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#150- Engenharia na Enter com Mike Mac-Vicar

72m 47s

#150- Engenharia na Enter com Mike Mac-Vicar

Neste episódio especial de número 150 do podcast "Vida com IA", Felipe entrevista Mike, seu chefe e cofundador da Inter, uma startup de inteligência artificial. Mike, chileno radicado no Brasil há 14 anos, compartilha sua trajetória: começou com programação na adolescência, formou-se em engenharia elétrica, trabalhou em startups de pesquisa operacional e data mining, e passou pelo Vale do Silício durante o auge e a queda de empresas como o Groupon. Ele cofundou a IOD Live, uma empresa de jogos que cresceu para 3.300 funcionários, mas decidiu sair em 2024 para se dedicar a problemas mais inovadores, especialmente no campo da IA. A Inter, cofundada com Mateus e Vas, ataca o problema do excesso de litígios no Brasil, onde o sistema jurídico é caro e complexo. A empresa usa IA para processar milhões de documentos por mês, extraindo contexto de fontes variadas, como textos, imagens e áudios, e criando sistemas de "grounding" para referenciar informações com precisão. Mike destaca os desafios de engenharia, como limpar dados, detectar regiões relevantes e gerar prints automáticos de documentos para defesas jurídicas, tudo em escala massiva. Ele enfatiza que a satisfação de construir algo inovador e impactante valeu a pena, mesmo com riscos, e que a tecnologia da Inter pode ser expandida para outras áreas no futuro, além do jurídico.

