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#156 - Economia dos bicos, 6x1 e eventos institucionalistas

69m 47s

#156 - Economia dos bicos, 6x1 e eventos institucionalistas

**Key Points** 1. O podcast "Economia Underground" realiza um balanço dos encontros institucionalistas no Brasil em 2024, destacando eventos como a IF, a Conferência de Economia da Mikab, a Conferência da Associação Brasileira de Economia Institucional (Cabê) e a EFE. 2. O grupo destaca a importância de diálogos entre economistas institucionalistas e a necessidade de políticas que estabeleçam critérios mínimos de trabalho justo, especialmente para trabalhadores em plataformas digitais. 3. Um novo congresso institucional, o segundo encontro de economia institucional, será realizado em maio de 2025, com inscrições abertas até o dia 15 de março, e uma promoção especial pela "Economia Underground" oferecerá passagens para participantes do Congresso da KB, com base na participação no evento "ICE" e no envolvimento com a comunidade. **Resumo** O episódio do podcast "Economia Underground" faz um balanço dos principais encontros institucionalistas no Brasil em 2024, destacando eventos como a IF, a Conferência da Mikab e a Conferência da Associação Brasileira de Economia Institucional (Cabê). Os organizadores ressaltam a importância do diálogo entre economistas e a necessidade de definir critérios mínimos para trabalho justo, especialmente para trabalhadores em plataformas digitais. O texto analisa o projeto Fair Work da Universidade de Oxford, que avalia plataformas com base em remuneração, representação e organização coletiva, e argumenta que, embora seja um avanço, ainda não é suficiente para garantir a justiça no trabalho. O episódio também aborda a questão do fim da escala 6x1, mostrando como ela está ligada à exploração do trabalho e à pressão sobre a autonomia do trabalhador. Para 2025, o podcast anuncia o segundo encontro de economia institucional, com inscrições abertas até o dia 15 de março. Uma nova promoção oferece passagem para o Congresso da KB a pessoas que participaram do evento "ICE", com base no número de sessões assistidas e na qualidade da resposta a uma pergunta sobre o significado do institucionalismo. A iniciativa visa democratizar o acesso à pesquisa institucional e fortalecer a discussão sobre trabalho justo, autonomia e realidade social. O episódio termina com um convite à audiência para participar e contribuir com ideias, reforçando a missão do podcast de promover a economia institucional como ferramenta de crítica e transformação social.

