#15 | Literacia em Saúde com Cristina Vaz de Almeida
27m 8s
A conversa aborda a literacia em saúde, destacando que cerca de 50% dos portugueses têm níveis inadequados, um problema global. A literacia vai além da alfabetização básica, envolvendo competências para aceder, compreender e usar informações de saúde no dia a dia, como escolher alimentos ou decidir sobre atividade física. A simplificação da comunicação na relação terapêutica é essencial, pois muitos pacientes não entendem instruções médicas complexas, o que prejudica a tomada de decisões. A educação em saúde deve começar cedo, nas escolas e famílias, promovendo hábitos saudáveis como alimentação e exercício. Durante a pandemia, a desinformação cresceu devido a opiniões divergentes e falta de coordenação, mas a literacia ajuda a combater esse problema, capacitando as pessoas a filtrar informações confiáveis. Parcerias entre saúde, educação e comunidades são cruciais para melhorar a navegação no sistema de saúde. Além disso, a literacia pode aumentar a participação em ensaios clínicos, pois doentes informados compreendem melhor os processos e benefícios da investigação.
A lupa da investigação clínica vem de trazer a fórmula, não sujeito a receita médica, outros princípios ativos. Cujo objetivo é feter o conhecimento de partilhar as tríneas. A nossa bula tem outros conceitos, no entanto não tem contrânditações e a desagem a livre. Concejo, podra ouvirmos sempre que ir e em qualquer lugar. Somos um momento dos estudos clíneos e os nossos temas são desenhados nos desafios da área. Tal como um protocolo de enceio clínico, as nossas conversas pertenem em inspirar, sentitar a conjugação da reflexão. Sejam bem vindo a mais um episódio com voz que eu leo aqui nasce. E morrem o cavalcante? E são os estudantes do primeiro ano de uma estrada de investigação clínica da Faculdade de Siné do Universidade do Lisboa. Estamos aqui para falar um pouco sobre oitraciência e saúde e que é melhor para nos acompanhar nesta conversa do que a própria presidente da sociedade portuguesa de litraciência e saúde. Daquestina, mais da almeida, a quem desde já agradecemos por ter a saída do nosso convite. Muito obrigada a hoje, Olia e Marlon. Por este convite, tenho muito interesse a estar aqui. Obrigada. Daquestina, para começar, poderia falarmos um pouco sobre o seu procurso. Nós fizemos a nossa pesquisa. E reparámos que a sua formação base foi direita. E ainda isto en conta o que é feijinclinar-se mais para outra ciência e saúde? É uma boa pergunta a começar logo pelo princípio. Ora bem, o direito vem das razões familiares. Todos nós temos influências das nossas famílias. E de facto, eu tenho uma família com bastantes advogados e o direito intersombe sempre por causa da organização, direita nos uma organização mental muito boa. Mas de facto, eu desde sempre gostei das áreas da compreensão, da área da saúde, da área da comunicação e todo o meu procurso acadêmico e profissional veio ao encontro daquilo que onde hoje estou. E por isso, apesar de ter começado pelo direito e ter adorado o direito, logo desde seguida fiz uma especialização em Martin, depois fiz uma especialização em comunicação, depois fiz o mestrado e depois o doutoramento em ciências da comunicação e a litter ciência saúde. E a litter ciência saúde, de facto, já está comigo há mais de uma década desde 2011, começou pelo macoriosidade muito interessante. Ali um artigo já há muitos anos do pessoal Carvalho Teixeira e eu disse, isto é interessante, estou tocando a comunicação e tocando outra coisa qualquer que tem a ver com a compreensão do doente e com a relação terapéutica. Entretanto fui aprofundando e, de facto, descobri a litter ciência saúde que não foi nada por caso, porque nós procuramos aquilo que queremos encontrar, não é? Exatamente. Agora que já conhecemos o que é motivo em ver a por esta área, penso que não é a melhor forma de abordarmos o tema do que perguntar inicialmente o que é para assim como definir o litter ciência saúde. Muito bem, litter ciência saúde e para vocês que também são estudantes de mestrado e desejam um dia ter um encontro com o tente ou quando forem o tente, o que vocês querem. A qual é a pergunta? Quer ser bem entendido? Quer dar resposta às minhas necessidades? E a litter ciência saúde vem precisamente tocar nesse ponto forte que é a relação terapéutica, a compreensão do tente ou doente sobre os recursos de saúde. E a litter