Transcription

12021 Words, 66401 Characters

Portuguese
[Música] Fala galera, beleza? Aqui eu Felipe e bem-vindo usar mais um episódio do nosso podcast Vida com IA. O podcast que a gente fala sobre Inteligência Artificial de uma forma mais simples. E como eu falei para vocês hoje um episódio bem importante, primeiro por causa de 150 desse podcast, então tem quase cinco anos que eu faço podcast, e eu queria guardar esse episódio especial para trazer uma pessoa especial, que é o meu chefe, o Mike Vica, que ele vai se apresentar um pouco mais para vocês, ele é um cara muito foda e eu tenho muito prazer, muito felicidade de poder trabalhar com ele. Então, Mike, se você pudesse apresentar para a galera. Bem, muito obrigado, Felipe, eu tô com um bicho, feliz de compartilhar um pouquinho. Eu sou Mike, eu sou um chileno que já está 14 anos no Brasil, sou engenheiro de profissão, por um background sempre com programação no coração, mas a história me levou pela engenharia elétrica primeiro, eu estava muito do hardware, eu estava muito da física, e fiz engenharia elétrica no chile, já programada de bem novo, deu-me o mal que empurrou muito línio, disse que era muito novo, então eu estava entrar em tudo que era o pensor, ele tinha um bulletin board system na casa, a superado tem que ser velho pra lembrar o que isso era, mas eu nem sei o que é isso. Basicamente era o print-net, era um pequeno serviço que meu irmão arrostiava através do telefone, e chileno, situações de fora se conectavam para baixar o insorso. E foi em um só desses CDs que a gente encontra o lino, oficialmente. Eu fui eventualmente para a Politenic, lá na Politenic, aproveitei de fazer computer science, para uma boa camada, um pouquinho mais científica, a minha formação de engenharia elétrica, e a partir da li foi uma carreira, sempre em estar tapes em construção, nunca trabalhei numa empresa já estabelecida, sempre foi, primeiro com um professor em tema de pesquisa operacional, criando uma estar tapes que fazia forecasting e pesquisa operacional para resolver problemas de esquerol, para o retail, posteriormente de trabalhar numa empresa que passei a Data Mining, isso foi o que permitiu chegar no Vale do Silicio, quando essa empresa faz querida, na No Vale do Silicio, trabalhei em Grupo, também, o tempo em que ainda era parecia pequena, não era uma coisa gigantesca. Aí vivi toda, montou esse show do Vale do Silicio, toda essa grandeza, e toda a queda também do grupo, perdido em Night of the Group, e aí finalmente decidi dar esse pulo um pouco louco de viploras de cinco anos de Brasil. E se veio pro Brasil uns 14 anos atrás para cofundar o IOD Live com o Victor? Foi exatamente isso, eu tu dei com o narco da Sart, era um dos companhios de escalada, bons amigos, durante o dia de me casamento, o ano Chile começou a falar de que ele queria fazer jogos, era uma ideia completamente absurda, não fazia menos sentido, ele estava tentando aprender a fazer jogos e programar mais, e mais ou menos um maneiro de coisas, eu acabei falarmos para ele tudo bem, vamos lá, ele já tinha começado, tinha já nação um jogo, mais quando ele se juntou realmente conseguimos aproveitar uma complementariedade muito boa, então eu diria que foi a primeira a primeira impressão de realmente eu consegui empurrar minhas ideias de tecnologia e ter um gol mais central na conversão antes. E como que foi esse crescimento de você entrar na IOD Live? Quantas pessoas tinham? A IOD Live, no momento pico de pessoas que não necessariamente é o melhor momento da empresa, não é pouco? Chegou a 3.300. E como foi escalar uma impressa do zero para 1.300 pessoas? É divertido porque você passa por você começar a chegar a um monte de desafios, que são totalmente diferentes, também você aprende muito a como você lidera em uma situação onde todo mundo tem conhecido bem, onde você toma cerveja com as pessoas, chegar uma escala onde isso já é totalmente impossível, passa por período onde você controla a cultura muito perto, você vê todos os candidatos que podem ser contratados, você tem uma opinião, e logo chega um ponto onde o candidato que está sendo contratado, nem está no país onde você está. Então é uma coisa muito interessante quando montes a fio, super rica em conhecimento, a mesmo tempo, crescimento traz problemas, sempre para você acelirar a inovação e conseguir de que a tecnologia avance, você faz isso, ou internamente também para essa grande, reduzindo a tamanho dos times que está fazendo isso, ou faz fora a outra empresa. E aí você decidiu sair da wireless que vinha aqui para a gente? Foi basicamente isso. Um dos dois anos, dois anos e pouco atrás, né? É, foi no início de 2024. E como foi essa tomada decisão? Porque você era sitio da empresa que você criou, depois de 10 anos lá dentro, você era muito amigo das pessoas, você criou aquilo tudo, como foi esse processo de tomada decisão para você decidir largar o seu cargo de sitio da empresa que você criou para vir cofundar uma empresa com um menino de 23 anos na época. É, a parte do menino me diz, "Ah, não foi o menino esperar." É um menino, isso foi bem oportunista. Eu tinha algum tempo de ar que está andando na wireless, é a vontade de explorar outra coisa, é, o jogo é muito legal, é muito divertido, mas foram 14 anos, os jogos. Então é, é muito tempo e a indústria e jogos tem muita coisa ainda para ser feita, mas não é indústria que hoje está no foco da inovação, claramente o foco da inovação tem passado por onde a gente pode incluir a internet mesmo, incluir a cloud, incluir a web da.ser, não sei se isso significa algo para vocês, mas basicamente quando a web começou a ser mais interativa, a gente vai ter uma pessoa consumindo conteúdo, o web da.ser foi quando a pessoa começou a por com o teu, então tu iria imaginar de YouTube, blogs ou forums, foram uma vez um pouquinho mais antiga, mas eu queria chamar o web da.ser, mobile, então sou impacto de ir antes quando o mundo, as apps tors, as acham que cripto talvez era uma der, mas eu acho que não foi, mas a interinência artificial era muito claramente uma der, então sentia uma vontade muito grande para participar isso e conseguir desafionar o que eu consegui ser delicado, 15 anos, e pensar que você chegar aos 55 ainda talvez ainda na ponta da onda, e não talvez, era um mar mais calmo onde já não tem tanta inovação, mas isso explica um pouco do porque você decidiu sair da web e fundar uma outra empresa, mas porque especificamente vim para enter e juntar com uma terça em um vaso, claramente não foi porque eu queria gostar muito todo mundo e grito, tão fico era porque eu queria muito trabalhar com as luas, quando Mateus foi apresento a ideia, ou, primeiro que me chamou atenção é que eu gostei muito dele, a cheia era muito claro que para particularmente considerando de dar Gidele a clareza com que ele apresentava as ideias que ele tinha para construir, era muito alta, ele tinha habitido muito no problema, e aí ele me introduzou alguns problemas que eu não conhecia, a particular era um mundo de URI no Brasil, quando toda a nossa eu faz para o país, e também outra queira mais de conhecisiais ainda, como eu entender de que mesmo tendo todo esse problema, por isso também que o Brasil em várias frontes tenda a ser bastante precursor para ser digitalizado, mas em um poder, talvez eu pique o seu bom poder, se vale a Europa, ainda não tem um protocolo para transferir dinheiro entre todos os países, os Unidos em um caso, o ponto góvel também do Brasil é que é um tempo atrás, mas eu que morei na França recentemente, é horrível se conectar com os aplicativos lá, agora eles estão tentando conectar o serviço do governo, mas ainda é bem brionário, enquanto o ponto góvel conecta tudo aqui no Brasil, né? Então, só vemos que aiaia, o todo mundo acha que aiaia vai ser uma coisa muito grande, já que o Huawei LF tem mostrentado bastante coisa, no caso de geniai para imães e civilios, nesse momento, o específico ainda não estava um ponto onde você conseguia facilmente aceitar, ou daqui humano, vamos estar fazendo 80% de arte no jogo com isso, é algo que acabou, eu diria que acabou se materializando, mas nesse momento, é difícil acreditar, como o fejamento de Machine Learning, em particular, era claramente mais uma marca de dura, que de vermixia, talvez capturar relações nolineares, super difícil de inferir, que te permitia andar pequenos pulos de 10, 15%, mas que trazendo uma complicidade insana dentro do sistema, então, a explica a habilidade, aiafora, o treinamento fica mais costoso, enfim, então, nessa busca de Qual vai ser essa aplicação onde finalmente vamos ver que vai fazer uma grande diferença? E nesse momento não era tão claro, a parecia esta aplicação que basei a testa, no mundo bastante digitalizado, parecia que já estava pronto, podemos crescer um grande pato e tinha outra coisa interessante. Se você forçar o que era como estava fazendo usando AI, era tudo coisas para melhorar a página de LinkedIn, resumir o email, girar memes. Esse tinha tão pouco que era problema que realmente importa. E aí, é que começaram a surgir essas ideias, rebalm, o que é que é necessário para conseguir o Sario UI e AI em um problema em que realmente se tem stakes, se tem consequência grave de você tomar umação estar errado. Eu não vi que esse sia ainda, vi que o problema era muito grave no Brasil, então tinha um caso que eu uso muito claro onde se esteia dinheiro e parecia de um modelo de já estava pronto para conseguir atacar. O juntando essa coisa foi o que acabou me girando meu interesse, falando com Mateus sobre o que ele precisava, ele me contava a gente precisa fazer esto de outro jeito, porque simplesmente mandar prontos não vai funcionar. E eu tentando achar um dinheiro para ele e procurar no sitio para ele, então eu me deu o ter um pensamento de "nossa, o que que estou ofrecendo para essa pessoa que estou falando e eu estou aprendendo a procurar na pessoa". Talvez eu deveria ser essa. Entendi. E faz assim que, segundo que disse, que realmente deu o pulo, eu diria que foi Riki Vas, que era no outro confundador, que foi ele que fez o clique da ideia, porque ele chegou um dia, estava falando comigo, ele estava no Japão, em fato. E ele me falou, assim, eu pensou que a gente foi ia se juntar no teu seu caso com ele. E eu não tinha talvez olhar uma ideia como ela era o realista ainda, nesse momento eu falei de fato, onde eu poderia fazer isso. E ele literalmente desligou e desligou no outro. E um fast forward 2 anos para a frente. Valeu a pena? Valeu a pena dutar. O nível de satisfação que tem, bom, sempre que as coisas são certas, é muito melhor, acho que tinha muito jeito que as coisas podiam ter cedado, que teria sido mais dolorosas, sufridas. Mas as satisfações de construir um time com algo que você sente que a innovador que iria muito valor, que está girando espaço para as pessoas dessa uma vida de ser criativa e da rigra de tecnologia, tu e sua parte já dira muita satisfação. Então, talvez mesmo se não ter cedado certo, agora tarea feliz e acharia que seria que foi uma boa decisão. Sim. E particularmente, eu fico muito feliz de você ter vendo, porque eu sinto que a interala não seria o que ela é, se não tivesse em os três confundadores. Eu acho que cada um de vocês três traz uma habilidade de