#176 - Como lidar com medo e insegurança na carreira
25m 50s
O episódio discute como o medo e a insegurança surgem na carreira, especialmente em períodos de instabilidade econômica e mudanças no mercado, como observado pós-pandemia. Os apresentadores destacam que a insegurança é uma reação natural, mas pode ser gerenciada. Estratégias práticas são sugeridas: primeiro, construir uma reserva financeira para seis meses, proporcionando segurança em caso de desemprego. Segundo, realizar pesquisa de mercado para entender a área de atuação e reduzir incertezas. Terceiro, desenvolver autoconhecimento para identificar a origem dos medos—se reais ou fantasiosos—e tomar decisões conscientes. Além disso, é recomendado buscar orientação profissional, terapia se necessário, e cultivar uma rede de apoio para trocar experiências. Adotar uma mentalidade de crescimento, em vez de fixa, e criar um plano de ação estruturado ajudam a transformar o medo em preparação, permitindo navegar na carreira com mais confiança e resiliência diante de imprevistos.
medo e segurança pode aparecer em qualquer momento da sua carreira. Se você quer aprender a lidar com isso, continue ouvindo esse episódio. Olá, seja bem-vindo ao foca no trabalho, com o de cash 15N, onde nós falamos sobre carreira, mercado de trabalho, entregabilidade, medo, insegurança e muito mais. Hoje nós vamos falar exatamente daquilo que você sente, quando tem algo novo para acontecer ou quando tem alguma mudança ali na sua carreira. Eu sou a Brugarcia. E eu sou a Lei Falsarela, e eu acho que esse tema é muito relevante da gente falar, porque eu já vou começar abrindo os trabalhos aqui, bro, que a gente tem que pensar no contexto. E acho que o momento profissional que a gente está acontecendo no Brasil e se ano, com a pandemia, leofes acontecendo, pode acarretar a medo e insegurança no trabalho, e a gente tem percebido, principalmente no linkadinho, sei que isso é uma bolha, que não são todos os segmentos, mas as pessoas estão mais inseguras no seu trabalho. E aí a gente precisa colocar esse contexto na frente, porque isso pode impactar e vai impactar, você vê jornal, você vê que está tendo receção, que a China aconteceu no seu que lá, que a guerra não sei da onde. Então acho que a gente também passou por uma fase na pandemia de muita insegurança, de não saber o que ia acontecer com as nossas vidas, e agora que a gente está voltando para a normalidade, a gente está deparando com algum segmento sofrendo, acho que em especial o segmento de tecnologia que sofreu bastante, que é um segmento que não estava acostumado com instabilidades e com leofes. Então eu acho que é meio padrão, se a gente fizesse uma enquete, acho que vale a pena, a gente depois abre uma enquete, se você sente em seguro no trabalho, a gente não abre antes, para a gente saber se essa resposta seria alta ou não, mas depois eu vou abrir, a gente comenta lá, se você está ouvindo a gente nos pode fazer, a gente tem um Instagram do foca no trabalho, a gente sempre abre em inquete lá, vou abrir uma lá depois, para ver como quer percepção do pessoal, mas tem essa percepção meio geral, mas a iniciativa privada é assim mesmo, o lado bom do concurso público é um pouco mais de estabilidade, mas mesmo assim, o concurso público, você não tem essa estabilidade que muitas as pessoas imaginam que tem, no sentido de mudança, as coisas moldam também, mas a iniciativa privada é o mercado corporativo, as empresas, uma vez que você trabalha como CLT, Pejota, tem mesmo autônomos, você sofre com a certeza da incerteza, acho que é a única certeza que a gente tem, é que as coisas vão mudar, e é legal você ter essa mentalidade, acho que o primeiro passo, e eu quero dividir rapidamente um caso aqui, que foi muito emblemático na minha carreira, acho que eu já comentei aqui em algum episódio, mas tinha um colega meu de trabalho, não era nenhum amigo, sabe, Bruno, ele estava procurando apartamento, e eu lembro que tinha acabado o idnede comprar um meio, estava ainda na planta, aquela