ciência faz essa ponto, trabalha com o acesso, a compreensão e o uso destes recursos de saúde para que a pessoa possa tomar decisões acertadas em saúde. Aquilo que nós queremos, efectivamente, é que o doente, esteja ou doente ou tente, ou a pessoa que segue num procurso de saúde, tem a responsabilidade para tomar decisões acertadas sobre a sua saúde. Mas para tomar decisões acertadas sobre a sua saúde, o que é que ela precisa, ela precisa de conhecimento, precisa de competências, precisa de capacidade para agir e a litter ciência e isto através das competências, a pessoa desenvolva motivação para saber navegar no sistema de saúde e tomar decisões acertadas em saúde. É isto essencialmente o fulcro da litter ciência saúde. Ou seja, aqui o conceito entre a litter ciência de saúde estão bastante interligados sem a litter ciência normal para se indizer. A litter ciência é a primeira fase e nós temos um grande estudo da persona na benaventia em 1996, sobre o nível de litter ciência da população. São as competências que as pessoas têm, as competências que as pessoas têm, depois de estar alfefabeticada, isto é aprender a ler, a escrever e contar, mas depois a usar estas competências no mundo real. E se a litter ciência, a litter ciência saúde vai mais além. A litter ciência saúde associa a um mundo complexo da saúde, em que a pessoa tem que tomar decisões, tem que ler uma bola, tem que tomar uma decisão sobre o seu receptoário, tem que tomar decisão sobre que médico vai recorrer, etc. Ou seja, a litter ciência, digamos que é quase a mãe da litter ciência saúde, mas a litter ciência saúde, o facto tem um posicionamento próprio e um momento próprio dentro do sistema de todas as littercias. E dentro do pêndora nacional, como é que vê a evolução da litter ciência dos utentes portugueses? Porque eu sei que no ano passado foi publicado um estudo, que acho que se desenvolveu entre 2019 e 2021, que abordou que a população portuguesa tem uma taxa de cerca de 65% da população, uma litter ciência suficiente, mas muita gente já não tem certeza de que. E assim, o grande estudo que eu oficou a litter ciência saúde começou com a professora de Recintor-Ençan, de 2009 a 2012, a nível europeu. E nessa altura, a população europeia, do qual Portugal não fez parte desse estudo, mas fez paralelamento, tinha 50% de inadecuada e litter ciência saúde, inadecuada. Depois a pessoa, a Rita Espanya, por um lado com o ISCT e a Fundação Calos de Colobén, e a pessoa da Nascoval, na Escola Nacional de Sede de Pública, fizeram paralelamento dos estudo em 2016, e o nível paralel 50% das pessoas em Portugal, tinham inadecuada ou por um mática litter ciência saúde. Isso significa tão somente que 5 milhões de portugueses têm baixa litter ciência saúde. Entretanto, alguns estudos temos evoluído um pouco, of facto um estudo em 2019, com o europeu chamado MPOL, e verificou-se que o nível de litter ciência, tinha melhorado um bocadinho, mas muito pouco, porque há relatos de evidência, que dizem que nos hospitais, nas unidades de saúde, os médicos, os profissionais de saúde, terem quase sempre pessoas com muito baixa litter ciência saúde. Porque mesmo aquelas pessoas que às vezes têm, níveis de educação elevado, têm baixa litter ciência saúde. O que estão mais treçados, ou porque não conseguem tomar decisão, ou que estão preocupados, e que, de facto, litter ciência significa um empoderamento, uma capacitação, uma racionalização da nossa atitude em relação a saúde. E por isso os números são problemáticos. Ponteem, vamos realmente, com níveis baixa de litter ciência saúde, mas que, alerto, não é só em Portugal, em Portugal, na Europa, Estados Unidos, Canadá, o fenômeno da baixa litter ciência, o fenômeno global. Sim, realmente, até Portugal, nos estudo que eu vi nas estatísticas, aparecer como um dos países, como a litteracia, um cadinho mais acima da média de europeia, até. Não, não terá acima da média europeia. O Portugal está na média europeia, digamos assim. Não podemos dizer que esteja acima, não é? Há alguns fatores que, entre que nós, se calhar, podemos ter alguns comportamentos mais melhores em litter ciência saúde, ou nas nossas decisões em saúde, mas num nível geral, a Europa está ainda, num nível muito baixa ainda. Caminhamos para, melhoramos, mas ainda há muita fazer. Mas, de facto, 50% ainda é um número bastante elevado. E quais é que são os principais fatores ou principais ações que