complementar, que as três juntas fazem com que sovirem um transatlântico que tem sido de parar. E o converso estava conversando com Mateus quando a gente gravou o episódio dele, e ficou muito claro que boa parte do time de engenharia não teria vindo para a inter, se não fosse você, se não fosse o Vas. Porque o tipo de convencimento que Mateus consegue dar é que a empresa vai ser muito grande, imagina como que a gente vai ser daqui a cinco, dez anos. Enquanto o tipo de conversa que a gente tem com você, tipo de conversa que a gente tem com o Vas, é muito mais um estilo. Olha o com legal vai ser a gente resolver esses problemas para a gente conseguir chegar lá, no que o Mateus está falando que a gente vai chegar. E aí eu acho que seria legal você falar para a gente, tipo, quais são os problemas, primeiro vamos falar o que quer inter faz, então não falar rapidinho o que quer inter faz, e depois eu acho que a ideia é realmente entrar na IQ. Quais são os problemas de engenharia que a gente tem que resolver para fazer a inter funcionar? Então eu gosto de construir um frame em volta do problema da inter do Cientel Jator. Para você conseguir resolver um problema que importa, quando é hoje você precisa primeiro atacar o que é e aí não tem. O principal é que não tem, que não tem pena, é o graço e o que. Então aí não vi entre nós, ela não participa de nossos processos, o mundo é um contexto que evolue constantemente e que está na cabeça da pessoa, na hábitos dela. Então grande parte do que a gente faz tem a ver com conseguir tomar esse conhecimento do mundo, fazer ele surgir, que seja visível para o modelo, que seja utilizado para o modelo. Então ao longo o modelo é girar conclusões, tomarações, dar o jeito de retomarações, a gente ataca problemas onde os textos são muito grandes. E particularmente a gente começou com o problema, se focando no problema de juridico no Brasil. O Brasil gata mais ou menos a metade, o pivi, a metade do que ele gata no ocação é gata no sistema de justiça. É um gato brutal, mesmo se você olha o segundo lugar, o terceiro lugar nesse ranking que o Brasil é o campeão, são várias vezes a mais. É um problema que está cheio de boas intenções. O Brasil não é litigioso porque que é significente, é litigioso porque tenta balancear o poder entre, talvez grandes empresas, pessoas que têm muitos recursos, pessoas que não têm recursos. Isso é a direita que é o principal que está dentro do que causa o problema. Isso é misturado com a abuso, acaba causando essa situação descontrolada. Então para a gente conseguir atacar esse problema, a gente precisa tomar esta situação e conseguir capturar todo o contexto que existe dentro de uma empresa, dentro da sociedade, dentro do mundo vinho, dentro da fonte pública, talvez, e de fonte privadas para conseguir entregar a inteligência inicial, toda a informação estaria disponível com uma pessoa, uma pessoa que vive dentro da empresa e é só ouvindo o problema. Por a grande diferença que essa pessoa não tem uma atenção com as infinitas, não tem horas com as infinitas para ficar repetindo, esse toma uma retridição econômica que faz que a pessoa não conseguia resolver essa problema da forma correta. E eu acho que a maior beleza disso que você está falando é que isso não se aplica só o direito. Não se aplica só o mercado jurídico. Então acho que o que convenceu, boa parte das pessoas que estão aqui na interoja, a se juntar a empresa é que a gente não vai precisar de ficar atuando no meio jurídico por 15 anos. A gente consegue começar nesse meio e depois atacar vários outros problemas. E aí eu acho que entra o grande desafio do time de engenharia, que é criar os sistemas internos, resolver todos esses problemas, de uma forma que quando a gente decide, por exemplo, atacar uma outra vertical, a gente não tem que recriar o produto do zero. E aí eu acho que agora o que é legal da gente entrar é Mike. Quais são os grandes problemas que a gente tem que resolver aqui na intero de um ponto de vista de engenharia? Sarto. F some muitos. Eu tenho um jeito de partir eles. Uma coisa interessante é que acho que algum do problema foram surgindo no tempo, porque são problemas que talvez ninguém seria que existia ainda. A gente tem eu aprendendo na medida que ia evoluir, a medida que eu sou um usar o de forma diferente, vai surgindo o problema da diferença também. O primeiro grande bloco, com certeza, tem a ver como, como é que eu dou AI essa presença no contexto um mundo. Como eu consigo que AI saiba mesmo a mesma coisa, que a pessoa, que normalmente eu periaria esse processo talvez numa empresa e o que o time de jurídico, uma empresa sabe sobre a estratégia que está fazendo e o processo que gosta de, como ele gosta de resolver o problema, o que eles sabem sobre os, todos os documentos que eles geram e como essas coisas se relacionam, e pode ir desde algo muito estratégico como que a empresa preferia ser defendida, utilizando as cartezes, a coisa totalmente táticas, como você olhar um reporte, onde tem uma screenshot de um sistema, que parece ser um sistema de Windows 98, e entender que essa foto é de um sistema que se chama talvez, ou infosista empresa. Mas não está escrito aí. Então se você não está na cabeça da pessoa que conhece esse reporte, e você não traz esse contexto, o modelo tem como entender e conectar as pontas de que esse estes números relacionados a esse sistema que vamos ser encontrado nesse reporte, que pode ser relacionado com outra coisa no lugar. Então a primeira parte tem muito a ver com, imagina eu pego a informação para a gente pega documentos, audios, excito uma primeira fase que eu gosto de pensar que é como tirar o blur, está tudo vazado, o documento está em sul, não está normalizados, talvez não está com o CR, está em tortos, você normaliza, você limpa uma grande coisa que o Felipe fez chegando, que são impactos, talvez, desmesural pensando em quanto tiempo, quanto pouco tempo tínhamos dedicado o problema. es que el hidroconocetema de OCE que nos daba bastante dos de cabeza. Es una cosa tan obvio, pero es tan importante, ¿sabe? No puede pararla. Continúa con OCE detectando cosas, detectando partes en el documento, dando conseguindo hacer que hay un ejercicio de documento con un contexto mucho más semático, pero menos considerando la estructura de él. Y una vez que pasamos de eso, ya podemos comenzar, no solo a tirar el blur, pero a veces usar un marcador para falar olia. De acuerdo con la empresa sal, de acuerdo con todo que entistra, es trae de cabeza de las personas que ha habido en ese proceso. Esta parte de aquí con certeza son importantes, este troncantejo aquí conectado con esa tabela, con esa imagen, con ese otro documento de los elementos. Ahí es este clasificação, este detecção de regiones, de regiones de documento. Para luego pasar, tal vez, para el problema que está más abierto, que tiene a ver con cuál es el objeto correcto de que os se construire, ese cérebro de hoy, de hoy, puede ser utilizado por un maillano, puede ser utilizado por una gente, un modelo, o utilizado para estar en la respuesta directamente, que es como el concentro de información, para después conseguir explorar aiera y tirar conclusiones. Creo que es legal que está describiendo, porque esto es claramente una pipeline de inteligencias de documentos. Só que es la gran diferencia de nuestra pipeline de inteligencias de documentos para otras empresas que son para, "¡Cara! Tipo, a Enter, faz lo que me hace aquí en mi empresa. Yo tengo que procesar las faturas, también tengo que cladar el CR, tengo que clasicas las faturas, y tengo que traer las información de las faturas. Creo que la gran diferencia de aquí da Enter, es que hay gente de procesas. 100 millones de documentos por mês, a gente tem 500 tipos de documentos diferentes, cada tipo de documento. En situaciones diferentes, hay que ser extraído, hay un problema que es un problema muy único de Enter, que es tirar un screenshot, que a gente te ha dado un falo, pero creo que es un de los super algoritmos que tenemos aquí dentro, que es, ya jugando un poco para frente, pero dado que yo tomo un tanto de una defesa, yo preciso de mostrar exactamente lo que está acontecendo, y la forma de mostrar exactamente es referencia de documento con una print de ello. Porque cuando juí esta leyendo una defesa, por ejemplo, no abre todos los documentos, se va a leer la defesa, entonces, yo tengo que mostrar exactamente lo que está acontecendo, y para hacer eso, yo preciso de automáticamente tirar una print de documento. ¿Cómo que yo acho? ¿Cuál es la acción específica de documento? Creo que es el gran diferencia que tenemos en Enter y la escala. Es la parte del grounding, de hacer grounding de todas las información, y creo que ter eventualmente, convertido eso en una feature más central del sistema, y no simplemente algo que era un puxadinho por todo lugar, se converte en un super poder de ese pable. Pero es algo que tenga otra cosa que diferenciara. Poso estar esticando un poco en los conceptos, pero si usted que. si usted que tiene un producto B2B, realmente efectivo, usted no consegue, simplemente, hacer un proyecto, un producto endizado, obvi-shelf, que usted consegue fácilmente espasar para la persona, y él a usar. O sea, apreciar la decontamización. Y la decontamización tiene bastante ver con você atraer ese contexto a empresa. En el final, la acutamización se raconte, porque la empresa tiene su propio proceso, porque la empresa tiene su propio CD documento, a veces su propio concepto, su propio jeito de clasificar el caso, su propia inteligencia interna, ¿no? Probendrecer en centena. Y ahí el problema viera como no se constró, a la empresa V2B, si usted va a eficar, potunizando todo el cantillo. Yo adoro los conceptos que ni me aparecen en esa línea, que teníamos permitido cada vez más, hacer que nuestro chímio de business use fragmentas, extremadamente expresivas para conseguir customizar parte de nuestro sistema. Desde comenzó, o veis simplemente con una idea de que les conseguían élis fuzaba un marcador en el documento, pero orientaron modelos. Mas posteriormente eso fue se desblochiendo, en él mismo conseguí alimentar los pacificadores, y luego se desblochiendo en el lugar de optar por no explicar para metrisaando nuestro sistema locamente, permitir que el mismo colinco de la naturale decrevan como algunas cosas que pueden ser customizadas, y creo que eso va a so-almentar. Y ahí comenzan a aparecer un monte de conceptos nuevos, que no se que literatura, ¿no? Es el medio que es de ver, haciendo buraco por primera vez, ¿a ver qué lo que sale? Entran los conceptos de, por ejemplo, como se mistura, sistemas que son básicamente deterministas, las sistemas que ahora, en parte del fruto, tiene una caixa preta ahí en el medio, que te permite que esa caixa preta generaliza, ¿no? Y en hora que lo se ha hecho, que algo claramente acontece cuando se usa ahí, por ejemplo, para estar idáos, mas que oídia se ha feito también para simplemente tomar otras decisiones de entrada un programa usando melilem. ¿No es como se testa eso? Bueno, ¿se ahora mantén un código que tiene esa característica que ya no hay deterministas? Entran problemas superinteresantes también, con una utilidad que aparenta ser muy alta en la parte de integraciones, de