendeu que dá para fazer diferente, então
por exemplo, a gente era muito conto a franquia, numa época apacalolo tinha muitas franquias
no Brasil, e daí apacalolo teve um programa financeiro, porque também pegou as franquias
do Pizza Hut e tal, a gente sempre falou, a gente nunca vai fazer franquia, porque franquia,
e daí a gente fez de uma maneira diferente e a gente aprendeu a não ser tão radical
nessa opinião, então acho que ser curioso, tentar não ter posições muito radicais, ter
bons relacionamentos, se relacionar com todo, é costumo pensando no longo prazo, nunca
pensando só no lucro de mediato, na manhã acho que são coisas importantes, você construir
uma companhia no longo prazo, as companhias que tentam fazer tudo de uma forma talvez mais
agressiva, com posições mais radicais, tal, elas têm um ciclo de vida menor, e a gente
tenta fazer talvez dessa forma, não dá para generalizar, a gente teve também momentos
que a gente teve que tomar decisões mais duras, mais radicais, etc, mas o conselho para
minha é tentar o máximo olhar no longo prazo, ser curioso, ser resilente, e acho que isso
no tempo, e tem obviamente bom ser informar, estudar, acho que a gente tem um pouco, também
essa cabeça de sempre está estudando, ouvindo coisas novos, mas também não pular
em qualquer tecnologia que o mercado inteiro fala na hora, realmente fazer conta, pensar,
acho que tem um equilíbrio, mas eu falaria isso, talvez, e testar coisas novas, sempre,
sempre testar coisas novas, mas também testar coisas, testar coisas novas, em pequeno
porte, não tem necessidade de você, às vezes as pessoas falsem "eu vou dar um exemplo,
eu vou colocar a refeid de, em todos os meus produtos, se envolve colocar um tag de
refeid de, muita gente fez isso no começo das tecnologias quando falava na RF, colocar
em três, quatro, cinco milhões de peças, coloca numa loja e vê como funciona, entendeu,
vê se realmente funciona, se tem benefício, então essas poques que a gente faz, os pilotos
que a gente faz, acho que são muito úteis para você conseguir mensurar, às vezes você
toma decisões muito grandes, você poderia fazer esses testes em um porte menor e com
menos risco, a mesma tecnologia ou mesmo com 6, né, o café a gente fez isso, a gente
fez uma loja, testou, daí foi bem, ou a gente tem nove, então, mas a gente, primeiro
viu conceito, viu reflexo na loja e viu a complexidade de operar um negócio novo,
uma aturação deles, profissionais que tinham que ter com a gente, né, então, muito com
uma cabeça de start-up mesmo, né, MVP, faz ali no produto, testa, às vezes funciona,
acho que tem que ter um pouco essa visão para novas iniciativas, até que você
pode fazer mais iniciativas, né, se não se acaba fazendo uma grande aposta, numa grande
ou risco maior, né, se fazer uma grande aposta, várias apostas pequenas e que funcionar
essa replica, acho que a gente faz lá um pouco isso, Freda, a conversa está muito boa,
mas a gente já está caminhando aqui para os nossos minutos finais, então eu queria saber
se tem alguma coisa que eu não perguntei, alguma coisa que você queria contar, que
a gente não tenha falado ainda.
Eu acho que não, acho que você cobriu maior parte das iniciativas que a gente hoje tem, né,
e a gente não falou da sua dieta, mas agora é um produto do novo, isso quiserem conhecer,
procurei o processo.
Um dia a gente vai vir aqui e fala só dela, né, mas eu acho que a gente cobriu tudo,
é um prazer estar aqui, muito obrigado, muito bom participar e estamos sempre à disposição.
Muito obrigada.
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Udo Zaraotor põe uma produção do Informanei.
A captação de som e de vídeo deste episódio foram feitas pelo Lion Fidel e Henrique Donate.
A edição é do Lion Fidel.
Eu sou Maria Namaro, responsável pela produção e roteiro deste episódio.
Até a próxima história.
Podcast Summary
Key Points:
A Tracking Field foi fundada em 1988 por três amigos adolescentes, inicialmente vendendo camisetas esportivas e experimentando outros produtos como lesmas e cargos, que acabaram falhando.