Transcription

9828 Words, 56182 Characters

Portuguese
que iria de qualificado a GNS seja muito bem-vinda mais um episódio do economie underground, de um podcast institucionalista, eu sou Fernando Krause, economista e curioso da história das 10 econômicas. Sou Felipe Almeida, professor de economia da FPR, 4 anos de podcast, eu ainda marco um horário com meus colegas de mesa e um horário com um convidado. Maravilhoso, aqui meu nome é Alramão, professor de economia da FOP da UFBC e é exatamente isso que resta, o Poda Rabiola, no último episódio 2. Eu sou Rodrigo Gerónimo, professor de economia da USP, Arara Quara e pelo menos eu sou de férias, sou de férias, está tudo, tudo pode. Que maravilhoso, só para fazer inveja, só para fazer inveja, e assim o semestre faz tão mal pra gente, o que que eu fiz, eu marco um horário com o manuí com o Fernando, aí eu marco um horário com Rodrigo e o Rodrigo ainda entendeu o horário que eu marquei com ele, equivocado, por sorte esse horário era próximo, era próximo horário que eu deveria ter marcado com ele, ou seja, a coincidência fez esse episódio acontecer. Ou seja, está todo mundo na época do Pablo, isso não vai ser mais. Não é episódio de hoje, temos o prazer e a honra de mais uma vez receber o nosso querido amigo Rodrigo Constantino, que agora ele se apresentou como Rodrigo Gerónimo, né, então eu vou manter aqui o Rodrigo Gerónimo, acho que fica melhor, mas você falou Constantino, é que eu estava na minha colinha, que estava lendo, mas ele falou Gerónimo, nas pontas do dia, hoje temos aqui pelo menos três pontos, né, pessoal, fazer aí uma espécie de balanço dos encontros institucionalistas, agora de 2024 e também antecipar algumas coisas que prometem aí, por ano de 25, comentar algumas questões também em relação ao texto recém publicado do Rodrigo no Diorno Aficonomic Ishios, o Comuns Reasonable Value and the Gig Academy, Lessons from the 21st Century, que além do Rodrigo também conta como cultoria da Sara Clummer e do Eric's Cursony, e eu acho que também para fechar aqui um terceiro ponto, a gente discutir questões relacionados ao fim da escala 6 por 1, que vai acuar bem aqui também questões do texto, eu acredito, né, diga Felipe, o que você vai forneitar? Não, não, no fundo no fundo, a nossa falta de organização já ficou clara pra audiência, né, a gente falou essa questão do arar, no fundo no fundo, a gente queria ter gravado mais com Rodrigo, esse é mesmo, isso, só que a gente é muito rolar, né, feitos nos jovens, a gente pegou os temas, a gente gostaria de gravar com Rodrigo, a gente colocou o mesmo episódio, foi isso que aconteceu, isso, no último episódio, porque a gente ficou pensando, "Pô, não gravamos com Rodrigo, e já não tem mais episódio pra gravar, bota tudo em um só, e vou falar, falando, o último episódio, o último episódio, mas a gente nem avisou que esse é o último episódio não é verdade, não, é verdade, não, a gente decide que é o último episódio, quando a gente já está caindo no chão, já está marcando na derrada, babando, isso se arrastando, aí fala, acho que esse deve ser o último episódio, se não, se você está de pé, ainda está pra fazer algo, não vai dar, e o Rodrigo volta no início do ano que vem, né, porque o Rodrigo é o James A.T. Street School Awards de 2020, aí volta pra falar do prêmio, o texto que ele vai apresentar na IF, daqui a mesmo de um mês, daqui a pouquinho, o Rodrigo estava na Califórnia fazendo essa apresentação, e aí depois ele bate um papo com a gente, a respeito, e esteja convocado, só confere o horário depois certinho, e aí pessoal, por onde começamos, começamos pelos encontros, pode ser? Caros, encontros é uma boa, porque foi um ano rico, né, pro estesionalismo no Brasil, qual foram os encontros? A cronologia, eu acho que foi o encontro da IF, primeiro, né? IF, Salpha Mark Conference, né? É, eu acho que foi, cronologicamente, Salpha Merda, e depois se estiveram algumas meses redondas de comuns, isso? Isso, uma semana de economia da Mikab. Perfeito. E não néspe também, não néspe também, é? E a gente tem que já deixar aqui publicizado, né? O nosso segundo insto, né, o segundo já vai terceiro. Calma isso, pulou a cabê, cara. Ah, é verdade, tem a cabê, a cabê, é verdade. É o encontro da associação que Neseana Brasileira, que começou até espaço pra economistissional, é a economistissional, é uma área temática, teve uma seção da IF lá, inclusive estão aqui todos apresentadores dessa seção, né, que foi Rodrigo. Muito bom, muito bom. Não, e a gente pode dizer, então, ó, que vai ter o ano que, ou seja, para o pessoal que está interessado em como institucional no Brasil e publicar no Brasil e dialogar dentro do Brasil, né, temos a cabê como algo que vai se tornar, vai ter uma recorrência, né, esse, como ponto de encontro, né, então eu acho que seria interessante os nossos amigos interessados nas instituições, terem um olhar para isso, porque geralmente, assim, é um encontro que eu, eu particularmente, nunca apresentei nada lá para mim, o negócio era sempre pensar na SEP, no Brasil e na Ampec, né, SEP em Ampec, e a cabê então dar atenção para isso, certo, porque eu acho que é importante ter diálogo, né, eu estou um pouco de, sem paciência em congresso que eu falo e eu pareço que estou falando para, sei lá, para o além, sabe, então eu acho que é importante estabelecer o diálogo e eu acho que esses são os congresso, né, e então, falando da cabê, falando da cabê, o Rodrigo teve lá, o que você achou, Rodrigão, da cabê, cara, né, olha, é, como elas estavam falando aqui, acho que é uma oportunidade que os colegs da cabê deram para a economista social aqui no Brasil, quem ainda está consolidando, é, aqui, que abriu um espaço para nós de alugarmos, então acho que o diálogo foi, foi sensacional essa oportunidade que nós vemos, principalmente na sessão especial, Felipe, é, que a sessão especial estava lotada, né, estava lotada, e o espírito do texto, dos textos, nós apresentamos lá, era justamente o cheio de propor diálogos e aproximações do que a economista sessão estuda ou dos autores sessão estratado, com a agenda de estuda que a cabê propõe, também, então, acho que ficou claro ali, que nós podemos dialogar, e que tanto a cabê que abre essa oportunidade para os pesadões de economista sessão, quanto os pesadores têm muitas beneficiadas da parceria economista sessão marginal e a cabê, então, foi, foi excelente, qualidade dos trabalhos também, de novo, o papel dos trabalhos dos dissente de quais a graduação foi importantíssimo, por mais que nós tivemos lá os trabalhos de professores, aqui já estão com carreira do sente, mas, pessoal e informação, principalmente doutorado, apresentar trabalhos excelentes, excelentes, então, foram sessões muito, muito legais e que apontam também que nós estamos amaburecendo, com produzindo teoria e também análises críticas. Isso, de fato, é uma coisa que chama a tensão desde do primeiro Einstein, ou, cara, eu nunca tinha pensado numa totalidade de trabalhos, assim, de economista sessão, até ver todo mundo apresentando junto no AIS, e o nível dos trabalhos foram muito bons, então eu acho que aí valeu, aquilo me chamou a tensão muito positivamente, eu acho que foi uma coisa que ficou, né, a cabê foi o último evento que rolou e eu tenho a mesma sensação que o Rodrigo, né, mas na efe, o South American Conference, Fernando e Manutavam, e a impressão de vocês, qual foi sobre a efe que rolou aqui no Brasil? Ah, melhor possível, eu acho que foi criada muita expectativa em torno do evento, né, de contas, trazer a efe para um encontro aqui na América do Sul, eu acho que é um big deal, e eu acho que o evento, ele conseguiu entregar tudo que ele prometeu, tudo isso que ele criou em termos de expectativa, ele conseguiu entregar assim, então eu acho que, bom, sensacional, pra mim foi muito bom, porque foi na cidade que eu estava, então foi melhor ainda, né, eu acho que teve essa questão também, né, né, que foi, foi aqui em Curitiba, eu e o Fernando, nós moramos em Curitiba, né, perfeito, não, a efe foi sensacional, eu acho que como encontro ela, de alguma maneira, cedimentou algo que o Einstein lança, né, eu acho que é isso, o Einstein é alguma iniciativa que isso de trazer jovens pesquisadores, pesquisadores, a apresentar o trabalho, só fazer a conexão entre essas novas pesquisas, esses interesses, e quem já está consolidado no campo, né, e eu acho que o efe continuou Só isso, mas também trouxe gente de fora, trouxe coisas um pouco mais amplas, ou seja, um horizonte mais amplo para aqueles que estavam só fazendo o