sistemas que son su feeling, que conseguen generalizar, pero no soy generalizar, a ver, ya está conseguen ser, reconstruir, construir una parte que es más eficiente, conseguen rodar muy rápido, conseguen monitorar si está funcionando bien, y si falya, conseguen ser auto reparado. O más que estar con hyperfoco, con este sistema ser el feeling, que se indigue nada, que si un output de un sistema terceiro, mudar, nuestro sistema no consegue automáticamente nemitar de su mudor, y alterar el código mismo para conseguir funcionar. Olha, yo creo que, se ve, como me va a pensar, como me va a pensar, que las elelemas no han rotitado por dos años. Pazamos claramente, de One-Off, Fronts, y lo se mandaba para un más post, o bueno, "tío chap" también, que lo se plantaba, resposta para preguntar a exposta, a lo mismo, el modelo que ha pasado en Pinking, que es una cosa que fica más de la ovela y de ficar iterando pensando, "fineções", ¿no? Estás pensando principalmente en MCP. MCP es una cosa que particularmente me he encontrado mucho sentido. Lembro de que, cuando saí a MCP de UI, y se tenía alguna cosa que había que hacer, la relación a loco, y yo he quedado de tener un CLI, y yo he quedado de tener un CLI, una dura, amas, y también, la gente estaba creando a fazer MCP, y era porque no se le dejaba simplemente con el negocio, y ya funciona, tal vez en el test, no pisamos todo el negocio. Entonces, claramente, había dos mundos diferentes, y todo aparenta de que el mundo decidió, y por ese lado, ¿sierto? A un lado, donde entregar pequeñas frenamientos para conseguir, hacer pequeñas operaciones para alcanzar otro objetivo, parece ser mucho más eficaz, que, a veces, tener, a veces, el suceso de, se llama OpenClop, OpenClop, OpenClop, si, técnicamente, falamos, y es muy especial, ¿no? Sí, es muy bien, bien, bien, bien, bien, bien, y mismo, elento, y creo que, él y se acertaron muy bien, algunos conceitos, yo gosto mucho, cuando, cuando, tú lo ves en el diseño de él, y, bueno, al punto que, no es ni muy difícil, você pegar él y reemplamentar el objeto mejor, más eficiente, pero, la idea de que, él que les llevaron a tu fondo, creo que son ideas que, a veces, el resto no estaba creendo, y de llevar, está para frente. Creo que, a veces, el que estaba más focado, y que, supendo mucho, porque, realmente, por primera vez, hubi un asistente, que conseguía resolver problemas de varias fases de forma autí, y, ya, había aprobado varios de lo que tenía saído, lembro de Marte, que, ainda, está pagando un sufición anual, procurando de esa asistente que va a resolver agendar cosas, hacer cosas, nada, nada, que yo ha chece, comparar a lo que se conseguía hacer con OpenClop. Si, ¿y está usando OpenClop? Ainda. ¿Qué, cuál fue la cosa más legal que se fe, que fue un OpenClop, que, realmente, me eche el conteiro. Yo, yo gosto que, yo consigo pasar para él y tarefa, que, yo demoraría un tiempo, voy a tener un mes de ejemplo de hoy. Yo percebi que, potencialmente, tenía perdido a ser un parceiro, porque no tenía pagado a conto. En fin, no tenía perdido a ser, pero, al menos, lembre que no tenía pagado a conto. Y la verdad no es que no tenía pagado a conto. Haberíamos, por lo menos, unos 8 meses. Entonces, me voy a pedir, "Propo OpenClop", "Si le podía ir para mi oímyo, procurar todas las faturas, envóis, ser recibos, hacer el Martin, membrero resumo, membrero toca de F's. Y, literalmente me mando un poco de sábio y un zip con todo lo que te sabe. ¿Quién es eso? Entonces, un par de fáss, "Eres preciso ir para el oímyo, procurar los innos, achar todos él y achar." Pegar esa tátima. processar o supeder, fazer o mate, concluir e me engar. É um pouco do que ouvido o "Penclói", a beleza de que tudo é codável. Você pode resumir tudo a um problema de código e desse, você consegue baixar as hipáficas. Acho que esse ponto é interessante. É muito. É muito parecido a coisa que você não sei fazer também localmente da vez com o "Penclói" que você falou com o "Clock". Mas, talvez como a pessoa tem se focado mais, em como está até integrado um canal de comunicação que você está mais acostumado a usar, e a ferramenta que você usa no dia a dia, como está ver o calendário, o teu imen, é que me vou subir a uma poderosa necessariamente quando todas as implicações de segurança que sou traz, que isso não são poucas. Sim. Eu acho que se você desse acesso ao curso, ao código, ao que você calcula o de código, isso conseguiriam fazer exatamente a mesma coisa, né? Acho que o ponto é que eles não têm acesso. É, é. E eu acho que a beleza do "Penclói" foi dar acesso a tudo e deixar o modelo desse tipo fazer e pegar as coisas e tal. Isso é bem legal. Bom, e voltando pro tema do desafio de ingerir, não, a gente simplesmente começou a tocar o problema de levantar informação. Como é que levantar uma informação entre essa problema de mão? Como é que a gente organiza essa informação agora para que se ia útil? Dois anos atrás, era o que, o primeiro que veio na cabeça do mundo era "Ragn", né? Sim. E é interessante como a gente resistiu a tentação. Eu acho que quase que aí, mas esse time é uma tentação. Acho que graças talvez a uma prótica muito pragmática de pensar, olha, a maioria das coisas que eu vou implementar hoje, provavelmente, aqui é o mesmo funcionário pro jeito. Então, a mesma vale a pena ir por a prótica muito sem ficar para a gente observar um problema. E hoje tem toda a cara, que não seria o mecarrinho ruim, não é efectivo para nós. Parece que o mecarrinho é mais efectivo para nós, e simplesmente entregar mais ferramenta para essa coisa que vai decidir fazer algo acha a coisa que ela quer. Sim. Eu lembro que o Mateus mesmo fala que um dos Game Changers pra empresa foi a mudança do GPT-3.5 pro 4, porque o mentor já na aula de contexto, e eles conseguiram processar do começo de marro. Eu ainda não estava aqui nessa época, mas é legal ver porquê, tipo, naquela época que estava todo um negatinhando e tentando entender como podia usar a GNI. Aqui na entera, a gente já estava, vocês no caso, porque ele não estava aqui, já estava usando GNI na ponta. E o que você estava falando em relação à indústria de jogos, você ter GNI. Mas eu acho que a grande diferença é que GNI não é o produto final. Vai ser um produto intermediário para gerar valor, mas eu acho que aqui na entera é uma das poucas empresas no Brasil, que eu vejo que GNI ou produto final ser realmente consegue gerar valor com a generativa de uma forma que se ela não existisse, você não estaria gerando o meu valor. Mas sou uma ferra na entera. Porque o jogo, sei lá, o sniper que vocês fizeram, o sniper foi feito sem gNI. E provavelmente foi o jogo que mais era o dinheiro para o valor. Realmente, particularmente, em indústria de jogos, não sei se vocês sabem, mas indústria de jogos está crescendo a 3 anos, há 2% ou 3%, mas não sei que está com baixo problemas. Sim, baixo problemas, em que sentido? Parou de crescer a 30%. Acredentou a mente e apara de crescer. E tem muita ver como mudança, no comportamento das pessoas, como conseguimos conteúdo, como quando gostamos de tiktok, de ver vídeos, esse tipo de coisas. Tudo isso para dizer que. Eu acho que a única saída desse buraco é reinventar o jogo. Não acho que. Nesses nojo que o Sareiai para fazer o jogo mais rápido. Fazer o jogo claramente ajuda a conseguir outro bitio, mas eu vejo muito agora a trend de. Uma trend de certa, que se ele usa um ferramenta, se ele vai conseguir fazer o jogo mais rápido, ele vai conseguir fazer criativo de marcarir mais rápido. Mas esse é o loop, sem saída, sabe? Tá bom, vamos fazer mais marketing, vamos fazer mais marketing, vamos lançar mais jogos, o mercado vai ser mais competitivo. Mas para que o mercado cresça, a 9,2% precisa sair do loop. Precisas. Finalmente, talvez, talvez, uma saída é ter jogos que realmente não era possível fazer feito assim e ai. Talvez porque o conteúdo deles, resfira, principalmente, ou talvez porque alguma característica da jovem a realidade dele requer ou o sol e ai dentro. Sim, e isso, infelizmente, ainda não parece. Eu sinto que não tem ainda nenhum jogo que realmente você tem um NPC que não é um NPC. Que ele realmente é um meiai, que ele terá de com você, e tudo o que ele vai fazer pode ser diferente porque é. Tem um monte de pró-reconceito, tem jogo publicado que claramente usem ai no loop, mas nada que tenha causado um sucesso que te permita a ver que talvez nasceu uma trein de novo. Sim, do mesmo jeito que até hoje não tem uma Alexa que funciona, né? É, e que não piora. Que não piora no tempo. É. Mas, Maik, eu acho que é muito legal a gente ter essa conversa de engenharia, o que a gente resolve, o que é como problema na Enter. Mas, para as pessoas que talvez teriam interesse de entrar e tal, como que você enxerga os engenheiros que trabalham aqui na Enter? Possamos diferenciar as que a gente tem. E o que você olha em novos engenheiros para trazer aqui para a Enter? Olha, uma. Tinha uma coisa que é muito diferente do que a gente faz, e que eu estava acostumado a fazer, e que é. por culpa ao Graças AI, é que o nível de criatividade necessário de engenheiro é. necessário é muito maior, tá? Eu gosto de enforçar um certo chico de cultura. Não é um chico de culturar, mas eu estou talvez de cultivar um tipo de cultura. É uma cultura particularmente com um viés, onde as pessoas são muito. tendem a ser muito científicas, são muito. muito honestas como falar delas. Muito honestas como que elas pensam. Elas conseguiram desenvolver um pensamento crítico onde se diferencia muito bem o que é verdade, do que é muito lição, do que é um dado. sim, muito acerteza, do que é um dado informal. E. Isso na Enter. isso não que eu tive que começar a pensar um pouquinho diferente sobre isso, particularmente porque no mundo de AI. existe tanto espaço para fazer com essa doença diferente, e tão pouca evidência, de que. é que essas coisas vão funcionar, em que precisa ser misturado um pouquinho com aspecto criativo. Isso é o que eu gosto. que eu veia que existem os jogos, e que aqui estou vendo também, materializando as coisas como aplicação de todos os lucos estranhos que estábamos falando. Cada dia, mais por exemplo, coisas que hoje está entrando forte, que tem a ver com. começar a resolver os problemas, não com necessariamente descrever em dois receitas, onde você define quais são os passos. Nem uma si é ultra-paralhementizado, há hora de nos passos, os parâmetros deles, e já está convirtindo, talvez, uma declaração, em uma máquina de turincompleta, que você conseguiu executar, ouço de. vejamento, onde o caminho que vai ser seguido já não é conhecido a priori, porque é orientado por um agent, nesse caso. As coisas que tem sido feitas recentemente, aqui na Enter sobre classificação, também deixaram muito surpreso, porque abre passo para. para lupes de treinamento, que não é houve como tem que ser controlados. Se você está usando. meu oficial, a função auditiva, continua sendo uma coisa marromena da terminita, mas o gradiente já não é assim-se. E se não tem o gradiente, o que eu uso para liderar uma estratégia de otimização, imagina. você tem um lupido de otimização, que claramente, depois eles executaram a forma diferentes. Tá. Você tem de um lupido de otimização em tempo de treinamento. Lupo e