temos de tomar assim de imediato para que possamos então melhorar? O primeiro factor que eu considero que seja essencial é melhorar a comunicação na relação terapêutica, porque quando o doente, ao ento, não percebe as suas instruções em saúde, ou ao iloguidador, não conseguem tomar boas decisões em saúde. O damázio dizia que nós temos representações mentais e simbólicas do mundo que nos rodeia. E o mundo que nos rodeia é absorvido de que forma, pelos nossos sentidos, pelo ouvido, pela visão, pelo tato, se um utente não consegue compreender aquilo que o senhor mede, que ele diz, ele não faz essa representação mental simbólica e por isso é uma cacofonia, como eu digo. E não entende, e depois vai para casa e não consegue tomar decisões acertadas nem ele, nem de quem ele cuida. E por isso começa por aí que a linguagem complexa em saúde tem que ser descomplexificada, ou seja, tem que melhorar esta tradução do jardão técnico, que muitas vezes os médicos usam, porque aprenderam na universidade e por isso estão muito habituados, mas que é imprescindível tornar isto mais fácil de entender. E por isso o caminho começa por aí. Depois das questões, das competências parentais, das questões das competências dos mais jovens, uma criança pode já aprender alguns dados em saúde. Se uma criança aprende, que o sinal de vermelho não é patroçar a rua, também pode aprender porque nas questões de saúde, para que ir prevenindo depois e promovendo a sua saúde deste pequeno e os seus pais, da mesma coisa, as suas famílias, as suas comunidades.
E por isso a aprendizagem em saúde deve começar mais reto. Depois, as escolas também deveriam ter as escolas de saúde e não só deveriam ter aqui alguma, algum cuidado no ensino da saúde e da promoção da saúde, sobretudo da promoção da saúde. Por exemplo, as questões da alimentação saudável, da atividade física, sabíamos hoje em dia que a atividade física é promotora do bem estar. Ora, a atividade física deve começar não só com uma pessoa até em 16, 17, 18, 20, 30 anos, deve começar bem de cedo. Porque são estes hábitos depois de se tornam mudolados. O bandudo dizia que nós aprendemos por mudolação por cópia. Não é? Damos bons hábitos às pessoas e elas em a partida criaram bons hábitos. Pode criar outros, mas por menos fica um impredenado destes bons hábitos e por isso tem que começar a este cedo a promoção da saúde. E ainda bem que, por exemplo, nós temos hoje em dia uma secretaria de estado para a promoção da saúde. É essencial. E esperemos que, de facto, que haja esse papel também do estado nessa promoção da saúde. Porque até agora não tem cedo um grande investimento. Nós temos muito baixes de investimento na promoção da saúde. Este facto nós também te paramos de coisa informação na nossa pesquisa e talvez as atividades portuguesas investissem mais os estes níveis que falamos anteriormente. A literacia estaria bastante diferente neste momento. Tem toda a razão. E a questão da promoção da saúde também não adevém só da importância do estado intervir. Mas também das comunidades também fazerem uso disso. O ovo há pouco tempo, o ovo ano passado, uma transferência de competências da saúde para as autarquias. Foi uma nova legislação, uma nova regulamentação. Evidentemente, as autarquias têm que aceitar essa transferência. Mas isto vai andar um peso muito grande às comunidades e aos municípios. Para que, para através dos seus espaços, dos seus espaços deportivos, dos seus espaços de natureza, consigam promover junto da população esta melhor promoção da saúde. E isso é essencial. É essencial. Sabemos, por exemplo, que espaços e localidades onde há jardins, as pessoas que vão a jardins têm tendencialmente mais saúde, não só mais saúde porque passeiam aos seus filhos, aos seus animais de estimação, e também porque convivem e têm conexão social. E a conexão social é um fator determinante também para um bem-estar. E a literacia de saúde procura este bem-estar também. Passamos a seguir um pouco por alta a hora da COVID-19. Com o desenvolvimento dos seus seus milhares, nós temos vindo a sequer a vez mais postos a as fake news. Isso aconteceu muito na área da saúde com a recente pandemia do COVID-19, a se ouvir o que potenciou a propagação desta informação falaciosa. Não foi só um fator que propagou a desinformação. Desinformação já existia antes do COVID-19. Mas de facto intensificoso porque foi um problema grave, extenso, anival nacional, anival