trabalho e apresentando via internet, que eram AIST e ver que existe uma comunidade grande aí e que está produzindo com alta qualidade, então acho que isso é muito importante, eu acho que temos, é isso, o congresso da KB, que é um congresso mais, vamos dizer, de diálogo com outras áreas da economia, um congresso que seria esse congresso mais maduro, dentro do Brasil e da América do Sul, que seria a AIST, South America, para trabalhos mais maduros, eu acho, e você tem AIST, que seria essa porta de entrada, né? Funciona como escola, né? É, exatamente, então, eu acho que tem os congresso, eles não são substituíveis, eu acho. Complementares, na verdade, se complementam muito bem e tem tipo uma, níveis diferentes, do que se espera de cada um, para quem é cada um, né, e que isso é muito legal, né, para quem quer começar, estudar, já tenho a luna aqui, depois agora a gente fala do AIST dois, né, mais pessoas que mandando, olha, nunca isso dei nada na vida, disso, estou no primeiro ano, segundo ano, mas eu estou muito interessado, ouvi os vídeos, então isso, cara, é super, super interessante, né? Então vamos lá para o AIST, né, um bom começo. E a KB, era, ela tem a área economistacional, não é que a gente precise submetir somente trabalhos, que tem essa conexão, depois que nesse mesmo constitucionalismo, né? A gente teve uma série de trabalhos, que eles eram institucionalistas pontos ali, sabe? Então eu acho que essa vai ser uma grande questão, assim, sabe? Tipo de ter esse espaço, a gente é muito agradecido a KB por ter cedido esse espaço para a gente. Agora aconteceu também uma curiosidade, né, que foi muito próximo, duas sessões e duas grandes universidades do interior de São Paulo, sobre, né, o centenário do de League of Legends of Capitalism, do Comons, que é um dos principais de livros do Comons, né? Então primeiro, a gente teve, né, uma acessão na semana acadêmica da Unicamp, né? E depois a gente teve na semana acadêmica da pós-graduação da Unesp, assim, foi, foi muito interessante, né? Eu, eu participei das duas, né? Eu sou, eu virei o terceiro com o Mozinano, né? Tem o Ceba, tem o Rodrigo também. E o Rodrigo também, né? O Rodrigo também estava, ele estava como, é, a gente fez uma mesa redonda, muito aberta na Unicamp, na Unesp, a gente fez apresentações sobre impressões gerais, sobre a obra do Comons de League of Legends, assim, foi super interessante, super interessante mesmo. Eu acho que as duas sessões estão online, eu acho que estão, não tenho certeza, sabe, Rodrigo? Eu acho que sim, a Unicamp, sim, a Unesp, eu não sei se já foi disponibilizado. E aí, a gente tem uma, uma, primeiro, um aviso, e uma novidade, né? O aviso é que teremos, né, o, o segundo mais, né? Então, a gente vai ter um congresso exatamente nos moldes que a gente teve no anterior, qual são esses moldes? É um congresso educado em alunas e alunos, pessoal, a informação, independente do nível de formação, graduação machal doutorado, independe, é focar nesse vídeo de pessoa, mas não exclusivo, pode ter um professor, uma professora lá apresentando um texto, né? Não tem, não tem problema algum, né? Em relação a isso. As subimissões estão abertas, tá? Elas estão abertas até o dia 15 de março, né? Ou seja, elas estão abertas nesse momento e o congresso vai ser imaio, que eu acredito que é 15 de 16 de março, você pode conferir Fernando aí, por favor? Eu tô procurando aqui também, né? Não, não. É, mas vai ser imaio, a gente já passa os dias aqui. O segundo encontro de economística, o sinal original será um evento online que acontecerá nos dias 15 de 16 de maio de 2025, maiores informações, vocês conseguem pelo Instagram ou @instipontoinstitucionalismo. E faremos, talvez, a nossa primeira, vamos chamar assim, promoção do economía underground, né? Essa promoção vai estar associada a um "ice" e a "k" do ano que vem, né? Qual vai ser essa promoção? Se você participou do "ice", né, você vai poder, né? Você vai poder ser agraciado, ser agraciada ou agraciado com o benefício que economia underground vai te dar para a KB. Que benefício vai ser esse, né? Oi, como a minha underground, aí eu tenho que tomar muito cuidado, como eu estou renato, me instruiu a falar tudo que eu vou falar agora. Uma economia underground pode financiar sua passagem para você participar do Congresso da KB, que é presencial, né? Esse Congresso, eu não sei se pode falar, eu vou falar com a coisa entre o bico. Esse Congresso vai ser. E o que que a gente vai fazer? É, você primeiro, isso é para pessoas chegando ao seu economista sinal. Então, pessoal, que já está participando da dois, da cabeça, galera, não conta, essa galera não conta, é pessoal chegando. Você não precisa apresentar um texto, não precisa, você só precisa ser sido audiência do "ice", precisa ter assistido lá. E aí, como que a gente vai selecionar a pessoa que vai ser agraciado com essa passagem? Pessoa ou pessoas, né? Porque a gente sabe que a gente vai conseguir financiar uma pessoa, mas pode ser que seja mais junho, né? E aí, é muito importante na mesa, a pessoa tem que estar no Brasil. É, economia underground, não tem recursos para trazer ninguém de fora, no Brasil. Preferência em. Não, não, não. O que é lugar do Brasil? Não. Qualquer lugar do Brasil, você está muito distante que não importa. Como que a gente vai selecionar? Primeiro, a gente vai selecionar dentre as pessoas que mais participaram dois. Então, assim, uma pessoa assistiu cinco sessões, uma outra assistiu seis. As duas querem participar? Bom, a que a assistiu seis está na frente, tá na frente. E uma outra questão é que você vai ter que se inscrever. Você vai ter que mandar um inbox para o Instagram do economia underground, vai ter que mandar esse inbox. Nesse inbox, você vai ter que responder se a gente pergunta. Por que que economia institucional importa para você? Uma reforça pessoal. Então, dentre as pessoas que mais assistiram em mandar um inbox, a gente vai selecionar. Então, é número de sessões que assistiu. E, melhor resposta. Quem vai selecionar? E o Fernando Manu, o Fernando Manu, a gente vai selecionar pelo menos uma pessoa que vai ser financiada pela economia underground para participar da Cabeu. O Manu, você vai saber no dia? Não, Minggui. Isso, você está usando ele na parte? Eu não sei, não sei, não sei. Não, eu quero ver com as coisas. E eu falei, pô, eu vou tirar dão de uma tiradinha para trazer isso. Isso veio da nossa contabilidade, diminindo o Dr. Renato. A gente está apresentando uma novidade para pegar essa reação genuína de você. E ainda tem o seguinte. Tem uma condição para participar. Tem que ser maior 18 anos. Tem que ser maior 18 anos para participar da pessoa. Tem que ser responsável legal por ela mesmo. E o ter que ser maior 18 anos, está associado também ao seguinte. Você veio financiado pelo economia underground para a Cabeu. E você está convidado ou convidado para um birenáis que economia underground. Eu sei onde vai ser. Sabemos, então Fernando vai escolher a localidade. Sabemos que o Fernando estaremos. Mas a gente, do Manu, são altíssimas. E convidado de recorrente, o Rodrigo deve estar na Cabeu e vai também. A Marínja vai estar na Cabeu e ela vai também. Então vai ser um birenáis com você e com a gente. Ou oportunidade sensacional. -Pacote completo. -Pacote completo. Passagem bebida. Passagem aérea para vir pro Congresso, mas um momento de birenática economia underground tiraremos nossas fotos e postaríamos no Instagram economia underground. Então está lançada em nossa promoção que está relacionada ao ISE e a Cabeu do ano que vem. Muito bem. Temos que fazer uns flyers dessa pessoa. Vamos fazer. -Vamos fazer um confissar que estou positivamente surpreso. -Vamos. Dr. Renato, Dr. Renato falou, Felipe, pode apresentar que o pessoal vai gostar, tem certeza. e ele falou, só se preocupa em. de destacar que é uma iniciativa de economia integral de que a pessoa tem que ter mais 18 anos para participar, se preocupe fazer isso, vamos fazer uns frairas e lançar isso aí, pessoal, outra questão, outra questão, negociarei a sua inscrição na cabeça, vou negociar a organização da cabeça para vocês sejam subsídios na sua inscrição, muito bom, maravilhoso hein, Felipe tá, vacas gordas, se chama vacas gordas, pronto vou largar minha carreira, vou largar a carreira por eu sou universitar, vou começar a organizar eventos, pronto, e veja, nós estamos gravando isso antes do sorteio da megacena da virada, então informações privilegiadas, é exatamente, se alguém aqui ganhar a megacena da virada, não diz nada, pessoal, se 15 pessoas foram