coisa toda, e aí as pessoas vêm tiradúvidas, como funciona financiamento? Claro, expliquei um pouco que eu sabia, como foi o meu processo e tal, aí ele falou assim para mim, nossa, mas a gente vai financiar 30 anos, e se eu ficar desenpregado, o que que eu faço? E aí eu falei uma coisa para ele, que eu depois levei para mim, para a vida, aí eu falei para ele assim, você vai trabalhar 40, 50 anos da sua vida, você vai ficar desenpregado. A gente tem que ter a certeza que uma hora isso vai acontecer, e já aconteceu comigo em número às vezes, com você que está ouvindo se já aconteceu, pode acontecer de novo, o que a gente tem que cuidar é se preparar para quando isso acontecer. Então foi muito relevante, porque eu falei para ele, eu falei certeza que em 30 anos, você vai ficar desenpregado, o que você tem que fazer? O valor da sua parcial é mil reais, e você tem que ter seis meses de parcial aguardado na pompança, não entendi nada de investimento, nem sabe o que que era a reserva de emergência, mas você tem que ter lá o seu pé de meia. E a gente nas nossas pesquisas, vou começar já dando essa segunda dica, a primeira coisa que você precisa fazer para diminuir é sua insegurança, uma vez que você depende da sua força de trabalho, que você é um CLT, é você olhar para suas finanças, aproveitar o período de bonança, então o salário está entrando, está tudo em ordem. O que eu consigo reduzir das minhas despesas? O que eu consigo fazer para guardar um dinheiro? Posso fazer uma renda extra para elevar a minha caixinha, que já que não, minha remuneração, não consigo lá que está consumindo? Você consegue fazer alguma renda extra, algum serviço que você consegue prestar, vender, bolo de pote, a gente sempre indica que tem um canal muito bom, da Natalha Arcuri, ela fala muito sobre renda extra no canal dela, porque a partir do momento bruna, que você tem o seu pé de meia, que você tem lá seis meses de dinheiro guardado, para se acontecer qualquer coisa, você ter como se sustentar, até você conseguir uma recolocação, esse medo em segurança já diminui bastante, bastante. Então a primeira coisa para diminuir a incidade, na cidade não, a insegurança desculpa, é a reserva de emergência. E aqui, eu achei muito bom a ler, você começar com a questão do cenário econômico, a gente não sabe, é tudo muito volátil, a gente não sabe como que está rada aqui 30 anos. Então, com certeza, você vai ficar desempregado, você o que você precisa se preparar, então ter essa reserva muito importante, e aqui eu queria voltar um pouquinho também para a gente entender o que é o medo, né? O medo ali é insegurança, é uma reação fisiológica que a gente tem. O medo é uma sensação, é uma emoção, que a gente não consegue controlar e se ingerenciar, não é a toa que hoje nós falamos tanto de estão emocional, é inteligência emocional para a liderança, inteligência emocional, que é uma esquil importante, porque você precisa entender que o teu corpo, ele reage a fatores externos. Nós temos o questão sensorial, né? Então, o que está acontecendo ao nosso redor? Toda essa movimentação de mercado, eu e a Leicandra nós estamos vendo muito o link edim. Algumas pessoas acabam não vendo tanto, mas perçabe que o vizinho ficou desempregado, que Fulana, que estava sempre trabalhando, agora está encontrando mais dificuldade de poder se recolocar no mercado. Então, isso é importante que você entenda. Você entenda que uma emoção, como o medo, a gente não consegue controlar, mas se ingerenciar e ingerenciar como se preparando, se preparando os cenários possíveis, que é o que você falou, ali. Quando a gente junta dinheiro, quando a gente faz uma reserva financeira, nós fazemos pensando em algo que possa acontecer e que a gente possa precisar daquele dinheiro. Não exatamente esperando algo negativo, mas se encerpreparando para que caso algo negativo aconteça, você está ali tranquilo, você consegue agir com muito mais precisão, porque quando a gente está sobre emoção, é de desespero, de insegurança, a gente acaba