O negócio evoluiu com a criação de uma marca esportiva inspirada em marcas internacionais, especialmente na Califórnia, e foi consolidado com o lançamento da primeira loja em 1990.
A empresa desenvolveu um modelo de negócio com foco em relacionamentos fortes com franqueados, fornecedores e clientes, mantendo zero dívida e priorizando a sustentabilidade e o crescimento com base em um ecossistema de negócios.
A companhia cresceu rapidamente, atingindo 360 lojas e vendas superiores a um bilhão de reais em 2022, tornando-se a maior produtora de corridas de rua da América Latina.
A empresa investiu em eventos esportivos como o Santander Troca em Furodora e o Open de Bistões, criando um ecossistema de bem-estar que integra esporte, alimentação e saúde.
A trajetória de crescimento foi marcada por uma mentalidade de inovação, testes de conceitos em pequena escala (MVP), e uma forte cultura de aprendizado e resiliência.
O empreendedorismo foi influenciado pela necessidade de independência, com base em valores éticos, cooperação e disputas saudáveis entre sócios que impulsionaram o crescimento.
A empresa está se preparando para expandir para novos mercados, como Portugal, com testes de novos modelos de negócio e serviços integrados de saúde e alimentação.
Summary:
A Tracking Field foi fundada em 1988 por três amigos adolescentes — Fred, Beto e Ricardo — que começaram vendendo camisetas esportivas e experimentaram falhas com outros produtos, como lesmas e cargos. O negócio evoluiu com base em pesquisas internacionais, especialmente na Califórnia, e a ideia de uma marca esportiva brasileira foi consolidada. A empresa se tornou líder no mercado de roupas esportivas e hoje é a maior produtora de corridas de rua da América Latina, com mais de 360 lojas e vendas superiores a um bilhão de reais em 2022.
Um dos pilares do sucesso é a cultura de inovação e testes em pequena escala, permitindo a adaptação rápida ao mercado. A companhia desenvolveu um ecossistema integrado que une esporte, alimentação e bem-estar, com eventos como o Santander Troca em Furodora e o Open de Bistões, que atraem mais de 200 mil corredores por ano. A empresa mantém zero dívida, baseia-se em relações de longo prazo com franqueados, fornecedores e clientes, e prioriza o conhecimento e a saúde como missão central.
Durante a pandemia, ampliou a oferta com aulas online gratuitas e criou um modelo de negócios sustentável. O futuro da empresa inclui expansão para novos mercados, como Portugal, e o desenvolvimento de um ecossistema digital de bem-estar, com serviços de alimentação saudável, monitoramento da glicemia e ações educacionais sobre alimentação. A trajetória é marcada por resiliência, inovação constante e um forte senso de propósito, com a visão de conectar pessoas ao estilo de vida ativo e saudável.
FAQs
Começou em 1988 com três amigos adolescentes — Fred, Beto e Ricardo — que vendiam camisetas de mão entre si. Eles começaram vendendo camisetas esportivas e depois testaram a produção de lesmas, que acabou falhando. O negócio evoluiu quando decidiram criar uma marca esportiva no Brasil, inspirados em marcas internacionais e com base em pesquisas na Califórnia.
A primeira corrida de rua foi realizada em 1994 no Parque do Brás, como um embrião do que hoje é a TF Sports. Essa iniciativa se tornou um dos pilares do crescimento da empresa e hoje organiza quase 3 mil eventos ao ano em todo o Brasil.
A empresa adotou uma mentalidade de zero dívida, investindo com capital próprio e evitando financiamento bancário. Isso permitiu a manutenção da independência financeira e o controle da empresa, mesmo em períodos de crise.
A empresa criou um modelo de franquia com forte relação de confiança e valor compartilhado. Os franqueados têm participação ativa no processo de feedback, e a empresa investe na satisfação do franqueado, garantindo lucros diretos e envolvimento estratégico.
A empresa está construindo um ecossistema integrado onde o consumidor pode praticar esportes, se alimentar saudavelmente, acessar serviços de saúde e se conectar com profissionais de bem-estar tudo dentro de uma plataforma unificada, como o TF Sports e o TFC.
A empresa adota uma abordagem de testes pequenos e rápidos (MVP), como lançar uma loja piloto ou um novo produto em um mercado específico. Isso permite avaliar o impacto com menor risco e replicar o sucesso em outros locais.
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