financiadas pelo economia integral onde nós pode ter sido agraciado com a megacena da virada, vamos lá, Rodrigo, acho que a gente pode começar, talvez se explicando um pouco melhor as questões mais centrais do texto, conforme vocês estão apresentando, agora eu perdi minhas notas aqui, pera aí, o texto, ele sai daquela definição do gig econômico, é muito simplista a gente traduzir como a economia do bico, talvez algo necessário. Eu traduzo também, acho que é por aí, né? Vendo os músicos, aquele que vai provar seu gig, mas nós traduziremos como bico mesmo. E como isso impacta as relações de trabalho principalmente contrastando com formações anteriores da relação empregado, empregador, aí obviamente surge toda a discussão sobre valor justo, que como os bem desenvolve, e vocês analisam especificamente uma iniciativa, que é o Fair Work. Você consegue explicar para nós rapidamente esse Fair Work, essa iniciativa, como que ela surge de que modo, vocês encontraram ela para fazer essa análise, acho que é interessante. O Fair Work é uma iniciativa da Universidade de Oxford, esse projeto tava encolado à Universidade de Oxford, mas eles têm equipes tão mundo inteiro, equipes que são responsáveis por guiar investigações, análises das plataformas, das principais plataformas dos países. Qual é o objetivo do Fair Work? É apresentar, eles criam uma espécie de benchmark, eles têm alguns critérios sobre trabalho justo, que vão sobre a remuneração, representação dos interesses trabalhadores, possibilidade de organização coletiva, e a partir desses critérios, eles analisam as plataformas de cada país. Então aqui no Brasil, faz análise sobre Uber, noventa e nove em que hoje. Então a ideia do projeto é que as plataformas sejam comparadas aos critérios mínimos de promoção de trabalho decente, trabalho razoago, dentro da economia de plataforma. E a partir disso, promover ou tentar promover mudanças no trabalho em plataformas digitais, a partir da publicização desses resultados. Então aqui conta muito com a opinião pública, com o poder público também, vai responder esses resultados e os efeitos sobre a repitação das empresas que determinadas notas ou avaliações podem ter, assim que elas são publicadas. Então em minhas gerais, esse é o Fair Work Project. E como eu contém só rapidamente a minha tese, foi escrita só tentando discutir justamente o trabalho em plataformas digitais de transporte. E o Fair Work não dá para estudar plataforma sem esparar com o Fair Work Project, porque ele é uma iniciativa de acadêmicos também, pesquisadores que têm estornado os principais pensadores do trabalho em plataformas digitais, dentro da academia e em disciplinar, não só economia, mas coreias da comunicação, sociologia e diversas áreas. Uma espécie de avaliação e divulgação nos resultados dessa avaliação, nesse sentido isso. E a expectativa é que o Fair Work Project possa criar a razoabilidade com moziana. É a verdade, esse é o grande discussão do nosso texto, porque o texto até colocar o imperespectivo, foi uma grande surpresa do texto aparecendo no impósito dos 100 anos dos fundamentes legais capitalismo do Comos. São grandes nomes que estão no impósito, então tem o Charles Bailey, até o Rodson apareceu. Até o Rodson apareceu, tem o Thomas Kent, tem o Eric Scorsone, que me orientou no sandwich, tem o pessoal da escola japonesa, como moziana também, mas na carta de apresentação da sedução, o Biel fala, tem mais dois artigos que não fazem parte de impósito, mas eles fazem contribuições para aprofundar essa discussão. Então certa forma participando esse impósito. Muito legal. Foi importante o centenário dos fundamentes legais capitalismo, porque por muito tempo, esse foi o principal texto do Comos sobre economista sinal. Não seria até 1934, com instituições no economista seria uma continuação dos fundamentes legais. Então esse livro era central, mas daí voltando, esse texto nós temos pensado como resultado do meu sandwich, porque nós tivemos muitas discussões sobre valor razoável que implica quais são os aspectos constitutivos do valor razoável. É uma forma de valoração do processo de mudança institucional. Então olhando para o Comos e a infância de que ele dá ao processo legislativo, principalmente com o propor, regras de operação razoáveis, que implicariam questões da democracia, um aperfeiçoamento das regras de organização dação coletiva. Bom, eu salvo estudando as plataformas digitais e acontecem em sete. O texto são como o propor valor razoável numa atividade que os trabalhadores são espalhados, pulverizados, não a representação. Pode haver as sociações, mas elas são municipais, pode haver se indicado, mas ele tem uma dificuldade muito grande para apresentar interesse. Isso também se dá por ser uma categoria muito heterogênica então as trabalhadores que têm nas plataformas digitais a sua fonte de renda principal, as trabalhadores que usam explorar de caminho. Então como organizar os interesses dessa classe, que ainda nem é uma classe para si. É uma clapa também. Então como propor, quais são os caminhos? Não dá, não é possível ter valor razoável ou razoabilidade nessas reações. Bom, então no artigo nós vamos estabelecer ali algumas características valor razoável, que podemos dizer que tem o papel do especialista para analisar as casos. É uma atividade, um processo e não um resultado. Ele é pragmático e busca encontrar os interesses envolvidos. Então a partir daí existe algum início ativa dentro do trabalho plataforma, que talvez se aproxima do valor razoável. Então nós encontramos ali no Fairware Prodig. Ele pode ser, pode apontar para o início ativa e promoção do valor razoável. Tem alguns aspectos que ele ainda ficaria distante, mas ele é um começo nessa atividade que é tão complexo. O ano para o comas quando ele escreve que é um capitalismo industrial, que tem outras características que não do trabalho em plataforma. Perfeito. Eu fico pensando, Rodrigo, porque o Fairware Prodig aparece aí como algo, vamos dizer, novo na discussão. Podemos dizer assim, como o trabalho em plataforma é novo, você coloca claramente isso, é uma coisa do século XXI mesmo. O Fairware Prodig, ele dá uma resposta a essa questão, mas ele não é, vamos dizer assim, a solução de nada. Ele é o começo da discussão, mas é uma resposta nova, uma resposta como, é isso, se tivessem sindicatos, de trabalho que tivessem organizado, não precisava de nada de Fairware Prodig. Parece que é assim, é um tipo de reação que acontece e que tem esse fundo da publicidade. de alma do negócio, né? E que funda também essas empresas, né? Você coloca, né? Pessoas aí você é no ativo, né? Que grande parte dos brasileiros, quando entrevistados dizem que não comprariam das plataformas, se soubessem que elas estavam mal tratando, se os trabalhadores estivessem uma. eles estivéssem, vamos ser, o que é o que fazem, né? Explorando os trabalhadores estivessem muito claro, né? E as pessoas não comprariam, né? E o Firework Project entra ali, né? Falando, olha, isso aqui é por exploração, né? Vocês que estavam achando, não, aqui estão mostrando o que é, né? Mas aí tem toda essa segunda parte, né? Então como essas pessoas se organizam, como elas vão decidir, né, como você coloca aqui, eu acho, foi. é muito bom esses pontos do comos que você apresenta, né? Que é isso? Os trabalhadores mesmo têm que se organizar, né? Não tem algo de cima, né? Que vai dizer, é isso que é o justo, né? Isso que é o razoável, né? São eles mesmos que têm que se organizar e é naquela disputa pelo excedente que vai ser determinado que é razoável para eles, né? E esse é o ponto dessa organização, né? Parece que ali que tá o noogórdio, né? Como desatar esse negócio da organização mesmo com o Firework Project, né? Parece que, por exemplo, eu fico imaginando, o outro dia eu estava escutando fora de terezina, fora de terezina. E tava comprovagando de Uber, né? Ou de Aifuud, um dos dois, né? Como os trabalhadores estavam sendo bem tratados, eu falo, nossa, então veja a reação dos caras, podemos imaginar, que ela também é em termos de publicidade, né? Então Firework vai lá e em termos publicitários, é isso, o atario, você coloca aqui, a BBC, o intercepta todo mundo mostrando o trabalho desses caras, isso tem um impacto, né? E os outros estão lá comprando espaço de anúncio na, no foro de terezina, né? Então estamos assim, uma mídia que não de progressista, não vou falar de esquerda, né? Porque tem a diferença, né? Eu estou descobriu outro dia, né? De mídia progressista e mídia de esquerda, né? Tem diferença profunda, né? De uma