otimização tem um tempo de treinamento. Você está usando modelos para girar melhores intruções, para que outras modelos realicem numa tarefa de classificação, para que outras modelos avaliem, porque ela fizeram trabalho bem ou mal, para que de volta, fechando lupo e o modelo tenta achar um ponto melhor. É os frameworks de LLMOps, né? Exato. E aí, não acho que se tem ainda o método, sabe? Não, com certeza não. Não, não. Então, acho um inferdo do indiretor tanto o cercairativo para explorar esse método com o motor um pouquinho de rigor para conseguir criar conhecimento. Sim. Os innokir conhecimentos, a gente não avança, ele precisa ir acumulando o conhecimento e conseguir dizer para os atimitime. Estas são coisas que a gente testou, que funciona, é o caminho no funcionamento. A gente faz isso, isso parece funcionar muito bem. E também para conseguir fazer relação com o passado, com técnicas que talvez pertenezem a outros dominios, que podem ser aplicados ao pré-pegasa. Parece ser um novo matilhânico, né? Que isso não se chama. É tipo trabalhar na inserência pelo fato de que a gente está na fronteira do conhecimento, né? Sim, o fato de que não existe um método na literatura que todo mundo sabe, que é só usar que resolve o problema, acho que isso é muito legal. Sim. Porque sim, você tem que ter o rigor, o pragmatismo de ter o método científico para fazer seus testes. Mas cara, é ser criativo porque, em época de GNI, não sei se viu esse paper, que duplicar o pronto te melhora a qualidade do modelo. Cara, existe um pragmatismo negativo em proposta técnica. Ah, acho que seu propósito é essa técnica para vocês, para que a cara está maluco. Por isso é. Só que funciona. E eu acho que essa criatividade, NAI, em geral, pelo fato de que muitas coisas, em Deep Learning, em agenativo, não tem prova matemático, mas tem basicamente a criatividade. que funciona, acho que ser muito legal. Isso faz com que a gente possa ter soluções merabulantes que não foram pensadas antes e distrava coisas no produto. Exato. Então, felizmente a gente vive nessa ambiente, onde o dinheiro precisa aplicar criatividade, onde precisa aplicar rigor também para a gente conseguir construir conhecimento novel. E onde também não tem medo de enfrentar talvez uma indústria, onde esse tipo de referência. Se você começou uma empresa de AI no último 2 anos e o primeiro que você fez foi talvez adotar um framework do framework que estava aparecendo, basicamente você estava fazendo outsourcing, pensar como o mundo vai ser, se ter um com motivo para acreditar que essas pessoas saem como o mundo vai ser. Ninguém sabia. É só ver como o modelo vai melhor revoluir, e como o uso de ídien se evoluiu. Atentiu um 6xz que indo por lá ou para o outro. Está movendo talvez agora um pouquinho e consolia a gente com o conceito de que é melhor dar peças ferramentas a la liberdade, deixar ele e talvez usar réplos para cular também para resolver os problemas. Mas eu sou uma parte, ainda falta um pedaço muito grande. E se você construir o seu sistema baseado em um framework específico, depois que a literatura e o estado da arte muda completamente, você está ferrado para mudar. Porque a gente, o pessoal que escuta mais o podcast, é muito mais em ia. E aí a gente codem no tibu, que é uma parada muito mais pequena, focar em resolver o problema. E quando a gente vai para produção em larga escala, a gente tem que ver como que isso interagem com todo o resto. Inclusive, é engraçado porque quando eu entrei na entera eu nunca tinha feito nada de engenhar de software. Nunca tinha feito uma peia, não conheci nada de banco de dados. E o Mike mesmo achava que quando eu ia entrar aqui, eu só ia fazer um podcast, porque eu não ia ter que colocar a código em nenhum introdução. E a zero, a pessoa se pode ganhar. Sou no noduto. E hoje em dia eu faço mais frontes do que tudo. Eu estava profundamente ralos. E ainda bem, né? E não foi porque você vinha que eu vou fazer no barco, hein? Você realmente tinha a suficiente flexibilidade na todas as skills como para levar a casa para frente. Eu acho que eu dei sorte de ter pessoas muito boas do meu lado para me ensinar em coisas que eu não sabia. E eu fui flexível para aprender essas coisas bem rápidas, eu acho. Outra voltando a característica aos engenheiros, isso é algo meio cultural. Acho que estou bem deleternamente. A quantidade de tecnologias que surgem do Brasil e só adoptaram mundialmente não é alto, e excites um preconceito muito grande em acreditar que uma empresa sobre o fato estar no Valeu do Celício ou por estar litando a bolsa, provavelmente tem razão. Isso não gera a ter um bias, por exemplo, no meu passado, ver se você vai implementar um jogo de player. A acreditar que o melhor jeito é adoptar um framework de um muito bem. O acreditar que se você vai estar a ver fazer um morqueitador de sala muito bem, a gente tem que adoptar o framework da alguma imprensa que foi publicada, porque provavelmente ele pensava muito, né? E acho que são mais as decisões onde sou verdade, que a regra. Esse tem caso de fato, não acho que é recomendável a galera ser escrevendo o seu próprio pai torte e esse tipo de coisas. É um pouco recomendável se ele escrevendo, liberaria de criatura-fia. Mas particularmente, como estamos pensando em tema REI, enfrentar o problema com o mindset onde acho que é melhor implementar o que a gente vai fazer porque a gente não seguir modar isso, mas também convertindo essa empresa de fato em uma experta no tema. Sente, não pensa a profundidade no tema, e simplesmente adoptam o framework que está cheio do opinião da terceira. É muito difícil internamento entender uma opinião forte sobre algumas essas coisas deveriam funcionar. Acho que isso é outra característica que acho que a regita é importante no time. E se reflete um pouco na resposta da. uma pergunta que me feita constantemente, que tem a ver com quais são frameworks, como a senhora quer que estão suspejantes, como as pessoas realmente esperem que um treque para elas são muito diferentes. E curiosamente, a gente terminou não dando praticamente nada em tema de REI. A gente usa a dota modelo de grande provedor, mas os frameworks são todos internos. Mas eles são todos internos. Porque por um lado, talvez põe-lhe em alguns momentos, em algum momento eu diria que foram decisões errado, por exemplo, em praôsé. A gente foi muito longe, talvez se perceber de que existia uma solução muito melhor, de que estamos usando o que feliz de trozo. Por outro lado, talvez nos permitiu também perceber alguns apetados do problema, que não conheciamos, particularmente não que tenha de ver com o priproçamento e também nos convencerem, nós mesmo sobre o nível de obra red que operar alguma dessas coisas atendo. Mas aí, eu acho que o problema é de camada de aplicação, camada de modelo. Porque camada de modelo, na maior parte das vezes, não faz sentido substituir internamente, porque você tem esses grandes provedores. Mas a camada de aplicação pode ser o framework que te utiliza esse modelo, aí sim, eu acho que tem um ganho em todas as vezes que a gente decidiu fazer internamente. Porque o nível de flexibilidade, o nível de controle que a gente tem, nenhum provedor, nenhum framework conseguiria dar pra gente. E no próprio exemplo de o CRX, é acabou de falar. Sim, é detrasido pra cá tudo no passado, não pode ser sido um erro, mas ensinou muita coisa. Mas o fato de a gente ser trazido fez com que toda a camada de orquestração pra chamar o modelo externo, ela seja nossa e a gente economiza hoje 70% do dinheiro que a gente gasta. Porque a gente sabe muito mais sobre o problema, a gente sabe muito mais usar. E aí, como o nosso framework é interno, a gente consegue decidir muito melhor. Enquanto eu vejo outras empresas delegando 100%, e vai custar muito mais caros, você não entende 100% do problema. E assim, por outro lado também é muito legal criar os frameworks internos, né? Porque é muito legal. Primeiro, você não precisa gastar um tempo infinito vendo TrayDof de um pro outro e aí você fala no meio do projeto de ver Caraxa aqui não dá pra fazer. Cara, não tem nada que internamente que aparece com o problema que a gente fala não dá pra fazer. A gente sempre consegue fazer porque primeiro a gente domina 100% do framework e segundo a qualidade dos engenheiros que criaram esse framework é alta e a gente já faz ele pra ser escalável, e a gente sabe onde ele tem que ser modificável também. Tem mantido a empresa também em uma posição muito boa sobre eficiência. E muito boa, quer dizer, não é necessariamente eficiência, é o que reina tudo, tudo canto, mas a gente sabe que está cheio oportunidades e que a gente tem o controle. Porque são fomos que não conhecem, a gente sabe onde está o mundo de essas últimas horas. Às vezes a gente criou ineficiência e daí a gente consegue muito mais fácil resolver ela. E mais voltado ainda sobre essa parte de contratação, mas também o que você espera dos engenheiros, como que você enxerga hoje o uso de vibe code em purinho engenheiros? Seu. Proalimentemente, minha esportal não tem a diferente de hoje, né? Isso tá mudando tão rápido, é interessante. Bom, um tema eu estava falando com o Fondro de uma empresa. Uma empresa vai chegar a muitas destructabas dos uns, que é a outra estádio. Ah, sim. Um framework para simular a uma, assim, e outros, outros outros que eu falo pra ele que seis meses atrás, eu lembro perfeitamente que quando veia francesa do estilo, ou assim, vou fazer substituído daqui humano, eu ainda era muito incrêlogo. Ainda achava que. Quando eu estava para construir um sistema, uma gente, e vou rapidamente sair de controle, parecia que eu nem era com o primeiro. Parecia que eu ia. era tudo o que eu anof, eu ia conseguir construir algo com certo ponto, daí pra frente, já não performava bem, e que se eu retomava esse trabalho uma semana e pouge, eu não ia conseguir manter ele. E também, desde o ponto de vista da arquitetura, os agents. A gente tem limitaram eles. Não é que eles não consigan, talvez criar arquitetura, criar, imagina. A gente não pede de forma recorrente ao agent criar uma arquitetura na Amazon conectar, fazer uma organização. Sistema de design completo, usando bancos, filas e clouds. Mas hoje, mudou minha impressão totalmente, não é uma limitação, é simplesmente que a gente é tensa muito, muito cautelosos, é, né, confrindo o que conseguem fazer um passo antes da hora seguinte. Hoje, eu acredito que. A gente nos vai se sustituir ao software indenheiro. Eu achava que. E eu mostro sustituídos mais tarde, é um pouco irônico pensar. -Pra ver se você é o primeiro sustituído. -Premido, né. Vai ficar trabalho, claramente, vai ficar trabalho, porque alguém precisa indicar algum texto. Esse tem linha de pensamento que acredita, que importa ter a ver ainda ser um arquiteto, né? Mas eu tenho muita dificuldade de acreditar no que isso não vai ser pegado tão pouco. E a gente que começa, desde zero, talvez daqui, humano. E começa a construir o software TAP e permanentemente, estou sendo o mesmo ídio que acumula o mesmo conhecimento e vai se definindo em uma infra-trutura. vai sair tendo a arquitetura. Eu vejo por que de fato a arquitetura da empresa não pode ser eventualmente definida e liderava no medido. Então, vai pôde também. Então, o que