comprometendo a nossa capacidade de tomada de decisão. Então, a gente fica muito mais impossível, a gente acaba tendo reações, a gente acaba não pensando estratégicamente, não conseguindo, a gente já está doce, a saúde mental, ali fica balada. Então, é realmente entender esse cenário. Eu acho que é importante ter essa parte financeira e a gente ter um cuidado muito grande de conhecer o nosso mercado. Então, poxa, eu tenho medo da área que estou entrando. Eu tenho essa insegurança porque estou iniciando agora. Como que funciona essa área? Como que estão as pessoas que iniciaram tempo atrás, que já têm uma estrada onde elas estão? O que elas estão fazendo, como elas estão vivendo? É importante que a gente tenha também esse tempo de pesquisa, o pesquisa de mercado. Inclusive, é um pilada, a nossa orientação profissional, aqui até reforçando para vocês, nós somos orientadores profissionais, nós oferecemos esse serviço para poder facilitar a caminhada, o caminhar, ali, do profissional, para que ele conseguem encontrar ali as opções que eu não está perdido na carreira. Então, essa questão de pesquisa de mercado é extremamente importante. Não é a toa, que é um dos pilares da orientação profissional. Você conhece a terra que você está pisando. Você já guardou ali na sua mochilinha ou dinheiro. Agora, você vai entrar no teu barco e vai saber ali qual caminho que você vai seguir. Então, é muito importante você fazer uma pesquisa de mercado, conhecer, saber os próximos passos para que você consiga chegar a onde você quer e com menos insegurança, que você se sinta mais seguro e mais autoconfiante com que você tenha tem ali dentro da sua mochilinha, que também entra ali no primeiro pilar, que é o autoconhecimento, que aí eu deixe um pouquinho aqui para você trazer. Eu acho que é importante você falar muitas coisas fundamentais, né? E é legal você trazer essa explicação do que é o medo e uma coisa que eu fiquei aqui refletindo, bro, que vai encaixar tudo com o que você está falando, é você identificar qual que é a origem desse medo, tá? Porque existem insegurança e medos reais, então, assim, é real, a covid está batendo na porta, não posso sair de casa, eu tenho que tomar cuidado, o vírus está circulando, eu vou deixar de circular, e tem o medo e real. Do tipo, vai acontecer uma pouca lá e se vamos todos morrer, não, calma, não chegamos aqui ali, ainda. Então é importante cuidar, entender qual que é a origem desse medo. É o medo fantasiaoso, então, assim, você está em um trabalho, aí você, né, como a Bruno falou, você fez a pesquisa, o seguimento está indo bem, não tem nenhuma movimentação da empresa de redução, porque você está com esse medo? Você recebeu algum feedback negativo, então, porque assim, muitas vezes o medo pode ser uma fantasia, né, enfundada. E aí vem essa questão do autoconhecimento. O quanto que você se conhece, da onde que vem a origem desse medo, eu, por exemplo, durante a minha carreira, eu sempre achava que você ser competente, era garantia de impregabilidade. Então eu sempre me esforço, como se você aumenta sua impregabilidade, estando atento ao mercado, investindo em curso, você vai se estar com medo de perder o emprego, já investiu em algum curso, se você não, você fez uma leitura, você está atendo atento à tendências da sua área, então eu sempre me preocupei muito com isso, que eu achava que eu acreditava a Bruno, tinha assim, isso na minha cor, né, nos meus valores, que competência era garantia de impregabilidade, eu sempre entreguei muito bem o meu trabalho, estudava bastante, para, enfim, se ter uma profissional boa, Até o. dia, eu pedi demissão de um trabalho que eu estava quatro anos, super bem, bem elogiada, só que minha remuneração estava tão legal, eu já estava quatro anos lá, eu falei, acho que é o momento de mudar, mudei uma gestora incrível, eu com um mês e meio, dois meses de empresa, ela foi desligada e eu não, ninguém esperava isso, ela estava há quatro anos na empresa, contrataram uma outra pessoa em duas semanas ela me desligou, porque