mídia progressista, né? Com a diferença é isso, né? A gente defende-tebe-te. E a Nádia, uma mídia progressista faz isso, né? E uma mídia de esquerda é crítico, é basicamente isso, que eu verifico aqui, o SV, TV247, TV Forum, né? Eu acompanho, aqui é nota de roda Papura, o jornalista, o jornalista, o jornalista que estão, que são críticos ao governo, cara, eles são mandados embora, eu acho um sensacional, eles são mandados isso aí, da episódio, gente. O economia derradi progressista ou de esquerda? De esquerda. É radical. Vem da raíche, vem da raíche. Vai dar raíche. Mas não, então Rodrigo, eu fico pensando, né? Pensar o "Fair Work" como isso. Puts, é um primeiro passo. Agora que ficou, as pessoas no geral sabem que aquilo lá realmente é uma exploração, que aquilo lá é terrível para o trabalhador. Agora eles vão se organizar. E aí parece que a reação não é isso, não, não, ó. A gente é legal com o trabalhador, ó, se ele quebrar a perna, a gente paga o pino, né? Algo assim. A gente dá o parafuso. Não tem, eu conheço o caso aqui de uma moça que pegou o Ubermoto, o Ubermoto, a moto caiu, ela morreu e o Ubermoto pagou meio interro. Pagou meio interro, sabe? E é isso. E agradeço que pagou meio interro, sabe? Então esse é o tipo de coisa. E eu fico imaginando, né? É um passo a frente, aí você fala, "Bom, agora vai o outro passo a frente, não é? Às vezes vem um passo para trás, né?" Esse é o ponto. E aí, minha pergunta para você, Rodrigo, é como "Fair Work" é uma novidade no sentido de publicizar isso. Ou seja, é quase Puts, cara, tipo é isso, as universidades são cada para dar uma volta. E pela própria opinião pública fazer com que essas empresas fiquem numa posição mais de defensiva, né? Que mais, né? Que mais conseguiríamos? Eu fico pensando, "Será que precisa o governo?" Fico volta nessa. Precisa criar aquelas câmeras de negociação, sabe? Ele criar câmeras de negociação e não falar, "Ah, olha, agora você se organiza, tipo, e faça vocês tem que estar organizados porque aqui tem uma câmera e vocês vão negocia aqui." Não é uma coisa que eu acho que os Estados Unidos fazia isso, né? É tipo meio, o governo está por trás da. Ou seja, a publicidade e o governo do outro lado. Então, é, se intensando, né? Que até essa própria estratégia, é sem se indicar, que é de publicizar práticas de exploração do trabalho, até direto que também é canônico, né, no comas. Também está lá dentro do comas, você pega o industrial government, em 1921, ele vai falar sobre isso, né? De como. Como o guild das empresas, né? A sua repitação, como isso também pode ser utilizado como instrumento, para levar essas empresas a terem práticas progressistas, né? De gestão do trabalho. E como usarmos sempre tudo isso, né, sobre como fazer usar o guild como uma forma de elevar a qualidade da forma de gestão do trabalho, nas transações gerenciais. Então, como os coloca isso? Mas isso ainda é frágil, né? Nós colocarmos que o trabalhador, em sua relação direta com o empregador, caso conseguisse, se organizar coletivamente, ele poderia levar outras vezes, só representasse os interesses nesses processos mudenses. E agora volta, acho que eu entre um pouco no artigo que eu vou apresentar no James Street, mas sem falar muito sobre ele, que é a questão. Despoilha, do próximo episódio. É a questão da seguinte, dia 9. É o último dia 9, né? O ministro é São Faquim, chamou uma diência pública para discutir o tema 129, 1221, não lembra agora? Que é o tema para discutir o vínculo empregativo em que motoristas e plataformas digitais. Essa é uma diência pública, teve participação de trabalhadores, teve participação de pesquisadores, tinham pessoal de sezídio, tava lá, tinha pessoal do ministério público. E mas é uma discussão interessante, que o debate é a relação entre um motorista e uma plataforma, ela deve ser caracterizada como um contato civil, um contato de trabalho. Então a partir da definição, se é um contato civil, isso vai viabilizar diferentes formas de se lidar com os problemas de trabalho. Mas se considera que é um contato de trabalho, isso vai viabilizar outras formas e a principal delas é a organização via sindicados. Esses são os instrumentos que constitucionalmente têm legitimidade para representar os interesses trabalhadores. Eu vejo, colocando então minha opinião sobre essa questão, que claro, o vínculo eu não acho que seja aprovado, não acho que o supremo vai decidir pelo vínculo, olhando as decisões opos precedentes. E os próprios argumentos dos ministros no Afederal. Mas se eles decidissem, essa decisão é uniformizadora, se decidiu qualquer conflito, agora deve ser decidido a partir desse novo precedente. Se eles decidissem pelo vínculo empregatício, isso empoderaria sindicados. Mas ainda se entrariam a dificuldade que é como organizar essa atividade, essa classe, que é tão difuso, que é tão heterogêneo. Mano, eu coloquei no texto justamente isso, se é tão difícil organizar o que nós podemos fazer agora, aqui seria o pragmático do comas. O que é possível, o que é viável nesse momento, em que os trabalhadores ainda não se organizaram. Mas acho que a organização passa pela definição dos status do vínculo. Porque se for decidir como um contato se viu, aí cada um tem um contato com a plataforma, e o contato já está feito ao termo de uso da plataforma, você diz que leu, entrou, acabou. Então, ainda não há uma classe organizada, e por si não é, que outras formas isso pode ser levado para resolver. Daí a gente não se perguntou, talvez eu engolendo muito mais ao seguinte. Assim como aconteceu com a CLT, que consolidou leis, mas que veio algo do governo federal estabelecer os critérios mínimos, para essa nova classe industrial que ainda não era constituída, plenamente, mas que estabeleceu, talvez nós precisamos também de novo, que o governo federal estabeleça quais são as bases mínimas, quais são os critérios mínimos, para essa classe que transconstruindo. Então, se acontecer com a CLT, isso pode acontecer também com o trabalha em plataformas. A grande questão é, qual é o grau de exploração que nós estamos dispostas a aceitar? Qual grau de exploração? Se nós temos critérios mínimos de justiça do trabalho, de trabalho decente, trabalho justo, isso deve ser aplicado todas formas de organização do trabalho, certo? Então, acho que vai por esse caminho, então o governo federal ainda tem um papel muito importante e o 6x1 está nesse contexto, o quanto a gente aceita de exploração e quanto a gente não aceita, eu acho interessante ter essa questão da exploração fundamental, que é uma discussão do que tipo de sociedade a gente quer, que é a discussão fundamental, que tipo de sociedade e isso vai ter tudo, gastos públicos, a gente tem que pensar nesses termos e não em termos também de ter contas saudáveis, que são, ou seja, finanças funcionais, funcionais para que as pessoas vivam melhor. E agora, eu gosto na nota como outra coisa que eu não vou falar, não tinha nada a pedir, mas eu. Pode falar, seu texto coloca muito bem que é essa contradição do neoliberalismo, que é muito evidente, tipo, sei lá, você lê, eu fucou ele já está falando disso, que é cara, neoliberalismo é mais estado, não é menos, é mais estado, porque seu texto coloca muito bem que é isso, ao momento que nessa relação dessas empresas, se nessa giga-economia o trabalhador tem um mínimo de proteção dessas empresas, quem vai ter que for necessário proteção, é o estado, então o estado vai ter que estar mais aparelhado, sabe, para oferecer serviços médicos, pros caras, né? Então, todos esses caras, se eu poderia ter um saúde privada, eles não ter que ir prospeitar o público, esses caras não vão ter aposentadoria, eles não ter que cair em algum plano do governo no final, né? Que é isso, para a pessoa miserável, que a gente está discutindo agora na nosso corte de gastos aí, é basicamente isso, né? Então veja, neoliberalismo é bom, mas o estado está arcando com todas, tudo aquilo que esse tipo de contrato se viu no caso não arca, porque as pessoas são pessoas, eles não deixam de ser pessoas, né? E vai precisar do estado, né? Então, esse BPC, cara, é o futuro do todo esse trabalhador, né? Que não paguei NSS, não paguei nada, vai estar lá aposentado, ferrado, ou vai cair e vai se machucar e vai ganhar BPC, quem vai pagar BPC, vai pagar o estado, né? Então até se você pensa nos termos fiscais, que é o pior termo de pensar, as coisas não do termo de uma sociedade melhor? Bota na mão dessas empresas, né? Então para essa empresa neoliberalismo é bom que é a privatização dos ganhos, né? Você coloca isso no seu