europeu, anival mundial. Em Portugal parece uma mim que se tivesse ouvido mais algum cuidado no início em relação à criação de gabinete de comunicação de crise e de estão de crise, talvez o efeito não tivesse sido tão propagado à nível de desinformação. Eu penso que também o facto de muitos especialistas, operítios, terem divergido nessa opinião, também confundiu as pessoas que não sabiam se um padereito a se pasquer da patrase ao pavreente devido a variedade de opiniões. Por isso, este gerou muito ruído, muita confusão e as pessoas que quando estão confusas tendem aqui a ir para os canais de comunicação que são mais afetivos, ou a família, ou os amigos, ou alguns sites que de forma tendenciosa apelam aquele sentido quase inato e reptiliano que o indivíduo tem de contraste de coisa exagerada. E por isso, isto também confunde. A desinformação existe e continua a existir agora mais controlada a nível do COVID evidentemente, porque a comunicação está muito mais homogénea, muito mais uniforme, muito mais coordenada e as pessoas também já têm mais conhecimento, quando as pessoas têm conhecimento, as pessoas conseguem tomar melhor decisões. Mas penso que tem que continuar a fazer este papel de combateira de disinformação com que, para já com sites querdíveis e que os sites, por exemplo, de uma direção geral da saúde, tem a informação que interesse as pessoas. Não há dúvida que tem muita informação e o portal da saúde tem muita informação que interessa as pessoas. Tem que ser a da forma aplativa, adaptado a chegementos, adaptado a os idosos, adaptado a jovens, porque os jovens não consomem a mesma informação que os idosos. E por isso a comunicação tem que ser diferenciada. Por outro lado, também o trabalho nas redes sociais é essencial. O mistério da saúde, a DGS, podem estar nas redes sociais de uma forma dinâmica. Por exemplo, o TikTok é uma ferramenta para os mais jovens e pode ser utilizado como ferramenta de comunicação. Mas é preciso também que seja adaptado a esse segmento. Não pode ser uma informação institucional, que depois de repente é inserida dentro do TikTok. Não funciona, não é? Não, é. Tem que ser parecida, mas credível. Mas sim de que a misinformation, muito para acontecer, na pandemia, porque, por um lado, havia muitas opiniões diferentes a serem transmitidas. E também, porque as pessoas de repente sentiam necessidade de se informar. E eu, sim, também, não sei se isso aconteceu, de facto. Mas, com os níveis, neste último ano de literacia, devem ter mudado para a melhor disponível com a vontade das pessoas de procurar a informação por estar em haver. Nós sabemos, a sociedade porquê a literatura ciência, o de sapo, que o desenvolvimento competência é crucial. Quando nós falamos em competências, temos que falar em três vertentes, três dimensões, que é dar conhecimento às pessoas. Ou seja, a competência significa dar conhecimento e informação por informação. Não muda comportamento, a informação tem que ser apropriada pela pessoa, conhecimento. As pessoas tenham capacidade, isto é que consigam aplicar esse conhecimento, e depois que tenham em conta os atributos pessoais que a pessoa tem, isto é que perfil tem aquele indivíduo, para desenvolver as competências certas naquele indivíduo. E quando nós desenvolvemos competências nas pessoas, o que acontece? As pessoas ficam ativadas. Eu consigo se dizer se eu tiver conhecimento e capacidade e minha atitude em relação àquela ação, àquela objeto, àquela informação, é significativo para mim. E esta ativação da pessoa é essencial. Mas só se ativamos desenvolvermos competências. E também a importância de se começar deste sexto. De sexto, sempre. De sexto, e não é difícil. Eu acredito também nas parcerias, porque eu acho que cada vez mais. E os objetivos do desenvolvimento sustentável dizem-nos que nós precisamos de fazer mais parcerias. O ADS de Sacete é claro nisso. Significa que as escolas têm que trabalhar com as unidades de saúde, com o social, com a saúde, com a educação, com a cultura, com as organizações, com as empresas, com os municípios. Quando há esta cooperação, as pessoas são vistas de várias perspectivas. E quando nós olhamos por um individual de várias perspectivas, conseguimos perceber que na navegabilidade que ele tem no sistema, passa por vários situações. A pessoa quando está em casa toma decisões de saúde também. Eu, quando tenho que, por exemplo, não acreditar em uma física ou outra