ela falou eu quero ter o meu time, não tem nada, eu podia ser profissional, mas incrível poderia até ali o talento ou a Wardens do RH, ela queria um último, dela, isso era a Ariel, então ela queria uma pessoa que ela, e assim, até lembro que para ela conseguir fazer esse desligamento ela ficou uma tarde inteira com o seu da empresa, para poder fazer a cabeça dele, porque ele viu trabalhando, fiquei um mês e meio sem ninguém ali, ele falou meu porque ela trabalha lá, se esforça, ela faz as coisas dela, mas ela conseguiu reverter, enfim, fez tudo, que existe a famosa politicagem dentro da empresa, e ali foi que eu aprendi, Bruno, que nem sempre é competência, você entregava, você chega anoreário no seu que é garantia de pregabilidade, tem coisas que a gente não controla, e eu estou contando essa história para você não precisa ficar com mais medo não, mas para você entender que nem tudo está sob o seu controle, só gestão, o que você consegue controlar, eu vou recapitular, fazer a gerenciamento das suas emoções, recomendo muito a orientação profissional, o trapia, se o medo está muito insegurança está muito grande, a terapia realmente indicada, enfim, como psicóloga, aí já faço, se você precisa de ajuda, procure a gente aqui, a gente apoia, está perdido na carreira, não sabe por onde começar aí o mais indicado, é a orientação profissional, para você se conhecer, entender das suas potencialidades, fazer esse caminho que a Bruno falou que é o segundo pilar, estudar o mercado, esse medo é real não é? Porque às vezes não é real, o segmento está indo bem, tem vaga, mas você não está sabendo procurar, então a gente está falando na do alto conhecimento, eu aprofundar, eu entendeu que eu quero, que eu não quero, isso também é importante, fazer isso de forma profundada, não de forma rasa, isso é muito comum, você pergunta o que a pessoa quer, para daqui 2, 3 anos a pessoa gagueja, ela não sabe o que ela quer da carreira dela, o que ela busca, e essa falta de sentido também faz a nossa insegurança caí, em segurança aumentada, desculpa, e aí você tem a pesquisa de mercado, você sabe como o mercado está reagindo, então você diminui essa fantasia, esse medo é real não é? Eu posto, estou fazendo a pesquisa, e tem vaga na sua área, tem demanda, um segmento que cresceu, não sei quantos por sério que isso, a gente pesquisa na orientação profissional, e aí você consegue tomar uma decisão baseado em fatos, e a sua escolha fica muito mais consciente do que fazer, e aí a gente chega no quarto passo, que essa aí é o complão de ação, e tem algo para focar, para atacar dentro do seu problema, porque às vezes nós temos aqui o método faral, eu falo muito do L, porque, geralmente eu quero que a galera mais tem problema que a L é que a L é que a L é que você está, é carreira que você está, então assim esses metros inseguram essas a gente precisa entender a origem da um dilição, se são fantasiosos, se não são, uma coisa que a gente está falando aqui de orientação, mas também é fantástico, você tem rege de apoio? Quem é sua rege de apoio para tratar de assuntos do trabalho? Porque às vezes acontece se chega em casa, o seu parceiro às vezes não entende o que você faz, os seus pais não entendem, então assim você tem que ter sua rege de apoio, eu fiz uma palestra recentemente do, pro reage que eu trabalho, que é o reage que cuida do reage, e eu reage muito rege de apoio dos colaboradores e dos líderes, e quem cuida da gente? Então a mesma coisa para você, quem é sua rege de apoio, que você consegue trocar a figurinha, falar sobre a sua carreira, você tem uma compara na sua empresa que trabalha na mesma área para você trocar, para você trocar e saber a experiência, e se ela está sofrendo na mesma coisa aqui, ou será que é coisa da minha cabeça? Eu, por exemplo, quando a gente estava falando aqui ou afinal, que a gente gravou episódio, a gente gravou episódio, minha rege de apoio é bruna, por exemplo, antes da gente gravar a gente sempre conversa uma ou uma hora e meia, o que está