texto, né? É a privatização dos ganhos e a repartição dos custos entre a sociedade, né? É isso, neoliberalismo, isso aí precisa o estado grande aí, isso aí precisa o estado grande, né? Você tem que estar o estado dando BPC para o cara que ficou, é, é, é, eu sei lá que perdeu a perna, né? Entregando pizza, sabe? E esse é o público, não tem NSS, nunca contribuiu, né? Porque a empresa também nunca contribuiu com nada, então acho muito interessante isso, da gente também vai discutir nesses termos, porque aí tão agora discutindo reforma fiscal e poderia ser isso, olha, na verdade, para a gente resolver problemas de BPC, vamos botar essas empresas, tem que assumir as responsabilidades delas também, né? Eu vou arrumar, eu tenho uma coisa aqui, eu vou aproveitar o que você falou, que é da todo debate sobre a jornada de trabalho, é uma tentativa de individualizar o trabalhador, é assim bom, ele precisa, isso deve ser decidido com a corda e condensões, que curiosamente foi uma fala também no ministro do trabalho, tá? Os condensões é colocar que o indivíduo tem essa capacidade de barganhar ou de discutir redução na jornada, bom, é curioso falar sobre condensões politivas, num momento em que vindo na estera da reforma trabalhista ou sindicato porém desvaziados, a contribuição obrigatoria de sindicato vai estangular via financiamento de sindicato, infraquecimento de sindicados, então não há uma discussão que facilmente pode ser levada via a corda escoletiva, certo? A manifestação mais absurdo foi do governador do seu estado, mano, que ele falou que o casamento, o contato de trabalho tinha de ser igual o casamento, ninguém oubrigado ao escaladente se não está feliz, né? Não tem que vir uma regra, uma lei, né, pra definir isso, mas o que é a falsa impressão de que nós estamos tratando de uma transação de barganha? É, a transação. Como sendo o divorce, você fosse levar metade da empresa? Não, não estamos falando a transação de barganha, que todo mundo aqui é igual, perante, perante a lei pode ser, mas econômicamente não é igual e não tem alternativa, transação de barganha tem alternativa, eu posso escolher não tomar decisão e isso não vai me trazer grandes prejuízos Não, no contato de trabalho, o poder econômico é assimético e mais que isso, eu, como trabalhador, se eu não tomar decisão, a minha alternativa é desempreiro A minha alternativa, a minha sobrevivência, então que eu vejo na discussão de vocês por um princípio de quem está voce ferrando conta isso, de colocar o indivíduo, o indivíduo de novo, essas amarras de uma lei de 100 anos, de 80 anos é tentar falar que a transação entre capital e trabalho é uma transação de barganha, mas não é uma transação direencial, não existe transação de barganha com poderes assiméticos, não existe barganha entre trabalhador e capital, existe subordinação, existe chefe em plegado Como o solucionar essa transação, linguagem com musiana, pela transação distributiva, pelo sindicato, São coletivo, então, tem sido colocada assim, bom, a 6 por 1 vai acabar com os negócios, 6 por 1 vai acabar com autonomia, do trabalhador, barganhar com seu chefe, se ele vai trabalhar tudo isso não é isso, se você esperar essa ordem espontânea e acabou, você pode fechar embora E essa conversa não é inédita, todas as grandes reformas trabalhistas, laborais de um modo geral, a tônica sempre foi essa, não, vai inviabilizar os negócios, vai inviabilizar os negócios e ele segue aí, a instituição alização do décimo terceiro foi vista como a quebra de todas as empresas brasileiras Não, você pode ser até mais crítico, o trabalho infantil, o escravidão, tudo isso foi feito nesse enredo assim de que nossa vai acabar com tudo agora e não, a gente está estabelecendo critérios mínimos de sociabilidade e relações de trabalho E aí é interessante, porque eu nunca vi a última desculpa, Felipe, mas assim, a quanto tempo a gente não vê uma proposta de reforma progressista, né, o progressiva para o trabalhador Então são instituições progressivas aí, que estamos, eu não vejo isso, não lembro da última coisa que eu vi, porque é um processo de destruição que tenha muito tempo Ah, pergunta pro Rodrigo, por que as pessoas não se mobilizam? Eu não estou sentindo, tipo, teve aqui uma passeata aqui na cidade, aqui em Belo Horizonte, com pouquíssimas pessoas E acabou, porque eu achava, cara, isso afeta o trabalhador de serviço, tipo afeta no centro das cidades, pessoas vão começar a sair para fazer, e as pessoas não vejam, não vi nada, né, não vi E uma coisa tão clara, tão óbvia, tão fora da questão partidária, não vi, é isso, voltando, ver o álcool me falando, tem que tocar lá, internacional comunista para o álcool falando, né, que isso é o moderno, todos países do Fidel Europe estão fazendo, a gente tem que entrar nessa Mas o governo federal também não encampou, o governo federal não encampou o negócio, né, as pessoas não estão fazendo nada, não estão vendo uma mobilização, o que acontece Mas, mais difícil, talvez pensar que, por mais que não tenha tanta mobilização por nós poderíamos esperar, é uma das propostas de redução da jornada, e da carga, semanal, que mais mobilização, Pedro, poderia dizer Porque assim, como esse assunto explodiu no meio do mês passado, de novendo, eu até mandei um. mensagem para um colega do apartamento e de onde surgiu essa discussão, qual surgiu o tom de repente, como ela ganhou, com o torno tão tão importante, mas é importante colocar que não vai ser fácil para colocar em discussão, isso vai ser fácil, porque em 2019 possa reformar a trabalhista, nós já tivemos uma proposta de redução da carga da jornada e da carga, que foi do. acho que está aqui do Reginaldo Lops, do PT de Minas Gerais, que ele colocou, foi para a Comissão de Justiça, CCJ, do momento que esse deputado conseguiu protocular essa PEG, até a identificação de um relator só para avaliar sua PEG, foram três anos e meio, e após três anos e meio, o. esqueci o nome dele, aquele deputado do Rio de Janeiro, foi candidata prefeito, o Mota, o Taisismo, Taisismo, ó, ele foi relator, só que ele estava licenciado, certo, agora no começo do ano, os grandes partes da CCJ, dos membros componentes, tiraram de palpa, a votação dessa PEG, então foi retirada de palpa, em grande maioria, a retirada de palpa foi proposta com um deputado partido novo e com grande apoio dos partidos que a gente pode colocar o PL, pode colocar o que é mais União Brasil, o PP, que retiraram isso de palpa, então só para colocar um relator que vai analisar a admissibilidade dessa proposta, isso já pode levar um tempo muito grande na CCJ, lembrar que a CCJ hoje tem como presidência, uma deputada do PL, tem muitos membros do PL, o vice-presidente também é do PL e com o difícil, isso pode ser produtiladente e saindo da CCJ, isso ainda precisa ser discutido nas câmeras, não sei nada, então se nós consideramos o condifício, é uma proposta com essa passar ou ser discutida com a Erica e o Tom Propós, eu quero que isso seja debatido e discutido, é preciso muita luta e muita mobilização, muita mobilização popular para pressionar, principalmente nessa primeira barreira que essa CCJ de avaliação da admissibilidade desse estúdio de propósito, é verdade, eu acho muito curioso, o debate nos nossos colegas, os nossos colegas mainstreamers aqui, o ponto dele sempre vai ser, olha, tem uma questão de produtividade que deve ser debatida, porque a gente não há uma grande produtividade na economia brasileira e você vai gerar uma redução, você vai ter um problema, primeiro você precisa aumentar a produtividade, só que esse debate elefeito se esquecendo que a produtividade, ela talvez seja o elemento de afereção econômica mais complexo que a gente tem, você tem muito debate, inclusive dando o próprio mentor em sobre como o diabos você vai imediar produtividade, e sempre foi um problema, esse foi o problema que já se encontrava lá em a Dão Ferreira, como você mede a produtividade dos indivíduos, isso sempre foi uma questão, então você vai ter muitos estudos que vão apontar que, olha, de fato você consegue fazer uma redução da jornada quando a produtividade é muito alta, e você vai ter uma série de estudos falando que a redução da jornada gera o meu de produtividade, então na verdade o que você tem em relação à idade de redução do jornada é um debate, não é algo taxativo que você pode fazer uma afirmação muito contundente a respeito, então essa questão da baixa produtividade, ela não é argumentação baseada em ciência, que você consegue apresentar frente a essa discussão, na idade ela é muito mais uma afirmação associada a uma determinada postura política, que é uma questão científica, como tudo, como todos, agora eu tenho ainda outra perspectiva que eu acho que trabalho, a gestão do trabalho, ela é forma de ajuste da economia entre setora e industrial e terceiro, então você pensa aí, quando estamos juros, 12,75, 12,50, está quando? 