piota, entrem em porrar uma mesa e porchar uma mesa, o que faz melhor. E na realidade, nós precisamos de empurrar a mesa para não ter aquelas perturbações muscolas cléticas. Não é ir em porchar a mesa. É a nossa atitude, durante a vida e durante o nosso dia a dia, que temos que tomar decisões que têm a ver com a nossa saúde ou a saúde, que nos rodeiam, que nos faz a nós com maior ou menor nível de litro de saúde. E esta decisão é uma tomada decisão constante. Eu, quando voce permer cada e quer escolher a comida, que eu que tenho para minha família. Em vez de comprar bolachas e ceilais, ceilhar ópto por mais frutas e mais legumes. Este é uma decisão em saúde. Se eu vou, tenho o meu dia de trabalho, sai da escola e digo "eu vou te esticar ali no sofá, até bem confortável, eu vou ver televisão até a meia-nuita". Ou então digo "não, ceilhar vou agora fazer um bocadinho da atividade física, vou passear ou passear o can, ou vou correr ou vou andar um bocadinho". Estes são, isto é a tomada decisão em saúde. E é isto que é maior ao menor de litro de ciência ou das pessoas. E realmente vemos que há mais pessoas preocupadas com a sua saúde, com o seu bem-estar, mas também há mais pessoas também que repararam que a sua saúde mental era importante. E sabemos que a pandemia trouxe muitas questões de saúde mental. Eu acho que esse ponto de cada toda a questão do que eu bastante importante, porque muitas vezes as pessoas, quando pensam, têm de desenvolver, têm de me informar mais para adquirir uma maior litra de ciência ou de ação, simplesmente alir livros ou alir informações ou alir leis, burcráticas. E não percebem que essas pequenas mudanças no dia a dia e essas todas essas decisões que têm de tomar podem também compreender para se tornar mais litrados. Claro, claro, é precisamente isso, Marlon, porque a litra de ciência ou de só é a litra de ciência ou de efetiva, quando é adaptada e quando é praticada.
Porque não é ler livros, quer dizer, a pessoa até pode ler livros, mas só ler livros não é ler de a ciência ou de a ciência ou de a nossa decisão, acertada, sobre a saúde e que nós tomamos dia a dia ou a hora de se condasquonto. Não é? A forma como nós estamos sentados, a forma como nós andamos, a forma como nós que nós ensinamos com os outros, a nossa alimentação, a nossa atividade física, etc. Você quer almançar o vasco? Eu estou perguntando. Sim, sim. Pronto, para além de tudo isso que nós já temos ainda a falar e desde os pontos importantes do que nós temos de fazer para mover uma melhor litra-ci em saúde, sem nós alunos de mestreira e investigação clínica, também já nos foi mencionado muitas vezes o problema é a dificuldade que é recrutar participantes para os ensaios clínicos. Na sua opinião acredita que uma maior litra-ci também em saúde destas mesmas pessoas poderia ajudar a resolver este problema. Eu penso que sim, que é muito importante, nós até há pouco tempo tivemos um projeto com a ISIBA, um projeto de formação das associações do Dobentes, precisamente para as ensinar e para desexplicar as questões dos ensaios clínicos. Quem pode entrar, quem não pode entrar, com as questões de limitações, e de facto tudo passa por isso. Se nós desenvolvermos essas competências de investigação clínica, seja dos ensaios, seja da outra área, a estes segmentos de população que precisam, por exemplo, as associações do Dobentes, os doentes, é natural que consigam entender essa importância, mas para isso é preciso irmos para o terreno, fazer formação, explicar, fazer debates, juntar as pessoas nesta mesma necessidade de compreender em que a evidência é essencial, a investigação clínica é essencial. E com os ensaios também fazem parte também da vida das pessoas. Evidentemente que nos ensaios clínicos há alguma coisa a mudar, nomeadamente em termos de melhoria, por exemplo, dos consentimentos informados, tornar-se mais compreensíveis, fazer esse esforço para melhorar esta comunicação do que é o ensai clínico. Mas penso que o caminho está a ser começado e isto é extensível, não só as associações do Dobentes, mas também, por exemplo, nas unidades de saúde, nos centros de saúde, a nível hospitalar, estes estão mais habituados, mas, por exemplo, a nível dos centros de saúde, acho que é essencial também fazer um percurso, uma navegabilidade sobre a importância dos ensaios. É bastante evidente a minha preocupação em promover a letracia das pessoas para uma área tão importante como