acontecendo no trabalho, o que está acontecendo no mercado, o que a gente estudou, o que será que você tem essa rege de apoio, isso é fundamental nesse tecólegas que você possa contar, né, brum? É importantíssimo, a ler poder falar com você as minhas expectativas, minhas frustrações e trazer um pouco aqui da minha experiência, é realmente assim você vai fazer um suporte e você conseguir alinhar ideias, né, muitas vezes ficar preso aqui na sua mente, e quando você externaliza isso fica muito mais fácil de você compreender e você pegar as nuances que não estão legais, poxa, é exatamente isso aqui que não está legal e eu preciso mudar, e você falou muito bem da questão de, depois de você fazer uma escolha mais consciente, né, você ter ali a noção, o que está te causando esse medo, você ter esse plano de ação, eu queria até falar que muitas vezes quando as pessoas vão partir para a ação elas paralisam, né, por causa do medo e tudo mais, e geralmente o que aparece quando eu faço a tendimento, então quando eu converse com qualquer outra colega, e seja de qualquer área, eu percebo que as pessoas ficam muito no, e se acontecer isso, isso acontecer aquilo, e aí eu queria até trazer uma indicação de livro que é o da Carol Dicker, que é mindset, que ela fala muito ali sobre mindset fixo e mindset de crescimento, qual que é a diferença, né, o fixo é aquela pessoa que olha, eu sou boa nisso, vou fazer isso para essa da vida estou insatisfeta, mas eu não consigo sair do lugar, porque eu não consigo tentar algo novo, porque eu fico no, e se acontecer isso, e se não der certo, igual a que exemplo, olha que você traz do seu amigo, e se seu amigo ficar se preso nesse mundo, de esse, e não compra o apartamento, porque poxa nesse 30 anos eu vou ficar desintregado, então ele fica muito preso ali, e quando a gente fala de um plano de ação para carreiras, às vezes a pessoa sabe, ou então entende ali o medo dela, sabe o caminho que ela quer tomar, mas ela não saia ali da mentalidade fixa de que, "Ah, eu estou aqui, não vou arriscar, porque não vai dar certo, pode não tá certo", e quando a gente olha a mentalidade de crescimento, já é o contrário, então a gente olha as ferramentas que a gente tem, então poxa, eu ainda não tenho tal habilidade, eu ainda estou começando, então vai ser mais difícil, o meu plano de ação, tá falando aqui que eu preciso desenvolver mais uma habilidade de negociação, poxa, eu não vou conseguir porque é muito difícil, são muito tímidas, não, eu ainda não tenho essa habilidade, mas eu vou desenvolver ao longo do meu caminho, que é o plano de ação, quais são minhas fortalezas, quais são os pontos ali que eu preciso lapidar, para que alcance o meu caminho, para que esse plano tenha sucesso, essa carta na ótiga que a gente fala, que esse momento ali, para que você consiga alcançar o seu objetivo profissional, aí quando você consegue seguir esses quatro pilares da orientação, que é o autoconhecimento, pesquisa de mercado, quando você chega ali na escolha consciente, porque você já fez tudo quanto é estudo, teve acesso a tudo quanto é informação, que é importante, teve um mentor ali para ajudar, você labora o teu plano de ação, é saindo dessa mentalidade fixa e abrindo ali espaço para crescimento, para aprendizado mesmo, porque se você está mudando de área, se você está fazendo uma opção, você não pode se comparar com uma pessoa que já está há dez anos do mercado, você está começando, independente da tuidade, independente do teu CPF, você está começando, então você precisa ter essa mentalidade de crescimento, quando você tem esses quatro pilares, é bem estruturados, bem desenvolvidos, com certeza a sua insegurança vai diminuir, porque você tem mais mais acesso a ferramentas, informações, então você vai abouco a muxilinha ali, muito mais carregada, e o teu medo ele também diminui, porque você já tem acesso que é que te trava, que você precisa fazer, e você já tem todos cenários possíveis, e já tem uma preparação para caso aconteça, você já consegue prever, que