não pode, principal, tem a ver com a conexão como um doreal, e o fato de que, ou que o no medido ainda não é de fazer, e o Mikal são um pouco mais de sonar, é que você vai se pensar em que eu poderia fazer isso, dado como eles são implementados, e realmente innovar. Então, a pergunta seria, quanto tempo vai passar, para que, por exemplo, o próximo framework dos 18 mil de JavaScript já foram criados, seria escrito por meio. Quanto tempo vai passar para entetir a primeira library que está sendo adoptada de forma massiva, em que o conceito, que se tem conceito no ledóson lá dentro, que, de fato, nascer no domingo. Mas, na minha visão, isso não é tão difícil, porque com o bom pront de entenda todas essas bibliotecas que você pega a 5 principais, veja quais gapes ela tem e tenta propô uma nova, você acha que o agent não faz grefa a fazer isso? Talvez ele consegue fazer uma biblioteca melhor, mas eu quero que seja uma biblioteca que traz um paradigma diferente. Entendi, sabe? Assim como quando entraram os precursores do React, agora que, se, exatamente, os nomes, mas, basicamente, começaram a aparecer o framework do JavaScript que reacionava no Estado, né? Esse era uma mudança de paradigma de fato no front. Entendi. A mudança de paradigma tem as erradas, tomam que um conhecimento é muita pessoa, e para acreditar que uma AI consegue fazer uma mudança de paradigma, a gente tem que começar a acreditar no nível de inovação, um pouco maior do que é simplesmente levantar de desenvolvimento e se melhorar. Acho que parecido também a suclendes desse de fato, os age estão conseguindo girar conclusões inovadoras em física, ou realmente provar coisas em matemática que o Mano não fizeram antes. Entendi. Ainda não é convencer em uma casa que vir, mas matemática em física? Entendi. Particularmente porque parece que o grande parte do caminho já tinha sido alimentado por um Mano, já está na literatura no Mano no passado, ou o Mano resolveu parte a importante do raciocínio que ele fez. Talvez o agent foi capaz de englobar mais informação, já tinha sido feito em outros papers e juntar elas para conseguir chegar no próximo. Mas essa notícia estava fazendo cada dia, alguma frequência, né? Então, acho que não vai passar muito tempo a ter realmente a ser innegável que aconteceu. E nesse momento, eu já não sei o que fica pra não pro resto, sabe? Mas eu acho que resumindo um pouco e querendo entender mais como que você enxerga o uso dessas ferramentas por engenheiros, pelo que entendi e pelo que a gente usa aqui na Enter, sim, engenheiros têm que usar a e a para programar. Mas como que você enxerga a quantidade de uso de a por engenheiros, até de pessoas que estão entrando aqui na Enter, o que vocês peram dessas pessoas? Sim. E como você acha que não ficar aos novos profissionais nesse mundo de acudando e as pessoas não necessariamente aprendem mais o básico? Sério. Tá, o primeiro óbvio é a gente ter que usar iais até antes de um pílido ouro. Que é o que a gente faz? Serto, porque todo mundo vai fazer o mesmo. Alguém a gente faz. É, eu tô sentindo o doiro na conta. Realmente, sem intener usar, ou ter a empresa a usar. E essa empresa vai mais rápido. Essa empresa vai conseguir o subitivo primeiro que a gente. Então, não emoção, não usar. E também já não está em discussão. Acho que a gente já saiu da discussão desse aumento à produtividade, não. É. É. Ou que, sim, ao mesmo tempo, é muito claro, que não é uma coisa natural que se danas pessoas. Eu vou começar a usar iais e vou usar ela corretamente e de forma afitiva. O nível de efectividade que vemos entre desses movelores é brutalmente diferente. Pelo nível de generalidade dos envolvedores. Eu acho que tenha a ver com a nível de ansiedade, e acho que tenha a ver também com a forma diferente que a pessoa pensa. Do mesmo jeito, em que se você tomou dois engenheiros, o de dois anos de diferença que eu estava formado por escolas diferentes. E talvez afetado por a reparença da vida deles, e você perdi de bugar um problema, ele é a犯a de todas as diferentes. Vai ter um que a personalidade dele vai ter a ser muito mais caótica. Já viu alguma vez que a classificação é uma personalidade que as consultoria fazem. Não. Bricks Meyer. Não. Com a ilha definir as personalidades como a introvertida, o outrovertido, e tem um sobrenome que falam de caóticas. Mas, é um conceito interessante, talvez, para classificar as coisas. Quando você tem uma pessoa caótica, a pessoa não quer seguir uma receita de bolo. A pessoa quer ter uma tendência a cortar o caminho. Então se eu estou divulgando um problema, eu vou tentar seguir minha intuição. E o lugar de ser totalmente metódico para ir desprovando cada um das possibilidades, eu vou tentar usar minha intuição para matar a charava da primeira. Isso é algo que, a vez de bom, a vez é muito ruim. Em geral, você quer misturar as pessoas. E assim como nesse caso, as pessoas tendem a seguir os traidos diferentes, eu vejo que as pessoas seguem em frente a uma frente, estão tentando usar uma gente para resolver um problema de coben. E aí, a efetividade que ele consegue é brutalmente diferente. Então, a pessoa russa a fermentação de muito diferente. Outra coisa que, claramente, mudou e que a empresa vai ter que mudar, é como você enxerga, torram 20 de movimento, e um setup ótimo para vocês para o tio. E eu estou começando a ser muito claro no momento que as pessoas estão desenvolvendo 8 coisas por vez. Eu vejo as pessoas que têm 8 agents andando mesmo tempo, como do Dora da Ladiar, um funcionário. Então, e ao mesmo tempo, para o agent ser efetivo, é muito bom fechar os loops. O agent conseguir validar o que ela está fazendo. Isso é a força até loops desse movimento, o seu contexto é a qualidade da mesa da data que você está criando, a fidelidade dos seus ambientes para replicar a produção, outra capacidade de testar de forma modular, é muito mais importante o grante. Do contrário, você vai cair no que eu acho, uma falação, quer acreditar que o jeito é se mover com a AI hoje, é realizar todo o alinhante hoje. Nossa, não. É isso que está muito claro que isso não vai ser o jeito. Sim. A gente vai ter que parar do lado do lado dela, e vai bater e achar um jeito, ter confiança. E não só ter confiança, mas tem até, eu não sei quem quer, é um cara do GitHub que está criando um novo framework de orquestração de código, para que o review seja feito diferente. Não sei se viu isso. O Google estava me falando. Não conheço. Mas eu concordo. E eu sinto que com a crescente da qualidade dos modelos, a gente vai confiando muito mais. Acho que a gente ainda revisa tudo que a AI faz aqui hoje, mas eu concordo com você que o jeito que a gente terá de com o output da AI, ele é agora menos sobre o código gerado e mais sobre o output que a gente tem da tarefa feita, né? Eu estou vendo muito isso na hora de desenvolver o goritmos novos, aqui que não serámente uma parte do sistema, mas melhorar um algoritmo já existente, que eu estou me importando muito menos com o qual código ela escreveu, mas qual método ela está implementando, e qual tipo de problema ela resolve. Que certeza a gente não quis encerir, talvez falha retruturar na nossa arquitetura, depois que eles vão fazer que eventualmente a infraestrutura nos calho, o que a gente não funciona, e a gente que garantia o comportamento, garantia que nós enseriam em uma vulnerabilidade. Mas eu concordo e gostava bem escrito, é bonito. Claroamente, o parecido coisa do passar. Eu acho que os nits nos reviews, eles diminuíram muito. Eu lembro quando eu trabalhava lá na França, que não tinha AI, mas eu basicamente tinha uma parte do review era nits, porque é o que você tinha para ver a qualidade do código. Agora, as features são muito maiores, o qualidade de código gerada muito maior, o review é mais difícil, e a própria AI reviews o código, o curso tem o bugbot. Exato. E está. E você estava via fazer um programa? Sim, bem melhor. Inclusive, o meu framework de trabalho é o FastFeeder, e daí o bugbot vai colocando vários requests, e no final eu peço pro curso. Pegar todos os reviews, criar um plano com o que ele acha que é relevante, que ele não acha que é relevante, eu reviews o plano, peço para ele executar. É, eu faço um fluxo parecido também. Pessoa Procódex, ir e ficar falando com o bot aí, respondendo as necessidades. Legal. E, Mike, a gente está falando sobre o perfil dos engenheiros, que você olha o jeito que eles usam o vibe code, mas eu acho que algo que me chamou bastante a atenção, é a forma que você entrevista e a forma que você contrata. É. Como que é para você, Mike, estou aqui, e tem um novo engenheiro que está a entrar na entenda? Como que você se posiciona para entender esse engenheiro? Deveeria fazer parte do nosso time ou não? Sim. Virou uma resitinha de bolo? Claro, tem uma parte de estar bem replicado que tem a ver com validação de hard skills. Ah, tá. E se, com certeza, uma parte em que o tempo tende é. Se, de fato, essa pessoa ganhou a hard skills que devia ter ganho durante a preparação dela. Mas muito mais importante que isso, eu me entrevitas tempo pescar duas coisas. Uma é a unitidade intelectual da pessoa. Eu tento fazer isso fazendo a pessoa, forçando a pessoa entrar em buracos que não são necessariamente obvios, onde talvez a pessoa não vai saber a resposta um dia um dirá-lo, eu tenho um pouco de ser a resposta. E o fato de eu não saber a resposta, acho que me permite que eu seja um pouco mais honesto quando eu pergunto muito para ela sobre como, porque, e quando eu detecto erro, eu estou me girse e ela está sendo curiosa, ela está sendo reativa, se ela está tentando acionando bem para tentar achar a verdade. Se ela se junta a mim no abusca da verdade, ou ela se posicionar como alguém que está simplesmente tentar me defender uma posição, esse ou pra mim é algo totalmente, esse um deal breaker. E a segunda coisa é bem mais estranha, mas pra mim tem sido uma, uma feature impressionante mente boa, então não posso abrir, não, não vou abrir ela. É bem simples, você quer terminar uma entrevista e conseguir completar a seguinte frase. Essa pessoa é excepcional porque, e em termos de excepcionalidade, durante a minha carreira eu tinha visto uma diversidade de coisa, é isso eu posso dizer talvez que a pessoa vou ter alguns exemplos, a pessoa dedicou três anos havia dela, depois da faculdade a ensinar em inglês, a criança na india, a criança na india fala em inglês, está na verdade não pôs na india. Crianças no Brasil mesmo. No Brasil mesmo, mas estou lembrando o caso real em que passou na verdade foi na indiana mãe, filipinas, no lugar. Por aí. E caso mais extremo como ter uma pessoa que falhou a entrevista técnica, eu motivo pelo qual falhou é que eu senti que ainda faltava com mulher house deals, mas a evidência que tinha daquê essa pessoa conseguia, como dar house deals, era impressionante. A pessoa conseguia fazer cêntico com os mágicos embaixo da água com os folhas vendávores e isso estava documentado no escobritano. Quando você percebe que uma pessoa tomou qualquer coisa na vida dela, pois ser algo que ela gosta de fazer, pois ser algo que causa o somador para ela, pois ser uma dificuldade que ela vivia na vida. Então, a pessoa atuê nisso com um nível de etachão e profundidade que claramente tira ele