12,75, 12,75, por cento, então a audiência imagina o cara lá, bota no ano sem conta, ele pega 112 e 50 centavos no fim do ano, comprando todos os governos ficando em casa, fazendo nada, o setor financeiro faz isso, o setor industrial, gostaria de fazer isso, o serviço, gostaria de fazer isso, agora esses caras, eles têm um grande problema, que é, que os ativos deles não são líquidos, senão eles vendiam tudo e faziam, vende tudo, faz, mas o cara tem um galpão, o cara tem máquina, difícil, e ele tem que ter uma taxa de lucro compatível com aquilo ali do setor financeiro, e o que ele vai fazer, bom, politicamente, ele vai buscar, através das suas relações, estabelecer que o governo proveja para ele um tipo de orientabilidade compatível, então é isso, bom, tem um todo um conjunto de subvenções, que o governo pode dar, e reforma trabalhista, ajustando trabalho, então isso, mais valia, como o velhinho falava, mais valia absoluta, mais valia relativa, taxa de lucro tá aí, e eu vou precisar, preciso disso, então é uma forma de equalização, num país com a juros tão altas, que o setor industrial acompanha aquela taxa de lucro, que o setor financeiro tem, que o setor industrial gostaria de ter, mas ele não consegue, porque o cara da FESP não consegue vender tudo, né, então você não tiver lucro retido, ele vai comprar título, ele não vai investir na sua fábrica, mas a fábrica tá lá, então preciso explorar o máximo que, então juros altos, aumenta a exploração do trabalho, né, então a gente tá discutindo 6 por 1, é você tá discutindo aquilo que essa esse setor entre aspas produtivo utiliza como variável de ajuste, né, é o que ele utiliza como variável de ajuste, por isso você tem pavor, né, no Brasil essas duas coisas não podem ser discutidas, trabalho, né, e juros, só as duas coisas, e porque elas tão ligadas, né, porque a taxa de lucro é a braseira vende isso, né, taxa de lucro é a braseira vendeira vende isso, né, então acho que são duas fáceis da mesma moeda no fim das contas, né, porque tem muita gente, ó, o banco central, o, como que eu nome, o campos neto, agora vai vir o galipo, vai fazer a mesma coisa, nota aí, pode notar aí pra, no que vem, né, a mesma coisa, é, e o governo também não tá dando muita bola pro 6 por 1, né, essa coisa vai ficar ali meio perdida, né, a mídia também não vai querer tocar nisso aí, muito, né, porque são as duas variáveis de ajuste, né, isso que determina taxa de lucro da burguesia brasileira, é isso aí, é isso aí, mas um episódio autostraú, olha só, é o buraco, é a taxa, né, até depois eu ouvi anotar, né, todas as análises do Manu, de fato é essa variável de ajuste aqui, e assim não é, desde a industrialização da ins comece do século 20, e que é a extreção da mais valia absoluta aqui, vai, vai sob os salários, vai sob o trabalho, né, vai, é o que o Conos vai falar da ameaça competitiva, a corrida profundo do bolso e é sob o trabalho, né, é isso, né, é uma sociedade que a gente tá indo isso, ela precisa criar desempregos estrutural, né, violento, e se você não tá desempregado, você tem que ter um trabalho de merda, é basicamente isso, tá aí que tá trabalhando, tá entramendo um trabalho péssimo ou tá desempregado, essas são as duas alternativas dessa Felipe, dessa visão da produtividade aí que os caras estão trazendo, né, de aumentar a produtividade, não tem outro motivo, não é isso, isso a volta para a discussão do indivíduo, né, a questão é o indivíduo e o que ele faz, e você quer produzir e vai vir uma lei que vai impedir que você possa produzir, né, a uma lei que vai interferir na sua autonomia com o trabalhador, isso é, isso é um dos argumentos que a gente se do utilizado por aquele som com caros, a discussão na redução, mas é colocar, é ignorar aquela, a chamada aí por suficiência do trabalhador, o trabalhador que não tem poder de bargain para negociar como ele é vendido, né, mas volta para a nossa discussão, sobre a neoliberalismo e esses mitos capacitadores que vão tentar barrar qualquer tipo de discussão honesta sobre trabalho decente, trabalho justo, as famílias, né, então as famílias são tão importantes, a defesa das famílias, então a família é tendo de criação, a salário de ígno, a alimentação, a trabalho decente, né, eu acho que tudo isso tem que ser colocado, cara, isso é muito complicado, porque eu estava vendo, tem um, sei lá, selecionador, deputado de minas, agora morando em Belo Horizonte, Eu fico tendendo da política mineira um pouco, mas eu quero achar uma Claytinho, você já ouviram falar? Não, não, não. Claytinho. Você já comentou sobre ele, que eu acho. Ele é deputado ao senador, Rodrigo. Eu não lembro, eu acho que ele é. Ele é senador. Não, é. Não, não. É. Senador. Ele é do pele, né? Ele é bolsonarista, tudo. Mas ele estava a favor, ele estava contra o 6 por 1, né? Contro o 6 por 1. Aí, fala por que está contra o 6 por 1? Ele era para ser bolsonarista? Não, eu quero falar. Ele é um filho. Assim, nada. Ele é um cara terrível, né? Mas o cara cheia. Não, porque eu nunca vi meu pai, trabalha a vida toda, fim de semana, ele nunca foi me ver, jogando bola, nunca participou em nenhuma atividade na escola, e eu não quero que isso. Isso não pode ser a vida das pessoas, sabe? E o cara, ele é de direita, tá? Ele é de direita, né? Então, tem algo que. Eu é isso, Rodrigo Vincent, né? Pode ter o discurso neoliberal, tudo, mas tem a realidade, né? E a realidade. Ela está. Eu gosto do institucionalismo porque ele tem a questão da realidade, né? A realidade está lá. Tem as instituições. Se não precisava, tem instituições. As instituições estão ali, mas tem uma realidade. As instituições tentam lidar com essa realidade, né? Mas ela existe, ela não deixa de existir porque tem as instituições. E eu acho que essa realidade pode de alguma maneira ser, sei lá, benéfica, assim, pra gente pensar, né? Por um cara de direita, tá, votando o negócio e indo contra, né? Todo mundo que quer do partido dele, que tá. Isso. E ele. Ele é esperto também, né? Porque ele fala, cara, quem votou em mim quer periferia, tá, tá, tá, tá. Esse trabalhador, cara, ele quer que. Ele tá conto, vocês, por um, eu posso encontrar ele. É o perco, a minha. Meu estou foi eleitoral com isso, né? E as pretensões que ele deve ter, né? Eu acho que o deputadozinho bem-me. Ele já tem os votos dele, ele pode fazer o que quiser, porque os votos já vão. Já garantem ele, mas esses caras têm pretensões maiores. Eu acho um zema falando o que falou. Ele já pode ir pra casa, que não vai ser eleje pra nada, sabe? O Brasil é. o Brasil é a dona de casa e a relação de trabalho agora é um casamento, né? Prevenderam. O tempo é uma questão, pessoal. Tem uma boa questão. É. Tenho que ir pra o preto ainda. [risos] [música] Vamos lembrar nossa diência que nós estamos no Instagram, lá nós somos a roba, economia underground, e aí Felipe, temos interações? Temos interações e temos um recado para a audiência, o que é que o senhor prefere, que seja premio? Me surpreenda. Então vamos dar um recado para a audiência. Já surpreendeu, hoje muito, né? Porque esse recado ele é sorprendente. Olha só. Ano que vem, em 2025, voltaremos antes de março. Verdade. Nós sempre voltamos em março. Em 2025, com a gente volta antes de março, né? Isso veio. Que a gente é uma deliberação nossa, muito legal, muito querido. A gente chegou. O último dia de fevereiro. A gente chegou a cogitar, não parar. Pela nossa. Aí o amissão. Aí o ameaça e demissão, eles reveram essa. [risos] Teve essa questão. Teve essa questão. E teve a nossa confusão de horário que a gente viu, pai. Não, não, não. Não dá a pausinha, mas o que acontece é a gente sempre debate uma pauta para o semestre, né? A gente debateu essa pauta, a gente deixa nossa pauta muito viva, coisas vão acontecendo, a gente veio debater no tal. Tem uma purção de episódio que a gente gostaria de gravar, a gente cogitou. Pô, não vamos parar, então, vamos direto, né? E a gente viu que não é produtivo para ramos, mas vão dar a pauta menor. Então a gente volta antes de março. Quando, antes de março, a promessa é antes de março. A gente faz promessa que a gente consegue cumprir. A gente tem deadline. [risos] Isso é o máximo que a gente consegue prometer. A gente vai voltar antes de