é exatamente o que nosso cérebro gosta, né? A gente precisa trazer informações e mostra para o nosso cérebro, que não, peraí, essas situações sim são possíveis, mas eu estou preparado para quando acontecer, é diferente para quando você se joga no negócio, totalmente sem responsabilidade e você não sabe onde você vai pisar. O medo, ele é uma emoção importante para a nossa sobrevivência, né? Se a gente não tivesse medo, a gente, né, se você falar assim, "Ah, vou dar um exemplo aqui, você está lá fazendo uma trilha, você subiu a montanha, está lá em cima, hoje, se você não tem aquele medo de cair, talvez você escorregaria, morreria ali, o medo nos impede de colocar em risco, mas o excesso também faz com que a gente não consiga se movimentar, e aí é importante, e eu vou reforçar, entender o origem do medo, né? A gente não vai conseguir dar uma resposta pronta para você ao faz isso, por isso que é importante procurar um mentor, orientador profissional, terapia, procurar um profissional neutro para você dividir a essa insegurança, e é super importante a conversa, porque terapia você fala, às vezes não, às vezes não, isso é o processo terapê, o fato de você colocar para fora e externalizar, parece com que você consiga elaborar e entender essas emoções, da onde que ela vem, é o medo real, como eu falei, o medo fantasia, o medo real, o desemprego está aumentando, o que eu tenho que fazer para aumentar a impregabilidade, só que a gente tem que tomar um cuidado, que eu acho que é a última dica, que eu quero fechar com ela, porque a gente foi falando muito a cuidar disso, faz aquilo, para você também não se sobrecarregar, porque daí eu estou com medo, aí eu quero fazer 40 courses, eu quero ler 14 livros, eu quero trabalhar 12 horas por dia, porque eu estou com medo de perder o medo de perder o medo, e aí você faz o efeito contrário, que é o fato de ficar sobrecarregado com as coisas, a sua qualidade de produção cai, você passar não dormir bem, você fica muito cansado, você acaba com laser, o equilíbrio, a gente já falou disso aqui muitas vezes, a produtividade sustentável, não adianta querer, eu percebi que se eu não fiz nenhum curso, eu vou fazer três cursos ao mesmo tempo, não, prioriza aquele curso que faz mais sentido para sua carreira nesse momento, não ler nenhum livro, tudo bem, não vai querer ler um livro de quem está as páginas, sendo que você lá tem 10 anos que você não pega um livro, faz aos poucos, porque você tem que manter a sua motivação, sua persistência, porque se não você cai num outro azona, que eu tenho que fazer um negócio que foi o maior que me aperna, aí é
que ele subia escada com três degraus de uma vez. Só que aí você não tem espaço para fazer isso. Você foi lá e te ficou a perna aí, dá um problema na perna. Aí eu não fiz certo. Não, precisa. É um degraute cada vez. Pô, vai com calma. Eu tenho até um exemplo ali bem básico aqui. O meu noivo, ele começou a academia porque estava com sobre peso. Então ele falou, nossa, vou começar de segunda a sexta, vou forçar. Quando ele foi para o professor de educação física, né? O personal trainer. É quando foi o personal trainer. Eu falei assim, cara, você não vai começar de segunda a sexta. Você vai começar duas vezes por semana. Porque quando as pessoas começam lá em cima de segunda a sexta, a tendência delas desistirem é muito maior. É porque vocês chegam no final de semana, todo que é brado com dor. Exato. Quando você começa duas vezes por semana, você tende a manter muito mais e ter muito mais resultado de quem fala que vai de segunda a sexta-feira. Isso eu peguei para qualquer área, eu falei, cara, se eu quero começar, eu vou começar pequeno. No adianta, você querer começar de segunda a sexta, ler ali, se matar, de aprender. Você para 20 minutos por dia faz uma leitura. É totalmente diferente. Você vai começar naquilo para o estupar. Exato. Aí eu falei que essa seria a última dica, mas eu lembrei de uma que é importante. Uma exercício que é legal fazer. Nesses momentos de medo em segurança, é