da média, está da média, ele começa a fazer um outro laia. Acho que esse, esse afiture, te permite estrapolar muito sobre como a pessoa vai se comportar em uma situação onde ela vai precisar pensar fora da caixa, onde ela vai precisar ser apaixonada, onde ela vai precisar defender de ver a ser. E não tem a ver, talvez eu não sou de pessoas que fazem coisa que talvez tira ela da casa. E, por exemplo, eu chamo uma ratença, mas a pessoa tinha comprado o primeiro carro dela e eu falei que o primeiro carro dela era uma corredor, mas eu não era uma corredor. Eu não era uma corredor, mas eu não era uma corredor. Eu acho que é muito legal do que você está falando, é que quando a gente pensa no extraordinário, no mundo de tecnologia, a gente sempre pensa em algo que a pessoa criou, seja na área de "ah, seja na área de software", mas o que você está falando é que você leva em consideração todo e qualquer outro ponto da vida da pessoa. E assim, agora até. Esportes, acho que tem algum que você não está a fase, uma esportes, fases. Deve ser diferente, a pessoa pode ter. está parecendo que a corredor triata, triata, a cianinha de percistencia e. e disciplina a pessoa precisa para acelar a correr um Iron Man. Desmultro a vez. E eu não sei se você percebeu isso, mas uma coisa que me chamou muito a pensão na França, é que o pessoal da Politecnique tem muito ex atleta de ponta, tem campeão nacional de tendos. Não sei se você percebeu isso, mas lá nos esportes internos entre as faculdades, a Politecnique sempre ganhava. E aí tinham uns monstros lá que se eu não saber de onde a pessoa tinha vindo. É um cara de udô que podia estar nas olimpidas. E esse pessoal estava lá porque eles usavam e isso aí é uma diferença muito grande da França por Brasil, que é as oportunidades que as pessoas têm. Então aqui no Brasil, normalmente, quando as pessoas vão por esporte, elas deixam de lado toda a oportunidade acadêmica. Até pela condição social. Se quanto lá na França, a educação é muito mais importante para a sociedade que tem muito mais bolsa de estudo por excelência esportiva, que essas pessoas decidem não ir para as olimpidas, mas se estudar. E elas usam esses skills que eles aprenderam para ser o melhor no esporte dela, para ser o melhor acadêmicamente. E tem muita gente indo para Politecnique por causa disso. Enquanto aqui no Brasil tem essa diferença, eu acho que por duas coisas, é porque a educação não é tão levada em consideração, não é tão importante. E ao mesmo tempo, a desigualdade social que a gente tem em nosso país é a falta de bolsa. Esportia academia tem um país onde mora mais perto. É, está de unidos também, é a mesma coisa, porque a pessoa obrigada a fazer faculdade e tudo mais. E assim, eu acho que você estava falando é muito legal porque mostra o lado humano, que eu acho que é um grande diferencial de trabalhar com você e aqui até agradecendo, que é. Acho que quando eu tenho uma coisa que está inquieta na minha cabeça, eu sei que eu posso chegar para o Maique e conversar como um amigo mesmo. Fala, mas que olha isso, está acontecendo na minha vida, que você acha, me dá um conselho. E o seu lado humano, para mim, particularmente, é muito importante. Porque eu gosto de trabalhar com pessoas humanas e vendo você falar, tipo, dá para ver que isso também é muito importante para você. Eu tento exercitar, dentro do mil, eu não sinto que eu venho com mais skills de desenvolver. A pessoa acredita em que eu sou muito social, mas a realidade que eu não sou algo do treino muito e que eu preciso me forçar para fazer feito. O lado humano, acho que é algo que veio muito de coisas que meu pai me ensinou, ou que eu vi muito no meu pai, de uma sensação muito grande de justiça, por exemplo. Sora a pessoa, sobre uma sensação também de entender que a pessoa merece, merece em coisas, merece em ser retribuídas, merece em tratar com justiça. E acho que isso me faz aproximar o jeito em que o líder os times, talvez um jeito um pouco diferente. Algumas pessoas não acham que depois um pouco solto, mas com certeza, a parte humana tem ajudado que, durante a minha carreira, teve poucas surpresas, pelo menos sobre como as pessoas se sentiam sobre o trabalho. Legal. Em relação a essa parte humana, uma coisa que eu estou tentando praticar bastante, é pensar que assim, cada indivíduo é um universo por si só. Porque quando a gente vai crescendo na sociedade, na carreira, a gente tende a achar que a gente é melhor que as outras pessoas. E a gente tende a achar que os nossos problemas são mais elevantes que os problemas dos outros. E eu acho que, tipo, fazer esse exercício de humidade, entender que todo mundo é horizontal. Todos os problemas importantes, seu problema não é mais importante do que o do outro, porque você é o sitio da empresa, que você tem dinheiro e tudo mais, eu acho que isso é muito importante. Você lembra de ter um. Eu não lembro o que bilionário foi, que falou uma frase. É verdade. Porque. As que foi o polo-garmo. Ele fala assim como que você ou o promédio, das 7 pessoas que você. A você é a média das 7 pessoas que estão. Isso é uma frase que acham muito pregoso. E ele foi interpretado em um monte de jeito diferentes. Eu não tenho o parado exatamente o que eu senti, o que ele se foco ao programa, aquele criador. Mas eu vi uma vez a frase ser interpretada de um jeito pregoso. Foi. basicamente eu tenho que escolher muito bem com esse grupo com o que eu me relacionar e excluir o resto. E acho que esse é um modelo que fica muito cego a biasas que a gente tem. E não permite encontrar a riqueza em coisas que você não percebe. Você não tem pontos cegos. Isso acontece em uma série de aspectos. A gente tem com bias profissionais. E por exemplo, como os engenhos acharam outras profissões. Acontece como managers ou como empreendedores sobre entender o IO valor que diferentes cargos na empresa geram. E na hora de eu ser chegar que, se tem cargos mais importantes que outros, um certeza de sítio em dimensões, em que você pode tomar esse fazêze equitério. Tentar atacar esse sentimento de que você consegue facilmente decir o que é importante e o que é que não é importante. E uma exercício bom para ser feito sempre. E sempre surpreende como você do lugar bem esperar-los. Você acaba ganhando conhecimento e ganhando as leições. Algo que eu tenho me ajudado, eu também vou ver isso. É tentar falar que sigam da pessoa peigina de uma ajuda. Membro de uma empreendedora, que me manda mensagens de mim. Não é que tenha muito tempo. Mas a vezes são conversas muito ricas. No meu caso, eu estou tentando falar mais não. Porque antes eu sempre falava assim para ajudar a galera que deu mensagem. Claro que sim, de meus intempos. Claro que não tenho mais tempo. E Mike, eu tenho uma última pergunta antes de a gente finalizar. Quando eu publicei o episódio no link ali. com o Mateo você comentou lá, o Felipe está melhorando muito na capacidade de entrevistador, você acha que eu te entrevistei bem? Eu acho que você é um ótimo entrevistador, claramente você tem. Não sei se você desenvolviu a ilucoência do Ranto do Porto Caso, isso já era assim antes, mas acredito que você consegue dar uma. convertir tudo quando introduziu uma narrativa dentro da perguntas para que ele era interessante. Então foi divertido. Que bom, não, claramente foi algo que aprendi a along with the cash, né. Acho que as pessoas tendem a achar que skills de comunicação se nasce com elas, mas se você pegar os melhores comunicadores, todos eles treinaram, né. Então eu tá aqui fazendo 150 episódios, claramente foi um grande treino. E fica feliz que. Para ver isso pelo cinta-se com as pessoas. Obrigado, e muito obrigado por estar aqui. Não tem essa chegar em quantos? Não, infinito, eu não pretendo para. Eu acho que o bom é que o meu podcast é um hobby, que eu só vou continuar fazendo. Se lá, se você pegar alguém que gosta de jogar a Baskete, ele vai jogar a Baskete até não conseguir mais. Então eu pretendo fazer podcast até não conseguir mais. Muito bom. Boa. -Mai, obrigado. -Pero primeiro, muito obrigado por estar aqui nesse momento especial. E só falar os últimos avisos para o pessoal. Colocar o link de Indomike aqui, então ele falou que ele responde as pessoas. Então pode o lotar de mensagem. Eu vou colocar a página de carreiras da Enter para quem tiver a interesse de aplicar aqui na empresa. E a gente tem vaga infinitas abertas, né. -Var as infinitas de. -De. Nem preciso de falar quantas vaga as tem abertas. Se eu falar 50 hoje, amanhã já vai ser 70. E a gente não consegue preencher. Então aplica em "Pra Enter". Fala também que o grupo do podcast, que eu sempre falo que tem para vocês, ele lotou. Então eu consegui lotar um grupo no WhatsApp com mais de 1.000 pessoas. E agora eu abro 1 segundo grupo. Que já tem quase 1.100 pessoas também. Então, se vocês quiserem entrar lá no grupo, as discussões são bem legais. Agora eu já estava no segundo grupo. Também tenho meu curso, que eu ensino de Polar Ninho do Zero. Então tudo que a gente faz aqui na Enter, que eu faço na prática. A gente ensina lá no curso. Tem tanta parte ultra técnica de Polar Ninho como treinar a Marie de Narau, como aplicar mais de Narau. Como também a parte de Web Code, como criar uma aplicação utilizando a LLM. E ensino isso tudo lá no curso. E também se vocês tiverem interesse, seguir lá no Instagram, pode quer achar Instagram.com.ia. Também esses quiserem meditional. No link é de índio, vou colocar o link aqui na descrição. Então, é isso, galera. Ah, importante, o curso tá com desconto nesse mês. Então, de 1397, tá por 999, vocês conseguem dividir duas vezes. O link tá aí na descrição. E eu sempre colcando aulas novas. Também tem uma live imensal. Vocês podem tirar dúvida direto comigo. Tem comunidade. Vocês podem tirar dúvida também. O grupo de WhatsApp. Então se vocês tiverem interesse, vou colocar o link aqui na descrição. E é isso. Muito obrigado, mais por participar do YouTube. Até a próxima, galera. Um abraço e tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio comemora 150 edições do podcast "Vida com IA", com quase cinco anos de história, e traz Mike, chileno e cofundador da Inter, como convidado especial.
  2. Mike tem 14 anos no Brasil, formação em engenharia elétrica e ciência da computação, e uma carreira focada em startups, incluindo passagem pelo Vale do Silício e pela área de jogos.
  3. Ele cofundou a IOD Live, que cresceu de uma ideia inicial para até 3.300 pessoas, enfrentando desafios de liderança e escala ao longo do caminho.
  4. Mike deixou a IOD Live em 2024 para cofundar a Inter com Mateus e Vas, motivado pelo desejo de inovar em IA aplicada a problemas reais, especialmente no setor jurídico brasileiro.
  5. A Inter foca em resolver problemas complexos de documentos, usando IA para extrair contexto de fontes variadas, como textos, imagens e áudios, com uma pipeline de inteligência documental em grande escala.
  6. Os principais desafios de engenharia incluem limpar e normalizar dados, detectar regiões relevantes em documentos, e criar sistemas de "grounding" para referenciar informações com precisão, como gerar prints automáticos de documentos para defesas jurídicas.
  7. A visão da Inter é expandir para outras verticais além do jurídico, mantendo uma base tecnológica reutilizável.