essa saúde e a criação da sociedade portuguesa de letracia em 2022, da qual que vamos já referirmos a toda a questão da presidência, vem comprovar essa necessidade. Poderia dar uns alguns exemplos sobre a outra balhica, a sociedade tem evidente envolver-me este seu primeiro ano de vida e talvez planos futuros. Realmente, quando nos gostei de viagem dezenes de genero de 2022, já sabíamos o que é que vamos fazer, não é porque isto é uma experiência de 10 anos para trás, eu convidei aqueles que eram os meus 10 alunos, médicos, femeiros, etc. E, entretanto, a sociedade que achou nós, como começamos convintidos em Estados fundadores neste momento, já somos mais de 140, só num ano e, de facto, notas que Portugal está muito atento às questões da letracia de saúde muito ativo. Fizemos uma série de coisas, o nosso site é útil para se ver no www.splyasportugal.pt, mas vocês podem ver aí que nós tivemos a preocupação, não só de criar documentos facilitadores, checklists, criamos eventos, fomos convidados pela ciência viva e, mediatamente, no dia 7 de abril, organizar o dia mundial da saúde, fizemos o Congresso do Curação, bem-estar e saúde, juntamos à Fundação Portuguesa de Cardiologia, a Sociedade Portuguesa de Cardologia, temos uma série de webinars ao longo do ano com, fizemos com pessoas com deficiência, fizemos com migrantes, fizemos com sobre jovens, criamos as minhas emboleias e protocolos, por exemplo, com o acordo com o Acórter de Câmara Municipal do EIS, e fizemos minhas emboleias também sobre os jovens, a desinformação, sobre também sobre migrantes, pessoas com deficiência, interessamos muito de facto estas franjas, porque são as franjas mais fragilizadas, né? criamos uma série de atividades e, entretanto, fizemos protocolos com aqueles que nós consideramos que são os futuros, que são os jovens, e por isso fizemos o protocolo com a Asociação Nacional de Studentes de Medicina, do qual resultou um concurso que nós atribuímos seis prêmios de 500 euros cada sobrevíduos sobre o saludo mental, e fizemos um tema importantíssimo depois da pandemia e os jovens da Anem foram eles que escolheram o tema, fizemos também para o protocolo com a Asociação Nacional de Jovens Pharmacêuticos, com a Asociação de Jovens na Fisio atrapia, e por isso parecemos que é a sua futura, investir na juventude, porque, preparando a juventude por mudulação, eu acho que teremos profissionais muito rebustes na litra ciência saúde, e temos vários parceiros, temos vários protocolos, outros protocolos como vocês podem ver, mas tudo isto tem ricoção de facto a nossa postura e nosso posicionamento na sociedade portuguesa, e a nível, não só a nível nacional, mas também a nível internacional. Eu também faço parte da Internacional de Real Literacy Associated, faço ponto com a professora Cristina Sorrenteson, e de facto, acho que estamos no bom caminho, acho que, para a primeira banda, foi muito bom. -Pá, será o que eu ia dizer? -Eu acho. -Pá, primeiro é bom. E assim continuamos. Temos uma boa direção. Temos um Conselho Scientifico, muito bom. Temos uma mesa da Assembleia general a nível nacional. Nos nossos órgãos diretivos estão espalhados a nível nacional e nas ilhas. A prosoir de Belfra Guaire é presidente com o COE científico e é presidente da escola da badada. De saúde da badada. Temos o Dr. Rui Nogueira a nível central em Coímbra, que é presidente da mesa da Assembleia. E por isso, esta diversidade de profissionais é uma sociedade por desalíter sem saúde. É multiproficional. E isto, por isso, convidamos todos aqueles que se interessarem e que estiverem. Não precisam de ser especialistas em líter sem saúde, mas precisam de gostar e de compreender a líter sem saúde. E temos feito uma série de atividades muito interessantes e vamos continuar. Obrigada pela voz de entrevista. -Tá obrigada. -Tá obrigada. Acho que pronto conseguimos abordar o grande parte dos topics interessantes sobre este tema. Restanda apenas a agradecer mais uma vez a disponibilidade da editora Cristina Instara aqui com nós. Não sei se tem alguma última mensagem que queria deixar para as nossas ouvintes. É agradecer este interview. Estás com vocês também fazem bem fazer estupotecates, transmitir a líter sem saúde, ajudar-nos a disseminar e muito obrigada por convite. Sim, assim. Obrigado por este tempo. Obrigado pelos seus palavras. Neste nosso somente subbalupa da investigação clínica, um podcast, etc. Até a próxima.