legal. Isso você pode até fazer sozinho, né? Um processo até meio reflexível. Mas você reconhecer seus esforços. Porque nesses momentos de baixo a gente tem uma tendência. Materapelta fala isso, me vou falar, vai isso, eu acho sensacional. Quer jogar o bebê com a água da banheira, né? Não, você só jogar água fora o bebê, você segura. Que é o que? Você reconheceu seus esforços. E isso é um problema hoje, Bruno. Porque a gente tem a vida das pessoas o tempo todo no nossa mão, que é através das redes sociais. Então eu tempo todo mesmo que você não queira, você se comparar. Vou dar um exemplo que me aconteceu ou um tentar, gente, que eu acho que é bem legal. Ou um, né? Para vocês não vai fazer ideia, né? Porque não sei se quando vocês estão ouvindo esse episódio. Eu fiz compra de mês, tá? E compra de mês para aquela pessoa que não tem carro. O momento que você perde o Uberzinho, perde seu tax. Eu fiz aquela compra de mês, finalzinho de mês. E fiz a compra. E assim, se o Uber fala comigo, converse, se ele não fala, eu vou seguir no ali, né? E era uma peagem rápida. E aí o cara me pegou ali, a gente colocou as coisas. E aí ele. Eu não lembro como a gente chegou na assunto, tá, Bruno? Mas isso é relevante. Sei que a gente chegou num assunto, que o chefe dele estava viajando, ele estava. Ah, a gente estava falando do tempo. Tava muito frio no dia. Eu falei, "Nossa, tá muito frio." E ele falou uma coisa que é verdade. Ele falou assim, "O problema não é o frio, a calor é falta de dinheiro." Porque esse tá muito calor. "Cê vai pra pré, esse tá muito frio." "Você toma um chocolate quente, problema não é tá frio." É não ter dinheiro. Aí ele começou a falar do chefe dele. Porque acho que ele fazia uma renda extra, na de final de semana, o Uber. Ele falou, "É, meu chefe tá lá na Alemanha, é fácil ter dinheiro." E ele começou dirigindo, tá, gente? Passando as fotos do Instagram, o chefe dele que tava viajando, que foi pra Itália. Então lá eu percebi, sabe, que como ele estava incomodado, assim, do chefe tá ali. E assim, a gente faz azeria sem querer. Ele não fez de propósito. Eu acho que assim, eu não vou nem dizer que ele tava com inveja, mas ele estava incomodado porque ele queria estar ali curtindo, não tava. Então, a gente também tem um excesso. Eu tô contando tudo isso, que é de comparação. E aí, o medo é insegurança, a gente olhar pro lado e falar, "Nossa, essa pessoa tem um cargo tão legal." E eu não tô. Porque quando a gente tá com medo, a gente vai se compara calma. A gente. E eu falo isso por experiência própria. No Instagram, os Stories, eu vou postar só aquilo que é bom. A gente também. Eu também tenho momentos difíceis de desafiadores na minha carreira. Eu conversei isso na palestra que a gente falou derregar, cuidar do derregar. Quando eu falei do meu erro que eu esqueci um candidato. E aí, o pessoal falou, "Nossa, na crítica que você tá abrindo, foi a gente, a gente tem que mostrar que a gente é vulnerável, que a gente aprende com os erros." E eu tô falando tudo isso porque, às vezes, a gente vê uma parte, e você vê isso, nos Stories, quando a gente fala da nossa carreira. Porque eu não vou chegar no Stories super cedo, falando, "Nossa, eu tive um dia difícil." Às vezes, a gente até fala, "Mas é um recorde ou negócio ali, então, nascer de sociais de maneira geral, a gente tem um recorde da realidade. E quando a gente tá com medo, da com insegurança, a gente vai correr o risco de se compara, se tá numa transição, se tá numainda da sua carreira, se é uma estagiária, se tá no começo, se acabou de começar na empresa, é um começo, se tá há muito tempo. Cada um tem um contexto, a gente tem que também diminuir um pouco essa comparação, e achar que é a grama do vizinho sempre é mais verde, que, às vezes, nem é grama natural, é grama sintética, e a gente achando que ele vai lá e rega todo dia. Não rega não, a grama sintética é falso. É isso que eu tô querendo dizer. Tem muita coisa que é falso na sete sociais, e a gente precisa se preservar. Então, se você tá nesse