Summary:

Neste episódio especial de número 150 do podcast "Vida com IA", Felipe entrevista Mike, seu chefe e cofundador da Inter, uma startup de inteligência artificial. Mike, chileno radicado no Brasil há 14 anos, compartilha sua trajetória: começou com programação na adolescência, formou-se em engenharia elétrica, trabalhou em startups de pesquisa operacional e data mining, e passou pelo Vale do Silício durante o auge e a queda de empresas como o Groupon. 300 funcionários, mas decidiu sair em 2024 para se dedicar a problemas mais inovadores, especialmente no campo da IA.

A Inter, cofundada com Mateus e Vas, ataca o problema do excesso de litígios no Brasil, onde o sistema jurídico é caro e complexo. A empresa usa IA para processar milhões de documentos por mês, extraindo contexto de fontes variadas, como textos, imagens e áudios, e criando sistemas de "grounding" para referenciar informações com precisão. Mike destaca os desafios de engenharia, como limpar dados, detectar regiões relevantes e gerar prints automáticos de documentos para defesas jurídicas, tudo em escala massiva.

Ele enfatiza que a satisfação de construir algo inovador e impactante valeu a pena, mesmo com riscos, e que a tecnologia da Inter pode ser expandida para outras áreas no futuro, além do jurídico.

FAQs

É um podcast apresentado por Felipe que fala sobre Inteligência Artificial de uma forma simples e acessível.

Mike é chileno, engenheiro elétrico de formação, com background em programação e ciência da computação. Ele vive no Brasil há 14 anos.

Ele trabalhou em startups de pesquisa operacional, data mining, no Vale do Silício com empresas como Group, e depois cofundou a IOD Live, que chegou a 3.300 pessoas.

Ele queria explorar novas áreas de inovação, especialmente IA, e foi atraído pela clareza e visão de Mateus para resolver problemas reais no Brasil, como no setor jurídico.

A Inter foca em resolver problemas complexos no setor jurídico brasileiro, que gasta uma parte significativa do PIB com litígios, usando IA para capturar contexto e automatizar processos.

Os desafios incluem extrair e normalizar informações de documentos, lidar com diferentes formatos, e criar sistemas que possam ser reutilizados em outras verticais além do jurídico.

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