março, não, antes de abrir o como vinha sendo, né? E temos aqui uma interação da audiência associada ao episódio passado, né? A naturalização da inserciabilidade, eu, o fim do mundo, né? É uma interação da CBLDBIZ, né? Ela mandou um comentário em box sobre o episódio, que é a edição desse episódio estar de parabéns. A parte do Felipe com o The Sound of Science de Fundo ficou sensacional. Então esses parabéns são para. -Prosso Fernando Krauss, né? -Muito obrigado, muito obrigado. [risos] Não só Fernando fez a edição do episódio passado, como ela não teve revisão. Ela foi ao ar tal como Fernando, a feita, né? E então todos os méritos de edição do episódio passado são do Fernando, parabéns Fernando. Muito obrigado. Felipe Manúfico com aprensivos, quando isso acontece, que nunca sabe o que vem pela frente, né? Nossa, eu fico medo, Fernando, eu subi o amê, né? [risos] Veio o processo antes de você que já se prontinha. E eu com medo e doutor Renato apavorado. Não tá aí, doutor certo, por enquanto, por enquanto. Também temos interações aqui no Spotify, no episódio 154, a sacanhagem na divulgação científica. -Oi, Alexandre. -Oi. Alexandre, su, suarana, comenta aqui a episódio excelente, pessoal. Parabéns e muito obrigado pela consistente e qualificada divulgação científica. E não sei se ajuda, mas o David Lynch tem um terceiro filme além do citado chamado Imperio dos Sonhos, quem sabe não é esse, que ele tá repercutindo uma discussão que a gente teve sobre um filme sugerido pela Natália e do Nisse, que ela comenta a sobestrada dos sonhos e a gente não achou esse filme, então ele sugeriu aqui que talvez a gente se referindo a Imperio dos Sonhos. Obrigado, Susu, mais o que acaba acontecendo ao seguinte. A gente não vai fazer episódio sobre o David Lynch, não tem a menor condição. Então aí, sobre isso, tem outro comentário aqui também, dessa vez sobre Rubéns Bill Andrade. Agora, estou mais aligado, se até o professor Felipe Omeida disse que o filme "Cidade dos Sonhos é difícil de entender quem sou eu para tirar algo desse filme". -Assistir. -Ah, mas a minha opinião não vale de nada, não vale de nada. Ele comenta aqui que assistiu há muitos anos e não entendeu nada. -Com? -É aí. Cara, assistiu esse filme duas vezes no cinema, cara, duas vezes no cinema, fui ver a primeira vez, saí com aquela situação assim, aquela sensação, vim ver na fatídica sexta-noite, não estava legal, não prestei muita atenção, e tal. Fui na semana seguinte, descansado, tal, acho que eu entendi menos nada. -É aí você viu o que o problema era esse? -Exatamente. -Manur, Rodrigo, abraços, comentários, dicas, gingamentos, vai, Rodrigo, vai, Rodrigo. Quando eu mando um abraço a meus alunhos HPÉ, que por conta dos feriados de quinta e sexta-feira, a história que pensava em como, por conta dos feriados nós vamos se semestre muito apertado, não conseguida tantas aulas de equino institucional, como eu costumo fazer. Então, economia de gráfico é referência para aprofundar o que eu não poderia falar nas altas. Então, agradecer aqueles que estão ouvindo, eu sei que muito estão ouvindo, então abraço para todos vocês. -O reforçante é abraço aí. -Abrigado, hein. -Abrigado, hein? -Abrigado. -Abrigado. -A abraço aí. -Paração de abraços. -Paração de abraços também. Eu também aproveito para mandar abraços para os alunos de história econômica geral e formação econômica do Brasil, muito furtado, caiu prado, com castro. E isso é abraço para todo mundo que acabou, hein? -É verdade, né? O último é isso? -É. -Eltimo. -Eltimo. A abraço para todo dia se tem uma boa vontade. -Se lembrando que tinha a 25 aniversário do Manu, então, passem lá. -Dia 25 para ver isso para ele. -Manu, e já tá sendo em box, se eu mando endereço para vocês mais ou três vezes. -Oh, eu tenho abraço aqui, na data, na data, que esse episódio for ar, beleza, a borba de almeida, está qualificando sua testa. -Censo, só não? -Entesse pode. -Entesse pode. Então, mandar um abraço para a beleza, se ela está ouvindo esse episódio, antes da qualificação, beleza, fique tranquila, qualificação, fom sucesso. Se ela está ouvindo depois de beleza, parabéns pelo sucesso, dá qualificação. -Muito bom. -Então, aproveitar, aproveitar, né, Fernando? -No momento em que esse episódio for lançado, Ramon Bilha vai estar defendendo o estrado e Fernando está na banca. -Seríamos lá. -Vamos devagar, Fernando, vamos devagar. -Resendo torna a banca, é uma coisa como é. -É assim, é assim, é assim, aqui é. Passou já, já tá na lista aqui, acabou do traje a tá na lista das pessoas. -E isso, pessoal. -Isso aí. -Então pronto. -É isso, chega, pessoal. -Estou te abraçando tudo, até o ano que vem. -Bas festas aí, tá no que vem, obrigado pela participação Rodrigo, forte abraço. -Valeu, gente. -Valeu Rodrigo. -Valeu Rodrigo. -Valeu Rodrigo. -E esse episódio contém sessões de Drauss de Varela, Albert Gette e Jogador Fred.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast "Economia Underground" realiza um balanço dos encontros institucionalistas no Brasil em 2024, destacando eventos como a IF, a Conferência de Economia da Mikab, a Conferência da Associação Brasileira de Economia Institucional (Cabê) e a EFE.
  2. O grupo destaca a importância de diálogos entre economistas institucionalistas e a necessidade de políticas que estabeleçam critérios mínimos de trabalho justo, especialmente para trabalhadores em plataformas digitais.
  3. Um novo congresso institucional, o segundo encontro de economia institucional, será realizado em maio de 2025, com inscrições abertas até o dia 15 de março, e uma promoção especial pela "Economia Underground" oferecerá passagens para participantes do Congresso da KB, com base na participação no evento "ICE" e no envolvimento com a comunidade. Resumo O episódio do podcast "Economia Underground" faz um balanço dos principais encontros institucionalistas no Brasil em 2024, destacando eventos como a IF, a Conferência da Mikab e a Conferência da Associação Brasileira de Economia Institucional (Cabê). Os organizadores ressaltam a importância do diálogo entre economistas e a necessidade de definir critérios mínimos para trabalho justo, especialmente para trabalhadores em plataformas digitais. O texto analisa o projeto Fair Work da Universidade de Oxford, que avalia plataformas com base em remuneração, representação e organização coletiva, e argumenta que, embora seja um avanço, ainda não é suficiente para garantir a justiça no trabalho. O episódio também aborda a questão do fim da escala 6x1, mostrando como ela está ligada à exploração do trabalho e à pressão sobre a autonomia do trabalhador. Para 2025, o podcast anuncia o segundo encontro de economia institucional, com inscrições abertas até o dia 15 de março. Uma nova promoção oferece passagem para o Congresso da KB a pessoas que participaram do evento "ICE", com base no número de sessões assistidas e na qualidade da resposta a uma pergunta sobre o significado do institucionalismo. A iniciativa visa democratizar o acesso à pesquisa institucional e fortalecer a discussão sobre trabalho justo, autonomia e realidade social. O episódio termina com um convite à audiência para participar e contribuir com ideias, reforçando a missão do podcast de promover a economia institucional como ferramenta de crítica e transformação social.

Summary:

FAQs

O segundo encontro de economia institucional será um congresso online que ocorrerá nos dias 15 e 16 de maio de 2025.

A promoção oferece uma passagem para participar do Congresso da KB (Conferência Brasileira de Economia) em formato presencial, para quem já assistiu ao 'Ice' e se inscreveu no programa.

A seleção será feita com base no número de sessões assistidas e na qualidade da resposta a uma pergunta sobre por que a economia institucional importa para o participante.

O Fair Work Project é uma iniciativa da Universidade de Oxford que analisa plataformas digitais com base em critérios de trabalho justo, como remuneração e representação dos trabalhadores, com o objetivo de promover mudanças nas práticas de trabalho.

A crítica é que, devido à dispersão dos trabalhadores e à falta de representação coletiva, é difícil propor um valor justo, e que o trabalho em plataformas ainda carece de instituições que possam garantir a defesa dos interesses dos trabalhadores.

O centenário reforça a importância do debate sobre valor razoável, mostrando que a discussão sobre trabalho justo é antiga e continua relevante, especialmente no contexto das novas formas de trabalho digitais.

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