Podcast Summary
Key Points:
A literacia em saúde é definida como a capacidade de aceder, compreender e usar informações de saúde para tomar decisões acertadas, envolvendo conhecimento, competências e motivação.
Em Portugal, cerca de 50% da população (aproximadamente 5 milhões de pessoas) apresenta níveis inadequados ou problemáticos de literacia em saúde, um fenômeno global que afeta também Europa, EUA e Canadá.
Fatores-chave para melhorar a literacia incluem simplificar a comunicação na relação terapêutica, promover educação em saúde desde a infância, e fortalecer parcerias entre escolas, unidades de saúde, municípios e comunidades.
A pandemia de COVID-19 intensificou a desinformação devido a opiniões divergentes de especialistas e à falta de comunicação de crise coordenada, destacando a necessidade de canais confiáveis e adaptados a diferentes públicos.
Uma maior literacia em saúde pode facilitar o recrutamento para ensaios clínicos, capacitando doentes e associações a compreenderem melhor os processos e benefícios da investigação clínica.
Summary:
A conversa aborda a literacia em saúde, destacando que cerca de 50% dos portugueses têm níveis inadequados, um problema global. A literacia vai além da alfabetização básica, envolvendo competências para aceder, compreender e usar informações de saúde no dia a dia, como escolher alimentos ou decidir sobre atividade física. A simplificação da comunicação na relação terapêutica é essencial, pois muitos pacientes não entendem instruções médicas complexas, o que prejudica a tomada de decisões.
A educação em saúde deve começar cedo, nas escolas e famílias, promovendo hábitos saudáveis como alimentação e exercício. Durante a pandemia, a desinformação cresceu devido a opiniões divergentes e falta de coordenação, mas a literacia ajuda a combater esse problema, capacitando as pessoas a filtrar informações confiáveis. Parcerias entre saúde, educação e comunidades são cruciais para melhorar a navegação no sistema de saúde.
Além disso, a literacia pode aumentar a participação em ensaios clínicos, pois doentes informados compreendem melhor os processos e benefícios da investigação.
FAQs
Literacia em saúde é a capacidade de aceder, compreender e usar recursos de saúde para tomar decisões acertadas. Envolve conhecimento, competências e motivação para navegar no sistema de saúde.
A literacia geral é a base de ler, escrever e contar, aplicada ao mundo real. A literacia em saúde vai além, focando-se na tomada de decisões complexas em saúde, como ler uma bula ou escolher um médico.
Estudos mostram que cerca de 50% dos portugueses têm literacia em saúde inadequada ou problemática, o que significa que aproximadamente 5 milhões de pessoas têm baixa literacia em saúde, um problema global.
Melhorar a comunicação na relação terapêutica, simplificar a linguagem médica, começar a educação em saúde desde cedo nas escolas e promover parcerias entre escolas, unidades de saúde e comunidades.
A pandemia intensificou a desinformação devido a opiniões divergentes de especialistas e à necessidade urgente de informação. Isso confundiu as pessoas, mas também aumentou a procura por fontes confiáveis como a Direção-Geral da Saúde.
Uma maior literacia em saúde permite que os doentes compreendam melhor os ensaios clínicos, como quem pode participar e as limitações, facilitando o recrutamento através de formação e informação clara.
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