cenário de muito insegurança medo, avali, ao medo que é leve, de vez em quando pega, mas se ele tá pegando muito, recomendo você procurar um profissional, orientação profissional, terapia, e a gente tá aqui, além do podcast, você tá ouvindo a gente nas Spotify, não esquece de dar simpestelas, porque vamos aproveitar e valorizar, e compartilhar esse episódio com seus amigos, porque a gente tá percebendo que essa questão de medo insegurança tá um pouco generalizado, então acho que vale a pena compartilhar esse episódio sem dúvida. Com certeza, tenho certeza que quem ouvir esse episódio vai ter uma redução ali da insegurança do medo, vai saber qual caminho por onde começar, então compartilha, ajuda o coleghinho, ajuda ali o profissional, tá precisando de um suporte que do foco é no trabalho. Se vocês quiserem mais conteúdos nossos, estamos lá nas redes sociais como a roba foca do trabalho, se você quiser falar diretamente comigo pro garcíaco, estou lá no link redim, só você procurar bruto foca ou bruna santa na garcia, e você leu onde pessoas te encontram. Ah, estou lá no link redim também, a gente ainda tá sempre por lá, a escena falsoarela ou a escena foca, compartilha esse episódio, não esquece de seguir a gente nas redes sociais, tem outros formatos de conteúdo, e a gente volta daqui quinhentze dias. Até o próximo, tchau! Tchau, tchau!
Podcast Summary
Key Points:
Medo e insegurança são comuns na carreira, especialmente em contextos de instabilidade econômica e mudanças no mercado de trabalho.
Estratégias práticas para lidar com a insegurança incluem
É essencial diferenciar medos reais de fantasiosos, gerenciar emoções, construir uma rede de apoio e adotar um plano de ação com mentalidade de crescimento.
Summary:
O episódio discute como o medo e a insegurança surgem na carreira, especialmente em períodos de instabilidade econômica e mudanças no mercado, como observado pós-pandemia. Os apresentadores destacam que a insegurança é uma reação natural, mas pode ser gerenciada. Estratégias práticas são sugeridas: primeiro, construir uma reserva financeira para seis meses, proporcionando segurança em caso de desemprego.
Segundo, realizar pesquisa de mercado para entender a área de atuação e reduzir incertezas. Terceiro, desenvolver autoconhecimento para identificar a origem dos medos—se reais ou fantasiosos—e tomar decisões conscientes. Além disso, é recomendado buscar orientação profissional, terapia se necessário, e cultivar uma rede de apoio para trocar experiências.
Adotar uma mentalidade de crescimento, em vez de fixa, e criar um plano de ação estruturado ajudam a transformar o medo em preparação, permitindo navegar na carreira com mais confiança e resiliência diante de imprevistos.
FAQs
A primeira recomendação é criar uma reserva de emergência financeira para ter segurança em momentos de instabilidade. Além disso, é importante fazer uma pesquisa de mercado para entender as tendências da sua área.
É uma quantia guardada equivalente a pelo menos seis meses de despesas. Ela proporciona tranquilidade financeira caso ocorra uma demissão ou imprevisto, reduzindo o medo e a ansiedade.
É fundamental identificar a origem do medo (se é real ou fantasioso) e desenvolver inteligência emocional para gerenciar essas emoções. Ter uma rede de apoio para conversar sobre preocupações profissionais também ajuda muito.
Adote uma mentalidade de crescimento, focando no desenvolvimento de habilidades e na criação de um plano de ação. Evite comparar-se com profissionais experientes e concentre-se no seu próprio progresso.
São quatro: autoconhecimento (entender suas potencialidades), pesquisa de mercado (conhecer a área), escolha consciente (decisão baseada em fatos) e plano de ação (passos concretos para alcançar objetivos).
Não necessariamente. Embora a competência seja importante, fatores externos como reestruturações empresariais e 'politicagem' podem influenciar. O controle está em se preparar para diferentes cenários.
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